Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes.

sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa. as linhas de transmissão (que transmitem energia). o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares. com o objetivo principal de representar.sob forma de sinais elétricos) estão. estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . Entre os mais diversos ramos que a abrangem. as usinas hidrelétricas. Numa definição mais abrangente. onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido). Para colocá-lo no estado ligado. uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência. todos.Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. ondas eletromagnéticas. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. processar e armazenar energia. Também é considerada um ramo da Eletricidade que. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. as propriedades e comportamento. Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência. utilizando a eletrônica de potência. De igual maneira. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão. Fótons. também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -). a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. Sob esta definição. partículas elementares. armazenar. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. transmitir. termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). Complementar à definição acima. dentro da área de interesse da Eletrotécnica. por sua vez. que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet.informações . Sob esta ótica. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. os transformadores. todos. do Elétron. podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. etc. dentro da área de interesse da Eletrônica. os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações). eletrônicos. Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. com o objetivo principal de transformar.

Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga.Eletrônica terminal da porta (G). acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. as memória eletrônicas. da emissão eletromagnética através do espaço físico. A eletrônica. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). No estado ligado. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). a tensão através da chave se define a zero. por definição. "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. fotocélulas. onda luminosa para onda sonora e vice . resistores. assim novamente para onda sonora. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. resistores. A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. capacitores. sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). dentro de um bulbo de vidro. além de miniaturizar os capacitores.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. no mais. ao passar do tempo. indutores. A válvula termiônica. pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. os microcircuitos. O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". aí está a eletrônica. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se).(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). interagindo. os microprocessadores. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. Aos poucos. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte. entre outros. ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos. etc. Sem a eletrônica. indutores. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos.) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. para em seguida a captação desta. Assim. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. foi substituída pelos transístores. mesmo assim. o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC. também chamada de válvula eletrônica. diodos. modificando. o segundo porém mais moderno que o primeiro. isto seria impossível de se conseguir. medindo. Quando não houver a tensão aplicada na porta.

Estes interligados formam circuitos mais complexos. milissegundos.Eletrônica versa. 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que. tudo isso. etc. ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação. amplificação. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . por exemplo. até chegar ao resultado final quando. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. em segundos. através de um feixe de luz.

mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. em 1873.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas. Em 1861. foram informações dispersas. Isto ficou registrado. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. utilizando ondas luminosas. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. Nos séculos XVII. Julius Elster e Hans Geitel. Durante sua demonstração. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. acelerou-se. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. da mesma forma que Munk em 1835. XVIII e XIX. na verdade. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. aleatórias. A partir de 1850. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. Posteriormente. O pesquisador. Hughes. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. que resultava num filme de óxido de mercúrio. quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. porém. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. sua utilidade era meramente para curiosidade científica. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início. Munk. porém. A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. . Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. Ao mesmo tempo Flemming. em 1884. Ao fazer isso. Ao fazê-lo. porém com o passar do tempo. naquela época empregado de Thomas Edison. Calzecchi Onesti. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. Em 1866. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. a corrente não fluía. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. Em 1835. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento. o dispositivo se descarregava. da mesma forma que Munk em 1835. Embora funcional. no início de 1880. Ao inverter a polaridade.

ou termiônica. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. no ano de 1887. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência.Eletrônica Hertz. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. sem uso prático. etc. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. Em 1901. iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. O padre Roberto Landell de Moura. quando na metade do século. Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. seguindo o método de Branly. A experiência foi confirmada por Hallwachs. Em 1897. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. em 1948. porém. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. de Solari. Minchin e Oliver Lodge. era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais. em 1893. em 1894. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. Em 1890. Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. em 1890. As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. triodo termiônico. agora na pessoa de Édouard Branly. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. pois acreditou-se que sua carga era negativa. Lodge então. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. De novo. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. tetrodos. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. A partir de 1850. da mesma forma que Munk em 1835. pentodos. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica. a válvula termoiônica reinou absoluta. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. observou o efeito fotoemissivo. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. preparou um tubo com limalhas de ferro. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos". Era o primeiro transistor. de forma independente. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. Hittorf. William Crookes e Goldstein. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade.

Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. capacitors. senão milhões de colaboradores anônimos. Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal. ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. resistors e diodos semicondutores. é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. foi necessário a codificação de uma linguagem. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. interpretadas nada mais são do que informação. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta. potência 90 W Logo após. foi desenvolvida a extra larga escala de integração.Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse. São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. no início da década de setenta. decodificação complexa. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. e logo após. ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. Para o transporte de informação. outra fixas. os componentes passaram a ser fabricados em silício. • Um velocímetro analógico. todos feitos numa só base. • Um termômetro analógico. nos anos oitenta. os sinais. Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. (LSI). • Uma balança analógica.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. . ou o ecrã de um osciloscópio. um galvanômetro. Algumas são variáveis. inicialmente em germânio. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica. que decodificada forma letras e palavras. (ELSI). exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação. Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. depois do trabalho de milhares. Estas. As variáveis são observadas diretamente.

as ondas de rádio por exemplo. entre outros. artigos. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. hidráulica e informática. converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. onde se usa um código binário de transporte de informação. [2] Referências [1] http:/ / www. temos a mecatrônica. a biomecatrônica. um exemplo é a Amplitude Modulada. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. da ciência da computação. da informática. digitalizar é manipular. convertem o sistema decimal para sistema binário. sabereletronica. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. por exemplo. org [2] http:/ / www. pneumática. a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. eventos. eletronica. é digitalizada. depende de sistemas de interpretação e leitura. retificação em meia onda do sinal resultante. um exemplo disto é a linguagem binária. ou sistema binário. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. é formada por componentes que digitalizam a informação. br . ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. isto é.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. pois esta não é direta. entrevistas. da cibernética. onde a codificação e decodificação é executada de forma direta. (álgebra booleana). Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. com. a leitura é indireta. a robotização biológica e a robótica.

Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. +F +F. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. . O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A. Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. quando existe a necessidade de estabilidade térmica.+A 8 +A +A. +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F. +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada).

menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. -A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. . -F -F. mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A. O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica. Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). quando existe a necessidade de estabilidade térmica. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento.-A 9 -A -A.

br/ . amarelo. Desing Se inclui de linhas de retas. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. Foi fundada em 1926. antennaeletronica. Publica livros técnicos de eletrônica. Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. com. radioamadorismo. LG Electronics. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro. etc. azul. vermelhas ou cinzas. branco. redução do tamanho das paredes da geladeira. Como a Brastemp. Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. sem curvas. Consul. Samsung.80's. um slogan quadrado e nas cores bege. verde e laranja. E contem um gasto de energia. etc. telecomunicações etc. vermelho. sendo a mais antiga do ramo. refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. vermelho. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. marrom. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. 90's appliances 10 80's. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico.

Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. pois se for feita a redução na alimentação. pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema. ou placa.é um componente eletrônico ou termistor. Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. Neste caso. conforme a escolha do projetista. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva. Para evitar este efeito indesejável. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito. A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. ou seja. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. de acordo com a Lei de Joule. que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. mas sim na polarização do circuito de potência. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) . sendo então atraídos pelo ânodo. . e somente neste caso. este nada mais é. século XX. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . ou seja. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. seu rendimento diminuirá exponencialmente. existem componentes cuja função é evitar este efeito. conhecida por Efeito Édison. que. para uma impedância dinâmica fixa. na qual. com a miniaturização eletrônica.Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica.é um componente eletrônico chamado termistor. Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor.

0. Electronics. M. april. RCA Laboratories. Após a remoção deste componente. como por exemplo. a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica.: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors. • Hercher. pois.76 milímetros. B. que são soldados diretamente na placa-mãe. Transistor I. A. É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. Processador Pentium MMX. 1958. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared. Bibliografia • Lin. A. onde o "E" vem de "Enhanced". e Barco. As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0.5. BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados.C.: Designing Transistor A-F Power Amplifier.6 e 0. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils. . A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA". Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada. California.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. chipsets e microprocessadores. 1956. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior. H.

Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar. mas bandas passantes diferentes. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. Informalmente. Na prática. Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda.Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero. Idealmente. medido em Hertz. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro. . por exemplo. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. o outro de 40kHz a 43kHz. o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. O valor de freqüência. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original. entretanto. digamos 3kHz.

as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético. o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. quando próxima ou em contato com o gap. ou operação inversa . Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. e vice-versa. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética. São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. de modo que. Nos HDs de computador. No gap. na extremidade oposta ao solenóide. Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. Se este campo for convenientemente forte. O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética.para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico. será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. ou forma semelhante. exceto por um pequeno vão (gap). Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel. a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. Esquema de uma cabeça magnética .

na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento. e possuem baixa capacitância . e posteriormente todo o funcionamento do componente. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico. oferecendo um caminho de baixa impedância. acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. chegando a tensões de 2 a 5 kV. & Sistemas) • MTM . O centelhador opera como uma chave dependente da tensão. Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução.2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante. A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica. induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara. Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão. que foram previamente orientados. contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso. usados para circuitos de alta freqüência. apresentando duas tensões de disparo. comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra. Fontes • Elematti Eng. Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico). onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. que pode variar entre 350V e 1. um arco é criado entre seus terminais. Fabricado com dois ou três elétrodos.10nf. substituindo os produtos que apresentarem alterações. estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado. ao passarem pelo gap.Protetores elétricos e eletrônicos .

Atualmente. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores. Frequentemente.veja jumper para mais detalhes). que utilizava até doze chaves agrupadas. Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. alternativa mais barata e eficiente. No entanto. e possui um total de 256 combinações. Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. em sua totalidade. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas . oferendo até 128 combinações totais. O conjunto. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits). Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. no singular. Este sistema. também pode ser referenciado por chave DIP. Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança.Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. antes do advento da RAM alimentada à bateria. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers.

enfim. Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. . O conceito de circuito aberto é muito simples. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade. um aparelho elétrico qualquer. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. motor. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. No caso de um circuito elétrico. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. nesse caso o fluxo de pessoas. ou do inglês microswitch. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. aquecedor. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada. seja uma lâmpada. é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Interior de uma chave de fim de curso.Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso.

Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa. idealmente. luz não espalha-se com distância. estes podem ser eletrônicos. porta USB. ou outros processos. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. [1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. disket ou wireless. comanda de bares e restaurantes etc. luminosos. as imagens ficarão deformadas. etc. no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente. consumo de energia elétrica. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. através de leitura de código de barras ou manualmente. Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. e portanto. relatórios em geral. [1] http:/ / www. br/ coletor. como empresas de fornecimento de gás. Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. controle de estoque. com. a luz foi colimada. por exemplo. num tubo de raios catódicos. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. na prática. Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. energia elétrica. marg.[1] Na eletrônica. espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. com. . controle de consumo. comprometendo assim a observação. inventário de estoque. lentes). Na imagem inferior.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. linhas de fluxo eletromagnético. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. água e esgoto. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas. que depois serão utilizadas em um sistema específico. mínima dispersão ocorrendo. A palavra é relacionada com "colinear". e significa que. com a maior precisão possível. Caso não haja o alinhamento.

pdf). [1] Collimation of light (http:/ / cem01.Colimação No caso de equipamentos médicos. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. 19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador.[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. Página visitada em 04-10-2009. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe. . br/ sala22/ motor_teoria1. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos. eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06. / collimation. asp) Conector DIN Conectores DIN. mouses e periféricos de vídeo. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. com. Grundig e Telefunken. . No início da década de 80. Existem diversas formas de conectores DIN. ucsd. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . feiradeciencias. os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico. com quantidade de pinos.

rádios e redes de computadores. radiodifusão.contato central: ≤ 1 mΩ . 75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) . radar. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: .15 dB até 4 GHz Resistência de contato: . proteção de onda.conector reto: ≤ 1. celular. MIL-C-39012 e MIL-55339.contato externo: ≤ 0. estações de base.2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N.conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0. instrumentação.35 até 4 GHz Perda de retorno: .conector angular: ≤ 1. São utilizados em antenas.3 até 4 GHz .Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16.conector reto: 18 dB até 4 GHz . rádio de microondas.

Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.7.9 .5 .2.4 .5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5.1 .0006 8.1 3.10000 6.5 .8.5 3 2.9.6 4-6 2.0 5.6 6.8 50 .Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.7 4.

uma constante física denotada por .Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. o valor de também é exato. Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . quanto são definidos exatamente. Seu valor aproximado é. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante. em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva. definido como fonte primária. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. definido como fonte secundária. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos. A partir da década de 80. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações .Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. descrito por Thomas Young. Como tanto unidades SI: F·m-1. ou seja. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica. Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. foi possível pôr em prática as técnicas digitais. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço. A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude. Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras. para ondas eletromagnéticas. Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. é a velocidade da luz no vácuo.

br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada. A. Em seus trabalhos. Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. P.Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda). S. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. tais como: explosões. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. Kuo. H. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. Morgan. usp. Morgan. dissipação instantânea de energia. calor e faíscas. C. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. M. que acidentalmente é comum em residências. Snyder. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital. D. Kuo. atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. Elliott. Um exemplo de curto-circuito. . além de terem um custo mais acessível. Hansen e S. D. ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. Nelson. R. J.

O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores.br/artigos. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V. em automação. para calcular os curto-circuitos. • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado. são as entradas e saídas digitais.fasorial. ou na tensão em que esteja trabalhando). procure o DATASHEET deste CI. .p ( diferença de potencial) é nula.Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas. tais como os componentes simétricos. Discreto Discretos. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica. Bibliografia • http://www.d.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto.com. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d.

Semicondutor dopado Em contraste. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. em essência (ou "intrinseca". O cristal permanece. 1 ppb (uma parte por bilhão). ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. como também se usa dizer. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. durante a Segunda Guerra Mundial. estável. no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). dizem-se semicondutores degenerados. ou tipo N. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. é dito semicondutor intrínseco. propriamente) as do semicondutor. em essência (ou "intrinseca". notadamente este último. para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente. consulte Dopagem. contudo. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou.[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K. ditadas pela presença do (ou dos. e consequentemente. . Contudo. tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas. vale dizer. quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores. na era atual). pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s). Teal e Morgan Sparks. Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. vez que. consulte Dopagem bioquímica.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. Essa consideração. com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. usualmente). após o fim da guerra. eventualmente descontrolado. Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. propriamente) as do semicondutor e. dizem-se semicondutores extrínsecos. respectivamente para as adições de índio e de fósforo). sim. é dito semicondutor dopado. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. a serviço da Sperry Gyroscope Company. as lacunas. Entretanto. Assim. pois. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm).[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. na constância da recombinação de pares. como também se usa dizer. pois. 1 ppm (uma parte por milhão). senão realmente nulo. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. os elétrons. Dopados. para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação. para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são.

cdlib. portanto. Página visitada em 2007-08-12. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários). Hilton & INTRATOR. [3] Sparks. gálio. L. University of California: In Memoriam. Morgan and Teal. conotativamente.530. Dispositivos semicondutores. índio e tálio. (1985). et al. permitindo. 1972. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc. Issued March 17.. arsênio. com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). Patent 2. id=& brand=oac). id=div00182& toc. 1953) . John Robert Woodyard. de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança. assim. filed. que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). P.A. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P. antimônio e bismuto. view=frames& chunk. "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials. 1944. 1950.2. com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. Rio de Janeiro (RJ). a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. Brasil: Ao Livro Técnico S. S." U.Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro. [1] US Patent No. Edmond. permitindo. Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento". alumínio. Gordon K.110. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO.631. depth=1& toc.356 (Filed June 15. granted 1950 [2] Morton.

Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda. Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. na maioria das vezes. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. . é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado). Quando utilizar Duplexadores Um duplexador. a instalação na torre será muito mais simples. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma. Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador. Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. O Rejeita-banda. em uma única linha de transmissão e antena.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena.

a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). wikipedia. volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. Por exemplo. org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso . ou 1%. Da mesma forma. dentro de cada período de 100 segundos.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica. Em vez de gerar uma tensão contínua. os relés) ou eletrónicos (por exemplo. o drive fica ativo por 1 segundo. ou 50%. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período. o duty cycle de uma onda quadrada é 0. repetitivamente. em um trem de pulsos retangulares ideal. Nesse contexto. o duty cycle é de 0. Por exemplo. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. Assim. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho. já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2. funcionam em regime de liga-desliga. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. Nessas fontes. um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente. fica desligado por 99 segundos. dispositivo ou sistema está em operação. Por exemplo. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. Neste caso. dentro de cada período é o periodo da função. é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle.75 = 9).25. Num fenómeno periódico. Muitos componentes elétricos (por exemplo. o duty cycle é de 1/100.5. Referências [1] http:/ / pt. Dessa forma.

relativo a sua descarga. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento. muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha. fazendo com que a corrente fluisse. Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. multiplicando rapidamente os portadores de carga. e ocasionalmente um elétron terá . Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. O físico britânico John Ambrose Fleming. conhecido como diodo. melhor que ser uniformes. enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. embora o patenteasse em 1883. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. É base para o funcionamento do diodo Zener. Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons. O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados. Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. Entretanto. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas. Edison não viu nenhum uso para este efeito.

os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. À temperatura ambiente. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura. descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. por meio do calor. Efeito Édison Ou emissão termoiônica . é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente. Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. 'W' é a função trabalho. e varia de metal para metal. relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. conhecida como constante de Richardson. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. ou ânodo. e 'h' é a constante de Planck. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. . A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. A constante de proporcionalidade 'A'. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. Devido a função exponencial. saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. chamado nas válvulas eletrônicas de placa. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento. A lei de Richardson. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. 'k' é a constante de Boltzmann.

concepção e produção de sistemas eletrônicos. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. reduzindo assim o tempo de projeto. e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. Mas hoje em dia. que forma profissionais de nível superior para atuar na área.Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! . História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design). o curso de eletromecânica foi ficando para trás. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada. quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos.

Moletrônica (ou ainda. quando comparados aos circuitos integrados. o número de transistores num circuito integrado dobra. [2] . Por isso. Cada vez mais. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. usando respostas do tipo 0 ou 1. A partir de uma entrada. Na Eletrônica Molecular. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. são usados Resistores. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. Eletrônica Orgânica). Transistores. a miniaturização esteve presente na eletrônica. uma isomerização. observada por Gordon Moore. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício. co-fundador da Intel. por exemplo. a não-passagem. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). esquentavam muito e eram de difícil manuseio. o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. Nesse caso. capacitores. . conhecida como Lei de Moore. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. Para isso. liga ou desliga). uma mudança na resistividade. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. Nessa escala. moléculas e macromoléculas. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes. Em [3] . Tunelamento. Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. para uso como resistores. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. realizando o processo de miniaturização. entre outras. as chaves (como um interruptor. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular.Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. Aparentemente. Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. para isolamento. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. que eram de grandes dimensões. do pequeno para o grande. O sinal pode ser a emissão de um fóton. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. que sugere que a cada 18 meses. ou uma e outra. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. ou. No caso da Microeletrônica. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. Com a diminuição das dimensões dos dispositivos. a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. encontram-se átomos. No caso. Diodos. há uma saída ou resposta. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. com uma série de 0/1. Entramos nas dimensões da microeletrônica. numa pequena superfície.

são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. Soc.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso.[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. Em relação à dimensão. Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. isto é. por exemplo. um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. na condução de corrente. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. ou seja. também são importantes e têm relação com os nanofios. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. e no portal molecular. simultaneamente. Am. que A e B aconteçam. A adição de um reagente X ou Y altera a saída. como os sólidos. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). isso significa a adição de X e Y. faça algo se acontecer A E B. Adaptado de J. a condicional é NÃO. Chem. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. 119. AND. precisamos. podemos comparar as reações com os portais lógicos. não importando a ordem. para que o evento aconteça. por suas dimensões reduzidas. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. No primeiro caso. a saída é um 1. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. Porém. a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. 2679-2681 Analisando o esquema acima. como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET). 1*0=0. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais. Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. presença ou ausência de fluorescência. em geral. Quando adicionamos X e Y. . 1997. numa dupla condicional. por exemplo. Diodos e Inversores (portal NOT). com a exposição à luz ultravioleta ( ).

Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . se houver uma diferença de potencial na porta. Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). que pode ser dopado.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. senão. pois. dependente do tamanho da partícula. recebê-los. os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). material semicondutor. A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. A fonte vai emitir os elétrons e o dreno. levando a maior poder de processamento. Os transistores tradicionais são feitos de Silício. por sua emissão característica em um comprimento de onda. isto é. não há passagem de corrente. Nas pontas. A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta). Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron.

um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. Os Catenanos. Existem vários tipos de interações intermoleculares. Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. Reconhecimento Molecular. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. interagindo fortemente com outras biomoléculas. Interações de London. Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. assim como os Catenanos. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular. No mundo das moléculas. e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. é a presença ou ausência de corrente num contato. Ligações de Hidrogênio. foi citada uma espécie de rotaxano. o macrociclo. A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. por sua vez. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. que. Dipolo-Dipolo. existe um tipo de isomeria. as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. as “interações não-ligadas”. algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. na ponta de um AFM. . que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. Os programas dos computadores usam o binário. Isômeros Topológicos entre outros. Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido. C60 [1] e tióis e derivados [6] . As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. Em [7] . Interação . um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. Acima. Graças a essas interações. Alguns conceitos como Interações Moleculares. na memória. por exemplo. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. Para esses grupos de moléculas. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. a Isomeria Topológica (topoisômeros). são necessários alguns conceitos chave. além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. por exemplo. abstratamente. A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula.Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas. Os Rotaxanos. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. [10] 35 Em azul. O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. 1 ou 0. as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. sendo usadas. Transferência de Carga. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares.

Silício. Um Nanotubo de Carbono. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno. transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica.n) (Fig.Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular.m). São usados de diversas maneiras. Retirado de Se θ = 0°. O mais famoso deles é o C60. um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento. entre outros inorgânicos.0). Além do Carbono. são os Fullerenos. [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono. 2.MWCN (retirado de ). como o C70. . 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. os nanotubos são designados como (n. 9 (a)). clusters aproximadamente esféricos de Carbono. como pinças de AFM. De forma simplificada. em particular. (n. existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes). pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. Para todos os outros ângulos. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol. Num Nanotubo de múltiplas camadas. sensores para telas sensíveis a toque. também existem outros átomos com nanotubos: Boro. para θ = 30°.SWCN. dependendo do método de preparação. Bismuto. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. mas existem outros aglomerados com mais átomos. Já foram usados como FET. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo. [12] 1. O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN.

alcançando bom rendimento [21] . Para este processo. [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica. Impacto (Ablação) com laser. isto é. podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. Numa coluna de cromatografia. na administração de medicamentos. Lantânio em C60. [20] Um importante método é a CVD. Fullereno “Endoédrico”. como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. Esse método. isto é. [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. O primeiro deles foi o La@C60.0). Deposição Química por Vapor. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] . C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. pirólise. além dos Nanotubos. os chamados Endohedral Fullerenes. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência). os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. também são usados para a preparação de outros Nanofios. (n. [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno. [18] mas outros metais também foram incluídos. tendo uso potencial. existem máquinas . principalmente. PECVD e métodos eletroquímicos. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato. além da Eletrônica.0) zigzag e (n. onde o @ significa at. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço.n) serão condutores. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography. Quando forem (n. a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. sendo preciso uma separação dos componentes. [19] assim como moléculas.Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. No Arco Elétrico. Chemical Vapor Deposition. um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ). também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica.m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n.n) armchair. que.

RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). Na Microscopia de Transmissão.Eletrônica molecular já preparadas. . sua composição e condutividade. a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador. chamadas de Aparelho de CVD. o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. são necessárias nanopartículas de metais (Ni. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando. Esta técnica permite saber a quiralidade. 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. Utilizando a TEM. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. corrente e elétrons transmitidos. Y. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. O contraste é feito pelo computador. sendo o método mais usado para produção em massa. Co. é analisada. raios-X característicos. na indústria. formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. Então. Fe. A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão). O diâmetro. após ultrapassar a amostra. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. Álcoois. [22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. luz. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos.

como a TEM. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. apesar de não ter resolução para átomos. O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh).ccs. andor. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência). tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes. retirado de www.br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO. metalmat. a partir da análise da luz espalhada pela amostra. retirado de http:/ / www.unicamp. com/ learn/ applications/ ?docid=64 . ufrj. retirado de http:/ / www.Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma.

a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina. com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www. ufrj. metalmat. com um Espectro Raman de Alta Energia. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. [25] E. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): . retirado de http:/ / resources. finalmente. Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor. renishaw. permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos.

br/~pires/Crescimento. é um método de depositar. formando um colóide. de maneira ordenada. um filme monocristalino em um substrato monocristalino. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica).ufrj. tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos. Se o filme for depositado num substrato de mesma composição. o processo é chamado de Homoepitaxia.if.htm . que. se limitados lateralmente. que atua como uma semente para o crescimento. MEB (Epitaxia por Feixe Molecular). Caso sejam diferentes.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação. Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida). VPE (Epitaxia em fase vapor). Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis. O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. chama-se Heteroepitaxia.

através da AFM. Pontos Quânticos podem. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. camada por camada). chm. . são unidas. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. bris. átomo a átomo. como na construção de um circuito integrado tradicional. tensão minimizada em ilhas). ac. se dá o fechamento do anel. Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares. em moléculas distintas e.Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. Volmer – Weber (VW. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios. É possível prepará-los mecanicamente. com a ajuda do reconhecimento molecular. Stranski-Krastanow (SK. ainda. serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento. O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. formando Pontos Quânticos. levando à formação de “ilhas” nanométricas. durante a interação.

1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön.com.iqm. Nessa evolução. Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 . 1997.html http://lqes.ufrj. Vincenzo Balzani. Lauhon.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors . Ezekiel Johnston-Halperin.br http://www. Ke Xu.php?b=120830 • • • • • • • http://www. ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial. cujo binário está baseado no spin (qubits). Erica DeIonno. Pte.br/~emecbpf/Programa. Steven J. Atualmente. 414 – 417. 2007.br/eletronica-molecular-ppt-a28492. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol. Green. br/ noticias/ noticia. Benoit Domercq.Yi Cui.Editora Livraria da Física • http://www. J.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 . Yi Luo. James R. inovacaotecnologica. Lincoln J.: Vol.J.net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares.br/coluna. J. como a Computação Quântica.if. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol. Langford. inovacaotecnologica.html http://omnis.html http://www. Lieber .com. Hong Meng & Zhenan Bao . 195–197 – DOI: 10. Outras opções também se apresentam. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica. Jang Wook Choi. referência de http:/ / www. [3] Alberto Credi. Kyoung-Ha Kim.Retirado de http://www.com.forumpcs.html http://www.NATURE . Além disso. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. com. Ltd. br/ noticias/ noticia..Xiangfeng Duan.br/~pires/Crescimento.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias. Bonnie A. Leitura de apoio • A evolução dos computadores . 445. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co. Charles M. Akram Boukai.ufrj.br/~tclp/SemanaFIS. [5] Yu Huang.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang. Hsian-Rong Tseng. e solucionar esses impactos.Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica.Science 294.ufrj.Logic Operations at the Molecular Level. Fraser Stoddart. Yuri Bunimovich.guiadohardware.if.INC. é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde.ebah.metalmat.VOL 413 . Young Shik Shin. Chem.1039/b613201d . Commun.: 91.unicamp. num trabalho preventivo.html http://omnis.cbpf. com.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks . 119. Am. Soc. evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro.br/escolanano/apresentacao_pdf. Ainda existem dificuldades a superar. Fraser Stoddart . 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem.inovacaotecnologica. An XOR Gate Based on a Molecular Machine . A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E. Sheriff.Revista Guia do Hardware. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www.

Barney Yoo e Kent Kirshenbaum – Journal of Chemical Education. Gáal. 354 (1990). Y.. Acesso em: 20 Nov. doi: 10. com/ content/ 46512485081267ur/ . lubes. Y. Scuseria. Krätschmer. Lee. P.S. J. Woolley Small – DNA Shadow Nanolithography – 20 Aug 2007 – Vol. 8. R. com/ jschrier/ endofullerenes_table. 30. pois há o risco de queimar o equipamento se o filtro estiver adulterado. S. Feng. Heath. Kim. Fostiropoulos. B. P. Curl. C. Am. 83 No. Lett. Lamb.Eletrônica molecular [10] Héctor A. Liu. [23] S. Phys. Adam T. protege contra curtos-circuitos e sobrecargas de tensão na rede. and R. Smalley. Scott.br/eventos/ebee/x/trab_conv/solange_fagan. D. et al.2: Nanofios – Peter Atkins e Julio de Paula – Físico-Química.sbfisica. Dai. Q. Robert. dê preferência a marcas de qualidade e com selo do INMETRO. São Paulo.E. S.T.br/noticias/noticia.conjunto de referências de Endohedral Fullerenes [20] A. Appl. D. Phys. Chem. Pages 1534 – 1538 – DOI: 10. Rinzler. [19] http:/ / homepage. co. [25] Christian Thomsen & Stephanie Reich – Raman Scattering in Carbon Nanotubes – http:/ / www. 1887-1892. Science 273.X. 2007 . Fischer. – Science 295. J.sbf1. R. W. Soc. Nature 358. volume 2 – LTC Editora – Oitava Edição – Página 158 [14] A Rational Chemical Synthesis of C60 – Lawrence T. mac. Deve-se ter cuidado na hora de comprar um filtro de linha para sua casa ou empresa. Petit. A. 7. Tomanek. 1500 (2002) [15] W. Zhang.M. L. Choi. Lee.DOI 10. v. Agosto de 2006 [18] J. expande o número de tomadas disponíveis para conectar outros periféricos. P. E. Yu. Lucas P. html [12] Solange Binotto Fagan – Funcionalização de Nanotubos de Carbono –Centro Universitario Franciscano – UNIFRA – Santa Maria – RS. [16] http:/ / www.1002/smll. Phys. s119716185. D. disponível em www. scielo. F. A. Bornard. O filtro de linha possui várias funções. [24] Thiên-Nga.php?artigo=010165070914 [11] http:/ / www. R.pdf ou SOUZA FILHO. [21] T. Chem. K. Ajayan. Y. 1997. 850-852. Lee. Xu..1590/S0100-40422007000700037 [13] Impacto sobre a Nanociência. Disponível em: http:/ / www. Nova . F. mais aí vai uma dica: ele manda para os periféricos a mesma tensão que recebe da fonte de energia. 107. Lett. A pessoa que instalá-lo é quem decidirá se o conectará à tomada e ligará o estabilizador nele.G. Ebbesen and P. Huffman.H. Shin.C..1007/978-3-540-34436-0_3 [26] Hilinski E. 2367 (2000).. FAGAN.M. nunca abra ou tente reaproveitar material de sucatas. Lee. Antônio Gomes de.89 (1988) pp. Chem. F. 2002. 5. antes de o usuário conectá-lo a uma tomada de tensão de saída de 230 V. G. Smalley. Zang e Z. Funcionalização de nanotubos de Carbono. Issue 9 . R. Lee. Colbert. Nature 347. br/ revista/ ed04n05. J.E. 76. D. Nikolaev. D.G. html acessado em 15/11/2008 [17] Purification and Modification of Fullerene C60 in the Undergraduate Laboratory – Tracey Spencer.S. Q. J. [22] Y. Choi. L.W. Y. . Kim. H. br/ scielo. Quím. springerlink. N. uk/ home/ rotcatintro.E. 11. K. R. 220 (1992).. Solange Binotto. Park. Solids. G. 1218 Vol. 2008.200700240 . php?script=sci_arttext& pid=S0100-40422007000700037& lng=en& nrm=iso.M.com. O’Brien. 3435 44 Filtro de linha Um filtro de linha é um tipo de filtro eletrônico que é colocado entre um equipamento e uma linha externa para atenuar interferências. C. ele protege seus equipamentos removendo ruídos e picos provenientes da rede elétrica. and J.H. F.S. Zhang – The HREM observation of cross-section sctructure of carbon nanotubes – J.B. Forró. 58. R. Muitas pessoas ainda têm dúvida sobre como utilizá-lo. L. – Comparison of catalytically grown and arc-discharge carbon nanotubes tips – Appli. garante que todos os seus equipamentos estejam devidamente aterrados. I20.: 3.483 (1996).M. ou se vai conectar o estabilizador na parede e depois o filtro ao estabilizador. n. websitehome.org.inovacaotecnologica. 7779. referência de www. html . ele mandará para os periféricos 230 V. 80. Becerril. J. and Wang Y. com. 1985. Thess. Tittel. Phys. Os filtros de corrente alternada são usados entre um equipamento e uma fonte de corrente alternada.

Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. menos autonomia ele terá. para quando for necessária a sua utilização. Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica. Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. pois estará consumindo mais carga que o necessário. o "on-line" e o "off-line". quando há interrupção no fornecimento de energia. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation).C. alimentando os dispositivos a ele ligado. que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente. em alternada C. e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C.A. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. Sua alimentação é provida por uma bateria.) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica. No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. . Uma fonte de alimentação ininterrupta.C. para a saída. definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. da rede elétrica em tensão C. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador. Sistemas ininterruptos de energia. Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break. mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). Essa bateria possui uma autonomia. Line interactive são uma evolução dos "offline".A. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação.

que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0. por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica. caso necessite.4375). Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos. neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. equivalente a um computador e um monitor CRT. . mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. caixas de som. sendo por meio sonoro. Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. Monitores de CRT consomem em média 60 watts. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência. etc) ligado neste filtro de linha. após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga. ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break. Nas flechas tem a indicação da fase e neutro. luminoso ou digital (LCD). Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor. Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. caso contrário pode danifica-lo. Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha.

Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. Como em decibeis. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico. uma grelha e uma placa que faz de ânodo. a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB. na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF).7% do valor da faixa de passagem. Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte. amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo). A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica. com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. Neste caso.Basics and applications (http:/ / sales. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. linha de transmissão. hamamatsu. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro. sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte.Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho. . Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes .

sengpielaudio. . Tendo elas sinais opostos. dispositivos que armazenam energia no campo magnético. htm Frequência de ressonância Capacitores. obteremos uma corrente eficaz maior. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0. htm [2] http:/ / www. possuem reatância igual a -1/wC Indutores. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão. sengpielaudio.Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2). Desse modo. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão. com/ calculator-geommean. quando a frequência está abaixo de w0. com/ calculator-timeconstant.

Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante). Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). sem resultados satisfatórios. ou mesmo que escutando alguns sons. a resistência cresce acentuadamente. São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. um microprocessador de fala e um transmissor. estreptomicina e cisplatina). parcialmente implantado. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. O IC possui uma parte externa e outra interna. Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão. retornando ao estado inicial. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. a corrente fornecida para o equipamento diminui. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. A parte interna possui um receptor e estimulador. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. o nervo auditivo que. exposição exagerada a sons muito intensos. É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. o fusistor reassume a baixa resistência. dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). ou seja. um Ilustração do interior de um implante coclear. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. de aparelhos auditivos clássicos. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. protegendo-o assim. [1] . sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico. processo natural do envelhecimento. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. A parte externa é constituída por um microfone. por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons.Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. Isso pode ocorrer por várias motivos.

o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui. mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. psicoacústica. de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria. em 1995 este número subiu para 12 mil.4mm para o eletrodo mais apical. dentre outras áreas. 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. cognição. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos. (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar. devido a maior investimento em pesquisas. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. Este tipo de estimulação é chamada monopolar. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. geralmente implantado no músculo temporal. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. neurologia. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia. acústica. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. processamento de sinais. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. Como já dito antes. As evidências recentes apontam para a .

um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. . Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. ou um retificador de meia onda. É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. O mapeamento pode ser ainda mais restrito. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. [3] Os estudos de G. puros e complexos. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. e posteriormente um mapeamento não linear. de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB. [5] [6] Após o estágio do banco de filtros. O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. até 100 dB. Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. inclusive o homem. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. como descrito por J. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. 51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica. mesmo para implantes com 22 eletrodos. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. ou um controle de ganho automático. cada canal é processado por um detector de envelope. Donald D.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. Flanagan.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. incluindo a diferenciação de pitch para sons. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. L. em uma faixa dinâmica estreita. O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda. para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone. passa-baixas. onde a membrana é mais fina e mais rígida.

O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. é uma forma pobre de análise e representação. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal. Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. o eixo horizontal é o tempo. com esta dimensão extra. Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. como funciona o aparelho auditivo humano. O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. tal como os sons vozeados da fala. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. as suas representações. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. Cocleograma. ou as notas dos instrumentos musicais. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. Se a amostra for aleatória. Se não for aleatória. permitindo. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. . é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração). pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas. Uma forma mais rica de representação é o correlograma. como os homens percebem o mundo acústico. Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. Cocleograma. o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. Na figura ilustrada. ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo.

Lesão do anel e membrana timpânica 4. Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. C) Fixação do implante no osso temporal. tecido subcutâneo e músculo. parte A). O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura). Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. 4. Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. . Fechamento da incisão. Outras complicações seriam: 1. o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. 6. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. parte D). A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. parte B). D) Introdução dos eletrodos na cóclea. Formação de fístulas liquóricas 3. Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. Mastoidectomia. com identificação do canal semicircular lateral. Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento.Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. Fresagem do osso temporal para fixar o implante. parte C). Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. processo curto da bigorna (Figura ao lado. parte B). B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. 2. lesão do nervo facial. 5. 3. Lesão do seio sigmóide 5. Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. Realização de uma cocleostomia. 2.

aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. idade e nível cognitivo do paciente. para assim. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. 1951 . em portadores de Implante Coclear (IC). para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. com o máximo resultado satisfatório. 1980 .Distinção das frequências dentro da cóclea. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. nos EUA.Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas. envolvidos.Implantação da primeira criança no Reino Unido. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico. Fonoaudiólogos. para assim. em França. por Flottorp. Psicólogos e Assistentes Sociais. de alguma forma. 1950 .Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica. uma conduta nunca é igual a outra. • 1998 . 1990 . 1997 . A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas.Demonstração de como a pele actua como transdutor.Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa. 1995 .Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio. na Suécia. por Duchenne de Bolonha. a freqüência de duas a três sessões por semana. na Alemanha.Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França.Primeira criança implantada com Nucleus multicanal. São eles: Otorrinolaringologistas.Primeira criança surda implantada por House. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante.Chouard implanta a primeira criança surda. possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional.Sistema auditivo com corrente alternada. Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC. 1964 . em França. em França.Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália. 1953 . 1936 . por Anderson e Munson. por Frey. 1988 .House implanta novo adulto surdo. 1987 . 1984 . É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão. na Noruega. 1981 .Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade. 1961 . preferencialmente. por Brenner. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 . 1930 . As sessões realizadas individualmente devem seguir. nos EUA.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. 1973 .Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA. maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC.Estudo da localização de estímulos e eléctrodos. 1978 . em Itália. Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais. por Wener e Bray. por Stevens e Jones.Implantação da primeira criança na Holanda. ou seja. Para que se possa alcançar o objetivo proposto. nos EUA. 1868 . 1957 .Implante monocanal 3M House.Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral.Experimentação da audição artificial num gato. nos EUA. 1855 . uma série de profissionais estarão. nos EUA.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . EUA. são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente.

gov/ pubmed/ 12066908)". [6] Greenwood. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071. • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. (2005-04). todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos. nlm. Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos. " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www.29 years later". Nogaki G. nih. "A cochlear frequency-position function for several species . (2002-06). [2] Fu. transistores o circuitos integrados. J. combinados adequadamente..implantecoclear. detecção destes mesmos sinais e. entre outros muitos. von.org. como a medição de parâmetros físicos. Experiments in Hearing. DD (1990).br/) Implante Coclear (http://www. 1997. Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27.org.  Springer-Verlang.L. geração de sinais de distintas frequências. Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. [3] Flanagan.manualmerck.com. por fim.Implante coclear 55 Referências [1] Otto. "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane". Speech Analysis. Synthesis and Perception. gov/ pubmed/ 15735937)". Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605. ncbi. Brackmann DE. permitem a realização de funções diversas.implantecoclear. Hitselberger WE.ouvidobionico. nlm.  McGraw-Hill. . nih. [4] Békésy. tais como válvula termiônica. Kuchta J.Surd'Universo.br/) implante Coclear no Brasil (http://www.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo . QJ.br/) Manual do Implante (http://www. " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www. e que. DD (1961). ncbi. G. 1960. Shannon RV. [5] Greenwood. SR.

O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. Tal sistema é muito comum em países sérios. no Brasil). solarfreaks. Num elemento electrónico não linear. Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www. com. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . a saída é espectralmente diferente da entrada. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária. Sendo assim. em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. com/ grid-tied-inverters-t77. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. a saida será não só uma réplica da entrada. html . que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua). um blecaute ou apagão). devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz. podendo assim ser alimentada diretamente na rede. Aos produtos da banda chama-se de intermodulação. as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos . Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia. O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares. a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro.Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa.Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede. que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar.aerogeradores. então a saída é constituida por uma réplica da entrada. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. brasilhobby. br/ [2] http:/ / www. à noite). mais todas as as componentes harmónicas.em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. em corrente alternada. por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo.

Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente. ou seja. duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo). Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos. e varias aplicações em computadores. essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado. leitura de CDs. Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor.São muito comuns em circuitos de alta potência. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR. Ele é um dispositivo pnpn. Díodo laser com uma moeda ao lado . apontadores laseres.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). controle de fase. controle óptico luminoso. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. ou seja. DVDs. controle de motores. como relés. É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas. o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. evitando assim pulsos espúrios de tensão. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . disparos indesejados. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. scanners. A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). formado por quatro placas de semicondutores.

o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. fosfeto de índio. É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito. coerente. nitreto de gálio. Hall e pela sua equipe. A diferença está na geração de fotões que. Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor. Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm). O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy). por exemplo para para transmissão de informação. As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot. selenieto de zinco. Como qualquer tipo de laser. para o caso do díodo. (780 nm . com polarização e direcção bem definidas.830 nm) e como material base do laser. Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. Em vez de meios activos sólidos ou gasosos. O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm . Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais.Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. funcionam com base neste tipo de laser. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada. Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). Actual como base. Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena. Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica.870 nm (vermelho e infravermelho próximo). A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI. Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo. As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções.

Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL). Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL.Laser díodo comprimento de onda). Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal. O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício. No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção. O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V. Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. isto é. junção 'p-p-n'. .55 59 ). Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo. A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias. junção 'p-n'. ou seja. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL.520 nm). Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm . A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. numa zona p. A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre. isto é. Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente.

podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. laseres de cirurgia. é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática). As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). scanners. É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício. O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. . etc.Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas. A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n. leitores de códigos de barras. Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser. onde n é o índice de refracção da zona activa. Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal.

Joseph T. Cambridge (2004).htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica.. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications. (a) 201. stat. No.imposição a passagem de corrente elétrica.. Bergh. Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades. característica que facilita a perda de elétrons. p. ideal para que ocorra o movimento ordenado. lasers fundamentals. 12 (2004) Ligações externas • http://www. Cambridge University press.576-596 • Verdeyen.repairfaq.britneyspears.ac/physics/fplasers/fplasers. New Jersey (1981) • Arpad A.Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. . São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule.org/sam/laserdio. Laser electronics. phys. sol. Prentice Hall. William T.htm • http://www. formando objetos de pouca resistência elétrica .

Z. estão listadas no quadro abaixo. Impedância. X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica. elétricas e eletromagnéticas.Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. Y. de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. Admitância. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética . Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G. ΦD D V ΦE E R.

tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética. conhecida como memresistance (em português. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo. tais como corrente.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. assim. O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo. a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica. o capacitor e o indutor. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . No entanto.IEV) (IEV -(IEV -. Usando técnicas de nanotecnologia. 1. ed. 1. Alguns componentes eletrôncios. indutor e capacitor. ed. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou.[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971.[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . de Intensidade de Fluxo Magnético.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico.IEC) na publicação IEC 62209-1. Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor.0 (2005-02). [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1.IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40. 1. tensão. mas não estão disponíveis comercialmente. Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. carga elétrica e fluxo magnético. ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo. [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade. 1. [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23.ibiblio.0 (2004-11) e IEC 62209-1. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . ed.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1. construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56. 1. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável. é similar à uma função de resistência variável.[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos. mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.0 (2000-10) e IEC 62226-1.0 (2005-02).Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission . Não existe.0 (2004-11). Esta quantidade é extraoficialmente chamada. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos. memresistância).ibiblio. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão. mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento. ed. em português. ed. No dia 30 de abril de 2008.[6] . Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor. Essa função. Da mesma forma que para o resistor.às vezes.IEV) (IEV . mas ela é comumente usada.

temos V(t) = 0 e M(t) é constante. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. Se M(q(t)) é constante. No caso de corrente alternada. corrente e potência tenderão à zero. o memrsitor permanece estático se não houver corrente. Reescrevendo a equação. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t). . Assim. Dessa forma. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que. Se M(q(t)) é não-trivial. constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor. contudo. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. quando M(q(t)) varia pouco. Pela Lei de Faraday. Essa é a essência do efeito memória-resistência. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. Se I(t) = 0. no entanto. o memrsitor parecerá um simples resistor. dado que a carga permeça invariável. pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. como por exemplo sob corrente alternada. Evidentemente.. a equação não equivalente à lei invariante de resistência. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. Se M(q(t)) aumenta rapidamente. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga.[7] . Memristor symbol.

Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos.com. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. 1038/ nature06932). Duncan R. doi. . org/ 10. 1971. New York: North-Holland. nature. Williams.Memristor' (http:/ / www. onde a voltagem. Pulsed high magnetic fields. Physorg. doi. "The missing memristor found" (http:/ / www. physorg. visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. doi: 10. Nature 453: 80–83. org/ 10. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. 2008-04-30.1971. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. . [4] Strukov.1038/nature06932 (http:/ / dx. doi: 10. [3] Tour. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday. . 1038/ 453042a). então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo. p. (2. conclui-se que pode ser facilmente calculado.. James M. EETimes. Por exemplo. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore.. jhtml?articleID=207403521). He. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a.. Heinz (1970).. Paul (2008-04-30). doi. com/ news/ latest/ showArticle. org/ xpls/ abs_all. pp. [2] Chua. Nature 453: 42–43. com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. jsp?arnumber=1083337). 1083337). "Electronics: The fourth element" (http:/ / www. Snider. doi: 10. nature. Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias. Eq.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. Gregory S. 511: . um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor. Dmitri B.1038/453042a (http:/ / dx. Leon O (September 1971). com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. Se o circuito é composto de CEPs passivos. com/ news128786808. html). eetimes. html). New Scientist. 1109/ TCT.80).1083337 (http:/ / dx. . [5] Marks. [1] Chua 1971. 2008-04-30. html). Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash . ieee. Stanley R (2008). por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador. Stewart.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology.1109/TCT. org/ 10. newscientist. 37. html). Tao (2008).

Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso. Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti. Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original.br/ noticias/noticia.com. consiste em uma onda quadrada. Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano.Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www.html). O trem de pulsos é o sinal da portadora.guiadohardware. Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www. • Notícia: Memristor.com. • Notícia: Inovação Tecnológica .com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/). Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante. Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem. . Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante.br/info/2433-memristor. • Artigo: ReRAM . Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade. php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental).baixaki.inovacaotecnologica.net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa. fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda. Mas na prática é preciso uma banda de guarda. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada.htm).fm + G Onde: f = freqüência de amostragem. No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2. wordpress. e modulação de código de pulso. mas não com perda de inteligibilidade. Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora.

devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. . ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma. Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. causando ruídos ou erros. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. Entretanto. Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea. Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. a qual contém todas as harmônicas inteiras.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. Em termos musicais. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. que podem ou não incluir o zero. e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. elas são comumente descritas como contendo um som oco. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais.

ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes. com a quinta harmônica sendo desejável. Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso. -1 quando a senóide for negativa. de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. ou 10% e 90%. semelhantes à da onda quadrada. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando . as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. e se o sistema estiver com amplificação excessiva. e 0 na descontinuidade. Na prática.Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. Nestes casos. tais como 5% e 95%. é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. isto nunca é obtido. Se o sistema estiver com atenuação. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados. a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%. tendo períodos de pico e vale iguais. A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente. pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito).

Ele pode ser em digital ou impresso.Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis. Controle de Atendimento e de Estoque. o que abre um leque enorme de opções. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis. . Controle de tráfego. quadradas. Pode ser integrado a sistemas. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). podem tambem ser chamados de triedros. triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds. Mercado Financeiro. passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar.

Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE .Ganho de corrente (adimensional) h22 .Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 .Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 . Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE . Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2. Nesse caso.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe . mas com o mesmo significado.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): . onde Que. a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa. podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB . estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente.Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB . analogamente.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos.

Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores.Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC .Parâmetros híbridos • hib .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC . saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos). designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos. 2.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1. Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes). A razão destas designações alternativas.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic . Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc . Cálculo de impedância de entrada.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC .

ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva. o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados. Em PSD's duo laterais. PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. no entanto.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais. A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo. PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. Position sensitive device O termo PSD. PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir . • PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas.

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio. contudo. tanto para a tensão e para a corrente.pdf) Potência de áudio Potência de áudio. valor de pico-a-pico e outros. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier. conversoras.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. não tem sentido em análise energética. chamadas sonofletores ou altofalantes. corretamente. por isso.com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e.hamamatsu. Potência de áudio é medida em unidades de potência. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio. para os fins de utilização específica (audição). tipicamente variáveis no tempo. Contudo. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências). valor de pico-a-pico ou amplitude total . mede-se naturalmente em watts. reconvertido ou recuperado na forma sonora. o que. Tais funções. usualmente variável. em equipamentos de áudio fabricados. valor de pico. No Sistema Internacional de Unidades. Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. como para a potência e a energia. em seu aspecto gráfico plano. agora. apresentam formas características. Expressa-se. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido. valor de pico. quer no de espectro de frequências. quer no modo analítico.

usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". desta última. de imediata utilidade para análises de energia. Em todas essas conversões. e. Contudo. Um equívoco chamado Potência RMS . Pmed. é um equívoco conceitual. em realidade. Isso. 75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. assim. para energia sonora audível. O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO.. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. embora normatizado como tal. Não se deve esquecer que. Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor). todavia. com efeito. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. finalmente. uma equação simplificada pode ser usada. desta para energia mecânica não sonora e. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. precisa ser esclarecido. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva. potência média. múltiplas. O que se chama de potência RMS na prática é. como na escolha por parte do cliente. concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. o valor assim calculado é de uma potência média: . À potência. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. há interveniência entrópica e.Potência de áudio etc. Esta expressão é.

pode ser comprovado experimental ou empiricamente. conforme já foi demonstrado em detalhes acima. alem de demonstrado matematicamente. produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. por canal de saída de áudio. Essa tensão (o sinal).[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. RMS e PMPO Aparelhos de som exibem.25 watts. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%. Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. com uma onda quadrada. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais). será algo maior. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido. Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS. Com efeito. Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica. em caso de medição com osciloscópio. Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4.242 V(RMS).242 V)2 / 8 Ω = 2. com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. Assim. bem como do fator de potência (cos φ)).[4] Médio. analisadores de espectro de frequência etc. bem como da própria resistência da carga em questão. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos. pelo demonstrado. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor. imediato e intuitivo de apurar). a potência real total pode ser menor. é mais fácil. logo de utilidade prática. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. porém em casos especiais.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL). este carece de significado prático. valores de potência sonora variáveis. como claramente o há para potência média. amperímetros. Contudo. . os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. Tem-se: 76 Assim.707 = 4. seu valor RMS é 6 V × 0. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios. pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão. impropriamente dito RMS. em realidade. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V. em valor de pico instantâneo. do inglês Root Mean Square). não é verdadeiro. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real.[3] Se esse sinal é senoidal.5 watts. Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. voltimétros. Efetivamente. por exemplo. em valor médio. senão. "potência média". no uso corrente. como também de um indutor. pelo fato de ser constituído por bobinas. a rigor. tão-só (e corretamente) uma potência média. Também nesse caso calcula-se uma potência média.). pois. o que. Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área. Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS).

Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. uma para cada frequência de uma série normatizada. um valor eficaz dado por: . Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. preferindo-se o valor de potência médio. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. portanto. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. de período T. havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). impropriamente dito RMS. o profissional especializado em áudio (e. por si só. contudo não representa. pelo já exposto — se apresentar). o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. é 10. tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. muito menos única. Desse modo. Entre especialistas. se desejar. tal termo é conhecido com o seu real significado e. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica. Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. Com efeito. Sob o aspecto normativo. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. numa certa medida. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. não havendo uma relação definida. toda a "capacidade de potência" dessa saída. Um comportamento assim realizado estará. linear. entre os equipamentos de tecnologia atual. De posse dessa informação. que mais se assemelha a um estalo. assim. Um valor médio aceitável para essa razão. Além disso. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. sonoras) próprias. consequentemente. Seu uso não é recomendado. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. . com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. livre de apelos apenas mercadológicos e. sem utilidade. quando não se dispõe de informação do fabricante. em potência e em tempo.Potência de áudio Assim. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. o comportamento em situações de pico. pois. Por vezes. porém sem qualquer aplicação prática. como é comum — conquanto equivocado e errôneo. também o usuário leigo) poderá extrair.

A análise de Fourier de ambas as funções de onda.t) periódica de período 2π.242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. em favor da utilização correta e útil da potência média. π].cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t). Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. Sejam v(t) e i(t). pois. wwu. . net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6. de corrente. Firmino (Ir. Brasil): FTD (Maristas). Circuitos Elétricos. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. 1990. respectivamente. aerodinamica. pois. • BONATO. Brasil): ABNT. Teoria e Problemas Resolvidos. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral. • EDMINISTER. google. Joseph A. 1974. São Paulo (SP. portanto. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower. as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes).. htm • ABNT. Rio de Janeiro (RJ. NBR10303. • HAYT & KEMMERLY.. A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se. com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4. Essa demonstração esclarece e. tensão e corrente. a comporem a potência média total da onda complexa final. definitiva e irretorquivelmente claro que. coleção 3 vol. Deixa. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www.net/Amplifier power (http:/ / www. (Segundo volume.Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. de potência e de energia. um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. São Paulo (SP. integrável em [−π. permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série. pois. dita série de Fourier. Alto-falantes . epanorama. de sorte que. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. SJ). São Paulo (SP. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. net/ documents/ audio/ amplifier_power. 1988 (Em vigor). Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. para cada função ƒ(w.I . imprescindível.Comprovação de potência elétrica admissível. com/ search?q=(4. ao serem multiplicados os vários pares.). Física.t). todos os produtos indicados [V . realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente. 1971.. 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www. Análise de Circuitos em Engenharia. html) .Richard Vawter [2] epanorama. google. Considere-se. na qual. ac..

com) 79 Ver também • Audio power. Homero (Prof. . Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www.wikipedia (http://en. História e Aplicações (http://www. fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco.).wikipedia. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1].studior.br/powerlim. captura esquemática. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores. A Engenharia de Áudio. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB.Potência de áudio • SETTE. e placa de circuito impresso (PCB design).pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência.org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www. Eng.com. Fundamentos. homerosette.uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional. com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd.co. na en.labcenter.

quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation . Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática. ARES PCB Layout . e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Suporte técnico direto com os autores do programa. co. combinado com simulador digital de alta velocidade. Andre (December 22.sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente. Componentes do Sistema ^ LaMothe. ISIS Schematic Capture .simulador industrial padrão SPICE3F5. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual. quando comparado com um processo de desenho tradicional. e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil. Sams. simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo.com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle.para os layouts de PCB.labcenter. ARES . uk/ . ISBN 0-672-32820-8. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual.Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . labcenter.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos. 2005).Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware. The Black Art of Video Game Console Design. significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela. etc. VSM . Atmel. rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo. mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. simulação SPICE de circuitos. como Microchip PIC. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS.

Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards . Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. uma vez que não necessita soldagem. ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais. tendo conexões verticais e horizontais. Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes.Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. As placas variam de 800 furos até 6000 furos. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. ou placa de ensaio (ou protoboard.

vermelho e verde. no processo de fabricação de monitores LCD. com um pixel morto. Um pixel é uma unidade composta. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido. dependendo da norma usada como . já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. em inglês Dead Pixel. conseqüentemente. Assim. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. o processo fabril ainda está limitado e. é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida. claro ou com cor constantemente acesa. teoricamente falando. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. como o verde. engenharia e custam mais caros. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores. É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. Os com até 04 pixeis. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito. geralmente. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. vermelho ou o azul. Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. por três sub-pixeis. é chamado de pixel preso (stuck pixel). Até aí. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado. Porém. ocasionando o irritante ponto escuro.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. nas cores azul. Píxel morto Um pixel/píxel morto.

assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. ou seja. h. T. filtros e casamento de impedâncias. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias. e assim simplificando a análise. uma limitação técnica. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www.Píxel morto padrão. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. esta situação. y. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. Uma vez feito isso. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo. se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . quando da fabricação. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. substituindo por seus parâmetros característicos. são comercializados normalmente. só se verifica. a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. atrvés das cores RGB(Red. Green e blue). 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida. igual à impedância de entrada do seguinte. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel. Não há como prever. dicasparacomputador. não caracterizando um defeito e sim. Como os pixeis são independentes. g. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela.

onde O quadripolo é dito recíproco se . Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2. Em altas frequências. . Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. frequências de microondas por exemplo. .Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências. as variáveis potência e energia são mais úteis. Embora sejam mostrados resistores. e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. . Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens. impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares. 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2.

and R. Microelectronic Circuit Design. p.5 §13.R.H. 172. p. N. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro. define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado. S. [1] P.J. ) e o periodo . p. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais. Blalock. §10. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits.G. Meyer. P. Gray. 2006. C.5 §13. [2] R. New York: Wiley.  Third Edition ed.8. Hurst. §3. 2001. Boston: McGraw-Hill.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída. Jaeger e T. Lewis.2.  Fourth Edition ed.

Em um projeto RTL. que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. e está situada no Cátodo. sendo denomiodade como a região negativa. a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons. A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware. este circuito é chamado máquina de estados. Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas). A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica. Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. estes blocos são chamados pipelines. . Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito.Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor. o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level).

a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner). o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). Por exemplo. Porém. cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2. se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. No entanto. assim. que possui o mesmo valor numérico. resultando em ISWR (em inglês). Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. por isso. Por exemplo. A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias. considerando uma linha de transmissão.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas. Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada. o casamento deve ser mais bem realizado. Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR). Em ambas as posições. A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor. em VHF ou frequências superiores. uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. será possivel casar os dois elementos e. o valor do ROE será em torno de 6:1.2 dB. nem sempre é o caso. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária. . Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor.75MHz. no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena.Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. um ROE (SWR) de valor 1. O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR). Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta.

Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. Se. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. Em termos menos técnicos. isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. Ver também • Decibel . menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal. a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. por exemplo. do inglês. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica. Definição técnica Em engenharia. e dentro de uma mesma largura de banda. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa. também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal.

tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. de qualquer forma. I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V. Muitos microcontroladores] pretenderam. Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. de qualquer forma. porém como um dispositivo de coletor abert. Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. para aplicações de controle embarcadas. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. um buffer de coletor aberto. caso contrário eles variam acima de VDD. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. O dispositivo TTL 7407. Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. Como um método de acesso de canal. são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL. Semelhantemente. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. a tensão irá para 0V. de vários milhares a um milhão de ohms. possivelmente operando em tensões diferentes. o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele. assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. embutir internamente. e ativar o Relé. o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. Contudo. a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". Por esta razão. para uma função OR em lógica combinacional. Isto também consome mais corrente. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. valores muito mais altos de resistores podem ser usados. Para o CMOS e MOS. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω. Por exemplo. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. quando a corrente é puxada através do resistor. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. Em I²C.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia.

tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. Esta revista era co-irmã da revista Antenna. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. visto seu baixo rendimento. Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. da senóide. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. Brasil. . Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada. na edição da revista de Março de 1972. anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro. Selenir Cunha. Utiliza um diodo como principal componente. 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada.Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. é aproveitado.mediante o uso de condensadores eletrolíticos. A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos). É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo. Entretanto. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem . pois apenas um dos semiciclos.

Computação e Comunicação. ruídos atmosféricos. Eletrônica.Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum.Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang . por exemplo. ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom . Ver também • Ruído branco . Ruído de repertório .Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico . provocadas pelo repertório dos emissores e receptores. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório). sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação.refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo.Aplica-se a semicondutores.do inglês popcorn noise. quando evidente. • Ruído térmico .refere-se às interferências internas do processo de comunicação. Classificação Ruído natural .refere-se às interferências externas ao processo de comunicação. Biologia. Cibernética. De forma parecida a granulação de uma foto. válvulas e resistores • Ruído browniano . Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca .refere-se a ruídos de causas artificiais. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação. Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo .Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência. também tem o sentido de ruído. som ou poluição sonora não desejada. ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno . como por exemplo.Aplica-se à testagem de sistemas de áudio. como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código. a palavra ruído significa barulho. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica. ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão.refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem. como outra mensagem. Ruído endógeno . Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica.Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa .Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker .do inglês shot noise.

Este é independente da corrente aplicada. T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins. Para uma resistência de . ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências. onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist. Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo.[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito. a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão. que foi capaz de explicar os resultados. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por. é dado por a uma temperatura de (16. or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio. O ruído térmico é aproximadamente branco. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. Por exemplo uma resistência de . .[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. Para uma dada largura de banda. e R é o valor da resistência em ohms. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído. também dos Bell Labs. Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído. Johnson noise. .7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. onde P é o ruído térmico em Watts.

