Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes.

sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa. do Elétron. que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. as propriedades e comportamento. De igual maneira. armazenar. todos. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . Para colocá-lo no estado ligado. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. todos. o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente. transmitir.Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência. Também é considerada um ramo da Eletricidade que. ondas eletromagnéticas. processar e armazenar energia.sob forma de sinais elétricos) estão. Entre os mais diversos ramos que a abrangem. por sua vez. dentro da área de interesse da Eletrotécnica. as linhas de transmissão (que transmitem energia). podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido). Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. com o objetivo principal de representar. a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. utilizando a eletrônica de potência. com o objetivo principal de transformar. Numa definição mais abrangente. Complementar à definição acima. Sob esta definição. os transformadores. basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -). Sob esta ótica.informações . termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos. eletrônicos. dentro da área de interesse da Eletrônica. partículas elementares. quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares. Fótons. as usinas hidrelétricas. os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência. etc. uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações).

o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. onda luminosa para onda sonora e vice . O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. as memória eletrônicas. os microprocessadores. também chamada de válvula eletrônica. Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. foi substituída pelos transístores. dentro de um bulbo de vidro. além de miniaturizar os capacitores. sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. modificando. da emissão eletromagnética através do espaço físico. Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga. Sem a eletrônica. resistores. A eletrônica. resistores. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). entre outros. acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. o segundo porém mais moderno que o primeiro. para em seguida a captação desta. indutores. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. Assim. ao passar do tempo.Eletrônica terminal da porta (G). aí está a eletrônica. etc.(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). diodos. indutores. por definição. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos. a tensão através da chave se define a zero. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. no mais. fotocélulas. No estado ligado. A válvula termiônica. capacitores.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. isto seria impossível de se conseguir. Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. interagindo. antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC. mesmo assim. Aos poucos. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. os microcircuitos. Quando não houver a tensão aplicada na porta. medindo. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se).) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). assim novamente para onda sonora.

Eletrônica versa. ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que. tudo isso. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. Estes interligados formam circuitos mais complexos. até chegar ao resultado final quando. amplificação. milissegundos. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. através de um feixe de luz. etc. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. em segundos. por exemplo.

o dispositivo se descarregava. a corrente não fluía. Posteriormente. na verdade. Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. da mesma forma que Munk em 1835. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. Ao fazer isso. porém com o passar do tempo. Calzecchi Onesti. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. que resultava num filme de óxido de mercúrio. utilizando ondas luminosas. aleatórias. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. Em 1861. Durante sua demonstração. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. sua utilidade era meramente para curiosidade científica. XVIII e XIX. Munk. O pesquisador. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento. Ao mesmo tempo Flemming. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. Embora funcional. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. . A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. acelerou-se. A partir de 1850. no início de 1880. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. naquela época empregado de Thomas Edison. porém. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. da mesma forma que Munk em 1835. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si. foram informações dispersas. Em 1835. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas. em 1873. Hughes. Julius Elster e Hans Geitel. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. Isto ficou registrado. Nos séculos XVII. se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. em 1884. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. Em 1866. mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. Ao inverter a polaridade. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. Ao fazê-lo. porém. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início.

As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . triodo termiônico. 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade. observou o efeito fotoemissivo. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais.Eletrônica Hertz. A partir de 1850. etc. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. William Crookes e Goldstein. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. da mesma forma que Munk em 1835. no ano de 1887. pentodos. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica. Em 1890. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. pois acreditou-se que sua carga era negativa. em 1893. de forma independente. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. sem uso prático. tetrodos. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. A experiência foi confirmada por Hallwachs. O padre Roberto Landell de Moura. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. a válvula termoiônica reinou absoluta. agora na pessoa de Édouard Branly. de Solari. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. em 1948. seguindo o método de Branly. Era o primeiro transistor. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. Hittorf. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. em 1894. Em 1901. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência. ou termiônica. preparou um tubo com limalhas de ferro. Minchin e Oliver Lodge. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. em 1890. era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. Lodge então. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. quando na metade do século. De novo. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. porém. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. Em 1897. Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos".

Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. (LSI). • Um termômetro analógico. Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. (ELSI). Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. potência 90 W Logo após. decodificação complexa. As variáveis são observadas diretamente.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. no início da década de setenta. foi necessário a codificação de uma linguagem. os sinais. é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. Para o transporte de informação. resistors e diodos semicondutores. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. interpretadas nada mais são do que informação. um galvanômetro. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. todos feitos numa só base. Algumas são variáveis. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. e logo após. depois do trabalho de milhares. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. • Uma balança analógica. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal.Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse. que decodificada forma letras e palavras. inicialmente em germânio. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma. os componentes passaram a ser fabricados em silício. • Um velocímetro analógico. foi desenvolvida a extra larga escala de integração. ou o ecrã de um osciloscópio. Estas. senão milhões de colaboradores anônimos. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. capacitors. nos anos oitenta. Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. outra fixas. . ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela.

a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. por exemplo. as ondas de rádio por exemplo. da ciência da computação. um exemplo disto é a linguagem binária. pois esta não é direta. org [2] http:/ / www. onde a codificação e decodificação é executada de forma direta. ou sistema binário. sabereletronica. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. [2] Referências [1] http:/ / www. entrevistas. entre outros. Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. da informática. onde se usa um código binário de transporte de informação. é digitalizada. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. da cibernética. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. com. br . a biomecatrônica. artigos. converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. hidráulica e informática. eventos.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. retificação em meia onda do sinal resultante. um exemplo é a Amplitude Modulada. convertem o sistema decimal para sistema binário. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. depende de sistemas de interpretação e leitura. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. eletronica. pneumática. isto é. temos a mecatrônica. a robotização biológica e a robótica. é formada por componentes que digitalizam a informação. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. a leitura é indireta. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. (álgebra booleana). digitalizar é manipular.

+A 8 +A +A. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. . +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A. +F +F. +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada).

-F -F. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. -A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A. É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC.-A 9 -A -A. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A. . Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC.

Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico. um slogan quadrado e nas cores bege. Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. vermelho. sem curvas. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. amarelo. Publica livros técnicos de eletrônica. LG Electronics. etc. vermelho. vermelhas ou cinzas. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. Desing Se inclui de linhas de retas. 90's appliances 10 80's. E contem um gasto de energia. verde e laranja. marrom. antennaeletronica. etc. Como a Brastemp. branco. azul. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. redução do tamanho das paredes da geladeira. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. Consul. Foi fundada em 1926. refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. sendo a mais antiga do ramo. telecomunicações etc. Samsung. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro.80's. radioamadorismo. br/ . Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. com. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos.

Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial. com a miniaturização eletrônica. existem componentes cuja função é evitar este efeito. ou seja. ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema. este nada mais é. seu rendimento diminuirá exponencialmente. sendo então atraídos pelo ânodo. Neste caso. mas sim na polarização do circuito de potência. A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) .é um componente eletrônico chamado termistor. a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico. para uma impedância dinâmica fixa. na qual. século XX. ou seja. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. conhecida por Efeito Édison. que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. .Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. e somente neste caso.é um componente eletrônico ou termistor. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. conforme a escolha do projetista. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito. Para evitar este efeito indesejável. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor. de acordo com a Lei de Joule. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. ou placa. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. pois se for feita a redução na alimentação. que.

a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica. É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils.: Designing Transistor A-F Power Amplifier. e Barco. Transistor I. A. Bibliografia • Lin. 0. BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados. • Hercher.C. onde o "E" vem de "Enhanced". Electronics. H. chipsets e microprocessadores. RCA Laboratories. Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior. M. april. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. .76 milímetros. Após a remoção deste componente. como por exemplo.5.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared. 1956. As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0. California. Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). Processador Pentium MMX. pois.6 e 0.: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors. B. A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA". A. que são soldados diretamente na placa-mãe. 1958.

Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. medido em Hertz. Informalmente. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original. Na prática. digamos 3kHz. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero. o outro de 40kHz a 43kHz. Idealmente. entretanto. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar. O valor de freqüência. por exemplo. . Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda. mas bandas passantes diferentes.

o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). exceto por um pequeno vão (gap). as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. na extremidade oposta ao solenóide. que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético. ou forma semelhante.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética. e vice-versa. a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. Se este campo for convenientemente forte. ou operação inversa . quando próxima ou em contato com o gap. de modo que. Nos HDs de computador. Esquema de uma cabeça magnética . será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia. No gap. Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel.para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico. Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética.

O centelhador opera como uma chave dependente da tensão. usados para circuitos de alta freqüência. permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. substituindo os produtos que apresentarem alterações. acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. que pode variar entre 350V e 1. e possuem baixa capacitância . a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico).Protetores elétricos e eletrônicos . Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão. comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos. Fontes • Elematti Eng. pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra.10nf. na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. e posteriormente todo o funcionamento do componente.2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. apresentando duas tensões de disparo. contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso. estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado. esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica. oferecendo um caminho de baixa impedância. ao passarem pelo gap. chegando a tensões de 2 a 5 kV. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico. que foram previamente orientados. Fabricado com dois ou três elétrodos. Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução. induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. & Sistemas) • MTM . um arco é criado entre seus terminais. e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante.

Atualmente. no singular. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. também pode ser referenciado por chave DIP. enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits). No entanto. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios.Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas . Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. que utilizava até doze chaves agrupadas. em sua totalidade.veja jumper para mais detalhes). O conjunto. oferendo até 128 combinações totais. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers. Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. antes do advento da RAM alimentada à bateria. e possui um total de 256 combinações. Frequentemente. Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. Este sistema. Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. alternativa mais barata e eficiente. Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores.

ou do inglês microswitch. Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. O conceito de circuito aberto é muito simples. nesse caso o fluxo de pessoas. um aparelho elétrico qualquer. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade. aquecedor. é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. seja uma lâmpada. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada.Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. . motor. enfim. Interior de uma chave de fim de curso. No caso de um circuito elétrico.

disket ou wireless. [1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa. mínima dispersão ocorrendo. idealmente. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. a luz foi colimada. no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente.[1] Na eletrônica. com a maior precisão possível.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. ou outros processos. luminosos. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. lentes). Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. com. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. consumo de energia elétrica. com. . comprometendo assim a observação. Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. porta USB. através de leitura de código de barras ou manualmente. na prática. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. num tubo de raios catódicos. como empresas de fornecimento de gás. etc. [1] http:/ / www. Na imagem inferior. linhas de fluxo eletromagnético. inventário de estoque. Caso não haja o alinhamento. comanda de bares e restaurantes etc. água e esgoto. por exemplo. Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. que depois serão utilizadas em um sistema específico. controle de estoque. e portanto. luz não espalha-se com distância. marg. energia elétrica. controle de consumo. as imagens ficarão deformadas. relatórios em geral. as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. estes podem ser eletrônicos. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas. br/ coletor. A palavra é relacionada com "colinear". Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. e significa que.

eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. ucsd. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico. Grundig e Telefunken. feiradeciencias. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos.Colimação No caso de equipamentos médicos. com. / collimation. . com quantidade de pinos. Existem diversas formas de conectores DIN. edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. No início da década de 80. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. . asp) Conector DIN Conectores DIN.[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. 19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador. pdf). Página visitada em 04-10-2009. mouses e periféricos de vídeo. br/ sala22/ motor_teoria1. [1] Collimation of light (http:/ / cem01.

estações de base.contato central: ≤ 1 mΩ . celular.contato externo: ≤ 0.conector reto: 18 dB até 4 GHz . radiodifusão. 75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) . proteção de onda. radar.conector reto: ≤ 1. São utilizados em antenas.2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: .Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16.conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0.35 até 4 GHz Perda de retorno: . MIL-C-39012 e MIL-55339. rádios e redes de computadores.conector angular: ≤ 1.15 dB até 4 GHz Resistência de contato: . instrumentação. rádio de microondas.3 até 4 GHz .

Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.5 .9 .5 . Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.7.5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5.9.6 4-6 2.2.4 .6 6.2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.0006 8.0 5.1 .10000 6.1 3.8.5 3 2.8 50 .7 4.

Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda. Seu valor aproximado é. ou seja. em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. definido como fonte secundária. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado. uma constante física denotada por . quanto são definidos exatamente. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço. Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. para ondas eletromagnéticas. A partir da década de 80. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. descrito por Thomas Young. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. definido como fonte primária. é a velocidade da luz no vácuo. foi possível pôr em prática as técnicas digitais. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. Como tanto unidades SI: F·m-1. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo. o valor de também é exato. Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude.Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações . Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva.

P. Elliott. que acidentalmente é comum em residências. Morgan. Kuo. C. tais como: explosões. br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada. M. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. A. usp. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. R. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus. dissipação instantânea de energia. Nelson. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. Morgan. . atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. calor e faíscas. Em seus trabalhos.Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. Hansen e S. Um exemplo de curto-circuito. ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda). J. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. além de terem um custo mais acessível. Snyder. D. S. Kuo. H. D. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital.

fasorial. • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado. . Bibliografia • http://www. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V. O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores. Discreto Discretos. são as entradas e saídas digitais.com. tais como os componentes simétricos.br/artigos. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica.p ( diferença de potencial) é nula. ou na tensão em que esteja trabalhando). para calcular os curto-circuitos. procure o DATASHEET deste CI.Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas.d. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d. em automação.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto.

[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K. consulte Dopagem bioquímica. as lacunas. vale dizer. Teal e Morgan Sparks. é dito semicondutor intrínseco. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. estável. consulte Dopagem. é dito semicondutor dopado. . ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. pois. e consequentemente. sim. ditadas pela presença do (ou dos. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação. pois. notadamente este último. Semicondutor dopado Em contraste. contudo.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. os elétrons. usualmente). quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores. após o fim da guerra. senão realmente nulo. O cristal permanece. dizem-se semicondutores extrínsecos. respectivamente para as adições de índio e de fósforo).[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. na constância da recombinação de pares. eventualmente descontrolado. vez que. durante a Segunda Guerra Mundial. é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente. como também se usa dizer. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. em essência (ou "intrinseca". para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. 1 ppm (uma parte por milhão). propriamente) as do semicondutor. Dopados. propriamente) as do semicondutor e. como também se usa dizer. Entretanto. pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s). História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. dizem-se semicondutores degenerados. Assim. a serviço da Sperry Gyroscope Company. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. na era atual). para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. Essa consideração. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm). Contudo. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. em essência (ou "intrinseca". Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou. ou tipo N. 1 ppb (uma parte por bilhão). tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas.

Rio de Janeiro (RJ). L. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P. cdlib.530. [1] US Patent No. portanto. Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. alumínio. Issued March 17.2. assim. Morgan and Teal. id=& brand=oac). et al. depth=1& toc. arsênio. (1985). P. Brasil: Ao Livro Técnico S. John Robert Woodyard.356 (Filed June 15. índio e tálio. University of California: In Memoriam.110. S. antimônio e bismuto. view=frames& chunk. permitindo. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo.Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro. granted 1950 [2] Morton. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. Patent 2. Dispositivos semicondutores. permitindo. 1944. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários). que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento". Página visitada em 2007-08-12. com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials. 1950. conotativamente. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO. Hilton & INTRATOR. filed. 1953) .A. [3] Sparks. id=div00182& toc. de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança.631. gálio. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc. 1972." U. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. Edmond. Gordon K..

Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. Quando utilizar Duplexadores Um duplexador. e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma. é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. em uma única linha de transmissão e antena. . O Rejeita-banda. Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda. Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. na maioria das vezes. normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. a instalação na torre será muito mais simples. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado).

um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente. o duty cycle é de 1/100. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. o drive fica ativo por 1 segundo. já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período.75 = 9). Assim. a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. Referências [1] http:/ / pt. volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula. Por exemplo. Neste caso. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente. wikipedia. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. Nessas fontes. o duty cycle é de 0. Em vez de gerar uma tensão contínua. Por exemplo. org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso .25. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. Num fenómeno periódico. é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. dispositivo ou sistema está em operação. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. ou 1%. os relés) ou eletrónicos (por exemplo. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). Da mesma forma. Dessa forma. Muitos componentes elétricos (por exemplo.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". Nesse contexto. funcionam em regime de liga-desliga. Por exemplo. ou 50%. o duty cycle de uma onda quadrada é 0.5. em um trem de pulsos retangulares ideal. dentro de cada período de 100 segundos. O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. fica desligado por 99 segundos. repetitivamente. dentro de cada período é o periodo da função.

fazendo com que a corrente fluisse. multiplicando rapidamente os portadores de carga. muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento. O físico britânico John Ambrose Fleming. Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison. Edison não viu nenhum uso para este efeito. Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. É base para o funcionamento do diodo Zener. conhecido como diodo. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal. embora o patenteasse em 1883. e ocasionalmente um elétron terá . Entretanto. Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". relativo a sua descarga. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons. melhor que ser uniformes. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas.

descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. 'W' é a função trabalho. relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. conhecida como constante de Richardson. Efeito Édison Ou emissão termoiônica . é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. Devido a função exponencial. saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. ou ânodo. 'k' é a constante de Boltzmann. A lei de Richardson. por meio do calor. A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. À temperatura ambiente. chamado nas válvulas eletrônicas de placa. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. A constante de proporcionalidade 'A'. e 'h' é a constante de Planck. . e varia de metal para metal. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento.

Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design). e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980. concepção e produção de sistemas eletrônicos. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! . No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. que forma profissionais de nível superior para atuar na área.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. Mas hoje em dia. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. reduzindo assim o tempo de projeto. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970.Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. o curso de eletromecânica foi ficando para trás. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial.

o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). Com a diminuição das dimensões dos dispositivos. o número de transistores num circuito integrado dobra. Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. Tunelamento. que sugere que a cada 18 meses. numa pequena superfície. liga ou desliga). para isolamento. Nessa escala. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular. No caso da Microeletrônica. as chaves (como um interruptor. Em [3] .Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. Moletrônica (ou ainda. que eram de grandes dimensões. uma isomerização. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. Cada vez mais. realizando o processo de miniaturização. Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. Por isso. para uso como resistores. Eletrônica Orgânica). O sinal pode ser a emissão de um fóton. observada por Gordon Moore. com uma série de 0/1. encontram-se átomos. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. a miniaturização esteve presente na eletrônica. Entramos nas dimensões da microeletrônica. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. No caso. é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. capacitores. do pequeno para o grande. Diodos. A partir de uma entrada. [2] . usando respostas do tipo 0 ou 1. há uma saída ou resposta. conhecida como Lei de Moore. ou. por exemplo. ou uma e outra. moléculas e macromoléculas. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. Para isso. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. são usados Resistores. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. Transistores. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício. uma mudança na resistividade. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. Nesse caso. Na Eletrônica Molecular. Aparentemente. co-fundador da Intel. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. . entre outras. quando comparados aos circuitos integrados. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. a não-passagem. esquentavam muito e eram de difícil manuseio. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes.

como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET). numa dupla condicional. AND. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. como os sólidos. a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. 1997. 2679-2681 Analisando o esquema acima. também são importantes e têm relação com os nanofios. a condicional é NÃO. são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. . Soc. a saída é um 1. Diodos e Inversores (portal NOT). Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. 119. precisamos. que A e B aconteçam. para que o evento aconteça. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. Porém. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos. Am. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. presença ou ausência de fluorescência. Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. simultaneamente. por suas dimensões reduzidas. Em relação à dimensão. isto é. na condução de corrente. Adaptado de J. Chem. não importando a ordem.[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. No primeiro caso. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. 1*0=0. por exemplo. podemos comparar as reações com os portais lógicos. isso significa a adição de X e Y. um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. e no portal molecular. em geral. ou seja. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. com a exposição à luz ultravioleta ( ). A adição de um reagente X ou Y altera a saída. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). por exemplo. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso. Quando adicionamos X e Y. faça algo se acontecer A E B.

construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta). dependente do tamanho da partícula.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). que pode ser dopado. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. pois. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. A fonte vai emitir os elétrons e o dreno. A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). por sua emissão característica em um comprimento de onda. Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron. isto é. senão. material semicondutor. A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). se houver uma diferença de potencial na porta. recebê-los. Os transistores tradicionais são feitos de Silício. Nas pontas. levando a maior poder de processamento. não há passagem de corrente.

e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. Existem vários tipos de interações intermoleculares. Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. Transferência de Carga. Interação . por exemplo. As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. No mundo das moléculas. existe um tipo de isomeria. um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. sendo usadas. Graças a essas interações. A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula. o macrociclo. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. Ligações de Hidrogênio. interagindo fortemente com outras biomoléculas. [10] 35 Em azul. Os Rotaxanos. Reconhecimento Molecular.Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas. Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. assim como os Catenanos. O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido. Dipolo-Dipolo. na ponta de um AFM. compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. Em [7] . Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. foi citada uma espécie de rotaxano. Acima. cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. Os programas dos computadores usam o binário. as “interações não-ligadas”. as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. Para esses grupos de moléculas. na memória. 1 ou 0. algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. é a presença ou ausência de corrente num contato. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. por exemplo. por sua vez. Os Catenanos. Alguns conceitos como Interações Moleculares. C60 [1] e tióis e derivados [6] . Interações de London. um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. Isômeros Topológicos entre outros. são necessários alguns conceitos chave. que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. abstratamente. . a Isomeria Topológica (topoisômeros). que.

2. [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono.m). entre outros inorgânicos. em particular. os nanotubos são designados como (n. Um Nanotubo de Carbono. dependendo do método de preparação. Bismuto. 9 (a)). sensores para telas sensíveis a toque. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. Para todos os outros ângulos. mas existem outros aglomerados com mais átomos. como pinças de AFM. Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes). também existem outros átomos com nanotubos: Boro.Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular. Retirado de Se θ = 0°.SWCN. 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. São usados de diversas maneiras. Num Nanotubo de múltiplas camadas. O mais famoso deles é o C60.0). clusters aproximadamente esféricos de Carbono.n) (Fig. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno. Além do Carbono. existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento. (n. O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN. como o C70. pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol. Silício. Já foram usados como FET. são os Fullerenos. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo. De forma simplificada.MWCN (retirado de ). . transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica. [12] 1. para θ = 30°.

O primeiro deles foi o La@C60. a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. principalmente.0). [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. Para este processo. isto é. um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono.n) armchair. Numa coluna de cromatografia.Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. além dos Nanotubos. Lantânio em C60. [18] mas outros metais também foram incluídos. tendo uso potencial. Esse método. que. [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ). podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. Deposição Química por Vapor. também são usados para a preparação de outros Nanofios. alcançando bom rendimento [21] . Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno. Impacto (Ablação) com laser. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço. PECVD e métodos eletroquímicos. os chamados Endohedral Fullerenes. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato. Chemical Vapor Deposition. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. [19] assim como moléculas. além da Eletrônica. sendo preciso uma separação dos componentes. Quando forem (n. os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. onde o @ significa at. também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica. Fullereno “Endoédrico”. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] .m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n. como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography.n) serão condutores. No Arco Elétrico. C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. na administração de medicamentos. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico. existem máquinas . [20] Um importante método é a CVD. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência). [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados.0) zigzag e (n. pirólise. isto é. (n.

Co. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). Na Microscopia de Transmissão. RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. . são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. são necessárias nanopartículas de metais (Ni. sua composição e condutividade. Álcoois. sendo o método mais usado para produção em massa. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). chamadas de Aparelho de CVD. 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. Então. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. Fe. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. corrente e elétrons transmitidos. [22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. na indústria. o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão).Eletrônica molecular já preparadas. raios-X característicos. formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). luz. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos. Y. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando. CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. após ultrapassar a amostra. Utilizando a TEM. é analisada. O diâmetro. Esta técnica permite saber a quiralidade. O contraste é feito pelo computador. a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador.

Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma. com/ learn/ applications/ ?docid=64 .pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes. retirado de http:/ / www. O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh).ccs. ufrj. apesar de não ter resolução para átomos. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência). metalmat.unicamp. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. andor. como a TEM.br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO. retirado de http:/ / www. a partir da análise da luz espalhada pela amostra. retirado de www.

metalmat. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): . a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina. [25] E. com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www.Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. com um Espectro Raman de Alta Energia. ufrj. finalmente. renishaw. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos. retirado de http:/ / resources. Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor.

MEB (Epitaxia por Feixe Molecular). Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis. formando um colóide. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica). que. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos. Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida). O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. o processo é chamado de Homoepitaxia.br/~pires/Crescimento.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação.ufrj. chama-se Heteroepitaxia. Se o filme for depositado num substrato de mesma composição. Caso sejam diferentes. tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos.if. se limitados lateralmente. um filme monocristalino em um substrato monocristalino. que atua como uma semente para o crescimento. de maneira ordenada.htm . é um método de depositar. VPE (Epitaxia em fase vapor).

camada por camada). como na construção de um circuito integrado tradicional.Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. levando à formação de “ilhas” nanométricas. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios. uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. Volmer – Weber (VW. átomo a átomo. através da AFM. com a ajuda do reconhecimento molecular. As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. tensão minimizada em ilhas). ainda. htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. ac. em moléculas distintas e. Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares. durante a interação. chm. Pontos Quânticos podem. bris. Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. Stranski-Krastanow (SK. são unidas. serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento. O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. formando Pontos Quânticos. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). se dá o fechamento do anel. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. É possível prepará-los mecanicamente. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. .

é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde.guiadohardware.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks .: Vol. Yuri Bunimovich. Ainda existem dificuldades a superar. inovacaotecnologica. A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano. 195–197 – DOI: 10.if.html http://www. referência de http:/ / www. J. evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro.br/escolanano/apresentacao_pdf. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co. inovacaotecnologica. 1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön.br/~emecbpf/Programa.iqm.br/~tclp/SemanaFIS. Lauhon.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias. br/ noticias/ noticia.VOL 413 .if.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors . James R. Bonnie A.Revista Guia do Hardware. Ke Xu.ufrj.html http://omnis. Leitura de apoio • A evolução dos computadores . Charles M. Akram Boukai. Pte. 445. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol. 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House.php?b=120830 • • • • • • • http://www. com.INC. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. Sheriff.html http://lqes.Logic Operations at the Molecular Level. Além disso.html http://www.com.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E.br/coluna.: 91. Benoit Domercq.com. 1997.ufrj. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol. Lincoln J.NATURE .J. Am. Green.net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares. cujo binário está baseado no spin (qubits). Vincenzo Balzani.forumpcs. Outras opções também se apresentam. Nessa evolução.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang. como a Computação Quântica. e solucionar esses impactos. Commun. An XOR Gate Based on a Molecular Machine .. Erica DeIonno. J.Editora Livraria da Física • http://www.com. Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 .1039/b613201d . Yi Luo.br/eletronica-molecular-ppt-a28492. com. br/ noticias/ noticia.Retirado de http://www.unicamp.Yi Cui. Soc. 2007.Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica.Xiangfeng Duan. Jang Wook Choi. Fraser Stoddart. Hong Meng & Zhenan Bao . Fraser Stoddart .br http://www. Langford. Atualmente. Ltd. 119.Science 294.inovacaotecnologica. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www.ebah.cbpf. 414 – 417. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem. Young Shik Shin. ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial.html http://omnis.ufrj.br/~pires/Crescimento. Lieber . [5] Yu Huang.metalmat. Steven J. [3] Alberto Credi. Ezekiel Johnston-Halperin. Hsian-Rong Tseng. Kyoung-Ha Kim. num trabalho preventivo. Chem.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 .

websitehome. Lee. co. K.E. Deve-se ter cuidado na hora de comprar um filtro de linha para sua casa ou empresa. 11. Chem.M.M.B. Solids. Phys. Disponível em: http:/ / www. 5. ou se vai conectar o estabilizador na parede e depois o filtro ao estabilizador. Shin.E. Lee. J.200700240 . 2007 . 107.S. São Paulo. S. Issue 9 . Feng. A.. Choi. K. F. ele protege seus equipamentos removendo ruídos e picos provenientes da rede elétrica. mais aí vai uma dica: ele manda para os periféricos a mesma tensão que recebe da fonte de energia. com/ jschrier/ endofullerenes_table. H. 76. [16] http:/ / www. R. 220 (1992).. L. Chem. E.G. Park. et al. Tomanek. Huffman.H. Solange Binotto. Kim. garante que todos os seus equipamentos estejam devidamente aterrados.89 (1988) pp. Antônio Gomes de. br/ revista/ ed04n05. J.S. Woolley Small – DNA Shadow Nanolithography – 20 Aug 2007 – Vol. Zhang.pdf ou SOUZA FILHO. 354 (1990). [24] Thiên-Nga.1007/978-3-540-34436-0_3 [26] Hilinski E. Yu. Kim. Colbert. J. 3435 44 Filtro de linha Um filtro de linha é um tipo de filtro eletrônico que é colocado entre um equipamento e uma linha externa para atenuar interferências. [25] Christian Thomsen & Stephanie Reich – Raman Scattering in Carbon Nanotubes – http:/ / www. html [12] Solange Binotto Fagan – Funcionalização de Nanotubos de Carbono –Centro Universitario Franciscano – UNIFRA – Santa Maria – RS. Barney Yoo e Kent Kirshenbaum – Journal of Chemical Education. Rinzler. D. Smalley. Y. Quím. Phys. Funcionalização de nanotubos de Carbono. Zang e Z. – Comparison of catalytically grown and arc-discharge carbon nanotubes tips – Appli. Smalley. S.X. antes de o usuário conectá-lo a uma tomada de tensão de saída de 230 V. Scott. 2367 (2000).M.C. pois há o risco de queimar o equipamento se o filtro estiver adulterado. html acessado em 15/11/2008 [17] Purification and Modification of Fullerene C60 in the Undergraduate Laboratory – Tracey Spencer. – Science 295. F. Lett. Y. lubes. Nature 358. O filtro de linha possui várias funções. Os filtros de corrente alternada são usados entre um equipamento e uma fonte de corrente alternada. 1500 (2002) [15] W. Krätschmer.1590/S0100-40422007000700037 [13] Impacto sobre a Nanociência. G.DOI 10. [19] http:/ / homepage. Forró. R.2: Nanofios – Peter Atkins e Julio de Paula – Físico-Química. Scuseria. Lett. Thess. Nikolaev. n.org. Phys. scielo. Heath.. B. 7. O’Brien. Dai. springerlink. Tittel. F.T. Lee. Adam T.W. Robert. 7779. ele mandará para os periféricos 230 V. Nova . referência de www. P. 58. Xu. R.S. D. . Fischer. [21] T. P. R. P. 1887-1892.br/eventos/ebee/x/trab_conv/solange_fagan. 1997. 1218 Vol. mac. dê preferência a marcas de qualidade e com selo do INMETRO. Acesso em: 20 Nov. Soc. Agosto de 2006 [18] J. Y. C.: 3. Nature 347. W. J. Choi. uk/ home/ rotcatintro. 8. D. 30. expande o número de tomadas disponíveis para conectar outros periféricos. Q. Becerril.php?artigo=010165070914 [11] http:/ / www. 2008. Liu. disponível em www.conjunto de referências de Endohedral Fullerenes [20] A. com/ content/ 46512485081267ur/ . Lamb.. Fostiropoulos. Gáal. F. doi: 10. Am. br/ scielo.M. Lee.inovacaotecnologica. 83 No.H. [22] Y. A. v. [23] S. Curl. Science 273. Appl. R. I20. G. N. Pages 1534 – 1538 – DOI: 10. 80. C.sbf1. Chem. R. html . and J. nunca abra ou tente reaproveitar material de sucatas. J. volume 2 – LTC Editora – Oitava Edição – Página 158 [14] A Rational Chemical Synthesis of C60 – Lawrence T. 1985.1002/smll. D. and Wang Y. protege contra curtos-circuitos e sobrecargas de tensão na rede. php?script=sci_arttext& pid=S0100-40422007000700037& lng=en& nrm=iso. L. and R. D. Muitas pessoas ainda têm dúvida sobre como utilizá-lo. Lucas P. s119716185. Y. 2002.com.G.483 (1996). Phys. FAGAN. Ebbesen and P.Eletrônica molecular [10] Héctor A.. Zhang – The HREM observation of cross-section sctructure of carbon nanotubes – J. 850-852. Lee. com. Q. L.sbfisica. Bornard.br/noticias/noticia. Ajayan. A pessoa que instalá-lo é quem decidirá se o conectará à tomada e ligará o estabilizador nele. Petit.E.

Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. pois estará consumindo mais carga que o necessário. (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação. Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada. que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. Sistemas ininterruptos de energia. alimentando os dispositivos a ele ligado. o "on-line" e o "off-line". quando há interrupção no fornecimento de energia. para a saída. menos autonomia ele terá. Line interactive são uma evolução dos "offline". Uma fonte de alimentação ininterrupta.) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C. O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break.A. da rede elétrica em tensão C. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica. em alternada C. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns. mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia. para quando for necessária a sua utilização.C. Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation).C. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador. No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. . Essa bateria possui uma autonomia. Sua alimentação é provida por uma bateria.A.

luminoso ou digital (LCD). etc) ligado neste filtro de linha. sendo por meio sonoro. Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. caso contrário pode danifica-lo. Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0. Nas flechas tem a indicação da fase e neutro. caso necessite.4375). . Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica. equivalente a um computador e um monitor CRT. Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha. neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor. que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos. Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga. caixas de som. por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD. Monitores de CRT consomem em média 60 watts.

A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica. Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes . com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte. Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro. a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB. amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. .7% do valor da faixa de passagem. na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF). essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo).Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho. sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. Como em decibeis. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico. linha de transmissão. Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte. hamamatsu. Neste caso.Basics and applications (http:/ / sales. uma grelha e uma placa que faz de ânodo.

possuem reatância igual a -1/wC Indutores. htm [2] http:/ / www. Tendo elas sinais opostos. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2). quando a frequência está abaixo de w0. sengpielaudio. com/ calculator-timeconstant. dispositivos que armazenam energia no campo magnético. a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão.Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. htm Frequência de ressonância Capacitores. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão. com/ calculator-geommean. Desse modo. sengpielaudio. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. . obteremos uma corrente eficaz maior.

GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão. sem resultados satisfatórios. Isso pode ocorrer por várias motivos. a resistência cresce acentuadamente. A parte interna possui um receptor e estimulador. Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico. O IC possui uma parte externa e outra interna. o nervo auditivo que. Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante). parcialmente implantado. ou mesmo que escutando alguns sons. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. um Ilustração do interior de um implante coclear. protegendo-o assim. sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. [1] . a corrente fornecida para o equipamento diminui. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. de aparelhos auditivos clássicos. São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. ou seja. processo natural do envelhecimento. por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). retornando ao estado inicial. exposição exagerada a sons muito intensos. É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita.Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. o fusistor reassume a baixa resistência. um microprocessador de fala e um transmissor. A parte externa é constituída por um microfone. estreptomicina e cisplatina). essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional.

cognição. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos.4mm para o eletrodo mais apical. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. psicoacústica. Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave. Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. geralmente implantado no músculo temporal. 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. dentre outras áreas. devido a maior investimento em pesquisas.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui. (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar. até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. em 1995 este número subiu para 12 mil. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. acústica. neurologia. Este tipo de estimulação é chamada monopolar. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema. Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. Como já dito antes. processamento de sinais. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. As evidências recentes apontam para a . Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos.

O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). passa-baixas. . para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone. A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. [3] Os estudos de G. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. ou um retificador de meia onda.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. onde a membrana é mais fina e mais rígida. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. ou um controle de ganho automático. em uma faixa dinâmica estreita. puros e complexos. de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB. um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. como descrito por J. até 100 dB. Flanagan. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. Donald D. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. 51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. [5] [6] Após o estágio do banco de filtros. mesmo para implantes com 22 eletrodos. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. inclusive o homem. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. O mapeamento pode ser ainda mais restrito.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. cada canal é processado por um detector de envelope. L. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda. Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. e posteriormente um mapeamento não linear. incluindo a diferenciação de pitch para sons. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval. Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica.

Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. permitindo. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal. com esta dimensão extra. é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração). O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. Uma forma mais rica de representação é o correlograma. Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma. as suas representações. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. . O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. Cocleograma. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. ou as notas dos instrumentos musicais. O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. Se não for aleatória. Na figura ilustrada. Se a amostra for aleatória. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. como funciona o aparelho auditivo humano. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado. ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo. o eixo horizontal é o tempo. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. tal como os sons vozeados da fala. como os homens percebem o mundo acústico. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. é uma forma pobre de análise e representação. Cocleograma.

Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. processo curto da bigorna (Figura ao lado. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. Lesão do anel e membrana timpânica 4. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. 3. C) Fixação do implante no osso temporal. Fechamento da incisão. parte A). . parte B). tecido subcutâneo e músculo. 2. No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. Realização de uma cocleostomia. parte B). Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. parte C). Formação de fístulas liquóricas 3. o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. D) Introdução dos eletrodos na cóclea. B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. lesão do nervo facial. parte D). pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. Mastoidectomia. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. com identificação do canal semicircular lateral. Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. 4. 2. Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. Outras complicações seriam: 1. 6. Lesão do seio sigmóide 5. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura).Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). 5. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. Fresagem do osso temporal para fixar o implante.

• 1998 . 1964 . possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. nos EUA. 1984 . para assim. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. 1936 . EUA.Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA. 1930 . Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. 1953 . idade e nível cognitivo do paciente. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico. em França. para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. por Anderson e Munson. em portadores de Implante Coclear (IC). em França. nos EUA. 1868 . 1973 . nos EUA. Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC.Implantação da primeira criança na Holanda. As sessões realizadas individualmente devem seguir. 1987 . São eles: Otorrinolaringologistas. são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente. 1957 .Implante monocanal 3M House.Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. Fonoaudiólogos. 1950 . 1997 . na Suécia.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade. uma série de profissionais estarão. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas. 1855 . É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão.Chouard implanta a primeira criança surda.Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália.Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França. 1995 . Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais.Estudo da localização de estímulos e eléctrodos. maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC.Primeira criança implantada com Nucleus multicanal.Sistema auditivo com corrente alternada. aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. Psicólogos e Assistentes Sociais.Demonstração de como a pele actua como transdutor. ou seja.Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva. 1980 .Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa. na Alemanha.Primeira criança surda implantada por House. para assim.Implantação da primeira criança no Reino Unido. de alguma forma.Experimentação da audição artificial num gato.Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . com o máximo resultado satisfatório. por Frey. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 . envolvidos.Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica. 1961 . a freqüência de duas a três sessões por semana. preferencialmente. 1951 . 1988 . em França. por Brenner. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem. nos EUA. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional. por Flottorp. Para que se possa alcançar o objetivo proposto. 1981 . nos EUA.Distinção das frequências dentro da cóclea. na Noruega.House implanta novo adulto surdo. por Stevens e Jones. 1978 . por Wener e Bray. em Itália. uma conduta nunca é igual a outra. 1990 . por Duchenne de Bolonha.

DD (1961). [4] Békésy.L.br/) Manual do Implante (http://www.br/) implante Coclear no Brasil (http://www. nih.29 years later".Surd'Universo.  McGraw-Hill.com. entre outros muitos. Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos. transistores o circuitos integrados. [6] Greenwood. permitem a realização de funções diversas.. . Brackmann DE. geração de sinais de distintas frequências. [2] Fu. G.implantecoclear. (2002-06). " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www. "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane".manualmerck.ouvidobionico. como a medição de parâmetros físicos. nih. DD (1990). gov/ pubmed/ 12066908)". todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos.br/) Implante Coclear (http://www. Nogaki G. nlm. (2005-04). e que. SR. detecção destes mesmos sinais e. Experiments in Hearing. " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www.Implante coclear 55 Referências [1] Otto. Hitselberger WE. [5] Greenwood. "A cochlear frequency-position function for several species . 1997. von. ncbi. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071. Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605. Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27. QJ.org. J.  Springer-Verlang.org. gov/ pubmed/ 15735937)". Shannon RV.implantecoclear. Synthesis and Perception. Kuchta J. por fim. tais como válvula termiônica. ncbi. • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. [3] Flanagan. 1960. nlm.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo . combinados adequadamente. Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. Speech Analysis.

podendo assim ser alimentada diretamente na rede. br/ [2] http:/ / www. Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia. Num elemento electrónico não linear. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária.Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. Tal sistema é muito comum em países sérios. em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. a saída é espectralmente diferente da entrada.em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. brasilhobby. solarfreaks. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares. Sendo assim. html . devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz.Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa. Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . à noite). isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. em corrente alternada. a saida será não só uma réplica da entrada. O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . com. A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar. Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www. então a saída é constituida por uma réplica da entrada. que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua).aerogeradores. mais todas as as componentes harmónicas. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. no Brasil). O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos . Aos produtos da banda chama-se de intermodulação. usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede. a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro. um blecaute ou apagão). por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo. com/ grid-tied-inverters-t77.

Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. ou seja. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas. Ele é um dispositivo pnpn. Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente. A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). evitando assim pulsos espúrios de tensão. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo). disparos indesejados. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . leitura de CDs. scanners. apontadores laseres. formado por quatro placas de semicondutores. controle de fase. controle óptico luminoso. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. controle de motores. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). ou seja. DVDs. Díodo laser com uma moeda ao lado . impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray. essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. como relés. É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas. Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor. o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado.São muito comuns em circuitos de alta potência. e varias aplicações em computadores.

Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito.Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. Como qualquer tipo de laser. funcionam com base neste tipo de laser. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm . O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy). por exemplo para para transmissão de informação. Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo. nitreto de gálio. As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções. fosfeto de índio. para o caso do díodo. A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . (780 nm . selenieto de zinco. Hall e pela sua equipe. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo. Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. com polarização e direcção bem definidas. Actual como base.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica. Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V.830 nm) e como material base do laser. coerente. O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada. Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena. Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor. O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI. A diferença está na geração de fotões que. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais. Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm). Em vez de meios activos sólidos ou gasosos.870 nm (vermelho e infravermelho próximo). O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot.

Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL. Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm . numa zona p. Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. isto é. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V. Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção. O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL).55 59 ). A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL.520 nm). Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias.Laser díodo comprimento de onda). ou seja. junção 'p-p-n'. Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente. A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre. Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL. Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo. . necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício. Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. junção 'p-n'. isto é.

leitores de códigos de barras. Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal. deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos.Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser. scanners. É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. etc. . As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. laseres de cirurgia. Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática). Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. onde n é o índice de refracção da zona activa.

característica que facilita a perda de elétrons.ac/physics/fplasers/fplasers. Prentice Hall. Cambridge (2004). (a) 201. formando objetos de pouca resistência elétrica . . Laser electronics. sol. No. phys.Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications.htm • http://www.576-596 • Verdeyen.. Joseph T.repairfaq.org/sam/laserdio.imposição a passagem de corrente elétrica. New Jersey (1981) • Arpad A. lasers fundamentals.britneyspears. Cambridge University press. stat.htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica.. p. William T. Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades. Bergh. 12 (2004) Ligações externas • http://www. ideal para que ocorra o movimento ordenado. São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule.

ΦD D V ΦE E R. de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância. Z. Y. Admitância. elétricas e eletromagnéticas. Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. Impedância. X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica. estão listadas no quadro abaixo.Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética . Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G.

[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos. mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento. ed.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1. [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade. ed.ibiblio. mas não estão disponíveis comercialmente. a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica. em português. carga elétrica e fluxo magnético. Essa função. [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23. Alguns componentes eletrôncios.0 (2005-02). 1. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .0 (2005-02).[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971. Da mesma forma que para o resistor. 1. ed. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão. No dia 30 de abril de 2008. o capacitor e o indutor.às vezes. Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor. ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo.IEV) (IEV -(IEV -. é similar à uma função de resistência variável.[6] . construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio. conhecida como memresistance (em português. [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1. 1. 1. Esta quantidade é extraoficialmente chamada. Não existe.0 (2004-11). Usando técnicas de nanotecnologia. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou.IEC) na publicação IEC 62209-1. uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor. Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. tensão. Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico.0 (2000-10) e IEC 62226-1. ed. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56.ibiblio. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo. de Intensidade de Fluxo Magnético.0 (2004-11) e IEC 62209-1. 1.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www.Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission . indutor e capacitor.IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos.IEV) (IEV . tais como corrente. ed. memresistância). mas ela é comumente usada. assim. No entanto. tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores. O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente.[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .

constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. temos V(t) = 0 e M(t) é constante. corrente e potência tenderão à zero. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. Essa é a essência do efeito memória-resistência. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t). o memrsitor permanece estático se não houver corrente. o memrsitor parecerá um simples resistor.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. como por exemplo sob corrente alternada. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. Evidentemente. Assim.. Se M(q(t)) é constante. dado que a carga permeça invariável. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão. pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. quando M(q(t)) varia pouco. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga. Se M(q(t)) aumenta rapidamente. no entanto. Se I(t) = 0. contudo. .[7] . a equação não equivalente à lei invariante de resistência. Memristor symbol. Pela Lei de Faraday. Reescrevendo a equação. Dessa forma. No caso de corrente alternada. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. Se M(q(t)) é não-trivial.

"The missing memristor found" (http:/ / www. [1] Chua 1971. um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta. doi. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a. org/ 10. html). 2008-04-30. He. Se o circuito é composto de CEPs passivos. Heinz (1970). doi. 37. html). newscientist.80). Duncan R. 511: .. p. Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash . . nature. .. com/ news128786808. visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. (2. doi. .. 1109/ TCT. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). Eq.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. physorg. com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. doi: 10. Gregory S.1038/nature06932 (http:/ / dx. Stanley R (2008). então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo. por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador. org/ 10. 2008-04-30. nature. Williams. doi: 10.Memristor' (http:/ / www. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos. Dmitri B. Leon O (September 1971).1109/TCT. 1038/ 453042a). com/ news/ latest/ showArticle. 1038/ nature06932). html). [4] Strukov. jhtml?articleID=207403521). org/ 10. [3] Tour. Snider. New Scientist. eetimes. "Electronics: The fourth element" (http:/ / www. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. .1083337 (http:/ / dx.1971. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. 1971. ieee. onde a voltagem. Pulsed high magnetic fields. Physorg. pp. James M. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore. 1083337). Stewart. doi: 10. html). Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology. New York: North-Holland. [2] Chua. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor. org/ xpls/ abs_all. Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. Nature 453: 42–43. conclui-se que pode ser facilmente calculado. Por exemplo. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday. Nature 453: 80–83.1038/453042a (http:/ / dx. EETimes.com. jsp?arnumber=1083337). Paul (2008-04-30). visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. Tao (2008). [5] Marks..

br/info/2433-memristor. e modulação de código de pulso. Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso. Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original.net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa. O trem de pulsos é o sinal da portadora. Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante. • Artigo: ReRAM . . consiste em uma onda quadrada.fm + G Onde: f = freqüência de amostragem. Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem.inovacaotecnologica. • Notícia: Memristor. php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental).Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www.guiadohardware.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti. Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.baixaki. fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda.br/ noticias/noticia.com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/).com. Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www. mas não com perda de inteligibilidade.com. Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade.html). Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora. Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante. Mas na prática é preciso uma banda de guarda. Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano. No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2.htm). • Notícia: Inovação Tecnológica . wordpress.

Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. Em termos musicais. elas são comumente descritas como contendo um som oco. e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. que podem ou não incluir o zero. e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. causando ruídos ou erros. que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. . Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita. Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. a qual contém todas as harmônicas inteiras. devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma. Entretanto.

de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. e se o sistema estiver com amplificação excessiva. a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados.Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada. Na prática. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. semelhantes à da onda quadrada. ou 10% e 90%. Nestes casos. Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. com a quinta harmônica sendo desejável. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito). Se o sistema estiver com atenuação. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%. e 0 na descontinuidade. Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando . tais como 5% e 95%. tendo períodos de pico e vale iguais. isto nunca é obtido. ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. -1 quando a senóide for negativa. ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso.

Controle de tráfego. Ele pode ser em digital ou impresso. Mercado Financeiro. .Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis. quadradas. o que abre um leque enorme de opções. passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar. Controle de Atendimento e de Estoque. podem tambem ser chamados de triedros. triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds. Pode ser integrado a sistemas. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis.

Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): . Nesse caso.Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos. a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa.Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB . Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre . Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe .Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB .Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE . analogamente.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe . onde Que.Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE . estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente. podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 . mas com o mesmo significado.Ganho de corrente (adimensional) h22 .

Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes).Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC . saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos).Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob . 2. A razão destas designações alternativas. Cálculo de impedância de entrada.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC . designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb . Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc .Parâmetros híbridos • hib .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC .

Position sensitive device O termo PSD. sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo. A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo. Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva. PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. • PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais. PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir . ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. no entanto. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. Em PSD's duo laterais.

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

o que. usualmente variável. para os fins de utilização específica (audição). não tem sentido em análise energética. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. em equipamentos de áudio fabricados. reconvertido ou recuperado na forma sonora. chamadas sonofletores ou altofalantes. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). quer no modo analítico. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio. tanto para a tensão e para a corrente.hamamatsu. valor de pico-a-pico e outros.com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. tipicamente variáveis no tempo. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências). conversoras. valor de pico. É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e. mede-se naturalmente em watts. quer no de espectro de frequências. Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. Contudo. usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. contudo. agora. corretamente. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. valor de pico-a-pico ou amplitude total . apresentam formas características. por isso. No Sistema Internacional de Unidades. Expressa-se. em seu aspecto gráfico plano. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio. como para a potência e a energia. valor de pico. Potência de áudio é medida em unidades de potência.pdf) Potência de áudio Potência de áudio. Tais funções.

no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. de imediata utilidade para análises de energia. Pmed. Esta expressão é. O que se chama de potência RMS na prática é. potência média. múltiplas. com efeito. uma equação simplificada pode ser usada. embora normatizado como tal. como na escolha por parte do cliente. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios. usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". todavia.Potência de áudio etc. o valor assim calculado é de uma potência média: . e.. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva. 75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. para energia sonora audível. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. desta última. Contudo. precisa ser esclarecido. é um equívoco conceitual. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. Isso. À potência. desta para energia mecânica não sonora e. Em todas essas conversões. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. finalmente. há interveniência entrópica e. O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO. em realidade. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor). Não se deve esquecer que. Um equívoco chamado Potência RMS . assim.

em caso de medição com osciloscópio. em realidade.[4] Médio. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios.707 = 4. em valor de pico instantâneo. é mais fácil. Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica.[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4. Efetivamente. pelo fato de ser constituído por bobinas. em valor médio. conforme já foi demonstrado em detalhes acima. este carece de significado prático.242 V(RMS). imediato e intuitivo de apurar). não é verdadeiro.25 watts. Também nesse caso calcula-se uma potência média. por exemplo. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real. com uma onda quadrada. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%.242 V)2 / 8 Ω = 2. alem de demonstrado matematicamente. o que. pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais). valores de potência sonora variáveis. Com efeito. será algo maior. Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS. voltimétros. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS). Tem-se: 76 Assim. como também de um indutor. .5 watts. porém em casos especiais. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos. seu valor RMS é 6 V × 0. Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. analisadores de espectro de frequência etc. a rigor. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V. logo de utilidade prática. a potência real total pode ser menor. Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área. Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. do inglês Root Mean Square). pelo demonstrado. pode ser comprovado experimental ou empiricamente. em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido.). produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. Contudo. "potência média". senão. Assim. amperímetros.[3] Se esse sinal é senoidal.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL). RMS e PMPO Aparelhos de som exibem. como claramente o há para potência média. Essa tensão (o sinal). com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. bem como da própria resistência da carga em questão. no uso corrente. Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. tão-só (e corretamente) uma potência média. impropriamente dito RMS. por canal de saída de áudio. bem como do fator de potência (cos φ)). pois.

que mais se assemelha a um estalo. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. Um valor médio aceitável para essa razão. Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. pelo já exposto — se apresentar). assim. Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. Um comportamento assim realizado estará. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). sem utilidade.Potência de áudio Assim. entre os equipamentos de tecnologia atual. numa certa medida. se desejar. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. porém sem qualquer aplicação prática. o comportamento em situações de pico. Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. uma para cada frequência de uma série normatizada. muito menos única. em potência e em tempo. portanto. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. Por vezes. Com efeito. impropriamente dito RMS. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. consequentemente. havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. contudo não representa. também o usuário leigo) poderá extrair. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. . toda a "capacidade de potência" dessa saída. entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. Seu uso não é recomendado. preferindo-se o valor de potência médio. o profissional especializado em áudio (e. pois. com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. sonoras) próprias. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica. quando não se dispõe de informação do fabricante. é 10. linear. livre de apelos apenas mercadológicos e. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). Sob o aspecto normativo. Desse modo. tal termo é conhecido com o seu real significado e. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. não havendo uma relação definida. como é comum — conquanto equivocado e errôneo. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. um valor eficaz dado por: . de período T. Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. por si só. De posse dessa informação. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. Além disso. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. Entre especialistas.

a comporem a potência média total da onda complexa final. google. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. Considere-se. 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral. de potência e de energia. Firmino (Ir. A análise de Fourier de ambas as funções de onda. .. Deixa. realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente.cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4. respectivamente. Alto-falantes . google. em favor da utilização correta e útil da potência média. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. Circuitos Elétricos. 1974.I . com/ search?q=(4. (Segundo volume. Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. 1971. • BONATO. permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série.t).. Joseph A. integrável em [−π.242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se. São Paulo (SP.). htm • ABNT.. 1990. tensão e corrente. 1988 (Em vigor). as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes). na qual. pois. Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t). epanorama. portanto. π]. Brasil): FTD (Maristas). ac. um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. São Paulo (SP. net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6.net/Amplifier power (http:/ / www. • EDMINISTER. Brasil): ABNT. NBR10303. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda.Comprovação de potência elétrica admissível. São Paulo (SP. html) . de sorte que. definitiva e irretorquivelmente claro que. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. Sejam v(t) e i(t). todos os produtos indicados [V . Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. dita série de Fourier. para cada função ƒ(w. Rio de Janeiro (RJ.t) periódica de período 2π. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. Essa demonstração esclarece e. ao serem multiplicados os vários pares.. imprescindível. wwu. aerodinamica. pois. • HAYT & KEMMERLY. de corrente. Análise de Circuitos em Engenharia. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower.Richard Vawter [2] epanorama. Física. pois. SJ).Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. coleção 3 vol. net/ documents/ audio/ amplifier_power. Teoria e Problemas Resolvidos.

Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www. . e placa de circuito impresso (PCB design).org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www.co. com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd. Fundamentos. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores.uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional.).labcenter.Potência de áudio • SETTE. História e Aplicações (http://www. captura esquemática. A Engenharia de Áudio. Eng.studior. homerosette. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB.pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência. Homero (Prof. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1]. fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco. na en.wikipedia (http://en.com.wikipedia.br/powerlim.com) 79 Ver também • Audio power.

The Black Art of Video Game Console Design. como Microchip PIC. Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática. Sams. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil. ISIS Schematic Capture .labcenter. ARES PCB Layout . e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. quando comparado com um processo de desenho tradicional.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos.Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle. Suporte técnico direto com os autores do programa. etc. rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo.Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática. simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo.para os layouts de PCB. mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation . ISBN 0-672-32820-8. combinado com simulador digital de alta velocidade. labcenter.com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www. ARES . Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS. quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www. Componentes do Sistema ^ LaMothe. Andre (December 22. VSM . 2005). simulação SPICE de circuitos. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual. co. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Atmel.simulador industrial padrão SPICE3F5. uk/ .sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente.

ou placa de ensaio (ou protoboard. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards . uma vez que não necessita soldagem. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes. tendo conexões verticais e horizontais. ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais.Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. As placas variam de 800 furos até 6000 furos. Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes.

funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. engenharia e custam mais caros. conseqüentemente. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida. É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. Assim. é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. é chamado de pixel preso (stuck pixel). por três sub-pixeis. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). Um pixel é uma unidade composta. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito. Até aí.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores. geralmente. o processo fabril ainda está limitado e. Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. teoricamente falando. vermelho ou o azul. dependendo da norma usada como . ocasionando o irritante ponto escuro. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido. com um pixel morto. Porém. claro ou com cor constantemente acesa. já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. como o verde. nas cores azul. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. em inglês Dead Pixel. Píxel morto Um pixel/píxel morto. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado. Os com até 04 pixeis. vermelho e verde. Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. no processo de fabricação de monitores LCD.

se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel. uma limitação técnica. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. Green e blue). assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. e assim simplificando a análise. g. h. Não há como prever. substituindo por seus parâmetros característicos. Como os pixeis são independentes. quando da fabricação. são comercializados normalmente.Píxel morto padrão. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante. não caracterizando um defeito e sim. atrvés das cores RGB(Red. com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias. ou seja. igual à impedância de entrada do seguinte. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. Uma vez feito isso. 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. filtros e casamento de impedâncias. a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. T. rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. esta situação. A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. y. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. dicasparacomputador. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. só se verifica. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela.

onde O quadripolo é dito recíproco se . 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2. Embora sejam mostrados resistores. as variáveis potência e energia são mais úteis.Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências. e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. frequências de microondas por exemplo. . . . Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. Em altas frequências. impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares. Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2. Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens.

2. C. 2006.G. Microelectronic Circuit Design.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída. ) e o periodo .8. 2001. N. Jaeger e T. Lewis. Meyer. define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado.J.5 §13. §10. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica. Gray. Hurst.  Fourth Edition ed. Boston: McGraw-Hill. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular. p. S. 172. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits. New York: Wiley. p. P.R. Blalock. [1] P. §3. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais.  Third Edition ed. p.H. and R. [2] R.5 §13. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro.

A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica.Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level). Em um projeto RTL. Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. e está situada no Cátodo. o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas). sendo denomiodade como a região negativa. Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito. este circuito é chamado máquina de estados. A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware. a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons. estes blocos são chamados pipelines. . que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor.

que possui o mesmo valor numérico. um ROE (SWR) de valor 1. será possivel casar os dois elementos e. cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima. se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. considerando uma linha de transmissão. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena. resultando em ISWR (em inglês). A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. por isso. no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. . suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2. assim.75MHz. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada. Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária.Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). o valor do ROE será em torno de 6:1. Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. o casamento deve ser mais bem realizado. nem sempre é o caso. Por exemplo. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner). Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR).2 dB. Em ambas as posições. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR). Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas. Porém. em VHF ou frequências superiores. A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena. Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta. A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias. Por exemplo. No entanto.

isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema. menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. Ver também • Decibel .Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. Em termos menos técnicos. Definição técnica Em engenharia. definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal. a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. por exemplo. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa. Se. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica. e dentro de uma mesma largura de banda. do inglês.

Por esta razão.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. Para o CMOS e MOS. Por exemplo. para aplicações de controle embarcadas. Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia. de vários milhares a um milhão de ohms. Muitos microcontroladores] pretenderam. simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. Isto também consome mais corrente. os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. Semelhantemente. porém como um dispositivo de coletor abert. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. quando a corrente é puxada através do resistor. e ativar o Relé. a tensão irá para 0V. embutir internamente. Contudo. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. para uma função OR em lógica combinacional. I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. O dispositivo TTL 7407. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). caso contrário eles variam acima de VDD. Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL. possivelmente operando em tensões diferentes. assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. Em I²C. de qualquer forma. tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. Como um método de acesso de canal. o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que. valores muito mais altos de resistores podem ser usados. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. de qualquer forma. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. um buffer de coletor aberto. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω. isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V. ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele. Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC.

sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. da senóide. tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem . A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. Esta revista era co-irmã da revista Antenna. Entretanto. A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos). Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. Brasil. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. pois apenas um dos semiciclos. 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada. anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro.mediante o uso de condensadores eletrolíticos.Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. visto seu baixo rendimento. . é aproveitado. na edição da revista de Março de 1972. Utiliza um diodo como principal componente. Selenir Cunha. Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada. É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo.

como por exemplo. ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno . provocadas pelo repertório dos emissores e receptores.refere-se a ruídos de causas artificiais. por exemplo.Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang . No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório). ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom .do inglês shot noise.Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico . como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código.Aplica-se a semicondutores.refere-se às interferências internas do processo de comunicação. Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica.do inglês popcorn noise. Computação e Comunicação. ruídos atmosféricos. válvulas e resistores • Ruído browniano . Eletrônica.refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo. ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . Cibernética. • Ruído térmico .Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência. som ou poluição sonora não desejada. quando evidente. Ruído endógeno . sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. Ver também • Ruído branco .Aplica-se à testagem de sistemas de áudio. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação.refere-se às interferências externas ao processo de comunicação. Biologia. Classificação Ruído natural . Ruído de repertório . De forma parecida a granulação de uma foto.Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker .Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum.refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem. como outra mensagem. a palavra ruído significa barulho. também tem o sentido de ruído. Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo . Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca . por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão.Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa .

onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. onde P é o ruído térmico em Watts. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. e R é o valor da resistência em ohms. ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo. . Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist.[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B.7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído. a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão.[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito. Para uma dada largura de banda. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico. Johnson noise. O ruído térmico é aproximadamente branco. or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio. também dos Bell Labs. Por exemplo uma resistência de . T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins. Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . Para uma resistência de . . que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico. que foi capaz de explicar os resultados. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por. Este é independente da corrente aplicada. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por. é dado por a uma temperatura de (16.

phys. com/ calculator-noise. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. others (August 2002). com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. h é a constante de Planck. pdf#page=148). Página visitada em 2006-12-06. Phys. org/ abstract/ PR/ v32/ p97). Ver também • Harry Nyquist • John B. ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. ti. utoronto. Em geral. The other forms of noise do not. kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. 97 (1928) – the experiment [3] H. google. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. tpgi. physics. ps . sengpielaudio. Application Notes pp. Phys. de/ astro_article_ccd_bias_dark. php http:/ / www. Rev. kobe-u. Rev. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. p. 32. a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. pdf http:/ / www. Texas Instruments. sci. Nyquist. Op Amps For Everyone (http:/ / focus. aps. Ron. aps. Johnson. 148 (http:/ / focus. htm http:/ / www." [2] J. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). pdf) (PDF).Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. H. "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. ti. ac. 32. com. licha. "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise.

