Eletrônica

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Eletrônica +A +F -A -F 80's, 90's appliances Antenna Edições Técnicas Aquecimento do cátodo Soft start Avalanche térmica BGA Banda passante BiCMOS Bobina de indução Cabeça magnética Capacitor de cerâmica Centelhador Chave DIP Chave fim de curso Circuito aberto Coletor de dados Colimação Comutador (eletrônica) Conector DIN Conector N Constante dieléctrica Constante elétrica Controle Ativo de Ruído Conversor DC/AC Curto-circuito Datasheet Discreto Dopagem eletrônica Duplexador 1 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 13 14 14 15 15 16 17 17 18 18 19 19 20 21 22 22 23 23 24 24 25 27

Duty cycle Efeito Zener Efeito termiônico Electronic design automation Eletromecânica Eletrônica molecular Filtro de linha Fonte de alimentação ininterrupta Fotomultiplicador Frequência de corte Frequência de ressonância Fusistor GPIO Implante coclear Instrumento eletrônico Intermodulação Inversor Grid-Tie LASCR Laser díodo Material condutor Medidas eletrônicas Memristor Modulação por amplitude de pulso Onda quadrada Painel Eletrônico Parâmetros híbridos Polarização direta Position sensitive device Potência de áudio PowerCast Proteus (programa de computador) Protoboard Pulseira antiestática Píxel morto Quadripolo Razão cíclica Register transfer level Região N

28 29 29 31 31 32 44 45 47 47 48 49 49 49 55 56 56 57 57 61 62 63 66 67 69 70 72 72 74 79 79 81 82 82 83 85 86 86

Relação de ondas estacionárias Relação sinal-ruído Resistores pull-up Retificador de meia onda Retificação Ritard Ruído Ruído térmico S/PDIF SPICE SiRF Side-stick Sinal elétrico Sistemas de controle Slew Rate Spintrônica Stand by Starter Super-heterodino Supercondutividade System-on-a-chip TV de LCD Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em mecatrônica Tela de plasma TI verde Transorb Trimpot Vale da Eletrônica Wafer (eletrônica) Circuito eletrônico ADC Amplificador Astável Biestável Buffer (eletrônica) Camcorder

87 88 89 90 90 90 91 92 94 94 96 97 97 99 99 100 101 102 102 105 108 109 109 111 113 115 116 117 118 119 120 121 123 123 125 126 126 127

Captador Captador ativo de som Captador passivo Circuito analógico Circuito de Chua Circuito eliminador de bateria Circuito misto Circuito paralelo Circuito receptor Controlador lógico programável Conversor digital-analógico Conversor de frequência Conversor estático Disparador Schmitt Dispositivo de carga acoplada Espelho de corrente Filme delgado Filme espesso Filtros de Equalização Fonte de alimentação Fonte de corrente Fotolitografia Fotomáscara Integrador Latch Latch D (Latch transparente) Modulador RF Monoestável Multivibrador Oscilador RF Phase-locked loop Ponte H Prescaler Registrador Resposta em frequência Schmitt Trigger Soft-starter Teorema de Thévenin

128 130 130 131 131 132 133 133 137 137 139 140 142 143 144 145 145 145 146 148 149 149 150 150 151 151 152 152 153 153 154 154 155 155 156 157 158 158

Teorema da superposição Teorema de Norton Transceptor Transformação Y-Δ Circuito LC Circuito RC Circuito RL Circuito RLC Circuito ressonante série Circuito série Conexão elétrica Divisor de corrente Divisor de tensão Filtro capacitivo Filtro passivo Função de transferência Linear Recuperação de relógio Componente eletrônico Anexo:Lista de circuitos integrados 2N2222 2N2907 2N3055 6SN7 8P8C ASIC Ampola de raios X Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 Balastro (electricidade) Bobina de Rogowski CI 555 CMOS 7432 CMOS 7437 Carga fantasma Chave optoeletrônica Componente elétrico Conector Conector P2

161 161 162 163 163 166 173 179 188 188 191 192 192 194 194 195 195 195 196 197 198 199 200 200 201 202 203 204 215 216 217 221 221 221 222 222 223 224

Célula pockels DB-GTO DIAC Diodo semicondutor Diodo Zener Díodo termiônico EEPROM EPROM FPGA Filamento Grade de controle LDR Diodo emissor de luz MOSFET MSP430 Magnetron Megafone Memória flash Microcontrolador Microcontrolador PIC Microfone Montagem through-hole Negative Temperature Coefficient PIC18F452 PROM Placa (válvula termiônica) Positive Temperature Coefficient RJ (Conector) Receptor elétrico Relé térmico Relé Relé fotoelétrico Resistor Ressonador cerâmico S-Video SCR Selectron Semicondutor

225 226 227 228 232 234 235 236 238 243 243 244 245 249 251 252 253 254 258 263 267 270 272 273 273 274 275 275 277 278 280 283 283 289 290 292 293 296

Solenoide TRIAC Tecnologia de montagem superficial Termiônica Termístor Tiristor Tomada Telebrás Transdutor elétrico Transformador Transistor Darlington Transistor de efeito de campo Transistor de junção bipolar Tríodo Tubo de raios catódicos VHSIC Válvula termiônica Varicap Varistor Sistemas elétricos de potência Engenharia eletrotécnica Eletrotécnica Condutor elétrico Dínamo Eletrotecnia Engenharia eletromecânica Extensão telefônica Gerador Máquina de corrente contínua Máquina síncrona Oficial eletrotécnico Oscilador Hartley Parque térmico Silencioso Silencioso hospitalar Usina dieselétrica Atenuador Controle automático de ganho Controlo remoto

298 299 300 301 301 302 303 304 304 306 307 308 308 309 312 312 316 316 319 322 323 323 323 324 324 325 325 327 330 332 333 334 334 335 336 336 337 337

Electrónica de consumo Microsystem Minicomputador TV Nova Esperança TV Uni-BH TV dos Trabalhadores Televisão Toca-fitas Token (chave eletrônica) Trava elétrica AY-3-8910 CMOS CPLD Ciclo de instrução Circuito aritmético Circuito digital Circuitos combinacionais Clock Coletor aberto Contador assíncrono Contadores binários Conversor analógico-digital DDR SDRAM DDR2 SDRAM DSP Decodificador Decodificador de endereços Demultiplexador Display de sete segmentos Dispositivo lógico programável Double data rate Dreno aberto FDM Filtro digital Flip-flop Glitch KC89C72 Lógica NMOS

339 339 339 340 340 340 341 345 345 346 347 348 349 350 350 352 353 354 354 355 356 359 360 364 366 369 370 371 371 374 377 378 379 379 380 386 386 386

Magnetoresistive Random Access Memory Matriz lógica programável Megatransfer Multiplexador Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Máquina de estados finitos One Time Programmable Porta Lógica Ou-Exclusivo Porta XOR Porta lógica Registrador de deslocamento Registrador de índice Self-clocking Sensor tátil TDM-mux Tabela verdade Tristate VHDL Capacitância Frequência Frequêncimetro Indutância Reatância Reatância capacitiva Reatância indutiva Resistência elétrica Hardware livre Arduino Dingoo GP2X iCub OpenMoko Pandora (console) Projeto RepRap RONJA Sun SPOT UltraSPARC T2 XO

388 388 389 390 392 392 396 396 397 401 403 406 407 408 408 409 414 415 424 426 427 427 428 429 429 430 432 435 445 450 451 451 453 455 456 460 462 462

Amperímetro Analisador de espectro Analisador lógico Capacímetro Cosfímetro Eletromicrografia Emulador de bicos Emulador de sonda Frequencímetro Galvanômetro Gerador de RF Gerador de funções Gerador de áudio Microamperímetro Microscopia Eletrônica Microscópio eletrônico Multimedidor Multímetro NEXRAD Ohmímetro Osciloscópio Radar Radar Doppler Radar móvel SegSAR VTVM Varímetro Voltímetro DLP Eletro-óptica Optoeletrônica 467 468 468 469 469 470 471 471 472 473 474 474 475 475 475 481 482 483 484 485 486 495 502 503 503 504 504 504 505 508 509 Referências Fontes e Editores da Página Fontes. Licenças e Editores da Imagem 510 520 Licenças das páginas Licença 529 .

Sob esta definição. Complementar à definição acima. os diversos tipos de sensores e transdutores (que representam grandezas físicas . transmitir. o IGBT não tem nenhum diodo reverso internamente. todos. Ao contrário do ocorrido no MOSFET. é um ramo da Física onde se estudam os fenômenos das cargas elétricas elementares. uma tensão positiva VG aplicada na porta (G) fará o dispositivo passar para o estado ligado (ON). onde as perdas na condução precisam ser mantidas em valores baixos. estuda a transmissão da corrente elétrica no vácuo e nos semicondutores. Princípios de operação do IGBT A operação do IGBT é muito similar à dos MOSFETs de potência.Eletrônica 1 Eletrônica A eletrônica (português brasileiro) ou electrónica (português europeu) é a ciência que estuda a forma de controlar a energia elétrica por meios elétricos nos quais os elétrons têm papel fundamental. por sua vez. Divide-se em Analógica e Digital porque suas coordenadas de trabalho optam por obedecer estas duas formas de apresentação dos sinais elétricos a serem tratados. eletrônicos. partículas elementares. utilizando a eletrônica de potência. a Eletrotécnica é o ramo da ciência que estuda uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos. podendo suportar uma tensão inversa máxima em menos de 10 volts. também se pode afirmar que os circuitos internos dos computadores (que armazenam e processam informações). do Elétron. sendo assim este fator torna sua capacidade de bloqueio para tensões inversas muito baixa. armazenar. Os IGBTs estão gradativamente substituindo os mosfets que se dizem em aplicações de alta tensão. O IGBT passara para o estado desligado (OFF) quando houver o corte de tensão do . dentro da área de interesse da Eletrotécnica. as linhas de transmissão (que transmitem energia). Para colocá-lo no estado ligado.informações . etc. todos. ondas eletromagnéticas. retificadores e inversores (que processam energia) e as baterias (que armazenam energia) estão. Sob esta ótica. os transformadores. transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos.sob forma de sinais elétricos) estão. as usinas hidrelétricas. Transistores Bipolares Transistores Bipolares de porta isolada (IGBTs) O transistor bipolar de porta isolada (IGBT) destaca-se pelas características de baixa queda de tensão no estado ligado do BJT com as excelentes características de chaveamento. com o objetivo principal de representar. termoelétricas e eólicas (que geram energia elétrica). que traz um circuito de acionamento da porta bem simplificado e com alta impedância de entrada do mosfet. Mesmo as velocidades de chaveamento dos IGBTs sejam maiores (até 50 kHz) do que as do BJTs e as do mosfets. Também é considerada um ramo da Eletricidade que. podemos dizer que a Eletrônica é o ramo da PCI (Placa de Circuito Impresso) de um ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e HD (hard drive ou disco rígido). Entre os mais diversos ramos que a abrangem. Fótons. as propriedades e comportamento. dentro da área de interesse da Eletrônica. De igual maneira. os sistemas de telecomunicações (que transmitem informações). basta polarizá-lo positivamente no terminal do coletor (C+) em relação ao terminal do emissor (E -). quando a tensão no gate (G) exceder a tensão de limiar. com o objetivo principal de transformar. Existem no mercado transistores IGBTs com os valores nominais de corrente e de tensão bem acima dos valores encontrados para Mosfets de potência. processar e armazenar energia. Numa definição mais abrangente.

(o mais normal é que apresentem variações de posicionamento na vertical do traço horizontal com níveis de entrada "zero"). os microcircuitos.Eletrônica terminal da porta (G). Um transístor é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através de materiais semi condutores inteiramente sólidos. pois o ato de se transmitir uma onda de radiofrequência e sua posterior recepção necessita de dispositivos eletrônicos que transformarão as manifestações físicas de um determinado tipo de energia que será convertido em outro. foi substituída pelos transístores. diodos. os microprocessadores. No estado ligado.) Componentes Considera-se o primeiro componente eletrônico puro a célula fotovoltaica (1839) seguida pela válvula termoiônica (Ver Efeito Édison). indutores. Um exemplo seria a conversão de onda sonora para onda eletromagnética. o sinal digitalizado pode ter a forma de uma corrente pulsante cuja frequência de pulsação represente fielmente o sinal "variação de resistência por efeito da temperatura". o transmissor IGBT estará no estado desligado (OFF). A válvula termiônica. capacitores. é um dispositivo que controla a passagem da corrente elétrica através do vácuo (ver John Ambrose Fleming). e ainda mais serão amplificadas por componentes que têm sua própria agitação térmica que se tornam cumulativos. A tecnologia de miniaturização desenvolveu os circuito integrados. também chamada de válvula eletrônica. sua recepção e reconversão para onda eletromagnética. Assim. Sem a eletrônica. acabou por desenvolver e estudar novos circuitos eletrônicos além de transístores. 2 Eletrônica Digital Na eletrônica digital este controle se faz digitalizando o sinal de controle no seu estágio de geração para evitar as variações térmicas ou de envelhecimento a que todo material está sujeito(desde o sensor até o relê final de um sistema analógico). Aos poucos. no mais. etc. além de miniaturizar os capacitores. antes de fazer as medições deverão ser aferidos para rever qual é o valor ou se não mostram sinais de derivas. sendo utilizada em larga escala até meados da década de 1960. A eletrônica. Quando não houver a tensão aplicada na porta. Essa corrente é limitada pela tensão da fonte e pela resistência de carga. Exemplo de alguns osciloscópios de laboratório que devem permanecer ligados por longos períodos de tempo antes de realizar medições com eles. ou termiônica e alguns diodos à base de Selênio (Se). dentro de um bulbo de vidro. assim novamente para onda sonora. onda luminosa para onda sonora e vice . mesmo assim. da emissão eletromagnética através do espaço físico. a tensão através da chave se define a zero. entre outros. por definição. modificando. interagindo. Atuação Quando se tem qualquer tipo de dispositivo onde haja a atuação de um determinado fenômeno físico em correlação com outro. indutores. aí está a eletrônica. "agitação indesejável" "movimento eletrônico caótico" e se tornam parte das variações espúria que mascaram a medição. onde a corrente (IC) é igual a zero (0) e a tensão que passa através da chave é igual a tensão da fonte. isto seria impossível de se conseguir. ao passar do tempo. ambos são componentes eletrônicos que servem para executar trabalhos idênticos.Se a tensão > VGE(th) for aplicada na porta. O efeito da variação de parâmetros (e aumento do erro de medição) por termo-agitação e envelhecimento é cumulativo nos sistemas analógicos pois as variações de parâmetros devidas ao aumento da temperatura no forno (a medir) são produzidas pelo mesmo processo interno atômico que origina a "deriva". o dispositivo passará para o estado ligado e permitira a passagem da corrente IC. para em seguida a captação desta. resistores. Curva Característica de tensão-corrente do IGBT A curva característica e uma plotagem da corrente de coletor (IC) x a tensão do coletor-emissão (VCE). fotocélulas. as memória eletrônicas. resistores. o segundo porém mais moderno que o primeiro. Por exemplo: onda sonora em onda elétrica. medindo.

ou feixe de Laser numa fibra óptica conseguimos nos comunicar com velocidades cada vez maiores e quantidades de informação imensas a milhares de km de distância e. etc. podendo ser moldadas de forma a que o projetista possa tirar proveito desses parâmetros e configurá-los em oscilação. por exemplo. 3 Dispositivos Os dispositivos eletrônicos são combinações onde se usa o circuito básico repetitivamente e seus componentes que. uma vez agrupados de forma organizada formam blocos. em segundos. Circuito hipotético representando diversos componentes em montagem repetitiva Funcionamento O funcionamento básico de qualquer circuito eletrônico baseia-se no controle de tensão e intensidade de corrente elétrica. milissegundos. e assim sucessivamente fazem funcionar os mais diversos equipamentos. Estes interligados formam circuitos mais complexos. amplificação. através de um feixe de luz.Eletrônica versa. até chegar ao resultado final quando. Medidas Eletrônicas Unidades do Sistema Internacional São as seguintes as unidades do Sistema Internacional de Unidades: V = volt = medida de tensão elétrica ou diferença de potencial A = ampère = medida de corrente elétrica C = coulomb = medida de carga elétrica s = segundo = medida de tempo Ω = ohm = medida de resistência elétrica S = siemens = medida de condutividade elétrica J = joule = medida de Trabalho W = watt = medida de potência Hz = hertz = medida de frequência F = farad = medida de capacitância Wb = Weber = medida de fluxo magnético H = henry = medida de indutância . tudo isso.