" [2] J. H. Ron. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random. phys. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. org/ abstract/ PR/ v32/ p97). kobe-u. aps. 97 (1928) – the experiment [3] H. de/ astro_article_ccd_bias_dark. a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. Nyquist. Phys. pdf) (PDF). Em geral. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). tpgi. ti. pdf http:/ / www. pdf#page=148). "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. sci. p. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. htm http:/ / www. Texas Instruments. Phys.Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. ps . 32. Página visitada em 2006-12-06. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. Rev. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. 148 (http:/ / focus. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. ti. Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. google. Op Amps For Everyone (http:/ / focus. ac. Johnson. 32. "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link. utoronto. com. Rev. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise. Ver também • Harry Nyquist • John B. aps. licha. physics. others (August 2002). ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. Application Notes pp. h é a constante de Planck. sengpielaudio. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. php http:/ / www. The other forms of noise do not. com/ calculator-noise.

S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. que segue as especificações S/PDIF. Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. . Por exemplo.. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley. História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. Conector óptico TOSLINK. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. Tanto essa versão. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format. e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados. campus de Berkeley. capacitores.. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis. diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares). Mais recentemente. Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. o programa foi codificado em C. A partir da terceira versão. como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. É uma poderosa ferramenta usada para testar. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. é utilizado o método de Newton-Raphson. resistores. é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU). na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas. transistores. S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico.

Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice.SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. com/ ECADList. net/ http:/ / www. linear. net/ http:/ / tclspice. sourceforge. dial. com/ designtools/ software/ http:/ / www. html . pipex. sourceforge. terrypin.

(NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. Inc. com/ . A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose.SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings. Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes. TomTom e Magellan. California. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente. nasdaq.5G e 3G. sirf. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm). e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc. Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo. incluindo a Sony. com/ asp/ SummaryQuote. a parte digital do GSP3f. Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. Garmin. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. para redes assíncronas 2G. 2.

diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. como descargas atmosféricas e raios cósmicos. • Analisando a corrente que passa por um condutor. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. . Contudo. pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. É o sinal elétrico puro. chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. Qualquer informação indesejada. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus. isto é. por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. na maioria das aplicações práticas. convertida em eletricidade por um transdutor. por exemplo. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. que por sua vez. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. ou nociva. voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos. Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito. chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. a interferência foi amplificada junto. As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches. em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. apenas por impulsos elétricos). geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). que é o transdutor. Todos os movimentos feitos pelo side-stick. Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. introduzida involuntariamente no sistema. pode-se perceber. porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). Entretanto. inútil. é considerada ruído. pois os side-sticks são utilizados em Airbus. Por exemplo. e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil).

Para um mesmo sinal. muito mais comum. e não do sinal real. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . aplicando-se a transformada de Fourier. ainda existe a representação fasorial. a tensão). Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. de freqüências e amplitudes diversas. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. • Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. pode-se conhecer o espectro de freqüência. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides. em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. Transformação A partir da forma de onda. Aparece em circuitos reativos e capacitivos. • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. Onda de forma senoidal (traço verde). que quase sempre é imprevisível.Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. Este gráfico é chamado de forma de onda. há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. por exemplo) na tela de um osciloscópio. Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. e vice-versa.

então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação. onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t. Na saturação a saída é constante. Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos. A transcondutância é tipicamente muito alta.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). permitindo alcançar resultados muito fortes. A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. . este valor na teoria deveria ser infinito. O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho . O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação. o que na realidade não acontece.

Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. 292. O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando. 3rd Edition. Awschalom in Science. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence.Memória de acesso aleatório. Sharma. Gupta. P.Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). R. • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future. Wolf et al. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory. entre outros. Vol. J. criação de processadores para computadores quânticos. Science 307. O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias. mas apenas um número de cada vez. D. e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. June 29. 2003. também conhecida como magnetoelectrônica. A. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador. chamadas de memórias RAM Random Access Memory . mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. S. Knobel. um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. Grinevich. D. Science 294. A. pages 2458-2461. então. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados. 2001. porém aumentando a capacidade de armazenamento. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. Samarth and D. O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo". onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1. 1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. N. mudar a orientação do seu spin).* . pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso.

[1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www. televisores. etc. Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www. www. DVDs. brasilescola. consoles de videogames. nsf/ pages/ news. 20030610_mram. com/ article. pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby. sciam.pdf) (em português) . htm). research. com/ comm/ pr.[1] .brasilescola. cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www. maquinas de lavar. Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. ibm.com. cm-seixal. Página visitada em 10-11-2009. rádios. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global. Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by. computadores. dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. fornos de micro-ondas.

Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. tem-se: fol = frf + F. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. Ele. O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos. Ele pode queimar. nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. . uma pequena placa de fenolite em forma de círculo. Isso é possível pois há uma etapa de R. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão.I.F. chamada de F. no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada. assim como as válvulas. o que requer sua substituição. entre o sinal da emissora e o do oscilador local.I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência. (Rádio Frequência). um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor). O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar. (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal). Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada.

Detetor Um simples detetor de envoltória.A. o alto-falante. O objetivo do C. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino.G. Detetor C. normalmente um diodo de R.I. Somente recebe o sinal pela antena.Existem também outros métodos de se montar um oscilador local. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz.A. (455KHz). Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F. com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. 4.I.G. pois trabalha com o coletor sintonizado na F.F. 5. Os amplificadores de F. Etapa de F.F. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena.F. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C. . 6.G. Etapa de R. 103 Blocos 1.I. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol . Gera então no coletor a diferença dos sinais.A. 3. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R.I. 2. Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R.I.Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R..F. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor.F.I. 7. e quem faz essa função é o oscilador local. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local.

Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados. Etapa de R. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma. local obedecem a equação: 1/√LC . Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz. 4. São eles: 1. (em fol – f0).F. Nem sempre isso ocorre. 2.I. Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc. . 3. Frequência Imagem 2. sendo que o resultado tem de ser 455 KHz.f0 e fol + f0.: Seleciona a emissora.P.I.Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer. Conclusão As funções dos blocos são: 1. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente. O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F. Amplificador de F. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele. mas havendo o risco do efeito frequência imagem. Se o filtro de R. 5. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F. Misturador: Multiplicador gerando fol . Apenas para melhor audição do som.F. constante durante toda a faixa de recepção.: Efeito amplificador e F. as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência.I. for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio.F.

este estado pode ser descrito por uma única função de onda. funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. por fim. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz.15 °C). Em 1986. Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. Materiais como cobre. O recorde atual. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor.Supercondutividade 105 Supercondutividade . A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. mas desta vez a 160 K (-113 ºC). é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C). ou seja. quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F. ou seja. para conduzir corrente sem resistência nem perdas. a aplicação de correntes de transporte. De característica intrínseca de certos materiais. Jtr. . os fisicos da IBM Karl. a elevação da temperatura na região experimental e. prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. -269. Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores. Para isso também se usa hélio líquido. exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. material caro e pouco eficiente. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC). quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. Tc. lantânio. a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido. e diamagnetismo perfeito. Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu.

Para H > HC2 o material transita para o estado normal. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. sua resistividade caía abruptamente a zero. Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. atraídos pelos fônons (vibrações) da rede. no interior da amostra. Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. acima do qual a amostra está no estado normal.Supercondutividade 106 História Em 1908. Hc. comumente chamado Efeito Meissner. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. Schriffer). Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético. Em 1957. . Mais tarde. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. em geral muito maior que HC1. Bardeen. notou que abaixo de 4. abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J.. Leon Cooper e J. Um campo inferior HC1. John Bardeen. os do tipo I.15 K. Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. regiões supercondutoras e regiões normais. que data de 1950. acima do qual o efeito supercondutor era destruído.Messner. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade.. Três anos depois. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld. R. mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). Cooper e J. Efeito Messner . M volta a ser nula em HC2. como a de Ginzburg e Landau. Teorias fenomenológicas. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. por isso. L. então surgem correntes que blindam o material. O módulo da magnetização M é máximo em HC1. originando o chamado estado misto. Neste estado há. e os do tipo II. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner). Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. Em 1933. geralmente baixo. H. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade. Essa blindagem é suficiente até Hc.

shtml .Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C. com o aparecimento de regiões normais em seu interior. J.Brasil . por fim. P.São Paulo . que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev. a energia total do sistema é minimizada. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria . Editora Saber 1987. como construção de bobinas com fios supercondutores. que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis. H. aparelhos de ressonância magnética nuclear.1992 . pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora. H. contrariando o princípio da mínima energia. Rose-Innes and E. As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras. Farach. trens que levitam. sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device).Brasil . C.1992 . Creswick. como exemplo. Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20. Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super. Academic Press (1995) • A. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . com.Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria. fios de cobre.RJ . 107 Aplicações As aplicações são várias. 2 (1994) • Schmidt. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns. Poole Jr.Editora Edgard Blücher Ltda. The Physics of Superconductors. o que é possível pela falta de resistência do material.SP . R.Aplicações da Supercondutividade . que possibilitam gerar campos magnéticos intensos.Rio de Janeiro . Introduction to Supercondutivity. A. abril. Rhoderick. • José Leite Lopes . Revised ed. br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. Superconductivity. Pergamon Press.

eetimes.Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www. em larga escala. capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode. Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp. E. Página visitada em 25 de novembro de 2009. br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português). Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes.com. processador x86 compatível com a o Linux. UNICAMP.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido.[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele. Normalmente. possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. tudo em um. USJT. em português. usjt. br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI . ele pode conter funções digitais. Página visitada em 12 de agosto de 2009. Página visitada em 25 de novembro de 2009. sistema-em-um-chip. de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. se refere a todos os componentes de um computador. abrangendo vários chips em um único pacote. [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. nas quais necessitam de memórias externas (flash. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). pdf) (em português) PUCRS. funcionarem. br/ pub/ revint/ 251_42. uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). com/ showArticle. RAM) para tecnologia. [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. analógicas.org/index. unicamp.[1] porque é mais simples realizar o agrupamento. Página visitada em 26 de novembro de 2009.[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema.Artigo 6 . e frequentemente são sistemas de chip único. System On Chip (SOC) ou. jhtml.?articleID=159901628) (em inglês).System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC). e que são usados com vários periféricos acoplados.[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC.Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt. em inglês).ieee-socc. desde que seja aumentada a produção. ou qualquer outro sistema eletrônico.html) (em inglês) . inf. ic. em um circuito integrado (chip). Eetimes. [3] TPPDI . pdf) (em português). pucrs.

Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos. Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º . possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais. até a total dissipação. Você sentirá os pêlos serem "puxados". Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria". porém prejudicam menos a visão humana.TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. ou seja. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV. Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . Com os monitores LCD. Nos monitores de LCD.Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo. haverá um ligeiro aumento na temperatura local. Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. o calor gerado é muito menor. isso não ocorre. Às vezes. até "esfriar".

MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - .Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. com MOSFET de comporta dupla.

utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. empregadores e o público em geral. ou em empresas. de forma. supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão. posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas. instala. educadores. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. entidades representativas de classes. controla a qualidade. com limites de tolerância dimensional.Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. desenvolve. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. avalia. instituições ofertantes. Atua no controle de qualidade da produção. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. aliadas à consciência ambiental. com a informática. monta. sistemas e redes de ensino.773/06. a confiabilidade e a segurança de produtos. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial .

Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. hidráulicos. br . articular e colocar em ação conhecimentos. gov. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. gov. br/ [3] http:/ / catalogo. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional. montar. mec. Lida com as funções dos sensores ópticos. br/ setec [2] http:/ / www. com capacidade pessoal de mobilizar. fazem parte integrante da sua formação profissional. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. pneumáticos. que por sua vez serão controlados por computadores. manter. utilizando métodos metrológicos de precisão. além da mecânica. à pesquisa aplicada e realizar vistoria. etc. pneumáticos. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. mec. utilizando técnicas mecatrônicas. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. mecânicos.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. eletrônicos. Pode dedicar-se ao ensino. fatecsp. controlar a qualidade de produtos. Conhecimentos em eletrônica e informática. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos.Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. hidráulicos e eletromecânicos.. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC .

entidades representativas de classes.773/06. este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. instalações. educadores. O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos . empregadores e o público em geral. visando a compreensão de projetos. instituições ofertantes. manutenção e integração desses processos. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. sistemas e redes de ensino. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica.

Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos. utfpr. para projetar. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação. gov. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo. php?pagina=area_cursos& curso=6 . CAD/CAM. edu. de forma multidisciplinar. gerenciar equipes de trabalho. manter e supervisionar sistemas industriais. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais. projetar. senai.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. br/ [2] http:/ / www3. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. sp. mec. edu. Ao final do curso. analisar. Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. Avaliar. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. otimizar. Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC .Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. responsabilidade. demonstrando autonomia. competências para desenvolver ações empreendedoras. Planejar. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. utfpr. CLP e da robótica. Ele apresenta também. br/ index. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. implementar. informática industrial e eletroeletrônica.

Allen (http:/ / books. Em 1997.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias. O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. H.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. google. June 15.999 à sua estréia.LCD vs. Plasma (http:/ / www. onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). Gene Slottow e o estudante Robert Wilson. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90. Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels. [3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico. célula a célula. de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. para criar a imagem.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo. Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. com. As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W. 4. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala. obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). no mínimo 24 vezes por segundo.[7] [1] Google books . htm). que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. tech-notes. Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas.[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70. "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www. com resoluções até 2000p. retrieved 2009-01-29. varia-se também a intensidade da luz emitida. melhortvlcd. No. Plasma Display Panel). br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer. crutchfield. TV Plasma ou TV LED (http:/ / www. Jim. html) . os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. 1997. North West Tech Notes. eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. varredura progressiva e custava US$ 14. São painéis finos. tv/ Archive/ tech_notes_004.

Fabricação Envolve desde a fabricação.Tela de plasma [5] CNET Australia . The Independent. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia. e uma redução nos índices de impressão. uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862.00. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. assim que estiver encerrada sua vida útil. asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. independent. as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. como por exemplo. 8 January 2008. No mais. pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. uma reputação "sócio-ambiental" correta. com/ article2/ 0. .2246186.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. [7] PC Magazine (PCMag. "6ft by 150 inches . entre outras. aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia. bem como economia de energia elétrica. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns. htm) [6] Dugan. Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. LCD: Which is right for you? (http:/ / www..2817. com.com) . bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. retrieved 2009-01-29. co. implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente. pode haver risco de contaminação do solo e da água.Plasma vs. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos. html). se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza. onde. economia do consumo de água e energia. Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos. O melhor a ser feito é a reciclagem.and that's just the TV" (http:/ / www. cnet. au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. valorização da tranparência da gestão. ou simplesmente a doação dos equipamentos. Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. Emily. pcmag.

Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais. Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. Abaixo da tensão de comutação.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. surge ou onda amortecida. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido. os transorbs não influenciam o sinal. varistores e centelhadores a gás. No milisegundo seguinte. em encapsulamento PTH ou SMD. Em relés permite um desligamento mais rápido. esta capacidade de dissipação cai a metade. . Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. seguindo esta regra sucessivamente. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. Na área de automação e instrumentação. onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. Devido a pequena dimensões. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais.

e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado. do inglês trimmer potentiometer.(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. e normalmente fica em local que o usuário não o veja. mun. ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue.Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. é um potenciômetro miniatura ajustável. Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". htm . de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo. mi. Diferentemente de outros controles variáveis. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] . ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil.

através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. Referências [1] http:/ / www. informática e telecomunicações. hospitalmariathereza. são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais.com [2]. Hoje. inatel. com. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos. Inatel [3]. Referências Complementando o Vale da Eletrônica. br/ [3] http:/ / www. com. na Califórnia. Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). br/ [2] http:/ / www. EUA. Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. valedaeletronica. br/ . Valedaeletronica.

8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor. aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores.5 mm. Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia. de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4. Eles são feitos de tamanhos variados. html . Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado. assim como o cristal de silício. de cerca de uma polegada (25. Geralmente. uni-kiel. separação química com ácidos.4 mm) até 11. assim como circuitos integrados. Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores. e então polidos em uma ou nas duas faces. tf. e deposição de vários materiais.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica. difusão ou implantação de íons). usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo.

transístores.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. Com o advento da miniaturização. Antigamente. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. Com o novo método. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. entre outros. . quando foi inventada a solda por imersão. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta. os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. capacitores. Este processo. Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. rápida e perfeita. aumentando a probabilidade de erros. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. Antes do processo da solda por imersão. além de demorado acabava por complicar a montagem. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações. era imersa em estanho derretido.

• Condutores ► Interligam os componentes do circuito. Exemplos são os circuitos integrados. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www.Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. tecnologiadoglobo. ex. ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. um alto-falante. um microfone). entre outros. deixou de ser um circuito propriamente dito. que será utilizada pelo circuito (p. Contudo. passou a ser encarado como um componente eletrônico. microprocessadores. Pode ser um led. O circuito eletrônico. somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. ex. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. São os fios e cabos. um potenciômetro). • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . etc.

em especial a guitarra elétrica. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o. e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário). DSPs. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes. tais como o gravador cassete. São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . tais como válvulas ou transistores. microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras. Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). Seus componentes principais são dispositivos ativos. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. microcontroladores. etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. digitalização de áudio e vídeo. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado. Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores. Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico.

6550. a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes.alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. menor tamanho e custo menor. "pulse width modulation"). EL84.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . • Classe B . Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação. Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados. . devido às vantagens de menor consumo de energia. Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados. Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A . alta impedância de entrada.Amplificador KT88. eficiência.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D . São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores. EL34.6L6 e 6V6 entre outras. KT66. maior durabilidade. linearidade e capacidade de potência de saída. de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada. Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado). as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores.situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F . transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas. Foram criados para implementar computadores analógicos. mas não na sua totalidade • Classe C . Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin.operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM.

O circuito portanto se comporta como um oscilador. Kouwenhoven MHL e Yildiz E. Figura 1. Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados. org/ isbn/ 1-4020-7590-1). 10.Below 535. 2003. van Staveren A.htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados. Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor.Amplificador [1] Verhoeven CJM. Existem vários tipos de multivibradores astáveis. antiquewireless..Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável.org/otb/blw535202.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . p. Monna GLE. mas nenhum dos dois é estável. . A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. multivibrator monoestável.

temos e Como é um amplificador de ganho unitário. em que. não fornece ganho de tensão. Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias. uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. Ver também • multivibrator monoestável. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. multivibrator astável. já que possui impedância de saída nula. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída. porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor. fazendo . Isso pode ocasionar ganho de . O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis.

vários aparelhos gravam diretamente para DVD. Para usuários que não se interessam em edição. Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital. buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade. Por isso. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência).Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. 127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento. o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo.

Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. baixos. O sinal criado é. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. cujo comportamento é análogo à vibração da corda. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. como guitarras. Com um grande número de voltas na bobina. no entanto. processados. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica. pode até mesmo ser considerada vantajosa. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. Isso. perde-se boa parte da ressonância. e se localiza cravado no corpo do instrumento. e reduzir suas vibrações. mas com isso. e é gerada uma pequena tensão elétrica. então. tipicamente de 1 megaohm ou mais. por conta do efeito indutivo. Essa não-linearidade. Timbre As voltas do fio de cobre. e dois Single Coils. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. ou violinos). é possível produzir maiores tensões elétricas. temos um Humbucker bobina de cobre. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. que. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. porém. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. e não deve ser negligenciada. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. Dessa forma. Quando as cordas vibram. e as converte em sinais elétricos. adicionada à capacitância do cabo. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. agrada algumas pessoas. A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. Em compensação. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. próximo às cordas. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. Da esquerda para a direita. o timbre é conservado. e por isso. que podem ser. aumenta a resistência e a impedância. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. quando próximas umas às outras. entra em ressonância com a indutância da bobina. . possuem uma capacitância própria. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. fazendo o som perder o sustain. posteriormente. ou gravados. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. amplificados.

Eles possuem um timbre bem diferente. quando submetidos à compressão. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância. limpo. e realista. usando duas bobinas há uma mudança no timbre. são utilizados captadores piezoelétricos. Pensando nisso. . São compostos por dois Single Coils. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado". das Strato e Telecasters. chegando até 10 V rms. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. facilmente associado às Les Pauls e SGs. titanato de bário. principalmente. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico. essas interferências podem causar muitos ruídos. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. o uso de pré-amplificadores é essencial. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. a Gibson criou um novo tipo de captador. com polaridades invertidas. Por isso. e com bastante brilho. geram tensão elétrica entre suas extremidades. O sinal musical também é reforçado. esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. um ao lado do outro. ou vibração. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. nas guitarras Stratocaster. também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. Em compensação. Esses captadores utilizam cristais — quartzo. Dessa forma. e têm como caracteristica principal um som alto. São utilizados. uma única bobina. Diferente de alguns captadores magnéticos. muitas vezes. ou titanato de chumbo — que. Em alguns casos. visceras). Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon. e. Violão clássico com um captador piezoelétrico. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil.Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. Com suas duas bobinas. Possuem uma aste para cada corda. Ao invés disso. utilizam-se também os captadores magneticos. e prejudicar bastante a qualidade do som. denominado Humbucker. para produzir um som mais amplo.

ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos. com. É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons. captadores. Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura. br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. .Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor.

pois vivemos em um mundo analógico. no Japão. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda. que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1). Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores. através de computadores analógicos. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua.Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. . além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. por exemplo.

CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes . a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. provavelmente resultando na destruição do modelo. Como não há fonte de potência elétrica.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. Para pequenos modelos 1. em inglês batery eliminator circuit (BEC). porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos).5A a 2A são suficientes. entradas elétricas não podem ser usadas. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga.normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada. de eletricidade. Alguns Receptores têm um CEB embutido. No caso de modelos rádio controlados. CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. sem gerarem própriamente energia.especialmente para baterias com apenas algumas células. como o CEB tem que lidar com perdas. contudo alguns não o possuem. é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes. Tipos com baixa queda são preferidos . Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. Em um modelo rádio controlado. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado. Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W. . No caso de uma aeronave. Por exemplo. Sem esta funcionalidade. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida.

As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. Na ligação paralela. logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores. ou seja. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. Fatorando a voltagem. I. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). e V. I. . e então somar todas as correntes. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). medida (medida em volts (V). podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. associados a uma só fonte de tensão. É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. ou seja. que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. Para encontrar a corrente total. ou joules por coulomb). e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria. ou coulombs por segundo). CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo. sendo esta ligação diferente da ligação série. Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série).Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. que é a mesma sobre todos os componentes. nós temos: que é o mesmo que . a tensão elétrica. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. a corrente elétrica (medida em ampères (A).

seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. esta sempre resultará numa única resistência total. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito. • Segundo pesquisas. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. em paralelo ou ainda em associação mista. Para dois resistores ligados em paralelo temos.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. normalmente designada como resistência equivalente . • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. que é uma combinação das duas formas anteriores. no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. Qualquer que seja o tipo da associação. a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. ou seja. ficando claro que a condutância total será maior. • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações. o inverso da resistência. logo a resistência total será menor. Ainda. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: .

por exemplo.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais. O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. deve-se levar em conta sua indutância mútua. a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts. Então. então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente. 1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. resultando numa potência de 1 watt. .

e um capacitor (C). do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total. É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo. Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo. | c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R).Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). conectados em paralelo. um indutor (L). | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm .

Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). seqüenciamento. . As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos. baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB . controlando. por meio de módulos de entradas e saídas. é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. Um exemplo bem comum disso. é um computador especializado. é o circuito receptor de rádio. com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais. temporização. ou seja. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller).Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). vários tipos de máquinas ou processos. ou seja. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas. Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável. tais como lógica.controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. contagem e aritmética. as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito).

8. especificamente na Hydronic Division da General Motors. Mínimo de 4000 palavras na memória. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. gravando-se o programa em memória EPROM. outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. ou seja. Profibus (Siemens). Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. materiais gasosos e outros produtos. Os Terminais de Programação (ou maletas. como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. . A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. 3.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. verifica o estado das entradas. Facilidade de programação. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. para redução de custos. Dimensões menores que painéis de Relês. 5. 4. produtoras de líquidos. Unitelway (Telemecanique . entre muitos outros. “compila”). Envio de dados para processamento centralizado. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). Facilidade de manutenção com conceito plug-in. no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. o qual converte (no jargão técnico. por exemplo na indústria do automóvel. as instruções do programa. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. siderurgica. Preço competitivo. de papel e celulose. Expansão em módulos. Alta confiabilidade. computadores. Num sistema típico. para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. 7. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP. O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. 6. EtherCAT (Beckhoff). 2. e outras. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. em 1968. • 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados.

• 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. Em muitos casos. Por isso. podendo alterar. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital . para ser processado por um bloco funcional analógico. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). fruto da chamada Globalização. na maioria das vezes. A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. Sistemas Supervisórios. . treinamento e ajuda por parte do software de programação. Redes Internas de Comunicação e etc. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. etc. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. Na Eletrônica Digital. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação. a operação inversa é usada. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC).to-Analog Converter). um sinal na forma digital. por um microcontrolador ou por um microcomputador. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. em português conversor digital-analógico. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais.. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. por exemplo. O sinal recebido. não só CLP's. gravar o programa do usuário. Em outros casos. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. possibilidade de simulações e testes. como Controladores de Processos. conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa. Isto é uma necessidade imposta pela prática. gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. por exemplo. depois de digitalizado. apagar. a digital. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. como. é processado e.

partidas e frenagens bruscas ou em . DV79AVI Marantz DV9600. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. queda de tensão. Black Finish. Normalmente. ou seja.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. Na indústria entretanto. Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer. como por exemplo. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. simultaneamente. de manutenção mais simples e reposição profusa. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. dentro do conversor. dezenas de motores. os conversores são montados em painéis elétricos. em tensão contínua e finalmente convertem esta última. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. também conhecidos como inversores de frequência. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa. demanda de torque (constante ou quadrático). bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor. precisão de controle. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. sobrecarga. como desbalanceamento entre fases. Conversor de frequência Os conversores de frequência. Editora Novatec. entretanto. são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. Importante também notar outros aspectos da aplicação. mais barato. 2006. pela corrente do motor. a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento. tais como polias e variadores hidráulicos. Carlos. durante o dimensionamento. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita. ambos os termos são imediatamente reconhecidos. Podem trabalhar em interfaces com computadores. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. e conduzir.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. etc. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos. teremos na entrada o bloco retificador.384 cores 4. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". centrais de comando.

alguns já integrados ao produto. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição. Os conversores de última geração. permitem a aos projetistas. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. como também. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada. Dentre os diversos fabricantes deste produto. trata-se de cargas não lineares. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. manipulação de vários eixos de acionamento. para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. desenvolver máquinas que sem os mesmos. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. sobre o eixo do motor. permitem o controle com excelente precisão. que vão desde as mais simples e menos custosas. que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. que devem sempre ser consultados. e outros aspectos particulares de cada aplicação. Os benefícios são diversos. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. regime de trabalho. por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. custo dos sistemas de acionamento. outros opcionais. Os Conversores de Frequência. substituírem servo motores em muitas aplicações. Muitos conversores hoje. é o controle de Torque. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. querendo-se apenas uma partida mais suave. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. antes da ponte retificadora. geram harmônicas. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação. costuma-se utilizar soft-starters. sendo que um deles. Os conversores de frequência de última geração. ou seja. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento. custo de manutenção. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. como redução no custo de desenvolvimento.

etc). tiristor SCR. (corrente alternada) trifásico.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C. IGCT. por exemplo. trifásica). monofásica. fornece em sua saída. competindo comercialmente com estes. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex.: máquinas de aplicação residêncial.A. circuitos choppers. eventualmente também a freqüência. Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves).A. Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos. provendo assim uma eficiente regulação. a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C. e. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras. onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C. operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. MCT. fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga. Os circuitos retificadores controlados. GTO. de micro-empresa e atividade rural. tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação. da potência de saída. MOSFET. são alterado através da aplicação de sinais de controle. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos. . também denominado motor de indução. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor. por meio de seus artifícios funcionais. no qual o ciclo de trabalho.A.

o que fará a "janela" na comparação. Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva.Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. este é um circuito muito utilizado. . ou seja.

Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD. equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios). . óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade).Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). Os CCDs são usados em fotografia digital. maior a resolução da imagem. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. imagens de satélites. Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates . Quanto maior o número de pixels. e na astronomia (particularmente em fotometria. Expressa-se este número em pixels. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons. Sob o controle de um circuito externo.G) do dispositivo CMOS.

uma corrente de sinal alternante. resistores e capacitores). Os componentes passivos (fios. Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal. isolantes ou resistivas. e as vezes é. independentemente da carga. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. Conceitualmente. Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados. mantendo a corrente de saída constante. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos. . Todavia.Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. A corrente sendo 'copiada' pode ser. As tintas ou pastas podem ser condutivas. em vez de tintas ou pastas. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios.

principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. No entanto. como +3 dB ou -6 dB. tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto. mais estreita a largura de banda. filtros de banda (band pass). Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking). e boost / cut.[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. ou para criar sons completamente novos e diferentes. que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. shelving. normalmente ajustável. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo. como concertos.Também chamado de ganho (gain). Quanto maior o Q. freqüência central. para eliminar ruídos indesejáveis. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização.[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro . um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas. Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q. A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2]. é um filtro. considerando que um corte vai amortecê-los. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente.Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ). Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem. A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. que se refere à largura da curva de sino. Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência . Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência. filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass).Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes. Esta é a forma mais poderosa de EQ. . para enfatizar determinados instrumentos. A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. pois permite o controle sobre todas as três variáveis.

era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking. wikipedia. First Edition 1975. então. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www.htm) . Portanto. que pode causar um problema na mistura(mixing). É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. and capacitors". e remover rumble. http:/ / pt.htm) • Q Factor and center frequency f0 . uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal. vol 31. ao contrário daqueles descritos acima. S. IEEE Trans.sengpielaudio. Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo.54-56. pp. p141 . Filtros low pass funcionam de forma semelhante. McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972.com/ calculator-cutoffFrequencies. maior a ocorrencia de mudança de fase. chamada de frequência de corte. tendo também uma combinação de impedância de qualidade.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. 12 e 18 dB por oitava. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp. quando se está gravando vocais. Don and Carolyn. Quase todos os filtros (ambos. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5]. eliminar pops. para eliminar o rumble. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar. wikipedia. a menos que um determinado efeito seja desejado. analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors. The master handbook of acoustics. org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest. Estes filtros também são usados em masterização de áudio. wikipedia.151. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado. EQ é frequentemente usado com moderação. Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão. http:/ / pt. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas. wikipedia. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados.com/ calculator-bandwidth. fase e delay precisariam também serem equalizados. a uma taxa constante por oitava. org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. Quanto menor o valor de Q. 1984. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. Circuits and Systems.sengpielaudio. Taxas de atenuação comum são 6. inductors. Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis. wikipedia. Sound System Engineering. p5. org/ wiki/ Oitava http:/ / pt.

