Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes. Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .

uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -). dentro da área de interesse da Eletrotécnica. os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações). Complementar à definição acima. dentro da área de interesse da Eletrônica. Para colocá-lo no estado ligado. todos. os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. Numa definição mais abrangente. quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares. todos. transmitir. processar e armazenar energia. sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa.informações . eletrônicos. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. Também é considerada um ramo da Eletricidade que. estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. com o objetivo principal de representar. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão. ondas eletromagnéticas. Entre os mais diversos ramos que a abrangem. com o objetivo principal de transformar. Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência.Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. partículas elementares. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido).sob forma de sinais elétricos) estão. a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. Fótons. Sob esta ótica. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. armazenar. que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet. Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência. etc. as linhas de transmissão (que transmitem energia). os transformadores. do Elétron. utilizando a eletrônica de potência. Sob esta definição. as propriedades e comportamento. as usinas hidrelétricas. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . De igual maneira. por sua vez. também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos.

modificando. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). foi substituída pelos transístores. capacitores. da emissão eletromagnética através do espaço físico. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". interagindo. ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos. dentro de um bulbo de vidro. os microcircuitos. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). fotocélulas. Sem a eletrônica. antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. medindo. o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC. "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos. Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. etc.) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). aí está a eletrônica. diodos. Aos poucos. sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. isto seria impossível de se conseguir. para em seguida a captação desta. mesmo assim. o segundo porém mais moderno que o primeiro.(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se). por definição. No estado ligado. A eletrônica. O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. além de miniaturizar os capacitores. resistores. Assim. ao passar do tempo. indutores. indutores. Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). as memória eletrônicas. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. entre outros. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. assim novamente para onda sonora. os microprocessadores.Eletrônica terminal da porta (G). A válvula termiônica. Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. onda luminosa para onda sonora e vice . o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). no mais. Quando não houver a tensão aplicada na porta. resistores. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. a tensão através da chave se define a zero. também chamada de válvula eletrônica.

Eletrônica versa. Estes interligados formam circuitos mais complexos. amplificação. etc. por exemplo. até chegar ao resultado final quando. ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação. milissegundos. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que. em segundos. tudo isso. através de um feixe de luz.

o dispositivo se descarregava. Ao fazer isso. aleatórias. O pesquisador. porém com o passar do tempo. no início de 1880. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. Em 1835. estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. em 1884. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. porém. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. Ao fazê-lo. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. Posteriormente. Durante sua demonstração. . da mesma forma que Munk em 1835. Ao mesmo tempo Flemming. Em 1861. naquela época empregado de Thomas Edison. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo. quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. em 1873. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. sua utilidade era meramente para curiosidade científica. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. foram informações dispersas. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. Munk. porém. Calzecchi Onesti. Hughes. Ao inverter a polaridade. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. Julius Elster e Hans Geitel. Em 1866. XVIII e XIX. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. Isto ficou registrado. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. A partir de 1850. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison. utilizando ondas luminosas. da mesma forma que Munk em 1835. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. Embora funcional. na verdade. Nos séculos XVII. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. que resultava num filme de óxido de mercúrio. Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si. A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. a corrente não fluía. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. acelerou-se. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas.

etc. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro.Eletrônica Hertz. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. Lodge então. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. preparou um tubo com limalhas de ferro. pentodos. Era o primeiro transistor. A experiência foi confirmada por Hallwachs. Minchin e Oliver Lodge. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. de forma independente. A partir de 1850. William Crookes e Goldstein. triodo termiônico. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. em 1894. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos". O padre Roberto Landell de Moura. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. De novo. agora na pessoa de Édouard Branly. tetrodos. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. quando na metade do século. As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. porém. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. a válvula termoiônica reinou absoluta. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência. observou o efeito fotoemissivo. Em 1897. em 1893. Em 1890. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. sem uso prático. Hittorf. em 1948. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais. de Solari. seguindo o método de Branly. ou termiônica. Em 1901. 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade. da mesma forma que Munk em 1835. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. em 1890. no ano de 1887. era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. pois acreditou-se que sua carga era negativa.

é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. • Um termômetro analógico. Estas. capacitors. todos feitos numa só base. ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. que decodificada forma letras e palavras. depois do trabalho de milhares. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. senão milhões de colaboradores anônimos. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. um galvanômetro. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma. Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. Para o transporte de informação. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta. foi necessário a codificação de uma linguagem.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. outra fixas. os sinais. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal. potência 90 W Logo após. • Um velocímetro analógico. Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação. (LSI). resistors e diodos semicondutores. (ELSI). . As variáveis são observadas diretamente. os componentes passaram a ser fabricados em silício. foi desenvolvida a extra larga escala de integração. interpretadas nada mais são do que informação. no início da década de setenta. São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. Algumas são variáveis.Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse. inicialmente em germânio. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. • Uma balança analógica. decodificação complexa. Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. e logo após. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. nos anos oitenta. ou o ecrã de um osciloscópio. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica.

um exemplo é a Amplitude Modulada. pneumática. é formada por componentes que digitalizam a informação. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. as ondas de rádio por exemplo. org [2] http:/ / www. convertem o sistema decimal para sistema binário. a robotização biológica e a robótica. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. ou sistema binário. entrevistas. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. retificação em meia onda do sinal resultante. (álgebra booleana). a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. da cibernética. com. um exemplo disto é a linguagem binária. eletronica. a biomecatrônica. eventos. Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. isto é. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. a leitura é indireta. sabereletronica. digitalizar é manipular. br . e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. depende de sistemas de interpretação e leitura. da ciência da computação. artigos. da informática. entre outros. [2] Referências [1] http:/ / www. temos a mecatrônica. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. onde se usa um código binário de transporte de informação. é digitalizada. onde a codificação e decodificação é executada de forma direta.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. por exemplo. hidráulica e informática. converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. pois esta não é direta.

+F +F. O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F. . quando existe a necessidade de estabilidade térmica.+A 8 +A +A. Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC.

mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. . -A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A. Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. -F -F. Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica.-A 9 -A -A. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento.

vermelhas ou cinzas. branco.80's. Publica livros técnicos de eletrônica. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. etc. Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. Samsung. marrom. vermelho. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. azul. telecomunicações etc. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro. sem curvas. antennaeletronica. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico. radioamadorismo. Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. vermelho. com. redução do tamanho das paredes da geladeira. Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. Foi fundada em 1926. 90's appliances 10 80's. E contem um gasto de energia. verde e laranja. sendo a mais antiga do ramo. br/ . refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. Consul. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. um slogan quadrado e nas cores bege. etc. Como a Brastemp. amarelo. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. Desing Se inclui de linhas de retas. LG Electronics.

Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico.Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. e somente neste caso. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. seu rendimento diminuirá exponencialmente. A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. ou seja. na qual. Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. conhecida por Efeito Édison. que. para uma impedância dinâmica fixa. século XX. Para evitar este efeito indesejável. . pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. existem componentes cuja função é evitar este efeito. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva. os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. ou placa. que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. conforme a escolha do projetista.é um componente eletrônico chamado termistor. Neste caso. pois se for feita a redução na alimentação. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. este nada mais é. ou seja. sendo então atraídos pelo ânodo. mas sim na polarização do circuito de potência. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) . Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial.é um componente eletrônico ou termistor. com a miniaturização eletrônica. ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema. de acordo com a Lei de Joule. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito.

C. onde o "E" vem de "Enhanced". As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0. 1958. M. . • Hercher. H. California. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. Processador Pentium MMX. Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada.: Designing Transistor A-F Power Amplifier.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils. e Barco. 1956. Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior. BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados.76 milímetros. Bibliografia • Lin. RCA Laboratories. Após a remoção deste componente. B. Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). como por exemplo.5. april. Transistor I. pois. chipsets e microprocessadores.6 e 0. A. a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica. É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. 0. A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA".: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors. Electronics. que são soldados diretamente na placa-mãe. A.

por exemplo. O valor de freqüência. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. medido em Hertz. digamos 3kHz. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. Idealmente. Informalmente. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero.Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro. mas bandas passantes diferentes. o outro de 40kHz a 43kHz. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. . Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original. entretanto. Na prática. Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda.

Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética. São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel. Nos HDs de computador. as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética. e vice-versa. É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. Se este campo for convenientemente forte.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. No gap. O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). exceto por um pequeno vão (gap). ou forma semelhante. Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. Esquema de uma cabeça magnética . o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. de modo que. ou operação inversa . na extremidade oposta ao solenóide. será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia. quando próxima ou em contato com o gap.para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico.

permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. ao passarem pelo gap. chegando a tensões de 2 a 5 kV. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos.10nf. um arco é criado entre seus terminais. esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara. Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. que pode variar entre 350V e 1. que foram previamente orientados.2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. oferecendo um caminho de baixa impedância. Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico). e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante.Protetores elétricos e eletrônicos . pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra. O centelhador opera como uma chave dependente da tensão. & Sistemas) • MTM . comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. apresentando duas tensões de disparo. e posteriormente todo o funcionamento do componente. Fontes • Elematti Eng. usados para circuitos de alta freqüência. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico. substituindo os produtos que apresentarem alterações. a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento. e possuem baixa capacitância . induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado. Fabricado com dois ou três elétrodos. Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão. A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica.

O conjunto. que utilizava até doze chaves agrupadas. No entanto. Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores. oferendo até 128 combinações totais. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). também pode ser referenciado por chave DIP. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers.Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. Este sistema. alternativa mais barata e eficiente.veja jumper para mais detalhes). no singular. Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. Atualmente. enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits). em sua totalidade. jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. Frequentemente. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas . Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. e possui um total de 256 combinações. antes do advento da RAM alimentada à bateria. Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança.

é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. motor. Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. O conceito de circuito aberto é muito simples. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. seja uma lâmpada. aquecedor. . ou do inglês microswitch. Interior de uma chave de fim de curso. um aparelho elétrico qualquer. No caso de um circuito elétrico.Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso. enfim. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. nesse caso o fluxo de pessoas. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade.

[1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. mínima dispersão ocorrendo. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas.[1] Na eletrônica. idealmente. Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. inventário de estoque. e portanto. br/ coletor. controle de consumo. como empresas de fornecimento de gás. luminosos. Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. através de leitura de código de barras ou manualmente. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. na prática. Caso não haja o alinhamento. marg. por exemplo. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. comanda de bares e restaurantes etc. Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. estes podem ser eletrônicos. e significa que. energia elétrica. água e esgoto. . linhas de fluxo eletromagnético. luz não espalha-se com distância. lentes). Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. etc. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. com. disket ou wireless. as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa. com. Na imagem inferior. ou outros processos. consumo de energia elétrica. [1] http:/ / www. comprometendo assim a observação.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. porta USB. Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. a luz foi colimada. as imagens ficarão deformadas. controle de estoque. que depois serão utilizadas em um sistema específico. relatórios em geral. com a maior precisão possível. A palavra é relacionada com "colinear". no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente. num tubo de raios catódicos.

/ collimation. No início da década de 80. eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. . mouses e periféricos de vídeo. com quantidade de pinos. tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. com. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. [1] Collimation of light (http:/ / cem01. pdf). ucsd. Existem diversas formas de conectores DIN. Grundig e Telefunken.[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. feiradeciencias. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico. asp) Conector DIN Conectores DIN. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. 19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador. . br/ sala22/ motor_teoria1. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe.Colimação No caso de equipamentos médicos. Página visitada em 04-10-2009. edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06.

contato externo: ≤ 0.conector angular: ≤ 1.2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N.conector reto: 18 dB até 4 GHz . celular. estações de base. radiodifusão. rádios e redes de computadores. rádio de microondas.conector reto: ≤ 1. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: .15 dB até 4 GHz Resistência de contato: .conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0. 75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) .35 até 4 GHz Perda de retorno: . radar. São utilizados em antenas. instrumentação.3 até 4 GHz . MIL-C-39012 e MIL-55339.contato central: ≤ 1 mΩ . proteção de onda.Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16.

9.9 .4 .0 5.Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.6 6.1 .2.5 .6 4-6 2.1 3.5 3 2.5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5.10000 6.0006 8.8 50 . Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.7.2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.5 .8.7 4.

pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações . o valor de também é exato. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos. descrito por Thomas Young. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado. Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras. Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. ou seja. A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude.Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. Seu valor aproximado é. Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . uma constante física denotada por . mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. foi possível pôr em prática as técnicas digitais.Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. Como tanto unidades SI: F·m-1. A partir da década de 80. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva. definido como fonte secundária. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço. para ondas eletromagnéticas. é a velocidade da luz no vácuo. em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. definido como fonte primária. quanto são definidos exatamente. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica.

dissipação instantânea de energia. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. Snyder. . J. Um exemplo de curto-circuito. Morgan. atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. D. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. Elliott. S. M. H. tais como: explosões. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. usp. A. que acidentalmente é comum em residências.Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real. Kuo. br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada. Em seus trabalhos. R.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda). ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada. Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. Nelson. além de terem um custo mais acessível. calor e faíscas. Kuo. Hansen e S. C. D. Morgan. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. P.

fasorial. Discreto Discretos. Bibliografia • http://www. para calcular os curto-circuitos.Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas.com. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica. . ou na tensão em que esteja trabalhando).p ( diferença de potencial) é nula.d. • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V. são as entradas e saídas digitais.br/artigos.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto. em automação. O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores. tais como os componentes simétricos. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d. procure o DATASHEET deste CI.

tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. Essa consideração. é dito semicondutor intrínseco. quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm). é dito semicondutor dopado. na constância da recombinação de pares. O cristal permanece. após o fim da guerra. pois. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. em essência (ou "intrinseca". para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos. como também se usa dizer. dizem-se semicondutores degenerados. durante a Segunda Guerra Mundial. respectivamente para as adições de índio e de fósforo). com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. . ou tipo N. propriamente) as do semicondutor.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand. eventualmente descontrolado.[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K. Semicondutor dopado Em contraste. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. a serviço da Sperry Gyroscope Company. como também se usa dizer. as lacunas. 1 ppb (uma parte por bilhão). é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. Assim. estável. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são. contudo. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. sim. pois. Dopados. no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. consulte Dopagem. pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s). História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. os elétrons. vale dizer. Entretanto. dizem-se semicondutores extrínsecos. propriamente) as do semicondutor e. senão realmente nulo. vez que. na era atual). usualmente). Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. em essência (ou "intrinseca". 1 ppm (uma parte por milhão). ditadas pela presença do (ou dos. Teal e Morgan Sparks. Contudo. e consequentemente. para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente. notadamente este último. consulte Dopagem bioquímica.[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou.

et al. id=& brand=oac). com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). Rio de Janeiro (RJ).356 (Filed June 15. permitindo. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo. assim. John Robert Woodyard. 1950. 1972. arsênio. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. [3] Sparks. de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança. Hilton & INTRATOR. gálio. filed. view=frames& chunk. Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. antimônio e bismuto. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários). Edmond. granted 1950 [2] Morton. que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). [1] US Patent No.530.110. Issued March 17. Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento". Página visitada em 2007-08-12. University of California: In Memoriam. (1985). índio e tálio." U. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc.2.A.Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P.631. cdlib. conotativamente. Morgan and Teal. 1953) . portanto.. permitindo. L. alumínio. Patent 2. depth=1& toc. 1944. id=div00182& toc. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. S. Brasil: Ao Livro Técnico S. com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). Gordon K. Dispositivos semicondutores. P. "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials.

O Rejeita-banda. em uma única linha de transmissão e antena.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado). Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador. Quando utilizar Duplexadores Um duplexador. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda. . normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. na maioria das vezes. Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor. a instalação na torre será muito mais simples. e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma.

volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. o duty cycle é de 0. dispositivo ou sistema está em operação. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente. Neste caso. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). ou 50%. Por exemplo. Por exemplo. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. dentro de cada período é o periodo da função. um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente. wikipedia.75 = 9). ou 1%. Por exemplo. Da mesma forma. fica desligado por 99 segundos. o duty cycle de uma onda quadrada é 0. é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica. repetitivamente. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. o duty cycle é de 1/100. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período. dentro de cada período de 100 segundos. Nessas fontes. já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. Muitos componentes elétricos (por exemplo. Em vez de gerar uma tensão contínua. Assim. Dessa forma. o drive fica ativo por 1 segundo. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula.5. é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso . Referências [1] http:/ / pt.25. em um trem de pulsos retangulares ideal. os relés) ou eletrónicos (por exemplo. Nesse contexto. Num fenómeno periódico. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. funcionam em regime de liga-desliga.

O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. Edison não viu nenhum uso para este efeito. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. multiplicando rapidamente os portadores de carga. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. Entretanto. embora o patenteasse em 1883. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha. melhor que ser uniformes. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal. Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal. Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. e ocasionalmente um elétron terá . relativo a sua descarga.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. fazendo com que a corrente fluisse. É base para o funcionamento do diodo Zener. Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons. O físico britânico John Ambrose Fleming. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento. Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. conhecido como diodo. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento.

A constante de proporcionalidade 'A'. os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. e varia de metal para metal. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura. Devido a função exponencial. e 'h' é a constante de Planck. saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. ou ânodo.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. À temperatura ambiente. relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. 'k' é a constante de Boltzmann. Efeito Édison Ou emissão termoiônica . Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho. descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. A lei de Richardson. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. . chamado nas válvulas eletrônicas de placa. conhecida como constante de Richardson. por meio do calor. pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. 'W' é a função trabalho. é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente.

e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. Mas hoje em dia. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica. o curso de eletromecânica foi ficando para trás.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. concepção e produção de sistemas eletrônicos. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980.Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! . que forma profissionais de nível superior para atuar na área. História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . reduzindo assim o tempo de projeto. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design). este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada.

Nessa escala. [2] . Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. que eram de grandes dimensões. Em [3] . é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. observada por Gordon Moore. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. Diodos. que sugere que a cada 18 meses. as chaves (como um interruptor. Com a diminuição das dimensões dos dispositivos. Aparentemente. entre outras. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. há uma saída ou resposta. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. numa pequena superfície. para isolamento. são usados Resistores. . o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. conhecida como Lei de Moore. O sinal pode ser a emissão de um fóton. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. uma isomerização. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício. moléculas e macromoléculas. Cada vez mais. Transistores. liga ou desliga). Na Eletrônica Molecular. Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. ou. uma mudança na resistividade. para uso como resistores. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. a miniaturização esteve presente na eletrônica. No caso. do pequeno para o grande. A partir de uma entrada. co-fundador da Intel. Por isso. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes.Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. Moletrônica (ou ainda. No caso da Microeletrônica. Tunelamento. a não-passagem. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. Para isso. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. com uma série de 0/1. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. por exemplo. a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. Eletrônica Orgânica). os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). realizando o processo de miniaturização. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. esquentavam muito e eram de difícil manuseio. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. Nesse caso. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. ou uma e outra. capacitores. quando comparados aos circuitos integrados. encontram-se átomos. usando respostas do tipo 0 ou 1. o número de transistores num circuito integrado dobra. Entramos nas dimensões da microeletrônica.

1*0=0. também são importantes e têm relação com os nanofios. por exemplo. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. A adição de um reagente X ou Y altera a saída. Diodos e Inversores (portal NOT). a condicional é NÃO. AND. isto é. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. Em relação à dimensão. Soc. não importando a ordem. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. ou seja. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. com a exposição à luz ultravioleta ( ). na condução de corrente. Adaptado de J. isso significa a adição de X e Y. a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. como os sólidos. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. numa dupla condicional. em geral. precisamos. para que o evento aconteça. Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. simultaneamente. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. . faça algo se acontecer A E B. podemos comparar as reações com os portais lógicos. como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET).[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. Chem. 2679-2681 Analisando o esquema acima. Porém. a saída é um 1. 1997. e no portal molecular. que A e B aconteçam. 119. por exemplo. No primeiro caso. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos. Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. por suas dimensões reduzidas. presença ou ausência de fluorescência. Quando adicionamos X e Y. Am. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal.

não há passagem de corrente. Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron. recebê-los. se houver uma diferença de potencial na porta. A fonte vai emitir os elétrons e o dreno. construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. que pode ser dopado. Nas pontas.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. isto é. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . material semicondutor. levando a maior poder de processamento. Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). dependente do tamanho da partícula. por sua emissão característica em um comprimento de onda. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. senão. pois. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta). Os transistores tradicionais são feitos de Silício.

Alguns conceitos como Interações Moleculares. Em [7] . cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. Interação . Reconhecimento Molecular. interagindo fortemente com outras biomoléculas. No mundo das moléculas. por exemplo. que. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. o macrociclo. na ponta de um AFM. Ligações de Hidrogênio. Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. é a presença ou ausência de corrente num contato. um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. por exemplo. Os Rotaxanos. sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. são necessários alguns conceitos chave. por sua vez. assim como os Catenanos. sendo usadas. Interações de London. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. [10] 35 Em azul. Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. Isômeros Topológicos entre outros. foi citada uma espécie de rotaxano. que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. abstratamente. Para esses grupos de moléculas.Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. C60 [1] e tióis e derivados [6] . Dipolo-Dipolo. Transferência de Carga. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular. Existem vários tipos de interações intermoleculares. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. existe um tipo de isomeria. A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares. compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). Os programas dos computadores usam o binário. Acima. além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. na memória. O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. Os Catenanos. . Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula. 1 ou 0. as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. as “interações não-ligadas”. Graças a essas interações. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. a Isomeria Topológica (topoisômeros).

[12] 1. entre outros inorgânicos. para θ = 30°.MWCN (retirado de ). os nanotubos são designados como (n. De forma simplificada. O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol. mas existem outros aglomerados com mais átomos. 2. clusters aproximadamente esféricos de Carbono. [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono. pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno. também existem outros átomos com nanotubos: Boro. dependendo do método de preparação. Silício. 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. São usados de diversas maneiras. Já foram usados como FET. como pinças de AFM. Além do Carbono. Num Nanotubo de múltiplas camadas. sensores para telas sensíveis a toque.Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular.m).0). O mais famoso deles é o C60. Um Nanotubo de Carbono. 9 (a)). existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). são os Fullerenos. como o C70. Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes).n) (Fig. em particular. Para todos os outros ângulos. Bismuto. (n. Retirado de Se θ = 0°. . transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento.SWCN.

um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography. [20] Um importante método é a CVD. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. Deposição Química por Vapor. os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno. como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. onde o @ significa at. existem máquinas . na administração de medicamentos. podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. O primeiro deles foi o La@C60. Para este processo. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço. (n. Esse método. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência). principalmente. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico. isto é. alcançando bom rendimento [21] . Quando forem (n. [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica. No Arco Elétrico. [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados. Lantânio em C60. também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica.n) armchair. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ). [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. [18] mas outros metais também foram incluídos. tendo uso potencial. [19] assim como moléculas. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato.0). além dos Nanotubos. C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. os chamados Endohedral Fullerenes. Chemical Vapor Deposition. Impacto (Ablação) com laser. além da Eletrônica. que.m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] . sendo preciso uma separação dos componentes. Fullereno “Endoédrico”. pirólise. isto é.0) zigzag e (n. PECVD e métodos eletroquímicos.Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. também são usados para a preparação de outros Nanofios. Numa coluna de cromatografia.n) serão condutores.

RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). na indústria. . Co. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos. sua composição e condutividade. chamadas de Aparelho de CVD. [22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. luz. o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. Álcoois. O contraste é feito pelo computador. Na Microscopia de Transmissão. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador. formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). Y. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. Esta técnica permite saber a quiralidade.Eletrônica molecular já preparadas. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. corrente e elétrons transmitidos. raios-X característicos. A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão). é analisada. La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. após ultrapassar a amostra. Então. 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). O diâmetro. Utilizando a TEM. sendo o método mais usado para produção em massa. Fe. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando. são necessárias nanopartículas de metais (Ni.

retirado de http:/ / www. ufrj.ccs. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência).pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. metalmat. como a TEM. a partir da análise da luz espalhada pela amostra. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. retirado de www.br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO. com/ learn/ applications/ ?docid=64 . andor. tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes. O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh).Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma. apesar de não ter resolução para átomos. retirado de http:/ / www.unicamp.

com um Espectro Raman de Alta Energia. retirado de http:/ / resources. a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): . permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos. metalmat. finalmente.Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. renishaw. [25] E. ufrj. com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www. Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.

que atua como uma semente para o crescimento. se limitados lateralmente. VPE (Epitaxia em fase vapor). Se o filme for depositado num substrato de mesma composição. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas. que.if. Caso sejam diferentes. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação.htm . de maneira ordenada. chama-se Heteroepitaxia.ufrj. é um método de depositar. o processo é chamado de Homoepitaxia. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica). formando um colóide. Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida). Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis. MEB (Epitaxia por Feixe Molecular). tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos. um filme monocristalino em um substrato monocristalino.br/~pires/Crescimento.

É possível prepará-los mecanicamente. são unidas. se dá o fechamento do anel. ac. com a ajuda do reconhecimento molecular. htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. Pontos Quânticos podem. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios.Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. tensão minimizada em ilhas). As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. Volmer – Weber (VW. através da AFM. O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. camada por camada). . bris. levando à formação de “ilhas” nanométricas. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). átomo a átomo. chm. Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. durante a interação. formando Pontos Quânticos. uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. em moléculas distintas e. ainda. Stranski-Krastanow (SK. como na construção de um circuito integrado tradicional.

ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial. A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano. Sheriff. [5] Yu Huang. cujo binário está baseado no spin (qubits). Akram Boukai. Ainda existem dificuldades a superar.ufrj.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks . Steven J.br http://www.. Commun. 195–197 – DOI: 10.: 91.com.Logic Operations at the Molecular Level. Langford. J. 1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön. Lauhon.Revista Guia do Hardware. é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde.Yi Cui. James R. inovacaotecnologica.unicamp. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol. [3] Alberto Credi. com.VOL 413 .guiadohardware.forumpcs.com. Soc.cbpf. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem.ebah.html http://omnis. Hsian-Rong Tseng. Erica DeIonno.: Vol.php?b=120830 • • • • • • • http://www. evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro. 2007.INC.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 . Leitura de apoio • A evolução dos computadores .html http://lqes. Ke Xu.J.br/eletronica-molecular-ppt-a28492.html http://www. Lieber . Vincenzo Balzani. br/ noticias/ noticia.if.Science 294. referência de http:/ / www.iqm. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co.br/escolanano/apresentacao_pdf. Kyoung-Ha Kim. Am. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica. 414 – 417.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors .if.ufrj. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol.Xiangfeng Duan. Benoit Domercq. Bonnie A. 119. Yuri Bunimovich. Ezekiel Johnston-Halperin.br/coluna. Chem.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang.inovacaotecnologica. 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House. e solucionar esses impactos. Atualmente.NATURE .metalmat. Pte. num trabalho preventivo.Retirado de http://www. com.br/~emecbpf/Programa. Hong Meng & Zhenan Bao . Young Shik Shin.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E. Fraser Stoddart.1039/b613201d . como a Computação Quântica. Nessa evolução. Charles M. Fraser Stoddart .Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica.com.br/~pires/Crescimento.Editora Livraria da Física • http://www. inovacaotecnologica. 445. Além disso. Ltd.net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares. Lincoln J.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias. Outras opções também se apresentam. Jang Wook Choi.html http://www. Yi Luo. An XOR Gate Based on a Molecular Machine . Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 . Green.ufrj. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www. J.html http://omnis. br/ noticias/ noticia. 1997.br/~tclp/SemanaFIS.

lubes. 76. com/ jschrier/ endofullerenes_table. Zhang – The HREM observation of cross-section sctructure of carbon nanotubes – J. [21] T. Heath.conjunto de referências de Endohedral Fullerenes [20] A. 80.89 (1988) pp. antes de o usuário conectá-lo a uma tomada de tensão de saída de 230 V. F.H. Thess.S. [22] Y. Park. Fischer.org. O filtro de linha possui várias funções. and R.M. R. 7. J. F. Nature 358. Lee.sbf1.W. protege contra curtos-circuitos e sobrecargas de tensão na rede. Robert.C. FAGAN. N.: 3. Pages 1534 – 1538 – DOI: 10. Liu. Acesso em: 20 Nov.M. G. I20. expande o número de tomadas disponíveis para conectar outros periféricos. A. Y. Tomanek.S. referência de www.1007/978-3-540-34436-0_3 [26] Hilinski E.E.X. 58. W.G. html [12] Solange Binotto Fagan – Funcionalização de Nanotubos de Carbono –Centro Universitario Franciscano – UNIFRA – Santa Maria – RS. 2008. ele mandará para os periféricos 230 V.br/noticias/noticia. Ebbesen and P. L. 1985. Tittel. s119716185.M.1590/S0100-40422007000700037 [13] Impacto sobre a Nanociência. dê preferência a marcas de qualidade e com selo do INMETRO. Ajayan. Colbert. Muitas pessoas ainda têm dúvida sobre como utilizá-lo. B. Chem. Phys. Lee. Bornard. Solange Binotto. P. D. Fostiropoulos. Lett. Quím. Choi. Lee. 30. 850-852. Zhang. Deve-se ter cuidado na hora de comprar um filtro de linha para sua casa ou empresa. C. Q.pdf ou SOUZA FILHO. br/ revista/ ed04n05. springerlink. and J. Forró. Lee. L. Lucas P.Eletrônica molecular [10] Héctor A. 107. Lee. scielo.G. 11. Petit.php?artigo=010165070914 [11] http:/ / www. C. 1887-1892. v.2: Nanofios – Peter Atkins e Julio de Paula – Físico-Química. Q. O’Brien. Gáal. Issue 9 . 1218 Vol. 354 (1990). A pessoa que instalá-lo é quem decidirá se o conectará à tomada e ligará o estabilizador nele. Phys.inovacaotecnologica. F.. [16] http:/ / www. Shin. and Wang Y. São Paulo. Barney Yoo e Kent Kirshenbaum – Journal of Chemical Education. 8. n.M.483 (1996). Am. Scott.1002/smll. Choi. A. – Comparison of catalytically grown and arc-discharge carbon nanotubes tips – Appli.H.200700240 . S. Disponível em: http:/ / www. Nova . Woolley Small – DNA Shadow Nanolithography – 20 Aug 2007 – Vol. D. K. – Science 295. html . D.B. Adam T. Antônio Gomes de. S. Y. Zang e Z. Y. 83 No. 220 (1992). P.com. [23] S. Scuseria. 2367 (2000). R. J. R. R. doi: 10. E. [25] Christian Thomsen & Stephanie Reich – Raman Scattering in Carbon Nanotubes – http:/ / www. Xu. disponível em www. Yu. mac. J.E. Lett.. Dai. 1997. ou se vai conectar o estabilizador na parede e depois o filtro ao estabilizador. Becerril. Solids. 3435 44 Filtro de linha Um filtro de linha é um tipo de filtro eletrônico que é colocado entre um equipamento e uma linha externa para atenuar interferências.T. J. com/ content/ 46512485081267ur/ . ele protege seus equipamentos removendo ruídos e picos provenientes da rede elétrica. et al. R. pois há o risco de queimar o equipamento se o filtro estiver adulterado. D. Huffman. php?script=sci_arttext& pid=S0100-40422007000700037& lng=en& nrm=iso. br/ scielo. [19] http:/ / homepage. F. Krätschmer. Appl. Os filtros de corrente alternada são usados entre um equipamento e uma fonte de corrente alternada. uk/ home/ rotcatintro. html acessado em 15/11/2008 [17] Purification and Modification of Fullerene C60 in the Undergraduate Laboratory – Tracey Spencer. 5. Agosto de 2006 [18] J. Curl. websitehome. H. volume 2 – LTC Editora – Oitava Edição – Página 158 [14] A Rational Chemical Synthesis of C60 – Lawrence T. Nikolaev.. Smalley. 1500 (2002) [15] W.E. 2002. Science 273.DOI 10. nunca abra ou tente reaproveitar material de sucatas. Rinzler. . 2007 ..br/eventos/ebee/x/trab_conv/solange_fagan. R. Smalley. mais aí vai uma dica: ele manda para os periféricos a mesma tensão que recebe da fonte de energia. Phys. Nature 347. Lamb. Phys. co. com. Chem.sbfisica. K. [24] Thiên-Nga. P. 7779.S.. J. G. garante que todos os seus equipamentos estejam devidamente aterrados. L. Kim. Funcionalização de nanotubos de Carbono. Chem. Soc. Feng. Y. Kim. D.

normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation). quando há interrupção no fornecimento de energia. Sua alimentação é provida por uma bateria. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns.A.A. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. alimentando os dispositivos a ele ligado. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. menos autonomia ele terá. . Sistemas ininterruptos de energia. Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica.C. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos.Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada. Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica. da rede elétrica em tensão C. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. para quando for necessária a sua utilização. (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica. No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. pois estará consumindo mais carga que o necessário. em alternada C. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação. para a saída. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador. Essa bateria possui uma autonomia.C. o "on-line" e o "off-line". definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. Line interactive são uma evolução dos "offline". que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente.) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". Uma fonte de alimentação ininterrupta. e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C.

após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break. Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica. . Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0. Monitores de CRT consomem em média 60 watts. sendo por meio sonoro. Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". caixas de som.4375). luminoso ou digital (LCD). Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito. equivalente a um computador e um monitor CRT. neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha. mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. Nas flechas tem a indicação da fase e neutro. Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência. que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD. etc) ligado neste filtro de linha. caso necessite. caso contrário pode danifica-lo. Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor.

uma grelha e uma placa que faz de ânodo. hamamatsu. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro. amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes . A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica. Neste caso. sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. Como em decibeis. Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico.Basics and applications (http:/ / sales. Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo).Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho.7% do valor da faixa de passagem. na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF). linha de transmissão. essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. . Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte. a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB.

sengpielaudio. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. dispositivos que armazenam energia no campo magnético. quando a frequência está abaixo de w0. htm [2] http:/ / www. Desse modo. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. obteremos uma corrente eficaz maior. com/ calculator-geommean. a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão.Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão. htm Frequência de ressonância Capacitores. Tendo elas sinais opostos. com/ calculator-timeconstant. temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2). irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. . sengpielaudio. possuem reatância igual a -1/wC Indutores.

protegendo-o assim. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. de aparelhos auditivos clássicos. exposição exagerada a sons muito intensos. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. O IC possui uma parte externa e outra interna. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. a corrente fornecida para o equipamento diminui. um Ilustração do interior de um implante coclear. processo natural do envelhecimento. Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão. retornando ao estado inicial. estreptomicina e cisplatina). Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. o fusistor reassume a baixa resistência. ou seja. essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. sem resultados satisfatórios. A parte externa é constituída por um microfone. Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante). A parte interna possui um receptor e estimulador. um microprocessador de fala e um transmissor. a resistência cresce acentuadamente. Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico. Isso pode ocorrer por várias motivos. o nervo auditivo que. sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores.Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). ou mesmo que escutando alguns sons. parcialmente implantado. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. [1] . É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita.

acústica. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. devido a maior investimento em pesquisas. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento. Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. em 1995 este número subiu para 12 mil. geralmente implantado no músculo temporal. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear. neurologia. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia. aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. Como já dito antes. até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. cognição. o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui.4mm para o eletrodo mais apical. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. dentre outras áreas. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. Este tipo de estimulação é chamada monopolar. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. As evidências recentes apontam para a . de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. processamento de sinais. mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. psicoacústica.

Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. inclusive o homem. A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. mesmo para implantes com 22 eletrodos. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. ou um controle de ganho automático. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. [3] Os estudos de G. Donald D. cada canal é processado por um detector de envelope. de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB. um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. passa-baixas. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). até 100 dB. . Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. como descrito por J. e posteriormente um mapeamento não linear. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. [5] [6] Após o estágio do banco de filtros. O mapeamento pode ser ainda mais restrito. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda. a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. em uma faixa dinâmica estreita. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. 51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. L. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval. onde a membrana é mais fina e mais rígida. ou um retificador de meia onda. incluindo a diferenciação de pitch para sons. Flanagan. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica. puros e complexos.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone.

Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano. como os homens percebem o mundo acústico. ou as notas dos instrumentos musicais. pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo. Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. Cocleograma. o eixo horizontal é o tempo. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas. Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. é uma forma pobre de análise e representação. Se a amostra for aleatória.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. permitindo. Na figura ilustrada. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. Se não for aleatória. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. como funciona o aparelho auditivo humano. tal como os sons vozeados da fala. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. com esta dimensão extra. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. as suas representações. Cocleograma. . Uma forma mais rica de representação é o correlograma. O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração).

Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. Lesão do anel e membrana timpânica 4.Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. D) Introdução dos eletrodos na cóclea. Fechamento da incisão. 3. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. parte C). 5. processo curto da bigorna (Figura ao lado. parte A). 2. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura). Fresagem do osso temporal para fixar o implante. Formação de fístulas liquóricas 3. A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. Lesão do seio sigmóide 5. Realização de uma cocleostomia. Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. Mastoidectomia. parte B). . lesão do nervo facial. 4. tecido subcutâneo e músculo. 6. No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. parte D). a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. Outras complicações seriam: 1. o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. com identificação do canal semicircular lateral. 2. B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. C) Fixação do implante no osso temporal. Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. parte B). É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada.

Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade. uma conduta nunca é igual a outra. aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. por Flottorp. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional. EUA. 1980 . 1930 . Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais. 1957 . 1987 .Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa. em França. em França. preferencialmente. 1950 . 1995 . 1868 .Experimentação da audição artificial num gato.Distinção das frequências dentro da cóclea. nos EUA. por Stevens e Jones. ou seja. 1953 .Sistema auditivo com corrente alternada. envolvidos.Chouard implanta a primeira criança surda.Implante monocanal 3M House. Fonoaudiólogos. na Alemanha.Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio. em Itália. nos EUA. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 . idade e nível cognitivo do paciente. São eles: Otorrinolaringologistas. em França. uma série de profissionais estarão. maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC. em portadores de Implante Coclear (IC).Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva. 1997 .Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália. por Duchenne de Bolonha. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. a freqüência de duas a três sessões por semana. possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. 1981 . para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. 1951 .Implantação da primeira criança na Holanda.Primeira criança surda implantada por House. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas. com o máximo resultado satisfatório. para assim. 1990 .Demonstração de como a pele actua como transdutor. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem.House implanta novo adulto surdo. Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC. 1988 . 1984 . As sessões realizadas individualmente devem seguir.Estudo da localização de estímulos e eléctrodos. na Noruega. nos EUA. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. 1978 .Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas. 1961 . por Frey.Primeira criança implantada com Nucleus multicanal.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. Para que se possa alcançar o objetivo proposto. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. Psicólogos e Assistentes Sociais. por Anderson e Munson.Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França. por Wener e Bray. • 1998 . nos EUA. 1855 . 1936 .Implantação da primeira criança no Reino Unido. 1964 . nos EUA. por Brenner. 1973 .Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . na Suécia. de alguma forma.Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica. para assim.Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA. É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico. são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente.

Hitselberger WE. Brackmann DE. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071. nih.Implante coclear 55 Referências [1] Otto.. gov/ pubmed/ 15735937)".29 years later". " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www. "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane". Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo .com.org. combinados adequadamente. permitem a realização de funções diversas. Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. [2] Fu.br/) implante Coclear no Brasil (http://www. 1997. ncbi. entre outros muitos.  McGraw-Hill.br/) Implante Coclear (http://www. Shannon RV. • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. [4] Békésy. [3] Flanagan. Experiments in Hearing. por fim.implantecoclear. ncbi. DD (1990). detecção destes mesmos sinais e. (2002-06).  Springer-Verlang. "A cochlear frequency-position function for several species . [6] Greenwood. Speech Analysis. SR.manualmerck. nih. transistores o circuitos integrados. Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605. e que. todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos. J.br/) Manual do Implante (http://www. geração de sinais de distintas frequências. nlm. Kuchta J. nlm. .ouvidobionico. QJ. como a medição de parâmetros físicos.L. Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27. gov/ pubmed/ 12066908)". tais como válvula termiônica. [5] Greenwood. (2005-04). " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www. G. Nogaki G. von.implantecoclear. Synthesis and Perception. DD (1961).org.Surd'Universo. 1960.

em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia.Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. solarfreaks. com. brasilhobby. usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua). Aos produtos da banda chama-se de intermodulação.Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa. então a saída é constituida por uma réplica da entrada. a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro. O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. html . Tal sistema é muito comum em países sérios. Sendo assim. a saida será não só uma réplica da entrada. no Brasil). mais todas as as componentes harmónicas. Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar. br/ [2] http:/ / www. em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares. Num elemento electrónico não linear. devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz. isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária. à noite). com/ grid-tied-inverters-t77. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. em corrente alternada. por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo. um blecaute ou apagão). onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos .aerogeradores. podendo assim ser alimentada diretamente na rede. Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide. que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. a saída é espectralmente diferente da entrada.

essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). e varias aplicações em computadores. ou seja.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR.São muito comuns em circuitos de alta potência. disparos indesejados. É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado. A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). Díodo laser com uma moeda ao lado . duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo). o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). Ele é um dispositivo pnpn. É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas. Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor. evitando assim pulsos espúrios de tensão. como relés. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas. controle óptico luminoso. Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente. DVDs. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. controle de fase. leitura de CDs. apontadores laseres. formado por quatro placas de semicondutores. ou seja. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. controle de motores. O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . scanners. impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray.

Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI. As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções.830 nm) e como material base do laser.870 nm (vermelho e infravermelho próximo). As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot. com polarização e direcção bem definidas. Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. (780 nm . O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. selenieto de zinco. É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. nitreto de gálio. coerente. Em vez de meios activos sólidos ou gasosos. Como qualquer tipo de laser. Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V. Actual como base. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais. A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. A diferença está na geração de fotões que. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm .Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. Hall e pela sua equipe. Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor. Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena. o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito. A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . por exemplo para para transmissão de informação. Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo. O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy). para o caso do díodo. Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica. Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm). fosfeto de índio. funcionam com base neste tipo de laser. O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo.

Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL).520 nm). Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo. Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias. isto é. . A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre. ou seja. A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. junção 'p-n'. Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente. A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL. numa zona p. Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm . O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). isto é. Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. junção 'p-p-n'. Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V. Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício.55 59 ). necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal. Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL. No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção.Laser díodo comprimento de onda).

podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. laseres de cirurgia. Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. leitores de códigos de barras. O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n. Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal. . É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos. etc. Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. onde n é o índice de refracção da zona activa. Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. scanners.Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática). É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício.

Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades. 12 (2004) Ligações externas • http://www. stat. característica que facilita a perda de elétrons.imposição a passagem de corrente elétrica.. Laser electronics.htm • http://www. (a) 201. Bergh. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications. William T.Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. Cambridge (2004). formando objetos de pouca resistência elétrica . phys.ac/physics/fplasers/fplasers. Cambridge University press.htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica.. lasers fundamentals.576-596 • Verdeyen. São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule.org/sam/laserdio. Joseph T.repairfaq. New Jersey (1981) • Arpad A. ideal para que ocorra o movimento ordenado. p. Prentice Hall. No. sol.britneyspears. .

Y. elétricas e eletromagnéticas. Impedância. de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. Z. estão listadas no quadro abaixo. X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância. ΦD D V ΦE E R.Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G. Admitância. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética .

ibiblio.IEV) (IEV -(IEV -.IEC) na publicação IEC 62209-1. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos. mas ela é comumente usada. Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. memresistância). o capacitor e o indutor. 1. em português. [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1.0 (2005-02). Usando técnicas de nanotecnologia.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56. [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23. No entanto.0 (2004-11) e IEC 62209-1. uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor. indutor e capacitor.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. assim.[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. tensão.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1. ed. Essa função.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética.às vezes. Não existe. Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. Esta quantidade é extraoficialmente chamada. A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico. 1.0 (2000-10) e IEC 62226-1. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente. construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão. ed.Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission .[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971. de Intensidade de Fluxo Magnético. tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores. mas não estão disponíveis comercialmente.0 (2004-11). 1. ed. [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade. é similar à uma função de resistência variável. 1. Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor.[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos.[6] . Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou. No dia 30 de abril de 2008.ibiblio. carga elétrica e fluxo magnético. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo. Da mesma forma que para o resistor. ed. 1. ed. tais como corrente. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável. conhecida como memresistance (em português. ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento.0 (2005-02). Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40. Alguns componentes eletrôncios.IEV) (IEV . a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica. mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.

dado que a carga permeça invariável. Reescrevendo a equação. Essa é a essência do efeito memória-resistência. Se M(q(t)) aumenta rapidamente.[7] . Pela Lei de Faraday. pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. como por exemplo sob corrente alternada. contudo. Memristor symbol. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão. quando M(q(t)) varia pouco. No caso de corrente alternada. a equação não equivalente à lei invariante de resistência. Dessa forma. Evidentemente.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. temos V(t) = 0 e M(t) é constante. Se I(t) = 0. Se M(q(t)) é constante. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga. o memrsitor parecerá um simples resistor. no entanto. o memrsitor permanece estático se não houver corrente. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que. constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor.. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t). Se M(q(t)) é não-trivial. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. Assim. . corrente e potência tenderão à zero.

. doi. eetimes. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore. "Electronics: The fourth element" (http:/ / www. html). doi: 10. Nature 453: 42–43. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). Tao (2008). html). p. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a. . 1109/ TCT. . doi. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. [4] Strukov. [1] Chua 1971. html). visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. conclui-se que pode ser facilmente calculado. . Stewart. jhtml?articleID=207403521). onde a voltagem. EETimes.1971. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday. 1971.. (2. [3] Tour.Memristor' (http:/ / www. ieee.com. então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo.80). Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash . nature. 2008-04-30. Se o circuito é composto de CEPs passivos. New Scientist. "The missing memristor found" (http:/ / www. newscientist. Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology. Stanley R (2008). 1038/ 453042a). physorg. Paul (2008-04-30). Duncan R.1109/TCT. um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta. pp. html). Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias. com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor.1083337 (http:/ / dx. Dmitri B. org/ 10.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. doi. Gregory S. Williams. [5] Marks. He. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. com/ news128786808.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. 1083337). org/ 10. Por exemplo. [2] Chua.. 1038/ nature06932). jsp?arnumber=1083337). . 37.1038/nature06932 (http:/ / dx. 511: . New York: North-Holland.1038/453042a (http:/ / dx. Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos. Leon O (September 1971). Pulsed high magnetic fields. org/ xpls/ abs_all. nature. Snider. Eq. doi: 10. por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador.. Nature 453: 80–83. com/ news/ latest/ showArticle. org/ 10. James M. Physorg. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. doi: 10. Heinz (1970). 2008-04-30.

Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora.guiadohardware.com. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada.htm). Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem. • Notícia: Memristor. Mas na prática é preciso uma banda de guarda.br/ noticias/noticia. • Notícia: Inovação Tecnológica .net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa.fm + G Onde: f = freqüência de amostragem.inovacaotecnologica. Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti. Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano. . Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www. Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso.br/info/2433-memristor. Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www. fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda.com. wordpress. O trem de pulsos é o sinal da portadora.baixaki. Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade. No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2. • Artigo: ReRAM . consiste em uma onda quadrada.html). e modulação de código de pulso. mas não com perda de inteligibilidade. Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante. Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original.com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/). php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental).

Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". Em termos musicais. Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais. que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. a qual contém todas as harmônicas inteiras. Entretanto. devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. causando ruídos ou erros. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. . as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea. que podem ou não incluir o zero. e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita. elas são comumente descritas como contendo um som oco.

A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. semelhantes à da onda quadrada. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). ou 10% e 90%. Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados. a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando .Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada. aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. Na prática. Se o sistema estiver com atenuação. as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito). ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. -1 quando a senóide for negativa. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente. isto nunca é obtido. e 0 na descontinuidade. tendo períodos de pico e vale iguais. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes. de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. Nestes casos. é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso. e se o sistema estiver com amplificação excessiva. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. com a quinta harmônica sendo desejável. Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). tais como 5% e 95%. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%.

podem tambem ser chamados de triedros. Mercado Financeiro. Controle de Atendimento e de Estoque. Ele pode ser em digital ou impresso. triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds. quadradas. o que abre um leque enorme de opções. Controle de tráfego. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis. Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis.Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). Pode ser integrado a sistemas. . passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar.

Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares.Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe . estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente.Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos. Nesse caso. onde Que.Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 .Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos.Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB . mas com o mesmo significado. analogamente.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre .Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 .Ganho de corrente (adimensional) h22 . a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB . Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE . podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE . Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2.

Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic . Cálculo de impedância de entrada.Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc . 2.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1. Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb .Parâmetros híbridos • hib . Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes). saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos). designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos. A razão destas designações alternativas.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc .

Em PSD's duo laterais. no entanto. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir . PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva. A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo. o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados. • PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos. Position sensitive device O termo PSD. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo.

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

Contudo. valor de pico. para os fins de utilização específica (audição). usualmente variável. quer no modo analítico. mede-se naturalmente em watts. quer no de espectro de frequências.pdf) Potência de áudio Potência de áudio.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. apresentam formas características. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. como para a potência e a energia. conversoras. Potência de áudio é medida em unidades de potência. tipicamente variáveis no tempo. Tais funções. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier. É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e. tanto para a tensão e para a corrente. No Sistema Internacional de Unidades. agora. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio.hamamatsu. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. chamadas sonofletores ou altofalantes. Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). corretamente. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências). Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. valor de pico-a-pico e outros. contudo. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. em seu aspecto gráfico plano. em equipamentos de áudio fabricados. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio. por isso. usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio.com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. valor de pico-a-pico ou amplitude total . valor de pico. o que. reconvertido ou recuperado na forma sonora. Expressa-se. não tem sentido em análise energética.

Potência de áudio etc. Um equívoco chamado Potência RMS . Contudo. como na escolha por parte do cliente. desta para energia mecânica não sonora e. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. há interveniência entrópica e. finalmente. Pmed. e. Em todas essas conversões. embora normatizado como tal.. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor). precisa ser esclarecido. potência média. de imediata utilidade para análises de energia. o valor assim calculado é de uma potência média: . em realidade. uma equação simplificada pode ser usada. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios. Esta expressão é. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. O que se chama de potência RMS na prática é. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. para energia sonora audível. no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. com efeito. À potência. assim. múltiplas. Não se deve esquecer que. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. Isso. desta última. todavia. O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO. 75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. é um equívoco conceitual.

pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão. senão. por canal de saída de áudio. não é verdadeiro. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. pode ser comprovado experimental ou empiricamente. Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS. é mais fácil. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor. tão-só (e corretamente) uma potência média. Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área. analisadores de espectro de frequência etc. amperímetros. Também nesse caso calcula-se uma potência média. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. em valor médio. pelo demonstrado. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real. voltimétros. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%. em realidade. seu valor RMS é 6 V × 0.). em caso de medição com osciloscópio.[4] Médio.707 = 4. imediato e intuitivo de apurar). aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4. bem como do fator de potência (cos φ)). Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. porém em casos especiais. será algo maior. Efetivamente. logo de utilidade prática. em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido. por exemplo. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. pelo fato de ser constituído por bobinas. este carece de significado prático.25 watts. com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. RMS e PMPO Aparelhos de som exibem. Essa tensão (o sinal). . Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica.[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. alem de demonstrado matematicamente. conforme já foi demonstrado em detalhes acima. a rigor. como claramente o há para potência média.5 watts. valores de potência sonora variáveis. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais).242 V(RMS). Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. como também de um indutor.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL). "potência média".242 V)2 / 8 Ω = 2. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V. Assim. pois. impropriamente dito RMS. Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. o que. em valor de pico instantâneo. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. Contudo. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS). os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. a potência real total pode ser menor. Tem-se: 76 Assim. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos.[3] Se esse sinal é senoidal. Com efeito. com uma onda quadrada. do inglês Root Mean Square). produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. no uso corrente. bem como da própria resistência da carga em questão. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios.

contudo não representa. toda a "capacidade de potência" dessa saída. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. também o usuário leigo) poderá extrair. tal termo é conhecido com o seu real significado e. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. Um valor médio aceitável para essa razão. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. por si só. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. uma para cada frequência de uma série normatizada. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. assim. que mais se assemelha a um estalo. Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. preferindo-se o valor de potência médio. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. livre de apelos apenas mercadológicos e. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. se desejar. porém sem qualquer aplicação prática. de período T. muito menos única. sonoras) próprias. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). linear. portanto. Seu uso não é recomendado. entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. Por vezes. pelo já exposto — se apresentar). consequentemente. é 10. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. em potência e em tempo. sem utilidade. o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. Entre especialistas. Além disso. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. como é comum — conquanto equivocado e errôneo. pois. com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica. o profissional especializado em áudio (e. De posse dessa informação. não havendo uma relação definida. impropriamente dito RMS. Com efeito. o comportamento em situações de pico. Desse modo.Potência de áudio Assim. Um comportamento assim realizado estará. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). Sob o aspecto normativo. Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. numa certa medida. entre os equipamentos de tecnologia atual. quando não se dispõe de informação do fabricante. um valor eficaz dado por: . .

em favor da utilização correta e útil da potência média. epanorama. net/ documents/ audio/ amplifier_power. Essa demonstração esclarece e.t). pois. • HAYT & KEMMERLY. definitiva e irretorquivelmente claro que. um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower. 1974. 1988 (Em vigor). integrável em [−π. ao serem multiplicados os vários pares. de potência e de energia.Richard Vawter [2] epanorama. dita série de Fourier. Deixa. SJ).. (Segundo volume. 1971. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. coleção 3 vol. de sorte que. Análise de Circuitos em Engenharia. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral. realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente. São Paulo (SP. htm • ABNT. aerodinamica. pois.).Comprovação de potência elétrica admissível. imprescindível. Brasil): ABNT. pois. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4. A análise de Fourier de ambas as funções de onda. Teoria e Problemas Resolvidos. Circuitos Elétricos. respectivamente. para cada função ƒ(w. com/ search?q=(4.cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. Brasil): FTD (Maristas). html) . 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www. • EDMINISTER. Sejam v(t) e i(t). google.. permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série. São Paulo (SP. São Paulo (SP. . a comporem a potência média total da onda complexa final.242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. na qual. tensão e corrente.Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes). Física. ac. Joseph A.. portanto.. NBR10303. Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. de corrente. Rio de Janeiro (RJ. Firmino (Ir.t) periódica de período 2π. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. π]. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. Alto-falantes . net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6. google. 1990. Considere-se. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. • BONATO. wwu. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www.net/Amplifier power (http:/ / www.I . Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t). todos os produtos indicados [V . A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se.

uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional. com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd. na en.co. captura esquemática. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1].wikipedia (http://en. Eng. A Engenharia de Áudio. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB. . fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco.org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www.br/powerlim. Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www. Fundamentos.).labcenter.Potência de áudio • SETTE.studior. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores.wikipedia. homerosette. História e Aplicações (http://www.com.pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência.com) 79 Ver também • Audio power. e placa de circuito impresso (PCB design). Homero (Prof.

para os layouts de PCB.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos.sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente. mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation .com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www. rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. 2005). etc. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual.labcenter. Suporte técnico direto com os autores do programa. uk/ . e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. labcenter. ISBN 0-672-32820-8. quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www. combinado com simulador digital de alta velocidade. ISIS Schematic Capture . Componentes do Sistema ^ LaMothe. Sams. significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela.Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware. como Microchip PIC. simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo. simulação SPICE de circuitos. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS. Atmel. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual.simulador industrial padrão SPICE3F5. ARES . co. The Black Art of Video Game Console Design. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil. VSM .Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle. Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática. Andre (December 22. ARES PCB Layout . quando comparado com um processo de desenho tradicional.

tendo conexões verticais e horizontais.Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. As placas variam de 800 furos até 6000 furos. Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes. Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes. ou placa de ensaio (ou protoboard. uma vez que não necessita soldagem. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais. Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards .

no processo de fabricação de monitores LCD. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. nas cores azul. Píxel morto Um pixel/píxel morto. claro ou com cor constantemente acesa. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado. dependendo da norma usada como . Os com até 04 pixeis. é chamado de pixel preso (stuck pixel). ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. como o verde. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). teoricamente falando. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. Porém. já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). Até aí. eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. com um pixel morto. o processo fabril ainda está limitado e. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores. Assim. vermelho ou o azul. engenharia e custam mais caros. por três sub-pixeis. vermelho e verde. geralmente. ocasionando o irritante ponto escuro. conseqüentemente. Um pixel é uma unidade composta. em inglês Dead Pixel. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito.

e assim simplificando a análise.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). esta situação. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. Como os pixeis são independentes. Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante. Green e blue). assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. filtros e casamento de impedâncias. substituindo por seus parâmetros característicos. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. y. h. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel. só se verifica.Píxel morto padrão. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. são comercializados normalmente. dicasparacomputador. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. Não há como prever. a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www. atrvés das cores RGB(Red. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias. quando da fabricação. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. igual à impedância de entrada do seguinte. com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. ou seja. g. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . T. 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta. se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo. Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela. não caracterizando um defeito e sim. uma limitação técnica. A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. Uma vez feito isso.

e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens. Embora sejam mostrados resistores. Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2. onde O quadripolo é dito recíproco se . 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2. impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares. frequências de microondas por exemplo. . as variáveis potência e energia são mais úteis.Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências. Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. . Em altas frequências. .

define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado. Microelectronic Circuit Design. and R. §10. New York: Wiley. [1] P. [2] R. Blalock.5 §13.  Third Edition ed. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais. Lewis.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída. §3. p. C. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits. 2001. 172.R.2. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro. Boston: McGraw-Hill. Hurst. P.G.J. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica.8. N.5 §13. ) e o periodo . p. Gray. p.H. 2006.  Fourth Edition ed. S. Jaeger e T. Meyer. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular.

sendo denomiodade como a região negativa. que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level). A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware.Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. Em um projeto RTL. e está situada no Cátodo. este circuito é chamado máquina de estados. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor. estes blocos são chamados pipelines. Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas). Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica. a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons. . o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito.

Por exemplo. Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. será possivel casar os dois elementos e. se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. nem sempre é o caso. que possui o mesmo valor numérico. por isso. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima. o casamento deve ser mais bem realizado. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner).75MHz. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena. Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR). considerando uma linha de transmissão. A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor. assim. em VHF ou frequências superiores.2 dB. Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas. Porém.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária.Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. Por exemplo. uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas. No entanto. um ROE (SWR) de valor 1. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR). Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A. no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. resultando em ISWR (em inglês). O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena. suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2. o valor do ROE será em torno de 6:1. Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. Em ambas as posições. .

do inglês.Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído. e dentro de uma mesma largura de banda. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. Ver também • Decibel . Se. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa. definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal. também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. Em termos menos técnicos. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema. por exemplo. a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. Definição técnica Em engenharia.

Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. de vários milhares a um milhão de ohms. Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). Por esta razão. Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia. ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. Em I²C. Muitos microcontroladores] pretenderam. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. embutir internamente. valores muito mais altos de resistores podem ser usados. para aplicações de controle embarcadas. o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). quando a corrente é puxada através do resistor. são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. porém como um dispositivo de coletor abert. de qualquer forma. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. e ativar o Relé. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. O dispositivo TTL 7407. de qualquer forma. simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. possivelmente operando em tensões diferentes. Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". um buffer de coletor aberto. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . Para o CMOS e MOS. Isto também consome mais corrente. Como um método de acesso de canal. tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. Semelhantemente. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. para uma função OR em lógica combinacional. os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V. Por exemplo. caso contrário eles variam acima de VDD. Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. Contudo. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. a tensão irá para 0V. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC.

A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos). É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo. . é aproveitado.mediante o uso de condensadores eletrolíticos. Entretanto. na edição da revista de Março de 1972. visto seu baixo rendimento. anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro. 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada. da senóide. Brasil. Esta revista era co-irmã da revista Antenna. pois apenas um dos semiciclos.Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem . Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. Selenir Cunha. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. Utiliza um diodo como principal componente. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada.

sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . Ver também • Ruído branco . provocadas pelo repertório dos emissores e receptores. ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno . válvulas e resistores • Ruído browniano .Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa . Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo . Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica.refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem. Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca . como outra mensagem. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório). Ruído de repertório .refere-se às interferências externas ao processo de comunicação.do inglês shot noise. como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código.Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico . ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom . Eletrônica.refere-se a ruídos de causas artificiais. como por exemplo.Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker . Ruído endógeno . som ou poluição sonora não desejada. • Ruído térmico . De forma parecida a granulação de uma foto.Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang .do inglês popcorn noise. por exemplo. Cibernética. Biologia.Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência.refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo.Aplica-se a semicondutores. por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão. a palavra ruído significa barulho. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica.refere-se às interferências internas do processo de comunicação. Computação e Comunicação. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação. Classificação Ruído natural . também tem o sentido de ruído. quando evidente.Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum.Aplica-se à testagem de sistemas de áudio. ruídos atmosféricos.