estava investigando o porquê do escurecimento do vidro de uma lâmpada de filamento. da mesma forma que Munk em 1835. encerraram um filamento de uma lâmpada incandescente e uma placa metálica numa ampola com vácuo. Durante sua demonstração. voltou a observar a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. observando os sulfetos de chumbo e de ferro. utilizaram a célula de selênio para fazer experiências com um telefone sem fio. Posteriormente. ao conectar tensão elétrica muito alta em dois eletrodos. observou que estes mudavam sua condutividade elétrica. Ao fazer isso. Braun descobriu o efeito semicondutor no ano de 1874. Ao inverter a polaridade. Hughes. Em 1861. Varley novamente observou a mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. novamente o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. no início de 1880. . se antecipou à geração de radiofrequência em cinco anos a Hertz e em dez anos em sua detecção. o fenômeno continuou a parecer meramente curiosidade científica. Obs: 1 cv = 736 W Histórico A evolução da eletrônica foi lenta no início. aleatórias. Inseriu uma placa metálica e fez uma ligação externa ao dispositivo. Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter em 1878. Acredita-se que o dispositivo eletrônico mais antigo foi uma célula fotovoltaica construída em 1839 por Becquerel. Em 1835. mostrou o fenômeno da descarga dos gases. A experiência de Julius Plücker pode ser considerada como ponto de partida para tal. a físico-química passou a se interessar nos fenômenos do comportamento da AT (Alta Tensão) e dos gases. A partir de 1850. da mesma forma que Munk em 1835. independentemente do trabalho de James Clerk Maxwell. inseridos numa ampola de vidro com atmosfera rarefeita. A válvula termiônica teve seus primórdios em 1873. foi descoberto o efeito fotocondutivo do selênio. imediatamente fluía uma corrente elétrica pelo vácuo. na verdade. acelerou-se. Ao fazê-lo. porém com o passar do tempo. Ao mesmo tempo Flemming. em 1884. mas não se encontrou uma utilidade prática para o fenômeno. Julius Elster e Hans Geitel. Nos séculos XVII. A este efeito se deu o nome de Efeito Edison.Eletrônica 4 Outras unidades As unidades abaixo ainda são utilizadas. Calzecchi Onesti. porém. XVIII e XIX. Willoughby Smith investigou o efeito e delineou as primeiras leis da fotocondutividade. observou-se um efeito eletroluminescente de cor púrpura sobre as paredes do vidro. mas sua detecção através de dispositivos (diodos) semicondutores que consistiam numa agulha de ferro em contato com um glóbulo de mercúrio. em 1873. Munk. Isto ficou registrado. Em 1866. Embora funcional. Este contato resultava no efeito da retificação por semicondutividade. O efeito observado foi uma corrente elétrica que fluiu do filamento à placa através do vácuo. observou que ao se aplicar um potencial positivo à placa em relação ao filamento. embora não façam parte do Sistema Internacional hp = horse power (cavalo de força) = medida de potência Obs: 1 hp = 746 W cv = cavalo vapor = medida de potência. porém. A intenção de Hughes não era a geração de ondas em si. utilizando ondas luminosas. David Edward Hughes descobriu como gerar ondas eletromagnéticas em 1874. foram informações dispersas. quando Guthrie aqueceu uma esfera metálica e a aproximou de um eletroscópio carregado. O pesquisador. o dispositivo se descarregava. que resultava num filme de óxido de mercúrio. sua utilidade era meramente para curiosidade científica. naquela época empregado de Thomas Edison. ao gerar centelhas de alta tensão próximo de certos pós metálicos. a corrente não fluía.

iniciou as experiências com um telefone sem fio utilizando radiofreqüência. pois acreditou-se que sua carga era negativa. em 1890. A experiência foi confirmada por Hallwachs. a válvula termoiônica reinou absoluta. As descobertas do século XIX só vieram a ser compiladas no início do século XIX. Wilhelm Hallwachs e Wiedemann. Tommasina reinventou o detector de radiofrequência de Hughes em 1899. ou coesor de auto-restauração da Marinha Italiana. Dia 3 de junho de 1900 fez uma demonstração pública. ou termiônica. sem uso prático. A este tipo de manifestação se deu o nome de "raios catódicos". seguindo o método de Branly. triodo termiônico. de forma independente. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor. Em 1897. De novo. as limalhas se aglutinavam e tinham que ser extraídas antes de outra emissão de radiofreqüência. Válvula termiônica amplificadora de áudio de 1906 . era devido à aceleração de algum tipo de partícula ou raio que provinha do eletrodo negativo para o positivo. houve a observação da mudança de condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas. em 1893. Lodge então. Hittorf.Eletrônica Hertz. no ano de 1887. em 1894. William Crookes e Goldstein. Era o primeiro transistor. iniciaram uma investigação dos efeitos da Alta Tensão. Julius Elster e Hans Geitel desenvolveram a primeira válvula eletrônica fotoemissiva. observou o efeito fotoemissivo. Marconi recebeu os primeiros sinais de rádio através do Atlântico. da mesma forma que Munk em 1835. Em 1901. Ao dispositivo foi dado o nome de coesor de auto-restauração de Castelli. o fenômeno ainda continuou a parecer meramente curiosidade científica. tetrodos. Crookes inseriu um eletrodo em forma de cruz de malta no tubo de vidro. Descobriu que este método poderia servir para detectar ondas hertzianas. porque quando as ondas eletromagnéticas passavam por si. Aí estávamos iniciando a era do semicondutor. Com a utilização prática para a emissão termoiônica através da utilização do diodo termiônico. pentodos. com as experiências de Julius Plücker sobre a eletroluminescência. foi observado que o brilho produzido pelos raios invisíveis. quando John Ambrose Fleming utilizou estes efeitos para a amplificação de sinais. etc. Thomson estudou o efeito e deu o nome de elétrons às partículas aceleradas no tubo de raios catódicos. agora na pessoa de Édouard Branly. desenvolveu um dispositivo que em comparação à válvula termoiônica era simplesmente minúsculo. O padre Roberto Landell de Moura. a gigante em telecomunicações Bell Telephone. em 1948. sugeriram que o fenômeno da alteração da condutividade de pós metálicos na presença de centelhas elétricas era ocasionada por ondas que se propagavam pelo espaço que emanavam das centelhas. porém. de Solari. quando na metade do século. A partir de 1850. Em 1890. Minchin e Oliver Lodge. O detector utilizado foi um retificador de glóbulo de ferro mercúrio idêntico ao inventado por Hughes em 1874. preparou um tubo com limalhas de ferro. 5 Evolução Desde o início do século XX até sua metade. que foi aprimorado em 1890 por Ebert. iniciou-se a era da eletrônica termoiônica.

resistors e diodos semicondutores. ficou cada vez mais acelerada a confecção e projeto de componentes e equipamentos eletrônicos. foi necessário a codificação de uma linguagem. Voltímetro analógico utilizado em painéis elétricos • Um voltímetro analógico. configuram e mensuram grandezas físicas de diversas naturezas. . inicialmente em germânio. Circuito integrado híbrido Nos dias de hoje. os sinais. elemento de mais fácil manipulação e menos sensível aos efeitos de avalanche térmica. depois do trabalho de milhares. potência 90 W Logo após. O instrumento analógico consiste num painel com uma escala e um ponteiro que desliza de forma a se verificar a posição deste sobre aquela. nos anos oitenta. todos feitos numa só base. logo podemos definir que codificação é a informação introduzida num determinado sinal. Estas. Esta tecnologia nos deu os microprocessadores de alta velocidade e desempenho. Podemos definir três grupos distintos de sinais em eletrônica: Sinal analógico. Transistor de potência do circuito horizontal de um monitor de vídeo (Ecrã) 17. Algumas são variáveis. no início da década de setenta. é todo aquele que varia continuamente em função do tempo. • Um termômetro analógico. Para o transporte de informação. E decodificação é a extração desta informação deste mesmo sinal. exemplo disso são as variáveis elétricas que transportam informação. quando apareceu o primeiro amplificador operacional integrado. foi desenvolvida a extra larga escala de integração. um galvanômetro. outra fixas. que decodificada forma letras e palavras. capacitors. Este nada mais era que a montagem miniaturizada de transistores. decodificação complexa. onde sinais intermitentes transportam informação codificada de tal forma.Eletrônica 6 Com o transistor e o desenvolvimento das técnicas de miniaturização. (ELSI). Estas utilizavam componentes de larga escala de integração. Dispositivos e equipamentos Os equipamentos e circuitos eletrônicos moldam. • Uma balança analógica. interpretadas nada mais são do que informação. os componentes passaram a ser fabricados em silício. a Eletrônica está finalmente entrando na era da nanotecnologia. São exemplos de sinais lidos de forma direta sem passar por qualquer codificação. Foram sendo desenvolvidas assim exponencialmente novas tecnologias para a fabricação seriada em alta velocidade. ou o ecrã de um osciloscópio. senão milhões de colaboradores anônimos. As variáveis são observadas diretamente. ou seja: pode ser representado por uma função matemática contínua. e logo após. (LSI). • Um velocímetro analógico. Isto culminou com a construção do primeiro circuito integrado no final da década de sessenta.Um exemplo é a extinta telegrafia que era usada para enviar informações através do código morse.

ou sistema binário. é formada por componentes que digitalizam a informação. Sem ela os sistemas de controle do mundo moderno não funcionam. eletronica. pneumática. (álgebra booleana). converter a informação processá-la e reconvertê-la de forma que seja entendida. digitalizar é manipular. sabereletronica. br . org [2] http:/ / www. Sinal digital é formado por códigos de linguagem matemática. isto é. O futuro A eletrônica é a base da moderna tecnologia. um exemplo é a Amplitude Modulada. eventos. um exemplo disto é a linguagem binária. prevista para o nosso futuro Ligações externas • Site para Hobbistas. Esses compõem os sistemas de analogia eletrônica. da informática. a biomecatrônica. [2] Referências [1] http:/ / www. com artigos e projetos [1] • Site de eletrônica com diversos projetos. por exemplo. da cibernética. retificação em meia onda do sinal resultante. da ciência da computação. pois esta não é direta. Com a eletrônica fundindo-se com a micro-mecânica. e amplificação do resultado de forma a termos um sinal em forma de música. convertem o sistema decimal para sistema binário. onde se usa um código binário de transporte de informação. artigos. as ondas de rádio por exemplo.Eletrônica 7 Sinais e medidas analógicas e digitais Sinal periódico consiste de "pacotes" de informação que são levados de forma direta. a leitura é indireta. a robotização biológica e a robótica. hidráulica e informática. entre outros. onde temos uma onda portadora de freqüência fixa modulada em amplitude variável. temos a mecatrônica. onde a codificação e decodificação é executada de forma direta. ou para o sistema hexadecimal e vice-versa. com. a decodificação na recepção se dá de forma direta por supressão da portadora. é digitalizada. depende de sistemas de interpretação e leitura. entrevistas.

Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. +F +F. Também se utiliza o termo +F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. mais F ou F positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. . mais A ou A positivo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal positivo de uma bateria dita A.+A 8 +A +A. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. O +F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Neste caso também é usual a utilização do termo +F considerado sinônimo do termo +A. Também se utiliza o termo +A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e nba medicina. É utilizado para determinar a polaridade positiva de fontes de tensão elétrica. +A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). +F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado positivo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). Neste caso também é usual a utilização do termo +A considerado sinônimo do termo +F.

Também se utiliza o termo -F para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. É utilizado para determinar a polaridade negativa de fontes de tensão elétrica. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento. Neste caso também é usual a utilização do termo -F considerado sinônimo do termo -A. quando existe a necessidade de estabilidade térmica. em especial filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. O -F é utilizado em filamentos de dispositivos termiônicos ou filamentos de válvulas termiônicas inclusive Tubo de raios catódicos ou TRC. Neste caso também é usual a utilização do termo -A considerado sinônimo do termo -F. mais A ou A negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de uma bateria dita A. Também se utiliza o termo -A para definir outras fontes de filamento em dispositivos chamados Ampola de Raios-X utilizados na indústria e na medicina. -F indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada). . menos F ou F negativo é um termo utilizado em Eletrônica que tem por significado o terminal negativo de um filamento de um dispositivo termiônico cuja alimentação pode ser por uma bateria ou por uma fonte de alimentação de corrente contínua. -F -F. -A indica o terminal ao qual deve ser ligado o lado negativo da tensão de filamento (Quando esta é retificada).-A 9 -A -A. Em equipamentos eletrônicos que não sejam fontes de tensões de filamento.

azul. redução do tamanho das paredes da geladeira. sendo a mais antiga do ramo. Consul. telecomunicações etc. antennaeletronica. 90's appliances O *80's/90's appliances é a expressão que se chama os eletrodomésticos produzido de 1974 á 1993. Para refazer eletrodomésticos antigos e destruir eletrodoméstico modernos. Como a Brastemp. radioamadorismo. LG Electronics. Foi fundada em 1926. com alças em ferro cromadas e com linhas cor pretas. sem curvas. etc. Samsung.80's. branco. marrom. Desing Se inclui de linhas de retas. Sua sede fica na Avenida Marechal Floriano. E contem um gasto de energia. E foram vitímas do surgimento dos eletrodomésticos modernos. br/ . Ligações externas • Antenna Edições Técnicas [1] Referências [1] http:/ / www. vermelhas ou cinzas. Publica a revista Antenna Eletrônica Popular. Mas somente a prefeitura de São Paulo fará isso com a ajuda de fabricantes de eletrodomésticos. Publica livros técnicos de eletrônica. O Projeto se inicia com acordos de reciclagem. Esse elétrodomesticos funcionam com gás CFC. um slogan quadrado e nas cores bege. etc. Além de interior de gavetas de ferro e já modernizada a formas de gelo que eram em alumínio para plástico. refabricação ou destruição de elétrodomestico antigos e eletrodomésitcos. Antenna Edições Técnicas Antenna Edições Técnicas é uma editora do Rio de Janeiro. vermelho. vermelho. amarelo. 90's appliances 10 80's. com. verde e laranja.

Soft start Soft start é um termo utilizado em eletrônica que descreve qualquer circuito que reduz o excesso de corrente elétrica durante a energização inicial. de acordo com a Lei de Joule. uma vez aumentada realimenta-se e por conseqüência aumenta a temperatura na junção. • O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) .Aquecimento do cátodo 11 Aquecimento do cátodo O aquecimento do cátodo da válvula eletrônica se faz necessário para haver a emissão termiônica. seu rendimento diminuirá exponencialmente. são os termistores NTC e PTC: • O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) . A corrente de fuga aumenta exponencialmente até a autodestruição do cristal semicondutor por fusão. Queda do rendimento em função do controle de temperatura Ao forçar a polarização negativamente num circuito.é um componente eletrônico chamado termistor. ou placa. existem componentes cuja função é evitar este efeito. ao diminuir a tensão de alimentação de um sistema. os elétrons livres no cátodo adquirem energia suficiente através do calor para escapar da superfície do material emissor. que conseqüentemente realimenta a corrente de fuga entrando num sistema cíclico onde ocorre realimentação auto destrutiva. Realimentação e aumento exponencial O efeito nos componentes semicondutores ocorre em suas junções. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. sendo então atraídos pelo ânodo. pode haver uma diminuição de seu rendimento caso seja feita a redução na tensão de alimentação. e somente neste caso. seu coeficiente de variação de resistência varia positivamente conforme a temperatura aumenta. Para evitar este efeito indesejável. conhecida por Efeito Édison. seu coeficiente de variação de resistência varia negativamente conforme a temperatura aumenta. o engenheiro projetista experiente não insere o controle de realimentação negativa na alimentação. século XX. a função dos termistores é prevenir a avalanche térmica forçando a um resfriamento por polarização através de uma realimentação negativa que causa a diminuição de tensão ou corrente de alimentação ou excitação do dispositivo eletrônico. Neste caso. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. com a miniaturização eletrônica. conforme a escolha do projetista. pois é antieconômica a fabricação de termistores de alta potência para serem montados em série com o circuito. ou seja. na qual. Componentes de prevenção e controle da corrente de fuga Nos circuitos eletrônicos. este nada mais é. ou seja. . Avalanche térmica A Avalanche térmica começou a tomar corpo na década de 60. para uma impedância dinâmica fixa.é um componente eletrônico ou termistor. que o incremento de uma corrente parasita chamada corrente de fuga. pois se for feita a redução na alimentação. mas sim na polarização do circuito de potência. que.

april. As medidas mais comuns de esferas utilizadas em chipsets de placas-mãe de PCs ou notebooks são: 0. e Barco. A.Avalanche térmica 12 Dissipação de calor Daí a necessidade de refrigeração por irradiadores térmicos em circuitos de potência. B. como por exemplo. é necessário para a reutilização do mesmo a colocação de novas esferas através de moldes denominados stencils. A fabricante VIA Technologies chama o VIA C3 neste formato de "EBGA". pois. chipsets e microprocessadores. Após a remoção deste componente.6 e 0.76 milímetros. um exemplo de microchip que utiliza a tecnologia BGA. Electronics. Processador Pentium MMX.5. Bibliografia • Lin. • Hercher.: Designing Transistor A-F Power Amplifier. A. 1958. 1956. Por isso os computadores modernos tem sistemas de refrigeração forçada. RCA Laboratories. BGA Ball Grid Array (BGA) é um tipo de conexão utilizada em circuitos integrados. onde o "E" vem de "Enhanced". Este tipo de conexão é feita por pequenos pontos de solda na sua parte inferior.: Temperature Effects in Circuits using Junction Transistors. os ventiladores e dissipadores de calor sobre os microprocessadores (cooler). É um tipo de encapsulamento onde os terminais de contato são do tipo esfera. a caloria será perdida para o ambiente prevenindo a avalanche térmica.C. 0. Tal componente é inserido ou removido de uma placa de circuito impresso utilizando uma ferramenta denominada Estação de Retrabalho Infrared. M. California. . Transistor I. que são soldados diretamente na placa-mãe. H.