A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e. um circuito retificador. Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão). Se uma falhar. Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua. Ver também • Fonte chaveada . A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. ela se encontra no lado esquerdo. a outra continua a funcionar (sistema redundante). Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. gerando mais calor. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. Estes sistemas. Além disso. consequentemente. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. no entanto. Numa fonte de alimentação do tipo linear. Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. não são acessíveis. retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). Fonte de Alimentação Redundante Está-se.

sua composição se modifica. R. a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente. Depois. Ao final.Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica. criando o molde do circuito desejado da lâmina. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. de um resistor. Através dessa técnica o circuito é desenhado. . fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. Um circuito elétrico simples. constituído de uma fonte de corrente. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. Ao atingir esse material. I. Em seguida. Esse negativo é conhecido por fotomáscara.

onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: .Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. o inverso da diferenciação ou derivação. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador. como mostra a figura abaixo. mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor.

o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. R. É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR. • Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D.J. A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D. formando uma realimentação dupla. N. 2003 Tabela-verdade do Latch D .A versão com portas NAND. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset. sendo que a situação inversa é verdadeira. e não irá mudar até que EN volte para alto.S. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Sistemas Digitais . Latch D Referências • TOCCI. Este estado é chamado de memória. voltando a ser "transparente". assim. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo. e não possui um detector de bordas como os flip-flops. Sempre que as duas entradas forem 0 lógico. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente".Princípios e Aplicações. 2006. não permitindo o balanceamento das saídas. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro.. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto. ou seja. denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND. Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND. WIDMER.Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito. Carlos. Editora Novatec. a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock.

.Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio). O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados. Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. em que. somente um deles é estável. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora. O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. Frequência Modulada ou outro tipo. Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável.

chegue rapidamente à nova freqüência. o impulso sai de seu estado de repouso. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. Também são mais . quatzo ou cerâmicos. • Que quando for de freqüência variável. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. varie sua freqüência de maneira repetitiva. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. se denomina biestável. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência. Se possuir um. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. Colpitts . • Osciladores LC: Hartley. variações de tensões de alimentação. • Que quando for de frequência variável. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. então as mudanças de frequência são mais importantes. Se possuir o dois estados citados. • Que tenha baixo ruído de fase.Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. Seiler. variações de temperatura. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. etc. Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. Em sua forma mais simples. os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. Clapp. Segundo seu funcionamento. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. usa dois transístores realimentados entre si. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. • Que tenha pouca distorção. que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. • Osciladores por freqüência sintetizada. ele é monoestável. Vackar.

Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais. o qual complica o desenho. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. Finalmente. Além que. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. Pode ser analógico ou digital. tem um conteúdo de harmônicos muito rico. Alguns. (Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. mosfets. Os osciladores LC são mais sensíveis. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter. O Colpitts é muito utilizado. . estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. como o Hartley. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar.Oscilador RF sensíveis à temperatura. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes. relés. a construção mecânica é delicada. Sem embargo. Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. Sem embargos. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro. Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC.

registra) um dado ou um evento. pois quando a corrente nao tem onde circular. Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores. ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo. converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. no caso de o motor parar. • Os registradores de centrais telefônicas. circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda.Ponte H Para que o circuito fique protegido. Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. seria a colocação de diodos entre as "chaves". 155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. Por exemplo. Registrador Registrador é o mecanismo. • As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial .um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. .

pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. velocidade angular). por exemplo). Nesses casos.que pode se representada por uma série de fourier. • Teoricamente . Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência). Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência. em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . ou seja um vetor girante. A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V). Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . e por isso. Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode. e vice-versa. Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo. A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)).Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador. e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase. .de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema. O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema. Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace.Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores. deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase.

quando a entrada se encontra entre os dois limiares . O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída. acima e abaixo do ruido. a saída está em nível baixo. um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. Schmitt nos Estados Unidos em 1934. Com somente um ponto de limiar de entrada. a saída está em nível alto. Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída. quando era apenas um estudante de graduação. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. A ação dos dois limiares é chamada de histerese. . a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger.Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente. sozinha. quando a entrada está abaixo de outro limiar.

O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. pode-se controlar a corrente de partida do motor. a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. Assim. Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito. ventiladores. a qual. corrente ou potência. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. Seu uso é comum em bombas centrífugas. e neste caso. por exemplo. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. após o motor partir e receber toda a tensão da rede. saber as grandezas elétricas como tensão. variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor. onde se deseja. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. 2. proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês). como ocorre em partidas diretas. constituído por seis SCRs. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. também chamada de resistência ou impedância equivalente. liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . . evitando sobreaquecimento dos mesmos.

Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin. Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto. Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin.Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. Circuito Original. e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: . é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B.

e vice-versa. Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares. fpms. com/ vol_1/ chpt_10/ 8. Equivalente de Norton. be/ cours/ 1005-01/ equiv. Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. ac. allaboutcircuits. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto). ou Equivalente de Norton. A esta configuração chamamos configuração Norton. desde que Vo = Z Is. html [2] http:/ / tcts.Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. pdf .

html . com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. em paralelo com um único resistor. html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão. fontes de corrente. Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. e resistores. allaboutcircuits. Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. R. I. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. com/ vol_1/ chpt_10/ 9. allaboutcircuits.

converte um tipo de sinal. ou um conector. Se esses componentes não forem comuns. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. Por exemplo. os transverters e os repetidores. mas não simultaneamente. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. Exemplo de um transceptor de redes de dados. Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. Ver Também • Transceptor Gunnplexer . Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. esse aparelho designa-se transmissor-receptor. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). Redes de dados Um transceptor. em redes de dados informáticas. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex.Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho. para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. São dispositivos similares os transpondedores. em outro.

Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica. Um circuito LC é um modelo idealizado. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos. sendo um componente chave em muitas aplicacões. filtros e misturadores de frequência. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . designcabana. • é a frequência angular (em radianos por segundo). teorema de Kennelly. com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos. tais como osciladores.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. ou ainda. também chamada delta-Y. Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. estrela-triângulo. Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC. onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). medida em hertz é . Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente.

a solução represente uma corrente alternada senoidal. a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . Visto que a exponencial é complexa. Portando. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . então ou onde j é a unidade imaginária. a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito. a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais.Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma . nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. nos sabemos que e Após rearranjar e substituir. : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo. nós sabemos que a tensão através do capacitor. e frequência angular Deste modo. do indutor. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . pela lei da corrente de Kirchoff.

a razão L/C determina a sua seletividade. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica. Para um circuito ressonante série. LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo.Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. quando maior a indutância e menor a capacitância. A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC. mais estreita é a banda passante. a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros. Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL . nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita. possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC.

temos e a avaliação de s se torna . Estes circuitos. um número complexo. em geral. o circuito RC. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos.Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). sendo alimentados por uma fonte de tensão. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. Ele consiste de um resistor e de um capacitor. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. eles são capazes de atuar como filtros passivos. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). o circuito RL. entre eles. Como resultado. filtro RC ou malha RC. Este artigo considera o circuito RC. o circuito LC e o circuito RLC. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). como mostrado nos diagramas. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. em ambas as ligações paralela e série. o capacitor (C) e o indutor (L). Em particular. Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é.

e as fases angulares são: e . a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem.Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e . Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente. vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: .

Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para . Entretanto. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. se a saída é obtida através do resistor. A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. .Circuito RC 168 . as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas. A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. se a saída é obtida através do capacitor. visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. Isto mostra que. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte. Com : . Desta forma. Similarmente. as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam. Nesta configuração. Com : . o circuito se comporta como um filtro passa-baixas.

antes de e posteriormente): e . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. Com : 169 .e. Isto efetivamente transforma . a constante logarítmica natural. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. A fase também depende da frequência. Assumindo uma entrada de passo (i. a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. Conforme a frequência aumenta. e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. .Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor.

enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. sendo que . . e quase completamente descarregado (0. quando estará próximo de seu valor final. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa. Então C irá se .7%) após cerca de . . e quase totalmente carregado (99. Desta forma. possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa. Desse modo. como é mostrado nos gráficos. Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. e estará eventualmente totalmente carregado. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente. considere a expressão para dada abaixo: . Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. Note que a corrente no circuito . Para visualizar esta condição. Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e .3%) após cerca de substituída por um curto-circuito. . formando assim um circuito aberto. Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. Desta forma. a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0. com C totalmente carregado. Quando a fonte de tensão é . As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace. e desta forma sua tensão é muito pequena. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . indo de leva para atingir a . C será descarregado até cerca de 37% após . a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . através da Lei de Ohm.Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor.

que é um diferenciador "através do resistor". Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência. temos que Agora. então .Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. de modo que . Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais. Agora. que é um integrador "através do capacitor". Considerando a expressão para . Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte. . quando .

Alternativamente. ou CC). as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . Como resultado. Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto. Desta maneira. Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e . a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. a derivada da saída é um impulso em . Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz. Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte.Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série.

filtro RL ou malha RL. um número complexo. o capacitor (C) e o indutor (L). Como resultado. Na prática. Ele consiste de um resistor e de um indutor. os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. entretanto. Em particular. Este artigo considera o circuito RL. o circuito LC e o circuito RLC. em geral. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). como mostrado nos diagramas. o circuito RC. Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). Estes circuitos. sendo alimentados por uma fonte de tensão. entre eles. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. em ambas as ligações paralela e série. particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados.Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. o circuito RL. eles são capazes de atuar como filtros passivos. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. temos e a avaliação de s se torna . é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos.

localizado em Em adição. Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente.Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. a os ângulos de fase são: e . a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo. vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: . Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e .

de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente.Circuito RL 175 . Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero. também chamada de resposta natural. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. A ZIR de um circuito RL é: . Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Similarmente. sendo dada por: . .

o circuito se comporta como um filtro passa-altas. Nesta configuração. se a saída é obtida através do indutor. Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte.Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. Conforme a frequência aumenta. Desta forma. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . A fase também depende da frequência. Com : . Isto mostra que. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. . Com : . as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Entretanto. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. Com : . se a saída é obtida através do resistor. as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas. e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal.

Então a tensão de . Assumindo uma entrada de passo (i. indo de leva para atingir a . quando estará próximo de seu valor final. enquanto a tensão sobre o resistor tende a V. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. Desta forma. Desta forma. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando . O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . a constante logarítmica natural. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. . Resposta de passo da tensão do resistor. Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. antes de e posteriormente): e . As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor.e. . como é mostrado nos gráficos. Isto efetivamente transforma . Desse modo.Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. conforme o circuito atinge seu estado fixo.

a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0. Como resultado. As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace. Como resultado.7%) após cerca de . isto poderia levar à geração de arcos elétricos. A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. e praticamente zero (0. e a segunda segue facilmente. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. e . . Se isto não ocorresse. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético.7%) após cerca de 178 . Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. R será descarregado a cerca de 37% após . e praticamente totalmente descarregado (0. Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito.Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. de acordo com a Lei de Ohm. possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. . A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar. qunado a fonte de alimentação é ligado. . Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e . todos os circuitos possuem uma constante de tempo. levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha . a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente. conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. Note que a corrente.

Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www.fee. ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R).html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC. O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem. conectados em série ou em paralelo. existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros. .br/curiosidades_filmes. Para além disso. a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.dmcsi. um indutor (L). e um capacitor (C). tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima.unicamp. Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga. Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz.

Neste caso. Alternativamente. a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente). porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). . Como resultado. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência. Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível. Para uma maior largura de banda. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. e para uma largura de banda menor. para aplicações em filtros passa-banda. Na prática. um maior factor de carga é necessário. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro. que não é realizável na prática. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal. em hertz: Q é uma unidade adimensional. utiliza-se um menor factor de carga. e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. fator Q e frequência de ressonância com carga. é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. Na prática. ainda existe uma resistência pequena. de igual forma. ou factor Q (ver Equalizador).

a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . E. isto se torna . existem dois tipos de ressonadores.Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. L . L. e C. a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t). verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador . Se o circuito estiver com subcarga. existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito. Notações do circuito RLC série: v . R. Como resultado. Existem dois tipos de fontes de alimentação.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i . Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador.a corrente do circuito (medida em ampéres A) R . os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão. Da mesma forma. os LC série e o LC paralelo. como resultado (approx).a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A).

e a tensão do capacitor VC(0). portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero. existem três casos possíveis: . Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor. visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor. Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0.Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo. as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0). O primeiro já foi feito. tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática. IL(0). De modo a resolver a equação propriamente.

as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso. Duas raízes reais negativas. as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos. as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos. Isto é chamado de "sobrecarga". As duas raízes são idênticas ( ). As soluções são: para constantes arbitrárias A e B .Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. Isto é chamado de "carga crítica".

Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. ou fator Q. pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. A transformada de Laplace 2. as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam. A Integral de convolução. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B. Quanto maior a qualidade. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito. pseudo-periódico) 184 Neste caso. Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D. Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): .

é necessário uma solução para uma entrada básica. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). a função delta de Dirac. Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível. obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. a sua derivada será a solução para a função delta. A equação então será. No entanto. Para fazer isto. as raízes são idênticas ( ). a solução é: Carga crítica Nesta caso. Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear.Circuito RLC 185 Finalmente. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside. a solução é: . para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução.

então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: . encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. C = 1 farad. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . e V = 1 volt. obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. . L = 1 henry. a resolução para a admitância complexa Y(s): Então. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico. a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes. obtém-se Admitância complexa A seguir.

a resistência do resistor (medida em ohms = V/A).a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. encontra-se: . Notações do circuito RLC paralelo: V .a corrente do no circuito (medida em ampères A) R . . aonde Φ é o fluxo magnético no sistema. L . e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I . tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito. Este é conhecido como a frequência de ressonância.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor. Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização.

Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. Como demonstração. Na ligação série. respectivamente. um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. sendo esta ligação diferente da ligação paralela. No circuito série. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . I. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. ou joules por coulomb). a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. ou coulombs por segundo). que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). (medida em volts (V). Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. na análise de circuito. a tensão elétrica. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente. Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. Entretanto. Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. e V. . geralmente. depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. especialmente nos sistemas de rádio e comunicações.

portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente . trocando em miúdos.. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. sendo percorridos pela mesma corrente. O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra. A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência.Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza. A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência. O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. são elas denominadas de série ou paralelo. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas. a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação. que não dispomos em um componente isolado. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms.. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência.

de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras. comprometendo a capacidade do conjunto. a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas. A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série.Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. | . Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. uma bateria de carro. Por exemplo. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. Por essa razão.

Acessado em 6 de abril de 2008. • Básico de instalação elétrica [3]. o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. um indutor (L). e um capacitor (C). br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. Acessado em 6 de abril de 2008. udesc. se os pontos não estão conectados. miomega. mundofisico. conectados em série. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. htm [3] http:/ / www. Acessado em 6 de abril de 2008. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência.Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. joinville. tudosobreimoveis. corrente elétrica. com.Instalações elétricas [2]. asp?t=1& id=497 . | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. • Normas ABNT . Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. br/ conteudo. br/ index. Referências [1] http:/ / www. Todavia. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R). php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. com. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC.

mais comumente. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica. ou simplesmente o divisor de corrente. a regra do divisor de tensão. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout. . Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. ou simplesmente o divisor de tensão. fazendo R1 = R2. a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin). é dada pela fórmula A partir desta fórmula. Divisor de corrente com resistores Neste circuito. dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. a regra do divisor de corrente. com uma associação paralela de resistores. ou seja.Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. Divisor de tensão com resistores Neste circuito. Vout. temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin.

A razão contém um número imaginário. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância. deve-se calcular a magnitude da razão. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}. de fato. um filtro passa-baixas (de primeira ordem).Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. . Para impedâncias gerais Z1 e Z2. Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos. indutores. ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. Para extrair somente a razão de amplificão. e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. Este circuito é. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência. neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. a tensão é dada por Deste modo. porém capacitores.

capacitores e indutores. Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple.. Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores. A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia. Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação. capacitores e indutores.e.Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências. Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis. i. Ver também • Filtro eletrônico .

Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2].Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. algum tipo de codificação deve ser usada. Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações. AGUIAR. quando operados dentro de parâmetros nominais. Para que este esquema funcione. Para assegurar modulações freqüentes. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês). Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. • FIGUEIREDO. Dpt. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. a 8B/10B é muito comum. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares. por exemplo.3. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. Acessado em 31 de maio de 2008. mas diversos sistemas. Instituto Politécnico de Leiria. José. Mónica. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. . A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. Electrónica e Telecomunicações. Rui L. É empregada principalmente em processamento de sinais. 1996. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. Acessado em 31 de maio de 2008. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL). teoria da comunicação e teoria de controle. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo. Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL. têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída.

Assim. org/ [3] http:/ / www. Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes. ambos são componentes eletrônicos. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor . por definição. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência. isto é. Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito. org/ 249749 [2] http:/ / www. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. scientificcommons. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor. deetc. ipl. Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo. isel. Vários componentes.Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. scientificcommons. • Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

é que todas as correntes e tensões de polarização. eecs. isto é. Suporta correntes até 1 A. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. com/ ds/ PN/ PN2222. fairchildsemi. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. são semelhantes. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. 50 V. é um transístor NPN. SOT-23. e SOT-223. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor. tais como: TO-92. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. pdf [2] http:/ / www. pdf . o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. A única diferença significativa. O 2N2222 é complementar do 2N2907. 300 mW e frequências até 100 MHz. com um Beta de pelo menos 100.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. são de sinal contrário. Está disponível numa variedade de embalagens. harvard. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www.

Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. oup. 50 V. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. SOT-23. é que todas as correntes e tensões de polarização. tais como: TO-92. O 2N2907 é complementar do 2N2222. Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. são de sinal contrário.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. e SOT-223. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. pdf [2] http:/ / www. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. com/ ds/ PN/ PN2907. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. fairchildsemi. são semelhantes. isto é. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. A única diferença significativa. é um transístor PNP. Suporta correntes até 1 A. 300 mW e frequências até 100 MHz. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. Está disponível numa variedade de embalagens. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. com um Beta de pelo menos 100. us. pdf .

O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes. que possuem geralmente encapsulamento metálico. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www.de válvula termiônica. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. Outra aplicação típica em que é utilizado. Ao contrário da série 6S-. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 . também pode ser usado em aplicações de comutação. Apresenta-se em embalagem TO3. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência.2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. PDF [2] http:/ / www. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. 60 V. 115 W e um Beta de 20 a 70. com as características: 15 A. com uma base octal de 8 pinos. onsemi. szmt. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs.

7-4. o conector ser chamado RJ45 de computador.6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. pg. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. mas possui também outras utilizações. versões que trabalham em até 100. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. pdf [3] http:/ / www. Daí. Para aplicações de comunicação de dados (LAN. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. mif. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. org/ [2] http:/ / www. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. gda. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação. antes do advento do auto-MDI/MDIX. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. mas é obsoleto hoje. . gda. Cada um tem 8 condutores. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7. Conector 8P8C. 250 e 600 MHz. mif. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. pg. Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. 7-2. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. ou roteador para outro roteador. RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. ele recebe o nome de crossover. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

207

• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

208

• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

modos ciclo rápido e rejada (burst). compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. controle de faixa. livre de falhas. modos transparende e rajada (burst). modos ciclo rápido e rejada (burst). modos transparende e rajada (burst). controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. livre de falhas. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica.

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate . inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade.

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis. redisparáveis) 214 .

1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. O balastro. é montado em série. Texas Instruments. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s). Signetics Corporation. Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. Second Edition. . Balastro electromagnético. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. Texas Instruments Incorporated • IC Master. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo. ti. National Semiconductor Corporation. 1976 Referências [1] http:/ / focus. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. Texas Instruments. funcionando como limitador da corrente. balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. DL121R1 Series D Third Printing. Texas Instruments. Second Edition. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. Motorola. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. são chamados de reatores electrónicos. 1979 • The TTL Data Book. mais frequentemente em rádios. principalmente na faixa de AM. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. com/ logic/ docs/ generalcontent. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. 1984 • Logic: Find A Device [1]. marcado com G no esquema.

e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). n o número de espiras do toróide. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. . A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente. e um integrador eletrônico. Como característica. sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada.S. Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. para obter a imagem da corrente propriamente dita. Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. dada por Vo(t) = –M. A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). A indutância mútua é expressa por M = u0. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère.(di(t)/dt). Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. que pode ser de material metálico (por exemplo. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita. a saber: um amplificador de instrumentação. ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz. Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. Desta forma. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado. onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. eletricidade. como HQI.n. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina. o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. S a área da seção transversal da bobina. HPS e HPI.

etc.CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. geradores de tom. Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado. O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. Os usos incluem pisca-pisca de LED. O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração. Suas aplicações incluem temporizadores. alarmes de segurança. interruptores de toque. relógios. As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia. . Este componente continua em pleno uso. etc. graças a sua simplicidade de uso. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. detector de pulso. Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. o CI 555 funciona como um disparador. É composto por 23 transistores. geradores de pulso. • Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. chaves imunes a ruído. O CI foi projetado por Hans R. Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. etc. baixo preço e boa estabilidade. e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos. Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips).

o intervalo de temporização. Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: .CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+. Durante um intervalo de tempo. Aplicação Gatilho (trigger) . que deve estar entre +5 e +15V. VCC Terra ou massa (ground).A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. Tensão de controle (control voltage) . Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset. Descarga (discharge) . A tensão (voltage) positiva da fonte.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída. ou seja. Usando apenas um capacitor e um resistor. Limiar (threshold) . o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo.Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída. a saída (out) permanece em +VCC.Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC). pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação.

Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4. O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: . etc). Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar. médico.5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes.CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555.

net/pp/portugues/PP/ne555." pág.com/circuit/e-555square. "555 Timer Tutorial.com/ds/LM/LM555. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www.falstad. Tony.fairchildsemi.globu. 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www.pdf) • Simulação em Java (http://www.html) de um circuito oscilador utilizando 555 .CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.

cabo coaxial). O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. geralmente para fins de testes e/ou medidas. ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga. uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. e assim os ajustes realizados estarão incorretos. durante testes e ajustes. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. tal como uma antena ou carga fantasma. Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica). o transmissor poder ficar danificado. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. ou seja. bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor). Também. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. sem características indutivas ou capacitivas. . Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada. evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta.

interconectados elementos elétricos.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais. e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções. Ver também Componente eletrônico . um transmissor e um receptor. que servem para perceber movimentos. A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos. • Elementos elétricos não existem fisicamente. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. seus valores sempre têm um grau de incerteza. Componentes elétricos.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos. • Inversamente. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. têm menos do que propriedades ideais. componentes existem. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos.

teclados. caixas de som. existem também vários tipos diferentes de conectores. etc. porém também pode conectar TV. Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. DVD. Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos). entre um computador e um periférico). DVD Players. Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos). conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor). microfones. videogames (console). etc).Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. mouses. conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. Também existe Conector P2. projetores. e até mesmo placas de vídeo de computadores. Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . DVD. desde placas de rede. muito utilizado em fones de ouvido e microfones. conectores de cabos de rede de computador. TV. videocassetes.

Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos. 4. Em mono é o positivo. Para realizar uma conexão.U. Canal Direito de áudio.Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. em Estéreo é o canal esquerdo. wikipedia.Possui um orifício. 2. Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo . Referências [1] http:/ / en. Isolante. utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas. e possui duas faixas pretas no contato. é conhecido como TRS Connector[1]. e também em alguns 'headsets' de celular. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato. • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. para a introdução dos conectores P2 macho. * P2 fêmea . amplificando o som . Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. • P2 macho Estéreo . dois de áudio e um de vídeo. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s. org/ wiki/ TRS_connector .Um canal de áudio. GND. Configuração do conector P2: 1. O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio. Nos E.A. Também conhecido como Plug P2. 3. Modelos • P2 macho Mono .Dois canais de áudio. Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones.

No caso da célula Pockels longitudinal. Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. que algumas vezes não podem ser toleradas. a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula. por tintas metálicas. Quando usadas como sensor. principalmente. respectivamente. A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. ou mesmo. mas ocorrem perdas ópticas severas. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos. no interior das quais se insere o cristal. Quando usada como modulador. Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada. as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. Célula Pockels Longitudinal .

. Uma vez ligado. o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado.Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz.

e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. Como um DIAC é um gatilho bidirecional. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. Este comportamento é de certa forma similar. ao comportamento de uma lâmpada de neon. O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs.DIAC 227 DIAC O DIAC. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . é um gatilho bidirecional. porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. chamada de corrente de corte. ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2. ou DIode for Alternating Current.

Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro. Possui uma queda de tensão de 0. Tipos de divaldos. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor. Aparência real do diodo. no entanto. O terminal mais próximo da barra fina é o catodo. usado como retificador de corrente elétrica. O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor.7 V(silício). no mesmo alinhamento que o seu símbolo. com correntes iguais ou menores a 1 A. .3 V(germânio) e 0. existem outras tecnologias de diodo.

o diodo fará papel de uma chave aberta. 0. pois 0. obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. normalmente feitos de silício e germânio. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . Para a formação do cristal P. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P). maior será a condutibilidade dos cristais. a tensão ficará toda retida no diodo. pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. ou seja. A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. no caso do diodo de silício.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. Quanto maior a intensidade da dopagem. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta. já que não circula corrente. A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura.7 V. obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). Para a formação do cristal N. assim. Na polarização inversa acontece o seguinte. uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. Dopando esses cristais com elementos trivalentes. dependendo da polaridade da tensão aplicada. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada. como nas duas figuras abaixo. E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. não haverá tensão no resitor. Quanto maior for sua temperatura. fará com que haja uma queda de tensão de 9.3 V na resistencia. utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. há corrente e a lâmpada fica acesa. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado. não circulará corrente eléctrica no circuito.7 V ficam no diodo. logo a lâmpada fica apagada. não há corrente. utiliza-se principalmente o elemento Indio.

ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. e entre ambas. ficando em curto ou em aberto.Além da corrente. outra com falta destes (lacunas). os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas. Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N. Testes com o diodo Os díodos. haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. uma com excesso de elétrons. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). o diodo pode danificar. assim como qualquer componente eletrônico. Assim. gerando regiões de condução do cristal. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo.Diodo semicondutor estrutura. que também é quase desprezível. Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). chamada de corrente de fuga. que é quase desprezível. ele também está defeituoso e em aberto. Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. Assim. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo. Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. além de indicar isolação quando ocorre o inverso. pode-se verificar se ele está com defeito. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. . cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. Após dopadas. ele está defeituoso e em curto. se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo.

portanto. A certa altura o potencial U . este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica. Corrente contínua. Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC). diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. CC (DC). formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. este processo dá-se devida assimetria de cargas existente. Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN . significa que os elétrons circulam em dois sentidos. CA vem de Corrente alternada. isto é circula num só sentido.Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência. pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção.

Na realidade. em polarização reversa.Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. Símbolo do Diodo zener. já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche). acima da tensão de ruptura da junção PN. sendo considerada dentro da faixa de 0. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica. e consequentemente . conforme a curva não linear de corrente versus tensão. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura.5 Volts). o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente. Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. não conduz reversa de 17 volts.3 Volts no diodo de germânio. ou seja. Quando está polarizado diretamente. Por esse fato. A diferença é que. ao atingir uma determinada tensão inversa. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente. chamada de corrente de saturação. Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer.7 Volts para o diodo de silício. para que a corrente elétrica comece a ser conduzida.6 a 0. No diodo Zener acontece a mesma coisa. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. no diodo convencional. causando o efeito Joule.6 Volts no diodo de silício ou 0. à temperatura ambiente. existe uma pequena corrente inversa. a sua tensão de condução não é única.

No diodo Zener. . o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa.1 Volts. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como.VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC . existem vários tipos de diodos. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo. Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo. ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]). vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo. 6. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx . 0. destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível. 12 Volts e 24 Volts.3 Volts. não sendo possível reverter o processo.1 Volts. Quanto ao valor da corrente máxima admissível. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série. 9. mantendo constante a tensão entre os seus terminais. por exemplo.15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC . 5. Por exemplo. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada. por outro lado. existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo.

e o cátodo. quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. mesmo aquecido. os elétrons não saltavam. isto é. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. composto pelo cátodo quente e pela placa fria. os outros dois estando ligados ao filamento. Ao inverter a polaridade. prefixo que significa o algarismo dois. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. isto é negativo. . Uma vez aquecido o cátodo. ou ânodo. e ODO sufixo que significa eletrodo. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor. Diôdo vem de DI. Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). Os eletrodos do díodo são a placa. existe corrente eletrônica. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. deixar o cátodo positivo e a placa negativa. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre.Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. que são ligados a dois terminais na base da válvula. quando inverso.

como as memórias flash. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes.000 e 1 milhão. que variam entre as 100. porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez. mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit. fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita. ao passo que as células da memória flash só . Ao contrário de uma EPROM. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação. Pode ser lida um número ilimitado de vezes. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash. A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. eletricamente. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM.

Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • .EEPROM necessitam de um. 236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM.

pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. Para se programar uma EPROM. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. é não-volátil.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". e um aviso de copyright. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol. como o exemplo ao lado. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. 27C256 27512. Alguns microcontroladores. a revisão da BIOS. O Gravador tipo Willem. 27C32 2764. pela qual o Algumas EPROMS. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos.bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. Em outras palavras. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. Uma vez programado. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. usam EPROM interna para armazenar seus programas. Isto é útil para desenvolvimentos. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta. 27C128 27256. 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. 27C16 2732. apagamento. 27C512 27C010. 27C64 27128.

etc. e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador). O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). celulares. • CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia. São basicamente buffers.EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS. como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais. circuitos que acompanham as televisões. Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional. O terceiro grupo é composto pelas interconexões. já vêm todos pré-programados. Um FPGA da Altera com 20.. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array). • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. macsymtec.. isto é. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis. com. • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. Utilizando os CLBs. com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. uma forma de encapsulamento de circuitos integrados.000 células. sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM. construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional. Foi criado pela Xilinx Inc. blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix).

FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e. Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. e chaves de interconexão. blocos de entrada e saída. foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas. 3. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. o que implica perda do conteúdo armazenado. Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas. Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. Geralmente. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas. ao mesmo tempo.. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. uma alta densidade de portas lógicas. 4. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. em 1983. Dessa forma. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico. pequenos microprocessadores e memórias. A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. da empresa Altera Corp. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops. por exemplo. Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs. 2. . a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. toda vez que o FPGA for energizado. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. por exemplo. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como. em função das necessidades de cada projeto. a empresa Altera Corp.

por exemplo. entre 11 e 20 Vdc. Além disso. entretanto é rapidamente reprogramável. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. Devido à volatilidade dessas memórias. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). 6. a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM. Aplicando-se uma tensão.FPGA 5. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM. e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. característica denominada ISP (In System Programmability). 7. da mesma forma que uma memória EEPROM. capacitância e tecnologia de fabricação. que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais. resistência. • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. tais como. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos. • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. tamanho. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM). . esses fatores devem ser avaliados. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais.Na escolha de um dispositivo reconfigurável.