. campus de Berkeley. transistores. Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas. História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU). é utilizado o método de Newton-Raphson. diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley.. para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares). Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. Tanto essa versão. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis.S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format. É uma poderosa ferramenta usada para testar. o programa foi codificado em C. Conector óptico TOSLINK. como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados. Por exemplo. que segue as especificações S/PDIF. capacitores. S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico. resistores. na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. A partir da terceira versão. Mais recentemente. .

pipex. sourceforge. dial. com/ designtools/ software/ http:/ / www. net/ http:/ / tclspice. terrypin.SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. net/ http:/ / www. Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice. sourceforge. linear. com/ ECADList. html .

2. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose. Inc. a parte digital do GSP3f. (NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. California. com/ asp/ SummaryQuote. Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. nasdaq.5G e 3G. incluindo a Sony. Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo. com/ . TomTom e Magellan. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops.SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings. Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes. Garmin. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. sirf. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm). para redes assíncronas 2G. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente. A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc.

geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. é considerada ruído. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico. convertida em eletricidade por um transdutor. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito. na maioria das aplicações práticas. Qualquer informação indesejada. ou nociva. Todos os movimentos feitos pelo side-stick. É o sinal elétrico puro. Entretanto. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil). Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. Contudo. pois os side-sticks são utilizados em Airbus. porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). que é o transdutor. O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). isto é. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. a interferência foi amplificada junto. Por exemplo. • Analisando a corrente que passa por um condutor. que por sua vez. por exemplo. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. inútil. apenas por impulsos elétricos). que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos. Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. introduzida involuntariamente no sistema. . Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. como descargas atmosféricas e raios cósmicos. pode-se perceber. As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus.

que quase sempre é imprevisível. aplicando-se a transformada de Fourier. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. por exemplo) na tela de um osciloscópio. Aparece em circuitos reativos e capacitivos. como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . muito mais comum. ainda existe a representação fasorial. há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. de freqüências e amplitudes diversas.Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. Onda de forma senoidal (traço verde). Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. e vice-versa. Este gráfico é chamado de forma de onda. pode-se conhecer o espectro de freqüência. a tensão). • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. • Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. Transformação A partir da forma de onda. e não do sinal real. As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Para um mesmo sinal. Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo.

permitindo alcançar resultados muito fortes. então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos. O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. A transcondutância é tipicamente muito alta. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. . Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. o que na realidade não acontece. Na saturação a saída é constante.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. este valor na teoria deveria ser infinito. Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação. Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t. Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho .

D. P. A. Sharma. criação de processadores para computadores quânticos. Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo". D. também conhecida como magnetoelectrônica. 292. R. A. então. Science 307.* . 2001. e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador. Gupta. Science 294. chamadas de memórias RAM Random Access Memory . O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando. Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1. um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. 1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. porém aumentando a capacidade de armazenamento. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence. Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. Wolf et al. N. entre outros. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future. 3rd Edition. Awschalom in Science. Grinevich. Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados.Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). J. S. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. mas apenas um número de cada vez. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. Knobel. 2003.Memória de acesso aleatório. Samarth and D. pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias. Vol. pages 2458-2461. mudar a orientação do seu spin). June 29.

televisores. [1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www. www. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global. Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by. brasilescola. sciam. consoles de videogames. html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras. cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. DVDs. etc. fornos de micro-ondas. maquinas de lavar. Página visitada em 10-11-2009.[1] .pdf) (em português) . 20030610_mram.brasilescola. research. nsf/ pages/ news. cm-seixal.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www. com/ comm/ pr. pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby.com. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. computadores. Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www. htm). Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário. ibm. dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. com/ article. rádios.

O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção. uma pequena placa de fenolite em forma de círculo.I. Ele. tem-se: fol = frf + F. O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos. . nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. Ele pode queimar.Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada. um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor). entre o sinal da emissora e o do oscilador local. (Rádio Frequência). (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal). O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar. Isso é possível pois há uma etapa de R. chamada de F.I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência. assim como as válvulas.F. Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. o que requer sua substituição.

G. (455KHz).A. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol . Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F.A. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino. pois trabalha com o coletor sintonizado na F. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor. .Existem também outros métodos de se montar um oscilador local.I. normalmente um diodo de R. 6.I. 3. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor.F. Gera então no coletor a diferença dos sinais. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local.A.Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R.G. com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz. Etapa de F. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor.G. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C.F.I. 2. 5. O objetivo do C.F. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo. Detetor Um simples detetor de envoltória. 103 Blocos 1.I. o alto-falante. 7.F. Os amplificadores de F. Somente recebe o sinal pela antena.I. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar.I.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R. Etapa de R. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena. Detetor C. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F.. e quem faz essa função é o oscilador local. 4. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F.F.

(em fol – f0).I. Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz.F. 4. Apenas para melhor audição do som.: Seleciona a emissora. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente. Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados. Etapa de R. Amplificador de F. Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc. local obedecem a equação: 1/√LC . sendo que o resultado tem de ser 455 KHz.F. assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma.Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer. O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. São eles: 1. Nem sempre isso ocorre.I. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. 3. 2.: Efeito amplificador e F. . Se o filtro de R. Conclusão As funções dos blocos são: 1. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F. Frequência Imagem 2. Misturador: Multiplicador gerando fol . mas havendo o risco do efeito frequência imagem.I. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele. for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio. as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência. constante durante toda a faixa de recepção. 5.P.f0 e fol + f0.F.

15 °C). Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz. cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido. é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C). conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. -269. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC). no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. a elevação da temperatura na região experimental e. Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. a aplicação de correntes de transporte. quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. O recorde atual. Jtr. prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor. Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu. Em 1986. A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. este estado pode ser descrito por uma única função de onda. lantânio. . para conduzir corrente sem resistência nem perdas. Materiais como cobre. e diamagnetismo perfeito. Tc. Para isso também se usa hélio líquido. ou seja. Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores. os fisicos da IBM Karl. material caro e pouco eficiente. exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. por fim. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F. ou seja. Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. mas desta vez a 160 K (-113 ºC). Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. De característica intrínseca de certos materiais.Supercondutividade 105 Supercondutividade .

regiões supercondutoras e regiões normais. atraídos pelos fônons (vibrações) da rede.Messner. no interior da amostra.. então surgem correntes que blindam o material. Mais tarde. Um campo inferior HC1. como a de Ginzburg e Landau. Em 1957. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner). acima do qual o efeito supercondutor era destruído. M volta a ser nula em HC2. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. Cooper e J. Leon Cooper e J. O módulo da magnetização M é máximo em HC1. . Para H > HC2 o material transita para o estado normal. Schriffer). abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. e os do tipo II. em geral muito maior que HC1. Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento. comumente chamado Efeito Meissner. Hc. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. geralmente baixo. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que.Supercondutividade 106 História Em 1908. ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. Teorias fenomenológicas. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. R. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético. Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. Bardeen. acima do qual a amostra está no estado normal. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner. mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. que data de 1950. H. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. Essa blindagem é suficiente até Hc. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade. Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. L. notou que abaixo de 4. Em 1933. Três anos depois. originando o chamado estado misto.. sua resistividade caía abruptamente a zero. John Bardeen. Efeito Messner . os do tipo I. por isso. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld.15 K. Neste estado há.

que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis. Pergamon Press. Farach. Introduction to Supercondutivity. trens que levitam.SP . Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . R. como construção de bobinas com fios supercondutores. A. sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device). por fim. br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. a energia total do sistema é minimizada. Rhoderick. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. aparelhos de ressonância magnética nuclear. 2 (1994) • Schmidt.Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C. contrariando o princípio da mínima energia. • José Leite Lopes . abril. que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super. Poole Jr.Rio de Janeiro .Brasil .RJ .Editora Edgard Blücher Ltda. Editora Saber 1987.São Paulo . H. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e. o que é possível pela falta de resistência do material. como exemplo. H. Rose-Innes and E.1992 . fios de cobre. com. Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20. Academic Press (1995) • A.Aplicações da Supercondutividade .Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria. 107 Aplicações As aplicações são várias. Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria . The Physics of Superconductors. C. Revised ed. P. com o aparecimento de regiões normais em seu interior. pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora. que possibilitam gerar campos magnéticos intensos. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns.1992 . Superconductivity. Creswick. shtml . As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras.Brasil . J.

[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. Página visitada em 12 de agosto de 2009. em larga escala. nas quais necessitam de memórias externas (flash. br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI . Normalmente. funcionarem. Página visitada em 26 de novembro de 2009. em inglês). capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. Eetimes. uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. tudo em um. desde que seja aumentada a produção. RAM) para tecnologia. pucrs.[1] porque é mais simples realizar o agrupamento. Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes. USJT. ele pode conter funções digitais. br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português). Página visitada em 25 de novembro de 2009.com. ou qualquer outro sistema eletrônico. inf. pdf) (em português) PUCRS. abrangendo vários chips em um único pacote.org/index. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). em um circuito integrado (chip). usjt. em português. [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema. analógicas. E.Artigo 6 . Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp. unicamp. possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. jhtml.Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt. e que são usados com vários periféricos acoplados. sistema-em-um-chip. se refere a todos os componentes de um computador. [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www.ieee-socc. System On Chip (SOC) ou. br/ pub/ revint/ 251_42. processador x86 compatível com a o Linux. ic. pdf) (em português). acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele. eetimes. UNICAMP. e frequentemente são sistemas de chip único. [3] TPPDI .[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC.?articleID=159901628) (em inglês).html) (em inglês) . com/ showArticle.[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR.Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www.System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC). Página visitada em 25 de novembro de 2009.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido.

Com os monitores LCD. Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º .Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo. Você sentirá os pêlos serem "puxados". Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. haverá um ligeiro aumento na temperatura local. Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV. até a total dissipação. possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais. as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. porém prejudicam menos a visão humana. Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria".TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos. Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . ou seja. Às vezes. o calor gerado é muito menor. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele. Nos monitores de LCD. até "esfriar". isso não ocorre.

Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. com MOSFET de comporta dupla. MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - .

Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão. controla a qualidade. desenvolve.773/06. ou em empresas. aliadas à consciência ambiental. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial . educadores. de forma. sistemas e redes de ensino. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. com a informática. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. avalia. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. monta. com limites de tolerância dimensional. posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas. Atua no controle de qualidade da produção. instala. instituições ofertantes. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. a confiabilidade e a segurança de produtos. empregadores e o público em geral. utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. entidades representativas de classes.

utilizando métodos metrológicos de precisão. gov. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC . br/ setec [2] http:/ / www. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. fazem parte integrante da sua formação profissional. pneumáticos. à pesquisa aplicada e realizar vistoria. mec. pneumáticos.. fatecsp. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. Conhecimentos em eletrônica e informática. hidráulicos. controlar a qualidade de produtos. montar. utilizando técnicas mecatrônicas. além da mecânica. manter. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. Lida com as funções dos sensores ópticos. gov. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional. com capacidade pessoal de mobilizar. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos. Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. br/ [3] http:/ / catalogo. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. Pode dedicar-se ao ensino. br .Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. que por sua vez serão controlados por computadores. mec. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. eletrônicos.Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. etc. mecânicos. hidráulicos e eletromecânicos. articular e colocar em ação conhecimentos.

O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos . este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”.773/06. instalações. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. sistemas e redes de ensino.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica. instituições ofertantes. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. empregadores e o público em geral. entidades representativas de classes. manutenção e integração desses processos. visando a compreensão de projetos. educadores.

Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. gerenciar equipes de trabalho. otimizar. Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. CLP e da robótica. gov. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. php?pagina=area_cursos& curso=6 . br/ [2] http:/ / www3. de forma multidisciplinar. CAD/CAM. Ele apresenta também. senai. Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação. manter e supervisionar sistemas industriais. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. competências para desenvolver ações empreendedoras. demonstrando autonomia. utfpr. br/ index. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo. implementar. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais. informática industrial e eletroeletrônica. analisar.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. projetar. Avaliar. edu. edu. para projetar. sp. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos.Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. utfpr. Planejar. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC . Ao final do curso. mec. responsabilidade.

Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels. com resoluções até 2000p. Plasma Display Panel). para criar a imagem. varredura progressiva e custava US$ 14. O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. 4. Plasma (http:/ / www.[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70. Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90. TV Plasma ou TV LED (http:/ / www. Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. htm). com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. Jim. As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos. obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). célula a célula. tv/ Archive/ tech_notes_004.LCD vs. em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. [3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. 1997. melhortvlcd. tech-notes. Allen (http:/ / books. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). google. com. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). html) . eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W. os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p. no mínimo 24 vezes por segundo. crutchfield. São painéis finos.999 à sua estréia. June 15. retrieved 2009-01-29.[7] [1] Google books . Em 1997. H. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala. No. que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. varia-se também a intensidade da luz emitida. Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. North West Tech Notes.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias.

Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia. as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. pcmag. [7] PC Magazine (PCMag. No mais. independent. uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns.Tela de plasma [5] CNET Australia . assim que estiver encerrada sua vida útil. html). au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. retrieved 2009-01-29. como por exemplo.2817. economia do consumo de água e energia. The Independent. "6ft by 150 inches . implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente. onde. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. com/ article2/ 0. em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza.00.. LCD: Which is right for you? (http:/ / www. Fabricação Envolve desde a fabricação.2246186. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. 8 January 2008. cnet. valorização da tranparência da gestão. bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. htm) [6] Dugan. uma reputação "sócio-ambiental" correta. co.com) .and that's just the TV" (http:/ / www. Emily. bem como economia de energia elétrica. aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia. ou simplesmente a doação dos equipamentos.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. O melhor a ser feito é a reciclagem.Plasma vs. e uma redução nos índices de impressão. pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos. com. entre outras. . pode haver risco de contaminação do solo e da água.

Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. . permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. Abaixo da tensão de comutação. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais. Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais. esta capacidade de dissipação cai a metade. Devido a pequena dimensões. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. seguindo esta regra sucessivamente. Na área de automação e instrumentação. onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. em encapsulamento PTH ou SMD. Em relés permite um desligamento mais rápido. surge ou onda amortecida. No milisegundo seguinte. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito. os transorbs não influenciam o sinal. Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. varistores e centelhadores a gás. Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido.

do inglês trimmer potentiometer. htm .(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] . de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo. mun. e normalmente fica em local que o usuário não o veja. mi.Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. Diferentemente de outros controles variáveis. e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado. =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue. é um potenciômetro miniatura ajustável. ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil.

com. Referências [1] http:/ / www. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). Inatel [3]. são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais. Referências Complementando o Vale da Eletrônica. conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. valedaeletronica. com. br/ [2] http:/ / www. informática e telecomunicações. br/ [3] http:/ / www. inatel.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. na Califórnia. através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade.com [2]. br/ . Hoje. História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira. Valedaeletronica. hospitalmariathereza. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos. EUA.

e deposição de vários materiais. um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor. Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia. de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4. e então polidos em uma ou nas duas faces.5 mm. Geralmente. de cerca de uma polegada (25. difusão ou implantação de íons). Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica. assim como o cristal de silício. Eles são feitos de tamanhos variados. aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores. uni-kiel.8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. separação química com ácidos.4 mm) até 11. assim como circuitos integrados. tf. usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material. html . Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo.

soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido. Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. Este processo. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. . além de demorado acabava por complicar a montagem. veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico. quando foi inventada a solda por imersão. Antigamente. Antes do processo da solda por imersão. Com o novo método. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. era imersa em estanho derretido. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho. entre outros. Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. capacitores. transístores. Com o advento da miniaturização. aumentando a probabilidade de erros. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. rápida e perfeita. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações.

além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. O circuito eletrônico. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www. somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. Contudo. ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. passou a ser encarado como um componente eletrônico. entre outros. etc. que será utilizada pelo circuito (p. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . deixou de ser um circuito propriamente dito. tecnologiadoglobo. Exemplos são os circuitos integrados. um microfone). • Condutores ► Interligam os componentes do circuito. um potenciômetro). • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. um alto-falante.Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. microprocessadores. ex. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. Pode ser um led. São os fios e cabos. ex.

microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. tais como o gravador cassete. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário). mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. microcontroladores. O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. Seus componentes principais são dispositivos ativos. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. digitalização de áudio e vídeo. DSPs. tais como válvulas ou transistores. São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. em especial a guitarra elétrica. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores.

de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada. transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho. Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado). maior durabilidade. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas.operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM. Foram criados para implementar computadores analógicos. Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A . a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados. Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação. KT66. EL84. 6550. devido às vantagens de menor consumo de energia. eficiência.Amplificador KT88. alta impedância de entrada.alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F .6L6 e 6V6 entre outras. linearidade e capacidade de potência de saída. EL34. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. menor tamanho e custo menor. mas não na sua totalidade • Classe C . 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores. Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados. "pulse width modulation").o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D .situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B. . São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . • Classe B . Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados.

Kouwenhoven MHL e Yildiz E. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. p. A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. org/ isbn/ 1-4020-7590-1). Figura 1. antiquewireless.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic. Monna GLE. O circuito portanto se comporta como um oscilador. Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados.Amplificador [1] Verhoeven CJM. van Staveren A. . 10. Existem vários tipos de multivibradores astáveis.Below 535.. mas nenhum dos dois é estável.org/otb/blw535202. multivibrator monoestável. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat.Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável.htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados. 2003.

O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. Ver também • multivibrator monoestável. Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop. temos e Como é um amplificador de ganho unitário. não fornece ganho de tensão. Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . Isso pode ocasionar ganho de . fazendo . Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor. em que. Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis. já que possui impedância de saída nula. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. multivibrator astável. uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias.

Por isso. o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade. Para usuários que não se interessam em edição. Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . 127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência). buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos.Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. vários aparelhos gravam diretamente para DVD. Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital.

e reduzir suas vibrações. e é gerada uma pequena tensão elétrica. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. tipicamente de 1 megaohm ou mais. possuem uma capacitância própria. e as converte em sinais elétricos. que podem ser. e não deve ser negligenciada. fazendo o som perder o sustain. Com um grande número de voltas na bobina. Em compensação. e por isso. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. temos um Humbucker bobina de cobre. e se localiza cravado no corpo do instrumento. mas com isso. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. Quando as cordas vibram. próximo às cordas. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. no entanto. então. Essa não-linearidade. porém. Dessa forma. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. cujo comportamento é análogo à vibração da corda. perde-se boa parte da ressonância. agrada algumas pessoas. como guitarras. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. pode até mesmo ser considerada vantajosa. baixos. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. Isso. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. entra em ressonância com a indutância da bobina. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. quando próximas umas às outras. adicionada à capacitância do cabo. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. ou violinos). que. processados. . O sinal criado é.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. posteriormente. o timbre é conservado. ou gravados. por conta do efeito indutivo. A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. aumenta a resistência e a impedância. e dois Single Coils. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. Da esquerda para a direita. amplificados. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. é possível produzir maiores tensões elétricas. Timbre As voltas do fio de cobre. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica.

Em alguns casos. Em compensação. para produzir um som mais amplo. e com bastante brilho. ou titanato de chumbo — que. utilizam-se também os captadores magneticos. nas guitarras Stratocaster. Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon. um ao lado do outro. Com suas duas bobinas. com polaridades invertidas. principalmente. esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. titanato de bário. geram tensão elétrica entre suas extremidades. ou vibração. quando submetidos à compressão. Eles possuem um timbre bem diferente. denominado Humbucker. muitas vezes. São utilizados. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. Possuem uma aste para cada corda. essas interferências podem causar muitos ruídos. O sinal musical também é reforçado. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico. e. também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado". Por isso. usando duas bobinas há uma mudança no timbre. uma única bobina. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. visceras). Esses captadores utilizam cristais — quartzo. das Strato e Telecasters. São compostos por dois Single Coils. a Gibson criou um novo tipo de captador. e prejudicar bastante a qualidade do som. facilmente associado às Les Pauls e SGs. chegando até 10 V rms. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. o uso de pré-amplificadores é essencial. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil. Violão clássico com um captador piezoelétrico. limpo. Pensando nisso. e têm como caracteristica principal um som alto. Ao invés disso. Diferente de alguns captadores magnéticos. e realista. Dessa forma. . são utilizados captadores piezoelétricos.Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância.

. Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura. ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos. É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons. com. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. captadores.Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www.

além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. por exemplo. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores. através de computadores analógicos. . que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1).Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. no Japão. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda. pois vivemos em um mundo analógico. Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos.

Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. contudo alguns não o possuem. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. Em um modelo rádio controlado. de eletricidade. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. Sem esta funcionalidade. é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga. em inglês batery eliminator circuit (BEC). Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos).especialmente para baterias com apenas algumas células. entradas elétricas não podem ser usadas. Alguns Receptores têm um CEB embutido.5A a 2A são suficientes.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria. para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado. a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. sem gerarem própriamente energia. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida. Como não há fonte de potência elétrica. provavelmente resultando na destruição do modelo. . CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. No caso de uma aeronave. porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes .normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V. Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada. Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal. como o CEB tem que lidar com perdas. No caso de modelos rádio controlados. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts. Para pequenos modelos 1. Por exemplo. Tipos com baixa queda são preferidos .

associados a uma só fonte de tensão. . a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)).Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo. logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores. Na ligação paralela. Fatorando a voltagem. a tensão elétrica. I. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. ou joules por coulomb). Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. ou seja. (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. Para encontrar a corrente total. podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. nós temos: que é o mesmo que . ou coulombs por segundo). que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). I. ou seja. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série). a corrente elétrica (medida em ampères (A). e V. medida (medida em volts (V). e então somar todas as correntes. apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. que é a mesma sobre todos os componentes. sendo esta ligação diferente da ligação série. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria.

• Segundo pesquisas. normalmente designada como resistência equivalente . a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. em paralelo ou ainda em associação mista. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo. seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. Qualquer que seja o tipo da associação. Para dois resistores ligados em paralelo temos. no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. que é uma combinação das duas formas anteriores. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. esta sempre resultará numa única resistência total.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. Ainda. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. logo a resistência total será menor. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito. ficando claro que a condutância total será maior. o inverso da resistência. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: . Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. ou seja.

1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. . a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. deve-se levar em conta sua indutância mútua. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. Então. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. resultando numa potência de 1 watt. então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais. por exemplo. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação.

Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo. | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm .Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. um indutor (L). conectados em paralelo. | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo. e um capacitor (C). | c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R). do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total.

seqüenciamento. que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito). é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas. por meio de módulos de entradas e saídas. ou seja. As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos. é um computador especializado. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. é o circuito receptor de rádio. contagem e aritmética. Um exemplo bem comum disso. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. ou seja. Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). controlando. tais como lógica. temporização. .controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. vários tipos de máquinas ou processos. baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB . conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller). que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável. Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais.

4. 8. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. para redução de custos. e outras. 7. o qual converte (no jargão técnico. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. ou seja. em 1968. O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. 5. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP. para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. especificamente na Hydronic Division da General Motors. Facilidade de manutenção com conceito plug-in. “compila”). siderurgica. Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. Profibus (Siemens). A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1. Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. 2. Unitelway (Telemecanique . Num sistema típico. de papel e celulose. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. Alta confiabilidade. materiais gasosos e outros produtos. entre muitos outros. . no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. por exemplo na indústria do automóvel. verifica o estado das entradas. computadores. Expansão em módulos. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). produtoras de líquidos. • 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento. Preço competitivo. Mínimo de 4000 palavras na memória. 6. as instruções do programa. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. EtherCAT (Beckhoff). Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). Os Terminais de Programação (ou maletas. gravando-se o programa em memória EPROM. Facilidade de programação. 3. Envio de dados para processamento centralizado.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. Dimensões menores que painéis de Relês.

to-Analog Converter). possibilidade de simulações e testes. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação. gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa. podendo alterar. treinamento e ajuda por parte do software de programação. etc. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. Redes Internas de Comunicação e etc. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. apagar. como. onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. fruto da chamada Globalização. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. O sinal recebido. é processado e. Em outros casos. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC). a digital. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital . Por isso. há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. não só CLP's. A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. para ser processado por um bloco funcional analógico. gravar o programa do usuário. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. Isto é uma necessidade imposta pela prática. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. em português conversor digital-analógico. a operação inversa é usada. na maioria das vezes.. depois de digitalizado. Em muitos casos. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. por exemplo. • 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). por exemplo. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. como Controladores de Processos. por um microcontrolador ou por um microcomputador. um sinal na forma digital. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. . Sistemas Supervisórios. Na Eletrônica Digital.

Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer. Editora Novatec. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. Normalmente. ambos os termos são imediatamente reconhecidos. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita. pela corrente do motor. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa.384 cores 4. partidas e frenagens bruscas ou em . dentro do conversor. tais como polias e variadores hidráulicos. mais barato. etc. teremos na entrada o bloco retificador. queda de tensão. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos. sobrecarga. Black Finish.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. entretanto. também conhecidos como inversores de frequência. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Carlos. simultaneamente. dezenas de motores. Podem trabalhar em interfaces com computadores. durante o dimensionamento. Conversor de frequência Os conversores de frequência. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. Na indústria entretanto. bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor. são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. os conversores são montados em painéis elétricos.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. de manutenção mais simples e reposição profusa. DV79AVI Marantz DV9600. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. como por exemplo. demanda de torque (constante ou quadrático). em tensão contínua e finalmente convertem esta última. e conduzir. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. Importante também notar outros aspectos da aplicação. precisão de controle. 2006. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. como desbalanceamento entre fases. ou seja. centrais de comando. a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento.

por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. antes da ponte retificadora. regime de trabalho. como redução no custo de desenvolvimento. Os conversores de última geração. e outros aspectos particulares de cada aplicação. expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição. desenvolver máquinas que sem os mesmos. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. como também. custo dos sistemas de acionamento. permitem a aos projetistas. Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. Muitos conversores hoje. Os conversores de frequência de última geração. passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. outros opcionais. para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. Dentre os diversos fabricantes deste produto. sobre o eixo do motor. Os Conversores de Frequência. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico. é o controle de Torque. que vão desde as mais simples e menos custosas. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. manipulação de vários eixos de acionamento. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. geram harmônicas. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". ou seja. alguns já integrados ao produto. Os benefícios são diversos. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. costuma-se utilizar soft-starters. permitem o controle com excelente precisão. sendo que um deles.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. trata-se de cargas não lineares. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . custo de manutenção. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. querendo-se apenas uma partida mais suave. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. substituírem servo motores em muitas aplicações. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento. que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. que devem sempre ser consultados. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação.

da potência de saída. por meio de seus artifícios funcionais. tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação.: máquinas de aplicação residêncial. trifásica). Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. são alterado através da aplicação de sinais de controle. se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex. tiristor SCR. GTO. competindo comercialmente com estes. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C.A.A.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. e. eventualmente também a freqüência. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos. MCT. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. também denominado motor de indução. fornece em sua saída. MOSFET. utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves). Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor. provendo assim uma eficiente regulação. monofásica. (corrente alternada) trifásico. onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C. etc). por exemplo. operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. . circuitos choppers. de micro-empresa e atividade rural. Os circuitos retificadores controlados. no qual o ciclo de trabalho. a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C.A. IGCT. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga.

Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. . tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. ou seja. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva.Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. o que fará a "janela" na comparação. pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão. este é um circuito muito utilizado.

. em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates . óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). imagens de satélites. Expressa-se este número em pixels.G) do dispositivo CMOS. e na astronomia (particularmente em fotometria. Quanto maior o número de pixels. equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios). Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. Os CCDs são usados em fotografia digital. Sob o controle de um circuito externo. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons. Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD. maior a resolução da imagem.Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados).

As tintas ou pastas podem ser condutivas. resistores e capacitores).Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito. Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. mantendo a corrente de saída constante. . este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos. uma corrente de sinal alternante. A corrente sendo 'copiada' pode ser. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal. isolantes ou resistivas. e as vezes é. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. independentemente da carga. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. Os componentes passivos (fios. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios. em vez de tintas ou pastas. Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. Conceitualmente. Todavia. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos.

como +3 dB ou -6 dB.[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro . principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. normalmente ajustável. um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. filtros de banda (band pass).Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . e boost / cut. Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto. Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência .Também chamado de ganho (gain). No entanto. Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes. . para eliminar ruídos indesejáveis. Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente. é um filtro. A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2]. A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem. Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking). considerando que um corte vai amortecê-los. A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. como concertos. pois permite o controle sobre todas as três variáveis. • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas. freqüência central. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. shelving. Quanto maior o Q. A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas. Esta é a forma mais poderosa de EQ. ou para criar sons completamente novos e diferentes. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência.[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass). para enfatizar determinados instrumentos. que se refere à largura da curva de sino. mais estreita a largura de banda. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização. Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo.Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ).

analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio.htm) • Q Factor and center frequency f0 . wikipedia. era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking. org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest.com/ calculator-bandwidth. a uma taxa constante por oitava. então. Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. http:/ / pt. The master handbook of acoustics. Don and Carolyn. vol 31. Quanto menor o valor de Q. e remover rumble. Portanto. chamada de frequência de corte. p5.sengpielaudio. 12 e 18 dB por oitava.com/ calculator-cutoffFrequencies.151. ao contrário daqueles descritos acima. wikipedia.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio.54-56. Quase todos os filtros (ambos. S. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. Sound System Engineering. Circuits and Systems. 1984. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5]. É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). fase e delay precisariam também serem equalizados.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. http:/ / pt. IEEE Trans. para eliminar o rumble. McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972. Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo. and capacitors". Taxas de atenuação comum são 6. wikipedia. First Edition 1975. que pode causar um problema na mistura(mixing). pp. p141 . org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington. eliminar pops. Filtros low pass funcionam de forma semelhante. wikipedia. maior a ocorrencia de mudança de fase.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis.htm) . uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal. quando se está gravando vocais. Estes filtros também são usados em masterização de áudio. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors.sengpielaudio. a menos que um determinado efeito seja desejado. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt. aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar. org/ wiki/ Oitava http:/ / pt. inductors. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. tendo também uma combinação de impedância de qualidade. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp. wikipedia. Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão. EQ é frequentemente usado com moderação. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www.