Na prática. medido em Hertz.Banda passante 13 Banda passante Em eletrônica e telecomunicações. entretanto. Dois filtros dados podem ter a mesma largura de banda. adota-se o critério de meia potência: é (são) considerada(s) freqüência(s) de corte aquelas em que a potência do sinal é atenuada à metade da original. O valor de freqüência. a partir do qual a o sinal não "passa" pelo filtro é chamado de freqüência de corte. sinais com freqüência além ou aquém da(s) freqüência(s) de corte do filtro seriam atenuados a zero. chama-se banda passante o conjunto contínuo de valores de freqüência que podem ser assumidos por um sinal elétrico sem que este seja atenuado ao passar por um filtro. diz-se são as freqüências que "passam" pelo filtro. digamos 3kHz. por exemplo. Veja também • Largura de banda • Filtro passa-altas • Filtro passa-baixas • Filtro passa-faixa • Filtro rejeita-faixa BiCMOS BiCMOS ou BiMOS (contração de Bipolar-CMOS) é o nome de uma técnica de circuito integrado aliando as vantagens do CMOS e do bipolar. Esta técnica é utilizada em analógico para criar amplificadores. o que significa uma forte densidade de integração e uma grande velocidade de tratamento. um com banda passante de 1kHz a 4kHz. o outro de 40kHz a 43kHz. Informalmente. Idealmente. mas bandas passantes diferentes. .

Tipos de mídia A maioria das mídias magnéticas é feita de uma base plástica coberta por um substrato magnético. Esquema de uma cabeça magnética . o substrato é depositado sobre uma base rígida de metal. Um exemplo é a de Ruhmkorff Cabeça magnética Cabeça magnética é um transdutor que converte energia elétrica em magnética. as linhas de força do campo magnético espalham-se pelo espaço circundante. ou operação inversa . Se este campo for convenientemente forte. quando próxima ou em contato com o gap. e vice-versa. São as partículas do substrato que são reorientadas para a gravação da informação. Funcionamento Sua construção consiste de um solenóide (bobina) enrolado sobre um anel. No gap. Nos HDs de computador.para recuperar as informações da mídia e transmiti-las ao circuito eletrônico.Bobina de indução 14 Bobina de indução Bobina de indução é aquela em que a tensão aumenta pela redução da corrente. a fita magnética fica "imersa" no campo magnético gerado. ou forma semelhante. na extremidade oposta ao solenóide. será capaz de reorientar permanentemente os elementos magnéticos depositados sobre a mídia. É usada especificamente para imprimir informações de um circuito eletrônico em uma mídia magnética. exceto por um pequeno vão (gap). de modo que. Elas podem vir em forma de fita ou de disco (no caso dos disquetes). O anel é feito de um material de alta permeabilidade magnética (condutor magnético). Gravação O sinal elétrico desejado é aplicado ao solenóide. propositadamente construído com material de baixa permeabilidade magnética. que gera um campo eletromagnético sobre o anel ferromagnético.

& Sistemas) • MTM .Protetores elétricos e eletrônicos . pelo pino de menor resistência que deverá estar conectado ao terra. e possuem baixa capacitância . permitindo que o sistema opere em seus níveis normais. Fontes • Elematti Eng.2kV dependendo do fabricante e da tensão nominal. substituindo os produtos que apresentarem alterações. Ver também • • • • Toca-fitas Videocassete DAT Indução eletromagnética Capacitor de cerâmica Capacitores de cerâmica são capacitores fabricados com isolante interno de cerâmica (dielétrico). Centelhador O centelhador a gás é um elemento de proteção de alta capacidade de corrente e baixa velocidade de condução. Esta operação oferece proteção a sistemas eletro-eletrônicos contra surtos de corrente e tensão. É aconselhável testar os protetores a cada 3 anos. O centelhador opera como uma chave dependente da tensão.Cabeça magnética 15 Leitura Para ler a informação gravada numa mídia. Fabricado com dois ou três elétrodos. induzem um pequeno sinal elétrico no solenóide. estes separados por uma cerâmica especial que tem o mesmo coeficiente de dilatação do metal aplicado. que pode variar entre 350V e 1. usados para circuitos de alta freqüência. ao passarem pelo gap. comprometendo o desempenho do protetor e colocando o equipamento protegido em risco. acontece o processo exatamente oposto: os elementos magnéticos da fita. e seus elétrodos são depositados elementos radioativos para manter um disparo constante. que pode então ser tratado adequadamente pelo circuito eletrônico. a nominal (100V/s) àquela especificada no componente e a de regime de impulso (1kV/µs). A pressão interna do gás do centelhador normalmente é menor que a pressão atmosférica. e posteriormente todo o funcionamento do componente. onde o dielétrico é o argônio dopado com um ionizador primário. um arco é criado entre seus terminais. contaminando o gás e alterando a tensão de disparo em regime de impulso.10nf. chegando a tensões de 2 a 5 kV. Quando a tensão supera seu valor de "corte" (operação). que foram previamente orientados. oferecendo um caminho de baixa impedância. apresentando duas tensões de disparo. esta permitirá a entrada do oxigênio para dentro da câmara. na existência de qualquer micro fissura na cerâmica ou na solda dos eletrodos provocada por manuseio errado ou envelhecimento.

que utilizava até doze chaves agrupadas. Este tipo de interruptor fora projetado para ser usado em placas de circuito impresso em conjunto com outros componentes eletrônicos e é comumente usado para personalizar o comportamento de dispositivos eletrônicos em determinadas situações. Foram também muito utilizados para armazenar códigos de segurança em portões automáticos e outros aparelhos de radiocontrole. enquanto oito chaves é o tamanho de um byte de computador (8 bits). Este sistema. em sua totalidade.veja jumper para mais detalhes). e possui um total de 256 combinações. alternativa mais barata e eficiente. Foram utilizadas massivamente em antigas placas ISA PC para selecionar IRQs e endereços de memória. Tais interruptores são uma alternativa para os jumpers. apresentados em um formato padrão encapsulado denominado Dual In-line Package (DIP). estes sistemas utilizam um método mais eficiente de segurança. Sete chaves podem ser utilizadas para representar caracteres ASCII. Veja também • Interruptor • Dual In-line Package . oferendo até 128 combinações totais. chaves DIP foram utilizadas nos games de arcade dos anos 80 e início dos 90 para armazenar configurações. Frequentemente. antes do advento da RAM alimentada à bateria. também pode ser referenciado por chave DIP. baseado em sequencias de códigos pseudo-aleatórios.Chave DIP 16 Chave DIP Uma chave DIP é um interruptor eletrônico disposto em grupos. jumpers são elementos mais utilizados que chaves DIP devido ao seu custo reduzido. Chaves DIP são geralmente comercializadas em grupos de sete ou oito interruptores. Suas principais vantages são sua facilidade e rapidez em mudar de estado e a ausência de partes móveis que possam ser perdidas (jumpers requerem a remoção ou inserção de conexões metálicas . no singular. Atualmente. era utilizado para evitar interferência de outros controles remotos na vizinhança. No entanto. O conjunto.

. enfim. seja uma lâmpada. um aparelho elétrico qualquer. motor. Ela é muito comum devido ao seu pequeno custo e extrema durabilidade. O conceito de circuito aberto é muito simples. No caso de um circuito elétrico. aquecedor. Imagine um determinado número de pessoas passando numa ponte. Interior de uma chave de fim de curso.Chave fim de curso 17 Chave fim de curso Uma chave fim de curso. em determinado local a ponte se rompe impedindo as pessoas de passarem para o outro lado. Circuito aberto Esta página precisa ser reciclada. nesse caso o fluxo de pessoas. Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior. ou do inglês microswitch. o fluxo de eletrón impedindo assim o funcionamento de uma carga. é um termo genérico usado para referir-se a um comutador elétrico que é capaz de ser atuado por uma força física muito pequena. normalmente mais que 1 milhão de ciclos e acima de 10 milhões de ciclos para modelos destinados a aplicações pesadas.

Luz colimada é luz cujos raios são quase paralelas. por exemplo. lentes). estes podem ser eletrônicos. com. marg. Transferencia dos dados coletados A comunicação do Coletor de dados com o sistema instalado em um servidor pode ser feito por cabo serial. relatórios em geral. inventário de estoque. Essas empresas podem coletar as informações referentes ao consumo e depois descarrega-las na empresa. Esse equipamento também é utilizado para a coleta de dados como pedidos. comanda de bares e restaurantes etc. ou outros processos. Na óptica a colimação é necessária para tornar paralelos os raios de um feixe luminoso. as trajetórias de determinadas partículas de determinados feixes. num tubo de raios catódicos. na prática. comprometendo assim a observação. Nos telescópios ópticos o processo é utilizado para alinhar seus componentes (Espelhos. Na imagem inferior. br/ coletor. luz não espalha-se com distância. html Colimação A colimação é o nome que se dá para o processo de tornar paralelas. e portanto. que depois serão utilizadas em um sistema específico. Sistema de coleta de dados A coleta dos dados deve ser feita pelo operador. espalhando-se lentamente à medida que tais se progagam. controle de consumo.Coletor de dados 18 Coletor de dados Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações. através de leitura de código de barras ou manualmente. a luz foi colimada. Um raio totalmente colimado não pode ser criado devido à difração. controle de estoque. com. água e esgoto. como empresas de fornecimento de gás.[1] Na eletrônica. linhas de fluxo eletromagnético. etc. com a maior precisão possível. luminosos. e significa que. no caso do coletor de dados estiver suprido de uma impressora os boletos poderão ser entregues imediatamente. energia elétrica. [1] Utilização Muito usado nas empresas que prestam serviços para a comunidade. as imagens ficarão deformadas. porta USB. mínima dispersão ocorrendo. . consumo de energia elétrica. disket ou wireless. idealmente. A palavra é relacionada com "colinear". [1] http:/ / www. mas luz pode ser aproximadamente colimada através de um colimador. é necessária a colimação do feixe eletrônico para que se possa ter um ponto preciso no anteparo (Ecrã) da tela. com os dados sendo inseridos através de um teclado ou um teclado virtual sensível a toque. Caso não haja o alinhamento.

. No início da década de 80.Colimação No caso de equipamentos médicos. Página visitada em 04-10-2009. Existem diversas formas de conectores DIN. Grundig e Telefunken. por exemplo a ressonância magnética nuclear ou mesmo em equipamentos de radiologia como os tomógrafos. ucsd. com quantidade de pinos. com. br/ sala22/ motor_teoria1. daí a necessidade da maior precisão possível no paralelismo do feixe. entre outros) e surgiram a partir da segunda metade do século XX. os erros de colimação podem induzir erros de diagnóstico. tornaram-se populares com o aparecimento de periféricos de computador que utilizam este meio de conexão. pdf). .[1] Ver também • Máquina de corrente contínua [1] Motores elétricos (http:/ / www. feiradeciencias. [1] Collimation of light (http:/ / cem01. tamanhos e cores diferentes que ajudam na identificação da função do equipamento que o utiliza. eram inicialmente utilizados para conexão entre equipamentos de áudio de origem européia (Philips. Os Conectores DIN são utilizados atualmente para na conexão de periféricos de legado na plataforma IBM PC como teclados. mouses e periféricos de vídeo. permitindo a inversão do sentido da força que move a espira e promovendo a rotação. Outros conectores • • • • Conector BNC Conector DB Conector RCA Conector XLR . 19 Comutador (eletrônica) Um comutador é um dispositivo que muda o sentido da corrente elétrica de um circuito num motor elétrico ou gerador. / collimation. asp) Conector DIN Conectores DIN. edu/ ~vitaliy/ courses/ ece182/ 182-06.

75Ω (a cima) e 50Ω (a baixo) . radar.conector angular: 17 dB até 4 GHz Perda de inserção: 0. MIL-C-39012 e MIL-55339. instrumentação.15 dB até 4 GHz Resistência de contato: .conector angular: ≤ 1. proteção de onda.35 até 4 GHz Perda de retorno: . radiodifusão. rádios e redes de computadores.conector reto: ≤ 1.3 até 4 GHz .contato externo: ≤ 0.2 mΩ Resistência de isolação: ≥ 5GΩ min Resistência de isolação após conexão: ≥ 200MΩ min Temperatura de operação: -65ºC a 155ºC Conector tipo N (macho) Outros conectores • • • • • Conector DB Conector DIN Conector RCA Conector XLR Conector UHF Conector tipo N (femea) Imagem comparativa entre dois conectores tipo N. São utilizados em antenas.contato central: ≤ 1 mΩ .conector reto: 18 dB até 4 GHz .Conector N 20 Conector N Os conectores da Série N com impedância de 50 Ω são fabricados de acordo com as normas IEC 169-16. celular. estações de base. rádio de microondas. Características Técnicas Impedância: 50 Ω Freqüência de operação: 0 – 11 GHz Tensão máxima de operação: 1400 Volts Tensão máxima de teste: 2500 Volts rms VSWR: .

1 3.7 4.2 mica óleo papel papel parafinado plástico polistireno porcelana pyrex sílica fundida Titanatos vidro de cal de soda 5.5 εr esteatita (MgO-SiO2) 5. Tabela de valores da constante dielétrica Relativa Material vácuo ar alumínio 1 1.6 6.9 .8 50 .5 3 2.7.1 .5 .Conector N 21 Conector tipo N Macho Constante dieléctrica Constante dielétrica (ε) é uma propriedade do material isolante utilizado em capacitores que influi na capacitância total do dispositivo.6 4-6 2.5 .2.0 5.9.4 .0006 8.8.10000 6.

Métodos tradicionais Os métodos tradicionais de controle de ruído são baseados no uso de revestimentos acústicos em paredes para absorver ou isolar as ondas sonoras. Por se basearem no uso de materiais volumosos com dimensões com ordem de grandeza comparável ao comprimento da onda.Active Noise Control) foi estabelecido pelo físico alemão Paul Lueg. foi possível pôr em prática as técnicas digitais. que alimentaria um sistema eletrônico que por sua vez excitaria um alto-falante.Constante elétrica 22 Constante elétrica A constante elétrica é a permissividade elétrica ou permitividade elétrica do vácuo. Como a teoria de controles e os recursos tecnológicos para hardware da época eram limitados os estudos de controle ativo foram praticamente interrompidos. A partir da década de 80. é a velocidade da luz no vácuo. com o desenvolvimento acelerado da microeletrônica. É definida por: onde: é a constante magnética ou permeabilidade do vácuo. uma constante física denotada por . definido como fonte primária. mas com fase oposta à fonte primária de forma a cancelar o ruído indesejado. Como tanto unidades SI: F·m-1. para ondas eletromagnéticas. Apesar de ser frequentemente associada à degradação do sistema auditivo. em Controle Ativo de Ruído Controle Ativo de Ruído PB ou Controlo Ativo de RuídoPE é um sistema que visa reduzir ruídos acústicos compostos por frequências baixas. definido como fonte secundária. O controle ativo segue o mesmo princípio da interferência destrutiva. estudos mostram que a exposição a ruído também contribui para alterações psicológicas e fisiológicas no organismo. pois os processadores passaram a ter velocidade e precisão suficientes para executar operações . A fonte secundária tinha como função gerar uma onda acústica de igual amplitude. Controle ativo de ruído O conceito de redução sonora através do controle ativo de ruído (ANC . Ruído O excesso de ruído ambiente tem tido uma atenção crescente nos últimos anos. que patenteou a idéia em 1936 nos Estados Unidos. ou seja. o valor de também é exato. esses métodos denominados passivos apresentam algumas deficiências que se tornam mais importantes a medida que se reduz a frequência. Ruídos acústicos compostos por freqüências baixas podem ser reduzidos com maior eficiência empregando-se sistemas de controle ativo de ruído. descrito por Thomas Young. quanto são definidos exatamente. Seu valor aproximado é. A proposta consistia em captar através de um microfone um ruído indesejado. um ruído gerado por uma fonte primária pode ser cancelado por um anti-ruído gerado por uma fonte secundária em um determinado ponto do espaço.