Asynchronous-SOPC research. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt.LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies. CPLDs não têm. • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM. Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2].Centro de Informática da UFPE [16] LAD .Novatec Editora. Alexandre César Rodrigues. Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez.). CPLDs são. Cesar Giacomini Penteado. baseados em EEPROM. são produzidos pelas mesmas empresas..FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos. CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos. • Edward David Moreno. notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo . Porém.Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA.. Forum. por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos.Grupo de Arquiteturas Dedicadas . Novatec Editora. existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1.000. • FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos. Referências • César da Costa.000). ISBN 85-7522-088-8. Projetando Controladores Digitais com FPGA [1]. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores. muitas vezes. IP. tipicamente. Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade.Laboratório de Arquiteturas Dedicadas . Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor. Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO . Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group. são baseados em RAM. Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] . tipicamente. • CPLDs têm um tempo de resposta melhor.Grupo de Engenharia da Computação . • FPGAs.UFCG [17] .Centro de Engenharia Elétrica e Informática . Webcast.

html [10] http:/ / www. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. edu/ groups/ rcl/ index. dsc. htm http:/ / www. novatec. neu. edu [15] http:/ / wiki. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. ece. com/ [21] http:/ / www. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA. uk http:/ / www. ac. cin. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. es/ home. Altera. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. ufpe. emlabs. toronto. ece. duth. Segundo maior fabricante de FPGA. br [18] http:/ / www. ittc. html [11] http:/ / www. com. novatec. usp. cfm [20] http:/ / www. ee. e lider do mercado. arl. ca/ ~stevew/ projects. gr/ index. edu/ [13] http:/ / www. quicklogic. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. Maior fabricante de FPGA. wustl. ccm. picomponentes. com/ . ufcg. Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. achronix. br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. com/ [22] http:/ / www. ic. PI Componentes[18]. byu. br/ ~greco/ home. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. com. html [8] http:/ / www. ee. mathstar. ee. br [19] http:/ / www. com. lad. icmc. ubc. com/ products/ fpga/ index.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. edu. ece. eecg. htm http:/ / cas. fpgaCentral. html [9] http:/ / www. edu [16] http:/ / www. ku. com [7] http:/ / proteas. na2. php [17] http:/ / www. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. Inc. latticesemi. vt.

a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. se deve à sua proximidade ao cátodo. A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. podendo levar o dispositivo ao corte. porém. entre os eletrodos existe uma grade de controle. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica. ao centro. se for um tríodo. Sua construção é de forma elíptica.Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo. No caso de lâmpadas incandescentes. como o próprio nome já diz. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. a função do filamento. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. perpendicular à secção do cátodo. . Já em lâmpadas fluorescentes.

aproximadamente 100 ohms. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples. Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12. É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). Ver também • LED • Resistor . LDR. LDRs menores estão também disponíveis no mercado. mas nos últimos anos. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. a resistência no LDR aumenta. O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. e quando a luz é baixa. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). • Luz muito brilhante : resistência mínima. geralmente acima de 1M ohms. nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. como com qualquer outro componente. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele.

contudo. se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. na redução da Mobilidade dos Portadores. Por exemplo. na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. menor será a perda de energia. os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons .Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. Já em outros materiais. Na ligação. No silício e no germânio. o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. que são os elementos básicos dos diodos e transistores. Na outra área do semicondutor. seja liberada. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. o semicondutor torna-se do tipo P. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. que até então era livre. entre outros componentes electrónicos. portanto mais baixa será a resistividade. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). dentro da estrutura. Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). Neste caso. A luz não é monocromática (como em um laser). o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. elétrons e lacunas se recombinam. o semicondutor será do tipo P. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. Na região de contato das áreas. isto é. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . como em alguns modelos de semáforos. portanto. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). formando o semicondutor do tipo N. A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. possuem ambos os dopantes (P e N). Em qualquer junção P-N polarizada diretamente. Quanto maior a mobilidade dos portadores. e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. a chamada barreira de potencial. também pode ser encontrado em tamanho maior. deixando "lacunas" (ou buracos). Portanto. Isso implicará. próximo à junção.

Com o barateamento do preço. Existem também os leds brancos. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. a emissão pode ser vermelha ou amarela. sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem. pode acontecer na banda de valência ou na proibida. portanto. de acordo com a concentração. pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. A cor. consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas.Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. e devem substituí-las a médio ou longo prazo. seu alto rendimento e sua grande durabilidade. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida". revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes. Hoje em dia. com o uso de outros materiais. os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). Se o material semicondutor for puro. violeta e até ultra-violeta. Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. A recombinação entre elétrons e lacunas. 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. que absorve a luz azul e emite a luz branca. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). . um verde (G de green) e um azul (B de blue). a luz emitida pode ser verde ou amarela. o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. um vermelho (R de red). Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. mas a banda colorida é relativamente estreita. Dopando-se com fósforo. dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. e que são formados por três "chips".

os amarelos com 1.0V.3V.Diodo emissor de luz 247 Em geral.6 a 3. Sendo polarizado. Existem . e vice-versa. violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V. ou por ser o terminal mais curto dos dois. os verdes entre 2. A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW. Nos leds retangulares. enquanto os leds azuis.0V. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. Brasil.7V ou 2. Assim. se o invólucro for semi-transparente. ou então deixam esse terminal mais curto. os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1. Semáforo de LED com contador regressivo. Mas. Nos leds redondos. Além de mais largo. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo.000 ou mais horas. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação. Há também leds bi-colores.7V. São Paulo. os leds operam com nível de tensão de 1. na cidade de Poá. Como o led é um dispositivo de junção P-N. sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro. com um tempo de vida útil de 100. de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo").5V. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds. Nesse caso. sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente. os vermelhos com 1. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos.0V e 3.

008 = 10/0. 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais. Tipicamente. resultando na emissão de luz alaranjada.. cada qual gerada em uma junção. e o terceiro comum às duas junções. VLED = 2 V: R1 = (12 . uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada. com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele .2)/0. br . Assim. Geralmente. outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha. os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos.2)/0. quando alimentado por tensão C. Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. onde Vfonte é a tensão disponível. esse tipo de led é na realidade um "tricolor".015 = 10/0.015 = 680* R2 = (12 . já que além das duas cores independentes. Vfonte = 12 V. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum). o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED).A. Para fixação nesses painéis. Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique.008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos. é comum o uso de suportes plásticos com rosca.7V (tensão direta máxima do diodo). sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA. Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED. Por isso. com. everlight. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam. Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro.fica no corte. podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido. VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança.o LED . essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas. Como o diodo. quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais. limitando essa tensão reversa em torno de 0.

como o da fonte ou do dreno.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. A corrente do dreno para a fonte é. Os chips modernos usam comportas de polissilício. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. e não há condução entre o dreno e a fonte. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. tais como o arsenieto de gálio. O MOSFET opera como um resistor. onde as comportas (gates) eram de metal. controlado pela tensão na comporta. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. assim. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. e é quase sinônimo de MOSFET. mas ainda são chamados de MOSFETs. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. O transístor é ligado. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. há uma fraca corrente invertida.Vth . é.MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. de longe. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. mas alguns fabricantes. principalmente a IBM. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS). Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico).

O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. 16. pdf [2] http:/ / www. "Social Conditions for Technology Creation" [1]. By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits .INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999). 21ppi. faqs. Retrieved Sep. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).MOSFET O transístor fica ligado. 250 Em circuitos digitais. 2005. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. uma parte do canal é desligado. org/ english/ policy/ 19991006/ technology. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. html . org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que .

MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx . USARTs. saída e uma função especial de hardware como USARTs.voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . etc. DACs. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo. com hardware-hacking. controlador de LCD. comparador analógico. Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects. html http:/ / hardware-hacking. pt http:/ / www. com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits. ADCs de 10.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx . etc. com/ msp430 http:/ / www. de/ msp430/ index.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx . com .voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits. Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. 12 e 16 bits. ti. forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. elektronikladen. Estas possuem funções de entrada. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. msp430. amplificador operacional. ubi.

Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas. o que é feito. Assim. pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa. . Estas cavidades por sua vez. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo. Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa.450 MHz. O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4.000 V no catodo).O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts). IMPORTANTE . funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. OBS. Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). podendo causar queimaduras ou até câncer. Funcionamento Como toda válvula termoiônica. com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. no caso do Magnetron.

Megafone eletrônico. o magnetron está em curto e deve ser trocado. normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. Muitas vezes. os megafones são utilizados em manifestações. Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento. Nos filmes. . Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. Se o ponteiro mexer. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA. basta ressoldá-lo. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. O ponteiro deve ir até o zero. anúncios. Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. Se isto ocorreu.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. o filamento está aberto (defeito raro). Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). A maioria dos megafones atuais são elétricos. eventos esportivos. Se o ponteiro não mexer. etc. O ponteiro não deve mexer.

[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória. trata-se de um chip re-escrevível que. PDAs. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive).Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. Em termos leigos. ao contrário de uma memória RAM convencional. desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. MP3 Players. preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. flash drives USB (pen drives). dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. . cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM.

A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. sua alta resistência. apresenta menor consumo de energia elétrica.[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos. a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. Shoji Ariizumi. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND. já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais. O Dr. Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. foi inventada pelo Dr. evitando problemas de causa mecânica.000 de ciclos de limpeza. seu baixo consumo de energia. sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. que permite detectar erros na transmissão de dados. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. Sua resistência é de 10. o compactflash veio a ser baseado nele. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos. contando com recursos como ECC (Error Correcting Code). que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar.000 a 1. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory).000. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. não tem peças móveis. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. De acordo com a Toshiba. variações extremas de temperatura. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos.Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980. sua durabilidade e segurança. e até mesmo imersão em água. O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash. NOR e NAND). Califórnia. latências e peso muito mais baixos. Masuoka.[1] . Além disso. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state). o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr. Sr. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. sendo assim.[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória.

Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. Foi a primeira a se popularizar. isto é. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados.[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989. Cada bloco consiste em um determinado número de páginas. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso. a NAND e a NOR. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash. seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. mas com a introdução do tipo NAND. caso todos os blocos fossem bons. Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente. que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. em vez de acessá-las de maneira individual.a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. palmtops e firmware. mas com baixa velocidade. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes).[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash.[3] . sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos. desapareceram deste ramo. chegando ao mercado em 1988. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. Mas embora esses problemas existam. Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos. As páginas são tipicamente 512. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. em blocos de células. e ao seu alto tempo de gravação nas células.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base.

• um comando padrão estabelecido para ler. O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados. Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores. incluindo a flash cache. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória. então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14. ou SSD. incluindo Intel. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício. Porém. computadores. usando a flash como uma . permitindo assim a compatibilidade com câmeras. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados. esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. • mecanismo de auto-identificação. A versão 1. A NOR permite acessos aleatórios.[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados. O custo da NOR é muito mais elevado. dispositivo ligado ao PCI Express. 100x ou 150x.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. Micron Technology e Sony . A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND.[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos. Na prática.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar). Por exemplo. comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND . mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória. Por exemplo. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. ou em número de “X” como 60x. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias.tais como a Intel.Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes. O tempo de acesso influencia no desempenho. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos. escrever e apagar dados nos chips NAND.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash. LGA-52 e BGA-63. A leitura é muito mais rápida na NOR.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. Dell e Microsoft. o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória. A ideia de um drive de estado sólido. Alguns fornecedores. formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. ruído. consumo de energia e confiabilidade. torna-se atraente se considerarmos velocidade. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo.

php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz. 2048 bytes de processadores. dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC). É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). contendo um processador. Morimoto.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. é controlador embutido.Flash memory (http:/ / en. org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008. portanto. SATA. O seu consumo em geral é relativamente pequeno.Memoria flash (http:/ / es. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . wikipedia. Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. barramentos e afins (http:/ / wnews. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna. 128 bytes de RAM. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008.ATA. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos. e. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. [4] Carlos E. guiadohardware. infowester. [5] Wikipedia Español . normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . memória e periféricos de entrada/saída. Um outro nome para o microcontrolador. Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. [2] Emerson Alecrim . com/ cartoesflash. wikipedia. uol. com. br/ site/ noticias/ materia_especial. EEPROM para armazenamento permanente de dados. php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008. no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip. memória somente de leitura para armazenamento de programas. O circuito integrado de um Intel 8742.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. interfaces de entrada e saída de dados.

. forno de micro-ondas. máquinas de lavar. o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. como por exemplo o acionamento de uma tecla. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados. custo e consumo de energia. sistemas de supervisão. etc. telefones. como os motores a combustão. e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. Por reduzir o tamanho. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. rádio relógio. Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. relógio de pulso. controles remotos. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples". como sistemas de controle de motores automotivos. ou um sinal que chega via uma interface de dados. fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. etc. a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. De forma diferente da programação para microprocessadores. juntamente com o seu baixo custo. disco rígido. De forma oposta aos microprocessadores. dentro do monitor. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. Você está certamente cercado de dezenas deles agora. aliados a facilidade de desenho de aplicações. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. brinquedos. onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir. É erro de projeto superdimensionar. os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações. firmware e circuitos. máquinas de escritório e residenciais.

cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation.Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) . estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM. • 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola.

Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .

) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. scienceprog. Inc. com . org [2] http:/ / www. Corp. (Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. picguide. • BASIC Stamp Renesas Tech.

.consumo de nano Watt CRC . Para tal procedimento. de 16 bits e. que processam dados de 8 bits. Funcionam com tensões de alimentação de 1. de 32 bits. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. com recursos de programação por Memória flash. emuladores. Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores. utiliza-se um gravador apropriado. SPI. Como ferramentas de desenvolvimento. acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits. etc. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. placas de protótipos. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste.Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . TQFP.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23. C. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento. USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1].Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller". Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos.Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology. encontram-se disponíveis: gravadores. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções). SOIC. DIP. depuradores. EEPROM e OTP. mais recentemente. etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C.

O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650. mais um acumulador W. e relativo. tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa.Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. comparado com os 144 do Z8). História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). Esse modelo está obsoleto. e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. o sucessor do 1600 mais comum).R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). com 2 ciclos). Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp. que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. embora R1 a R8 também tenham funções especiais . 1 de busca e 1 de execução). com os PICs como seu produto principal. . tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). mais instruções (58 de 16 bits). Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. Ele tem pipelines marginais (2 estágios. A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados. A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. Existem até 31 registradores diretos. O PIC16x é muito simples. indireto. O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. mais registradores (232 a 454). As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic). não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip.

restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. que eram essencialmente semicondutores de potência. o CP1600. A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. Antes disso. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. de Peripherical Interface Controller em inglês). a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. contudo. não pensava particularmente assim. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. Era um microprocessador razoável. dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. incluindo a fábrica em Chandler. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. no Arizona. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. (subsidiária integral). mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída. Ele era projetado para ser muito rápido. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. No final dos anos 80. O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments. embora mais lenta que a proposta de Harvard. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. por volta de 1975. no começo dos anos 70. na realidade a marca é PICmicro. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. Apesar de ser uma boa CPU. A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. O mercado. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. chamada Arizona Microchip Technology. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. o EPROM. e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. Como parte da estratégia.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x. O PIC usava simples . derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. o conceito de ser baseado em CMOS. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados.

) e memória de programa de 512 a 32k palavras. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en. com [6] http:/ / www. Os PICs contudo. com . pictutorials. wikipedia. microchip. org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. o que na época era obsoleto. br/ novidades. artimar. e os novos donos cancelaram quase tudo. etc.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. htm [7] http:/ / www. UARTS. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável. mikroelektronika. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial. Em 1985. com. wikipedia. wikipedia. e e embora o termo não tenha sido usado na época. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. 266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. co. núcleos de controle de motores.

Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula.Captam além dos sons emitidos na sua frente. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz . aparelhos auditivos.seja no ar. Exemplo de microfone. sem que haja microfonia. os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. . Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador.Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º). Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. • Bi-direcionais . shows e na transmissão de rádio e televisão. sua captação é reduzida. • Super e Hiper-Cardióides . No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua. mas como o microfone possui massa. rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. porém. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade.Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. que é de facto uma tensão de polarização. eram designados como microfones de velocidade. água ou num material sólido) em um sinal elétrico. De facto. chamada de phantom power. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8. • Cardióides . Microfones são usados em muitas aplicações como telefones. os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . gravadores. é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim.Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877. Desta forma. Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais). parte dos sons emitidos na parte de trás.

no caso dos microfones de condensador. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas. onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. inferior a 600 ohm. O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. no caso dos mics dinâmicos. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm. Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana. como se de uma mola se tratasse. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo. caracterizando a sua eficiência.5% a 1000Hz . Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna. o que origina um muito maior gradiente de pressão. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. uma fina camada de ar.

Um microfone comum de computador. Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil . como telefones e computadores. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio. na amplificação do som ao vivo e em gravações.Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota. microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos.

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. protótipos. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto. isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. Tendo isso em vista. inserir e soldar. dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. Os componentes PTH são fixados na PCI. Resistores through-hole. também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). inserindo parte na placa.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa. finalmente.008” (0. Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. conectores de diversos tamanhos. técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos.2 mm) maior do que o diâmetro do terminal. capacitores e diodos). porque são mais fáceis de lidar. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0. . os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH. por meio de furos metalizados denominados de barrel.

Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1]. Referências [1] http:/ / bibdig. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura.Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. utilizado para controle. 2006. André Luis de. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta. br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. faj. Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . ou seja. Faculdade de Jaguariúna.

significa que. memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. Read-only. A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0. que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. ou seja. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos. Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1. PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final). Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5.5V. de 12 a 21 volts). permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. ao contrário do que acontece com a memória convencional. o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. O rebentamento de um fusível abre uma ligação. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) .[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom. A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória). Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos. ou só de leitura.PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento. A sua velocidade de processamento também é maior.

Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM. br/ noticias/ noticia. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www. inovacaotecnologica. • EEPROM. havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. cátodo e grades. vestindo aos eletrodos internos . de forma a irraiá-lo para fora. A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. php?artigo=010110060605). pois. do dispositivo. literalmente. Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. o carbono e o tantálio. visto que uma das implementações originais incluía queimar. filamento. inovacaotecnologica. & #32. existe uma placa metálica. estes elementos são o ferro. Díodo termiônico. isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. com. é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. Nova Iorque. os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City.Página visitada em 2009-06-29. o níquel. http:/ / www. Sendo que naquela época. br. não confundir com Placa de Circuito Impresso.PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo. com. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada.

O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11. que era na ocasião era o único padrão. RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). Utilizado para controle. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). . Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). Em janeiro de 2001. Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC. as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA. o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. Eles substituíram os conectores mais vultosos. etc. Por exemplo. O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. RJ14. através da Comissão Federal de Comunicações (FCC). RJ45. um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. ou seja. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. mas não a instalação elétrica.Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. Estes padrões de interface são mundialmente usados. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica.

para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". (Veja cabo Categoria 5). não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. htm [2] http:/ / www. informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. au/ reference/ RJreference. Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). arcelect. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. htm . "RJ10". e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. para parte superior do telefone. para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www. • "RJ45": 8P8C. os próximos dois formam o segundo par. Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C. para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. com/ RJ_Jack_Glossary. incluindo Ethernet. Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. "RJ22": 4P4C ou 4P2C. mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC.RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. accesscomms. com.

contanto que esse outro tipo de energia não seja calor. Vemos que. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica. porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores). bombas de água e carros eléctricos. no que diz respeito à corrente.usp.i http://efisica.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes.como acontece com ventiladores. Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico. E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai.a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia.if. equação geral: U=E'+r. Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele.br/ . Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz.

A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase. Tempo de disparo a partir do estado frio . Este aquecimento é prejudicial ao motor. pois a instalação em uma ou duas fases. ou mesmo de relé bimetálico. promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. caso haja aquecimento. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. conforme tabela abaixo. o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. o par bimetálico se deforma. Para evitar tal fato. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico. caso seja superior ao limite de ajuste. Sua fabricação se dá. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente. corrente que vai para o motor. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. pode não ser o bastante para proteger o mesmo. O relé térmico é uma réplica do motor. no caso do motor trifásico. Função Também chamado de relé de sobrecarga. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo.

A. 2. DIAS. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores. SP. faatesp. O. SP. 250p. P.5Ir 7. São Paulo acesso em: 26 maio 2010. pdf/ . C. P.Relé térmico 279 Classe 1. da C. edu. 1998 – (Série brasileira de tecnologia). FRANCHI.. M. Editora Érica. São Paulo.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. Seleção e aplicação de motores elétricos. McGraw-Hill: Siemens S. J. S. L. 2008.05Ir 1.. LOBOSCO. Referências [1] http:/ / www. [1] Referências bibliográficas 1. Circuitos de Motores. São Paulo. 4.351.2Ir 1. ed. Acionamentos Elétricos.

Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. Introdução Um simples relé eletromecânico. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. biscoitos que consumimos. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não. Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir. pães.este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos. Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil . É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos.usina hidroelétrica .Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente. um campo eletromagnético é gerado. nas linhas de produção das peças que os compõe. a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé. sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas). nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros. protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos. uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito. nos processos de fabricação de alimentos.e que chega a nossas casas e industrias. acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. No caso do Relé eletromecânico. como o da imagem ao lado. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. Sendo assim.

*Terminais para conexão em Bases (Sockets). enquanto construía eletroimãs. mais tarde conhecido como Universidade de Princeton. Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância. 32 anos depois. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso). Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. Joseph Henry Após a sua morte. em reconhecimento do seu trabalho. embora mais uma vez. estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. adaptando esta aplicação através de bases/soquetes. • Armadura de ferro móvel. IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais.Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830. seja qual for sua natureza. de 1846 até à sua morte.estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. foi batizada de henry. Para aplicações industriais. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . • Mola de rearme. é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente. onde se exige uma facil reposição e manutenção.constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua. . À frente deste Instituto. magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico. Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. Em 1832. Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey. • Conjuntos de contatos. inventado por Morse e Wheatstone. não tenha sido o primeiro a registrar a patente. mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. • Terminais .

Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. Então temos no relé uma bobina. Quando uma corrente elétrica passa através da bobina.Normal Open (inglês) .normal fechado • NO . necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso. a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). de contatos presos a molas. uma rede de proteção de contato. Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. a depender da função do relé no circuito.normal aberto Em alguns casos. a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. isto ocorre para reduzir o ruído. atraída pelo campo magnético gerado. através do terminal. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB). • NC . Há casos também. é substituída pela força da gravidade.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. Então quando energizado. um diodo é freqüentemente instalado na bobina. Em uma aplicação de baixa tensão. comuns nas partidas de motores industriais. a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica. o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel.Normal Closed (inglês) . em que a força da mola. No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé. pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). uma armadura de ferro móvel e um conjunto. Quando a corrente na bobina é desligada. Alternativamente. a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética. que é soldada ao PCB. também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. . a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. o contato é atraído fisicamente. isto ocorre reduzir a formação de arco. o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito. consistindo de um capacitor e resistor em série. a sua posição relaxada. Quando a bobina recebe a corrente elétrica. sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. dependendo da função do relé. se os contatos foram abertas. ou conjuntos. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética. Os relés. Para ilustrar melhor. e vice-versa. O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). Enquanto a bobina se mantém desernegizada. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé. a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada.

lâmpadas acesas durante o dia. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais. a partir do material empregado.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis. porém há uma queda de tensão. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. ou SMT. Alguns resistores são longos e finos. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca. ou então usando um ohmímetro. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. Utilizando-se disso. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. É comum encontrar na iluminação públicas. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. com o material resistivo colocado ao centro. que pode ser por exemplo carbono ou silício. Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). Os resistores podem ser fixos ou variáveis. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos. conforme norma brasileira. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica. que possui como unidade ohm. esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). através de seu material. . Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos.

por exemplo). que é determinada pelo tamanho físico. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. como 20 Watts. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). corrente e resistência. A medição crítica de um resistor é a resistência. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita). Resistores com tolerância menores.241506 x 1018 elétrons por segundo. que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. um pedaço de plástico. Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada). Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. e corrente especificadas. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima. de qualquer material é um tipo de resistor. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior.d. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt.p. o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. também estão disponíveis. e corrente máximas de trabalho. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores. O corpo humano. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. o material do objeto é chamado de ôhmico. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. 1/4 watt e 1/2 watt. e é a área da secção transversal. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. chamados valores preferenciais. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente. diamante. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos. ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. também chamados de resistores de precisão. A relação entre tensão. uma corrente com a intensidade de 1 ampère. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e . estão disponíveis. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. apenas uma série limitada de valores. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas. R é constante—ao longo de uma gama de valores.Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. uma faixa dourada significa 5% de tolerância. Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. Em resistores codificados com cores. Na prática. Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência. Além disso.d. através de um objeto é dada por uma simples equação. uma unidade SI. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. aproximadamente 6. e R é a resistência em ohms. e inversamente proporcional à área da secção transversal. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. A maioria dos metais são materiais condutores. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas. pelo mesmo. Isolantes (tais como ar. o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica.p. Qualquer objeto físico. que diminui a superfície disponível da área. Um resistor tem uma d. é o comprimento. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin.

sua resistência cai. Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas. têm uma resistência de 100ohm. • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura. NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. Geralmente são utilizados com altas correntes. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. por exemplo. Quando a temperatura sobe. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100).V. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). Metal Óxido Varistor ou M. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. rodando manualmente. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. 1000 porque à temperatura 0 °C. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. mas com coeficiente negativo.Resistor capacitância. Os metais mais usado são a platina. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. ou como "trava" em circuitos eletromotores. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. visto que em vez de metais usam semicondutores. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). A relação geralmente é directa. por isso alguns autores não os consideram resistores. .O. Os termistores PTC e NTC. Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Reostato é um resistor variável com dois terminais. sendo um fixo e o outro deslizante. ou seja se a temperatura sobe. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. são um caso particular. a resistência do PTC aumenta. em série com a bobina desmagnetizadora. a resistência também sobe. Quando a temperatura se eleva. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. e instrumentos de medidas.

Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa. A relação geralmente é inversa. de acordo com a intensidade luminosa incidida. A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: .

1. 2.19. 6.49. 2. 2.76.32. 1.14. 7.32. 3.60. 6. 4. 6. 8.2 2. 6.48. 6. 4. 3.09. 5. 5. 2. 5.05.77. 3. 1.19. 4.75.5 1.87. 3.01.90. 1.98.7 4. 4.17. 1.53.33. 4. 1. 4.64. 5. 2.32.1 5.76.90. 1.32. 3. 2. 2. 2. 5.81. 2.21.6 6. 8.69.1 1.52. 1. 1.20. 2. 3. 8. 1. 6.27. 1.62. 5.48.24.87. 4.24.22. 1. 6.3 3. 3.8 2. 9. 3.49.6 1.74.96.15.26.09. 1.43.90.69. 3. 2.64.59. 8.01.18. 2.87.02. 6.74.77. 3. 1. 8.49.34. 2.12.62.53.32.96. 1.83.74. 1. 1.25.41. 9. 1. 9. 4. 3. 7. 5.58.53. 9. 1.15. 1. 1.37. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10. 2.38.49.17. 6. 1.83. 4. 5.26. 2. 9. 5.93. 7.89.50. 7. 1.31. 1. 1. 1.82.23. 4. 4. 7.40.74. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1.47. 3.15. 6.49.09.62. 1. 1. 5.07.5 0.78.61.42.7 3. 4.30.57. 3. 4.01. 3.67. 8. 4.9 4.5 1.87.97.23.7 5.10.6 3.7 3.54.87.76. E96. 1.87.72. 2.02.04. 2. 2.05. 8.21.40.0 1.50. 2. 2.84. 5.47. 1. 1.62.32.81.88.19.68.17. 1.37. 5.2 1.28. 1.97.19.8 7. 1.91. 3.08. 4. 5.5 1.00.6 6. 1. 7. 3.42. 5. 6.81.34. 6.61. 3.53. 9.76. 1.33. 1.65. 1. 7. 2.07. 1.34.00. 2.57. 3. 1.98. . 2. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1.02.74.16. 1.50.27.2 1.64. 1.11. 2. 3. 1.98. 3.87. 5.47.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10. 3. 8. 2.32.99. 7.92.05.11. 3. 3. 4. 7.02. 4. 2. 2. 2. 6.64.87.2 2. 2.16. 2.81. 9.45.40.13. 8. 7. 1. 1. 8.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0.80.94.87.42. 2.67.62. 3.49. 1.09.49. 1. 1. 8. 4. 4. 1.05. 3.00.2 6.23. 7. 2.43.8 6.0 1.32.30. 5.53 Série E96 1.35. 4.65.10.15.01.65.8 2. 6.87.42. 4.3 4.61. 1.65.00.78. 4.11. 9. 3. 5. 1.54.79.65.75. 1. 1. 1. 4.65.69. 6.36.5 8. 1. 3.33.10.09.27.36.37. 7.21. 4.74.06.31. 1. 2.65. 1. 2. 9.96.1. 1.55.16. 1.05. 1. 2.15. 8. 1. 2.11. 4. 3. 1.2 9. 2. 1.15.24.91. 4.37. 3.78.49. 1. 8.54. 5. 7.74.02.22. 7. 1. 3.18. 1. 4.68.80. 3.70.10 . 7.23.71.73.35. 1. 1. 8.93.87. 2. 2.66.1 Séries E48. 1.32.04.87.06. 1.12. 1. 6. 5.37. 7.09.50.05.82. 5. 6.67. 4. 5.65. 3.43.44.40. 1. 2. 3. 1.7 5. 1.50.24. 3.23.62. 9. 7. 4.96.20. 1.70.92.80.40. 2. 1.25.91. 5. 1.2 2. 9.76.37. 1. 8.15. 2.56. 2. 7.46.45. 1. 3.10. 1.42.0 Série E24 1.13.25.8 8. 6. 2.29.06. 1. 2. 3.0 2.9 4.58. 1. 6. 3.3 3.16. 6.26.12.29.84.32.98. 1.26.55. 3. 2. 2.61.59.64. 2.66.15. 1.30. Séries E6. 3. 1.49.21.45. 1.52. E12. 9.05. 2.56. 6.99.83.3 1. 5.04. 4. 5. 4. 1. 1.3 3. 1. 1.27.18.98.26. 2.05.57.52.94.90. 1. 6.2 Série E12 1.06.42. 7.12.69.43. 3. 1. 2. 1. 1. 2. 8. 4. 8.4 2. 5.36.48. 2. 1.58. 2. 9.07.21.87. 3. 1.83.40. 2.0 3.42. 2. 1. 3. 9.36.03. 5. 4. 1. 2.25 0. 2.76 Série E192 1.88. 6. 4.66.00.56.87. 2.22.13.48.15.

sendo elas denominadas de série. Efeito Joule ELETELE http://www. html http:/ / www. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. upenn. jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor. net/ public/ code/ cp_dpage. technick. interq. westhost.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação. asp http:/ / www.com. htm http:/ / www. esta sempre resultará numa única resistência total. edu/ ese/ rca/ calcjs. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . Qualquer que seja o tipo da associação. estrela e triângulo. htm http:/ / www. lalena. feiradeciencias. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req. com.br/produtos_resistores. Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. or. com/ pots. paralelo. seas. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound. br/ sala12/ 12_T02. resistor fotosensível ou fotoresistor.eletele.

datasheet (http:/ / www. Universidade de Brasília.ENE.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. câmeras. que geralmente conduz o titanato de zircônio.[3] • Além de circuitos impressos. Ressonador cerâmico de 4MHZ. com diferentes tipos de footprints. lara. abracon. A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. telefones. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. pdf) (em português). A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões. pdf) (em inglês). Página visitada em 27 de janeiro de 2010. microchip. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www. unb. Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt. sintetizadores de voz. videocassetes. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. que tem funções como um ressonador mecânico.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório. pdf) (em inglês). Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos.oscilent. pode produzir oscilações numa frequência específica. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo. tais como televisores. copiadoras. Departamento de Engenharia Elétrica . controles remotos e brinquedos. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT. com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. pdf) (em inglês). também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. Quando a voltagem é aplicada. datasheet (http:/ / www. com/ store/ pdf/ zttr. ecsxtal. aparelhos eletrônicos automotivos. equipamentos de comunicação. Séries AWSCR. avr.com/catalog/Category/ ceramic_resonator.htm) (em inglês) .