Ver também • Fonte chaveada . no entanto. Além disso. ela se encontra no lado esquerdo. retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. Se uma falhar. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. Fonte de Alimentação Redundante Está-se. gerando mais calor. um circuito retificador. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. não são acessíveis. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento. onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão). Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. Estes sistemas. Numa fonte de alimentação do tipo linear. consequentemente. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. a outra continua a funcionar (sistema redundante).

a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente. Em seguida. . sua composição se modifica. criando o molde do circuito desejado da lâmina. Depois. Ao final. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. I. Através dessa técnica o circuito é desenhado. fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. Ao atingir esse material. de um resistor. Um circuito elétrico simples. constituído de uma fonte de corrente.Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica. Esse negativo é conhecido por fotomáscara. R. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados.

mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. como mostra a figura abaixo. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado.Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. o inverso da diferenciação ou derivação. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador. onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: .

J.S. pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto. a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock. Editora Novatec. • Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. voltando a ser "transparente". É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". e não irá mudar até que EN volte para alto. isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND. Latch D Referências • TOCCI. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset.Princípios e Aplicações. A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D. sendo que a situação inversa é verdadeira. e não possui um detector de bordas como os flip-flops. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo.Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática. 2006. Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito. Sistemas Digitais . o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. Sempre que as duas entradas forem 0 lógico. formando uma realimentação dupla. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. Carlos. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. não permitindo o balanceamento das saídas. N. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente". WIDMER. Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR. ou seja. Este estado é chamado de memória. assim.. denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND. 2003 Tabela-verdade do Latch D . R.A versão com portas NAND.

Frequência Modulada ou outro tipo. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora. . O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. somente um deles é estável. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados.Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio). Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável. em que. O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor.

astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. ele é monoestável. Se possuir o dois estados citados. quatzo ou cerâmicos. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. Se possuir um. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência. etc. usa dois transístores realimentados entre si. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo. variações de temperatura. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. Clapp. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. Seiler. se denomina biestável. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. • Que tenha baixo ruído de fase. Vackar. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. • Osciladores LC: Hartley.Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. • Que tenha pouca distorção. que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. Em sua forma mais simples. chegue rapidamente à nova freqüência. Colpitts . variações de tensões de alimentação. Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. • Que quando for de freqüência variável. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. • Osciladores por freqüência sintetizada. Segundo seu funcionamento. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. então as mudanças de frequência são mais importantes. • Que quando for de frequência variável. Também são mais . o impulso sai de seu estado de repouso. varie sua freqüência de maneira repetitiva.

o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. Finalmente. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar. (Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. o qual complica o desenho. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro. Além que. . como o Hartley. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. relés. Alguns. Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes.Oscilador RF sensíveis à temperatura. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. Sem embargos. tem um conteúdo de harmônicos muito rico. Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais. O Colpitts é muito utilizado. a construção mecânica é delicada. mosfets. Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC. Pode ser analógico ou digital. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). Os osciladores LC são mais sensíveis. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. Sem embargo.

155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . seria a colocação de diodos entre as "chaves". Registrador Registrador é o mecanismo.Ponte H Para que o circuito fique protegido.um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. Por exemplo. registra) um dado ou um evento. no caso de o motor parar. converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores. ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo. Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. pois quando a corrente nao tem onde circular. • As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial . . circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda. é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. • Os registradores de centrais telefônicas.

em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . ou seja um vetor girante. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores. . e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase.de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema. velocidade angular). Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V).que pode se representada por uma série de fourier.Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador. Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. • Teoricamente . Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode. deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase. por exemplo). pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência). Nesses casos. e por isso. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema. O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace. Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)). Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo. e vice-versa.Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência.

acima e abaixo do ruido. um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. a saída está em nível baixo. Com somente um ponto de limiar de entrada. quando era apenas um estudante de graduação. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. quando a entrada está abaixo de outro limiar. Schmitt nos Estados Unidos em 1934. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente. sozinha. Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). a saída está em nível alto. a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger. depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída. . A ação dos dois limiares é chamada de histerese. Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto. Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador.Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. quando a entrada se encontra entre os dois limiares .

após o motor partir e receber toda a tensão da rede. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass. também chamada de resistência ou impedância equivalente. constituído por seis SCRs. Assim. e neste caso. a qual. Seu uso é comum em bombas centrífugas. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). corrente ou potência. por exemplo. como ocorre em partidas diretas. onde se deseja. pode-se controlar a corrente de partida do motor. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. 2. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. saber as grandezas elétricas como tensão. evitando sobreaquecimento dos mesmos. e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito. a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês). liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. ventiladores. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. .

Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin. Circuito Original. e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: . é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B. Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto.Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin.

Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. ac. com/ vol_1/ chpt_10/ 8. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto). Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. be/ cours/ 1005-01/ equiv. e vice-versa. html [2] http:/ / tcts. A esta configuração chamamos configuração Norton. pdf . Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares.Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. ou Equivalente de Norton. allaboutcircuits. desde que Vo = Z Is. Equivalente de Norton. fpms.

html . Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. e resistores. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal. allaboutcircuits. I. html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. fontes de corrente. R. em paralelo com um único resistor. com/ vol_1/ chpt_10/ 9. allaboutcircuits.

em outro. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. Por exemplo. São dispositivos similares os transpondedores. os transverters e os repetidores. Redes de dados Um transceptor. esse aparelho designa-se transmissor-receptor. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. mas não simultaneamente. Se esses componentes não forem comuns. ou um conector. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. converte um tipo de sinal. para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. Exemplo de um transceptor de redes de dados. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. em redes de dados informáticas. Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). Ver Também • Transceptor Gunnplexer .Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex.

Um circuito LC é um modelo idealizado. Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente. Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC. • é a frequência angular (em radianos por segundo). Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica. Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. teorema de Kennelly. tais como osciladores. filtros e misturadores de frequência. com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . medida em hertz é . também chamada delta-Y. sendo um componente chave em muitas aplicacões. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos. ou ainda. onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). estrela-triângulo. designcabana.

do indutor. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito. Visto que a exponencial é complexa. pela lei da corrente de Kirchoff. a solução represente uma corrente alternada senoidal. nós sabemos que a tensão através do capacitor. então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma .Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. então ou onde j é a unidade imaginária. e frequência angular Deste modo. nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. Portando. a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais. : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . nos sabemos que e Após rearranjar e substituir.

Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros. A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo. a razão L/C determina a sua seletividade. Para um circuito ressonante série. a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. mais estreita é a banda passante. possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC. nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita.Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica. Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL . Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . quando maior a indutância e menor a capacitância.

Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). o circuito RC. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). filtro RC ou malha RC. entre eles. Estes circuitos. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. o circuito LC e o circuito RLC. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). em geral. Este artigo considera o circuito RC. como mostrado nos diagramas. eles são capazes de atuar como filtros passivos. temos e a avaliação de s se torna . sendo alimentados por uma fonte de tensão. em ambas as ligações paralela e série. Como resultado. Em particular. o capacitor (C) e o indutor (L). Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. um número complexo. Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). Ele consiste de um resistor e de um capacitor. Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. o circuito RL.

Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. e as fases angulares são: e . Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e . Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente. a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem. vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: .

Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. Nesta configuração. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. Similarmente. A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Isto mostra que. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. . a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Desta forma. Com : . se a saída é obtida através do resistor. Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para . O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte. Com : .Circuito RC 168 . Entretanto. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. se a saída é obtida através do capacitor. as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam. as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas.

e. Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. a constante logarítmica natural. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. Com : 169 .Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor. Conforme a frequência aumenta. a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. A fase também depende da frequência. Assumindo uma entrada de passo (i. antes de e posteriormente): e . Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Isto efetivamente transforma . . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho.

7%) após cerca de . indo de leva para atingir a . Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa. Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . formando assim um circuito aberto. Para visualizar esta condição. Então C irá se . . possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. C será descarregado até cerca de 37% após . A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente. e estará eventualmente totalmente carregado. a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e . Desse modo.3%) após cerca de substituída por um curto-circuito. com C totalmente carregado. Desta forma. sendo que .Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor. . quando estará próximo de seu valor final. e quase completamente descarregado (0. . Quando a fonte de tensão é . como é mostrado nos gráficos. As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace. através da Lei de Ohm. e quase totalmente carregado (99. Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. considere a expressão para dada abaixo: . é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. Note que a corrente no circuito . Desta forma. e desta forma sua tensão é muito pequena.

. Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais. temos que Agora. quando . Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte. de modo que . Agora. que é um diferenciador "através do resistor". que é um integrador "através do capacitor". então . Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência.Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. Considerando a expressão para .

o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto. Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . a derivada da saída é um impulso em . Como resultado. ou CC). Desta maneira. sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. Alternativamente. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz. Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte. as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e .Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada .

entretanto. um número complexo. o circuito RL. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. como mostrado nos diagramas. Em particular. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). Este artigo considera o circuito RL. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. Estes circuitos. em ambas as ligações paralela e série. filtro RL ou malha RL. sendo alimentados por uma fonte de tensão. Como resultado. o circuito LC e o circuito RLC. Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). eles são capazes de atuar como filtros passivos. particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Ele consiste de um resistor e de um indutor. temos e a avaliação de s se torna . Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. o circuito RC. o capacitor (C) e o indutor (L). é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. em geral. entre eles. Na prática. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial).Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente.

Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. a os ângulos de fase são: e . vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: . a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo. Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente. a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. localizado em Em adição. Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e .

Circuito RL 175 . . A ZIR de um circuito RL é: . de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. sendo dada por: . a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero. Similarmente. Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . também chamada de resposta natural.

Desta forma. A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. A fase também depende da frequência. se a saída é obtida através do indutor.Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. se a saída é obtida através do resistor. Nesta configuração. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte. Com : . as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas. Com : . o circuito se comporta como um filtro passa-altas. as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Entretanto. Isto mostra que. apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. . Conforme a frequência aumenta. Com : . Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita.

Resposta de passo da tensão do resistor. indo de leva para atingir a . Desse modo. Então a tensão de . como é mostrado nos gráficos. antes de e posteriormente): e . O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. Isto efetivamente transforma . é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando . quando estará próximo de seu valor final. Desta forma. enquanto a tensão sobre o resistor tende a V.e. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. .Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. conforme o circuito atinge seu estado fixo. a constante logarítmica natural. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. Assumindo uma entrada de passo (i. Desta forma. .

este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. e praticamente totalmente descarregado (0. e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético. Como resultado. Como resultado. e praticamente zero (0. e a segunda segue facilmente. . conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar.Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente. Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e . Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação. e . As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace. impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito. .7%) após cerca de . qunado a fonte de alimentação é ligado. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0.7%) após cerca de 178 . A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. Note que a corrente. isto poderia levar à geração de arcos elétricos. de acordo com a Lei de Ohm. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. Se isto não ocorresse. R será descarregado a cerca de 37% após . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha . todos os circuitos possuem uma constante de tempo. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. .

html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC. Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga. um indutor (L). e um capacitor (C).br/curiosidades_filmes. tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima.unicamp. conectados em série ou em paralelo. Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz. existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros. a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.dmcsi. Para além disso. . ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R).fee.Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www. O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem.

isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. Na prática. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal. Neste caso. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível. Como resultado. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro. Para uma maior largura de banda. Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente). fator Q e frequência de ressonância com carga. que não é realizável na prática. Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. Alternativamente. e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. de igual forma. e para uma largura de banda menor. para aplicações em filtros passa-banda. em hertz: Q é uma unidade adimensional. um maior factor de carga é necessário. . ou factor Q (ver Equalizador). utiliza-se um menor factor de carga. a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. ainda existe uma resistência pequena. Na prática. Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência.

Notações do circuito RLC série: v . Se o circuito estiver com subcarga. os LC série e o LC paralelo. existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito. os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão.a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v.Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. R.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A).a corrente do circuito (medida em ampéres A) R . E. e C. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t). existem dois tipos de ressonadores. Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador. verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador . Da mesma forma. isto se torna . a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. como resultado (approx). Existem dois tipos de fontes de alimentação. Como resultado.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . L.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i . L .

Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo. acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0. e a tensão do capacitor VC(0). O primeiro já foi feito. tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática. visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor. as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0). De modo a resolver a equação propriamente. Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. existem três casos possíveis: . portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. IL(0). Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero.

Isto é chamado de "sobrecarga". as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos.Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos. Isto é chamado de "carga crítica". As soluções são: para constantes arbitrárias A e B . Duas raízes reais negativas. As duas raízes são idênticas ( ). as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso.

Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. ou fator Q. Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito. pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Quanto maior a qualidade. pseudo-periódico) 184 Neste caso. A Integral de convolução.Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam. as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): . A transformada de Laplace 2. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito.

Para fazer isto. é necessário uma solução para uma entrada básica. a sua derivada será a solução para a função delta. as raízes são idênticas ( ). Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível. a função delta de Dirac. existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside. a solução é: Carga crítica Nesta caso. a solução é: .Circuito RLC 185 Finalmente. No entanto. Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear. A equação então será.

. Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. L = 1 henry. e V = 1 volt. a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir. C = 1 farad. encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: . a resolução para a admitância complexa Y(s): Então. simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . obtém-se Admitância complexa A seguir.

a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor. . Notações do circuito RLC paralelo: V . tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito. encontra-se: .a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. L . e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I . aonde Φ é o fluxo magnético no sistema.a corrente do no circuito (medida em ampères A) R . Este é conhecido como a frequência de ressonância.

Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. . a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente. Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. e V. Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. especialmente nos sistemas de rádio e comunicações. No circuito série. na análise de circuito. depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte.Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. respectivamente. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. a tensão elétrica. sendo esta ligação diferente da ligação paralela. um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. ou coulombs por segundo). A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. Na ligação série. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. I. Como demonstração. ou joules por coulomb). que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). (medida em volts (V). geralmente. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. Entretanto.

. que não dispomos em um componente isolado. trocando em miúdos. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência.. Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente . A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. sendo percorridos pela mesma corrente. o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência.Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas. a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação. (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. são elas denominadas de série ou paralelo. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra.

ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras. Por essa razão. Por exemplo. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série. A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série. | .Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. uma bateria de carro. comprometendo a capacidade do conjunto.

tudosobreimoveis. Referências [1] http:/ / www. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência. joinville. com. php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. udesc. br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. um indutor (L). Acessado em 6 de abril de 2008. e um capacitor (C). corrente elétrica. asp?t=1& id=497 . • Normas ABNT . o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. miomega.Instalações elétricas [2]. • Básico de instalação elétrica [3]. | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. Todavia. com. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. br/ conteudo. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R). htm [3] http:/ / www. se os pontos não estão conectados. mundofisico. br/ index. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC. Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. conectados em série.Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. Acessado em 6 de abril de 2008. Acessado em 6 de abril de 2008.

Divisor de tensão com resistores Neste circuito. fazendo R1 = R2. é dada pela fórmula A partir desta fórmula. a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. ou simplesmente o divisor de tensão. a regra do divisor de tensão. Vout. é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout. Divisor de corrente com resistores Neste circuito. mais comumente. com uma associação paralela de resistores. dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. a regra do divisor de corrente. ou simplesmente o divisor de corrente. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin). temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. ou seja. . Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica.Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica.

e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos. deve-se calcular a magnitude da razão. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}. um filtro passa-baixas (de primeira ordem). neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. porém capacitores. de fato. Para extrair somente a razão de amplificão. . indutores. Este circuito é. a tensão é dada por Deste modo. Para impedâncias gerais Z1 e Z2.Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância. A razão contém um número imaginário. ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência.

A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia. Ver também • Filtro eletrônico . i. Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação.e. Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores. capacitores e indutores. Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple. capacitores e indutores..Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências. Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo.

têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída. algum tipo de codificação deve ser usada. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. Electrónica e Telecomunicações. Mónica. mas diversos sistemas. Rui L. . teoria da comunicação e teoria de controle. Para assegurar modulações freqüentes. • FIGUEIREDO. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações.3. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo. Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL. Dpt. por exemplo. É empregada principalmente em processamento de sinais. Acessado em 31 de maio de 2008. Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2]. 1996. A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. quando operados dentro de parâmetros nominais. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. a 8B/10B é muito comum. José. Instituto Politécnico de Leiria. Para que este esquema funcione. Acessado em 31 de maio de 2008. AGUIAR. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL).Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês). Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares.

Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor. scientificcommons. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico. org/ 249749 [2] http:/ / www. Assim. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor .Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. por definição. deetc. org/ [3] http:/ / www. scientificcommons. Vários componentes. ipl. isto é. isel. ambos são componentes eletrônicos. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência. • Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

50 V.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. harvard. isto é. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. fairchildsemi. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. pdf [2] http:/ / www. Está disponível numa variedade de embalagens. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. tais como: TO-92. pdf . 300 mW e frequências até 100 MHz. são semelhantes. Suporta correntes até 1 A. A única diferença significativa. com um Beta de pelo menos 100. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. SOT-23. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. com/ ds/ PN/ PN2222. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. é um transístor NPN. são de sinal contrário. e SOT-223. é que todas as correntes e tensões de polarização. O 2N2222 é complementar do 2N2907. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. eecs. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares.

são semelhantes. e SOT-223. A única diferença significativa. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. us. Está disponível numa variedade de embalagens. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. isto é. O 2N2907 é complementar do 2N2222. é um transístor PNP. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. são de sinal contrário.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. SOT-23. 50 V. é que todas as correntes e tensões de polarização. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. com/ ds/ PN/ PN2907. com um Beta de pelo menos 100. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. Suporta correntes até 1 A. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. tais como: TO-92. pdf . pdf [2] http:/ / www. Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. oup. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. fairchildsemi. 300 mW e frequências até 100 MHz.

60 V. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência. A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. Apresenta-se em embalagem TO3. com as características: 15 A. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. Outra aplicação típica em que é utilizado. que possuem geralmente encapsulamento metálico. O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www.2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. também pode ser usado em aplicações de comutação.de válvula termiônica. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 . PDF [2] http:/ / www. szmt. 115 W e um Beta de 20 a 70. Ao contrário da série 6S-. onsemi. com uma base octal de 8 pinos.

gda. pdf [3] http:/ / www. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. Conector 8P8C. pg. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. 250 e 600 MHz. mas possui também outras utilizações. 7-4. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45.6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. mif. ou roteador para outro roteador. Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. ele recebe o nome de crossover. org/ [2] http:/ / www. antes do advento do auto-MDI/MDIX. mif. pg. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. . RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. mas é obsoleto hoje. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7. gda. versões que trabalham em até 100. Daí. 7-2. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. Para aplicações de comunicação de dados (LAN. Cada um tem 8 condutores. o conector ser chamado RJ45 de computador.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

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• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

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• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. modos transparende e rajada (burst). livre de falhas.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos ciclo rápido e rejada (burst). para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica. controle de faixa. modos transparende e rajada (burst). para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. livre de falhas. para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos ciclo rápido e rejada (burst).

não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate .Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade.

redisparáveis) 214 .Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis.

Texas Instruments. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo. Texas Instruments. 1984 • Logic: Find A Device [1]. Second Edition. Second Edition. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. funcionando como limitador da corrente. National Semiconductor Corporation. Balastro electromagnético.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. Texas Instruments. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. mais frequentemente em rádios. O balastro. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s). normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. DL121R1 Series D Third Printing. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. 1976 Referências [1] http:/ / focus. marcado com G no esquema. Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual. são chamados de reatores electrónicos. balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. com/ logic/ docs/ generalcontent. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. Signetics Corporation. ti. 1979 • The TTL Data Book. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. . Texas Instruments Incorporated • IC Master. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. Motorola. principalmente na faixa de AM. 1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. é montado em série.

Como característica. A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). Desta forma. ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. A indutância mútua é expressa por M = u0. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente.n. e um integrador eletrônico. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. para obter a imagem da corrente propriamente dita. o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais. e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). S a área da seção transversal da bobina. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua. dada por Vo(t) = –M. Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada.(di(t)/dt). onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. que pode ser de material metálico (por exemplo. HPS e HPI. eletricidade. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga.S. Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. como HQI. a saber: um amplificador de instrumentação. sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz. . Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. n o número de espiras do toróide. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão.

• Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado. interruptores de toque. O CI foi projetado por Hans R. detector de pulso. . Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). etc. alarmes de segurança. etc. etc. graças a sua simplicidade de uso. Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips). Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração. Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. baixo preço e boa estabilidade. É composto por 23 transistores. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. Este componente continua em pleno uso. se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. Os usos incluem pisca-pisca de LED. chaves imunes a ruído. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. relógios. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. o CI 555 funciona como um disparador. geradores de tom. geradores de pulso. Suas aplicações incluem temporizadores. e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia.CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos.

Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída. o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo. Usando apenas um capacitor e um resistor. Durante um intervalo de tempo. a saída (out) permanece em +VCC. Limiar (threshold) .CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+. Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: . o intervalo de temporização. ou seja. Aplicação Gatilho (trigger) . VCC Terra ou massa (ground). Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset.Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC). pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída. Descarga (discharge) .A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. Tensão de controle (control voltage) . que deve estar entre +5 e +15V. A tensão (voltage) positiva da fonte.

5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes. Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar. etc). O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: .CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555. Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4. médico.

globu. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www. "555 Timer Tutorial.com/ds/LM/LM555.falstad.net/pp/portugues/PP/ne555.fairchildsemi.CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.pdf) • Simulação em Java (http://www.html) de um circuito oscilador utilizando 555 ." pág. Tony. 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www.com/circuit/e-555square.

bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. Também. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura. evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. durante testes e ajustes. Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica). tal como uma antena ou carga fantasma. cabo coaxial). . uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. e assim os ajustes realizados estarão incorretos. se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. sem características indutivas ou capacitivas. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor). ou seja. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. geralmente para fins de testes e/ou medidas. O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada. o transmissor poder ficar danificado. ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga.

e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções. • Elementos elétricos não existem fisicamente.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos. A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos. componentes existem. que servem para perceber movimentos. interconectados elementos elétricos. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. • Inversamente. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais. seus valores sempre têm um grau de incerteza. e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. um transmissor e um receptor. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos. têm menos do que propriedades ideais. Componentes elétricos.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. Ver também Componente eletrônico .

etc). Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV. conectores de cabos de rede de computador. Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos). DVD. videogames (console). microfones. muito utilizado em fones de ouvido e microfones. porém também pode conectar TV. desde placas de rede. DVD Players. DVD. Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. e até mesmo placas de vídeo de computadores. caixas de som. projetores. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos).Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. videocassetes. etc. mouses. existem também vários tipos diferentes de conectores. TV. conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. teclados. entre um computador e um periférico). Também existe Conector P2. Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor).

Para realizar uma conexão.Dois canais de áudio. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s.Um canal de áudio. Em mono é o positivo. Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones.Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos. O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio.A. dois de áudio e um de vídeo. Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea.U. e também em alguns 'headsets' de celular.Possui um orifício. Configuração do conector P2: 1. para a introdução dos conectores P2 macho. Referências [1] http:/ / en. wikipedia. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato.Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. Isolante. Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo . utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas. • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. * P2 fêmea . GND. e possui duas faixas pretas no contato. Nos E. Também conhecido como Plug P2. amplificando o som . • P2 macho Estéreo . 3. 4. 2. em Estéreo é o canal esquerdo. Modelos • P2 macho Mono . Canal Direito de áudio. é conhecido como TRS Connector[1]. org/ wiki/ TRS_connector .

Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas. no interior das quais se insere o cristal. ou mesmo. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos. Quando usada como modulador. as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. Célula Pockels Longitudinal . conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico. principalmente. respectivamente. mas ocorrem perdas ópticas severas. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula. Quando usadas como sensor. A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. No caso da célula Pockels longitudinal. que algumas vezes não podem ser toleradas. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. por tintas metálicas.

Uma vez ligado. o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado. .Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz.

ao comportamento de uma lâmpada de neon. Como um DIAC é um gatilho bidirecional.DIAC 227 DIAC O DIAC. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2. é um gatilho bidirecional. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs. chamada de corrente de corte. porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida. Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . Este comportamento é de certa forma similar. ou DIode for Alternating Current.

no mesmo alinhamento que o seu símbolo. O terminal mais próximo da barra fina é o catodo. com correntes iguais ou menores a 1 A. Aparência real do diodo.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação. usado como retificador de corrente elétrica. Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro. Tipos de divaldos.3 V(germânio) e 0. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor. existem outras tecnologias de diodo. no entanto. Possui uma queda de tensão de 0. . O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos.7 V(silício).

como nas duas figuras abaixo. Quanto maior a intensidade da dopagem. há corrente e a lâmpada fica acesa. já que não circula corrente. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas.3 V na resistencia. fará com que haja uma queda de tensão de 9. obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. não circulará corrente eléctrica no circuito. uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. o diodo fará papel de uma chave aberta.7 V ficam no diodo. 0.7 V. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta. E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. Quanto maior for sua temperatura. utiliza-se principalmente o elemento Indio. no caso do diodo de silício. Para a formação do cristal P. Na polarização inversa acontece o seguinte. Dopando esses cristais com elementos trivalentes. utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. dependendo da polaridade da tensão aplicada. normalmente feitos de silício e germânio. logo a lâmpada fica apagada. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. não há corrente. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P). A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). assim. a tensão ficará toda retida no diodo. ou seja. pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado. pois 0. e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). maior será a condutibilidade dos cristais. nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada. Para a formação do cristal N. não haverá tensão no resitor.

ele está defeituoso e em curto. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo. . acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo. assim como qualquer componente eletrônico. ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas.Diodo semicondutor estrutura. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). gerando regiões de condução do cristal. a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. Após dopadas. outra com falta destes (lacunas). que é quase desprezível. haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. ele também está defeituoso e em aberto. uma com excesso de elétrons. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. pode-se verificar se ele está com defeito. e entre ambas. ficando em curto ou em aberto. se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo. Assim. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N. chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). chamada de corrente de fuga. Testes com o diodo Os díodos. ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. além de indicar isolação quando ocorre o inverso. o diodo pode danificar. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. que também é quase desprezível. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. Assim. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm.Além da corrente.

Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. A certa altura o potencial U . significa que os elétrons circulam em dois sentidos. CC (DC). Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC). pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção. formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN . isto é circula num só sentido. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência. este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica. Corrente contínua. diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. este processo dá-se devida assimetria de cargas existente. CA vem de Corrente alternada. portanto.Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados.

a sua tensão de condução não é única. ao atingir uma determinada tensão inversa.5 Volts).Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. existe uma pequena corrente inversa. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. no diodo convencional.3 Volts no diodo de germânio. chamada de corrente de saturação. Quando está polarizado diretamente. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica. causando o efeito Joule. conforme a curva não linear de corrente versus tensão. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente. o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. Na realidade. à temperatura ambiente. ou seja. já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. Símbolo do Diodo zener. não conduz reversa de 17 volts. Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa.6 Volts no diodo de silício ou 0.6 a 0. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical. sendo considerada dentro da faixa de 0. Por esse fato. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0.7 Volts para o diodo de silício. A diferença é que. para que a corrente elétrica comece a ser conduzida. No diodo Zener acontece a mesma coisa. e consequentemente . em polarização reversa. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche). Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. acima da tensão de ruptura da junção PN. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente.

existem vários tipos de diodos. Quanto ao valor da corrente máxima admissível. não sendo possível reverter o processo. 5. No diodo Zener. 9. destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura. mantendo constante a tensão entre os seus terminais.3 Volts.1 Volts. vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener.VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC .15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC . Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo.1 Volts. Por exemplo. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada. 0. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx . 6. o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa. . ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]). por exemplo. por outro lado. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como. existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo. 12 Volts e 24 Volts. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo.

os elétrons não saltavam. deixar o cátodo positivo e a placa negativa. composto pelo cátodo quente e pela placa fria. isto é negativo. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). Os eletrodos do díodo são a placa. Uma vez aquecido o cátodo. Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo. quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. Diôdo vem de DI. e o cátodo. isto é. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor.Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. prefixo que significa o algarismo dois. . não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. que são ligados a dois terminais na base da válvula. mesmo aquecido. ou ânodo. Ao inverter a polaridade. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre. e ODO sufixo que significa eletrodo. os outros dois estando ligados ao filamento. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. quando inverso. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. existe corrente eletrônica.

mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. como as memórias flash. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. eletricamente. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. Ao contrário de uma EPROM.000 e 1 milhão. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. que variam entre as 100. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco. Pode ser lida um número ilimitado de vezes.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação. mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita. porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez. ao passo que as células da memória flash só . fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento.

Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações. 236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • .EEPROM necessitam de um.

27C128 27256. e um aviso de copyright. 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . pela qual o Algumas EPROMS. 27C16 2732. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento. como o exemplo ao lado. pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. usam EPROM interna para armazenar seus programas. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . 27C256 27512. Uma vez programado. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. Alguns microcontroladores. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. O Gravador tipo Willem. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. 27C64 27128. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas. 27C512 27C010. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". é não-volátil. Para se programar uma EPROM. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. Em outras palavras. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol. pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash. apagamento.bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos. a revisão da BIOS. Isto é útil para desenvolvimentos. é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. 27C32 2764.

br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. circuitos que acompanham as televisões. O terceiro grupo é composto pelas interconexões. construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional. • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. São basicamente buffers. • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS. • CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array). isto é. Um FPGA da Altera com 20. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador). blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix). macsymtec. Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais. como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www. Utilizando os CLBs. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia.EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS. etc. com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. já vêm todos pré-programados.. Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . uma forma de encapsulamento de circuitos integrados. com. Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis.000 células. O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). celulares. sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM.. Foi criado pela Xilinx Inc.

Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. . Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. 2. a empresa Altera Corp. pequenos microprocessadores e memórias.. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. blocos de entrada e saída. em 1983. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. 4. toda vez que o FPGA for energizado. em função das necessidades de cada projeto. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. Geralmente. por exemplo. Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. o que implica perda do conteúdo armazenado. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional.FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. da empresa Altera Corp. Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops. A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como. Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. Dessa forma. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. 3. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e. ao mesmo tempo. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. por exemplo. e chaves de interconexão. foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs. uma alta densidade de portas lógicas.

.FPGA 5. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. entre 11 e 20 Vdc. Além disso. o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. tais como. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. 6. característica denominada ISP (In System Programmability). que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais. esses fatores devem ser avaliados. tamanho.Na escolha de um dispositivo reconfigurável. da mesma forma que uma memória EEPROM. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM. Devido à volatilidade dessas memórias. Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). resistência. 7. capacitância e tecnologia de fabricação. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. Aplicando-se uma tensão. Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos. especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM). entretanto é rapidamente reprogramável. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais. por exemplo.

