Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes. Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .

com o objetivo principal de representar. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido). que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet. Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. Sob esta ótica. as usinas hidrelétricas. transmitir. dentro da área de interesse da Eletrônica. etc. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares.Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. por sua vez. dentro da área de interesse da Eletrotécnica. também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). eletrônicos. Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência. todos. com o objetivo principal de transformar. De igual maneira.sob forma de sinais elétricos) estão. basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -). processar e armazenar energia. Para colocá-lo no estado ligado. Fótons. termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações). Numa definição mais abrangente. a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. os transformadores. utilizando a eletrônica de potência. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão. podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. Sob esta definição. os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . Também é considerada um ramo da Eletricidade que. do Elétron. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência. ondas eletromagnéticas. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos. sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa. as linhas de transmissão (que transmitem energia). Entre os mais diversos ramos que a abrangem. Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. partículas elementares. uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. todos. Complementar à definição acima. armazenar. onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos.informações . quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. as propriedades e comportamento.

a tensão através da chave se define a zero. aí está a eletrônica. A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. as memória eletrônicas. interagindo. No estado ligado. indutores. os microprocessadores. pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga. A válvula termiônica.Eletrônica terminal da porta (G). fotocélulas. antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. assim novamente para onda sonora. etc. resistores. além de miniaturizar os capacitores. o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). Assim.(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). entre outros. medindo. os microcircuitos. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se). "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. no mais. O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. Quando não houver a tensão aplicada na porta. Aos poucos. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). Sem a eletrônica. ao passar do tempo. também chamada de válvula eletrônica. Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. indutores. resistores. onda luminosa para onda sonora e vice . Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. para em seguida a captação desta. isto seria impossível de se conseguir. dentro de um bulbo de vidro.) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. diodos. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). A eletrônica. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". por definição. modificando. e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos. capacitores. ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos. acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. mesmo assim. foi substituída pelos transístores.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. da emissão eletromagnética através do espaço físico. o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). o segundo porém mais moderno que o primeiro.

podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. amplificação. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. através de um feixe de luz. Estes interligados formam circuitos mais complexos. tudo isso. 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que.Eletrônica versa. milissegundos. por exemplo. em segundos. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. etc. até chegar ao resultado final quando.

quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. Ao mesmo tempo Flemming. porém. XVIII e XIX. Julius Elster e Hans Geitel. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. Nos séculos XVII. acelerou-se. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento. em 1884. Embora funcional. aleatórias. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. na verdade. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. porém. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. Em 1835. Em 1866. Ao fazer isso. Posteriormente. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. A partir de 1850. O pesquisador. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. no início de 1880. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas. Ao fazê-lo. a corrente não fluía. Em 1861. Isto ficou registrado. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. sua utilidade era meramente para curiosidade científica. Munk. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. naquela época empregado de Thomas Edison. Hughes. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. o dispositivo se descarregava. porém com o passar do tempo. da mesma forma que Munk em 1835. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. Ao inverter a polaridade. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. . Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. da mesma forma que Munk em 1835. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. utilizando ondas luminosas. Calzecchi Onesti. que resultava num filme de óxido de mercúrio. em 1873. se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. foram informações dispersas. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. Durante sua demonstração. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si.

preparou um tubo com limalhas de ferro. em 1948. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência. Minchin e Oliver Lodge. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. O padre Roberto Landell de Moura. 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. tetrodos. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. pois acreditou-se que sua carga era negativa. quando na metade do século. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. sem uso prático. seguindo o método de Branly. pentodos. de Solari. As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. Em 1890. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. ou termiônica. Em 1897. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. A experiência foi confirmada por Hallwachs. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. Lodge então. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. da mesma forma que Munk em 1835. William Crookes e Goldstein. de forma independente. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. A partir de 1850. observou o efeito fotoemissivo. em 1894. no ano de 1887. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. porém. a válvula termoiônica reinou absoluta.Eletrônica Hertz. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. triodo termiônico. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. Hittorf. em 1893. em 1890. De novo. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica. agora na pessoa de Édouard Branly. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos". Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. Em 1901. Era o primeiro transistor. etc.

ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. inicialmente em germânio. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. todos feitos numa só base. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. interpretadas nada mais são do que informação. um galvanômetro. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. nos anos oitenta. Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. Para o transporte de informação. decodificação complexa. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. senão milhões de colaboradores anônimos. ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. outra fixas.Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse. (LSI). Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. e logo após. potência 90 W Logo após. resistors e diodos semicondutores. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica. foi desenvolvida a extra larga escala de integração. depois do trabalho de milhares. capacitors. Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. no início da década de setenta. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. Algumas são variáveis. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. • Um termômetro analógico. • Um velocímetro analógico. As variáveis são observadas diretamente. que decodificada forma letras e palavras. Estas. ou o ecrã de um osciloscópio. • Uma balança analógica. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. foi necessário a codificação de uma linguagem. os componentes passaram a ser fabricados em silício. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta. . os sinais. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. (ELSI). exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação.

org [2] http:/ / www. um exemplo disto é a linguagem binária. br . digitalizar é manipular. ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. convertem o sistema decimal para sistema binário. depende de sistemas de interpretação e leitura. da cibernética.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. ou sistema binário. pneumática. por exemplo. a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. a robotização biológica e a robótica. a leitura é indireta. com. as ondas de rádio por exemplo. é digitalizada. da informática. [2] Referências [1] http:/ / www. a biomecatrônica. onde se usa um código binário de transporte de informação. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. entre outros. (álgebra booleana). entrevistas. sabereletronica. é formada por componentes que digitalizam a informação. eletronica. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. um exemplo é a Amplitude Modulada. converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. pois esta não é direta. da ciência da computação. temos a mecatrônica. isto é. onde a codificação e decodificação é executada de forma direta. artigos. hidráulica e informática. eventos. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. retificação em meia onda do sinal resultante.

O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada).+A 8 +A +A. Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. . Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. +F +F. Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F. É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A.

-A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada).-A 9 -A -A. Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica. -F -F. Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. . O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A.

um slogan quadrado e nas cores bege. Publica livros técnicos de eletrônica. Foi fundada em 1926. radioamadorismo. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. marrom. Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. azul. verde e laranja. etc. Samsung. Como a Brastemp. branco.80's. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico. amarelo. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. E contem um gasto de energia. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. br/ . vermelhas ou cinzas. Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. 90's appliances 10 80's. com. Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. antennaeletronica. Consul. LG Electronics. redução do tamanho das paredes da geladeira. vermelho. telecomunicações etc. refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. vermelho. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. Desing Se inclui de linhas de retas. sem curvas. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos. sendo a mais antiga do ramo. etc.

que.é um componente eletrônico ou termistor. pois se for feita a redução na alimentação. conhecida por Efeito Édison.é um componente eletrônico chamado termistor. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . existem componentes cuja função é evitar este efeito. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. seu rendimento diminuirá exponencialmente. mas sim na polarização do circuito de potência. século XX. este nada mais é. ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) . com a miniaturização eletrônica. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito. A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. de acordo com a Lei de Joule. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. e somente neste caso. na qual. Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial. Neste caso. Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva.Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica. Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico. sendo então atraídos pelo ânodo. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. ou placa. Para evitar este efeito indesejável. para uma impedância dinâmica fixa. ou seja. os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor. ou seja. . conforme a escolha do projetista.

Transistor I. pois. A. As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). A.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. • Hercher.: Designing Transistor A-F Power Amplifier. Bibliografia • Lin. 0. a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica. Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared.C. M. 1958. A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA". 1956.5. Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada. RCA Laboratories. H. B. e Barco. BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados. . april. Electronics. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. Processador Pentium MMX.6 e 0. onde o "E" vem de "Enhanced". chipsets e microprocessadores. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils.76 milímetros.: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors. como por exemplo. É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. California. Após a remoção deste componente. que são soldados diretamente na placa-mãe. Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior.

Idealmente. o outro de 40kHz a 43kHz. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. Informalmente. mas bandas passantes diferentes. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. entretanto. Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. Na prática. medido em Hertz. O valor de freqüência. digamos 3kHz. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro. o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original.Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. por exemplo. Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda. .

as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. ou forma semelhante. quando próxima ou em contato com o gap.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética. será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia. Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética. Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. exceto por um pequeno vão (gap). É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel. Esquema de uma cabeça magnética . a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. e vice-versa. ou operação inversa . de modo que. Se este campo for convenientemente forte. que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético. No gap. São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). na extremidade oposta ao solenóide. Nos HDs de computador.para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico.

Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão. a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). oferecendo um caminho de baixa impedância. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso. Fabricado com dois ou três elétrodos. na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento. O centelhador opera como uma chave dependente da tensão. onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. que pode variar entre 350V e 1. substituindo os produtos que apresentarem alterações. que foram previamente orientados. acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. e posteriormente todo o funcionamento do componente. induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra. estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. usados para circuitos de alta freqüência. chegando a tensões de 2 a 5 kV. Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico).10nf. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico. ao passarem pelo gap. Fontes • Elematti Eng. & Sistemas) • MTM . e possuem baixa capacitância . um arco é criado entre seus terminais. comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante. apresentando duas tensões de disparo. Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos. A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica.Protetores elétricos e eletrônicos .2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara.

Frequentemente. Atualmente. Este sistema. também pode ser referenciado por chave DIP. No entanto. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers. que utilizava até doze chaves agrupadas. estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança.veja jumper para mais detalhes). Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . alternativa mais barata e eficiente. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas . em sua totalidade. jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. O conjunto. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits).Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. e possui um total de 256 combinações. antes do advento da RAM alimentada à bateria. no singular. Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. oferendo até 128 combinações totais. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios.

Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso. um aparelho elétrico qualquer. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade. No caso de um circuito elétrico. . Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada. é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. Interior de uma chave de fim de curso. nesse caso o fluxo de pessoas. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. O conceito de circuito aberto é muito simples. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. ou do inglês microswitch. motor. seja uma lâmpada. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas. aquecedor. enfim.

espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. com. energia elétrica. a luz foi colimada. idealmente. [1] http:/ / www.[1] Na eletrônica. com a maior precisão possível. e significa que. num tubo de raios catódicos. Caso não haja o alinhamento.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. controle de estoque. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. estes podem ser eletrônicos. marg. relatórios em geral. mínima dispersão ocorrendo. luz não espalha-se com distância. inventário de estoque. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. que depois serão utilizadas em um sistema específico. br/ coletor. lentes). as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. etc. por exemplo. Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. Na imagem inferior. disket ou wireless. consumo de energia elétrica. e portanto. linhas de fluxo eletromagnético. ou outros processos. Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. porta USB. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. as imagens ficarão deformadas. como empresas de fornecimento de gás. [1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. água e esgoto. luminosos. com. comprometendo assim a observação. através de leitura de código de barras ou manualmente. controle de consumo. Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa. . Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. comanda de bares e restaurantes etc. A palavra é relacionada com "colinear". na prática.

19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador. [1] Collimation of light (http:/ / cem01. com. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. . eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. asp) Conector DIN Conectores DIN. No início da década de 80. Grundig e Telefunken. / collimation. pdf). Página visitada em 04-10-2009. com quantidade de pinos.Colimação No caso de equipamentos médicos. tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. feiradeciencias. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico. Existem diversas formas de conectores DIN. br/ sala22/ motor_teoria1. mouses e periféricos de vídeo. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos. .[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06. ucsd.

celular. MIL-C-39012 e MIL-55339. proteção de onda. radar.conector reto: 18 dB até 4 GHz . instrumentação.conector reto: ≤ 1. radiodifusão. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: .conector angular: ≤ 1. rádio de microondas. 75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) .conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0. rádios e redes de computadores.15 dB até 4 GHz Resistência de contato: .2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N. São utilizados em antenas.Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16.35 até 4 GHz Perda de retorno: .3 até 4 GHz . estações de base.contato central: ≤ 1 mΩ .contato externo: ≤ 0.

6 4-6 2.5 3 2.5 .0006 8.9 .4 .6 6.2.1 .5 .2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.1 3.7.8.10000 6. Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.0 5.8 50 .9.5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5.7 4.Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.

A partir da década de 80. Seu valor aproximado é. mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras. definido como fonte secundária. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. ou seja. em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. Como tanto unidades SI: F·m-1. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante. Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . descrito por Thomas Young. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. o valor de também é exato. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo. uma constante física denotada por . foi possível pôr em prática as técnicas digitais. pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações . Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. para ondas eletromagnéticas. definido como fonte primária.Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica. A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude. é a velocidade da luz no vácuo. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos.Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda. quanto são definidos exatamente. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado.

M. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. Snyder. P. Morgan.Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real. que acidentalmente é comum em residências. br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda). calor e faíscas. Kuo. Nelson. A. J. C. tais como: explosões. Um exemplo de curto-circuito. R. H. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. S. Hansen e S. Morgan. Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. Kuo. dissipação instantânea de energia. D. ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada. D. . usp. Elliott. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. além de terem um custo mais acessível. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital. Em seus trabalhos.

Discreto Discretos. Bibliografia • http://www. em automação. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V. .p ( diferença de potencial) é nula. procure o DATASHEET deste CI. são as entradas e saídas digitais.br/artigos. ou na tensão em que esteja trabalhando). tais como os componentes simétricos.com.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto. para calcular os curto-circuitos. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d.fasorial.Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas. O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores. • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado.d.

Teal e Morgan Sparks. eventualmente descontrolado. para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são. com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. em essência (ou "intrinseca". é dito semicondutor intrínseco. Essa consideração. Contudo. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm). estável. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. como também se usa dizer. ou tipo N. pois. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou. contudo. ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. propriamente) as do semicondutor e. é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. Assim. 1 ppm (uma parte por milhão). em essência (ou "intrinseca". durante a Segunda Guerra Mundial. dizem-se semicondutores extrínsecos. . como também se usa dizer. vez que. O cristal permanece. propriamente) as do semicondutor. vale dizer.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. é dito semicondutor dopado. a serviço da Sperry Gyroscope Company. no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). na era atual). pois. na constância da recombinação de pares. Dopados. usualmente). as lacunas. pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s).[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. Entretanto. os elétrons. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand. Semicondutor dopado Em contraste. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. senão realmente nulo. Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. sim. para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação. História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. ditadas pela presença do (ou dos. tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas. 1 ppb (uma parte por bilhão). notadamente este último. dizem-se semicondutores degenerados. e consequentemente. respectivamente para as adições de índio e de fósforo). Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. consulte Dopagem.[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K. para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. após o fim da guerra. quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores. consulte Dopagem bioquímica.

Página visitada em 2007-08-12. [3] Sparks. depth=1& toc. L.110. alumínio. 1950. Gordon K. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO. Issued March 17. Hilton & INTRATOR. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários). view=frames& chunk. gálio. id=& brand=oac). a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. 1944. 1972. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. 1953) . cdlib. assim. Rio de Janeiro (RJ). Dispositivos semicondutores. et al.. P.2. Patent 2. Edmond. arsênio. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo. id=div00182& toc.631.356 (Filed June 15. com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). antimônio e bismuto." U. granted 1950 [2] Morton. University of California: In Memoriam. "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials. portanto. permitindo.A. conotativamente. índio e tálio. Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento". S.530. Brasil: Ao Livro Técnico S.Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro. Morgan and Teal. (1985). [1] US Patent No. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc. filed. permitindo. John Robert Woodyard. com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança.

Quando utilizar Duplexadores Um duplexador. normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. na maioria das vezes. O Rejeita-banda. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado). Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador. . a instalação na torre será muito mais simples. Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda. em uma única linha de transmissão e antena. é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena. e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma.

wikipedia. Por exemplo. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). o duty cycle é de 0. dentro de cada período de 100 segundos. Muitos componentes elétricos (por exemplo. Por exemplo. é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. Em vez de gerar uma tensão contínua. é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". dentro de cada período é o periodo da função. os relés) ou eletrónicos (por exemplo. a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. Dessa forma. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. Referências [1] http:/ / pt. Da mesma forma. Nessas fontes.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica. o duty cycle de uma onda quadrada é 0. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. Neste caso. duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula. já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle. ou 1%. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). ou 50%. fica desligado por 99 segundos. org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso . em um trem de pulsos retangulares ideal.25. dispositivo ou sistema está em operação. Nesse contexto.75 = 9). O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho.5. funcionam em regime de liga-desliga. repetitivamente. Por exemplo. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período. Assim. Num fenómeno periódico. um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente. volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. o duty cycle é de 1/100. o drive fica ativo por 1 segundo. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente.

O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal. multiplicando rapidamente os portadores de carga. embora o patenteasse em 1883. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal. fazendo com que a corrente fluisse. enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. Edison não viu nenhum uso para este efeito. e ocasionalmente um elétron terá . Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". melhor que ser uniformes. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento. Entretanto. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento. Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. É base para o funcionamento do diodo Zener. Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. relativo a sua descarga. Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. O físico britânico John Ambrose Fleming. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. conhecido como diodo. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos. O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons.

saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. . à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. À temperatura ambiente. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. Devido a função exponencial.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. por meio do calor. é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente. chamado nas válvulas eletrônicas de placa. ou ânodo. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura. os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento. 'k' é a constante de Boltzmann. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. e varia de metal para metal. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. 'W' é a função trabalho. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho. A constante de proporcionalidade 'A'. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material. A lei de Richardson. conhecida como constante de Richardson. e 'h' é a constante de Planck. Efeito Édison Ou emissão termoiônica .

A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. concepção e produção de sistemas eletrônicos. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . Mas hoje em dia. e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970. que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! . quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada. Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design).Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980. reduzindo assim o tempo de projeto. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. o curso de eletromecânica foi ficando para trás. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. que forma profissionais de nível superior para atuar na área.

uma isomerização. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. Eletrônica Orgânica). Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. Cada vez mais. o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. O sinal pode ser a emissão de um fóton. Por isso.Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. Nessa escala. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. No caso. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. ou. esquentavam muito e eram de difícil manuseio. co-fundador da Intel. realizando o processo de miniaturização. Transistores. a miniaturização esteve presente na eletrônica. liga ou desliga). uma mudança na resistividade. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. são usados Resistores. [2] . a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. para isolamento. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes. há uma saída ou resposta. . observada por Gordon Moore. moléculas e macromoléculas. conhecida como Lei de Moore. é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. Entramos nas dimensões da microeletrônica. numa pequena superfície. por exemplo. os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. que sugere que a cada 18 meses. Para isso. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. Aparentemente. Em [3] . ou uma e outra. quando comparados aos circuitos integrados. o número de transistores num circuito integrado dobra. do pequeno para o grande. Na Eletrônica Molecular. que eram de grandes dimensões. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. Com a diminuição das dimensões dos dispositivos. as chaves (como um interruptor. Tunelamento. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. a não-passagem. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. Diodos. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. entre outras. para uso como resistores. No caso da Microeletrônica. Nesse caso. capacitores. encontram-se átomos. usando respostas do tipo 0 ou 1. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. Moletrônica (ou ainda. com uma série de 0/1. A partir de uma entrada.

isto é. Porém. são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. No primeiro caso. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais. um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. numa dupla condicional. Diodos e Inversores (portal NOT). a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal. que A e B aconteçam. Am. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos. com a exposição à luz ultravioleta ( ). 1997. como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET). em geral. 1*0=0. ou seja. Adaptado de J. Chem. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. na condução de corrente. também são importantes e têm relação com os nanofios. 119. e no portal molecular. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. não importando a ordem. Em relação à dimensão. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. Quando adicionamos X e Y. por exemplo. Soc. a condicional é NÃO. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. presença ou ausência de fluorescência. faça algo se acontecer A E B. precisamos. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso. podemos comparar as reações com os portais lógicos. isso significa a adição de X e Y.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. para que o evento aconteça. AND. 2679-2681 Analisando o esquema acima. A adição de um reagente X ou Y altera a saída. a saída é um 1.[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. simultaneamente. como os sólidos. por exemplo. por suas dimensões reduzidas. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. .

Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). se houver uma diferença de potencial na porta. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. recebê-los. Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. Nas pontas. A fonte vai emitir os elétrons e o dreno. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). isto é. material semicondutor. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. senão. não há passagem de corrente. pois. Os transistores tradicionais são feitos de Silício. levando a maior poder de processamento. que pode ser dopado. a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta). Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. por sua emissão característica em um comprimento de onda. dependente do tamanho da partícula.

[10] 35 Em azul. interagindo fortemente com outras biomoléculas.Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas. Os Catenanos. existe um tipo de isomeria. sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. C60 [1] e tióis e derivados [6] . o macrociclo. Em [7] . 1 ou 0. Dipolo-Dipolo. abstratamente. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. assim como os Catenanos. Interação . um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. Graças a essas interações. As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. Existem vários tipos de interações intermoleculares. Interações de London. Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. as “interações não-ligadas”. Ligações de Hidrogênio. Acima. No mundo das moléculas. são necessários alguns conceitos chave. além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. na memória. . Os programas dos computadores usam o binário. Reconhecimento Molecular. Isômeros Topológicos entre outros. foi citada uma espécie de rotaxano. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. Os Rotaxanos. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular. que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. Transferência de Carga. a Isomeria Topológica (topoisômeros). as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares. compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. por sua vez. por exemplo. Para esses grupos de moléculas. na ponta de um AFM. Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. que. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. sendo usadas. um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. é a presença ou ausência de corrente num contato. algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. por exemplo. O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. Alguns conceitos como Interações Moleculares. O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido.

sensores para telas sensíveis a toque. [12] 1. [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono.SWCN. (n.n) (Fig. como pinças de AFM. são os Fullerenos. O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN. Num Nanotubo de múltiplas camadas. clusters aproximadamente esféricos de Carbono. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. O mais famoso deles é o C60. Um Nanotubo de Carbono. existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). como o C70. transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica. 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. Retirado de Se θ = 0°. para θ = 30°. em particular. Além do Carbono. entre outros inorgânicos.MWCN (retirado de ). também existem outros átomos com nanotubos: Boro.m). pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. Já foram usados como FET. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno.0).Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular. Para todos os outros ângulos. Bismuto. Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes). 2. 9 (a)). De forma simplificada. os nanotubos são designados como (n. Silício. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol. São usados de diversas maneiras. dependendo do método de preparação. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo. . mas existem outros aglomerados com mais átomos. um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento.

na administração de medicamentos. Lantânio em C60. existem máquinas . Para este processo. sendo preciso uma separação dos componentes. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60. No Arco Elétrico. [19] assim como moléculas. os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. Quando forem (n. a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados. que. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato. [20] Um importante método é a CVD.0). [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica.Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. PECVD e métodos eletroquímicos. isto é. C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ). Esse método. Chemical Vapor Deposition.n) armchair. podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. principalmente.0) zigzag e (n. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço.n) serão condutores. [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. além da Eletrônica. um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] . onde o @ significa at. isto é. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. pirólise. O primeiro deles foi o La@C60. também são usados para a preparação de outros Nanofios. [18] mas outros metais também foram incluídos. Fullereno “Endoédrico”. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography. tendo uso potencial. Deposição Química por Vapor. também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência).m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n. Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno. além dos Nanotubos. Impacto (Ablação) com laser. alcançando bom rendimento [21] . os chamados Endohedral Fullerenes. (n. Numa coluna de cromatografia.

formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). na indústria. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. raios-X característicos. são necessárias nanopartículas de metais (Ni. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). . após ultrapassar a amostra. RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos. Então. Álcoois. A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão). Fe. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. Y. [22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. é analisada. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando.Eletrônica molecular já preparadas. Utilizando a TEM. sendo o método mais usado para produção em massa. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador. Esta técnica permite saber a quiralidade. sua composição e condutividade. luz. 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. Co. CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. O contraste é feito pelo computador. são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. Na Microscopia de Transmissão. chamadas de Aparelho de CVD. o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. corrente e elétrons transmitidos. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. O diâmetro.

tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência). com/ learn/ applications/ ?docid=64 . O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh). andor.Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma. retirado de http:/ / www.unicamp.pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. retirado de http:/ / www. como a TEM. metalmat. a partir da análise da luz espalhada pela amostra. apesar de não ter resolução para átomos. ufrj. retirado de www. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.ccs.br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO.

com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www. retirado de http:/ / resources. metalmat. com um Espectro Raman de Alta Energia. permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): .Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. ufrj. finalmente. renishaw. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. [25] E. Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor. a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina.

um filme monocristalino em um substrato monocristalino. MEB (Epitaxia por Feixe Molecular).htm . chama-se Heteroepitaxia.if. o processo é chamado de Homoepitaxia. é um método de depositar. tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica). O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas. Caso sejam diferentes.br/~pires/Crescimento.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação. Se o filme for depositado num substrato de mesma composição. Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida).ufrj. que atua como uma semente para o crescimento. VPE (Epitaxia em fase vapor). formando um colóide. que. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis. de maneira ordenada. se limitados lateralmente.

átomo a átomo. camada por camada). Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. Pontos Quânticos podem. Stranski-Krastanow (SK. levando à formação de “ilhas” nanométricas. .Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. se dá o fechamento do anel. ac. serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento. htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. Volmer – Weber (VW. uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. como na construção de um circuito integrado tradicional. bris. durante a interação. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. ainda. com a ajuda do reconhecimento molecular. Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares. em moléculas distintas e. É possível prepará-los mecanicamente. As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). tensão minimizada em ilhas). são unidas. chm. formando Pontos Quânticos. através da AFM. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios.

Yi Luo. Yuri Bunimovich.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang. Fraser Stoddart . Fraser Stoddart.Xiangfeng Duan.. num trabalho preventivo. Outras opções também se apresentam. Commun.: Vol.net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares. inovacaotecnologica.INC.html http://www. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co.if.J. Sheriff.br/~emecbpf/Programa. Hsian-Rong Tseng. Steven J. Chem.ufrj.Logic Operations at the Molecular Level. [3] Alberto Credi.Retirado de http://www.Editora Livraria da Física • http://www. cujo binário está baseado no spin (qubits).br/eletronica-molecular-ppt-a28492.br/coluna. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol.com. Ltd.com. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica.VOL 413 . Erica DeIonno. Lincoln J.ufrj.br/~tclp/SemanaFIS. 119. inovacaotecnologica.iqm.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E. Lieber .ufrj.br http://www. Ezekiel Johnston-Halperin. br/ noticias/ noticia. James R.ebah. Green. A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano. Pte. ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial. J. Além disso.guiadohardware.html http://omnis.: 91. Am.metalmat. Langford. Vincenzo Balzani. Jang Wook Choi. Lauhon. Kyoung-Ha Kim. Benoit Domercq. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol. J. 195–197 – DOI: 10.Revista Guia do Hardware.php?b=120830 • • • • • • • http://www. evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias.cbpf.html http://omnis. Bonnie A.Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica. e solucionar esses impactos.html http://www. é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde. Young Shik Shin. Nessa evolução.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks .com. como a Computação Quântica. Akram Boukai.NATURE .Science 294.inovacaotecnologica. Ke Xu. Atualmente.unicamp.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 . [5] Yu Huang. com. Soc. An XOR Gate Based on a Molecular Machine . 414 – 417. 1997.if. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. referência de http:/ / www.forumpcs. 445. br/ noticias/ noticia. Charles M.1039/b613201d . Hong Meng & Zhenan Bao . Ainda existem dificuldades a superar.br/~pires/Crescimento. 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House. Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 .Yi Cui.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors .html http://lqes. Leitura de apoio • A evolução dos computadores . 1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www. 2007. com.br/escolanano/apresentacao_pdf. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem.

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Sistemas ininterruptos de energia. definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. pois estará consumindo mais carga que o necessário. para a saída. Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica. o "on-line" e o "off-line". No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C. normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation). .) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". para quando for necessária a sua utilização. Uma fonte de alimentação ininterrupta. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. alimentando os dispositivos a ele ligado. em alternada C. Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador. O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns.A. quando há interrupção no fornecimento de energia. mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos. Sua alimentação é provida por uma bateria. menos autonomia ele terá.C. Essa bateria possui uma autonomia. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação. que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente.A.C. Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). da rede elétrica em tensão C. (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica.Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. Line interactive são uma evolução dos "offline".

Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. Monitores de CRT consomem em média 60 watts. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência. após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga. neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break.4375). Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha. etc) ligado neste filtro de linha. mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. luminoso ou digital (LCD). Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. caso necessite. equivalente a um computador e um monitor CRT.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). caixas de som. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito. Nas flechas tem a indicação da fase e neutro. Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". caso contrário pode danifica-lo. . sendo por meio sonoro. por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD. Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor. Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos. que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0.

Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes . amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. Neste caso. uma grelha e uma placa que faz de ânodo. Como em decibeis. Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB. linha de transmissão. Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte.Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo). essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. . Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. hamamatsu. A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro.Basics and applications (http:/ / sales.7% do valor da faixa de passagem. na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF). sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico.

htm [2] http:/ / www. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. sengpielaudio. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão. temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2). obteremos uma corrente eficaz maior. possuem reatância igual a -1/wC Indutores. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. . dispositivos que armazenam energia no campo magnético. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0. com/ calculator-timeconstant. irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. quando a frequência está abaixo de w0. htm Frequência de ressonância Capacitores.Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. sengpielaudio. Tendo elas sinais opostos. Desse modo. com/ calculator-geommean. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão.

Isso pode ocorrer por várias motivos. São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. um microprocessador de fala e um transmissor. o nervo auditivo que. ou mesmo que escutando alguns sons. um Ilustração do interior de um implante coclear. a corrente fornecida para o equipamento diminui. exposição exagerada a sons muito intensos. sem resultados satisfatórios. Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante).Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. processo natural do envelhecimento. retornando ao estado inicial. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. parcialmente implantado. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. A parte interna possui um receptor e estimulador. ou seja. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita. dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). O IC possui uma parte externa e outra interna. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. A parte externa é constituída por um microfone. [1] . a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. estreptomicina e cisplatina). de aparelhos auditivos clássicos. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. protegendo-o assim. o fusistor reassume a baixa resistência. a resistência cresce acentuadamente. Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico.

Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). Este tipo de estimulação é chamada monopolar. Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. cognição. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema. até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. acústica. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. As evidências recentes apontam para a . aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. geralmente implantado no músculo temporal. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. processamento de sinais. Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos. neurologia. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia. mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. devido a maior investimento em pesquisas. Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear.4mm para o eletrodo mais apical. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave. dentre outras áreas. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea. psicoacústica. em 1995 este número subiu para 12 mil. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. Como já dito antes. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia.

51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. Flanagan. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda. para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone. O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. L. puros e complexos. como descrito por J. a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. incluindo a diferenciação de pitch para sons. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica. ou um controle de ganho automático. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. [5] [6] Após o estágio do banco de filtros. O mapeamento pode ser ainda mais restrito. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. . ou um retificador de meia onda. Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. até 100 dB. Donald D. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. passa-baixas. [3] Os estudos de G. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. em uma faixa dinâmica estreita. de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. mesmo para implantes com 22 eletrodos. e posteriormente um mapeamento não linear. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. onde a membrana é mais fina e mais rígida. inclusive o homem. Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. cada canal é processado por um detector de envelope. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval.

ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. . o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano. as suas representações. O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. Se a amostra for aleatória. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. Se não for aleatória. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. Cocleograma. como funciona o aparelho auditivo humano. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. tal como os sons vozeados da fala. com esta dimensão extra. é uma forma pobre de análise e representação. Uma forma mais rica de representação é o correlograma. Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. Na figura ilustrada. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas. ou as notas dos instrumentos musicais. Cocleograma. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. permitindo. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. como os homens percebem o mundo acústico. é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração). o eixo horizontal é o tempo.

Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. parte B). O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. tecido subcutâneo e músculo. Mastoidectomia. 6. processo curto da bigorna (Figura ao lado. Outras complicações seriam: 1. Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. Lesão do anel e membrana timpânica 4. Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. parte C). Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. Fresagem do osso temporal para fixar o implante.Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). C) Fixação do implante no osso temporal. A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. Realização de uma cocleostomia. 4. . Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea. parte B). 2. lesão do nervo facial. Formação de fístulas liquóricas 3. com identificação do canal semicircular lateral. 3. No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. Fechamento da incisão. D) Introdução dos eletrodos na cóclea. 5. a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. parte D). 2. parte A). Lesão do seio sigmóide 5. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura).

em Itália. idade e nível cognitivo do paciente. 1997 . para assim. na Suécia.Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália. na Alemanha. 1981 . Para que se possa alcançar o objetivo proposto. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 .Implantação da primeira criança na Holanda.Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica. 1987 . 1988 . uma conduta nunca é igual a outra. preferencialmente. As sessões realizadas individualmente devem seguir.Sistema auditivo com corrente alternada. 1950 . ou seja. envolvidos.Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa. Psicólogos e Assistentes Sociais.Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA. em França. São eles: Otorrinolaringologistas. Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC.Implantação da primeira criança no Reino Unido.Distinção das frequências dentro da cóclea. em França. nos EUA. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional.House implanta novo adulto surdo.Experimentação da audição artificial num gato.Primeira criança implantada com Nucleus multicanal. maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC. 1868 . nos EUA. na Noruega.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade. 1953 .Estudo da localização de estímulos e eléctrodos.Implante monocanal 3M House. 1936 . 1951 . 1964 . de alguma forma. a freqüência de duas a três sessões por semana. por Brenner. para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. nos EUA.Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão. 1978 . por Frey. 1984 .Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas.Primeira criança surda implantada por House. 1957 .Chouard implanta a primeira criança surda. por Stevens e Jones. em portadores de Implante Coclear (IC). possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. uma série de profissionais estarão.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. por Wener e Bray. Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais. • 1998 .Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva. 1973 . 1990 . em França. 1961 .Demonstração de como a pele actua como transdutor. Fonoaudiólogos. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas. nos EUA. aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. por Anderson e Munson. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem. As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . por Duchenne de Bolonha. por Flottorp. 1930 . 1995 . 1980 . 1855 . nos EUA. com o máximo resultado satisfatório.Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França. EUA. são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente. para assim. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo.

(2002-06).br/) Manual do Implante (http://www. DD (1961). J. tais como válvula termiônica. Hitselberger WE. gov/ pubmed/ 12066908)". e que. G. Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605. detecção destes mesmos sinais e. QJ. von. entre outros muitos.Implante coclear 55 Referências [1] Otto.br/) Implante Coclear (http://www.implantecoclear. Kuchta J. nlm.Surd'Universo. (2005-04). Experiments in Hearing. 1960. [5] Greenwood. Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos. permitem a realização de funções diversas. nih.ouvidobionico. Speech Analysis. nlm.com.manualmerck. ncbi. gov/ pubmed/ 15735937)". . geração de sinais de distintas frequências. 1997. Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27.  Springer-Verlang. transistores o circuitos integrados. [6] Greenwood. ncbi.org. [3] Flanagan. SR. " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www. todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos. [2] Fu. Brackmann DE.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo . Nogaki G.L. DD (1990).  McGraw-Hill. como a medição de parâmetros físicos.br/) implante Coclear no Brasil (http://www.implantecoclear.29 years later".. combinados adequadamente. [4] Békésy.org. "A cochlear frequency-position function for several species . • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. Synthesis and Perception. nih. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071. Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www. Shannon RV. por fim. "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane".

Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide.Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. à noite). que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. no Brasil). A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede. Num elemento electrónico não linear. em corrente alternada. html . com/ grid-tied-inverters-t77. onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia. Tal sistema é muito comum em países sérios. O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . então a saída é constituida por uma réplica da entrada. em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. br/ [2] http:/ / www. no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar. com. Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos . que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua). um blecaute ou apagão). a saída é espectralmente diferente da entrada. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária. Sendo assim. a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro. Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www.em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. a saida será não só uma réplica da entrada. mais todas as as componentes harmónicas. podendo assim ser alimentada diretamente na rede.aerogeradores. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares.Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. solarfreaks. por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo. brasilhobby. Aos produtos da banda chama-se de intermodulação.

o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). disparos indesejados. impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray.São muito comuns em circuitos de alta potência. É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR. Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente. controle de motores. evitando assim pulsos espúrios de tensão. formado por quatro placas de semicondutores. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. Ele é um dispositivo pnpn. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . leitura de CDs. e varias aplicações em computadores. essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. DVDs. controle de fase. O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. scanners. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. ou seja. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos. Díodo laser com uma moeda ao lado . controle óptico luminoso. É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado. duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo). Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor. A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). ou seja. apontadores laseres. como relés.

Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor. Em vez de meios activos sólidos ou gasosos. A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. Hall e pela sua equipe.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica. com polarização e direcção bem definidas. Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm . Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V.Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. Actual como base. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais. As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções. A diferença está na geração de fotões que. Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada. funcionam com base neste tipo de laser.830 nm) e como material base do laser. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo. fosfeto de índio. Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). para o caso do díodo. O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . (780 nm . O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy). selenieto de zinco. coerente. o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo. O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito. É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. nitreto de gálio. Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena. Como qualquer tipo de laser. por exemplo para para transmissão de informação. As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot. O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI.870 nm (vermelho e infravermelho próximo). A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm).

Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL). junção 'p-n'.55 59 ). Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias.520 nm). O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício. Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V. No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção. Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. junção 'p-p-n'. . ou seja. Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre.Laser díodo comprimento de onda). necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal. isto é. isto é. Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL. A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL. A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL. Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo. Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm . Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. numa zona p.

O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser. É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício. Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática). Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas. As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). . O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos. As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. onde n é o índice de refracção da zona activa. etc. deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. laseres de cirurgia. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. scanners.Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. leitores de códigos de barras. A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n.

imposição a passagem de corrente elétrica. característica que facilita a perda de elétrons.htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica.576-596 • Verdeyen. São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule. sol. New Jersey (1981) • Arpad A. Laser electronics.repairfaq. Joseph T. phys.ac/physics/fplasers/fplasers. ideal para que ocorra o movimento ordenado. No. stat. p.Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. Cambridge University press. William T.org/sam/laserdio. 12 (2004) Ligações externas • http://www. formando objetos de pouca resistência elétrica .. Prentice Hall. Cambridge (2004).britneyspears.htm • http://www. Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades.. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications. . (a) 201. Bergh. lasers fundamentals.

Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância. Z.Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica. Admitância. estão listadas no quadro abaixo. ΦD D V ΦE E R. Impedância. de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. Y. elétricas e eletromagnéticas. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética .

[6] . Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor. 1. construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio. Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. indutor e capacitor. tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores.IEV) (IEV .IEC) na publicação IEC 62209-1. é similar à uma função de resistência variável. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável.IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www.[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética. tais como corrente. ed.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1. 1.às vezes. 1. mas não estão disponíveis comercialmente.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. No dia 30 de abril de 2008. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente.[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos. [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1. mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento. A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico. 1. 1. mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.0 (2004-11).0 (2005-02). ed.ibiblio. Não existe.0 (2000-10) e IEC 62226-1.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou. Usando técnicas de nanotecnologia. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . assim.0 (2005-02). Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission . [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade.ibiblio. ed. Alguns componentes eletrôncios. Essa função.IEV) (IEV -(IEV -. o capacitor e o indutor.[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971. Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. carga elétrica e fluxo magnético. de Intensidade de Fluxo Magnético. O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo. Da mesma forma que para o resistor. uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão. ed. Esta quantidade é extraoficialmente chamada. conhecida como memresistance (em português. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo. tensão. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . mas ela é comumente usada.0 (2004-11) e IEC 62209-1. a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica. em português. No entanto. ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo. memresistância). ed. [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23.

. Se M(q(t)) é não-trivial. Se I(t) = 0. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t). temos V(t) = 0 e M(t) é constante. . Memristor symbol. Evidentemente. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. Essa é a essência do efeito memória-resistência. Assim. o memrsitor parecerá um simples resistor. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que. Reescrevendo a equação. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. Dessa forma. No caso de corrente alternada. Se M(q(t)) aumenta rapidamente. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga. a equação não equivalente à lei invariante de resistência.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. no entanto. Pela Lei de Faraday. corrente e potência tenderão à zero. constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor. Se M(q(t)) é constante.[7] . quando M(q(t)) varia pouco. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. dado que a carga permeça invariável. o memrsitor permanece estático se não houver corrente. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão. como por exemplo sob corrente alternada. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. contudo.

Nature 453: 42–43. org/ 10. doi: 10. Heinz (1970). "Electronics: The fourth element" (http:/ / www. . 1038/ 453042a).1971. Nature 453: 80–83.Memristor' (http:/ / www. html). Gregory S. Tao (2008). doi. onde a voltagem. 511: .1109/TCT. Dmitri B. Pulsed high magnetic fields. pp.1038/nature06932 (http:/ / dx. doi: 10. html). Physorg. p. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). 2008-04-30. um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta. [1] Chua 1971. New Scientist.com. Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash . Williams. EETimes. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. Snider. 1109/ TCT.. Eq.. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. Stewart. eetimes. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. newscientist. org/ xpls/ abs_all. nature. com/ news/ latest/ showArticle. doi: 10. html). Paul (2008-04-30). 2008-04-30. com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. [5] Marks. [3] Tour. 37. visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. [4] Strukov. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. jsp?arnumber=1083337). (2. . por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador. Duncan R. physorg. nature. 1971.. Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias. jhtml?articleID=207403521). html). . Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos.80). com/ news128786808. [2] Chua.. Stanley R (2008). . Leon O (September 1971). então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo. conclui-se que pode ser facilmente calculado. Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology. Se o circuito é composto de CEPs passivos. New York: North-Holland. He. "The missing memristor found" (http:/ / www. 1038/ nature06932).1038/453042a (http:/ / dx. doi. ieee. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. org/ 10.1083337 (http:/ / dx. James M. Por exemplo. org/ 10. 1083337). doi.

No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2. Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti.guiadohardware. fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda. • Artigo: ReRAM .Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www. wordpress.br/info/2433-memristor.com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/).inovacaotecnologica.br/ noticias/noticia. Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade. • Notícia: Memristor. Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso. Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora. O trem de pulsos é o sinal da portadora.htm).html). Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original.com. Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www. e modulação de código de pulso.com. Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano. • Notícia: Inovação Tecnológica . consiste em uma onda quadrada. Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante. . Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem.baixaki. Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante.fm + G Onde: f = freqüência de amostragem. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada.net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa. mas não com perda de inteligibilidade. php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental). Mas na prática é preciso uma banda de guarda.

e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas. causando ruídos ou erros. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. . Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea. Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais. Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. elas são comumente descritas como contendo um som oco. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. que podem ou não incluir o zero. Entretanto. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. a qual contém todas as harmônicas inteiras. Em termos musicais. ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma.

é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. e 0 na descontinuidade. tais como 5% e 95%. Se o sistema estiver com atenuação. -1 quando a senóide for negativa. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando . Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. tendo períodos de pico e vale iguais. semelhantes à da onda quadrada. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. isto nunca é obtido. ou 10% e 90%. aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito). a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. com a quinta harmônica sendo desejável. Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente. e se o sistema estiver com amplificação excessiva.Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. Nestes casos. Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. Na prática. (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados. ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes.

Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). Ele pode ser em digital ou impresso. Controle de tráfego. Mercado Financeiro. quadradas. o que abre um leque enorme de opções. podem tambem ser chamados de triedros. triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds. Controle de Atendimento e de Estoque. . Pode ser integrado a sistemas.Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis.

Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB . Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE .Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares.Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE .Ganho de corrente (adimensional) h22 . onde Que. Nesse caso. a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa. analogamente.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE . estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente. Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB .Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos.Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe .Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos. mas com o mesmo significado. podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 .Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 .

Parâmetros híbridos • hib .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC . 2.Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores. A razão destas designações alternativas. designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos. saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos).Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc .Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1.Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc . Cálculo de impedância de entrada. Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α . Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes).Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC .

• PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos. no entanto.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo. PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. Em PSD's duo laterais. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados. o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais. Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. Position sensitive device O termo PSD. A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas. PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

valor de pico-a-pico e outros. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências). Potência de áudio é medida em unidades de potência. tipicamente variáveis no tempo. Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). valor de pico-a-pico ou amplitude total . Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. em equipamentos de áudio fabricados. mede-se naturalmente em watts. corretamente. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e. para os fins de utilização específica (audição).com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. em seu aspecto gráfico plano. usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio. chamadas sonofletores ou altofalantes. Contudo. agora. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio. usualmente variável. quer no de espectro de frequências. como para a potência e a energia.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. contudo. apresentam formas características. Tais funções. reconvertido ou recuperado na forma sonora. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. não tem sentido em análise energética. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio. quer no modo analítico. o que. conversoras.pdf) Potência de áudio Potência de áudio. valor de pico. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier. por isso. Expressa-se. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. tanto para a tensão e para a corrente. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido.hamamatsu. valor de pico. No Sistema Internacional de Unidades.

concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. assim. múltiplas. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. Em todas essas conversões. Pmed. O que se chama de potência RMS na prática é. desta última. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. como na escolha por parte do cliente. Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios.Potência de áudio etc. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. há interveniência entrópica e. uma equação simplificada pode ser usada. potência média. Não se deve esquecer que. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva.. 75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. À potência. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor). finalmente. Isso. Contudo. todavia. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. é um equívoco conceitual. em realidade. e. o valor assim calculado é de uma potência média: . Um equívoco chamado Potência RMS . Esta expressão é. com efeito. precisa ser esclarecido. desta para energia mecânica não sonora e. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. de imediata utilidade para análises de energia. embora normatizado como tal. para energia sonora audível. O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO.

como claramente o há para potência média. a potência real total pode ser menor. aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4. tão-só (e corretamente) uma potência média. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V. Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. é mais fácil. com uma onda quadrada. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%. por exemplo. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios. em realidade. pois. o que. do inglês Root Mean Square). pelo fato de ser constituído por bobinas. .[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. Tem-se: 76 Assim. analisadores de espectro de frequência etc.242 V(RMS). Contudo. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real. valores de potência sonora variáveis. em caso de medição com osciloscópio. em valor de pico instantâneo.[3] Se esse sinal é senoidal. pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão. senão. seu valor RMS é 6 V × 0.[4] Médio. Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área. amperímetros. pelo demonstrado. como também de um indutor. Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. será algo maior. Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. porém em casos especiais. Assim. com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS). em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido. não é verdadeiro. Com efeito. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais). imediato e intuitivo de apurar). no uso corrente. alem de demonstrado matematicamente.25 watts. por canal de saída de áudio. conforme já foi demonstrado em detalhes acima. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. bem como do fator de potência (cos φ)). Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS.242 V)2 / 8 Ω = 2. RMS e PMPO Aparelhos de som exibem. pode ser comprovado experimental ou empiricamente. logo de utilidade prática. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor. Essa tensão (o sinal). em valor médio. os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos.5 watts. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL).). Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. a rigor.707 = 4. Efetivamente. "potência média". impropriamente dito RMS. este carece de significado prático. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. bem como da própria resistência da carga em questão. voltimétros. Também nesse caso calcula-se uma potência média.

como é comum — conquanto equivocado e errôneo. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. que mais se assemelha a um estalo. muito menos única. pelo já exposto — se apresentar). pois. Um valor médio aceitável para essa razão. Além disso. Entre especialistas. contudo não representa. consequentemente. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. não havendo uma relação definida. numa certa medida. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. se desejar. porém sem qualquer aplicação prática. Seu uso não é recomendado. de período T. é 10. linear. Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. Desse modo. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. entre os equipamentos de tecnologia atual. Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. De posse dessa informação. um valor eficaz dado por: . havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. preferindo-se o valor de potência médio. Um comportamento assim realizado estará. Sob o aspecto normativo. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). Com efeito. Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. sem utilidade. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. também o usuário leigo) poderá extrair. sonoras) próprias. livre de apelos apenas mercadológicos e. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. toda a "capacidade de potência" dessa saída. o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. quando não se dispõe de informação do fabricante. por si só. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. assim. uma para cada frequência de uma série normatizada. . impropriamente dito RMS.Potência de áudio Assim. em potência e em tempo. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). Por vezes. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica. com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. o profissional especializado em áudio (e. o comportamento em situações de pico. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. tal termo é conhecido com o seu real significado e. portanto.

de potência e de energia. portanto. html) . em favor da utilização correta e útil da potência média. 1971. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. coleção 3 vol. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. Brasil): ABNT. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral.). a comporem a potência média total da onda complexa final. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. Brasil): FTD (Maristas). • EDMINISTER. htm • ABNT. Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t).242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. google.cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. Rio de Janeiro (RJ..net/Amplifier power (http:/ / www. net/ documents/ audio/ amplifier_power. dita série de Fourier. 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www. epanorama. . São Paulo (SP. Deixa. Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. Teoria e Problemas Resolvidos. π]. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. • HAYT & KEMMERLY. SJ). imprescindível. de sorte que. permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série.. 1988 (Em vigor). respectivamente.Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. wwu. Física. pois. Considere-se. São Paulo (SP. Alto-falantes . com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4. Firmino (Ir. São Paulo (SP. todos os produtos indicados [V . A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se. Análise de Circuitos em Engenharia..t). 1974. para cada função ƒ(w. Circuitos Elétricos. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. pois.I . ac.Richard Vawter [2] epanorama. Sejam v(t) e i(t). de corrente.. NBR10303. • BONATO. net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6. com/ search?q=(4. 1990. tensão e corrente. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower. google. ao serem multiplicados os vários pares. aerodinamica. pois. integrável em [−π.t) periódica de período 2π.Comprovação de potência elétrica admissível. Essa demonstração esclarece e. as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes). na qual. Joseph A. (Segundo volume. realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente. definitiva e irretorquivelmente claro que. A análise de Fourier de ambas as funções de onda.

com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd.br/powerlim. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores.com. fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco. . captura esquemática.org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www.co. Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www.studior.wikipedia. e placa de circuito impresso (PCB design).pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência. homerosette.Potência de áudio • SETTE.com) 79 Ver também • Audio power. História e Aplicações (http://www.labcenter. Fundamentos.). A Engenharia de Áudio. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB.wikipedia (http://en. na en.uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1]. Eng. Homero (Prof.

Componentes do Sistema ^ LaMothe.simulador industrial padrão SPICE3F5. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Sams. mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. 2005). Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual. combinado com simulador digital de alta velocidade. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation . ARES . simulação SPICE de circuitos. VSM . etc. significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela. rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos. simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo.Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware. Suporte técnico direto com os autores do programa. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . ISIS Schematic Capture . labcenter.para os layouts de PCB. uk/ . Atmel. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS. ISBN 0-672-32820-8. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil.labcenter. e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle.Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática. como Microchip PIC. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual.com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www. Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática. co.sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente. quando comparado com um processo de desenho tradicional. The Black Art of Video Game Console Design. ARES PCB Layout . Andre (December 22.

Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes. uma vez que não necessita soldagem. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards . As placas variam de 800 furos até 6000 furos.Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais. Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. tendo conexões verticais e horizontais. ou placa de ensaio (ou protoboard. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes.

vermelho e verde. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). Um pixel é uma unidade composta. ocasionando o irritante ponto escuro. em inglês Dead Pixel. É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. Assim. nas cores azul. por três sub-pixeis. com um pixel morto. ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. como o verde. dependendo da norma usada como . no processo de fabricação de monitores LCD. geralmente. Até aí. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. Os com até 04 pixeis. funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. conseqüentemente. teoricamente falando. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. o processo fabril ainda está limitado e. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. vermelho ou o azul. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito. Píxel morto Um pixel/píxel morto. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado. claro ou com cor constantemente acesa. engenharia e custam mais caros. Porém. é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida. é chamado de pixel preso (stuck pixel). Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido.

a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. y. uma limitação técnica. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. e assim simplificando a análise. Uma vez feito isso. h. assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. ou seja. são comercializados normalmente. filtros e casamento de impedâncias. não caracterizando um defeito e sim. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel. Não há como prever. só se verifica. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo. substituindo por seus parâmetros característicos. T. g. Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. igual à impedância de entrada do seguinte. quando da fabricação.Píxel morto padrão. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta. 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). atrvés das cores RGB(Red. Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela. dicasparacomputador. A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante. Green e blue). com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. Como os pixeis são independentes. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. esta situação.

Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2. Embora sejam mostrados resistores. as variáveis potência e energia são mais úteis. . 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2. Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens. impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares. . Em altas frequências. frequências de microondas por exemplo. onde O quadripolo é dito recíproco se . .Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências.

[1] P. S. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais. P. §10. Jaeger e T. Lewis. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits. ) e o periodo .  Third Edition ed. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular. N. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica.5 §13.5 §13. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro.2. and R. p.H. define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado. 2001. New York: Wiley. 172.R. Boston: McGraw-Hill. Microelectronic Circuit Design.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída.G.  Fourth Edition ed. p. C.8. Gray. [2] R.J. 2006. p. Meyer. §3. Blalock. Hurst.

. Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito. o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica.Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. sendo denomiodade como a região negativa. este circuito é chamado máquina de estados. e está situada no Cátodo. Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. Em um projeto RTL. que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor. A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware. a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level). Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. estes blocos são chamados pipelines. Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas). a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons.

Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor. o valor do ROE será em torno de 6:1. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor. assim. Porém. a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada. em VHF ou frequências superiores. nem sempre é o caso. . A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias. No entanto. Por exemplo. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. será possivel casar os dois elementos e. resultando em ISWR (em inglês). que possui o mesmo valor numérico. considerando uma linha de transmissão.2 dB. se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. Em ambas as posições. uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas.Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2. Por exemplo. A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. por isso. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner). cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. o casamento deve ser mais bem realizado. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR). um ROE (SWR) de valor 1. Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR). Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima.75MHz. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena.

menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal. a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. por exemplo. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. do inglês. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica.Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. e dentro de uma mesma largura de banda. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa. a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. Se. Ver também • Decibel . definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. Em termos menos técnicos. isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. Definição técnica Em engenharia. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema.

para aplicações de controle embarcadas. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). Isto também consome mais corrente. tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. Como um método de acesso de canal. O dispositivo TTL 7407. Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). de vários milhares a um milhão de ohms. Para o CMOS e MOS. Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. de qualquer forma. ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele. são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. Contudo. a tensão irá para 0V. embutir internamente. Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". de qualquer forma. Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V. Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC. Em I²C. Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. um buffer de coletor aberto. a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". Muitos microcontroladores] pretenderam. Por exemplo. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . Semelhantemente. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. possivelmente operando em tensões diferentes. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. e ativar o Relé. Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia. Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. quando a corrente é puxada através do resistor. caso contrário eles variam acima de VDD. valores muito mais altos de resistores podem ser usados. Por esta razão. para uma função OR em lógica combinacional. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. porém como um dispositivo de coletor abert. o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que.

sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. é aproveitado.mediante o uso de condensadores eletrolíticos. pois apenas um dos semiciclos. A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos).Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. Utiliza um diodo como principal componente. Esta revista era co-irmã da revista Antenna. anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro. . 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada. A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. Brasil. Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada. Entretanto. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem . na edição da revista de Março de 1972. tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo. Selenir Cunha. da senóide. visto seu baixo rendimento.

Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang . Ruído de repertório .Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico . provocadas pelo repertório dos emissores e receptores.do inglês shot noise. • Ruído térmico .Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker . Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo .refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem.refere-se a ruídos de causas artificiais. sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. ruídos atmosféricos. Biologia. Classificação Ruído natural .refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo.refere-se às interferências internas do processo de comunicação. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica. De forma parecida a granulação de uma foto. ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno . a palavra ruído significa barulho. Eletrônica. Ver também • Ruído branco . por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão.Aplica-se a semicondutores.Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum. como outra mensagem. ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom . como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código.Aplica-se à testagem de sistemas de áudio. válvulas e resistores • Ruído browniano .Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa .Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência. como por exemplo. também tem o sentido de ruído.refere-se às interferências externas ao processo de comunicação.do inglês popcorn noise. Computação e Comunicação. quando evidente. ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica. Ruído endógeno . por exemplo. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação. Cibernética. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório). Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca . som ou poluição sonora não desejada.

Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio. Por exemplo uma resistência de . que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico.[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo. a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão. ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências. onde P é o ruído térmico em Watts. é dado por a uma temperatura de (16. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por. . Para uma dada largura de banda. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. O ruído térmico é aproximadamente branco. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. que foi capaz de explicar os resultados. Johnson noise. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico. e R é o valor da resistência em ohms. quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído. T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins. Este é independente da corrente aplicada.[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito. Para uma resistência de .7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. também dos Bell Labs. Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído. . Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos.

google. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. php http:/ / www. The other forms of noise do not. utoronto. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. Phys. Texas Instruments. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise. kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. aps. Rev. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. physics. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. ps . htm http:/ / www. aps. sengpielaudio. "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. pdf http:/ / www. Nyquist. Página visitada em 2006-12-06. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. 32." [2] J. h é a constante de Planck. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). com/ calculator-noise. a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. p. 97 (1928) – the experiment [3] H.Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. licha. ti. Ver também • Harry Nyquist • John B. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random. ac. phys. Em geral. de/ astro_article_ccd_bias_dark. H. ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. org/ abstract/ PR/ v32/ p97). sci. "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link. Op Amps For Everyone (http:/ / focus. 32. pdf) (PDF). kobe-u. others (August 2002). Phys. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. tpgi. Ron. pdf#page=148). 148 (http:/ / focus. Johnson. com. Application Notes pp. ti. Rev.

As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas. que segue as especificações S/PDIF. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis.S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares). e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados. Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. o programa foi codificado em C. Conector óptico TOSLINK. Mais recentemente. capacitores. Por exemplo. é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU).. é utilizado o método de Newton-Raphson. na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. Tanto essa versão. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley. resistores.. História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. campus de Berkeley. S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. . como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. É uma poderosa ferramenta usada para testar. Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. A partir da terceira versão. transistores.

sourceforge. dial. html . net/ http:/ / tclspice.SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. sourceforge. com/ designtools/ software/ http:/ / www. linear. net/ http:/ / www. pipex. terrypin. com/ ECADList. Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice.

incluindo a Sony. com/ asp/ SummaryQuote. para redes assíncronas 2G. e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc. Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose. Garmin. Inc. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops. nasdaq. (NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm). California. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. TomTom e Magellan. A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. com/ . Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo.SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings.5G e 3G. Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes. 2. a parte digital do GSP3f. sirf.

por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. . a interferência foi amplificada junto. que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. na maioria das aplicações práticas. em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. que é o transdutor. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico. introduzida involuntariamente no sistema. que por sua vez. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. convertida em eletricidade por um transdutor. Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. Qualquer informação indesejada. é considerada ruído. apenas por impulsos elétricos). O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). isto é. porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). como descargas atmosféricas e raios cósmicos. O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. Contudo. diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil). Todos os movimentos feitos pelo side-stick.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus. Por exemplo. inútil. pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). É o sinal elétrico puro. o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. pois os side-sticks são utilizados em Airbus. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito. por exemplo. voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). pode-se perceber. Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. ou nociva. ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. Entretanto. • Analisando a corrente que passa por um condutor.

Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. Onda de forma senoidal (traço verde). a tensão). e não do sinal real. pode-se conhecer o espectro de freqüência. de freqüências e amplitudes diversas. e vice-versa. Para um mesmo sinal. ainda existe a representação fasorial. Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Aparece em circuitos reativos e capacitivos. muito mais comum. As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides. Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. Transformação A partir da forma de onda. • Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. por exemplo) na tela de um osciloscópio. aplicando-se a transformada de Fourier. Este gráfico é chamado de forma de onda. em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo. Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal.Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. que quase sempre é imprevisível.

