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Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes.

utilizando a eletrônica de potência. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa. processar e armazenar energia. todos. estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações). Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados.sob forma de sinais elétricos) estão. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares. as propriedades e comportamento. a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. por sua vez. Para colocá-lo no estado ligado. quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. todos. dentro da área de interesse da Eletrônica. do Elétron. etc. Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência. Complementar à definição acima. as linhas de transmissão (que transmitem energia). De igual maneira. dentro da área de interesse da Eletrotécnica. o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente.informações . Entre os mais diversos ramos que a abrangem. também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência. com o objetivo principal de representar. Sob esta ótica. Também é considerada um ramo da Eletricidade que. termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . ondas eletromagnéticas. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos. com o objetivo principal de transformar. basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -).Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. os transformadores. transmitir. eletrônicos. Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. Sob esta definição. que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. as usinas hidrelétricas. Numa definição mais abrangente. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido). armazenar. uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). Fótons. partículas elementares. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão.

ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). A válvula termiônica. foi substituída pelos transístores. o segundo porém mais moderno que o primeiro. medindo. os microprocessadores. Quando não houver a tensão aplicada na porta. também chamada de válvula eletrônica. o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga. Sem a eletrônica. indutores. a tensão através da chave se define a zero. por definição. A eletrônica. aí está a eletrônica. dentro de um bulbo de vidro. no mais. as memória eletrônicas. onda luminosa para onda sonora e vice . sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. para em seguida a captação desta.Eletrônica terminal da porta (G). interagindo. etc. acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. resistores. modificando.(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). fotocélulas. Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. os microcircuitos. isto seria impossível de se conseguir.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). No estado ligado. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. da emissão eletromagnética através do espaço físico. Assim. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. Aos poucos. O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". indutores. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). ao passar do tempo. assim novamente para onda sonora. resistores. entre outros. mesmo assim. e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos. Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. capacitores. A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. diodos. "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC.) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). além de miniaturizar os capacitores. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se).

em segundos. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. até chegar ao resultado final quando. ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. através de um feixe de luz. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. milissegundos. tudo isso. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que. Estes interligados formam circuitos mais complexos. podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação.Eletrônica versa. por exemplo. etc. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. amplificação.

porém. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. Posteriormente. Calzecchi Onesti. Em 1866. sua utilidade era meramente para curiosidade científica.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas. A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. utilizando ondas luminosas. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início. O pesquisador. Hughes. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. Julius Elster e Hans Geitel. Ao mesmo tempo Flemming. aleatórias. acelerou-se. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. Em 1835. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. Ao inverter a polaridade. Embora funcional. XVIII e XIX. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. o dispositivo se descarregava. naquela época empregado de Thomas Edison. estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. Em 1861. a corrente não fluía. porém. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. porém com o passar do tempo. Ao fazê-lo. foram informações dispersas. que resultava num filme de óxido de mercúrio. A partir de 1850. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. da mesma forma que Munk em 1835. Isto ficou registrado. Durante sua demonstração. Munk. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. Ao fazer isso. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. em 1873. em 1884. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. no início de 1880. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. na verdade. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison. mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. Nos séculos XVII. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. . da mesma forma que Munk em 1835. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo.

Hittorf. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. Minchin e Oliver Lodge. O padre Roberto Landell de Moura. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. em 1894. preparou um tubo com limalhas de ferro. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. em 1948. quando na metade do século. da mesma forma que Munk em 1835. As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. Em 1890. Era o primeiro transistor. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade. seguindo o método de Branly. agora na pessoa de Édouard Branly. A partir de 1850. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. De novo. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. sem uso prático. etc. triodo termiônico. Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência. pois acreditou-se que sua carga era negativa. tetrodos. pentodos. observou o efeito fotoemissivo. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. em 1893. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. Lodge então. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. de forma independente. em 1890. Em 1901. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos". William Crookes e Goldstein. iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. a válvula termoiônica reinou absoluta. era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. porém. no ano de 1887. de Solari.Eletrônica Hertz. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. ou termiônica. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro. Em 1897. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. A experiência foi confirmada por Hallwachs.

Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. os sinais. senão milhões de colaboradores anônimos. interpretadas nada mais são do que informação. depois do trabalho de milhares. Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. (LSI). São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. • Um velocímetro analógico. ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. inicialmente em germânio. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. foi desenvolvida a extra larga escala de integração. resistors e diodos semicondutores. As variáveis são observadas diretamente. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. potência 90 W Logo após. ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. (ELSI). um galvanômetro. Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. nos anos oitenta. . exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. capacitors. Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. outra fixas. que decodificada forma letras e palavras. ou o ecrã de um osciloscópio. Estas. foi necessário a codificação de uma linguagem. e logo após. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. todos feitos numa só base. • Um termômetro analógico. Para o transporte de informação. no início da década de setenta. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. os componentes passaram a ser fabricados em silício. • Uma balança analógica. Algumas são variáveis. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. decodificação complexa.

temos a mecatrônica. isto é. com. a biomecatrônica. as ondas de rádio por exemplo. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. hidráulica e informática. eletronica. converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. a leitura é indireta. e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. org [2] http:/ / www. é formada por componentes que digitalizam a informação. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. da ciência da computação. da cibernética. br . depende de sistemas de interpretação e leitura. é digitalizada. entrevistas. sabereletronica. Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. da informática. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. (álgebra booleana). onde a codificação e decodificação é executada de forma direta. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. eventos. a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. a robotização biológica e a robótica. pois esta não é direta. retificação em meia onda do sinal resultante. convertem o sistema decimal para sistema binário. pneumática. artigos.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. digitalizar é manipular. um exemplo disto é a linguagem binária. [2] Referências [1] http:/ / www. onde se usa um código binário de transporte de informação. entre outros. ou sistema binário. um exemplo é a Amplitude Modulada. por exemplo.

Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F. . mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A.+A 8 +A +A. Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. +F +F. Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC.

menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. . Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A.-A 9 -A -A. Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. -F -F. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. -A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina.

amarelo. Desing Se inclui de linhas de retas. um slogan quadrado e nas cores bege.80's. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro. Samsung. vermelhas ou cinzas. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. com. E contem um gasto de energia. sendo a mais antiga do ramo. telecomunicações etc. vermelho. radioamadorismo. Consul. branco. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. 90's appliances 10 80's. Publica livros técnicos de eletrônica. azul. Como a Brastemp. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. sem curvas. Foi fundada em 1926. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. etc. antennaeletronica. vermelho. LG Electronics. etc. redução do tamanho das paredes da geladeira. Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. br/ . marrom. Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. verde e laranja.

que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva. a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. Neste caso. ou placa. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura.é um componente eletrônico ou termistor. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor. seu rendimento diminuirá exponencialmente. que. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. conhecida por Efeito Édison. Para evitar este efeito indesejável. e somente neste caso. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. ou seja. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) . ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema.é um componente eletrônico chamado termistor. Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. ou seja. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. sendo então atraídos pelo ânodo. existem componentes cuja função é evitar este efeito. Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. na qual. este nada mais é. para uma impedância dinâmica fixa. Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. século XX. conforme a escolha do projetista. . de acordo com a Lei de Joule. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. pois se for feita a redução na alimentação. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito. com a miniaturização eletrônica. pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. mas sim na polarização do circuito de potência.Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica.

BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior. Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils. 1958. Electronics. A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA". Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada.: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors.: Designing Transistor A-F Power Amplifier. april. A.6 e 0. onde o "E" vem de "Enhanced". pois. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica. chipsets e microprocessadores.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. A. Processador Pentium MMX. É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. 1956. California. e Barco. 0.C. . que são soldados diretamente na placa-mãe. Bibliografia • Lin. As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0. como por exemplo. Transistor I.5. B. RCA Laboratories. H. M. • Hercher. Após a remoção deste componente.76 milímetros.

digamos 3kHz. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original. Informalmente. Na prática. Idealmente. . o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda. O valor de freqüência. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. entretanto. o outro de 40kHz a 43kHz. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro.Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. por exemplo. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. mas bandas passantes diferentes. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. medido em Hertz. Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar.

Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel. Nos HDs de computador. e vice-versa. a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. Esquema de uma cabeça magnética .para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico. ou operação inversa . que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético. será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia. Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). Se este campo for convenientemente forte. as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). ou forma semelhante. na extremidade oposta ao solenóide. de modo que. o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. No gap. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. quando próxima ou em contato com o gap. É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. exceto por um pequeno vão (gap).

onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. apresentando duas tensões de disparo. substituindo os produtos que apresentarem alterações. usados para circuitos de alta freqüência. na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento. e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante. A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica. comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. oferecendo um caminho de baixa impedância. e possuem baixa capacitância .10nf. chegando a tensões de 2 a 5 kV.2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. um arco é criado entre seus terminais. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado. O centelhador opera como uma chave dependente da tensão. pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra. que pode variar entre 350V e 1. esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara. Fabricado com dois ou três elétrodos. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos. induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso.Protetores elétricos e eletrônicos . acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). & Sistemas) • MTM . Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico). que foram previamente orientados. e posteriormente todo o funcionamento do componente. Fontes • Elematti Eng. Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução. ao passarem pelo gap. Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão.

Frequentemente. Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . e possui um total de 256 combinações. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. Este sistema. Atualmente. em sua totalidade. no singular. Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. que utilizava até doze chaves agrupadas. enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits). oferendo até 128 combinações totais. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. O conjunto. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas .veja jumper para mais detalhes).Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança. jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. antes do advento da RAM alimentada à bateria. No entanto. alternativa mais barata e eficiente. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers. também pode ser referenciado por chave DIP.

. No caso de um circuito elétrico. ou do inglês microswitch. seja uma lâmpada. aquecedor. Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. enfim. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. um aparelho elétrico qualquer. O conceito de circuito aberto é muito simples. nesse caso o fluxo de pessoas.Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. Interior de uma chave de fim de curso. motor.

água e esgoto. Na imagem inferior. as imagens ficarão deformadas. marg. ou outros processos. [1] http:/ / www. por exemplo. e significa que. controle de consumo. A palavra é relacionada com "colinear". Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. [1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. etc. porta USB. linhas de fluxo eletromagnético. com.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. relatórios em geral. Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. como empresas de fornecimento de gás. e portanto. com. br/ coletor. com a maior precisão possível. na prática. mínima dispersão ocorrendo. comanda de bares e restaurantes etc. Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. energia elétrica. . no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente. estes podem ser eletrônicos. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. controle de estoque.[1] Na eletrônica. a luz foi colimada. Caso não haja o alinhamento. luminosos. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas. comprometendo assim a observação. num tubo de raios catódicos. Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. idealmente. disket ou wireless. Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. que depois serão utilizadas em um sistema específico. inventário de estoque. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. lentes). consumo de energia elétrica. luz não espalha-se com distância. as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. através de leitura de código de barras ou manualmente. Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa.

Grundig e Telefunken. tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . com quantidade de pinos. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. pdf). . ucsd. feiradeciencias. [1] Collimation of light (http:/ / cem01. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. 19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador. Existem diversas formas de conectores DIN. com. Página visitada em 04-10-2009. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. No início da década de 80. / collimation. os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico.Colimação No caso de equipamentos médicos. . mouses e periféricos de vídeo.[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06. br/ sala22/ motor_teoria1. eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. asp) Conector DIN Conectores DIN.

proteção de onda.conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0.15 dB até 4 GHz Resistência de contato: . radiodifusão. MIL-C-39012 e MIL-55339. celular.35 até 4 GHz Perda de retorno: . 75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) .conector reto: ≤ 1. estações de base.2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N.Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16.contato externo: ≤ 0. rádio de microondas.conector angular: ≤ 1. radar. rádios e redes de computadores. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: . instrumentação.3 até 4 GHz .contato central: ≤ 1 mΩ . São utilizados em antenas.conector reto: 18 dB até 4 GHz .

9 .6 6. Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.7 4.7.8 50 .5 .5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5.4 .1 .5 .1 3.10000 6.6 4-6 2.2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.0 5.0006 8.Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.2.5 3 2.9.8.

definido como fonte secundária. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante. pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações . o valor de também é exato.Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras.Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. descrito por Thomas Young. Seu valor aproximado é. Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . quanto são definidos exatamente. Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. é a velocidade da luz no vácuo. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço. para ondas eletromagnéticas. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. definido como fonte primária. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda. Como tanto unidades SI: F·m-1. A partir da década de 80. foi possível pôr em prática as técnicas digitais. ou seja. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos. mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica. uma constante física denotada por . em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo.

J. br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada. H.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda).Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus. Hansen e S. Morgan. D. atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. que acidentalmente é comum em residências. Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital. . Morgan. Kuo. ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada. R. M. D. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. além de terem um custo mais acessível. Elliott. A. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. Snyder. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. S. C. tais como: explosões. calor e faíscas. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. Em seus trabalhos. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. usp. Nelson. dissipação instantânea de energia. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. Um exemplo de curto-circuito. Kuo. P.

br/artigos. ou na tensão em que esteja trabalhando). • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado.p ( diferença de potencial) é nula. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica.fasorial. em automação. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V.d.com. são as entradas e saídas digitais. para calcular os curto-circuitos. Discreto Discretos.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto. tais como os componentes simétricos.Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas. . Bibliografia • http://www. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d. O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores. procure o DATASHEET deste CI.

em essência (ou "intrinseca". pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s). com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. na era atual). Essa consideração. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). propriamente) as do semicondutor. pois. usualmente). Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou. é dito semicondutor intrínseco. quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação. e consequentemente. vez que. as lacunas.[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. vale dizer. em essência (ou "intrinseca". é dito semicondutor dopado. na constância da recombinação de pares. durante a Segunda Guerra Mundial. respectivamente para as adições de índio e de fósforo). 1 ppm (uma parte por milhão). a serviço da Sperry Gyroscope Company. como também se usa dizer. Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. Assim. O cristal permanece.[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K. os elétrons. ou tipo N. Entretanto. sim. dizem-se semicondutores extrínsecos. após o fim da guerra. propriamente) as do semicondutor e. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand. Contudo. dizem-se semicondutores degenerados. eventualmente descontrolado. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. consulte Dopagem. Teal e Morgan Sparks. Dopados. consulte Dopagem bioquímica. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm). para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos. 1 ppb (uma parte por bilhão). Semicondutor dopado Em contraste. tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas. pois. notadamente este último. como também se usa dizer. senão realmente nulo. . estável.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. ditadas pela presença do (ou dos. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são. contudo.

arsênio. Dispositivos semicondutores. filed. Patent 2. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc. índio e tálio. view=frames& chunk.110.631. permitindo. (1985).530. portanto. [3] Sparks.2. de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança. assim. com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). University of California: In Memoriam. Página visitada em 2007-08-12. John Robert Woodyard. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO. S. Rio de Janeiro (RJ). granted 1950 [2] Morton. id=div00182& toc. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. Brasil: Ao Livro Técnico S. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P. Issued March 17. 1953) . Hilton & INTRATOR. depth=1& toc. [1] US Patent No. 1944. alumínio. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo.356 (Filed June 15. 1950. et al. Morgan and Teal. Gordon K. L. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. id=& brand=oac). cdlib. 1972.Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro." U. Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento". que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials. permitindo. Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários).A. com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). Edmond. gálio.. antimônio e bismuto. conotativamente. P.

a instalação na torre será muito mais simples.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena. normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. O Rejeita-banda. e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma. em uma única linha de transmissão e antena. na maioria das vezes. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador. Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado). . Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor. Quando utilizar Duplexadores Um duplexador.

Dessa forma. repetitivamente. o duty cycle é de 0. wikipedia. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. Por exemplo. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. em um trem de pulsos retangulares ideal. o drive fica ativo por 1 segundo. funcionam em regime de liga-desliga. Referências [1] http:/ / pt.5. Em vez de gerar uma tensão contínua. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. dentro de cada período é o periodo da função. o duty cycle de uma onda quadrada é 0. Nessas fontes. org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso . Da mesma forma. Por exemplo. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período. um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). Neste caso. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. dentro de cada período de 100 segundos. duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula. fica desligado por 99 segundos. Num fenómeno periódico. o duty cycle é de 1/100. volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. dispositivo ou sistema está em operação. ou 50%. Muitos componentes elétricos (por exemplo. os relés) ou eletrónicos (por exemplo.75 = 9). Por exemplo. é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica.25. é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. Assim. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente. ou 1%. a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. Nesse contexto.

O físico britânico John Ambrose Fleming. muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha. Edison não viu nenhum uso para este efeito. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. e ocasionalmente um elétron terá . Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal. O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. É base para o funcionamento do diodo Zener. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons. Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". embora o patenteasse em 1883. fazendo com que a corrente fluisse. Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos. melhor que ser uniformes. relativo a sua descarga. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison. enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. multiplicando rapidamente os portadores de carga. O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. conhecido como diodo. Entretanto.

'k' é a constante de Boltzmann.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente. Efeito Édison Ou emissão termoiônica . à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. ou ânodo. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento. A lei de Richardson. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. e varia de metal para metal. Devido a função exponencial. conhecida como constante de Richardson. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura. A constante de proporcionalidade 'A'. descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material. e 'h' é a constante de Planck. saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. chamado nas válvulas eletrônicas de placa. pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. por meio do calor. é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. . À temperatura ambiente. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. 'W' é a função trabalho.

quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. que forma profissionais de nível superior para atuar na área. concepção e produção de sistemas eletrônicos. Mas hoje em dia. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada. História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970. este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980.Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980. Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design). reduzindo assim o tempo de projeto. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. o curso de eletromecânica foi ficando para trás. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! .

Nessa escala. quando comparados aos circuitos integrados. numa pequena superfície. do pequeno para o grande. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. esquentavam muito e eram de difícil manuseio. Entramos nas dimensões da microeletrônica. usando respostas do tipo 0 ou 1. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. Transistores. . realizando o processo de miniaturização.Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. Por isso. Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. Em [3] . Eletrônica Orgânica). há uma saída ou resposta. co-fundador da Intel. que sugere que a cada 18 meses. para isolamento. Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. uma isomerização. Aparentemente. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. a não-passagem. Tunelamento. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. o número de transistores num circuito integrado dobra. com uma série de 0/1. Para isso. Com a diminuição das dimensões dos dispositivos. são usados Resistores. o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. Na Eletrônica Molecular. [2] . liga ou desliga). No caso da Microeletrônica. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. Nesse caso. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. moléculas e macromoléculas. A partir de uma entrada. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes. que eram de grandes dimensões. ou. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. a miniaturização esteve presente na eletrônica. por exemplo. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular. entre outras. Cada vez mais. Diodos. No caso. ou uma e outra. conhecida como Lei de Moore. é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. capacitores. os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). as chaves (como um interruptor. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. O sinal pode ser a emissão de um fóton. uma mudança na resistividade. observada por Gordon Moore. Moletrônica (ou ainda. para uso como resistores. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. encontram-se átomos. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício.

1997. AND. Chem. em geral. a saída é um 1. como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET). No primeiro caso. Em relação à dimensão. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). 2679-2681 Analisando o esquema acima. um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal. Soc. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. que A e B aconteçam. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. Porém. não importando a ordem. numa dupla condicional. são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. como os sólidos. podemos comparar as reações com os portais lógicos. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. . a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. por exemplo. isso significa a adição de X e Y. 119. com a exposição à luz ultravioleta ( ). Quando adicionamos X e Y. por suas dimensões reduzidas. simultaneamente. também são importantes e têm relação com os nanofios. Adaptado de J. faça algo se acontecer A E B. Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso.[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. Diodos e Inversores (portal NOT). presença ou ausência de fluorescência. e no portal molecular. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. precisamos. Am. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. na condução de corrente. isto é. a condicional é NÃO. ou seja. por exemplo. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. para que o evento aconteça. 1*0=0. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. A adição de um reagente X ou Y altera a saída.

A fonte vai emitir os elétrons e o dreno.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. senão. Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron. A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. se houver uma diferença de potencial na porta. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. recebê-los. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta). a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. Nas pontas. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). pois. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. material semicondutor. não há passagem de corrente. Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . por sua emissão característica em um comprimento de onda. Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). isto é. que pode ser dopado. levando a maior poder de processamento. construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). Os transistores tradicionais são feitos de Silício. dependente do tamanho da partícula.

e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares. As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. Os Catenanos. um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. sendo usadas. [10] 35 Em azul. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. Ligações de Hidrogênio. 1 ou 0. Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. Para esses grupos de moléculas. existe um tipo de isomeria. Os Rotaxanos. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. C60 [1] e tióis e derivados [6] . as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. Isômeros Topológicos entre outros. a Isomeria Topológica (topoisômeros). algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. . Os programas dos computadores usam o binário. assim como os Catenanos. foi citada uma espécie de rotaxano. são necessários alguns conceitos chave. Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . na memória. abstratamente. Reconhecimento Molecular. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular.Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas. as “interações não-ligadas”. cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. é a presença ou ausência de corrente num contato. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula. A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. na ponta de um AFM. o macrociclo. sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. Graças a essas interações. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. Existem vários tipos de interações intermoleculares. Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. Acima. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. que. além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. interagindo fortemente com outras biomoléculas. Interações de London. compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. No mundo das moléculas. por exemplo. Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. Em [7] . por exemplo. Alguns conceitos como Interações Moleculares. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido. um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. por sua vez. Dipolo-Dipolo. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. Interação . Transferência de Carga.

Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular. Retirado de Se θ = 0°. são os Fullerenos. O mais famoso deles é o C60. Para todos os outros ângulos. Bismuto. pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. para θ = 30°.n) (Fig. 9 (a)). 2. mas existem outros aglomerados com mais átomos. [12] 1. também existem outros átomos com nanotubos: Boro. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes). os nanotubos são designados como (n. Silício. sensores para telas sensíveis a toque. . em particular.SWCN. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo.MWCN (retirado de ). (n. entre outros inorgânicos. um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol.m). existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono. Um Nanotubo de Carbono.0). São usados de diversas maneiras. Num Nanotubo de múltiplas camadas. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno. O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN. 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. dependendo do método de preparação. Além do Carbono. Já foram usados como FET. como o C70. De forma simplificada. como pinças de AFM. transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica. clusters aproximadamente esféricos de Carbono.

n) armchair. na administração de medicamentos. Impacto (Ablação) com laser. isto é. O primeiro deles foi o La@C60. onde o @ significa at. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço. [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados. C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. Deposição Química por Vapor. podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. PECVD e métodos eletroquímicos. No Arco Elétrico. principalmente. Numa coluna de cromatografia. os chamados Endohedral Fullerenes. também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica. isto é. Fullereno “Endoédrico”. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. tendo uso potencial. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60.m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n. além da Eletrônica. [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica. Esse método. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] .Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. (n. que. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ). Cromatografia Líquida de Alta Eficiência).0) zigzag e (n. além dos Nanotubos. [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato. Para este processo. sendo preciso uma separação dos componentes. Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno.n) serão condutores. Lantânio em C60. [18] mas outros metais também foram incluídos. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico.0). pirólise. também são usados para a preparação de outros Nanofios. [19] assim como moléculas. os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. Quando forem (n. Chemical Vapor Deposition. alcançando bom rendimento [21] . como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography. [20] Um importante método é a CVD. existem máquinas . a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono.

Co. sua composição e condutividade. Utilizando a TEM. a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador. Então. O diâmetro. La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. raios-X característicos. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. são necessárias nanopartículas de metais (Ni. Álcoois. A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão). O contraste é feito pelo computador. [22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. luz. formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). após ultrapassar a amostra. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. sendo o método mais usado para produção em massa. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. é analisada.Eletrônica molecular já preparadas. na indústria. chamadas de Aparelho de CVD. . Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos. RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. Na Microscopia de Transmissão. Esta técnica permite saber a quiralidade. corrente e elétrons transmitidos. CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. Fe. Y.

a partir da análise da luz espalhada pela amostra.Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma. como a TEM. andor. O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh). com/ learn/ applications/ ?docid=64 . retirado de http:/ / www. retirado de http:/ / www. tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes.unicamp.pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência).br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO. apesar de não ter resolução para átomos. retirado de www. ufrj. metalmat. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.ccs.

br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. ufrj. com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www. retirado de http:/ / resources. [25] E.Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. finalmente. a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina. permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos. metalmat. com um Espectro Raman de Alta Energia. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): . Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor. renishaw.

que atua como uma semente para o crescimento. se limitados lateralmente.ufrj. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos. Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida). Se o filme for depositado num substrato de mesma composição. um filme monocristalino em um substrato monocristalino. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica). O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas. Caso sejam diferentes.if. chama-se Heteroepitaxia. MEB (Epitaxia por Feixe Molecular). formando um colóide. que. de maneira ordenada. Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis.htm . VPE (Epitaxia em fase vapor).br/~pires/Crescimento. é um método de depositar.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação. tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. o processo é chamado de Homoepitaxia.

levando à formação de “ilhas” nanométricas. . através da AFM. As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. durante a interação. Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. como na construção de um circuito integrado tradicional. camada por camada). O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. Volmer – Weber (VW. se dá o fechamento do anel. É possível prepará-los mecanicamente. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios. bris. átomo a átomo. são unidas. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. ainda.Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. Pontos Quânticos podem. chm. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento. tensão minimizada em ilhas). uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. com a ajuda do reconhecimento molecular. Stranski-Krastanow (SK. em moléculas distintas e. htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. ac. formando Pontos Quânticos. Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares.

Vincenzo Balzani.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E. Langford. Akram Boukai. ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial. com.com.br/eletronica-molecular-ppt-a28492. 2007. Lieber .Editora Livraria da Física • http://www.html http://lqes. Erica DeIonno.ufrj.VOL 413 . Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 . referência de http:/ / www.html http://omnis. Fraser Stoddart .Xiangfeng Duan.unicamp. 1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön. Ezekiel Johnston-Halperin. Fraser Stoddart. Sheriff.J.php?b=120830 • • • • • • • http://www. A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano. Leitura de apoio • A evolução dos computadores . Ke Xu. An XOR Gate Based on a Molecular Machine .net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares. br/ noticias/ noticia. [5] Yu Huang. Hong Meng & Zhenan Bao . Pte. Nessa evolução.br/~emecbpf/Programa. Bonnie A. Atualmente. Soc.html http://www. é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde. inovacaotecnologica.: 91.ebah.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors . e solucionar esses impactos. como a Computação Quântica.1039/b613201d .. 119. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol. Commun.: Vol. Jang Wook Choi.iqm.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 .forumpcs. Chem. James R.Science 294. J. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. br/ noticias/ noticia.guiadohardware.com.NATURE . Lincoln J.Logic Operations at the Molecular Level. Benoit Domercq.br/escolanano/apresentacao_pdf.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks .Yi Cui. 414 – 417. evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro. Steven J. Ainda existem dificuldades a superar.cbpf. Lauhon. num trabalho preventivo. [3] Alberto Credi. inovacaotecnologica. Yuri Bunimovich.Revista Guia do Hardware.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang.if.br/~pires/Crescimento.br/coluna. Young Shik Shin.INC. 1997. Yi Luo.ufrj.com.metalmat. J. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www. com. Além disso. Kyoung-Ha Kim. 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House.Retirado de http://www. Am.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias.br/~tclp/SemanaFIS.ufrj.html http://www.if. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica. 195–197 – DOI: 10. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol.Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica. 445. Green. cujo binário está baseado no spin (qubits).html http://omnis. Hsian-Rong Tseng. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem. Outras opções também se apresentam.br http://www. Charles M.inovacaotecnologica. Ltd.

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Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada.) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". para quando for necessária a sua utilização. O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. Sistemas ininterruptos de energia. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. quando há interrupção no fornecimento de energia. Essa bateria possui uma autonomia. normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation). Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica.A. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos. menos autonomia ele terá.A. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador.C. o "on-line" e o "off-line". e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. em alternada C.Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. pois estará consumindo mais carga que o necessário. Uma fonte de alimentação ininterrupta. que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). Sua alimentação é provida por uma bateria. da rede elétrica em tensão C. . mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia.C. para a saída. definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. alimentando os dispositivos a ele ligado. Line interactive são uma evolução dos "offline". (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns. Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica.

que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. etc) ligado neste filtro de linha. Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica. Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0. equivalente a um computador e um monitor CRT. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência. Nas flechas tem a indicação da fase e neutro. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito. após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga. neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor. caso necessite. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. caixas de som. Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha. ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break. Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". sendo por meio sonoro. Monitores de CRT consomem em média 60 watts.4375). mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. . por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD. Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. luminoso ou digital (LCD). caso contrário pode danifica-lo.

Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. Como em decibeis. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico.Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho. hamamatsu.7% do valor da faixa de passagem. a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB. Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. . essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes . Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo). amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. Neste caso. na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF). com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro. sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. linha de transmissão. uma grelha e uma placa que faz de ânodo. A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica.Basics and applications (http:/ / sales.

temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2). com/ calculator-timeconstant. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0.Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. quando a frequência está abaixo de w0. sengpielaudio. a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. com/ calculator-geommean. sengpielaudio. Desse modo. htm [2] http:/ / www. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão. possuem reatância igual a -1/wC Indutores. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. obteremos uma corrente eficaz maior. . Tendo elas sinais opostos. irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. htm Frequência de ressonância Capacitores. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. dispositivos que armazenam energia no campo magnético.

por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). protegendo-o assim. estreptomicina e cisplatina). Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. O IC possui uma parte externa e outra interna. sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante). parcialmente implantado. a corrente fornecida para o equipamento diminui. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. de aparelhos auditivos clássicos. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. [1] . ou mesmo que escutando alguns sons. um Ilustração do interior de um implante coclear. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão. São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. o fusistor reassume a baixa resistência. A parte externa é constituída por um microfone. Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico. a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. retornando ao estado inicial. É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita. a resistência cresce acentuadamente. um microprocessador de fala e um transmissor. exposição exagerada a sons muito intensos. processo natural do envelhecimento.Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. o nervo auditivo que. sem resultados satisfatórios. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. A parte interna possui um receptor e estimulador. Isso pode ocorrer por várias motivos. ou seja.

aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. Este tipo de estimulação é chamada monopolar. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos. processamento de sinais. até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar. Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. neurologia. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema. acústica. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. devido a maior investimento em pesquisas. Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear. o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia. geralmente implantado no músculo temporal. dentre outras áreas. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. Como já dito antes. As evidências recentes apontam para a . mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. cognição. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave.4mm para o eletrodo mais apical. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. em 1995 este número subiu para 12 mil. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. psicoacústica. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea. Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos.

um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. puros e complexos. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. . de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB. onde a membrana é mais fina e mais rígida. em uma faixa dinâmica estreita. O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. Donald D. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. como descrito por J. cada canal é processado por um detector de envelope. mesmo para implantes com 22 eletrodos. passa-baixas.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. [3] Os estudos de G. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. Flanagan. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval. até 100 dB. inclusive o homem. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica. [5] [6] Após o estágio do banco de filtros. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. e posteriormente um mapeamento não linear. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. incluindo a diferenciação de pitch para sons. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. O mapeamento pode ser ainda mais restrito. 51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. ou um retificador de meia onda. ou um controle de ganho automático.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. L. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal.

ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo. Se a amostra for aleatória. Na figura ilustrada. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas. o eixo horizontal é o tempo. com esta dimensão extra. Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. como funciona o aparelho auditivo humano. é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração). Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. Se não for aleatória. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana. pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. como os homens percebem o mundo acústico. ou as notas dos instrumentos musicais. Cocleograma. permitindo. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. as suas representações. Uma forma mais rica de representação é o correlograma. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. . Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal. O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. é uma forma pobre de análise e representação. O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. tal como os sons vozeados da fala. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. Cocleograma. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano.

pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. Realização de uma cocleostomia. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. Fresagem do osso temporal para fixar o implante. 5.Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. parte B). 2. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. . 4. A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. C) Fixação do implante no osso temporal. Fechamento da incisão. D) Introdução dos eletrodos na cóclea. tecido subcutâneo e músculo. Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. processo curto da bigorna (Figura ao lado. Mastoidectomia. Outras complicações seriam: 1. parte D). parte A). Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. Lesão do anel e membrana timpânica 4. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. Formação de fístulas liquóricas 3. 2. 3. Lesão do seio sigmóide 5. B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. lesão do nervo facial. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. 6. Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. parte C). parte B). Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura). No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. com identificação do canal semicircular lateral.

Distinção das frequências dentro da cóclea. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. 1987 . em França. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. idade e nível cognitivo do paciente. Fonoaudiólogos. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas. 1990 . EUA.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico. em França. 1950 . nos EUA. uma série de profissionais estarão.Estudo da localização de estímulos e eléctrodos.Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA.House implanta novo adulto surdo.Experimentação da audição artificial num gato. com o máximo resultado satisfatório. para assim. por Wener e Bray. 1978 . aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais. As sessões realizadas individualmente devem seguir.Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa.Primeira criança surda implantada por House.Implante monocanal 3M House. 1997 . 1981 . em França.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. por Flottorp. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem. Para que se possa alcançar o objetivo proposto. • 1998 . são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente. uma conduta nunca é igual a outra. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. de alguma forma. possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. para assim. 1951 . 1984 . 1988 . 1953 . a freqüência de duas a três sessões por semana. em portadores de Implante Coclear (IC). 1980 . São eles: Otorrinolaringologistas.Sistema auditivo com corrente alternada.Demonstração de como a pele actua como transdutor. na Alemanha. envolvidos. por Frey.Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional.Implantação da primeira criança no Reino Unido. nos EUA. É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 .Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França.Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva. 1936 . nos EUA. por Stevens e Jones. por Duchenne de Bolonha. 1973 . 1995 .Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica.Implantação da primeira criança na Holanda. na Suécia. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. 1957 . Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC. preferencialmente. 1964 . 1961 . maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC. nos EUA. ou seja. em Itália. por Brenner.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . nos EUA.Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália. 1930 . por Anderson e Munson.Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas. 1855 . Psicólogos e Assistentes Sociais. na Noruega. 1868 .Primeira criança implantada com Nucleus multicanal.Chouard implanta a primeira criança surda. para que o grupo se torne o mais homogêneo possível.

Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605. entre outros muitos. G. transistores o circuitos integrados. todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos.br/) implante Coclear no Brasil (http://www. gov/ pubmed/ 15735937)".org. Synthesis and Perception. 1960. [3] Flanagan. Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos. Nogaki G. ncbi. [6] Greenwood.  McGraw-Hill. Hitselberger WE. [5] Greenwood.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo .br/) Implante Coclear (http://www. DD (1990). permitem a realização de funções diversas. Shannon RV. • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. por fim. Kuchta J.manualmerck. nlm.org. 1997. [2] Fu. ncbi.implantecoclear.  Springer-Verlang. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071. DD (1961). Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27. como a medição de parâmetros físicos. " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www.L. nih. e que.Surd'Universo. Brackmann DE. [4] Békésy.com. combinados adequadamente. gov/ pubmed/ 12066908)". "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane". Speech Analysis.implantecoclear. " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www.br/) Manual do Implante (http://www. detecção destes mesmos sinais e.. geração de sinais de distintas frequências. J.ouvidobionico. "A cochlear frequency-position function for several species . Experiments in Hearing. nih. QJ. (2002-06).29 years later". von.Implante coclear 55 Referências [1] Otto. nlm. SR. tais como válvula termiônica. . Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. (2005-04).

Num elemento electrónico não linear.aerogeradores. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. à noite). a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro. que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua). A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. solarfreaks. por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. no Brasil).Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . mais todas as as componentes harmónicas. isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. podendo assim ser alimentada diretamente na rede.Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa. Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide. as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos . Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www. br/ [2] http:/ / www. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares. Tal sistema é muito comum em países sérios. html . devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz. O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. a saida será não só uma réplica da entrada. brasilhobby. com. Aos produtos da banda chama-se de intermodulação. um blecaute ou apagão). a saída é espectralmente diferente da entrada. em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. com/ grid-tied-inverters-t77. no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar.em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. em corrente alternada. usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. Sendo assim. então a saída é constituida por uma réplica da entrada.

duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo). como relés. Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). leitura de CDs. ou seja.São muito comuns em circuitos de alta potência. Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas. e varias aplicações em computadores. impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos. O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. apontadores laseres. formado por quatro placas de semicondutores. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. ou seja. Ele é um dispositivo pnpn. É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado. DVDs. controle óptico luminoso. disparos indesejados. Díodo laser com uma moeda ao lado . A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente. essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. controle de fase. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. evitando assim pulsos espúrios de tensão. controle de motores.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. scanners. É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas.

(780 nm . Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). com polarização e direcção bem definidas. Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. Em vez de meios activos sólidos ou gasosos. A diferença está na geração de fotões que.Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. para o caso do díodo. fosfeto de índio.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica. O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . Actual como base. Como qualquer tipo de laser. o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm). É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V. Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI. coerente. As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções. nitreto de gálio. Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena.870 nm (vermelho e infravermelho próximo). Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm . A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot. O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. por exemplo para para transmissão de informação. O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy). Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais. Hall e pela sua equipe. A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada.830 nm) e como material base do laser. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo. selenieto de zinco. Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. funcionam com base neste tipo de laser. Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor.

No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção. Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm . junção 'p-p-n'. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício. Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL. Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal. A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V.520 nm). . isto é. Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. isto é. junção 'p-n'. O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre. ou seja. Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias. Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL). A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL. Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo. Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. numa zona p.Laser díodo comprimento de onda).55 59 ). Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente.

As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício. O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. etc. É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser. Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal. onde n é o índice de refracção da zona activa. scanners. O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. leitores de códigos de barras. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n. O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática). Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas.Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. laseres de cirurgia. .

Cambridge (2004). formando objetos de pouca resistência elétrica . ideal para que ocorra o movimento ordenado.org/sam/laserdio. São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule..Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. p. Prentice Hall.ac/physics/fplasers/fplasers.576-596 • Verdeyen. Cambridge University press. William T. 12 (2004) Ligações externas • http://www.htm • http://www. stat. New Jersey (1981) • Arpad A. Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications.britneyspears.. Bergh. .imposição a passagem de corrente elétrica. lasers fundamentals. Joseph T. característica que facilita a perda de elétrons. Laser electronics. (a) 201.repairfaq. phys. No. sol.htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica.

de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. elétricas e eletromagnéticas. Impedância. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância. Y. Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. ΦD D V ΦE E R. Admitância.Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. Z. estão listadas no quadro abaixo. Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética . X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica.

mas ela é comumente usada. Essa função. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos. Alguns componentes eletrôncios. O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .0 (2004-11). Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor.Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission . No dia 30 de abril de 2008. Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor. ed.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1.IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40. ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou. o capacitor e o indutor.0 (2000-10) e IEC 62226-1. Usando técnicas de nanotecnologia. ed.0 (2005-02). Não existe.às vezes. conhecida como memresistance (em português. Da mesma forma que para o resistor. carga elétrica e fluxo magnético. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23. [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1.[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos. ed. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética. Esta quantidade é extraoficialmente chamada. No entanto.IEC) na publicação IEC 62209-1. 1. ed. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo. memresistância). mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. em português.ibiblio. assim. 1.[6] .Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56. tensão. é similar à uma função de resistência variável. a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica. 1. 1. construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio. de Intensidade de Fluxo Magnético.IEV) (IEV -(IEV -.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. tais como corrente. mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento. [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade. ed. tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores. mas não estão disponíveis comercialmente. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente.0 (2004-11) e IEC 62209-1. 1. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão.ibiblio.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico.[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971.0 (2005-02). indutor e capacitor. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável.IEV) (IEV . Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www.

no entanto.. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão. Memristor symbol. Reescrevendo a equação. contudo. o memrsitor permanece estático se não houver corrente. como por exemplo sob corrente alternada. constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. Evidentemente. a equação não equivalente à lei invariante de resistência. . Dessa forma. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que. pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. dado que a carga permeça invariável. Se M(q(t)) é constante. o memrsitor parecerá um simples resistor. Assim. Se M(q(t)) aumenta rapidamente. No caso de corrente alternada. quando M(q(t)) varia pouco. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga. temos V(t) = 0 e M(t) é constante. Se M(q(t)) é não-trivial. Essa é a essência do efeito memória-resistência.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. Se I(t) = 0. Pela Lei de Faraday. corrente e potência tenderão à zero. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t).[7] .

New Scientist.. 37.. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. doi. Gregory S. Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias. "Electronics: The fourth element" (http:/ / www.Memristor' (http:/ / www. . Duncan R. [2] Chua. newscientist. New York: North-Holland. visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. Leon O (September 1971). com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. html). Paul (2008-04-30). por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador. . visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. Tao (2008). com/ news/ latest/ showArticle. então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo. [5] Marks. . org/ xpls/ abs_all. Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos. physorg. conclui-se que pode ser facilmente calculado. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. jhtml?articleID=207403521). ieee. com/ news128786808. jsp?arnumber=1083337). (2. Snider. [3] Tour. Heinz (1970). Dmitri B. Williams. org/ 10. p. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). org/ 10. [4] Strukov. 1971. Por exemplo. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. 1038/ 453042a). html). Nature 453: 42–43. org/ 10. doi: 10. Stewart. [1] Chua 1971. eetimes.1083337 (http:/ / dx. James M. 511: ..1971. 1038/ nature06932). doi.1038/453042a (http:/ / dx. onde a voltagem. nature. doi: 10.. "The missing memristor found" (http:/ / www. nature. EETimes. Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology. Pulsed high magnetic fields. Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash . . 1083337). html). Eq. 2008-04-30.1109/TCT. Physorg. 1109/ TCT. Nature 453: 80–83.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. 2008-04-30. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a.com. He. pp. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore. Stanley R (2008). html).1038/nature06932 (http:/ / dx.80). doi: 10. Se o circuito é composto de CEPs passivos. doi. um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta.

Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante. Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade. No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2. mas não com perda de inteligibilidade. . Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www. Mas na prática é preciso uma banda de guarda.html). • Notícia: Inovação Tecnológica . fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda.br/ noticias/noticia. Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem. O trem de pulsos é o sinal da portadora.br/info/2433-memristor. php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental).com. • Artigo: ReRAM . consiste em uma onda quadrada.guiadohardware.fm + G Onde: f = freqüência de amostragem. Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original. Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano.Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www.net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa. wordpress. Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso. • Notícia: Memristor. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada. Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www. e modulação de código de pulso.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti.inovacaotecnologica.com.com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/). Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora.htm).baixaki. Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante.

a qual contém todas as harmônicas inteiras. e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. Em termos musicais. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma. causando ruídos ou erros. elas são comumente descritas como contendo um som oco. Entretanto. devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita. . Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais. as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. que podem ou não incluir o zero.

ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes. e se o sistema estiver com amplificação excessiva. com a quinta harmônica sendo desejável. é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. -1 quando a senóide for negativa. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados. tendo períodos de pico e vale iguais. Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. isto nunca é obtido. pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito). semelhantes à da onda quadrada. de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). e 0 na descontinuidade. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%. tais como 5% e 95%. Nestes casos. ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. Na prática. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. Se o sistema estiver com atenuação. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. ou 10% e 90%. A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso. as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando . Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente.Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada.

Controle de tráfego. quadradas. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). Mercado Financeiro. Ele pode ser em digital ou impresso.Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. podem tambem ser chamados de triedros. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis. Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis. . triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds. Pode ser integrado a sistemas. passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar. o que abre um leque enorme de opções. Controle de Atendimento e de Estoque.

Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE . mas com o mesmo significado.Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB . Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2.Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 .Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares.Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie . podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre .Ganho de corrente (adimensional) h22 . analogamente. estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente. a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa.Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos.Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe . Nesse caso. onde Que.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): . Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB .

Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes).Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC .Parâmetros híbridos • hib .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc . Cálculo de impedância de entrada.Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb . saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos). Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α . A razão destas designações alternativas.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores. designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC . 2.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1.Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC .

PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir . Position sensitive device O termo PSD. Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas. PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. no entanto. • PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo. PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. Em PSD's duo laterais. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo.

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

No Sistema Internacional de Unidades. valor de pico.hamamatsu. Contudo. corretamente. não tem sentido em análise energética. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio. mede-se naturalmente em watts. para os fins de utilização específica (audição). como para a potência e a energia. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências).pdf) Potência de áudio Potência de áudio.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. em seu aspecto gráfico plano. chamadas sonofletores ou altofalantes. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio. usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio. apresentam formas características. quer no de espectro de frequências.com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. tipicamente variáveis no tempo. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier. Tais funções. o que. contudo. quer no modo analítico. usualmente variável. valor de pico. em equipamentos de áudio fabricados. agora. Expressa-se. reconvertido ou recuperado na forma sonora. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. tanto para a tensão e para a corrente. valor de pico-a-pico e outros. conversoras. Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). valor de pico-a-pico ou amplitude total . por isso. Potência de áudio é medida em unidades de potência. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido. É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e.

Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios. de imediata utilidade para análises de energia. precisa ser esclarecido. desta última.Potência de áudio etc. no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. Contudo. Um equívoco chamado Potência RMS . desta para energia mecânica não sonora e. é um equívoco conceitual. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. O que se chama de potência RMS na prática é. embora normatizado como tal. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. Isso. em realidade. e. usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". com efeito. uma equação simplificada pode ser usada. há interveniência entrópica e. 75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. potência média. todavia. como na escolha por parte do cliente. Em todas essas conversões. concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva. À potência. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor).. O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO. assim. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. finalmente. Não se deve esquecer que. múltiplas. Esta expressão é. o valor assim calculado é de uma potência média: . para energia sonora audível. Pmed.

a rigor. seu valor RMS é 6 V × 0. voltimétros.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL). pois. em valor de pico instantâneo. em caso de medição com osciloscópio. não é verdadeiro. Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS. Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS). produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido.242 V(RMS). Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. impropriamente dito RMS. amperímetros. pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão. do inglês Root Mean Square). imediato e intuitivo de apurar).). pelo fato de ser constituído por bobinas. senão. RMS e PMPO Aparelhos de som exibem. bem como do fator de potência (cos φ)). Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. analisadores de espectro de frequência etc. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos. "potência média". Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. . aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4. este carece de significado prático. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais). Efetivamente. por canal de saída de áudio. será algo maior. tão-só (e corretamente) uma potência média. porém em casos especiais.25 watts. no uso corrente. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. alem de demonstrado matematicamente. Também nesse caso calcula-se uma potência média. os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. como também de um indutor. é mais fácil. Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. o que. em realidade.5 watts. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%.242 V)2 / 8 Ω = 2. valores de potência sonora variáveis. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. Com efeito. com uma onda quadrada. conforme já foi demonstrado em detalhes acima. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios.[3] Se esse sinal é senoidal. Assim. a potência real total pode ser menor. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V.707 = 4. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. por exemplo.[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor. com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. pode ser comprovado experimental ou empiricamente.[4] Médio. bem como da própria resistência da carga em questão. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica. Tem-se: 76 Assim. como claramente o há para potência média. em valor médio. pelo demonstrado. Contudo. Essa tensão (o sinal). logo de utilidade prática.

tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. tal termo é conhecido com o seu real significado e. de período T. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. muito menos única. contudo não representa. também o usuário leigo) poderá extrair. sonoras) próprias. uma para cada frequência de uma série normatizada. Sob o aspecto normativo. o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. consequentemente. Desse modo. não havendo uma relação definida. em potência e em tempo. De posse dessa informação. por si só. porém sem qualquer aplicação prática. . quando não se dispõe de informação do fabricante. havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. o comportamento em situações de pico. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. pelo já exposto — se apresentar). que mais se assemelha a um estalo. numa certa medida. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. como é comum — conquanto equivocado e errôneo. Um valor médio aceitável para essa razão. Entre especialistas. Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. portanto. toda a "capacidade de potência" dessa saída. Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. preferindo-se o valor de potência médio.Potência de áudio Assim. Seu uso não é recomendado. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). pois. sem utilidade. linear. Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. entre os equipamentos de tecnologia atual. impropriamente dito RMS. se desejar. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. Um comportamento assim realizado estará. Além disso. o profissional especializado em áudio (e. Com efeito. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. assim. um valor eficaz dado por: . • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. livre de apelos apenas mercadológicos e. é 10. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". Por vezes. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica.

ao serem multiplicados os vários pares. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower.Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral. imprescindível.). aerodinamica..Comprovação de potência elétrica admissível. São Paulo (SP. Teoria e Problemas Resolvidos. na qual. Rio de Janeiro (RJ. . 1990. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. • BONATO. Considere-se. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. respectivamente. com/ search?q=(4. html) .Richard Vawter [2] epanorama. coleção 3 vol. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. Análise de Circuitos em Engenharia. epanorama. ac. Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. Joseph A. a comporem a potência média total da onda complexa final. portanto. de sorte que. 1971.. Circuitos Elétricos. google.t). com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4.net/Amplifier power (http:/ / www. Brasil): ABNT. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. Alto-falantes . permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série.. São Paulo (SP. google. pois. 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www.. 1988 (Em vigor). Física. as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes). Deixa. 1974. definitiva e irretorquivelmente claro que. Sejam v(t) e i(t). (Segundo volume.cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. wwu. Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t).I . • HAYT & KEMMERLY. todos os produtos indicados [V . de potência e de energia. • EDMINISTER. realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente. net/ documents/ audio/ amplifier_power. Firmino (Ir. Brasil): FTD (Maristas). um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. integrável em [−π.242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. São Paulo (SP. NBR10303. pois. A análise de Fourier de ambas as funções de onda. SJ).t) periódica de período 2π. de corrente. em favor da utilização correta e útil da potência média. π]. tensão e corrente. Essa demonstração esclarece e. dita série de Fourier. pois. htm • ABNT. para cada função ƒ(w.

uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional. Homero (Prof.org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www.wikipedia. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1]. fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco. Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www.). na en. homerosette. . A Engenharia de Áudio.com) 79 Ver também • Audio power. Fundamentos.co.pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência. e placa de circuito impresso (PCB design).Potência de áudio • SETTE.labcenter. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores. captura esquemática.com.wikipedia (http://en. Eng. com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB.studior. História e Aplicações (http://www.br/powerlim.

co. labcenter. 2005). Componentes do Sistema ^ LaMothe. Sams. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo. etc. ARES . rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo. significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela. VSM . simulação SPICE de circuitos. ISIS Schematic Capture . mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS. quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual. como Microchip PIC.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle. Atmel. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation . ISBN 0-672-32820-8. e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. ARES PCB Layout .simulador industrial padrão SPICE3F5. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática.sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente.para os layouts de PCB. The Black Art of Video Game Console Design. Suporte técnico direto com os autores do programa.Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware. combinado com simulador digital de alta velocidade. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil. uk/ .labcenter.com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www. Andre (December 22. quando comparado com um processo de desenho tradicional.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual.Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática.

ou placa de ensaio (ou protoboard. As placas variam de 800 furos até 6000 furos. Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards .Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes. tendo conexões verticais e horizontais. Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. uma vez que não necessita soldagem. ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais.

eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. em inglês Dead Pixel. vermelho ou o azul. Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida. geralmente. conseqüentemente. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. no processo de fabricação de monitores LCD. É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. Os com até 04 pixeis. é chamado de pixel preso (stuck pixel). nas cores azul. já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. Assim. dependendo da norma usada como . ocasionando o irritante ponto escuro. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores. vermelho e verde. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). teoricamente falando. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. como o verde. engenharia e custam mais caros. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido. o processo fabril ainda está limitado e. Um pixel é uma unidade composta. Porém. com um pixel morto. por três sub-pixeis. Até aí. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. Píxel morto Um pixel/píxel morto. claro ou com cor constantemente acesa.

h. uma limitação técnica. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. filtros e casamento de impedâncias. dicasparacomputador. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta. 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias.Píxel morto padrão. não caracterizando um defeito e sim. e assim simplificando a análise. são comercializados normalmente. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). g. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo. substituindo por seus parâmetros característicos. Como os pixeis são independentes. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. esta situação. igual à impedância de entrada do seguinte. a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www. rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. Uma vez feito isso. T. ou seja. Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela. Green e blue). Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . quando da fabricação. atrvés das cores RGB(Red. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. y. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. só se verifica. Não há como prever. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante.

. 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2. Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2. onde O quadripolo é dito recíproco se . impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares.Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências. . as variáveis potência e energia são mais úteis. Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens. . Embora sejam mostrados resistores. Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. Em altas frequências. e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. frequências de microondas por exemplo.

 New York: Wiley.R. define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado. ) e o periodo . §10. Lewis.8. [1] P. Gray. Blalock. [2] R. p. and R. Jaeger e T.  Third Edition ed. Hurst. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica.2. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits.G.J. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular. Microelectronic Circuit Design. 2001. Boston: McGraw-Hill. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro. Meyer. 2006. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais. S. p. p.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída. P. 172.  Fourth Edition ed. §3. C.H. N.5 §13.5 §13.

o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito. que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons. Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. . A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica.Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware. estes blocos são chamados pipelines. Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas). a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level). Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. este circuito é chamado máquina de estados. e está situada no Cátodo. sendo denomiodade como a região negativa. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor. Em um projeto RTL.

resultando em ISWR (em inglês). A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor.75MHz. A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária. Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta. por isso. nem sempre é o caso.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. Por exemplo. será possivel casar os dois elementos e. suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2.2 dB. o casamento deve ser mais bem realizado. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. Em ambas as posições. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima. Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR). em VHF ou frequências superiores. um ROE (SWR) de valor 1. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR).Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas. se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. . uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. Porém. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. o valor do ROE será em torno de 6:1. o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner). O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena. Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A. assim. que possui o mesmo valor numérico. a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas. considerando uma linha de transmissão. Por exemplo. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. No entanto.

a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal.Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. por exemplo. a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. Em termos menos técnicos. definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal. do inglês. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. Ver também • Decibel . Se. e dentro de uma mesma largura de banda. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica. Definição técnica Em engenharia. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa.

assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia. Por exemplo. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. Para o CMOS e MOS. de qualquer forma. tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. a tensão irá para 0V. Semelhantemente. Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). Como um método de acesso de canal. I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. para uma função OR em lógica combinacional. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. de qualquer forma. Muitos microcontroladores] pretenderam. Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. valores muito mais altos de resistores podem ser usados. a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. Contudo. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. embutir internamente. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. Isto também consome mais corrente. Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que. para aplicações de controle embarcadas. quando a corrente é puxada através do resistor. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. e ativar o Relé. O dispositivo TTL 7407. ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele. porém como um dispositivo de coletor abert. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). de vários milhares a um milhão de ohms. isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL. Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC. um buffer de coletor aberto. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V. possivelmente operando em tensões diferentes. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. caso contrário eles variam acima de VDD. Em I²C. Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). Por esta razão.

mediante o uso de condensadores eletrolíticos. Brasil. Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. Selenir Cunha. Esta revista era co-irmã da revista Antenna. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo. . Utiliza um diodo como principal componente.Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada. Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro. é aproveitado. pois apenas um dos semiciclos. tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. na edição da revista de Março de 1972. visto seu baixo rendimento. da senóide. A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos). Entretanto. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem .

• Ruído térmico . Ruído endógeno . Cibernética.Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker . Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo . ruídos atmosféricos. Computação e Comunicação. sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código. como outra mensagem. quando evidente.refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo.do inglês popcorn noise. válvulas e resistores • Ruído browniano . ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . Classificação Ruído natural .Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa .Aplica-se a semicondutores. por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão. De forma parecida a granulação de uma foto. Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica. Biologia. ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom .Aplica-se à testagem de sistemas de áudio.do inglês shot noise. Ruído de repertório . a palavra ruído significa barulho. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório).Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum.refere-se às interferências externas ao processo de comunicação.Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência. Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca . provocadas pelo repertório dos emissores e receptores. Ver também • Ruído branco . ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno . Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação.refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem.Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang . som ou poluição sonora não desejada. como por exemplo.Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico .refere-se a ruídos de causas artificiais. por exemplo. também tem o sentido de ruído. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica. Eletrônica.refere-se às interferências internas do processo de comunicação.

Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico.[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. O ruído térmico é aproximadamente branco. Para uma resistência de . or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio. Este é independente da corrente aplicada. . Para uma dada largura de banda. onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. também dos Bell Labs.[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito. T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins. é dado por a uma temperatura de (16. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. Johnson noise. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído.7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist. quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído. Por exemplo uma resistência de . a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão. e R é o valor da resistência em ohms. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. . que foi capaz de explicar os resultados. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo. onde P é o ruído térmico em Watts. ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências. Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico.

sengpielaudio. ac. "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. Em geral. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. Página visitada em 2006-12-06. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. Phys. tpgi. google. h é a constante de Planck. p. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. aps. phys. com. ps ." [2] J. php http:/ / www. 32. Texas Instruments. H. 32. Phys. htm http:/ / www. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise. sci. ti. Ver também • Harry Nyquist • John B. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. de/ astro_article_ccd_bias_dark. Rev. utoronto. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random. ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. pdf#page=148). others (August 2002). "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link. org/ abstract/ PR/ v32/ p97). a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. Op Amps For Everyone (http:/ / focus.Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. physics. licha. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. 148 (http:/ / focus. Nyquist. The other forms of noise do not. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. Application Notes pp. kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. com/ calculator-noise. pdf) (PDF). pdf http:/ / www. kobe-u. 97 (1928) – the experiment [3] H. aps. Ron. Rev. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. ti. Johnson.

S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico. campus de Berkeley. para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares).. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format. As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas. Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados. Conector óptico TOSLINK. o programa foi codificado em C. transistores. diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis.. A partir da terceira versão. é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU). Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. É uma poderosa ferramenta usada para testar.S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. é utilizado o método de Newton-Raphson. . História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. Mais recentemente. Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley. capacitores. que segue as especificações S/PDIF. Tanto essa versão. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. resistores. Por exemplo.

sourceforge. sourceforge. net/ http:/ / tclspice. linear. html .SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. com/ designtools/ software/ http:/ / www. com/ ECADList. Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice. pipex. dial. net/ http:/ / www. terrypin.

5G e 3G. Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. Garmin. a parte digital do GSP3f. com/ asp/ SummaryQuote. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm).SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings. (NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. incluindo a Sony. sirf. 2. Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops. Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. TomTom e Magellan. California. para redes assíncronas 2G. Inc. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose. nasdaq. com/ . A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente.

Qualquer informação indesejada. por exemplo. é considerada ruído. Contudo. Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). introduzida involuntariamente no sistema. como descargas atmosféricas e raios cósmicos. pode-se perceber. diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. na maioria das aplicações práticas. apenas por impulsos elétricos). O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. convertida em eletricidade por um transdutor. em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. Entretanto. chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches. e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico. geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. que é o transdutor. O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. que por sua vez. pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. isto é. voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito. a interferência foi amplificada junto. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. Todos os movimentos feitos pelo side-stick. É o sinal elétrico puro. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). pois os side-sticks são utilizados em Airbus. Por exemplo. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil). ou nociva. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. . o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. • Analisando a corrente que passa por um condutor.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus. inútil.

• Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. Este gráfico é chamado de forma de onda. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. por exemplo) na tela de um osciloscópio. de freqüências e amplitudes diversas.Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. e vice-versa. Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . Onda de forma senoidal (traço verde). Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. ainda existe a representação fasorial. pode-se conhecer o espectro de freqüência. muito mais comum. há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. que quase sempre é imprevisível. aplicando-se a transformada de Fourier. e não do sinal real. em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. Transformação A partir da forma de onda. Aparece em circuitos reativos e capacitivos. como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Para um mesmo sinal. a tensão). As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides.

O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação. . este valor na teoria deveria ser infinito. Na saturação a saída é constante. A transcondutância é tipicamente muito alta. Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. o que na realidade não acontece.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho . permitindo alcançar resultados muito fortes. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos. Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação. A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t.

O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando. mudar a orientação do seu spin). Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados. J. Knobel. • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future. porém aumentando a capacidade de armazenamento. Grinevich. então. pages 2458-2461. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso. chamadas de memórias RAM Random Access Memory . e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence. 1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. D. criação de processadores para computadores quânticos. Awschalom in Science. Vol. O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias. N. Science 307. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. Wolf et al. mas apenas um número de cada vez. entre outros. R. O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo".Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). Samarth and D. Gupta. 2003. Sharma. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". A. onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1.* . Science 294. 2001. 3rd Edition. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory.Memória de acesso aleatório. um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. S. 292. Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. June 29. também conhecida como magnetoelectrônica. Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. A. P. D.

Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário. research. Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by.[1] . pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby. consoles de videogames. televisores. fornos de micro-ondas. com/ comm/ pr. cm-seixal. etc. html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras. dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. maquinas de lavar.com. [1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www. htm). nsf/ pages/ news. computadores.brasilescola. 20030610_mram. www.pdf) (em português) . ibm. brasilescola. Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. DVDs. Página visitada em 10-11-2009. rádios. sciam.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www. com/ article.

O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos. . no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada. assim como as válvulas. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção.F. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão.Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada. Ele pode queimar. nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. (Rádio Frequência). O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. chamada de F. O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. Isso é possível pois há uma etapa de R. Ele. o que requer sua substituição. uma pequena placa de fenolite em forma de círculo. um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor). entre o sinal da emissora e o do oscilador local. tem-se: fol = frf + F.I. (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal).I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência.

G. Os amplificadores de F.I.F.I. Somente recebe o sinal pela antena. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C. Gera então no coletor a diferença dos sinais. Etapa de R.F. Detetor Um simples detetor de envoltória. Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F. 7. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo.I. pois trabalha com o coletor sintonizado na F. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor.A. Etapa de F. normalmente um diodo de R.I.G. 4.A. Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local. 3. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol .Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor.F. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor. O objetivo do C. 6. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena.A. 103 Blocos 1. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R. com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula. Detetor C. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz. 5. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar.G. .F. 2..F. e quem faz essa função é o oscilador local.I. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. o alto-falante.I.Existem também outros métodos de se montar um oscilador local. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino. (455KHz).

3.I.F.: Seleciona a emissora. Nem sempre isso ocorre. Apenas para melhor audição do som. 5. (em fol – f0). São eles: 1. Misturador: Multiplicador gerando fol .I.Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer.I. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados. .F. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. mas havendo o risco do efeito frequência imagem.: Efeito amplificador e F. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele.F. O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F. Se o filtro de R. 2. Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc.P. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F. as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência. assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma. Frequência Imagem 2.f0 e fol + f0. Etapa de R. constante durante toda a faixa de recepção. sendo que o resultado tem de ser 455 KHz. Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz. Conclusão As funções dos blocos são: 1. 4. for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente. Amplificador de F. local obedecem a equação: 1/√LC .

exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor. Para isso também se usa hélio líquido. De característica intrínseca de certos materiais. é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C). -269. a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido.15 °C). conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz. mas desta vez a 160 K (-113 ºC). este estado pode ser descrito por uma única função de onda. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. lantânio. por fim. . a elevação da temperatura na região experimental e. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC). funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores. Em 1986.Supercondutividade 105 Supercondutividade . os fisicos da IBM Karl. quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. para conduzir corrente sem resistência nem perdas. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. Jtr. cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu. O recorde atual. Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. ou seja. quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. Materiais como cobre. a aplicação de correntes de transporte. Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. Tc. e diamagnetismo perfeito. ou seja. no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. material caro e pouco eficiente.

originando o chamado estado misto. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. Schriffer). Em 1933. como a de Ginzburg e Landau. em geral muito maior que HC1. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner). mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético..15 K. então surgem correntes que blindam o material. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. Essa blindagem é suficiente até Hc. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld. ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade. Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. Três anos depois. acima do qual o efeito supercondutor era destruído. Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento. Cooper e J.Messner. . Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. acima do qual a amostra está no estado normal. John Bardeen. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. Teorias fenomenológicas. H. abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. Para H > HC2 o material transita para o estado normal. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. Um campo inferior HC1. L. regiões supercondutoras e regiões normais. comumente chamado Efeito Meissner. Leon Cooper e J. geralmente baixo. R. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. notou que abaixo de 4. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J. M volta a ser nula em HC2. no interior da amostra. por isso. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. O módulo da magnetização M é máximo em HC1.. os do tipo I.Supercondutividade 106 História Em 1908. Hc. Mais tarde. sua resistividade caía abruptamente a zero. Bardeen. Neste estado há. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). atraídos pelos fônons (vibrações) da rede. e os do tipo II. Em 1957. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. Efeito Messner . Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. que data de 1950.

Rio de Janeiro . pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora. C.RJ . por fim. Rhoderick. Academic Press (1995) • A. Farach. Pergamon Press. The Physics of Superconductors. 2 (1994) • Schmidt. J. abril.Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria.1992 . sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device). como exemplo.Aplicações da Supercondutividade . aparelhos de ressonância magnética nuclear. 107 Aplicações As aplicações são várias.1992 . Creswick. Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev. que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. H. como construção de bobinas com fios supercondutores.Editora Edgard Blücher Ltda.São Paulo . Superconductivity. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns. Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super. com. fios de cobre. As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras. P. Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . A.Brasil . br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. o que é possível pela falta de resistência do material. H. trens que levitam. R.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria . que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis.SP . a energia total do sistema é minimizada. • José Leite Lopes . contrariando o princípio da mínima energia. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e. que possibilitam gerar campos magnéticos intensos.Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C. Poole Jr. com o aparecimento de regiões normais em seu interior. Editora Saber 1987. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. Rose-Innes and E. Revised ed.Brasil . shtml . Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20. Introduction to Supercondutivity.

br/ pub/ revint/ 251_42. Eetimes.Artigo 6 . Página visitada em 25 de novembro de 2009. com/ showArticle.?articleID=159901628) (em inglês). [3] TPPDI . inf. tudo em um.[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. Normalmente. Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp.com. Página visitada em 12 de agosto de 2009. uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI . [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www. nas quais necessitam de memórias externas (flash. Página visitada em 26 de novembro de 2009. usjt. Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). pdf) (em português) PUCRS.System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC). System On Chip (SOC) ou. sistema-em-um-chip. em larga escala. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. funcionarem. Página visitada em 25 de novembro de 2009. pucrs.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido. processador x86 compatível com a o Linux. unicamp. desde que seja aumentada a produção. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema. em um circuito integrado (chip). se refere a todos os componentes de um computador. E. RAM) para tecnologia. jhtml. eetimes.html) (em inglês) . e frequentemente são sistemas de chip único.[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. ele pode conter funções digitais. em inglês).ieee-socc. possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. em português. abrangendo vários chips em um único pacote. ou qualquer outro sistema eletrônico. de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode. pdf) (em português).Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www. analógicas. ic. acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele.[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC. e que são usados com vários periféricos acoplados. USJT.[1] porque é mais simples realizar o agrupamento.Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt. [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português). UNICAMP.org/index.

Você sentirá os pêlos serem "puxados". Nos monitores de LCD. Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º . até "esfriar". haverá um ligeiro aumento na temperatura local.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV. isso não ocorre. Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . o calor gerado é muito menor. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele. Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial. Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos. as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. até a total dissipação. Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. Às vezes. porém prejudicam menos a visão humana. ou seja. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria". Com os monitores LCD.TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais.Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo.

MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - .Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. com MOSFET de comporta dupla.

sistemas e redes de ensino. utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. instituições ofertantes. Atua no controle de qualidade da produção. supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão.773/06. desenvolve. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. controla a qualidade. avalia. monta. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. com a informática. educadores. entidades representativas de classes. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial . com limites de tolerância dimensional.Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. empregadores e o público em geral. posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. instala. ou em empresas. aliadas à consciência ambiental. a confiabilidade e a segurança de produtos. de forma.

etc. fazem parte integrante da sua formação profissional. além da mecânica. hidráulicos. hidráulicos e eletromecânicos. mec. gov. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. br/ [3] http:/ / catalogo.. gov. à pesquisa aplicada e realizar vistoria. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos. fatecsp. manter. Lida com as funções dos sensores ópticos. pneumáticos. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional. mec.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. mecânicos. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. articular e colocar em ação conhecimentos. Pode dedicar-se ao ensino. pneumáticos. br/ setec [2] http:/ / www. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. que por sua vez serão controlados por computadores. Conhecimentos em eletrônica e informática. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC .Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. br . utilizando métodos metrológicos de precisão. com capacidade pessoal de mobilizar. controlar a qualidade de produtos. Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. eletrônicos. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. montar. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos. utilizando técnicas mecatrônicas.

o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. manutenção e integração desses processos. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. sistemas e redes de ensino. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. entidades representativas de classes. visando a compreensão de projetos. educadores.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica. este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”. instalações.773/06. empregadores e o público em geral. O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos . instituições ofertantes.

competências para desenvolver ações empreendedoras. Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. Planejar. utfpr. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. Ao final do curso. CLP e da robótica. analisar. php?pagina=area_cursos& curso=6 . utfpr. de forma multidisciplinar. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC . aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo. mec. sp. informática industrial e eletroeletrônica. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. otimizar. para projetar. responsabilidade. br/ index. Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. gerenciar equipes de trabalho. implementar. manter e supervisionar sistemas industriais. Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. Ele apresenta também.Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. senai. CAD/CAM. br/ [2] http:/ / www3. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. demonstrando autonomia. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. projetar. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. edu. gov. Avaliar. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. edu. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais.

[3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. célula a célula.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias. com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. São painéis finos.[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70. com resoluções até 2000p. google. No. "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www. 4. crutchfield. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson. Plasma Display Panel).LCD vs. os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p. Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). TV Plasma ou TV LED (http:/ / www. North West Tech Notes. retrieved 2009-01-29.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala. Plasma (http:/ / www. June 15. br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels. onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. 1997. melhortvlcd.999 à sua estréia. Allen (http:/ / books. obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). varredura progressiva e custava US$ 14. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90. eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. html) . Jim. tv/ Archive/ tech_notes_004. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). tech-notes. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos. de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. varia-se também a intensidade da luz emitida.[7] [1] Google books . htm). O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. para criar a imagem. a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico. no mínimo 24 vezes por segundo. H. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). Em 1997. que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. com. em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas.

No mais. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns. cnet.com) . implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. independent. pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. Emily. . em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. pode haver risco de contaminação do solo e da água.Tela de plasma [5] CNET Australia .2246186. com. uma reputação "sócio-ambiental" correta. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia. onde. Fabricação Envolve desde a fabricação. retrieved 2009-01-29. bem como economia de energia elétrica. gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. htm) [6] Dugan. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos.Plasma vs. LCD: Which is right for you? (http:/ / www. assim que estiver encerrada sua vida útil.00. Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos. html). com/ article2/ 0.. as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. e uma redução nos índices de impressão. como por exemplo. au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. [7] PC Magazine (PCMag. The Independent. Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. entre outras. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. ou simplesmente a doação dos equipamentos. valorização da tranparência da gestão. pcmag. "6ft by 150 inches . aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia. economia do consumo de água e energia.and that's just the TV" (http:/ / www.2817. O melhor a ser feito é a reciclagem.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862. 8 January 2008. se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza. bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. co.

esta capacidade de dissipação cai a metade. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. varistores e centelhadores a gás. Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. seguindo esta regra sucessivamente. Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais. permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais. Em relés permite um desligamento mais rápido. Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. Abaixo da tensão de comutação. surge ou onda amortecida. Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. No milisegundo seguinte. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. Na área de automação e instrumentação. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica. em encapsulamento PTH ou SMD. . Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido. os transorbs não influenciam o sinal.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. Devido a pequena dimensões. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito.

os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. do inglês trimmer potentiometer. Diferentemente de outros controles variáveis. mun. ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil. ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue. e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado.(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. e normalmente fica em local que o usuário não o veja. é um potenciômetro miniatura ajustável. de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] . htm .Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo. mi.

através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade. Referências [1] http:/ / www.com [2]. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira. br/ [2] http:/ / www. br/ [3] http:/ / www. Hoje. Inatel [3]. conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). EUA. inatel. na Califórnia.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. br/ . são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais. com. informática e telecomunicações. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos. com. Valedaeletronica. hospitalmariathereza. Referências Complementando o Vale da Eletrônica. valedaeletronica.

assim como o cristal de silício. html . de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4.8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. tf. separação química com ácidos. Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores. usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material. e deposição de vários materiais. assim como circuitos integrados. Geralmente.5 mm. Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia.4 mm) até 11. uni-kiel. um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo. difusão ou implantação de íons). Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. e então polidos em uma ou nas duas faces. Eles são feitos de tamanhos variados. de cerca de uma polegada (25. aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores.

Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. aumentando a probabilidade de erros. Antigamente. entre outros. rápida e perfeita. os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. Com o advento da miniaturização. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões. soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. Antes do processo da solda por imersão. era imersa em estanho derretido. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações. Este processo. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. . Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. transístores. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho. quando foi inventada a solda por imersão. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. Com o novo método. capacitores. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. além de demorado acabava por complicar a montagem. veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico.

um potenciômetro). • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. etc. deixou de ser um circuito propriamente dito. que será utilizada pelo circuito (p. ex. Contudo. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . entre outros. um microfone). Exemplos são os circuitos integrados. além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www. • Condutores ► Interligam os componentes do circuito.Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. tecnologiadoglobo. O circuito eletrônico. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. um alto-falante. ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. passou a ser encarado como um componente eletrônico. Pode ser um led. microprocessadores. ex. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. São os fios e cabos.

mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. em especial a guitarra elétrica. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. DSPs. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário). O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras. Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico. Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. tais como válvulas ou transistores. microcontroladores. apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o. Seus componentes principais são dispositivos ativos. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. digitalização de áudio e vídeo. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). tais como o gravador cassete. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado.

maior durabilidade. EL34. . EL84. alta impedância de entrada. Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação.Amplificador KT88. transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho. mas não na sua totalidade • Classe C . linearidade e capacidade de potência de saída. Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados.6L6 e 6V6 entre outras.situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B. KT66. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F . 6550. as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D .o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência.operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados. de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . • Classe B . menor tamanho e custo menor. devido às vantagens de menor consumo de energia. Foram criados para implementar computadores analógicos. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin. 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas. Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado).alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral. a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes. Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados. Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A . eficiência. "pulse width modulation").

2003. Kouwenhoven MHL e Yildiz E. multivibrator monoestável..org/otb/blw535202.Amplificador [1] Verhoeven CJM. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. Existem vários tipos de multivibradores astáveis. .Below 535. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat. van Staveren A.htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic. Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados. Figura 1. p. antiquewireless. 10. mas nenhum dos dois é estável.Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável. O circuito portanto se comporta como um oscilador. Monna GLE. A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. org/ isbn/ 1-4020-7590-1).

já que possui impedância de saída nula. temos e Como é um amplificador de ganho unitário. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. multivibrator astável. Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop. Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor. Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. em que. uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. não fornece ganho de tensão.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis. O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída. Ver também • multivibrator monoestável. Isso pode ocasionar ganho de . Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias. porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). fazendo .

127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento. buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos. Por isso. vários aparelhos gravam diretamente para DVD. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade. o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo.Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência). Para usuários que não se interessam em edição. Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital.

que podem ser. e as converte em sinais elétricos. Com um grande número de voltas na bobina. ou violinos). quando próximas umas às outras. pode até mesmo ser considerada vantajosa. O sinal criado é. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. então. tipicamente de 1 megaohm ou mais. temos um Humbucker bobina de cobre. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. como guitarras. fazendo o som perder o sustain. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. Dessa forma. processados. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. e é gerada uma pequena tensão elétrica. e reduzir suas vibrações. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. Da esquerda para a direita. Isso. possuem uma capacitância própria. e por isso. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. mas com isso. entra em ressonância com a indutância da bobina. amplificados. no entanto. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. que. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. Timbre As voltas do fio de cobre. ou gravados. o timbre é conservado. e se localiza cravado no corpo do instrumento. cujo comportamento é análogo à vibração da corda. adicionada à capacitância do cabo. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. perde-se boa parte da ressonância. mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. baixos. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. e dois Single Coils. Essa não-linearidade. porém. próximo às cordas. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica. . por conta do efeito indutivo. posteriormente. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. é possível produzir maiores tensões elétricas. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre. Quando as cordas vibram. e não deve ser negligenciada. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. Em compensação.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. aumenta a resistência e a impedância. agrada algumas pessoas.

denominado Humbucker. quando submetidos à compressão. e com bastante brilho. Com suas duas bobinas. chegando até 10 V rms. e prejudicar bastante a qualidade do som. muitas vezes. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. Em alguns casos. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil. titanato de bário. ou vibração. Dessa forma. São compostos por dois Single Coils. e têm como caracteristica principal um som alto. das Strato e Telecasters. visceras). utilizam-se também os captadores magneticos. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico. usando duas bobinas há uma mudança no timbre. essas interferências podem causar muitos ruídos. a Gibson criou um novo tipo de captador. e realista. Eles possuem um timbre bem diferente. Esses captadores utilizam cristais — quartzo. uma única bobina. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado". para produzir um som mais amplo. Em compensação. Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon.Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. Por isso. Diferente de alguns captadores magnéticos. São utilizados. com polaridades invertidas. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância. Violão clássico com um captador piezoelétrico. o uso de pré-amplificadores é essencial. . esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. facilmente associado às Les Pauls e SGs. principalmente. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. limpo. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. ou titanato de chumbo — que. também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. são utilizados captadores piezoelétricos. Pensando nisso. Possuem uma aste para cada corda. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. um ao lado do outro. geram tensão elétrica entre suas extremidades. nas guitarras Stratocaster. Ao invés disso. O sinal musical também é reforçado. e.

com. É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor.Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos. captadores. . Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura.

pois vivemos em um mundo analógico. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. por exemplo. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos. além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. . Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores.Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos. que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo. que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda. no Japão. através de computadores analógicos. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1).

Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W. entradas elétricas não podem ser usadas. CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. como o CEB tem que lidar com perdas. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. sem gerarem própriamente energia. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. . Sem esta funcionalidade.5A a 2A são suficientes. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga. Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida. Como não há fonte de potência elétrica. contudo alguns não o possuem. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada. para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado. Alguns Receptores têm um CEB embutido. em inglês batery eliminator circuit (BEC). Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada.normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. provavelmente resultando na destruição do modelo.especialmente para baterias com apenas algumas células. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts. CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes . No caso de modelos rádio controlados. Tipos com baixa queda são preferidos . a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria. porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. Em um modelo rádio controlado. No caso de uma aeronave. de eletricidade. Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos). Por exemplo. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado. Para pequenos modelos 1.

medida (medida em volts (V). logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores. a corrente elétrica (medida em ampères (A). (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). e então somar todas as correntes. que é a mesma sobre todos os componentes. e V. a tensão elétrica. Para encontrar a corrente total. I. ou seja. A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. sendo esta ligação diferente da ligação série. nós temos: que é o mesmo que . Na ligação paralela. associados a uma só fonte de tensão. ou joules por coulomb). Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série). ou seja. Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. I. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. Fatorando a voltagem. ou coulombs por segundo).Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo. É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. . e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria. que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)).

logo a resistência total será menor. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito. Ainda.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. o inverso da resistência. Qualquer que seja o tipo da associação. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. • Segundo pesquisas. ou seja. esta sempre resultará numa única resistência total. a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações. normalmente designada como resistência equivalente .e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo. a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. Para dois resistores ligados em paralelo temos. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: . no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. que é uma combinação das duas formas anteriores. • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. em paralelo ou ainda em associação mista. ficando claro que a condutância total será maior.

dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. por exemplo. então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente. o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. 1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis. deve-se levar em conta sua indutância mútua. Então. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes. resultando numa potência de 1 watt. . O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação.

| c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R). um indutor (L). | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo.Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). e um capacitor (C). | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm . Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo. do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total. É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. conectados em paralelo.

com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito).controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos. baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB . ou seja. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). tais como lógica. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas.Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller). Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). por meio de módulos de entradas e saídas. Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). Um exemplo bem comum disso. que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. ou seja. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. contagem e aritmética. é o circuito receptor de rádio. temporização. . controlando. as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. seqüenciamento. vários tipos de máquinas ou processos. é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. é um computador especializado. Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável.

5. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. de papel e celulose. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. Mínimo de 4000 palavras na memória. Os Terminais de Programação (ou maletas. como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. 2. Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. especificamente na Hydronic Division da General Motors. Profibus (Siemens). Dimensões menores que painéis de Relês. “compila”). • 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento. produtoras de líquidos. materiais gasosos e outros produtos. . Alta confiabilidade. Facilidade de programação. para redução de custos. o qual converte (no jargão técnico. siderurgica.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. entre muitos outros. ou seja. EtherCAT (Beckhoff). no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. 7. 6. e outras. as instruções do programa. outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. 3. Facilidade de manutenção com conceito plug-in. Num sistema típico. Unitelway (Telemecanique . Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. Preço competitivo. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. 8. compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. Expansão em módulos.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. 4. por exemplo na indústria do automóvel. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP. possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. gravando-se o programa em memória EPROM. computadores. para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. verifica o estado das entradas. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). em 1968. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. Envio de dados para processamento centralizado.

por exemplo. fruto da chamada Globalização. não só CLP's. em português conversor digital-analógico. Sistemas Supervisórios.to-Analog Converter). apagar. etc. por exemplo. depois de digitalizado. Em muitos casos. gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. na maioria das vezes. treinamento e ajuda por parte do software de programação. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. é processado e. para ser processado por um bloco funcional analógico. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. como Controladores de Processos. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital. como. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. por um microcontrolador ou por um microcomputador. • 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's. um sinal na forma digital. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. Em outros casos. podendo alterar. O sinal recebido. conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos. a operação inversa é usada. 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital .. Na Eletrônica Digital. Isto é uma necessidade imposta pela prática. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC). possibilidade de simulações e testes. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. gravar o programa do usuário. há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. Redes Internas de Comunicação e etc. Por isso. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. a digital. .

queda de tensão. dezenas de motores. DV79AVI Marantz DV9600. tais como polias e variadores hidráulicos. e conduzir. demanda de torque (constante ou quadrático). precisão de controle. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Editora Novatec. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. teremos na entrada o bloco retificador.384 cores 4. simultaneamente. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. de manutenção mais simples e reposição profusa. durante o dimensionamento. pela corrente do motor. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. Podem trabalhar em interfaces com computadores. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. 2006. centrais de comando. ambos os termos são imediatamente reconhecidos. os conversores são montados em painéis elétricos. Normalmente. etc. sobrecarga. a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento. Black Finish. como por exemplo. dentro do conversor. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. em tensão contínua e finalmente convertem esta última. partidas e frenagens bruscas ou em . sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. Na indústria entretanto. Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos. entretanto. Importante também notar outros aspectos da aplicação. Conversor de frequência Os conversores de frequência. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa. bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. ou seja. como desbalanceamento entre fases. também conhecidos como inversores de frequência. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. mais barato. Carlos.

passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. ou seja. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. outros opcionais. sobre o eixo do motor. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. que devem sempre ser consultados. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. trata-se de cargas não lineares. é o controle de Torque. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . Os conversores de última geração. Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. Os benefícios são diversos. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada. como também. Os Conversores de Frequência. manipulação de vários eixos de acionamento. que vão desde as mais simples e menos custosas. desenvolver máquinas que sem os mesmos. como redução no custo de desenvolvimento. custo de manutenção. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição. permitem o controle com excelente precisão. Muitos conversores hoje. substituírem servo motores em muitas aplicações. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. e outros aspectos particulares de cada aplicação. geram harmônicas. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. querendo-se apenas uma partida mais suave. antes da ponte retificadora. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. permitem a aos projetistas. Os conversores de frequência de última geração. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento. costuma-se utilizar soft-starters. alguns já integrados ao produto. Dentre os diversos fabricantes deste produto. por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. regime de trabalho. sendo que um deles. custo dos sistemas de acionamento.

MCT. também denominado motor de indução. . se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica. tiristor SCR. trifásica). onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C.: máquinas de aplicação residêncial. IGCT. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras. fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga. no qual o ciclo de trabalho. monofásica. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor. fornece em sua saída. GTO. Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. da potência de saída.A. competindo comercialmente com estes. a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C. são alterado através da aplicação de sinais de controle.A. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. e. de micro-empresa e atividade rural. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C. Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos. provendo assim uma eficiente regulação. operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves). Os circuitos retificadores controlados. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação. por exemplo. (corrente alternada) trifásico. por meio de seus artifícios funcionais. circuitos choppers. eventualmente também a freqüência.A. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. MOSFET. etc).

Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. o que fará a "janela" na comparação.Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. ou seja. . tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. este é um circuito muito utilizado. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva. pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão.

cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. . Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD. em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates . maior a resolução da imagem. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons.Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). e na astronomia (particularmente em fotometria. Sob o controle de um circuito externo. Quanto maior o número de pixels.G) do dispositivo CMOS. equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios). óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). Expressa-se este número em pixels. Os CCDs são usados em fotografia digital. imagens de satélites.

independentemente da carga. e as vezes é. Os componentes passivos (fios. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados. isolantes ou resistivas. Conceitualmente. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal. resistores e capacitores). . em vez de tintas ou pastas. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. uma corrente de sinal alternante. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. mantendo a corrente de saída constante. Todavia. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. As tintas ou pastas podem ser condutivas. A corrente sendo 'copiada' pode ser. este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos.Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito.

Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência .Também chamado de ganho (gain). A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas. filtros de banda (band pass). Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2]. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência. tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). Esta é a forma mais poderosa de EQ. ou para criar sons completamente novos e diferentes. A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. shelving. considerando que um corte vai amortecê-los. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes. Quanto maior o Q. No entanto. freqüência central. Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas. como concertos. . Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo. Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q. e boost / cut. que se refere à largura da curva de sino.Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ). Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem.[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente. filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass). para enfatizar determinados instrumentos. que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização. Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking). como +3 dB ou -6 dB. mais estreita a largura de banda. é um filtro. normalmente ajustável.[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro .Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. pois permite o controle sobre todas as três variáveis. Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto. A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. para eliminar ruídos indesejáveis.

IEEE Trans. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. The master handbook of acoustics. que pode causar um problema na mistura(mixing). analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio. Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. S.sengpielaudio. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio. Filtros low pass funcionam de forma semelhante. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt. wikipedia. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas. chamada de frequência de corte. uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal. fase e delay precisariam também serem equalizados.com/ calculator-bandwidth. org/ wiki/ Oitava http:/ / pt. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp.htm) . Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão. org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington. Estes filtros também são usados em masterização de áudio. Portanto. Quase todos os filtros (ambos. a uma taxa constante por oitava. quando se está gravando vocais. p141 . 1984. tendo também uma combinação de impedância de qualidade.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. e remover rumble. wikipedia. Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. p5. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. eliminar pops. Sound System Engineering. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado.151. maior a ocorrencia de mudança de fase. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados. McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972. inductors. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www. Don and Carolyn. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. vol 31.htm) • Q Factor and center frequency f0 . a menos que um determinado efeito seja desejado.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar. EQ é frequentemente usado com moderação. Taxas de atenuação comum são 6. aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. First Edition 1975. wikipedia. wikipedia.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. então. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors. org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest. pp. Circuits and Systems. É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking. 12 e 18 dB por oitava. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5].sengpielaudio. http:/ / pt. ao contrário daqueles descritos acima. wikipedia. Quanto menor o valor de Q. http:/ / pt. and capacitors". para eliminar o rumble.54-56. Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo.com/ calculator-cutoffFrequencies.

filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. Numa fonte de alimentação do tipo linear.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. consequentemente. Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. não são acessíveis. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. Fonte de Alimentação Redundante Está-se. Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua. no entanto. Estes sistemas. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. a outra continua a funcionar (sistema redundante). ela se encontra no lado esquerdo. as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida. Ver também • Fonte chaveada . Além disso. Se uma falhar. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. um circuito retificador. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e. A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento. onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão). gerando mais calor. Além disso necessita de transformadores menores e mais leves.