Embora já existam alguns sistemas de controle ativo de ruídos disponíveis sendo comercializados. tais como: explosões. Hansen e S. Normalmente o curto-circuito provoca danos tanto no circuito elétrico em que ocorre como no elemento que causou a redução de impedância. Nelson. É uma das principais causas de incêndios em instalações elétricas mal conservadas ou com erros de dimensionamento. S. M. Em seus trabalhos. enquanto Elliott e Nelson direcionam os seus trabalhos principalmente para os fundamentos acústicos necessários para o cancelamento de ruído. Snyder. calor e faíscas. usp. Kuo. Nos últimos anos trabalhos notáveis têm sido publicados pelos engenheiros pesquisadores S. Um exemplo de curto-circuito. Elliott. D. além de terem um custo mais acessível. 23 Referência Bibliográfica • Filtros adaptativos analógicos e digitais para cancelamento ativo de ruído aplicado a fones de ouvido [1] Referências [1] http:/ / dedalus.Controle Ativo de Ruído matemáticas em tempo real. P. R. Morgan. br:4500/ ALEPH/ POR/ USP/ USP/ PROD/ FULL/ 1481896 Conversor DC/AC O conversor DC/AC é um circuito eletrônico que converte a tensão contínua DC em uma tensão alternada AC com a frequência e amplitude desejada. Hansen e Snyder abordam principalmente os sistemas com controle adaptativo digital. C. J.Corresponde à segunda parte do funcionamento do inversor de frequência (este faz a conversão AC/DC e em seguida DC/AC com objetivo de variar a freqência e a amplitude da onda). atualmente várias propostas e comparativos de sistemas têm sido publicados. que acidentalmente é comum em residências. A. H. ocorre quando se coloca as extremidades de um fio metálico nos orifícios de uma tomada. . Morgan. Curto-circuito Curto-circuito é a passagem de corrente elétrica acima do normal em um circuito devido à redução abrupta da impedância do mesmo. D. Geralmente os curto-circuitos provocam reações violentas devido à Um curto-circuito provocado por uma junção de um fio elétrico com outro. dissipação instantânea de energia. Kuo.

Discreto Discretos. • Por exemplo: Se você estiver precisando saber mais sobre um determinado circuito integrado. ou na tensão em que esteja trabalhando).com.htm Datasheet Datasheet (significa folha de dados) é um termo técnico usado para identificar um documento relativo a um determinado produto.p ( diferença de potencial) é nula. procure o DATASHEET deste CI.fasorial.d.br/artigos. tais como os componentes simétricos. Bibliografia • http://www. .Curto-circuito 24 Curto-circuitos em sistemas elétricos de potência A análise de curto-circuitos é uma disciplina da engenharia eléctrica que utiliza ferramentas matemáticas. em automação. É importante salientar que a os engenheiros classificam um curto-circuito como sendo uma região num circuito elétrico na qual a d. são as entradas e saídas digitais. linhas de transmissão e de redes de distribuição de energia elétrica. ou componentes elétricos de campo que enviam apenas um sinal 0 ou 1 (0 ou 24V. O objetivo principal dessa disciplina é dimensionar e ajustar adequadamente os equipamentos de proteção de geradores. para calcular os curto-circuitos.

1 ppb (uma parte por bilhão). pois às vezes se utilizam dois ou mais agregados) dopante(s). contudo. ausente qualquer traço ou vestígio de elemento estranho. vez que. vale dizer. semicondutores dopados para controle exibem cerca de mil vezes mais "impurezas" que os semicondutores intrínsecos. O cristal permanece. História A dopagem de semicondutores foi desenvolvida originalmente por John Robert Woodyard. sua patente foi objeto de extenso litígio com Sperry Rand. quando não houver possibilidade de confusão ou pelo uso no domínio específico ou restrito da eletrônica de semicondutores. notadamente este último. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal intrínseco é expresso por 1:109 ou. propriamente) as do semicondutor. é a adição de impurezas químicas elementares (usualmente índio ou fósforo) em elemento químico semicondutor puro (ou o germânio ou o silício. respectivamente para as adições de índio e de fósforo). durante a Segunda Guerra Mundial. propriamente) as do semicondutor e. ditadas pela presença do (ou dos. Quando o nível de dopagem (ou de impurezas) é significativamente mais elevado. Assim. Contudo. Teal e Morgan Sparks. 1 ppm (uma parte por milhão). dizem-se semicondutores degenerados. Dopagem eletrônica ou simplemente dopagem. Entretanto. tem importância apenas em pesquisas dedicadas ultra-refinadas. em essência (ou "intrinseca". na era atual). consulte Dopagem bioquímica. a serviço da Sperry Gyroscope Company. eventualmente descontrolado. consulte Dopagem. em teores na faixa citada (cerca de 1 ppm). no processo de manutenção das quebras ou rupturas de ligações (gerando elétrons e buracos aos pares). Dopados. com a finalidade de dotá-los de propriedades de semicondução controlada específica (presença majoritária de portadores de carga ou tipo P. ou tipo N. como também se usa dizer. após o fim da guerra. dizem-se semicondutores extrínsecos. Essa consideração. é dito semicondutor intrínseco. pois. Essa presença — diga-se — apenas acidental de teor tão insignificante (1 ppb) não é suficiente para interferir na estabilidade tetracovalente do material semicondutor base (germânio ou silício. os elétrons. Note-se que o teor relativo de impurezas — ou a razão de impureza — para o cristal dopado é expresso por 1:106 ou. sim. Semicondutor dopado Em contraste. estável. o cristal de semicondutor que contenha intencionalmente cerca de um (1) átomo de elemento químico desejado (não qualquer elemento) para cada um milhão (106) de átomos do material em foco. deve ficar suficientemente claro que intrínseco não é o mesmo que quimicamente puro. Se procura por dopagem bioquímica em humanos ou animais. e consequentemente. as lacunas. para aplicação em dispositivos eletrônicos elementares de circuitos. na constância da recombinação de pares. é dito semicondutor dopado. senão realmente nulo. usualmente). . para esta espécie o teor de impurezas não é virtualmente. pois. como também se usa dizer.[2] Um trabalho relacionado ao de Woodyard foi desenvolvido nos Laboratórios Bell por Gordon K.Dopagem eletrônica 25 Dopagem eletrônica • Nota: Se procura por dopagem em nível de desambiguação.[3] Semicondutor intrínseco Um cristal de material semicondutor que contenha não-intecionalmente não mais que apenas um (1) átomo de elemento químico estranho (qualquer que seja) para cada um bilhão (109) de átomos do material em foco. em essência (ou "intrinseca".[1] Seu deslocamento para a área de radares impediu Woodyard de prosseguir na pesquisa de dopagem de semicondutores. para assim caracterizar que as suas propriedades físico-químicas já não são mais. para caracterizar que as suas propriedades físico-químicas são.

com uso mais frequente do índio (todos trivalentes). 1953) . Já o contrário ocorre com os cristais semicondutores dopados do tipo N. granted 1950 [2] Morton. arsênio. 1972. cdlib. índio e tálio. Patent 2. Ver também • Junção PN Referências bibliográficas • MELO.356 (Filed June 15. Brasil: Ao Livro Técnico S. P. L. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo P. Morgan and Teal. permitindo. alumínio. permitindo. [1] US Patent No. antimônio e bismuto. Dispositivos semicondutores.2. Página visitada em 2007-08-12. filed.530. que apresentam elétrons como portadores majoritários de carga elétrica (sendo as lacunas os minoritários). id=& brand=oac). conotativamente. de ambos os tipos em várias modalidades que nasce a Eletrônica semicondutora em toda a sua pujança. (1985). assim. com uso mais frequente do fósforo (todos pentavalentes). "Method of Making P-N Junctions in Semiconductor Materials. Gordon K. Edmond. University of California: In Memoriam. 1944. depth=1& toc. 1950. [3] Sparks. id=div00182& toc.A. S. Isso faz toda a diferença de comportamento entre os dois tipos de cristais dopados e é precisamente do "casamento".Dopagem eletrônica 26 Aceitadoras e doadoras Como impurezas químicas elementares aceitadoras eletrônicas figuram boro. Como impurezas químicas elementares doadoras eletrônicas comparecem fósforo. org/ xtf/ view?docId=hb4d5nb20m& doc. Electrical Engineering: Berkeley (http:/ / content. a constituição de cristais semicondutores controlados tipo N. Rio de Janeiro (RJ). et al. view=frames& chunk.110. gálio.. Cristais semicondutores dopados do tipo P apresentam lacunas como portadores majoritários de carga elétrica (elétrons sendo minoritários)." U. Issued March 17.631. portanto. Hilton & INTRATOR. John Robert Woodyard.

em uma única linha de transmissão e antena. E a soma dos dois: passa-banda/rejeita-banda(mais utilizado). e se tem a garantia de que a área de cobertura da recepção e transmissão será a mesma. Quando utilizar Duplexadores Um duplexador. Com a utilização de apenas uma antena e um cabo. Tipos de Duplexadores São três tipos distintos de duplexadores usados em radiocomunicação: O Passa-banda.Duplexador 27 Duplexador O duplexador é um dispositivo ou sistema de acoplamento que permite ligar um transmissor e um receptor em uma mesma antena. . Diferença entre Duplexador e Diplexador Diferentemente do Duplexador. Ele permite que ambos operem a mesma antena e ao mesmo tempo sem que a radiofrequência gerada pelo transmissor frite o receptor. o Diplexador é utilizado para ligar a saída de duas antenas. O Rejeita-banda. Eletricamente ele é um dispositivo composto de estreitos filtros ressonantes que isolam a transmissão da recepção. normalmente encontradas em rádios VHF/UHF com saídas separadas. a instalação na torre será muito mais simples. Diplexadores são completamente diferentes e sua construção é muito mais simples que a de um duplexador. na maioria das vezes. é garantia de uma boa isolação entre o receptor e transmissor.

o duty cycle de uma onda quadrada é 0. Referências [1] http:/ / pt. ou 50%. org/ wiki/ Modula%C3%A7%C3%A3o_por_largura_de_pulso . é utilizada a modulação PWM (modulação por largura de pulso) [1] para regulação de tensão. O ciclo de trabalho é a percentagem do tempo total que o dispositivo está na posição de trabalho. o duty cycle é de 0. duty cycle é a proporção de tempo durante o qual um componente. funcionam em regime de liga-desliga.Duty cycle 28 Duty cycle Em telecomunicações e eletrônica. dentro de cada período é o periodo da função.5. Por exemplo. fica desligado por 99 segundos. em um trem de pulsos retangulares ideal. Muitos componentes elétricos (por exemplo. um oscilador de relaxação) ou qualquer outro componente.25. Nesse contexto. o drive fica ativo por 1 segundo. Fontes chaveadas (reguladores de comutação) também são equipamentos que utilizam o conceito de duty cycle. o termo duty cycle (razão cíclica ou ciclo de trabalho em português). a tensão pode ser regulada com base no duty cycle da onda. é utilizado para descrever a fração de tempo em que um sistema está em um estado "ativo". Num fenómeno periódico. duty cycle é razão entre o tempo de duração da onda e o tempo total do período. a duração total deste ciclo é T = T1 + T2. já que a tensão média gerada é função do tempo que a onda fica em nível alto. Para um trem de pulsos no qual a duração do pulso é de 1 μs e a duração do período é de 4 μs. uma modulação PWM de amplitude 12V e duty cycle de 75% produz o mesmo efeito de uma tensão contínua de 9V (12*0. Dessa forma. Em vez de gerar uma tensão contínua. dentro de cada período de 100 segundos.75 = 9). wikipedia. ou 1%. os relés) ou eletrónicos (por exemplo. Neste caso. o duty cycle é a duração do pulso dividido pelo período. é gerado um trem de pulsos retangulares de alta freqüência. Por exemplo. dispositivo ou sistema está em operação. suponha que um drive de disquete opera por 1 segundo. o duty cycle é de 1/100. Chamando T1 à duração de trabalho (ligado) e T2 à duração do repouso (desligado). Da mesma forma. Assim. Por exemplo. Nessas fontes. volta a estar ativo por mais 1 segundo e assim por diante. repetitivamente. duty cycle onde • • é o intervalo de tempo no qual a função é não-nula.

muitos elétrons emissores do filamento quente foram atraídos à folha. há um ou dois elétrons por átomo que estão livres para moverem-se de um átomo para outro. Entretanto. enquanto tentava descobrir a razão para a ruptura de filamentos da lâmpada incandescente. Ver também • Diodo Zener Efeito termiônico Efeito termiônico é o aumento do fluxo de eletrons que saem de um metal. quando na folha foi dada uma carga mais positiva do que a do filamento. nenhuma corrente fluiu entre a folha e o filamento porque a folha fria emitiu poucos elétrons. devido ao aumento de temperatura ao aumentar-se substancialmente a temperatura do metal. conhecido como diodo. Suas velocidades seguem uma distribuição estatística. relativo a sua descarga. embora o patenteasse em 1883. fazendo com que a corrente fluisse. Conectou a folha ao filamento da lâmpada com um galvanômetro. e ocasionalmente um elétron terá . Owen Willans Richardson trabalhou com emissão termiônica e recebeu o prêmio Nobel em 1928 em função de seu trabalho e da lei que leva seu nome. O efeito termiônico foi acidentalmente redescoberto por Thomas Edison em 1880. Este fluxo de sentido único da corrente foi chamado de efeito Edison. Edison não viu nenhum uso para este efeito. O físico britânico John Ambrose Fleming. Este tipo de ruptura é denomidado "ruptura zener" e o ponto no qual se inicia a ruptura zener é chamado de "tensão zener". Edison construiu um bulbo com a superfície interior coberta com uma folha de metal. O fenômeno for inicialmente descrito em 1873 por Frederick Guthrie na Inglaterra enquanto trabalhava em experimentos com objetos carregados.Efeito Zener 29 Efeito Zener O efeito Zener é um efeito elétrico estudado por Clarence Zener que ocorre quando o campo elétrico produzido na aplicação da tensão inversa é suficiente para produzir a quebra de ligações covalentes. É base para o funcionamento do diodo Zener. Ele notou comportamentos diferenciados para esferas de metal carregadas com temperaturas muito elevadas.há uma facilidade maior para a saida dos elétrons. multiplicando rapidamente os portadores de carga. Efeito termiônico Lei de Richardson Em todo o metal. melhor que ser uniformes. Quando na folha foi dada uma carga mais negativa do que a do filamento. descobriu que o efeito poderia ser usado para detectar ondas de rádio. Fleming trabalhou no desenvolvimento de um tubo de vácuo de dois elementos.

relaciona a potência emitida com a temperatura: 30 onde 'T' é a tempratura em kelvin. eles tendem a saltar das órbitas externas de seus átomos movendo-se com rápidos movimentos oscilação|oscilatórios. Efeito Édison Ou emissão termoiônica . pois assim é mais fácil para os elétrons deixarem a superfície do óxido. a emissão termoiônica ocorre quando os elétrons atingem o ponto de ruptura de atração do elemento. e varia de metal para metal. Devido a função exponencial. é o processo pelo qual os Elétron|elétrons atingem energia suficiente. Incrementando a intensidade térmica de um emissor metálico aumenta a energia cinética dos elétrons livres no interior do material. cuja velocidade aumenta com o aumento da temperatura. a corrente aumenta rapidamente com a temperatura. ou ânodo. também chamada de equação de Richardson-Dushmann. . conhecida como constante de Richardson. A lei de Richardson. 'W' é a função trabalho. é dada por: A m-2 K-2 onde 'm' e 'e' são a massa e a carga do elétron. à quantidade de trabalho é dado o nome de função-trabalho do material. descoberto pelo inventor americano Thomas Alva Edison Os elétrons circulam por um condutor quando é aplicada uma diferença de potencial sobre seus terminais. os elétrons não abandonam a superfície do metal porque sua velocidade não é suficientemente grande para superar a força de atração dentro do matéria|material. 'k' é a constante de Boltzmann. por meio do calor.Efeito termiônico velocidade suficiente para sair do metal sem voltar. À temperatura ambiente. chamado nas válvulas eletrônicas de placa. A constante de proporcionalidade 'A'. e 'h' é a constante de Planck. Para escapar de uma superfície metálica os elétrons devem realizar um trabalho para superar as forças de atração que se encontram no Tabela periódica|elemento. A quantidade mínima de energia que necessária para que um elétron saia da superfície é chamada a função trabalho. saltando de sua superfície e ganhando aceleração para ir em direção ao material coletor. para escapar da superfície do Tabela periódica|elemento metálico emissor. O efeito termiônico é de fundamental importância na eletrônica. Um revestimento fino do óxido é aplicado a superfície do metal nos tubos de vácuo para diminuir a função trabalho.