A transcondutância é tipicamente muito alta. então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação. A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho . Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação. Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. permitindo alcançar resultados muito fortes. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. o que na realidade não acontece. O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t. O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. . este valor na teoria deveria ser infinito. Na saturação a saída é constante.

chamadas de memórias RAM Random Access Memory . J. R. Sharma. mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. criação de processadores para computadores quânticos. porém aumentando a capacidade de armazenamento. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence. A. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory. também conhecida como magnetoelectrônica. Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador.Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1. N. então. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. 2003. D. e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. pages 2458-2461. 2001. P. O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando. Science 294. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. 1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias.* . um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. S. Knobel. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". June 29. O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo". mudar a orientação do seu spin). D. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. Science 307. Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados. 3rd Edition.Memória de acesso aleatório. Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. mas apenas um número de cada vez. Gupta. Grinevich. Awschalom in Science. pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso. A. 292. entre outros. Wolf et al. Samarth and D. • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future. Vol.

sciam.[1] . maquinas de lavar. computadores. 20030610_mram. www. pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www. rádios. etc. dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by. Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário. ibm. cm-seixal. Página visitada em 10-11-2009.brasilescola. htm). html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global.pdf) (em português) . fornos de micro-ondas. [1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www. cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. com/ comm/ pr. DVDs. research. consoles de videogames. televisores. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. com/ article. brasilescola. nsf/ pages/ news. Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www.com.

. O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. o que requer sua substituição.I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência. Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada. Ele pode queimar. Isso é possível pois há uma etapa de R. O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. tem-se: fol = frf + F. Ele. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção. O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos.F. uma pequena placa de fenolite em forma de círculo.Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. (Rádio Frequência). chamada de F. entre o sinal da emissora e o do oscilador local. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão. no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada. O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. assim como as válvulas. um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor).I. (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal).

A. normalmente um diodo de R. Os amplificadores de F.I..F. 2. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor.I. 3. 5. pois trabalha com o coletor sintonizado na F. Detetor C.I.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor. Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F.F. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local. Etapa de F.G. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula.F. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C. .G.A. 103 Blocos 1. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R.I. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar. 6.I. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena. Etapa de R.A. com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz.Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol .G. o alto-falante. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R.Existem também outros métodos de se montar um oscilador local.F. Gera então no coletor a diferença dos sinais. (455KHz). O objetivo do C. Somente recebe o sinal pela antena.I. Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F. e quem faz essa função é o oscilador local. Detetor Um simples detetor de envoltória. 7. 4.F.

f0 e fol + f0. Conclusão As funções dos blocos são: 1. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma. for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio. São eles: 1. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F. constante durante toda a faixa de recepção.P. Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz.F.I. Etapa de R.: Efeito amplificador e F. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. . O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F. 3. mas havendo o risco do efeito frequência imagem. Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados. (em fol – f0). Apenas para melhor audição do som.I. 2.F. Amplificador de F. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele. Nem sempre isso ocorre. 5. Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente. 4.Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer. Se o filtro de R.: Seleciona a emissora. Frequência Imagem 2. local obedecem a equação: 1/√LC . as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência. Misturador: Multiplicador gerando fol .I.F. sendo que o resultado tem de ser 455 KHz.

mas desta vez a 160 K (-113 ºC). Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu.15 °C). prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido. exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C). quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores. De característica intrínseca de certos materiais. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. Materiais como cobre. no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. Para isso também se usa hélio líquido. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). por fim. Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz. material caro e pouco eficiente. a aplicação de correntes de transporte. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC).Supercondutividade 105 Supercondutividade . Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. O recorde atual. e diamagnetismo perfeito. conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. Jtr. funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. ou seja. para conduzir corrente sem resistência nem perdas. Tc. este estado pode ser descrito por uma única função de onda. os fisicos da IBM Karl. Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. . lantânio. ou seja. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. a elevação da temperatura na região experimental e. Em 1986. A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor. -269. quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F.

Schriffer). ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. M volta a ser nula em HC2. Teorias fenomenológicas. Em 1933. Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. que data de 1950. Mais tarde.15 K. . Três anos depois. H. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. Para H > HC2 o material transita para o estado normal. notou que abaixo de 4. Hc. acima do qual a amostra está no estado normal. regiões supercondutoras e regiões normais. A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. sua resistividade caía abruptamente a zero. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. John Bardeen. por isso. e os do tipo II. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner).. como a de Ginzburg e Landau. Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que. originando o chamado estado misto. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético. Um campo inferior HC1. ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade. Leon Cooper e J. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade. Efeito Messner . Neste estado há.. abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. Em 1957. L. atraídos pelos fônons (vibrações) da rede. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). Bardeen. Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento.Supercondutividade 106 História Em 1908. acima do qual o efeito supercondutor era destruído.Messner. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. Essa blindagem é suficiente até Hc. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld. os do tipo I. O módulo da magnetização M é máximo em HC1. então surgem correntes que blindam o material. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. no interior da amostra. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J. Cooper e J. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. em geral muito maior que HC1. geralmente baixo. R. mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. comumente chamado Efeito Meissner.

como exemplo. sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device).1992 . trens que levitam. Academic Press (1995) • A.SP .Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C. com o aparecimento de regiões normais em seu interior. que possibilitam gerar campos magnéticos intensos. que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. P. pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora. The Physics of Superconductors. Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev. Rose-Innes and E. R. aparelhos de ressonância magnética nuclear.RJ .Rio de Janeiro . Superconductivity. br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns. Pergamon Press. 2 (1994) • Schmidt.Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria. H. Poole Jr. Farach. como construção de bobinas com fios supercondutores.São Paulo . fios de cobre.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria . contrariando o princípio da mínima energia. a energia total do sistema é minimizada. Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20. Creswick.Brasil . Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super. por fim. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. com.Editora Edgard Blücher Ltda. J. H. que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis. A.1992 . Rhoderick. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e. C. shtml . Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . o que é possível pela falta de resistência do material. 107 Aplicações As aplicações são várias.Brasil . As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras. Revised ed. • José Leite Lopes .Aplicações da Supercondutividade . abril. Introduction to Supercondutivity. Editora Saber 1987.

ou qualquer outro sistema eletrônico. RAM) para tecnologia. unicamp. usjt.System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC).ieee-socc.Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt. eetimes. capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode.[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC. com/ showArticle.html) (em inglês) . em inglês). UNICAMP. em larga escala.?articleID=159901628) (em inglês). [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www. Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp. Eetimes. e que são usados com vários periféricos acoplados. se refere a todos os componentes de um computador. uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). E. em um circuito integrado (chip).[1] porque é mais simples realizar o agrupamento.[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. inf. funcionarem. Página visitada em 25 de novembro de 2009. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. em português. Página visitada em 12 de agosto de 2009. br/ pub/ revint/ 251_42. analógicas. br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI . e frequentemente são sistemas de chip único. Página visitada em 25 de novembro de 2009. acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele. [3] TPPDI . br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português).com. jhtml. pucrs. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema. de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. Normalmente. possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. Página visitada em 26 de novembro de 2009. tudo em um. pdf) (em português) PUCRS. desde que seja aumentada a produção.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido.[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). pdf) (em português). USJT. System On Chip (SOC) ou.Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www. sistema-em-um-chip.Artigo 6 . abrangendo vários chips em um único pacote. ic. ele pode conter funções digitais. processador x86 compatível com a o Linux. Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes.org/index. nas quais necessitam de memórias externas (flash.

Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. Nos monitores de LCD. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele. até "esfriar". Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . isso não ocorre.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV.TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria". o calor gerado é muito menor. Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos.Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo. Você sentirá os pêlos serem "puxados". Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. Com os monitores LCD. as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º . ou seja. Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial. porém prejudicam menos a visão humana. haverá um ligeiro aumento na temperatura local. Às vezes. até a total dissipação. possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais.

Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - . com MOSFET de comporta dupla.

monta. instituições ofertantes. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas.773/06. com limites de tolerância dimensional. instala. sistemas e redes de ensino. de forma. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. desenvolve. Atua no controle de qualidade da produção. ou em empresas. supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão. aliadas à consciência ambiental. controla a qualidade. entidades representativas de classes. a confiabilidade e a segurança de produtos. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial .Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. educadores. com a informática. utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. empregadores e o público em geral. avalia.

fatecsp. à pesquisa aplicada e realizar vistoria. hidráulicos. gov. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos. utilizando técnicas mecatrônicas. etc. que por sua vez serão controlados por computadores.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. controlar a qualidade de produtos. montar. além da mecânica. eletrônicos. Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. com capacidade pessoal de mobilizar. Lida com as funções dos sensores ópticos. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. mec. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. mec. mecânicos. pneumáticos. pneumáticos. articular e colocar em ação conhecimentos.. Conhecimentos em eletrônica e informática. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. manter. Pode dedicar-se ao ensino. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional. fazem parte integrante da sua formação profissional. hidráulicos e eletromecânicos. br/ [3] http:/ / catalogo. br/ setec [2] http:/ / www. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC .Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. br . utilizando métodos metrológicos de precisão. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. gov.

visando a compreensão de projetos. instalações. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5.773/06. empregadores e o público em geral.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica. este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”. sistemas e redes de ensino. educadores. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. instituições ofertantes. O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos . manutenção e integração desses processos. entidades representativas de classes.

Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. gov. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. manter e supervisionar sistemas industriais. php?pagina=area_cursos& curso=6 . gerenciar equipes de trabalho. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação. responsabilidade. demonstrando autonomia. Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos. aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. Ele apresenta também. edu. implementar. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. br/ [2] http:/ / www3. mec. utfpr. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. CAD/CAM. Planejar. Avaliar. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais. analisar.Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC . br/ index. Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. de forma multidisciplinar. Ao final do curso. projetar. CLP e da robótica. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. informática industrial e eletroeletrônica. utfpr. para projetar. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. otimizar. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. edu. br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. competências para desenvolver ações empreendedoras. senai. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. sp.

[7] [1] Google books . Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). retrieved 2009-01-29. os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p. North West Tech Notes. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. varredura progressiva e custava US$ 14. br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . Em 1997. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. para criar a imagem. Plasma Display Panel). TV Plasma ou TV LED (http:/ / www.[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70. eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. 4. crutchfield. a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo.LCD vs.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W. que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. google. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico. Allen (http:/ / books. tech-notes.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos. São painéis finos. "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www. June 15. melhortvlcd. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala. obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). com resoluções até 2000p.999 à sua estréia. tv/ Archive/ tech_notes_004. com.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias. célula a célula. Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas. O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. no mínimo 24 vezes por segundo. Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels. H. htm). 1997. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. No. [3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. html) . Jim. varia-se também a intensidade da luz emitida. de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer. onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. Plasma (http:/ / www.

como por exemplo. com.2817.Tela de plasma [5] CNET Australia . pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. No mais. e uma redução nos índices de impressão. implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente.00. asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. [7] PC Magazine (PCMag. "6ft by 150 inches . Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns. html). as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. . uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862. uma reputação "sócio-ambiental" correta. htm) [6] Dugan.com) . au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia. em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. retrieved 2009-01-29. gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. cnet. com/ article2/ 0. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. The Independent. co. 8 January 2008.2246186. LCD: Which is right for you? (http:/ / www. onde. independent. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos. bem como economia de energia elétrica. se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza. Emily. economia do consumo de água e energia. entre outras. Fabricação Envolve desde a fabricação. assim que estiver encerrada sua vida útil. valorização da tranparência da gestão. pode haver risco de contaminação do solo e da água. O melhor a ser feito é a reciclagem.and that's just the TV" (http:/ / www. ou simplesmente a doação dos equipamentos. pcmag. Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos..Plasma vs.

Na área de automação e instrumentação. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. No milisegundo seguinte. Em relés permite um desligamento mais rápido. onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. surge ou onda amortecida. permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais. Abaixo da tensão de comutação.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. os transorbs não influenciam o sinal. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais. seguindo esta regra sucessivamente. varistores e centelhadores a gás. Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. Devido a pequena dimensões. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido. esta capacidade de dissipação cai a metade. Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. . Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. em encapsulamento PTH ou SMD.

Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. do inglês trimmer potentiometer. mun. =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado. de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. htm . ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue. e normalmente fica em local que o usuário não o veja. ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil.Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo. é um potenciômetro miniatura ajustável. mi. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] .(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. Diferentemente de outros controles variáveis.

com. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos. EUA. br/ [2] http:/ / www. Referências Complementando o Vale da Eletrônica. br/ [3] http:/ / www. Referências [1] http:/ / www. com.com [2]. Inatel [3]. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira. valedaeletronica. inatel. através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. br/ . Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais. Hoje. hospitalmariathereza. na Califórnia. informática e telecomunicações. conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. Valedaeletronica.

html . Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia. e deposição de vários materiais. tf. de cerca de uma polegada (25. separação química com ácidos.8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica.5 mm. Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores. e então polidos em uma ou nas duas faces. uni-kiel. usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material. Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado. um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor.4 mm) até 11. difusão ou implantação de íons). Eles são feitos de tamanhos variados. Geralmente. aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores. assim como circuitos integrados. assim como o cristal de silício.

veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico. transístores. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. Antigamente. Este processo. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. capacitores. Antes do processo da solda por imersão. Com o advento da miniaturização. aumentando a probabilidade de erros. era imersa em estanho derretido. . soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. além de demorado acabava por complicar a montagem.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. quando foi inventada a solda por imersão. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. entre outros. Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. rápida e perfeita. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. Com o novo método. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões.

Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. um microfone). ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. passou a ser encarado como um componente eletrônico. entre outros. Pode ser um led. • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. ex. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. microprocessadores. ex. • Condutores ► Interligam os componentes do circuito. tecnologiadoglobo. deixou de ser um circuito propriamente dito. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . O circuito eletrônico. um alto-falante. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. um potenciômetro). São os fios e cabos. que será utilizada pelo circuito (p. Contudo. etc. além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. Exemplos são os circuitos integrados.

Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico. Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores. O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. Seus componentes principais são dispositivos ativos. apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. DSPs. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado. etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. em especial a guitarra elétrica. tais como válvulas ou transistores. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. digitalização de áudio e vídeo. tais como o gravador cassete. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes. microcontroladores.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário).

Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados. EL34. eficiência. devido às vantagens de menor consumo de energia. maior durabilidade. alta impedância de entrada. Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . mas não na sua totalidade • Classe C .situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas. Foram criados para implementar computadores analógicos. EL84. "pulse width modulation").operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM. 6550. 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores.alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. • Classe B . Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação. . Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado). transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F . Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A .o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D .Amplificador KT88. a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes. São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral. menor tamanho e custo menor. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores.6L6 e 6V6 entre outras. Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados. linearidade e capacidade de potência de saída. KT66.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada. de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada.

Existem vários tipos de multivibradores astáveis.htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados. p. .Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável. Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat. 10.. Figura 1. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados. antiquewireless. van Staveren A.Amplificador [1] Verhoeven CJM.org/otb/blw535202. 2003. Kouwenhoven MHL e Yildiz E.Below 535. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. mas nenhum dos dois é estável. A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. org/ isbn/ 1-4020-7590-1). multivibrator monoestável. O circuito portanto se comporta como um oscilador. Monna GLE.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic.

em que. Ver também • multivibrator monoestável. porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). Isso pode ocasionar ganho de . Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. multivibrator astável. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída. fazendo . uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. temos e Como é um amplificador de ganho unitário. Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias. Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . já que possui impedância de saída nula. não fornece ganho de tensão. Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop. Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis.

vários aparelhos gravam diretamente para DVD. o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade. Por isso. Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . Para usuários que não se interessam em edição. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência).Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital. buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos. 127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento.

porém. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. posteriormente. mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. Essa não-linearidade. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. agrada algumas pessoas. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. e as converte em sinais elétricos. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. O sinal criado é. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. adicionada à capacitância do cabo. processados. Timbre As voltas do fio de cobre. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre. temos um Humbucker bobina de cobre. mas com isso. Isso. possuem uma capacitância própria. amplificados. e se localiza cravado no corpo do instrumento. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. como guitarras. e dois Single Coils. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. é possível produzir maiores tensões elétricas. baixos. Em compensação. e reduzir suas vibrações. fazendo o som perder o sustain. Da esquerda para a direita. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. ou gravados. o timbre é conservado. aumenta a resistência e a impedância. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. e não deve ser negligenciada. . cujo comportamento é análogo à vibração da corda. e é gerada uma pequena tensão elétrica. tipicamente de 1 megaohm ou mais. por conta do efeito indutivo. Quando as cordas vibram. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica. no entanto. Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. próximo às cordas. perde-se boa parte da ressonância. que. Dessa forma. entra em ressonância com a indutância da bobina.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. ou violinos). e por isso. então. Com um grande número de voltas na bobina. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. quando próximas umas às outras. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. que podem ser. pode até mesmo ser considerada vantajosa.

com polaridades invertidas. uma única bobina. muitas vezes. limpo. Em compensação. e. ou titanato de chumbo — que. O sinal musical também é reforçado. São utilizados. Ao invés disso. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico. um ao lado do outro. a Gibson criou um novo tipo de captador. esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. o uso de pré-amplificadores é essencial. quando submetidos à compressão. utilizam-se também os captadores magneticos. e com bastante brilho. geram tensão elétrica entre suas extremidades. para produzir um som mais amplo. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. Por isso. e realista. facilmente associado às Les Pauls e SGs. e têm como caracteristica principal um som alto. principalmente. essas interferências podem causar muitos ruídos. Violão clássico com um captador piezoelétrico. Possuem uma aste para cada corda. Eles possuem um timbre bem diferente. também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. usando duas bobinas há uma mudança no timbre. nas guitarras Stratocaster. das Strato e Telecasters. Pensando nisso. São compostos por dois Single Coils. Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil. Em alguns casos.Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. visceras). chegando até 10 V rms. Com suas duas bobinas. Dessa forma. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado". Esses captadores utilizam cristais — quartzo. titanato de bário. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. . Diferente de alguns captadores magnéticos. e prejudicar bastante a qualidade do som. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. denominado Humbucker. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância. são utilizados captadores piezoelétricos. ou vibração.

. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons. com. ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos. Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor.Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www. captadores.

que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua. por exemplo. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos. pois vivemos em um mundo analógico. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos. que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo. através de computadores analógicos. além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. . Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. no Japão.Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1).

normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V. de eletricidade. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. Tipos com baixa queda são preferidos . a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. Alguns Receptores têm um CEB embutido. entradas elétricas não podem ser usadas. Por exemplo.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria. contudo alguns não o possuem. No caso de modelos rádio controlados. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga. como o CEB tem que lidar com perdas. sem gerarem própriamente energia. Como não há fonte de potência elétrica. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts. Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. em inglês batery eliminator circuit (BEC). Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. . Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos). Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W.especialmente para baterias com apenas algumas células. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal. Em um modelo rádio controlado. No caso de uma aeronave. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida. Para pequenos modelos 1. CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. provavelmente resultando na destruição do modelo.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. Sem esta funcionalidade. é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria. CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes . para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado.5A a 2A são suficientes. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado.

É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. a corrente elétrica (medida em ampères (A). . e V. que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo).Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). ou seja. a tensão elétrica. Para encontrar a corrente total. associados a uma só fonte de tensão. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. nós temos: que é o mesmo que . (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). ou seja. e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série). podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. e então somar todas as correntes. Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. medida (medida em volts (V). apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. que é a mesma sobre todos os componentes. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. ou coulombs por segundo). I. I. Na ligação paralela. Fatorando a voltagem. ou joules por coulomb). Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. sendo esta ligação diferente da ligação série. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores.

a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo. Qualquer que seja o tipo da associação. • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações. Para dois resistores ligados em paralelo temos.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. ficando claro que a condutância total será maior. o inverso da resistência. ou seja. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. normalmente designada como resistência equivalente . esta sempre resultará numa única resistência total. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: . • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito. Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. logo a resistência total será menor. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. • Segundo pesquisas. em paralelo ou ainda em associação mista. no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. Ainda. a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1. que é uma combinação das duas formas anteriores.

Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis. deve-se levar em conta sua indutância mútua. O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. Então. resultando numa potência de 1 watt. por exemplo. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. 1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. . o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts. dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais.

e um capacitor (C).Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). conectados em paralelo. É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. | c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R). | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo. um indutor (L). | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm . do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total. Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo.

seqüenciamento. .controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. é um computador especializado. baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB .Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). temporização. ou seja. controlando. vários tipos de máquinas ou processos. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. contagem e aritmética. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas. por meio de módulos de entradas e saídas. conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller). ou seja. tais como lógica. Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos. Um exemplo bem comum disso. Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável. que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. é o circuito receptor de rádio. que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito). é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.

como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. Expansão em módulos. 3. Envio de dados para processamento centralizado. outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. em 1968. de papel e celulose. Facilidade de programação. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. 2. “compila”). possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. Num sistema típico. EtherCAT (Beckhoff). 8. Dimensões menores que painéis de Relês. Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. Preço competitivo. Os Terminais de Programação (ou maletas. gravando-se o programa em memória EPROM. por exemplo na indústria do automóvel.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). . A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1. para redução de custos. o qual converte (no jargão técnico. 5. 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. computadores. entre muitos outros. Unitelway (Telemecanique . compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. verifica o estado das entradas. siderurgica. as instruções do programa. 6. ou seja. Profibus (Siemens). Mínimo de 4000 palavras na memória. 7. 4. Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. materiais gasosos e outros produtos. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. • 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP. e outras. Alta confiabilidade. Facilidade de manutenção com conceito plug-in. produtoras de líquidos. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. especificamente na Hydronic Division da General Motors.

Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa.. possibilidade de simulações e testes. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. depois de digitalizado. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. como Controladores de Processos. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. Em muitos casos. há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital . Isto é uma necessidade imposta pela prática. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC). deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. treinamento e ajuda por parte do software de programação. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. para ser processado por um bloco funcional analógico. por exemplo. O sinal recebido. por um microcontrolador ou por um microcomputador. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. gravar o programa do usuário.to-Analog Converter). A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). em português conversor digital-analógico. Na Eletrônica Digital. apagar. a digital. os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos. Sistemas Supervisórios. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. • 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. a operação inversa é usada. na maioria das vezes. As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. Em outros casos. . gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. é processado e. um sinal na forma digital. podendo alterar. etc. fruto da chamada Globalização. Redes Internas de Comunicação e etc. Por isso. por exemplo. onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. não só CLP's. como. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital.

tais como polias e variadores hidráulicos. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. etc. centrais de comando. Editora Novatec. durante o dimensionamento. queda de tensão. Na indústria entretanto. e conduzir. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita. mais barato. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. Importante também notar outros aspectos da aplicação. Conversor de frequência Os conversores de frequência. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. também conhecidos como inversores de frequência. dezenas de motores. bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor.384 cores 4. Podem trabalhar em interfaces com computadores.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. como por exemplo.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. teremos na entrada o bloco retificador. dentro do conversor. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. pela corrente do motor. em tensão contínua e finalmente convertem esta última. simultaneamente. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. Normalmente. demanda de torque (constante ou quadrático). Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer. partidas e frenagens bruscas ou em . sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Carlos. a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento. entretanto. os conversores são montados em painéis elétricos. precisão de controle. ou seja. DV79AVI Marantz DV9600. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. sobrecarga. são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. Black Finish. como desbalanceamento entre fases. de manutenção mais simples e reposição profusa. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos. 2006. ambos os termos são imediatamente reconhecidos.

Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. e outros aspectos particulares de cada aplicação. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. alguns já integrados ao produto. costuma-se utilizar soft-starters. geram harmônicas. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. querendo-se apenas uma partida mais suave. que devem sempre ser consultados. sobre o eixo do motor. Os conversores de última geração. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. trata-se de cargas não lineares. antes da ponte retificadora. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. permitem a aos projetistas. Os benefícios são diversos. Os conversores de frequência de última geração. custo de manutenção. Muitos conversores hoje. Os Conversores de Frequência. como também. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. custo dos sistemas de acionamento. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . permitem o controle com excelente precisão. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. sendo que um deles. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. como redução no custo de desenvolvimento. para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. é o controle de Torque. regime de trabalho. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram. que vão desde as mais simples e menos custosas. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação. Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. outros opcionais. desenvolver máquinas que sem os mesmos. Dentre os diversos fabricantes deste produto. ou seja. Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento. manipulação de vários eixos de acionamento. substituírem servo motores em muitas aplicações. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada.

fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga.: máquinas de aplicação residêncial. fornece em sua saída. e. eventualmente também a freqüência. são alterado através da aplicação de sinais de controle. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. por meio de seus artifícios funcionais. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. também denominado motor de indução. provendo assim uma eficiente regulação. operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. por exemplo. GTO. MCT. onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C. Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. . tiristor SCR. se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica. Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos. da potência de saída. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras. no qual o ciclo de trabalho.A. MOSFET. circuitos choppers. trifásica). tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. monofásica. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos. Os circuitos retificadores controlados.A. competindo comercialmente com estes. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex. (corrente alternada) trifásico.A. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C. de micro-empresa e atividade rural. IGCT. etc). utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves). a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C.

pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão.Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. este é um circuito muito utilizado. tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. o que fará a "janela" na comparação. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva. ou seja. Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. .

Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD.G) do dispositivo CMOS. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. . Sob o controle de um circuito externo. óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho.Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios). em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates . imagens de satélites. Os CCDs são usados em fotografia digital. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons. e na astronomia (particularmente em fotometria. Expressa-se este número em pixels. maior a resolução da imagem. Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. Quanto maior o número de pixels.

em vez de tintas ou pastas. As tintas ou pastas podem ser condutivas. Conceitualmente. Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados. resistores e capacitores). Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos. mantendo a corrente de saída constante. Todavia.Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. Os componentes passivos (fios. isolantes ou resistivas. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios. independentemente da carga. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. . uma corrente de sinal alternante. este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos. A corrente sendo 'copiada' pode ser. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. e as vezes é. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal.

Esta é a forma mais poderosa de EQ. freqüência central. Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência . Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto.Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. como concertos. shelving. Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. para enfatizar determinados instrumentos. Quanto maior o Q. ou para criar sons completamente novos e diferentes. filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass). mais estreita a largura de banda. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência. Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking). que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes. e boost / cut. A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas. . para eliminar ruídos indesejáveis.Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ). Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . pois permite o controle sobre todas as três variáveis. normalmente ajustável. filtros de banda (band pass). A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo. Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas.[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem. é um filtro.[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro . Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente. A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2]. como +3 dB ou -6 dB. que se refere à largura da curva de sino. No entanto. considerando que um corte vai amortecê-los.Também chamado de ganho (gain).

Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. p5. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas. First Edition 1975. wikipedia.htm) . Taxas de atenuação comum são 6. Quanto menor o valor de Q.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. The master handbook of acoustics. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis. aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. Portanto. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www. analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio. wikipedia. Sound System Engineering. 12 e 18 dB por oitava. org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington. tendo também uma combinação de impedância de qualidade. wikipedia. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5]. maior a ocorrencia de mudança de fase. 1984. para eliminar o rumble.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão. a uma taxa constante por oitava. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt.151. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados. org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest. Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. e remover rumble. and capacitors". org/ wiki/ Oitava http:/ / pt. Quase todos os filtros (ambos. uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal. então. ao contrário daqueles descritos acima. wikipedia. EQ é frequentemente usado com moderação. Estes filtros também são usados em masterização de áudio.com/ calculator-cutoffFrequencies.54-56. chamada de frequência de corte. eliminar pops. pp.sengpielaudio. fase e delay precisariam também serem equalizados.sengpielaudio. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). que pode causar um problema na mistura(mixing). inductors. p141 . http:/ / pt. Don and Carolyn. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors. Filtros low pass funcionam de forma semelhante. McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972. vol 31. http:/ / pt.htm) • Q Factor and center frequency f0 . Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo. Circuits and Systems.com/ calculator-bandwidth. a menos que um determinado efeito seja desejado. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking. quando se está gravando vocais. wikipedia. S. IEEE Trans. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio.

Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. consequentemente. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. Se uma falhar. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares. gerando mais calor. Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. Além disso. filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. não são acessíveis. Ver também • Fonte chaveada . Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão). um circuito retificador. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e. ela se encontra no lado esquerdo. no entanto. Estes sistemas. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. Fonte de Alimentação Redundante Está-se. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento. Numa fonte de alimentação do tipo linear. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). a outra continua a funcionar (sistema redundante).

Através dessa técnica o circuito é desenhado. Em seguida. R. sua composição se modifica.Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica. criando o molde do circuito desejado da lâmina. Um circuito elétrico simples. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. . Ao atingir esse material. de um resistor. constituído de uma fonte de corrente. I. Ao final. Depois. fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. Esse negativo é conhecido por fotomáscara. a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente.

Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado. onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: . como mostra a figura abaixo. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. o inverso da diferenciação ou derivação. mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador.

ou seja. A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D. WIDMER. É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. Editora Novatec. e não possui um detector de bordas como os flip-flops. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente". "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto. não permitindo o balanceamento das saídas. sendo que a situação inversa é verdadeira. N. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro. Carlos. Sistemas Digitais . Sempre que as duas entradas forem 0 lógico. isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND.A versão com portas NAND.S. • Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito.. o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. assim. 2003 Tabela-verdade do Latch D . 2006. Este estado é chamado de memória. Latch D Referências • TOCCI. e não irá mudar até que EN volte para alto. denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND. formando uma realimentação dupla. a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset. voltando a ser "transparente".Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática. R.Princípios e Aplicações.J. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR.

Frequência Modulada ou outro tipo. Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora. em que. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados. . Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. somente um deles é estável. O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor.Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio).

os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. Também são mais . que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. Se possuir o dois estados citados. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. variações de temperatura. Vackar. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. etc. Clapp. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. • Que tenha baixo ruído de fase. Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. Seiler. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. variações de tensões de alimentação. • Osciladores LC: Hartley. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. • Que tenha pouca distorção. quatzo ou cerâmicos. usa dois transístores realimentados entre si. • Que quando for de freqüência variável. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. se denomina biestável. • Osciladores por freqüência sintetizada. Colpitts .Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. o impulso sai de seu estado de repouso. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. então as mudanças de frequência são mais importantes. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. Segundo seu funcionamento. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. • Que quando for de frequência variável. Em sua forma mais simples. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. chegue rapidamente à nova freqüência. astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. ele é monoestável. varie sua freqüência de maneira repetitiva. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. Se possuir um. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo.

Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. relés. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes. Sem embargo. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. Sem embargos. como o Hartley. tem um conteúdo de harmônicos muito rico. (Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro. o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). mosfets. . Além que.Oscilador RF sensíveis à temperatura. Pode ser analógico ou digital. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. a construção mecânica é delicada. Finalmente. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. O Colpitts é muito utilizado. o qual complica o desenho. Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC. Alguns. e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar. Os osciladores LC são mais sensíveis.

• As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial .Ponte H Para que o circuito fique protegido.um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . seria a colocação de diodos entre as "chaves". . Registrador Registrador é o mecanismo. pois quando a corrente nao tem onde circular. 155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. Por exemplo. no caso de o motor parar. circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda. é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). • Os registradores de centrais telefônicas. registra) um dado ou um evento. Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo. Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores.

Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . por exemplo). A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V). deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase. Nesses casos. . Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace. O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema. e vice-versa.de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema.Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador. Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode. velocidade angular). Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência). pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)).que pode se representada por uma série de fourier. Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . • Teoricamente . Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo. e por isso. Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores.Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. ou seja um vetor girante. e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase.

acima e abaixo do ruido. um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto. Com somente um ponto de limiar de entrada. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador. depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída.Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. sozinha. quando era apenas um estudante de graduação. O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). A ação dos dois limiares é chamada de histerese. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger. Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. a saída está em nível baixo. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. quando a entrada está abaixo de outro limiar. a saída está em nível alto. . Schmitt nos Estados Unidos em 1934. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente. quando a entrada se encontra entre os dois limiares . um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída.

Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito. corrente ou potência. com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. como ocorre em partidas diretas. também chamada de resistência ou impedância equivalente. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. ventiladores. pode-se controlar a corrente de partida do motor. evitando sobreaquecimento dos mesmos. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). a qual. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . Seu uso é comum em bombas centrífugas. liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. 2. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. por exemplo. constituído por seis SCRs. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. onde se deseja. proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês). a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. Assim. e neste caso. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. . saber as grandezas elétricas como tensão. Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. após o motor partir e receber toda a tensão da rede. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass.

e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: .Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin. Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto. Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin. é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B. Circuito Original.

ou Equivalente de Norton. html [2] http:/ / tcts. Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. pdf . fpms. com/ vol_1/ chpt_10/ 8. Equivalente de Norton. ac. allaboutcircuits. be/ cours/ 1005-01/ equiv. Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. desde que Vo = Z Is. A esta configuração chamamos configuração Norton. e vice-versa. Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto).Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares.

com/ vol_1/ chpt_10/ 9. I. Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. em paralelo com um único resistor.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. e resistores. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal. fontes de corrente. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. html . allaboutcircuits. html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão. R. allaboutcircuits.

Redes de dados Um transceptor. São dispositivos similares os transpondedores. Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). Por exemplo. os transverters e os repetidores. Ver Também • Transceptor Gunnplexer . o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. ou um conector.Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho. converte um tipo de sinal. mas não simultaneamente. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. Se esses componentes não forem comuns. Exemplo de um transceptor de redes de dados. Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. esse aparelho designa-se transmissor-receptor. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores. em redes de dados informáticas. em outro.

tais como osciladores. designcabana. Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. teorema de Kennelly. Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. Um circuito LC é um modelo idealizado. também chamada delta-Y. onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos. filtros e misturadores de frequência. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos. estrela-triângulo. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente. • é a frequência angular (em radianos por segundo). ou ainda. medida em hertz é . sendo um componente chave em muitas aplicacões. Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica.

Portando. nós sabemos que a tensão através do capacitor. então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma . a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito. a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. e frequência angular Deste modo. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . do indutor. a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . pela lei da corrente de Kirchoff. Visto que a exponencial é complexa. então ou onde j é a unidade imaginária. a solução represente uma corrente alternada senoidal. : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo.Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. nos sabemos que e Após rearranjar e substituir.

nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita. possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC. Para um circuito ressonante série. quando maior a indutância e menor a capacitância. A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica.Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL . mais estreita é a banda passante. LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo. A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . a razão L/C determina a sua seletividade. possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC.

um número complexo. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). sendo alimentados por uma fonte de tensão. Ele consiste de um resistor e de um capacitor. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Como resultado. o circuito RC. Estes circuitos. temos e a avaliação de s se torna . o circuito LC e o circuito RLC. o circuito RL. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. o capacitor (C) e o indutor (L). eles são capazes de atuar como filtros passivos. filtro RC ou malha RC.Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). em ambas as ligações paralela e série. em geral. Este artigo considera o circuito RC. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. como mostrado nos diagramas. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). entre eles. Em particular.

vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: .Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . e as fases angulares são: e . a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem. Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente. Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e .

o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. . A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam. Com : . Entretanto. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. Nesta configuração. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. Isto mostra que. Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para . Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte. visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência.Circuito RC 168 . se a saída é obtida através do resistor. se a saída é obtida através do capacitor. as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas. Similarmente. Desta forma. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. Com : .

Isto efetivamente transforma . Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). Conforme a frequência aumenta. Com : 169 .e. e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. . Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. antes de e posteriormente): e .Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. a constante logarítmica natural. As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor. A fase também depende da frequência. Assumindo uma entrada de passo (i.

. e estará eventualmente totalmente carregado. C será descarregado até cerca de 37% após . formando assim um circuito aberto. sendo que . Para visualizar esta condição. Desta forma.7%) após cerca de . Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. como é mostrado nos gráficos. com C totalmente carregado. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. . possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . considere a expressão para dada abaixo: . Desse modo. indo de leva para atingir a . quando estará próximo de seu valor final. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e . Desta forma. e quase completamente descarregado (0. . As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace. através da Lei de Ohm. Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. e desta forma sua tensão é muito pequena.3%) após cerca de substituída por um curto-circuito. Note que a corrente no circuito . usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. e quase totalmente carregado (99. Quando a fonte de tensão é .Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor. Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. Então C irá se . A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente. a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0. Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa.

Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência. Agora. que é um diferenciador "através do resistor". que é um integrador "através do capacitor". Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte. quando . então . Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais.Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. temos que Agora. . de modo que . Considerando a expressão para .

Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . Desta maneira. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Alternativamente. ou CC). sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. Como resultado. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e . Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte. o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto. a derivada da saída é um impulso em .Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz.

Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). Estes circuitos. sendo alimentados por uma fonte de tensão. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. entre eles. o circuito RC. Como resultado. em geral. temos e a avaliação de s se torna . Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. em ambas as ligações paralela e série. um número complexo. Em particular. filtro RL ou malha RL. o circuito RL. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. Na prática. o circuito LC e o circuito RLC. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Este artigo considera o circuito RL. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). o capacitor (C) e o indutor (L). particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. eles são capazes de atuar como filtros passivos. os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente. Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. Ele consiste de um resistor e de um indutor. entretanto. a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). como mostrado nos diagramas.

Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente. a os ângulos de fase são: e . a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. localizado em Em adição. vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: .Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo. Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e .

Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. . A ZIR de um circuito RL é: . Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente.Circuito RL 175 . Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. também chamada de resposta natural. A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo. de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. sendo dada por: . Similarmente. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero.

A fase também depende da frequência. as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal. se a saída é obtida através do resistor. a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. Nesta configuração.Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Com : . Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. se a saída é obtida através do indutor. as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. Isto mostra que. . O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte. Com : . o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. Conforme a frequência aumenta. Entretanto. Desta forma. Com : . Com : Então sob corrente contínua (0 Hz).

Desta forma. como é mostrado nos gráficos. Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. Resposta de passo da tensão do resistor. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. conforme o circuito atinge seu estado fixo. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. a constante logarítmica natural. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. antes de e posteriormente): e . As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor.e. indo de leva para atingir a . Desse modo. Então a tensão de . a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando . quando estará próximo de seu valor final. . Assumindo uma entrada de passo (i. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . Isto efetivamente transforma . enquanto a tensão sobre o resistor tende a V.Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. . Desta forma.

Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. . Como resultado. A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito.Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . Note que a corrente. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético. Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e . Se isto não ocorresse. Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente. qunado a fonte de alimentação é ligado. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. isto poderia levar à geração de arcos elétricos. todos os circuitos possuem uma constante de tempo. Como resultado. e praticamente zero (0. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. e praticamente totalmente descarregado (0. . R será descarregado a cerca de 37% após . a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. . possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. e a segunda segue facilmente. e . de acordo com a Lei de Ohm. levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha . Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0. As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace. A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada .7%) após cerca de . A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar. conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação.7%) após cerca de 178 .

Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga.Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www.dmcsi.br/curiosidades_filmes.unicamp. conectados em série ou em paralelo. a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.fee. Para além disso. existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros. O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem. e um capacitor (C).html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC. ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R). um indutor (L). Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz. tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima. .

a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. um maior factor de carga é necessário. ou factor Q (ver Equalizador). Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito. e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. Para uma maior largura de banda. Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. . Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro. para aplicações em filtros passa-banda. Como resultado. Na prática. utiliza-se um menor factor de carga. em hertz: Q é uma unidade adimensional. fator Q e frequência de ressonância com carga. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência. de igual forma. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). Na prática. Neste caso. Alternativamente.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível. é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente). ainda existe uma resistência pequena. que não é realizável na prática. e para uma largura de banda menor. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal.

Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador. existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito. Se o circuito estiver com subcarga. isto se torna .a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). os LC série e o LC paralelo. a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. Da mesma forma.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . R. Notações do circuito RLC série: v .a corrente do circuito (medida em ampéres A) R .a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v. como resultado (approx). L.Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. Existem dois tipos de fontes de alimentação. os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i . Como resultado. e C. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t). verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador . E. L . existem dois tipos de ressonadores.

O primeiro já foi feito. Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. IL(0). Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. e a tensão do capacitor VC(0). obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero. tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor. existem três casos possíveis: . acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0. as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0). De modo a resolver a equação propriamente. visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor.Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo.

As soluções são: para constantes arbitrárias A e B . As duas raízes são idênticas ( ). Isto é chamado de "sobrecarga".Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. Duas raízes reais negativas. Isto é chamado de "carga crítica". as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso. as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos. as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos.

Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D.Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito. as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. ou fator Q. Quanto maior a qualidade. pseudo-periódico) 184 Neste caso. A Integral de convolução. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito. Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): . A transformada de Laplace 2. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B.

A equação então será. No entanto. Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear. as raízes são idênticas ( ). existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside. a sua derivada será a solução para a função delta. é necessário uma solução para uma entrada básica. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). a solução é: Carga crítica Nesta caso. Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível.Circuito RLC 185 Finalmente. a função delta de Dirac. Para fazer isto. obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. a solução é: .

então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: . encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico. obtém-se Admitância complexa A seguir. C = 1 farad. e V = 1 volt. . L = 1 henry.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. a resolução para a admitância complexa Y(s): Então.

encontra-se: . tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A).a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. Notações do circuito RLC paralelo: V . Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização. L . Este é conhecido como a frequência de ressonância. aonde Φ é o fluxo magnético no sistema.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I . e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito.Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor. .a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .a corrente do no circuito (medida em ampères A) R .

A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. . na análise de circuito. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). No circuito série. I. Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. respectivamente. a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. ou joules por coulomb). Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente. que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). (medida em volts (V). ou coulombs por segundo). a tensão elétrica. depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. geralmente. Na ligação série. Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. sendo esta ligação diferente da ligação paralela. e V. Como demonstração.Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. Entretanto. especialmente nos sistemas de rádio e comunicações.

portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação. As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência. que não dispomos em um componente isolado. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas.. sendo percorridos pela mesma corrente. (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente . o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt..Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência. são elas denominadas de série ou paralelo. trocando em miúdos.

Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série. Por essa razão. Por exemplo. cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. comprometendo a capacidade do conjunto. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras. d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. | . A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série. uma bateria de carro. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas.

o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R).Instalações elétricas [2]. joinville. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência. se os pontos não estão conectados. br/ index. udesc. br/ conteudo. • Básico de instalação elétrica [3]. corrente elétrica. com. htm [3] http:/ / www. br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. • Normas ABNT .Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. e um capacitor (C). php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. mundofisico. asp?t=1& id=497 . Acessado em 6 de abril de 2008. miomega. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC. Todavia. Acessado em 6 de abril de 2008. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. um indutor (L). Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. Acessado em 6 de abril de 2008. tudosobreimoveis. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. com. Referências [1] http:/ / www. conectados em série.

Divisor de corrente com resistores Neste circuito. dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. é dada pela fórmula A partir desta fórmula. a regra do divisor de corrente. ou simplesmente o divisor de tensão. dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin). Divisor de tensão com resistores Neste circuito. a regra do divisor de tensão. com uma associação paralela de resistores. . Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. mais comumente. ou simplesmente o divisor de corrente. ou seja.Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica. Vout. temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. fazendo R1 = R2.

deve-se calcular a magnitude da razão. neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. um filtro passa-baixas (de primeira ordem). indutores. Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos. ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. A razão contém um número imaginário. Para extrair somente a razão de amplificão. a tensão é dada por Deste modo. . e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}. Para impedâncias gerais Z1 e Z2.Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. Este circuito é. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância. porém capacitores. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência. de fato.

. Ver também • Filtro eletrônico . Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis. capacitores e indutores.e. Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores. capacitores e indutores. A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia. Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo. Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple. i.Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação.

Mónica. • FIGUEIREDO. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares. Acessado em 31 de maio de 2008. José. Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações. Para que este esquema funcione. Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. 1996. Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2]. Electrónica e Telecomunicações. A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. teoria da comunicação e teoria de controle. Dpt. Acessado em 31 de maio de 2008. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL). por exemplo. têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição. quando operados dentro de parâmetros nominais. Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL.Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. mas diversos sistemas. a 8B/10B é muito comum. AGUIAR. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. É empregada principalmente em processamento de sinais. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês).3. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. algum tipo de codificação deve ser usada. enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. . Instituto Politécnico de Leiria. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. Para assegurar modulações freqüentes. Rui L.

org/ 249749 [2] http:/ / www. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência. Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes. ipl. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor . Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo. isto é. isel. por definição. Vários componentes. scientificcommons.Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. • Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas. org/ [3] http:/ / www. Assim. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. ambos são componentes eletrônicos. Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. scientificcommons. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. deetc. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

é que todas as correntes e tensões de polarização. e SOT-223. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. pdf . são de sinal contrário. harvard. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. 300 mW e frequências até 100 MHz. eecs. Suporta correntes até 1 A. são semelhantes. isto é. A única diferença significativa. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. O 2N2222 é complementar do 2N2907. com um Beta de pelo menos 100. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. fairchildsemi. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor. tais como: TO-92. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. 50 V. Está disponível numa variedade de embalagens. é um transístor NPN. com/ ds/ PN/ PN2222. SOT-23. pdf [2] http:/ / www.

fairchildsemi. pdf . Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. SOT-23. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. são de sinal contrário. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. A única diferença significativa.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. tais como: TO-92. us. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. é um transístor PNP. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. Está disponível numa variedade de embalagens. com/ ds/ PN/ PN2907. O 2N2907 é complementar do 2N2222. 50 V. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. é que todas as correntes e tensões de polarização. isto é. 300 mW e frequências até 100 MHz. Suporta correntes até 1 A. pdf [2] http:/ / www. com um Beta de pelo menos 100. e SOT-223. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. oup. são semelhantes.

szmt. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs. Ao contrário da série 6S-. com as características: 15 A. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. que possuem geralmente encapsulamento metálico. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www. 115 W e um Beta de 20 a 70. PDF [2] http:/ / www.de válvula termiônica. 60 V. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. também pode ser usado em aplicações de comutação. Apresenta-se em embalagem TO3. O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. onsemi. Outra aplicação típica em que é utilizado. A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 .2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. com uma base octal de 8 pinos.

6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. Conector 8P8C. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. gda. RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. versões que trabalham em até 100. Para aplicações de comunicação de dados (LAN. ele recebe o nome de crossover. Cada um tem 8 condutores. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. mas é obsoleto hoje. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. gda. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. pg. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação. mif. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. o conector ser chamado RJ45 de computador. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. 7-2. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. 250 e 600 MHz. Daí. org/ [2] http:/ / www. 7-4. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. pg. . Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. pdf [3] http:/ / www. mas possui também outras utilizações. antes do advento do auto-MDI/MDIX. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. mif. ou roteador para outro roteador. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

207

• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

208

• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

modos transparende e rajada (burst). compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica. livre de falhas. controle de faixa. modos transparende e rajada (burst). para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. modos ciclo rápido e rejada (burst). livre de falhas. controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. modos ciclo rápido e rejada (burst).

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate .

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis. redisparáveis) 214 .

ti. Second Edition. principalmente na faixa de AM. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo. Texas Instruments.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. . 1976 Referências [1] http:/ / focus. com/ logic/ docs/ generalcontent. 1984 • Logic: Find A Device [1]. DL121R1 Series D Third Printing. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. 1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. são chamados de reatores electrónicos. normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. Second Edition. Balastro electromagnético. Texas Instruments. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. Texas Instruments Incorporated • IC Master. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. O balastro. mais frequentemente em rádios. é montado em série. 1979 • The TTL Data Book. Texas Instruments. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. marcado com G no esquema. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. Signetics Corporation. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. funcionando como limitador da corrente. Motorola. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s). Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual. National Semiconductor Corporation.

n. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga. Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita.(di(t)/dt). Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. dada por Vo(t) = –M. onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz. A indutância mútua é expressa por M = u0. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. HPS e HPI. e um integrador eletrônico. Desta forma. n o número de espiras do toróide. para obter a imagem da corrente propriamente dita. S a área da seção transversal da bobina. o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua.S. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). . sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada. eletricidade. a saber: um amplificador de instrumentação. transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. Como característica. que pode ser de material metálico (por exemplo. Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão. como HQI. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor.

etc. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. .CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. • Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. o CI 555 funciona como um disparador. graças a sua simplicidade de uso. Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. Suas aplicações incluem temporizadores. As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. relógios. geradores de pulso. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos. geradores de tom. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. etc. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. interruptores de toque. baixo preço e boa estabilidade. Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips). Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia. O CI foi projetado por Hans R. Os usos incluem pisca-pisca de LED. Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). É composto por 23 transistores. Este componente continua em pleno uso. O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração. etc. detector de pulso. alarmes de segurança. Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado. e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). chaves imunes a ruído.

Durante um intervalo de tempo. o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo.Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída.CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+.A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. que deve estar entre +5 e +15V. ou seja. Descarga (discharge) . Aplicação Gatilho (trigger) . Usando apenas um capacitor e um resistor. Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset. A tensão (voltage) positiva da fonte. o intervalo de temporização. Limiar (threshold) .Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC). VCC Terra ou massa (ground). Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: . a saída (out) permanece em +VCC.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída. Tensão de controle (control voltage) . pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação.

5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes. O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: . médico. Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4. Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar.CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555. etc).

Tony. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www.net/pp/portugues/PP/ne555.com/circuit/e-555square.globu.html) de um circuito oscilador utilizando 555 . 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www." pág.CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.pdf) • Simulação em Java (http://www.fairchildsemi.com/ds/LM/LM555.falstad. "555 Timer Tutorial.

. e assim os ajustes realizados estarão incorretos. geralmente para fins de testes e/ou medidas. uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. cabo coaxial). evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores. O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada. bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. tal como uma antena ou carga fantasma. ou seja. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. o transmissor poder ficar danificado. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. durante testes e ajustes. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. Também. Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica). ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga. sem características indutivas ou capacitivas. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor).

• Inversamente. Componentes elétricos. têm menos do que propriedades ideais.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. seus valores sempre têm um grau de incerteza. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais. interconectados elementos elétricos. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. um transmissor e um receptor. • Elementos elétricos não existem fisicamente. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. que servem para perceber movimentos.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos. e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. Ver também Componente eletrônico . e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções. componentes existem. A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos.

projetores. mouses. desde placas de rede. caixas de som. entre um computador e um periférico). conectores de cabos de rede de computador.Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos). existem também vários tipos diferentes de conectores. Também existe Conector P2. microfones. etc). conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor). etc. TV. videogames (console). Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . porém também pode conectar TV. DVD. videocassetes. Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos). teclados. DVD Players. muito utilizado em fones de ouvido e microfones. e até mesmo placas de vídeo de computadores. DVD. Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV.

Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. • P2 macho Estéreo . dois de áudio e um de vídeo. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. é conhecido como TRS Connector[1]. Modelos • P2 macho Mono .A. Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea. Configuração do conector P2: 1. em Estéreo é o canal esquerdo. wikipedia. Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones. org/ wiki/ TRS_connector . • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas. 4. para a introdução dos conectores P2 macho. Nos E. Para realizar uma conexão. e possui duas faixas pretas no contato.Um canal de áudio.Dois canais de áudio. Em mono é o positivo. e também em alguns 'headsets' de celular. Também conhecido como Plug P2.Possui um orifício. Canal Direito de áudio. Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo . 2. amplificando o som . Referências [1] http:/ / en. O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio. 3. Isolante.Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos.U. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s. * P2 fêmea . GND. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato.

respectivamente. ou mesmo. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. por tintas metálicas. mas ocorrem perdas ópticas severas. Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas. Célula Pockels Longitudinal . as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula. principalmente. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada. conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos. que algumas vezes não podem ser toleradas. No caso da célula Pockels longitudinal. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. no interior das quais se insere o cristal. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal. Quando usadas como sensor. A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. Quando usada como modulador.

Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz. o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado. . Uma vez ligado.

ao comportamento de uma lâmpada de neon. O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs. é um gatilho bidirecional. Como um DIAC é um gatilho bidirecional. Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida. e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. chamada de corrente de corte.DIAC 227 DIAC O DIAC. Este comportamento é de certa forma similar. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2. porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. ou DIode for Alternating Current.

com correntes iguais ou menores a 1 A. no mesmo alinhamento que o seu símbolo. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. existem outras tecnologias de diodo. usado como retificador de corrente elétrica. Tipos de divaldos. no entanto. Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro. O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos. Possui uma queda de tensão de 0. . O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor.3 V(germânio) e 0. Aparência real do diodo.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação. O terminal mais próximo da barra fina é o catodo.7 V(silício).

utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. maior será a condutibilidade dos cristais. A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. Na polarização inversa acontece o seguinte. Dopando esses cristais com elementos trivalentes.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. há corrente e a lâmpada fica acesa. já que não circula corrente. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta. ou seja. não há corrente.7 V ficam no diodo. não haverá tensão no resitor.7 V. utiliza-se principalmente o elemento Indio. obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). Quanto maior for sua temperatura. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado. o diodo fará papel de uma chave aberta. normalmente feitos de silício e germânio. uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. no caso do diodo de silício. não circulará corrente eléctrica no circuito. dependendo da polaridade da tensão aplicada. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. Quanto maior a intensidade da dopagem. fará com que haja uma queda de tensão de 9. Para a formação do cristal N. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. Para a formação do cristal P. que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P). e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. 0.3 V na resistencia. assim. pois 0. como nas duas figuras abaixo. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada. logo a lâmpada fica apagada. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas. A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . a tensão ficará toda retida no diodo. O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado.

que também é quase desprezível. chamada de corrente de fuga.Além da corrente. Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo. cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. uma com excesso de elétrons. acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica. Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. outra com falta destes (lacunas). se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo. 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. . Assim.Diodo semicondutor estrutura. e entre ambas. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas. ele também está defeituoso e em aberto. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo. assim como qualquer componente eletrônico. ele está defeituoso e em curto. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N. ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. ficando em curto ou em aberto. gerando regiões de condução do cristal. a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. Testes com o diodo Os díodos. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). o diodo pode danificar. além de indicar isolação quando ocorre o inverso. Assim. pode-se verificar se ele está com defeito. chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). Após dopadas. haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. que é quase desprezível.

portanto. Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC). este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. isto é circula num só sentido. este processo dá-se devida assimetria de cargas existente. Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. A certa altura o potencial U . Corrente contínua. formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. CC (DC). pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção. significa que os elétrons circulam em dois sentidos. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN .Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais. CA vem de Corrente alternada. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência.

Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente.3 Volts no diodo de germânio. acima da tensão de ruptura da junção PN. No diodo Zener acontece a mesma coisa. Na realidade. conforme a curva não linear de corrente versus tensão. no diodo convencional.5 Volts). e consequentemente .6 Volts no diodo de silício ou 0. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa.6 a 0. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche). já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche.Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. Por esse fato. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. chamada de corrente de saturação. em polarização reversa. A diferença é que. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. à temperatura ambiente. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0. Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. existe uma pequena corrente inversa. ou seja.7 Volts para o diodo de silício. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente. não conduz reversa de 17 volts. o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. Símbolo do Diodo zener. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica. Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. sendo considerada dentro da faixa de 0. a sua tensão de condução não é única. causando o efeito Joule. Quando está polarizado diretamente. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical. para que a corrente elétrica comece a ser conduzida. ao atingir uma determinada tensão inversa.

9. .VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC . existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener. ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]). 0. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx .1 Volts. por exemplo. destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como. Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo. o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa. No diodo Zener. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada. existem vários tipos de diodos.1 Volts. vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo. 12 Volts e 24 Volts.15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC . Quanto ao valor da corrente máxima admissível. por outro lado. 6.3 Volts. mantendo constante a tensão entre os seus terminais. 5. Por exemplo. não sendo possível reverter o processo.

Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo. . Uma vez aquecido o cátodo. ou ânodo. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). deixar o cátodo positivo e a placa negativa. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. Diôdo vem de DI. isto é negativo. e o cátodo. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. prefixo que significa o algarismo dois. os outros dois estando ligados ao filamento. quando inverso. não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. mesmo aquecido.Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. Os eletrodos do díodo são a placa. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor. quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. Ao inverter a polaridade. isto é. existe corrente eletrônica. os elétrons não saltavam. que são ligados a dois terminais na base da válvula. composto pelo cátodo quente e pela placa fria. e ODO sufixo que significa eletrodo.

A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. como as memórias flash.000 e 1 milhão.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. ao passo que as células da memória flash só . por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita. Ao contrário de uma EPROM. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco. mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. que variam entre as 100. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash. porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação. Pode ser lida um número ilimitado de vezes. eletricamente. mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit.

EEPROM necessitam de um. 236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • .

bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. Alguns microcontroladores. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. 27C128 27256. e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. 27C64 27128. e um aviso de copyright. é não-volátil. Isto é útil para desenvolvimentos. significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. 27C16 2732. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS. pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash. a revisão da BIOS. pela qual o Algumas EPROMS. usam EPROM interna para armazenar seus programas. Uma vez programado. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. 27C512 27C010. Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas. 27C32 2764. Em outras palavras.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". Para se programar uma EPROM. 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . 27C256 27512. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos. como o exemplo ao lado. apagamento. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . O Gravador tipo Willem. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol.

isto é. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA.000 células. sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM. construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional.. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array). O terceiro grupo é composto pelas interconexões. como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis. São basicamente buffers. já vêm todos pré-programados. circuitos que acompanham as televisões.. Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia. uma forma de encapsulamento de circuitos integrados. Utilizando os CLBs. O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix). Um FPGA da Altera com 20. celulares. com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação.EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS. Foi criado pela Xilinx Inc. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. • CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. com. br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador). Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais. macsymtec. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. etc. • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS.

os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. Dessa forma. o que implica perda do conteúdo armazenado. 4. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e. Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. da empresa Altera Corp. Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. . e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas. 2. Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico. em função das necessidades de cada projeto. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. pequenos microprocessadores e memórias. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. 3. e chaves de interconexão.FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. uma alta densidade de portas lógicas. O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. por exemplo. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. blocos de entrada e saída. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. Geralmente. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. a empresa Altera Corp. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs. por exemplo. toda vez que o FPGA for energizado. foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática. A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. ao mesmo tempo. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas.. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. em 1983. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como.

A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. característica denominada ISP (In System Programmability). 7. Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM. por exemplo. Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. Devido à volatilidade dessas memórias. tamanho. Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. resistência. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM.FPGA 5. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais. 6. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. capacitância e tecnologia de fabricação. entretanto é rapidamente reprogramável. especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM).Na escolha de um dispositivo reconfigurável. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. Aplicando-se uma tensão. entre 11 e 20 Vdc. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos. esses fatores devem ser avaliados. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. tais como. Além disso. • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. . a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. da mesma forma que uma memória EEPROM.

Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group.Grupo de Arquiteturas Dedicadas . Porém. Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2]. • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM. Projetando Controladores Digitais com FPGA [1].LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores. • FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos. • Edward David Moreno. CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos.000. • FPGAs. Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). Asynchronous-SOPC research. Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez.Centro de Engenharia Elétrica e Informática . Referências • César da Costa. por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos. IP. Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] . CPLDs são..000).Laboratório de Arquiteturas Dedicadas . CPLDs não têm.Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA. ISBN 85-7522-088-8. muitas vezes. Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade. Forum. são baseados em RAM. The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO . notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo . Webcast. Novatec Editora.Novatec Editora.FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos.UFCG [17] . existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1. tipicamente. Alexandre César Rodrigues. Cesar Giacomini Penteado. baseados em EEPROM. Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor.). tipicamente. são produzidos pelas mesmas empresas..Grupo de Engenharia da Computação . • CPLDs têm um tempo de resposta melhor. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt.Centro de Informática da UFPE [16] LAD .

edu/ groups/ rcl/ index. com/ [21] http:/ / www. ccm. br/ ~greco/ home. Maior fabricante de FPGA. com/ [22] http:/ / www. com [7] http:/ / proteas. arl. Altera. ece. Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. edu [15] http:/ / wiki. picomponentes. icmc. neu. ee. cfm [20] http:/ / www. ca/ ~stevew/ projects. ku. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. gr/ index. html [9] http:/ / www. ufpe. edu/ [13] http:/ / www. ee. html [10] http:/ / www. na2. Segundo maior fabricante de FPGA. novatec. latticesemi. ufcg. duth. toronto. PI Componentes[18]. ece. dsc. html [8] http:/ / www. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. Inc. edu [16] http:/ / www. emlabs. uk http:/ / www. lad. ee. htm http:/ / cas. eecg. ece. vt. ittc. wustl. achronix. com. html [11] http:/ / www. com. com/ . br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. com. ic. es/ home. byu. br [19] http:/ / www. com/ products/ fpga/ index. usp. e lider do mercado. novatec. htm http:/ / www. edu. quicklogic. ubc.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. php [17] http:/ / www. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. fpgaCentral. mathstar. cin. ac. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. br [18] http:/ / www. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA.

como o próprio nome já diz. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. . No caso de lâmpadas incandescentes.Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo. ao centro. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. a função do filamento. Já em lâmpadas fluorescentes. perpendicular à secção do cátodo. Sua construção é de forma elíptica. se for um tríodo. porém. podendo levar o dispositivo ao corte. A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo. se deve à sua proximidade ao cátodo. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. entre os eletrodos existe uma grade de controle. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico.

LDRs menores estão também disponíveis no mercado. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. e quando a luz é baixa.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. • Luz muito brilhante : resistência mínima. mas nos últimos anos. Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples. geralmente acima de 1M ohms. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. LDR. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo. Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. como com qualquer outro componente. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. a resistência no LDR aumenta. Ver também • LED • Resistor . Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12. É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). aproximadamente 100 ohms.

os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor. Em qualquer junção P-N polarizada diretamente. e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. que até então era livre. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . dentro da estrutura. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. Na região de contato das áreas. possuem ambos os dopantes (P e N).Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. na redução da Mobilidade dos Portadores. que são os elementos básicos dos diodos e transistores. a chamada barreira de potencial. o semicondutor torna-se do tipo P. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. portanto. portanto mais baixa será a resistividade. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. Já em outros materiais. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons . também pode ser encontrado em tamanho maior. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). Quanto maior a mobilidade dos portadores. Neste caso. o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. seja liberada. o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. Na outra área do semicondutor. A luz não é monocromática (como em um laser). deixando "lacunas" (ou buracos). contudo. na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. formando o semicondutor do tipo N. isto é. Portanto. Por exemplo. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. entre outros componentes electrónicos. No silício e no germânio. como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). próximo à junção. o semicondutor será do tipo P. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. elétrons e lacunas se recombinam. como em alguns modelos de semáforos. Na ligação. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. menor será a perda de energia. Isso implicará.

pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). pode acontecer na banda de valência ou na proibida. Se o material semicondutor for puro. os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. mas a banda colorida é relativamente estreita. e devem substituí-las a médio ou longo prazo. 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida". Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. e que são formados por três "chips". não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes. portanto. seu alto rendimento e sua grande durabilidade. Existem também os leds brancos. Dopando-se com fósforo. Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. um verde (G de green) e um azul (B de blue). o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led. Hoje em dia. com o uso de outros materiais. A cor. . consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. violeta e até ultra-violeta. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas. um vermelho (R de red). esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. Com o barateamento do preço. que absorve a luz azul e emite a luz branca. a luz emitida pode ser verde ou amarela.Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. A recombinação entre elétrons e lacunas. a emissão pode ser vermelha ou amarela. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção). de acordo com a concentração. mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem.

7V. os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1. os vermelhos com 1. Além de mais largo. violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V.000 ou mais horas. Nos leds redondos. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. Semáforo de LED com contador regressivo. Brasil. São Paulo. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Sendo polarizado. os verdes entre 2. Existem .0V e 3. sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor. se o invólucro for semi-transparente. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo. Nos leds retangulares. Como o led é um dispositivo de junção P-N. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. Nesse caso. ou então deixam esse terminal mais curto. Mas.5V.7V ou 2. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação. e vice-versa. enquanto os leds azuis. sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. ou por ser o terminal mais curto dos dois.3V. duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"). os leds operam com nível de tensão de 1.0V. os amarelos com 1. de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW.Diodo emissor de luz 247 Em geral.6 a 3. Assim. Há também leds bi-colores. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds.0V. alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro. na cidade de Poá. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos. com um tempo de vida útil de 100.

015 = 10/0. onde Vfonte é a tensão disponível.2)/0. Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). limitando essa tensão reversa em torno de 0. cada qual gerada em uma junção.. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam.A. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique.008 = 10/0.015 = 680* R2 = (12 . podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido. quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor. VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança. os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro. Vfonte = 12 V. Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais. Como o diodo. uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais. é comum o uso de suportes plásticos com rosca. o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED).fica no corte. Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED. Por isso. com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele .008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum). resultando na emissão de luz alaranjada. Tipicamente. Para fixação nesses painéis. Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos. esse tipo de led é na realidade um "tricolor". com. quando alimentado por tensão C. já que além das duas cores independentes. Assim. essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas.2)/0. sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. VLED = 2 V: R1 = (12 . br . Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA.7V (tensão direta máxima do diodo). Geralmente. 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www. e o terceiro comum às duas junções. everlight.o LED . outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha.

como o da fonte ou do dreno. controlado pela tensão na comporta. principalmente a IBM. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. tais como o arsenieto de gálio. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. O transístor é ligado. mas alguns fabricantes. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . A corrente do dreno para a fonte é. e não há condução entre o dreno e a fonte. de longe. Geralmente o semicondutor escolhido é o silício. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. Os chips modernos usam comportas de polissilício. há uma fraca corrente invertida. ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico). muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS). O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). e é quase sinônimo de MOSFET. é. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. O MOSFET opera como um resistor.Vth . ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. mas ainda são chamados de MOSFETs. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. assim. onde as comportas (gates) eram de metal. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET.MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor.

faqs. 21ppi. uma parte do canal é desligado. 250 Em circuitos digitais.INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999). org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. Retrieved Sep. 16. org/ english/ policy/ 19991006/ technology. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. html . O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. pdf [2] http:/ / www.MOSFET O transístor fica ligado. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits . "Social Conditions for Technology Creation" [1]. 2005.

voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . de/ msp430/ index. com/ msp430 http:/ / www.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx . Estas possuem funções de entrada. html http:/ / hardware-hacking. comparador analógico. ADCs de 10.voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. USARTs. elektronikladen. controlador de LCD. msp430.MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking. 12 e 16 bits.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx . saída e uma função especial de hardware como USARTs. com hardware-hacking. etc. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo. ti. DACs. São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx . ubi. com . etc. amplificador operacional. Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits. pt http:/ / www. Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects.

pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa. para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo.000 V no catodo). aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento. IMPORTANTE . Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa. O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4. OBS. Estas cavidades por sua vez.O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. Funcionamento Como toda válvula termoiônica. Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). . funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. podendo causar queimaduras ou até câncer. no caso do Magnetron.Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas. o que é feito. Assim. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts).450 MHz.

Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. os megafones são utilizados em manifestações. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA. Nos filmes. O ponteiro não deve mexer. Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. eventos esportivos.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. anúncios. Se o ponteiro não mexer. . Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. Se o ponteiro mexer. Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). o magnetron está em curto e deve ser trocado. normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. Megafone eletrônico. basta ressoldá-lo. Muitas vezes. A maioria dos megafones atuais são elétricos. O ponteiro deve ir até o zero. Se isto ocorreu. etc. o filamento está aberto (defeito raro). Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento.

por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory). desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba.Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive). . preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação.[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória. ao contrário de uma memória RAM convencional. trata-se de um chip re-escrevível que. armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. Em termos leigos. cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM. permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. MP3 Players. flash drives USB (pen drives). PDAs.

000 de ciclos de limpeza. latências e peso muito mais baixos. evitando problemas de causa mecânica. seu baixo consumo de energia. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. O Dr. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar. Além disso. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis. a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. sendo assim. De acordo com a Toshiba. foi inventada pelo Dr. apresenta menor consumo de energia elétrica. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados. NOR e NAND). O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. contando com recursos como ECC (Error Correcting Code).000 a 1. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória. o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr.Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory). que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço.[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente. variações extremas de temperatura. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica. sua alta resistência. sua durabilidade e segurança. Masuoka. Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. o compactflash veio a ser baseado nele. já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. e até mesmo imersão em água.[1] . não tem peças móveis.000. que permite detectar erros na transmissão de dados. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos. Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state). Sr.[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. Califórnia. Shoji Ariizumi. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND. Sua resistência é de 10.

que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso. a NAND e a NOR. As páginas são tipicamente 512.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash. isto é.[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989. chegando ao mercado em 1988. Foi a primeira a se popularizar. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes). mas com a introdução do tipo NAND.a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash. desapareceram deste ramo. palmtops e firmware. em vez de acessá-las de maneira individual. mas com baixa velocidade. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos. faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. e ao seu alto tempo de gravação nas células.[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade.[3] . Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. Cada bloco consiste em um determinado número de páginas. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados. caso todos os blocos fossem bons. Mas embora esses problemas existam.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base. em blocos de células. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente. Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos.

• um comando padrão estabelecido para ler. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias. Por exemplo. • mecanismo de auto-identificação.tais como a Intel. ou em número de “X” como 60x. computadores. O tempo de acesso influencia no desempenho.[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício. Porém.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. O custo da NOR é muito mais elevado. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos. Micron Technology e Sony . então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal.[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. ou SSD. LGA-52 e BGA-63. torna-se atraente se considerarmos velocidade. comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND . O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória. incluindo Intel.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. Dell e Microsoft.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. dispositivo ligado ao PCI Express. formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados. Na prática. consumo de energia e confiabilidade. ruído. Por exemplo. escrever e apagar dados nos chips NAND. enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória. tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores. 100x ou 150x. esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. A NOR permite acessos aleatórios. incluindo a flash cache. A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. A ideia de um drive de estado sólido.Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes. o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar). Alguns fornecedores. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo. mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. usando a flash como uma . A versão 1. permitindo assim a compatibilidade com câmeras. A leitura é muito mais rápida na NOR.

[4] Carlos E. O seu consumo em geral é relativamente pequeno.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna. portanto. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. SATA. org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. br/ site/ noticias/ materia_especial. 2048 bytes de processadores.Flash memory (http:/ / en. contendo um processador. e. memória e periféricos de entrada/saída. guiadohardware. pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip. 128 bytes de RAM. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008. wikipedia.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. infowester. wikipedia. Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. com/ cartoesflash. Um outro nome para o microcontrolador. memória somente de leitura para armazenamento de programas. barramentos e afins (http:/ / wnews. [5] Wikipedia Español .ATA. normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . interfaces de entrada e saída de dados.Memoria flash (http:/ / es. php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC). Morimoto. uol. com. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008. O circuito integrado de um Intel 8742. EEPROM para armazenamento permanente de dados. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz. [2] Emerson Alecrim . Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008. é controlador embutido.

etc. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. etc. sistemas de supervisão. Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. brinquedos. fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento. juntamente com o seu baixo custo. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. De forma oposta aos microprocessadores. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). É erro de projeto superdimensionar. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. dentro do monitor. rádio relógio. onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir. Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). ou um sinal que chega via uma interface de dados. custo e consumo de energia. máquinas de escritório e residenciais. que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais. como sistemas de controle de motores automotivos. aliados a facilidade de desenho de aplicações. os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto. máquinas de lavar. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples". Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. relógio de pulso. firmware e circuitos. o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. telefones. . controles remotos. como os motores a combustão. forno de micro-ondas. Por reduzir o tamanho. De forma diferente da programação para microprocessadores. como por exemplo o acionamento de uma tecla. disco rígido. Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. Você está certamente cercado de dezenas deles agora.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados.

estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM. • 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004.Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation. cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) .

Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .

(Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi. • BASIC Stamp Renesas Tech. Inc. picguide.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. com . org [2] http:/ / www. Corp.) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. scienceprog.

acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. C.Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits. EEPROM e OTP. CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . que processam dados de 8 bits. de 32 bits. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste. Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores. Como ferramentas de desenvolvimento.consumo de nano Watt CRC . SPI. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller". etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C. Para tal procedimento. Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos.Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . placas de protótipos. . SOIC. TQFP. mais recentemente. DIP. etc. USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1]. de 16 bits e. com recursos de programação por Memória flash. utiliza-se um gravador apropriado. emuladores. depuradores. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções).Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. encontram-se disponíveis: gravadores. Funcionam com tensões de alimentação de 1. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23.

e relativo. que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). comparado com os 144 do Z8). com 2 ciclos). Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. 1 de busca e 1 de execução). um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic). Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp.R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip. mais instruções (58 de 16 bits). incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). Esse modelo está obsoleto. O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. embora R1 a R8 também tenham funções especiais .Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. com os PICs como seu produto principal. combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. . que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. O PIC16x é muito simples. tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. mais um acumulador W. As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa. A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. Ele tem pipelines marginais (2 estágios. Existem até 31 registradores diretos. História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. mais registradores (232 a 454). o sucessor do 1600 mais comum). R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. indireto. O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650.

O mercado. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. por volta de 1975. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados. embora mais lenta que a proposta de Harvard. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. não pensava particularmente assim. a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. No final dos anos 80. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. de Peripherical Interface Controller em inglês). embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. Era um microprocessador razoável. o CP1600. na realidade a marca é PICmicro. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU. contudo. restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. Ele era projetado para ser muito rápido. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. O PIC usava simples . dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. o EPROM. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x. chamada Arizona Microchip Technology. no começo dos anos 70. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments. que eram essencialmente semicondutores de potência. Antes disso. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. o conceito de ser baseado em CMOS. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. no Arizona. mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída. (subsidiária integral). one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. Como parte da estratégia.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. Apesar de ser uma boa CPU. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. incluindo a fábrica em Chandler.

266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. htm [7] http:/ / www.) e memória de programa de 512 a 32k palavras. e os novos donos cancelaram quase tudo. wikipedia. microchip. etc. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en. Em 1985. co. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. pictutorials. Os PICs contudo. núcleos de controle de motores. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial. com.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. com . mikroelektronika. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. e e embora o termo não tenha sido usado na época. UARTS. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). com [6] http:/ / www. artimar. br/ novidades. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. wikipedia. o que na época era obsoleto. wikipedia.

o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. mas como o microfone possui massa. Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais). sem que haja microfonia. • Cardióides . Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8. os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. shows e na transmissão de rádio e televisão. chamada de phantom power. Microfones são usados em muitas aplicações como telefones. os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . • Bi-direcionais . . História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. Exemplo de microfone. • Super e Hiper-Cardióides . que é de facto uma tensão de polarização. aparelhos auditivos. eram designados como microfones de velocidade. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. gravadores. De facto.Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º).seja no ar.Captam além dos sons emitidos na sua frente. rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim. parte dos sons emitidos na parte de trás. Desta forma. água ou num material sólido) em um sinal elétrico.Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz . No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade. porém. Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora.Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos.Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador. sua captação é reduzida.

onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm. como se de uma mola se tratasse. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. no caso dos mics dinâmicos. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância.5% a 1000Hz . o que origina um muito maior gradiente de pressão.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna. inferior a 600 ohm. Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. no caso dos microfones de condensador. uma fina camada de ar. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica. caracterizando a sua eficiência. Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica. O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0. Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana.

como telefones e computadores. Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil . na amplificação do som ao vivo e em gravações. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio. Um microfone comum de computador. microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos.Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota.

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. inserindo parte na placa. o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. por meio de furos metalizados denominados de barrel. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto. é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. inserir e soldar.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. Tendo isso em vista. os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH.008” (0. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. . Resistores through-hole. também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. protótipos. capacitores e diodos). finalmente. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa. porque são mais fáceis de lidar. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos. dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole. Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. conectores de diversos tamanhos.2 mm) maior do que o diâmetro do terminal. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. Os componentes PTH são fixados na PCI.

Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1]. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. 2006. ou seja. faj. utilizado para controle.Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. André Luis de. br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. Referências [1] http:/ / bibdig. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. Faculdade de Jaguariúna. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta.

a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final).[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. A sua velocidade de processamento também é maior. Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. ou seja. de 12 a 21 volts). A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória). ao contrário do que acontece com a memória convencional. o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. O rebentamento de um fusível abre uma ligação. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5. 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) . que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. significa que. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC. Read-only. Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos. ou só de leitura.PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento. A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem.5V. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos. PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1.

isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . o níquel.Página visitada em 2009-06-29. com. & #32. sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. pois. vestindo aos eletrodos internos . de forma a irraiá-lo para fora. visto que uma das implementações originais incluía queimar. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. http:/ / www. existe uma placa metálica. Sendo que naquela época. do dispositivo. os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito. Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. br/ noticias/ noticia. com. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM. Díodo termiônico. é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada. o carbono e o tantálio. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. br. • EEPROM. inovacaotecnologica. havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. php?artigo=010110060605). filamento.PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo. A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica. literalmente. Nova Iorque. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City. cátodo e grades. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. estes elementos são o ferro. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. não confundir com Placa de Circuito Impresso. inovacaotecnologica.

as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA. . O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta. o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). que era na ocasião era o único padrão. RJ45. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. Por exemplo. mas não a instalação elétrica. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). RJ14. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. Estes padrões de interface são mundialmente usados. Eles substituíram os conectores mais vultosos. ou seja. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector. etc. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica. através da Comissão Federal de Comunicações (FCC). RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC.Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. Em janeiro de 2001. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Utilizado para controle. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura.

para parte superior do telefone. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. com/ RJ_Jack_Glossary. htm .RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. • "RJ45": 8P8C. arcelect. Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C. para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. com. htm [2] http:/ / www. as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. accesscomms. os próximos dois formam o segundo par. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. "RJ22": 4P4C ou 4P2C. au/ reference/ RJreference. para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado. Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC. informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. incluindo Ethernet. os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C. "RJ10". (Veja cabo Categoria 5). para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www.

como acontece com ventiladores.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia. equação geral: U=E'+r. Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores).a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia.i http://efisica. E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai. Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo. porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores. no que diz respeito à corrente.if.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica. contanto que esse outro tipo de energia não seja calor.usp.br/ . Vemos que. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz. Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico. bombas de água e carros eléctricos.

Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. Para evitar tal fato. A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. Sua fabricação se dá. o par bimetálico se deforma. tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. corrente que vai para o motor. caso seja superior ao limite de ajuste. o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. no caso do motor trifásico.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. conforme tabela abaixo. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente. Tempo de disparo a partir do estado frio . pois a instalação em uma ou duas fases. ou mesmo de relé bimetálico. Função Também chamado de relé de sobrecarga. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. caso haja aquecimento. O relé térmico é uma réplica do motor. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. Este aquecimento é prejudicial ao motor. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor. pode não ser o bastante para proteger o mesmo. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase.

[1] Referências bibliográficas 1. L. 2. pdf/ . P. O. P. SP.Relé térmico 279 Classe 1. 1998 – (Série brasileira de tecnologia). C.351.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. Editora Érica. São Paulo. LOBOSCO. McGraw-Hill: Siemens S. da C. Acionamentos Elétricos. FRANCHI. ed. faatesp.5Ir 7. Referências [1] http:/ / www. S. 2008. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores. DIAS.05Ir 1. J. São Paulo. edu..2Ir 1. São Paulo acesso em: 26 maio 2010.A. 4. M. Seleção e aplicação de motores elétricos. Circuitos de Motores. 250p. SP..

Introdução Um simples relé eletromecânico. uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito.Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente.este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não. protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir. nos processos de fabricação de alimentos. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé. biscoitos que consumimos. é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. como o da imagem ao lado. nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas). pães.e que chega a nossas casas e industrias. No caso do Relé eletromecânico. um campo eletromagnético é gerado. estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos. É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. nas linhas de produção das peças que os compõe. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). Sendo assim.usina hidroelétrica . Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos. São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil . acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. Servindo para ligar ou desligar dispositivos. a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo.

magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. embora mais uma vez. 32 anos depois. onde se exige uma facil reposição e manutenção. Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. de 1846 até à sua morte. Para aplicações industriais. em reconhecimento do seu trabalho. não tenha sido o primeiro a registrar a patente. mais tarde conhecido como Universidade de Princeton. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso). • Conjuntos de contatos. Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey.estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. adaptando esta aplicação através de bases/soquetes. estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . • Mola de rearme. a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). *Terminais para conexão em Bases (Sockets). Joseph Henry Após a sua morte. Em 1832. inventado por Morse e Wheatstone. Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância. IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais. desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana. .constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. foi batizada de henry. seja qual for sua natureza. • Terminais . enquanto construía eletroimãs. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. À frente deste Instituto. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. • Armadura de ferro móvel. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua.Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830. A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico.

o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel. O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). se os contatos foram abertas. Então temos no relé uma bobina. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). Em uma aplicação de baixa tensão. dependendo da função do relé. isto ocorre para reduzir o ruído. Para ilustrar melhor. de contatos presos a molas.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB). uma armadura de ferro móvel e um conjunto.normal fechado • NO . Alternativamente. sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). a depender da função do relé no circuito. um diodo é freqüentemente instalado na bobina. através do terminal. Quando a bobina recebe a corrente elétrica. Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. • NC . a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. Quando uma corrente elétrica passa através da bobina. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. atraída pelo campo magnético gerado. consistindo de um capacitor e resistor em série. Então quando energizado. Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso. que é soldada ao PCB.normal aberto Em alguns casos. o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito. exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé. Os relés.Normal Open (inglês) . a sua posição relaxada. o contato é atraído fisicamente. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé. a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada. ou conjuntos. isto ocorre reduzir a formação de arco. também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica. a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. . Quando a corrente na bobina é desligada. Enquanto a bobina se mantém desernegizada. e vice-versa. comuns nas partidas de motores industriais. Há casos também. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação. é substituída pela força da gravidade.Normal Closed (inglês) . pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. em que a força da mola. uma rede de proteção de contato.

a partir do material empregado. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. que pode ser por exemplo carbono ou silício. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. conforme norma brasileira. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. ou então usando um ohmímetro. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. que possui como unidade ohm. O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca. ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). porém há uma queda de tensão. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos. Utilizando-se disso. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. através de seu material. porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal. Alguns resistores são longos e finos.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). lâmpadas acesas durante o dia. ou SMT. placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais. . O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica. É comum encontrar na iluminação públicas. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. com o material resistivo colocado ao centro.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica.

que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. por exemplo). A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. Além disso. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. A medição crítica de um resistor é a resistência. também chamados de resistores de precisão. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas. também estão disponíveis. uma unidade SI. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. e corrente especificadas. de qualquer material é um tipo de resistor. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. estão disponíveis. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. aproximadamente 6. Isolantes (tais como ar. é o comprimento. e R é a resistência em ohms. Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência.p. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. o material do objeto é chamado de ôhmico. R é constante—ao longo de uma gama de valores. e inversamente proporcional à área da secção transversal. Em resistores codificados com cores. o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica. que é determinada pelo tamanho físico. Resistores com tolerância menores. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra. que diminui a superfície disponível da área. o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. e é a área da secção transversal. como 20 Watts. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima. diamante. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. uma faixa dourada significa 5% de tolerância. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e . uma corrente com a intensidade de 1 ampère. 1/4 watt e 1/2 watt. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita). Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts. O corpo humano. Na prática. A relação entre tensão.Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. chamados valores preferenciais. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero. pelo mesmo.241506 x 1018 elétrons por segundo. e corrente máximas de trabalho.d. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. um pedaço de plástico. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos. Qualquer objeto físico. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada).p. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente. Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. A maioria dos metais são materiais condutores.d. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância. através de um objeto é dada por uma simples equação. Um resistor tem uma d. apenas uma série limitada de valores. corrente e resistência.

e instrumentos de medidas. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. Quando a temperatura se eleva. em série com a bobina desmagnetizadora. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). Reostato é um resistor variável com dois terminais. mas com coeficiente negativo. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. sendo um fixo e o outro deslizante. por exemplo. Metal Óxido Varistor ou M. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). são um caso particular. 1000 porque à temperatura 0 °C. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. sua resistência cai. ou como "trava" em circuitos eletromotores.Resistor capacitância. a resistência do PTC aumenta. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100). Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. rodando manualmente. visto que em vez de metais usam semicondutores. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. Geralmente são utilizados com altas correntes. Os metais mais usado são a platina. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal. Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. . Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. Quando a temperatura sobe. por isso alguns autores não os consideram resistores. a resistência também sobe. Os termistores PTC e NTC. ou seja se a temperatura sobe. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura.V.O. A relação geralmente é directa. têm uma resistência de 100ohm. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas.

Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa. de acordo com a intensidade luminosa incidida. A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: .Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. A relação geralmente é inversa.

6. 4.01. 1. 3.0 3.76 Série E192 1.72. 1. 6.90.07.61.27.06. 2. 1.62.02. 4.48. 4. 1. 1.06.74. 2.96.05. 1. 7. 3.0 2.47. 9.54.07. 3. 9. 1. 6.04.15. 9.61. 5.62. 7. 2.15.04. 6. 4. 1.24. 5. 4.56.83. 2.76.09.00.32. 4. 1. 5.7 5. 4.42.82.05.37.76.02.57. 5.3 3.44. 9. 2. 3.62. 1. 7.83.98.04. 1.32. 1.21. 2.43.17.06.18. 3. 2.8 6.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0.23. 7.68. 7.16.38. 8. 1. 3.96.91.00.13.49.31. 1.58. 5. 4. 1.3 1. 1. 4. 8. 1. 7.83.60.32.15. 1. 6.19.29.23.22.62.36.05.59.40.30. 4.50.19. 1.87.01. 1. 2.8 2.1 1.37. 6. 1.68.47.88. 2.01. 3.0 Série E24 1. 1. 1.12.50. 1.96. 4. 3.73. 3. 3. 6.74.55. 4. 1. 4. 4. 5.66.30.70. 3.75. 3.19.74.7 5. 2.11. 2. 4.50. 4. 2.78. 9.48.09. 7. 1. 2. 1. 2. 8. 4.40. 1.98.42.26. 1.87. 1. 1.62.2 2.09.65.2 9. 3.20. 1.05.00.75. 2.7 4. 4. 1.59. . 1.32.02.81. 3.76. 1.8 7.32.2 Série E12 1. 5.26. 4.27.93. 2.87.58.05. 3. 9.21.53. 5.87. 6.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10. 6. 1.15. 8.87.65.8 8. 2.15. 3. 7.42.53.32.16. 2.9 4. 3.93. 8.78. 1.66. 4. 2.5 8.21.50. 2.13. 1. 2.21.10 .09. 2.40.3 3. 1. 2.30. 2.3 4. 3. 1.34. 8. 8. 3.87. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1.49. 2. 1. 5. 1.15. 1.40.6 6. 4. 3. 1.64. 2. 7.0 1. 5.37.23. 8.84.37.17.25.66. 3.45. 2.25.12.25.89.05. 2.50.23.32.57.69.15.83. 4. 1. 2.49.49.87.29. 8.47. 1.05. 4.76.02.33.54.48.74. 4. 2. 1.2 1. 1. 1. 1.69.87. 6. 1. 1.22. 3. 1. 2.81.65. 3.6 6.40. 5. 1. 8.90.74.5 1.45. 1.09. 2.10. 4.80. 2. 1.26.92.00.43. 1.08. 6. 5.67. 9.52.77.87. 7.11. 1.61. 1.48.74.16. 3. 3. 1.88.02.96.45.82.5 0.71.65. 3. 1.11.35.64.09. 5. 9.06. 1.00. 8. 2. 1. 2. 6. 1. 7. 2. 4. 9. 2.78.69. 1. 1. 7.9 4. 1. 6. 1.6 3.40.24. 2.4 2. 1. 3.87.2 2.87.17.34. 7. 2. 2. 7.41.33. 1. 2. 1. E12. 5.92.64. 9.0 1.52. 1.36.5 1.16.74.43.49. 2.94.76. 1.54.42. 3. 3.90.6 1. 6.81.24. 2. 5. 1.10. 2.61. 1. 2. 2.97. 3. 1.49. 6.87. 2. 9. 3.26.1.81.69. 5. 1.64.37. 3.8 2. 1. 2. 6.10. 5.58. 2. 1.42. 3. 1.52. 8. 1.22.87.56. 7. 2. 1. 9. 6. 4.65. 1. 4.24. 5.1 5.05.11.65. 2.03. 5.91. 1. 9. 7.57. 2. 5.2 1.10.27.49.27.2 6.56.99.32. 3.97. 2.64. 1.32.23.77. 3. 4. 6. 4.33.35. 2. 1. 1.70.79. 5.98.07.28. 4. 8.55.5 1.14. 1. 3.36. 4.46.62.67.53 Série E96 1.99.80. 3. 1.2 2.42.12.98.31. 6. 6. 6. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10.13.32. 5.65. 2.91. 5.98. 1. 4.49.84.12. 5.18.15.43.18.53. E96. 1. 6. Séries E6.36. 9. 3.3 3.67. 4.01. 8. 1.42. 2.34.21.1 Séries E48. 2. 7. 1. 1. 3. 6. 1. 3.19. 8.37.90. 1.53.15. 8.20.25 0.49. 3.87. 1. 5. 8.80.7 3. 1. 2. 5.65.94. 7. 2.7 3.26. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1. 7. 3.

technick. htm http:/ / www. estrela e triângulo.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação. htm http:/ / www. westhost. com/ pots.eletele. Efeito Joule ELETELE http://www. upenn. resistor fotosensível ou fotoresistor. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. paralelo. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. feiradeciencias.com. Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. com. esta sempre resultará numa única resistência total. or. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . edu/ ese/ rca/ calcjs.br/produtos_resistores. seas. lalena. Qualquer que seja o tipo da associação. net/ public/ code/ cp_dpage. sendo elas denominadas de série. br/ sala12/ 12_T02. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req. jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor. asp http:/ / www. html http:/ / www. interq.

oscilent. aparelhos eletrônicos automotivos. Ressonador cerâmico de 4MHZ. avr. câmeras. ecsxtal. lara. unb. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório. que tem funções como um ressonador mecânico. Departamento de Engenharia Elétrica . com diferentes tipos de footprints. datasheet (http:/ / www. datasheet (http:/ / www. videocassetes. com/ store/ pdf/ zttr. pdf) (em português). br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt. abracon. Universidade de Brasília. tais como televisores. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. Séries AWSCR. controles remotos e brinquedos.htm) (em inglês) . Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho.ENE. Quando a voltagem é aplicada. microchip.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. pode produzir oscilações numa frequência específica. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT. pdf) (em inglês). Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. pdf) (em inglês). A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. telefones. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos.com/catalog/Category/ ceramic_resonator. sintetizadores de voz. pdf) (em inglês). sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. que geralmente conduz o titanato de zircônio. equipamentos de comunicação. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo.[3] • Além de circuitos impressos. copiadoras. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. Página visitada em 27 de janeiro de 2010.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados.

evitando assim as perdas do sinal de vídeo. como o RGB. o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. "vídeo separado" em inglês). Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC. também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). colour) são transmitidos em pares separados. diferentemente do vídeo composto. O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente". para a informação do Luminância. devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. . Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. que carrega o sinal inteiro em um pacote. e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados.S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). greyscale) e a informação modulada da crominância (C. porém são sincronizados. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). PAL e SECAM). Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado. Assim. O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. No vídeo composto. Visão geral Os sinais de luminância (Y. O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. Conector padrão S-Video de 4 pinos. Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). PAL e SECAM.