Através dessa técnica o circuito é desenhado. Depois. R. constituído de uma fonte de corrente. criando o molde do circuito desejado da lâmina. de um resistor. Ao final. Um circuito elétrico simples. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados. fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. sua composição se modifica. Ao atingir esse material. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente. I. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. Esse negativo é conhecido por fotomáscara. Em seguida. .Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica.

Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. o inverso da diferenciação ou derivação. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado. mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador. como mostra a figura abaixo. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: .

• Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D. Este estado é chamado de memória. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo. e não possui um detector de bordas como os flip-flops. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. WIDMER. 2006.J. o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". voltando a ser "transparente". R. Editora Novatec. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. não permitindo o balanceamento das saídas.A versão com portas NAND. ou seja. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente". Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. formando uma realimentação dupla. É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR. e não irá mudar até que EN volte para alto. Sempre que as duas entradas forem 0 lógico.S. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro. denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND.. assim. Latch D Referências • TOCCI. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock. pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto. Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR. Carlos. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset.Princípios e Aplicações. sendo que a situação inversa é verdadeira. isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND. 2003 Tabela-verdade do Latch D . Sistemas Digitais . A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D. N. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito.Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática.

Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio). Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. . Frequência Modulada ou outro tipo. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora. somente um deles é estável. O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável. em que. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados.

se denomina biestável. os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. variações de tensões de alimentação. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. etc. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. • Que quando for de frequência variável. Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. Se possuir o dois estados citados. usa dois transístores realimentados entre si. • Que tenha baixo ruído de fase. variações de temperatura. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo. astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. Vackar. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. • Osciladores por freqüência sintetizada. • Osciladores LC: Hartley. o impulso sai de seu estado de repouso. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. Clapp. que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. chegue rapidamente à nova freqüência. Também são mais . então as mudanças de frequência são mais importantes. • Que quando for de freqüência variável. ele é monoestável. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. Segundo seu funcionamento. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. • Que tenha pouca distorção.Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. Se possuir um. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. Seiler. Colpitts . quatzo ou cerâmicos. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. varie sua freqüência de maneira repetitiva. Em sua forma mais simples.

Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. a construção mecânica é delicada. Os osciladores LC são mais sensíveis. e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. (Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes. estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. Sem embargos. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. tem um conteúdo de harmônicos muito rico. o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais.Oscilador RF sensíveis à temperatura. Alguns. mosfets. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. como o Hartley. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro. Sem embargo. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. relés. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar. Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. Pode ser analógico ou digital. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter. O Colpitts é muito utilizado. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). . Além que. Finalmente. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. o qual complica o desenho.

. Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . pois quando a corrente nao tem onde circular. seria a colocação de diodos entre as "chaves". no caso de o motor parar. • Os registradores de centrais telefônicas. 155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). • As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial .Ponte H Para que o circuito fique protegido. registra) um dado ou um evento. Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. Por exemplo. Registrador Registrador é o mecanismo. é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores.um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo. circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda.

. e por isso. e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase. velocidade angular). Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode. ou seja um vetor girante.Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência). A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V). A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)). em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . por exemplo). Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase. Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace. Nesses casos.Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador. Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores. O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência. pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. • Teoricamente . e vice-versa.de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema.que pode se representada por uma série de fourier. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema.

Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída. quando a entrada está abaixo de outro limiar. Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída. . quando era apenas um estudante de graduação. sozinha. Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador. A ação dos dois limiares é chamada de histerese. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente. a saída está em nível alto. acima e abaixo do ruido. a saída está em nível baixo. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto. um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. Com somente um ponto de limiar de entrada. Schmitt nos Estados Unidos em 1934. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger. quando a entrada se encontra entre os dois limiares .

e neste caso. O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. . Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. saber as grandezas elétricas como tensão. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. também chamada de resistência ou impedância equivalente. proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês). após o motor partir e receber toda a tensão da rede. como ocorre em partidas diretas. evitando sobreaquecimento dos mesmos. onde se deseja. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass. pode-se controlar a corrente de partida do motor. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. Assim. constituído por seis SCRs. corrente ou potência. variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . 2. ventiladores. e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. por exemplo. a qual.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. Seu uso é comum em bombas centrífugas.

Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin. Circuito Original. é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B.Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin. e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: . Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto.

pdf . e vice-versa. A esta configuração chamamos configuração Norton. be/ cours/ 1005-01/ equiv.Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. fpms. Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares. desde que Vo = Z Is. Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. ac. html [2] http:/ / tcts. ou Equivalente de Norton. allaboutcircuits. com/ vol_1/ chpt_10/ 8. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto). Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. Equivalente de Norton.

html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão. Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. allaboutcircuits.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. I. com/ vol_1/ chpt_10/ 9. com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal. allaboutcircuits. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. em paralelo com um único resistor. R. fontes de corrente. e resistores. html .

São dispositivos similares os transpondedores. Se esses componentes não forem comuns. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex. Exemplo de um transceptor de redes de dados. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. converte um tipo de sinal. em redes de dados informáticas. Por exemplo. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. esse aparelho designa-se transmissor-receptor. os transverters e os repetidores. em outro. Ver Também • Transceptor Gunnplexer . Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. ou um conector. mas não simultaneamente. Redes de dados Um transceptor. para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos.Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho.

ou ainda. também chamada delta-Y. Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC. estrela-triângulo. filtros e misturadores de frequência. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos. onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). medida em hertz é . teorema de Kennelly. Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . designcabana. com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. tais como osciladores. Um circuito LC é um modelo idealizado. visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica. Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente. Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. • é a frequência angular (em radianos por segundo). sendo um componente chave em muitas aplicacões.

a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . do indutor. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . nós sabemos que a tensão através do capacitor. então ou onde j é a unidade imaginária. pela lei da corrente de Kirchoff. e frequência angular Deste modo. a solução represente uma corrente alternada senoidal. Visto que a exponencial é complexa.Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais. a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito. nos sabemos que e Após rearranjar e substituir. nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. Portando. então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma .

Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL .Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica. a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC. mais estreita é a banda passante. nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita. Para um circuito ressonante série. Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo. quando maior a indutância e menor a capacitância. A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . a razão L/C determina a sua seletividade. possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC. Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros.

temos e a avaliação de s se torna . Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. o circuito RL. como mostrado nos diagramas. em ambas as ligações paralela e série. em geral. Estes circuitos. sendo alimentados por uma fonte de tensão. filtro RC ou malha RC. o capacitor (C) e o indutor (L). Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica.Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). entre eles. um número complexo. Como resultado. eles são capazes de atuar como filtros passivos. o circuito LC e o circuito RLC. Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). Em particular. o circuito RC. Este artigo considera o circuito RC. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é. Ele consiste de um resistor e de um capacitor. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos.

a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem. Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente. Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e . Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . e as fases angulares são: e . vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: .Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão.

O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte.Circuito RC 168 . Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. se a saída é obtida através do capacitor. Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para . A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. Com : . Isto mostra que. Entretanto. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. . se a saída é obtida através do resistor. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam. Com : . Desta forma. Nesta configuração. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Similarmente. as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas. Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas.

A fase também depende da frequência. Assumindo uma entrada de passo (i. Conforme a frequência aumenta. . e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor.Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade.e. antes de e posteriormente): e . a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. Com : 169 . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Isto efetivamente transforma . a constante logarítmica natural.

quando estará próximo de seu valor final. Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. Então C irá se . através da Lei de Ohm. e estará eventualmente totalmente carregado. C será descarregado até cerca de 37% após . Desta forma. e desta forma sua tensão é muito pequena. Para visualizar esta condição. indo de leva para atingir a . Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. . A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa.3%) após cerca de substituída por um curto-circuito. Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. considere a expressão para dada abaixo: .Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor. e quase completamente descarregado (0. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e . formando assim um circuito aberto. enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace. Quando a fonte de tensão é . Desta forma. possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. e quase totalmente carregado (99. . sendo que . .7%) após cerca de . Desse modo. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . com C totalmente carregado. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa. Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. Note que a corrente no circuito . como é mostrado nos gráficos. a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que .

temos que Agora. Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência. que é um diferenciador "através do resistor". que é um integrador "através do capacitor". Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais.Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. então . Agora. Considerando a expressão para . de modo que . . Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte. quando .

as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . Alternativamente. ou CC).Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto. a derivada da saída é um impulso em . Desta maneira. Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz. Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . Como resultado. Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte.

a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). Como resultado. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. Estes circuitos. Este artigo considera o circuito RL. o circuito LC e o circuito RLC. eles são capazes de atuar como filtros passivos. Em particular. um número complexo. Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). temos e a avaliação de s se torna . Na prática. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. sendo alimentados por uma fonte de tensão. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. o circuito RC. como mostrado nos diagramas. o capacitor (C) e o indutor (L). os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo.Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). em geral. entre eles. entretanto. Ele consiste de um resistor e de um indutor. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. o circuito RL. em ambas as ligações paralela e série. filtro RL ou malha RL.

vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: . localizado em Em adição. a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo.Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e . Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente. a os ângulos de fase são: e .

A ZIR de um circuito RL é: . .Circuito RL 175 . A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. sendo dada por: . Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero. também chamada de resposta natural. Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. Similarmente. Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: .

o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Com : . se a saída é obtida através do indutor. Isto mostra que. Com : . Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. Com : . Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. Entretanto. e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal. as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. Conforme a frequência aumenta. apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. . A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. Nesta configuração. A fase também depende da frequência. O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . Desta forma. a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. se a saída é obtida através do resistor. as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas.Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. o circuito se comporta como um filtro passa-altas.

indo de leva para atingir a . Assumindo uma entrada de passo (i. Desse modo. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor. . Resposta de passo da tensão do resistor. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . como é mostrado nos gráficos. a constante logarítmica natural. Então a tensão de . Desta forma. Desta forma. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando .e. . quando estará próximo de seu valor final. Isto efetivamente transforma . Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. conforme o circuito atinge seu estado fixo. Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. antes de e posteriormente): e . O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. enquanto a tensão sobre o resistor tende a V.Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e.

a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente. e praticamente zero (0. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0. e a segunda segue facilmente. Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. R será descarregado a cerca de 37% após . As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace. . . Como resultado. Note que a corrente.7%) após cerca de 178 . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. de acordo com a Lei de Ohm. e praticamente totalmente descarregado (0. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. e . Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e . este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. . levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha .7%) após cerca de . no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. qunado a fonte de alimentação é ligado. conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. todos os circuitos possuem uma constante de tempo. a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação. impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito. Como resultado.Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . Se isto não ocorresse. e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético. isto poderia levar à geração de arcos elétricos. A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar.

Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga.unicamp. tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima. conectados em série ou em paralelo. ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R).html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC.Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www. Para além disso.br/curiosidades_filmes. e um capacitor (C). O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem. um indutor (L). . a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.fee. existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros.dmcsi. Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz.

isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. utiliza-se um menor factor de carga. Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência. é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível. em hertz: Q é uma unidade adimensional. Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. Como resultado. Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente). a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. Alternativamente. fator Q e frequência de ressonância com carga. Na prática. . para aplicações em filtros passa-banda. Neste caso. que não é realizável na prática. de igual forma. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal. ou factor Q (ver Equalizador). ainda existe uma resistência pequena. Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito. e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). e para uma largura de banda menor. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". um maior factor de carga é necessário. Para uma maior largura de banda. Na prática.

Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador. L .a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i . L.a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t). isto se torna . R. os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão. existem dois tipos de ressonadores. Se o circuito estiver com subcarga. Existem dois tipos de fontes de alimentação.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . Como resultado. existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito. Notações do circuito RLC série: v . E.a corrente do circuito (medida em ampéres A) R .Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. os LC série e o LC paralelo. Da mesma forma. e C. verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador .a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. como resultado (approx).

as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0). e a tensão do capacitor VC(0). existem três casos possíveis: . Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0. portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática. IL(0).Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo. Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. O primeiro já foi feito. De modo a resolver a equação propriamente. visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor. obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor.

as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos.Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. As soluções são: para constantes arbitrárias A e B . as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos. As duas raízes são idênticas ( ). Isto é chamado de "carga crítica". Isto é chamado de "sobrecarga". Duas raízes reais negativas. as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso.

as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): .Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B. Quanto maior a qualidade. Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D. ou fator Q. A transformada de Laplace 2. A Integral de convolução. pseudo-periódico) 184 Neste caso. Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito.

existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução. obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. No entanto. a função delta de Dirac.Circuito RLC 185 Finalmente. A equação então será. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). a sua derivada será a solução para a função delta. a solução é: . é necessário uma solução para uma entrada básica. as raízes são idênticas ( ). Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível. Para fazer isto. a solução é: Carga crítica Nesta caso. para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside.

e V = 1 volt. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . . obtém-se Admitância complexa A seguir. obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir. Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico. simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. a resolução para a admitância complexa Y(s): Então. L = 1 henry.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: . C = 1 farad. encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes.

L . Notações do circuito RLC paralelo: V . e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). aonde Φ é o fluxo magnético no sistema.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I . Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização.a corrente do no circuito (medida em ampères A) R .Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor.a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito. encontra-se: . Este é conhecido como a frequência de ressonância. .a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .

que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. na análise de circuito. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . Como demonstração. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). a tensão elétrica. Na ligação série. Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. especialmente nos sistemas de rádio e comunicações. Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos.Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. Entretanto. ou coulombs por segundo). geralmente. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. (medida em volts (V). No circuito série. um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. respectivamente. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte. sendo esta ligação diferente da ligação paralela. . e V. a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente. ou joules por coulomb). Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. I.

As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra. (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência.. Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente . O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas. O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + .Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . são elas denominadas de série ou paralelo. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. sendo percorridos pela mesma corrente. trocando em miúdos. que não dispomos em um componente isolado. a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação.. A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms.

uma bateria de carro. comprometendo a capacidade do conjunto. logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras.Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas. Por essa razão. de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série. | . cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). Por exemplo. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série.

br/ index. corrente elétrica. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência. • Normas ABNT . com. e um capacitor (C). Referências [1] http:/ / www. se os pontos não estão conectados. | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. br/ conteudo. br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. Acessado em 6 de abril de 2008. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. joinville. miomega. com.Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. Acessado em 6 de abril de 2008. conectados em série. htm [3] http:/ / www. udesc. php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R). tudosobreimoveis. asp?t=1& id=497 .Instalações elétricas [2]. Todavia. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. mundofisico. Acessado em 6 de abril de 2008. o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC. • Básico de instalação elétrica [3]. um indutor (L).

Vout. dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando. com uma associação paralela de resistores. mais comumente. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout. Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. ou seja. Divisor de corrente com resistores Neste circuito. Divisor de tensão com resistores Neste circuito. temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin).Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica. é dada pela fórmula A partir desta fórmula. . a regra do divisor de tensão. a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. ou simplesmente o divisor de corrente. ou simplesmente o divisor de tensão. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica. fazendo R1 = R2. a regra do divisor de corrente.

A razão contém um número imaginário. de fato. Para extrair somente a razão de amplificão. . e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. porém capacitores. deve-se calcular a magnitude da razão. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância. a tensão é dada por Deste modo. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}.Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência. Este circuito é. Para impedâncias gerais Z1 e Z2. um filtro passa-baixas (de primeira ordem). Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos. ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. indutores.

Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple. Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo. Ver também • Filtro eletrônico . Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação.Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências. A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia. capacitores e indutores. Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis. i. capacitores e indutores.e..

Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL. Dpt. por exemplo. 1996. algum tipo de codificação deve ser usada. teoria da comunicação e teoria de controle. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares. Mónica. a 8B/10B é muito comum.Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. quando operados dentro de parâmetros nominais. Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. Instituto Politécnico de Leiria. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. José. É empregada principalmente em processamento de sinais. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês). . Rui L. Electrónica e Telecomunicações. mas diversos sistemas. • FIGUEIREDO. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. Acessado em 31 de maio de 2008. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. AGUIAR. Para assegurar modulações freqüentes. Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2]. Acessado em 31 de maio de 2008. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL). Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações. Para que este esquema funcione. têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída.3.

Vários componentes. org/ [3] http:/ / www. Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. por definição. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. scientificcommons. ambos são componentes eletrônicos. Assim. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito. scientificcommons. • Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos. org/ 249749 [2] http:/ / www. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor . ipl. isel. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes.Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. isto é. deetc. Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

eecs. tais como: TO-92. isto é. Está disponível numa variedade de embalagens. é que todas as correntes e tensões de polarização. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. 50 V. são semelhantes. são de sinal contrário. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. fairchildsemi. com um Beta de pelo menos 100. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. harvard. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. pdf [2] http:/ / www. é um transístor NPN. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. e SOT-223. O 2N2222 é complementar do 2N2907. com/ ds/ PN/ PN2222. Suporta correntes até 1 A. SOT-23. 300 mW e frequências até 100 MHz.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. pdf . A única diferença significativa.

tais como: TO-92. Suporta correntes até 1 A. SOT-23. isto é. O 2N2907 é complementar do 2N2222. Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. 300 mW e frequências até 100 MHz. e SOT-223. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. pdf [2] http:/ / www. com/ ds/ PN/ PN2907. é que todas as correntes e tensões de polarização. são de sinal contrário. fairchildsemi.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. us. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. é um transístor PNP. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. A única diferença significativa. Está disponível numa variedade de embalagens. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. com um Beta de pelo menos 100. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. são semelhantes. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. pdf . 50 V. oup.

onsemi. PDF [2] http:/ / www. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 . que possuem geralmente encapsulamento metálico.de válvula termiônica. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. 115 W e um Beta de 20 a 70. Apresenta-se em embalagem TO3. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência. szmt. com as características: 15 A. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs. 60 V. também pode ser usado em aplicações de comutação. O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055.2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. Ao contrário da série 6S-. A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. Outra aplicação típica em que é utilizado. com uma base octal de 8 pinos.

Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. gda. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7. org/ [2] http:/ / www. Cada um tem 8 condutores. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. gda. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. mif. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. 7-2. 250 e 600 MHz. Conector 8P8C. mas possui também outras utilizações. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. o conector ser chamado RJ45 de computador. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. pdf [3] http:/ / www. antes do advento do auto-MDI/MDIX. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. . ou roteador para outro roteador. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. versões que trabalham em até 100.6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. mif. Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. Para aplicações de comunicação de dados (LAN. pg. mas é obsoleto hoje. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. pg. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. Daí. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. ele recebe o nome de crossover. 7-4. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

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• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

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• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

controle de faixa. para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. livre de falhas. modos ciclo rápido e rejada (burst). modos ciclo rápido e rejada (burst). com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. modos transparende e rajada (burst). para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica. com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica. compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. livre de falhas. modos transparende e rajada (burst).

inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate .

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis. redisparáveis) 214 .

Texas Instruments. Texas Instruments. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. Balastro electromagnético. marcado com G no esquema. Signetics Corporation.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. são chamados de reatores electrónicos. Second Edition. . é montado em série. Texas Instruments Incorporated • IC Master. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. com/ logic/ docs/ generalcontent. DL121R1 Series D Third Printing. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. O balastro. mais frequentemente em rádios. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. 1984 • Logic: Find A Device [1]. 1979 • The TTL Data Book. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s). ti. principalmente na faixa de AM. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. Second Edition. Motorola. funcionando como limitador da corrente. 1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. Texas Instruments. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. National Semiconductor Corporation. 1976 Referências [1] http:/ / focus. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual.

Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz. como HQI. S a área da seção transversal da bobina.S. ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). n o número de espiras do toróide. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina. e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). que pode ser de material metálico (por exemplo. HPS e HPI. Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. para obter a imagem da corrente propriamente dita. A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor. dada por Vo(t) = –M.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua.(di(t)/dt). sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado. eletricidade. Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. Desta forma.n. sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada. o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga. A indutância mútua é expressa por M = u0. Como característica. Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. . A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). a saber: um amplificador de instrumentação. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão. transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. e um integrador eletrônico. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère. onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente.

Os usos incluem pisca-pisca de LED. Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips). composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos. É composto por 23 transistores. . As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. geradores de pulso. O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. detector de pulso. graças a sua simplicidade de uso. Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado. relógios. o CI 555 funciona como um disparador. • Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. etc. O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. etc. Suas aplicações incluem temporizadores. interruptores de toque. geradores de tom. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. O CI foi projetado por Hans R. Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). alarmes de segurança. baixo preço e boa estabilidade. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia. e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. Este componente continua em pleno uso. etc.CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. chaves imunes a ruído.

Usando apenas um capacitor e um resistor. pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída.Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC).Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída.CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+.A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset. o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo. Tensão de controle (control voltage) . A tensão (voltage) positiva da fonte. o intervalo de temporização. Limiar (threshold) . Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: . VCC Terra ou massa (ground). Aplicação Gatilho (trigger) . ou seja. Descarga (discharge) . que deve estar entre +5 e +15V. a saída (out) permanece em +VCC. Durante um intervalo de tempo.

Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4.CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555. etc). médico. Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar. O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: .5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes.

"555 Timer Tutorial. Tony.falstad.com/circuit/e-555square.pdf) • Simulação em Java (http://www. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www. 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www.fairchildsemi." pág.net/pp/portugues/PP/ne555.CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.html) de um circuito oscilador utilizando 555 .globu.com/ds/LM/LM555.

Também. se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. ou seja. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. tal como uma antena ou carga fantasma. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura. cabo coaxial). Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica). e assim os ajustes realizados estarão incorretos. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta. sem características indutivas ou capacitivas. durante testes e ajustes. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor). geralmente para fins de testes e/ou medidas.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. o transmissor poder ficar danificado. . ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga. bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada.

e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções. Ver também Componente eletrônico . e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. • Elementos elétricos não existem fisicamente.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. um transmissor e um receptor. Componentes elétricos. A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos. • Inversamente.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos. têm menos do que propriedades ideais. componentes existem. que servem para perceber movimentos. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos. seus valores sempre têm um grau de incerteza. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais. interconectados elementos elétricos.

etc). DVD. conectores de cabos de rede de computador. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos). muito utilizado em fones de ouvido e microfones. Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV. entre um computador e um periférico). mouses. Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor). desde placas de rede. DVD Players. DVD. TV. microfones. conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . porém também pode conectar TV. e até mesmo placas de vídeo de computadores. caixas de som. existem também vários tipos diferentes de conectores. etc. videocassetes. videogames (console).Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. projetores. Também existe Conector P2. teclados. Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos).

amplificando o som .Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s. Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones.Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. e possui duas faixas pretas no contato. para a introdução dos conectores P2 macho. utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas.Um canal de áudio. Configuração do conector P2: 1.A. O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio. * P2 fêmea . • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea. wikipedia. Em mono é o positivo. Referências [1] http:/ / en. Nos E. Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo . em Estéreo é o canal esquerdo. Modelos • P2 macho Mono .Dois canais de áudio. 4. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. Isolante.U. Para realizar uma conexão. 2. • P2 macho Estéreo . Canal Direito de áudio. 3. é conhecido como TRS Connector[1]. GND. Também conhecido como Plug P2. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato.Possui um orifício. org/ wiki/ TRS_connector . e também em alguns 'headsets' de celular. dois de áudio e um de vídeo.

Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal. mas ocorrem perdas ópticas severas. A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. Quando usada como modulador. respectivamente. No caso da célula Pockels longitudinal. as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. no interior das quais se insere o cristal. conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. Quando usadas como sensor. principalmente.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. por tintas metálicas. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. Célula Pockels Longitudinal . a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula. que algumas vezes não podem ser toleradas. ou mesmo. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada.

o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado. Uma vez ligado. .Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz.

ao comportamento de uma lâmpada de neon.DIAC 227 DIAC O DIAC. é um gatilho bidirecional. chamada de corrente de corte. ou DIode for Alternating Current. Como um DIAC é um gatilho bidirecional. porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs. e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2. Este comportamento é de certa forma similar. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida.

O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor. Aparência real do diodo. existem outras tecnologias de diodo. no mesmo alinhamento que o seu símbolo. no entanto. com correntes iguais ou menores a 1 A.3 V(germânio) e 0. . O terminal mais próximo da barra fina é o catodo. Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro.7 V(silício). É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor. usado como retificador de corrente elétrica. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. Possui uma queda de tensão de 0. Tipos de divaldos.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação.

há corrente e a lâmpada fica acesa. ou seja. não há corrente. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. pois 0. já que não circula corrente. logo a lâmpada fica apagada. maior será a condutibilidade dos cristais. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta. o diodo fará papel de uma chave aberta. nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. não circulará corrente eléctrica no circuito. Para a formação do cristal P. pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. dependendo da polaridade da tensão aplicada. utiliza-se principalmente o elemento Indio. a tensão ficará toda retida no diodo. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado. como nas duas figuras abaixo. no caso do diodo de silício. não haverá tensão no resitor. normalmente feitos de silício e germânio.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. Quanto maior a intensidade da dopagem. 0. assim. fará com que haja uma queda de tensão de 9. Para a formação do cristal N. e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado. Na polarização inversa acontece o seguinte. Dopando esses cristais com elementos trivalentes. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. Quanto maior for sua temperatura. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada.7 V.7 V ficam no diodo. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas.3 V na resistencia. uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P).

ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. uma com excesso de elétrons. Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo. 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. . Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm. além de indicar isolação quando ocorre o inverso. assim como qualquer componente eletrônico. haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. chamada de corrente de fuga. ele também está defeituoso e em aberto. gerando regiões de condução do cristal. Assim. pode-se verificar se ele está com defeito.Além da corrente. acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). Após dopadas. O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas. Testes com o diodo Os díodos. ficando em curto ou em aberto. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. que é quase desprezível. cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. outra com falta destes (lacunas). e entre ambas.Diodo semicondutor estrutura. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. Assim. o diodo pode danificar. se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo. que também é quase desprezível. ele está defeituoso e em curto. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N.

formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. CA vem de Corrente alternada. portanto. pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção. Corrente contínua. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência. Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC). isto é circula num só sentido. CC (DC). significa que os elétrons circulam em dois sentidos. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. A certa altura o potencial U . Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN . este processo dá-se devida assimetria de cargas existente. este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica.Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais.

à temperatura ambiente. não conduz reversa de 17 volts. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. e consequentemente . em polarização reversa. Por esse fato. acima da tensão de ruptura da junção PN. já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. Quando está polarizado diretamente. ou seja. Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. No diodo Zener acontece a mesma coisa.7 Volts para o diodo de silício. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa. para que a corrente elétrica comece a ser conduzida. A diferença é que. Símbolo do Diodo zener. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente. Na realidade. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente.6 a 0. no diodo convencional. chamada de corrente de saturação.5 Volts). a sua tensão de condução não é única.Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche).6 Volts no diodo de silício ou 0. conforme a curva não linear de corrente versus tensão. ao atingir uma determinada tensão inversa. existe uma pequena corrente inversa. o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer. Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0. causando o efeito Joule. Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. sendo considerada dentro da faixa de 0. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica.3 Volts no diodo de germânio.

5. 9. ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]). No diodo Zener. Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como. destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura.3 Volts. 12 Volts e 24 Volts. não sendo possível reverter o processo. existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt. Por exemplo. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx .15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC .1 Volts. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada.VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC . vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo. por outro lado. 6. mantendo constante a tensão entre os seus terminais. por exemplo. . É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série. 0. Quanto ao valor da corrente máxima admissível. o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa. existem vários tipos de diodos. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo.1 Volts.

deixar o cátodo positivo e a placa negativa. que são ligados a dois terminais na base da válvula. Uma vez aquecido o cátodo. Ao inverter a polaridade. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre. existe corrente eletrônica. Os eletrodos do díodo são a placa. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). os outros dois estando ligados ao filamento. e o cátodo. Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo. Diôdo vem de DI. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor. ou ânodo. quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. os elétrons não saltavam. quando inverso. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. .Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. composto pelo cátodo quente e pela placa fria. prefixo que significa o algarismo dois. e ODO sufixo que significa eletrodo. mesmo aquecido. isto é. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. isto é negativo.

mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit. fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. Ao contrário de uma EPROM. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação. eletricamente. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. que variam entre as 100.000 e 1 milhão. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior. ao passo que as células da memória flash só . porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez. Pode ser lida um número ilimitado de vezes. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. como as memórias flash. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM.

Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações.EEPROM necessitam de um. 236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • .

EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento. a revisão da BIOS. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. 27C128 27256. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. 27C64 27128. Para se programar uma EPROM. 27C256 27512. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS. apagamento. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV.bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas. e um aviso de copyright. 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. 27C32 2764. pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . é não-volátil. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. Uma vez programado. pela qual o Algumas EPROMS. é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. 27C512 27C010. como o exemplo ao lado. 27C16 2732. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash. O Gravador tipo Willem. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. Alguns microcontroladores. usam EPROM interna para armazenar seus programas. Em outras palavras. Isto é útil para desenvolvimentos.

Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais. • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array). etc. celulares.000 células. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis. circuitos que acompanham as televisões. isto é. construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional. Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. já vêm todos pré-programados.. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. uma forma de encapsulamento de circuitos integrados. com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. São basicamente buffers. Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia. • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador).EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS. Foi criado pela Xilinx Inc. • CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. macsymtec. O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). com. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA. Um FPGA da Altera com 20. Utilizando os CLBs. blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix). como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www.. O terceiro grupo é composto pelas interconexões.

da empresa Altera Corp. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional. 4. Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs.. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. o que implica perda do conteúdo armazenado. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. toda vez que o FPGA for energizado. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. ao mesmo tempo. . Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. por exemplo. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. Dessa forma. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. 3. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico.FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. Geralmente. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. por exemplo. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas. 2. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. uma alta densidade de portas lógicas. Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas. em 1983. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e. Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. e chaves de interconexão. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. pequenos microprocessadores e memórias. a empresa Altera Corp. blocos de entrada e saída. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. em função das necessidades de cada projeto. a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como. foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas.

6. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. Aplicando-se uma tensão. tamanho. entretanto é rapidamente reprogramável. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM. Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. 7. da mesma forma que uma memória EEPROM. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. capacitância e tecnologia de fabricação. a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. por exemplo. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais. . Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM. • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. esses fatores devem ser avaliados. Além disso. Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. entre 11 e 20 Vdc. especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM). Devido à volatilidade dessas memórias. Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais.FPGA 5. característica denominada ISP (In System Programmability). composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. resistência.Na escolha de um dispositivo reconfigurável. tais como. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos.

• FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos.Grupo de Engenharia da Computação . Webcast. Porém. CPLDs não têm.Novatec Editora. • FPGAs. Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor. muitas vezes. tipicamente. Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2]. Projetando Controladores Digitais com FPGA [1]. Cesar Giacomini Penteado. CPLDs são.LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies. Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos. são produzidos pelas mesmas empresas.Laboratório de Arquiteturas Dedicadas . Forum. Asynchronous-SOPC research. Alexandre César Rodrigues. The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO .).UFCG [17] . Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade. IP. existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1. ISBN 85-7522-088-8. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores. baseados em EEPROM. Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group.Centro de Informática da UFPE [16] LAD .Centro de Engenharia Elétrica e Informática . • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM. • CPLDs têm um tempo de resposta melhor.. Novatec Editora. Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] . Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez. tipicamente. Referências • César da Costa. são baseados em RAM.FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos. CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt.Grupo de Arquiteturas Dedicadas . • Edward David Moreno.Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA.000). notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo ..000.

vt. PI Componentes[18]. edu [16] http:/ / www. cin. ee. lad. dsc. Altera. htm http:/ / cas. html [9] http:/ / www. byu. duth. icmc. html [11] http:/ / www. com/ . ufcg. ufpe. php [17] http:/ / www. Maior fabricante de FPGA. com [7] http:/ / proteas. ac. usp. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. ca/ ~stevew/ projects. com. achronix. edu [15] http:/ / wiki. br [18] http:/ / www. es/ home. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. neu. ku. htm http:/ / www. ic. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. com/ [21] http:/ / www. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. toronto. ittc. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA. Segundo maior fabricante de FPGA. ece. ccm. uk http:/ / www. edu/ [13] http:/ / www. ece. gr/ index. novatec. br [19] http:/ / www. ubc. com/ products/ fpga/ index. br/ ~greco/ home. ee. eecg. wustl. com/ [22] http:/ / www. com. edu. Inc. na2.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. emlabs. br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. fpgaCentral. latticesemi. novatec. com. quicklogic. html [10] http:/ / www. Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. picomponentes. arl. cfm [20] http:/ / www. ece. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. html [8] http:/ / www. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. edu/ groups/ rcl/ index. ee. e lider do mercado. mathstar.

perpendicular à secção do cátodo. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico. se deve à sua proximidade ao cátodo. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo. Sua construção é de forma elíptica. a função do filamento. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. Já em lâmpadas fluorescentes. A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. podendo levar o dispositivo ao corte. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. ao centro. entre os eletrodos existe uma grade de controle. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica. porém. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. se for um tríodo. como o próprio nome já diz. No caso de lâmpadas incandescentes. .Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo.

Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples. aproximadamente 100 ohms. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). mas nos últimos anos. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. como com qualquer outro componente. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. e quando a luz é baixa. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo. É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. • Luz muito brilhante : resistência mínima. LDRs menores estão também disponíveis no mercado. geralmente acima de 1M ohms. Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele. nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo. Ver também • LED • Resistor . a resistência no LDR aumenta. Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. LDR.

seja liberada. que até então era livre. Na outra área do semicondutor. portanto mais baixa será a resistividade. Na região de contato das áreas. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. dentro da estrutura. entre outros componentes electrónicos. Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. contudo. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. elétrons e lacunas se recombinam. Já em outros materiais. também pode ser encontrado em tamanho maior. formando o semicondutor do tipo N. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor. isto é. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). Por exemplo. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. possuem ambos os dopantes (P e N). se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. Isso implicará. Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons . A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. menor será a perda de energia. a chamada barreira de potencial. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz).Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. deixando "lacunas" (ou buracos). A luz não é monocromática (como em um laser). Na ligação. que são os elementos básicos dos diodos e transistores. próximo à junção. como em alguns modelos de semáforos. na redução da Mobilidade dos Portadores. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. portanto. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . No silício e no germânio. o semicondutor torna-se do tipo P. como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. Neste caso. Portanto. A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. o semicondutor será do tipo P. Quanto maior a mobilidade dos portadores. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente.

e devem substituí-las a médio ou longo prazo. que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. Hoje em dia. Existem também os leds brancos. consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. A cor. pode acontecer na banda de valência ou na proibida. seu alto rendimento e sua grande durabilidade. Se o material semicondutor for puro. Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. de acordo com a concentração. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. um vermelho (R de red). mas a banda colorida é relativamente estreita. sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem.Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas. um verde (G de green) e um azul (B de blue). esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. a emissão pode ser vermelha ou amarela. que absorve a luz azul e emite a luz branca. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). Com o barateamento do preço. a luz emitida pode ser verde ou amarela. A recombinação entre elétrons e lacunas. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida". portanto. com o uso de outros materiais. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. violeta e até ultra-violeta. Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). e que são formados por três "chips". Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. . de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. Dopando-se com fósforo. revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes.

7V ou 2. Nos leds redondos. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds. os leds operam com nível de tensão de 1. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro. enquanto os leds azuis.0V.000 ou mais horas. os vermelhos com 1. violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Além de mais largo. os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1.3V. Brasil. se o invólucro for semi-transparente. Sendo polarizado. os verdes entre 2. Como o led é um dispositivo de junção P-N. sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor. os amarelos com 1. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. Nesse caso. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo. duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"). Nos leds retangulares. Mas.0V. Existem . alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente.6 a 3.Diodo emissor de luz 247 Em geral.0V e 3. ou por ser o terminal mais curto dos dois. A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW. e vice-versa. na cidade de Poá. sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. Semáforo de LED com contador regressivo. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos. Há também leds bi-colores. Assim.7V. São Paulo.5V. ou então deixam esse terminal mais curto. com um tempo de vida útil de 100.

limitando essa tensão reversa em torno de 0. everlight. VLED = 2 V: R1 = (12 . Assim. os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro. Como o diodo. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais. VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança. quando alimentado por tensão C. esse tipo de led é na realidade um "tricolor". com. essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas. sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique. podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais. já que além das duas cores independentes. uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada. e o terceiro comum às duas junções. br . o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED).008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos. Para fixação nesses painéis. Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA. é comum o uso de suportes plásticos com rosca.015 = 10/0. Vfonte = 12 V. com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele .2)/0.7V (tensão direta máxima do diodo).o LED . outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha. quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor. onde Vfonte é a tensão disponível. Por isso. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum). Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam.. Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). resultando na emissão de luz alaranjada. cada qual gerada em uma junção. Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED.fica no corte.A. 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www.015 = 680* R2 = (12 .008 = 10/0. Geralmente. Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos. Tipicamente.2)/0.

não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. é. Os chips modernos usam comportas de polissilício. e não há condução entre o dreno e a fonte. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. assim. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. e é quase sinônimo de MOSFET. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. mas ainda são chamados de MOSFETs. mas alguns fabricantes. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele.Vth .MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. principalmente a IBM. ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico). muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. há uma fraca corrente invertida. O transístor é ligado. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. A corrente do dreno para a fonte é. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS).Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. de longe. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. tais como o arsenieto de gálio. como o da fonte ou do dreno. onde as comportas (gates) eram de metal. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. controlado pela tensão na comporta. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . O MOSFET opera como um resistor. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais.

Retrieved Sep. org/ english/ policy/ 19991006/ technology. 250 Em circuitos digitais. "Social Conditions for Technology Creation" [1]. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.MOSFET O transístor fica ligado. 21ppi. pdf [2] http:/ / www. uma parte do canal é desligado. html . 16. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . 2005. Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999). os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. faqs. org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits .

com . ADCs de 10.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx . Estas possuem funções de entrada. comparador analógico. com/ msp430 http:/ / www. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits. com hardware-hacking. ubi.voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . de/ msp430/ index.MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. USARTs. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx .voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits. com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking. html http:/ / hardware-hacking. DACs. pt http:/ / www. etc. ti. etc. São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx . forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. controlador de LCD. amplificador operacional. 12 e 16 bits. saída e uma função especial de hardware como USARTs. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo. Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. msp430. elektronikladen.

. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts). Estas cavidades por sua vez. com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo.Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas.000 V no catodo). OBS. Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4. podendo causar queimaduras ou até câncer. IMPORTANTE . no caso do Magnetron. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. o que é feito. aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento.O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa. Funcionamento Como toda válvula termoiônica. pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. Assim.450 MHz. Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa.

normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. o magnetron está em curto e deve ser trocado. Muitas vezes. Se isto ocorreu. A maioria dos megafones atuais são elétricos. O ponteiro deve ir até o zero. Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). Se o ponteiro não mexer. Se o ponteiro mexer. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA. anúncios. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento. Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. etc. Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. eventos esportivos. o filamento está aberto (defeito raro). Megafone eletrônico. basta ressoldá-lo. O ponteiro não deve mexer. Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. Nos filmes. . os megafones são utilizados em manifestações.

flash drives USB (pen drives). dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive). trata-se de um chip re-escrevível que. ao contrário de uma memória RAM convencional. . desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba. MP3 Players.[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória.Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM. PDAs. Em termos leigos.

A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state).[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. apresenta menor consumo de energia elétrica. que permite detectar erros na transmissão de dados. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica. sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. evitando problemas de causa mecânica. A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço. contando com recursos como ECC (Error Correcting Code). Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. O Dr. não tem peças móveis. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos. NOR e NAND). a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. sua durabilidade e segurança. De acordo com a Toshiba. Sua resistência é de 10. Shoji Ariizumi.Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar. Além disso. latências e peso muito mais baixos. o compactflash veio a ser baseado nele. Masuoka. O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash. Califórnia. foi inventada pelo Dr. o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). variações extremas de temperatura. sendo assim.000 a 1.[1] . sua alta resistência. que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. Sr. já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais. e até mesmo imersão em água. pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND.[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory). seu baixo consumo de energia. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash.000.000 de ciclos de limpeza.

a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos. sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos. palmtops e firmware. isto é.[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade. desapareceram deste ramo. chegando ao mercado em 1988. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente.[3] . faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados. mas com a introdução do tipo NAND. mas com baixa velocidade. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. Foi a primeira a se popularizar. que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. Mas embora esses problemas existam. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. em blocos de células. a NAND e a NOR. Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. caso todos os blocos fossem bons. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes). Cada bloco consiste em um determinado número de páginas.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash.[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989. em vez de acessá-las de maneira individual.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso. e ao seu alto tempo de gravação nas células. As páginas são tipicamente 512. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash.

tais como a Intel. incluindo Intel. Por exemplo. Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados. A leitura é muito mais rápida na NOR. A versão 1. esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. A ideia de um drive de estado sólido. Porém. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14. • mecanismo de auto-identificação. pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados. Micron Technology e Sony . então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. incluindo a flash cache. A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND. Alguns fornecedores. permitindo assim a compatibilidade com câmeras.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. LGA-52 e BGA-63. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias. ou em número de “X” como 60x. mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48. formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. ruído. A NOR permite acessos aleatórios. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo. Dell e Microsoft.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. 100x ou 150x. o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. consumo de energia e confiabilidade. tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores.[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos. dispositivo ligado ao PCI Express. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória.Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes. torna-se atraente se considerarmos velocidade. ou SSD. computadores.[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. O custo da NOR é muito mais elevado. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. usando a flash como uma . escrever e apagar dados nos chips NAND.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados. Por exemplo.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar). Na prática. O tempo de acesso influencia no desempenho. enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória. • um comando padrão estabelecido para ler. comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND .

br/ site/ noticias/ materia_especial. com. O circuito integrado de um Intel 8742. [4] Carlos E.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008. interfaces de entrada e saída de dados.Flash memory (http:/ / en.ATA. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos.Memoria flash (http:/ / es.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. memória e periféricos de entrada/saída. wikipedia. 2048 bytes de processadores.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. Morimoto. [5] Wikipedia Español . EEPROM para armazenamento permanente de dados. SATA. dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC). e. pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip. Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. é controlador embutido. php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . O seu consumo em geral é relativamente pequeno. php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008. portanto. Um outro nome para o microcontrolador. [2] Emerson Alecrim . infowester. lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008. contendo um processador. barramentos e afins (http:/ / wnews. Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. 128 bytes de RAM. no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. wikipedia. com/ cartoesflash. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. uol. guiadohardware. como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados. É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. memória somente de leitura para armazenamento de programas. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz.

Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. rádio relógio. e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. etc. como por exemplo o acionamento de uma tecla. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. firmware e circuitos. disco rígido. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. custo e consumo de energia. o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados. como sistemas de controle de motores automotivos. controles remotos. dentro do monitor. etc. máquinas de lavar. É erro de projeto superdimensionar. a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. Você está certamente cercado de dezenas deles agora. Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto. máquinas de escritório e residenciais. telefones. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. forno de micro-ondas. sistemas de supervisão. onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir. Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. brinquedos. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. De forma oposta aos microprocessadores. Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. ou um sinal que chega via uma interface de dados. juntamente com o seu baixo custo. fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. Por reduzir o tamanho. relógio de pulso. De forma diferente da programação para microprocessadores. como os motores a combustão. . aliados a facilidade de desenho de aplicações. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples".

Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) . estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM. cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation. • 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004. cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola.

Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .

Inc.) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. (Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi. org [2] http:/ / www. com . • BASIC Stamp Renesas Tech. scienceprog.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. picguide. Corp.

USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1]. Como ferramentas de desenvolvimento. Para tal procedimento. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. TQFP. que processam dados de 8 bits. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits.Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . SOIC. CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller". placas de protótipos. Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos. etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C. de 16 bits e. . Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores. SPI. de 32 bits. EEPROM e OTP. acoplado a um PC rodando Linux ou Windows.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23. com recursos de programação por Memória flash. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento. C. utiliza-se um gravador apropriado. etc.consumo de nano Watt CRC .Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology. DIP.Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. encontram-se disponíveis: gravadores. depuradores. emuladores. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. mais recentemente. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções). Funcionam com tensões de alimentação de 1.

Ele tem pipelines marginais (2 estágios. as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados. indireto. A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip. Esse modelo está obsoleto. mais instruções (58 de 16 bits). com 2 ciclos).R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). 1 de busca e 1 de execução). Existem até 31 registradores diretos. R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. mais registradores (232 a 454). O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. com os PICs como seu produto principal. Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp. . comparado com os 144 do Z8). O PIC16x é muito simples. que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. embora R1 a R8 também tenham funções especiais . o sucessor do 1600 mais comum). e relativo. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa. O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650. um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic).Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). mais um acumulador W.

Como parte da estratégia. Era um microprocessador razoável. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. Ele era projetado para ser muito rápido. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade. one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. embora mais lenta que a proposta de Harvard. derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. no começo dos anos 70. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. não pensava particularmente assim. O PIC usava simples . o EPROM. que eram essencialmente semicondutores de potência. dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. contudo. O mercado. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. incluindo a fábrica em Chandler. de Peripherical Interface Controller em inglês). O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments. Antes disso. mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. por volta de 1975.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. (subsidiária integral). o conceito de ser baseado em CMOS. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. no Arizona. o CP1600. a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. Apesar de ser uma boa CPU. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. na realidade a marca é PICmicro. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. chamada Arizona Microchip Technology. No final dos anos 80.

UARTS. 266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável. org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial. br/ novidades. htm [7] http:/ / www. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. núcleos de controle de motores. Os PICs contudo. wikipedia. mikroelektronika. Em 1985. pictutorials. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. o que na época era obsoleto. etc. wikipedia. com . e e embora o termo não tenha sido usado na época. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). e os novos donos cancelaram quase tudo. com. artimar. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. wikipedia.) e memória de programa de 512 a 32k palavras. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. co. com [6] http:/ / www. microchip.

é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim. • Cardióides . que é de facto uma tensão de polarização. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. eram designados como microfones de velocidade. De facto. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. shows e na transmissão de rádio e televisão. No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua. Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais).Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula. aparelhos auditivos. Microfones são usados em muitas aplicações como telefones. água ou num material sólido) em um sinal elétrico. • Super e Hiper-Cardióides . os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . sua captação é reduzida.seja no ar. • Bi-direcionais . Os famosos microfones da RCA de meados do século XX. Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. Desta forma.Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. porém.Captam além dos sons emitidos na sua frente. sem que haja microfonia. o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. parte dos sons emitidos na parte de trás. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade. . Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador. mas como o microfone possui massa. os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. gravadores. História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz .Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º).Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. Exemplo de microfone. chamada de phantom power.

Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna. o que origina um muito maior gradiente de pressão. como se de uma mola se tratasse. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo. Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana. Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica.5% a 1000Hz . O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0. onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. inferior a 600 ohm. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. no caso dos microfones de condensador. em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. caracterizando a sua eficiência. uma fina camada de ar. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica. no caso dos mics dinâmicos. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm.

Um microfone comum de computador. como telefones e computadores. na amplificação do som ao vivo e em gravações.Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio. Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil . microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos.

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. capacitores e diodos). por meio de furos metalizados denominados de barrel. Tendo isso em vista. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. conectores de diversos tamanhos. Os componentes PTH são fixados na PCI. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. porque são mais fáceis de lidar. Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH. é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. inserindo parte na placa. finalmente. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0. Resistores through-hole. protótipos. inserir e soldar.2 mm) maior do que o diâmetro do terminal. técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos.008” (0. .

medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1]. André Luis de. Faculdade de Jaguariúna. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. faj. Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . 2006. Referências [1] http:/ / bibdig. ou seja.Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. utilizado para controle. br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta.

memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). ou seja. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem.PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento. A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória). permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos. Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1. Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. de 12 a 21 volts).[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). ao contrário do que acontece com a memória convencional. A sua velocidade de processamento também é maior. O rebentamento de um fusível abre uma ligação. o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5. significa que. onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final). Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC.5V. Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos. Read-only. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) . ou só de leitura. 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom. A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0.

não confundir com Placa de Circuito Impresso. isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica. br/ noticias/ noticia. do dispositivo. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City. com. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www. havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. • EEPROM. o níquel. inovacaotecnologica. & #32. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. literalmente.PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. inovacaotecnologica. estes elementos são o ferro. os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito. vestindo aos eletrodos internos . A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica. existe uma placa metálica. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. com. Díodo termiônico.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. visto que uma das implementações originais incluía queimar. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. pois. cátodo e grades.Página visitada em 2009-06-29. Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. de forma a irraiá-lo para fora. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada. filamento. o carbono e o tantálio. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM. Nova Iorque. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. Sendo que naquela época. php?artigo=010110060605). Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . br. http:/ / www. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo.

Por exemplo. Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11. RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). através da Comissão Federal de Comunicações (FCC). menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. ou seja. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Estes padrões de interface são mundialmente usados. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA.Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. RJ14. mas não a instalação elétrica. RJ45. Eles substituíram os conectores mais vultosos. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica. que era na ocasião era o único padrão. Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector. Utilizado para controle. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC. Em janeiro de 2001. etc. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. . O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta.

para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. com. para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www. Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C. Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC. informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. "RJ22": 4P4C ou 4P2C. (Veja cabo Categoria 5). "RJ10". arcelect. htm . as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. accesscomms. au/ reference/ RJreference. com/ RJ_Jack_Glossary. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. incluindo Ethernet. não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. • "RJ45": 8P8C. os próximos dois formam o segundo par. htm [2] http:/ / www. para parte superior do telefone.RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado.

a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia. Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele.como acontece com ventiladores. Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo. E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai. equação geral: U=E'+r.usp. porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia.br/ . bombas de água e carros eléctricos.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes. no que diz respeito à corrente.if. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica. Vemos que. contanto que esse outro tipo de energia não seja calor. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores).i http://efisica. Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico.

corrente que vai para o motor. Para evitar tal fato. o par bimetálico se deforma. tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. pois a instalação em uma ou duas fases. o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. Função Também chamado de relé de sobrecarga.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. Este aquecimento é prejudicial ao motor. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor. promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. Sua fabricação se dá. no caso do motor trifásico. caso haja aquecimento. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente. pode não ser o bastante para proteger o mesmo. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. ou mesmo de relé bimetálico. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase. conforme tabela abaixo. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. O relé térmico é uma réplica do motor. caso seja superior ao limite de ajuste. Tempo de disparo a partir do estado frio .

M.. 2. SP. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores.2Ir 1. São Paulo. ed. J. S. pdf/ .5Ir 7. Circuitos de Motores. LOBOSCO. [1] Referências bibliográficas 1. L.351.Relé térmico 279 Classe 1. FRANCHI.. Acionamentos Elétricos. 4. Referências [1] http:/ / www. 1998 – (Série brasileira de tecnologia). SP.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. Editora Érica. Seleção e aplicação de motores elétricos.05Ir 1. da C. P. 2008. P. McGraw-Hill: Siemens S. C. edu. São Paulo acesso em: 26 maio 2010. DIAS. O. faatesp.A. 250p. São Paulo.

Introdução Um simples relé eletromecânico. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas). é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo. No caso do Relé eletromecânico. acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos.usina hidroelétrica . nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. pães.e que chega a nossas casas e industrias. nos processos de fabricação de alimentos. um campo eletromagnético é gerado. protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não. estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos. criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. biscoitos que consumimos.Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente. É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. como o da imagem ao lado. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé.este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil . São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros. Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). Sendo assim. uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito. nas linhas de produção das peças que os compõe.

Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. não tenha sido o primeiro a registrar a patente.Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830. mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico. de 1846 até à sua morte. 32 anos depois. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey. seja qual for sua natureza. a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). À frente deste Instituto. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso). foi batizada de henry. • Terminais . adaptando esta aplicação através de bases/soquetes. IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais. *Terminais para conexão em Bases (Sockets).estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. Em 1832. enquanto construía eletroimãs. Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. Para aplicações industriais. estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. embora mais uma vez. Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância. • Mola de rearme. • Armadura de ferro móvel. é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua. magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. . desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana. onde se exige uma facil reposição e manutenção. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. inventado por Morse e Wheatstone. em reconhecimento do seu trabalho. Joseph Henry Após a sua morte. • Conjuntos de contatos. mais tarde conhecido como Universidade de Princeton.constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético.

Em uma aplicação de baixa tensão. comuns nas partidas de motores industriais. Então quando energizado. a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. Alternativamente. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. através do terminal. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação. a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. Enquanto a bobina se mantém desernegizada. pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). a depender da função do relé no circuito. Os relés. Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica.Normal Open (inglês) . é substituída pela força da gravidade. Quando a corrente na bobina é desligada. o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito.Normal Closed (inglês) . Quando uma corrente elétrica passa através da bobina. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. . Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. a sua posição relaxada. atraída pelo campo magnético gerado. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). uma rede de proteção de contato. ou conjuntos. Quando a bobina recebe a corrente elétrica. um diodo é freqüentemente instalado na bobina. também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. • NC . No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso. Então temos no relé uma bobina. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB). Para ilustrar melhor. Há casos também. o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel. isto ocorre para reduzir o ruído. se os contatos foram abertas. sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). isto ocorre reduzir a formação de arco. a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética.normal aberto Em alguns casos. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada. O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). e vice-versa. a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. que é soldada ao PCB. consistindo de um capacitor e resistor em série. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. de contatos presos a molas. o contato é atraído fisicamente.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. em que a força da mola. exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé.normal fechado • NO . dependendo da função do relé. uma armadura de ferro móvel e um conjunto.

. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. que pode ser por exemplo carbono ou silício. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). que possui como unidade ohm. lâmpadas acesas durante o dia. É comum encontrar na iluminação públicas.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. através de seu material. ou então usando um ohmímetro. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. ou SMT. Utilizando-se disso. porém há uma queda de tensão. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais. é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal. ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). Alguns resistores são longos e finos. a partir do material empregado. conforme norma brasileira. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica. Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. com o material resistivo colocado ao centro. placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis.

d. aproximadamente 6. Um resistor tem uma d. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita). Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. através de um objeto é dada por uma simples equação. Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. e é a área da secção transversal. que diminui a superfície disponível da área. ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. Resistores com tolerância menores. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior. o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin. também estão disponíveis. A maioria dos metais são materiais condutores. e R é a resistência em ohms. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima. uma unidade SI. Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts. o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica. e corrente máximas de trabalho. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e .241506 x 1018 elétrons por segundo. Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. como 20 Watts. um pedaço de plástico. Em resistores codificados com cores. Na prática. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. A relação entre tensão. de qualquer material é um tipo de resistor. Qualquer objeto físico. o material do objeto é chamado de ôhmico. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. R é constante—ao longo de uma gama de valores. também chamados de resistores de precisão. que é determinada pelo tamanho físico. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada).p. por exemplo).d. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). O corpo humano. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. e corrente especificadas. Além disso. A medição crítica de um resistor é a resistência. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente. uma corrente com a intensidade de 1 ampère. e inversamente proporcional à área da secção transversal. 1/4 watt e 1/2 watt. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores.Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. diamante. estão disponíveis. chamados valores preferenciais. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas. apenas uma série limitada de valores. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente. corrente e resistência. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos.p. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância. é o comprimento. pelo mesmo. Isolantes (tais como ar. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra. uma faixa dourada significa 5% de tolerância.

onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. são um caso particular. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. . visto que em vez de metais usam semicondutores. ou como "trava" em circuitos eletromotores. Geralmente são utilizados com altas correntes.V. Quando a temperatura se eleva. Os termistores PTC e NTC. Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas. rodando manualmente. mas com coeficiente negativo. Os metais mais usado são a platina. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. por exemplo. têm uma resistência de 100ohm. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. a resistência do PTC aumenta. Reostato é um resistor variável com dois terminais. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. 1000 porque à temperatura 0 °C. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100). Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. e instrumentos de medidas. sendo um fixo e o outro deslizante. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Metal Óxido Varistor ou M.O. Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. sua resistência cai. Quando a temperatura sobe. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. em série com a bobina desmagnetizadora.Resistor capacitância. a resistência também sobe. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). ou seja se a temperatura sobe. por isso alguns autores não os consideram resistores. A relação geralmente é directa.

de acordo com a intensidade luminosa incidida.Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: . A relação geralmente é inversa. Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa.