História O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970. reduzindo assim o tempo de projeto. que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica. e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica. A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. concepção e produção de sistemas eletrônicos. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial. através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. Veja também • SPICE • National Instruments • GEDA Eletromecânica Eletromecânica é um ramo especialmente técnico. atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. Esta categoria de aplicações também são referenciadas com o nome ECAD (do inglês Eletronic Computer-Aided Design).Electronic design automation 31 Electronic design automation EDA (do inglês Electronic design automation) refere-se a uma categoria de ferramentas focadas no projeto. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial. é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física! . Mas hoje em dia. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica.com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática. que forma profissionais de nível superior para atuar na área. abrangendo desde o projeto de circuitos integrados até o desenho de placas de circuito impresso. o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980.

moléculas e macromoléculas. há uma saída ou resposta. Nessa escala. foi montado um portal molecular do tipo XOR (um “ou exclusivo”) com uma molécula de um pseudorotaxano. Na Eletrônica Molecular. conhecemos essa nova eletrônica como Eletrônica Molecular. uma isomerização. é preciso de algum argumento da “realidade” para executar a lógica. Diodos. numa pequena superfície. essa Lei poderia perder valor com as limitações na miniaturização da microeletrônica. Nesse caso. As moléculas usadas na Eletrônica Molecular têm dimensões menores que o limite da Eletrônica Tradicional. a não-passagem. Transistores.Eletrônica molecular 32 Eletrônica molecular O que é? Durante muitos anos. o número de átomos para a dopagem diminui tanto que se este número se torna algo da ordem de alguns átomos e a distribuição estatística dos átomos traz variações bruscas de voltagens entre diferentes regiões do dispositivo. Estas portas se baseiam na Álgebra de Boole. e a possibilidade de circuitos muito pequenos. diminuíram-se as dimensões dos aparelhos ao mesmo tempo em que se aumentou a capacidade de processamento. Eletrônica Orgânica). Os dispositivos eletrônicos tradicionais enfrentam dificuldades no caminho em direção à miniaturização. usando respostas do tipo 0 ou 1. para isolamento. para uso como resistores. onde o sinal de entrada é feito com reações químicas e a resposta é a presença ou não de fluorescência. que eram de grandes dimensões. capacitores. entre outras. Em [3] . ou. Foram sintetizadas moléculas com função específica de um portal lógico. conhecida como Lei de Moore. os elementos responsáveis pelo 0 ou 1 são moléculas. encontram-se átomos. os circuitos integrados fez com que fossem substituídas as válvulas (vidros com vácuo e eletrodos no interior). . realizando o processo de miniaturização. Um caminho para vencer essas limitações é começar a usar a chamada tecnologia bottom-up. Tunelamento. com uma série de 0/1. E essa nova fase vai permitir o desenvolvimento de computadores e dispositivos eletrônicos mais potentes. ou uma e outra. são usados Resistores. Cada vez mais. Por isso. o 1 pode ser a passagem de corrente ou voltagem e o 0. esquentavam muito e eram de difícil manuseio. Este processo de miniaturização apresenta uma tendência aparente. usando moléculas como dispositivos eletrônicos. Os circuitos integrados exploram propriedades de semicondutores como Germânio e Óxido de Silício. Como fazer eletrônica com moléculas? A eletrônica se baseia em portais (ou portas) lógicos que fazem uma tarefa ou outra. A partir de uma entrada. [2] . No caso. que sugere que a cada 18 meses. entre outros [1] ) e com a dissipação de calor. Aparentemente. quando comparados aos circuitos integrados. as chaves (como um interruptor. talvez superando a previsão de Moore para o processamento. por exemplo. o número de transistores num circuito integrado dobra. No caso da Microeletrônica. liga ou desliga). co-fundador da Intel. observada por Gordon Moore. Também são enfrentados problemas com efeitos quânticos (Efeito Avalanche ou Avalanche Breakdown. com o uso da Mecânica Quântica nos resistores e diodos. uma mudança na resistividade. a miniaturização esteve presente na eletrônica. Moletrônica (ou ainda. a evolução na miniaturização se encontra na escala do nano. O sinal pode ser a emissão de um fóton. do pequeno para o grande. Para isso. Entramos nas dimensões da microeletrônica. Com a diminuição das dimensões dos dispositivos.

Porém. A adição de um reagente X ou Y altera a saída. 1*0=0. No primeiro caso. a condicional é NÃO. 119. para que o evento aconteça. a resistividade diminui de 4 a 6 ordens de grandeza. os pontos quânticos são nanofios limitados nas três direções. [5] Os quantum dots ou pontos quânticos. Am. por suas dimensões reduzidas. isto é. são conhecidos como Átomos Artificiais e não apresentam bandas. como os sólidos. se pelo menos um dos estados for NÃO (0). Os chamados nanofios também podem desempenhar papéis interessantes na Eletrônica Molecular. Diodos e Inversores (portal NOT). faça algo se acontecer A E B. . como Nanotubos de Carbono com função de Transistores de Efeito de Campo (FET). Quando adicionamos X e Y. simultaneamente. Em relação à dimensão. podendo ser usado como um sensor liga/desliga com base no par condutor/isolante. isso significa a adição de X e Y. Sua estabilidade térmica diminui com a diminuição do raio. um nano fio de ZnO é isolante na ausência de luz. Podem ser usados como interruptores optoeletrônicos. presença ou ausência de fluorescência. Seus níveis de energia são análogos aos níveis discretos de um átomo e por isso. Adaptado de J. a adição de X (X=1) sem adição posterior de Y (Y=0) leva a um estado 0. 2679-2681 Analisando o esquema acima. menores que o comprimento de onda associado a um elétron desse cristal. por exemplo. numa dupla condicional. Pontos quânticos também são conhecidos por Nanocristais.[4] Também podem ser usados com a função dos fios tradicionais. Soc. Nanofios são estruturas unidimensionais: cristais de grande relação comprimento/diâmetro de maneira que seu diâmetro seja aproximadamente até 200 nm. não importando a ordem. e no portal molecular. AND. também são importantes e têm relação com os nanofios. ou seja. podemos comparar as reações com os portais lógicos. Outras possibilidades também são exploradas para o uso de moléculas com a função de elementos da eletrônica. com a exposição à luz ultravioleta ( ). na condução de corrente. por exemplo. em geral. 1997.Eletrônica molecular 33 Esquema de portais lógicos. precisamos. que A e B aconteçam. Chem. a saída é um 1. levando a efeitos quânticos no confinamento do elétron às dimensões do cristal.

Emissor (ou Fonte) e Coletor (ou Dreno). Nas pontas. A fonte vai emitir os elétrons e o dreno. as bandas formadas a partir da interação de orbitais de vários átomos iguais num sólido Os pontos quânticos foram usados em detectores e em lasers. Foram também usados em Transistores de Efeito Quântico de apenas um elétron. por sua emissão característica em um comprimento de onda. senão. que pode ser dopado. construídos usando o efeito da Coulomb Blockade. Esquema de Transistor Um tipo especial de Transistor é são os FET (Transistores de Efeito de Campo). Uma solução para diminuir ainda mais as dimensões dos Transistores . não há passagem de corrente. receber impurezas de outro semicondutor podendo virar um semicondutor de tipo p ou do tipo n. a miniaturização ao nível da dimensão de moléculas e até átomos vai permitir aumento significativo no número de transistores por chip. se houver uma diferença de potencial na porta. Os transistores tradicionais são feitos de Silício. isto é. A origem da palavra Transistor vem de Transfer Resistor (Resistor de Transferência). A construção de Transistores com moléculas é um dos grandes objetivos dos grupos de pesquisa. os átomos individuais e seus níveis discretos e no centro. Os Transistores são responsáveis pelo chaveamento e pela amplificação de sinais. pois.Eletrônica molecular 34 Esquema para explicar as Bandas num sólido. recebê-los. material semicondutor. dependente do tamanho da partícula. levando a maior poder de processamento. em particular o MOSFET (Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor). O transistor é dividido em Esquema de um Transistor de um único elétron Base (ou Porta).

Os Catenanos. necessitamos do Reconhecimento Esquema de Rotaxano Molecular. por sua vez. algumas mais fortes: Carga-Carga e Carga-Dipolo. 1 ou 0. As memórias dos computadores também podem ter suas versões supramoleculares. compostas por macrociclos (grandes anéis compostos por vários átomos). abstratamente. sendo usadas. na ponta de um AFM. por exemplo. Dipolo-Dipolo. Alguns conceitos como Interações Moleculares. A resistência oferecida pela molécula de rotaxano à passagem da corrente depende da posição do anel ao longo do eixo da molécula. Isômeros Topológicos entre outros. é a presença ou ausência de corrente num contato. que. na memória. Transferência de Carga. As memórias são usadas para controle de tarefas de programas de computador e são conhecidas como voláteis por serem apenas de armazenamento temporário para a execução dos programas. as memórias podem ter moléculas que mudam de alguma maneira com algum estímulo. Os Catenanos são Topoisômeros de seus ciclos não conectados porque não há como formar as unidades separadas sem ter que quebrar uma ligação. Interações de London. No mundo das moléculas. são grupos de moléculas importantes para o desenvolvimento da Eletrônica Molecular. um dos ciclos se deslocava para fazer interação intermolecular com outra parte do “eixo”. Ligações de Hidrogênio. [11] Para a preparação desses grupos de moléculas. O uso de Filmes Finos de moléculas orgânicas semicondutoras tem sido uma solução interessante. Retirado de [8] Bases da Eletrônica Molecular Para a construção de dispositivos moleculares. Graças a essas interações. Os programas dos computadores usam o binário. Acima. algumas posições na livre rotação de uma ligação simples são favorecidas possibilitando a síntese de espécies como Catenanos e Rotaxanos. O reconhecimento molecular acontece graças às interações intermoleculares. C60 [1] e tióis e derivados [6] . O uso de biomoléculas é outro caminho que vem sendo seguido. por exemplo. Para esses grupos de moléculas. o macrociclo. [10] 35 Em azul. A mudança de voltagem fez o macrociclo mudar a posição. cujo interesse reside no fato de terem grande afinidade por superfícies de Ouro. A construção de “biochips” traz avanço na miniaturização dos dispositivos e na análise de amostras biológicas. sendo um ponto de encontro da Bioquímica e da Eletrônica. Os Rotaxanos são macromoléculas compostas por um macrociclo em torno de um eixo incapaz de passar por “rolhas” moleculares nas pontas do eixo. que pode ser alterada aplicando-se uma tensão à molécula. as “interações não-ligadas”. Em [7] . Já os Rotaxanos não formam par de isômeros com as unidades separadas já que. foi citada uma espécie de rotaxano. além de serem auxiliares no diagnóstico de doenças e na manipulação de outras biomoléculas. interagindo fortemente com outras biomoléculas. um rotaxano foi usado como um bit: quando aplicada uma voltagem. são necessários alguns conceitos chave. existe um tipo de isomeria. Existem vários tipos de interações intermoleculares. são formados por dois ou mais macrociclos encadeados entre si. Moléculas biologicamente ativas podem ser usadas em dispositivos eletrônicos como portais lógicos [9] . Interação . assim como os Catenanos. as rolhas podem ser deslocadas infinitamente e o sistema se confundir com as unidades separadas. . Reconhecimento Molecular. Os Rotaxanos. Há também o uso de um Nanotubo de Carbono. e cada 1 ou 0 armazenado é um bit. a Isomeria Topológica (topoisômeros).Eletrônica molecular é usar os transistores com moléculas.

também existem outros átomos com nanotubos: Boro. De forma simplificada. Silício. Um Nanotubo de Carbono. . Bismuto. para θ = 30°. Já os Nanotubos de camada simples são os SWCN (Single Wall Carbon Nanotubes).m). Retirado de Se θ = 0°. [12] 1. (n. sensores para telas sensíveis a toque. dependendo do método de preparação. os nanotubos são designados como (n.n) (Fig.Eletrônica molecular 36 Outra classe de moléculas muito presente nos trabalhos com Nanotecnologia em geral e com Química Supramolecular.MWCN (retirado de ). São usados de diversas maneiras. O mais famoso deles é o C60. entre outros inorgânicos. em particular. 3Grafeno Uma folha de Grafita base para o enrolamento de um Nanotubo. 9 (a)). clusters aproximadamente esféricos de Carbono. pode ter várias camadas ou apenas uma folha de grafita. Num Nanotubo de múltiplas camadas. os nanotubos terão estrutura tipo misto (n. Além do Carbono.SWCN. como o C70. existem vários tubos dentro de um outro maior e são conhecidos pela sigla MWCN (Multi-Wall Carbon Nanotubes). O ângulo θ define a condutividade [12] do SWCN. transporte de eletricidade Esquema de Catenano (nanofios) e como alternativas para elementos da eletrônica. um SWCN é condutor ou semicondutor com dependência do ângulo θ entre o zigzag dos hexágonos do grafeno e o ponto de enrolamento. são os Fullerenos. 2. Já foram usados como FET. como pinças de AFM. [1] Outra espécie de Fullereno são os Nanotubos de Carbono. A condutividade de um SWNC é dependente da posição do enrolamento do Grafeno.0). mas existem outros aglomerados com mais átomos. que consiste em uma folha de grafita (a folha de grafita é chamada de grafeno) enrolada formam um tubo. com estrutura assemelhada a de uma bola de futebol. Para todos os outros ângulos.

Chemical Vapor Deposition. [14] Fullerenos também foram preparados contendo algum componente em seu interior. 23% de C70 e 2% de outros compostos [16] ).n) armchair.0). a partir de um Hidrocarboneto Aromático grande. [18] mas outros metais também foram incluídos. [12] Outras grandes vantagens dos Nanotubos de Carbono são sua flexibilidade e sua resistência (um SWCN pode possuir Módulo de Young cinco vezes maior que o aço. sendo preciso uma separação dos componentes. O método por vaporização da grafita com laser permitiu a preparação ordenada de Nanotubos de Parede Simples [20] . que. C60 se eleva primeiro com cor roxa e depois. Lantânio em C60. os chamados Endohedral Fullerenes. Nanotubos de Carbono podem ser preparados por Descarga Elétrica com Arco Voltaico. onde o @ significa at. os Nanotubos se formam no eletrodo negativo. [13] ) Preparo e caracterização Fullerenos Os Fullerenos são preparados. A adição de nanopartículas de metais catalisa o crescimento de Nanotubos. pirólise. alcançando bom rendimento [21] .n) serão condutores.0) zigzag e (n. Esse método. também foi feita preparação de Fullereno usando Síntese Orgânica. A separação pode ser feita por HPLC (High Performance Liquid Chromatography. No Arco Elétrico. tendo uso potencial.Eletrônica molecular 37 Da esquerda para a direita: (n. Cromatografia Líquida de Alta Eficiência). C70 com cor [14] vermelho-amarronzado. (n. isto é. Numa coluna de cromatografia. A solução é composta por mais de um tipo de Fullereno (composta de 75% de C60. também são usados para a preparação de outros Nanofios. O primeiro deles foi o La@C60. na administração de medicamentos. além dos Nanotubos. PECVD e métodos eletroquímicos. [19] assim como moléculas.m) misto Todos os Nanotubos que se enrolarem como um (n. consiste na deposição de uma nanopartícula de um metal num substrato. um metal que catalisa a deposição de vapores contendo Carbono. Quando forem (n. Deposição Química por Vapor. por aquecimento de Grafita [15] e lavagem do eletrodo com Tolueno. Impacto (Ablação) com laser. Fullereno “Endoédrico”. como Hidrocarbonetos e sua decomposição para formar Nanotubos. principalmente. Para este processo. isto é. [20] Um importante método é a CVD. Estes complexos são importantes pela variação nas propriedades do Fullereno. além da Eletrônica. existem máquinas . podem ser semimetálicos (semicondutores com forte tendência metálica) se n for múltiplo de 3 e semicondutores se não for múltiplo de 3. [17] Além do Fullereno a partir de hidrocarboneto aromático método com descarga elétrica.

[22] Tem a vantagem de transcorrer a uma temperatura menor. La) saturadas com Carbono que ficam alocadas na superfície de Sílica. são necessárias nanopartículas de metais (Ni. O contraste é feito pelo computador. o diâmetro e o número de tubos no caso de um MWCN. Na Microscopia de Transmissão. A análise de faz com o auxílio de uma série de lentes que amplificam a imagem. é usado um feixe de elétrons que interage com a amostra e a intensidade do feixe. [24] retirado de [12] A técnica de SEM é outra técnica de microscopia com elétrons que usa um feixe de alta energia para buscar características sobre o relevo da superfície. chamadas de Aparelho de CVD. Y. raios-X característicos. após ultrapassar a amostra. luz. é analisada. O diâmetro. sendo o método mais usado para produção em massa. Monóxido de Carbono) e um gás inerte (Argônio). corrente e elétrons transmitidos. SEM (Microscopia Eletrônica de Varredura). a taxa de crescimento e a quantidade de Nanotubos de Carbono verticalmente alinhados são dependentes do tamanho do catalisador. Os sinais analisados na SEM são elétrons emitidos. formando o Nanotubo de Camada Simples(“crescimento pela raiz”). Utilizando a TEM. RAMAN e Difração de Raio-X (DRX). A caracterização de Nanotubos é feita principalmente usando as técnicas de TEM (Microscopia Eletrônica de Transmissão). Fe. são liberados vapores de alguma substância contendo Carbono (Hidrocarbonetos. Esta técnica permite saber a quiralidade.Eletrônica molecular já preparadas. . CVD de alto vácuo) Para o crescimento de Nanotubos. Álcoois. 38 Esquema de um HV-CVD (High Vacuum CVD. sua composição e condutividade. Co. Então. foi possível determinar que os Nanotubos produzidos por descarga elétrica não têm a forma de cilindros perfeitos [23] e que Nanotubos formados pela CVD possuem qualidade menor para serem usados como ponta de AFM por Microscópios possuírem sua ponta mais irregular. Os átomos de Carbono vão sendo depositados na “semente” e vão se agrupando. na indústria.

como a TEM. andor. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez.pdf A diferença entre a SEM e a TEM é a capacidade da TEM de investigar átomos individuais por seu comprimento de onda menor (maior energia) enquanto a SEM. retirado de http:/ / www.Eletrônica molecular 39 imagem e SEM de superfície de Nanotubos formados por plasma. a partir da análise da luz espalhada pela amostra. tem maior habilidade de tomar imagens de superfícies de maior área e de amostras mais volumosas e não apenas pequenos filmes. retirado de http:/ / www.ccs. com/ learn/ applications/ ?docid=64 . metalmat. pdf A Espectroscopia Raman fornece informações sobre vibrações e rotações (baixa freqüência).br/namitec/files/AtivB4_2_PUC-RIO. retirado de www. apesar de não ter resolução para átomos. O Efeito (ou Espalhamento) Raman é um espalhamento inelástico sofrido por uma pequena fração dos fótons da luz emitida (enquanto o espalhamento elástico é o Espalhamento Rayleigh).unicamp. ufrj.

retirado de http:/ / resources. a DRX é a técnica que usa a radiação de altíssima energia (pequeno comprimento de onda) para estudar a estrutura cristalina. com/ en/ details/ download(11223) retirado de http:/ / www. metalmat. br/ escolanano/ Caract_catalisadores_Carlos_AndrePerez. [25] E. ufrj. finalmente.Eletrônica molecular 40 Essa técnica é útil para investigar a vibração simétrica (em fase) de respiração do nanotubo. com um Espectro Raman de Alta Energia. renishaw. pdf A caracterização do C60 pode ser feita via podem ser caracterizados por Electrospray Mass Spectrometry (ES-MS): . permitindo determinar seu diâmetro e presença de defeitos. Há também a possibilidade de determinar se o nanotubo é condutor ou semicondutor.