Alexandre César Rodrigues.LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies. por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos.UFCG [17] . Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2]. Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores. Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor. Cesar Giacomini Penteado. são produzidos pelas mesmas empresas.Grupo de Arquiteturas Dedicadas .000).Novatec Editora. baseados em EEPROM. são baseados em RAM. Forum. Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade.Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA.Laboratório de Arquiteturas Dedicadas .Grupo de Engenharia da Computação .000.. muitas vezes. • Edward David Moreno. Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez. • FPGAs. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt. The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO . • FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos. CPLDs não têm. ISBN 85-7522-088-8. Webcast. Referências • César da Costa. CPLDs são. Asynchronous-SOPC research. CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos. Projetando Controladores Digitais com FPGA [1]. notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo . • CPLDs têm um tempo de resposta melhor. • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM.Centro de Informática da UFPE [16] LAD .FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos. tipicamente. existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1. IP. Porém.Centro de Engenharia Elétrica e Informática .).. tipicamente. Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] . Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). Novatec Editora.

uk http:/ / www. br/ ~greco/ home. neu. br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. Altera. duth. edu/ groups/ rcl/ index. latticesemi. com/ . Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA. php [17] http:/ / www. com. lad. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. Inc. arl. PI Componentes[18]. cin. usp. vt. br [18] http:/ / www. wustl. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. icmc. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. edu/ [13] http:/ / www. ee. html [9] http:/ / www. na2. edu [16] http:/ / www. edu [15] http:/ / wiki. html [8] http:/ / www. ufcg. edu. html [11] http:/ / www. com/ products/ fpga/ index. ca/ ~stevew/ projects. com/ [21] http:/ / www. Segundo maior fabricante de FPGA. htm http:/ / cas. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. com [7] http:/ / proteas. eecg. byu. com. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. picomponentes. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. ee. ic. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. ku. ece. ccm. gr/ index. htm http:/ / www. br [19] http:/ / www. e lider do mercado. ece. cfm [20] http:/ / www. achronix. ubc. com/ [22] http:/ / www. fpgaCentral. Maior fabricante de FPGA. mathstar. ee.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. dsc. ittc. novatec. html [10] http:/ / www. es/ home. ufpe. emlabs. ece. novatec. quicklogic. com. toronto. ac.

como o próprio nome já diz. A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. se for um tríodo. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica. No caso de lâmpadas incandescentes. perpendicular à secção do cátodo. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo.Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo. se deve à sua proximidade ao cátodo. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. a função do filamento. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. . Sua construção é de forma elíptica. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. Já em lâmpadas fluorescentes. permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico. podendo levar o dispositivo ao corte. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo. ao centro. porém. entre os eletrodos existe uma grade de controle. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações.

a resistência no LDR aumenta. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. geralmente acima de 1M ohms. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. e quando a luz é baixa. Ver também • LED • Resistor . Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. LDR. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12. LDRs menores estão também disponíveis no mercado. aproximadamente 100 ohms. • Luz muito brilhante : resistência mínima.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. mas nos últimos anos. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. como com qualquer outro componente.

e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. também pode ser encontrado em tamanho maior. Por exemplo. próximo à junção. Quanto maior a mobilidade dos portadores. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). possuem ambos os dopantes (P e N). Neste caso. No silício e no germânio. A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. seja liberada. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. Já em outros materiais. elétrons e lacunas se recombinam. que até então era livre. menor será a perda de energia. Na região de contato das áreas. se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. A luz não é monocromática (como em um laser). entre outros componentes electrónicos. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente. Portanto. dentro da estrutura. na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. Na ligação. portanto mais baixa será a resistividade.Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. Isso implicará. formando o semicondutor do tipo N. o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. o semicondutor torna-se do tipo P. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). a chamada barreira de potencial. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. Na outra área do semicondutor. o semicondutor será do tipo P. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons . isto é. portanto. deixando "lacunas" (ou buracos). que são os elementos básicos dos diodos e transistores. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. como em alguns modelos de semáforos. Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. contudo. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. na redução da Mobilidade dos Portadores. os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor.

Dopando-se com fósforo. Com o barateamento do preço. pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. com o uso de outros materiais. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. e que são formados por três "chips". pode acontecer na banda de valência ou na proibida. Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). que absorve a luz azul e emite a luz branca. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). A recombinação entre elétrons e lacunas. . os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). seu alto rendimento e sua grande durabilidade. dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. um vermelho (R de red). portanto. um verde (G de green) e um azul (B de blue). Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. A cor. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida". o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. e devem substituí-las a médio ou longo prazo. a emissão pode ser vermelha ou amarela.Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. a luz emitida pode ser verde ou amarela. Existem também os leds brancos. consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem. Hoje em dia. violeta e até ultra-violeta. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas. mas a banda colorida é relativamente estreita. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes. Se o material semicondutor for puro. de acordo com a concentração.

sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor. Semáforo de LED com contador regressivo. os amarelos com 1. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. Nos leds retangulares.0V e 3.6 a 3.0V. Além de mais largo.0V. São Paulo. ou por ser o terminal mais curto dos dois. A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW. sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"). os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo. Brasil. Mas.7V.5V. e vice-versa. Há também leds bi-colores. alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo).7V ou 2. os leds operam com nível de tensão de 1.000 ou mais horas. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação. Existem . de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds. violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro. enquanto os leds azuis. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos. os verdes entre 2. Nos leds redondos. se o invólucro for semi-transparente. Sendo polarizado. os vermelhos com 1.3V. com um tempo de vida útil de 100. Assim.Diodo emissor de luz 247 Em geral. Como o led é um dispositivo de junção P-N. Nesse caso. ou então deixam esse terminal mais curto. na cidade de Poá.

VLED = 2 V: R1 = (12 . os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos. limitando essa tensão reversa em torno de 0. Vfonte = 12 V. Para fixação nesses painéis.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais. br .o LED .008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos. quando alimentado por tensão C. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum). os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro.fica no corte. Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas. com.2)/0. podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido.015 = 10/0.008 = 10/0. uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada. Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED. quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor. onde Vfonte é a tensão disponível. o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED).. e o terceiro comum às duas junções. outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais. sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www. Tipicamente. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam.7V (tensão direta máxima do diodo). já que além das duas cores independentes.A. cada qual gerada em uma junção. resultando na emissão de luz alaranjada. Geralmente. Assim. Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança.015 = 680* R2 = (12 . com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele . everlight. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique. Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA.2)/0. Como o diodo. esse tipo de led é na realidade um "tricolor". Por isso. é comum o uso de suportes plásticos com rosca.

onde as comportas (gates) eram de metal. O MOSFET opera como um resistor. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. como o da fonte ou do dreno. controlado pela tensão na comporta. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele.MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS). Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. principalmente a IBM. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico). tais como o arsenieto de gálio. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. e não há condução entre o dreno e a fonte. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . de longe. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. há uma fraca corrente invertida. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). A corrente do dreno para a fonte é. mas alguns fabricantes. Os chips modernos usam comportas de polissilício. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. é. assim. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. O transístor é ligado. mas ainda são chamados de MOSFETs. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. e é quase sinônimo de MOSFET. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips.Vth .

os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. pdf [2] http:/ / www. 21ppi. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. "Social Conditions for Technology Creation" [1]. Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. 250 Em circuitos digitais. html . uma parte do canal é desligado. Retrieved Sep. org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. org/ english/ policy/ 19991006/ technology. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. faqs.MOSFET O transístor fica ligado. 2005. By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits . 16. Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999).

etc. controlador de LCD. html http:/ / hardware-hacking.voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits. etc. ti. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits.voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . saída e uma função especial de hardware como USARTs.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx . com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking. de/ msp430/ index. msp430. elektronikladen. 12 e 16 bits. Estas possuem funções de entrada. DACs. com hardware-hacking. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo. ubi.MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. com . ADCs de 10. amplificador operacional. Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. comparador analógico. pt http:/ / www. São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx . com/ msp430 http:/ / www. USARTs.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx .

000 V no catodo). o que é feito. podendo causar queimaduras ou até câncer. OBS. funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. no caso do Magnetron. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. Estas cavidades por sua vez. Assim. Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa.Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas.O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. IMPORTANTE . . Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts).450 MHz. aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento. Funcionamento Como toda válvula termoiônica. O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4. com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo.

etc. Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). Se o ponteiro mexer. Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil. eventos esportivos. Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. o magnetron está em curto e deve ser trocado. O ponteiro não deve mexer. Megafone eletrônico. Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento. O ponteiro deve ir até o zero. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. anúncios. A maioria dos megafones atuais são elétricos. Se isto ocorreu. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. basta ressoldá-lo. Se o ponteiro não mexer. Nos filmes. os megafones são utilizados em manifestações. . normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. Muitas vezes. o filamento está aberto (defeito raro).

por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). . dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba. permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. flash drives USB (pen drives). trata-se de um chip re-escrevível que.[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória. MP3 Players.Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive). armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. Em termos leigos. PDAs. ao contrário de uma memória RAM convencional. cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM.

NOR e NAND). apresenta menor consumo de energia elétrica. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory).000 de ciclos de limpeza. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. Califórnia. O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash.[1] .Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980. e até mesmo imersão em água. não tem peças móveis. sendo assim. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados. pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. sua alta resistência. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. seu baixo consumo de energia. Sr. variações extremas de temperatura. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state). A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. Sua resistência é de 10. sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. Shoji Ariizumi.000. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos.[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos. foi inventada pelo Dr. contando com recursos como ECC (Error Correcting Code). Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão).[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente.000 a 1. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. Além disso. Masuoka.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos. Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço. o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr. que permite detectar erros na transmissão de dados. latências e peso muito mais baixos. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis. O Dr. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. De acordo com a Toshiba. evitando problemas de causa mecânica. já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais. o compactflash veio a ser baseado nele. sua durabilidade e segurança.

Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. Cada bloco consiste em um determinado número de páginas. palmtops e firmware. em blocos de células.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash. isto é. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados. seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes.[3] . mas com baixa velocidade.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base. mas com a introdução do tipo NAND. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos. desapareceram deste ramo. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso.[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989.[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash. caso todos os blocos fossem bons.a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. a NAND e a NOR. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente. e ao seu alto tempo de gravação nas células. As páginas são tipicamente 512. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. chegando ao mercado em 1988. faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes). sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos. em vez de acessá-las de maneira individual. que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. Mas embora esses problemas existam. Foi a primeira a se popularizar.

tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. O custo da NOR é muito mais elevado. Dell e Microsoft. mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo. esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. ou em número de “X” como 60x.Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes. escrever e apagar dados nos chips NAND. formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. LGA-52 e BGA-63. O tempo de acesso influencia no desempenho. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias. • mecanismo de auto-identificação. ruído. A leitura é muito mais rápida na NOR. 100x ou 150x. torna-se atraente se considerarmos velocidade. Por exemplo. A ideia de um drive de estado sólido. permitindo assim a compatibilidade com câmeras. comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND . Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND. enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória. dispositivo ligado ao PCI Express. A versão 1. então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados.tais como a Intel. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício. Na prática. Alguns fornecedores.[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. A NOR permite acessos aleatórios. incluindo a flash cache. computadores. pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar). o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos. O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. Porém. ou SSD. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. • um comando padrão estabelecido para ler. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. incluindo Intel. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48. Por exemplo. Micron Technology e Sony . usando a flash como uma .[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. consumo de energia e confiabilidade. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14.

o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008. org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008. [2] Emerson Alecrim . Morimoto. [4] Carlos E. uol. O circuito integrado de um Intel 8742. portanto. interfaces de entrada e saída de dados. guiadohardware. como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados.ATA. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. [5] Wikipedia Español . e. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos. 2048 bytes de processadores.Memoria flash (http:/ / es. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. barramentos e afins (http:/ / wnews.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. memória somente de leitura para armazenamento de programas. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008. php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz. dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC). no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica.Flash memory (http:/ / en. Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. O seu consumo em geral é relativamente pequeno. SATA. br/ site/ noticias/ materia_especial.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008. 128 bytes de RAM. Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. wikipedia. memória e periféricos de entrada/saída. contendo um processador. EEPROM para armazenamento permanente de dados. infowester. É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . é controlador embutido. pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip. lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. Um outro nome para o microcontrolador. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). com. wikipedia.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. com/ cartoesflash.

o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. De forma diferente da programação para microprocessadores.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. disco rígido. controles remotos. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto. firmware e circuitos. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). como sistemas de controle de motores automotivos. onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir. Por reduzir o tamanho. forno de micro-ondas. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. custo e consumo de energia. ou um sinal que chega via uma interface de dados. máquinas de lavar. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. . Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. dentro do monitor. telefones. Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. sistemas de supervisão. aliados a facilidade de desenho de aplicações. Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. De forma oposta aos microprocessadores. como por exemplo o acionamento de uma tecla. juntamente com o seu baixo custo. relógio de pulso. a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. etc. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. como os motores a combustão. É erro de projeto superdimensionar. Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais. brinquedos. fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. Você está certamente cercado de dezenas deles agora. etc. outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados. rádio relógio. máquinas de escritório e residenciais. que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples". Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações.

• 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004. cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM.Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) .

Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .

scienceprog. Inc. picguide. com .) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. (Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi. org [2] http:/ / www. • BASIC Stamp Renesas Tech.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. Corp.

placas de protótipos. SOIC. SPI. Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores.Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology. de 16 bits e. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. etc. . encontram-se disponíveis: gravadores. que processam dados de 8 bits. acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. EEPROM e OTP. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits. depuradores. utiliza-se um gravador apropriado. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. emuladores. Como ferramentas de desenvolvimento. DIP. CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos. Para tal procedimento.Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. TQFP. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller". com recursos de programação por Memória flash. etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C. USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1].Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . de 32 bits. C. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções).8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23. Funcionam com tensões de alimentação de 1. mais recentemente. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento.consumo de nano Watt CRC .

Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp. incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). mais instruções (58 de 16 bits). mais um acumulador W. O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. com os PICs como seu produto principal. as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650. não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. e relativo. mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. comparado com os 144 do Z8). . Existem até 31 registradores diretos. mais registradores (232 a 454). O PIC16x é muito simples. tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. Ele tem pipelines marginais (2 estágios. As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. com 2 ciclos). o sucessor do 1600 mais comum). mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). 1 de busca e 1 de execução).R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). embora R1 a R8 também tenham funções especiais .Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. indireto. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic). A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa. que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados. Esse modelo está obsoleto.

que eram essencialmente semicondutores de potência. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. embora mais lenta que a proposta de Harvard. não pensava particularmente assim. A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade. na realidade a marca é PICmicro. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. por volta de 1975. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. o conceito de ser baseado em CMOS. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados. e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x. no Arizona. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. contudo. Ele era projetado para ser muito rápido. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. chamada Arizona Microchip Technology. No final dos anos 80. de Peripherical Interface Controller em inglês). e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU. o CP1600. Apesar de ser uma boa CPU. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. O PIC usava simples . O mercado. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. o EPROM. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. (subsidiária integral). Como parte da estratégia. dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. incluindo a fábrica em Chandler. no começo dos anos 70. a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. Antes disso. Era um microprocessador razoável.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments.

266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. núcleos de controle de motores. o que na época era obsoleto. com [6] http:/ / www. microchip. UARTS. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. wikipedia. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial.) e memória de programa de 512 a 32k palavras. pictutorials. com. com . Em 1985. etc.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. htm [7] http:/ / www. br/ novidades. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. Os PICs contudo. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). artimar. e e embora o termo não tenha sido usado na época. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. wikipedia. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en. co. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável. wikipedia. org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. e os novos donos cancelaram quase tudo. mikroelektronika.

os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz . shows e na transmissão de rádio e televisão. Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. gravadores.Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. que é de facto uma tensão de polarização. eram designados como microfones de velocidade. rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. Microfones são usados em muitas aplicações como telefones. aparelhos auditivos. sem que haja microfonia.Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º). . • Cardióides . água ou num material sólido) em um sinal elétrico. chamada de phantom power. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico.seja no ar. No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua. Desta forma. é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim. porém.Captam além dos sons emitidos na sua frente. • Super e Hiper-Cardióides .Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. parte dos sons emitidos na parte de trás. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8. o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. De facto. Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. Exemplo de microfone. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador.Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula. mas como o microfone possui massa. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. sua captação é reduzida. os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais). • Bi-direcionais .

5% a 1000Hz . no caso dos microfones de condensador. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita. o que origina um muito maior gradiente de pressão. Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo. Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas. Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. no caso dos mics dinâmicos. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância. uma fina camada de ar. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica. onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana. inferior a 600 ohm. como se de uma mola se tratasse. em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. caracterizando a sua eficiência. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0.

Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil . Um microfone comum de computador. microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos. na amplificação do som ao vivo e em gravações.Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota. como telefones e computadores. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio.

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

Tendo isso em vista. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. inserir e soldar. inserindo parte na placa. Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. protótipos. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0. o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. por meio de furos metalizados denominados de barrel. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole.008” (0. os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH. capacitores e diodos). é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. conectores de diversos tamanhos. também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. Resistores through-hole. finalmente. Os componentes PTH são fixados na PCI. técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos. isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. porque são mais fáceis de lidar.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. .2 mm) maior do que o diâmetro do terminal.

medição ou polarização de circuitos eletrônicos. André Luis de. Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1]. br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta. utilizado para controle. Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . Referências [1] http:/ / bibdig. ou seja. 2006. faj. Faculdade de Jaguariúna.Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura.

ou seja. ou só de leitura. significa que. São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos. Read-only. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0. o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. A sua velocidade de processamento também é maior. Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos. PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final). que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5. permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. ao contrário do que acontece com a memória convencional. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem. A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória). Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. O rebentamento de um fusível abre uma ligação.5V. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) . de 12 a 21 volts).PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento.[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1. Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC. Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom.

não confundir com Placa de Circuito Impresso. filamento. estes elementos são o ferro. de forma a irraiá-lo para fora. Sendo que naquela época. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. inovacaotecnologica. Díodo termiônico. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City. Nova Iorque. com. & #32. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www. Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo. • EEPROM. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM. pois.PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. o níquel. isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica. os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. visto que uma das implementações originais incluía queimar. literalmente. br/ noticias/ noticia. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. php?artigo=010110060605). é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada. do dispositivo. cátodo e grades. A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica.Página visitada em 2009-06-29. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. o carbono e o tantálio. br.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. existe uma placa metálica. com. vestindo aos eletrodos internos . http:/ / www. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. inovacaotecnologica.

Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. ou seja. O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. mas não a instalação elétrica. menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. . que era na ocasião era o único padrão. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica. Por exemplo. O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11. o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. através da Comissão Federal de Comunicações (FCC).Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). Utilizado para controle. Em janeiro de 2001. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector. Eles substituíram os conectores mais vultosos. Estes padrões de interface são mundialmente usados. etc. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. RJ45. RJ14. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta.

mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado. incluindo Ethernet. não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C. htm . accesscomms. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. arcelect. Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. com/ RJ_Jack_Glossary. para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". (Veja cabo Categoria 5). informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. para parte superior do telefone. • "RJ45": 8P8C. para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www. htm [2] http:/ / www. com. as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). "RJ22": 4P4C ou 4P2C.RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. os próximos dois formam o segundo par. "RJ10". au/ reference/ RJreference. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C.

porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia. Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. bombas de água e carros eléctricos.a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia.como acontece com ventiladores. E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai. no que diz respeito à corrente.usp.if. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores). contanto que esse outro tipo de energia não seja calor. Vemos que. equação geral: U=E'+r. Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico.br/ . Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz.i http://efisica.

tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. Para evitar tal fato. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. caso haja aquecimento. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. ou mesmo de relé bimetálico. caso seja superior ao limite de ajuste. corrente que vai para o motor. Sua fabricação se dá. O relé térmico é uma réplica do motor. Tempo de disparo a partir do estado frio . A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. no caso do motor trifásico. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. Este aquecimento é prejudicial ao motor. o par bimetálico se deforma. Função Também chamado de relé de sobrecarga. promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase. pode não ser o bastante para proteger o mesmo. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor. conforme tabela abaixo. pois a instalação em uma ou duas fases. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido.

Seleção e aplicação de motores elétricos. edu. [1] Referências bibliográficas 1. S. Referências [1] http:/ / www. faatesp. P. SP. 1998 – (Série brasileira de tecnologia).Relé térmico 279 Classe 1.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. São Paulo.2Ir 1. M. São Paulo acesso em: 26 maio 2010. da C.05Ir 1. Editora Érica. São Paulo.351. LOBOSCO. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores.. ed. McGraw-Hill: Siemens S. 250p. 2. Acionamentos Elétricos. J..5Ir 7. 4. O. pdf/ . SP. 2008. FRANCHI.A. P. DIAS. C. Circuitos de Motores. L.

Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros. biscoitos que consumimos. a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo. É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas).este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé. nos processos de fabricação de alimentos. pães. nas linhas de produção das peças que os compõe. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos. como o da imagem ao lado. uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito. um campo eletromagnético é gerado. é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. Sendo assim. nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. No caso do Relé eletromecânico. Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos.Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não.usina hidroelétrica . Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir. criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. Introdução Um simples relé eletromecânico. Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil .e que chega a nossas casas e industrias.

Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso).Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830. em reconhecimento do seu trabalho. IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais. • Terminais . A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico. À frente deste Instituto. desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. • Mola de rearme. *Terminais para conexão em Bases (Sockets). é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente.estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. • Conjuntos de contatos. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. foi batizada de henry. magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. onde se exige uma facil reposição e manutenção. a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). embora mais uma vez. de 1846 até à sua morte. • Armadura de ferro móvel.constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. inventado por Morse e Wheatstone. enquanto construía eletroimãs. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua. mais tarde conhecido como Universidade de Princeton. seja qual for sua natureza. Para aplicações industriais. mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância. Em 1832. Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey. 32 anos depois. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. não tenha sido o primeiro a registrar a patente. . estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. Joseph Henry Após a sua morte. adaptando esta aplicação através de bases/soquetes.

exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé. Então temos no relé uma bobina. Em uma aplicação de baixa tensão. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação. Enquanto a bobina se mantém desernegizada. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. o contato é atraído fisicamente. e vice-versa. o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito. necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso.Normal Open (inglês) . dependendo da função do relé. se os contatos foram abertas. de contatos presos a molas. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). . que é soldada ao PCB. uma rede de proteção de contato. uma armadura de ferro móvel e um conjunto. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. Então quando energizado. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). Os relés. Alternativamente. a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. consistindo de um capacitor e resistor em série. a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética. a depender da função do relé no circuito. Para ilustrar melhor. atraída pelo campo magnético gerado.normal aberto Em alguns casos. através do terminal. é substituída pela força da gravidade.normal fechado • NO . a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética. Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. a sua posição relaxada. pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). em que a força da mola. Quando a bobina recebe a corrente elétrica. a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica.Normal Closed (inglês) . a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. isto ocorre para reduzir o ruído. também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé. • NC . um diodo é freqüentemente instalado na bobina. O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). ou conjuntos.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB). sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). comuns nas partidas de motores industriais. Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. Quando a corrente na bobina é desligada. Quando uma corrente elétrica passa através da bobina. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. Há casos também. isto ocorre reduzir a formação de arco. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada.

O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca. Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. através de seu material. que pode ser por exemplo carbono ou silício. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. porém há uma queda de tensão. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. que possui como unidade ohm. ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). ou então usando um ohmímetro. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. conforme norma brasileira. Utilizando-se disso. . A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos. freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis. É comum encontrar na iluminação públicas. Alguns resistores são longos e finos. a partir do material empregado. com o material resistivo colocado ao centro. lâmpadas acesas durante o dia. ou SMT. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais.

d. corrente e resistência. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas. Em resistores codificados com cores. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente.p. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita). e R é a resistência em ohms.p. e é a área da secção transversal. e corrente especificadas. que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. pelo mesmo. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos. Além disso. um pedaço de plástico. Isolantes (tais como ar. de qualquer material é um tipo de resistor. Um resistor tem uma d. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas. O corpo humano. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. também estão disponíveis. o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica. Na prática. Qualquer objeto físico. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima.241506 x 1018 elétrons por segundo. diamante. também chamados de resistores de precisão. o material do objeto é chamado de ôhmico. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. uma corrente com a intensidade de 1 ampère. através de um objeto é dada por uma simples equação. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt.Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. uma unidade SI. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e . Resistores com tolerância menores. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. 1/4 watt e 1/2 watt. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra. A relação entre tensão. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. por exemplo). e inversamente proporcional à área da secção transversal. que diminui a superfície disponível da área. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada). que é determinada pelo tamanho físico. uma faixa dourada significa 5% de tolerância. como 20 Watts. apenas uma série limitada de valores. Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores. Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência. A medição crítica de um resistor é a resistência. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância. e corrente máximas de trabalho. estão disponíveis. chamados valores preferenciais. R é constante—ao longo de uma gama de valores. é o comprimento. aproximadamente 6.d. A maioria dos metais são materiais condutores. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns.

são um caso particular. Geralmente são utilizados com altas correntes. 1000 porque à temperatura 0 °C. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. visto que em vez de metais usam semicondutores. • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. .V. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. por isso alguns autores não os consideram resistores. mas com coeficiente negativo. A relação geralmente é directa. têm uma resistência de 100ohm. Os termistores PTC e NTC. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico.O. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal.Resistor capacitância. por exemplo. e instrumentos de medidas. Quando a temperatura sobe. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. sendo um fixo e o outro deslizante. a resistência do PTC aumenta. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. rodando manualmente. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). ou como "trava" em circuitos eletromotores. Quando a temperatura se eleva. Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas. ou seja se a temperatura sobe. sua resistência cai. Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Metal Óxido Varistor ou M. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100). NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. Reostato é um resistor variável com dois terminais. em série com a bobina desmagnetizadora. a resistência também sobe. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. Os metais mais usado são a platina.

A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: . A relação geralmente é inversa. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa.Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. de acordo com a intensidade luminosa incidida.

41.09. 7. 6. 1. 3.49. 2.96. 3. 7. 4.05.25 0. 6.07.25. 2.99. 3.32.00.89.75.87.00.6 3. 5.48.23. 1.53.55. 2.90. 3.36. 3.11. 1.70.09.2 1. 1.42.96. 1. 4.7 4.05.40.65.11.47. 2. 1. 4. 2.09.97.9 4. 3.92. 1. 6.57.3 4. 6.17. 4. 1.6 6.74.00. 1.70. 5.90. 6.1 Séries E48. 4.38. 2.80. 2.03.32. 7. 1.76.36.48.54. 1.52.8 2.33. 1.69. 1.7 5. 1.65.37.22. 2.71. 3.16. 1. . 2.54. 2. 9. 1. 1. 1. 4. 1. 3. 4. 4. 6. 1. 5.42.87. 1. 2.23.42.50. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1. 1. 1.81. 1.45. 1. 2.32.69.3 3.37. 4.92. 3.83. 8.32. 8. 1.42. 8. 9. 7. 2. 5.5 0.49. 1.01.87.06. 3.53.90. 5. 4.19. 1. 1.20. 7. 1. 3. 2. 8. 1. 2.94.22. 5.57.23.16. 4. 2.98. 7.83. 5.37. 4.06. 3. 1. 4. 9. 7.4 2. 1.52. 2.91.15.47.47. 6. 6. 3. 2.43.19.0 Série E24 1.19. 2.50.79. 5. 4. 1.82. 1.55. 1. 2. 2.0 1.64. 2.56. 3. 2. 5. 6. 4. 3.17. 1.74.61. 3.56. 1.43.12.74.15. 1.58. 8.23. 1.22.2 1.8 8.20.35.74. 2. 9.61.04.84.24. 1.11. 1. 1.65.69.87.15. 6. 3.87. 8.10.09. 1.76.99.75. 4.94.10. 5.05.80.98.65.49.34.83.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0. 1.12.21.26.26.5 1.3 3. 8. 5. 2.87.62. 3. 2.40.76.48.7 3. 5. 7. 8.78. 9.98.50.0 2.0 1. 1. 9. 1.81.27. 1.5 8.49.27. 7.0 3. 6.88. 4. 1. 7. 1. 4.58.91. 7. 7. 1.87. 9.49.1.87.15.53. 6. 1. 4. 3.02.37.78.10.67. 2.58. 9.11. 2.2 6. 4.2 2. 3. 1.97. 4. 3. 8. 4. 3.29.33. 5. 1.61.13.21.32.26.80. 1.2 2.42. 2.91.05.53. 4. 3.24.34. 1.65. 7.8 7.19.7 5.93.52. 8. 3. 3. 1. 6.06. 8.44. 1. 3.28.24. 8.07.27.40. 3.87. 5.49.13. 1.04. 1. 1.60.17.25. 1. Séries E6.6 6. 8. 3.50.67. 2. 1. 1. 5.08. 4.81.25. 3.83. 2.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10. 1. 2.02. 3.77.00.05. 2. 1. 3. 5.43. 6.15.31.30. 2.7 3. 4.18.36.74.50.66.87.37.96. 1. 7.54.76. 7.40. 2. 6. 3. 1.72.8 6.69.65. 4. 1. 2.76 Série E192 1. 5.18.02.07.59.05.42. 5. 1.02.87.37. 1.15.01. 9.78. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10. 1.74. 1.14.62. 4. 9. 1.62. 3. E12. 4. 6.64.29.31. 2.10 .73.65. 4.40.1 1.48.49. 2.64.68. 6. 2. 7. 1.45.1 5.68.21. 1. 2.32.82.21.35.42. 3. 3.3 1. 1. 2.96.30.34.00. 5.8 2.88.15. 2.45.49. 2.66.49.16. 2. E96.04. 2.98.3 3.40. 1.5 1.84. 2.53 Série E96 1. 3. 3. 2. 2. 8.16.64.05.36.87. 3. 1.66.98.67.26.09. 9.81.9 4. 2.2 2.46.62. 1. 2. 4.27. 7.43.90. 9.61. 5. 2.32. 1. 9. 3.5 1.18. 3. 2.02.24.64. 6.2 9.05. 4.21.33.6 1. 7. 5. 5. 1.23. 2. 1.65. 1. 8. 8. 6. 1.30. 1. 1.57.01.15. 1. 3.2 Série E12 1.10. 6. 4. 1.13. 8. 6.62. 5. 3. 5. 2. 1.12. 1. 2. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1. 1.06. 7. 2.26. 6.77. 4.56.01.32. 6.15. 1.59. 1.32. 9.87. 4.87.62. 2. 1.93. 5. 1.09. 5.32. 1.74. 2. 1. 2.76.12.

htm http:/ / www.com. htm http:/ / www. interq. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . estrela e triângulo. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound. html http:/ / www. upenn. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. sendo elas denominadas de série. jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req. net/ public/ code/ cp_dpage. westhost. or. asp http:/ / www.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação. feiradeciencias. Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. br/ sala12/ 12_T02. Qualquer que seja o tipo da associação. Efeito Joule ELETELE http://www. esta sempre resultará numa única resistência total. technick.eletele.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. com. com/ pots. edu/ ese/ rca/ calcjs. resistor fotosensível ou fotoresistor. paralelo. seas. lalena.br/produtos_resistores.