Canadá e Japão. levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. O S-Video não transmite sinal de audio. ws/ s-video-pinout.S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA. tocadores de DVD (DVD players). é necessário um conector de audio. videocassetes e vídeo-games. Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. onde a padronização é falha. funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts. interface encontrada em TVs. Portanto. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. html .

denominado gatilho. e o terceiro terminal. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. Quando não está em condução. geralmente. ocasionando seu desligamento. que é usado para controle. Composto. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo. dois dos quais. formam um diodo bipolar. é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo. Símbolo comum de um SCR.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. denominados anodo (A) e catodo (K). Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista.SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier . depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção. Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . por três terminais.

por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A. . da television technology fame. A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. e hoje permanece praticamente desconhecida.Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin.

os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico. como acima. O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons. formando uma grade cilíndrica e. no início dos anos 1950. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. Quando a tendência na grade fosse derrubada. o custo e a falta de disponibilidade. todos. A escrita é realizada por selecionar um bit. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. a placa de sinalização. quando em plena produção. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada. e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. enviar um pulso de potencial. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. finalmente. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. positivo ou negativo. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. um radial. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. . um axial. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. e em seguida. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. Com um bit selecionado. Como o desenvolvimento se arrastou.

). ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www.  New York: Academic Press. N. Se o dielétrico para este bit contém uma carga. Gian-Carlo(Ed. A ausência de pulso. 465-469.). 1980. os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização. [1] Metropolis. A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês).(Ed.Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo.(Ed. org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 . J.). Howlett. p. significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga. Rota. rand.

org/mark1/moore.U. Introdução De uma maneira geral. e nanocircuitos usados em nanotecnologia. pois foi percebido ao acaso pelo cientista. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva. microprocessadores. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt).RCASelectron. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias. isto é a banda de valência. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas. a princípio como curiosidade.school/selectron.stanford.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica.com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes.A. Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante. semicondutor ou isolante.computer50.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E.15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica. e- .com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. oposta à do elétron. 2494670 (http://www.Selectron 296 Patentes • Patente E.google. o diodo. Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores. A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos. Em 1878 e 1879 David E. História Em 1874. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior. 2604606 (http://www. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons.U.A. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução.htm) • História do Selectron da RCA (http://www.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1.google. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes. Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução.

. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. elétrons livre). o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. Se agora o processo for novamente repetido. Ele define quão condutor é um material. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores. isso é. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. através do uso de semicondutores diferentes. ou seja. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. Já os semicondutores. E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. Esta diferença nos gaps permite. desde que esteja escuro. chamada de ponto quântico. criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. Isto cria uma fio quântico.Semicondutor 297 Poços. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. Se a placa for exposta à luz. apesar de na verdade ser um plano quântico. Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. aumentando assim a condutividade do material. Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços. Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. As propriedades destes elétrons. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. entretanto. As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. quanto menor o gap. possuem um gap grande quando comparados aos metais. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos. A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório.

Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. Sua unidade. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto. (no vácuo) Ver também • Corda magnética . µ= permeabilidade magnética do meio. Sua unidade é o Tesla (T). i = corrente que atravessa o solenóide. l = comprimento do solenóide. expresso em metro. no SI é N = número de espiras.

Contudo. o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. não importando a natureza da carga. como motores elétricos. quando usado com cargas indutivas. Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate). controles de velocidade para ventiladores entre outros.A.TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. Uma vez disparado. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada. O TRIAC faz parte da família de tiristores. é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo. Para circuitos de maior potência. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada. ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos.

Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). podendo ser contatos chatos. novaeletronica. Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. permitindo o aproveitamento de ambas as faces. Na indústria. htm . Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d.Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. dimopel. Daniel Roberto Garcia. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui. tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole. br/ Dicas/ Dica02. SMT . htm [2] http:/ / www. com.Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma). Os terminais também variam de formato.

Outra aplicação corrente. pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. • PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura. Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. Termístor do tipo NTC . no sentido eletrônico. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento. que.Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. no caso a nível industrial. é a medição de temperatura (em motores por exemplo). Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura. Conforme a curva característica do termístor. foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. A termiônica.

mas devido ao seu disseminado uso na indústria. também da classe dos tiristores e de junção PNN. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. também pelo terminal de controle. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. que operam em regime de chaveamento. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. apresentando um comportamento funcional biestável. Uma vez comutado para o estado de ligado.Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. em osciladores de relaxação. e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. Como exemplo de tiristores. O SCR é apenas um tipo de tiristor. . A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução. o sinal de controle é um pulso de corrente. No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta. A condução. o SCR comporta-se como um diodo normal. mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. com uma brusca queda da impedância do mesmo. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. geralmente em torno dos 30V. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês). Se esta tensão. em inglês Holding Current (IH). os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. Em sentido inverso. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. podemos citar o SCR e o TRIAC. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). que normalmente pode ser de curta duração. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. for ultrapassada. Para os SCRs. uma vez iniciada se mantém. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. ou gate em inglês). chamada comumente de Tensão de Ruptura. o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução.

Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico. três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás. um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás. .Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. com 4cm x 4cm. Ele utiliza um grande plugue. com quatro pinos chatos.

O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". como aço. que "acopla" essas bobinas. Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente. transformando tensões. Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes. . O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético. mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador. ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. ou circuito magnético. reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência. Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente. Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro. No caso dos transformadores de dois enrolamentos. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado.

todas concatenam. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação. Transformador com três enrolamentos. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a.m. Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou. Além disso. e . ou seja. um transformador ideal. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro. Transformador em vazio Considerando. as f. o mesmo em ambas as bobinas. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito. Os pontos mostram o início de cada enrolamento.’s. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. são em geral de baixa potência. e ainda aqueles com núcleo de ferrite. no caso ideal. Transformador com blindagem eletrostática. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). outros sem núcleo. e o circuito magnético é fechado. ou “abraçam”. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo.e. seja no núcleo. o mesmo fluxo. Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . seja nos enrolamentos. Há outros tipos de transformadores. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor).Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias. escrevem-se como: → ∞. ditos transformadores com núcleo de ar. sendo o fluxo total. infinita. já que se desprezam . que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. alguns com núcleo ferromagnético.

asp [2] http:/ / andros. asp http:/ / www.2V. com. A tensão base-emissor também é maior. br/ sala13/ 13_24. consiste da soma das tensões base-emissor. br/ sala13/ 13_42. e para transistores de silício é superior a 1. com. feiradeciencias. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. asp Transistor Darlington Na eletrônica.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. unicrom. por isso pode tornar-se facilmente instável. berkeley. asp http:/ / www. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e. feiradeciencias. Comparado a um transistor comum. por estar todo integrado. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração. feiradeciencias. com. asp http:/ / www. com. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. br/ sala14/ 14_T01. pdf . eecs. feiradeciencias. br/ sala13/ 13_25. com/ tut_darlington. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. apresenta uma maior defasagem em altas frequências.

em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. Por sua vez. com/ electricity/ inventions/ fet. como o próprio nome diz. História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934. htm . • MOSFET tipo Depleção. html) [2] http:/ / geocities. yahoo. com. gta. br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT. FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. ufrj. que. htm [3] http:/ / www. enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor. electro. O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. br/ componenteseletronicos/ index. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo.Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. patent-invent. Transistor de Efeito de Campo.

Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. isto é. TJB. Tríodo Tríodos ou triodo. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). também designados parâmetros híbridos. também designados parâmetros de transcondutância. portanto. Válvula termiônica (Triodo). porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. BJT. em inglês). Até hoje. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga .positiva (lacunas) e negativa (electrões). depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. . é o tipo de transístor mais comum. tinham muito baixo rendimento. Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. perpendicular à secção do cátodo. aos seus inventores. e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts. O objectivo dos inventores. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons. por menor que seja a variação de tensão na grade. isto é.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. amplificação. no caso do triodo. utilizam os parâmetros g. é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. como o próprio nome já diz. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. (bipolar junction transistor. e que valeu o Prémio Nobel. ao centro. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest. uma grade de controle. A construção da grade é de forma elíptica. Corrente anódica A corrente anódica num diodo. Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês.

Bobina de centralização do feixe 5. Feixe de elétrons 4. ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor. Placas defletoras horizontais e verticais 2. uma máscara de sombra. nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal. revestida de fósforo . azul) História Os CRT's surgiram em 1924. um canhão eletrônico. em 1897. Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas.000 a 40. na ordem dos 10. um cone de vidro. e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). que em português significa "tubo de raios catódicos". e à saturação. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma. 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. podendo levar o dispositivo ao corte. também conhecido como Cinescópio. verde. Thomson verificou a existência do elétron. Foi em um tubo de raios catódicos que. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. J. Por isso. 1.000 Volts dependendo do seu tamanho. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. usado em televisões e monitores coloridos. A primeira televisão era de madeira. quando foi inventada a televisão. Face interna da tela. o físico J. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. Canhão de elétrons 3.Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico.

para que se combine com possíveis átomos residuais de gases.Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. . Esta operação é chamada “matching”. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. Após várias medições e operações de acabamento. o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível. o vácuo é formado no interior do bulbo. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). platina e eventualmente ouro. através de reações químicas. Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. além de terras raras. seu resfriamento e conseqüente contração. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência. tal como paládio. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. o qual em seguida é fechado. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. Matching No Processo de Matching. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara. dos feixes eletrônicos vermelho. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone. a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. Depois de seca. são fundidos no esmalte em alta temperatura. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios. verde e azul. a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. por toda a tela. lavada e passa por um processo de enegrecimento. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela. Neste momento o bulbo se torna um tubo. Nas áreas que foi exposta. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone. O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. a sua aplicação à borda do painel. montado em uma fase anterior do processo. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas.

tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente . (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado. tal como o tório. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. para evitar graves contaminações. 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background.Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. A. L.por estar entre os segredos de fabricação-. . Lembrando que. O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. contatos de relés e etc. Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem. . tal como “camisas de lampião”. . mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras. JONES R. . porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem. TROYER G. apesar de não ser absolutamente certo isso .o mesmo principio de tratamento por tório. Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube. dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. Aparelhos antigos. GRAY E. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. podem conter maior quantidade desses componentes. aqueles com válvulas termiônicas. the use of naturally occurring . no meio ambiente. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. porém em diminutas quantidades. Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. possivelmente cumulativas. Já os televisores mais antigos. W. para evitar transtornos a população. ainda hoje no Brasil e em outros países. costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios.

Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta). and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. .0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos. O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL. Hagerstown. Válvula de potência ainda fabricada. MD. A sigla deriva do nome em inglês.Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. This paper presents the results of these surveys. 35400011931012. nofev. Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS. Cote INIST : 9288 S. [Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins. the results of gamma spectroscopy.

a intensidade de corrente será sempre a mesma.Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. . Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. o cátodo. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. para a placa estando negativa. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. receptor de elétrons. Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. sempre haverá Efeito Édison. Válvula tríodo utilizada em 1906. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. a grade de controle. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. ou placa. a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). o filamento. a placa. Diôdos Diôdos termiônicos. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. pêntodos. emissor de elétrons. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa. dependendo de sua polarização. Diôdo Termiônico. ou ânodo. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. etc. não importando a oscilação da tensão. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. diagrama simplificado. que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. que. cuja função é aquecer ao cátodo.

Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. onde todos os elétrons serão absorvidos. Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. que também são conhecidos como high end. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas. Aumentando a tensão de placa. . será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. estando a temperatura de cátodo constante. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. especialmente a guitarra elétrica. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. portanto o fluxo de corrente será baixo. os elétrons de carga espacial são atraídos. Atualmente. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados.Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. mesmo com altas taxas de distorção. tida como melhor que os transistorizados. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'. contudo. possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. Os amplificadores valvulados. que possuem um som mais aveludado e macio. funcionando como retificador.

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são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. Isto é. e no caso de picos de tensão de maior duração. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). Quando reversamente polarizados. sua resistência diminui. desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra. Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos . protegendo o equipamento a jusante. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. desarme. tal como em filtros de linha. Assim. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito.Varicap 316 Varicap Varicap. Os varicaps . Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). Uma metal óxido varistor 385 volt . por exemplo. é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". desconectando o circuito da fonte de alimentação. diodo varicap. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis. Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais. acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos.

Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. a base de (Sn. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. . Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M.S. I é a corrente que circula pelo componente. que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2. sendo essas porcentagens molares. para utilização em altas tensões.5%MnO-0. A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50. Dessa relação. Valee e M. Em 1971. quando Kh.5%CoO-0. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas. D. Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores. para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC. Kosman e colaboradores (1961) e S. Matsuoka e colaboradores. onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores. nota-se que quanto maior o valor de . Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. S. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO). fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões.5%Cr2O3. corrente de um varistor obtida experimentalmente. Atualmente.

tais como surtos na rede de alimentação. já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. Uma vez excedido esse limite.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. o varistor queima. evitando que o filtro cause algum incêndio. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. ou seja. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. são utilizados fusíveis de proteção. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes. Isso resulta em queima do componente. Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. ou seja. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. . mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho. que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica. podendo existir a possibilidade de início de fogo. 99% deles. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. normalmente medido em J joules. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. não possuem proteção térmica. os quais suportam maior nivel de energia passando por ele. Infelizmente. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule).

Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem.Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). transmissão e distribuição de energia elétrica. confiabilidade e continuidade no fornecimento. Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica. manter e operar esta máquina. O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. órgão regulador do governo brasileiro. estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas.Rede Básica Brasileira Os consumidores. . Além disso. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis. Sistema Elétrico de Potência . Qualidade. eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). Comparemos. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma. devido ao movimento igual de rotação.Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada. . sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor. também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. Estator (armadura) Parte fixa da máquina. montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. por exemplo. ou seja. Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor. Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina.

tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão. uma turbina hidráulica. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. logo. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas. Assim. Com o surgimento do torque. a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. a fonte de energia mecânica pode ser. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. e como o pólo do campo girante do estator está a girar. Além disso. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. a gás ou a vapor. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. está como uma ilha de potência). Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. . a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. por exemplo. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator.

cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. normalmente. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. a Escola Náutica Infante D. Nos países de Língua Inglesa. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo. a carreira de oficial eletrotécnico não existe. A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. numa escola de formação náutica especializada.Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. diretamente subordinado ao chefe de máquinas. normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. nem existe formação específica para a desempenhar. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista". Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. No entanto. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. Em Portugal. normalmente. pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. No Brasil. Nalguns navios. . atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. mesmo nos países onde existe. este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores.

com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical. pt/ [2] http:/ / www. careersatsea. observando-se que a bobina possui uma tomada. faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. Funcionamento O resistor Rb. ou seja. asp [3] http:/ / www. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. ou seja. Na figura. oceanopportunities. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor. enautica. havendo então sua condução. Escola Náutica Infante D. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www. Henrique [1] • Electro-technical. . ligando à tomada central. pela bobina L1. org/ careers/ electro_officer. temos a configuração básica deste oscilador. O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1.

Queimados. com. br/ [2] http:/ / www. popularmente conhecida como escapamentos. wiest. utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão. aquecem a água contida em grandes caldeiras. com. motores estacionários. com. br/ . onde é necessario a atenuação de ruído. inescap. gerador de energia. Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. br/ [3] http:/ / www. saída de gases de caldeiras. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www. Na verdade. dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor.Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). roncar.

Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. os principais acabamentos são.Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia. galvanizado ou bruto. br/ port/ prod-hospitalar. onde necessita de redução de ruído. Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador . htm . fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox. onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape. pintado.motor. Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. inescap. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). este equipamento não altera a sua eficiência. com. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro.

sendo apenas por combustão. Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão. Efetivamente. enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. Para freqüências mais elevadas. Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis. Na medição de sinais.eletricidade). . dissipar potência. Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência. sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda. ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo.mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos.propriedade da Celpa. Um atenuador é o oposto de um amplificador. outros propósitos.D. atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias. Enquanto um amplificador proporciona ganho. Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes. um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1.E. construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias).Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários. Usina Diselétrica de Novo Progresso. e melhorar o casamento de impedâncias.Diesel elétrica .originando o nome (Dies . são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias).também chamadas de U.são muito comuns na região amazônica.

como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. Sony. Candle. Timer. dvd. E suas funções são. Mitsubishi. Simpson. MEI. Capehart. Atlanta. canal rápido de 0 a 9. Alleron. tv. Audiovox. Pulsar. Tatung. Nikko. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. ainda. Davidson. vcr. sat. . enter. Admiral. TV a cabo. Regal. Colour Voice. Liga/Desliga. Contec/Cony. Electrobrand. DVD. Philips. Electrohome. Jerrold. TV. JCL. Onwa. Craig. Ward. Konka. Sears. JC Penney. stop entre outros. Pilot. TMK. Sharp. Funai. Philco. Motorola. ABC. VCR. Viking. mute. canal anterior. Citizen. cable. pause. Olympus. NSC. retrocesso. Kenwood. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. Controlo remoto Controlo remoto. RCA. HI-Q. Cableview. Technics. NKS. MTC. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. Sci. Orion. play. Crown. Teac. Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Portland. Envision. Multitech. Beaumark. e alguns receptores via satélite.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. Algumas marcas que o controle funciona rca. Zenith. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. Hamlin. Bell & Howell. Signature. KTV. Mont. Wards. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Totevision. avanço. Samsung. Tandy. Jasco. Carver. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. GC Electronics. Kloss Novabeam. Comtronics. Universal. Yamaha. Matsushita. Memorex. Victor. Emerson. Sylvania. Marantz. KLH. JVC. Adventura. NTC. Optimus. Sansui. Vector Research. Gibralter. Movie Time. Contec. Radio Shack. JCB. GE. Hallmark. gravação. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). Harvard. Majestic. Archer. Runco. AOC. TV/VCR. Shogun. Panasonic. Fisher. General Instrument. em um valor constante pré-determinado. NAD. Menu. OAK. Gemini. ProScan. canal + e -. Magnavox. LXI. Proton. MGA. Harley. Broksonic. JBL. Optonica. Belcor. Daytron. Goldstar. Pioneer. Quasar. Celebrity. Sanyo. Toshiba Fujitsu. LG (Goldstar). Gradiente. Garrard. Aiko. Aiwa. Magnin. Midland. Hitachi. Daewoo. Megatron. Realistic. Logik. Futuretec. Infinity. Jensen. Symphonic. Scott. volume + e +. Curtis Mathes. Akai. Tocom. Soundesign. Teknika.

Com essa facilidade da fabricação. Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. . pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais.Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. que acabaram se tornando padrão entre todos. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. da empresa Nintendo. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. demonstrando assim Apple Remote. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios. E isso criou um problema muito grande. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes.

e que seja portátil (por isso o prefixo "micro"). . A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. equipamento de áudio. ou.rádio.por exemplo. calculadoras. gravadores de vídeo e relógios digitais. A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento. televisores. ou computadores pessoais. Para ser considerado um microsystem. como gravação ou cópia de mídias. toca-fitas. CD player. os servidores. vendida em 1998 para a Compaq.Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios. Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. sistemas de médio alcance. ondas de rádio + fita magnética -. e integração com o computador. ou "consummer electronics". designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial). Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio. comunicação e na productividade no escritório. Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos. em suas versões mais recentes. etc. que prestam serviços a outros sistemas computacionais. é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia .

shtml . às 19h. Bastidores (variedades). disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. TV Uni-BH No ar desde 1998. que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. Conhecimento (debates).[1] [1] http:/ / portalimprensa. uol. InterAção (esportes). Holofote (cultura). Transmite assuntos da região e do Maranhão. com. a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. Curtagora (cinema). que vai entrar no ar em 13 de agosto. Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH. pelo canal 46 UHF. TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo. Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas).TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record. Saúde (Saúde e Bem Estar).

Televisão dos anos 50. posteriormente. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. A televisão em cores surgiu em 1954. a CBS abandonou sua proposta em favor da nova. na cidade de Juiz de Fora. O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927.Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . na rede norte-americana NBC. . a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho .visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. Um modelo de televisão de 1958.distante e do latim visione . Nova Iorque. que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. e. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. Minas Gerais. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. No Brasil. mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962.o televisor . inaugurado em 11 de maio de 1928. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady. o que tornou possível a televisão eletrónica. Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores.

Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD. com tela de 3. Neste sentido. (Normalmente LCD ou plasma. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil.Televisores com entrada USB para filmes.) Modelo TV ECCO da Lumines. da Samsung . da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF). pois a ideia é ter um sistema portátil completo).) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais.Conversor digital integrado na TV. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT). Novas tecnologias estão aparecendo. a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente. músicas e fotos sem precisar de DVD Player. principalmente em movimento. algumas delas são: • LED TV.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. da Philips . da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7. • DTV BuiltIn. da SONY (Imagens mais realistas. sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção.Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro.) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas). • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas. que são captadas por um receptor (o televisor). rádio.) • Bravia Engine. da LG . a mais alta resolução disponível em TVs. Tendo início na década de 1920.5 polegadas e sintonizador de TV Digital.5 cm de espessura e telas que variam de 3. • USB In. • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. é uma extensão do rádio.) .5 a 65 polegadas. • Touch Interface. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. • Invisible Screen.

SECAM usando sinal analógico • DVB. ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM. PAL-M. ATSC. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria. Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte. PAL2.Pay-per-view -. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países. estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV.programação sob encomenda.Televisão de Alta Definição (HDTV) -. desporto (esportes).variações do Humorístico) Infantis Musicais . PAL.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. Há muitas notícias. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico.Web TV -. Nos Estados Unidos. Fora do horário nobre. • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital. A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência.

CÁDIMA. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. Círculo de Leitores. com/ . Jorge Zahar 1997 DEBORD. 2003 . br/ [2] http:/ / www. 1996. Lisboa. Unisinos. Francisco Rui: O fenómeno televisivo. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . Presença. Lisboa. tvfixe. museudatv. São Leopoldo.Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. Pierre: Sobre a televisão. 1995 . Suzana: Ethicidades televisivas. Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television. Francisco Rui: Salazar. Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. BARNOUW. Oxford University Press 1992 BOURDIEU. Caetano e a televisão portuguesa.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www. com. KILPP.

gera uma senha que serve somente para essa determinada transação . o toca-fitas é considerado obsoleto. Outra aplicação é a assinatura de transação. o token. sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. onde é posta em contato com uma cabeça magnética. onde o usuário digita os dados da transação (ex. e foi incorporado ao walkman. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. com base nesses dados. Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex. Esses dispositivos são. Contudo. tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. a cada 36 segundos).conhecidos como segundo fator de autenticação. tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. O modelo OTP (One Time Password). chamadados de Tokens Híbridos. o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores. ser conectado à uma porta USB. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado. que completam a transformação da informação em som. geralmente sem conexão física com o computador. mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. DES e 3DES. tais como Desafio/Resposta. e as transforma em som. . que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token. Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica. Existem variações de Tokens OTP. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação . onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação.essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas. em algumas versões. Com a miniaturização e o barateamento. que gera senhas a cada click do botão. dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). geralmente.Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas.essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. ou ainda baseado em evento (event based). nos sistemas de fita magnética. não dependendo de tempo. podendo também. Como objeto de consumo de massas. e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. Existe também a variante para smart cards e Celulares. mais duráveis e mais eficientes.

Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo. como portas e portões residenciais. Um controle remoto em forma de chaveiro. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro. Ao pressionar um botão da chave do veículo. como destravar o porta-malas. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. br/ tecnologia/ pergunta_292518. Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. com. abril. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel. a carga da bateria determina o alcance do controle. Nos automóveis. uol. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas. sem auxílio da chaves. htm . 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. as portas são automaticamente travadas ou destravadas. com. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta. através de programas espiões como os trojans. br/ travas-eletricas. tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. Embora ainda raros. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. ela trava e destrava o carro. shtml [2] http:/ / carros. Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. hsw.

• AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos. de 8 bits.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. o clock principal não era dividido. o pino 26 podia dividir o clock principal. Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910. A e B. usado em máquinas caça-níqueis. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. com a porta paralela B desconectada. com ambas as portas paralelas desconectadas. O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. Se deixado conectado. AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders. Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914. no caso de substituir um chip AY-3-8910. O 8912 foi de longe a versão mais popular. Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. rebatizado de KC89C72. • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). (em inglês)-ST SOUND. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] . Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe.

aiind. net/ main_e. php/ PSG [4] http:/ / dmoz. org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. semicondutor metal-óxido complementar. contadores. pdf [2] http:/ / www. Devido a tais características. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. com/ [8] http:/ / andercheran. es/ ~amstrad/ docs. howell1964. em seu nome. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. kylesblog. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração. etc. htm [7] http:/ / www. com/ v4n7/ stsound. fpgaarcade. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. etc. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. upv. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. de tal modo que um deles "complementa" o outro. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador. além do relógio e calendário. net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. decodificadores. uk/ parts/ ay3891x.. html [9] http:/ / ay-riders. htm [3] http:/ / intelliwiki. O "complementary". levando ao uso equivocado do nome. html [6] http:/ / bulba. com/ index. org/ modules. microcontroladores. vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET. Um sensor CMOS. comparativamente com outras tecnologias como a TTL. atarimagazines. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. msx. i. ionpool.e. untergrund. Ver também • Lógica NMOS . com/ psgenc/ royksopp.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. cz/ [10] http:/ / www. em particular. freeserve. No jargão dos computadores. flip-flops. bluemsx.). microprocessadores. memórias RAM. relógios digitais. e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. co. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. speccy.

br/ fernando/ tcc.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. deetc. ipl. isel. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão. com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. de registro e E/S. Referências [1] http:/ / www. netrino. com 2500 portas. [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000. pdf [3] http:/ / www. as quais implementam as funções lógicas combinacionais. pb. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz. e arquitetura com característica de ambas. O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. cefetpr. html [2] http:/ / pessoal. pdf .

O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes. Rui. multiplicação. br/ rmano/ ri2cinst. etc. Referências [1] http:/ / wwwusers. A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional. pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP. de saída. e Carry In. dezena. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. Ligações externas • MANO. adição. divisão. Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . and lógico. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. Representação de instruções [1]. de entrada). baseados em diferentes conjuntos de instruções. São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês. Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9). inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. PUC-Rio. puc-rio.Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. rdc.). Visitado em 22 de janeiro de 2007.

de entrada. Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In. É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. . Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária.Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In. porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal. Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). Para isso usamos o Circuito Meio Somador.

pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. Os computadores.baixo . a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade. a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). a Porta OR ("OU"). entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. a Porta XOR ("OU exclusivo"). potencialmente. A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros.e high . do seu funcionamento em circuitos digitais. o mais usado atualmente. por exemplo. Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. como. "E"). ou. qualquer que seja o tipo de dados. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na .usado comumente como temporizador. Hoje em dia. que por sua vez procede do latim digitus. porém. "transmissão digital". Leitores de DVD. Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem. em inglês ALU).alto -. O sistema de numeração indo-arábico. comumente chamado Flip-flop. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. por especialistas como uma verdadeira revolução. com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. que irá criar um novo meio de comunicação. a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros. os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. etc. ou parte. Por causa dessa característica. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . significando dedo. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. telemóveis. pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos. não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). respectivamente). o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. Ou seja. Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito. o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável. é um sistema de base dez.

inf.pdf [2] . pdf . edu.br/~guntzel/isd/isd3. ufpel.br/ine5365/mixtcomb. html [2] http:/ / minerva.ufsc. br/ ine5365/ mixtcomb.Circuito digital comunicação". 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada. tabela da verdade expressão lógica e circuito.Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www.html [1] . seu fluxograma é composto de situação. inf. diz Gustavo Gindre.ufpel. Ver também • http://www. ufsc. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes.Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.edu. br/ ~guntzel/ isd/ isd3.

br/ [3] http:/ / wwwusers. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET. php?TermID=1078 [2] http:/ / www. normalmente usando um duty cycle de 50%. 21 de maio de 1998. por sua vez. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. por exemplo. é conectado internamente ao pino terra (GND). O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. . html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. br/ MostraTermo. o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno. uma DDR SDRAM). e gerando uma onda quadrada. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. com. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador. ao invés de transistores NPN. O emissor do transistor. Todavia. Rui. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC. netpedia. Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. • MANO. então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante. Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up". Acessado em 14 de junho de 2008. é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. Referências [1] http:/ / www. O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). netpedia. Para funcionar nessa configuração. com. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007. rdc.Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. [1] [2] . na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo. br/ rmano/ comp0clk. puc-rio. podendo também utilizar +12V.