MEB (Epitaxia por Feixe Molecular). Algumas das técnicas para crescimento epitaxial são: LPE (Epitaxia em fase líquida). formando um colóide. que atua como uma semente para o crescimento. VPE (Epitaxia em fase vapor).ufrj. Vantagem LPE • • • • • • • • • • • Simples Barata Alta taxa de crescimento Segura Baixa manutenção Simples Uniforme Excelente morfologia Interface abrupta Controle in-situ Alta pureza Flexível Interface abrupta Excelente morfologia Alta pureza Usado industrialmente Desvantagem • • • • • • • • Baixa produtividade Baixa pureza Não pode crescer poços quânticos Filme não uniforme Interfaces não abruptas Alto custo (vácuo) Alta manutenção Defeitos ovais MBE MOCVD • • • • • • • • Segurança (Arsina) Fontes caras Crescimento complicado adaptado de http://omnis.br/~pires/Crescimento. levando em consideração a temperatura e produtos de solubilidade. é um método de depositar. que.htm . tornam-se Nanofios e Pontos Quânticos. de maneira ordenada. [26] A Epitaxia é a técnica que permite o crescimento de Filmes Finos. MOCVD (Deposição Química de Vapor Metalorgânica). um filme monocristalino em um substrato monocristalino. Caso sejam diferentes. Se o filme for depositado num substrato de mesma composição.Eletrônica molecular 41 retirado de [14] Nanofios e Pontos Quânticos Um método de preparação tradicional de Pontos Quânticos como Nanopartículas Esféricas é a coprecipitação. O tamanho pode ser definido pelo poro de zeólitas.if. se limitados lateralmente. o processo é chamado de Homoepitaxia. chama-se Heteroepitaxia.

se dá o fechamento do anel. serem criados a partir de Poços Quânticos (“sanduíches” de dois materiais descasados) e limitação lateral por fotolitografia e/ou ataque químico com mascaramento.Eletrônica molecular Para crescimento heteroepitaxial. durante a interação. htm O crescimento heteroepitaxial de um semimetal sobre um filme de outro semimetal com discrepância de parâmetro de rede razoável (materiais descasados) produz uma tensão na rede. bris. Stranski-Krastanow (SK. ainda. com a ajuda do reconhecimento molecular. Na técnica VLS (Vapor-Líquido-Sólido) pela MOCVD. formando Pontos Quânticos. são usadas as seguintes técnicas: Frank-van der Merwe (FM). Catenanos e Rotaxanos A síntese de Catenanos e Rotaxanos está intimamente ligada às interações intermoleculares. tensão minimizada em ilhas). Volmer – Weber (VW. O crescimento de Nanofios se dá por caminhos parecidos. As estratégias de síntese se baseiam na preferência de alguns sítios e interagirem com outros sítios. através da AFM. átomo a átomo. As peças da molécula são sintetizadas separadamente e depois. é necessária uma nanopartícula (a "raiz") para catalisar o crescimento. em moléculas distintas e. como na construção de um circuito integrado tradicional. ac. 42 (a) Volmer-Weber (b) Frank – van der Merwe (c) crescimento misto retirado de http:/ / www. É possível prepará-los mecanicamente. camada por camada). Pontos Quânticos podem. . chm. uk/ pt/ diamond/ fredthesis/ chapter1. são unidas. restando apenas os Pontos Quânticos e o substrato. levando à formação de “ilhas” nanométricas.

php?b=120830 • • • • • • • http://www. Outras opções também se apresentam. Fraser Stoddart .com.iqm. Hong Meng & Zhenan Bao .Eletrônica molecular 43 Perspectivas A Eletrônica Molecular é um caminho promissor para a continuidade na evolução da Eletrônica. e solucionar esses impactos. A microeletrônica atual já está encontrando seus limites nos efeitos quânticos da escala nano.if. 414 – 417.Self-assembledmonolayer organic field-effect transistors . Commun. Steven J.br http://www.ufrj.cbpf. cujo binário está baseado no spin (qubits). br/ noticias/ noticia. com.Retirado de http://www. Lincoln J.com.inovacaotecnologica. An XOR Gate Based on a Molecular Machine . como a Computação Quântica. Atualmente. 119. Charles M. 195–197 – DOI: 10. Young Shik Shin.html http://lqes. ainda são necessárias a construção de plataformas mais ousadas e a entrada no mundo comercial. James R. Pte. num trabalho preventivo. O campo da Eletrônica Molecular é vasto e será de grande importância para o futuro de computadores e detectores. Erica DeIonno. 092114 [2] Organic and Inorganic Nanoestructures – Alexei Nabok – Artech House MEMS series – Artech House.br/~tclp/SemanaFIS. Leitura de apoio • A evolução dos computadores . J.1039/b613201d .VOL 413 . evitando que se tenha que remediar – ou conviver com um problema – no futuro.Logic Operations at the Molecular Level. [5] Yu Huang.Science 294. Bonnie A.ufrj.J. 2007. Langford. inovacaotecnologica. [3] Alberto Credi.html http://omnis. Ezekiel Johnston-Halperin. 1997. Green.unicamp. Lieber .metalmat..INC.NATURE .br/~pires/Crescimento. br/ noticias/ noticia. inovacaotecnologica. Alaor Chaves e Esdras Garcia Alves – 2005 . Am.net/revista • Aplicações da Física Quântica: do Transistor à Nanotecnologia – Eduardo de Campos Valadares.br/~emecbpf/Programa. Ke Xu. Jang Wook Choi. Fraser Stoddart. Hsian-Rong Tseng. Sheriff.18 OCTOBER 2001 [7] Jonathan E. Lauhon. é preciso acompanhar os impactos no ambiente e na saúde. php?artigo=010110070207 [8] http:/ / www.Logic Gates and Computation from Assembled Nanowire Building Blocks .Yi Cui. 1313 (2001) [6] Jan Hendrik Schön.Editora Livraria da Física • http://www.html http://www. Benoit Domercq.html http://omnis. Soc.Revista Guia do Hardware. Chem.br/canal_cientifico/vivencia_lqes/vivencia_lqes_monografias. com.: 91.: Vol. a moletrônica já está sendo usada em conjunto com a microeletrônica. Além disso. Bernard Kippelen – High-performance and electrically stable C60 organic field-effect transistors – Applied Physics Letters – Vol.html http://www. Nessa evolução.com. Vincenzo Balzani.Xiangfeng Duan.ebah. Ainda existem dificuldades a superar. Ltd. Yuri Bunimovich. php?artigo=010110070207 [9] Wataru Yoshida and Yohei Yokobayashi – Photonic boolean logic gates based on DNA aptamers – Chem. J.ufrj. Heath – A 160-kilobit molecular electronic memory patterned at 1011 bits per square centimetre – Nature – 25 Jan 2007 – Vol.htm Artigos relacionados • Nanotecnologia do carbono • Dendrímeros • Filmes finos Referências [1] Xiao-Hong Zhang.br/coluna.br/eletronica-molecular-ppt-a28492.guiadohardware.net (somente edição digital) – Ano 1 – Número 1 – Janeiro de 2007 . Akram Boukai.forumpcs. referência de http:/ / www.if.br/escolanano/apresentacao_pdf. 2679-2681 [4] Semiconductor Nanowires: Functional Building Blocks for Nanotechnology – Haoquan Yan and Peidong Yang – Em The Chemistry of Nanostructured Materials – Editor: Peidong Yong – Publicado por: World Scientific Publishing Co. Kyoung-Ha Kim. Yi Luo. 445.

Curl. Deve-se ter cuidado na hora de comprar um filtro de linha para sua casa ou empresa.G.X. O filtro de linha possui várias funções. Park. 8. Yu. E.Eletrônica molecular [10] Héctor A. Fostiropoulos. n. Agosto de 2006 [18] J.. S. 1887-1892.M. Q. Adam T. Soc. com/ jschrier/ endofullerenes_table. J. 80. and J. Q. ou se vai conectar o estabilizador na parede e depois o filtro ao estabilizador.E. html acessado em 15/11/2008 [17] Purification and Modification of Fullerene C60 in the Undergraduate Laboratory – Tracey Spencer. D. springerlink. Lamb. – Comparison of catalytically grown and arc-discharge carbon nanotubes tips – Appli. br/ scielo. Solids. Kim.2: Nanofios – Peter Atkins e Julio de Paula – Físico-Química. – Science 295. disponível em www. Phys. Bornard. ele mandará para os periféricos 230 V.H. 1997.pdf ou SOUZA FILHO. and R. Lett. Tittel. J. Nature 358. Thess.W. Chem. Phys. K. Solange Binotto. C. A pessoa que instalá-lo é quem decidirá se o conectará à tomada e ligará o estabilizador nele.483 (1996). Rinzler.br/noticias/noticia. Heath. L. Choi. 76.M.E. Nova . Nature 347. H. volume 2 – LTC Editora – Oitava Edição – Página 158 [14] A Rational Chemical Synthesis of C60 – Lawrence T.sbfisica. 1985. Y. Liu. Phys.br/eventos/ebee/x/trab_conv/solange_fagan.200700240 . expande o número de tomadas disponíveis para conectar outros periféricos. C.org. D. br/ revista/ ed04n05.1590/S0100-40422007000700037 [13] Impacto sobre a Nanociência. Zhang – The HREM observation of cross-section sctructure of carbon nanotubes – J. websitehome. R. R. com/ content/ 46512485081267ur/ . nunca abra ou tente reaproveitar material de sucatas. uk/ home/ rotcatintro. [22] Y. doi: 10.sbf1. 30. Becerril. mac.89 (1988) pp. Zhang. Os filtros de corrente alternada são usados entre um equipamento e uma fonte de corrente alternada. Barney Yoo e Kent Kirshenbaum – Journal of Chemical Education.. Quím. [19] http:/ / homepage. Nikolaev.C. html [12] Solange Binotto Fagan – Funcionalização de Nanotubos de Carbono –Centro Universitario Franciscano – UNIFRA – Santa Maria – RS. R. dê preferência a marcas de qualidade e com selo do INMETRO. Lee. Colbert. [25] Christian Thomsen & Stephanie Reich – Raman Scattering in Carbon Nanotubes – http:/ / www. antes de o usuário conectá-lo a uma tomada de tensão de saída de 230 V. J.com.S. P. Science 273. J. R. A. and Wang Y. Chem.M. Ebbesen and P.T. Appl.B. Zang e Z.G. K. Scott. Funcionalização de nanotubos de Carbono.php?artigo=010165070914 [11] http:/ / www. G. 2007 . L. 354 (1990). F. Gáal. Forró. Smalley. Fischer. 58. São Paulo. G. N. [23] S.S. Feng. 2367 (2000). R. F..conjunto de referências de Endohedral Fullerenes [20] A. Am. [24] Thiên-Nga. Y. [16] http:/ / www. Lett. Chem. Dai. F. Acesso em: 20 Nov. 2008. Pages 1534 – 1538 – DOI: 10. Huffman. html .inovacaotecnologica. Ajayan. Y. 107. Smalley.. I20. ele protege seus equipamentos removendo ruídos e picos provenientes da rede elétrica. Choi. P. Xu. co.M. Krätschmer. et al. pois há o risco de queimar o equipamento se o filtro estiver adulterado. v. FAGAN. 83 No. mais aí vai uma dica: ele manda para os periféricos a mesma tensão que recebe da fonte de energia. Disponível em: http:/ / www. R. Lee. P. lubes. Phys. S. 5. 11. D. 7779. Scuseria.. F. protege contra curtos-circuitos e sobrecargas de tensão na rede. s119716185. com. 1500 (2002) [15] W. Issue 9 . Lee. Y. Muitas pessoas ainda têm dúvida sobre como utilizá-lo. 7. A. Petit. Lee.1007/978-3-540-34436-0_3 [26] Hilinski E. Shin. B. . D. garante que todos os seus equipamentos estejam devidamente aterrados.E.DOI 10. Tomanek. W. Lee.: 3. Woolley Small – DNA Shadow Nanolithography – 20 Aug 2007 – Vol. L. 2002. [21] T. 850-852. 3435 44 Filtro de linha Um filtro de linha é um tipo de filtro eletrônico que é colocado entre um equipamento e uma linha externa para atenuar interferências.S. scielo. php?script=sci_arttext& pid=S0100-40422007000700037& lng=en& nrm=iso. Lucas P. 220 (1992). D. Antônio Gomes de.1002/smll. O’Brien.H. referência de www. Kim. Robert. 1218 Vol. J.

definidos no Brasil através na NBR 15014 da ABNT como nobreaks. assim mantendo sempre as baterias em carga máxima. Essa bateria possui uma autonomia. No primeiro estágio o retificador opera como conversor de tensão C. A ideia é somar uma proteção UPS do equipamento e um estabilizador.A. dependendo da quantidade de equipamentos utilizados e do modelo do no-break). quando há interrupção no fornecimento de energia.Fonte de alimentação ininterrupta 45 Fonte de alimentação ininterrupta Aspectos anterior e posterior de uma fonte de alimentação ininterrupta. em alternada C. A única diferença é que o inversor fica ligado continuamente e um circuito de monitoramento que se encarrega de monitorar a tensão e usa a energia do inversor em caso de queda de tensão. sempre fornecendo tensão senoidal na saída além de não apresentar interrupção nas transferências de carga. normalmente empregado em computadores de mesa/trabalho (desktop/workstation). alimentando os dispositivos a ele ligado. essa autonomia é de algo entre 10 e 15 minutos. também conhecida pelo acrônimo UPS (sigla em inglês de Uninterruptible Power Supply) é um sistema de alimentação elétrico que entra em ação. Uma fonte de alimentação ininterrupta. Quanto mais equipamentos conectados ao no-break. . O aparelho UPS mais comumente encontrado no mercado é o No-Break. menos autonomia ele terá.A. para a saída. Line interactive são uma evolução dos "offline". Sistemas ininterruptos de energia. são sistemas responsáveis pelo fornecimento de energia condicionada para cargas críticas sem interrupções. que em geral não é muito grande (nos no-breaks mais comuns. pois estará consumindo mais carga que o necessário. (Autonomia é o tempo que a bateria da fonte consegue fornecer energia para o computador depois de um corte do fornecimento através da rede elétrica. por isso é indicado a utilização em modo de bateria somente quando há falta de energia. Sua alimentação é provida por uma bateria. e no segundo estágio o inversor converte tensão contínua C. Esta é a única topologia de nobreak que protege a carga contra os seis principais distúrbios da rede elétrica.C.) Tipos de fonte ininterrupta Existem dois tipos de "no-breaks". que fica sendo carregada enquanto a rede elétrica está funcionando corretamente. mesmo durante uma falta no fornecimento de energia das concessionárias Nos equipamentos "on line" sempre existe dupla conversão de energia. Deste modo a tensão de saída fornecida para a carga possui amplitude/freqüência/forma totalmente independentes da entrada. o "on-line" e o "off-line". Neles o inversor também assume apenas quando existe uma falha elétrica. da rede elétrica em tensão C. para quando for necessária a sua utilização.C.