O ruído térmico é aproximadamente branco. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. também dos Bell Labs. Este é independente da corrente aplicada. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído. Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist.[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B. Por exemplo uma resistência de . que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico. quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído. ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. e R é o valor da resistência em ohms.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico. onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. é dado por a uma temperatura de (16. . Johnson noise. .[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito.7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. Para uma dada largura de banda. Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído. a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por. T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins. que foi capaz de explicar os resultados. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por. Para uma resistência de . onde P é o ruído térmico em Watts.

148 (http:/ / focus. aps. Página visitada em 2006-12-06. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. Phys. com. h é a constante de Planck. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random." [2] J. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. de/ astro_article_ccd_bias_dark. H. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. com/ calculator-noise. org/ abstract/ PR/ v32/ p97).Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link. pdf#page=148). Texas Instruments. pdf) (PDF). kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. Application Notes pp. 32. ti. google. 97 (1928) – the experiment [3] H. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. ac. Rev. kobe-u. Ron. ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. The other forms of noise do not. Op Amps For Everyone (http:/ / focus. Phys. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise. ps . com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. utoronto. sci. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). tpgi. licha. a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. php http:/ / www. sengpielaudio. pdf http:/ / www. physics. Nyquist. 32. Ver também • Harry Nyquist • John B. Johnson. p. ti. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. htm http:/ / www. Rev. phys. Em geral. others (August 2002). aps.

como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. capacitores. Tanto essa versão. Por exemplo. que segue as especificações S/PDIF.. para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares). As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas.S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU). Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. o programa foi codificado em C. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. A partir da terceira versão. é utilizado o método de Newton-Raphson. campus de Berkeley. História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format. e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados. S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico.. . na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis. transistores. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. Mais recentemente. É uma poderosa ferramenta usada para testar. Conector óptico TOSLINK. Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. resistores. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley. Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley.

sourceforge. net/ http:/ / tclspice. sourceforge. terrypin. html . linear. dial. com/ designtools/ software/ http:/ / www. Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice. com/ ECADList.SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. pipex. net/ http:/ / www.

nasdaq. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. sirf. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose. a parte digital do GSP3f. Inc. A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. Garmin.SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings. (NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. para redes assíncronas 2G. Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo. Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc. com/ asp/ SummaryQuote.5G e 3G. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente. California. incluindo a Sony. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops. TomTom e Magellan. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm). Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes. 2. com/ .

porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. convertida em eletricidade por um transdutor. O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. apenas por impulsos elétricos). voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos. inútil. que por sua vez. que é o transdutor. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). na maioria das aplicações práticas. • Analisando a corrente que passa por um condutor. por exemplo. Contudo. Por exemplo. Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. a interferência foi amplificada junto. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil). Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). Todos os movimentos feitos pelo side-stick. que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico. pode-se perceber. Entretanto. Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. isto é. por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. como descargas atmosféricas e raios cósmicos. pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus. é considerada ruído. pois os side-sticks são utilizados em Airbus. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. ou nociva. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. É o sinal elétrico puro. . e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. Qualquer informação indesejada. O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. introduzida involuntariamente no sistema.

há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. de freqüências e amplitudes diversas. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. aplicando-se a transformada de Fourier. Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. que quase sempre é imprevisível. muito mais comum. Transformação A partir da forma de onda. por exemplo) na tela de um osciloscópio. a tensão).Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. e vice-versa. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. ainda existe a representação fasorial. Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. pode-se conhecer o espectro de freqüência. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. e não do sinal real. Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. Onda de forma senoidal (traço verde). • Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . Aparece em circuitos reativos e capacitivos. As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides. Para um mesmo sinal. em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo. • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. Este gráfico é chamado de forma de onda.

Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho . Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. . Na saturação a saída é constante. A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. A transcondutância é tipicamente muito alta. O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t. O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos. Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. o que na realidade não acontece. Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação. permitindo alcançar resultados muito fortes. este valor na teoria deveria ser infinito.

1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso. mudar a orientação do seu spin). Knobel. Vol. Samarth and D. D. onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1. mas apenas um número de cada vez. R. • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future.Memória de acesso aleatório. Gupta. 2001. O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando. e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. entre outros. mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo". 292. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. Science 307. então. Sharma. N. Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. Wolf et al. Grinevich. D.Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). June 29. Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". J. Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence. Awschalom in Science. S. A. pages 2458-2461. 3rd Edition. criação de processadores para computadores quânticos. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory. chamadas de memórias RAM Random Access Memory . Science 294. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. porém aumentando a capacidade de armazenamento.* . P. um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador. 2003. também conhecida como magnetoelectrônica. A.

Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by. computadores. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global. www.brasilescola. html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras. cm-seixal.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www.pdf) (em português) . com/ comm/ pr.[1] . consoles de videogames. 20030610_mram. nsf/ pages/ news. dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. fornos de micro-ondas.com. Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário. DVDs. Página visitada em 10-11-2009. [1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www. televisores. pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby. htm). Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www. rádios. brasilescola. sciam. research. etc. maquinas de lavar. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. com/ article. cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. ibm.

O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção. Isso é possível pois há uma etapa de R. Ele pode queimar. no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada. assim como as válvulas. . O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar.F. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão. chamada de F.Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor). uma pequena placa de fenolite em forma de círculo.I. Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. entre o sinal da emissora e o do oscilador local. O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. Ele. (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal).I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência. nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos. (Rádio Frequência). tem-se: fol = frf + F. o que requer sua substituição.

5.Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R.I. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena.F. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar. Gera então no coletor a diferença dos sinais.F.A. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R.I. Detetor C. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F. 2. O objetivo do C.. normalmente um diodo de R.G. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol . 103 Blocos 1.A.I. e quem faz essa função é o oscilador local. (455KHz). 6. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz.F.A. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula. . pois trabalha com o coletor sintonizado na F. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor.Existem também outros métodos de se montar um oscilador local. Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F. 7. Etapa de F. 3. o alto-falante. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor. Os amplificadores de F.G. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo.F.I. Etapa de R.G. com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz. 4.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor.F. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R.I. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local. Somente recebe o sinal pela antena. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F. Detetor Um simples detetor de envoltória. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino.I.

local obedecem a equação: 1/√LC .F. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele. Etapa de R. Conclusão As funções dos blocos são: 1. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. Amplificador de F. 3.Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer. as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência. O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F.: Seleciona a emissora. . 5. Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc. for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio.F. Nem sempre isso ocorre. Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados.f0 e fol + f0.I. Se o filtro de R. São eles: 1. mas havendo o risco do efeito frequência imagem.F.I. Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente.I. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F. Frequência Imagem 2. (em fol – f0).: Efeito amplificador e F. Misturador: Multiplicador gerando fol . assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma. constante durante toda a faixa de recepção. Apenas para melhor audição do som.P. 2. sendo que o resultado tem de ser 455 KHz. 4.

Em 1986.15 °C). cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). para conduzir corrente sem resistência nem perdas. Para isso também se usa hélio líquido. Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz. este estado pode ser descrito por uma única função de onda. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor. lantânio. Materiais como cobre. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC). quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. -269. . Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. material caro e pouco eficiente. exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. ou seja. ou seja. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. os fisicos da IBM Karl. e diamagnetismo perfeito. conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu. no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. O recorde atual. Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. De característica intrínseca de certos materiais. é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C). Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. a elevação da temperatura na região experimental e. Jtr. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido. quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. mas desta vez a 160 K (-113 ºC). Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. por fim. funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. Tc. quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F. a aplicação de correntes de transporte.Supercondutividade 105 Supercondutividade .

Hc. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que. John Bardeen. Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner). Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento. notou que abaixo de 4. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. Três anos depois. Em 1933. os do tipo I. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner. originando o chamado estado misto. R. acima do qual a amostra está no estado normal. H. Essa blindagem é suficiente até Hc. que data de 1950. Em 1957. em geral muito maior que HC1. L. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade.Messner. Schriffer). atraídos pelos fônons (vibrações) da rede. então surgem correntes que blindam o material. no interior da amostra. Mais tarde. Teorias fenomenológicas. mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. Para H > HC2 o material transita para o estado normal. Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. e os do tipo II. Cooper e J. Efeito Messner . como a de Ginzburg e Landau. acima do qual o efeito supercondutor era destruído. Leon Cooper e J. Bardeen. comumente chamado Efeito Meissner. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. . regiões supercondutoras e regiões normais. A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). sua resistividade caía abruptamente a zero. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. por isso. ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. Neste estado há. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético..Supercondutividade 106 História Em 1908. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. geralmente baixo. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. Um campo inferior HC1..15 K. abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. M volta a ser nula em HC2. O módulo da magnetização M é máximo em HC1.

Farach.Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C.Rio de Janeiro .Brasil . com o aparecimento de regiões normais em seu interior. Poole Jr. Superconductivity. Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev. Introduction to Supercondutivity. Revised ed. que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. como exemplo. Rose-Innes and E. shtml .SP . como construção de bobinas com fios supercondutores. A.Brasil . R. aparelhos de ressonância magnética nuclear. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e. sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device). Editora Saber 1987. 107 Aplicações As aplicações são várias. que possibilitam gerar campos magnéticos intensos. com. contrariando o princípio da mínima energia. trens que levitam. • José Leite Lopes . abril. Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20.Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria. Pergamon Press. o que é possível pela falta de resistência do material. The Physics of Superconductors. Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super. por fim. P. 2 (1994) • Schmidt. Academic Press (1995) • A.Editora Edgard Blücher Ltda. H.São Paulo . fios de cobre. Rhoderick. As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras. br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria .1992 . J. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns. Creswick. a energia total do sistema é minimizada. Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . H.1992 .Aplicações da Supercondutividade . C.RJ .

UNICAMP. pdf) (em português). br/ pub/ revint/ 251_42.[1] porque é mais simples realizar o agrupamento. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. e que são usados com vários periféricos acoplados. br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI . [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele. processador x86 compatível com a o Linux. Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp. em larga escala.html) (em inglês) . Normalmente. desde que seja aumentada a produção.[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC. Página visitada em 12 de agosto de 2009. nas quais necessitam de memórias externas (flash. jhtml.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). funcionarem. E. ele pode conter funções digitais.[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR. em português. se refere a todos os componentes de um computador. RAM) para tecnologia. unicamp.com. analógicas.org/index. usjt.Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt.System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC). USJT. capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode. Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes. [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www. eetimes. ic. com/ showArticle. Página visitada em 25 de novembro de 2009. Página visitada em 25 de novembro de 2009. em um circuito integrado (chip).Artigo 6 . uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). em inglês). pucrs.ieee-socc. br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português). e frequentemente são sistemas de chip único. ou qualquer outro sistema eletrônico. [3] TPPDI .Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www. Página visitada em 26 de novembro de 2009. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema.?articleID=159901628) (em inglês). pdf) (em português) PUCRS. possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. System On Chip (SOC) ou.[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. tudo em um. abrangendo vários chips em um único pacote. inf. sistema-em-um-chip. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. Eetimes.

porém prejudicam menos a visão humana.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV. Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º . isso não ocorre. Você sentirá os pêlos serem "puxados". Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos. Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial.Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo. Nos monitores de LCD. haverá um ligeiro aumento na temperatura local. o calor gerado é muito menor. Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . Às vezes. as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. até a total dissipação. possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais. Com os monitores LCD. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria". até "esfriar".TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. ou seja. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele.

Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. com MOSFET de comporta dupla. MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - .

controla a qualidade. monta. ou em empresas. educadores. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas. instituições ofertantes. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. empregadores e o público em geral. avalia. aliadas à consciência ambiental. sistemas e redes de ensino. Atua no controle de qualidade da produção.Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial . supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão. a confiabilidade e a segurança de produtos. instala. com a informática.773/06. desenvolve. de forma. com limites de tolerância dimensional. utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. entidades representativas de classes.

Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. fazem parte integrante da sua formação profissional. Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC . br/ setec [2] http:/ / www. hidráulicos. Conhecimentos em eletrônica e informática. mec. eletrônicos. pneumáticos. além da mecânica. gov. gov. à pesquisa aplicada e realizar vistoria. montar. mec. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. que por sua vez serão controlados por computadores. Lida com as funções dos sensores ópticos. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos.. articular e colocar em ação conhecimentos. fatecsp. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. etc. utilizando métodos metrológicos de precisão. mecânicos. pneumáticos.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. br . Pode dedicar-se ao ensino. br/ [3] http:/ / catalogo. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. controlar a qualidade de produtos. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos. hidráulicos e eletromecânicos. com capacidade pessoal de mobilizar. utilizando técnicas mecatrônicas. manter. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional.

manutenção e integração desses processos. sistemas e redes de ensino. instituições ofertantes. educadores. instalações. este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”. entidades representativas de classes.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica. empregadores e o público em geral. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. visando a compreensão de projetos.773/06. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos .

Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. Ele apresenta também. demonstrando autonomia. aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo. edu. implementar. para projetar. utfpr. manter e supervisionar sistemas industriais. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. Avaliar. Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos. responsabilidade. senai. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais. br/ index. sp. Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. gerenciar equipes de trabalho. competências para desenvolver ações empreendedoras. mec. CLP e da robótica. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. edu. projetar. otimizar. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. br/ [2] http:/ / www3. Planejar. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. utfpr. php?pagina=area_cursos& curso=6 . br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. informática industrial e eletroeletrônica.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. gov. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. Ao final do curso. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC . Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. CAD/CAM. de forma multidisciplinar. analisar.Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas.

com. Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels.999 à sua estréia.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos. a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico. tv/ Archive/ tech_notes_004. com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. 4. retrieved 2009-01-29. [3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer. H. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W. célula a célula. br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . 1997. June 15. Plasma (http:/ / www. Jim. "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www.[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70. que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. Allen (http:/ / books. melhortvlcd.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. No. Em 1997. crutchfield. Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas. htm). São painéis finos.[7] [1] Google books . html) . os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p. tech-notes. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson. google. varredura progressiva e custava US$ 14. TV Plasma ou TV LED (http:/ / www. obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). para criar a imagem. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). North West Tech Notes. Plasma Display Panel). com resoluções até 2000p. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. no mínimo 24 vezes por segundo. varia-se também a intensidade da luz emitida.LCD vs.

2817. valorização da tranparência da gestão. The Independent. aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. LCD: Which is right for you? (http:/ / www. retrieved 2009-01-29. bem como economia de energia elétrica. Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. html). pode haver risco de contaminação do solo e da água. assim que estiver encerrada sua vida útil. economia do consumo de água e energia. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos. au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. onde. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns. em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. como por exemplo. Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos. 8 January 2008. O melhor a ser feito é a reciclagem. Emily. asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. entre outras. implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente. com/ article2/ 0. se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza. No mais.com) . pcmag. e uma redução nos índices de impressão.and that's just the TV" (http:/ / www. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. . gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. ou simplesmente a doação dos equipamentos. com.. cnet. htm) [6] Dugan. Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. "6ft by 150 inches . independent. Fabricação Envolve desde a fabricação. as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia.2246186.00. uma reputação "sócio-ambiental" correta. pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. co. [7] PC Magazine (PCMag.Tela de plasma [5] CNET Australia .Plasma vs.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862.

os transorbs não influenciam o sinal. Em relés permite um desligamento mais rápido. Abaixo da tensão de comutação. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito. Na área de automação e instrumentação. Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. varistores e centelhadores a gás. em encapsulamento PTH ou SMD. Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido. Devido a pequena dimensões. surge ou onda amortecida.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. No milisegundo seguinte. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. esta capacidade de dissipação cai a metade. Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais. Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. . permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. seguindo esta regra sucessivamente.

e normalmente fica em local que o usuário não o veja. os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. mi. é um potenciômetro miniatura ajustável. htm . =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue. Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo.(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado.Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] . de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil. mun. Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. do inglês trimmer potentiometer. Diferentemente de outros controles variáveis.

Referências Complementando o Vale da Eletrônica. conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. na Califórnia. com. através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade. Inatel [3]. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos.com [2]. Valedaeletronica. História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira. Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. valedaeletronica. são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais. inatel. informática e telecomunicações.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. Hoje. Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). com. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). hospitalmariathereza. br/ [3] http:/ / www. br/ . EUA. Referências [1] http:/ / www. br/ [2] http:/ / www.

aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores. usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material. de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado. Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. e deposição de vários materiais. Geralmente. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo. assim como circuitos integrados. difusão ou implantação de íons). um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica. de cerca de uma polegada (25. assim como o cristal de silício. e então polidos em uma ou nas duas faces.4 mm) até 11. Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia.8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. uni-kiel. tf. Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores. Eles são feitos de tamanhos variados. html . separação química com ácidos.5 mm.

Antigamente. Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. Antes do processo da solda por imersão. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta. soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações. era imersa em estanho derretido. Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho. Com o novo método. . Este processo. quando foi inventada a solda por imersão. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa. aumentando a probabilidade de erros. entre outros.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. transístores. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. rápida e perfeita. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. capacitores. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. Com o advento da miniaturização. os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões. além de demorado acabava por complicar a montagem.

• Condutores ► Interligam os componentes do circuito. etc. um potenciômetro). ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. passou a ser encarado como um componente eletrônico. ex. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . microprocessadores. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. ex. além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. O circuito eletrônico. tecnologiadoglobo. um microfone). um alto-falante. Pode ser um led. Contudo. somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. que será utilizada pelo circuito (p. deixou de ser um circuito propriamente dito. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www.Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. São os fios e cabos. entre outros. Exemplos são os circuitos integrados.

Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. tais como válvulas ou transistores. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. digitalização de áudio e vídeo. Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário). Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. microcontroladores. São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico. DSPs. tais como o gravador cassete. Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o. Seus componentes principais são dispositivos ativos. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. em especial a guitarra elétrica.

KT66. maior durabilidade. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. eficiência. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados. de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada. • Classe B . Foram criados para implementar computadores analógicos. as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores.Amplificador KT88. São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral. . alta impedância de entrada.alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados. Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin. transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D . 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores.situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . "pulse width modulation"). mas não na sua totalidade • Classe C .operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM. menor tamanho e custo menor.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada. a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. 6550. Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado). linearidade e capacidade de potência de saída. Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação. EL84. Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A . EL34. devido às vantagens de menor consumo de energia. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F . Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados.6L6 e 6V6 entre outras.

org/otb/blw535202.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic. Kouwenhoven MHL e Yildiz E. 2003. multivibrator monoestável. mas nenhum dos dois é estável.Below 535. O circuito portanto se comporta como um oscilador. p. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . van Staveren A. 10.. . A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat. Existem vários tipos de multivibradores astáveis. org/ isbn/ 1-4020-7590-1). Figura 1. Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados. Monna GLE.htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados.Amplificador [1] Verhoeven CJM.Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável. antiquewireless. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor.

Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor. não fornece ganho de tensão. multivibrator astável. fazendo . já que possui impedância de saída nula. Ver também • multivibrator monoestável. Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída. Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias. em que. uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). Isso pode ocasionar ganho de . O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. temos e Como é um amplificador de ganho unitário.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis.

Por isso. vários aparelhos gravam diretamente para DVD. Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital. Para usuários que não se interessam em edição. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência). o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo. buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade.Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. 127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento.

Isso. temos um Humbucker bobina de cobre. mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. Timbre As voltas do fio de cobre. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. e reduzir suas vibrações. adicionada à capacitância do cabo. perde-se boa parte da ressonância. e é gerada uma pequena tensão elétrica. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. ou violinos). agrada algumas pessoas. fazendo o som perder o sustain. Essa não-linearidade. posteriormente. processados. é possível produzir maiores tensões elétricas. o timbre é conservado. cujo comportamento é análogo à vibração da corda. entra em ressonância com a indutância da bobina. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. por conta do efeito indutivo. O sinal criado é. Da esquerda para a direita. mas com isso. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. tipicamente de 1 megaohm ou mais. e as converte em sinais elétricos. amplificados. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. e se localiza cravado no corpo do instrumento. baixos. Dessa forma. que podem ser. como guitarras. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. aumenta a resistência e a impedância. Quando as cordas vibram. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. . ou gravados. e dois Single Coils. A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. Com um grande número de voltas na bobina. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. porém. pode até mesmo ser considerada vantajosa. Em compensação. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. que. quando próximas umas às outras. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. e não deve ser negligenciada. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. no entanto.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. então. possuem uma capacitância própria. e por isso. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. próximo às cordas.

facilmente associado às Les Pauls e SGs. para produzir um som mais amplo. quando submetidos à compressão. Ao invés disso. O sinal musical também é reforçado. Dessa forma. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. chegando até 10 V rms. com polaridades invertidas. . também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. usando duas bobinas há uma mudança no timbre. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. e realista. utilizam-se também os captadores magneticos. o uso de pré-amplificadores é essencial. visceras). e. Pensando nisso. e com bastante brilho. Diferente de alguns captadores magnéticos. são utilizados captadores piezoelétricos. esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. Eles possuem um timbre bem diferente. ou titanato de chumbo — que. Esses captadores utilizam cristais — quartzo. das Strato e Telecasters. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância. Com suas duas bobinas. e prejudicar bastante a qualidade do som. São compostos por dois Single Coils. São utilizados. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico. ou vibração. um ao lado do outro. Por isso. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado".Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. Possuem uma aste para cada corda. principalmente. muitas vezes. Em alguns casos. nas guitarras Stratocaster. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. a Gibson criou um novo tipo de captador. e têm como caracteristica principal um som alto. Em compensação. Violão clássico com um captador piezoelétrico. limpo. uma única bobina. titanato de bário. Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon. essas interferências podem causar muitos ruídos. geram tensão elétrica entre suas extremidades. denominado Humbucker.

br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. . É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons. ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos.Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor. captadores. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. com. Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura.

que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1). que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. . através de computadores analógicos. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos. além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. pois vivemos em um mundo analógico. por exemplo.Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos. no Japão.

No caso de modelos rádio controlados. Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos).especialmente para baterias com apenas algumas células. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal. Por exemplo. Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W. sem gerarem própriamente energia. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida. de eletricidade. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga. como o CEB tem que lidar com perdas. . No caso de uma aeronave.normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V. contudo alguns não o possuem. entradas elétricas não podem ser usadas. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes.5A a 2A são suficientes. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. Em um modelo rádio controlado. provavelmente resultando na destruição do modelo. para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado. Como não há fonte de potência elétrica. porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada. Sem esta funcionalidade. CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes . em inglês batery eliminator circuit (BEC). Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. Para pequenos modelos 1. é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. Tipos com baixa queda são preferidos . Alguns Receptores têm um CEB embutido. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria.

I. associados a uma só fonte de tensão. A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. e V. que é a mesma sobre todos os componentes. I. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. Para encontrar a corrente total. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. ou seja. Fatorando a voltagem. Na ligação paralela. ou seja. e então somar todas as correntes. ou coulombs por segundo). ou joules por coulomb). . que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). sendo esta ligação diferente da ligação série. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série). logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. a corrente elétrica (medida em ampères (A). nós temos: que é o mesmo que . Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). a tensão elétrica.Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo. e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria. apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. medida (medida em volts (V).

logo a resistência total será menor. em paralelo ou ainda em associação mista. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: . a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. normalmente designada como resistência equivalente .e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. Qualquer que seja o tipo da associação. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor. • Segundo pesquisas. ou seja. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. Ainda. a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. que é uma combinação das duas formas anteriores. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito. ficando claro que a condutância total será maior. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. esta sempre resultará numa única resistência total. Para dois resistores ligados em paralelo temos. no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. o inverso da resistência.

Então. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. deve-se levar em conta sua indutância mútua. resultando numa potência de 1 watt. Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes. a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente. O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação. 1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. por exemplo. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis. .

conectados em paralelo.Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). | c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R). do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total. um indutor (L). | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm . É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo. e um capacitor (C). | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo.

tais como lógica. ou seja. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas. as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. é o circuito receptor de rádio. contagem e aritmética. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). é um computador especializado. controlando. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. seqüenciamento. vários tipos de máquinas ou processos. que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos.controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB . por meio de módulos de entradas e saídas. conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller). com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais. ou seja. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais. Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). Um exemplo bem comum disso. . temporização.Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito). Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável.

8. gravando-se o programa em memória EPROM. produtoras de líquidos. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. • 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento. “compila”). por exemplo na indústria do automóvel. em 1968.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. materiais gasosos e outros produtos. as instruções do programa. 7. Mínimo de 4000 palavras na memória. Alta confiabilidade. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. verifica o estado das entradas. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. Num sistema típico. Expansão em módulos. Dimensões menores que painéis de Relês. Envio de dados para processamento centralizado. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. Preço competitivo. Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). Profibus (Siemens). Os Terminais de Programação (ou maletas. para redução de custos. compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. ou seja. O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. . o qual converte (no jargão técnico. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP. outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. 3. Unitelway (Telemecanique . de papel e celulose. 2. 4. 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. Facilidade de programação. computadores. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. 6. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. e outras. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). EtherCAT (Beckhoff). entre muitos outros.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). especificamente na Hydronic Division da General Motors. siderurgica. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. Facilidade de manutenção com conceito plug-in. 5. Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1.

será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. um sinal na forma digital. a digital. há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes.. apagar. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. Sistemas Supervisórios. Por isso. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC). para ser processado por um bloco funcional analógico. depois de digitalizado. não só CLP's.to-Analog Converter). A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. na maioria das vezes. O sinal recebido. Isto é uma necessidade imposta pela prática. possibilidade de simulações e testes. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. Em outros casos.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa. Em muitos casos. podendo alterar. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). Na Eletrônica Digital. treinamento e ajuda por parte do software de programação. é processado e. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. como. A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. por exemplo. . • 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's. os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. em português conversor digital-analógico. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. por um microcontrolador ou por um microcomputador. gravar o programa do usuário. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro. Redes Internas de Comunicação e etc. onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. a operação inversa é usada. fruto da chamada Globalização. etc. por exemplo. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital . como Controladores de Processos.

teremos na entrada o bloco retificador. Na indústria entretanto. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. Carlos. sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. tais como polias e variadores hidráulicos. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. centrais de comando.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. os conversores são montados em painéis elétricos. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. em tensão contínua e finalmente convertem esta última. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita. ambos os termos são imediatamente reconhecidos. sobrecarga. precisão de controle. são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. Black Finish. Conversor de frequência Os conversores de frequência. como desbalanceamento entre fases.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. de manutenção mais simples e reposição profusa. como por exemplo. Importante também notar outros aspectos da aplicação. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. dezenas de motores. entretanto. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. ou seja. também conhecidos como inversores de frequência.384 cores 4. Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. Normalmente. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". simultaneamente. durante o dimensionamento. dentro do conversor. demanda de torque (constante ou quadrático). a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento. Podem trabalhar em interfaces com computadores. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa. e conduzir. mais barato. DV79AVI Marantz DV9600. bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor. etc. Editora Novatec. 2006. partidas e frenagens bruscas ou em . pela corrente do motor. queda de tensão.

querendo-se apenas uma partida mais suave. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. trata-se de cargas não lineares. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. custo dos sistemas de acionamento. desenvolver máquinas que sem os mesmos. Muitos conversores hoje. Os conversores de última geração. regime de trabalho. passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". como também. e outros aspectos particulares de cada aplicação. manipulação de vários eixos de acionamento. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. costuma-se utilizar soft-starters. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. geram harmônicas. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada. permitem a aos projetistas. sobre o eixo do motor. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. alguns já integrados ao produto. outros opcionais. Dentre os diversos fabricantes deste produto. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram. expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. como redução no custo de desenvolvimento. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico. que devem sempre ser consultados. custo de manutenção. antes da ponte retificadora. para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. que vão desde as mais simples e menos custosas. sendo que um deles. Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. Os conversores de frequência de última geração. é o controle de Torque. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. permitem o controle com excelente precisão. ou seja. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. Os Conversores de Frequência. substituírem servo motores em muitas aplicações. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. Os benefícios são diversos.

. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos. utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves). tiristor SCR. Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga. onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C. circuitos choppers. trifásica). operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. GTO. MOSFET. Os circuitos retificadores controlados. por exemplo. se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica. da potência de saída. fornece em sua saída. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C.A. IGCT.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. no qual o ciclo de trabalho. e. (corrente alternada) trifásico. são alterado através da aplicação de sinais de controle. por meio de seus artifícios funcionais. MCT. competindo comercialmente com estes. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras.: máquinas de aplicação residêncial. a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C. monofásica.A. provendo assim uma eficiente regulação.A. também denominado motor de indução. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor. de micro-empresa e atividade rural. eventualmente também a freqüência. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. etc). tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex. Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos.

tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. ou seja. Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão. o que fará a "janela" na comparação.Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. este é um circuito muito utilizado. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva. .

G) do dispositivo CMOS. maior a resolução da imagem. Sob o controle de um circuito externo. Quanto maior o número de pixels. Os CCDs são usados em fotografia digital. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons. cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. e na astronomia (particularmente em fotometria. . óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). Expressa-se este número em pixels. imagens de satélites. em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates . Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD.Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios).

resistores e capacitores). isolantes ou resistivas. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos. A corrente sendo 'copiada' pode ser. Todavia. As tintas ou pastas podem ser condutivas. . Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados. este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos. independentemente da carga. Os componentes passivos (fios. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. uma corrente de sinal alternante. em vez de tintas ou pastas. Conceitualmente.Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito. Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. e as vezes é. mantendo a corrente de saída constante.

. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . shelving. Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo. mais estreita a largura de banda. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. que se refere à largura da curva de sino. freqüência central. Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. e boost / cut.Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. normalmente ajustável. filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass). Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência .Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ). tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto. Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem. A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. como concertos. ou para criar sons completamente novos e diferentes. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência. Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q.Também chamado de ganho (gain). Quanto maior o Q. para eliminar ruídos indesejáveis. A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking).[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro . principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. para enfatizar determinados instrumentos. é um filtro. considerando que um corte vai amortecê-los. No entanto. um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. pois permite o controle sobre todas as três variáveis. Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente. A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2]. • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). Esta é a forma mais poderosa de EQ. filtros de banda (band pass). Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas.[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. como +3 dB ou -6 dB. Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização.

tendo também uma combinação de impedância de qualidade. http:/ / pt.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar. uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal. quando se está gravando vocais.54-56. maior a ocorrencia de mudança de fase. a uma taxa constante por oitava. org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado.151. e remover rumble. aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. inductors.sengpielaudio. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas. Don and Carolyn. Sound System Engineering. que pode causar um problema na mistura(mixing). wikipedia. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt. Circuits and Systems. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www. analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio. Estes filtros também são usados em masterização de áudio. chamada de frequência de corte. era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking. ao contrário daqueles descritos acima. então.htm) . É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. wikipedia.htm) • Q Factor and center frequency f0 . First Edition 1975. EQ é frequentemente usado com moderação. Portanto. wikipedia. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp. Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio. Quanto menor o valor de Q. Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo. org/ wiki/ Oitava http:/ / pt. and capacitors". p141 . McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972. 12 e 18 dB por oitava. fase e delay precisariam também serem equalizados. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis.sengpielaudio. Quase todos os filtros (ambos. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest. http:/ / pt. pp. a menos que um determinado efeito seja desejado. wikipedia. Taxas de atenuação comum são 6. Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. vol 31.com/ calculator-cutoffFrequencies. S. para eliminar o rumble. Filtros low pass funcionam de forma semelhante. 1984. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5]. wikipedia. IEEE Trans.com/ calculator-bandwidth. eliminar pops. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. p5. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors. The master handbook of acoustics.

a outra continua a funcionar (sistema redundante). A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua. Além disso. no entanto. Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. Fonte de Alimentação Redundante Está-se. gerando mais calor. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e. um circuito retificador. Numa fonte de alimentação do tipo linear. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. não são acessíveis. filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida. Estes sistemas. retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. Se uma falhar. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. ela se encontra no lado esquerdo. Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. consequentemente. Ver também • Fonte chaveada . onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão).

a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente. Depois. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. . Ao final.Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica. Um circuito elétrico simples. Esse negativo é conhecido por fotomáscara. criando o molde do circuito desejado da lâmina. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. Através dessa técnica o circuito é desenhado. fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. R. Ao atingir esse material. I. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados. constituído de uma fonte de corrente. Em seguida. de um resistor. sua composição se modifica.

mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. o inverso da diferenciação ou derivação. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos.Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador. como mostra a figura abaixo. onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: .

Latch D Referências • TOCCI. ou seja.Princípios e Aplicações. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. e não possui um detector de bordas como os flip-flops. isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND. Carlos. Sistemas Digitais . e não irá mudar até que EN volte para alto. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". 2003 Tabela-verdade do Latch D . Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset. assim. 2006. o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D.Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática. R. É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR.S. formando uma realimentação dupla.A versão com portas NAND. sendo que a situação inversa é verdadeira. WIDMER. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. • Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D. N. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente". Este estado é chamado de memória. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND. voltando a ser "transparente". a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock. Sempre que as duas entradas forem 0 lógico. pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto.J. Editora Novatec. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo. não permitindo o balanceamento das saídas. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro.. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito.

em que. O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora. Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. somente um deles é estável. O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados. Frequência Modulada ou outro tipo. . O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor.Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio).

• Osciladores LC: Hartley. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. chegue rapidamente à nova freqüência. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência.Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. Clapp. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. Se possuir o dois estados citados. • Que tenha pouca distorção. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo. ele é monoestável. astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. varie sua freqüência de maneira repetitiva. Colpitts . Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. usa dois transístores realimentados entre si. então as mudanças de frequência são mais importantes. etc. se denomina biestável. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. Se possuir um. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. • Que quando for de freqüência variável. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. • Que tenha baixo ruído de fase. Seiler. variações de tensões de alimentação. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. quatzo ou cerâmicos. Também são mais . • Que quando for de frequência variável. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. o impulso sai de seu estado de repouso. Segundo seu funcionamento. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. • Osciladores por freqüência sintetizada. Em sua forma mais simples. Vackar. variações de temperatura.

relés. Sem embargo. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar. como o Hartley. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. Pode ser analógico ou digital. Finalmente. o qual complica o desenho. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. Sem embargos. tem um conteúdo de harmônicos muito rico.Oscilador RF sensíveis à temperatura. mosfets. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. Além que. a construção mecânica é delicada. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes. (Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. . Os osciladores LC são mais sensíveis. Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC. Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. O Colpitts é muito utilizado. estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. Alguns. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter.

converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). • Os registradores de centrais telefônicas.um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. Registrador Registrador é o mecanismo. pois quando a corrente nao tem onde circular.Ponte H Para que o circuito fique protegido. . circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda. seria a colocação de diodos entre as "chaves". Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo. Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores. é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. registra) um dado ou um evento. no caso de o motor parar. 155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. • As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial . Por exemplo.

Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace. Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência). Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase. e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase.Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador.que pode se representada por uma série de fourier. ou seja um vetor girante. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema. por exemplo). e vice-versa. Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode.de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema. pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência. • Teoricamente . Nesses casos. e por isso. A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)).Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores. O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. velocidade angular). Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo. Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V). .

sozinha.Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger. um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. acima e abaixo do ruido. a saída está em nível alto. Schmitt nos Estados Unidos em 1934. A ação dos dois limiares é chamada de histerese. Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída. O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador. a saída está em nível baixo. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. Com somente um ponto de limiar de entrada. quando era apenas um estudante de graduação. quando a entrada se encontra entre os dois limiares . depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. quando a entrada está abaixo de outro limiar. . um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto.

liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor. Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. e neste caso. por exemplo. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. também chamada de resistência ou impedância equivalente. Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito. a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. como ocorre em partidas diretas. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass. evitando sobreaquecimento dos mesmos. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. pode-se controlar a corrente de partida do motor. corrente ou potência. constituído por seis SCRs. Seu uso é comum em bombas centrífugas. . 2. Assim. ventiladores. saber as grandezas elétricas como tensão. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . a qual.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. onde se deseja. após o motor partir e receber toda a tensão da rede. e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês).

Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin. e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: . Circuito Original.Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto. Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin. é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B.

fpms. com/ vol_1/ chpt_10/ 8. e vice-versa. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto). be/ cours/ 1005-01/ equiv. allaboutcircuits.Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. A esta configuração chamamos configuração Norton. ou Equivalente de Norton. Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. desde que Vo = Z Is. pdf . Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares. html [2] http:/ / tcts. ac. Equivalente de Norton.

Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal. em paralelo com um único resistor. allaboutcircuits. I. R. html . e resistores.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. allaboutcircuits. Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. com/ vol_1/ chpt_10/ 9. html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão. fontes de corrente.

esse aparelho designa-se transmissor-receptor. Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. São dispositivos similares os transpondedores. o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. os transverters e os repetidores. Se esses componentes não forem comuns. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. mas não simultaneamente. ou um conector. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex. converte um tipo de sinal. Exemplo de um transceptor de redes de dados. Redes de dados Um transceptor.Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho. em outro. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. Por exemplo. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. em redes de dados informáticas. Ver Também • Transceptor Gunnplexer .

com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos. designcabana. Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente. tais como osciladores. Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. filtros e misturadores de frequência. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos. • é a frequência angular (em radianos por segundo). onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC. ou ainda.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica. sendo um componente chave em muitas aplicacões. Um circuito LC é um modelo idealizado. estrela-triângulo. também chamada delta-Y. Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. medida em hertz é . teorema de Kennelly.

a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais. pela lei da corrente de Kirchoff. a solução represente uma corrente alternada senoidal. a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito. a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma .Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. Visto que a exponencial é complexa. e frequência angular Deste modo. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . então ou onde j é a unidade imaginária. nos sabemos que e Após rearranjar e substituir. do indutor. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . nós sabemos que a tensão através do capacitor. : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo. Portando.

A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . mais estreita é a banda passante. A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros. Para um circuito ressonante série. Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL . possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC. Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita.Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. quando maior a indutância e menor a capacitância. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo. a razão L/C determina a sua seletividade. possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC.

Estes circuitos. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é. Em particular. um número complexo. sendo alimentados por uma fonte de tensão. Este artigo considera o circuito RC. Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). em geral. temos e a avaliação de s se torna . Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). o circuito LC e o circuito RLC. como mostrado nos diagramas.Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). eles são capazes de atuar como filtros passivos. filtro RC ou malha RC. entre eles. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. Ele consiste de um resistor e de um capacitor. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. o circuito RC. Como resultado. em ambas as ligações paralela e série. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. o circuito RL. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. o capacitor (C) e o indutor (L). Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência.

Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente. Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: .Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. e as fases angulares são: e . a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem. Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e . vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: .

Circuito RC 168 . as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas. as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. Desta forma. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte. Com : . visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. se a saída é obtida através do capacitor. Similarmente. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. . se a saída é obtida através do resistor. Entretanto. Nesta configuração. Com : . Isto mostra que. Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para .

Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor. Com : 169 .Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. a constante logarítmica natural. A fase também depende da frequência. Conforme a frequência aumenta. . e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. Assumindo uma entrada de passo (i.e. Isto efetivamente transforma . Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. antes de e posteriormente): e . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho.

Para visualizar esta condição. e desta forma sua tensão é muito pequena. Então C irá se . possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. Quando a fonte de tensão é . . Desse modo. Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente. sendo que . As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace.7%) após cerca de . através da Lei de Ohm. como é mostrado nos gráficos. e quase completamente descarregado (0. Desta forma. C será descarregado até cerca de 37% após . quando estará próximo de seu valor final. enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. indo de leva para atingir a . e estará eventualmente totalmente carregado. . formando assim um circuito aberto. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . . Note que a corrente no circuito . Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa.3%) após cerca de substituída por um curto-circuito.Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor. Desta forma. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e . com C totalmente carregado. e quase totalmente carregado (99. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa. Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0. considere a expressão para dada abaixo: .

temos que Agora. Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência. então . Agora. Considerando a expressão para .Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. que é um integrador "através do capacitor". quando . de modo que . que é um diferenciador "através do resistor". Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais. . Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte.

Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . Desta maneira. Como resultado.Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e . Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte. a derivada da saída é um impulso em . Alternativamente. o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto. as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . ou CC).

com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. Na prática. um número complexo. Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). temos e a avaliação de s se torna . o circuito RC. entretanto. os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. o capacitor (C) e o indutor (L). Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. eles são capazes de atuar como filtros passivos. Em particular. Este artigo considera o circuito RL. em ambas as ligações paralela e série. em geral. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. sendo alimentados por uma fonte de tensão. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. o circuito RL. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Ele consiste de um resistor e de um indutor. Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. Estes circuitos. Como resultado. o circuito LC e o circuito RLC. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). filtro RL ou malha RL. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica.Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). entre eles. como mostrado nos diagramas.

a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo. Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente. Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e . a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: . localizado em Em adição. a os ângulos de fase são: e .Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão.

Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. . A ZIR de um circuito RL é: . Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Similarmente. Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero.Circuito RL 175 . sendo dada por: . também chamada de resposta natural. Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo.

Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal. Conforme a frequência aumenta. A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas. Com : . Entretanto. Com : . Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. se a saída é obtida através do resistor. O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte. Nesta configuração. A fase também depende da frequência. Desta forma. .Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. se a saída é obtida através do indutor. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. Com : . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. Isto mostra que.

Isto efetivamente transforma .Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. . quando estará próximo de seu valor final. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. como é mostrado nos gráficos. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. enquanto a tensão sobre o resistor tende a V. Desta forma. Desse modo. indo de leva para atingir a . é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . Assumindo uma entrada de passo (i. a constante logarítmica natural. Desta forma. conforme o circuito atinge seu estado fixo. antes de e posteriormente): e . Resposta de passo da tensão do resistor. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor. . O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima.e. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando . Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. Então a tensão de .

conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito. Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético. e praticamente zero (0. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. todos os circuitos possuem uma constante de tempo. . a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. . Note que a corrente. e a segunda segue facilmente. de acordo com a Lei de Ohm. Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e . isto poderia levar à geração de arcos elétricos. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. Como resultado. no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação. qunado a fonte de alimentação é ligado. R será descarregado a cerca de 37% após . possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. e . a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente. levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha .Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . e praticamente totalmente descarregado (0. Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0. Se isto não ocorresse. A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar. A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . Como resultado. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. .7%) após cerca de 178 . As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace.7%) após cerca de .

tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima. O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem. Para além disso. a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.dmcsi. . ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R). um indutor (L).fee. conectados em série ou em paralelo.Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www. Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz. e um capacitor (C).unicamp.html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC. Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga.br/curiosidades_filmes. existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros.

isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. ou factor Q (ver Equalizador). Neste caso. fator Q e frequência de ressonância com carga. a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. um maior factor de carga é necessário. Alternativamente. Na prática. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal. ainda existe uma resistência pequena. Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente). e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. . porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. em hertz: Q é uma unidade adimensional. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. Para uma maior largura de banda. Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. e para uma largura de banda menor. que não é realizável na prática. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. Como resultado. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". de igual forma. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível. Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito. é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência. Na prática. utiliza-se um menor factor de carga. para aplicações em filtros passa-banda. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro.

isto se torna . existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t).a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v. L . Existem dois tipos de fontes de alimentação. Notações do circuito RLC série: v . Da mesma forma. Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador. R. os LC série e o LC paralelo. Como resultado. como resultado (approx). existem dois tipos de ressonadores.a corrente do circuito (medida em ampéres A) R . verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador . os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). Se o circuito estiver com subcarga. L.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i .Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. e C. E.

portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. IL(0). visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor. Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor. O primeiro já foi feito. existem três casos possíveis: . as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0).Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo. tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática. Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. De modo a resolver a equação propriamente. obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero. e a tensão do capacitor VC(0).

Isto é chamado de "sobrecarga". As soluções são: para constantes arbitrárias A e B . Isto é chamado de "carga crítica". As duas raízes são idênticas ( ). as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos. as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos.Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso. Duas raízes reais negativas.

pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): . Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito. as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam.Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. A Integral de convolução. ou fator Q. A transformada de Laplace 2. Quanto maior a qualidade. Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito. Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D. pseudo-periódico) 184 Neste caso.

a solução é: Carga crítica Nesta caso. a solução é: . existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução.Circuito RLC 185 Finalmente. Para fazer isto. A equação então será. obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. a sua derivada será a solução para a função delta. Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear. para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. No entanto. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). as raízes são idênticas ( ). Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside. a função delta de Dirac. é necessário uma solução para uma entrada básica.

a resolução para a admitância complexa Y(s): Então. . Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir. então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: . C = 1 farad. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico. a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. e V = 1 volt. encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. obtém-se Admitância complexa A seguir. L = 1 henry.

Notações do circuito RLC paralelo: V .a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito. . Este é conhecido como a frequência de ressonância. L . encontra-se: .a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I .a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito. Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização.Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A).a corrente do no circuito (medida em ampères A) R . aonde Φ é o fluxo magnético no sistema.

depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte. Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. I. ou coulombs por segundo). um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. respectivamente. Na ligação série. a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. e V. Entretanto. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. na análise de circuito. Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). sendo esta ligação diferente da ligação paralela. especialmente nos sistemas de rádio e comunicações. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente.Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. a tensão elétrica. geralmente. Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. ou joules por coulomb). Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. (medida em volts (V). . A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. No circuito série. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). Como demonstração.

O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. que não dispomos em um componente isolado. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. são elas denominadas de série ou paralelo. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência. As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra. A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt.Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza. sendo percorridos pela mesma corrente. trocando em miúdos.. O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas.. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência. Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente .

d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas. ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras. A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série.Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . Por exemplo. logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). Por essa razão. comprometendo a capacidade do conjunto. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. uma bateria de carro. Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série. | .

Acessado em 6 de abril de 2008. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência. joinville.Instalações elétricas [2]. o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. miomega. | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. asp?t=1& id=497 . conectados em série. • Básico de instalação elétrica [3]. Referências [1] http:/ / www. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. corrente elétrica.Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. • Normas ABNT . br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC. se os pontos não estão conectados. Acessado em 6 de abril de 2008. Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. e um capacitor (C). com. htm [3] http:/ / www. com. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R). um indutor (L). br/ index. br/ conteudo. Acessado em 6 de abril de 2008. Todavia. tudosobreimoveis. udesc. mundofisico.

a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. Divisor de tensão com resistores Neste circuito. a regra do divisor de corrente. Vout. temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin. . a regra do divisor de tensão. Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). fazendo R1 = R2. com uma associação paralela de resistores. mais comumente.Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. ou seja. ou simplesmente o divisor de tensão. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin). dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. ou simplesmente o divisor de corrente. é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. Divisor de corrente com resistores Neste circuito. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout. é dada pela fórmula A partir desta fórmula. dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando.

neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. Este circuito é. de fato. A razão contém um número imaginário. um filtro passa-baixas (de primeira ordem). ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. deve-se calcular a magnitude da razão. indutores. e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. porém capacitores. Para extrair somente a razão de amplificão. . a tensão é dada por Deste modo. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência.Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}. Para impedâncias gerais Z1 e Z2. Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos.

e. Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação. Ver também • Filtro eletrônico . capacitores e indutores. Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores. capacitores e indutores. A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia.Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências.. i. Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo. Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis.

Acessado em 31 de maio de 2008. Rui L. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares. Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações. Instituto Politécnico de Leiria. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL). enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês).Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. Acessado em 31 de maio de 2008.3. têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída. mas diversos sistemas. Electrónica e Telecomunicações. AGUIAR. a 8B/10B é muito comum. Dpt. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. algum tipo de codificação deve ser usada. por exemplo. Para que este esquema funcione. Mónica. Para assegurar modulações freqüentes. • FIGUEIREDO. Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. teoria da comunicação e teoria de controle. A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. 1996. Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2]. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. . É empregada principalmente em processamento de sinais. José. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. quando operados dentro de parâmetros nominais. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo.

Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes. org/ 249749 [2] http:/ / www.Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. isel. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico. scientificcommons. Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. scientificcommons. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos. • Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor . ipl. Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito. ambos são componentes eletrônicos. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor. Vários componentes. Assim. org/ [3] http:/ / www. isto é. deetc. por definição. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor. é que todas as correntes e tensões de polarização. tais como: TO-92. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. O 2N2222 é complementar do 2N2907. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. com/ ds/ PN/ PN2222. eecs. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. são de sinal contrário. pdf . isto é. são semelhantes. A única diferença significativa. harvard. pdf [2] http:/ / www. Suporta correntes até 1 A. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. fairchildsemi. e SOT-223. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. 300 mW e frequências até 100 MHz. Está disponível numa variedade de embalagens. é um transístor NPN. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. com um Beta de pelo menos 100. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. SOT-23. 50 V.

pdf . mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. SOT-23. oup. Está disponível numa variedade de embalagens. é que todas as correntes e tensões de polarização. fairchildsemi. 300 mW e frequências até 100 MHz. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. são de sinal contrário. us. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. O 2N2907 é complementar do 2N2222. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. com um Beta de pelo menos 100. são semelhantes. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. e SOT-223. Suporta correntes até 1 A. tais como: TO-92. com/ ds/ PN/ PN2907. A única diferença significativa. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. pdf [2] http:/ / www. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. isto é. é um transístor PNP. 50 V.

60 V. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. com uma base octal de 8 pinos. Apresenta-se em embalagem TO3.de válvula termiônica. szmt. 115 W e um Beta de 20 a 70. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs.2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. PDF [2] http:/ / www. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 . também pode ser usado em aplicações de comutação. Outra aplicação típica em que é utilizado. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. que possuem geralmente encapsulamento metálico. O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055. com as características: 15 A. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência. onsemi. Ao contrário da série 6S-. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes.

Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. org/ [2] http:/ / www. mas é obsoleto hoje. 7-4. antes do advento do auto-MDI/MDIX. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. pdf [3] http:/ / www. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks. Daí. 7-2. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. mas possui também outras utilizações. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. mif. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7. pg. pg. Cada um tem 8 condutores. 250 e 600 MHz. mif. ele recebe o nome de crossover. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45. Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. Conector 8P8C. o conector ser chamado RJ45 de computador. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. . gda. versões que trabalham em até 100. Para aplicações de comunicação de dados (LAN.6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. gda. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. ou roteador para outro roteador.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

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• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

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• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. livre de falhas. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos transparende e rajada (burst).Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. controle de faixa. com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. modos transparende e rajada (burst). compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . modos ciclo rápido e rejada (burst). para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica. controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos ciclo rápido e rejada (burst). livre de falhas. com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes.

não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate . inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade.

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis. redisparáveis) 214 .

balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. Texas Instruments. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. Second Edition. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. principalmente na faixa de AM. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. 1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. ti. funcionando como limitador da corrente. normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. DL121R1 Series D Third Printing. 1979 • The TTL Data Book. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo. Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. Texas Instruments Incorporated • IC Master. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. são chamados de reatores electrónicos. Motorola. é montado em série. 1976 Referências [1] http:/ / focus. Texas Instruments. Second Edition. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. . 1984 • Logic: Find A Device [1]. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. Signetics Corporation. National Semiconductor Corporation. mais frequentemente em rádios. Balastro electromagnético. Texas Instruments. marcado com G no esquema. com/ logic/ docs/ generalcontent. O balastro. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s).

o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais.(di(t)/dt). Como característica. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina.S. . como HQI. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão. A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). eletricidade. sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada. S a área da seção transversal da bobina. Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. A indutância mútua é expressa por M = u0. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado.n. onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. dada por Vo(t) = –M. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita. n o número de espiras do toróide. Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. Desta forma. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga. HPS e HPI. Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. que pode ser de material metálico (por exemplo. para obter a imagem da corrente propriamente dita. e um integrador eletrônico. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère. a saber: um amplificador de instrumentação. A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor.

Este componente continua em pleno uso. • Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. . composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos. etc. o CI 555 funciona como um disparador. Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). É composto por 23 transistores. Suas aplicações incluem temporizadores. O CI foi projetado por Hans R. baixo preço e boa estabilidade. Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. etc. etc. As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. interruptores de toque. que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia. Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). Os usos incluem pisca-pisca de LED. relógios. detector de pulso. geradores de pulso. alarmes de segurança.CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. geradores de tom. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado. graças a sua simplicidade de uso. Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips). chaves imunes a ruído. O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração.

CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+.Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída. Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset. Durante um intervalo de tempo. Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: . Tensão de controle (control voltage) . que deve estar entre +5 e +15V.A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. Descarga (discharge) . Aplicação Gatilho (trigger) . VCC Terra ou massa (ground). pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação. Usando apenas um capacitor e um resistor. A tensão (voltage) positiva da fonte. Limiar (threshold) .Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC). o intervalo de temporização. o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo. a saída (out) permanece em +VCC. ou seja.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída.

etc).CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555. Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4. O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: . Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar.5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes. médico.

net/pp/portugues/PP/ne555.fairchildsemi. "555 Timer Tutorial.html) de um circuito oscilador utilizando 555 ." pág. Tony.globu.falstad. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www.com/circuit/e-555square.com/ds/LM/LM555. 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www.CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.pdf) • Simulação em Java (http://www.

sem características indutivas ou capacitivas.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores. geralmente para fins de testes e/ou medidas. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta. o transmissor poder ficar danificado. . bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura. cabo coaxial). ou seja. O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. tal como uma antena ou carga fantasma. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. durante testes e ajustes. uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. Também. se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. e assim os ajustes realizados estarão incorretos. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor). Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada. Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica).

e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. que servem para perceber movimentos. têm menos do que propriedades ideais. • Inversamente. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. interconectados elementos elétricos. um transmissor e um receptor. e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos. • Elementos elétricos não existem fisicamente. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. Componentes elétricos. componentes existem. A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos. Ver também Componente eletrônico . seus valores sempre têm um grau de incerteza.

TV. videocassetes. videogames (console). entre um computador e um periférico). etc). caixas de som. Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . Também existe Conector P2.Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. mouses. DVD Players. DVD. conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor). etc. muito utilizado em fones de ouvido e microfones. Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV. teclados. desde placas de rede. Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos). DVD. conectores de cabos de rede de computador. e até mesmo placas de vídeo de computadores. porém também pode conectar TV. Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. projetores. existem também vários tipos diferentes de conectores. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos). microfones.

O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio. amplificando o som . wikipedia. Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones. 3. Em mono é o positivo. Também conhecido como Plug P2. Nos E. • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. org/ wiki/ TRS_connector .Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. e possui duas faixas pretas no contato.U. Referências [1] http:/ / en. para a introdução dos conectores P2 macho.A. em Estéreo é o canal esquerdo. GND. utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas. Modelos • P2 macho Mono . é conhecido como TRS Connector[1]. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea.Possui um orifício. Para realizar uma conexão. Configuração do conector P2: 1. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s. e também em alguns 'headsets' de celular.Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos. 2. Isolante. 4. • P2 macho Estéreo .Um canal de áudio. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato. Canal Direito de áudio. dois de áudio e um de vídeo.Dois canais de áudio. * P2 fêmea . Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo .

Quando usadas como sensor. mas ocorrem perdas ópticas severas. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos. Célula Pockels Longitudinal . A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. principalmente. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal. Quando usada como modulador. no interior das quais se insere o cristal. as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. No caso da célula Pockels longitudinal. respectivamente. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. que algumas vezes não podem ser toleradas. a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada. ou mesmo. por tintas metálicas. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas.

Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz. o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado. Uma vez ligado. .

Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. ao comportamento de uma lâmpada de neon. Este comportamento é de certa forma similar. ou DIode for Alternating Current. O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs. Como um DIAC é um gatilho bidirecional. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. é um gatilho bidirecional. chamada de corrente de corte.DIAC 227 DIAC O DIAC. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2. e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida.

usado como retificador de corrente elétrica. Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro.3 V(germânio) e 0. existem outras tecnologias de diodo.7 V(silício). Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. no entanto.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor. Tipos de divaldos. O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos. no mesmo alinhamento que o seu símbolo. Possui uma queda de tensão de 0. Aparência real do diodo. O terminal mais próximo da barra fina é o catodo. . com correntes iguais ou menores a 1 A.

Quanto maior for sua temperatura. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. há corrente e a lâmpada fica acesa. Para a formação do cristal P. fará com que haja uma queda de tensão de 9. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. normalmente feitos de silício e germânio. 0. a tensão ficará toda retida no diodo.3 V na resistencia. ou seja. O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado. no caso do diodo de silício. pois 0. não há corrente. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. já que não circula corrente. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta.7 V ficam no diodo. Dopando esses cristais com elementos trivalentes. Para a formação do cristal N. não haverá tensão no resitor. A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. não circulará corrente eléctrica no circuito. A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas. utiliza-se principalmente o elemento Indio. que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P). Na polarização inversa acontece o seguinte. dependendo da polaridade da tensão aplicada. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. como nas duas figuras abaixo. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. assim. o diodo fará papel de uma chave aberta. maior será a condutibilidade dos cristais. Quanto maior a intensidade da dopagem. nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. logo a lâmpada fica apagada.7 V.

Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. o diodo pode danificar. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N. Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). outra com falta destes (lacunas). A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). pode-se verificar se ele está com defeito. Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. que é quase desprezível. ele também está defeituoso e em aberto. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. além de indicar isolação quando ocorre o inverso. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. uma com excesso de elétrons. . Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo.Além da corrente. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo. Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. chamada de corrente de fuga. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm. acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. que também é quase desprezível. se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo. O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas. chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. ele está defeituoso e em curto. Testes com o diodo Os díodos. Assim. cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. e entre ambas. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. assim como qualquer componente eletrônico. ficando em curto ou em aberto.Diodo semicondutor estrutura. gerando regiões de condução do cristal. haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. Assim. Após dopadas.

pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção. este processo dá-se devida assimetria de cargas existente. Corrente contínua. Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. A certa altura o potencial U . diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. portanto. isto é circula num só sentido. este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência. CA vem de Corrente alternada. formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN . significa que os elétrons circulam em dois sentidos. CC (DC). Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC).Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais.

o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. em polarização reversa. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica. A diferença é que. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche). para que a corrente elétrica comece a ser conduzida. Quando está polarizado diretamente. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0. conforme a curva não linear de corrente versus tensão. à temperatura ambiente.5 Volts).6 a 0. Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente. Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. No diodo Zener acontece a mesma coisa. sendo considerada dentro da faixa de 0. ao atingir uma determinada tensão inversa. já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. no diodo convencional.7 Volts para o diodo de silício. não conduz reversa de 17 volts. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical.Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. Na realidade.3 Volts no diodo de germânio. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer. existe uma pequena corrente inversa. e consequentemente . chamada de corrente de saturação. Por esse fato. causando o efeito Joule. acima da tensão de ruptura da junção PN. ou seja.6 Volts no diodo de silício ou 0. Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. a sua tensão de condução não é única. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. Símbolo do Diodo zener.

Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como. não sendo possível reverter o processo.1 Volts. vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo. 6.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo.3 Volts. destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível. 0. existem vários tipos de diodos. 9. existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt. . No diodo Zener. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada. por outro lado.1 Volts. por exemplo. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série. 5. Por exemplo. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx . Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener. Quanto ao valor da corrente máxima admissível.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura. 12 Volts e 24 Volts. mantendo constante a tensão entre os seus terminais.15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC . o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo. ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]).VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC .

Os eletrodos do díodo são a placa. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre. mesmo aquecido. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. prefixo que significa o algarismo dois. ou ânodo. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. existe corrente eletrônica. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor. e o cátodo. Diôdo vem de DI. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. os outros dois estando ligados ao filamento. que são ligados a dois terminais na base da válvula. os elétrons não saltavam. quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. . e ODO sufixo que significa eletrodo.Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. composto pelo cátodo quente e pela placa fria. quando inverso. Ao inverter a polaridade. Uma vez aquecido o cátodo. deixar o cátodo positivo e a placa negativa. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). isto é. isto é negativo. Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo.

Pode ser lida um número ilimitado de vezes. Ao contrário de uma EPROM. como as memórias flash. ao passo que as células da memória flash só . mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. eletricamente. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita. fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento. mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash. que variam entre as 100. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes.000 e 1 milhão. porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior.

EEPROM necessitam de um. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • . Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações. 236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM.

Em outras palavras. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. usam EPROM interna para armazenar seus programas. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas. e um aviso de copyright. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta.bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. 27C128 27256. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS. como o exemplo ao lado. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. 27C512 27C010. apagamento. O Gravador tipo Willem. Uma vez programado. é não-volátil. a revisão da BIOS. Isto é útil para desenvolvimentos. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol. significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. pela qual o Algumas EPROMS. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. 27C16 2732. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. 27C256 27512. pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. 27C32 2764. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. Alguns microcontroladores. 27C64 27128. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash. Para se programar uma EPROM. pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal. o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento.

• CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM. Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA. O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional. uma forma de encapsulamento de circuitos integrados. Foi criado pela Xilinx Inc.. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. já vêm todos pré-programados. Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais.000 células. com. blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix). São basicamente buffers. como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array).EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS. • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS. • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. celulares.. br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. Utilizando os CLBs. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia. e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador). macsymtec. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis. circuitos que acompanham as televisões. Um FPGA da Altera com 20. isto é. etc. O terceiro grupo é composto pelas interconexões.

Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional. a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como. e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. em 1983. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas.. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. e chaves de interconexão. em função das necessidades de cada projeto. pequenos microprocessadores e memórias. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. Geralmente. O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. da empresa Altera Corp. 2. a empresa Altera Corp. por exemplo. ao mesmo tempo. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. blocos de entrada e saída. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. por exemplo. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. 3. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). toda vez que o FPGA for energizado. o que implica perda do conteúdo armazenado. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. 4. os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. uma alta densidade de portas lógicas. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops.FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. Dessa forma. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. . foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas. Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs. Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e.

resistência. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. capacitância e tecnologia de fabricação. . Devido à volatilidade dessas memórias. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. por exemplo.Na escolha de um dispositivo reconfigurável. Além disso. entre 11 e 20 Vdc. 6. que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais. Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM. Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. tais como. a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. característica denominada ISP (In System Programmability). 7. da mesma forma que uma memória EEPROM.FPGA 5. Aplicando-se uma tensão. tamanho. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. entretanto é rapidamente reprogramável. Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM. especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM). e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. esses fatores devem ser avaliados. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos.

. ISBN 85-7522-088-8.. The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO . tipicamente.000. CPLDs não têm. Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group. CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos. Projetando Controladores Digitais com FPGA [1].Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA. Cesar Giacomini Penteado. Porém. Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade. são baseados em RAM. muitas vezes. Webcast. • FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos. Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] .Novatec Editora.).LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies.Centro de Engenharia Elétrica e Informática . Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez. existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1. Forum. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt. por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos.Grupo de Arquiteturas Dedicadas . Asynchronous-SOPC research.Laboratório de Arquiteturas Dedicadas . tipicamente. • CPLDs têm um tempo de resposta melhor. Alexandre César Rodrigues. Referências • César da Costa.Centro de Informática da UFPE [16] LAD .FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos. • FPGAs. • Edward David Moreno.Grupo de Engenharia da Computação . baseados em EEPROM. notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo . CPLDs são. Novatec Editora.UFCG [17] . Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores.000). Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2]. • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM. IP. são produzidos pelas mesmas empresas.

Segundo maior fabricante de FPGA. br/ ~greco/ home. duth. htm http:/ / www. cfm [20] http:/ / www. lad. eecg. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. html [10] http:/ / www. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. ee. uk http:/ / www. ic. ca/ ~stevew/ projects. gr/ index. ece. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. latticesemi. Inc. edu/ [13] http:/ / www.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. ee. ac. es/ home. PI Componentes[18]. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA. e lider do mercado. html [11] http:/ / www. Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. ufcg. emlabs. ccm. com. html [8] http:/ / www. Maior fabricante de FPGA. htm http:/ / cas. com. com/ [22] http:/ / www. novatec. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. edu [16] http:/ / www. achronix. icmc. br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. ubc. novatec. picomponentes. ittc. ece. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. html [9] http:/ / www. com/ [21] http:/ / www. byu. ece. ee. com/ products/ fpga/ index. edu/ groups/ rcl/ index. vt. toronto. ufpe. dsc. fpgaCentral. Altera. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. neu. com/ . wustl. br [18] http:/ / www. edu. usp. php [17] http:/ / www. quicklogic. arl. mathstar. ku. br [19] http:/ / www. edu [15] http:/ / wiki. com [7] http:/ / proteas. com. na2. cin.

A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. a função do filamento. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. Já em lâmpadas fluorescentes. podendo levar o dispositivo ao corte. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo. como o próprio nome já diz. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo. ao centro. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. perpendicular à secção do cátodo. No caso de lâmpadas incandescentes.Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. Sua construção é de forma elíptica. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. porém. se for um tríodo. se deve à sua proximidade ao cátodo. . permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica. entre os eletrodos existe uma grade de controle.

Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12. a resistência no LDR aumenta. Ver também • LED • Resistor . LDR. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. • Luz muito brilhante : resistência mínima. aproximadamente 100 ohms. mas nos últimos anos. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. LDRs menores estão também disponíveis no mercado. Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). como com qualquer outro componente. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. geralmente acima de 1M ohms. o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo. e quando a luz é baixa.

isto é. Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. também pode ser encontrado em tamanho maior. portanto. contudo. A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. que até então era livre. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. No silício e no germânio. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. a chamada barreira de potencial. Isso implicará. Neste caso. Já em outros materiais. portanto mais baixa será a resistividade. que são os elementos básicos dos diodos e transistores. Portanto. seja liberada. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . A luz não é monocromática (como em um laser). o semicondutor torna-se do tipo P. Quanto maior a mobilidade dos portadores. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons . como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. Por exemplo. menor será a perda de energia. o semicondutor será do tipo P. próximo à junção. Na outra área do semicondutor. deixando "lacunas" (ou buracos). Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). entre outros componentes electrónicos. o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. formando o semicondutor do tipo N. e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor. como em alguns modelos de semáforos. o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. dentro da estrutura. na redução da Mobilidade dos Portadores. elétrons e lacunas se recombinam.Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. Na ligação. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente. Na região de contato das áreas. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. possuem ambos os dopantes (P e N). ocorrem recombinações de lacunas e elétrons.

Existem também os leds brancos. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). um vermelho (R de red). e que são formados por três "chips". Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. que absorve a luz azul e emite a luz branca. não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes. mas a banda colorida é relativamente estreita. pode acontecer na banda de valência ou na proibida. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida".Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. A cor. um verde (G de green) e um azul (B de blue). o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. e devem substituí-las a médio ou longo prazo. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. seu alto rendimento e sua grande durabilidade. de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem. a luz emitida pode ser verde ou amarela. 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. A recombinação entre elétrons e lacunas. Hoje em dia. consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas. Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. Se o material semicondutor for puro. Com o barateamento do preço. com o uso de outros materiais. Dopando-se com fósforo. dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. de acordo com a concentração. portanto. violeta e até ultra-violeta. Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. a emissão pode ser vermelha ou amarela. os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). .

violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V. com um tempo de vida útil de 100. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1. e vice-versa.Diodo emissor de luz 247 Em geral. os amarelos com 1. sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. Sendo polarizado. Nesse caso. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos. Assim. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo. Mas. os vermelhos com 1. Há também leds bi-colores.0V. Semáforo de LED com contador regressivo. os leds operam com nível de tensão de 1. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. na cidade de Poá. Como o led é um dispositivo de junção P-N. Brasil. ou por ser o terminal mais curto dos dois. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"). Nos leds redondos. São Paulo. de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. enquanto os leds azuis. Existem . A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW. sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor.000 ou mais horas.0V e 3.3V. se o invólucro for semi-transparente. alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente. Além de mais largo. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro.6 a 3.5V. os verdes entre 2.7V. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação.0V.7V ou 2. Nos leds retangulares. ou então deixam esse terminal mais curto.

essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas. os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro. Como o diodo.2)/0. Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais. Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. Para fixação nesses painéis. Vfonte = 12 V.fica no corte. com. br .7V (tensão direta máxima do diodo). onde Vfonte é a tensão disponível. outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha. everlight.. os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos.2)/0. cada qual gerada em uma junção. com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele . Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED.o LED . Por isso. o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED). uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada.015 = 680* R2 = (12 . já que além das duas cores independentes. esse tipo de led é na realidade um "tricolor". Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA.015 = 10/0. 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www. Geralmente. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum).A. é comum o uso de suportes plásticos com rosca. e o terceiro comum às duas junções.008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam. resultando na emissão de luz alaranjada. quando alimentado por tensão C. sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. Tipicamente. quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor.008 = 10/0. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique. Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. VLED = 2 V: R1 = (12 . Assim. limitando essa tensão reversa em torno de 0. podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais.

começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. tais como o arsenieto de gálio. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. mas ainda são chamados de MOSFETs. principalmente a IBM. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. é. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. assim. A corrente do dreno para a fonte é. e não há condução entre o dreno e a fonte. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. como o da fonte ou do dreno. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). há uma fraca corrente invertida. Os chips modernos usam comportas de polissilício. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício.Vth . • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . O transístor é ligado. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. mas alguns fabricantes. e é quase sinônimo de MOSFET. de longe. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. controlado pela tensão na comporta.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. O MOSFET opera como um resistor. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal.MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. onde as comportas (gates) eram de metal. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico). Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS).

250 Em circuitos digitais. faqs.MOSFET O transístor fica ligado. 21ppi. 2005. html . Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. pdf [2] http:/ / www. 16. org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . org/ english/ policy/ 19991006/ technology. Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999).INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. "Social Conditions for Technology Creation" [1]. uma parte do canal é desligado. By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits . Retrieved Sep. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off).

voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits. de/ msp430/ index. ti. USARTs. com/ msp430 http:/ / www. Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects. DACs. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo. com hardware-hacking.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx . forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. com . etc. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits. comparador analógico. msp430. ADCs de 10. pt http:/ / www.voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking. controlador de LCD. ubi. saída e uma função especial de hardware como USARTs. etc.MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. Estas possuem funções de entrada. 12 e 16 bits. elektronikladen. amplificador operacional. html http:/ / hardware-hacking.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx . São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx .

Funcionamento Como toda válvula termoiônica. no caso do Magnetron. . Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). Assim. OBS. Estas cavidades por sua vez.450 MHz. aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento. Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa. funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. IMPORTANTE . com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. o que é feito. Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa. para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts).O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4.Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas. podendo causar queimaduras ou até câncer.000 V no catodo).

Se o ponteiro não mexer. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA. etc. anúncios. Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. Se isto ocorreu. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. O ponteiro deve ir até o zero. Megafone eletrônico. Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. os megafones são utilizados em manifestações. Nos filmes. normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. o magnetron está em curto e deve ser trocado. A maioria dos megafones atuais são elétricos. Se o ponteiro mexer. O ponteiro não deve mexer. Muitas vezes. Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. eventos esportivos. basta ressoldá-lo. Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. o filamento está aberto (defeito raro). Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). .

Em termos leigos. cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM. ao contrário de uma memória RAM convencional. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive). trata-se de um chip re-escrevível que. dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. flash drives USB (pen drives). por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. .[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória.Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. MP3 Players. desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba. PDAs. preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação.

sua alta resistência. NOR e NAND). Califórnia. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis.Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980.[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente. embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND. sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados. De acordo com a Toshiba. Sua resistência é de 10.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. sendo assim. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória. Masuoka. não tem peças móveis. Sr. Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. apresenta menor consumo de energia elétrica. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. Shoji Ariizumi. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. o compactflash veio a ser baseado nele. Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço.000. e até mesmo imersão em água. pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash. o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr. foi inventada pelo Dr. evitando problemas de causa mecânica.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state). que permite detectar erros na transmissão de dados.[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos.[1] . seu baixo consumo de energia. variações extremas de temperatura. que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory). contando com recursos como ECC (Error Correcting Code). O Dr. Além disso.000 de ciclos de limpeza. latências e peso muito mais baixos. sua durabilidade e segurança. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica.000 a 1.

Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados. palmtops e firmware. mas com a introdução do tipo NAND.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. Mas embora esses problemas existam. em blocos de células.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash. caso todos os blocos fossem bons. Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. e ao seu alto tempo de gravação nas células. sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes).[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989. que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash. mas com baixa velocidade.[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade. desapareceram deste ramo. em vez de acessá-las de maneira individual. seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos.a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes. Foi a primeira a se popularizar. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. isto é.[3] . a NAND e a NOR. chegando ao mercado em 1988. As páginas são tipicamente 512. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente. Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. Cada bloco consiste em um determinado número de páginas.

ou SSD. enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória. computadores. O custo da NOR é muito mais elevado. permitindo assim a compatibilidade com câmeras. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias. Alguns fornecedores. usando a flash como uma . comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND . O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados. dispositivo ligado ao PCI Express. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar).[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. Porém.tais como a Intel. Por exemplo. Micron Technology e Sony . formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados. • um comando padrão estabelecido para ler. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo. Na prática. então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal. ruído. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos. mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. ou em número de “X” como 60x. A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND. A NOR permite acessos aleatórios. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14. Por exemplo. Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício. torna-se atraente se considerarmos velocidade. o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. Dell e Microsoft. escrever e apagar dados nos chips NAND.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. A ideia de um drive de estado sólido. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória. incluindo a flash cache. O tempo de acesso influencia no desempenho. tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores. LGA-52 e BGA-63. A versão 1.[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos. incluindo Intel. • mecanismo de auto-identificação. A leitura é muito mais rápida na NOR. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. consumo de energia e confiabilidade. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48.Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. 100x ou 150x.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash.

memória somente de leitura para armazenamento de programas. [4] Carlos E. br/ site/ noticias/ materia_especial. Morimoto. EEPROM para armazenamento permanente de dados. barramentos e afins (http:/ / wnews.ATA. wikipedia. o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. [5] Wikipedia Español . normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . é controlador embutido. interfaces de entrada e saída de dados. org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008.Memoria flash (http:/ / es. O circuito integrado de um Intel 8742. lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz. Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. 128 bytes de RAM. O seu consumo em geral é relativamente pequeno.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. SATA. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip.Flash memory (http:/ / en. 2048 bytes de processadores. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008. contendo um processador. Um outro nome para o microcontrolador. É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . wikipedia. e. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008. infowester. Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos. no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. portanto. [2] Emerson Alecrim . com. dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC). php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. guiadohardware. uol. com/ cartoesflash.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados. memória e periféricos de entrada/saída.

a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples". Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). Por reduzir o tamanho. firmware e circuitos. juntamente com o seu baixo custo. como por exemplo o acionamento de uma tecla. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. aliados a facilidade de desenho de aplicações. custo e consumo de energia. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais. forno de micro-ondas.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. controles remotos. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados. disco rígido. etc. máquinas de escritório e residenciais. Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. Você está certamente cercado de dezenas deles agora. sistemas de supervisão. como os motores a combustão. os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações. ou um sinal que chega via uma interface de dados. máquinas de lavar. . rádio relógio. brinquedos. como sistemas de controle de motores automotivos. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. relógio de pulso. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. É erro de projeto superdimensionar. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. De forma oposta aos microprocessadores. o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. telefones. Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto. Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. etc. dentro do monitor. De forma diferente da programação para microprocessadores. onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir.

cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation. cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) . estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola.Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM. • 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004.

Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .

com . scienceprog. Inc. org [2] http:/ / www.) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. (Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi. Corp.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. • BASIC Stamp Renesas Tech. picguide.

depuradores. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste. Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores. Como ferramentas de desenvolvimento. . DIP.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento. SOIC. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções). Para tal procedimento. Funcionam com tensões de alimentação de 1. encontram-se disponíveis: gravadores. mais recentemente.Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C. placas de protótipos. SPI. etc. TQFP. emuladores. utiliza-se um gravador apropriado. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits.Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology.Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1]. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. com recursos de programação por Memória flash. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller".consumo de nano Watt CRC . CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . EEPROM e OTP. de 32 bits. que processam dados de 8 bits. Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos. de 16 bits e. C.

mais instruções (58 de 16 bits). incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic). indireto. que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. Esse modelo está obsoleto. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa. ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. embora R1 a R8 também tenham funções especiais . O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650. mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. Existem até 31 registradores diretos. Ele tem pipelines marginais (2 estágios. comparado com os 144 do Z8). . e relativo. mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados.Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. mais registradores (232 a 454). 1 de busca e 1 de execução).R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. O PIC16x é muito simples. História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. o sucessor do 1600 mais comum). e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip. mais um acumulador W. com 2 ciclos). combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. com os PICs como seu produto principal. Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp.

e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. no começo dos anos 70. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. (subsidiária integral). Era um microprocessador razoável. por volta de 1975. incluindo a fábrica em Chandler. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. o CP1600. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. Ele era projetado para ser muito rápido. chamada Arizona Microchip Technology. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. Como parte da estratégia. que eram essencialmente semicondutores de potência. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. O PIC usava simples . A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. Antes disso. derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. de Peripherical Interface Controller em inglês). não pensava particularmente assim. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. o conceito de ser baseado em CMOS. one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. contudo. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x. embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. Apesar de ser uma boa CPU. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. No final dos anos 80. O mercado. O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. o EPROM. na realidade a marca é PICmicro. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. no Arizona. embora mais lenta que a proposta de Harvard. e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU.

e e embora o termo não tenha sido usado na época. br/ novidades. Em 1985. pictutorials. co. 266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. Os PICs contudo. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. o que na época era obsoleto. UARTS. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial. com . microchip. wikipedia. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. mikroelektronika. núcleos de controle de motores. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. artimar. e os novos donos cancelaram quase tudo. etc. com. com [6] http:/ / www.) e memória de programa de 512 a 32k palavras. wikipedia. wikipedia.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). htm [7] http:/ / www.

chamada de phantom power. . é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim.Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º).Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz . eram designados como microfones de velocidade.seja no ar. sem que haja microfonia. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. sua captação é reduzida. água ou num material sólido) em um sinal elétrico. Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. gravadores. shows e na transmissão de rádio e televisão. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877.Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. mas como o microfone possui massa. Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais). porém. aparelhos auditivos. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8.Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula. • Super e Hiper-Cardióides . rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. Exemplo de microfone. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador. os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. parte dos sons emitidos na parte de trás. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade. que é de facto uma tensão de polarização. Desta forma. • Cardióides . Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. De facto. • Bi-direcionais . História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua.Captam além dos sons emitidos na sua frente. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX. os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. Microfones são usados em muitas aplicações como telefones.

Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica. caracterizando a sua eficiência. no caso dos mics dinâmicos.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. no caso dos microfones de condensador. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo.5% a 1000Hz . Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância. o que origina um muito maior gradiente de pressão. em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. inferior a 600 ohm. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita. Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. como se de uma mola se tratasse. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna. uma fina camada de ar. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas.

Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio. microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos. na amplificação do som ao vivo e em gravações. como telefones e computadores. Um microfone comum de computador. Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil .

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. conectores de diversos tamanhos. é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. . inserindo parte na placa. finalmente. porque são mais fáceis de lidar. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa.2 mm) maior do que o diâmetro do terminal.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos.008” (0. Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). Tendo isso em vista. inserir e soldar. Os componentes PTH são fixados na PCI. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole. Resistores through-hole. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto. protótipos. os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH. capacitores e diodos). por meio de furos metalizados denominados de barrel.

2006. ou seja. Faculdade de Jaguariúna. Referências [1] http:/ / bibdig.Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. André Luis de. utilizado para controle. faj. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1]. Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta. br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura.

A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória).5V. PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. ao contrário do que acontece com a memória convencional. O rebentamento de um fusível abre uma ligação. Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC. Read-only. A sua velocidade de processamento também é maior. onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5. que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. ou só de leitura. a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final). Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. de 12 a 21 volts). São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos.PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento. Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) . o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom. memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0. Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. ou seja. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem. Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1.[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). significa que.

A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica. • EEPROM. de forma a irraiá-lo para fora. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo. Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. o carbono e o tantálio. é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. Díodo termiônico. sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. br. estes elementos são o ferro. php?artigo=010110060605).PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. http:/ / www. com. & #32. visto que uma das implementações originais incluía queimar. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica. Sendo que naquela época. inovacaotecnologica. o níquel. filamento. não confundir com Placa de Circuito Impresso. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City. inovacaotecnologica. com. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. cátodo e grades. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. vestindo aos eletrodos internos . Nova Iorque.Página visitada em 2009-06-29. existe uma placa metálica. literalmente. do dispositivo. pois. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www. br/ noticias/ noticia. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada. Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito.

O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11. Em janeiro de 2001. o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector.Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica. O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. RJ45. Estes padrões de interface são mundialmente usados. que era na ocasião era o único padrão. menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. Eles substituíram os conectores mais vultosos. Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. Utilizado para controle. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. ou seja. através da Comissão Federal de Comunicações (FCC). . Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). RJ14. mas não a instalação elétrica. etc. Por exemplo.

au/ reference/ RJreference. Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC. os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. • "RJ45": 8P8C. Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. htm [2] http:/ / www. "RJ22": 4P4C ou 4P2C. incluindo Ethernet. accesscomms.RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. com/ RJ_Jack_Glossary. (Veja cabo Categoria 5). com. para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado. "RJ10". para parte superior do telefone. Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www. as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. arcelect. para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. os próximos dois formam o segundo par. htm . não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C.

como acontece com ventiladores.br/ . no que diz respeito à corrente.if. contanto que esse outro tipo de energia não seja calor. equação geral: U=E'+r. Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele.a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia.usp.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores). E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai. bombas de água e carros eléctricos. porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz. Vemos que.i http://efisica. Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo.

promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. ou mesmo de relé bimetálico. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. pode não ser o bastante para proteger o mesmo. o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. Sua fabricação se dá. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase. tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. O relé térmico é uma réplica do motor. caso seja superior ao limite de ajuste. o par bimetálico se deforma. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico. caso haja aquecimento.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. conforme tabela abaixo. Este aquecimento é prejudicial ao motor. A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. Para evitar tal fato. Função Também chamado de relé de sobrecarga. corrente que vai para o motor. no caso do motor trifásico. pois a instalação em uma ou duas fases. Tempo de disparo a partir do estado frio .

LOBOSCO. P. Referências [1] http:/ / www. O. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores. 4. pdf/ . FRANCHI. L.2Ir 1. Editora Érica.. 2008. McGraw-Hill: Siemens S. C. 250p. Acionamentos Elétricos. São Paulo. M. S. 1998 – (Série brasileira de tecnologia).05Ir 1. SP. DIAS. edu.A.Relé térmico 279 Classe 1. São Paulo. SP. P.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. ed. da C. [1] Referências bibliográficas 1. Circuitos de Motores..5Ir 7. J. São Paulo acesso em: 26 maio 2010.351. 2. faatesp. Seleção e aplicação de motores elétricos.

Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). nos processos de fabricação de alimentos. É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . nas linhas de produção das peças que os compõe. protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé. Introdução Um simples relé eletromecânico. a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo.e que chega a nossas casas e industrias. como o da imagem ao lado. acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. No caso do Relé eletromecânico. pães. Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos. com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos. Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil .usina hidroelétrica . um campo eletromagnético é gerado. nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir. São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros.Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente. criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. Sendo assim. uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não.este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. biscoitos que consumimos. sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas).

a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). mais tarde conhecido como Universidade de Princeton. Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. Para aplicações industriais. estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso). Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância.Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830.constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. inventado por Morse e Wheatstone. . embora mais uma vez. enquanto construía eletroimãs. • Mola de rearme. magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. À frente deste Instituto. Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. adaptando esta aplicação através de bases/soquetes. desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana.estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. onde se exige uma facil reposição e manutenção. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . *Terminais para conexão em Bases (Sockets). IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais. seja qual for sua natureza. em reconhecimento do seu trabalho. foi batizada de henry. • Terminais . A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey. Em 1832. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. não tenha sido o primeiro a registrar a patente. de 1846 até à sua morte. • Armadura de ferro móvel. é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente. • Conjuntos de contatos. Joseph Henry Após a sua morte. 32 anos depois.

a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética.Normal Closed (inglês) . a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. • NC . através do terminal. Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). Quando a bobina recebe a corrente elétrica. No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética. é substituída pela força da gravidade. ou conjuntos. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB). que é soldada ao PCB. Para ilustrar melhor. uma armadura de ferro móvel e um conjunto. dependendo da função do relé. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação. a sua posição relaxada. Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. em que a força da mola.normal fechado • NO . pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). Enquanto a bobina se mantém desernegizada.normal aberto Em alguns casos. também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito.Normal Open (inglês) . Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. Alternativamente. um diodo é freqüentemente instalado na bobina. o contato é atraído fisicamente. comuns nas partidas de motores industriais. Quando a corrente na bobina é desligada. sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). se os contatos foram abertas.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. Os relés. o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel. Então quando energizado. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. Quando uma corrente elétrica passa através da bobina. isto ocorre para reduzir o ruído. uma rede de proteção de contato. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. isto ocorre reduzir a formação de arco. Então temos no relé uma bobina. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. Em uma aplicação de baixa tensão. exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé. atraída pelo campo magnético gerado. a depender da função do relé no circuito. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé. necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso. e vice-versa. consistindo de um capacitor e resistor em série. de contatos presos a molas. a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica. . Há casos também.

ou SMT. porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. . freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. a partir do material empregado. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos. que possui como unidade ohm. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Utilizando-se disso. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis. ou então usando um ohmímetro. porém há uma queda de tensão. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. É comum encontrar na iluminação públicas. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal. esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). através de seu material. conforme norma brasileira. com o material resistivo colocado ao centro. Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. Alguns resistores são longos e finos. que pode ser por exemplo carbono ou silício. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). lâmpadas acesas durante o dia. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca.

estão disponíveis. A relação entre tensão. Resistores com tolerância menores. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin. como 20 Watts. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas.d. Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. Na prática.d. A maioria dos metais são materiais condutores. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada). também chamados de resistores de precisão. o material do objeto é chamado de ôhmico. ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. uma unidade SI. um pedaço de plástico. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. por exemplo). aproximadamente 6. e R é a resistência em ohms. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita). Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts. que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. Isolantes (tais como ar. e corrente máximas de trabalho. Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior. Qualquer objeto físico. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos. corrente e resistência. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. que é determinada pelo tamanho físico. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt. apenas uma série limitada de valores. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra.p. através de um objeto é dada por uma simples equação. e corrente especificadas. de qualquer material é um tipo de resistor. Em resistores codificados com cores. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. uma corrente com a intensidade de 1 ampère. diamante. R é constante—ao longo de uma gama de valores. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente. A medição crítica de um resistor é a resistência. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e . o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. e inversamente proporcional à área da secção transversal. 1/4 watt e 1/2 watt. O corpo humano. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas.241506 x 1018 elétrons por segundo.Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. chamados valores preferenciais. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. Além disso. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. é o comprimento. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores. também estão disponíveis. o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. uma faixa dourada significa 5% de tolerância. pelo mesmo.p. que diminui a superfície disponível da área. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. Um resistor tem uma d. e é a área da secção transversal.

Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas. têm uma resistência de 100ohm. Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. Os termistores PTC e NTC. A relação geralmente é directa. visto que em vez de metais usam semicondutores. mas com coeficiente negativo. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. Geralmente são utilizados com altas correntes. são um caso particular. . sendo um fixo e o outro deslizante. Reostato é um resistor variável com dois terminais. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. por isso alguns autores não os consideram resistores. Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). a resistência do PTC aumenta. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100). a resistência também sobe. 1000 porque à temperatura 0 °C. e instrumentos de medidas. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura. ou como "trava" em circuitos eletromotores. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). Os metais mais usado são a platina. sua resistência cai. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. Quando a temperatura se eleva. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. em série com a bobina desmagnetizadora.Resistor capacitância.O. rodando manualmente. por exemplo. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. Quando a temperatura sobe. ou seja se a temperatura sobe. Metal Óxido Varistor ou M. NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas.V.

de acordo com a intensidade luminosa incidida. A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: .Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa. Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares. A relação geralmente é inversa.

6.90.16.69. 1. 2. 3.09.74. 3. 2.88. 2.31.32. 2.60. 3.9 4.45. 8. 9.15.10.48.15. 6. 1.76. 9.77. 3.49. 6.42.6 6. 3. 8. 1.23.27. 5.43.93.0 2. 7. 1.2 2. 1.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10.03.6 3. 2.30.3 3. 5. 6.96.50.57. 4. 2. 7. 2. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1.1 Séries E48.19.76 Série E192 1.53. 3. 5. 4.13.40.34.6 6.05.1.21.92.56.49. 7. 2.36. 9. 2.0 1.58.56.87.11.19. 2.65.81.62.52.89.00.05. 1.6 1.74.50. 2. 1. 2.24.15. 1.36. 1. 4. 2. 4.69. 2. 1. 7.96. 2. 2.57.7 3.05. 1. 2.61.77.34. 9. 3. 6. 1. 4. 1.07.88. 4. 4.80. 1. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1. 1. 2. 1.32.98. 2.40.52. 8.96. 1. 3.90. 1. 1.43. 4.61. 1. 5. 8. 3. 1. 1. 7. 3. 8. 1. Séries E6. 6.74.17.12.40. 2.15.78. 9.25 0.50. 4.21.81.67.09.35.90.94. 4.41.5 8.49. 4.21.58. 3.16.26. 6.53. 2.82. 2. 3. 4.99.62. 9. 5. 1. 3.37.58. 5. 3.87. 2. 2.76.25.65.30. 1.69.32. 2.00. 1.19.43.45. 9.81. 8. 1.74. 2.59. 5. 3. 8. 7. 3. 1. 1.50.11.48. 9. 3.8 2. 1. 1.98. 3. 1.27. 2.87.13. 2. 3.8 7.09.54.67.24.01.8 6. 2. 1. 4.02. 1. 1. 5. 1. 1. 4. 1. 7. 3. 5. 3. 5.15.16.36.87. E12.11. 2.35. 2.33.87. 1. 6. 1.06.84. 3.55.00.83.67.18.01.65.1 5.83.00.40. 2.47.42.32.04.07. 1. 2. 6. 1. 1.64.73.21.0 Série E24 1. 4.56. 7. 1. 3.25.62.18. 2.69.26. 6.66. 2.10. 2.05.71. . 1.82.15. 1. 1. 4. 8.05.34.02.91. 7.98. 6. 1. 4.37. 4.47. 7.64.87. 9.54. 1. 3.32. 2.10.02. 5. 3. 4.48.3 4.42. 4.91. 8. 9. 8.98. 1.20. 2. 5.05. 5.2 1.92. 5.02.37.23.70. 3. 1. 1. 8. 3.3 3.57. 5.33. 7.18.49. 7. 8. 1.2 2. 6.2 9.40. 4. 1.22.10.87. 1.28.05. 3.17. 3. 9. 1.07.13. 1. 2. 5. 1.4 2. 1. 1.49.05. 3. 1. 5. 3.1 1.7 3. 1.49.32.54. 3.53.24. 6. 1.53. 4. 6. 8. 1. 1.64.98.75. 5.97.74. 1. 6.2 2.83. 2. 9.65. 7. 1.2 1.15.94.96.42.64. 4.17. 6.49. 1. 2. 6.04.76.5 1.12. 4. 1. 9. 2. 5. 2. 6. 1.06.8 2.2 6.65. 1. 2. 1. 1. 1.87. 4.32. 5. 4. 9. 4. 2.93. 1.78. 1.44. 2. 1. 1.62.11.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0. 1.26. 2. 6.42.81.87.7 5.0 3. 1. 1. 1.2 Série E12 1. 4. E96.09. 4.16.46.32.97.14.3 1. 6.87.40. 2.45.55.23. 8.64.74.62.65.09.66. 2. 4.30. 1. 3. 3.65. 6.87.84.37. 1.8 8. 2. 8.36.06.65.49.9 4.80. 6. 3.99.68.37.78.7 4. 3.79. 6.21.3 3.61.09.01.15.24. 3.22.0 1. 5. 7.04. 4. 1.76. 3.5 1. 7. 1. 2.48.38.91.06.7 5.61.42.32.43.87. 1.00. 2. 2.53 Série E96 1. 5.47.22. 5.01.08. 1. 2.49.02.15. 7.27.59.50.66. 1.23.87.74.27.42. 3.29. 4.19.70. 1. 2.25.37. 7.5 0. 1.5 1.68.20.72.87. 1.62. 2. 2.83. 5.75.12.90. 1. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10. 2. 1.33. 3.76. 1. 4.10 . 1. 8.26. 4. 3.52. 5.12. 3. 7.31. 2.26.23. 1. 7. 1. 5.32.29. 8.80.

Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . htm http:/ / www.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação. htm http:/ / www. estrela e triângulo. com/ pots.br/produtos_resistores. edu/ ese/ rca/ calcjs. br/ sala12/ 12_T02. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound. seas.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req. or. Efeito Joule ELETELE http://www. jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor. com. resistor fotosensível ou fotoresistor. upenn. asp http:/ / www. feiradeciencias. interq. Qualquer que seja o tipo da associação. paralelo. esta sempre resultará numa única resistência total.eletele. westhost. lalena. html http:/ / www. net/ public/ code/ cp_dpage. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. sendo elas denominadas de série. technick.com.

sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. pdf) (em inglês). com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c. Página visitada em 27 de janeiro de 2010. aparelhos eletrônicos automotivos. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões. câmeras. lara. tais como televisores. Departamento de Engenharia Elétrica . A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. Quando a voltagem é aplicada. que tem funções como um ressonador mecânico. pode produzir oscilações numa frequência específica. datasheet (http:/ / www.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados. ecsxtal.oscilent. controles remotos e brinquedos. também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT.[3] • Além de circuitos impressos. sintetizadores de voz.com/catalog/Category/ ceramic_resonator. videocassetes. Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho. A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório. Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. pdf) (em português). Universidade de Brasília. unb. Séries AWSCR.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. abracon. microchip. pdf) (em inglês). br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos. Ressonador cerâmico de 4MHZ.htm) (em inglês) . com/ store/ pdf/ zttr. avr. equipamentos de comunicação. que geralmente conduz o titanato de zircônio. pdf) (em inglês).ENE. com diferentes tipos de footprints. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www. datasheet (http:/ / www. telefones. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. copiadoras.

greyscale) e a informação modulada da crominância (C. O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado.S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. para a informação do Luminância. o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. diferentemente do vídeo composto. "vídeo separado" em inglês). PAL e SECAM. . No vídeo composto. como o RGB. evitando assim as perdas do sinal de vídeo. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. Assim. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados. colour) são transmitidos em pares separados. PAL e SECAM). Conector padrão S-Video de 4 pinos. Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. que carrega o sinal inteiro em um pacote. Visão geral Os sinais de luminância (Y. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente". Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC. porém são sincronizados.

levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. Portanto. ws/ s-video-pinout. O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. videocassetes e vídeo-games. O S-Video não transmite sinal de audio. html . onde a padronização é falha.S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA. Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. tocadores de DVD (DVD players). interface encontrada em TVs. Canadá e Japão. funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. é necessário um conector de audio.

é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo. Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista.SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier . depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção. geralmente. denominados anodo (A) e catodo (K). ocasionando seu desligamento. Quando não está em condução. Símbolo comum de um SCR. Composto.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. denominado gatilho. e o terceiro terminal. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. que é usado para controle. dois dos quais. formam um diodo bipolar. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo. Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . por três terminais.

Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin. e hoje permanece praticamente desconhecida. da television technology fame. A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. .Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A.

no início dos anos 1950. a placa de sinalização. . como acima. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade. um radial. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado. O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. Quando a tendência na grade fosse derrubada. quando em plena produção. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. e em seguida. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito. formando uma grade cilíndrica e. um axial. o custo e a falta de disponibilidade. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. A escrita é realizada por selecionar um bit. finalmente. todos. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico. Com um bit selecionado. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização. enviar um pulso de potencial. positivo ou negativo. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. Como o desenvolvimento se arrastou.

os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização.(Ed. [1] Metropolis.). org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 .).(Ed. rand. A ausência de pulso. 465-469. 1980. J. N. Gian-Carlo(Ed. Se o dielétrico para este bit contém uma carga. A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês). significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga. Rota. p.).  New York: Academic Press. Howlett. ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www.Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo.

Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução. Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. e- . 2494670 (http://www. A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor. a princípio como curiosidade. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt). isto é a banda de valência. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução. Em 1878 e 1879 David E. Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor.Selectron 296 Patentes • Patente E. Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante. e nanocircuitos usados em nanotecnologia. microprocessadores. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons.15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. oposta à do elétron. pois foi percebido ao acaso pelo cientista. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273.stanford. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro.com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes.google. Introdução De uma maneira geral. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores.U.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica. o diodo. 2604606 (http://www.google.school/selectron.A.computer50. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica.org/mark1/moore. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva.A.com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas.htm) • História do Selectron da RCA (http://www.U.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1. História Em 1874.RCASelectron. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos. semicondutor ou isolante.

A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. Esta diferença nos gaps permite. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. Ele define quão condutor é um material. isso é. Se agora o processo for novamente repetido. Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. entretanto. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. . A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos. Isto cria uma fio quântico. As propriedades destes elétrons. Já os semicondutores. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços. ou seja. através do uso de semicondutores diferentes. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. desde que esteja escuro. possuem um gap grande quando comparados aos metais.Semicondutor 297 Poços. Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. Se a placa for exposta à luz. mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. aumentando assim a condutividade do material. o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. chamada de ponto quântico. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. elétrons livre). apesar de na verdade ser um plano quântico. quanto menor o gap. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório. quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores.

no SI é N = número de espiras. i = corrente que atravessa o solenóide. expresso em metro. (no vácuo) Ver também • Corda magnética .Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto. Sua unidade. µ= permeabilidade magnética do meio. Sua unidade é o Tesla (T). l = comprimento do solenóide.

A. O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos. como motores elétricos. Contudo. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo. Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. Uma vez disparado. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada. Para circuitos de maior potência. quando usado com cargas indutivas. controles de velocidade para ventiladores entre outros. O TRIAC faz parte da família de tiristores. o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate).TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. não importando a natureza da carga. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada.

Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui. permitindo o aproveitamento de ambas as faces. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). htm [2] http:/ / www. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole. htm . Na indústria. SMT .Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d. Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive. Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. novaeletronica. dimopel. Os terminais também variam de formato. Daniel Roberto Garcia. com. podendo ser contatos chatos.Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. br/ Dicas/ Dica02. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma).

Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. Conforme a curva característica do termístor. Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura. • PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura. A termiônica. pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. Outra aplicação corrente. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Termístor do tipo NTC . foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. no caso a nível industrial. no sentido eletrônico.Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. é a medição de temperatura (em motores por exemplo). que. Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento.

Para os SCRs. o sinal de controle é um pulso de corrente. Em sentido inverso. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução. o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. também pelo terminal de controle. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. Se esta tensão. chamada comumente de Tensão de Ruptura. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). também da classe dos tiristores e de junção PNN. for ultrapassada. que operam em regime de chaveamento. e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta. uma vez iniciada se mantém. mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. A condução. O SCR é apenas um tipo de tiristor. que normalmente pode ser de curta duração. Como exemplo de tiristores. Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. mas devido ao seu disseminado uso na indústria. No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta. A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. em osciladores de relaxação. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão.Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. ou gate em inglês). o SCR comporta-se como um diodo normal. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. com uma brusca queda da impedância do mesmo. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. em inglês Holding Current (IH). Uma vez comutado para o estado de ligado. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês). . Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. podemos citar o SCR e o TRIAC. apresentando um comportamento funcional biestável. geralmente em torno dos 30V.

. Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico. com 4cm x 4cm. Ele utiliza um grande plugue. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás. um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás.Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. com quatro pinos chatos.

Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário. para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes. O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética. transformando tensões. No caso dos transformadores de dois enrolamentos. ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado. como aço. reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético. Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro. que "acopla" essas bobinas. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. . Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. ou circuito magnético. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador.

que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito. um transformador ideal. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. ou seja. seja nos enrolamentos. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a. infinita. sendo o fluxo total. seja no núcleo. o mesmo fluxo.e. as f. Transformador em vazio Considerando. todas concatenam. são em geral de baixa potência. Além disso. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. no caso ideal. alguns com núcleo ferromagnético. Transformador com blindagem eletrostática. Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . e ainda aqueles com núcleo de ferrite. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor). induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação.’s.m.Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias. Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou. escrevem-se como: → ∞. o mesmo em ambas as bobinas. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). Há outros tipos de transformadores. ditos transformadores com núcleo de ar. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. ou “abraçam”. e . outros sem núcleo. Transformador com três enrolamentos. já que se desprezam . e o circuito magnético é fechado. 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos.

asp [2] http:/ / andros. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e. unicrom. br/ sala13/ 13_42. apresenta uma maior defasagem em altas frequências.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. A tensão base-emissor também é maior. eecs. feiradeciencias. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. asp http:/ / www. asp Transistor Darlington Na eletrônica. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. feiradeciencias. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. asp http:/ / www. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração. A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. br/ sala13/ 13_24. berkeley. com. consiste da soma das tensões base-emissor. pdf . br/ sala14/ 14_T01. por estar todo integrado. asp http:/ / www. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. e para transistores de silício é superior a 1. br/ sala13/ 13_25. Comparado a um transistor comum. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. com/ tut_darlington. com. por isso pode tornar-se facilmente instável. com. feiradeciencias. com.2V. feiradeciencias.

html) [2] http:/ / geocities. História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934. FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. com. Por sua vez. que. Transistor de Efeito de Campo. O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. htm . enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor. como o próprio nome diz. htm [3] http:/ / www. br/ componenteseletronicos/ index. gta. • MOSFET tipo Depleção. com/ electricity/ inventions/ fet.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. electro. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação. yahoo. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). patent-invent. ufrj.Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT.

e que valeu o Prémio Nobel. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons. Até hoje. portanto. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga . . isto é. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. Tríodo Tríodos ou triodo. Válvula termiônica (Triodo). Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. A construção da grade é de forma elíptica. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. isto é. é o tipo de transístor mais comum. depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês. (bipolar junction transistor. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação. em inglês). acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. utilizam os parâmetros g. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts. no caso do triodo. é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. uma grade de controle.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. também designados parâmetros de transcondutância. amplificação. ao centro. também designados parâmetros híbridos. como o próprio nome já diz. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. BJT. por menor que seja a variação de tensão na grade. TJB. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais.positiva (lacunas) e negativa (electrões). Corrente anódica A corrente anódica num diodo. perpendicular à secção do cátodo. aos seus inventores. O objectivo dos inventores. tinham muito baixo rendimento.

Thomson verificou a existência do elétron. Face interna da tela.000 Volts dependendo do seu tamanho. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. A primeira televisão era de madeira. também conhecido como Cinescópio. quando foi inventada a televisão. Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor.000 a 40. em 1897. um cone de vidro. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun. Placas defletoras horizontais e verticais 2. Bobina de centralização do feixe 5. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. Foi em um tubo de raios catódicos que. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma. e à saturação. Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas. nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal. o físico J. azul) História Os CRT's surgiram em 1924. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico. e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. que em português significa "tubo de raios catódicos". Feixe de elétrons 4. podendo levar o dispositivo ao corte. J. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). revestida de fósforo . Por isso. Canhão de elétrons 3. 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. na ordem dos 10. Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. usado em televisões e monitores coloridos.Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. verde. 1. uma máscara de sombra. um canhão eletrônico.

platina e eventualmente ouro. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. montado em uma fase anterior do processo. a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. a sua aplicação à borda do painel. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone. Neste momento o bulbo se torna um tubo. dos feixes eletrônicos vermelho. verde e azul. a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. Nas áreas que foi exposta. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone.Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. . Após várias medições e operações de acabamento. além de terras raras. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. Depois de seca. Esta operação é chamada “matching”. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. o vácuo é formado no interior do bulbo. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. Matching No Processo de Matching. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. seu resfriamento e conseqüente contração. algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. através de reações químicas. lavada e passa por um processo de enegrecimento. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios. são fundidos no esmalte em alta temperatura. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. tal como paládio. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). o qual em seguida é fechado. para que se combine com possíveis átomos residuais de gases. o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência. por toda a tela. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas. A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara.

no meio ambiente. . são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente . O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. contatos de relés e etc.por estar entre os segredos de fabricação-. contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. GRAY E. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. Lembrando que. Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. para evitar graves contaminações.o mesmo principio de tratamento por tório. . Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico. para evitar transtornos a população. TROYER G. 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background. ainda hoje no Brasil e em outros países. . the use of naturally occurring . Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. possivelmente cumulativas. JONES R. tal como “camisas de lampião”. podem conter maior quantidade desses componentes. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube. porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado. Aparelhos antigos. tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los. dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. Já os televisores mais antigos. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem. porém em diminutas quantidades. A. apesar de não ser absolutamente certo isso . W. costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. tal como o tório. . aqueles com válvulas termiônicas.Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. L.

Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. . Cote INIST : 9288 S. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS. A sigla deriva do nome em inglês. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos. nofev. O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL.0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital.Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. Hagerstown. 35400011931012. [Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins. This paper presents the results of these surveys. MD. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta). Válvula de potência ainda fabricada. the results of gamma spectroscopy.

Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. cuja função é aquecer ao cátodo. a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. diagrama simplificado. o filamento. receptor de elétrons. que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa. Diôdos Diôdos termiônicos. a intensidade de corrente será sempre a mesma. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. . não importando a oscilação da tensão.Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são. que. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. sempre haverá Efeito Édison. emissor de elétrons. dependendo de sua polarização. Diôdo Termiônico. Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. a placa. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. a grade de controle. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). ou ânodo. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. ou placa. etc. pêntodos. Válvula tríodo utilizada em 1906. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. para a placa estando negativa. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. o cátodo.

Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. que possuem um som mais aveludado e macio. tida como melhor que os transistorizados. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados. onde todos os elétrons serão absorvidos. .Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. estando a temperatura de cátodo constante. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. Aumentando a tensão de placa. Atualmente. portanto o fluxo de corrente será baixo. possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. mesmo com altas taxas de distorção. Os amplificadores valvulados. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas. especialmente a guitarra elétrica. contudo. que também são conhecidos como high end. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. os elétrons de carga espacial são atraídos. Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. funcionando como retificador. há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico.

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desconectando o circuito da fonte de alimentação. Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). Uma metal óxido varistor 385 volt . Os varicaps . sua resistência diminui. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. diodo varicap. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. Assim.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis. a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). Isto é. por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". desarme. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta.Varicap 316 Varicap Varicap. por exemplo. desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra. tal como em filtros de linha. são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos . acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos. é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais. e no caso de picos de tensão de maior duração. Quando reversamente polarizados. protegendo o equipamento a jusante.

que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2.5%CoO-0. Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. S. Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. Matsuoka e colaboradores. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO). para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO. Atualmente. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. a base de (Sn.5%Cr2O3. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores. quando Kh. I é a corrente que circula pelo componente. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões. Dessa relação. corrente de um varistor obtida experimentalmente.Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. sendo essas porcentagens molares. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. nota-se que quanto maior o valor de . Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M. para utilização em altas tensões. .S. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. Kosman e colaboradores (1961) e S. A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50. fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários.5%MnO-0. Valee e M. onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC. Em 1971. D.

são utilizados fusíveis de proteção. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). não possuem proteção térmica. normalmente medido em J joules. . podendo existir a possibilidade de início de fogo. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. Isso resulta em queima do componente. Infelizmente. que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. o varistor queima. 99% deles. ou seja. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho. tais como surtos na rede de alimentação.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. os quais suportam maior nivel de energia passando por ele. os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. evitando que o filtro cause algum incêndio. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule). A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes. já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). Uma vez excedido esse limite. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). ou seja. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica.

estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas. Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem. Sistema Elétrico de Potência . O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas. confiabilidade e continuidade no fornecimento. transmissão e distribuição de energia elétrica. Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. Qualidade.Rede Básica Brasileira Os consumidores. Além disso. manter e operar esta máquina. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis. Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica. . eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação.Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). órgão regulador do governo brasileiro.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

devido ao movimento igual de rotação. ou seja. Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina. Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada. .Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor. constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. por exemplo. Comparemos. sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. Estator (armadura) Parte fixa da máquina. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma.

a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. logo. . Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. a gás ou a vapor. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. está como uma ilha de potência). circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão. Com o surgimento do torque.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. e como o pólo do campo girante do estator está a girar. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. uma turbina hidráulica. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. por exemplo. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. Além disso. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas. e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos. Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. a fonte de energia mecânica pode ser. Assim.

nem existe formação específica para a desempenhar. Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores. No Brasil. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. Em Portugal. cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. a Escola Náutica Infante D. . normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. numa escola de formação náutica especializada. Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. a carreira de oficial eletrotécnico não existe. mesmo nos países onde existe. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. normalmente. Nalguns navios. Nos países de Língua Inglesa. No entanto. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. normalmente. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista".Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. diretamente subordinado ao chefe de máquinas.

careersatsea. oceanopportunities. pt/ [2] http:/ / www. . faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. ou seja. asp [3] http:/ / www. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação. temos a configuração básica deste oscilador. O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1. Henrique [1] • Electro-technical.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. org/ careers/ electro_officer. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. Escola Náutica Infante D. ou seja. com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical. havendo então sua condução. pela bobina L1. ligando à tomada central. Funcionamento O resistor Rb. enautica. observando-se que a bobina possui uma tomada. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. Na figura. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor.

Na verdade. motores estacionários. br/ . popularmente conhecida como escapamentos. com. com. produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão. br/ [3] http:/ / www. utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. gerador de energia. br/ [2] http:/ / www. roncar. onde é necessario a atenuação de ruído. saída de gases de caldeiras. com. wiest. Queimados. Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor. inescap.Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). aquecem a água contida em grandes caldeiras. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www.

galvanizado ou bruto. com. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). os principais acabamentos são. inescap. onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape. br/ port/ prod-hospitalar. Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador . Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas.Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia. onde necessita de redução de ruído.motor. htm . fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox. Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro. pintado. este equipamento não altera a sua eficiência.

Efetivamente. um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1.propriedade da Celpa.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências.também chamadas de U. dissipar potência. atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. Um atenuador é o oposto de um amplificador. Usina Diselétrica de Novo Progresso. Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis. outros propósitos. Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência.sendo apenas por combustão. embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes.são muito comuns na região amazônica.E.originando o nome (Dies . .D. são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias).mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia. Enquanto um amplificador proporciona ganho. Para freqüências mais elevadas. e melhorar o casamento de impedâncias. Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal. Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias.Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários.eletricidade). A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo. Na medição de sinais. Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão.Diesel elétrica . enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos.

Philips. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. LG (Goldstar). Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Admiral. NTC. Proton. em um valor constante pré-determinado. Scott. canal rápido de 0 a 9. ProScan. Wards. Multitech. canal anterior. Zenith. Vector Research. Akai. como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. KTV. ABC. enter. JVC. pause. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. JBL. avanço. Hitachi. tv. NKS. Cableview. Audiovox. Mitsubishi. Orion. Jasco. Runco. sat. TV a cabo. Archer. Liga/Desliga. Hamlin. Gradiente. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. LXI. Panasonic. Onwa. Sansui. Crown. KLH. Curtis Mathes. GE. AOC. Majestic. Magnavox. Memorex. Midland. General Instrument. Shogun. Hallmark. Craig. canal + e -. play. ainda. Funai. cable. Realistic. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Aiko. gravação. JCL. Megatron. TMK. Broksonic. NAD. Kenwood. mute. Quasar. Regal. MTC. Optonica. Pioneer. Colour Voice. Emerson.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. Toshiba Fujitsu. retrocesso. Sony. Envision. TV. Philco. Atlanta. Logik. Samsung. Timer. JC Penney. Konka. E suas funções são. Controlo remoto Controlo remoto. Tatung. Sharp. Gemini. . Teknika. Ward. dvd. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. Kloss Novabeam. Daewoo. Harvard. Electrohome. Gibralter. Contec/Cony. Carver. Futuretec. Optimus. RCA. Sylvania. Signature. Goldstar. Portland. Universal. Celebrity. Sears. Sci. DVD. Teac. MEI. Radio Shack. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). MGA. Fisher. Mont. TV/VCR. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. Electrobrand. Movie Time. Contec. Aiwa. Tandy. Sanyo. Menu. Soundesign. JCB. Alleron. Candle. Marantz. Totevision. Victor. Bell & Howell. Comtronics. Belcor. Matsushita. Simpson. Daytron. Citizen. Pulsar. Yamaha. stop entre outros. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. Infinity. VCR. vcr. Magnin. Jerrold. Garrard. Pilot. Capehart. e alguns receptores via satélite. Nikko. Adventura. Davidson. volume + e +. HI-Q. GC Electronics. Jensen. Algumas marcas que o controle funciona rca. Beaumark. Tocom. NSC. OAK. Harley. Viking. Olympus. Motorola. Technics. Symphonic.

O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes. pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. demonstrando assim Apple Remote. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos. .Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. E isso criou um problema muito grande. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. da empresa Nintendo. que acabaram se tornando padrão entre todos. Com essa facilidade da fabricação. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal.

ou "consummer electronics". que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios.Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. CD player. Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento.por exemplo. . Para ser considerado um microsystem. como gravação ou cópia de mídias. comunicação e na productividade no escritório. equipamento de áudio. ou computadores pessoais. em suas versões mais recentes. os servidores. ou. e integração com o computador. toca-fitas. designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial).rádio. Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos. calculadoras. Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio. é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia . Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). televisores. sistemas de médio alcance. que prestam serviços a outros sistemas computacionais. etc. Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. vendida em 1998 para a Compaq. Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . gravadores de vídeo e relógios digitais. e que seja portátil (por isso o prefixo "micro"). ondas de rádio + fita magnética -.

Conhecimento (debates). Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH. com.[1] [1] http:/ / portalimprensa. Saúde (Saúde e Bem Estar). br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. uol. shtml . que vai entrar no ar em 13 de agosto. pelo canal 46 UHF. Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas). disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record. às 19h. Transmite assuntos da região e do Maranhão. Holofote (cultura). TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo.TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. Bastidores (variedades). InterAção (esportes). Curtagora (cinema). que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. TV Uni-BH No ar desde 1998.

Minas Gerais. Nova Iorque. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. Televisão dos anos 50.distante e do latim visione . posteriormente. Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927. . O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady.o televisor . imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. e. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. No Brasil. a CBS abandonou sua proposta em favor da nova.visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. inaugurado em 11 de maio de 1928. mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. o que tornou possível a televisão eletrónica.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho .Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). na rede norte-americana NBC. mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco. na cidade de Juiz de Fora. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. Um modelo de televisão de 1958. O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962. A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. A televisão em cores surgiu em 1954.

pois a ideia é ter um sistema portátil completo). a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD.) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas). • Invisible Screen. • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. rádio. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil.) • Bravia Engine. Tendo início na década de 1920. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF). (Normalmente LCD ou plasma. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção.5 a 65 polegadas. • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas. é uma extensão do rádio.Conversor digital integrado na TV. Neste sentido. da LG . Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7. • DTV BuiltIn. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT).) Modelo TV ECCO da Lumines.) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição. com tela de 3. que são captadas por um receptor (o televisor).5 cm de espessura e telas que variam de 3. da SONY (Imagens mais realistas. principalmente em movimento. da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. músicas e fotos sem precisar de DVD Player.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. • USB In. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. a mais alta resolução disponível em TVs.Televisores com entrada USB para filmes. sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. da Philips . da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. Novas tecnologias estão aparecendo. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente.Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro.5 polegadas e sintonizador de TV Digital.) . • Touch Interface. algumas delas são: • LED TV. da Samsung .

SECAM usando sinal analógico • DVB.Televisão de Alta Definição (HDTV) -.programação sob encomenda. Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte. Fora do horário nobre. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico. estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV. as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00. Há muitas notícias. PAL2.Web TV -. ATSC. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -. • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países. ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM.variações do Humorístico) Infantis Musicais . Nos Estados Unidos. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . PAL. A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência. PAL-M.Pay-per-view -. desporto (esportes).

BARNOUW. Círculo de Leitores. com/ . 1996. Unisinos.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . Pierre: Sobre a televisão. São Leopoldo. Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. Suzana: Ethicidades televisivas. Lisboa. Oxford University Press 1992 BOURDIEU. Caetano e a televisão portuguesa. Lisboa. com. Francisco Rui: O fenómeno televisivo. br/ [2] http:/ / www. Francisco Rui: Salazar. Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television. 1995 . museudatv. Presença.Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. KILPP. CÁDIMA. tvfixe. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. Jorge Zahar 1997 DEBORD. 2003 .

e foi incorporado ao walkman. ou ainda baseado em evento (event based).Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas. O modelo OTP (One Time Password). gera uma senha que serve somente para essa determinada transação .essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. tais como Desafio/Resposta. nos sistemas de fita magnética.conhecidos como segundo fator de autenticação. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. ser conectado à uma porta USB. Como objeto de consumo de massas. onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação. que gera senhas a cada click do botão. a cada 36 segundos). que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado. Existem variações de Tokens OTP. tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. Com a miniaturização e o barateamento. Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica. Outra aplicação é a assinatura de transação. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas.essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. não dependendo de tempo. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . Contudo. com base nesses dados. Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. chamadados de Tokens Híbridos. tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. mais duráveis e mais eficientes. onde o usuário digita os dados da transação (ex. que completam a transformação da informação em som. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). geralmente sem conexão física com o computador. que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. em algumas versões. . e as transforma em som. sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. podendo também. Esses dispositivos são. Existe também a variante para smart cards e Celulares. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex. geralmente. o toca-fitas é considerado obsoleto. onde é posta em contato com uma cabeça magnética. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. o token. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação . o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores. DES e 3DES. que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token.

hsw. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. Um controle remoto em forma de chaveiro. uol. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas. ela trava e destrava o carro. htm . com. br/ tecnologia/ pergunta_292518. as portas são automaticamente travadas ou destravadas. Ao pressionar um botão da chave do veículo. através de programas espiões como os trojans. Nos automóveis. Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. como destravar o porta-malas.Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo. como portas e portões residenciais. Embora ainda raros. 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. abril. shtml [2] http:/ / carros. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel. br/ travas-eletricas. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. com. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. sem auxílio da chaves. Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. a carga da bateria determina o alcance do controle.

O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. o pino 26 podia dividir o clock principal. Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. com ambas as portas paralelas desconectadas. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] . Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe. rebatizado de KC89C72. As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. • AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos. Se deixado conectado. • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. O 8912 foi de longe a versão mais popular. o clock principal não era dividido. (em inglês)-ST SOUND. no caso de substituir um chip AY-3-8910.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. de 8 bits. Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. usado em máquinas caça-níqueis. com a porta paralela B desconectada. A e B. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders.

php/ PSG [4] http:/ / dmoz. bluemsx. howell1964. cz/ [10] http:/ / www. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. org/ modules. contadores. aiind. comparativamente com outras tecnologias como a TTL.e. vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET.. O "complementary". ionpool. freeserve. e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. speccy. html [6] http:/ / bulba. flip-flops. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. i. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. Um sensor CMOS. co. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. microprocessadores. de tal modo que um deles "complementa" o outro. htm [7] http:/ / www. circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. com/ psgenc/ royksopp. com/ [8] http:/ / andercheran. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs.). org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. htm [3] http:/ / intelliwiki. etc. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. memórias RAM. No jargão dos computadores. es/ ~amstrad/ docs. untergrund. semicondutor metal-óxido complementar. Ver também • Lógica NMOS . relógios digitais. em particular. com/ v4n7/ stsound. com/ index. microcontroladores. net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. kylesblog. upv. pdf [2] http:/ / www. Devido a tais características. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador. etc. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração. fpgaarcade. além do relógio e calendário. É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. uk/ parts/ ay3891x. em seu nome. msx. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. decodificadores. atarimagazines. net/ main_e. levando ao uso equivocado do nome. html [9] http:/ / ay-riders.

com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão. ipl. html [2] http:/ / pessoal. pdf [3] http:/ / www. com 2500 portas. br/ fernando/ tcc. isel. e arquitetura com característica de ambas. deetc. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. pdf . Referências [1] http:/ / www. cefetpr. as quais implementam as funções lógicas combinacionais. pb. netrino.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz. [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000. de registro e E/S.

e Carry In. Visitado em 22 de janeiro de 2007. dezena. de saída. A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. br/ rmano/ ri2cinst. O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional. and lógico. rdc. etc. adição. divisão. puc-rio. Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. Ligações externas • MANO. Representação de instruções [1]. Rui. pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP. Referências [1] http:/ / wwwusers.). inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. multiplicação. de entrada). Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9). Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês.Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. PUC-Rio. baseados em diferentes conjuntos de instruções.

porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). Para isso usamos o Circuito Meio Somador.Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In. Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. de entrada. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo. É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. . Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal. Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In.

a Porta OR ("OU"). Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. respectivamente). pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. Por causa dessa característica. ou parte. o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável. Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito.alto -. Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros. em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). Leitores de DVD. Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. a Porta XOR ("OU exclusivo"). com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. Ou seja. significando dedo. que por sua vez procede do latim digitus. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem.baixo . etc. potencialmente.usado comumente como temporizador. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. comumente chamado Flip-flop. A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros. "transmissão digital". por especialistas como uma verdadeira revolução. qualquer que seja o tipo de dados. por exemplo. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos. entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. do seu funcionamento em circuitos digitais.e high . "E"). não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. o mais usado atualmente. ou. Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). Hoje em dia. a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). Os computadores. é um sistema de base dez.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. como. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na . porém. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . que irá criar um novo meio de comunicação. em inglês ALU). O sistema de numeração indo-arábico. pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos. a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). telemóveis.

tabela da verdade expressão lógica e circuito. pdf .Circuito digital comunicação".html [1] . diz Gustavo Gindre.Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www. edu.Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.ufsc. br/ ~guntzel/ isd/ isd3.br/~guntzel/isd/isd3.ufpel. br/ ine5365/ mixtcomb. ufsc. 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada.inf. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes. inf.edu.pdf [2] . Ver também • http://www.br/ine5365/mixtcomb. ufpel. html [2] http:/ / minerva. seu fluxograma é composto de situação.