82.74.42. 7.02. 4.99. 6. 7. 8. 3.42. 6.96. 1. 5. 6. 2. E12.22.13. 1.70.01. 2. 5.10.96.2 2.2 1.52.03.77.13.34. 4.15.14. 6.23.69.40. 5. 6. 2.80.25 0.64. 3.27.81.24. 1.11.37.05. 2. 9. 7.09.48.11. 1. 9. 7. 4.54. 1. 1.77.00. 1.68.53. 2. 3.18. 1.32. 6. 1. 9. . 1. 2. 5. 6.10.1 5.37.32.76. 4. 2. 1.12. 5.65. 7.57. 4.83. 2. 1.01. 2. 1. 3.42.43.25.26. 1. 3. 8.91. 5.45.27.81.16.3 3. 4. 5.23. 5. 4.94.10 . 4.15.36.61. 2.15.23.57. 2.71.4 2. 1.1 1.58.87.12. 1. 1. 1. 8.45. 2. 1.67.09. 7. 1. 1.26.01. 1. 4. 2. 1.26.31. 5.76. 4.36.84.87. 3.34. 6.67. 4. 1. 1. 3. 3.16.74. 2. 1.88. 3. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1. 3.05. 1.35. 2. 1.49.11.6 1. 1.04. 5. 7. 8. 5. 2.09. 8. 7.36.48. 8. 6.07.53 Série E96 1.37.49. 3.06.09.55.76 Série E192 1. 1. 4.00. 7.24.12.2 Série E12 1.76.69.1 Séries E48.09. 1.06.25.32.02. 3.55.37.15.98. 2. 2. 4.36.76.67. 3. 7.18.37.0 2.88. 6.79.40. 1.05.87.53. 1. 1.7 4.8 6. 1. 2. 6.33. 2. 2. 2.20.23. 3.47.53.02. 9. 4.27. 5.05.74.74. 9.50.87. 1.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0. 1. 1.15. 5.2 1.62. 1.64.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10.23.58. 8. 1. 2.56. 8. 1.30.81. 4.42.93. 1. 1.59.15.49.87. 1.21.94. 1.19. 1.07. 2.91. 2.32.3 3. 8.57.49.69.2 6. 3.59.06.8 2. 1. 2.7 3. 3. 3.06.3 4.45.49.9 4.05.49. 3. 6.65. 5. 1.92.33.80. 2. 1.33. 5.25. 1.97.96. 5.15. 2. 1. 2.48.72. 3. 9.34. 2. 2. 1. 9. 1. 1. 4. 1.2 9. 2.02. 1. 3. 6.5 1.69.22.87. 7.7 5. 9. 1. 2.43.35.28.49.43.90. 1.0 Série E24 1.32.83. Séries E6. 1. 2. 2.82. 2.40. 9.76.66. 2. 7. 3. 1. 1.17. 3. 9.92. 4. 6.87. 1.50. 6.17.32.05. 4.65. 2. 4.98. 1. 3.89. 3. 3. 5.10.07.02. 3.48.90.83.49.66. 2. 6. 1. 1.8 8. 1.68. 5. 5. 3.41. 8.09.22.04. 2.3 3. 3. 6. 1.2 2. 9. 1. 2. 1.21. 1. 1.90.5 1.61. 9.0 1.20.58.16. 1.37.7 3.98. 7. 8. 1. 4. 1. 2.87.8 7.29.81.43. 2. 6.46.01.78.30. 2.08.30.56. 3. 2.05.90. 1. 2.54.19. 3.47. 7.96.32.62. 4. 2. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1.11. 1.17. 1.70. 3.27. 4.18.93. E96.04. 1.21. 4.5 1. 5. 1. 2. 7. 7.3 1.62.74. 8. 1.52. 3. 4. 1.91.8 2. 5.44. 3.65.50.19. 6.64.87. 1. 6. 1.87.52. 3. 5.65.0 3.54. 1.87.26.49.5 0. 1. 3.47.40.53.32. 3. 9.15.12.56.61. 3.64.97. 6. 2. 1. 3. 4.6 3. 2.66. 2.98. 2.65.78. 4.24.15.87.75.64.83.13.75. 2.42.00.65. 1.29.80. 7.6 6. 2.00. 2.10. 8.61. 1.50.87. 4. 1.6 6.31. 4.24. 6. 6. 8. 4. 1.62.40. 3.2 2. 8. 7.73. 1.1. 2. 9. 5. 2.99. 1. 8. 4.26. 1.16. 4.87.21. 3.5 8. 2. 2.32.0 1.32.38. 1.62.42.78.42. 8.9 4. 4.62.7 5. 4. 4. 5. 1.05.19.40. 1. 7. 5. 3. 5. 1. 3. 1.74.74. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10.98.65.21.60.50.84.00.

lalena. feiradeciencias. Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. net/ public/ code/ cp_dpage. com/ pots. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. html http:/ / www. esta sempre resultará numa única resistência total. resistor fotosensível ou fotoresistor. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req.eletele.br/produtos_resistores. asp http:/ / www. com.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. br/ sala12/ 12_T02. htm http:/ / www. estrela e triângulo. technick. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound. seas. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . sendo elas denominadas de série. Qualquer que seja o tipo da associação. upenn. Efeito Joule ELETELE http://www. jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor. htm http:/ / www. westhost. edu/ ese/ rca/ calcjs. paralelo.com. interq. or.

com/catalog/Category/ ceramic_resonator. videocassetes. aparelhos eletrônicos automotivos. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões. tais como televisores. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório. Ressonador cerâmico de 4MHZ. sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c. br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados. pdf) (em inglês). Universidade de Brasília. copiadoras. também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www. câmeras. controles remotos e brinquedos. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. com diferentes tipos de footprints.htm) (em inglês) . sintetizadores de voz. datasheet (http:/ / www. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT. que geralmente conduz o titanato de zircônio. unb. lara. datasheet (http:/ / www. A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. pdf) (em inglês). Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. com/ store/ pdf/ zttr. Departamento de Engenharia Elétrica . que tem funções como um ressonador mecânico.oscilent. telefones. microchip. Quando a voltagem é aplicada. Séries AWSCR.[3] • Além de circuitos impressos. abracon. pdf) (em português). equipamentos de comunicação. ecsxtal. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. Página visitada em 27 de janeiro de 2010.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos. pdf) (em inglês).ENE.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo. avr. pode produzir oscilações numa frequência específica. Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho.

"vídeo separado" em inglês). . Conector padrão S-Video de 4 pinos. o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. colour) são transmitidos em pares separados. PAL e SECAM). Visão geral Os sinais de luminância (Y. Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado. greyscale) e a informação modulada da crominância (C. como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. No vídeo composto. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. como o RGB. O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. PAL e SECAM. para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados. também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). porém são sincronizados. para a informação do Luminância. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). que carrega o sinal inteiro em um pacote. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). evitando assim as perdas do sinal de vídeo. Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC.S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente". Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. Assim. diferentemente do vídeo composto.

levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. onde a padronização é falha. Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. O S-Video não transmite sinal de audio. interface encontrada em TVs. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. é necessário um conector de audio. Portanto. ws/ s-video-pinout. tocadores de DVD (DVD players). html . funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts.S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA. Canadá e Japão. videocassetes e vídeo-games.

Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. dois dos quais. e o terceiro terminal. ocasionando seu desligamento. Símbolo comum de um SCR. depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção. formam um diodo bipolar. denominados anodo (A) e catodo (K).SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier . denominado gatilho. por três terminais. Composto. é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo. Quando não está em condução. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo. Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . geralmente. que é usado para controle. Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista.

. Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin. e hoje permanece praticamente desconhecida.Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. da television technology fame. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A.

Com um bit selecionado. finalmente. Quando a tendência na grade fosse derrubada. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada. um axial. a placa de sinalização. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. A escrita é realizada por selecionar um bit. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. todos. como acima. Como o desenvolvimento se arrastou. um radial. e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. e em seguida. o custo e a falta de disponibilidade. Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito. quando em plena produção. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. enviar um pulso de potencial. formando uma grade cilíndrica e. . Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. no início dos anos 1950. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. positivo ou negativo. os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico.

rand.(Ed. Gian-Carlo(Ed. A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês). J. ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www.(Ed. 465-469. significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga. org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 .). [1] Metropolis. Rota. Howlett. 1980.  New York: Academic Press.Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo. p. Se o dielétrico para este bit contém uma carga. os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização.). A ausência de pulso. N.).

com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. História Em 1874. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores.org/mark1/moore. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt). A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias. Em 1878 e 1879 David E. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db.htm) • História do Selectron da RCA (http://www. Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273. oposta à do elétron.U.U. Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante. a princípio como curiosidade. semicondutor ou isolante. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo.A.school/selectron.computer50. pois foi percebido ao acaso pelo cientista.stanford. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução. 2494670 (http://www.RCASelectron.com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes.A. Introdução De uma maneira geral.google.google. Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor. o diodo. 2604606 (http://www. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos. microprocessadores.Selectron 296 Patentes • Patente E. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro.15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva. e- . Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes. e nanocircuitos usados em nanotecnologia. isto é a banda de valência.

Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. As propriedades destes elétrons. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores. A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório. Esta diferença nos gaps permite. Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. . Se a placa for exposta à luz. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. isso é. desde que esteja escuro. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. Ele define quão condutor é um material. fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. entretanto. Já os semicondutores.Semicondutor 297 Poços. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. através do uso de semicondutores diferentes. quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução. elétrons livre). E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. possuem um gap grande quando comparados aos metais. apesar de na verdade ser um plano quântico. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços. mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. Se agora o processo for novamente repetido. chamada de ponto quântico. ou seja. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. Isto cria uma fio quântico. o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. quanto menor o gap. aumentando assim a condutividade do material.

i = corrente que atravessa o solenóide. Sua unidade é o Tesla (T). no SI é N = número de espiras.Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. Sua unidade. (no vácuo) Ver também • Corda magnética . expresso em metro. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto. µ= permeabilidade magnética do meio. l = comprimento do solenóide.

Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. O TRIAC faz parte da família de tiristores. Para circuitos de maior potência. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada. Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate). o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte.TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. Contudo. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos. como motores elétricos. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. quando usado com cargas indutivas. Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. controles de velocidade para ventiladores entre outros. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo.A. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada. é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. Uma vez disparado. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). não importando a natureza da carga. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo.

permitindo o aproveitamento de ambas as faces. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui. Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. br/ Dicas/ Dica02. Na indústria. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). htm [2] http:/ / www. novaeletronica. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma). do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. SMT .Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. Daniel Roberto Garcia. com. htm . tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole. dimopel.Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive. podendo ser contatos chatos. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. Os terminais também variam de formato.

• PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura. Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura. Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. que. Conforme a curva característica do termístor. A termiônica. Outra aplicação corrente. foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. no sentido eletrônico.Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. no caso a nível industrial. é a medição de temperatura (em motores por exemplo). em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Termístor do tipo NTC .

podemos citar o SCR e o TRIAC. em inglês Holding Current (IH). e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. em osciladores de relaxação. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. geralmente em torno dos 30V. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. mas devido ao seu disseminado uso na indústria. Se esta tensão. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. Para os SCRs. O SCR é apenas um tipo de tiristor. também da classe dos tiristores e de junção PNN. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. com uma brusca queda da impedância do mesmo. for ultrapassada. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. uma vez iniciada se mantém. Uma vez comutado para o estado de ligado. . mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. o SCR comporta-se como um diodo normal. também pelo terminal de controle. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). que operam em regime de chaveamento. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês).Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução. A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. ou gate em inglês). chamada comumente de Tensão de Ruptura. Em sentido inverso. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. apresentando um comportamento funcional biestável. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão. A condução. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. Como exemplo de tiristores. que normalmente pode ser de curta duração. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução. o sinal de controle é um pulso de corrente. No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta. o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta.

com quatro pinos chatos.Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás. três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. Ele utiliza um grande plugue. Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico. um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. com 4cm x 4cm. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás. .

ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente. ou circuito magnético. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência. . O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado. Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro. No caso dos transformadores de dois enrolamentos. reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. que "acopla" essas bobinas. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. como aço. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário. no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. transformando tensões. para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes.

seja no núcleo. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. ditos transformadores com núcleo de ar. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a. infinita. sendo o fluxo total. Transformador em vazio Considerando. ou seja. alguns com núcleo ferromagnético.’s. outros sem núcleo. e . 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro. Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. o mesmo fluxo. Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou.m. seja nos enrolamentos.e. são em geral de baixa potência. todas concatenam. e o circuito magnético é fechado. no caso ideal. Há outros tipos de transformadores. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito. Transformador com blindagem eletrostática. ou “abraçam”. Transformador com três enrolamentos. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação. um transformador ideal. que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. e ainda aqueles com núcleo de ferrite. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. as f. Além disso. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo. o mesmo em ambas as bobinas. já que se desprezam . escrevem-se como: → ∞.Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor).

asp [2] http:/ / andros. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração. br/ sala13/ 13_24. com/ tut_darlington. com. feiradeciencias. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. berkeley. e para transistores de silício é superior a 1. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. com. unicrom. asp http:/ / www. br/ sala14/ 14_T01. asp http:/ / www. consiste da soma das tensões base-emissor. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. por isso pode tornar-se facilmente instável. Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. asp http:/ / www. feiradeciencias. br/ sala13/ 13_42. por estar todo integrado. eecs. com. apresenta uma maior defasagem em altas frequências. br/ sala13/ 13_25. asp Transistor Darlington Na eletrônica. Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e.2V. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). pdf . A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. A tensão base-emissor também é maior. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. com. Comparado a um transistor comum.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. feiradeciencias. feiradeciencias. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www.

História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934. enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. htm . O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo. que. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. Por sua vez. br/ componenteseletronicos/ index. os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação. htm [3] http:/ / www. • MOSFET tipo Depleção. com/ electricity/ inventions/ fet. como o próprio nome diz. patent-invent. com. br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT. Transistor de Efeito de Campo. em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. electro. ufrj. gta. FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. html) [2] http:/ / geocities.Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. yahoo.

BJT. Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. também designados parâmetros híbridos. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais. depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. ao centro. portanto. aos seus inventores. perpendicular à secção do cátodo.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. como o próprio nome já diz. por menor que seja a variação de tensão na grade. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga . e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts. O objectivo dos inventores. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. amplificação. (bipolar junction transistor. TJB. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. Até hoje. Válvula termiônica (Triodo). Tríodo Tríodos ou triodo. produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação.positiva (lacunas) e negativa (electrões). isto é. uma grade de controle. . utilizam os parâmetros g. Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. Corrente anódica A corrente anódica num diodo. no caso do triodo. é o tipo de transístor mais comum. tinham muito baixo rendimento. isto é. é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. em inglês). A construção da grade é de forma elíptica. também designados parâmetros de transcondutância. e que valeu o Prémio Nobel. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest.

e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática).Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. na ordem dos 10. ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. 1. Canhão de elétrons 3. 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico. A primeira televisão era de madeira. Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. podendo levar o dispositivo ao corte. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética. Bobina de centralização do feixe 5. quando foi inventada a televisão. Placas defletoras horizontais e verticais 2. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. que em português significa "tubo de raios catódicos". revestida de fósforo . Thomson verificou a existência do elétron. um canhão eletrônico. verde. usado em televisões e monitores coloridos. J. Por isso. em 1897.000 a 40. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun. e à saturação. o físico J. uma máscara de sombra. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor. Foi em um tubo de raios catódicos que. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma.000 Volts dependendo do seu tamanho. Feixe de elétrons 4. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. azul) História Os CRT's surgiram em 1924. também conhecido como Cinescópio. um cone de vidro. nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal. Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas. Face interna da tela.

o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. através de reações químicas. a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. a sua aplicação à borda do painel. A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios.Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. são fundidos no esmalte em alta temperatura. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). montado em uma fase anterior do processo. lavada e passa por um processo de enegrecimento. tal como paládio. dos feixes eletrônicos vermelho. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. Depois de seca. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. o qual em seguida é fechado. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. Após várias medições e operações de acabamento. platina e eventualmente ouro. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. Matching No Processo de Matching. seu resfriamento e conseqüente contração. o vácuo é formado no interior do bulbo. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas. . Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. além de terras raras. a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. Neste momento o bulbo se torna um tubo. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. para que se combine com possíveis átomos residuais de gases. por toda a tela. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone. uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. Nas áreas que foi exposta. verde e azul. Esta operação é chamada “matching”. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência.

aqueles com válvulas termiônicas. . A. tal como “camisas de lampião”. ainda hoje no Brasil e em outros países. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente . 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background. porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. Já os televisores mais antigos. para evitar transtornos a população. . JONES R. Aparelhos antigos. no meio ambiente. Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. possivelmente cumulativas. The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. GRAY E. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem. Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico. para evitar graves contaminações. mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado. tal como o tório. Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los.o mesmo principio de tratamento por tório. . Lembrando que. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube.Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. podem conter maior quantidade desses componentes. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. . costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. L. the use of naturally occurring . W. contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras. O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. porém em diminutas quantidades. TROYER G. apesar de não ser absolutamente certo isso . contatos de relés e etc.por estar entre os segredos de fabricação-. Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem.

[Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins. Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. A sigla deriva do nome em inglês.Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. This paper presents the results of these surveys. Hagerstown. . MD. O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL. 35400011931012. the results of gamma spectroscopy.0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos. and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. Cote INIST : 9288 S. Válvula de potência ainda fabricada. Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta). nofev. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS.

a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. receptor de elétrons. pêntodos. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. diagrama simplificado. etc. Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. . Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. que. dependendo de sua polarização. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. a placa. emissor de elétrons. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. cuja função é aquecer ao cátodo. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. para a placa estando negativa. o cátodo. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. ou ânodo. Válvula tríodo utilizada em 1906. a grade de controle. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. sempre haverá Efeito Édison. Diôdos Diôdos termiônicos. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa.Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. Diôdo Termiônico. O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. não importando a oscilação da tensão. ou placa. a intensidade de corrente será sempre a mesma. o filamento.

O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos. especialmente a guitarra elétrica. será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. estando a temperatura de cátodo constante. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. Os amplificadores valvulados. Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. . possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. tida como melhor que os transistorizados. onde todos os elétrons serão absorvidos. Atualmente. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. mesmo com altas taxas de distorção. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras. que também são conhecidos como high end. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. contudo. que possuem um som mais aveludado e macio. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. os elétrons de carga espacial são atraídos. há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'.Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. portanto o fluxo de corrente será baixo. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. Aumentando a tensão de placa. funcionando como retificador.

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desarme. sua resistência diminui. Assim. Os varicaps . Uma metal óxido varistor 385 volt . e no caso de picos de tensão de maior duração. protegendo o equipamento a jusante. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos. Isto é. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito. diodo varicap. Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). tal como em filtros de linha. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos . por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta. são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. Quando reversamente polarizados. por exemplo. a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. desconectando o circuito da fonte de alimentação.Varicap 316 Varicap Varicap. desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra.

5%CoO-0. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários.5%MnO-0.S. para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO). Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. nota-se que quanto maior o valor de . É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC. Kosman e colaboradores (1961) e S. Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. S. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. Matsuoka e colaboradores. sendo essas porcentagens molares. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores.Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. quando Kh. Em 1971. que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2. a base de (Sn. . corrente de um varistor obtida experimentalmente. D. Atualmente. A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas. Valee e M. Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores.5%Cr2O3. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. I é a corrente que circula pelo componente. para utilização em altas tensões. Dessa relação.

tais como surtos na rede de alimentação. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. ou seja. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). podendo existir a possibilidade de início de fogo. que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. normalmente medido em J joules. Uma vez excedido esse limite. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). são utilizados fusíveis de proteção. o varistor queima. os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. . Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. Isso resulta em queima do componente. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica. 99% deles. já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule). os quais suportam maior nivel de energia passando por ele. Infelizmente. não possuem proteção térmica. já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. ou seja. evitando que o filtro cause algum incêndio. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica.

manter e operar esta máquina.Rede Básica Brasileira Os consumidores. órgão regulador do governo brasileiro. eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis. O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem. Sistema Elétrico de Potência . estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas. Além disso. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas.Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. transmissão e distribuição de energia elétrica. . Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. confiabilidade e continuidade no fornecimento. Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica. Qualidade.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada. sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor. devido ao movimento igual de rotação. Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina. . A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. por exemplo. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma. Comparemos.Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. Estator (armadura) Parte fixa da máquina. que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor. ou seja.

Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. a gás ou a vapor. e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. está como uma ilha de potência). Assim. tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. . além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. a fonte de energia mecânica pode ser. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. uma turbina hidráulica. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas. por exemplo. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. e como o pólo do campo girante do estator está a girar. logo. a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. Além disso. Com o surgimento do torque. de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos.

normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. No entanto. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista". Nos países de Língua Inglesa.Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. numa escola de formação náutica especializada. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. diretamente subordinado ao chefe de máquinas. esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. Em Portugal. as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. . este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo. a carreira de oficial eletrotécnico não existe. nem existe formação específica para a desempenhar. Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. Nalguns navios. pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. normalmente. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores. No Brasil. mesmo nos países onde existe. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. normalmente. a Escola Náutica Infante D.

faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. temos a configuração básica deste oscilador. ligando à tomada central. Na figura. observando-se que a bobina possui uma tomada. com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical. O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1. asp [3] http:/ / www. Henrique [1] • Electro-technical. pt/ [2] http:/ / www. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. enautica. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. org/ careers/ electro_officer. careersatsea. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito. ou seja. Escola Náutica Infante D. havendo então sua condução. . oceanopportunities. Funcionamento O resistor Rb. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. pela bobina L1. ou seja. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação.

Queimados. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www. com. roncar.Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão. br/ [3] http:/ / www. gerador de energia. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. com. utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. aquecem a água contida em grandes caldeiras. br/ . onde é necessario a atenuação de ruído. motores estacionários. Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. inescap. wiest. com. dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor. br/ [2] http:/ / www. saída de gases de caldeiras. popularmente conhecida como escapamentos. Na verdade.

com. inescap.Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia. htm . Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www.motor. Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro. onde necessita de redução de ruído. fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador . galvanizado ou bruto. este equipamento não altera a sua eficiência. Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). br/ port/ prod-hospitalar. onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape. os principais acabamentos são. pintado.

Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis.propriedade da Celpa.Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários. sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda. Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias. Enquanto um amplificador proporciona ganho.sendo apenas por combustão. Um atenuador é o oposto de um amplificador. embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes. um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1. . Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências. e melhorar o casamento de impedâncias.D. Para freqüências mais elevadas. Usina Diselétrica de Novo Progresso. Na medição de sinais.também chamadas de U. outros propósitos. Efetivamente. enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos.Diesel elétrica .originando o nome (Dies . Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão. são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias).eletricidade).E. ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo.mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia.são muito comuns na região amazônica. dissipar potência.

. mute. Aiko. Citizen. Hamlin. Yamaha. Belcor. Matsushita. Mont. Capehart. Timer. Optonica. ainda. NTC. enter. Olympus. Gradiente. KLH. canal + e -. Algumas marcas que o controle funciona rca. Admiral. Radio Shack. Totevision. ProScan. AOC. Beaumark. em um valor constante pré-determinado. NKS. Harley. Teac. tv. Curtis Mathes. Tocom. Fisher. Proton. Sharp. Portland. Carver. TV. TMK. e alguns receptores via satélite. OAK. Midland. avanço. MTC. Futuretec. Contec. JBL. Emerson. Regal. Sanyo. volume + e +. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Sci. Realistic. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. Craig. Viking. Sansui. Onwa. Tandy. Gibralter. cable. NSC. TV/VCR. Sony. Pulsar. Symphonic. Gemini. Adventura. Envision. Liga/Desliga. Kloss Novabeam. Sears. Teknika. Panasonic. VCR. MGA. Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Optimus. Archer. Motorola. Technics. sat. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. dvd. Pilot. Jerrold. MEI. Broksonic. Vector Research. Signature. Magnavox. Daewoo. Atlanta. Comtronics. Goldstar. Philips. Runco. pause. Contec/Cony. vcr. Davidson. Aiwa. Electrohome. LXI. Bell & Howell. RCA. Mitsubishi. Philco. Electrobrand. JCL. Ward. Wards. JVC. Scott. GC Electronics. Jensen. Menu. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. Orion. Magnin. ABC. LG (Goldstar). play. E suas funções são. NAD. Celebrity. Megatron. Quasar. KTV. Alleron. Logik.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. canal anterior. Tatung. Kenwood. Universal. Funai. Toshiba Fujitsu. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. Infinity. Audiovox. Cableview. Majestic. Candle. retrocesso. Colour Voice. Simpson. Garrard. Hitachi. Controlo remoto Controlo remoto. Shogun. Nikko. Multitech. HI-Q. TV a cabo. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. Sylvania. Soundesign. Jasco. Hallmark. Movie Time. Konka. Crown. Marantz. canal rápido de 0 a 9. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). Daytron. Harvard. Victor. JCB. como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. Akai. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. GE. stop entre outros. Samsung. gravação. Memorex. Pioneer. DVD. General Instrument. JC Penney. Zenith.

Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. demonstrando assim Apple Remote. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes. que acabaram se tornando padrão entre todos. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. . O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno.Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. E isso criou um problema muito grande. pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. da empresa Nintendo. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos. Com essa facilidade da fabricação.

é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia . calculadoras. gravadores de vídeo e relógios digitais. Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. ou "consummer electronics". em suas versões mais recentes. comunicação e na productividade no escritório.Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. ou. toca-fitas. . como gravação ou cópia de mídias. Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . os servidores. designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial). ondas de rádio + fita magnética -. ou computadores pessoais. A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento. e que seja portátil (por isso o prefixo "micro"). Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio. CD player. que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios. vendida em 1998 para a Compaq. e integração com o computador. A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). Para ser considerado um microsystem. sistemas de médio alcance. etc.rádio. Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. televisores. Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos.por exemplo. que prestam serviços a outros sistemas computacionais. Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. equipamento de áudio.

Bastidores (variedades). Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH. Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas). que vai entrar no ar em 13 de agosto. Curtagora (cinema).TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. shtml . TV Uni-BH No ar desde 1998. InterAção (esportes). que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. Holofote (cultura). Conhecimento (debates). às 19h.[1] [1] http:/ / portalimprensa. disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. Transmite assuntos da região e do Maranhão. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record. com. uol. br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo. pelo canal 46 UHF. Saúde (Saúde e Bem Estar).

o televisor . o que tornou possível a televisão eletrónica. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927. Um modelo de televisão de 1958. a CBS abandonou sua proposta em favor da nova. mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. na rede norte-americana NBC.distante e do latim visione . na cidade de Juiz de Fora. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho . posteriormente. Minas Gerais.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco. que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. . inaugurado em 11 de maio de 1928. A televisão em cores surgiu em 1954. imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. Televisão dos anos 50. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady. e. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962.Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. Nova Iorque.visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. No Brasil. Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores.

Televisores com entrada USB para filmes. pois a ideia é ter um sistema portátil completo). Tendo início na década de 1920. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil. sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. da SONY (Imagens mais realistas. da Philips . da LG . principalmente em movimento.) . • Invisible Screen. • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada. Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos.) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas). • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. que são captadas por um receptor (o televisor). • DTV BuiltIn. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD.Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular.5 cm de espessura e telas que variam de 3.5 polegadas e sintonizador de TV Digital. com tela de 3. a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente. algumas delas são: • LED TV. rádio.) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7.) • Bravia Engine. • USB In. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. da Samsung . músicas e fotos sem precisar de DVD Player. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF). Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. • Touch Interface. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. Neste sentido. (Normalmente LCD ou plasma. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente.Conversor digital integrado na TV.) Modelo TV ECCO da Lumines.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. a mais alta resolução disponível em TVs. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT). é uma extensão do rádio.5 a 65 polegadas. Novas tecnologias estão aparecendo.

PAL-M. estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV. Há muitas notícias. Nos Estados Unidos. as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00. PAL. • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . SECAM usando sinal analógico • DVB. ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM.variações do Humorístico) Infantis Musicais . desporto (esportes). ATSC.Televisão de Alta Definição (HDTV) -. Fora do horário nobre. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico.Pay-per-view -. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países.Web TV -. PAL2. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria. A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência.programação sob encomenda. Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -.

Círculo de Leitores. com.Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. Oxford University Press 1992 BOURDIEU. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . Lisboa. Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. Pierre: Sobre a televisão. Caetano e a televisão portuguesa. 1995 . São Leopoldo. Unisinos. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. tvfixe. museudatv. Francisco Rui: Salazar. KILPP. com/ . Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www. 1996. BARNOUW. 2003 . Jorge Zahar 1997 DEBORD. Lisboa. Suzana: Ethicidades televisivas. br/ [2] http:/ / www. CÁDIMA. Presença. Francisco Rui: O fenómeno televisivo.

Com a miniaturização e o barateamento. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. nos sistemas de fita magnética. O modelo OTP (One Time Password).essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. chamadados de Tokens Híbridos. Como objeto de consumo de massas. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . Esses dispositivos são. e foi incorporado ao walkman. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas. Outra aplicação é a assinatura de transação. onde o usuário digita os dados da transação (ex. ser conectado à uma porta USB. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. mais duráveis e mais eficientes. o token.conhecidos como segundo fator de autenticação. sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação . mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. tais como Desafio/Resposta. . que completam a transformação da informação em som. ou ainda baseado em evento (event based). com base nesses dados. dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). que gera senhas a cada click do botão. podendo também. o toca-fitas é considerado obsoleto. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado. geralmente. que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica. que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token. em algumas versões. onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação.Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas. geralmente sem conexão física com o computador. tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. a cada 36 segundos). tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. DES e 3DES. onde é posta em contato com uma cabeça magnética. Existe também a variante para smart cards e Celulares. Existem variações de Tokens OTP. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex. e as transforma em som. o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores.essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. Contudo. gera uma senha que serve somente para essa determinada transação . e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. não dependendo de tempo.

as portas são automaticamente travadas ou destravadas. a carga da bateria determina o alcance do controle. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. abril. Ao pressionar um botão da chave do veículo. através de programas espiões como os trojans. br/ tecnologia/ pergunta_292518. Um controle remoto em forma de chaveiro. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel.Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo. shtml [2] http:/ / carros. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas. como destravar o porta-malas. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro. uol. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta. com. tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. br/ travas-eletricas. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. htm . 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. sem auxílio da chaves. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. com. hsw. Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. como portas e portões residenciais. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. Nos automóveis. ela trava e destrava o carro. Embora ainda raros.

Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914. Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. no caso de substituir um chip AY-3-8910. O 8912 foi de longe a versão mais popular. usado em máquinas caça-níqueis. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] . Se deixado conectado. O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. o pino 26 podia dividir o clock principal. • AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos. • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. com ambas as portas paralelas desconectadas. AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. de 8 bits. rebatizado de KC89C72. Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. A e B. (em inglês)-ST SOUND. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. o clock principal não era dividido.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. com a porta paralela B desconectada. • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910.

. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. comparativamente com outras tecnologias como a TTL. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração. htm [7] http:/ / www. contadores. relógios digitais. bluemsx. Devido a tais características. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito. php/ PSG [4] http:/ / dmoz. em particular. memórias RAM. msx. com/ v4n7/ stsound. Ver também • Lógica NMOS . levando ao uso equivocado do nome. speccy. Um sensor CMOS. net/ main_e. decodificadores. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. flip-flops. i. html [6] http:/ / bulba. htm [3] http:/ / intelliwiki. kylesblog. untergrund. etc.e. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. No jargão dos computadores. html [9] http:/ / ay-riders. circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. uk/ parts/ ay3891x. de tal modo que um deles "complementa" o outro. fpgaarcade. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. O "complementary". vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET. semicondutor metal-óxido complementar. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. com/ psgenc/ royksopp. com/ index. etc. microprocessadores. aiind. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. freeserve.). net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. upv. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. microcontroladores. co. ionpool. org/ modules. howell1964. além do relógio e calendário. pdf [2] http:/ / www. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. cz/ [10] http:/ / www. em seu nome. com/ [8] http:/ / andercheran. atarimagazines. es/ ~amstrad/ docs.

as quais implementam as funções lógicas combinacionais. pdf [3] http:/ / www. pb. pdf . br/ fernando/ tcc. ipl.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000. netrino. O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. e arquitetura com característica de ambas. de registro e E/S. cefetpr. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. Referências [1] http:/ / www. com 2500 portas. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz. deetc. isel. html [2] http:/ / pessoal. por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão.

Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . divisão. A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. Referências [1] http:/ / wwwusers. dezena. puc-rio. e Carry In. de saída. inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. de entrada). Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final. rdc. etc. br/ rmano/ ri2cinst. baseados em diferentes conjuntos de instruções. Representação de instruções [1]. O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes. Visitado em 22 de janeiro de 2007. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. and lógico. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional.Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. PUC-Rio. adição. pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP. multiplicação. Rui. Ligações externas • MANO. São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês. Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9).).

Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. Para isso usamos o Circuito Meio Somador. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária. de entrada.Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In. Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal. porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). . É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo.

ou parte.usado comumente como temporizador.e high . "E"). ou. com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. por exemplo. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos. em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. do seu funcionamento em circuitos digitais. Leitores de DVD. o mais usado atualmente. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito. A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros. os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. "transmissão digital". pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos. Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros. não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. a Porta OR ("OU"). Os computadores. significando dedo. como. em inglês ALU). porém.alto -.baixo . é um sistema de base dez. são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. Hoje em dia. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. respectivamente). a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). Por causa dessa característica. telemóveis. o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável. Ou seja.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). que irá criar um novo meio de comunicação. pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. potencialmente. Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem. Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. por especialistas como uma verdadeira revolução. qualquer que seja o tipo de dados. a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na . O sistema de numeração indo-arábico. etc. o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. que por sua vez procede do latim digitus. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. comumente chamado Flip-flop. a Porta XOR ("OU exclusivo").

br/ ~guntzel/ isd/ isd3.pdf [2] .Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.inf. inf. br/ ine5365/ mixtcomb.Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www.ufpel. html [2] http:/ / minerva. seu fluxograma é composto de situação. diz Gustavo Gindre.html [1] .ufsc. 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada.br/ine5365/mixtcomb. ufsc. edu. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes.br/~guntzel/isd/isd3.Circuito digital comunicação". tabela da verdade expressão lógica e circuito. ufpel.edu. pdf . Ver também • http://www.

Todavia. podendo também utilizar +12V. 21 de maio de 1998. uma DDR SDRAM). normalmente usando um duty cycle de 50%. por exemplo. o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno. . por sua vez. O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). com. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador. Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. rdc. br/ rmano/ comp0clk. Rui. e gerando uma onda quadrada. php?TermID=1078 [2] http:/ / www. netpedia. é conectado internamente ao pino terra (GND). então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007. br/ [3] http:/ / wwwusers. Acessado em 14 de junho de 2008. [1] [2] .Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. Referências [1] http:/ / www. é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. O emissor do transistor. Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC. cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. br/ MostraTermo. html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. netpedia. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up". Para funcionar nessa configuração. • MANO. ao invés de transistores NPN. puc-rio. com. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo.

Ver também • Circuito digital . unicamp. Neste tipo de circuito. Referências [1] http:/ / www. br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. É utilizado para criar seqüências. Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum.Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. fee. Visitado em 25 de novembro de 2007. dca. No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001.

Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). Q2=1. utilizamos o contador de pulso. Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. em números binários. o código BCD 8421 em sequência. Para construir esse circuito. Q4=1. se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. ou seja. divisão de frequências. de acordo com uma sequência pré-determinada. A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q". ativando os clears dos flip-flops. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1).Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. de zero a nove (10 algarismos). Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. geração de palavras. sob o comando de um clock. em uma porta NAND. no 10º pulso. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas. medição de frequência e tempo. a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. ou seja. É um circuito divisor de frequência. Para que isso aconteça. Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. e resultará uma saída 0. . a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. São utilizados principalmente para contagens. São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. Para que o contador conte somente de 0 a 9. interligando as entradas clear dos flip-flops. já que para a combinação descrita. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. enquanto para os demais blocos.

porém o nível zero a ser jogado no clear mudará. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. .Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. Existem duas possibilidades para isso acontecer. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. Por exemplo. esse contador irá contar de 15 até 0. e assim por diante. pois 7 em binário é 111. sendo que esse será observado por um tempo mais curto. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. se tivermos 3 flip-flops. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. a contagem será feita até 7. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15. Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. Funciona com o mesmo princípio do contador de década.

que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0). que está ligado a um barramento de controle. Neste circuito temos um multiplex entre os blocos. .Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN.

um conversor A/D de 10 bits. Neste caso. Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica. um sinal na forma digital. quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. Por exemplo. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Para que haja mudanças de estado. Editora Novatec. Carlos.Ronald J. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. o valor binário gerado será 511 ou 512.5V. Por isso. Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). para ser processado por um bloco funcional analógico. ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária. depois de digitalizado. capturar 1024 pontos do sinal). Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários. Tocci . O contador síncrono é o mais completo contador. Fontes • Sistemas Digitais . . é processado e. Referências Bibliográficas SICA. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. ou seja. 2006. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Para isso. a digital.Neal S. na maioria das vezes. preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja.Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops. por exemplo. O sinal recebido. dependendo do sinal de entrada.

. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores. teoricamente. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR.DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. que consiste em transferir dois dados por pulso de clock. o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock. obtendo assim.

5 suportam melhor os overclocks.5 que indicam um meio termo. presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. ou seja. Nesse caso. podemos considerar também a taxa de latência CAS. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo. realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo. detalhes sobre a frequência. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. Além da frequência. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente. surgiram os módulos CL2. na prática. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes. porém não existe garantia de estabilidade. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. Com isso. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). Por exemplo. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. ou seja. já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. entre 16-20 %. por exemplo. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. Porém.DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. Geralmente módulos CL2 e CL2. Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect). o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. o chamado overclock. nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. variando de acordo com o aplicativo usado. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. por exemplo. contudo. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2. com uma frequência de barramento de 100 MHz. tempos de acesso. Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado. CL3.5 pulsos estaria. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. teoricamente. CAS latency e outras especificações. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade. com . com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim.600 MB/s (uma vez que. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. Desta maneira. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz. Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. identificada por CL2.

Porém. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias.400 MHz clock anunciado. Dependendo da marca. tem taxa de transferência máxima de 3. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7.266 MHz clock anunciado. a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes. ou 8 bytes por vez. levando em conta que as QDR .200 MHz clock anunciado. e outra externa. Através dele. uma DDR-400. Mesmo assim. que opera a um clock real de 200 MHz. usada internamente para executar as instruções. ou 16 bytes por vez. PC2700 ou DDR333 .DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 . as memórias continuam com 400 MHz.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. 200 MHz clock real.5 ns 6. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6.333 MHz clock anunciado. DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). principalmente a memória. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II.400 MB/s. para acessar dispositivos externos. realiza duas transferências por ciclo. ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias. Essas memórias. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados. PC3200 ou DDR400 . PC2100 ou DDR266 . O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. transferindo 64 bits. uma interna. Sendo ela Dual-Channel.200 MB/s. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. que pode ser localizado facilmente no módulo. foi criado para os processadores duas freqüências. transferem 128 bits. 133 MHz clock real. Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz. Assim. 100 MHz clock real. facilitando a configuração. Porém. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. 166 MHz clock real.

Tanto que memórias DDR 400. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente.jedec. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II. enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas.asp) . códigos e. porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas. 363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência. por exemplo.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível.asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www.com/en/windiag. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB.crucial.com/library/ddr_vs_rdram.tomshardware. de preferência. RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM.microsoft.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória. Obs.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www.

A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho. Veja tabela abaixo: . O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips. que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente.5V 3. Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos. tanto em pinagem. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento.3V padrão para notebooks.8V 1. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes. Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM.. Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%. São esperados módulos de até 4GB de memória. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module). Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz. e seus chips possuem clock real de 100Mhz. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory. Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz. conforme homologação da JEDEC. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados. Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1..8V 2. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído). O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão.

Porém os módulos continuam sendo DDR. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits. a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga. um problema muito difícil de ser contornado. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente.DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo. diminuindo assim a interferência eletromagnética. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos. devendo somar a esta vantagem outros fatores. os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores. Apesar dos benefícios. TSOP (Thin Small-Outline Package).5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3. On-Die-Termination ( ODT . os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. o dobro da DDR clássica. diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4. nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array)..Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas. as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance. Agora são 4 ou 8 bancos. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas. Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3. derivado do BGA (Ball Grid Array). Contudo. por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR. Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo. em geral. Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos.2Gbps. .[1] Apesar disso. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória). A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave.1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento. enquanto as DDR's utilizam. como o ODT.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3.

por exemplo.. etc). infowester. MFC. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. php) Visitado em 14 de junho de 2008. A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia. Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. com/ memddr2. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. . por exemplo. o piano e o violão. por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). permitindo a implementação de filtros digitais. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. quer em tempo real quer em off-line. AMI lançou o S2811. como por exemplo os órgão de tubos. Este tinha um ADC/DAC "on-chip". O S2811 também não obteve successo no mercado. vídeo. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído". isto é. DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. dentro de um automóvel. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). etc. e tinha que ser iniciado pelo processador principal. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. • Em 1979.DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores.

Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima. não sendo mais líder no mercado. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. a Analog Devices. o microprocessador Mac 4.DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. multiplicação e transferência de memória consecutivos. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). como controle e automação de dispositivos.. desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. o TMS32010 apresentado em 1983. . Altera Devices Grande fabricante de DSPs. a Motorola e a Altera Devices. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN). Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo. por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000.

DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .Processador Digital de Sinal [1] .

Se em vez de uma porta AND. cbpf.DSP 369 Referências [1] http:/ / www. que converte as entradas codificadas em saídas codificadas. As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. Em eletrônica digital. uma porta NAND fosse conectada. Por exemplo. onde os códigos de entrada e saída são diferentes. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". caso contrário. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados. Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". que foi codificada. pode ser recuperada. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória. assim a informação original. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. desfazendo a codificação. O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". em decodificadores BCD n para 2n.

um decodificador de endereços (ou descodificador. No último caso. 24 ) linhas de seleção de saída. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados. o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2]. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". Um exemplo é o TTL 74154. Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. br/ MostraTermo. netpedia. Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. com. Referências [1] http:/ / www.Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital. ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos. pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços. Acessado em 5 de maio de 2008. Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux. Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. php?TermID=102 . em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída.

isto é. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. . Um LED com ponto decimal. Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. pense em um cinema. Você pode aprender a diferença entre terminal de dados. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme. ou seja. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. componente típico de um display de sete segmentos. Assim se torna fácil de você aprender a diferença. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais. demultiplexer. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador.

os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex. onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca. Freqüentemente. o que melhora a legibilidade. Dentre os números. 6. conforme indicado à direita. todavia. é composto de sete elementos. o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. como seu nome indica.Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F). Em acréscimo. estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. 0. . Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos.

. dnatechindia. Acessado em 18 de março de 2008. Acessado em 18 de março de 2008. decodesystems.br/relogios-digitais2.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www.html) • 7 segmentos (http://www.br/~terroso/ html/7_segmentos.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD. html) Ligações externas • (em inglês).html) em PUC-RS. (http://www.ee. vácuo fluorescente. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente.edutecbauru.br/cursopic/aula17. • Controlando um display de sete segmentos (http://www. com/ numitron. Uma alternativa para o display de sete segmentos.com. filamentos incandescentes e outros. Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados.pucrs.php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing.com. da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio.htm).com/index. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos.htm).hsw. A partir da década de 1970. Acessado em 18 de março de 2008.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador. tais como descarga de gás de catodos frios. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos.uol.

a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória. Quando usadas como memória. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída.PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais. Antes de se utilizar um PLD num circuito. Em 1971. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. por exemplo 2716. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. que tem uma função fixa. porque não contém flip-flops. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. cada qual gerando um função das m entradas. No entanto. Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM . o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas. a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso. Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . as ROM contêm palavras de n-Bits cada. É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento. Este componente. Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. este deve ser programado. continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. Ao contrário de uma porta lógica. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. Também as PROMs (Rom programavel). (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. Foi mais popular que o da Texas. Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. Primórdios da lógica programável Em 1970. Em 1973. Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes. EPROMs comuns. mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). o 82S100.

No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG). Texas Instruments e AMD. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável.(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. Por exemplo.Dispositivo lógico programável multiníveis. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas. O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis. GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985. Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. Este componente nunca chegou a ser comercializado. A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR. O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. . a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. tudo num circuito integrado. O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. Isto tornava os componentes mais rápidos. Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. O manual da PAL desmestifica o processo de construção. precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. 375 PAL . a AMD consolidou a operação com Vantis. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. Após comprar MMI EM 1987. Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. menores e mais baratos. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação.

mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. uma linha de desenvolvimento separado ocorreu. ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto. PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. sem se preocupar como funciona o microprocessador.Isto torna-se útil para memória PLD. (chamada core) envolvida por lógica programavel. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. Nos FPGA's grandes a configuração é volatil. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. onde vivem os clientes. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. Cada vez que arrancam. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos. O 82s105 também tinha funções flip-flop. as células EPROM são mais caras . semelhante a uma matriz gate ordinário.dentro do chip. Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica. Em 2005. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG). O 82s100 foi uma matriz de termos AND. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. Uma menória FLASH é não-volátil.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970. de forma semelhante aos CPLD's maiores. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM.

duplicando a taxa de transmissão de dados. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). double data rate" ou "1000 MT/s". Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação".Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock. mas para novos projetos. um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. Estes são análogos aos computadores de Software. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock.foram criados programas de computador. enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. . Isto. uma vez por transferência. Double data rate Em computação. Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64. mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. mesmo de baixa complexidade. o qual muda. Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express. os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite. a VHDL é mais popular. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados. Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. especiais. chamados compiladores lógicos. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC". no máximo. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. Ao operar em alta velocidade. Para assistir na criação desde ficheiros. Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. barramento AGP. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas.aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. todavia. embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz.

Misturando memórias [3] in bpiropo. babylon. B. Referências [1] http:/ / www. ee. Piropo. Visitado em 21 de dezembro de 2007.C. br/ rha20040802. com. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F. bpiropo. 2 de agosto de 2004. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www. com/ http:/ / www. DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. htm http:/ / www. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. de Castro. Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2]. bpiropo. • DA-RIN.com [4]. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. Acessado em 15 de junho de 2008. pucrs. com. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. pdf .C. Acessado em 14 de junho de 2008. que usam sinalização DDR.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. babylon.

possui uma banda espectral própria e bem definida. • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. onde está programado o filtro digital. é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais. Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos.FDM. Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico . em seguida este é processado por algum tipo de processador. coloca-se um conversor digital-analógico (DAC). signal-to-noise ratio em inglês. que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF). Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado. • O SNR (a relação sinal-ruído. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). onde cada sinal (canal de comunicação). digitaliza-se o sinal a filtrar. Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . Utilizando um conversor analógico-digital (ADC).

A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. que limpa a saída atual.O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual. Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. Se a entrada T foi baixa. Ver também: multivibrador monoestável. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). o flip-flop S-R ("set-reset"). W. o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). multivibrador astável. onde > é a entrada de clock. o flip-flop mantém o valor anterior da saída. o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. mudará ou não de estado. Um flip-flop tipicamente inclui zero. apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. A saída Q será a principal do bloco. o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e. um ou dois sinais de entrada. Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop. O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. um sinal de clock. de acordo com as variáveis de entrada. eles também necessitam de conexões de alimentação. então. que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados. Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle"). e pela tabela verdade: . Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). e um sinal de saída. .Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. Após este pulso. De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha). . entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada.

Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. Se. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado. muda sua saída para o nível lógico 1. ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado. O flip-flop "set/reset" ativa (set. muda sua saída para o nível lógico 0. entretanto. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock. a saída não se modifica. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. O flip-flop desativa (reset. respectivamente.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo. nenhum comportamento particular é garantido. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R .

K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop. R (Reset). e sua tabela verdade é: . Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q. J e K são as entradas de dados. K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop. trocando o sinal de saída pelo seu complemento. Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. Qant (Estado anterior da saída Q). A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set). Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). a combinação J = 1. onde > é a entrada de clock. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. Especificamente. a combinação J = 0.

visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada. A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. em 1958. também é utilizado como analogia a "set-reset". ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. onde > é a entrada de clock. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. Independentemente do valor atual da saída. Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. "Jump-kill". o homem que inventou o circuito integrado. A sua tabela verdade é: .Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado. Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero.

e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário. A saída final do circuito. se sua entrada T for "1". levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. Em muitos casos. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. Neste caso.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. ou um digito binário de informação. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente. em sistema binário. até um limite máximo de 2n-1. Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. O flip-flop "T" é útil para contagens. Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. Existem duas soluções para este problema. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos. do número de ciclos da primeira entrada de clock. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. fora do controle do projetista. mais utilizada. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador. A segunda. Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. o valor de um contador. Infelizmente. é uma contagem. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. o melhor que se .

é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. tH) do segundo flip-flop. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. tPLH). a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. asp . Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. e todos os dispositivos compartilham um clock comum. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. mas nunca a zero. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www.Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. phy-astr. edu. Quando se conectam flip-flop em uma corrente. eelab. com/ boolean3. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). na série 7400. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. Com este método. html#c1 http:/ / computer. os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. htm http:/ / hyperphysics. br/ eledig/ eledig2. Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente. que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. usyd. gsu. caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. htm http:/ / www. howstuffworks. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types. eng. mspc. Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. dependendo da fidelidade requerida do circuito.

O termo é relativo a área de computação. Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. embora seja aplicável também na área de cibernética. sistemas de informação e eletrônica. panes em dispositivos de saída e de entrada. A única hipótese em que a saída é alta. então o PDN será ativo. se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade). O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. que significa "escorregadio". satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . o que ocorre somente quando A e B são baixos. Quando A e B são altos. ambos os transistores são condutivos. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. usado em máquinas de caça-níqueis. a partir da palavra glitschig. é quando ambos os transistores estão desligados. A origem do termo é alemã. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. Sua ocorrência leva o programa. forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. numa porta NOR em lógica nMOS. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva. Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. tríodo e saturação (também denominado ativo).

Ademais. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. htm#_Toc9344904 . e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. Ao passar de alto para baixo. iscte. Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. toda vez em que a saída é baixa.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica. de modo que a transição de baixo para alto é demorada. Também. os transistores oferecem baixa resistência. O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras. isto é. tais como microprocessadores. durante os anos 1980. possui várias limitações também. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs).

mram-info.Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes. Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização. (MMI) em meados de 1978. mram-memory. memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. com [2] http:/ / www. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos . Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. Inc. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos. External links • MRAM technology information. será a sucessora da eventual DDR. criada pela Monolithic Memories. em português.

org/ data/ sh/ 2. Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. 1/ infoserver. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144. enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo. enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. knowledgetransfer. As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências.Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s). htm [2] http:/ / www. Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada. html . Se o clock interno é de 100 MHz. então a taxa efetiva é de 200 MT/s. ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. sunshack. porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz. onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock.

o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. Por exemplo. multiplexação/demultiplexação. o que reduz os custos. realizando transmissão e recepção. Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física. A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: . Em eletrônica. para atravessarem. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. Numa analogia física. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. ele pode não existir fisicamente.Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer". No projecto de um circuito analógico. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. Em alguns casos. e apesar de um demultiplexer existir logicamente. consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. Em processamento de sinais digitais. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. multiplexer.

A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. e S2 é falso. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. com saídas menos significativas à sua direita. por exemplo. Por exemplo. e S1. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. portas AND e uma porta OR. Se S4 e S1 são verdadeiros. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns. uma montada a partir de um descodificador. S2. Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. a saída será igual ao valor da entrada X5.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". e as entradas de selecção são numeradas como S4.

A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras.. Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados). Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada. Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado. ... o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida. Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame.... no início do sistema. |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação. Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações. no estudo da computação e das linguagens. Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra. Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos... . composto por estados. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono.... Diversas tabelas de transição de estados são usadas. ele reflete as mudanças desde a entrada num estado.. Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C .. isto é. . projeto de hardware de sistemas digitais... transições e ações. • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição. .. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado. Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais. e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino. Um estado armazena informações sobre o passado. engenharia de software. e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante. até o momento presente. TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. Estado C . . e sua subdivisão de slots. Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento.Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais. . .

a saída depende somente do estado. Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e. A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível.g. a saída depende da entrada e do estado. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”. fechando a porta.g. Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo. GNFA). Eles são utilizados para aplicações de controle. para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". i. "Abrindo". A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado. Como regra a entrada são símbolos. Na prática modelos mistos são muito utilizados. "Fechando".e.e. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta".Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions. No autômato determinístico. . Ações não são utilizadas. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento. podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy. Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. No autômato não determinístico. incluindo um exemplo executável. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions. O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. "Fechada". i. Eles sinalizam para o mundo externo (e.

Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . • ω é a função de saída.Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. δ. Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ. s0. s0 é o estado inicial. Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). S é um conjunto finito de estados não vazio. um elemento de S. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. s0 é o estado inicial. S é um conjunto finito de estados não vazio. um (possivelmente vazio) subconjunto de S. s0. um elemento de S. Γ. S. Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. • δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. F é o conjunto de estados finais. S. δ. δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. F>. ω>. onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio).

doc. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm... uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável. 1962. ac. html http:/ / www. Englewood Cliffs.D. S. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa. nist. J. Addison -Wesley.E.. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. php#tn10 http:/ / foldoc.. uk/ foldoc/ foldoc. Kluwer Academic Publishers. Introduction to Automata Theory. ic. cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www. Languages and Computation. portas lógicas e flip-flops ou relays. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization. 1999. 1978. ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. J. D. McGraw-Hill. Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. Long. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. Boston 1997. eventhelix. "Introduction to Discrete Event Systems". Kluwer. 1989. Mais especificamente. • Hopcroft. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. Boston 1997.. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll. htm . Fig..Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. . Um controlador lógico programável. 1979.. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine. • Cassandras. Prentice Hall. Z. um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. • Kohavi. McGraw-Hill. Introduction to the Theory of Finite-state Machines. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits. Switching and Finite Automata Theory. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. C. Ullman. stateworks. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. Kluwer Academic Publishers. A. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages. J. Lafortune. • Gill.

One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. exclusive-OR. é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. Luis Hermano. AND e OR. cefet-al. Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. br . professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. EX-OR (como preferir). veja a tabela da verdade logo abaixo. ou seja. podendo ser montada por portas NOT. Fontes Apostila do prof. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www. apenas quando suas entradas diferirem. A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1.

e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas. conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU). escritas com operadores lógicos.XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências.Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva. na notação matemática: .NAND . eliminação. tipicamente os valores de duas proposições. ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos. Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND .NOR . é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro. .XOR .OR . Definição A disjunção exclusiva (escrito como . que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar.NOT .

deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira. Certamente em muitas circunstâncias. Segundo. nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá. ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. 80 (317). etc.ou". como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis. inclusive inglês. se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis. mas não ambos. discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira. Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou". porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND . como segue: A função primária de um dos. Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras.Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar. não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras.. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. q). existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois. mas não ambos. a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". 116-121). . A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais. Mesmo assim. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois. Por exemplo. A disjunção exclusiva . Por exemplo.. da disjunção . Primeiro. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral. como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada". Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal. Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima.

. e uma série de AND's. • ele é um circuito negador. Em circuitos lógicos.Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1". ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico. tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes. ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1". se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico. Na ciência da computação. a disjunção exclusiva tem vários usos. um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. e "0". OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída.

Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos. O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. de duas entradas. NOR e NOT. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR. como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. teremos A.Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR. como por exemplo no One-time Pad. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos . pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup.

por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés. ou "1". todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole. isto é. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas.Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída. O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. sistemas lineares. apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. o matemático britânico George Boole (1815 1864). origem do nome destas portas. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 . e ausência de sinal. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). Apenas em 1938. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. História Em 1854. ou "0". dependente da função implementada no circuito.

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. o bit da extrema esquerda. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto. saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. o 'Data Out'. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'. de modo a formar um registrador de deslocamento circular. A cada avanço. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela. Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais. Entrada serial. As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. saída serial (PISO). os quais podem realizar processamentos mais complexos. o 'Data In'. é deslocado e então perdido. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. O bit na extrema direita. . incluindo as configurações entrada serial.

fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita. sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits.0. porém quando a entrada R/W está em nível alto. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo. nenhum dado pode ser perdido do sistema. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. Além disso. os dados são deslocados para fora e então perdidos. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. Conforme o 'Data In' insere os dados 1. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita. consideremos que o registrador possua o dado 0000.1. o controle de Leitura/Escrita. Para exemplificar o padrão do deslocamento. se continuassemos a inserir dados.0. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. Outro pino de entrada é adicionado.0 (nesta ordem. sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador. na saída 'Q'. .0. Nesta animação. Entretanto. quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read). sendo assim mantido no sistema.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente. Deste modo. e assim por diante. Conforme pode-se observar. os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura. qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda.0. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador.1. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração.

Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema. Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. até estar pronto para receber novas informações. Entrada paralela. conforme descrito na sessão acima. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock. Para deslocar os dados. Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. . Isto é considerado de grande utilidade. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. e os novos dados são inseridos. Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. lidos em ordem. a saída de dados. mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples. eles podem ser lidos todos simultaneamente. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados. Os dados entram de forma serial. a temporização não depende dos valores dos componentes. Entretanto. Entrada paralela. ou deslocados para fora e substituídos. quando então os registradores recebem um pulso de clock. conterá os bits desta palavra. Uma vez que os dados entraram. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo. Como exemplo temos o Ronja Twister. Q. conforme pode ser visto (aqui [1]). Para escrever os dados no registrador. com o terminal D1 atuando como entrada de dados.

cujo clone aperfeiçoado. com/ schematics/ twister. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. a série de mainframes IBM 700/7000. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits. A última. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é. twibright. sem qualquer forma de endereçamento indireto. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo.com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. png [2] http:/ / www. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. décadas atrás). com/ vol_4/ chpt_12/ index. .Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. por volta de 1960. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949. para todas as posições de endereçamento). de 1955 a 1964). bem como em desperdício de memória. o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores. aliás. O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. allaboutcircuits. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa. que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é. Por exemplo. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. Desenvolvimento No geral. Nos primeiros computadores.

com.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. html http:/ / www. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. pdf http:/ / www. Roberto. ufla. dcc. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. ufla. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. usp. html http:/ / www. ime. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. • SETZER. História da Computação [1] em "Boa Aula". os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição.Computador a Papel [2] em USP. boaaula. Iolanda B. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados. Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. Valdemar W. • WILLRICH. . br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. C. dcc. br/ ~vwsetzer/ comp-papel. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. br/ iolanda/ hic/ hicger.

br/ http:/ / www. pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina. André. isep. br/ MostraTermo. ipp. php?TermID=5980 http:/ / forum. • MOREIRA. com.Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. ipp. Acessado em 31 de maio de 2008. Acessado em 31 de maio de 2008. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing . dei. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). netpedia. com. um botão de liga e desliga. html http:/ / www. pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. onde cada sinal (canal de comunicação).TDM este tipo de multiplexação. netpedia. Veja também • FDM • rede de transmissão . possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. permite transmitir simultaneamente vários sinais. Sincronização [3] in ISEP [4].

Se a fórmula contiver 3 termos. de Wittgenstein. F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa. B . A . O número destas linhas é l = nt . (A∧B)→C . As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F . Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). A∧B . três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . Por exemplo. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V). à difusão do uso de tabelas-verdade. C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). então. Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". V F V . F V F . Assim. utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus. e vice-versa. sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. F V V). se uma fórmula contém 2 termos. dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F .Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. Charles Peirce e outros da década de 1880. A vasta influência de seu trabalho levou. e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein.

e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se. apenas um dos operandos for verdadeiro .Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se. Então) [Implicação] A conjunção é falsa se... e somente se.. e somente se. e somente se. ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou. o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se.. ou XOR) A conjunção é verdadeira se.

Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros. o argumento é válido. Em caso negativo. Em caso positivo. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético . é inválido.

A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. B implica A. então B. (B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) .Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A. Logo. (A→B) B. (A→B) Logo. A.

Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. br/ view/ tabela-verdade. calculadoraonline. php . com.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl.‎ . determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência. onde q é a quantidade de carga. org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. maior capacitância ele terá. wikipedia.VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. a sua capacitância depende somente de suas dimensões. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). dado em Volts. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en. Assim. ufrj. Para um determinado material. dcc. dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático. Quanto maior for o material. pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância. A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou . Gabriel P.

+ Qna Q1 + Q2 + Q3 + . + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + ... + Cn) ΣQ = Veq.Veq Q1 + Q2 + Q3 + .ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C.. + Qn = C1.Veq + C2...Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: .m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + . + Cn.Veq + .Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico ...(C1 + C2 + C3 + ......Veq + C3. + Qn = Veq. Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N.