mas é mais aconselhável ligar o no-break num filtro de linha para protege-lo melhor. Nunca mover o computador e o no-break se eles estiverem ligados pois as tomadas podem sofrer curto-circuito ou "mau contato". . equivalente a um computador e um monitor CRT. sendo por meio sonoro. que consome em media de 15 a 20 watts (dependendo do tamanho e modelo) e assim aumentando a autonomia do no-break quando faltar energia elétrica. caso necessite. Ligar o nobreak em uma tomada fixa e firme. Não é recomendado instalação de Benjamin(T) uma única saida pois poderá sobrecarregar o no-break e também podendo causar um curto-circuito. Você pode ligar o no-break em uma régua ou filtro de linha. Observações Fase e neutro nas tomadas devem ser levados em consideração na hora de ligar aparelhos elétricos. Alguns no-breaks alertam quando é ultrapassada esta faixa de potência. Você pode ligar um filtro de linha no no-break e o computador(monitor. luminoso ou digital (LCD). neste caso prefira um filtro de linha na tomada e o no-break no filtro. Os Nobreak de 800 VA (a média popular é o de 600 VA) equivalem a 350 watts reais (para um fator de potência de 0. após podem ocorrer falhas e não carregamento correto das baterias e no período de 5 anos a bateria perde totalmente sua capacidade de recarga. Alguns no-breaks avisam quando há inversão de fase. por isso é interessante trocar seu monitor de CRT por um mais econômico de LCD.Fonte de alimentação ininterrupta 46 Observações de uso Vida útil das baterias em média 2 anos (que é a garantia que muitos fabricantes dão ao cliente na hora da compra). Nas flechas tem a indicação da fase e neutro.4375). caso contrário pode danifica-lo. etc) ligado neste filtro de linha. ou ligar uma régua ou filtro de linha ao no-break. Monitores de CRT consomem em média 60 watts. Não é aconselhado a instalação de estabilizadores ao no-break. caixas de som. Ao limpar o pó um no-break deve estar desligado e muito cuidado pois ele mantêm carga elétrica.

a frequência de corte também é conhecida como frequência de -3dB. sendo assim como multiplicador do sinal luminoso. Princípio de um tubo fotomultiplicador [1] Photomultiplier tubes . na qual o ganho é máximo (FPF)ou mínimo (FRF). A construção desta lâmpada não é muito diferente da de uma lâmpada eléctrica normal já que formada por um envólocro em vidro no qual se faz o vácuo e que contem um filamento metálico (cátodo) que é levado à incandescência (1 000 a 3 000 C0) fazendo-lhe passar uma corrente eléctrica. essa redução corresponde a uma atenuação de -3dB. Em termos de tensão (ou amplitude) isto corresponde uma redução a 70. a média geométrica das frequências de corte (inferior e superior) é a frequência central (f0) do filtro. linha de transmissão. hamamatsu. Nos filtros passa-faixa (FPF) e rejeita-faixa (FRF) existem duas frequências de corte. Neste caso. A invenção do fotomultiplicador [1] resulta da associação de duas realizações anteriores : a descoberta do efeito foto-elétrico e depois a de se a ter ligado à descoberta da emissão secundária (ex: a capacidade de um electrão num tubo a vácuo provocar a emissão de electrões suplementares ao atingirem o eléctrodo). com/ assets/ applications/ ETD/ pmt_handbook_complete. amplificador ou filtro eletrônico) é reduzida a metade da potência da faixa de passagem. Os filtros do tipo passa-altas (FPA) e passa-baixas (FPB) têm apenas uma frequência de corte. Como em decibeis. .Basics and applications (http:/ / sales. uma grelha e uma placa que faz de ânodo. Resposta em frequência de um filtro passa-baixas tipo Butterworth com indicação da frequência de corte. pdf) (En) Frequência de corte A frequência de corte (fc) ou frequência meia potência é a frequência abaixo da qual ou acima da qual a potência na saída de um sistema (circuito eletrônico.7% do valor da faixa de passagem.Fotomultiplicador 47 Fotomultiplicador Um fotomultiplicador é um dispositivo electrónico que faz parte dos tubo a vácuo e que converte a luz (fotões) em corrente eléctrica de maneira que se pode saber que quantidade chega ao aparelho.

a reatância do circuito tem caráter indutivo e a corrente fica atrasada em relação à tensão. htm Frequência de ressonância Capacitores. com/ calculator-timeconstant. . sengpielaudio. htm [2] http:/ / www. Desse modo. Tendo elas sinais opostos. onde w é a frequência de ressonância (usualmente denotada por w0) Quando a frequência está acima de w0. possuem reatância igual a wL A frequência de ressonância (aquela com que excitamos o circuito) implica que as reatâncias do capacitor e da bobina possuem módulos iguais. quando a frequência está abaixo de w0. a reatância do circuito tem caráter capacitivo e a corrente fica adiantada em relação à tensão. dispositivos que armazenam energia no campo eléctrico. obteremos uma corrente eficaz maior. temos: 1/wC = wL → w² = 1/LC → w = (1/LC)^(1/2).Frequência de corte 48 Ligações externas • Comparação do cálculo da frequência central (f0) com a média geométrica e média aritmética [1] • Conversão da frequência de corte (fc) em constante de tempo (τ) [2] Referências [1] http:/ / www. sengpielaudio. com/ calculator-geommean. irão anular-se e a impedância do circuito será puramente resistiva. pois toda a corrente do circuito estará em fase com a tensão (não haverá corrente em quadratura) sendo Xl = Xc. possuem reatância igual a -1/wC Indutores. dispositivos que armazenam energia no campo magnético.

GPIO General Purpose Input/Output (GPIO) são basicamente portas programáveis de entrada e saída de dados. um Ilustração do interior de um implante coclear. É isso que acontece em alguns casos de surdez congênita.Fusistor 49 Fusistor O fusistor é um componente eletrônico destinado a proteção de circuitos elétricos contra sobrecargas de corrente. [1] . Implante coclear O Implante Coclear (IC) é um dispositivo eletrônico. de aparelhos auditivos clássicos. dentre eles estão: doenças genéticas ou infecciosas (como rubéola e meningite). a utilização de drogas ototóxicas (como canamicina. É possível que em alguns indivíduos o nervo auditivo esteja danificado ou ausente. retornando ao estado inicial. sua resistência interna aumenta com o incremento da corrente. Outro fator relevante à avaliação da possibilidade de realizar o IC é o uso prévio. sem resultados satisfatórios. O IC possui uma parte externa e outra interna. em alguns tipos de fraturas especificamente localizadas na região do crânio onde o nervo auditivo está abrigado ou ainda devido a remoção de tumores. ou mesmo que escutando alguns sons. Uma vez eliminada a causa da sobrecarga. ou seja. parcialmente implantado. exposição exagerada a sons muito intensos. A parte externa é constituída por um microfone. processo natural do envelhecimento. essa sensação não é suficiente para o uso social ou profissional. protegendo-o assim. que visa proporcionar aos seus usuários sensação auditiva próxima ao fisiológico. por sua vez leva os sinais para o encéfalo onde serão decodificados e interpretados como sons. Como a resistência total aumenta (vista pela fonte de tensão constante). São utilizadas para prover uma interface entre os periféricos e os microcontroladores/microprocessadores. Se houver uma sobrecorrente de tal maneira que a corrente que atravessa pelo fusistor ultrapassar o parâmetro chamado de corrente de disparo (IT). O mau funcionamento ou a inexistência das células ciliadas internas é a principal causa da perda auditiva neurossensorial. A parte interna possui um receptor e estimulador. um microprocessador de fala e um transmissor. o fusistor reassume a baixa resistência. O IC é visto como uma boa opção aos portadores de surdez neurossensorial de severa a profunda que não têm condições de escutar e compreender a fala. a resistência cresce acentuadamente. Esse dispositivo eletrônico tem por objetivo estimular. a corrente fornecida para o equipamento diminui. eletrodo de referência e um conjunto de eletrodos que são inseridos dentro da cóclea. Em alguns desses casos ainda é possível utilizar o IC através da estimulação direta ao núcleo coclear dorsal. Isso pode ocorrer por várias motivos. através desses eletrodos implantados dentro da cóclea. o nervo auditivo que. estreptomicina e cisplatina). Funcionamento O fusistor apresenta coeficiente positivo de tensão.

Segundo Gilford et al (2008) muitos pacientes conseguem atingir uma pontuação entre 90 e 100% de acerto nos testes padrões de inteligibilidade de sentenças em ambiente silencioso. em 1995 este número subiu para 12 mil.Implante coclear Entre as décadas de 80 e 90 ocorreu grande revolução na área dos ICs. Como já dito antes. Entender o funcionamento da audição humana requer um conhecimento vasto e multidisciplinar. visando dois pontos específico: a estimulação elétrica do nervo auditivo e o processamento do sinal acústico. As evidências recentes apontam para a . Um dos principais objetivos no projeto de um implante coclear é maximizar o número de populações de neurônios que não se sobrepõem e que podem ser estimuladas pelos eletrodos. A grande maioria dos implantes utilizados é do tipo monopolar pois: (1) a performance é ao menos tão boa quanto a performance da estimulação bipolar. dentre outras áreas. Cada eletrodo do conjunto está implantado em uma posição diferente ao longo do comprimento da cóclea e portanto estimulam subpopulações diferentes de neurônios. o que pode melhorar o ajuste do implante coclear ao paciente. neurologia. Existe ainda a estimulação bipolar em que os estímulos são apresentados como diferenças de potenciais entre dois eletrodos vizinhos. Um grande desafio para os futuros ICs é melhorar o desempenho em ambientes ruidosos. Este tipo de estimulação é chamada monopolar. o que não é possível em outros implantes em que a profundidade máxima de inserção é 20mm. Existem implantes que permitem a inserção máxima de 30. podendo assim estimular as fibras do nervo auditivo que se encontram além da segunda volta da cóclea. acústica. até o ano de 2008 este número já ultrapassa 120 mil. psicoacústica. (3) um sistema de transmissão e recepção para transmitir as informações da estimulação para a parte interna do sistema. Outros aspectos como a transmissão do sinal do componente externo para o interno. (2) um processador digital para transformar o sinal do microfone em um sinal que será a estimulação dos eletrodos implantados na cóclea. de forma que os estímulos de alta freqüências estimulem os eletrodos basais (próximos à janela oval) e os estímulos de baixa freqüência estimulem os eletrodos apicais (próximos ao elicotrema). mas que não ocorre devido ao mau funcionamento ou a inexistência dessas células. o funcionamento do hardware e a codificação do sinal para a transmissão não serão tratados aqui. A estimulação desta região permite criar a sensação de pitch bem grave. Até 1988 cerca de 3 mil pacientes haviam recebido o IC. (4) os eletrodos de estimulação na cóclea e (5) um cabo multi-wire para conectar a saída do receptor/estimulador aos vários eletrodos. é necessário entender a fundo como funciona o sistema auditivo humano. aplicando menores correntes e assim prolongando a vida da bateria.4mm para o eletrodo mais apical. cognição. Os implantes tentam repetir a tonotopia de estimulação criada na cóclea. (3) as diferenças de limiares ou MCL (most comfortable loudness level) para cada eletrodo são menores com a estimulação monopolar do que com a estimulação bipolar. 50 Funcionamento do implante coclear Para o desenvolvimento de um implante coclear (IC) que obtenha sucesso em seu funcionamento. o sistema completo do implante coclear é composto por diversas partes: (1) um microfone para captar o sinal acústico. devido a maior investimento em pesquisas. A estimulação do nervo auditivo é feita através de corrente elétrica aplicada pelos eletrodos implantados escala timpanica(scala tympani). geralmente implantado no músculo temporal. Para uma compreensão completa do funcionamento do sistema auditivo é necessário ter conhecimentos sobre a fisiologia da audição. (2) requer um consumo substancialmente menor de energia. processamento de sinais. Nesta seção pretende-se descrever brevemente o funcionamento de um implante coclear. É importante saber como funciona o sistema auditivo natural antes de querer concertá-lo. Estimulação elétrica do nervo auditivo O propósito da estimulação elétrica do nervo auditivo é substituir a estimulação que deveria ser feita pelas células ciliadas internas. Os estímulos apresentados em cada eletrodo possuem um potência que é relativo ao potencial do eletrodo de referencia.

[5] [6] Após o estágio do banco de filtros. L. para reproduzir o funcionamento das células cilidas internas. a perilinfa e estão ainda situados relativamente longe do tecido neural do nervo auditivo. A vibração na membrana basilar por sua vez estimula as células ciliadas dispostas ao longo da cóclea. É necessária uma compressão não linear da faixa dinâmica do sinal antes da etapa de modulação para mapear uma faixa extensa que abrange os sons no ambiente. É importante que esta tonotopia seja recriada para garantir bons resultados na audição. A estratégia exemplificada consiste em um banco de filtros para separar o sinal em faixas de freqüências. em uma faixa dinâmica estreita.[2] As sobreposições são inevitáveis para eletrodos implantados na escala timpanica. ou um retificador de meia onda. de aproximadamente 10 dB ou pouco mais. A probabilidade de disparos do neurônio no nervo auditivo é varia com a quantidade de neurotransmissores na fenda.Implante coclear existência de 4 a 8 regiões independentes disponíveis no contexto de processamento da fala. onde a membrana é mais fina e mais rígida. sendo estimulado prioritariamente por uma determinada banda de freqüência. ou um controle de ganho automático. O mapeamento pode ser ainda mais restrito. um novo tipo de eletrodo e tipo de estimulação para reduzir a interferência entre eletrodos. Esta tonotopia é recriada digitalmente pelo banco de filtros. e os estímulos de baixa freqüência estimularão a parte apical onde a membrana é mais espessa e menos tensa. . A função de Greenwood utilizada muitas vezes para aferir a posição dentro da coclea em que os eletrodos devem ser implantados ou então quais as faixas de freqüências correspondentes à posição dos eletrodos para um ajuste do banco de filtros. e posteriormente um mapeamento não linear. um mapeamento não linear para compressão dinâmica do sinal e por fim a modulação do sinal será aplicado aos eletrodos implantados na cóclea. Esta onde mecânica estimula a membrana basilar de formas diferentes em sua extensão devido à sua variação da espessura e rigidez ao longo do comprimento. Este modelos simula a transdução mecânico-neural que ocorre nas células ciliadas internas. na qual os estímulos de baixa alta freqüência estimularam a parte basal. Cada região ao longo da membrana basilar funciona como um filtro passa-faixa. pois os eletrodos estão imersos em um fluido de alta condutividade. passa-baixas. Békésy mostra a existência de uma onda acústica viajante no interior da cóclea. 51 Processamento digital do sinal acústico Para que exista uma transformação do sinal acústico em disparos neuronais na base da cóclea é necessário realizar um processamento do sinal de entrada simulando o processamento que ocorreria numa cóclea saudável. Flanagan. puros e complexos. O mais provável é que o número de regiões independentes seja limitado pela sobreposição dos campos elétricos dos eletrodos adjacentes (e até mesmo daqueles um pouco mais distantes). cada canal é processado por um detector de envelope. O ouvido externo pode ser visto como um filtro processamento de sinal para implante cocleares. Para um melhor resultado e uma menor sobreposição das zonas de estimulação seria necessário conseguir realizar o implante mais próximo do tecido neural. [3] Os estudos de G. até 100 dB. um filtro passa-baixas para extrair o envelope do resultado de cada banda. Neste modelo a função de permeabilidade controla a liberação de neurotransmissores na fenda sináptica. Békésy [4] mostraram como é a estimulação da membrana basilar por uma onda acústica incidente através da janela oval. Greenwood determinou de forma empírica esta relação entre freqüência e local de estimulação em várias espécies de mamíferos. Umas das abordagens existentes hoje é ilustrada na figura ao lado. como descrito por J. mesmo para implantes com 22 eletrodos. Donald D. incluindo a diferenciação de pitch para sons. inclusive o homem. Cria-se então uma tonotopia na estimulação da cóclea. Ray Meddis desenvolveu um modelo para as células ciliadas internas baseando-se na sua fisiologia. A etapa do banco de filtro deve simular a filtragem existente ao longo Ilustração de um diagrama típico de do processo auditivo. para tanto é necessário algum tipo de controle automático de ganho após a entrada do microfone. de uma faixa de 30 dB para os sons da fala em uma faixa de 10 dB.