"vídeo separado" em inglês). e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. Assim. colour) são transmitidos em pares separados. evitando assim as perdas do sinal de vídeo. porém são sincronizados. o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. para a informação do Luminância. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado. O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados. Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC. PAL e SECAM. No vídeo composto. como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. que carrega o sinal inteiro em um pacote. O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente". greyscale) e a informação modulada da crominância (C. Visão geral Os sinais de luminância (Y. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. PAL e SECAM). Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). Conector padrão S-Video de 4 pinos.S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. diferentemente do vídeo composto. como o RGB. O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. .

levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. é necessário um conector de audio. Canadá e Japão. Portanto. onde a padronização é falha. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. O S-Video não transmite sinal de audio. O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. html .S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA. ws/ s-video-pinout. interface encontrada em TVs. tocadores de DVD (DVD players). videocassetes e vídeo-games. funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts.

Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . por três terminais. ocasionando seu desligamento. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. denominados anodo (A) e catodo (K). Composto. formam um diodo bipolar. e o terceiro terminal. geralmente. que é usado para controle. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo. denominado gatilho.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. Símbolo comum de um SCR. Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista. dois dos quais. é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo.SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier . Quando não está em condução. depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção.

A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin.Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. . da television technology fame. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A. e hoje permanece praticamente desconhecida.

Como o desenvolvimento se arrastou. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. e em seguida. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. formando uma grade cilíndrica e. Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. Com um bit selecionado. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. o custo e a falta de disponibilidade. positivo ou negativo. um axial. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. quando em plena produção. enviar um pulso de potencial. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. finalmente. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico. Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. um radial. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada. a placa de sinalização. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. A escrita é realizada por selecionar um bit. no início dos anos 1950. Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . . todos. Quando a tendência na grade fosse derrubada. e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons. como acima. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática.

1980. Se o dielétrico para este bit contém uma carga. rand. Gian-Carlo(Ed. Rota.(Ed. A ausência de pulso. J. org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 . significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga. os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização. Howlett.  New York: Academic Press. A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês).Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo.). p. [1] Metropolis. N.(Ed.). 465-469.). ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www.

15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante.google.htm) • História do Selectron da RCA (http://www. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1. semicondutor ou isolante. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos.A.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db.U. oposta à do elétron.school/selectron.com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior.computer50. e nanocircuitos usados em nanotecnologia. Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor. Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução.RCASelectron. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias. História Em 1874.org/mark1/moore. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica. A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273. 2494670 (http://www. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo.U.stanford. e- . a princípio como curiosidade. Em 1878 e 1879 David E. pois foi percebido ao acaso pelo cientista.Selectron 296 Patentes • Patente E. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores. Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução.com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt). isto é a banda de valência. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes.google. microprocessadores.A. o diodo. 2604606 (http://www. Introdução De uma maneira geral.

através do uso de semicondutores diferentes. Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. ou seja. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). apesar de na verdade ser um plano quântico. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. possuem um gap grande quando comparados aos metais. Já os semicondutores. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores. Se agora o processo for novamente repetido. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. isso é. Se a placa for exposta à luz. o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. As propriedades destes elétrons. Esta diferença nos gaps permite. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório. aumentando assim a condutividade do material. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços. quanto menor o gap. chamada de ponto quântico. A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. elétrons livre). criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução.Semicondutor 297 Poços. fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. Ele define quão condutor é um material. entretanto. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. desde que esteja escuro. Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. . mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. Isto cria uma fio quântico. Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos.

expresso em metro. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto. no SI é N = número de espiras. Sua unidade. i = corrente que atravessa o solenóide. µ= permeabilidade magnética do meio.Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. (no vácuo) Ver também • Corda magnética . l = comprimento do solenóide. Sua unidade é o Tesla (T).

é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo. quando usado com cargas indutivas. o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate). não importando a natureza da carga. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. O TRIAC faz parte da família de tiristores. Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . Contudo. O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. Para circuitos de maior potência. como motores elétricos. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos. controles de velocidade para ventiladores entre outros. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte.TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. Uma vez disparado.A. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo.

Na indústria. br/ Dicas/ Dica02. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma). tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d. Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive.Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. Daniel Roberto Garcia. Os terminais também variam de formato. dimopel. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). permitindo o aproveitamento de ambas as faces. htm [2] http:/ / www. Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. podendo ser contatos chatos. Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. com. porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui. SMT .Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. htm . novaeletronica.

no sentido eletrônico. que. Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. é a medição de temperatura (em motores por exemplo). Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento. Termístor do tipo NTC . foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. no caso a nível industrial. Conforme a curva característica do termístor. • PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura.Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. A termiônica. pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. Outra aplicação corrente.

o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. podemos citar o SCR e o TRIAC. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. que normalmente pode ser de curta duração. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução. chamada comumente de Tensão de Ruptura. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. com uma brusca queda da impedância do mesmo. Uma vez comutado para o estado de ligado. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. . mas devido ao seu disseminado uso na indústria. Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. uma vez iniciada se mantém. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. for ultrapassada. também da classe dos tiristores e de junção PNN. O SCR é apenas um tipo de tiristor.Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. em osciladores de relaxação. apresentando um comportamento funcional biestável. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). o SCR comporta-se como um diodo normal. Para os SCRs. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. Como exemplo de tiristores. geralmente em torno dos 30V. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês). Se esta tensão. ou gate em inglês). Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. que operam em regime de chaveamento. em inglês Holding Current (IH). A condução. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. também pelo terminal de controle. Em sentido inverso. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. o sinal de controle é um pulso de corrente. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão.

Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico. Ele utiliza um grande plugue. . três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás. um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. com quatro pinos chatos.Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. com 4cm x 4cm. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás.

para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. como aço. O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". No caso dos transformadores de dois enrolamentos. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. transformando tensões. no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário. mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado. O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético. Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. que "acopla" essas bobinas. Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. ou circuito magnético. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. .

são em geral de baixa potência. o mesmo fluxo. ou seja. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor). 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro.e. o mesmo em ambas as bobinas. que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. Além disso. ou “abraçam”. outros sem núcleo. e o circuito magnético é fechado.m. seja no núcleo. todas concatenam. um transformador ideal. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). Transformador com três enrolamentos. sendo o fluxo total. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. escrevem-se como: → ∞. induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. ditos transformadores com núcleo de ar. Transformador em vazio Considerando. no caso ideal. Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou. seja nos enrolamentos. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a. Há outros tipos de transformadores. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo. Transformador com blindagem eletrostática. alguns com núcleo ferromagnético. e ainda aqueles com núcleo de ferrite.’s. as f. infinita. Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . já que se desprezam . O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles.Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito. e .

por estar todo integrado. feiradeciencias. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com. unicrom. pdf . asp Transistor Darlington Na eletrônica. asp http:/ / www. Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e. e para transistores de silício é superior a 1. br/ sala13/ 13_24. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. br/ sala13/ 13_42. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. com/ tut_darlington. asp [2] http:/ / andros. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração. br/ sala13/ 13_25. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. Comparado a um transistor comum. asp http:/ / www. com. br/ sala14/ 14_T01. com. apresenta uma maior defasagem em altas frequências. asp http:/ / www.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. feiradeciencias. feiradeciencias. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. consiste da soma das tensões base-emissor. A tensão base-emissor também é maior. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). eecs. feiradeciencias. com.2V. A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. por isso pode tornar-se facilmente instável. berkeley.

Por sua vez. yahoo. electro. htm [3] http:/ / www. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. Transistor de Efeito de Campo. br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT. com/ electricity/ inventions/ fet. • MOSFET tipo Depleção. br/ componenteseletronicos/ index. gta. em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. como o próprio nome diz. ufrj. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo. patent-invent. html) [2] http:/ / geocities. com. enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor. História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934.Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. que.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação. htm .

Válvula termiônica (Triodo). é o tipo de transístor mais comum. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação. portanto. isto é. BJT. Corrente anódica A corrente anódica num diodo. aos seus inventores. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga . Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons. como o próprio nome já diz. A construção da grade é de forma elíptica. . Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais. também designados parâmetros de transcondutância. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest. TJB. tinham muito baixo rendimento. também designados parâmetros híbridos. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. (bipolar junction transistor. em inglês). é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. utilizam os parâmetros g. no caso do triodo. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. O objectivo dos inventores. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. Tríodo Tríodos ou triodo. perpendicular à secção do cátodo.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. amplificação. por menor que seja a variação de tensão na grade. Até hoje. e que valeu o Prémio Nobel. isto é. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts.positiva (lacunas) e negativa (electrões). acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. uma grade de controle. ao centro.

podendo levar o dispositivo ao corte. 1. Foi em um tubo de raios catódicos que. Thomson verificou a existência do elétron. azul) História Os CRT's surgiram em 1924.Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. um canhão eletrônico. J. ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. Canhão de elétrons 3. Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. na ordem dos 10. também conhecido como Cinescópio. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor. A primeira televisão era de madeira. e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). Por isso. o físico J.000 Volts dependendo do seu tamanho. quando foi inventada a televisão. e à saturação. que em português significa "tubo de raios catódicos". Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas. um cone de vidro. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. Placas defletoras horizontais e verticais 2. uma máscara de sombra. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun.000 a 40. nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal. revestida de fósforo . Face interna da tela. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma. usado em televisões e monitores coloridos. Feixe de elétrons 4. Bobina de centralização do feixe 5. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico. em 1897. verde. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética.

o vácuo é formado no interior do bulbo. por toda a tela. O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. Nas áreas que foi exposta. tal como paládio. uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone. platina e eventualmente ouro. Neste momento o bulbo se torna um tubo. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. verde e azul. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. através de reações químicas. montado em uma fase anterior do processo. são fundidos no esmalte em alta temperatura. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). . a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. lavada e passa por um processo de enegrecimento. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas. Esta operação é chamada “matching”. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). o qual em seguida é fechado. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. a sua aplicação à borda do painel. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. para que se combine com possíveis átomos residuais de gases. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. Após várias medições e operações de acabamento. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. além de terras raras. Matching No Processo de Matching. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela. seu resfriamento e conseqüente contração. algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara. o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível.Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. dos feixes eletrônicos vermelho. Depois de seca. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone.

The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. aqueles com válvulas termiônicas. tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico.Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. apesar de não ser absolutamente certo isso . porém em diminutas quantidades. mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. the use of naturally occurring . Lembrando que. . tal como o tório. JONES R. 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background. . para evitar graves contaminações. podem conter maior quantidade desses componentes. A. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. L. (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado. Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. W.o mesmo principio de tratamento por tório. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. GRAY E. TROYER G. ainda hoje no Brasil e em outros países. para evitar transtornos a população. possivelmente cumulativas. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. tal como “camisas de lampião”. Já os televisores mais antigos. contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem.por estar entre os segredos de fabricação-. porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube. no meio ambiente. são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente . Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem. Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. . contatos de relés e etc. Aparelhos antigos. .

A sigla deriva do nome em inglês. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos. Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta). Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS.0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital. Hagerstown.Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL. MD. . 35400011931012. the results of gamma spectroscopy. Cote INIST : 9288 S. This paper presents the results of these surveys. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. nofev. Válvula de potência ainda fabricada. [Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins.

Diôdos Diôdos termiônicos. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. cuja função é aquecer ao cátodo. Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. o filamento. a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. que. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. Diôdo Termiônico. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. a intensidade de corrente será sempre a mesma. emissor de elétrons. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. dependendo de sua polarização. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. pêntodos. etc. não importando a oscilação da tensão. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. a placa. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. a grade de controle. para a placa estando negativa. . o cátodo. Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. diagrama simplificado. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa. que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. receptor de elétrons. ou ânodo.Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. ou placa. Válvula tríodo utilizada em 1906. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. sempre haverá Efeito Édison.

Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. portanto o fluxo de corrente será baixo. Aumentando a tensão de placa. . que possuem um som mais aveludado e macio. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. mesmo com altas taxas de distorção. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. especialmente a guitarra elétrica. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos. tida como melhor que os transistorizados. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. contudo. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras. há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas.Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. que também são conhecidos como high end. onde todos os elétrons serão absorvidos. Atualmente. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados. estando a temperatura de cátodo constante. funcionando como retificador. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. os elétrons de carga espacial são atraídos. Os amplificadores valvulados.

br/ site/ index.Válvula termiônica 315 Ligações externas • • • • • • • • • • • • • • Válvulas termoiônicas I . com/ [12] http:/ / www. br/ invent~1. com. mspc. vacuumtubes. com/ index. amperesautomation. info/ [8] http:/ / www. net/ How_Vacuum_Tubes_Work. br/ lendas. drtube. tubedata. shtml [2] http:/ / www. htm [11] http:/ / www. com/ guitamp.Princípios básicos [1] (em português) Lendas e Crenças sobre o timbre vintage [2] (em português) A Válvula e seus inventores [3] (em português) Válvulas Eletrônicas [4] (em português) Amperesautomation [5] (em português) Electronica-pt [6] (em português) Relação de Válvulas e suas características [7] (em inglês) Datasheets de válvulas termiônicas [8] (em inglês) The Fender Amp Field Guide . htm [13] http:/ / sites. htm [3] http:/ / www. it/ video/ x3wrzo_fabrication-dune-lampe-triode . eng. htm [4] http:/ / www.Esquemas de amps valvulados para guitarra [10] (em inglês) AX84 . com/ ffg/ [10] http:/ / www. com. electronica-pt. htm [5] http:/ / www.Comunidade de construtores amadores de amps a válvula (com projetos fáceis) [11] (em inglês) Como trabalham as válvulas [12] (em inglês) Amplficador valvulado para guitarra [13] (em inglês) Fabricação manual de uma válvula (Flash Video) [14] (em italiano) Referências [1] http:/ / www. ax84. radioantigo. htm [9] http:/ / www. ampwares. google. com.Esquemáticos de amplificadores valvulados Fender [9] (em inglês) Guitar Tube . br/ valvulas. hpg. com/ vacuum_tube_py5aal/ index. br/ eletrn/ vterm_110. com. php/ content/ view/ 175/ [7] http:/ / www. com/ site/ diyrbt6/ [14] http:/ / dailymotion. geocities. tubeamps. valvulaseletronicas. ig. html [6] http:/ / www. alice.

a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). e no caso de picos de tensão de maior duração. Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta. Quando reversamente polarizados.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis.Varicap 316 Varicap Varicap. sua resistência diminui. Os varicaps . diodo varicap. desconectando o circuito da fonte de alimentação. é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. Isto é. Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). Assim. Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos . desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra. protegendo o equipamento a jusante. desarme. tal como em filtros de linha. Uma metal óxido varistor 385 volt . acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. por exemplo. por apresentarem uma característica de "limitador de tensão".

Valee e M. Atualmente.5%CoO-0. S. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO). quando Kh. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores. Em 1971. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões.Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas. A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50.5%MnO-0. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO. Kosman e colaboradores (1961) e S. Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. Matsuoka e colaboradores. D. nota-se que quanto maior o valor de . Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. a base de (Sn. É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC.5%Cr2O3. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. I é a corrente que circula pelo componente. que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2. para utilização em altas tensões. corrente de um varistor obtida experimentalmente. sendo essas porcentagens molares.S. Dessa relação. fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários. .

já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. . 99% deles. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica. mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. podendo existir a possibilidade de início de fogo. os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. não possuem proteção térmica. ou seja. Uma vez excedido esse limite.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. ou seja. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes. Infelizmente. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. evitando que o filtro cause algum incêndio. são utilizados fusíveis de proteção. já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule). Isso resulta em queima do componente. o varistor queima. normalmente medido em J joules. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável. tais como surtos na rede de alimentação. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica. os quais suportam maior nivel de energia passando por ele.

Rede Básica Brasileira Os consumidores. . estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. transmissão e distribuição de energia elétrica. Além disso.Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas. O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação. confiabilidade e continuidade no fornecimento. Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Qualidade. Sistema Elétrico de Potência . Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica. órgão regulador do governo brasileiro. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis. manter e operar esta máquina.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

devido ao movimento igual de rotação. Estator (armadura) Parte fixa da máquina. constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. Comparemos. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor.Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. ou seja. O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma. sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. . Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. por exemplo. também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada.

Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. a fonte de energia mecânica pode ser. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator. . Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. a gás ou a vapor. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. Além disso. circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. uma turbina hidráulica. está como uma ilha de potência). a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. Com o surgimento do torque. e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas. logo. e como o pólo do campo girante do estator está a girar.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. Assim. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. por exemplo. tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação.

pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. normalmente. numa escola de formação náutica especializada. normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. Nalguns navios. esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. a carreira de oficial eletrotécnico não existe. No Brasil. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. Em Portugal. Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores. A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. mesmo nos países onde existe. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. . atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. normalmente. No entanto. a Escola Náutica Infante D. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista".Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. nem existe formação específica para a desempenhar. Nos países de Língua Inglesa. Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. diretamente subordinado ao chefe de máquinas.

O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1. observando-se que a bobina possui uma tomada. com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação. . temos a configuração básica deste oscilador. Funcionamento O resistor Rb. Na figura. faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. ou seja. ou seja. enautica. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. careersatsea. ligando à tomada central. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor. asp [3] http:/ / www. oceanopportunities.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. org/ careers/ electro_officer. pela bobina L1. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. Henrique [1] • Electro-technical. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito. pt/ [2] http:/ / www. Escola Náutica Infante D. havendo então sua condução. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito.

motores estacionários. roncar. com. br/ [2] http:/ / www. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www. aquecem a água contida em grandes caldeiras. br/ [3] http:/ / www. Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. onde é necessario a atenuação de ruído. popularmente conhecida como escapamentos. com. br/ . gerador de energia. wiest. Na verdade. inescap. com. saída de gases de caldeiras. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. Queimados. produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão.Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor.

onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape.motor. Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. com. inescap. os principais acabamentos são. htm . galvanizado ou bruto.Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia. pintado. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. este equipamento não altera a sua eficiência. Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas. br/ port/ prod-hospitalar. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador . onde necessita de redução de ruído. fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox.

. Um atenuador é o oposto de um amplificador.Diesel elétrica . sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda. Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão.Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários.E.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal. Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis.eletricidade). um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1. A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). Efetivamente. outros propósitos. são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias. ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo.sendo apenas por combustão. atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. Enquanto um amplificador proporciona ganho. Na medição de sinais.também chamadas de U. embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes. Usina Diselétrica de Novo Progresso. dissipar potência.D.propriedade da Celpa. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). e melhorar o casamento de impedâncias. Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência.originando o nome (Dies . Para freqüências mais elevadas.mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia. construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências.são muito comuns na região amazônica. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos.

play. Kloss Novabeam. canal rápido de 0 a 9. Multitech. JC Penney. Regal. mute. Sharp. Harvard. Capehart. como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. Sanyo. Onwa. pause. Davidson. Futuretec. JCL. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. stop entre outros. Universal. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. Portland. Gibralter. Olympus. Toshiba Fujitsu. Jasco. JCB. NSC. KLH. Sylvania. Soundesign. enter. Viking. Wards. vcr. NKS. Mont. Totevision. volume + e +. Goldstar. Contec. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. Logik. Runco. HI-Q. Shogun. Funai. Algumas marcas que o controle funciona rca. Konka. tv. Archer. Garrard. Alleron. Controlo remoto Controlo remoto. gravação. Jensen. MTC. Movie Time. Hallmark.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. Tandy. Bell & Howell. Kenwood. Memorex. Comtronics. Candle. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Citizen. sat. Motorola. Simpson. Yamaha. Tocom. General Instrument. NTC. Fisher. Quasar. Realistic. em um valor constante pré-determinado. canal anterior. TV a cabo. AOC. E suas funções são. Hitachi. GE. TV. ProScan. Magnin. Colour Voice. Magnavox. Vector Research. DVD. Aiko. JVC. e alguns receptores via satélite. Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Pioneer. Aiwa. Infinity. Harley. Akai. Electrobrand. Timer. VCR. Contec/Cony. Pilot. Technics. Midland. Proton. Signature. Samsung. Ward. Orion. TMK. Victor. Curtis Mathes. Sci. MGA. ABC. Symphonic. Sony. . LXI. Nikko. Optonica. Emerson. Optimus. Tatung. OAK. Craig. Jerrold. Gemini. Electrohome. cable. TV/VCR. Majestic. Marantz. Broksonic. LG (Goldstar). Matsushita. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. dvd. Zenith. Adventura. Daytron. Teknika. Pulsar. Celebrity. Radio Shack. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. Philco. Crown. retrocesso. Envision. Carver. Sears. Megatron. Hamlin. JBL. GC Electronics. Gradiente. Liga/Desliga. Scott. NAD. Atlanta. Panasonic. Sansui. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). Mitsubishi. Cableview. RCA. Audiovox. ainda. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. Daewoo. canal + e -. Teac. Beaumark. Admiral. Menu. MEI. avanço. KTV. Philips. Belcor.

pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios.Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. E isso criou um problema muito grande. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. Com essa facilidade da fabricação. O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. da empresa Nintendo. que acabaram se tornando padrão entre todos. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno. demonstrando assim Apple Remote. . Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes. Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos.

A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento. sistemas de médio alcance. como gravação ou cópia de mídias. calculadoras. ondas de rádio + fita magnética -. Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. ou "consummer electronics".por exemplo. os servidores. equipamento de áudio. CD player. Para ser considerado um microsystem. em suas versões mais recentes. que prestam serviços a outros sistemas computacionais. Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . gravadores de vídeo e relógios digitais. toca-fitas. televisores. e integração com o computador. etc. comunicação e na productividade no escritório. é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia . e que seja portátil (por isso o prefixo "micro"). vendida em 1998 para a Compaq. A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios. designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial). ou. ou computadores pessoais. . Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos.Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio.rádio.

pelo canal 46 UHF. br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. uol. às 19h. com.[1] [1] http:/ / portalimprensa. que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record.TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH. Curtagora (cinema). Bastidores (variedades). Holofote (cultura). Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas). TV Uni-BH No ar desde 1998. Saúde (Saúde e Bem Estar). InterAção (esportes). disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. que vai entrar no ar em 13 de agosto. a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. Conhecimento (debates). Transmite assuntos da região e do Maranhão. shtml .

o televisor . O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962.visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores. A televisão em cores surgiu em 1954. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco. posteriormente. História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. Televisão dos anos 50. na rede norte-americana NBC. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. na cidade de Juiz de Fora. a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire. Nova Iorque. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. o que tornou possível a televisão eletrónica. Minas Gerais. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. Um modelo de televisão de 1958.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . a CBS abandonou sua proposta em favor da nova. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. No Brasil. mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. inaugurado em 11 de maio de 1928. que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. . A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. e. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho .Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . imagens em movimento em 30 de outubro de 1925.distante e do latim visione . O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927.

da LG . sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. • USB In. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD. Novas tecnologias estão aparecendo. • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas.5 polegadas e sintonizador de TV Digital. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT). da SONY (Imagens mais realistas. pois a ideia é ter um sistema portátil completo). principalmente em movimento. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7.) • Bravia Engine. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF). Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente. que são captadas por um receptor (o televisor).5 cm de espessura e telas que variam de 3. da Samsung .) Modelo TV ECCO da Lumines. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. Tendo início na década de 1920. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. da Philips .5 a 65 polegadas. Neste sentido. Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. músicas e fotos sem precisar de DVD Player.Conversor digital integrado na TV.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. (Normalmente LCD ou plasma. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. é uma extensão do rádio.) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição. da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. algumas delas são: • LED TV. com tela de 3. • Invisible Screen. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada.Televisores com entrada USB para filmes. rádio. a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente.) . a mais alta resolução disponível em TVs.) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas). • DTV BuiltIn. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida.Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular. • Touch Interface.

A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência. • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital.Televisão de Alta Definição (HDTV) -.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países.variações do Humorístico) Infantis Musicais . ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM. estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico. PAL2. Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte.Pay-per-view -.programação sob encomenda. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . desporto (esportes). Fora do horário nobre. Nos Estados Unidos. PAL. PAL-M. Há muitas notícias.Web TV -. ATSC. SECAM usando sinal analógico • DVB. as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00.

2003 . Caetano e a televisão portuguesa. KILPP. CÁDIMA. Círculo de Leitores. museudatv. com. Pierre: Sobre a televisão. Suzana: Ethicidades televisivas. Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. Unisinos. tvfixe. Lisboa. br/ [2] http:/ / www. BARNOUW. com/ . São Leopoldo.Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. Lisboa. 1996. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . Presença. Francisco Rui: Salazar. Jorge Zahar 1997 DEBORD.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www. Oxford University Press 1992 BOURDIEU. Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. Francisco Rui: O fenómeno televisivo. 1995 .

Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. e foi incorporado ao walkman.Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas. Existe também a variante para smart cards e Celulares. gera uma senha que serve somente para essa determinada transação . chamadados de Tokens Híbridos. tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. Existem variações de Tokens OTP. o toca-fitas é considerado obsoleto. com base nesses dados. que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. ser conectado à uma porta USB. Esses dispositivos são. a cada 36 segundos). Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. Como objeto de consumo de massas. O modelo OTP (One Time Password). dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. ou ainda baseado em evento (event based).essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. tais como Desafio/Resposta. em algumas versões. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. geralmente sem conexão física com o computador. mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica.essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. . que completam a transformação da informação em som. nos sistemas de fita magnética. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado. não dependendo de tempo. Contudo. podendo também. que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token. tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. mais duráveis e mais eficientes. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação .conhecidos como segundo fator de autenticação. DES e 3DES. Outra aplicação é a assinatura de transação. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. onde é posta em contato com uma cabeça magnética. onde o usuário digita os dados da transação (ex. onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação. e as transforma em som. o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas. geralmente. Com a miniaturização e o barateamento. o token. que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. que gera senhas a cada click do botão.

Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. através de programas espiões como os trojans. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. br/ travas-eletricas. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. br/ tecnologia/ pergunta_292518. com. Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. abril. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. como portas e portões residenciais. as portas são automaticamente travadas ou destravadas. Ao pressionar um botão da chave do veículo. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. hsw. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. Embora ainda raros. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro. como destravar o porta-malas. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. Nos automóveis. Um controle remoto em forma de chaveiro. 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas. a carga da bateria determina o alcance do controle. sem auxílio da chaves.Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo. com. uol. ela trava e destrava o carro. shtml [2] http:/ / carros. htm . tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta.

A e B. Se deixado conectado. (em inglês)-ST SOUND. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. de 8 bits. AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] . • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910. O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. • AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos. CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. com ambas as portas paralelas desconectadas. com a porta paralela B desconectada. o pino 26 podia dividir o clock principal. o clock principal não era dividido. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. rebatizado de KC89C72. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe. no caso de substituir um chip AY-3-8910. usado em máquinas caça-níqueis. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. O 8912 foi de longe a versão mais popular.

em particular. htm [7] http:/ / www. comparativamente com outras tecnologias como a TTL. htm [3] http:/ / intelliwiki. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. ionpool. uk/ parts/ ay3891x. org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. Ver também • Lógica NMOS . circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. em seu nome. etc. Um sensor CMOS. O "complementary". semicondutor metal-óxido complementar. co. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET.. relógios digitais. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador. decodificadores. es/ ~amstrad/ docs. html [9] http:/ / ay-riders. além do relógio e calendário. cz/ [10] http:/ / www.). É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. microcontroladores. speccy. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. i.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. levando ao uso equivocado do nome. No jargão dos computadores. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. howell1964. msx. flip-flops. atarimagazines. net/ main_e. html [6] http:/ / bulba. com/ index. com/ psgenc/ royksopp. pdf [2] http:/ / www. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. upv. untergrund. org/ modules. microprocessadores. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração.e. com/ [8] http:/ / andercheran. php/ PSG [4] http:/ / dmoz. aiind. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. fpgaarcade. Devido a tais características. memórias RAM. freeserve. de tal modo que um deles "complementa" o outro. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. bluemsx. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. kylesblog. e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. com/ v4n7/ stsound. etc. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito. contadores.

O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. cefetpr. isel. [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000. pdf [3] http:/ / www. as quais implementam as funções lógicas combinacionais. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz. Referências [1] http:/ / www. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. netrino.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. de registro e E/S. html [2] http:/ / pessoal. pdf . por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão. com 2500 portas. com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. ipl. deetc. pb. br/ fernando/ tcc. e arquitetura com característica de ambas.

pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP. divisão. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. de saída. and lógico. adição. dezena. etc. São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês. Ligações externas • MANO. PUC-Rio. Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final. puc-rio. inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . Rui. rdc. baseados em diferentes conjuntos de instruções. e Carry In. multiplicação. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes.). br/ rmano/ ri2cinst.Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional. A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. Representação de instruções [1]. de entrada). Referências [1] http:/ / wwwusers. Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9). Visitado em 22 de janeiro de 2007.