Ver também • Circuito digital . Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. Visitado em 25 de novembro de 2007. unicamp. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum.Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. Neste tipo de circuito. No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001. O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. fee. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. É utilizado para criar seqüências. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. Referências [1] http:/ / www. br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2. dca.

a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. geração de palavras. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. Q4=1. São utilizados principalmente para contagens. ou seja. de zero a nove (10 algarismos). deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. ativando os clears dos flip-flops. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1). Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas. o código BCD 8421 em sequência. já que para a combinação descrita. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q". Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. Para que isso aconteça. É um circuito divisor de frequência. interligando as entradas clear dos flip-flops. ou seja.Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. utilizamos o contador de pulso. São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos. se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. medição de frequência e tempo. divisão de frequências. Para construir esse circuito. Para que o contador conte somente de 0 a 9. a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. sob o comando de um clock. Q2=1. em números binários. em uma porta NAND. enquanto para os demais blocos. de acordo com uma sequência pré-determinada. e resultará uma saída 0. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). no 10º pulso. Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. .

. e assim por diante. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. Por exemplo. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. se tivermos 3 flip-flops. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. porém o nível zero a ser jogado no clear mudará.Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. pois 7 em binário é 111. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. a contagem será feita até 7. Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. Funciona com o mesmo princípio do contador de década. Existem duas possibilidades para isso acontecer. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15. sendo que esse será observado por um tempo mais curto. esse contador irá contar de 15 até 0.

Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN. . Neste circuito temos um multiplex entre os blocos. que está ligado a um barramento de controle. que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0).

Para que haja mudanças de estado. capturar 1024 pontos do sinal). O sinal recebido. é processado e.Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. por exemplo. Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. Fontes • Sistemas Digitais . Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. ou seja. para ser processado por um bloco funcional analógico. Para isso.Neal S. ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica. depois de digitalizado. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. Tocci . Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). na maioria das vezes. preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja. Por isso. o valor binário gerado será 511 ou 512. O contador síncrono é o mais completo contador. a digital. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops.5V. um conversor A/D de 10 bits. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. dependendo do sinal de entrada. um sinal na forma digital. Por exemplo. é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários. .Ronald J. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Carlos. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). Referências Bibliográficas SICA. 2006. Neste caso. Editora Novatec.

DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. que consiste em transferir dois dados por pulso de clock. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR. . obtendo assim. teoricamente. o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores.

já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. detalhes sobre a frequência. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. identificada por CL2. Desta maneira. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. CL3. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência.600 MB/s (uma vez que. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2. porém não existe garantia de estabilidade. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz.5 pulsos estaria. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). com uma frequência de barramento de 100 MHz. ou seja. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. teoricamente. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade. o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória. Porém. Além da frequência. ou seja. variando de acordo com o aplicativo usado. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. Com isso. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado.5 que indicam um meio termo. por exemplo. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo. CAS latency e outras especificações. tempos de acesso. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. Nesse caso. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect). Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo.DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente. Por exemplo. O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM.5 suportam melhor os overclocks. podemos considerar também a taxa de latência CAS. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. Geralmente módulos CL2 e CL2. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. o chamado overclock. surgiram os módulos CL2. por exemplo. com . realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. na prática. contudo. entre 16-20 %.

facilitando a configuração. 200 MHz clock real. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 .400 MHz clock anunciado. Essas memórias. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas.DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores. 100 MHz clock real. transferem 128 bits. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. 166 MHz clock real. ou 8 bytes por vez.400 MB/s.200 MHz clock anunciado. ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. Sendo ela Dual-Channel. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II. uma interna. PC2700 ou DDR333 . É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. tem taxa de transferência máxima de 3. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. que pode ser localizado facilmente no módulo. realiza duas transferências por ciclo. para acessar dispositivos externos. transferindo 64 bits. 133 MHz clock real. os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6. Assim. ou 16 bytes por vez.200 MB/s. Porém. Dependendo da marca. principalmente a memória.333 MHz clock anunciado. uma DDR-400. Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. e outra externa. PC3200 ou DDR400 . que opera a um clock real de 200 MHz. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR. pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. Mesmo assim. usada internamente para executar as instruções. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. PC2100 ou DDR266 .5 ns 6. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits.266 MHz clock anunciado. Porém. Através dele. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores. foi criado para os processadores duas freqüências.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). levando em conta que as QDR . a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias. as memórias continuam com 400 MHz.

363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória.tomshardware.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito.crucial.com/library/ddr_vs_rdram.asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www. por exemplo.microsoft.asp) . enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas. códigos e. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB. RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM.jedec.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II.com/en/windiag. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. Tanto que memórias DDR 400. porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas. Obs. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo. de preferência.

Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM. que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente. e seus chips possuem clock real de 100Mhz.8V 2.. Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR.8V 1. Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído). São esperados módulos de até 4GB de memória. O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão. A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%. Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1. Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module). conforme homologação da JEDEC.5V 3. Veja tabela abaixo: . Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz. Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos.3V padrão para notebooks. O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips. tanto em pinagem.. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento.

1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento. A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3. como o ODT. Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos.DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits. enquanto as DDR's utilizam. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM.2Gbps. por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3. derivado do BGA (Ball Grid Array). Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. um problema muito difícil de ser contornado. Porém os módulos continuam sendo DDR. as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance.. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). diminuindo assim a interferência eletromagnética.[1] Apesar disso. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas.5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória).Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas. nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo. diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4. em geral. Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo. . Contudo. Agora são 4 ou 8 bancos. o dobro da DDR clássica. TSOP (Thin Small-Outline Package). devendo somar a esta vantagem outros fatores. Apesar dos benefícios. os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores. os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3. On-Die-Termination ( ODT . e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos.

infowester. A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia.DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www. AMI lançou o S2811. por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído". etc. como por exemplo os órgão de tubos. incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. com/ memddr2. permitindo a implementação de filtros digitais. etc). e tinha que ser iniciado pelo processador principal. vídeo. php) Visitado em 14 de junho de 2008. Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. MFC. por exemplo. as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. dentro de um automóvel. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. . • Em 1979. O S2811 também não obteve successo no mercado. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. isto é. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). por exemplo. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. quer em tempo real quer em off-line. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. Este tinha um ADC/DAC "on-chip". o piano e o violão. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado..

o microprocessador Mac 4. . não sendo mais líder no mercado. no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real.DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN). Altera Devices Grande fabricante de DSPs. Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. a Analog Devices. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. como controle e automação de dispositivos. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. a Motorola e a Altera Devices. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo.. por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. o TMS32010 apresentado em 1983. multiplicação e transferência de memória consecutivos. desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000.

DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .Processador Digital de Sinal [1] .

que converte as entradas codificadas em saídas codificadas. a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". onde os códigos de entrada e saída são diferentes. pode ser recuperada. em decodificadores BCD n para 2n. caso contrário. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados. Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . Se em vez de uma porta AND.DSP 369 Referências [1] http:/ / www. O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". cbpf. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". uma porta NAND fosse conectada. Por exemplo. Em eletrônica digital. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. assim a informação original. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. que foi codificada. desfazendo a codificação. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória.

br/ MostraTermo. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2].Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. Referências [1] http:/ / www. No último caso. em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída. ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos. 24 ) linhas de seleção de saída. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". netpedia. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos. o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. com." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. um decodificador de endereços (ou descodificador. um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados. pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços. php?TermID=102 . Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços. Um exemplo é o TTL 74154. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. Acessado em 5 de maio de 2008. Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux.

Um LED com ponto decimal. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. Assim se torna fácil de você aprender a diferença. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais. demultiplexer. Você pode aprender a diferença entre terminal de dados.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. . Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. componente típico de um display de sete segmentos. pense em um cinema. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos. ou seja. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex. isto é.

onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. . Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F). o que melhora a legibilidade. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. 6. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. Em acréscimo. os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos. como seu nome indica. Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex. é composto de sete elementos.Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. todavia. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. Freqüentemente. o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente. Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. 0. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. conforme indicado à direita. Dentre os números.

tais como descarga de gás de catodos frios. filamentos incandescentes e outros. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos.pucrs. (http://www. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos.br/~terroso/ html/7_segmentos.com.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador. html) Ligações externas • (em inglês). . vácuo fluorescente.html) em PUC-RS. • Controlando um display de sete segmentos (http://www.hsw.edutecbauru. Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte. dnatechindia.br/cursopic/aula17.uol.htm). Acessado em 18 de março de 2008. A partir da década de 1970. Uma alternativa para o display de sete segmentos.ee.br/relogios-digitais2. da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio.html) • 7 segmentos (http://www.com.com/index. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente. com/ numitron. decodesystems.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www.htm).php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing. Acessado em 18 de março de 2008.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz. Acessado em 18 de março de 2008. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados.

Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. o 82S100. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". por exemplo 2716. Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. Foi mais popular que o da Texas. (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). Antes de se utilizar um PLD num circuito. as ROM contêm palavras de n-Bits cada. EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. porque não contém flip-flops.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM . Este componente. Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. No entanto. que tem uma função fixa. Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. cada qual gerando um função das m entradas. Em 1971. Ao contrário de uma porta lógica. Em 1973. Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso.PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais. É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento. o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída. a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória. a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. Também as PROMs (Rom programavel). EPROMs comuns. este deve ser programado. continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes. não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. Primórdios da lógica programável Em 1970. Quando usadas como memória.

precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. tudo num circuito integrado. Por exemplo. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação. Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". Este componente nunca chegou a ser comercializado. A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL.(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR. Após comprar MMI EM 1987. mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. 375 PAL . e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. menores e mais baratos. O manual da PAL desmestifica o processo de construção. Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável. Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. Texas Instruments e AMD. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA.Dispositivo lógico programável multiníveis. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors. Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. a AMD consolidou a operação com Vantis. . Isto tornava os componentes mais rápidos. O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG).

Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. sem se preocupar como funciona o microprocessador. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. Em 2005. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. O 82s100 foi uma matriz de termos AND. PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970.Isto torna-se útil para memória PLD. Nos FPGA's grandes a configuração é volatil. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. onde vivem os clientes. semelhante a uma matriz gate ordinário. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto. Uma menória FLASH é não-volátil. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. (chamada core) envolvida por lógica programavel. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. uma linha de desenvolvimento separado ocorreu. Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica. de forma semelhante aos CPLD's maiores. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante. as células EPROM são mais caras . Cada vez que arrancam.dentro do chip. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM. O 82s105 também tinha funções flip-flop. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG).

as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. chamados compiladores lógicos. mesmo de baixa complexidade. no máximo. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". duplicando a taxa de transmissão de dados.foram criados programas de computador. Ao operar em alta velocidade. o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. a VHDL é mais popular.aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. Isto. Double data rate Em computação. Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. todavia. o qual muda. exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. especiais. uma vez por transferência. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. Estes são análogos aos computadores de Software. Para assistir na criação desde ficheiros. double data rate" ou "1000 MT/s". Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados. Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC". . Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação". os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite. O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64. barramento AGP. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI.Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. mas para novos projetos. Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock.

com [4]. com. htm http:/ / www.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. com/ http:/ / www. Visitado em 21 de dezembro de 2007. babylon. pdf . DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. com.C. Piropo. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. que usam sinalização DDR. de Castro. B. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. br/ rha20040802. ee. Acessado em 15 de junho de 2008. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F.C. bpiropo. Referências [1] http:/ / www. Acessado em 14 de junho de 2008. babylon. bpiropo. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. • DA-RIN. pucrs. 2 de agosto de 2004. Misturando memórias [3] in bpiropo. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www. Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2].

Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico . Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado.FDM. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior. • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos. Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. • O SNR (a relação sinal-ruído. digitaliza-se o sinal a filtrar. em seguida este é processado por algum tipo de processador. signal-to-noise ratio em inglês. coloca-se um conversor digital-analógico (DAC). é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais. onde está programado o filtro digital. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). possui uma banda espectral própria e bem definida. onde cada sinal (canal de comunicação). Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF). Utilizando um conversor analógico-digital (ADC).

o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e. que limpa a saída atual. baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop.O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada. multivibrador astável. em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual. entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). . mudará ou não de estado. o flip-flop S-R ("set-reset"). Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. Ver também: multivibrador monoestável. Após este pulso. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. eles também necessitam de conexões de alimentação. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. e pela tabela verdade: . e um sinal de saída. Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). de acordo com as variáveis de entrada. Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). W. o flip-flop mantém o valor anterior da saída. Um flip-flop tipicamente inclui zero. Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle"). então. De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha). Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". . A saída Q será a principal do bloco. um ou dois sinais de entrada.Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. Se a entrada T foi baixa. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. um sinal de clock. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados. o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. onde > é a entrada de clock.

ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. Se. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock. O flip-flop desativa (reset. muda sua saída para o nível lógico 1. muda sua saída para o nível lógico 0. respectivamente. Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. a saída não se modifica. O flip-flop "set/reset" ativa (set. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado. nenhum comportamento particular é garantido. entretanto. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R . ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo.

R (Reset). J e K são as entradas de dados. trocando o sinal de saída pelo seu complemento. A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K. e sua tabela verdade é: . a combinação J = 0. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q. Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). a combinação J = 1. Especificamente. Qant (Estado anterior da saída Q). onde > é a entrada de clock. K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set). Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop.

em 1958. Independentemente do valor atual da saída. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado. Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero. ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. o homem que inventou o circuito integrado. "Jump-kill". visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada.Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. A sua tabela verdade é: . onde > é a entrada de clock. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. também é utilizado como analogia a "set-reset".

A segunda. mais utilizada. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos. se sua entrada T for "1". Infelizmente. a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica. o melhor que se . Em muitos casos. Neste caso. O flip-flop "T" é útil para contagens. Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. A saída final do circuito. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. até um limite máximo de 2n-1. em sistema binário. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. do número de ciclos da primeira entrada de clock. Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. fora do controle do projetista. ou um digito binário de informação. o valor de um contador. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. é uma contagem. este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito. Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário. e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento. Existem duas soluções para este problema.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador.

Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. Quando se conectam flip-flop em uma corrente. tH) do segundo flip-flop. eelab. 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. com/ boolean3. html#c1 http:/ / computer. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. mspc. Com este método. asp . Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente. é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. eng. htm http:/ / www. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. dependendo da fidelidade requerida do circuito. Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. htm http:/ / hyperphysics. os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. usyd. e todos os dispositivos compartilham um clock comum. Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. br/ eledig/ eledig2. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. tPLH). porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. mas nunca a zero. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. howstuffworks. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). gsu. na série 7400. caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. edu. que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. phy-astr.

panes em dispositivos de saída e de entrada. é quando ambos os transistores estão desligados. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa. o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. então o PDN será ativo. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade). a partir da palavra glitschig.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. ambos os transistores são condutivos. sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). tríodo e saturação (também denominado ativo). o que ocorre somente quando A e B são baixos. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva. Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. embora seja aplicável também na área de cibernética. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. Sua ocorrência leva o programa. A origem do termo é alemã. usado em máquinas de caça-níqueis. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. que significa "escorregadio". Quando A e B são altos. numa porta NOR em lógica nMOS. A única hipótese em que a saída é alta. O termo é relativo a área de computação. sistemas de informação e eletrônica.

tais como microprocessadores. Ademais. isto é. htm#_Toc9344904 . durante os anos 1980. Ao passar de alto para baixo. e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. toda vez em que a saída é baixa. possui várias limitações também. iscte. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs). Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. de modo que a transição de baixo para alto é demorada. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. Também. os transistores oferecem baixa resistência. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor.

memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. criada pela Monolithic Memories. será a sucessora da eventual DDR. mram-memory. (MMI) em meados de 1978. em português. mram-info. com [2] http:/ / www. External links • MRAM technology information. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. Inc. Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização.Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos .

onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock. org/ data/ sh/ 2. Se o clock interno é de 100 MHz. htm [2] http:/ / www. 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências. ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. então a taxa efetiva é de 200 MT/s. 1/ infoserver. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo.Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s). Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada. Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. html . central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144. knowledgetransfer. porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz. sunshack.

São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. Em eletrônica. multiplexer. o que reduz os custos. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física. ele pode não existir fisicamente. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. Em processamento de sinais digitais. consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. Numa analogia física. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. Por exemplo. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. No projecto de um circuito analógico. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. para atravessarem. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. Em alguns casos. multiplexação/demultiplexação. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. e apesar de um demultiplexer existir logicamente. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. realizando transmissão e recepção. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal.Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer". A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: .

Por exemplo. com saídas menos significativas à sua direita. Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. portas AND e uma porta OR. e as entradas de selecção são numeradas como S4. Se S4 e S1 são verdadeiros.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas. S2. uma montada a partir de um descodificador. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. a saída será igual ao valor da entrada X5. e S2 é falso. um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. por exemplo. e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns. e S1.

Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame. composto por estados. Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento.. Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos.. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado. • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição.. até o momento presente. ele reflete as mudanças desde a entrada num estado.. . TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados). Diversas tabelas de transição de estados são usadas.. isto é. transições e ações.. . projeto de hardware de sistemas digitais. e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante. o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida.... Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra. . A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras. Um estado armazena informações sobre o passado. . Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C .. Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações.. Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais.. |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação.Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais. e sua subdivisão de slots.. engenharia de software. e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino. .. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada. . Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado. . Estado C .. Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento. no início do sistema. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono.. no estudo da computação e das linguagens.

para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". "Fechando". incluindo um exemplo executável. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. fechando a porta. i. Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). "Abrindo". i. Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions. Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento. Eles sinalizam para o mundo externo (e. . No autômato não determinístico. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions. Eles são utilizados para aplicações de controle. "Fechada". No autômato determinístico.e. para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA. A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado. GNFA). Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta". A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. a saída depende somente do estado.g.g. Na prática modelos mistos são muito utilizados.e. Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e. Como regra a entrada são símbolos. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy.Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. a saída depende da entrada e do estado. Ações não são utilizadas. Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível.

• δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. S. s0 é o estado inicial. um elemento de S. F>. ω>. Γ. δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. S é um conjunto finito de estados não vazio. δ. s0. δ. onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). s0.Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. um elemento de S. s0 é o estado inicial. S é um conjunto finito de estados não vazio. Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ. Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ. onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). um (possivelmente vazio) subconjunto de S. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . • ω é a função de saída. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). F é o conjunto de estados finais. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. S.

"Introduction to Discrete Event Systems". Ullman.Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa.. Kluwer. D. uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável. Long. McGraw-Hill. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits. Addison -Wesley. J. Prentice Hall. Boston 1997.. Languages and Computation. 1989. • Gill. Mais especificamente.. J. 1962. ac. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. eventhelix. htm . S. stateworks. cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. Um controlador lógico programável. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages. 1999. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization. A. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. McGraw-Hill. • Cassandras. . C. Fig. Switching and Finite Automata Theory.. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine.. 1979. Boston 1997. 1978. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. uk/ foldoc/ foldoc. ic. portas lógicas e flip-flops ou relays. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm. Lafortune. doc.. Kluwer Academic Publishers. • Kohavi. Introduction to Automata Theory. Introduction to the Theory of Finite-state Machines.E. html http:/ / www. Kluwer Academic Publishers. Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. Z.. ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. • Hopcroft. php#tn10 http:/ / foldoc. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll.D. nist. J. Englewood Cliffs.

Luis Hermano. apenas quando suas entradas diferirem. professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. AND e OR. br . ou seja. A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1. EX-OR (como preferir). veja a tabela da verdade logo abaixo. Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. cefet-al. podendo ser montada por portas NOT. é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www.One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). exclusive-OR. Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. Fontes Apostila do prof.

escritas com operadores lógicos. .XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências. eliminação. e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas.NOT .NAND . conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU).NOR . na notação matemática: . que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar.OR .XOR . Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND . é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro.Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva. tipicamente os valores de duas proposições. Definição A disjunção exclusiva (escrito como . ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos.

da disjunção . a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". Mesmo assim. como segue: A função primária de um dos. Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada". como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras. Primeiro. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois. o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis.. deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro.ou". não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras. 80 (317). É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá. Por exemplo. Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. q). as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral. Certamente em muitas circunstâncias. existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira. A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. Por exemplo. ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. Segundo. . Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. 116-121).. inclusive inglês. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima. mas não ambos. O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou".Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar. A disjunção exclusiva . se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis. etc. Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois. mas não ambos. porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND .

se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1". a disjunção exclusiva tem vários usos. OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída.Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. Em circuitos lógicos. tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes. e uma série de AND's. • ele é um circuito negador. ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1". Na ciência da computação. ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico. se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico. . e "0".

como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR. pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos .Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. NOR e NOT. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR. O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup. teremos A. O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. de duas entradas. A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos. como por exemplo no One-time Pad.

O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas. o matemático britânico George Boole (1815 1864). ou "0". por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. Apenas em 1938. através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída. origem do nome destas portas. História Em 1854. ou "1". tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés.Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. e ausência de sinal. isto é. As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 . sistemas lineares. dependente da função implementada no circuito.

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

A cada avanço. saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento. o 'Data Out'. As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. os quais podem realizar processamentos mais complexos. de modo a formar um registrador de deslocamento circular. incluindo as configurações entrada serial. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. o bit da extrema esquerda. Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais. . é deslocado e então perdido. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. o 'Data In'. saída serial (PISO). O bit na extrema direita. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. Entrada serial. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto.

se continuassemos a inserir dados. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. sendo assim mantido no sistema. porém quando a entrada R/W está em nível alto. consideremos que o registrador possua o dado 0000. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo. e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador. Conforme o 'Data In' insere os dados 1. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. os dados são deslocados para fora e então perdidos. qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita. nenhum dado pode ser perdido do sistema. . sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração. Outro pino de entrada é adicionado. Para exemplificar o padrão do deslocamento.0 (nesta ordem.0. Deste modo. A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura. fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. o controle de Leitura/Escrita.1. na saída 'Q'.0.0. Conforme pode-se observar. os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto. Além disso. quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read).1. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. Nesta animação.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop.0. os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador. Entretanto. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). e assim por diante. sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador.

Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. e os novos dados são inseridos. eles podem ser lidos todos simultaneamente. lidos em ordem. Para escrever os dados no registrador. ou deslocados para fora e substituídos. Para deslocar os dados. caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. conforme pode ser visto (aqui [1]). Uma vez que os dados entraram. quando então os registradores recebem um pulso de clock. até estar pronto para receber novas informações. Q. Entretanto. Entrada paralela. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. Como exemplo temos o Ronja Twister. a temporização não depende dos valores dos componentes. Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock. Os dados entram de forma serial. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. a saída de dados. conforme descrito na sessão acima. . mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. com o terminal D1 atuando como entrada de dados. Isto é considerado de grande utilidade. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha. desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. conterá os bits desta palavra. o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. Entrada paralela. pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema.

com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. sem qualquer forma de endereçamento indireto. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo. O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. para todas as posições de endereçamento). com/ schematics/ twister. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. com/ vol_4/ chpt_12/ index. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma. o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores. bem como em desperdício de memória. Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa. naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado. décadas atrás). por volta de 1960. cujo clone aperfeiçoado. de 1955 a 1964). que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. a série de mainframes IBM 700/7000. Por exemplo. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. Desenvolvimento No geral. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é. aliás. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits. A última. Nos primeiros computadores. png [2] http:/ / www. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é.Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. . Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. allaboutcircuits. twibright.

com. html http:/ / www. br/ ~vwsetzer/ comp-papel. boaaula. usp. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. ufla. br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados. os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. C. • SETZER.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. dcc. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. br/ iolanda/ hic/ hicger. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. . Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Iolanda B. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. • WILLRICH. Valdemar W. ufla. pdf http:/ / www. Roberto. html http:/ / www. dcc.Computador a Papel [2] em USP. História da Computação [1] em "Boa Aula". ime.

netpedia. • MOREIRA. com.TDM este tipo de multiplexação. isep. um botão de liga e desliga. permite transmitir simultaneamente vários sinais. dei. html http:/ / www. pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. com. ipp. possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão. ipp. André. onde cada sinal (canal de comunicação). php?TermID=5980 http:/ / forum. br/ MostraTermo. netpedia. br/ http:/ / www. Acessado em 31 de maio de 2008. Acessado em 31 de maio de 2008.Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. Sincronização [3] in ISEP [4]. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing . Veja também • FDM • rede de transmissão .

V F V . C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. A . se uma fórmula contém 2 termos.Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. (A∧B)→C . o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V). de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa. e vice-versa. Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. F V V). Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . Assim. F V F . F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). A∧B . de Wittgenstein. então. três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . Por exemplo. F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . O número destas linhas é l = nt . As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus. Se a fórmula contiver 3 termos. B . dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F . Charles Peirce e outros da década de 1880. A vasta influência de seu trabalho levou. à difusão do uso de tabelas-verdade. três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F .

apenas um dos operandos for verdadeiro .. e somente se. ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou. e somente se. ou XOR) A conjunção é verdadeira se. e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se.. o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se.. e somente se. Então) [Implicação] A conjunção é falsa se..Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se.

é inválido. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético . Em caso negativo. o argumento é válido. Em caso positivo.Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros.

(A→B) B. B implica A. (B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) . (A→B) Logo.Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A. A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. A. então B. Logo.

br/ view/ tabela-verdade. calculadoraonline.Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. php . com.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

Tristate

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. ufrj. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância. dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático. br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou .VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en. Quanto maior for o material. maior capacitância ele terá. que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). a sua capacitância depende somente de suas dimensões. determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência. dcc. dado em Volts. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. Para um determinado material. Assim. onde q é a quantidade de carga.‎ . A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. Gabriel P. wikipedia. pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor.

+ Qna Q1 + Q2 + Q3 + ... Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N.. + Cn) ΣQ = Veq. + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + . + Qn = C1.Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico .Veq + . + Qn = Veq..(C1 + C2 + C3 + ..m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + .Veq Q1 + Q2 + Q3 + .Veq + C3...... + Cn.ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C.Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: ..Veq + C2..

temos que : . Desse modo.25 s= 1 s). [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943. Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes.5 segundos para que esse evento ocorra. Consequentemente. ou seja. fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". 4 × 0.5 s =1 s. etc) em um determinado intervalo de tempo.Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta". 4 × 0. Assim sendo. Esse tempo é o seu período (T). .25 s = 1 s. temos que : . Alternativamente. para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo. Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0. a frequência é o inverso do período. -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto.25 segundos. podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes. temos que: f = 4 Hz T = 0. . voltas. ou seja. .25 s Portanto. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). Com isso. ou seja. 2 × 0. Suponha que leve 0. b) No segundo caso. sua frequência é de 2 vezes por segundo. ou seja. 1 segundo. 2 × 0. Portanto temos que: a) No primeiro caso.5 s Portanto. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012. que no primeiro caso foi de 0.25 s. Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. tempo decorrido para uma oscilação. ou 2 Hz (2 × 0.5 s = 1 s. Daí.5 s e no segundo de 0. Daí. O que varia é o período do evento. oscilações. Nesse caso. podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência. Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz.5 s =1 s).25 s =1 s. temos que: F = 2 Hz T = 0.

Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável. No caso. Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas .quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz. E = Força eletromotriz . campo este que cria um fluxo que as atravessa.(resistência interna igual a zero) .Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro. ou seja. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido. L = (Auto)-indutância. onde = taxa de variação da corrente com o tempo. Instrumento usado para medir frequência. ele tende a manter o fluxo de campo magnético. A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H.

X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys. π é aproximadamente 3. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X.14159. π é aproximadamente 3. sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays.14159. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. f é a frequência dada em Hertz. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms. .Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. A relação entre impedância. A medida recíproca da reatância é a susceptância. podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica. R é a resistência em ohms. f é a frequência dada em Hertz.

A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor. π é aproximadamente 3. circuito eletrônico ou bobina. f é a frequência dada em Hertz. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. onde X < 0. Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys. com semiciclos de 50%. já que π é um número irracional. Porém. Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível.14159.Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. O valor nunca será exato. f é a freqüência dada em Hertz. . É medida em ohms. Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito. porém seu comportamento apresenta resistência). não afetando o circuito. É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V).

utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. chamado efeito Joule. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor. e. Esse fenômeno. Num ferro de passar roupa. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia. é medida em ohms. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms.Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo.. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. num secador de cabelos ou numa estufa elétrica. o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. se aquece. Para medir essa resistência. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. Nesse movimento. isto é. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores. quanto mais fino for o condutor. deslocar. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . Efeito joule Um condutor metálico. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. quando existe uma diferença de potencial aplicada. .. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI). Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. Portanto. isto é. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor.

. existe um medidor. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas. as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência). A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência. durante um certo período. maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. normalmente designada como resistência equivalente . pelos diversos aparelhos instalados na casa. Em praticamente todos os países do mundo. em paralelo ou ainda em associação mista.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias).e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. em outras palavras. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). Sabe-se que: energia = potência x tempo. A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. entretanto. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. Portanto. esta sempre resultará numa única resistência total. Qualquer que seja o tipo da associação. que é uma combinação das duas formas anteriores.

LGPL ou a BSD.IP cores) ou Núcleos IP. Semiconductor intellectual property core . é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros . o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso. Estes módulos. quando distribuídos. Nelas. são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês. Ao invés de compartilhar as esquemáticas. com 24 potenciômetros analógicos.[2] Além dessas. um video-game livre . 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC. as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos. Licenças Ao invés de criar uma nova licença.Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www. outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos. Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta. muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas. Normalmente. tal como um diagrama. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox. amperis. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados".[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis. como a GPL. alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou.

para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. não uma cerveja grátis"[13] [14] . além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento. Bruce Perens e Eric Steven Raymond. Através disso. Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. para mantê-lo sustentável. várias delas são fundamentalmente diferentes. . alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades. naturalmente. pois. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais. mais normalmente conhecida como Gratis versus libre. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários. distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação. criaram a frase "Liberdade de expressão. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte. administrador da Opencollector.[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas. a partir de distintas áreas da informática e eletrônica. é que os resultados do hardware são tangíveis.[15] Dado a isto. físico e lógico. onde há custos para o protótipo e fabricação.[10] [11] .[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento. revista pelos ícones da comunidade de SL. tais como o Open Source Hardware Central Bank. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright.