Departamento de Engenharia Elétrica .ENE. câmeras. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados. tais como televisores. controles remotos e brinquedos. br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT. aparelhos eletrônicos automotivos. pode produzir oscilações numa frequência específica.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo. datasheet (http:/ / www. videocassetes. unb. que geralmente conduz o titanato de zircônio. avr. Página visitada em 27 de janeiro de 2010. A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. abracon. copiadoras. com/ store/ pdf/ zttr.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www. telefones. Ressonador cerâmico de 4MHZ. A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. ecsxtal. equipamentos de comunicação. pdf) (em inglês). sintetizadores de voz. Universidade de Brasília. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. pdf) (em inglês).oscilent.htm) (em inglês) . datasheet (http:/ / www.[3] • Além de circuitos impressos. pdf) (em português).com/catalog/Category/ ceramic_resonator. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. Séries AWSCR. com diferentes tipos de footprints. lara. com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c. microchip. Quando a voltagem é aplicada. que tem funções como um ressonador mecânico. pdf) (em inglês).

S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. Visão geral Os sinais de luminância (Y. devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. PAL e SECAM). e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. porém são sincronizados. greyscale) e a informação modulada da crominância (C. O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. diferentemente do vídeo composto. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado. como o RGB. O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. para a informação do Luminância. "vídeo separado" em inglês). Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. PAL e SECAM. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). evitando assim as perdas do sinal de vídeo. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). que carrega o sinal inteiro em um pacote. também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. No vídeo composto. . o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). Assim. colour) são transmitidos em pares separados. para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados. Conector padrão S-Video de 4 pinos. O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente".

tocadores de DVD (DVD players). interface encontrada em TVs. é necessário um conector de audio.S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA. html . Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. ws/ s-video-pinout. onde a padronização é falha. O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. O S-Video não transmite sinal de audio. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. videocassetes e vídeo-games. Canadá e Japão. Portanto. funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts.

dois dos quais.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. denominado gatilho. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. formam um diodo bipolar. Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . ocasionando seu desligamento. Composto. Símbolo comum de um SCR. depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção. que é usado para controle. Quando não está em condução. e o terceiro terminal. por três terminais. denominados anodo (A) e catodo (K). é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo. geralmente. Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo.SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier .

e hoje permanece praticamente desconhecida. da television technology fame.Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. . Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A.

e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. no início dos anos 1950. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. finalmente. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito. Como o desenvolvimento se arrastou. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. e em seguida. os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico. O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons. enviar um pulso de potencial. um axial. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade. como acima. Quando a tendência na grade fosse derrubada. formando uma grade cilíndrica e.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. Com um bit selecionado. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. positivo ou negativo. quando em plena produção. o custo e a falta de disponibilidade. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada. a placa de sinalização. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. todos. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . um radial. Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado. Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. A escrita é realizada por selecionar um bit. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. .

significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga. J. Rota.). rand. ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www. 465-469.). Gian-Carlo(Ed. A ausência de pulso. org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 . A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês).  New York: Academic Press. Se o dielétrico para este bit contém uma carga.(Ed. [1] Metropolis.). Howlett. 1980.(Ed. N. p. os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização.Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo.

Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante.15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. Em 1878 e 1879 David E.Selectron 296 Patentes • Patente E.RCASelectron. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias. e- . microprocessadores.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db.google. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução.htm) • História do Selectron da RCA (http://www. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica. História Em 1874.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E.A. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt). A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor.school/selectron. a princípio como curiosidade. e nanocircuitos usados em nanotecnologia. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons.google.computer50. Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. 2494670 (http://www. isto é a banda de valência. oposta à do elétron. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes.org/mark1/moore.com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273.A.stanford. 2604606 (http://www. Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica. pois foi percebido ao acaso pelo cientista.com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes. semicondutor ou isolante.U.U. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos. o diodo. Introdução De uma maneira geral.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1.

As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. Isto cria uma fio quântico. fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. apesar de na verdade ser um plano quântico. aumentando assim a condutividade do material. desde que esteja escuro. Se a placa for exposta à luz. através do uso de semicondutores diferentes. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. . Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. possuem um gap grande quando comparados aos metais. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos. Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. Se agora o processo for novamente repetido. A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. As propriedades destes elétrons. isso é. Ele define quão condutor é um material. ou seja. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. Esta diferença nos gaps permite. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. entretanto. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório. elétrons livre). quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. Já os semicondutores. Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. chamada de ponto quântico. A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores.Semicondutor 297 Poços. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. quanto menor o gap.

no SI é N = número de espiras. l = comprimento do solenóide. (no vácuo) Ver também • Corda magnética . expresso em metro.Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto. µ= permeabilidade magnética do meio. Sua unidade é o Tesla (T). Sua unidade. i = corrente que atravessa o solenóide.

TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada. quando usado com cargas indutivas. que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. Contudo. é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. Para circuitos de maior potência. controles de velocidade para ventiladores entre outros. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. como motores elétricos. Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo.A. Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate). o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). O TRIAC faz parte da família de tiristores. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte. Uma vez disparado. não importando a natureza da carga. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada.

permitindo o aproveitamento de ambas as faces. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma). novaeletronica.Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d. htm . SMT . podendo ser contatos chatos. Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. Na indústria. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). Os terminais também variam de formato. Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. Daniel Roberto Garcia. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. htm [2] http:/ / www. dimopel. tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole.Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. br/ Dicas/ Dica02. porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui. com.

• PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura. foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura. no sentido eletrônico. é a medição de temperatura (em motores por exemplo). A termiônica.Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. Termístor do tipo NTC . pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Outra aplicação corrente. em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. no caso a nível industrial. que. Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento. Conforme a curva característica do termístor.

No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. também da classe dos tiristores e de junção PNN. Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta. o sinal de controle é um pulso de corrente. Como exemplo de tiristores. mas devido ao seu disseminado uso na indústria. for ultrapassada. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. em osciladores de relaxação. .Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. Se esta tensão. apresentando um comportamento funcional biestável. que normalmente pode ser de curta duração. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. Uma vez comutado para o estado de ligado. O SCR é apenas um tipo de tiristor. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. também pelo terminal de controle. em inglês Holding Current (IH). que operam em regime de chaveamento. ou gate em inglês). o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. Para os SCRs. A condução. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês). podemos citar o SCR e o TRIAC. o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução. geralmente em torno dos 30V. mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. o SCR comporta-se como um diodo normal. A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. chamada comumente de Tensão de Ruptura. uma vez iniciada se mantém. Em sentido inverso. com uma brusca queda da impedância do mesmo. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução.

Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás. três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico. Ele utiliza um grande plugue. . um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. com 4cm x 4cm. com quatro pinos chatos. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás.

reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. transformando tensões. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado. O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. No caso dos transformadores de dois enrolamentos. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente. no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. ou circuito magnético. mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética. Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". como aço. Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. . que "acopla" essas bobinas. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes. Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência.

já que se desprezam . e o circuito magnético é fechado. ou “abraçam”.e. Transformador em vazio Considerando. todas concatenam. sendo o fluxo total. e . infinita. as f. Além disso. o mesmo em ambas as bobinas. 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro. seja nos enrolamentos. Transformador com três enrolamentos. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. são em geral de baixa potência. um transformador ideal. Transformador com blindagem eletrostática. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. Há outros tipos de transformadores. que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. ou seja. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito. escrevem-se como: → ∞. seja no núcleo. ditos transformadores com núcleo de ar. outros sem núcleo. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. o mesmo fluxo. Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a. alguns com núcleo ferromagnético.m. no caso ideal.’s. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor). Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . e ainda aqueles com núcleo de ferrite.Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias.

com. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com/ tut_darlington. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. por isso pode tornar-se facilmente instável. feiradeciencias. com. asp Transistor Darlington Na eletrônica. feiradeciencias. Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. br/ sala13/ 13_25. asp http:/ / www. por estar todo integrado. feiradeciencias. A tensão base-emissor também é maior. pdf . e para transistores de silício é superior a 1. A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. br/ sala13/ 13_24. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. apresenta uma maior defasagem em altas frequências. berkeley. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). br/ sala13/ 13_42. Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. asp http:/ / www. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. feiradeciencias.2V. com. asp http:/ / www. com. eecs. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. Comparado a um transistor comum. unicrom. asp [2] http:/ / andros. br/ sala14/ 14_T01. consiste da soma das tensões base-emissor.

Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. • MOSFET tipo Depleção. Por sua vez. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. como o próprio nome diz. com/ electricity/ inventions/ fet. ufrj. em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. htm . Transistor de Efeito de Campo. História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934. os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação. gta. br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). patent-invent. yahoo. br/ componenteseletronicos/ index. com. O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo. FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. htm [3] http:/ / www. enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. html) [2] http:/ / geocities. que. electro.

(bipolar junction transistor. Válvula termiônica (Triodo). produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. no caso do triodo. Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês. O objectivo dos inventores. porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. tinham muito baixo rendimento. isto é. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. TJB. . em inglês).positiva (lacunas) e negativa (electrões). Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. portanto. Até hoje. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. BJT. Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais. isto é. Tríodo Tríodos ou triodo. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons. amplificação. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga . A construção da grade é de forma elíptica. Corrente anódica A corrente anódica num diodo. e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts. acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). aos seus inventores. uma grade de controle. como o próprio nome já diz. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. por menor que seja a variação de tensão na grade. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. também designados parâmetros de transcondutância. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. e que valeu o Prémio Nobel. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. é o tipo de transístor mais comum. também designados parâmetros híbridos. utilizam os parâmetros g. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação. ao centro. perpendicular à secção do cátodo.

J. um cone de vidro. Feixe de elétrons 4. Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. A primeira televisão era de madeira. também conhecido como Cinescópio. nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal. 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. verde. Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas. quando foi inventada a televisão. azul) História Os CRT's surgiram em 1924. na ordem dos 10. e à saturação. Bobina de centralização do feixe 5. Placas defletoras horizontais e verticais 2.Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor. ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. 1. que em português significa "tubo de raios catódicos". podendo levar o dispositivo ao corte. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). um canhão eletrônico. usado em televisões e monitores coloridos. e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). revestida de fósforo .000 a 40. uma máscara de sombra. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun. Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. Thomson verificou a existência do elétron. Face interna da tela. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico.000 Volts dependendo do seu tamanho. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética. o físico J. Foi em um tubo de raios catódicos que. Canhão de elétrons 3. Por isso. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. em 1897. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma.

dos feixes eletrônicos vermelho. seu resfriamento e conseqüente contração.Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. para que se combine com possíveis átomos residuais de gases. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. lavada e passa por um processo de enegrecimento. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. por toda a tela. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. além de terras raras. Depois de seca. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. através de reações químicas. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. Neste momento o bulbo se torna um tubo. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios. verde e azul. A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara. o qual em seguida é fechado. . Matching No Processo de Matching. tal como paládio. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela. são fundidos no esmalte em alta temperatura. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas. O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone. o vácuo é formado no interior do bulbo. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. a sua aplicação à borda do painel. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. platina e eventualmente ouro. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone. Esta operação é chamada “matching”. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência. montado em uma fase anterior do processo. algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. Após várias medições e operações de acabamento. Nas áreas que foi exposta.

The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. W.o mesmo principio de tratamento por tório. Já os televisores mais antigos.por estar entre os segredos de fabricação-. . Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. possivelmente cumulativas. são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente . Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. TROYER G. aqueles com válvulas termiônicas. tal como o tório. JONES R. . 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background. porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. para evitar transtornos a população. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los. tal como “camisas de lampião”. O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. Aparelhos antigos. dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. para evitar graves contaminações. Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. podem conter maior quantidade desses componentes. . ainda hoje no Brasil e em outros países. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem. the use of naturally occurring . . mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. porém em diminutas quantidades. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. contatos de relés e etc. no meio ambiente. L. GRAY E. Lembrando que. apesar de não ser absolutamente certo isso . A. Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios.Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras. (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado.

Hagerstown. Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta).0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital. 35400011931012. the results of gamma spectroscopy. and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. [Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL. nofev. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS. Cote INIST : 9288 S. Válvula de potência ainda fabricada. This paper presents the results of these surveys. Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos. .Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. A sigla deriva do nome em inglês. MD.

Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. ou placa. que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. que. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. .Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são. o filamento. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. emissor de elétrons. o cátodo. cuja função é aquecer ao cátodo. Diôdos Diôdos termiônicos. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. sempre haverá Efeito Édison. diagrama simplificado. Diôdo Termiônico. receptor de elétrons. não importando a oscilação da tensão. a intensidade de corrente será sempre a mesma. Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. a grade de controle. a placa. Válvula tríodo utilizada em 1906. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). etc. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. pêntodos. para a placa estando negativa. dependendo de sua polarização. ou ânodo. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa.

será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. . estando a temperatura de cátodo constante. funcionando como retificador. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. que também são conhecidos como high end. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas. Os amplificadores valvulados. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos.Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. especialmente a guitarra elétrica. onde todos os elétrons serão absorvidos. contudo. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico. portanto o fluxo de corrente será baixo. O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. os elétrons de carga espacial são atraídos. Aumentando a tensão de placa. tida como melhor que os transistorizados. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. Atualmente. Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. que possuem um som mais aveludado e macio. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. mesmo com altas taxas de distorção. há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras.

com/ index. br/ valvulas.Válvula termiônica 315 Ligações externas • • • • • • • • • • • • • • Válvulas termoiônicas I . htm [3] http:/ / www. ax84. htm [13] http:/ / sites. br/ eletrn/ vterm_110. mspc. com/ [12] http:/ / www. br/ lendas. com. htm [11] http:/ / www. eng. drtube. htm [5] http:/ / www. com/ ffg/ [10] http:/ / www. br/ site/ index. info/ [8] http:/ / www.Esquemáticos de amplificadores valvulados Fender [9] (em inglês) Guitar Tube . electronica-pt. vacuumtubes.Comunidade de construtores amadores de amps a válvula (com projetos fáceis) [11] (em inglês) Como trabalham as válvulas [12] (em inglês) Amplficador valvulado para guitarra [13] (em inglês) Fabricação manual de uma válvula (Flash Video) [14] (em italiano) Referências [1] http:/ / www. hpg. it/ video/ x3wrzo_fabrication-dune-lampe-triode . radioantigo. ig. html [6] http:/ / www. com. htm [9] http:/ / www. com/ vacuum_tube_py5aal/ index. geocities. br/ invent~1. alice. ampwares. php/ content/ view/ 175/ [7] http:/ / www. tubeamps. valvulaseletronicas.Princípios básicos [1] (em português) Lendas e Crenças sobre o timbre vintage [2] (em português) A Válvula e seus inventores [3] (em português) Válvulas Eletrônicas [4] (em português) Amperesautomation [5] (em português) Electronica-pt [6] (em português) Relação de Válvulas e suas características [7] (em inglês) Datasheets de válvulas termiônicas [8] (em inglês) The Fender Amp Field Guide . com/ guitamp. net/ How_Vacuum_Tubes_Work. com/ site/ diyrbt6/ [14] http:/ / dailymotion.Esquemas de amps valvulados para guitarra [10] (em inglês) AX84 . shtml [2] http:/ / www. amperesautomation. com. htm [4] http:/ / www. tubedata. com. google.

desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra. são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais. a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). desarme. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. desconectando o circuito da fonte de alimentação. acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos. Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos . por exemplo. Os varicaps . diodo varicap.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta. e no caso de picos de tensão de maior duração. Assim. protegendo o equipamento a jusante. Quando reversamente polarizados. Uma metal óxido varistor 385 volt . por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). tal como em filtros de linha. Isto é. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito.Varicap 316 Varicap Varicap. sua resistência diminui.

S.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões. Kosman e colaboradores (1961) e S. para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. Atualmente. nota-se que quanto maior o valor de .5%Cr2O3. Dessa relação. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores.S. Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO). A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50. fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários.Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. para utilização em altas tensões. corrente de um varistor obtida experimentalmente. .5%CoO-0. quando Kh. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores. Em 1971. sendo essas porcentagens molares. Valee e M. Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. I é a corrente que circula pelo componente. Matsuoka e colaboradores.5%MnO-0. que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas. Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. D. onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. a base de (Sn. É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC.

. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. ou seja. são utilizados fusíveis de proteção. Uma vez excedido esse limite. Infelizmente. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. Isso resulta em queima do componente. tais como surtos na rede de alimentação. os quais suportam maior nivel de energia passando por ele. A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica. que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. não possuem proteção térmica. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). podendo existir a possibilidade de início de fogo. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes. 99% deles. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. normalmente medido em J joules. evitando que o filtro cause algum incêndio. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). o varistor queima. já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule). ou seja.

. estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas. Sistema Elétrico de Potência .Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. transmissão e distribuição de energia elétrica. Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica.Rede Básica Brasileira Os consumidores. manter e operar esta máquina. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas. eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação. Qualidade. Além disso. confiabilidade e continuidade no fornecimento. órgão regulador do governo brasileiro. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada. constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor. A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. por exemplo. ou seja. O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma.Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. Comparemos. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). Estator (armadura) Parte fixa da máquina. Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina. montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. . Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. devido ao movimento igual de rotação. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor.

de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos. Com o surgimento do torque. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo. . a gás ou a vapor. a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. por exemplo. Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas. além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. logo. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação. a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. Além disso. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. uma turbina hidráulica. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. está como uma ilha de potência). a fonte de energia mecânica pode ser. Assim. e como o pólo do campo girante do estator está a girar. Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão.

este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. Nos países de Língua Inglesa. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. No Brasil. No entanto. a carreira de oficial eletrotécnico não existe. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo. . Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos.Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista". Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. normalmente. mesmo nos países onde existe. A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. Em Portugal. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores. normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. Nalguns navios. diretamente subordinado ao chefe de máquinas. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. normalmente. numa escola de formação náutica especializada. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. a Escola Náutica Infante D. atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. nem existe formação específica para a desempenhar.

careersatsea. observando-se que a bobina possui uma tomada. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação. ou seja. havendo então sua condução. asp [3] http:/ / www. . O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. org/ careers/ electro_officer. Escola Náutica Infante D. temos a configuração básica deste oscilador. enautica. ligando à tomada central. Funcionamento O resistor Rb. pela bobina L1. Henrique [1] • Electro-technical. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito. oceanopportunities. ou seja. faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito. Na figura. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. pt/ [2] http:/ / www.

Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. saída de gases de caldeiras. popularmente conhecida como escapamentos. br/ [2] http:/ / www. inescap. gerador de energia. roncar. Queimados. com. com. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www. Na verdade. aquecem a água contida em grandes caldeiras. br/ [3] http:/ / www. motores estacionários. dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor. onde é necessario a atenuação de ruído. com. wiest.Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão. br/ .

Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. pintado. onde necessita de redução de ruído. htm . Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro. br/ port/ prod-hospitalar. com. fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox. inescap. este equipamento não altera a sua eficiência. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape. Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. galvanizado ou bruto.motor. os principais acabamentos são. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador .Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia.

Um atenuador é o oposto de um amplificador. ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo. são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). Na medição de sinais. Para freqüências mais elevadas.D.propriedade da Celpa. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos. Enquanto um amplificador proporciona ganho. e melhorar o casamento de impedâncias. um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1.eletricidade).Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários. Usina Diselétrica de Novo Progresso.mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia. . atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. outros propósitos. dissipar potência.sendo apenas por combustão. embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis. Efetivamente.E.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão. sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda.Diesel elétrica . Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência.são muito comuns na região amazônica. construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências.originando o nome (Dies . Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal. A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias.também chamadas de U.

Movie Time. Sony. enter. Tocom. Pilot. LG (Goldstar). Craig. GC Electronics. ainda. Admiral.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. Magnavox. Menu. Vector Research. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. Multitech. Hitachi. Wards. Victor. Matsushita. Controlo remoto Controlo remoto. em um valor constante pré-determinado. Quasar. Optimus. TV. Orion. Philco. Sci. Mont. Bell & Howell. Daewoo. Infinity. MGA. Harley. Garrard. Regal. Sharp. Midland. MEI. KLH. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). OAK. Davidson. Panasonic. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. Logik. JBL. Aiko. Curtis Mathes. Onwa. ProScan. Memorex. Electrohome. como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. canal + e -. Broksonic. NSC. Nikko. JC Penney. E suas funções são. Belcor. Olympus. Jensen. Runco. Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Akai. TMK. Carver. Totevision. Audiovox. Samsung. Soundesign. DVD. Futuretec. Ward. Portland. Viking. Symphonic. Algumas marcas que o controle funciona rca. Adventura. Proton. Beaumark. volume + e +. Radio Shack. mute. Shogun. Konka. Technics. play. Megatron. tv. retrocesso. Motorola. Teknika. TV/VCR. Jasco. Cableview. canal rápido de 0 a 9. Kenwood. dvd. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. Tandy. Yamaha. Marantz. Envision. ABC. Majestic. Teac. JCB. LXI. vcr. Emerson. Signature. Magnin. Daytron. Philips. gravação. Gemini. Fisher. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. AOC. Aiwa. Pulsar. Goldstar. Hallmark. avanço. Sears. Harvard. VCR. Kloss Novabeam. NTC. cable. Realistic. Gibralter. Contec/Cony. Sylvania. Universal. Timer. Pioneer. Mitsubishi. JVC. Citizen. Archer. Simpson. NAD. Candle. Contec. TV a cabo. JCL. Gradiente. Toshiba Fujitsu. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Celebrity. Colour Voice. sat. Jerrold. GE. RCA. Funai. Scott. Alleron. pause. NKS. Atlanta. General Instrument. Zenith. Tatung. Liga/Desliga. Electrobrand. stop entre outros. Capehart. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. Sansui. KTV. MTC. e alguns receptores via satélite. canal anterior. HI-Q. Hamlin. Optonica. Crown. . Comtronics. Sanyo.

Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios. pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje.Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. que acabaram se tornando padrão entre todos. O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. E isso criou um problema muito grande. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos. da empresa Nintendo. Com essa facilidade da fabricação. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. . demonstrando assim Apple Remote.

A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento. Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. comunicação e na productividade no escritório. e que seja portátil (por isso o prefixo "micro").Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia . calculadoras. que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios. ou computadores pessoais. equipamento de áudio. televisores. e integração com o computador. Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos. Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . ou "consummer electronics". Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio. A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). CD player. gravadores de vídeo e relógios digitais. . Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. ondas de rádio + fita magnética -.rádio. sistemas de médio alcance. ou. os servidores. toca-fitas. designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial). em suas versões mais recentes. que prestam serviços a outros sistemas computacionais. vendida em 1998 para a Compaq.por exemplo. Para ser considerado um microsystem. etc. como gravação ou cópia de mídias.

Saúde (Saúde e Bem Estar). uol. Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH. Bastidores (variedades). Curtagora (cinema). Transmite assuntos da região e do Maranhão.TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas). TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo. a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. que vai entrar no ar em 13 de agosto. Conhecimento (debates). às 19h. Holofote (cultura). com. shtml . br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record. InterAção (esportes). pelo canal 46 UHF.[1] [1] http:/ / portalimprensa. TV Uni-BH No ar desde 1998.

Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho . o que tornou possível a televisão eletrónica. O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. Nova Iorque.o televisor . mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). a CBS abandonou sua proposta em favor da nova. No Brasil. e. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady. A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. imagens em movimento em 30 de outubro de 1925.distante e do latim visione . que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. na rede norte-americana NBC. posteriormente. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927. Minas Gerais. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . Televisão dos anos 50. na cidade de Juiz de Fora. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire. Um modelo de televisão de 1958. inaugurado em 11 de maio de 1928. História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. .visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco.Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores. A televisão em cores surgiu em 1954. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962.

) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. • Invisible Screen. Neste sentido.) . pois a ideia é ter um sistema portátil completo). Em 2008 foi lançada a DTV Portátil. (Normalmente LCD ou plasma. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7.) Modelo TV ECCO da Lumines. Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. músicas e fotos sem precisar de DVD Player. a mais alta resolução disponível em TVs. Tendo início na década de 1920. algumas delas são: • LED TV. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD. da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. da Philips .5 a 65 polegadas. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente. • DTV BuiltIn. rádio.Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular. • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. principalmente em movimento. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF). Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT). da LG .Televisores com entrada USB para filmes.5 polegadas e sintonizador de TV Digital. da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada. sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater.) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas). que são captadas por um receptor (o televisor). • USB In.) • Bravia Engine.5 cm de espessura e telas que variam de 3. é uma extensão do rádio. • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas. Novas tecnologias estão aparecendo. • Touch Interface.Conversor digital integrado na TV. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. com tela de 3. a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente. da SONY (Imagens mais realistas. da Samsung . Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro.

PAL. as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00.programação sob encomenda. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países. desporto (esportes). Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte.Pay-per-view -. ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM. Nos Estados Unidos.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. ATSC.variações do Humorístico) Infantis Musicais . estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV. SECAM usando sinal analógico • DVB. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico.Web TV -. Há muitas notícias. PAL2. Fora do horário nobre. A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência. PAL-M. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -.Televisão de Alta Definição (HDTV) -. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital.

com/ . Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. BARNOUW. CÁDIMA. Jorge Zahar 1997 DEBORD. Francisco Rui: Salazar. Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television. Lisboa. 1995 . Francisco Rui: O fenómeno televisivo. Lisboa. Unisinos. Suzana: Ethicidades televisivas. 2003 . Pierre: Sobre a televisão. Círculo de Leitores. Oxford University Press 1992 BOURDIEU.Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. museudatv. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. tvfixe. Caetano e a televisão portuguesa. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . br/ [2] http:/ / www. KILPP. São Leopoldo. Presença. 1996. com.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www.

que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. Existe também a variante para smart cards e Celulares. onde o usuário digita os dados da transação (ex. que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token. geralmente. Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica. chamadados de Tokens Híbridos. geralmente sem conexão física com o computador. mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. DES e 3DES. sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. que gera senhas a cada click do botão. que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. e foi incorporado ao walkman. não dependendo de tempo. que completam a transformação da informação em som. o token. O modelo OTP (One Time Password). . dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. tais como Desafio/Resposta. o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. Contudo. e as transforma em som. em algumas versões. podendo também. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação . Com a miniaturização e o barateamento. a cada 36 segundos). o toca-fitas é considerado obsoleto. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. ou ainda baseado em evento (event based). nos sistemas de fita magnética.conhecidos como segundo fator de autenticação. Esses dispositivos são. Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. Outra aplicação é a assinatura de transação. ser conectado à uma porta USB. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex.essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. Existem variações de Tokens OTP. tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas. e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. com base nesses dados. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . Como objeto de consumo de massas. Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. mais duráveis e mais eficientes. onde é posta em contato com uma cabeça magnética.essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado.Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas. gera uma senha que serve somente para essa determinada transação .

como portas e portões residenciais. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. shtml [2] http:/ / carros. hsw. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. como destravar o porta-malas. htm . Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta. Um controle remoto em forma de chaveiro. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel. Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. as portas são automaticamente travadas ou destravadas. Nos automóveis. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. abril. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas.Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo. com. br/ tecnologia/ pergunta_292518. através de programas espiões como os trojans. br/ travas-eletricas. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. sem auxílio da chaves. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. a carga da bateria determina o alcance do controle. Embora ainda raros. ela trava e destrava o carro. uol. tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. Ao pressionar um botão da chave do veículo. com. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro.

AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. (em inglês)-ST SOUND. • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. com a porta paralela B desconectada. com ambas as portas paralelas desconectadas. • AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders. rebatizado de KC89C72. A e B. O 8912 foi de longe a versão mais popular. As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe. de 8 bits. Se deixado conectado. o pino 26 podia dividir o clock principal. • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. o clock principal não era dividido. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] . CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. no caso de substituir um chip AY-3-8910. O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. usado em máquinas caça-níqueis. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914.

freeserve. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. htm [7] http:/ / www. org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. etc. net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. untergrund. howell1964. Devido a tais características. bluemsx.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. co. decodificadores. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. em particular. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. speccy. com/ psgenc/ royksopp. memórias RAM. net/ main_e. comparativamente com outras tecnologias como a TTL. html [6] http:/ / bulba. pdf [2] http:/ / www. html [9] http:/ / ay-riders. uk/ parts/ ay3891x. com/ index. relógios digitais. É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET. contadores. htm [3] http:/ / intelliwiki. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. flip-flops. Ver também • Lógica NMOS . e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração. msx. com/ [8] http:/ / andercheran. i. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. de tal modo que um deles "complementa" o outro. microcontroladores. aiind. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador. O "complementary". ionpool. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. es/ ~amstrad/ docs. php/ PSG [4] http:/ / dmoz. kylesblog. org/ modules. levando ao uso equivocado do nome. com/ v4n7/ stsound. upv. microprocessadores.).e. semicondutor metal-óxido complementar. No jargão dos computadores.. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. etc. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. cz/ [10] http:/ / www. atarimagazines. fpgaarcade. além do relógio e calendário. Um sensor CMOS. em seu nome.

cefetpr. pdf [3] http:/ / www. [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. br/ fernando/ tcc. html [2] http:/ / pessoal. pb. O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. isel. deetc. e arquitetura com característica de ambas. netrino. ipl. Referências [1] http:/ / www. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão. de registro e E/S. pdf . com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. as quais implementam as funções lógicas combinacionais. com 2500 portas. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz.

de entrada). Ligações externas • MANO. divisão. e Carry In. etc. Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final.). A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. Representação de instruções [1]. puc-rio. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional. Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9). inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. and lógico.Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. adição. de saída. dezena. br/ rmano/ ri2cinst. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes. baseados em diferentes conjuntos de instruções. São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês. rdc. pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. PUC-Rio. Rui. Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . Visitado em 22 de janeiro de 2007. Referências [1] http:/ / wwwusers. multiplicação.

de entrada. Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária. Para isso usamos o Circuito Meio Somador. porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo. porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In. Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. .Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal.