Para isso usamos o Circuito Meio Somador. de entrada. porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo. porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal. Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. .Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In.

são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. ou parte. respectivamente). a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável. a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). Hoje em dia. a Porta OR ("OU"). Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . O sistema de numeração indo-arábico. Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. é um sistema de base dez. como.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. Leitores de DVD. entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. o mais usado atualmente. etc. A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros. pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos. potencialmente. a Porta XOR ("OU exclusivo"). Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. do seu funcionamento em circuitos digitais.usado comumente como temporizador. comumente chamado Flip-flop. por especialistas como uma verdadeira revolução. significando dedo. "E"). "transmissão digital". Os computadores. em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1).e high . Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. que irá criar um novo meio de comunicação. não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. qualquer que seja o tipo de dados. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na . que por sua vez procede do latim digitus. ou. Por causa dessa característica. por exemplo. Ou seja. Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. porém. a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito. pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos.baixo .alto -. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. em inglês ALU). com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. telemóveis. Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem.

html [1] .Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www. seu fluxograma é composto de situação. pdf . edu. br/ ~guntzel/ isd/ isd3.ufpel. br/ ine5365/ mixtcomb. 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes.pdf [2] .br/ine5365/mixtcomb.br/~guntzel/isd/isd3. html [2] http:/ / minerva. inf.edu.inf. diz Gustavo Gindre. Ver também • http://www. ufsc.ufsc.Circuito digital comunicação". tabela da verdade expressão lógica e circuito. ufpel.

br/ [3] http:/ / wwwusers. rdc. e gerando uma onda quadrada. php?TermID=1078 [2] http:/ / www. Acessado em 14 de junho de 2008. na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo. então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante. Referências [1] http:/ / www. Para funcionar nessa configuração. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET.Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. Todavia. netpedia. podendo também utilizar +12V. html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC. puc-rio. O emissor do transistor. cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. [1] [2] . br/ rmano/ comp0clk. por exemplo. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up". • MANO. netpedia. o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007. Rui. Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. com. ao invés de transistores NPN. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo. . por sua vez. com. 21 de maio de 1998. uma DDR SDRAM). br/ MostraTermo. normalmente usando um duty cycle de 50%. é conectado internamente ao pino terra (GND). O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador.

No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001.Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2. unicamp. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. Neste tipo de circuito. dca. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. Visitado em 25 de novembro de 2007. Ver também • Circuito digital . É utilizado para criar seqüências. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. Referências [1] http:/ / www. fee.

A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). Q4=1. Para construir esse circuito. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. . A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q". em uma porta NAND. se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. medição de frequência e tempo. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. geração de palavras. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1). no 10º pulso. em números binários. Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. de zero a nove (10 algarismos). o código BCD 8421 em sequência. São utilizados principalmente para contagens. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. já que para a combinação descrita. a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. e resultará uma saída 0. de acordo com uma sequência pré-determinada. ou seja.Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas. interligando as entradas clear dos flip-flops. Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. Para que isso aconteça. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). divisão de frequências. ou seja. sob o comando de um clock. ativando os clears dos flip-flops. enquanto para os demais blocos. É um circuito divisor de frequência. Para que o contador conte somente de 0 a 9. São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos. ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. Q2=1. utilizamos o contador de pulso.

. a contagem será feita até 7.Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. pois 7 em binário é 111. se tivermos 3 flip-flops. Existem duas possibilidades para isso acontecer. Funciona com o mesmo princípio do contador de década. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. porém o nível zero a ser jogado no clear mudará. esse contador irá contar de 15 até 0. Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. Por exemplo. e assim por diante. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. sendo que esse será observado por um tempo mais curto.

Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN. . que está ligado a um barramento de controle. Neste circuito temos um multiplex entre os blocos. que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0).

ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. 2006.Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. O contador síncrono é o mais completo contador. depois de digitalizado.5V. é processado e. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. a digital. para ser processado por um bloco funcional analógico. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. Para que haja mudanças de estado.Neal S. Referências Bibliográficas SICA. preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja. ou seja. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Para isso. para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. Fontes • Sistemas Digitais . quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). por exemplo. Editora Novatec. dependendo do sinal de entrada. Neste caso. um sinal na forma digital. Carlos. é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários. capturar 1024 pontos do sinal). o valor binário gerado será 511 ou 512. . Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. na maioria das vezes. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica.Ronald J. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". um conversor A/D de 10 bits. deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). Por exemplo. deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops. Por isso. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Tocci . O sinal recebido.

teoricamente. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores. o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock. que consiste em transferir dois dados por pulso de clock. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR. obtendo assim.DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. .

As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. porém não existe garantia de estabilidade. por exemplo. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. Por exemplo. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. na prática. entre 16-20 %. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. contudo. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado. Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. Com isso. presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. surgiram os módulos CL2. tempos de acesso.5 suportam melhor os overclocks. essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz. Geralmente módulos CL2 e CL2. Além da frequência. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim. com uma frequência de barramento de 100 MHz. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. ou seja. CAS latency e outras especificações. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. com . O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect).DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. variando de acordo com o aplicativo usado. já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes.5 que indicam um meio termo.600 MB/s (uma vez que. um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. o chamado overclock. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. identificada por CL2. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. Porém. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. Desta maneira. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões.5 pulsos estaria. teoricamente. CL3. por exemplo. realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. ou seja. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo. detalhes sobre a frequência. Nesse caso. podemos considerar também a taxa de latência CAS.

5 ns 6. 133 MHz clock real. Essas memórias. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz. realiza duas transferências por ciclo. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias. PC2100 ou DDR266 . uma interna. Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. PC3200 ou DDR400 . 200 MHz clock real. e outra externa. Através dele. foi criado para os processadores duas freqüências. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. levando em conta que as QDR . Dependendo da marca. transferem 128 bits. ou 16 bytes por vez. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores. usada internamente para executar as instruções. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II. ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores. Sendo ela Dual-Channel. as memórias continuam com 400 MHz. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 .200 MHz clock anunciado. para acessar dispositivos externos. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. principalmente a memória.400 MB/s. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas.DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. tem taxa de transferência máxima de 3.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6. Porém.400 MHz clock anunciado. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados.333 MHz clock anunciado. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. 166 MHz clock real. que opera a um clock real de 200 MHz. que pode ser localizado facilmente no módulo.200 MB/s. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits. PC2700 ou DDR333 . Mesmo assim. facilitando a configuração. Porém. a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes. Assim. 100 MHz clock real. transferindo 64 bits. uma DDR-400. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM).266 MHz clock anunciado. ou 8 bytes por vez.

de preferência. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. Tanto que memórias DDR 400. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II.tomshardware.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo.crucial. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6. Obs.asp) .com/en/windiag. porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente.microsoft. por exemplo.jedec. enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas. 363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito. RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM.com/library/ddr_vs_rdram. códigos e.asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www.

que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes. e seus chips possuem clock real de 100Mhz. conforme homologação da JEDEC. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico.3V padrão para notebooks. Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído).8V 2. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module).5V 3. tanto em pinagem. Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM. Veja tabela abaixo: .8V 1. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%. São esperados módulos de até 4GB de memória. O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão. Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR. A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho.. O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips. Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos. Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock.. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory. Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz.

Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas. Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. em geral. Porém os módulos continuam sendo DDR. nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. TSOP (Thin Small-Outline Package). por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR. A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave. o dobro da DDR clássica. como o ODT. devendo somar a esta vantagem outros fatores. Agora são 4 ou 8 bancos. Apesar dos benefícios. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas. . Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga. Contudo. enquanto as DDR's utilizam. durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. On-Die-Termination ( ODT .DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. derivado do BGA (Ball Grid Array).1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento.5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente. Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3. Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). um problema muito difícil de ser contornado. diminuindo assim a interferência eletromagnética. diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3. nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo. as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance.[1] Apesar disso. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits.2Gbps. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória). e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos.. Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos. a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM. os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores.

isto é. permitindo a implementação de filtros digitais. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído". por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. MFC. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. como por exemplo os órgão de tubos. etc). O S2811 também não obteve successo no mercado. as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). o piano e o violão. incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. Este tinha um ADC/DAC "on-chip".. vídeo. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. • Em 1979. com/ memddr2. e tinha que ser iniciado pelo processador principal. infowester. por exemplo. dentro de um automóvel. etc. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. php) Visitado em 14 de junho de 2008. . por exemplo. AMI lançou o S2811. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. quer em tempo real quer em off-line. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado. A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia.DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www.

provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). a Analog Devices.. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN). o TMS32010 apresentado em 1983. a Motorola e a Altera Devices. no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. Altera Devices Grande fabricante de DSPs. Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP. não sendo mais líder no mercado. Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo. por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). . tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. o microprocessador Mac 4.DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima. como controle e automação de dispositivos. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. multiplicação e transferência de memória consecutivos.

Processador Digital de Sinal [1] .DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .

DSP 369 Referências [1] http:/ / www. O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". onde os códigos de entrada e saída são diferentes. Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. uma porta NAND fosse conectada. a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". caso contrário. que converte as entradas codificadas em saídas codificadas. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados. Se em vez de uma porta AND. pode ser recuperada. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. em decodificadores BCD n para 2n. Em eletrônica digital. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória. Por exemplo. cbpf. Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . assim a informação original. Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". que foi codificada. desfazendo a codificação.

o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. No último caso. pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. Acessado em 5 de maio de 2008. Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos. Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços. php?TermID=102 . 24 ) linhas de seleção de saída. Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída. com. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. br/ MostraTermo. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos. Um exemplo é o TTL 74154. Referências [1] http:/ / www. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2]. um decodificador de endereços (ou descodificador.Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. netpedia.

pense em um cinema. Assim se torna fácil de você aprender a diferença. Você pode aprender a diferença entre terminal de dados. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. demultiplexer. Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos. ou seja. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. componente típico de um display de sete segmentos.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. Um LED com ponto decimal. . isto é.

os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. conforme indicado à direita. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. 0. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. 6. Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex. Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. Dentre os números. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. todavia.Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. o que melhora a legibilidade. Freqüentemente. onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. Em acréscimo. . o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente. Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. é composto de sete elementos. como seu nome indica. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F).

decodesystems. tais como descarga de gás de catodos frios. dnatechindia. com/ numitron.pucrs. .com.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD.br/cursopic/aula17. da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio.hsw. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados. Acessado em 18 de março de 2008.br/relogios-digitais2.html) em PUC-RS.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador.edutecbauru. Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte. filamentos incandescentes e outros.com.htm).php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing. (http://www.br/~terroso/ html/7_segmentos.htm).uol.ee. Acessado em 18 de março de 2008. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente. Acessado em 18 de março de 2008. Uma alternativa para o display de sete segmentos.html) • 7 segmentos (http://www. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos. vácuo fluorescente. • Controlando um display de sete segmentos (http://www.com/index.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www. A partir da década de 1970. html) Ligações externas • (em inglês).

o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. Foi mais popular que o da Texas. a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória. (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída. Também as PROMs (Rom programavel). Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. este deve ser programado. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. Antes de se utilizar um PLD num circuito. Ao contrário de uma porta lógica. por exemplo 2716. Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso. continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento. que tem uma função fixa. o 82S100. mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes. Em 1971. EPROMs comuns. Primórdios da lógica programável Em 1970. Quando usadas como memória. Em 1973. A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas.PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais. No entanto. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM . Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. Este componente. Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. porque não contém flip-flops. não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". cada qual gerando um função das m entradas.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. as ROM contêm palavras de n-Bits cada.

No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG). Isto tornava os componentes mais rápidos. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação. quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação.Dispositivo lógico programável multiníveis. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável. Este componente nunca chegou a ser comercializado. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. . O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. Texas Instruments e AMD. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. menores e mais baratos. a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. a AMD consolidou a operação com Vantis. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas. Por exemplo. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. O manual da PAL desmestifica o processo de construção. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL. Após comprar MMI EM 1987. e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. tudo num circuito integrado. 375 PAL .(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis. A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR.

Nos FPGA's grandes a configuração é volatil. PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos. (chamada core) envolvida por lógica programavel. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM. as células EPROM são mais caras . Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica. O 82s105 também tinha funções flip-flop. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. Cada vez que arrancam. O 82s100 foi uma matriz de termos AND. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. uma linha de desenvolvimento separado ocorreu. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG). sem se preocupar como funciona o microprocessador. Em 2005. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. onde vivem os clientes. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. Uma menória FLASH é não-volátil. mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. semelhante a uma matriz gate ordinário. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. de forma semelhante aos CPLD's maiores.Isto torna-se útil para memória PLD. Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970.dentro do chip.

os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite. uma vez por transferência. Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock. O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. Para assistir na criação desde ficheiros. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL. Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação". barramento AGP. . Isto. a VHDL é mais popular. Ao operar em alta velocidade. enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas. o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. double data rate" ou "1000 MT/s". Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock.Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz. mesmo de baixa complexidade. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock. especiais. todavia. um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. no máximo. mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64.aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. chamados compiladores lógicos. duplicando a taxa de transmissão de dados. Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados.foram criados programas de computador. Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC". Estes são análogos aos computadores de Software. Double data rate Em computação. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. mas para novos projetos. o qual muda.

bpiropo. que usam sinalização DDR. babylon. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F.C. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www. htm http:/ / www. com. com. • DA-RIN. Acessado em 14 de junho de 2008. ee.com [4]. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. Acessado em 15 de junho de 2008. 2 de agosto de 2004. de Castro. Piropo. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Visitado em 21 de dezembro de 2007. B. com/ http:/ / www. Misturando memórias [3] in bpiropo. bpiropo.C. br/ rha20040802. DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2]. babylon. pucrs. Referências [1] http:/ / www.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. pdf .

signal-to-noise ratio em inglês. Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). Utilizando um conversor analógico-digital (ADC). coloca-se um conversor digital-analógico (DAC).FDM. • O SNR (a relação sinal-ruído. é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF). onde cada sinal (canal de comunicação). em seguida este é processado por algum tipo de processador. Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos. Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . digitaliza-se o sinal a filtrar. que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior. possui uma banda espectral própria e bem definida. • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. onde está programado o filtro digital. Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico .

apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. W. mudará ou não de estado.Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. multivibrador astável. Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle"). Após este pulso. Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop. e um sinal de saída. o flip-flop S-R ("set-reset"). A saída Q será a principal do bloco. o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e. e pela tabela verdade: . que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. Um flip-flop tipicamente inclui zero. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. de acordo com as variáveis de entrada. . um ou dois sinais de entrada. Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). um sinal de clock. Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. que limpa a saída atual. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. então. . Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. Ver também: multivibrador monoestável. entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha). O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. o flip-flop mantém o valor anterior da saída. Se a entrada T foi baixa. onde > é a entrada de clock. eles também necessitam de conexões de alimentação. o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados. em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual.O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada.

a saída não se modifica. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R . ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado. Se.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo. O flip-flop desativa (reset. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock. nenhum comportamento particular é garantido. O flip-flop "set/reset" ativa (set. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. muda sua saída para o nível lógico 1. ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. muda sua saída para o nível lógico 0. entretanto. respectivamente. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado.

K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K. e sua tabela verdade é: . Especificamente. Qant (Estado anterior da saída Q). R (Reset). Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). trocando o sinal de saída pelo seu complemento. onde > é a entrada de clock. J e K são as entradas de dados. Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. a combinação J = 1. a combinação J = 0. Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q. K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set).

Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero. ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. Independentemente do valor atual da saída. A sua tabela verdade é: . A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. o homem que inventou o circuito integrado. pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado. em 1958.Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada. também é utilizado como analogia a "set-reset". "Jump-kill". onde > é a entrada de clock.

Em muitos casos. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento. o melhor que se . Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. A segunda. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos. A saída final do circuito. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. é uma contagem. Infelizmente. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. mais utilizada. o valor de um contador. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. do número de ciclos da primeira entrada de clock. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. em sistema binário. fora do controle do projetista. Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador. se sua entrada T for "1". Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. O flip-flop "T" é útil para contagens.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. Existem duas soluções para este problema. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. até um limite máximo de 2n-1. ou um digito binário de informação. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. Neste caso. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina.

e todos os dispositivos compartilham um clock comum. tPLH). os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. htm http:/ / www. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. howstuffworks. gsu. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. asp . Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. htm http:/ / hyperphysics. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types. mas nunca a zero. usyd. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. br/ eledig/ eledig2. phy-astr. Com este método. a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. mspc. eelab. tH) do segundo flip-flop. caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. com/ boolean3. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente. Quando se conectam flip-flop em uma corrente. Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. dependendo da fidelidade requerida do circuito. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. html#c1 http:/ / computer. eng. na série 7400.Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. edu.

sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. panes em dispositivos de saída e de entrada. forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. ambos os transistores são condutivos. criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva. O termo é relativo a área de computação. usado em máquinas de caça-níqueis. numa porta NOR em lógica nMOS.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. A origem do termo é alemã. A única hipótese em que a saída é alta. satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. embora seja aplicável também na área de cibernética. se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade). criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. tríodo e saturação (também denominado ativo). Quando A e B são altos. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. o que ocorre somente quando A e B são baixos. Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. então o PDN será ativo. sistemas de informação e eletrônica. o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. a partir da palavra glitschig. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. é quando ambos os transistores estão desligados. que significa "escorregadio". O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa. Sua ocorrência leva o programa.

os transistores oferecem baixa resistência. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras. isto é. iscte. e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. Ao passar de alto para baixo. toda vez em que a saída é baixa. tais como microprocessadores. Também. htm#_Toc9344904 . O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa. Ademais. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto. possui várias limitações também.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor. de modo que a transição de baixo para alto é demorada. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica. durante os anos 1980. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs). Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade.

Inc. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. será a sucessora da eventual DDR. com [2] http:/ / www. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos. External links • MRAM technology information. Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização. mram-memory.Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. (MMI) em meados de 1978. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos . Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. em português. mram-info. criada pela Monolithic Memories.

htm [2] http:/ / www. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s). As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências. central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144. Se o clock interno é de 100 MHz. enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo. enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. knowledgetransfer. 1/ infoserver. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock. Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. html . org/ data/ sh/ 2. sunshack.Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. então a taxa efetiva é de 200 MT/s. Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada.

No projecto de um circuito analógico. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. realizando transmissão e recepção. Em alguns casos. o que reduz os custos. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer". Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. Por exemplo. Numa analogia física.Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. multiplexer. ele pode não existir fisicamente. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória. Em eletrônica. mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. multiplexação/demultiplexação. A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: . e apesar de um demultiplexer existir logicamente. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. Em processamento de sinais digitais. para atravessarem. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física.

Se S4 e S1 são verdadeiros. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. com saídas menos significativas à sua direita. e S1. e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns. a saída será igual ao valor da entrada X5. Por exemplo. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". portas AND e uma porta OR. por exemplo. Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . S2. e S2 é falso. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. uma montada a partir de um descodificador. e as entradas de selecção são numeradas como S4.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade.

. isto é. o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida... Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra.... Estado C .. Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados). Diversas tabelas de transição de estados são usadas.. Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento. e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino. no estudo da computação e das linguagens. |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação.. engenharia de software. . A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras.. ele reflete as mudanças desde a entrada num estado.. TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. e sua subdivisão de slots. .. Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais. composto por estados. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono...Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais. no início do sistema. transições e ações. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado. e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante.. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada. • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição. Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame. .. até o momento presente. . Um estado armazena informações sobre o passado. Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C . projeto de hardware de sistemas digitais. . Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento. . Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos. Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações. Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado..

a saída depende somente do estado. Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. . para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy. GNFA). Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo. A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. Ações não são utilizadas. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção.e. A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado. pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível. O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. Na prática modelos mistos são muito utilizados. Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”. Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. Eles sinalizam para o mundo externo (e. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA. fechando a porta. i. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions. Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. a saída depende da entrada e do estado.Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. "Fechando". No autômato não determinístico. Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e.e. "Abrindo". para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". Eles são utilizados para aplicações de controle. Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. incluindo um exemplo executável.g.g. i. Como regra a entrada são símbolos. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento. "Fechada". Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta". No autômato determinístico.

um elemento de S. Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). F é o conjunto de estados finais. S. • δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S.Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . s0. S. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. F>. Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ. um elemento de S. Γ. δ. S é um conjunto finito de estados não vazio. δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. S é um conjunto finito de estados não vazio. s0 é o estado inicial. ω>. Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ. • ω é a função de saída. onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). δ. s0. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). um (possivelmente vazio) subconjunto de S. s0 é o estado inicial.

McGraw-Hill. Long.. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll. Z. Boston 1997. php#tn10 http:/ / foldoc. Languages and Computation. Kluwer Academic Publishers. Ullman. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine. • Gill. uk/ foldoc/ foldoc. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization. McGraw-Hill. J. html http:/ / www.D. cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www.. ac. D. Englewood Cliffs. Switching and Finite Automata Theory. Lafortune. J. C. J. Introduction to the Theory of Finite-state Machines.. ic. Fig. Prentice Hall. S. Kluwer.Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. stateworks. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm. Introduction to Automata Theory. eventhelix. . ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. A. • Hopcroft. Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. 1979. Kluwer Academic Publishers. 1978.. nist. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. 1962.. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. 1999.E. Addison -Wesley. 1989. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa. Mais especificamente. um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. "Introduction to Discrete Event Systems". Boston 1997. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. htm . • Cassandras. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages. Um controlador lógico programável.. portas lógicas e flip-flops ou relays. • Kohavi. doc.. uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável.

Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. Luis Hermano. cefet-al. AND e OR. Fontes Apostila do prof.One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. EX-OR (como preferir). é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. exclusive-OR. veja a tabela da verdade logo abaixo. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. ou seja. Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. apenas quando suas entradas diferirem. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www. br . podendo ser montada por portas NOT.

escritas com operadores lógicos. que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar.Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva.XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências. ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos. conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU). eliminação.NOT .XOR . e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas.NAND . Definição A disjunção exclusiva (escrito como . . Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND .NOR .OR . é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro. na notação matemática: . tipicamente os valores de duas proposições.

as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais. . Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada". existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. mas não ambos. q). mas não ambos. 80 (317). O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. Mesmo assim. inclusive inglês. como segue: A função primária de um dos. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois.. deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira. a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". A disjunção exclusiva . ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral. nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. Segundo. Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou". Por exemplo.. Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois. É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá. como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . Por exemplo. ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis. o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. 116-121). etc. Certamente em muitas circunstâncias. Primeiro. da disjunção . Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras. na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras. Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima.Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar.ou". discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira. porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND . A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis.

• ele é um circuito negador. Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1". Em circuitos lógicos. um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). e "0". se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1". se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico.Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico. OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída. tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes. . Na ciência da computação. e uma série de AND's. a disjunção exclusiva tem vários usos.

Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR. Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. de duas entradas. teremos A. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup. O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos . como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. como por exemplo no One-time Pad. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível. NOR e NOT.

ou "1". através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. origem do nome destas portas. o matemático britânico George Boole (1815 1864). e ausência de sinal.Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. sistemas lineares. o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. ou "0". tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. História Em 1854. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. dependente da função implementada no circuito. isto é. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas. As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole. O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. Apenas em 1938. são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 .

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

o 'Data In'. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. A cada avanço.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. O bit na extrema direita. de modo a formar um registrador de deslocamento circular. saída serial (PISO). As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela. é deslocado e então perdido. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. os quais podem realizar processamentos mais complexos. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. Entrada serial. . saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento. incluindo as configurações entrada serial. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto. o bit da extrema esquerda. Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais. o 'Data Out'.

1. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador. sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador. e assim por diante. sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. sendo assim mantido no sistema.0. qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda. na saída 'Q'. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios.1. Para exemplificar o padrão do deslocamento. Entretanto.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente. o controle de Leitura/Escrita. Nesta animação. . Conforme pode-se observar. quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read). nenhum dado pode ser perdido do sistema. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto.0. fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita.0. Conforme o 'Data In' insere os dados 1. e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. consideremos que o registrador possua o dado 0000. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração. se continuassemos a inserir dados. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita. Além disso. Outro pino de entrada é adicionado. A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura. porém quando a entrada R/W está em nível alto. Deste modo.0 (nesta ordem. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. os dados são deslocados para fora e então perdidos.0.

o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo. Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. até estar pronto para receber novas informações. Q. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema. Entretanto. Entrada paralela. conforme descrito na sessão acima. Para escrever os dados no registrador. caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. a saída de dados. Isto é considerado de grande utilidade. a temporização não depende dos valores dos componentes. lidos em ordem. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha. e os novos dados são inseridos. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. . Para deslocar os dados. com o terminal D1 atuando como entrada de dados. Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. ou deslocados para fora e substituídos. conforme pode ser visto (aqui [1]). quando então os registradores recebem um pulso de clock. Os dados entram de forma serial. Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. eles podem ser lidos todos simultaneamente. conterá os bits desta palavra. pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. Uma vez que os dados entraram. Como exemplo temos o Ronja Twister. Entrada paralela. Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock.

twibright. A última. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. . Por exemplo.com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits. allaboutcircuits. sem qualquer forma de endereçamento indireto. décadas atrás). para todas as posições de endereçamento). que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949. a série de mainframes IBM 700/7000. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma. bem como em desperdício de memória. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é. aliás. Nos primeiros computadores. com/ schematics/ twister. Desenvolvimento No geral. naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado.Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. cujo clone aperfeiçoado. com/ vol_4/ chpt_12/ index. O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. png [2] http:/ / www. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo. o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores. por volta de 1960. Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa. de 1955 a 1964).

ufla. História da Computação [1] em "Boa Aula". Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. ufla. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. dcc. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. br/ ~vwsetzer/ comp-papel. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. • WILLRICH. usp.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. C. Roberto. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. html http:/ / www. • SETZER. br/ iolanda/ hic/ hicger.Computador a Papel [2] em USP. pdf http:/ / www. . dcc. os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. boaaula. html http:/ / www. br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. com. Iolanda B. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. Valdemar W. ime.

netpedia. pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina.Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. Acessado em 31 de maio de 2008. ipp. br/ MostraTermo. com. Acessado em 31 de maio de 2008.TDM este tipo de multiplexação. br/ http:/ / www. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing . permite transmitir simultaneamente vários sinais. dei. onde cada sinal (canal de comunicação). isep. ipp. netpedia. possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão. Veja também • FDM • rede de transmissão . André. com. php?TermID=5980 http:/ / forum. html http:/ / www. Sincronização [3] in ISEP [4]. • MOREIRA. um botão de liga e desliga.

o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . O número destas linhas é l = nt . Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . F V V). Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). se uma fórmula contém 2 termos. à difusão do uso de tabelas-verdade. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V). A . F V F . Por exemplo. sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. V F V . C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F . B . A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus.Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. e vice-versa. A∧B . Assim. de Wittgenstein. Se a fórmula contiver 3 termos. Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". Charles Peirce e outros da década de 1880. e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. então. F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F . (A∧B)→C . A vasta influência de seu trabalho levou. três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa.

o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se... e somente se. ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou. Então) [Implicação] A conjunção é falsa se.. ou XOR) A conjunção é verdadeira se.Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se. e somente se. apenas um dos operandos for verdadeiro . e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se. e somente se..

o argumento é válido. Em caso negativo.Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético . Em caso positivo. é inválido.

A.Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A. Logo. (A→B) B. A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. (B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) . então B. (A→B) Logo. B implica A.

calculadoraonline.Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. br/ view/ tabela-verdade. php . com.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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onde q é a quantidade de carga. determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência. pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou . dcc.VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. Gabriel P. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. a sua capacitância depende somente de suas dimensões. Para um determinado material. Assim. Quanto maior for o material. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en. ufrj. A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. dado em Volts. br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl. dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático. que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. maior capacitância ele terá. wikipedia. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância.‎ .

Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico ..m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + ... + Qn = Veq.ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C.Veq + C3......Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: .Veq + ..Veq + C2.(C1 + C2 + C3 + . + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + ..Veq Q1 + Q2 + Q3 + . + Cn. + Qna Q1 + Q2 + Q3 + .. Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N. + Qn = C1. + Cn) ΣQ = Veq..

. Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta". ou seja. sua frequência é de 2 vezes por segundo. Com isso. -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto. 1 segundo. Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência. Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo.25 s.5 s e no segundo de 0. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012. [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943.5 s = 1 s. temos que: f = 4 Hz T = 0. 4 × 0. etc) em um determinado intervalo de tempo. ou seja.25 s = 1 s. 4 × 0. temos que: F = 2 Hz T = 0. a frequência é o inverso do período.Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. tempo decorrido para uma oscilação. . voltas. oscilações. que no primeiro caso foi de 0. Este tempo em particular recebe o nome de período (T).5 s =1 s. Consequentemente. ou seja. 2 × 0.25 s Portanto.25 s= 1 s). Alternativamente. temos que : . Suponha que leve 0.25 s =1 s. temos que : . Desse modo. Esse tempo é o seu período (T).25 segundos. Daí. para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo. Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes. Daí. fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0. ou 2 Hz (2 × 0. Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0. Portanto temos que: a) No primeiro caso. Nesse caso.5 s Portanto. 2 × 0. Assim sendo. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes.5 s =1 s). b) No segundo caso. O que varia é o período do evento.5 segundos para que esse evento ocorra. . ou seja.

E = Força eletromotriz . No caso. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz. ele tende a manter o fluxo de campo magnético.(resistência interna igual a zero) . ou seja.Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido. A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H. campo este que cria um fluxo que as atravessa.quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. L = (Auto)-indutância. onde = taxa de variação da corrente com o tempo. Instrumento usado para medir frequência. Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas . Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável.

sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays. π é aproximadamente 3. f é a frequência dada em Hertz. R é a resistência em ohms. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X.Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. A relação entre impedância. . f é a frequência dada em Hertz.14159.14159. A medida recíproca da reatância é a susceptância. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms. podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica. X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. π é aproximadamente 3.

onde X < 0. Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito. Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V). circuito eletrônico ou bobina. A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor.Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível.14159. Porém. O valor nunca será exato. já que π é um número irracional. Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys. f é a freqüência dada em Hertz. π é aproximadamente 3. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal. com semiciclos de 50%. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. É medida em ohms. f é a frequência dada em Hertz. . porém seu comportamento apresenta resistência). não afetando o circuito. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads.

Efeito joule Um condutor metálico. Nesse movimento. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. se aquece. isto é. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. isto é. deslocar. Portanto. é medida em ohms. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor. Esse fenômeno. Para medir essa resistência. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. . num secador de cabelos ou numa estufa elétrica.Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. quanto mais fino for o condutor. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. Num ferro de passar roupa. chamado efeito Joule. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI). o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor. e. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal.. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. quando existe uma diferença de potencial aplicada. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores..

Em praticamente todos os países do mundo. em outras palavras. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência). Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. Sabe-se que: energia = potência x tempo. A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. normalmente designada como resistência equivalente . existe um medidor. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). . O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas. entretanto. A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. Portanto. O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias). esta sempre resultará numa única resistência total. em paralelo ou ainda em associação mista. pelos diversos aparelhos instalados na casa. as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. Qualquer que seja o tipo da associação. que é uma combinação das duas formas anteriores. durante um certo período.

muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados".[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros . as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos.Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www. Licenças Ao invés de criar uma nova licença. um video-game livre . Semiconductor intellectual property core . são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês.[2] Além dessas. o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou. Ao invés de compartilhar as esquemáticas. como a GPL. com 24 potenciômetros analógicos. 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC. Nelas. alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide. Estes módulos. LGPL ou a BSD. estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso. amperis. quando distribuídos. Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. tal como um diagrama. muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas. Normalmente. outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos.IP cores) ou Núcleos IP. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox.