Acessado em 14 de junho de 2008. ao invés de transistores NPN. Referências [1] http:/ / www. uma DDR SDRAM). cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. rdc. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007. é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. br/ MostraTermo. netpedia. html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up". por sua vez. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. com. 21 de maio de 1998. br/ rmano/ comp0clk. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET. Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo. O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. Todavia. br/ [3] http:/ / wwwusers. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. Rui. [1] [2] . • MANO. O emissor do transistor. normalmente usando um duty cycle de 50%. é conectado internamente ao pino terra (GND). . e gerando uma onda quadrada. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo. Para funcionar nessa configuração. php?TermID=1078 [2] http:/ / www. com. puc-rio. então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante.Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. por exemplo. netpedia. podendo também utilizar +12V. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador. o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno.

Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. Neste tipo de circuito. É utilizado para criar seqüências. O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. unicamp. Ver também • Circuito digital . br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2. No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. Visitado em 25 de novembro de 2007. Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. fee. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. Referências [1] http:/ / www. dca. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum.

interligando as entradas clear dos flip-flops. de zero a nove (10 algarismos). . utilizamos o contador de pulso. São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos. Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. sob o comando de um clock. em uma porta NAND. a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. medição de frequência e tempo. ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. ou seja. no 10º pulso. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. o código BCD 8421 em sequência. geração de palavras. enquanto para os demais blocos. em números binários. Para construir esse circuito. A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q". divisão de frequências. a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. É um circuito divisor de frequência. São utilizados principalmente para contagens. Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. Para que o contador conte somente de 0 a 9. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. Para que isso aconteça. ou seja. de acordo com uma sequência pré-determinada. Q4=1. e resultará uma saída 0. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1).Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. já que para a combinação descrita. ativando os clears dos flip-flops. deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. Q2=1.

Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. sendo que esse será observado por um tempo mais curto. Existem duas possibilidades para isso acontecer. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. Por exemplo. pois 7 em binário é 111. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. . a contagem será feita até 7. se tivermos 3 flip-flops. Funciona com o mesmo princípio do contador de década. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. e assim por diante. porém o nível zero a ser jogado no clear mudará. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15.Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. esse contador irá contar de 15 até 0.

que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0). Neste circuito temos um multiplex entre os blocos. . que está ligado a um barramento de controle.Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN.

Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". um sinal na forma digital.5V. para ser processado por um bloco funcional analógico. Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica. o valor binário gerado será 511 ou 512. para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. Referências Bibliográficas SICA. ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária.Ronald J. dependendo do sinal de entrada. Por isso. melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. depois de digitalizado. capturar 1024 pontos do sinal). Por exemplo. por exemplo. na maioria das vezes. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. ou seja. a digital. quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Fontes • Sistemas Digitais . Tocci . Carlos. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja. 2006. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma.Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. O contador síncrono é o mais completo contador. O sinal recebido.Neal S. por um microcontrolador ou por um microcomputador. deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops. . Para isso. é processado e. um conversor A/D de 10 bits. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. Neste caso. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). Para que haja mudanças de estado. Editora Novatec. Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários.

o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock. obtendo assim. teoricamente. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR. que consiste em transferir dois dados por pulso de clock.DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. .

Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. com . Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. com uma frequência de barramento de 100 MHz. CAS latency e outras especificações. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes. surgiram os módulos CL2. O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. o chamado overclock. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente.5 que indicam um meio termo. por exemplo. realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. porém não existe garantia de estabilidade. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo.5 pulsos estaria. tempos de acesso. essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória.5 suportam melhor os overclocks. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. Por exemplo. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade. presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2. variando de acordo com o aplicativo usado. detalhes sobre a frequência.600 MB/s (uma vez que. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. identificada por CL2. Com isso. já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. contudo. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. Geralmente módulos CL2 e CL2. o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266. CL3. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. Porém. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. ou seja. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. por exemplo. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo.DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória. um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect). ou seja. teoricamente. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. Além da frequência. Desta maneira. entre 16-20 %. podemos considerar também a taxa de latência CAS. Nesse caso. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. na prática.

usada internamente para executar as instruções. a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. PC2700 ou DDR333 .DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. Porém. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias. transferem 128 bits. ou 8 bytes por vez. Assim. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. Mesmo assim.333 MHz clock anunciado. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. realiza duas transferências por ciclo. ou 16 bytes por vez. Essas memórias. PC3200 ou DDR400 . tem taxa de transferência máxima de 3. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores.200 MHz clock anunciado. os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6. as memórias continuam com 400 MHz. DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. para acessar dispositivos externos. 133 MHz clock real. levando em conta que as QDR . Dependendo da marca. principalmente a memória. uma interna. PC2100 ou DDR266 . que opera a um clock real de 200 MHz. 166 MHz clock real. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 . pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz.200 MB/s. Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. Através dele.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR.400 MB/s. 100 MHz clock real. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II. uma DDR-400. e outra externa.5 ns 6.266 MHz clock anunciado. 200 MHz clock real. facilitando a configuração. Porém. Sendo ela Dual-Channel. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados.400 MHz clock anunciado. foi criado para os processadores duas freqüências. que pode ser localizado facilmente no módulo. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas. transferindo 64 bits.

códigos e.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6. porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas. por exemplo.microsoft. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM. Tanto que memórias DDR 400.asp) .asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II.crucial.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca. enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www. Obs. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente. 363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência.com/en/windiag.com/library/ddr_vs_rdram. de preferência. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória.tomshardware. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB.jedec.

A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído). Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz..3V padrão para notebooks. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory.. Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock. Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados. conforme homologação da JEDEC. Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz.5V 3. que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module). Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%.8V 1. Veja tabela abaixo: . e seus chips possuem clock real de 100Mhz.8V 2.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM. São esperados módulos de até 4GB de memória. Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos. Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR. tanto em pinagem. O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão. O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips.

DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3. Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3. os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). Contudo.. Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos.Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas.2Gbps. Apesar dos benefícios. A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave. e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos. Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4. o dobro da DDR clássica. nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. derivado do BGA (Ball Grid Array). a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3.5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3. Agora são 4 ou 8 bancos. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga.[1] Apesar disso. . TSOP (Thin Small-Outline Package). Porém os módulos continuam sendo DDR. por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR. enquanto as DDR's utilizam. um problema muito difícil de ser contornado.1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento. Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente. durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. como o ODT. diminuindo assim a interferência eletromagnética. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas. nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo. em geral. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance. On-Die-Termination ( ODT . devendo somar a esta vantagem outros fatores. Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória). os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores.

infowester. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído". MFC. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado. php) Visitado em 14 de junho de 2008. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. . as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. • Em 1979. permitindo a implementação de filtros digitais. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. e tinha que ser iniciado pelo processador principal.. isto é. etc. porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. dentro de um automóvel. com/ memddr2.DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. o piano e o violão. AMI lançou o S2811. etc). Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. como por exemplo os órgão de tubos. por exemplo. DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). O S2811 também não obteve successo no mercado. por exemplo. quer em tempo real quer em off-line. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. vídeo. Este tinha um ADC/DAC "on-chip".

AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. Altera Devices Grande fabricante de DSPs. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. o microprocessador Mac 4.. a Motorola e a Altera Devices. multiplicação e transferência de memória consecutivos. Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP.DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo. Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. . Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. a Analog Devices. tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). não sendo mais líder no mercado. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN). provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. como controle e automação de dispositivos. o TMS32010 apresentado em 1983.

Processador Digital de Sinal [1] .DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .

display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória. Por exemplo. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. que foi codificada. O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". onde os códigos de entrada e saída são diferentes. assim a informação original. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. uma porta NAND fosse conectada. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". Em eletrônica digital. Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. cbpf. Se em vez de uma porta AND. em decodificadores BCD n para 2n. que converte as entradas codificadas em saídas codificadas.DSP 369 Referências [1] http:/ / www. Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". desfazendo a codificação. Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". caso contrário. pode ser recuperada.

em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída. Um exemplo é o TTL 74154." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. netpedia. Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos. Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. Referências [1] http:/ / www. br/ MostraTermo. o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços.Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. Acessado em 5 de maio de 2008. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. 24 ) linhas de seleção de saída. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. No último caso. Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços. com. ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos. php?TermID=102 . um decodificador de endereços (ou descodificador. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2].

demultiplexer. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme. Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. ou seja. componente típico de um display de sete segmentos. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. Assim se torna fácil de você aprender a diferença. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. Você pode aprender a diferença entre terminal de dados.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. isto é. pense em um cinema. . No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex. Um LED com ponto decimal. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais.

0. 6. conforme indicado à direita. Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex. todavia. onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos. Em acréscimo. os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. é composto de sete elementos. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F).Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. Dentre os números. como seu nome indica. . o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente. o que melhora a legibilidade. Freqüentemente. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca.

edutecbauru.htm). (http://www. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www. da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio.pucrs. Acessado em 18 de março de 2008. Acessado em 18 de março de 2008. A partir da década de 1970.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD. . dnatechindia. html) Ligações externas • (em inglês). Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte.php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing. • Controlando um display de sete segmentos (http://www. filamentos incandescentes e outros.com.br/relogios-digitais2. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados. Uma alternativa para o display de sete segmentos.html) em PUC-RS.uol.com.htm). vácuo fluorescente. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos. tais como descarga de gás de catodos frios. decodesystems.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador.html) • 7 segmentos (http://www. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente. Acessado em 18 de março de 2008.com/index.hsw. com/ numitron.ee.br/cursopic/aula17.br/~terroso/ html/7_segmentos.

este deve ser programado. Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. as ROM contêm palavras de n-Bits cada. Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". Em 1971. não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. No entanto. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. Este componente. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento. Foi mais popular que o da Texas. EPROMs comuns. a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória.PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. por exemplo 2716. tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. o 82S100. No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. Quando usadas como memória. que tem uma função fixa. Antes de se utilizar um PLD num circuito. Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975. Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. Em 1973. EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso. o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM . Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes. a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída. Primórdios da lógica programável Em 1970. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. cada qual gerando um função das m entradas. A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. porque não contém flip-flops. Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). Também as PROMs (Rom programavel). Ao contrário de uma porta lógica.

. O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA. menores e mais baratos. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL.Dispositivo lógico programável multiníveis. Isto tornava os componentes mais rápidos. a AMD consolidou a operação com Vantis. e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. Após comprar MMI EM 1987. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. Por exemplo. 375 PAL . Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG). Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação.(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. O manual da PAL desmestifica o processo de construção. Este componente nunca chegou a ser comercializado. a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. tudo num circuito integrado. GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR. O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors. Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. Texas Instruments e AMD.

mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica.dentro do chip. Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. sem se preocupar como funciona o microprocessador. (chamada core) envolvida por lógica programavel. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. uma linha de desenvolvimento separado ocorreu. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG). ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. Uma menória FLASH é não-volátil. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto. O 82s105 também tinha funções flip-flop. semelhante a uma matriz gate ordinário. O 82s100 foi uma matriz de termos AND. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos. Em 2005. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). Nos FPGA's grandes a configuração é volatil. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria.Isto torna-se útil para memória PLD. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. onde vivem os clientes. PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Cada vez que arrancam. Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. as células EPROM são mais caras . Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. de forma semelhante aos CPLD's maiores.

Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. Double data rate Em computação.foram criados programas de computador. todavia. mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". duplicando a taxa de transmissão de dados. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock. o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL. Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. especiais. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. uma vez por transferência. o qual muda. mesmo de baixa complexidade. são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. barramento AGP. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). . as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. Estes são análogos aos computadores de Software. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados. no máximo. exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. Para assistir na criação desde ficheiros.Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. chamados compiladores lógicos. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI. DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64. Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação". um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. a VHDL é mais popular. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC". Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas. embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz. os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite. enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. double data rate" ou "1000 MT/s".aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. mas para novos projetos. O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. Ao operar em alta velocidade. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. Isto. Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express.

DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. babylon. B. com/ http:/ / www. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. que usam sinalização DDR. htm http:/ / www. pdf . Acessado em 15 de junho de 2008.com [4]. com. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. • DA-RIN. 2 de agosto de 2004. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. de Castro.C. Acessado em 14 de junho de 2008. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. Misturando memórias [3] in bpiropo. Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2]. br/ rha20040802. com. Referências [1] http:/ / www. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www. pucrs. babylon. Visitado em 21 de dezembro de 2007. ee. Piropo. bpiropo. bpiropo.C.

Utilizando um conversor analógico-digital (ADC). • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. digitaliza-se o sinal a filtrar. que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão).FDM. signal-to-noise ratio em inglês. • O SNR (a relação sinal-ruído. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . em seguida este é processado por algum tipo de processador. Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital. possui uma banda espectral própria e bem definida. Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF). Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado. onde cada sinal (canal de comunicação). onde está programado o filtro digital. Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais. coloca-se um conversor digital-analógico (DAC). Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico .

que limpa a saída atual. um ou dois sinais de entrada. Um flip-flop tipicamente inclui zero. eles também necessitam de conexões de alimentação. Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop. Ver também: multivibrador monoestável. onde > é a entrada de clock. apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha). o flip-flop S-R ("set-reset"). Após este pulso. o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e.O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. multivibrador astável. Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. mudará ou não de estado.Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. . em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual. Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. e um sinal de saída. O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). o flip-flop mantém o valor anterior da saída. A saída Q será a principal do bloco. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. Se a entrada T foi baixa. . W. Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle"). um sinal de clock. de acordo com as variáveis de entrada. Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. e pela tabela verdade: . T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada. então. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados.

a saída não se modifica. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R . ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock. muda sua saída para o nível lógico 1. Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. O flip-flop "set/reset" ativa (set. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado. Se. muda sua saída para o nível lógico 0. entretanto. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. O flip-flop desativa (reset.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo. respectivamente. ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. nenhum comportamento particular é garantido.

Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. Qant (Estado anterior da saída Q). Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop. Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). J e K são as entradas de dados. R (Reset). a combinação J = 0. e sua tabela verdade é: . Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Especificamente. trocando o sinal de saída pelo seu complemento. onde > é a entrada de clock.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set). a combinação J = 1. A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K. K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop.

pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado.Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. onde > é a entrada de clock. Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero. ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada. Independentemente do valor atual da saída. "Jump-kill". A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. em 1958. o homem que inventou o circuito integrado. também é utilizado como analogia a "set-reset". Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. A sua tabela verdade é: .

Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. mais utilizada. Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. se sua entrada T for "1". este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. Em muitos casos. levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. em sistema binário. Infelizmente. A segunda. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. Neste caso. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. é uma contagem. A saída final do circuito. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento. fora do controle do projetista. o melhor que se . Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica. Existem duas soluções para este problema. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. ou um digito binário de informação. o valor de um contador. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. do número de ciclos da primeira entrada de clock. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. até um limite máximo de 2n-1. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. O flip-flop "T" é útil para contagens.

os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. tH) do segundo flip-flop. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. gsu. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). Com este método. htm http:/ / hyperphysics. usyd.Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. html#c1 http:/ / computer. mspc. br/ eledig/ eledig2. dependendo da fidelidade requerida do circuito. é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. phy-astr. Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. eelab. e todos os dispositivos compartilham um clock comum. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente. mas nunca a zero. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. tPLH). que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. com/ boolean3. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. eng. htm http:/ / www. na série 7400. asp . Quando se conectam flip-flop em uma corrente. edu. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. howstuffworks. 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types.

panes em dispositivos de saída e de entrada. tríodo e saturação (também denominado ativo). criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. embora seja aplicável também na área de cibernética. sistemas de informação e eletrônica. forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). A origem do termo é alemã. ambos os transistores são condutivos.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. é quando ambos os transistores estão desligados. Sua ocorrência leva o programa. a partir da palavra glitschig. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. O termo é relativo a área de computação. usado em máquinas de caça-níqueis. sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. Quando A e B são altos. Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. então o PDN será ativo. o que ocorre somente quando A e B são baixos. que significa "escorregadio". numa porta NOR em lógica nMOS. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva. O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa. o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. A única hipótese em que a saída é alta. se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade).

Ademais.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor. iscte. durante os anos 1980. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras. htm#_Toc9344904 . e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. os transistores oferecem baixa resistência. possui várias limitações também. de modo que a transição de baixo para alto é demorada. toda vez em que a saída é baixa. Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto. isto é. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs). Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade. Ao passar de alto para baixo. tais como microprocessadores. Também.

(MMI) em meados de 1978. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos . Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização. External links • MRAM technology information. será a sucessora da eventual DDR. Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. mram-info. mram-memory.Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes. em português. com [2] http:/ / www. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. criada pela Monolithic Memories. Inc.

onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. Se o clock interno é de 100 MHz. enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. sunshack. knowledgetransfer. central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144.Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz. 1/ infoserver. As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências. html . Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. htm [2] http:/ / www. enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s). então a taxa efetiva é de 200 MT/s. org/ data/ sh/ 2. ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada.

realizando transmissão e recepção. Em alguns casos. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. ele pode não existir fisicamente. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. o que reduz os custos. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. multiplexação/demultiplexação. o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: . consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. Numa analogia física. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer". Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. e apesar de um demultiplexer existir logicamente. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. Por exemplo. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. Em processamento de sinais digitais. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. No projecto de um circuito analógico. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória.Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. multiplexer. para atravessarem. Em eletrônica.

S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". S2. uma montada a partir de um descodificador. Se S4 e S1 são verdadeiros. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. por exemplo. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. a saída será igual ao valor da entrada X5. Por exemplo. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. e S1. com saídas menos significativas à sua direita. e S2 é falso.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas. e as entradas de selecção são numeradas como S4. portas AND e uma porta OR. Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns.

A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras. Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame. isto é. projeto de hardware de sistemas digitais. |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação. Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C . o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida.. transições e ações.. ... .. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada. Estado C ..Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais.. Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento. Um estado armazena informações sobre o passado. TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. . e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino. Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra. . no início do sistema. Diversas tabelas de transição de estados são usadas... Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações. Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos. no estudo da computação e das linguagens. Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado.. • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição.. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono. engenharia de software. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado.. . Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento. ele reflete as mudanças desde a entrada num estado.. . e sua subdivisão de slots.. Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais. até o momento presente. . Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados). e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante... composto por estados.

Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions. para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions. Na prática modelos mistos são muito utilizados. pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível. a saída depende somente do estado. i. Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo. Como regra a entrada são símbolos.Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. Eles sinalizam para o mundo externo (e. fechando a porta. Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção. Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”.g. "Abrindo".e. Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). GNFA).e. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. Ações não são utilizadas.g. podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy. . i. Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta". No autômato determinístico. No autômato não determinístico. A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e. "Fechada". incluindo um exemplo executável. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento. Eles são utilizados para aplicações de controle. a saída depende da entrada e do estado. "Fechando".

Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ.Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. δ. F>. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. • ω é a função de saída. onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). S é um conjunto finito de estados não vazio. S é um conjunto finito de estados não vazio. um elemento de S. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. s0. ω>. s0 é o estado inicial. F é o conjunto de estados finais. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . δ. um elemento de S. Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). S. um (possivelmente vazio) subconjunto de S. • δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. s0. s0 é o estado inicial. S. Γ. onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ.

• Gill. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa. doc. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. Mais especificamente. McGraw-Hill. Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. Switching and Finite Automata Theory. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll. • Hopcroft. J. Prentice Hall. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization. Introduction to the Theory of Finite-state Machines. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. 1962. Long. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. "Introduction to Discrete Event Systems". 1979. Introduction to Automata Theory.D. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. php#tn10 http:/ / foldoc. um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável.. 1978. .. stateworks. Englewood Cliffs. ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. McGraw-Hill. Um controlador lógico programável. portas lógicas e flip-flops ou relays.Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. uk/ foldoc/ foldoc. A. Kluwer Academic Publishers. ac. Lafortune. htm . S.. Kluwer. Z. Addison -Wesley.. html http:/ / www. Fig. Boston 1997. nist. J. • Cassandras. • Kohavi. ic. Languages and Computation. J. Ullman. 1999.. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm. Kluwer Academic Publishers. cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www.E. 1989. D. eventhelix. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages. Boston 1997.. C..

AND e OR. Fontes Apostila do prof. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www. professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. apenas quando suas entradas diferirem.One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. exclusive-OR. Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. br . EX-OR (como preferir). cefet-al. veja a tabela da verdade logo abaixo. podendo ser montada por portas NOT. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. ou seja. Luis Hermano. A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1.

. e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas. Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND . ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos. escritas com operadores lógicos.Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva. tipicamente os valores de duas proposições.XOR . que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar. eliminação.NAND . Definição A disjunção exclusiva (escrito como .NOT .OR .NOR . conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU). é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro. na notação matemática: .XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências.

como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. Certamente em muitas circunstâncias. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. como segue: A função primária de um dos. Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou".. Segundo. Por exemplo. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral.. A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras.ou". a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". 80 (317). q). se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis. não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras. como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada". Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima. da disjunção . Por exemplo. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois. Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois. Primeiro. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede. Mesmo assim. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. mas não ambos. discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira. nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. 116-121). Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal. ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis. porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND . ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais. inclusive inglês. O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira. É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá.Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar. etc. deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro. mas não ambos. Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. A disjunção exclusiva . o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. .

e "0". ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1". a disjunção exclusiva tem vários usos. OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída. Na ciência da computação. e uma série de AND's. se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico. Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1". . tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes. • ele é um circuito negador. Em circuitos lógicos.Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico.

A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos. NOR e NOT. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo.Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível. pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos . O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. de duas entradas. Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR. como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. como por exemplo no One-time Pad. teremos A. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR.

são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 . o matemático britânico George Boole (1815 1864).Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. ou "1". por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. isto é. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. origem do nome destas portas. dependente da função implementada no circuito. O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. ou "0". o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés. Apenas em 1938. sistemas lineares. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. História Em 1854. e ausência de sinal. As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole.

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. O bit na extrema direita. é deslocado e então perdido. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento. o 'Data Out'. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto. o bit da extrema esquerda. incluindo as configurações entrada serial. os quais podem realizar processamentos mais complexos. saída serial (PISO). o 'Data In'. Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. A cada avanço.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. . Entrada serial. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. de modo a formar um registrador de deslocamento circular.

Conforme o 'Data In' insere os dados 1. quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read). qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda. consideremos que o registrador possua o dado 0000.0.0. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. Além disso. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita. Nesta animação.1. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador. Para exemplificar o padrão do deslocamento. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. Entretanto. se continuassemos a inserir dados. os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo. Conforme pode-se observar. nenhum dado pode ser perdido do sistema.0.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop. Outro pino de entrada é adicionado. Deste modo. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). . sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador.0 (nesta ordem. porém quando a entrada R/W está em nível alto. os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita.1. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração. sendo assim mantido no sistema. fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. o controle de Leitura/Escrita. sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits. A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura. os dados são deslocados para fora e então perdidos. na saída 'Q'.0. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto. e assim por diante.

Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. Entretanto. mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples. eles podem ser lidos todos simultaneamente. quando então os registradores recebem um pulso de clock. Para deslocar os dados. até estar pronto para receber novas informações. a saída de dados. conforme descrito na sessão acima. . caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados. Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock. Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. a temporização não depende dos valores dos componentes. Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. Para escrever os dados no registrador.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. Entrada paralela. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema. lidos em ordem. Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha. Uma vez que os dados entraram. ou deslocados para fora e substituídos. conterá os bits desta palavra. Q. o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo. com o terminal D1 atuando como entrada de dados. e os novos dados são inseridos. Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Como exemplo temos o Ronja Twister. o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. Entrada paralela. conforme pode ser visto (aqui [1]). pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. Isto é considerado de grande utilidade. Os dados entram de forma serial.

para todas as posições de endereçamento). Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. a série de mainframes IBM 700/7000. com/ vol_4/ chpt_12/ index. sem qualquer forma de endereçamento indireto. aliás. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. Por exemplo. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma. Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores.com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa. bem como em desperdício de memória. de 1955 a 1964). por volta de 1960. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. décadas atrás). png [2] http:/ / www. com/ schematics/ twister. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949.Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. . O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. allaboutcircuits. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. Desenvolvimento No geral. A última. twibright. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. Nos primeiros computadores. naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado. cujo clone aperfeiçoado. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits.

Acessado em 23 de fevereiro de 2008. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. dcc. html http:/ / www.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. com. Valdemar W. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. ime. pdf http:/ / www. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. .Computador a Papel [2] em USP. html http:/ / www. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados. C. br/ iolanda/ hic/ hicger. • WILLRICH. dcc. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. usp. Iolanda B. br/ ~vwsetzer/ comp-papel. os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição. boaaula. ufla. Roberto. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. ufla. História da Computação [1] em "Boa Aula". Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. • SETZER.

dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. br/ http:/ / www. onde cada sinal (canal de comunicação). netpedia. um botão de liga e desliga. netpedia. permite transmitir simultaneamente vários sinais. com. br/ MostraTermo. ipp. Acessado em 31 de maio de 2008. possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão.TDM este tipo de multiplexação. André. dei.Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. Acessado em 31 de maio de 2008. isep. Sincronização [3] in ISEP [4]. pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina. pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. com. ipp. html http:/ / www. php?TermID=5980 http:/ / forum. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing . • MOREIRA. Veja também • FDM • rede de transmissão .

O número destas linhas é l = nt . dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F . o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V).Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus. tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". V F V . A vasta influência de seu trabalho levou. três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F . sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. Por exemplo. então. F V F . Se a fórmula contiver 3 termos. Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). se uma fórmula contém 2 termos. três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . Charles Peirce e outros da década de 1880. A . F V V). C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). B . e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. de Wittgenstein. A∧B . (A∧B)→C . Assim. As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa. à difusão do uso de tabelas-verdade. e vice-versa.

e somente se. e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se... ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou.. o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se..Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se. Então) [Implicação] A conjunção é falsa se. apenas um dos operandos for verdadeiro . e somente se. e somente se. ou XOR) A conjunção é verdadeira se.

o argumento é válido. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético . é inválido. Em caso positivo.Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros. Em caso negativo.

(B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) . A. B implica A. (A→B) B.Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A. então B. A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. Logo. (A→B) Logo.

br/ view/ tabela-verdade. calculadoraonline.Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. php . com.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

Tristate

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. Assim. Gabriel P. ufrj.‎ . dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático. wikipedia. onde q é a quantidade de carga. org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou . pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor.VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência. maior capacitância ele terá. dado em Volts. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. dcc. Para um determinado material. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância. a sua capacitância depende somente de suas dimensões. Quanto maior for o material. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl.

Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico . + Qn = C1. + Cn) ΣQ = Veq..Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: . + Qna Q1 + Q2 + Q3 + ..m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + . + Qn = Veq...... + Cn.Veq + C2. Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N.Veq + .. + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + .ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C.Veq + C3.....(C1 + C2 + C3 + .Veq Q1 + Q2 + Q3 + .

5 s =1 s. Nesse caso.25 s = 1 s. b) No segundo caso.5 segundos para que esse evento ocorra. temos que: f = 4 Hz T = 0. Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0. O que varia é o período do evento.5 s = 1 s.5 s =1 s). temos que : . Portanto temos que: a) No primeiro caso. 4 × 0. Esse tempo é o seu período (T). temos que: F = 2 Hz T = 0. Daí. Alternativamente. etc) em um determinado intervalo de tempo. . -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto. ou 2 Hz (2 × 0. [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943. ou seja. podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes.25 s =1 s.25 s. oscilações.25 segundos. Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz. . Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo. temos que : . Daí. 2 × 0.25 s= 1 s).Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012. a frequência é o inverso do período. Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). 4 × 0. ou seja. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes. Assim sendo. Com isso. . Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo. Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta". que no primeiro caso foi de 0.25 s Portanto. Suponha que leve 0. fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0.5 s e no segundo de 0. sua frequência é de 2 vezes por segundo. 1 segundo. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". 2 × 0. Desse modo. podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência. ou seja. ou seja. voltas. tempo decorrido para uma oscilação.5 s Portanto. Consequentemente.

ele tende a manter o fluxo de campo magnético. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz. campo este que cria um fluxo que as atravessa. A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H. ou seja.quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. onde = taxa de variação da corrente com o tempo. No caso. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido. L = (Auto)-indutância. Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas .Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro. E = Força eletromotriz .(resistência interna igual a zero) . Instrumento usado para medir frequência. Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável.

f é a frequência dada em Hertz. R é a resistência em ohms. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. π é aproximadamente 3. sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays. f é a frequência dada em Hertz. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys. podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica. .Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. A medida recíproca da reatância é a susceptância. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms.14159. X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas.14159. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X. π é aproximadamente 3. A relação entre impedância.

Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. π é aproximadamente 3. Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys.14159. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. . O valor nunca será exato. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito. Porém. f é a freqüência dada em Hertz. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico. onde X < 0. circuito eletrônico ou bobina. já que π é um número irracional. com semiciclos de 50%. É medida em ohms. a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V). f é a frequência dada em Hertz. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads. porém seu comportamento apresenta resistência). Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita. não afetando o circuito. A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal.

Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. deslocar. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. é medida em ohms. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. e. Portanto. isto é. quanto mais fino for o condutor. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. num secador de cabelos ou numa estufa elétrica. chamado efeito Joule. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. . Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. Nesse movimento. quando existe uma diferença de potencial aplicada.. o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . Esse fenômeno. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. Num ferro de passar roupa. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores. se aquece. isto é. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica.Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. Efeito joule Um condutor metálico. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. Para medir essa resistência.. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI).

maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. normalmente designada como resistência equivalente . Sabe-se que: energia = potência x tempo. Em praticamente todos os países do mundo. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito. Portanto. que é uma combinação das duas formas anteriores. entretanto. quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. Qualquer que seja o tipo da associação. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. esta sempre resultará numa única resistência total. . A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias). A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. existe um medidor. durante um certo período. em outras palavras. pelos diversos aparelhos instalados na casa. as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência). em paralelo ou ainda em associação mista.

quando distribuídos. como a GPL. alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. Semiconductor intellectual property core . Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta. com 24 potenciômetros analógicos. o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. Estes módulos. as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos.[2] Além dessas. Ao invés de compartilhar as esquemáticas. o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou.IP cores) ou Núcleos IP. é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros . Normalmente. outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. LGPL ou a BSD. Nelas. um video-game livre . 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC. tal como um diagrama. muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados".[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis. estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso.Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www. Licenças Ao invés de criar uma nova licença. muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas. são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês. amperis. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox.

mais normalmente conhecida como Gratis versus libre. não uma cerveja grátis"[13] [14] . Bruce Perens e Eric Steven Raymond. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright. tais como o Open Source Hardware Central Bank. a partir de distintas áreas da informática e eletrônica. pois. alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais.[10] [11] .[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento. administrador da Opencollector.[15] Dado a isto. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação. revista pelos ícones da comunidade de SL. Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. várias delas são fundamentalmente diferentes. . naturalmente.[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento. para mantê-lo sustentável. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. criaram a frase "Liberdade de expressão. físico e lógico. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann. Através disso. além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. onde há custos para o protótipo e fabricação. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica. para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre. distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. é que os resultados do hardware são tangíveis.

org/ philosophy/ free-sw. cgi/ section/ 2/ 2. o que é? Por onde começar. Info Exame online. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). org/ hardlicense/ licenses. halfbakery. html) (em inglês). 4) (em inglês). TAPR (http:/ / www. makezine.Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 . [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www. [13] Lawrence Lessig. pdf) (em inglês). Página visitada em 28 de novembro de 2009. abril.. [11] MAKE: Blog: Hardware livre. [9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www. org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. Página visitada em 25 de novembro de 2008. br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. org/ faq. 0. Página visitada em 25 de novembro de 2008. "Free.Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . wired. html?pg=6). [4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1. [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www. com. Página visitada em 25 de novembro de 2008.computador portátil destinado a países emergentes. com/ uzebox/ [17] http:/ / www. [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). GNU. • ECB AT91 . (http:/ / blog. [3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores. as in Beer" (http:/ / www.um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor. org/ licence. html) (em inglês). 09/ posts. worldchanging. Página visitada em 27 de novembro de 2009. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. linuxfund. com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. shtml) (em português). Página visitada em 28 de novembro de 2009. opencollector. html [18] http:/ / www.Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). html). opengraphics. org/ Whyfree/ ) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. nyu. freecores. html) (em inglês). [16] http:/ / belogic. lançado em 1990. gnu. [15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages. 4#2. Página visitada em 26 de novembro de 2009.. [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. html) (em inglês). com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). tapr. com/ wired/ archive/ 14. techcrunch. Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). 0. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. html) (em inglês). php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector. com/ archives/ 009340. Wired. org/ tiki-index. • ECB ATmega32/644 . org/ ohl. tapr. com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ .

cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op. podendo ser escrita em várias linguagens. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. para interligar-se ao hospedeiro. A mais popular é a Processing. • Baseado no Processing. usando extensões apropriadas chamadas de shield. arduino. Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. projetada com um microcontrolador de placa única. Tom Igoe. além de uma interface serial ou USB. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro.[2] na qual tem origem em Wiring. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. David Cuartielles. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores.[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. de Casey Reas e Ben Fry. por vezes traduzida ao português como Arduíno.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi. Gianluca Martino e David Mellis. mas outras que podem comunicar-se com a . A interface do hospedeiro é simples. • Comunidade Código aberto. com baixo custo. algumas linhas de E/S digital e analógica. Ela em si não possui qualquer recurso de rede. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. e é essencialmente C/C++.

Itália. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. Algumas variantes. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados. ATmega328 e a ATmega1280. Nestes casos. pela Prix Ars Electronica.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits. e acabam recebendo seus próprios nomes.[7] ActionScript[8] e Java. cabo adaptador USB.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente. Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão.[6] SuperCollider. seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR. por ter uma forma específica de restrições de fator. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR. ATmega168. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido.[2] Considerando esta característica. ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles. quando seu software é utilizado. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE.Arduino conexão serial são: Max/MSP.000 placas vendidas até outubro de 2008.[12] [13] Atualmente. bluetooth ou outros métodos.[10] [11] além da marca de mais de 50. como por placas programáveis via USB.[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea.[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG . com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. usam um módulo. Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico). o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado. Atualmente. Além de ser microcontrolador. especialmente os ATmega8. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006. adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. em 2005.[5] Pure Data. conhecidos como shields. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais.

[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring". // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED.[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. 6 das quais podem produzir sinais MLP. . delay (1000). HIGH). disponibiliza 14 pinos digitais. tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. Estes estão disponíveis em cima da placa. por exemplo. que foi substituída pela Duemilanove. além de 6 entradas analógicas. na qual pode ser usada para inicializar configuração. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. OUTPUT). digital (OUTPUT). ele possui a capacidade de programar em C/C++.[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída. No ambiente de desenvolvimento.Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe. para serem plugados em protoboards. o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED. parênteses correspondentes e identação automática. através de conectores fêmeas de 0. o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. // espera 1 segundo. fornecem conectores machos na parte de baixo da placa. e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada. LOW).25 centímetros). digitalWrite (LED_PIN. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN.1 polegadas (ou 0. milissegundos). A versão Diecimila. delay (1000). Habitualmente. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando.[17] O modelo Nano. Boarduino e placas compatíveis com estas.

} "WProgram. milissegundos). definida em sua própria biblioteca. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. return 0. LOW). digitalWrite (LED_PIN. OUTPUT). setup() e loop(). e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init().. para depois. delay (1000). enviar os programas para a placa. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. . com o avrdude.h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. } int main(void) { init(). digital (OUTPUT). // espera 1 segundo.[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. delay (1000). setup(). for (. e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. sendo as duas últimas configuradas pelo usuário.Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido. HIGH). O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas.h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN.) loop(). uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo. então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa.

utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano. porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença. energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória .Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] . Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini. É energizado via USB/DC. Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila.

e é livre para ser usado para qualquer fim. Um shield de prototipagem. sendo que disponibilizam várias funções específicas. Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas. montado num Arduino. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram. em inglês). e estão disponíveis em sua página oficial.[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa.[40] . sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores. baseado na versão Diecimila.[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos. Estes são expansões para ele. chamado de Freeduino [38]. nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho.[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos. e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização. um grupo de usuários criou um projeto alternativo.5. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio.[37] [21] Devido a isso.[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2.

local onde se desenvolve o Metaboard. Na parte de trás. podendo utilizar placa universais como os shields. . um hackerspace em Viena. Metalab. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço. incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. Superfície montada. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. Placa microcontroladora. incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. Similar ao Seeeduino.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. O Hardware e firmware são código aberto. Derivada da Diecimila. É desenvolvida pela [50] Metalab. parecido com o do Arduino. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. Disponibiliza 64k de flash. ou para conexões mais específicas. há uma "estação Akihabara" de seda. O hardware e firmware são código aberto. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee. com bateria reserva. é desenvolvida pela Liquidware.

Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit. 32 pinos de E/S gerais. com. br/ central_de_videos/ video_wide. É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. entretanto. e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. bateria de energia igual ao do Arduino. Desenvolvida pela Curious Inventor.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm). produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino. ATmega644P um pino 40 DIP. eles são incompatíveis com o programa original. arduino. L." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. podem trabalhar com outras IDEs. Sendo assim. Projeto Arduino (http:/ / www. Podendo ser energizado via USB. sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway. cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). Projeto Arduino. cc/ ). para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo. Olhar Digital (21 de março de 2010). com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa. Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino. 4K de RAM. similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. decodificador DCC e uma interface CAN-bus. programável em BASIC ou C. . [65] Compacto (35 mm x 70 mm). próprio para prototipagem.C.L. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. porém com memória adicional. uol. Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem. Baixa voltagem. cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. Página visitada em 2 de abril de 2010. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega . Possui 64K de flash. Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. Placa não expansiva. Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM.

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. Uma terceira cor. o 'Dingoo A320' passou a ser produzido no Brasil pela Ceder Eletrônica da Amazônia Ltda.makezine. pela Frutzing (http://fritzing. licenciada da marca Dynacom [1].htm) (em inglês) • Exemplos de componentes. Shenzhen Dingoo Digital tem foco em jogos e produtos digitais. Em Julho de 2010. Shenzhen. Está disponível em duas cores.com/blog/archive/2007/09/intro_to_the_arduino_week. branco e preto. Ltd. 4 botões de ação.org/projects) (em inglês) 445 Dingoo Dingoo A320 Fabricante Tipo Geração Mídia CPU Shenzhen Dingoo Digital Co. Start e Select. vídeo e jogos. Apresenta um sistema nativo de rádio e gravação de voz.html) (em inglês) • Artigos e tutoriais pelo guia Sheep Dog (http://sheepdogguides.Arduino • Projeto Makezine (http://www. Videogame portátil 7ª geração Cartões Micro SD Processador de 400 MHz (Injenic) L.com/arduino/artut.. e está localizado no Distrito de Futian. Direcional Controladores Dingoo A320 O 'Dingoo A320' é um Portátil que suporta a reprodução de música. [2] . anunciada para lançamento futuro.R. rosa. sob autorização exclusiva da Shenzhen Dingoo Digital.

51 m x 56. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256. 320x240 resolução. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2. approx. ASF. • Saídas Autofalantes Estereos. APE. WMA. FLV. MOV. 4 ação. 3GP. MP4. MPEG • Tocador de Músicas MP3. FLAC. AVI.29WH) Li-Ion.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad.7V 1700 mAH (6. Microfone.0 • Tela 2. 7 hours run time • Player de Vídeos RM. 16M cores • Bateria 3.5 m x 500.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior . 2 superiores.8" LCD.5 m Peso 110g Tela de 2.botões Start & Select .

Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux. Pac-man . Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.

MP42. auto-navega. WAV. XViD. mp4v.0 MHz.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB. DIV3.0 MHz ~ 108. MJPG. MPEG. O usuário pode guardar até 40 canais. WMV7. WMV3. FLAC. rádio FM . RM. MP4. AVI. FLV. WMV. MPEG1. WMV8.pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação. suporte manual / automática varredura de canal . ASF. Ajuste de fonte . DiVX5. Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV. GIF.1. AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. WMA. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. e pode ser aberta enquanto a música está a tocar. . APE. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. MOV • Codecs de Video : WMV1. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3. BMP. WMV9.

pelo firmware original ou Linux. Além de outros aplicativos. para manter o sistema no seu melhor desempenho. Blockrage .0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. vídeos. . entre outros. Duke3d ). Biniax 2. Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho. herege.Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção. como reprodutores de Mp3. Super Transball 2. fotografias. Gnurobbo. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. música. Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source).03 Firmware V1. • Envio USB 2. Gnuboy. Snes9x. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux. Isto permite a dupla arrancada. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. hexen. editores de texto. PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo. Dodgin 'Diamonds 1 e 2. Assim como versões de Emuladores: ScummVM.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. gravações de voz. MAME. Open Liero. Sdlroids. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom. calculadoras. PicoDrive. Defendguin. Firmware Firmware Oficiais Firmware V1. sem necessidade de ligação com um PC.01 Firmware V1.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1. leitores de ''Ebooks''. Reminisecence. um simples afinador de violão. Rise of the Triads. Waternet.02 Firmware V1. bico Tyrian. SMS Plus.

com/en_index.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues.net/windux. uol.badcoffee. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www. br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo .dingoo888. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards. GP2X .asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www.guanabara.dingoonity.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www. com. dynacom.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion.Games .dingoobr.PC WORLD (http:/ / pcworld.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul.6te. com.

. html) [2] http:/ / www.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash .iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium.1 Ligação audio 2.0 EDR. globo. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0. robotcub.MUL1294904-6174.5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana. Ti GPRS (2. org/ [3] http:/ / eris.[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1. it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2.00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO. liralab.

html) [3] http:/ / www. linuxtogo. com/ [4] http:/ / www.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2.7 × 62 × 18. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973. openmoko.openmoko. seguindo a filosofia FLOSS.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC. Dr." "Neo" significa novo.6.com [5] Referências [1] http:/ / www.5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta. mais uma vez.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko. org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www. com/ news/ NS2986976174.6. html . Este será o novo 1973. 20 de Janeiro de 2007. openmoko. devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973". o mundo das comunicações.17. org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586. pelo preço de US$350.14 Userland • • • • X. Software Núcleo Linux 2. Neste momento. wolfsonmicro. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg.OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar.Org Server 7. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. linuxdevices.[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel. com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko.org (http:/ / lists. lists. a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007.

256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento. certamente. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2. e um pouco maior que um Nintendo DS. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530. 512 MB internos NAND. USB armazenamento externo. IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos. + 4dBm) .0 + EDR (3Mbps) (Classe 2. o console caberá em seu bolso. CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802. Um pouco menor que um netbook.0. oferecer uma mistura entre PC e console de videogame. Baseado na distribuição linux. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. ser útil como um PC de mesa.11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2.0.0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas. este tem por finalidade. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. Ångström.

Teclado. org/ http:/ / www. open-pandora.x) • Dimensões: 140x83.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en . org/ index.0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB.4x27.Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen). php http:/ / www. org/ index. Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms.6. open-pandora.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2. Modem 3G. 16. openpandora.5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2. Mouse.3" widescreen.0 OTG (1. com/ pandoraprivate. formato 4. gbax. org/ http:/ / boards. openpandora. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2. GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. html http:/ / apps.

com/ . com base em um modelo computacional. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. Os autores têm a autorreplicação. como o principal objetivo do projeto. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home.0 (Mendel) RepRap versão 1. permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos. Devido ao potencial de reprodução da máquina. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais. blogspot. Página visitada em 11 de abril de 2010. RepRap versão 2. org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap. Referências [1] http:/ / reprap. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. Isto. aumentando exponencialmente em número. em teoria. os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva. • Blog oficial [2] (em inglês). sem a necessidade de uma infraestrutura industrial.0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês).

Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos.4 km. Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação. Diversas técnicas padrões de furação. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. O alcance pode ser estendido para 1. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável. Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs. são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch. Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. . O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário".são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho. permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede. conectando à Internet. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. semelhantes aos utilizados com antenas de TV.RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca. checagens detalhadas pós-solda.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor. O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN. As instruções de montagem. O alcance da configuração básica é de 1. Operações básicas como furação e solda são explicadas. com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica. procedimentos de teste . Dois cabos coaxiais. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento.

O Ronja.4 km. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela . Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. luz vermelha. Desta forma.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. luz visível vermelha. Esta Outubro de 2007. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA . • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores. Conectado também com um cabo RJ45. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância. chuva. inferindo a partir daí o alcance possível. neve or fumaça. entretanto. Limitações • Por definição. o enlace pára de funcionar. • Ronja Inferno: Alcance de 1. apresentando um laço de realimentação. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. Conecta-se a uma interface AUI. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. ainda. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas. pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. abordagem impede. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. • Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1.4 km.25 km. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa. luz invisível infravermelha. o projeto se torna mais complexo. Se o feixe for interrompido de qualquer forma. usa um projeto sem realimentação. Tipicamente. Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch.

O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. 458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04. o Twister2.RONJA capacitância total de entrada. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. Desta forma.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. Ele possui uma largura de banda de 9 MHz. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04. • Para a correta operação. Ele é parte do projeto do Ronja. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000. Entretanto. com declive de 6 dB/oct. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido. A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre. de forma a não afetar a componente AC do sinal. basicamente por descarga de curto-circuito. a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente. Estes custos geralmente incluem licenças de software. No Natal de 2001. e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico.

root. sourceforge. org/ ronja/ • (http://www.unstrung. twibright. ece. php?id=463 [10] http:/ / charon. hkfree.com/document. twibright.org) • (http://www.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja. twibright.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project . org [5] http:/ / pcb. • (http://klfree. twibright. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda.twibright. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi.hackaday. com/ installations. com [7] http:/ / wiki. edu/ seniordesign/ projects_new. ncsu.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag. net/ [6] http:/ / ronja.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www.net/view.php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) .RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja.org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive. com/ index.oreillynet.ch/articles/ronja) A user testimonial. twibright.archive.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps. seul.

Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. 8 LEDs tri-colores.15. que roda diretamente no processador. a 180 MHz. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA. • interface USB. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos. Diferente de outros sistemas de mote disponíveis. e 4 pinos de saída de alta corrente.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT. a 2. Ele é do tipo mote. ou Java Micro Edition.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee).15. o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. 6 entradas analógicas. . • interface de rádio IEEE 802. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. do inglês Sun Small Programmable Object Technology. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos). pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo.4 GHz. 2G/6G.15. sensor de temperatura.4 do IEEE. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira. Hardware O dispositivo completo. inclusive o ZigBee. com 512 K de RAM e 4 M de memória flash. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF). 5 pinos para I/O de propósito geral. com antena integrada. inteiramente montado. O dispostivo como rádio o padrão 802. sensor de luz. incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. cabe em uma palma de mão normal. desenvolvido pela Sun Microsystems. • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. 2 sensores de movimento (ou momentary switches). sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. Sobre esse padrão vários protocolos. ainda conhecida por J2ME. Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802.6 V e 750 mAh. Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante.4. sem usar um sistema operacional. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. podem ser construídos. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas).

Mac OS X 10. para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. sunspot. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento. html http:/ / blogs. O software é compatível com Windows XP. o NetBeans). Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. com/ http:/ / tauzero. sunspotworld. alavs. ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. com/ http:/ / www. uma estação base Sun SPOT. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. com/ davidgs/ http:/ / www. br/ . com.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. sun. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G. e um cabo USB.Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. depois de meses de atraso de manufatura. as ferramentas de desenvolvimento de softeware. ainda em produção limitada. Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee.

Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo. . ou ainda Laptop das crianças. com. anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1. br/ digitalnews1. Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital. uol.11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre.8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine). php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802.

[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível. que já demostraram interesse no projeto.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015.5") diagonal.XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte. Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas. quincunx-sampled. presidente de OLPC. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido. compatível com a norma 802. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. Português. Nigeriano. Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas. com dois alto-falantes internos. monofônico. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. dual-mode TFT • Área visível: 152.4 mm × 114. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007.2mm de curso. modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON.00. Espanhol. Arábico. 19cm(7. caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. MMX.11b/g.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V). 200 dpi • Display mono: Alta resolução. duas antenas coaxiais ajustáveis . codec de audio AC97-compatível. 1. ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso. tendo como alvo os países em desenvolvimento. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1.US International. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão. Thai. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores. entre eles o Brasil. diponibilizando computadores a um custo de U$100. stereo.

5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3.25 oct/min (em funcionamento).4 psia) (desligado). modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2. em uso 10 a 20 V.. taxa de varredura de 0. meia-onda (em funcionamento) 200g. • Umidade: Semelhante ao item temperatura.192m (14.75g zero-pico. taxa de varredura de 0. O XO pode ser usado como um livro. entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente. .0. UE).048m (14. • Vibração aleatória: 0. como se fosse uma pasta ou bolsa. bateria. Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil. meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO. 1. 10Hz to 500Hz. Quando fechada. 6V montadas em série Caixa rígida fechada.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. 10Hz a 500Hz. Wi-Fi. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas.7 a 4.XO • Indicadores de estado: energia.7 a 10.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS. Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc. • Choque 125g. 2ms. Open Firmware é usado como o bootloader. -15m a 12.1 psia) (em funcionamento). de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances.5mm. valores exatos ainda não estabelecidos. removível pelo usuário Capacidade: 22. a unidade deve ser suficientemente vedada.8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2. • Variação de altitude: -15m a 3. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480. 2ms.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas). 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos.5g zero-pico.

Nigéria (1.200. [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500. • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] .000). "Discover the PC"). Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias.XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC).net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT. Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante. O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006.000).000)[3] e Peru (40. Brasil (250. Uruguai (100.000). . • Uma Análise do projeto [17] (em português). em colaboração com a Intel. • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo. Líbia (1.[6] • Outras empresas como a Asiatotal.[11] • O governo Português. O XO é dobravel e flexivel. comentários e discussão sobre o 2B1.000). O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO. Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado). viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet. Ruanda. chamado de "Descubra o PC" (em inglês.000. "Eduwise" ou ainda.000)[4] . 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007.

html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. com. 2006-11-13. 2006-10-11. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. com/ [17] http:/ / www. 2006-10-23. software. zdnet. laptop. olpcnews. uol. com. net). com. via. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. org/ go/ Home [16] http:/ / www. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. For FREE (http:/ / asiatotal. olpcnews. pt_BR.XO Hardware. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. pt_BR. html [13] http:/ / laptop. br/ educacao_tecnologia . laptop. dicas-l. [12] http:/ / laptop. com. org/ faq. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. [3] Olpcnews (http:/ / www. html [15] http:/ / wiki. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. com. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. org/ [14] http:/ / www. org/ index. laptop. intel. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. olpcnews. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. uol. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. [10] Block. pedagogia. uol. acessado em 1° de março de 2006. com/ 2100-1040_22-5422893. engadget.

Por isso. o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula. ao se fazer uma medida de corrente. é necessário desviar a sobrecorrente. A sobrecorrente IS. introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. Dependendo da qualidade do aparelho. Como isso é impossível. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. A unidade usada é o Ampère. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. IGM. . do galvanômetro. Na medição de corrente contínua. Por isso. sendo necessário abrir o circuito no local da medida. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. para as medições serem precisas. Em geral. A resistência interna do amperímetro RIA. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. Portanto. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS. A resistência interna do galvanômetro RG. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional. com tolerâncias de 1%. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas.Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento.

Amperímetros digitais . registradores. br/ voltimetros. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais. espalhadas no espectro de frequências. com. . Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora. Referências [1] http:/ / www. processadores e demais componentes digitais de um circuito. seinstrumentos.Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência.. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos.. contadores. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes. Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital.

net/ capacimetro. a sua unidade é adimensional. Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica . que mede o valor do fator de potência.Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro. Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo. como motores elétricos por exemplo.P . Por se tratar de expressar o valor de fator de potência. que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem). A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos. burgoseletronica. htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital. devido o cuidado com o valor de F. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro).

substância que emite luz ao ser excitada por elétrons. José. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO. ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem.[1] A Qualidade da imagem Na prática. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto. os quais incidirão sobre um filme fotográfico. ISBN 85-277-1045-5. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente . Por isso. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade. A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco). constituída por partículas relativamente grosseiras.onde formam uma imagem visível . A barra branca tem 30 µm.ou sobre um filme fotográfico. [2] id. Depois de revelados. . Passam. logo após.Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. 8ª Edição.[2] [1] JUNQUEIRA. por uma segunda bobina e. Biologia Celular e Molecular. Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.[2] A tela fluorescente. elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. então. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro.

Depois da conversão.Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV".a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). uma série de alterações ocorrem durante a queima. Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) . Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina.Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular). Além disso. O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio.Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada. e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda. pelo sinal inadequado emitido pela sonda. normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. mais rica é a mistura (possui mais combustível). A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. Na prática. que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina. Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda. pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. Como consequência. a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito. mas não consegue corrigir a diferença. ao mesmo tempo gera. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. quando o veículo está utilizando o GNV. bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo. ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos. pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV). existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão. a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV. ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. . mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV.

kHz. mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. sendo uma para cada cilindro do motor. que utiliza válvulas injetoras de GNV. microssegundos. as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. informando a frequência medida em Hz. milissegundos. existem os eletromecânicos. Desta maneira. Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. mantendo as regulagens e a performance do veículo. facens. MHz e GHz. usados para medir a baixa frequência da rede elétrica. Além dos frequencímetros digitais. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. ou pode também ter uma centralina independente para o GNV. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade). br/ ~f98335/ projeto17. conforme a escala utilizada. net/ frequencimetro_pic. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura.Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo. radioamadores. Estes se compõem de barras de ferro doce. Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. htm [2] http:/ / www. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz). Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência. que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. html . O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". Uma outra maneira. li. nanossegundos). Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos.

e instalada entre os pólos de um ímã fixo. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. uma bateria e vários resistores internos. sobre uma escala graduada. ligado a uma chave selectora. e outras. potência. consiste basicamente de um galvanómetro. que possuem um mostrador de cristal líquido. resistência. para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. como tensão contínua. mais robusto.Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. movendo um ponteiro. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. por ser menos sensível que o de bobina móvel. se forma um campo magnético que interage com o campo do íman. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. Galvanômetro de bobina móvel . tensão alternada. ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. O multímetro. O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel. ou agulha. o valor da corrente é indicado na escala graduada. e a bobina gira. a bobina é fixa. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. em oposição aos multímetros digitais. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro . mas possui as vantagens de ser mais barato. Através de circuitos apropriados.Fio transportando a corrente a ser medida . ohmímetro ou voltímetro.

Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. Operando com potência de até 50 watts. Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento. com o qual se pode verificar as suas formas de onda. ajustes e leituras. Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. lesão térmica por RF contínua. Rizotomia Trigeminal. quadrado. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas. com sweep (frequência variável). RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. quadrados. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos.Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz). Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. Cingulotomia entre outros. estimulação motora e sensitiva. além de conectores para saída do sinal. triângulo) . sweep) XR2206 (Exar . sweep) NE566 (National . possui recursos de medição de impedância.funções seno. dente-de-serra.funções seno.funções seno. Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. Ablação Intradiscal. todos com diversas frequências e amplitudes. Drez. A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. Palidotomia. triângulo. quadrado. sweep) MAX038 (Maxim . filtros e amplificadores. triangulares.funções quadrado. triângulo. Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. quadrado. triângulo. Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda.

XPS e espectroscopia de elétron Auger. Estes são chamados elétrons secundários.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais). • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . Este é o elétron transmitido. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria. filtros. Também são usados para simular corrente alternada. Pode ser analógico. mas por diversas técnicas analíticas. No caso de amostras cristalinas. que está relacionada com a amostra em questão. São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. . cristalografia e composição química da amostra. • Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas. Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. De qualquer forma. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia. então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. amplificadores. inorgânicas e biológicas. variando entre 0. também pode revelar a composição das partículas.1 e 1nm. já que. com frequência e amplitude variável e ajustável por dials. ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt". fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica. etc) como fonte de sinal. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron.000001A (1microAmper). • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário. onde se faz uso de um galvanômetro. possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. trabalham com frequências. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica.

alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. a tensão de aceleração usual é 100 kV. que são as formas de visualização da amostra. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração. Assim. y. • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. rotação e orientação nos eixos x. deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. por sua vez. para amostras cristalinas. z. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária. • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6).0037 nm. como moléculas gasosas. corresponde a um plano real (hkl). equivalente a 0. É ajustado quanto à altura. Para o preparo da amostra. conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. . além da fina espessura da lâmina da amostra. As imagens são de campo claro. A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. ao passo que amostras biológicas. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. em forma de lâmina. campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. A resolução do equipamento chega a 3 Å. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. esta deve estar polida de ambos os lados. no caminho do feixe de elétrons. por exemplo. ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. mais instáveis. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV.Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. • Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução. A amostra não deve sofrer alteração como. inclinação.

de acordo com o feixe de elétrons selecionado. Em ambos os casos. obedecendo à lei de Bragg. d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. ocasionando o contraste de fases. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final. No entanto.Microscopia Eletrônica No modo imagem. daí o nome campo claro. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. onde S2 é o sinal da amostra. Na imagem de campo escuro. Neste modo. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. onde λ é comprimento de onda incidente. Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%. No modo campo claro. Por outro lado. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. fornecendo importantes informações. não difratados. Por outro lado. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. 477 . uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos.

Quanto às condições de operação. A técnica tornou-se mais poderosa com o acoplamento de detectores de energia dispersiva de raios-X.000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. para fontes termoiônicas. Os elétrons secundários fornecem imagem de topografia de superfície da amostra e são responsáveis pelas imagens de alta resolução. além de reduzir a dimensão do feixe. são responsáveis por direcionar o feixe na amostra. hoje existem no mercado microscópios de baixo vácuo. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x. z. identifica fases por meio de análises químicas qualitativas.50 nm. No processo de interação do feixe eletrônico com a matéria. possibilitando a realização de análises químicas durante a observação. a tensão de aceleração deve estar compreendida entre 200 V a 30 kV. As lentes objetivas.Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química.10-6 Torr. Interações do feixe de elétrons com a amostra . Felizmente. A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio.1µm ao atingir a amostra. Por exemplo. Amostras que degasam a baixas pressões. O foco é obtido alterando-se a altura da amostra e o ajuste fino é realizado somente com as lentes objetivas. Além disso. altura) e orientação (inclinação e rotação). Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons. y. Assim como na microscopia eletrônica de transmissão. a amostra deve se estável ao alto vácuo. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. A ampliação da imagem é de 20 a 30. é reduzida a 1 nm . As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). inicialmente de 10 . • Sistema de alto vácuo: O vácuo impede que os elétrons interajam com partículas gasosas e comprometam a análise. Seu princípio de funcionamento é o efeito termoiônico de emissão de elétrons. • Conjunto de lentes condensadoras e objetivas: As lentes controlam o diâmetro do feixe e o direciona até a amostra. O ajuste grosso é executado ajustando-se a distância entre a saída da lente objetiva e a amostra. No entanto. O canhão de elétrons é usado para a produção do feixe de elétrons com energia e quantidade suficiente para ser captado pelos detectores. os sinais de maior interesse para formação da imagem são os elétrons secundários e os retroespalhados. enquanto que os elétrons retroespalhados fornecem imagens características de variação de composição. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. específicos para estas amostras. A amostra deve ter até 10 cm na horizontal e no máximo 40 mm na vertical. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra. Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados. O vácuo deve ser de 10-5 . a dimensão do feixe. por sua vez.

O primeiro escapa a uma profundidade de 5-50 nm. O coeficiente de retroespalhamento (η) é a razão entre o número de elétrons retroespalhados e o número de elétrons incidentes na amostra. Os elétrons secundários de alta energia também podem se chocar com outros objetos sólidos presentes na câmara da amostra. retém ao menos 50% do valor inicial. Se este feixe elasticamente espalhado for refletido para fora da amostra.0). elétrons retroespalhados serão obtidos. resulta da interação do feixe primário com a amostra. por definição. Na microscopia eletrônica de varredura. A energia do elétron secundário é. porém sem perda significativa de energia. o contraste forma-se devido ao número atômico e à topografia da amostra. o que resulta em uma distribuição de energia que varia de 50 eV até o valor da energia incidente. diversos eventos ocorrem. um equipamento de alta resolução não proporcionará as imagens com a qualidade desejada se não houver contraste. Notórias exceções são carbono (δ=0. Regiões da amostra com átomos de maior número atômico emitem mais sinais de retroespalhamento e aparecem mais cla