[15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages.. nyu. html) (em inglês). edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1.. html?pg=6). com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ . com/ wired/ archive/ 14. 4#2. Página visitada em 26 de novembro de 2009. php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. o que é? Por onde começar. Página visitada em 28 de novembro de 2009. html) (em inglês). [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. freecores. techcrunch. org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). (http:/ / blog. Página visitada em 28 de novembro de 2009. Página visitada em 25 de novembro de 2008. Página visitada em 25 de novembro de 2008. com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). GNU. TAPR (http:/ / www. gnu. html) (em inglês). abril. pdf) (em inglês). org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). org/ tiki-index. • ECB ATmega32/644 . [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. [4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. shtml) (em português). [11] MAKE: Blog: Hardware livre.Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . makezine. com. com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. org/ licence. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. 09/ posts. Página visitada em 27 de novembro de 2009. opencollector. "Free. html [18] http:/ / www. wired. linuxfund. 0. [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www. tapr. [16] http:/ / belogic. org/ ohl.um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor. com/ uzebox/ [17] http:/ / www. lançado em 1990. net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). html). 4) (em inglês). org/ philosophy/ free-sw. • ECB AT91 . cgi/ section/ 2/ 2. opengraphics. html) (em inglês). 0. org/ faq. org/ hardlicense/ licenses. Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). worldchanging. Wired. org/ Whyfree/ ) (em inglês). [3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores. tapr. [13] Lawrence Lessig. Info Exame online. com/ archives/ 009340.Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 .Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector. as in Beer" (http:/ / www. html) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. [9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www.computador portátil destinado a países emergentes. [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www. br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. halfbakery.

Gianluca Martino e David Mellis. e é essencialmente C/C++. • Baseado no Processing. mas outras que podem comunicar-se com a . de Casey Reas e Ben Fry.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. por vezes traduzida ao português como Arduíno. ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. projetada com um microcontrolador de placa única. usando extensões apropriadas chamadas de shield.[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. A interface do hospedeiro é simples. A mais popular é a Processing. Ela em si não possui qualquer recurso de rede. para interligar-se ao hospedeiro. com baixo custo. podendo ser escrita em várias linguagens. algumas linhas de E/S digital e analógica. arduino. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. além de uma interface serial ou USB. David Cuartielles.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op. • Comunidade Código aberto. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador. Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. Tom Igoe.[2] na qual tem origem em Wiring. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores.

Arduino conexão serial são: Max/MSP. bluetooth ou outros métodos.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão.[5] Pure Data. cabo adaptador USB. adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto.[10] [11] além da marca de mais de 50. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR. e acabam recebendo seus próprios nomes. seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR. como por placas programáveis via USB. Itália.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE. por ter uma forma específica de restrições de fator. ATmega168. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006. o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido.[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea. Algumas variantes.[2] Considerando esta característica. com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado. em 2005.[7] ActionScript[8] e Java. usam um módulo. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico). conhecidos como shields. ATmega328 e a ATmega1280. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados. Nestes casos.[12] [13] Atualmente. Atualmente. Além de ser microcontrolador. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles.000 placas vendidas até outubro de 2008.[6] SuperCollider. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos.[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG . ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. quando seu software é utilizado. pela Prix Ars Electronica. especialmente os ATmega8.

fornecem conectores machos na parte de baixo da placa. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída.Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. disponibiliza 14 pinos digitais. Boarduino e placas compatíveis com estas. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. A versão Diecimila. LOW).1 polegadas (ou 0. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando. milissegundos). ele possui a capacidade de programar em C/C++. o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED. Estes estão disponíveis em cima da placa. tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. para serem plugados em protoboards.[17] O modelo Nano. por exemplo. digital (OUTPUT). . e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada.[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring". Habitualmente. através de conectores fêmeas de 0. delay (1000). // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. parênteses correspondentes e identação automática. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe. OUTPUT).[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. HIGH). que foi substituída pela Duemilanove. delay (1000).[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. No ambiente de desenvolvimento. // espera 1 segundo. 6 das quais podem produzir sinais MLP. na qual pode ser usada para inicializar configuração. além de 6 entradas analógicas. digitalWrite (LED_PIN.25 centímetros).

LOW). // espera 1 segundo. return 0.. OUTPUT). HIGH). digitalWrite (LED_PIN. for (.Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido. milissegundos). digital (OUTPUT). } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. delay (1000). para depois.[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. } int main(void) { init(). e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. . O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas. delay (1000). sendo as duas últimas configuradas pelo usuário. setup() e loop(). definida em sua própria biblioteca. enviar os programas para a placa. uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo. com o avrdude. então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa. } "WProgram. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. setup().) loop().h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN.h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init().

Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] . Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória . energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis. porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença. É energizado via USB/DC. Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila. utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano.

[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos. baseado na versão Diecimila. e estão disponíveis em sua página oficial. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram.[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa. sendo que disponibilizam várias funções específicas. chamado de Freeduino [38]. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial. e é livre para ser usado para qualquer fim. e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft. Um shield de prototipagem. sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral. nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho. um grupo de usuários criou um projeto alternativo. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original.5.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2.[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. Estes são expansões para ele. Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas.[40] .[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos. em inglês).[37] [21] Devido a isso. montado num Arduino. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio.

incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9. Similar ao Seeeduino. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . há uma "estação Akihabara" de seda. Superfície montada. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S. Na parte de trás. um hackerspace em Viena. Metalab. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee. . Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics. O hardware e firmware são código aberto. local onde se desenvolve o Metaboard. com bateria reserva. ou para conexões mais específicas. Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. É desenvolvida pela [50] Metalab. Placa microcontroladora. é desenvolvida pela Liquidware. podendo utilizar placa universais como os shields. Disponibiliza 64k de flash. parecido com o do Arduino. O Hardware e firmware são código aberto. Derivada da Diecimila. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd.

cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. próprio para prototipagem. Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM. Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino.L.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm). 4K de RAM. por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. Projeto Arduino. L. Possui 64K de flash. similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. Desenvolvida pela Curious Inventor. produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino. cc/ ). arduino. Baixa voltagem. 32 pinos de E/S gerais. Olhar Digital (21 de março de 2010). cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). uol. sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. Podendo ser energizado via USB. Sendo assim. Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. eles são incompatíveis com o programa original. Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem. porém com memória adicional. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. Página visitada em 2 de abril de 2010. Projeto Arduino (http:/ / www. com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo. [65] Compacto (35 mm x 70 mm). Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit. . "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway. entretanto. Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. decodificador DCC e uma interface CAN-bus. com. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa. Placa não expansiva. para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). podem trabalhar com outras IDEs. Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. programável em BASIC ou C. É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. br/ central_de_videos/ video_wide." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega . bateria de energia igual ao do Arduino.C. ATmega644P um pino 40 DIP.

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. Shenzhen.com/arduino/artut. Direcional Controladores Dingoo A320 O 'Dingoo A320' é um Portátil que suporta a reprodução de música. Uma terceira cor. anunciada para lançamento futuro. rosa. sob autorização exclusiva da Shenzhen Dingoo Digital. branco e preto.html) (em inglês) • Artigos e tutoriais pelo guia Sheep Dog (http://sheepdogguides.makezine. [2] . licenciada da marca Dynacom [1]. Ltd.com/blog/archive/2007/09/intro_to_the_arduino_week. Apresenta um sistema nativo de rádio e gravação de voz. pela Frutzing (http://fritzing. Videogame portátil 7ª geração Cartões Micro SD Processador de 400 MHz (Injenic) L.htm) (em inglês) • Exemplos de componentes. Start e Select. vídeo e jogos.org/projects) (em inglês) 445 Dingoo Dingoo A320 Fabricante Tipo Geração Mídia CPU Shenzhen Dingoo Digital Co.R. e está localizado no Distrito de Futian.Arduino • Projeto Makezine (http://www. Está disponível em duas cores. Em Julho de 2010. Shenzhen Dingoo Digital tem foco em jogos e produtos digitais.. o 'Dingoo A320' passou a ser produzido no Brasil pela Ceder Eletrônica da Amazônia Ltda. 4 botões de ação.

approx. FLV. WMA. AVI. 2 superiores. Microfone.5 m x 500. MP4. • Saídas Autofalantes Estereos. ASF. MPEG • Tocador de Músicas MP3. 3GP.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad.29WH) Li-Ion.8" LCD. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior .5 m Peso 110g Tela de 2. APE.botões Start & Select . 4 ação. MOV. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256.7V 1700 mAH (6. 16M cores • Bateria 3. FLAC. 320x240 resolução. 7 hours run time • Player de Vídeos RM.51 m x 56.0 • Tela 2.

Pac-man .Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux. Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.

APE. XViD. WAV. e pode ser aberta enquanto a música está a tocar. FLAC. WMV8. MPEG1. BMP. WMV3. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3.pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação. MOV • Codecs de Video : WMV1. mp4v. . AVI.0 MHz. suporte manual / automática varredura de canal . GIF. MJPG. DIV3. MP42. WMV9.1. MPEG. WMA. DiVX5. WMV.0 MHz ~ 108. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. rádio FM . O usuário pode guardar até 40 canais. WMV7. Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV. ASF. Ajuste de fonte . AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. FLV. RM. auto-navega. MP4.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB.

Gnuboy.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1. um simples afinador de violão. Duke3d ). . PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo. entre outros. Dodgin 'Diamonds 1 e 2. herege.0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. Rise of the Triads. Isto permite a dupla arrancada. gravações de voz. Gnurobbo. pelo firmware original ou Linux.03 Firmware V1. PicoDrive. MAME. bico Tyrian. SMS Plus. Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source). Firmware Firmware Oficiais Firmware V1. Blockrage .Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção. calculadoras. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. leitores de ''Ebooks''. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. Reminisecence.02 Firmware V1. Assim como versões de Emuladores: ScummVM. para manter o sistema no seu melhor desempenho. Além de outros aplicativos. música. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. Open Liero. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux. Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom. Biniax 2. Waternet. Snes9x. Defendguin. fotografias. Sdlroids. vídeos. • Envio USB 2. como reprodutores de Mp3.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. sem necessidade de ligação com um PC.01 Firmware V1. Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho. Super Transball 2. editores de texto. hexen.

Games .badcoffee. dynacom.asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www. com. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards.dingoobr.dingoonity.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www.net/windux.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion.6te. com.PC WORLD (http:/ / pcworld.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul. br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo . GP2X . uol.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www.com/en_index.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues.dingoo888.guanabara.

liralab..iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium. robotcub. it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash .[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1.5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1.00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana.MUL1294904-6174.1 Ligação audio 2. globo. Ti GPRS (2.0 EDR. html) [2] http:/ / www. org/ [3] http:/ / eris.

Dr. openmoko. linuxtogo. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. linuxdevices. o mundo das comunicações. openmoko.7 × 62 × 18.Org Server 7. 20 de Janeiro de 2007. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973.6.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120. Neste momento.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko.[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel. lists. wolfsonmicro. com/ news/ NS2986976174. org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www. a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007.com [5] Referências [1] http:/ / www. com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko. org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586.OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2. Software Núcleo Linux 2. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg.17.5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta. mais uma vez." "Neo" significa novo.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2. html) [3] http:/ / www.org (http:/ / lists. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar. html . pelo preço de US$350. seguindo a filosofia FLOSS. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC. com/ [4] http:/ / www.6.openmoko. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices. devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973".14 Userland • • • • X. Este será o novo 1973.

certamente. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2. 256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3. ser útil como um PC de mesa. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas. USB armazenamento externo. CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802.0. este tem por finalidade. oferecer uma mistura entre PC e console de videogame.0 + EDR (3Mbps) (Classe 2. e um pouco maior que um Nintendo DS. + 4dBm) .11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530.0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2. IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. o console caberá em seu bolso. 512 MB internos NAND.0. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. Baseado na distribuição linux. Um pouco menor que um netbook. Ångström.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento.

Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen). org/ http:/ / boards. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2. openpandora. open-pandora.0 OTG (1. open-pandora.x) • Dimensões: 140x83.3" widescreen.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. Mouse. 16. openpandora.5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2. Modem 3G. php http:/ / www. formato 4.6.4x27. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en .0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB. GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. Teclado. gbax. com/ pandoraprivate. html http:/ / apps. Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms. org/ index. org/ http:/ / www. org/ index.

org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap. sem a necessidade de uma infraestrutura industrial. blogspot. aumentando exponencialmente em número. RepRap versão 2. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. Devido ao potencial de reprodução da máquina. com/ . permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos.0 (Mendel) RepRap versão 1. com base em um modelo computacional. como o principal objetivo do projeto. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home. Isto. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. Página visitada em 11 de abril de 2010. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais. em teoria.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. Os autores têm a autorreplicação. • Blog oficial [2] (em inglês).0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês). os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades. Referências [1] http:/ / reprap. o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva.

RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção. procedimentos de teste . conectando à Internet. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos.são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho. O alcance da configuração básica é de 1.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor.4 km. O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário". As instruções de montagem. checagens detalhadas pós-solda. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN. permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede. Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. Diversas técnicas padrões de furação. Operações básicas como furação e solda são explicadas. Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. semelhantes aos utilizados com antenas de TV. O alcance pode ser estendido para 1. com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica. Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs. Dois cabos coaxiais. . Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch. Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável. Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação.

o projeto se torna mais complexo. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas. Conectado também com um cabo RJ45. inferindo a partir daí o alcance possível. Tipicamente. o enlace pára de funcionar. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. abordagem impede. apresentando um laço de realimentação. • Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela. • Ronja Inferno: Alcance de 1. luz visível vermelha. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela . Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch. Conecta-se a uma interface AUI. O Ronja. pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. usa um projeto sem realimentação.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores. Desta forma. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. neve or fumaça. Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA .4 km. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. Se o feixe for interrompido de qualquer forma. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância.25 km. luz invisível infravermelha. entretanto. ainda.4 km. Esta Outubro de 2007. Limitações • Por definição. luz vermelha. Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. chuva.

e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. 458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. Ele possui uma largura de banda de 9 MHz. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros. O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ. de forma a não afetar a componente AC do sinal. Desta forma. e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. basicamente por descarga de curto-circuito. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito. a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente. Estes custos geralmente incluem licenças de software. • Para a correta operação. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho. No Natal de 2001. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. Entretanto. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente.RONJA capacitância total de entrada. Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. Ele é parte do projeto do Ronja. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. com declive de 6 dB/oct. o Twister2. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04.

edu/ seniordesign/ projects_new. root. org/ ronja/ • (http://www.net/view.org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja.twibright.hackaday. org [5] http:/ / pcb. • (http://klfree. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja. twibright.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag. twibright.RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja.com/document. seul. ece. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www. hkfree. twibright. net/ [6] http:/ / ronja. sourceforge. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www.org) • (http://www.oreillynet.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project .archive. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda.php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) . ncsu.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps. php?id=463 [10] http:/ / charon. com/ installations.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www. twibright. com [7] http:/ / wiki.ch/articles/ronja) A user testimonial.unstrung. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi. com/ index. twibright.

com 512 K de RAM e 4 M de memória flash. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas). que roda diretamente no processador. . Ele é do tipo mote. Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802. Sobre esse padrão vários protocolos. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA. pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo. sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF). com antena integrada.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee).4 do IEEE. a 180 MHz. inteiramente montado. 6 entradas analógicas. e 4 pinos de saída de alta corrente. cabe em uma palma de mão normal. sensor de luz.6 V e 750 mAh. do inglês Sun Small Programmable Object Technology. 5 pinos para I/O de propósito geral. a 2. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira. podem ser construídos.4. sensor de temperatura. inclusive o ZigBee. 8 LEDs tri-colores. Hardware O dispositivo completo. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos).15. Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT. o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. Diferente de outros sistemas de mote disponíveis. sem usar um sistema operacional. O dispostivo como rádio o padrão 802. 2G/6G. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. ainda conhecida por J2ME.4 GHz. ou Java Micro Edition. incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. 2 sensores de movimento (ou momentary switches). • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. desenvolvido pela Sun Microsystems.15.15. • interface USB. • interface de rádio IEEE 802.

Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www.Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. com. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento. br/ . ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. e um cabo USB. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. as ferramentas de desenvolvimento de softeware.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. com/ http:/ / tauzero. Mac OS X 10. o NetBeans). Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee. O software é compatível com Windows XP. depois de meses de atraso de manufatura. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. alavs. com/ http:/ / www. sunspotworld. uma estação base Sun SPOT. O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. ainda em produção limitada. com/ davidgs/ http:/ / www. html http:/ / blogs. para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G. sunspot. sun.

ou ainda Laptop das crianças. com. uol. é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital.11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo. .UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre.8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine). anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1. br/ digitalnews1. php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802.

Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores. duas antenas coaxiais ajustáveis . compatível com a norma 802. monofônico. com dois alto-falantes internos. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação. Arábico.US International.[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações.00.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível. 1.4 mm × 114.11b/g. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão. que já demostraram interesse no projeto. Nigeriano. Português. dual-mode TFT • Área visível: 152. suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007. 19cm(7. Espanhol. ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso. MMX. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido.2mm de curso. 200 dpi • Display mono: Alta resolução. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo. caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. diponibilizando computadores a um custo de U$100. Thai.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007. quincunx-sampled. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . entre eles o Brasil.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V). stereo.5") diagonal.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível. modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON. presidente de OLPC. tendo como alvo os países em desenvolvimento.XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte. codec de audio AC97-compatível. Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1.

removível pelo usuário Capacidade: 22.7 a 4. • Vibração aleatória: 0. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances. • Variação de altitude: -15m a 3. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480.192m (14.4 psia) (desligado).048m (14.5mm. • Umidade: Semelhante ao item temperatura.0.5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3. 2ms.1 psia) (em funcionamento). meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO. Quando fechada. Open Firmware é usado como o bootloader. meia-onda (em funcionamento) 200g.7 a 10. 10Hz to 500Hz. Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil.XO • Indicadores de estado: energia. de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. 2ms.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3. 1.. O XO pode ser usado como um livro. 10Hz a 500Hz. . 6V montadas em série Caixa rígida fechada. a unidade deve ser suficientemente vedada.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas).8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2. Wi-Fi. 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos. valores exatos ainda não estabelecidos. modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2. como se fosse uma pasta ou bolsa.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS.5g zero-pico. taxa de varredura de 0. entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente. • Choque 125g. bateria. Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc.75g zero-pico. taxa de varredura de 0.25 oct/min (em funcionamento). em uso 10 a 20 V. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas. UE). -15m a 12.

000). Brasil (250.200. viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet. Uruguai (100.000)[3] e Peru (40. Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias. Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social.[11] • O governo Português. Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante.000)[4] . 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007. O XO é dobravel e flexivel. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500. "Discover the PC").XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar. comentários e discussão sobre o 2B1.000). "Eduwise" ou ainda.000). • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo. Ruanda. O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO. que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado). Líbia (1. O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006. • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] . chamado de "Descubra o PC" (em inglês.000.000).[6] • Outras empresas como a Asiatotal.net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT. Nigéria (1. . em colaboração com a Intel. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC). [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. • Uma Análise do projeto [17] (em português).

Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. [10] Block. acessado em 1° de março de 2006. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. software. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. via. laptop. zdnet. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. com. net). John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. uol. html [13] http:/ / laptop. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. org/ go/ Home [16] http:/ / www. 2006-11-13. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. uol. Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. com/ [17] http:/ / www. html [15] http:/ / wiki. org/ faq. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. olpcnews. org/ [14] http:/ / www. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. For FREE (http:/ / asiatotal. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. [12] http:/ / laptop. org/ index. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. com. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. pt_BR. olpcnews. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. [3] Olpcnews (http:/ / www. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. com. 2006-10-11. olpcnews. com. laptop. uol. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. engadget. pt_BR. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. dicas-l. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. com/ 2100-1040_22-5422893. com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. intel. laptop. pedagogia. 2006-10-23. com.XO Hardware. br/ educacao_tecnologia . htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World.

Como isso é impossível. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. Por isso. A sobrecorrente IS. para as medições serem precisas. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional. A resistência interna do amperímetro RIA. com tolerâncias de 1%. introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. sendo necessário abrir o circuito no local da medida. A unidade usada é o Ampère. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento. Na medição de corrente contínua. . Portanto. Em geral. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. ao se fazer uma medida de corrente. Dependendo da qualidade do aparelho. Por isso. IGM. é necessário desviar a sobrecorrente. A resistência interna do galvanômetro RG. o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula.Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. do galvanômetro. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento.

Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital.Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. seinstrumentos. Amperímetros digitais .. Referências [1] http:/ / www. . Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora.. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. com. contadores. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes. Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência. espalhadas no espectro de frequências. br/ voltimetros. registradores.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos. processadores e demais componentes digitais de um circuito. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos.

net/ capacimetro.P . a sua unidade é adimensional. Por se tratar de expressar o valor de fator de potência. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro.Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro). htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital. devido o cuidado com o valor de F. Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica . que mede o valor do fator de potência. como motores elétricos por exemplo. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias. Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo. burgoseletronica. A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos. que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem).

A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco). logo após. Biologia Celular e Molecular. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. . José. A barra branca tem 30 µm. Passam.onde formam uma imagem visível . ISBN 85-277-1045-5. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. substância que emite luz ao ser excitada por elétrons. por uma segunda bobina e. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO.Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem. então. 2005.[2] [1] JUNQUEIRA. Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade. constituída por partículas relativamente grosseiras. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. os quais incidirão sobre um filme fotográfico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente .ou sobre um filme fotográfico. [2] id. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. Por isso. por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto.[1] A Qualidade da imagem Na prática. Depois de revelados. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons. 8ª Edição.[2] A tela fluorescente.

normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. mas não consegue corrigir a diferença. pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV). e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda. ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos.Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular).Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV". A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo. pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina. Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) .Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada.a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). pelo sinal inadequado emitido pela sonda. . um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio. existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão. Além disso. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda. ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito. mais rica é a mistura (possui mais combustível). Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). Na prática. de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. quando o veículo está utilizando o GNV. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV. Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina. Depois da conversão. mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV. uma série de alterações ocorrem durante a queima. O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. ao mesmo tempo gera. Como consequência.

que utiliza válvulas injetoras de GNV. Estes se compõem de barras de ferro doce. Além dos frequencímetros digitais. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade).Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo. as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. mantendo as regulagens e a performance do veículo. de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura. html . net/ frequencimetro_pic. htm [2] http:/ / www. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. MHz e GHz. milissegundos. facens. ou pode também ter uma centralina independente para o GNV. existem os eletromecânicos. li. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz). Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. Uma outra maneira. conforme a escala utilizada. nanossegundos). kHz. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. sendo uma para cada cilindro do motor. br/ ~f98335/ projeto17. de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. radioamadores. Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". usados para medir a baixa frequência da rede elétrica. Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência. 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. informando a frequência medida em Hz. Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. microssegundos. Desta maneira.

Fio transportando a corrente a ser medida . Através de circuitos apropriados. potência. como tensão contínua. mas possui as vantagens de ser mais barato.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado. que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. e outras. O multímetro. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro .Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. uma bateria e vários resistores internos. ligado a uma chave selectora. e a bobina gira. e instalada entre os pólos de um ímã fixo. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. que possuem um mostrador de cristal líquido. ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. movendo um ponteiro. Galvanômetro de bobina móvel . o valor da corrente é indicado na escala graduada. tensão alternada. em oposição aos multímetros digitais. a bobina é fixa. por ser menos sensível que o de bobina móvel. O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday. ou agulha. mais robusto. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. ohmímetro ou voltímetro. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. sobre uma escala graduada. se forma um campo magnético que interage com o campo do íman. resistência. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. consiste basicamente de um galvanómetro.

filtros e amplificadores. triangulares. Drez. sweep) XR2206 (Exar . Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda. Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento. A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. além de conectores para saída do sinal.funções seno. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. sweep) MAX038 (Maxim . Cingulotomia entre outros. Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. com sweep (frequência variável).funções seno. quadrado. triângulo) . Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. dente-de-serra. quadrados. Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. quadrado. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas.Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz).funções seno. Palidotomia. quadrado. RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos. sweep) NE566 (National . Ablação Intradiscal. Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. estimulação motora e sensitiva. o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. com o qual se pode verificar as suas formas de onda. todos com diversas frequências e amplitudes. triângulo. Operando com potência de até 50 watts. ajustes e leituras. triângulo. possui recursos de medição de impedância. lesão térmica por RF contínua. triângulo.funções quadrado. Rizotomia Trigeminal.

Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. . Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . amplificadores. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. etc) como fonte de sinal. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica. Pode ser analógico.XPS e espectroscopia de elétron Auger. onde se faz uso de um galvanômetro. • Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas. São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. filtros. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. cristalografia e composição química da amostra. • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário.1 e 1nm. inorgânicas e biológicas.000001A (1microAmper). com frequência e amplitude variável e ajustável por dials. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais). então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. variando entre 0. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia. já que. Também são usados para simular corrente alternada. Estes são chamados elétrons secundários. Este é o elétron transmitido. De qualquer forma. possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. mas por diversas técnicas analíticas. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron. ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt". No caso de amostras cristalinas. fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica. também pode revelar a composição das partículas. que está relacionada com a amostra em questão. trabalham com frequências.

Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV. equivalente a 0. em forma de lâmina. ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. As imagens são de campo claro. A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å.Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. Para o preparo da amostra. no caminho do feixe de elétrons. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. inclinação. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). rotação e orientação nos eixos x. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. corresponde a um plano real (hkl). A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. z. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. esta deve estar polida de ambos os lados. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. por sua vez. ao passo que amostras biológicas. mais instáveis. • Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). além da fina espessura da lâmina da amostra. A resolução do equipamento chega a 3 Å. por exemplo. Assim. campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. É ajustado quanto à altura. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. para amostras cristalinas.0037 nm. conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. como moléculas gasosas. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração. A amostra não deve sofrer alteração como. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária. que são as formas de visualização da amostra. . • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração. deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. y. a tensão de aceleração usual é 100 kV.

Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. Por outro lado. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. ocasionando o contraste de fases. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. 477 . Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. Por outro lado. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos. Na imagem de campo escuro.Microscopia Eletrônica No modo imagem. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. onde λ é comprimento de onda incidente. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. No modo campo claro. não difratados. de acordo com o feixe de elétrons selecionado. daí o nome campo claro. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. onde S2 é o sinal da amostra. obedecendo à lei de Bragg. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. fornecendo importantes informações. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final. Em ambos os casos. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. Neste modo. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. No entanto. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada.

y. O canhão de elétrons é usado para a produção do feixe de elétrons com energia e quantidade suficiente para ser captado pelos detectores. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. os sinais de maior interesse para formação da imagem são os elétrons secundários e os retroespalhados. A amostra deve ter até 10 cm na horizontal e no máximo 40 mm na vertical. hoje existem no mercado microscópios de baixo vácuo.1µm ao atingir a amostra. As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). a tensão de aceleração deve estar compreendida entre 200 V a 30 kV. são responsáveis por direcionar o feixe na amostra. identifica fases por meio de análises químicas qualitativas. para fontes termoiônicas. possibilitando a realização de análises químicas durante a observação.Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química. Por exemplo. Seu princípio de funcionamento é o efeito termoiônico de emissão de elétrons. Quanto às condições de operação. z. A técnica tornou-se mais poderosa com o acoplamento de detectores de energia dispersiva de raios-X. O foco é obtido alterando-se a altura da amostra e o ajuste fino é realizado somente com as lentes objetivas. Amostras que degasam a baixas pressões. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio. A ampliação da imagem é de 20 a 30. a amostra deve se estável ao alto vácuo. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. altura) e orientação (inclinação e rotação). O ajuste grosso é executado ajustando-se a distância entre a saída da lente objetiva e a amostra. Felizmente. Além disso. a dimensão do feixe. Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. além de reduzir a dimensão do feixe. Assim como na microscopia eletrônica de transmissão. Os elétrons secundários fornecem imagem de topografia de superfície da amostra e são responsáveis pelas imagens de alta resolução. • Conjunto de lentes condensadoras e objetivas: As lentes controlam o diâmetro do feixe e o direciona até a amostra.10-6 Torr. • Sistema de alto vácuo: O vácuo impede que os elétrons interajam com partículas gasosas e comprometam a análise. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados. por sua vez. específicos para estas amostras. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. Interações do feixe de elétrons com a amostra .000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. é reduzida a 1 nm . inicialmente de 10 . Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons. As lentes objetivas. O vácuo deve ser de 10-5 .50 nm. No entanto. No processo de interação do feixe eletrônico com a matéria. enquanto que os elétrons retroespalhados fornecem imagens características de variação de composição. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x.

Para muitos elementos δ vale aproximadamente 0. O primeiro deles. os elétrons do feixe primário têm sua direção alterada. Elétrons secundários são gerados por três diferentes mecanismos. Os elétrons secundários de alta energia também podem se chocar com outros objetos sólidos presentes na câmara da amostra. A figura J também ilustra a relação de δ com o número atômico. Se a vacância criada com a geração do segundo elétron for preenchida com outro elétron de orbital mais energético. a partir da interação do feixe dos elétrons com a amostra. Notórias exceções são carbono (δ=0. pois diminui a probabilidade de choque elástico e a taxa de perda de energia da amostra também decresce. Quando o feixe primário se choca com o campo elétrico do elétron da amostra. em função de suas energias. O primeiro escapa a uma profundidade de 5-50 nm. A dimensão em volume depende principalmente da voltage