[10] [11] . mais normalmente conhecida como Gratis versus libre. Bruce Perens e Eric Steven Raymond. . Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. várias delas são fundamentalmente diferentes. distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann. é que os resultados do hardware são tangíveis. Através disso. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica.[15] Dado a isto. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais. pois. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright. naturalmente. não uma cerveja grátis"[13] [14] . a partir de distintas áreas da informática e eletrônica. para mantê-lo sustentável. tais como o Open Source Hardware Central Bank. além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças. para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre. onde há custos para o protótipo e fabricação.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. físico e lógico. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação.[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas. administrador da Opencollector. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários. alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades. criaram a frase "Liberdade de expressão. revista pelos ícones da comunidade de SL. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte.[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento.

[9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www. com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). pdf) (em inglês). [4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. org/ tiki-index. tapr. Wired. br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. [16] http:/ / belogic. tapr. com. Página visitada em 25 de novembro de 2008. techcrunch. com/ wired/ archive/ 14. halfbakery. html) (em inglês). nyu. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. freecores. [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. Página visitada em 28 de novembro de 2009. wired. lançado em 1990. opencollector. org/ faq. gnu. opengraphics. "Free. as in Beer" (http:/ / www. html) (em inglês). com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ . Info Exame online. org/ licence. worldchanging. Página visitada em 25 de novembro de 2008. Página visitada em 25 de novembro de 2008. [11] MAKE: Blog: Hardware livre. html). [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www. Página visitada em 25 de novembro de 2008. com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. html) (em inglês). abril. org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). 0. com/ uzebox/ [17] http:/ / www. makezine. GNU. html) (em inglês). TAPR (http:/ / www. html [18] http:/ / www. [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. 0. linuxfund.Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . Página visitada em 28 de novembro de 2009. [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www. edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1. 09/ posts. html) (em inglês). shtml) (em português).. 4#2. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. [3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores. html?pg=6). [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector. cgi/ section/ 2/ 2. org/ philosophy/ free-sw. [13] Lawrence Lessig. Página visitada em 27 de novembro de 2009. • ECB ATmega32/644 .. Página visitada em 26 de novembro de 2009. [15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages. net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). • ECB AT91 . o que é? Por onde começar. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). org/ Whyfree/ ) (em inglês). com/ archives/ 009340.um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor. org/ ohl.Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. org/ hardlicense/ licenses.computador portátil destinado a países emergentes. (http:/ / blog.Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 . php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). 4) (em inglês).

[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. Gianluca Martino e David Mellis. além de uma interface serial ou USB.[2] na qual tem origem em Wiring. por vezes traduzida ao português como Arduíno. com baixo custo. Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. usando extensões apropriadas chamadas de shield. Ela em si não possui qualquer recurso de rede. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores. Tom Igoe. algumas linhas de E/S digital e analógica. e é essencialmente C/C++. podendo ser escrita em várias linguagens. projetada com um microcontrolador de placa única.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. • Comunidade Código aberto.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. arduino. mas outras que podem comunicar-se com a . para interligar-se ao hospedeiro.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador. • Baseado no Processing. David Cuartielles. A interface do hospedeiro é simples. de Casey Reas e Ben Fry. A mais popular é a Processing.

[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea. e acabam recebendo seus próprios nomes. usam um módulo. bluetooth ou outros métodos. conhecidos como shields. como por placas programáveis via USB. o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido. pela Prix Ars Electronica. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados. ATmega168. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006.[6] SuperCollider. Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais. em 2005. Itália. ATmega328 e a ATmega1280. Atualmente.Arduino conexão serial são: Max/MSP. especialmente os ATmega8. Nestes casos.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE. adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. cabo adaptador USB. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR.[10] [11] além da marca de mais de 50. quando seu software é utilizado. ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. Além de ser microcontrolador.[5] Pure Data. com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo.[7] ActionScript[8] e Java.[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG .000 placas vendidas até outubro de 2008. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto.[2] Considerando esta característica. Algumas variantes. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido.[12] [13] Atualmente. Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. por ter uma forma específica de restrições de fator. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico). seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado.

parênteses correspondentes e identação automática. por exemplo. OUTPUT). tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída. fornecem conectores machos na parte de baixo da placa. // espera 1 segundo. que foi substituída pela Duemilanove. além de 6 entradas analógicas. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe.[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring. Habitualmente. milissegundos). através de conectores fêmeas de 0.[17] O modelo Nano. A versão Diecimila. disponibiliza 14 pinos digitais. 6 das quais podem produzir sinais MLP. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. digital (OUTPUT). o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. Estes estão disponíveis em cima da placa.1 polegadas (ou 0. digitalWrite (LED_PIN.[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED.Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. LOW).25 centímetros). para serem plugados em protoboards. Boarduino e placas compatíveis com estas. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED.[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring". . delay (1000). na qual pode ser usada para inicializar configuração. HIGH). Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando. ele possui a capacidade de programar em C/C++. delay (1000). No ambiente de desenvolvimento. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED.

milissegundos). digitalWrite (LED_PIN.[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED.h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. setup(). então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa. delay (1000).h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED.. O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas. definida em sua própria biblioteca. setup() e loop(). enviar os programas para a placa. . } int main(void) { init(). LOW). OUTPUT). com o avrdude. uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo. digital (OUTPUT). sendo as duas últimas configuradas pelo usuário. for (. // espera 1 segundo. e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. HIGH).Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido. } "WProgram. delay (1000). e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init().) loop(). return 0. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. para depois.

Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila. utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória . Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini.Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] . porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença. energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis. É energizado via USB/DC.

5.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2. sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft. sendo que disponibilizam várias funções específicas. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores. Estes são expansões para ele.[37] [21] Devido a isso. Um shield de prototipagem.[40] . Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas. e é livre para ser usado para qualquer fim. baseado na versão Diecimila. chamado de Freeduino [38]. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original. e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização. montado num Arduino.[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos. e estão disponíveis em sua página oficial.[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio. nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho.[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos. um grupo de usuários criou um projeto alternativo. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial. em inglês).[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa.

incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. . Disponibiliza 64k de flash. O hardware e firmware são código aberto. podendo utilizar placa universais como os shields. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9. ou para conexões mais específicas. um hackerspace em Viena. Na parte de trás. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço. Metalab. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd. incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. Derivada da Diecimila. com bateria reserva. Similar ao Seeeduino. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. Superfície montada. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee. O Hardware e firmware são código aberto. local onde se desenvolve o Metaboard. Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. há uma "estação Akihabara" de seda. Placa microcontroladora. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . é desenvolvida pela Liquidware.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. É desenvolvida pela [50] Metalab. parecido com o do Arduino. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics.

Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. podem trabalhar com outras IDEs. Projeto Arduino. Possui 64K de flash. Placa não expansiva. 32 pinos de E/S gerais. Desenvolvida pela Curious Inventor. Projeto Arduino (http:/ / www. cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem. . cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). decodificador DCC e uma interface CAN-bus. produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo. próprio para prototipagem. É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit. Sendo assim.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm). entretanto. bateria de energia igual ao do Arduino.C. 4K de RAM. para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). com. porém com memória adicional. uol. sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. br/ central_de_videos/ video_wide. php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. Olhar Digital (21 de março de 2010). cc/ ). Página visitada em 2 de abril de 2010. com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. Baixa voltagem. Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM. e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância.L. [65] Compacto (35 mm x 70 mm). ATmega644P um pino 40 DIP. arduino. similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. eles são incompatíveis com o programa original. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega . L. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa. com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. programável em BASIC ou C. Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. Podendo ser energizado via USB. Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway.

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R.htm) (em inglês) • Exemplos de componentes. Está disponível em duas cores. Start e Select.. Shenzhen.html) (em inglês) • Artigos e tutoriais pelo guia Sheep Dog (http://sheepdogguides. 4 botões de ação. e está localizado no Distrito de Futian. Shenzhen Dingoo Digital tem foco em jogos e produtos digitais. Videogame portátil 7ª geração Cartões Micro SD Processador de 400 MHz (Injenic) L. Direcional Controladores Dingoo A320 O 'Dingoo A320' é um Portátil que suporta a reprodução de música. [2] ..com/blog/archive/2007/09/intro_to_the_arduino_week. o 'Dingoo A320' passou a ser produzido no Brasil pela Ceder Eletrônica da Amazônia Ltda. sob autorização exclusiva da Shenzhen Dingoo Digital.com/arduino/artut. rosa. Apresenta um sistema nativo de rádio e gravação de voz.makezine. licenciada da marca Dynacom [1]. Uma terceira cor. branco e preto. Ltd. vídeo e jogos.org/projects) (em inglês) 445 Dingoo Dingoo A320 Fabricante Tipo Geração Mídia CPU Shenzhen Dingoo Digital Co.Arduino • Projeto Makezine (http://www. pela Frutzing (http://fritzing. Em Julho de 2010. anunciada para lançamento futuro.

2 superiores. approx.8" LCD. AVI.7V 1700 mAH (6.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior . 3GP. WMA. APE.5 m Peso 110g Tela de 2. FLAC. MPEG • Tocador de Músicas MP3.5 m x 500. 7 hours run time • Player de Vídeos RM. MP4.botões Start & Select . • Saídas Autofalantes Estereos.0 • Tela 2. Microfone. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2. 320x240 resolução.29WH) Li-Ion. MOV. FLV. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256. ASF. 16M cores • Bateria 3.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad. 4 ação.51 m x 56.

Pac-man . Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux.

RM. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3. WMV8. Ajuste de fonte . APE. WMA. FLV. DIV3. WMV3. WMV7. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. DiVX5. MPEG1. GIF. MOV • Codecs de Video : WMV1.0 MHz. auto-navega.0 MHz ~ 108. WMV9. MPEG. rádio FM . mp4v. WAV.pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB. suporte manual / automática varredura de canal . Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV. . ASF. FLAC. MP4. AVI. O usuário pode guardar até 40 canais. XViD. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. MP42. e pode ser aberta enquanto a música está a tocar.1. WMV. MJPG. AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. BMP.

para manter o sistema no seu melhor desempenho. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. bico Tyrian. como reprodutores de Mp3. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. editores de texto. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source). música. Dodgin 'Diamonds 1 e 2.01 Firmware V1. Snes9x. hexen. • Envio USB 2. Sdlroids.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1.0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo. . Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom. Gnuboy. Assim como versões de Emuladores: ScummVM. Firmware Firmware Oficiais Firmware V1. Defendguin. Além de outros aplicativos. leitores de ''Ebooks''. herege. PicoDrive. um simples afinador de violão. Reminisecence. gravações de voz. SMS Plus. Duke3d ). Biniax 2. MAME. vídeos. fotografias. Gnurobbo.03 Firmware V1. sem necessidade de ligação com um PC.Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção. Isto permite a dupla arrancada. Super Transball 2. Rise of the Triads. Open Liero. Blockrage .02 Firmware V1. calculadoras. Waternet. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. pelo firmware original ou Linux. entre outros. Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho.

com.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues. GP2X .dingoobr.PC WORLD (http:/ / pcworld.com/en_index.badcoffee.6te. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www. br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo .Games . com.dingoonity. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards. uol.dingoo888.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www. dynacom.asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www.net/windux.guanabara.

org/ [3] http:/ / eris. robotcub.MUL1294904-6174.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash . it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2.0 EDR. globo.1 Ligação audio 2. liralab.5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1. Ti GPRS (2.iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium.. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana.[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1. html) [2] http:/ / www.00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO.

devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973".5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta. linuxtogo.6.OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2.openmoko.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120. linuxdevices. Dr.Org Server 7.17. pelo preço de US$350. o mundo das comunicações. html) [3] http:/ / www. 20 de Janeiro de 2007." "Neo" significa novo. html . com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko.14 Userland • • • • X. com/ news/ NS2986976174.org (http:/ / lists. wolfsonmicro. com/ [4] http:/ / www.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2. lists. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg. openmoko. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973. seguindo a filosofia FLOSS. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. Software Núcleo Linux 2. org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www.7 × 62 × 18. a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007.com [5] Referências [1] http:/ / www. org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586.6. openmoko. mais uma vez. Neste momento. Este será o novo 1973.[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel.

0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2.0. este tem por finalidade. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. 256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. + 4dBm) . oferecer uma mistura entre PC e console de videogame.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2. Um pouco menor que um netbook. ser útil como um PC de mesa.0. e um pouco maior que um Nintendo DS. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos. certamente. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2. o console caberá em seu bolso.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento.11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas. USB armazenamento externo. CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802.0 + EDR (3Mbps) (Classe 2. 512 MB internos NAND. Baseado na distribuição linux. Ångström.

16. gbax.6. Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www.3" widescreen. openpandora. org/ index.4x27. com/ pandoraprivate. org/ http:/ / boards. open-pandora. php http:/ / www. GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2.0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB. openpandora. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en .5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2. org/ http:/ / www. html http:/ / apps. org/ index.0 OTG (1.Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen). Teclado.x) • Dimensões: 140x83. Mouse. formato 4. open-pandora. Modem 3G.

org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap. o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva. Referências [1] http:/ / reprap. em teoria. Página visitada em 11 de abril de 2010. RepRap versão 2. • Blog oficial [2] (em inglês). Devido ao potencial de reprodução da máquina. Isto. sem a necessidade de uma infraestrutura industrial. como o principal objetivo do projeto.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. aumentando exponencialmente em número. os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. com/ . com base em um modelo computacional. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais.0 (Mendel) RepRap versão 1.0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês). blogspot. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home. permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos. Os autores têm a autorreplicação.

Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. Dois cabos coaxiais.RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN.são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção. O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário". checagens detalhadas pós-solda. Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos. As instruções de montagem. Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor.4 km. Diversas técnicas padrões de furação. semelhantes aos utilizados com antenas de TV. procedimentos de teste . conectando à Internet. Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. O alcance da configuração básica é de 1. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável. Operações básicas como furação e solda são explicadas. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. . são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch. com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica. Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação. Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. O alcance pode ser estendido para 1.

Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. apresentando um laço de realimentação. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância. Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA . inferindo a partir daí o alcance possível.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. Limitações • Por definição. o enlace pára de funcionar. Desta forma.4 km. Conecta-se a uma interface AUI. • Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1. o projeto se torna mais complexo. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. Conectado também com um cabo RJ45. • Ronja Inferno: Alcance de 1. Tipicamente. • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). usa um projeto sem realimentação. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. Esta Outubro de 2007. luz invisível infravermelha.25 km. Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas. Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa. neve or fumaça. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela. ainda. luz visível vermelha. O Ronja. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. abordagem impede. chuva. Se o feixe for interrompido de qualquer forma. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela .4 km. pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. entretanto. luz vermelha.

um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente. • Para a correta operação. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito. Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho. e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . Ele é parte do projeto do Ronja.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000. e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. No Natal de 2001. Desta forma. A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre. Estes custos geralmente incluem licenças de software. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. basicamente por descarga de curto-circuito. com declive de 6 dB/oct. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. Ele possui uma largura de banda de 9 MHz.RONJA capacitância total de entrada. ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. Entretanto. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04. o Twister2. 458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. de forma a não afetar a componente AC do sinal.

oreillynet. hkfree. com/ installations. com [7] http:/ / wiki. sourceforge. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja. org [5] http:/ / pcb. php?id=463 [10] http:/ / charon. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja.org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps.twibright. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda.RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi. root.net/view. twibright. seul.org) • (http://www.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project . edu/ seniordesign/ projects_new.hackaday. twibright.com/document. • (http://klfree. net/ [6] http:/ / ronja.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www.ch/articles/ronja) A user testimonial. ece. twibright.unstrung.php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) .archive. ncsu.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja. com/ index. twibright. twibright.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root. org/ ronja/ • (http://www. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www.

o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. podem ser construídos. Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo. • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante. O dispostivo como rádio o padrão 802. desenvolvido pela Sun Microsystems. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT. • interface de rádio IEEE 802. Diferente de outros sistemas de mote disponíveis. que roda diretamente no processador. ou Java Micro Edition. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas). cabe em uma palma de mão normal. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF). incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira.15.4 GHz. inteiramente montado. sensor de temperatura.15. com antena integrada.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee).4. Ele é do tipo mote. 5 pinos para I/O de propósito geral.4 do IEEE. sem usar um sistema operacional. inclusive o ZigBee. 6 entradas analógicas. 8 LEDs tri-colores. e 4 pinos de saída de alta corrente. a 2. com 512 K de RAM e 4 M de memória flash. Hardware O dispositivo completo. do inglês Sun Small Programmable Object Technology. . a 180 MHz. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA. • interface USB. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. 2 sensores de movimento (ou momentary switches).15. ainda conhecida por J2ME. 2G/6G. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos). Sobre esse padrão vários protocolos. sensor de luz.6 V e 750 mAh. Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802.

para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007. uma estação base Sun SPOT. e um cabo USB. sun. o NetBeans). ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. O software é compatível com Windows XP. html http:/ / blogs.Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. com. O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. br/ . com/ http:/ / www. Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento. alavs. sunspotworld. com/ davidgs/ http:/ / www. depois de meses de atraso de manufatura. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. com/ http:/ / tauzero. sunspot. as ferramentas de desenvolvimento de softeware. ainda em produção limitada. Mac OS X 10.

é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine). ou ainda Laptop das crianças. anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1. php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802. br/ digitalnews1. Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital. uol. . Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo.UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre.11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. com.

com dois alto-falantes internos.4 mm × 114. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1. monofônico. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007. quincunx-sampled.US International. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível. suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. 1. Arábico. Espanhol. tendo como alvo os países em desenvolvimento. MMX. modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso. Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas. diponibilizando computadores a um custo de U$100. stereo. Português. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível. 200 dpi • Display mono: Alta resolução. presidente de OLPC. Nigeriano. caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores. duas antenas coaxiais ajustáveis . dual-mode TFT • Área visível: 152. codec de audio AC97-compatível. 19cm(7.XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido.5") diagonal.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007.2mm de curso.00. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V). que já demostraram interesse no projeto. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015. entre eles o Brasil. Thai. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão.11b/g.[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações. compatível com a norma 802.

removível pelo usuário Capacidade: 22. a unidade deve ser suficientemente vedada.7 a 4.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. • Variação de altitude: -15m a 3.XO • Indicadores de estado: energia. 10Hz to 500Hz. 1.192m (14.5mm.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas). entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS. taxa de varredura de 0. 6V montadas em série Caixa rígida fechada. meia-onda (em funcionamento) 200g. em uso 10 a 20 V.1 psia) (em funcionamento). de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. O XO pode ser usado como um livro.7 a 10. -15m a 12. • Umidade: Semelhante ao item temperatura. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas. Wi-Fi.75g zero-pico.0. Open Firmware é usado como o bootloader. bateria. UE). Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc. 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos.5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3. 2ms.8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2. Quando fechada. 10Hz a 500Hz.5g zero-pico.25 oct/min (em funcionamento). meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO. valores exatos ainda não estabelecidos.048m (14. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances. como se fosse uma pasta ou bolsa. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480.. • Choque 125g. . Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil.4 psia) (desligado). 2ms. • Vibração aleatória: 0. taxa de varredura de 0. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3. modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2.

Seguintes países se comprometeram: Argentina (500. • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] . que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado).200.000). O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO. "Discover the PC"). O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006. [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia.000). • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo. Brasil (250. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante.[6] • Outras empresas como a Asiatotal. Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias. .000.000)[3] e Peru (40. em colaboração com a Intel. Uruguai (100. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC).[11] • O governo Português.000).000). viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet.XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar. comentários e discussão sobre o 2B1.net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT. 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007. Ruanda. "Eduwise" ou ainda.000)[4] . chamado de "Descubra o PC" (em inglês. • Uma Análise do projeto [17] (em português). O XO é dobravel e flexivel. Nigéria (1. Líbia (1. Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social.

For FREE (http:/ / asiatotal. 2006-10-11. pedagogia. pt_BR. uol. htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World. laptop. [12] http:/ / laptop. 2006-11-13. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. [10] Block. br/ educacao_tecnologia . 2006-10-23. software. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. com. acessado em 1° de março de 2006. org/ go/ Home [16] http:/ / www. org/ [14] http:/ / www. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. com.XO Hardware. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. olpcnews. com. olpcnews. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. laptop. html [13] http:/ / laptop. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. com. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. html [15] http:/ / wiki. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. olpcnews. net). uol. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. pt_BR. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. com. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. engadget. via. com/ [17] http:/ / www. dicas-l. laptop. intel. uol. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. [3] Olpcnews (http:/ / www. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. com/ 2100-1040_22-5422893. html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. zdnet. org/ faq. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. org/ index.

sendo necessário abrir o circuito no local da medida. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala. introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. é necessário desviar a sobrecorrente. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. Na medição de corrente contínua. do galvanômetro. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. Portanto. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. Por isso. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS.Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. Dependendo da qualidade do aparelho. A resistência interna do amperímetro RIA. A unidade usada é o Ampère. A resistência interna do galvanômetro RG. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. . A sobrecorrente IS. Por isso. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. Como isso é impossível. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento. IGM. Em geral. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. com tolerâncias de 1%. para as medições serem precisas. ao se fazer uma medida de corrente. o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula.

Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. Amperímetros digitais . Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. espalhadas no espectro de frequências. processadores e demais componentes digitais de um circuito. . Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital. seinstrumentos.. Referências [1] http:/ / www. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais.. com. registradores. Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes. contadores. br/ voltimetros.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos.

como motores elétricos por exemplo. Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica . que mede o valor do fator de potência. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro). que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos. devido o cuidado com o valor de F. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem). burgoseletronica. Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo. htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital.Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro. net/ capacimetro. a sua unidade é adimensional. A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos. Por se tratar de expressar o valor de fator de potência. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias.P .

por uma segunda bobina e. substância que emite luz ao ser excitada por elétrons. ISBN 85-277-1045-5. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente . elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. logo após. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons. Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. Passam. [2] id. os quais incidirão sobre um filme fotográfico.Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. .[1] A Qualidade da imagem Na prática. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade.[2] A tela fluorescente. Depois de revelados. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO. Biologia Celular e Molecular. então. A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco). por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto. constituída por partículas relativamente grosseiras. ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem. 8ª Edição. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. José. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro. A barra branca tem 30 µm. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. Por isso. 2005. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.ou sobre um filme fotográfico.onde formam uma imagem visível .[2] [1] JUNQUEIRA.

Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular). um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. Como consequência. pelo sinal inadequado emitido pela sonda. mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV.Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada. normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda. Na prática.a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. uma série de alterações ocorrem durante a queima. mais rica é a mistura (possui mais combustível). como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina.Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV". bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio. provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo. mas não consegue corrigir a diferença. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda. Além disso. que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina. Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. . ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos. ao mesmo tempo gera. Depois da conversão. a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV. existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão. Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito. Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) . de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. quando o veículo está utilizando o GNV. A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV).

as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. que utiliza válvulas injetoras de GNV. microssegundos. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. radioamadores. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade). mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. informando a frequência medida em Hz. milissegundos. li. Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. mantendo as regulagens e a performance do veículo. conforme a escala utilizada. Uma outra maneira. de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. Além dos frequencímetros digitais. kHz. br/ ~f98335/ projeto17. html . htm [2] http:/ / www. existem os eletromecânicos. Desta maneira. nanossegundos). Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. facens. 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. usados para medir a baixa frequência da rede elétrica. sendo uma para cada cilindro do motor. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura. ou pode também ter uma centralina independente para o GNV.Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo. MHz e GHz. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz). Estes se compõem de barras de ferro doce. net/ frequencimetro_pic. Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência.

Através de circuitos apropriados. mas possui as vantagens de ser mais barato. O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. consiste basicamente de um galvanómetro. ligado a uma chave selectora. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. e a bobina gira. a bobina é fixa. o valor da corrente é indicado na escala graduada. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. potência. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado. ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos.Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. e instalada entre os pólos de um ímã fixo.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. resistência. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. Galvanômetro de bobina móvel . ou agulha. O multímetro. uma bateria e vários resistores internos. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro . que possuem um mostrador de cristal líquido.Fio transportando a corrente a ser medida . que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. movendo um ponteiro. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday. como tensão contínua. tensão alternada. e outras. por ser menos sensível que o de bobina móvel. em oposição aos multímetros digitais. se forma um campo magnético que interage com o campo do íman. sobre uma escala graduada. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. ohmímetro ou voltímetro. mais robusto.

lesão térmica por RF contínua. estimulação motora e sensitiva. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento. Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . triângulo) .Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz). Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda. quadrado. Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. Rizotomia Trigeminal. Drez.funções seno.funções seno.funções quadrado. triângulo. Cingulotomia entre outros. RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura. possui recursos de medição de impedância. com sweep (frequência variável).funções seno. sweep) NE566 (National . Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. quadrados. Palidotomia. todos com diversas frequências e amplitudes. Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. sweep) MAX038 (Maxim . quadrado. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos. o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. dente-de-serra. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas. triângulo. A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. Ablação Intradiscal. sweep) XR2206 (Exar . filtros e amplificadores. triangulares. ajustes e leituras. triângulo. Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. além de conectores para saída do sinal. Operando com potência de até 50 watts. quadrado. com o qual se pode verificar as suas formas de onda.

São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. Também são usados para simular corrente alternada. que está relacionada com a amostra em questão. • Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas.XPS e espectroscopia de elétron Auger. Pode ser analógico. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron. Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. trabalham com frequências. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. cristalografia e composição química da amostra. . Estes são chamados elétrons secundários. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt". variando entre 0. • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário. amplificadores.1 e 1nm. inorgânicas e biológicas. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia. então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. Este é o elétron transmitido. De qualquer forma. com frequência e amplitude variável e ajustável por dials. fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica. já que. possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. etc) como fonte de sinal. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia. filtros. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria.000001A (1microAmper). também pode revelar a composição das partículas. onde se faz uso de um galvanômetro. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. No caso de amostras cristalinas. • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. mas por diversas técnicas analíticas.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais).

inclinação. em forma de lâmina. equivalente a 0.Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. para amostras cristalinas. A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. por sua vez. . A amostra não deve sofrer alteração como. rotação e orientação nos eixos x. campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. que são as formas de visualização da amostra. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. As imagens são de campo claro. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. Assim. esta deve estar polida de ambos os lados. A resolução do equipamento chega a 3 Å. mais instáveis. A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å. deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária.0037 nm. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. • Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). a tensão de aceleração usual é 100 kV. corresponde a um plano real (hkl). • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução. y. alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. no caminho do feixe de elétrons. Para o preparo da amostra. feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. É ajustado quanto à altura. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. ao passo que amostras biológicas. z. além da fina espessura da lâmina da amostra. como moléculas gasosas. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. por exemplo. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV.

Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. ocasionando o contraste de fases. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. Na imagem de campo escuro. No modo campo claro. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. Em ambos os casos. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. No entanto. obedecendo à lei de Bragg. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. onde λ é comprimento de onda incidente. Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. Por outro lado. de acordo com o feixe de elétrons selecionado. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. 477 . Por outro lado. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. Neste modo. d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. onde S2 é o sinal da amostra. fornecendo importantes informações. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. daí o nome campo claro. não difratados. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada. uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto.Microscopia Eletrônica No modo imagem.

50 nm. além de reduzir a dimensão do feixe. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. A amostra deve ter até 10 cm na horizontal e no máximo 40 mm na vertical. é reduzida a 1 nm . Os elétrons secundários fornecem imagem de topografia de superfície da amostra e são responsáveis pelas imagens de alta resolução. hoje existem no mercado microscópios de baixo vácuo. possibilitando a realização de análises químicas durante a observação. Amostras que degasam a baixas pressões. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. O canhão de elétrons é usado para a produção do feixe de elétrons com energia e quantidade suficiente para ser captado pelos detectores. por sua vez. • Sistema de alto vácuo: O vácuo impede que os elétrons interajam com partículas gasosas e comprometam a análise. Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons.10-6 Torr. Felizmente. a amostra deve se estável ao alto vácuo. Interações do feixe de elétrons com a amostra . Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. • Conjunto de lentes condensadoras e objetivas: As lentes controlam o diâmetro do feixe e o direciona até a amostra. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados. Assim como na microscopia eletrônica de transmissão. Além disso. O vácuo deve ser de 10-5 . altura) e orientação (inclinação e rotação).Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química. Por exemplo. são responsáveis por direcionar o feixe na amostra. identifica fases por meio de análises químicas qualitativas. enquanto que os elétrons retroespalhados fornecem imagens características de variação de composição. os sinais de maior interesse para formação da imagem são os elétrons secundários e os retroespalhados. Seu princípio de funcionamento é o efeito termoiônico de emissão de elétrons.000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio. Quanto às condições de operação. específicos para estas amostras. No entanto. O ajuste grosso é executado ajustando-se a distância entre a saída da lente objetiva e a amostra. As lentes objetivas. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. O foco é obtido alterando-se a altura da amostra e o ajuste fino é realizado somente com as lentes objetivas. y. z. As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). a tensão de aceleração deve estar compreendida entre 200 V a 30 kV. inicialmente de 10 . A ampliação da imagem é de 20 a 30. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra.1µm ao atingir a amostra. a dimensão do feixe. No processo de interação do feixe eletrônico com a matéria. para fontes termoiônicas. A técnica tornou-se mais poderosa com o acoplamento de detectores de energia dispersiva de raios-X. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x.

Os elétrons retroespalhados percorrem diferentes trajetórias antes de escaparem da amostra. tipo I. Sistema de detecção por espectroscopia de energia dispersiva de raios-X 479 . A figura J também ilustra a relação de δ com o número atômico. por definição. A figura 13 mostra a curva monotônica de η em relação do número atômico. a partir da interação do feixe dos elétrons com a amostra. menor que 50 eV. O aumento do número atômico favorece o espalhamento elástico do feixe de elétrons e diminui a interação em volume. os elétrons do feixe primário têm sua direção alterada. ocorre transferência de energia para o átomo da amostra e a expulsão do elétron deste átomo como o elétron secundário. porém sem perda significativa de energia. O primeiro deles. Já o contraste devido à topografia permite a visualização da forma. Todos os efeitos influenciam na qualidade dos sinais que serão detectados para resolução da amostra. Elétrons secundários representam uma interação inelástica. A maioria. A dimensão em volume depende principalmente da voltagem de aceleração e do número atômico. O coeficiente de elétron secundário (δ) é a razão entre o número de elétrons secundários e o número de elétrons incidentes na amostra. retém ao menos 50% do valor inicial. Definição da amostra: contraste Como já demonstrado para a microscopia eletrônica de transmissão. o contraste forma-se devido ao número atômico e à topografia da amostra. Átomos de maior número atômico têm distrib