Hoje em dia. O sistema de numeração indo-arábico. o mais usado atualmente. são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. significando dedo. o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável.usado comumente como temporizador. Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros.baixo . em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. comumente chamado Flip-flop. etc. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. é um sistema de base dez. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos. "transmissão digital". telemóveis. do seu funcionamento em circuitos digitais.alto -. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. a Porta OR ("OU"). por exemplo. Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. Ou seja. pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. a Porta XOR ("OU exclusivo"). a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). como. não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. potencialmente. o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. que por sua vez procede do latim digitus. Por causa dessa característica. A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros. Os computadores. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na . Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem. Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. em inglês ALU). Leitores de DVD. por especialistas como uma verdadeira revolução.e high . a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). ou. que irá criar um novo meio de comunicação. qualquer que seja o tipo de dados. respectivamente). com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. "E"). entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. ou parte. porém.

br/ ~guntzel/ isd/ isd3.Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.edu.ufsc. seu fluxograma é composto de situação.html [1] . Ver também • http://www. inf. edu. ufsc.br/~guntzel/isd/isd3. diz Gustavo Gindre.inf.Circuito digital comunicação".Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www. br/ ine5365/ mixtcomb. html [2] http:/ / minerva.ufpel. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes. 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada. ufpel.br/ine5365/mixtcomb.pdf [2] . tabela da verdade expressão lógica e circuito. pdf .

html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). uma DDR SDRAM). Todavia. O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. por exemplo. Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. Rui. rdc. é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC.Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. ao invés de transistores NPN. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007. [1] [2] . netpedia. br/ rmano/ comp0clk. O emissor do transistor. por sua vez. o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET. br/ [3] http:/ / wwwusers. . com. e gerando uma onda quadrada. • MANO. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador. 21 de maio de 1998. na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo. cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. é conectado internamente ao pino terra (GND). Para funcionar nessa configuração. então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante. br/ MostraTermo. podendo também utilizar +12V. php?TermID=1078 [2] http:/ / www. normalmente usando um duty cycle de 50%. Referências [1] http:/ / www. Acessado em 14 de junho de 2008. puc-rio. com. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo. netpedia. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up".

O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001. unicamp. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2.Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. Referências [1] http:/ / www. Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. Neste tipo de circuito. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum. Visitado em 25 de novembro de 2007. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. Ver também • Circuito digital . É utilizado para criar seqüências. fee. dca.

Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. divisão de frequências. ou seja. sob o comando de um clock. ativando os clears dos flip-flops. geração de palavras. ou seja. já que para a combinação descrita. em números binários. Q2=1. de acordo com uma sequência pré-determinada. São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos.Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. no 10º pulso. Para construir esse circuito. É um circuito divisor de frequência. A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q". a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1). de zero a nove (10 algarismos). Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. Q4=1. deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas. a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. e resultará uma saída 0. se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. interligando as entradas clear dos flip-flops. Para que o contador conte somente de 0 a 9. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. em uma porta NAND. enquanto para os demais blocos. utilizamos o contador de pulso. Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. o código BCD 8421 em sequência. Para que isso aconteça. Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). . medição de frequência e tempo. São utilizados principalmente para contagens.

Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. esse contador irá contar de 15 até 0. Existem duas possibilidades para isso acontecer. Por exemplo. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. e assim por diante. porém o nível zero a ser jogado no clear mudará. pois 7 em binário é 111. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. . sendo que esse será observado por um tempo mais curto.Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. Funciona com o mesmo princípio do contador de década. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. se tivermos 3 flip-flops. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15. a contagem será feita até 7.

que está ligado a um barramento de controle. que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0).Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN. . Neste circuito temos um multiplex entre os blocos.

Por exemplo. ou seja. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Editora Novatec. preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja. a digital. ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária.Ronald J. Tocci . é processado e. Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica. o valor binário gerado será 511 ou 512. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). um sinal na forma digital. Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. Para isso. melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. Referências Bibliográficas SICA. Para que haja mudanças de estado. na maioria das vezes.5V. Carlos. capturar 1024 pontos do sinal). deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. para ser processado por um bloco funcional analógico.Neal S. para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. depois de digitalizado. Fontes • Sistemas Digitais . "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Por isso. por exemplo. O contador síncrono é o mais completo contador. quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários. Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. Neste caso. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. 2006. O sinal recebido. . deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops. Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. dependendo do sinal de entrada.Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. um conversor A/D de 10 bits.

que consiste em transferir dois dados por pulso de clock. .DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. teoricamente. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores. obtendo assim. o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock.

O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect). nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade.600 MB/s (uma vez que. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. teoricamente. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. Desta maneira. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. Por exemplo. CL3. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. ou seja. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2.5 que indicam um meio termo. Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado. Com isso. tempos de acesso. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. identificada por CL2. o chamado overclock. na prática. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente. com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. ou seja. entre 16-20 %. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões. podemos considerar também a taxa de latência CAS. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes. Geralmente módulos CL2 e CL2. presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. CAS latency e outras especificações.5 pulsos estaria. Além da frequência.DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória.5 suportam melhor os overclocks. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo. surgiram os módulos CL2. contudo. detalhes sobre a frequência. Nesse caso. Porém. com uma frequência de barramento de 100 MHz. o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. por exemplo. variando de acordo com o aplicativo usado. porém não existe garantia de estabilidade. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. por exemplo. com .

usada internamente para executar as instruções.200 MB/s. e outra externa. pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II. Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel.400 MB/s. as memórias continuam com 400 MHz. realiza duas transferências por ciclo. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz. transferindo 64 bits. que opera a um clock real de 200 MHz. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. 133 MHz clock real.400 MHz clock anunciado. Dependendo da marca. uma interna. facilitando a configuração. PC3200 ou DDR400 . os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6. que pode ser localizado facilmente no módulo. Sendo ela Dual-Channel. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores. tem taxa de transferência máxima de 3. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados. transferem 128 bits. foi criado para os processadores duas freqüências. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR. Essas memórias.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. PC2100 ou DDR266 . DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). ou 8 bytes por vez. Porém. ou 16 bytes por vez. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 . PC2700 ou DDR333 . para acessar dispositivos externos. Porém. 200 MHz clock real. Mesmo assim. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits. a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes.266 MHz clock anunciado. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. 166 MHz clock real. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias. Assim. uma DDR-400. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas.DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. principalmente a memória. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias.5 ns 6. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores.333 MHz clock anunciado. Através dele. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. levando em conta que as QDR . 100 MHz clock real.200 MHz clock anunciado.

com/library/ddr_vs_rdram. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II. porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas. 363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência. códigos e.asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www. enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas.crucial. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. Tanto que memórias DDR 400. de preferência.microsoft.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www.asp) . RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM.com/en/windiag. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB.tomshardware. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente. Obs. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito. por exemplo.jedec.

Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR. Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz. Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados. Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz.. que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente.. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%. O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes.8V 1. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module). Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1. São esperados módulos de até 4GB de memória. e seus chips possuem clock real de 100Mhz. Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído). conforme homologação da JEDEC. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento.8V 2.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM.3V padrão para notebooks. O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips. tanto em pinagem.5V 3. A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho. Veja tabela abaixo: . Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos.

Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. . devendo somar a esta vantagem outros fatores. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. derivado do BGA (Ball Grid Array). nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3.DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. Contudo. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga. os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). como o ODT. On-Die-Termination ( ODT . a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM. as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave. Agora são 4 ou 8 bancos. Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits.1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente.5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3. Apesar dos benefícios. diminuindo assim a interferência eletromagnética. Porém os módulos continuam sendo DDR. Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos. nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3.Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas. Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas. Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). TSOP (Thin Small-Outline Package).[1] Apesar disso. os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores.. Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3.2Gbps. por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR. durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. em geral. e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos. um problema muito difícil de ser contornado. diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4. o dobro da DDR clássica. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória). enquanto as DDR's utilizam.

porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). MFC. quer em tempo real quer em off-line. AMI lançou o S2811. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. Este tinha um ADC/DAC "on-chip". Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. com/ memddr2. DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. por exemplo. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. etc. por exemplo. incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. php) Visitado em 14 de junho de 2008. infowester. isto é. vídeo. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. como por exemplo os órgão de tubos. etc).. o piano e o violão. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia. dentro de um automóvel. as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). e tinha que ser iniciado pelo processador principal. permitindo a implementação de filtros digitais. • Em 1979. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. O S2811 também não obteve successo no mercado. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. . Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído".DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www.

no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. multiplicação e transferência de memória consecutivos. Altera Devices Grande fabricante de DSPs. . Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP. tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN). como controle e automação de dispositivos. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. não sendo mais líder no mercado.DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. o microprocessador Mac 4. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). a Analog Devices. o TMS32010 apresentado em 1983. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. a Motorola e a Altera Devices. por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000.. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima.

Processador Digital de Sinal [1] .DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .

que foi codificada. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". pode ser recuperada. em decodificadores BCD n para 2n. Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". Em eletrônica digital. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. uma porta NAND fosse conectada. cbpf. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória. onde os códigos de entrada e saída são diferentes. assim a informação original. caso contrário. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados.DSP 369 Referências [1] http:/ / www. Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. que converte as entradas codificadas em saídas codificadas. Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. desfazendo a codificação. Se em vez de uma porta AND. O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". Por exemplo.

Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. br/ MostraTermo. Acessado em 5 de maio de 2008. netpedia. Referências [1] http:/ / www. o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída. 24 ) linhas de seleção de saída. Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux. Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços. Um exemplo é o TTL 74154. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços. um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados. Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. com. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2]. No último caso. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. um decodificador de endereços (ou descodificador. php?TermID=102 . ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos.Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital.

. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. demultiplexer. componente típico de um display de sete segmentos. ou seja. Você pode aprender a diferença entre terminal de dados. pense em um cinema. Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. isto é. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. Um LED com ponto decimal. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. Assim se torna fácil de você aprender a diferença.

estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. 6. o que melhora a legibilidade. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. conforme indicado à direita. como seu nome indica. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F). Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. é composto de sete elementos. Dentre os números.Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca. todavia. Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. Em acréscimo. o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente. Freqüentemente. os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. . Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. 0.

Acessado em 18 de março de 2008.edutecbauru. decodesystems.hsw.htm). A partir da década de 1970.htm). Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados. html) Ligações externas • (em inglês). da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio. • Controlando um display de sete segmentos (http://www.com.br/cursopic/aula17. Acessado em 18 de março de 2008.com.html) em PUC-RS.ee.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos. tais como descarga de gás de catodos frios. filamentos incandescentes e outros. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz.br/relogios-digitais2. dnatechindia.com/index.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador.html) • 7 segmentos (http://www.uol. com/ numitron.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD.pucrs.br/~terroso/ html/7_segmentos. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente. .php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos. Uma alternativa para o display de sete segmentos. (http://www. Acessado em 18 de março de 2008. vácuo fluorescente.

Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. No entanto. mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. cada qual gerando um função das m entradas. Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). por exemplo 2716. Primórdios da lógica programável Em 1970. Quando usadas como memória. Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. este deve ser programado. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. Antes de se utilizar um PLD num circuito. a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória. A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM .PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais. Este componente. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . Foi mais popular que o da Texas. EPROMs comuns. tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. o 82S100. porque não contém flip-flops. Também as PROMs (Rom programavel). Em 1971. Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. Ao contrário de uma porta lógica. Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. as ROM contêm palavras de n-Bits cada. Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. Em 1973. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. que tem uma função fixa. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes.

Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. Texas Instruments e AMD. Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR. O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. Após comprar MMI EM 1987. precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas. Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável. menores e mais baratos. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG). quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação. Este componente nunca chegou a ser comercializado. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL. Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985.(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. a AMD consolidou a operação com Vantis. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. tudo num circuito integrado. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA. Isto tornava os componentes mais rápidos. e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors.Dispositivo lógico programável multiníveis. 375 PAL . O manual da PAL desmestifica o processo de construção. Por exemplo. . A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis.

uma linha de desenvolvimento separado ocorreu.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM. semelhante a uma matriz gate ordinário. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG). Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica. Uma menória FLASH é não-volátil. Cada vez que arrancam. O 82s100 foi uma matriz de termos AND. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). as células EPROM são mais caras . PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. de forma semelhante aos CPLD's maiores. Nos FPGA's grandes a configuração é volatil. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. (chamada core) envolvida por lógica programavel. Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. sem se preocupar como funciona o microprocessador. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. onde vivem os clientes. Em 2005. ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. O 82s105 também tinha funções flip-flop. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos.Isto torna-se útil para memória PLD. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante.dentro do chip.

mesmo de baixa complexidade. Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express. Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. duplicando a taxa de transmissão de dados. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. o qual muda. Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC".Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. no máximo. especiais. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. Para assistir na criação desde ficheiros. enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. . mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação". mas para novos projetos. embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz. Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas. as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. Double data rate Em computação. barramento AGP. Ao operar em alta velocidade.foram criados programas de computador. todavia. uma vez por transferência. chamados compiladores lógicos. double data rate" ou "1000 MT/s". são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. Estes são análogos aos computadores de Software. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados. Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock. a VHDL é mais popular. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock.aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. Isto. Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64. os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL. um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI.

br/ rha20040802. DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. Misturando memórias [3] in bpiropo. bpiropo. B. de Castro.com [4]. Acessado em 14 de junho de 2008.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. babylon. 2 de agosto de 2004. htm http:/ / www. Acessado em 15 de junho de 2008. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F. Visitado em 21 de dezembro de 2007. Referências [1] http:/ / www. com. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. com/ http:/ / www.C. • DA-RIN. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Piropo. pdf . Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2]. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. pucrs. babylon. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www. com. bpiropo.C. ee. que usam sinalização DDR.

Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital. Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico . digitaliza-se o sinal a filtrar. signal-to-noise ratio em inglês. onde está programado o filtro digital. Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos. Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado. em seguida este é processado por algum tipo de processador. • O SNR (a relação sinal-ruído.FDM. Utilizando um conversor analógico-digital (ADC). coloca-se um conversor digital-analógico (DAC). que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF). • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). onde cada sinal (canal de comunicação). possui uma banda espectral própria e bem definida.

o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e. T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. o flip-flop mantém o valor anterior da saída. Ver também: multivibrador monoestável. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha).O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. . e um sinal de saída. Um flip-flop tipicamente inclui zero. baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop.Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual. o flip-flop S-R ("set-reset"). o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. de acordo com as variáveis de entrada. e pela tabela verdade: . Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. Se a entrada T foi baixa. Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. onde > é a entrada de clock. Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". que limpa a saída atual. Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle"). O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. Após este pulso. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados. . apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. multivibrador astável. eles também necessitam de conexões de alimentação. que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). mudará ou não de estado. então. Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). um sinal de clock. W. Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). A saída Q será a principal do bloco. um ou dois sinais de entrada.

Se. ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado. ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. a saída não se modifica. respectivamente. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo. entretanto. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R . Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. O flip-flop "set/reset" ativa (set. O flip-flop desativa (reset. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado. muda sua saída para o nível lógico 1. nenhum comportamento particular é garantido. muda sua saída para o nível lógico 0.

R (Reset). K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop. onde > é a entrada de clock. a combinação J = 1. J e K são as entradas de dados. A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K. Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set). K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop. Qant (Estado anterior da saída Q). a combinação J = 0. Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). Especificamente. Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. e sua tabela verdade é: . trocando o sinal de saída pelo seu complemento.

Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. o homem que inventou o circuito integrado. ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. A sua tabela verdade é: . pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero. Independentemente do valor atual da saída.Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. onde > é a entrada de clock. também é utilizado como analogia a "set-reset". em 1958. visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado. "Jump-kill".

Existem duas soluções para este problema. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. o valor de um contador. este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. se sua entrada T for "1". A segunda. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. é uma contagem.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. Em muitos casos. Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. A saída final do circuito.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. até um limite máximo de 2n-1. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. o melhor que se . Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. O flip-flop "T" é útil para contagens. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. em sistema binário. mais utilizada. a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. fora do controle do projetista. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. Infelizmente. levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. Neste caso. do número de ciclos da primeira entrada de clock. ou um digito binário de informação. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário.

A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. com/ boolean3. asp . Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente. html#c1 http:/ / computer. 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. dependendo da fidelidade requerida do circuito. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. mas nunca a zero. tPLH). porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. tH) do segundo flip-flop. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. na série 7400. usyd. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. Quando se conectam flip-flop em uma corrente. Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. howstuffworks. Com este método. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. htm http:/ / hyperphysics. phy-astr. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. htm http:/ / www.Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. e todos os dispositivos compartilham um clock comum. mspc. eng. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. br/ eledig/ eledig2. edu. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. gsu. eelab.

A origem do termo é alemã. o que ocorre somente quando A e B são baixos. numa porta NOR em lógica nMOS. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. então o PDN será ativo. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. O termo é relativo a área de computação. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. Sua ocorrência leva o programa. A única hipótese em que a saída é alta. tríodo e saturação (também denominado ativo). o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. a partir da palavra glitschig. Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. usado em máquinas de caça-níqueis. sistemas de informação e eletrônica. que significa "escorregadio". se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade). Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. panes em dispositivos de saída e de entrada. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. ambos os transistores são condutivos. o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. Quando A e B são altos. embora seja aplicável também na área de cibernética. forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa. é quando ambos os transistores estão desligados.

O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor. Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade. Também. isto é. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. Ao passar de alto para baixo. iscte. Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. durante os anos 1980. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. os transistores oferecem baixa resistência. Ademais. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras. possui várias limitações também. htm#_Toc9344904 . tais como microprocessadores. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs). de modo que a transição de baixo para alto é demorada. toda vez em que a saída é baixa. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto.

memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. em português. External links • MRAM technology information. (MMI) em meados de 1978. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes. será a sucessora da eventual DDR. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos . mram-info. com [2] http:/ / www. Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. Inc. Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. mram-memory.Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. criada pela Monolithic Memories. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos.

enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo. Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. 1/ infoserver. 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. org/ data/ sh/ 2.Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. sunshack. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. htm [2] http:/ / www. Se o clock interno é de 100 MHz. Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências. onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock. knowledgetransfer. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s). então a taxa efetiva é de 200 MT/s. central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144. html . porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz.

mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. para atravessarem. Em processamento de sinais digitais. Em alguns casos. Numa analogia física. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. realizando transmissão e recepção. Em eletrônica. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer". o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. e apesar de um demultiplexer existir logicamente. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. o que reduz os custos. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. multiplexação/demultiplexação. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. ele pode não existir fisicamente. Por exemplo.Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. No projecto de um circuito analógico. multiplexer. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória. A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: .

Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . com saídas menos significativas à sua direita. um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. por exemplo. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. a saída será igual ao valor da entrada X5. S2. Se S4 e S1 são verdadeiros. Por exemplo. uma montada a partir de um descodificador. portas AND e uma porta OR. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. e as entradas de selecção são numeradas como S4. e S1. e S2 é falso.

o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida. e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante.Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada... ele reflete as mudanças desde a entrada num estado. composto por estados.. Um estado armazena informações sobre o passado. • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição. engenharia de software. transições e ações. Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C . Estado C . . Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra. no início do sistema. . TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. até o momento presente. .. e sua subdivisão de slots.. Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono. Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais.. Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados). Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado. Diversas tabelas de transição de estados são usadas. Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento. . |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação. Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame. A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras. projeto de hardware de sistemas digitais... e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino.. . Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento.. isto é.. .. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado.. Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos. .... no estudo da computação e das linguagens.

A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado.e. Na prática modelos mistos são muito utilizados. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção. Como regra a entrada são símbolos. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy. Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions.g. Eles sinalizam para o mundo externo (e. No autômato determinístico. incluindo um exemplo executável. "Abrindo". O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. i. Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo.Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”. podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions. "Fechando". Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta". pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível. Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. fechando a porta. a saída depende da entrada e do estado. a saída depende somente do estado. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. "Fechada".e. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento. A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. No autômato não determinístico. . Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). i.g. Eles são utilizados para aplicações de controle. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. GNFA). Ações não são utilizadas.

δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. • ω é a função de saída. F>. Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ. F é o conjunto de estados finais. um elemento de S. S. Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. s0. Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). um elemento de S. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . s0 é o estado inicial. • δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. S é um conjunto finito de estados não vazio. δ. onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio).Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. s0. um (possivelmente vazio) subconjunto de S. Γ. S. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. δ. s0 é o estado inicial. ω>. S é um conjunto finito de estados não vazio. onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio).

um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. J. Introduction to the Theory of Finite-state Machines. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. Languages and Computation. Mais especificamente.. ac. Boston 1997. Addison -Wesley.. McGraw-Hill. Long.. Switching and Finite Automata Theory. Prentice Hall. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine. Z. . uk/ foldoc/ foldoc. stateworks. • Gill. • Cassandras. nist. Kluwer Academic Publishers. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. 1989. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa. 1999.. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits.D. J. Lafortune.Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll. eventhelix. S. doc. html http:/ / www. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization. ic. Boston 1997. D. "Introduction to Discrete Event Systems". cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www.. Kluwer Academic Publishers. php#tn10 http:/ / foldoc. ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm. 1978. Ullman. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages.E. Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. htm . McGraw-Hill. 1979. A. Kluwer. Um controlador lógico programável.. • Hopcroft. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. portas lógicas e flip-flops ou relays. J. Fig. Englewood Cliffs. C. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. • Kohavi. 1962. uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável.. Introduction to Automata Theory.

Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. veja a tabela da verdade logo abaixo. AND e OR. apenas quando suas entradas diferirem. ou seja. Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1. professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. Luis Hermano.One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. Fontes Apostila do prof. é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). cefet-al. br . EX-OR (como preferir). podendo ser montada por portas NOT. exclusive-OR.

Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva.NOT .NAND .XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências. é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro. ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos. Definição A disjunção exclusiva (escrito como .NOR . Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND .XOR . conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU). que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar. eliminação. . e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas.OR . na notação matemática: . tipicamente os valores de duas proposições. escritas com operadores lógicos.

como segue: A função primária de um dos. inclusive inglês. O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá. A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. Certamente em muitas circunstâncias. etc. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois. Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis. Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal.ou". Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois.. Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND . como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . mas não ambos. se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis.. Por exemplo. as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais.Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral. . existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima. 80 (317). deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro. Primeiro. mas não ambos. Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou". nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira. da disjunção . q). não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras. Por exemplo. Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada". A disjunção exclusiva . Mesmo assim. 116-121). Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira. Segundo. o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede.

Na ciência da computação. se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico. . e "0". • ele é um circuito negador. a disjunção exclusiva tem vários usos. tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes.Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída. Em circuitos lógicos. e uma série de AND's. ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico. um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1". se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1".

O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo. A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR.Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. NOR e NOT. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup. Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. como por exemplo no One-time Pad. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR. de duas entradas. pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. teremos A. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos .

por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. Apenas em 1938. ou "0". são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída.Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. isto é. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. História Em 1854. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés. tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. ou "1". sistemas lineares. dependente da função implementada no circuito. e ausência de sinal. As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole. origem do nome destas portas. através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. o matemático britânico George Boole (1815 1864). todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 .

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

A cada avanço. o bit da extrema esquerda. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. Entrada serial.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela. é deslocado e então perdido. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'. . os quais podem realizar processamentos mais complexos. O bit na extrema direita. de modo a formar um registrador de deslocamento circular. o 'Data In'. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. o 'Data Out'. saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. saída serial (PISO). Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais. incluindo as configurações entrada serial. As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto.

quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read). os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita.1. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. Conforme pode-se observar.0. os dados são deslocados para fora e então perdidos. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. na saída 'Q'. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. Nesta animação. sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador. porém quando a entrada R/W está em nível alto. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto. A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura. Para exemplificar o padrão do deslocamento.0. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios. consideremos que o registrador possua o dado 0000. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração. fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. o controle de Leitura/Escrita. os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador.0. e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador.0 (nesta ordem. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. Conforme o 'Data In' insere os dados 1. e assim por diante. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita. nenhum dado pode ser perdido do sistema.1. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). Deste modo. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. sendo assim mantido no sistema. qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda. . Outro pino de entrada é adicionado. sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits.0. se continuassemos a inserir dados. Além disso. Entretanto.

Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock. com o terminal D1 atuando como entrada de dados. Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. conterá os bits desta palavra. . Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples. a saída de dados. Entrada paralela. lidos em ordem. desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. a temporização não depende dos valores dos componentes. Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha. conforme pode ser visto (aqui [1]). Os dados entram de forma serial. ou deslocados para fora e substituídos.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema. e os novos dados são inseridos. Q. Isto é considerado de grande utilidade. Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. até estar pronto para receber novas informações. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. Entrada paralela. Entretanto. eles podem ser lidos todos simultaneamente. o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. quando então os registradores recebem um pulso de clock. Uma vez que os dados entraram. Para escrever os dados no registrador. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados. Como exemplo temos o Ronja Twister. conforme descrito na sessão acima. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. Para deslocar os dados. o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo.

png [2] http:/ / www. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits. décadas atrás). . naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é. que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa. de 1955 a 1964). o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores. O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. com/ schematics/ twister. a série de mainframes IBM 700/7000. Por exemplo. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo. para todas as posições de endereçamento). Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. cujo clone aperfeiçoado. bem como em desperdício de memória. aliás. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é.com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. allaboutcircuits. Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. A última. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. sem qualquer forma de endereçamento indireto. com/ vol_4/ chpt_12/ index.Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. por volta de 1960. twibright. Nos primeiros computadores. Desenvolvimento No geral.

. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. br/ iolanda/ hic/ hicger. dcc. pdf http:/ / www. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. Iolanda B. ime. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. dcc. usp. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. boaaula. ufla. Valdemar W. br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. br/ ~vwsetzer/ comp-papel.Computador a Papel [2] em USP. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. html http:/ / www. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. html http:/ / www. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. com. C. • SETZER. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. Roberto. História da Computação [1] em "Boa Aula". ufla. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. • WILLRICH. os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição. Acessado em 23 de fevereiro de 2008.

html http:/ / www. netpedia. Acessado em 31 de maio de 2008. php?TermID=5980 http:/ / forum. • MOREIRA. pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina. com. ipp. br/ MostraTermo. Acessado em 31 de maio de 2008.TDM este tipo de multiplexação. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing . onde cada sinal (canal de comunicação). dei. pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. Veja também • FDM • rede de transmissão . um botão de liga e desliga. Sincronização [3] in ISEP [4]. André. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). com. permite transmitir simultaneamente vários sinais. isep. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. br/ http:/ / www. possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão. ipp.Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. netpedia.

Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". F V F . à difusão do uso de tabelas-verdade. Assim. F V V). C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. Por exemplo. de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa. de Wittgenstein. dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F . A . o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). Charles Peirce e outros da década de 1880.Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. se uma fórmula contém 2 termos. e vice-versa. e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus. (A∧B)→C . sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. A∧B . As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F . três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . B . Se a fórmula contiver 3 termos. utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. O número destas linhas é l = nt . então. A vasta influência de seu trabalho levou. a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . V F V . o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V).

Então) [Implicação] A conjunção é falsa se. e somente se. e somente se. ou XOR) A conjunção é verdadeira se. e somente se.Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se... ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou. apenas um dos operandos for verdadeiro . o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se... e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se.

Em caso negativo. o argumento é válido. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético . é inválido.Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros. Em caso positivo.

A. (A→B) B. A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. (A→B) Logo. Logo. B implica A. então B. (B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) .Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A.

com. calculadoraonline. php .Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. br/ view/ tabela-verdade.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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Quanto maior for o material. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). ufrj. que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. Para um determinado material.VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. maior capacitância ele terá. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou . dado em Volts. a sua capacitância depende somente de suas dimensões. dcc. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância. onde q é a quantidade de carga. dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático. Gabriel P. determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência. br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl. pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor. Assim. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en.‎ . wikipedia.

Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N...Veq Q1 + Q2 + Q3 + .. + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + ...m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + ... + Qna Q1 + Q2 + Q3 + ..Veq + . + Qn = C1. + Qn = Veq.. + Cn) ΣQ = Veq.Veq + C2.Veq + C3. + Cn.Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico .Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: ..ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C...(C1 + C2 + C3 + .

Esse tempo é o seu período (T).5 segundos para que esse evento ocorra.25 s =1 s. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes. Desse modo. fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0. Consequentemente. 1 segundo. Daí. temos que: f = 4 Hz T = 0. 2 × 0. podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes. Suponha que leve 0. Alternativamente.5 s Portanto. b) No segundo caso. ou seja. Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz. . Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo.5 s = 1 s. ou 2 Hz (2 × 0. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". sua frequência é de 2 vezes por segundo. ou seja.25 s= 1 s). . Daí. podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência. . ou seja.5 s =1 s).5 s e no segundo de 0. 4 × 0. Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0. voltas.5 s =1 s. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto. Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo. Portanto temos que: a) No primeiro caso. tempo decorrido para uma oscilação. etc) em um determinado intervalo de tempo.25 segundos. O que varia é o período do evento. que no primeiro caso foi de 0. temos que: F = 2 Hz T = 0. Nesse caso. para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012.25 s Portanto. a frequência é o inverso do período. Com isso.25 s. [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943. Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). Assim sendo. ou seja.Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. temos que : . temos que : .25 s = 1 s. 4 × 0. Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta". 2 × 0. oscilações.

A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H. Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas . ou seja. L = (Auto)-indutância. ele tende a manter o fluxo de campo magnético. Instrumento usado para medir frequência. Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável. No caso. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz.quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. onde = taxa de variação da corrente com o tempo. campo este que cria um fluxo que as atravessa. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido.Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro. E = Força eletromotriz .(resistência interna igual a zero) .

π é aproximadamente 3. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X.14159. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms.Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. π é aproximadamente 3. A medida recíproca da reatância é a susceptância. A relação entre impedância. f é a frequência dada em Hertz. podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys.14159. R é a resistência em ohms. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. . f é a frequência dada em Hertz. X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas. sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays.

a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível. Porém. Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. já que π é um número irracional. A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor. É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico. f é a frequência dada em Hertz. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V). não afetando o circuito. circuito eletrônico ou bobina. O valor nunca será exato. com semiciclos de 50%. . Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito.Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal.14159. É medida em ohms. f é a freqüência dada em Hertz. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. porém seu comportamento apresenta resistência). π é aproximadamente 3. onde X < 0. Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita.

• A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia. . isto é. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI). o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. chamado efeito Joule. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms.Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. Para medir essa resistência. e. Portanto. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . Num ferro de passar roupa. Esse fenômeno.. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. deslocar. Efeito joule Um condutor metálico. é medida em ohms. quando existe uma diferença de potencial aplicada. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. isto é. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. quanto mais fino for o condutor. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor.. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. num secador de cabelos ou numa estufa elétrica. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. Nesse movimento. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. se aquece.

Qualquer que seja o tipo da associação. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias).e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. durante um certo período. em outras palavras. Sabe-se que: energia = potência x tempo. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito. A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas. Portanto. A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência. . em paralelo ou ainda em associação mista. as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. que é uma combinação das duas formas anteriores.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. pelos diversos aparelhos instalados na casa. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência). maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. esta sempre resultará numa única resistência total. normalmente designada como resistência equivalente . entretanto. Em praticamente todos os países do mundo. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. existe um medidor.

o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou. Normalmente. tal como um diagrama. amperis. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox. muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados". Semiconductor intellectual property core .[2] Além dessas. quando distribuídos. como a GPL. Estes módulos. muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas.IP cores) ou Núcleos IP. as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos. com 24 potenciômetros analógicos. Nelas. um video-game livre . estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso. outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos. Licenças Ao invés de criar uma nova licença.Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www. alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. LGPL ou a BSD. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide. o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC. Ao invés de compartilhar as esquemáticas.[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis. Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros . são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês.