.5 s Portanto. O que varia é o período do evento.5 s =1 s). tempo decorrido para uma oscilação. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). sua frequência é de 2 vezes por segundo. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012.25 s Portanto. voltas. temos que : .25 s =1 s. ou seja. 4 × 0. fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0. que no primeiro caso foi de 0. Suponha que leve 0. b) No segundo caso. Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo. 1 segundo.25 s = 1 s. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes. ou seja. ou seja. . Com isso.25 s= 1 s). temos que : . temos que: f = 4 Hz T = 0. oscilações. Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. . Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). Desse modo. 2 × 0. Daí. Assim sendo. Consequentemente. podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência.5 s =1 s. Daí. temos que: F = 2 Hz T = 0.25 s. etc) em um determinado intervalo de tempo. -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto.5 segundos para que esse evento ocorra. 2 × 0. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". Nesse caso.5 s e no segundo de 0. [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943. Esse tempo é o seu período (T). Portanto temos que: a) No primeiro caso. ou seja. Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta". podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes.25 segundos. Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz. 4 × 0.Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. ou 2 Hz (2 × 0. Alternativamente. para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo. a frequência é o inverso do período. Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0.5 s = 1 s.

ou seja. campo este que cria um fluxo que as atravessa. No caso. L = (Auto)-indutância. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido. E = Força eletromotriz . Instrumento usado para medir frequência. A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H.(resistência interna igual a zero) . Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas .Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro. ele tende a manter o fluxo de campo magnético. Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável.quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz. onde = taxa de variação da corrente com o tempo.

π é aproximadamente 3. A relação entre impedância. R é a resistência em ohms. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys. π é aproximadamente 3.14159. f é a frequência dada em Hertz. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. .Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. A medida recíproca da reatância é a susceptância.14159. f é a frequência dada em Hertz. sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays. X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X. podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica.

porém seu comportamento apresenta resistência). f é a frequência dada em Hertz. já que π é um número irracional. Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal. É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads. É medida em ohms. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. π é aproximadamente 3. Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita. . onde X < 0. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V). Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys. não afetando o circuito. com semiciclos de 50%.Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. O valor nunca será exato. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. circuito eletrônico ou bobina. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico.14159. A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor. f é a freqüência dada em Hertz. a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível. Porém.

chamado efeito Joule. Num ferro de passar roupa. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. é medida em ohms. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. Esse fenômeno. o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI). . portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. Para medir essa resistência. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. quando existe uma diferença de potencial aplicada. Nesse movimento. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . deslocar. e.. isto é. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. isto é. quanto mais fino for o condutor. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia.. Efeito joule Um condutor metálico. Portanto. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor. se aquece. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor.Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores. num secador de cabelos ou numa estufa elétrica.

esta sempre resultará numa única resistência total. Sabe-se que: energia = potência x tempo. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência). O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias). em outras palavras. em paralelo ou ainda em associação mista. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. . quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). pelos diversos aparelhos instalados na casa. entretanto. Em praticamente todos os países do mundo. A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. Portanto. existe um medidor. que é uma combinação das duas formas anteriores. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. durante um certo período.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas. A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência. normalmente designada como resistência equivalente . Qualquer que seja o tipo da associação. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais.

as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos. é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide. são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês. tal como um diagrama. alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. como a GPL. Nelas. 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox. estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso. Semiconductor intellectual property core . Estes módulos. Licenças Ao invés de criar uma nova licença. amperis. com 24 potenciômetros analógicos.IP cores) ou Núcleos IP. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou. um video-game livre . outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos. o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas. Ao invés de compartilhar as esquemáticas. Normalmente.[2] Além dessas. LGPL ou a BSD. Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta. muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados".Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros . quando distribuídos.[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis.

é que os resultados do hardware são tangíveis. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica. revista pelos ícones da comunidade de SL. não uma cerveja grátis"[13] [14] . alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. criaram a frase "Liberdade de expressão. para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação.[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento. físico e lógico.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais. Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. onde há custos para o protótipo e fabricação. para mantê-lo sustentável. várias delas são fundamentalmente diferentes. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. pois. administrador da Opencollector. . distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação. além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças. a partir de distintas áreas da informática e eletrônica. naturalmente.[10] [11] .[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento. Através disso.[15] Dado a isto. Bruce Perens e Eric Steven Raymond. mais normalmente conhecida como Gratis versus libre. tais como o Open Source Hardware Central Bank.

[3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores. worldchanging. [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector. as in Beer" (http:/ / www. edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1. o que é? Por onde começar. html?pg=6). 4) (em inglês). 09/ posts. Página visitada em 27 de novembro de 2009.Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . gnu. org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). html) (em inglês).Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. pdf) (em inglês). [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. org/ Whyfree/ ) (em inglês). [15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages. php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. html).Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 . com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ . [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www. org/ philosophy/ free-sw. html) (em inglês). [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. makezine. com. wired.. [4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). lançado em 1990. Página visitada em 26 de novembro de 2009. halfbakery. tapr. (http:/ / blog. Página visitada em 25 de novembro de 2008. freecores. 0. html [18] http:/ / www. org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. shtml) (em português).computador portátil destinado a países emergentes. html) (em inglês). tapr. opengraphics. • ECB AT91 . [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). opencollector. org/ tiki-index. 0. Página visitada em 28 de novembro de 2009. cgi/ section/ 2/ 2. [13] Lawrence Lessig. [9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www. Info Exame online. com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. com/ wired/ archive/ 14. abril. techcrunch. org/ hardlicense/ licenses. • ECB ATmega32/644 .um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor. org/ faq. html) (em inglês). linuxfund. TAPR (http:/ / www. [16] http:/ / belogic. Página visitada em 25 de novembro de 2008. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www. br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. Página visitada em 25 de novembro de 2008. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). Wired. nyu. net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). com/ uzebox/ [17] http:/ / www. org/ ohl. "Free. com/ archives/ 009340.. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. GNU. Página visitada em 28 de novembro de 2009. [11] MAKE: Blog: Hardware livre. 4#2. org/ licence. html) (em inglês).

Ela em si não possui qualquer recurso de rede. A mais popular é a Processing. para interligar-se ao hospedeiro. projetada com um microcontrolador de placa única.[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. além de uma interface serial ou USB. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo. Gianluca Martino e David Mellis.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi. arduino. • Comunidade Código aberto. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. algumas linhas de E/S digital e analógica. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador.[2] na qual tem origem em Wiring. Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. mas outras que podem comunicar-se com a . ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www. cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. e é essencialmente C/C++. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. podendo ser escrita em várias linguagens. por vezes traduzida ao português como Arduíno. David Cuartielles. Tom Igoe. com baixo custo. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores. • Baseado no Processing. A interface do hospedeiro é simples. de Casey Reas e Ben Fry. usando extensões apropriadas chamadas de shield.

[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG . Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos. Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR. Algumas variantes. seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR. Itália. conhecidos como shields. ATmega328 e a ATmega1280. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto. bluetooth ou outros métodos. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino. com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época.[7] ActionScript[8] e Java. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. Atualmente.[10] [11] além da marca de mais de 50.[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL. pela Prix Ars Electronica. e acabam recebendo seus próprios nomes.[12] [13] Atualmente. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE. como por placas programáveis via USB. usam um módulo. em 2005.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits.[5] Pure Data. Além de ser microcontrolador. cabo adaptador USB.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico).Arduino conexão serial são: Max/MSP. adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão. o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido.[6] SuperCollider. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido. ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles. ATmega168. especialmente os ATmega8. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. quando seu software é utilizado. por ter uma forma específica de restrições de fator. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais.000 placas vendidas até outubro de 2008. Nestes casos.[2] Considerando esta característica. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006.

tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. através de conectores fêmeas de 0. fornecem conectores machos na parte de baixo da placa.[17] O modelo Nano. na qual pode ser usada para inicializar configuração. disponibiliza 14 pinos digitais.25 centímetros). delay (1000). No ambiente de desenvolvimento. // espera 1 segundo. por exemplo. e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada. 6 das quais podem produzir sinais MLP. digitalWrite (LED_PIN. delay (1000). o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED. para serem plugados em protoboards.[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. milissegundos). o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando. Habitualmente. HIGH). A versão Diecimila. parênteses correspondentes e identação automática. além de 6 entradas analógicas. OUTPUT). // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. Estes estão disponíveis em cima da placa.1 polegadas (ou 0. ele possui a capacidade de programar em C/C++. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED.[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring. .Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. digital (OUTPUT). } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. LOW). Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe. que foi substituída pela Duemilanove. Boarduino e placas compatíveis com estas.[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring".

OUTPUT). e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init().h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa.Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido. delay (1000).h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. definida em sua própria biblioteca. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. HIGH). sendo as duas últimas configuradas pelo usuário.. delay (1000). com o avrdude. setup() e loop(). } "WProgram.) loop(). return 0. O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas. digital (OUTPUT). LOW). digitalWrite (LED_PIN. uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo. setup(). enviar os programas para a placa.[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. for (. milissegundos). para depois. } int main(void) { init(). . // espera 1 segundo.

Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória . É energizado via USB/DC. Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini. utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano. porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença. energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis.Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] .

[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. Estes são expansões para ele. e é livre para ser usado para qualquer fim. em inglês). e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização. sendo que disponibilizam várias funções específicas. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original. um grupo de usuários criou um projeto alternativo. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio. sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial. e estão disponíveis em sua página oficial.[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa. baseado na versão Diecimila.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2.[37] [21] Devido a isso.[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos.[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram.5. chamado de Freeduino [38].[40] . nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft. Um shield de prototipagem. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores. montado num Arduino. Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas.

ou para conexões mais específicas. Placa microcontroladora. há uma "estação Akihabara" de seda. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics. parecido com o do Arduino. Metalab. O hardware e firmware são código aberto. Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. Derivada da Diecimila. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9. Superfície montada. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . é desenvolvida pela Liquidware. um hackerspace em Viena. podendo utilizar placa universais como os shields. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd. Similar ao Seeeduino.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. . local onde se desenvolve o Metaboard. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço. Na parte de trás. com bateria reserva. É desenvolvida pela [50] Metalab. incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. Disponibiliza 64k de flash. O Hardware e firmware são código aberto. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S.

Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem. L. Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit. programável em BASIC ou C. decodificador DCC e uma interface CAN-bus. uol. Baixa voltagem. cc/ ). Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway. Possui 64K de flash. É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. ATmega644P um pino 40 DIP. . "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. Projeto Arduino (http:/ / www." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. Placa não expansiva. Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM. Podendo ser energizado via USB. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. Desenvolvida pela Curious Inventor. [65] Compacto (35 mm x 70 mm). br/ central_de_videos/ video_wide. Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. entretanto. 32 pinos de E/S gerais. bateria de energia igual ao do Arduino. produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino. cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. Projeto Arduino. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega .C. Olhar Digital (21 de março de 2010). próprio para prototipagem. cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). com. Página visitada em 2 de abril de 2010. Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo. arduino. Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa.L. 4K de RAM. Sendo assim. Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino. eles são incompatíveis com o programa original. com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. porém com memória adicional. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. podem trabalhar com outras IDEs. e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm).

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MPEG • Tocador de Músicas MP3.29WH) Li-Ion. FLAC. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256.8" LCD. ASF.5 m Peso 110g Tela de 2.0 • Tela 2. 2 superiores. 320x240 resolução. MOV.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior . AVI. 4 ação. approx.5 m x 500.7V 1700 mAH (6.botões Start & Select . FLV.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad.51 m x 56. 7 hours run time • Player de Vídeos RM. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2. 16M cores • Bateria 3. WMA. 3GP. MP4. • Saídas Autofalantes Estereos. Microfone. APE.

Pac-man . Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux.

. O usuário pode guardar até 40 canais. WMV. MPEG1. APE. MPEG.0 MHz ~ 108. Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV.0 MHz. AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. suporte manual / automática varredura de canal . BMP. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3. GIF. WAV. DIV3. RM.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB. FLAC. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. Ajuste de fonte . WMV9. ASF. WMV7. AVI. FLV. WMA. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. auto-navega. mp4v. MJPG. e pode ser aberta enquanto a música está a tocar. MP42. WMV8. XViD. MOV • Codecs de Video : WMV1.1. MP4. DiVX5. rádio FM .pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação. WMV3.

Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho. gravações de voz. herege. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. Gnurobbo.02 Firmware V1. Rise of the Triads.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1. Gnuboy. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. fotografias. PicoDrive. hexen.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. Isto permite a dupla arrancada. Snes9x. vídeos. leitores de ''Ebooks''. Assim como versões de Emuladores: ScummVM. Open Liero.01 Firmware V1. pelo firmware original ou Linux. SMS Plus. • Envio USB 2. bico Tyrian. Reminisecence. Firmware Firmware Oficiais Firmware V1. Dodgin 'Diamonds 1 e 2. Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom. .03 Firmware V1. Waternet. Blockrage . Duke3d ). calculadoras. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux. Super Transball 2. um simples afinador de violão. entre outros. sem necessidade de ligação com um PC.Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção. música. PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo. como reprodutores de Mp3. editores de texto. Além de outros aplicativos. Defendguin. Biniax 2. Sdlroids. Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source). para manter o sistema no seu melhor desempenho.0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. MAME.

dynacom. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards. GP2X .com/en_index.guanabara.PC WORLD (http:/ / pcworld.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul. com.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues.6te.dingoonity.dingoo888.asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www.badcoffee. uol.dingoobr.Games . com. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www.net/windux.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion. br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo .

1 Ligação audio 2. globo.iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium. robotcub.0 EDR.[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana.MUL1294904-6174.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash .. liralab.5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1. it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2.00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO. Ti GPRS (2. html) [2] http:/ / www. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0. org/ [3] http:/ / eris.

[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel. devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973". Neste momento." "Neo" significa novo. Este será o novo 1973. Dr. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar.6.org (http:/ / lists.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120. 20 de Janeiro de 2007.14 Userland • • • • X.Org Server 7. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices. Software Núcleo Linux 2.17.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg.7 × 62 × 18.5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta.openmoko. a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007.OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973. html . linuxdevices. pelo preço de US$350. org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC. mais uma vez. wolfsonmicro. o mundo das comunicações.com [5] Referências [1] http:/ / www. com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko. com/ news/ NS2986976174.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2. html) [3] http:/ / www. lists. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. com/ [4] http:/ / www. org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www. openmoko. openmoko.6. linuxtogo. seguindo a filosofia FLOSS.

ser útil como um PC de mesa. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2.0. 512 MB internos NAND.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas.0 + EDR (3Mbps) (Classe 2.0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. 256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530. certamente. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. USB armazenamento externo. CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802. Ångström. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. oferecer uma mistura entre PC e console de videogame. + 4dBm) . IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos. este tem por finalidade.11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2. Um pouco menor que um netbook. e um pouco maior que um Nintendo DS. o console caberá em seu bolso. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2. Baseado na distribuição linux.0.

org/ http:/ / boards. Teclado.Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen). GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2. html http:/ / apps. php http:/ / www. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en . open-pandora. com/ pandoraprivate. 16. org/ http:/ / www. org/ index. Mouse.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www.0 OTG (1. open-pandora.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2.0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB.x) • Dimensões: 140x83. openpandora.5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2. gbax.6.3" widescreen. formato 4. Modem 3G. Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms.4x27. org/ index. openpandora.

Devido ao potencial de reprodução da máquina. como o principal objetivo do projeto. o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva. Referências [1] http:/ / reprap. Os autores têm a autorreplicação. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos. sem a necessidade de uma infraestrutura industrial.0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês). com/ . RepRap versão 2. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais. com base em um modelo computacional. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home.0 (Mendel) RepRap versão 1. aumentando exponencialmente em número. em teoria. • Blog oficial [2] (em inglês). org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. blogspot. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. Isto. Página visitada em 11 de abril de 2010. os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades.

Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação. são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch. Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs. Operações básicas como furação e solda são explicadas. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento. Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. conectando à Internet. procedimentos de teste . Diversas técnicas padrões de furação.4 km. Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção.são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho. Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. As instruções de montagem. permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos. O alcance pode ser estendido para 1. Dois cabos coaxiais. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável. O alcance da configuração básica é de 1. O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN. semelhantes aos utilizados com antenas de TV. . O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário". com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica.RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor. checagens detalhadas pós-solda.

O Ronja.4 km. o projeto se torna mais complexo. usa um projeto sem realimentação. Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA . pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas.25 km. Tipicamente. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela. Desta forma. Limitações • Por definição. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. inferindo a partir daí o alcance possível. apresentando um laço de realimentação.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. entretanto. ainda.4 km. o enlace pára de funcionar. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. chuva. neve or fumaça. luz vermelha. Se o feixe for interrompido de qualquer forma. luz invisível infravermelha. • Ronja Inferno: Alcance de 1. Conecta-se a uma interface AUI. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch. • Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1. Esta Outubro de 2007. • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores. luz visível vermelha. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. abordagem impede. Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela . Conectado também com um cabo RJ45. Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa.

458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. Ele possui uma largura de banda de 9 MHz. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000. ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. basicamente por descarga de curto-circuito. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico. No Natal de 2001. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . com declive de 6 dB/oct. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. o Twister2. de forma a não afetar a componente AC do sinal. Estes custos geralmente incluem licenças de software. Entretanto. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. • Para a correta operação. e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito.RONJA capacitância total de entrada. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros. Ele é parte do projeto do Ronja. um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. Desta forma. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente.

net/ [6] http:/ / ronja. • (http://klfree.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project .php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) . sourceforge.net/view. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www.oreillynet. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www.org) • (http://www.org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive. twibright.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi. seul. edu/ seniordesign/ projects_new.unstrung. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda.archive.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps. twibright. root.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root.RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja.com/document. org/ ronja/ • (http://www.ch/articles/ronja) A user testimonial. ncsu.hackaday. com [7] http:/ / wiki. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja. php?id=463 [10] http:/ / charon. hkfree. com/ index. com/ installations. org [5] http:/ / pcb. twibright. ece. twibright.twibright.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www. twibright.

podem ser construídos. com antena integrada. Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee). incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos. sensor de temperatura. ou Java Micro Edition. 6 entradas analógicas.15.4 GHz. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas). e 4 pinos de saída de alta corrente. . o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. 8 LEDs tri-colores. sensor de luz. ainda conhecida por J2ME.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT.4.15. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA. sem usar um sistema operacional. inclusive o ZigBee. Diferente de outros sistemas de mote disponíveis. Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. 5 pinos para I/O de propósito geral. pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo. Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos). a 180 MHz. Ele é do tipo mote. 2G/6G. 2 sensores de movimento (ou momentary switches). sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. a 2. O dispostivo como rádio o padrão 802. Sobre esse padrão vários protocolos. cabe em uma palma de mão normal. • interface USB. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF).4 do IEEE. do inglês Sun Small Programmable Object Technology. • interface de rádio IEEE 802. com 512 K de RAM e 4 M de memória flash.6 V e 750 mAh. inteiramente montado. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira. Hardware O dispositivo completo. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. desenvolvido pela Sun Microsystems. que roda diretamente no processador.15.

br/ . ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. sunspot. ainda em produção limitada. sunspotworld. e um cabo USB. sun. com. Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee. com/ http:/ / www. com/ davidgs/ http:/ / www. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. alavs.Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento. as ferramentas de desenvolvimento de softeware. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. html http:/ / blogs. O software é compatível com Windows XP. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G. depois de meses de atraso de manufatura. Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. o NetBeans). com/ http:/ / tauzero. uma estação base Sun SPOT. Mac OS X 10.

11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo. uol. br/ digitalnews1.UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre.8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine). é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). com. . ou ainda Laptop das crianças. anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1. Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital. php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802.

4 mm × 114. monofônico. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo.11b/g. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . entre eles o Brasil.2mm de curso. Thai.XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação. stereo. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores. compatível com a norma 802. dual-mode TFT • Área visível: 152. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. 200 dpi • Display mono: Alta resolução.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V). Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas. com dois alto-falantes internos.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007.US International.00. suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. presidente de OLPC. codec de audio AC97-compatível. Português.[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações. 1. MMX. caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. Espanhol. diponibilizando computadores a um custo de U$100. Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível. 19cm(7. que já demostraram interesse no projeto. ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007. quincunx-sampled. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido. tendo como alvo os países em desenvolvimento.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão. Arábico. duas antenas coaxiais ajustáveis . modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON. Nigeriano.5") diagonal.

como se fosse uma pasta ou bolsa. bateria. • Choque 125g. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances.5g zero-pico.1 psia) (em funcionamento). 2ms. 6V montadas em série Caixa rígida fechada.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. 2ms. modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2. Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc. meia-onda (em funcionamento) 200g.5mm.4 psia) (desligado). em uso 10 a 20 V. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480. • Vibração aleatória: 0.0.192m (14.XO • Indicadores de estado: energia. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS.7 a 10. 10Hz a 500Hz. valores exatos ainda não estabelecidos. 10Hz to 500Hz. Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil. . a unidade deve ser suficientemente vedada. O XO pode ser usado como um livro.. taxa de varredura de 0. Open Firmware é usado como o bootloader.25 oct/min (em funcionamento). removível pelo usuário Capacidade: 22. Quando fechada. UE). • Umidade: Semelhante ao item temperatura. entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente.7 a 4. 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos.5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3.8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2.75g zero-pico. 1.048m (14. • Variação de altitude: -15m a 3. meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO. Wi-Fi. -15m a 12.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas). de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3. taxa de varredura de 0.

Ruanda. viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet. Brasil (250. O XO é dobravel e flexivel. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. em colaboração com a Intel.000)[4] . comentários e discussão sobre o 2B1. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500. Líbia (1. 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007. • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] . O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006. "Discover the PC"). Nigéria (1.000). "Eduwise" ou ainda. • Uma Análise do projeto [17] (em português). chamado de "Descubra o PC" (em inglês. • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo.200. que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado).XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar. Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante.000). [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia.[11] • O governo Português. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC). O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO.net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT.000.000). Uruguai (100. Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social.[6] • Outras empresas como a Asiatotal.000)[3] e Peru (40.000). . Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias.

Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. org/ [14] http:/ / www. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. com.XO Hardware. org/ index. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. 2006-11-13. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. via. [12] http:/ / laptop. Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. software. com. com. uol. acessado em 1° de março de 2006. pt_BR. uol. olpcnews. dicas-l. uol. com. org/ go/ Home [16] http:/ / www. John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. laptop. html [13] http:/ / laptop. net). html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. laptop. olpcnews. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. html [15] http:/ / wiki. com/ [17] http:/ / www. 2006-10-23. laptop. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. com/ 2100-1040_22-5422893. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. org/ faq. com. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. pedagogia. [3] Olpcnews (http:/ / www. intel. br/ educacao_tecnologia . engadget. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. pt_BR. [10] Block. olpcnews. For FREE (http:/ / asiatotal. htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World. 2006-10-11. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. zdnet.

o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. . introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. é necessário desviar a sobrecorrente. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. ao se fazer uma medida de corrente. A unidade usada é o Ampère. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. Na medição de corrente contínua. para as medições serem precisas. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala.Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. A resistência interna do amperímetro RIA. sendo necessário abrir o circuito no local da medida. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. A sobrecorrente IS. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento. Portanto. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento. Por isso. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS. Em geral. Dependendo da qualidade do aparelho. do galvanômetro. Como isso é impossível. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. com tolerâncias de 1%. IGM. A resistência interna do galvanômetro RG. Por isso.

Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. Amperímetros digitais . Referências [1] http:/ / www. espalhadas no espectro de frequências. com.. br/ voltimetros.. seinstrumentos. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos. . registradores.Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital. contadores. processadores e demais componentes digitais de um circuito. Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes.

Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica . a sua unidade é adimensional. burgoseletronica. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro). htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital. que mede o valor do fator de potência. Por se tratar de expressar o valor de fator de potência.Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem).P . devido o cuidado com o valor de F. como motores elétricos por exemplo. A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro. Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. net/ capacimetro. de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo.

então.[2] [1] JUNQUEIRA. Por isso. Depois de revelados. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. logo após.[1] A Qualidade da imagem Na prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.ou sobre um filme fotográfico. elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. Passam. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro. substância que emite luz ao ser excitada por elétrons. A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco). os quais incidirão sobre um filme fotográfico. A barra branca tem 30 µm.[2] A tela fluorescente. 8ª Edição. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. [2] id. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. José. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons. . Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem. Biologia Celular e Molecular. por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto.onde formam uma imagem visível .Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. ISBN 85-277-1045-5. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. constituída por partículas relativamente grosseiras. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. por uma segunda bobina e. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente .

ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos. de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. . mas não consegue corrigir a diferença. Na prática. mais rica é a mistura (possui mais combustível). Como consequência. quando o veículo está utilizando o GNV. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV.Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada. bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina.Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV". ao mesmo tempo gera. Além disso.a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito.Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular). O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio. existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão. Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda. Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) . Depois da conversão. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. uma série de alterações ocorrem durante a queima. pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV). mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV. pelo sinal inadequado emitido pela sonda. buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda. provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo.

existem os eletromecânicos. 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade). usados para medir a baixa frequência da rede elétrica. htm [2] http:/ / www. radioamadores. br/ ~f98335/ projeto17. html . MHz e GHz. Desta maneira. as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. Além dos frequencímetros digitais. li. Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos. Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura. Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência. de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. facens. sendo uma para cada cilindro do motor. Uma outra maneira. nanossegundos). net/ frequencimetro_pic. mantendo as regulagens e a performance do veículo. que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. kHz. microssegundos. ou pode também ter uma centralina independente para o GNV. Estes se compõem de barras de ferro doce. O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". milissegundos. mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. informando a frequência medida em Hz. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz). Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. que utiliza válvulas injetoras de GNV. conforme a escala utilizada.Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo.

Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. resistência. consiste basicamente de um galvanómetro. e outras.Fio transportando a corrente a ser medida . e instalada entre os pólos de um ímã fixo. movendo um ponteiro. O multímetro. por ser menos sensível que o de bobina móvel. a bobina é fixa. ou agulha. potência. ohmímetro ou voltímetro. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro . sobre uma escala graduada. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. mais robusto. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. tensão alternada.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday. como tensão contínua. para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. Através de circuitos apropriados. O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. uma bateria e vários resistores internos. o valor da corrente é indicado na escala graduada. ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos. ligado a uma chave selectora. que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. mas possui as vantagens de ser mais barato. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. e a bobina gira.Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. que possuem um mostrador de cristal líquido. em oposição aos multímetros digitais. Galvanômetro de bobina móvel . se forma um campo magnético que interage com o campo do íman. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado.

Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. quadrado. com sweep (frequência variável). Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda. quadrado. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento. Drez. lesão térmica por RF contínua. Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. filtros e amplificadores. todos com diversas frequências e amplitudes. RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura.funções quadrado. com o qual se pode verificar as suas formas de onda.Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz). quadrado. Ablação Intradiscal. Palidotomia. possui recursos de medição de impedância. estimulação motora e sensitiva.funções seno. Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. Rizotomia Trigeminal. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas. ajustes e leituras. dente-de-serra. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos. triangulares.funções seno. sweep) XR2206 (Exar . triângulo. A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. quadrados. sweep) NE566 (National .funções seno. triângulo. sweep) MAX038 (Maxim . Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. triângulo) . o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. Operando com potência de até 50 watts. Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. além de conectores para saída do sinal. Cingulotomia entre outros. triângulo.

trabalham com frequências. filtros. São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia.1 e 1nm. .XPS e espectroscopia de elétron Auger. com frequência e amplitude variável e ajustável por dials. também pode revelar a composição das partículas. fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia. • Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas. Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . Pode ser analógico. amplificadores. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. mas por diversas técnicas analíticas. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. que está relacionada com a amostra em questão. No caso de amostras cristalinas.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais). • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica. De qualquer forma. cristalografia e composição química da amostra. onde se faz uso de um galvanômetro.000001A (1microAmper). ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt". Também são usados para simular corrente alternada. • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário. Estes são chamados elétrons secundários. variando entre 0. Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. já que. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. etc) como fonte de sinal. possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. inorgânicas e biológicas. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. Este é o elétron transmitido.

conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. A amostra não deve sofrer alteração como. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. Assim. por sua vez. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. z. como moléculas gasosas. A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å. por exemplo. mais instáveis. esta deve estar polida de ambos os lados. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração.Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV. que são as formas de visualização da amostra. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. É ajustado quanto à altura. • Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. no caminho do feixe de elétrons. • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. inclinação. a tensão de aceleração usual é 100 kV. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração. rotação e orientação nos eixos x. deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. para amostras cristalinas. corresponde a um plano real (hkl). . A resolução do equipamento chega a 3 Å. Para o preparo da amostra. As imagens são de campo claro. ao passo que amostras biológicas. em forma de lâmina.0037 nm. além da fina espessura da lâmina da amostra. y. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução. equivalente a 0.

Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos. Por outro lado. não difratados. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. 477 . daí o nome campo claro. Em ambos os casos. fornecendo importantes informações. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. No modo campo claro. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%. Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. No entanto. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. Neste modo. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. de acordo com o feixe de elétrons selecionado. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. ocasionando o contraste de fases. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final.Microscopia Eletrônica No modo imagem. onde λ é comprimento de onda incidente. Na imagem de campo escuro. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. Por outro lado. onde S2 é o sinal da amostra. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. obedecendo à lei de Bragg.

Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons. para fontes termoiônicas. Interações do feixe de elétrons com a amostra . y.000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. Por exemplo. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x. As lentes objetivas. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados. é reduzida a 1 nm . são responsáveis por direcionar o feixe na amostra.1µm ao atingir a amostra. O vácuo deve ser de 10-5 . inicialmente de 10 . Além disso.Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química. Felizmente. específicos para estas amostras. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. Quanto às condições de operação. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. a amostra deve se estável ao alto vácuo. A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio. As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6).50 nm. Os elétrons secundários fornecem imagem