é que os resultados do hardware são tangíveis. criaram a frase "Liberdade de expressão. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright. Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica. várias delas são fundamentalmente diferentes. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação. revista pelos ícones da comunidade de SL. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte. administrador da Opencollector. onde há custos para o protótipo e fabricação. para mantê-lo sustentável. naturalmente. físico e lógico. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. . distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação. tais como o Open Source Hardware Central Bank. mais normalmente conhecida como Gratis versus libre.[10] [11] . Através disso. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento. além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças.[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento.[15] Dado a isto. alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann. a partir de distintas áreas da informática e eletrônica.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. não uma cerveja grátis"[13] [14] . Bruce Perens e Eric Steven Raymond. pois.[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas.

[4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. • ECB AT91 . html) (em inglês). com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. halfbakery. Página visitada em 28 de novembro de 2009. [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www.um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor.Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). 09/ posts.Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 . [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. [11] MAKE: Blog: Hardware livre. 4) (em inglês). br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). com/ uzebox/ [17] http:/ / www. pdf) (em inglês). org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. html [18] http:/ / www. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). worldchanging. Página visitada em 28 de novembro de 2009. Página visitada em 27 de novembro de 2009. Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). org/ hardlicense/ licenses. [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. org/ faq. TAPR (http:/ / www. makezine. gnu. cgi/ section/ 2/ 2. Página visitada em 25 de novembro de 2008. shtml) (em português). org/ licence. edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1. (http:/ / blog. Wired. wired. o que é? Por onde começar. tapr. org/ philosophy/ free-sw. GNU. Página visitada em 25 de novembro de 2008. html) (em inglês). "Free. html) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector.computador portátil destinado a países emergentes. com. freecores. opengraphics. html) (em inglês). Info Exame online. [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. 4#2. 0. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. Página visitada em 25 de novembro de 2008. [9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www. opencollector. abril. 0. org/ ohl. as in Beer" (http:/ / www. [15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages. org/ Whyfree/ ) (em inglês). techcrunch. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. lançado em 1990. [16] http:/ / belogic. html). html?pg=6).Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . org/ tiki-index. com/ wired/ archive/ 14. com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ . linuxfund. com/ archives/ 009340. com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). • ECB ATmega32/644 . [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www.. html) (em inglês). Página visitada em 26 de novembro de 2009. nyu. [3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores.. [13] Lawrence Lessig. tapr.

Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. • Baseado no Processing. A interface do hospedeiro é simples. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo. mas outras que podem comunicar-se com a . podendo ser escrita em várias linguagens.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. arduino. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador. para interligar-se ao hospedeiro. Tom Igoe. algumas linhas de E/S digital e analógica. Gianluca Martino e David Mellis. • Comunidade Código aberto. cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www.[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. de Casey Reas e Ben Fry. além de uma interface serial ou USB. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. com baixo custo. A mais popular é a Processing. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. Ela em si não possui qualquer recurso de rede. e é essencialmente C/C++. usando extensões apropriadas chamadas de shield.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi.[2] na qual tem origem em Wiring. David Cuartielles. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. projetada com um microcontrolador de placa única. por vezes traduzida ao português como Arduíno.

Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos. Itália.[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG . adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL. seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits. Além de ser microcontrolador. e acabam recebendo seus próprios nomes. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006. usam um módulo. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE. ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. conhecidos como shields.[6] SuperCollider. cabo adaptador USB.[7] ActionScript[8] e Java.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico). Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário.Arduino conexão serial são: Max/MSP. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. ATmega168.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino. como por placas programáveis via USB.[10] [11] além da marca de mais de 50. Algumas variantes. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos.[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais.[5] Pure Data. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. Nestes casos. ATmega328 e a ATmega1280. em 2005. pela Prix Ars Electronica. Atualmente. com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. quando seu software é utilizado. por ter uma forma específica de restrições de fator. especialmente os ATmega8. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles. o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto.[12] [13] Atualmente.[2] Considerando esta característica.000 placas vendidas até outubro de 2008. bluetooth ou outros métodos. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado.

ele possui a capacidade de programar em C/C++. digital (OUTPUT). delay (1000). Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe.[17] O modelo Nano.1 polegadas (ou 0. LOW). milissegundos). Estes estão disponíveis em cima da placa. disponibiliza 14 pinos digitais. fornecem conectores machos na parte de baixo da placa. que foi substituída pela Duemilanove. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando. A versão Diecimila. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED. 6 das quais podem produzir sinais MLP.[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. na qual pode ser usada para inicializar configuração. através de conectores fêmeas de 0. // espera 1 segundo. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. digitalWrite (LED_PIN. e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada.Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída.[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring". além de 6 entradas analógicas. parênteses correspondentes e identação automática. tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. delay (1000).[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring.25 centímetros). Boarduino e placas compatíveis com estas. HIGH). OUTPUT). . Habitualmente. por exemplo. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. para serem plugados em protoboards. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. No ambiente de desenvolvimento.

// espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. milissegundos). definida em sua própria biblioteca. OUTPUT). e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init(). } "WProgram.[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. HIGH). return 0.h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. LOW). digital (OUTPUT). delay (1000). então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa. enviar os programas para a placa.Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido.. } int main(void) { init(). com o avrdude. // espera 1 segundo.) loop().h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. digitalWrite (LED_PIN. . para depois. O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas. e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. for (. setup() e loop(). uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo. sendo as duas últimas configuradas pelo usuário. delay (1000). setup().

utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano. É energizado via USB/DC. Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila. Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória . energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis.Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] . porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença.

[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos.[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa.[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. Estes são expansões para ele. montado num Arduino.[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original. nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial. Um shield de prototipagem. e estão disponíveis em sua página oficial.5. e é livre para ser usado para qualquer fim. chamado de Freeduino [38]. em inglês). sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2. Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft. e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização.[40] . um grupo de usuários criou um projeto alternativo. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores.[37] [21] Devido a isso. sendo que disponibilizam várias funções específicas. baseado na versão Diecimila.

com bateria reserva. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço. Na parte de trás. Metalab. Placa microcontroladora. incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. . local onde se desenvolve o Metaboard. é desenvolvida pela Liquidware. Disponibiliza 64k de flash.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. há uma "estação Akihabara" de seda. O hardware e firmware são código aberto. Superfície montada. podendo utilizar placa universais como os shields. ou para conexões mais específicas. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee. Similar ao Seeeduino. um hackerspace em Viena. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. É desenvolvida pela [50] Metalab. parecido com o do Arduino. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. Derivada da Diecimila. O Hardware e firmware são código aberto. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9.

Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM. . 32 pinos de E/S gerais. Olhar Digital (21 de março de 2010). e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância. Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway. Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. porém com memória adicional.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm). É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo. eles são incompatíveis com o programa original. similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. Projeto Arduino (http:/ / www. próprio para prototipagem. programável em BASIC ou C. uol. cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. Baixa voltagem. podem trabalhar com outras IDEs. bateria de energia igual ao do Arduino. [65] Compacto (35 mm x 70 mm). cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. entretanto. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega . cc/ ). por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. Sendo assim. ATmega644P um pino 40 DIP. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino. decodificador DCC e uma interface CAN-bus. Podendo ser energizado via USB. com.C. arduino. produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. Desenvolvida pela Curious Inventor. para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). Placa não expansiva. br/ central_de_videos/ video_wide. php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. Possui 64K de flash. Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem. 4K de RAM. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. Projeto Arduino.L. L. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa. Página visitada em 2 de abril de 2010. Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit.

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makezine. branco e preto. Uma terceira cor. e está localizado no Distrito de Futian. Ltd..Arduino • Projeto Makezine (http://www. 4 botões de ação. Em Julho de 2010.R. [2] . Direcional Controladores Dingoo A320 O 'Dingoo A320' é um Portátil que suporta a reprodução de música.html) (em inglês) • Artigos e tutoriais pelo guia Sheep Dog (http://sheepdogguides.htm) (em inglês) • Exemplos de componentes. Shenzhen Dingoo Digital tem foco em jogos e produtos digitais. Está disponível em duas cores. Videogame portátil 7ª geração Cartões Micro SD Processador de 400 MHz (Injenic) L. Apresenta um sistema nativo de rádio e gravação de voz. pela Frutzing (http://fritzing.com/arduino/artut.com/blog/archive/2007/09/intro_to_the_arduino_week. anunciada para lançamento futuro. Start e Select. rosa. o 'Dingoo A320' passou a ser produzido no Brasil pela Ceder Eletrônica da Amazônia Ltda.org/projects) (em inglês) 445 Dingoo Dingoo A320 Fabricante Tipo Geração Mídia CPU Shenzhen Dingoo Digital Co. Shenzhen. sob autorização exclusiva da Shenzhen Dingoo Digital. licenciada da marca Dynacom [1]. vídeo e jogos..

5 m Peso 110g Tela de 2.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior . 3GP. Microfone. MPEG • Tocador de Músicas MP3. APE.0 • Tela 2. ASF. FLV. 320x240 resolução. AVI. approx. • Saídas Autofalantes Estereos.29WH) Li-Ion.7V 1700 mAH (6. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256. 7 hours run time • Player de Vídeos RM.51 m x 56.8" LCD. 4 ação. 16M cores • Bateria 3. FLAC. MP4.botões Start & Select . WMA. MOV. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad. 2 superiores.5 m x 500.

Pac-man .Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux. Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.

0 MHz ~ 108. MOV • Codecs de Video : WMV1. APE. MP4. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB. ASF. Ajuste de fonte . BMP. AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. DiVX5. WMV7. auto-navega. DIV3. GIF. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. e pode ser aberta enquanto a música está a tocar. MPEG1. O usuário pode guardar até 40 canais.pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação. . XViD. WAV. WMV3. mp4v. WMA. MJPG. MPEG. WMV8. Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV.1. FLAC. WMV9. WMV. AVI. suporte manual / automática varredura de canal . rádio FM . RM. MP42.0 MHz. FLV.

fotografias. Gnuboy. Assim como versões de Emuladores: ScummVM. calculadoras. Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom. sem necessidade de ligação com um PC. gravações de voz. Defendguin.03 Firmware V1. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. MAME. um simples afinador de violão. Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho. Open Liero.02 Firmware V1. SMS Plus. Gnurobbo. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. Firmware Firmware Oficiais Firmware V1.01 Firmware V1. vídeos. Reminisecence. Duke3d ). Snes9x. Rise of the Triads. .0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. entre outros.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. para manter o sistema no seu melhor desempenho. Blockrage . herege. Além de outros aplicativos.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1. • Envio USB 2. Sdlroids. Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source). hexen. editores de texto. bico Tyrian. Isto permite a dupla arrancada. Waternet. PicoDrive. Super Transball 2. pelo firmware original ou Linux. Dodgin 'Diamonds 1 e 2. leitores de ''Ebooks''. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. como reprodutores de Mp3. Biniax 2. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux.Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção. música. PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo.

dingoo888. com.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www.net/windux. com. uol.PC WORLD (http:/ / pcworld.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www. dynacom. br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo .Games .dingoonity.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul. GP2X .dingoobr.badcoffee.asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards.com/en_index. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www.6te.guanabara.

00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO. html) [2] http:/ / www.. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana.iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium. robotcub. org/ [3] http:/ / eris. globo.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash . it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2.5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1.MUL1294904-6174. Ti GPRS (2.1 Ligação audio 2. liralab. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0.[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1.0 EDR.

org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973"." "Neo" significa novo.OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973.Org Server 7. wolfsonmicro.7 × 62 × 18. Este será o novo 1973. Neste momento. seguindo a filosofia FLOSS. com/ news/ NS2986976174. mais uma vez.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120. Software Núcleo Linux 2. a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007. openmoko. com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko. linuxtogo. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg. 20 de Janeiro de 2007. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC.com [5] Referências [1] http:/ / www.5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta.openmoko.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko.org (http:/ / lists.[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel. Dr. o mundo das comunicações.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2. html . org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586.17. linuxdevices. html) [3] http:/ / www.6. openmoko.14 Userland • • • • X.6. pelo preço de US$350. com/ [4] http:/ / www. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices. lists.

512 MB internos NAND. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802. certamente.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2. + 4dBm) .0 + EDR (3Mbps) (Classe 2. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2. Um pouco menor que um netbook. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. este tem por finalidade. ser útil como um PC de mesa.0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2. oferecer uma mistura entre PC e console de videogame.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento. Ångström. IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos.0.11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2. 256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core.0. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas. o console caberá em seu bolso. Baseado na distribuição linux. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530. e um pouco maior que um Nintendo DS. USB armazenamento externo.

org/ http:/ / www.3" widescreen. openpandora.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2. gbax. open-pandora.6. 16.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms.5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2. html http:/ / apps.4x27. Teclado. org/ http:/ / boards. GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2.0 OTG (1. Modem 3G. openpandora. php http:/ / www. open-pandora.0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB.x) • Dimensões: 140x83. org/ index. com/ pandoraprivate. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en . formato 4. org/ index.Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen). Mouse.

permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos. • Blog oficial [2] (em inglês). Devido ao potencial de reprodução da máquina. org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home.0 (Mendel) RepRap versão 1.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. com base em um modelo computacional. sem a necessidade de uma infraestrutura industrial. RepRap versão 2. como o principal objetivo do projeto. em teoria. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. Referências [1] http:/ / reprap. Página visitada em 11 de abril de 2010.0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês). o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva. blogspot. Isto. os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais. aumentando exponencialmente em número. Os autores têm a autorreplicação. com/ .

O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN. são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch.RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca. checagens detalhadas pós-solda. Dois cabos coaxiais. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos. O alcance pode ser estendido para 1. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor. . permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção. Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. Operações básicas como furação e solda são explicadas. semelhantes aos utilizados com antenas de TV. conectando à Internet. Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento. procedimentos de teste . Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. As instruções de montagem. com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica. O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário".4 km. Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. O alcance da configuração básica é de 1. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável.são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho. Diversas técnicas padrões de furação.

apresentando um laço de realimentação. chuva. neve or fumaça. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela . • Ronja Inferno: Alcance de 1.25 km. Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa. inferindo a partir daí o alcance possível. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). o projeto se torna mais complexo.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. luz visível vermelha. o enlace pára de funcionar. abordagem impede. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. Desta forma. Tipicamente. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância. entretanto. Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. Conecta-se a uma interface AUI. Limitações • Por definição. ainda. • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas. luz vermelha. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. • Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1. Conectado também com um cabo RJ45. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela. O Ronja. usa um projeto sem realimentação. luz invisível infravermelha.4 km. Esta Outubro de 2007. Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA . Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch. Se o feixe for interrompido de qualquer forma.4 km.

Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico. A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre. Desta forma. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. • Para a correta operação. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. de forma a não afetar a componente AC do sinal.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. o Twister2. com declive de 6 dB/oct. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros. Estes custos geralmente incluem licenças de software. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho. basicamente por descarga de curto-circuito. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito. a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ.RONJA capacitância total de entrada. um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. 458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. Ele é parte do projeto do Ronja. Ele possui uma largura de banda de 9 MHz. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. Entretanto. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. No Natal de 2001. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido.

org [5] http:/ / pcb.ch/articles/ronja) A user testimonial. seul. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www. ncsu. com/ installations.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag.net/view. twibright. twibright.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project . edu/ seniordesign/ projects_new. twibright.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi. com [7] http:/ / wiki. • (http://klfree. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda. ece.twibright.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja.hackaday. sourceforge.php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) .org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive.archive. net/ [6] http:/ / ronja. twibright. root.org) • (http://www.unstrung.RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root. org/ ronja/ • (http://www.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps.oreillynet. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www.com/document.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www. hkfree. com/ index. php?id=463 [10] http:/ / charon. twibright.

Hardware O dispositivo completo.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT.15. a 2. Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802. ou Java Micro Edition. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos). Sobre esse padrão vários protocolos.6 V e 750 mAh. sensor de luz. e 4 pinos de saída de alta corrente. Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. . do inglês Sun Small Programmable Object Technology.15. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas). Diferente de outros sistemas de mote disponíveis. com antena integrada. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos. 2 sensores de movimento (ou momentary switches). Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante. desenvolvido pela Sun Microsystems. Ele é do tipo mote. 8 LEDs tri-colores. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF).4 GHz. incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. ainda conhecida por J2ME. que roda diretamente no processador. sem usar um sistema operacional. sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. 5 pinos para I/O de propósito geral. • interface USB. podem ser construídos. o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. inteiramente montado. a 180 MHz. cabe em uma palma de mão normal.4. sensor de temperatura. 2G/6G.15. • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. • interface de rádio IEEE 802. pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee). com 512 K de RAM e 4 M de memória flash. inclusive o ZigBee. O dispostivo como rádio o padrão 802. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira.4 do IEEE. 6 entradas analógicas.

com/ http:/ / www. as ferramentas de desenvolvimento de softeware.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G. com/ davidgs/ http:/ / www. Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. sunspotworld. O software é compatível com Windows XP. o NetBeans). O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee. uma estação base Sun SPOT. e um cabo USB. com/ http:/ / tauzero. com. ainda em produção limitada. alavs. depois de meses de atraso de manufatura. html http:/ / blogs. para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007. Mac OS X 10. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento. sun. br/ .Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. sunspot.

8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine). é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). uol. . ou ainda Laptop das crianças. com.UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre. anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1. php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802. Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital. Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo.11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. br/ digitalnews1.

2mm de curso. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007. Thai. Português.4 mm × 114. dual-mode TFT • Área visível: 152. 1. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1. suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. Nigeriano. quincunx-sampled. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível.00. que já demostraram interesse no projeto. 200 dpi • Display mono: Alta resolução. entre eles o Brasil. monofônico. presidente de OLPC. caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . compatível com a norma 802.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V). diponibilizando computadores a um custo de U$100. stereo. tendo como alvo os países em desenvolvimento.11b/g. 19cm(7. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível.XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte. MMX. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. Espanhol. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo. Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas. modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON. Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007. duas antenas coaxiais ajustáveis . com dois alto-falantes internos. Arábico.US International. ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso.5") diagonal.[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações. codec de audio AC97-compatível.

• Variação de altitude: -15m a 3. taxa de varredura de 0. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3. 10Hz a 500Hz. . Quando fechada. Wi-Fi.0. 6V montadas em série Caixa rígida fechada.5g zero-pico. de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances. • Vibração aleatória: 0.048m (14.8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2.25 oct/min (em funcionamento).XO • Indicadores de estado: energia. Open Firmware é usado como o bootloader.4 psia) (desligado). 2ms. valores exatos ainda não estabelecidos. 10Hz to 500Hz. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480. • Umidade: Semelhante ao item temperatura.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. 2ms.75g zero-pico.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas).7 a 4. Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil. -15m a 12. em uso 10 a 20 V.. 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos. Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc.5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3. como se fosse uma pasta ou bolsa. • Choque 125g. taxa de varredura de 0. removível pelo usuário Capacidade: 22.7 a 10.192m (14.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS.5mm. bateria. a unidade deve ser suficientemente vedada. meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas. 1. UE). entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente.1 psia) (em funcionamento). modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2. meia-onda (em funcionamento) 200g. O XO pode ser usado como um livro.

. em colaboração com a Intel.000). Nigéria (1. Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social. Brasil (250.XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar. viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet. chamado de "Descubra o PC" (em inglês. O XO é dobravel e flexivel.000)[3] e Peru (40.[11] • O governo Português. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500.000.000).000)[4] . "Discover the PC"). Líbia (1. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC). • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] .net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT.[6] • Outras empresas como a Asiatotal. [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia.200. "Eduwise" ou ainda. Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante. Uruguai (100.000). • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo. Ruanda. • Uma Análise do projeto [17] (em português). O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO. que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado). 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007.000). O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias. comentários e discussão sobre o 2B1.

dicas-l. software. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. 2006-10-11. zdnet. Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. pt_BR. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. com. via. [10] Block. html [15] http:/ / wiki. org/ index. engadget. com/ 2100-1040_22-5422893. html [13] http:/ / laptop. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. com. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. olpcnews. net). 2006-10-23. [3] Olpcnews (http:/ / www. com. laptop. 2006-11-13. uol. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. uol. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. pt_BR. laptop. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World. pedagogia. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. For FREE (http:/ / asiatotal. olpcnews. uol. John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. com/ [17] http:/ / www. org/ [14] http:/ / www. acessado em 1° de março de 2006. br/ educacao_tecnologia . Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. olpcnews. org/ go/ Home [16] http:/ / www. org/ faq. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. com. [12] http:/ / laptop. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. intel. com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. laptop.XO Hardware. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. com.

é necessário desviar a sobrecorrente. A resistência interna do galvanômetro RG. Por isso. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. ao se fazer uma medida de corrente. Na medição de corrente contínua. A sobrecorrente IS. do galvanômetro. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento. Em geral. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. IGM. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. Portanto. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. . introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. para as medições serem precisas. Como isso é impossível. sendo necessário abrir o circuito no local da medida. Por isso. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento. com tolerâncias de 1%. A unidade usada é o Ampère. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. A resistência interna do amperímetro RIA. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional.Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS. Dependendo da qualidade do aparelho. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles.

Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital. espalhadas no espectro de frequências. br/ voltimetros.. Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência. processadores e demais componentes digitais de um circuito. seinstrumentos.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos. Amperímetros digitais .Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. Referências [1] http:/ / www. contadores. Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes. . registradores. com.. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais.

Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias. de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo. net/ capacimetro. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro). a sua unidade é adimensional. devido o cuidado com o valor de F. que mede o valor do fator de potência. Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica .P . htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem).Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos. burgoseletronica. como motores elétricos por exemplo. Por se tratar de expressar o valor de fator de potência. que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos.

A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco).Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. então. por uma segunda bobina e. substância que emite luz ao ser excitada por elétrons.ou sobre um filme fotográfico. ISBN 85-277-1045-5. Por isso. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem.onde formam uma imagem visível . constituída por partículas relativamente grosseiras.[2] [1] JUNQUEIRA. Passam. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade. logo após. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro. Depois de revelados. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO. os quais incidirão sobre um filme fotográfico. [2] id. A barra branca tem 30 µm. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto. 8ª Edição. Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia. José. Biologia Celular e Molecular. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.[2] A tela fluorescente.[1] A Qualidade da imagem Na prática. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente . . 2005.

Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular). normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). Depois da conversão. como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina. Como consequência. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio. pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV). buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda. Além disso. a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . ao mesmo tempo gera. Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) .Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV". uma série de alterações ocorrem durante a queima. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda. bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. mais rica é a mistura (possui mais combustível). de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito. ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. Na prática. ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos. A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. pelo sinal inadequado emitido pela sonda. quando o veículo está utilizando o GNV. . mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV.a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina.Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada. um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. mas não consegue corrigir a diferença. O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo. Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão.

br/ ~f98335/ projeto17. microssegundos. informando a frequência medida em Hz. conforme a escala utilizada. html . 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. htm [2] http:/ / www. O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". sendo uma para cada cilindro do motor. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. facens. mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura. Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência. nanossegundos). Uma outra maneira. kHz. existem os eletromecânicos. milissegundos. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. usados para medir a baixa frequência da rede elétrica. Desta maneira. MHz e GHz. li. net/ frequencimetro_pic. Além dos frequencímetros digitais. mantendo as regulagens e a performance do veículo. que utiliza válvulas injetoras de GNV. Estes se compõem de barras de ferro doce. Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade). Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos. Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. ou pode também ter uma centralina independente para o GNV. radioamadores.Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz).

mas possui as vantagens de ser mais barato. o valor da corrente é indicado na escala graduada. consiste basicamente de um galvanómetro.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. e outras. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. ohmímetro ou voltímetro. que possuem um mostrador de cristal líquido. ligado a uma chave selectora. como tensão contínua. Através de circuitos apropriados. que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. a bobina é fixa. por ser menos sensível que o de bobina móvel. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. em oposição aos multímetros digitais. movendo um ponteiro. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. sobre uma escala graduada. tensão alternada. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro . O multímetro. se forma um campo magnético que interage com o campo do íman.Fio transportando a corrente a ser medida . O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel. Galvanômetro de bobina móvel . ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday. e a bobina gira. uma bateria e vários resistores internos. mais robusto. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. ou agulha. e instalada entre os pólos de um ímã fixo.Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. potência. resistência. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado.

triângulo. Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. quadrado. sweep) NE566 (National . Ablação Intradiscal.Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz).funções quadrado. dente-de-serra. lesão térmica por RF contínua. Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. quadrado.funções seno. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento. o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. estimulação motora e sensitiva.funções seno. filtros e amplificadores. ajustes e leituras. triangulares. RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas. com o qual se pode verificar as suas formas de onda. além de conectores para saída do sinal. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. sweep) XR2206 (Exar . São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos. Operando com potência de até 50 watts. Cingulotomia entre outros. A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. triângulo) . sweep) MAX038 (Maxim . Palidotomia. Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. possui recursos de medição de impedância. Drez. Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda. triângulo. quadrados.funções seno. todos com diversas frequências e amplitudes. triângulo. quadrado. Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. Rizotomia Trigeminal. com sweep (frequência variável).

Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. cristalografia e composição química da amostra. etc) como fonte de sinal. No caso de amostras cristalinas. já que. . • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria. mas por diversas técnicas analíticas. possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. De qualquer forma. inorgânicas e biológicas. Também são usados para simular corrente alternada. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica. • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. variando entre 0. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. com frequência e amplitude variável e ajustável por dials.XPS e espectroscopia de elétron Auger. também pode revelar a composição das partículas. Estes são chamados elétrons secundários. filtros. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia. Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . onde se faz uso de um galvanômetro. que está relacionada com a amostra em questão. Pode ser analógico. trabalham com frequências.000001A (1microAmper). Este é o elétron transmitido. amplificadores.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais). ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt".1 e 1nm. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. • Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas.

• Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). Para o preparo da amostra. z. no caminho do feixe de elétrons. corresponde a um plano real (hkl). como moléculas gasosas. . Assim. que são as formas de visualização da amostra. equivalente a 0. ao passo que amostras biológicas. A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração. por exemplo. As imagens são de campo claro. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å. • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. em forma de lâmina. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração.Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. para amostras cristalinas. rotação e orientação nos eixos x. por sua vez. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. esta deve estar polida de ambos os lados. conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. A amostra não deve sofrer alteração como. deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. a tensão de aceleração usual é 100 kV. campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. y. inclinação. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução.0037 nm. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. A resolução do equipamento chega a 3 Å. É ajustado quanto à altura. • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária. além da fina espessura da lâmina da amostra. mais instáveis.

Microscopia Eletrônica No modo imagem. Por outro lado. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final. onde λ é comprimento de onda incidente. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. No modo campo claro. uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. fornecendo importantes informações. Neste modo. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. Por outro lado. obedecendo à lei de Bragg. Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. de acordo com o feixe de elétrons selecionado. No entanto. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. 477 . d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. daí o nome campo claro. onde S2 é o sinal da amostra. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada. ocasionando o contraste de fases. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. Na imagem de campo escuro. Em ambos os casos. não difratados.

a tensão de aceleração deve estar compreendida entre 200 V a 30 kV. O canhão de elétrons é usado para a produção do feixe de elétrons com energia e quantidade suficiente para ser captado pelos detectores. O vácuo deve ser de 10-5 . Amostras que degasam a baixas pressões. são responsáveis por direcionar o feixe na amostra.000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. Assim como na microscopia eletrônica de transmissão. enquanto que os elétrons retroespalhados fornecem imagens características de variação de composição. a amostra deve se estável ao alto vácuo. Seu princípio de funcionamento é o efeito termoiônico de emissão de elétrons. possibilitando a realização de análises químicas durante a observação. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. é reduzida a 1 nm . inicialmente de 10 . A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio. • Conjunto de lentes condensadoras e objetivas: As lentes controlam o diâmetro do feixe e o direciona até a amostra. Além disso. Os elétrons secundários fornecem imagem de topografia de superfície da amostra e são responsáveis pelas imagens de alta resolução.10-6 Torr. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x. Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra. • Sistema de alto vácuo: O vácuo impede que os elétrons interajam com partículas gasosas e comprometam a análise. Por exemplo. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. além de reduzir a dimensão do feixe. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. A ampliação da imagem é de 20 a 30. Interações do feixe de elétrons com a amostra . y. O foco é obtido alterando-se a altura da amostra e o ajuste fino é realizado somente com as lentes objetivas. os sinais de maior interesse para formação da imagem são os elétrons secundários e os retroespalhados. Felizmente. para fontes termoiônicas. Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons. identifica fases por meio de análises químicas qualitativas. As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). altura) e orientação (inclinação e rotação).Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química. No processo de interação do feixe eletrônico com a matéria. por sua vez. Quanto às condições de operação.1µm ao atingir a amostra. específicos para estas amostras. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados.50 nm. z. hoje existem no mercado microscópios de baixo vácuo. O ajuste grosso é executado ajustando-se a distância entre a saída da lente objetiva e a amostra. As lentes objetivas. A amostra deve ter até 10 cm na horizontal e no máximo 40 mm na vertical. No entanto. A técnica tornou-se mais poderosa com o acoplamento de detectores de energia dispersiva de raios-X. a dimensão do feixe.

pois diminui a probabilidade de choque elástico e a taxa de perda de energia da amostra também decresce. diversos eventos ocorrem. Quando o feixe primário se choca com o campo elétrico do elétron da amostra. Este é o exemplo de choque elástico. o que resulta em uma distribuição de energia que varia de 50 eV até o valor da energia incidente. Elétrons secundários representam uma interação inelástica. A figura 13 mostra a curva monotônica de η em relação do número atômico. Elétrons secundários são gerados por três diferentes mecanismos.05) e ouro (δ=2. O sinal tipo II origina-se do choque entre um elétron secundário de alta energia e a amostra. formato e textura dos objetos e é dependente dos coeficientes de retroespalhamento e de elétrons secundários. os elétrons do feixe primário têm sua direção alterada. ao interagir com o campo elétrico do núcleo. em função de suas energias. ocorre transferência de energia para o átomo da amostra e a expulsão do elétron deste átomo como o elétron secundário. É relativamente insensível ao número atômico. ao passo que elétrons retroespalhados escapam a uma profundidade maior em centenas de vezes. porém sem perda significativa de energia. menor que 50 eV. A figura J também ilustra a relação de δ com o número atômico. Para muitos elementos δ vale aproximadamente 0. um raio-X característico será produzido. Os elétrons retroespalhados percorrem diferentes trajetórias antes de escaparem da amostra. A maioria. retém ao menos 50% do valor inicial. porém. As dimensões da interação em volume aumentam com a voltagem de aceleraçã