Desta forma a periodicidade dons sons é bem representada no correlograma. O cocleograma representa o som como padrões de probabilidades de disparo neural ao longo da membrana basilar no decorrer do tempo. o eixo vertical é a localização ao longo da membrana (o inicio da membrana fica na parte mais baixa do gráfico e o final da membrana na parte mais ao topo) e em tons de cinza está representada a probabilidade de disparo neuronal. Se a amostra for aleatória. Na figura ilustrada. Se não for aleatória. O correlograma é comumente utilizado como uma forma de medir aleatoriedade para uma variável variante no tempo. Uma forma mais rica de representação é o correlograma. com esta dimensão extra. para a análise de cenas auditivas e para explicar nossa capacidade de entender sons mesmo quando em ambientes ruidosos. Se o sinal original contiver uma componente aproximadamente periódica. Este representa o som em figuras bidimensionais ao longo do tempo. pelo sinal terá uma alta similaridade com ele mesmo atrasado do período da repetição. como funciona o aparelho auditivo humano. Uma forma de visualizar esses potenciais de disparos. então cada canal excitado Correlograma gerado para o som de uma vogal. ou as notas dos instrumentos musicais. Esta é uma transformação de representação entre dois mundos díspares. a modelagem de muitas outras experiências perceptivas.Implante coclear 52 Cocleograma e Correlograma Os modelos auditivos e as representações perceptuais são matérias que despertam interesse por tentarem entender e resolver os problemas sobre o entendimento do que é som. É possível alinha um vídeo gerado pelo correlograma com o áudio de entrada e assim permitir a compraração entre a percepção auditiva e a representação visual. O correlograma do cocleograma será feito a partir da autocorrelação da saída em cada canal (ou eletrodo) para diferentes atrasos. Probabilidade de disparos em 3 canais diferentes. o eixo horizontal é o tempo. Cocleograma. é uma forma pobre de análise e representação. O correlograma é o gráfico feito a partir da auto-correlação para diferentes valores de atraso. O uso do cocleograma como uma forma de analisar e compreender o processamento auditivo humano. como somos capazes de realizar com simplicidade certas tarefas como a separação de fontes e a separação da fonte e do ruido. de forma a tornar-se inteligível a nossa apreciação. tal como os sons vozeados da fala. como os homens percebem o mundo acústico. o reconhecimento de fala e outros aspectos da audição humana. então a auto-correlação será próxima de zero para qualquer atraso utilizado. Cocleograma. Os modelos auditivos propõem a transformação de um estímulo acústico em estímulos elétricos que são os potenciais de disparo dos neurônios na base da cóclea. O cocleograma pode ser visto como uma analogia ao espectrograma. as suas representações. . ao menos um dos valores de auto-correlação será expressivamente não nulo. permitindo. Acredita-se que a informação de periodicidade é uma representação intermediária importante no processamento autiditivo humano e é fundamental para o entendimento da percepção de pitch. Logarítmo da probabilidade de disparos em todos os canais do cocleograma gerado. O correlograma refina a informação obtida pelo cocleograma através do cálculo de periodicidades no sinal através da função de auto-correlação de tempo curto. é através de sua representação através de um cocleograma (veja ilustração).

2. 5. pois existem diferenças de tamanho e espessura para os receptores internos e externos. o implante coclear está sujeito a complicações anestésicas e infecções no pós-operatório. 2. Realização de uma cocleostomia. 6. O retalho músculo-cutâneo pode ser realizado em forma de "C" ou "S" evitando-se lesar a irrigação arterial da região (veja figura). parte A). lesão do nervo facial. D) Introdução dos eletrodos na cóclea. Mastoidectomia. Timpanostomia posterior com exposição da janela redonda e cóclea (Figura ao lado. Formação de fístulas liquóricas 3. A técnica cirúrgica pode variar de acordo com o tipo de aparelho a ser implantado. C) Fixação do implante no osso temporal. 3. A escala timpânica é melhor encontrada se a cocleostomia é realizada anterior e superiormente à janela redonda e tem por objetivo criar uma via permeável onde será introduzido o conjunto de eletrodos (Figura ao lado. Didaticamente podemos dividir o procedimento em seis etapas: 1. Lesão do anel e membrana timpânica 4.Implante coclear 53 Procedimento Cirúrgico A cirurgia do Implante coclear é realizada com o objetivo de se inserir os dispositivos internos do implante (receptor e eletrodos). Lesão do seio sigmóide 5. a distância entre os receptores externos e internos (Figura ao lado. parte D). parte B). A) Mastoidectomia e uso de um modelo para marcar a área a ser fresada para colocação do implante. com identificação do canal semicircular lateral. parte C). Lesão da dura-máter As complicações cirúrgicas são pouco freqüentes quando envolvem uma equipe cirúrgica bem treinada e com experiência na realização de tal procedimento. O procedimento cirúrgico é realizado sob anestesia geral durando em média 2 horas. No local da fresagem para fixação do implante retira-se toda camada muscular tentando diminuir assim. 4. Outras complicações seriam: 1. Fresagem do osso temporal para fixar o implante. Fechamento da incisão. processo curto da bigorna (Figura ao lado. o que justifica o monitoramento peroperatório do nervo. A incisão é realizada na região retroauricular (3-4 cm) com um amplo retalho de pele. parte B). Colocação e fixação do receptor (Figura ao lado. É realizada tricotomia retro auricular ampliada e o paciente é operado em decúbito dorsal com rotação da cabeça expondo a área a ser explorada. Incisão em "C" com local e posição de fixação do implante. tecido subcutâneo e músculo. Complicações cirúrgicas Como todo procedimento cirúrgico. . B) Timpanostomia posterior e fresagem do leito do implante. Em todo paciente é realizado uma tomografia pré-operatória de osso temporal ou ressonância magnética para verificar a permeabilidade da cóclea.

Primeira criança implantada com Nucleus multicanal. em Itália. em França. 1995 . uma conduta nunca é igual a outra.Implantação da primeira criança no Reino Unido. EUA. 1930 .Clark implanta o primeiro adulto surdo na Austrália. Para que se possa alcançar o objetivo proposto.Estimulação do ouvindo através do sinal de rádio.Estatégias Nucleus Multipeak SKEAK aprovadas pela FDA para adultos com surdez severa.Descoberta do efeito electrofónico das céculas ciliadas. 1990 .Implante monocanal 3M House. As sessões realizadas individualmente devem seguir. por Frey. Toda uma equipe está envolvida nesse trabalho constante. ou seja.Distinção das frequências dentro da cóclea. É necessário ressaltar que o sucesso de um tratamento desse porte não pode ser atribuído a apenas um profissional.Experimentação da audição artificial num gato.Gjourno e Eyres implantam o primeiro adulto surdo em França.Lundberg implanta o primeiro adulto surdo. A terapia individual deve objetivar o desenvolvimento da linguagem oral e das habilidades auditivas. 1951 . são utilizadas abordagens terapêuticas específicas de acordo com a época de aquisição da deficiência auditiva e a idade do paciente. na Noruega.Primeira criança surda implantada por House. têm como principais objetivos o treinamento auditivo para que possam ocorrem. para assim.Demonstração de como a pele actua como transdutor. em portadores de Implante Coclear (IC). 1988 . 1997 . As sessões realizadas em grupo podem seguir a freqüência de uma sessão por semana. 1981 . • 1998 . É importante ressaltar que o tais decisões somente poderão ser tomas após o conhecimento das reais necessidades do indivíduo em questão.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dois anos de idade.Chouard implanta a primeira criança surda. nos EUA. nos EUA. 1984 . Psicólogos e Assistentes Sociais. Desde do primeiro contato do possível candidato ao IC com seu médico. em França. São eles: Otorrinolaringologistas. 1978 . possibilitar uma comunicação efetiva e um adequado desenvolvimento global do individuo. com o máximo resultado satisfatório. 1961 . Tais aspectos são: tempo de utilização efetiva do IC.Implantação da primeira criança na Holanda. por Stevens e Jones. por Anderson e Munson. A terapia fonoaudiológica pode ser realizada em sessões individuais ou em grupo. por Flottorp. 1957 .Implante coclear 54 (Re)Habilitação A habilitação ou reabilitação auditiva.Estudo da localização de estímulos e eléctrodos. 1964 . Fonoaudiólogos. a freqüência de duas a três sessões por semana.Implante coclear aprovado pela FDA em crianças surdas a partir dos dezoito meses de idade . maximizar o desempenho das habilidades auditavas com o IC. por Brenner. aprovado pela FDA em surdos pós-linguísticos. 1980 . em França. na Alemanha. o desenvolvimento da linguagem e da comunicação oral. Para que ocorra a terapia conjunta deve sempre respeitar alguns aspectos individuais. por Duchenne de Bolonha. na Suécia. Cronologia da implantação coclear • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1800 . para que o grupo se torne o mais homogêneo possível. 1950 . envolvidos. de alguma forma. 1868 .Sistema auditivo com corrente alternada. uma série de profissionais estarão. por Wener e Bray. 1855 . nos EUA. 1936 . nos EUA.Alessandro Volta faz o primeiro estudo da estimulação eléctrica. 1987 . 1953 . para assim. 1973 . nos EUA. idade e nível cognitivo do paciente. preferencialmente.Doyle e Simmons implantam outro surdo adulto nos EUA.House implanta novo adulto surdo.

permitem a realização de funções diversas. combinados adequadamente. Hitselberger WE.manualmerck. nlm. ncbi. Journal of the Acoustical Society of America 87: 2592-2605.Implante coclear 55 Referências [1] Otto. entre outros muitos. 1997. (2005-04).ouvidobionico. "A cochlear frequency-position function for several species . [6] Greenwood.br/) Manual do Implante (http://www. DD (1961). nih. [3] Flanagan.L. geração de sinais de distintas frequências. tais como válvula termiônica. Brackmann DE.Surd'Universo. Speech Analysis. G. como a medição de parâmetros físicos.com. " Multichannel auditory brainstem implant: update on performance in 61 patients (http:/ / www. detecção destes mesmos sinais e. Journal of the Association for Research in Otolaryngology 6 (1): 19-27. von.  Springer-Verlang. QJ.net/?url=/artigos/?id=236&cn=1905) História dos Surdos no Mundo . "Critical Bandwidth and the Frequency Coordinates of the Basilar Membrane".org.. nlm. [2] Fu. Nogaki G. nih. [4] Békésy. Journal of neurosurgery 96 (6): 1063-1071.br/) implante Coclear no Brasil (http://www. Kuchta J. Experiments in Hearing. ncbi. e que. " Noise susceptibility of cochlear implant users: the role of spectral resolution and smearing (http:/ / www. . por fim. (2002-06). [5] Greenwood. 1960.29 years later". • • • • • Mais Informações sobre implante coclear (http://www. gov/ pubmed/ 15735937)".br/) Implante Coclear (http://www. SR.org.  McGraw-Hill. gov/ pubmed/ 12066908)". Synthesis and Perception.implantecoclear. Shannon RV. todas aquelas funções susceptíveis de serem processadas mediante sinais elétricos. transistores o circuitos integrados.implantecoclear. Journal of the Acoustical Society of America 33: 1344-1356. DD (1990). J. Instrumento eletrônico Se denomina instrumento eletrônico o uso de dispositivos formados por uma combinação de elementos eletrônicos.

Os inversores grid-tie também são capazes de se desconectar da rede da concessionária que esta última não está fornecendo energia (por exemplo. Ligações externas • Título ainda não informado (favor adicionar) [1] • Título ainda não informado (favor adicionar) [2] Referências [1] http:/ / www. html . que caem dentro Inversor Grid-Tie Inversor grid-tie é um dispositivo elétrico que permite os usuários de energia solar ou eólica interligar seus sistemas com a rede da concessionária. devido a sua capacidade de sincronizar sua freqüência (60Hz. No entanto se a entrada for uma associação de duas sinusoides. no Brasil). a saida será não só uma réplica da entrada. com. Num elemento electrónico não linear. um blecaute ou apagão). em que w1 e w2 são as sinusoides de entrada e m e n não números inteiros. usando um oscilador local e limitar a tensão para que a mesma não seja superior à tensão da rede.aerogeradores. Funcionamento O inversor funciona captando a tensão fornecida por um gerador . as correspondentes harmónicas e uma todos os produtos .Os modernos inversores têm a unidade de fator de potência fixa. mais todas as as componentes harmónicas. onde os produtores dessa energia alternativa vendem a concessionária local o excedente de produção (durante o dia. o excedente de energia produzido pelos sistemas alternativos (solar e eólico) pode alimentar outros consumidores da rede da concessionária. brasilhobby. br/ [2] http:/ / www. a este novo espectro chama-se de regeneração de espectro. Se o sinal de entrada for uma simples sinusoide. pode ser entendida como um fenómeno que surge em elementos não lineares. por exemplo) e compram de volta quando o consumo aumenta (por exemplo. O inversor possui um computador de bordo que analisa a frequencia da onda da rede e "corrige" tensão e frequência provindas do gerador. Aos produtos da banda chama-se de intermodulação. solarfreaks. em corrente alternada.em forma de corrente contínua e converte para a forma de corrente alternada. então a saída é constituida por uma réplica da entrada.Intermodulação 56 Intermodulação Intermodulação. a saída é espectralmente diferente da entrada. podendo assim ser alimentada diretamente na rede. A principal diferença entre um inversor padrão e um inversor grid-tie é que este último é capaz de se interligar com a rede da concessionária. com/ grid-tied-inverters-t77. O Inversor funciona covertendo a tensão e a corrente elétrica. e seu ângulo de fase é de 1 grau em relação ao da rede de energia. O inversor deve estar também em sincronia com a frequência da rede (60Hz. à noite). no Brasil) e a sua tensão de saída com a rede que se deseja conectar. Sendo assim. células fotovoltaícas ou de pequenas turbinas hidroelétricas . isso significa que a tensão de saída e a corrente estão perfeitamente alinhadas. que recebe dos painéis solares ou mesmo turbinas eólicas (ou outra fonte de energia de corrente contínua). Tal sistema é muito comum em países sérios.

A principal diferença entre o laser díodo e os outros tipos de laser reside na origem da fonte de energia (corrente eléctrica) e no meio activo (junção p-n). É este tipo de laser que está na base da transmissão de dados nas fibras ópticas. Essa luz cria pares de eletróns-lacunas (efeito fotoelétrico) e gerando com a movimentação desses elétrons uma corrente elétrica. ou seja. Laser díodo O laser díodo é o laser mais utilizado na tecnologia de mercado actual. O fototiristor (LASCR) é aplicado em diversas áreas. formado por quatro placas de semicondutores. disparos indesejados. Várias estruturas de junções p-n têm vindo a ser estudadas para optimizar e variar a gama de frequências dos laseres. controle de fase. Para se entender melhor o que é um fototiristor deve saber primeiro o que é um tiristor. evitando assim pulsos espúrios de tensão. O tiristor ou SCR é um dispositivo de controle de sinais elétricos. ou seja. Os laseres díodos têm tipicamente um coeficiente de ganho entre 5000 a 10000 . controle de motores. leitura de CDs. Ele é um dispositivo pnpn. É importante lembrar que esse método de disparo possibilita total isolamento do circuito de disparo e o circuito a ser comandado. apontadores laseres. scanners. como relés. DVDs. controle óptico luminoso. Permitindo assim maior controle dos sinais elétricos. Díodo laser com uma moeda ao lado . Essa corrente funcionará como o pulso utilizado no método típico de disparo do SCR. impressoras a laser e mais recentemente a leitura Blu-ray. o katodo (terminal negativo) e o gate (terminal de disparo). O LASCR é um tiristor que é controlado pela luz incidente. e varias aplicações em computadores. Além do disparo por incidência de luz o LASCR pode ser disparado por pulsos de corrente elétrica tal como o SCR. Ele é composto de três terminais a anodo (terminal positivo). Sua vantagem é que ele só disparado quando se tem luz incidente.LASCR 57 LASCR O fototiristor ou LASCR é um tiristor que é disparado pela luz. essa luz atravessa uma janela colocada no emcapsulamento e é captada por uma camada semicondutora do dispositivo. duas do tipo “n” (negativo) e duas do tipo “p” (positivo).São muito comuns em circuitos de alta potência.

o laser díodo utiliza uma junção p-n para este efeito. Estas características gerais deste tipo de laser faz com que seja um dispositivo extremamente pequeno (pode atingir dimensões da ordem dos 0. Como qualquer tipo de laser. A utilização destes quatro tipos de materiais depende da zona do espectro que se pretende utilizar. Actual como base.1 mm) para o implementar na tecnologia electrónica. Dentro deste espectro temos disco compacto utilizam o (635 nm -780 nm). Hall e pela sua equipe. fosfeto de índio.Laser díodo 58 Introdução A primeira demonstração de emissão de luz coerente por parte de um díodo foi feita no centro de pesquisa da general Electric por Robert N. A diferença está na geração de fotões que. O coeficiente de ganho deste tipo de laser situa-se entre os 5000 e 10000 . por exemplo para para transmissão de informação. A diferença entre estes dois tipos de tecnologias está relacionado com a capacidade de armazenamento (a escrita depende fortemente do . selenieto de zinco. coerente. Estes quatro tipos são chamados: Arsenieto de Gálio. O outro é formado pelos semicondutores do tipo II-VI. funcionam com base neste tipo de laser. Em vez de meios activos sólidos ou gasosos. Uma outra diferença entre o laser díodo e os lasers do estado sólido e gasosos reside na fonte de energia. Em contraste aos CDs os DVDs utilizam o (940 nm). As junções p-n podem ser por sua vez junções do tipo 'p-p-n' chamadas de heterojunções. o laser semicondutor produz luz fortemente monocromática. Os laseres do estado sólido e gasosos utilizam luz como fonte de energia (lâmpadas com espectro de emissão largo). As cavidades utilizadas no laser semicondutor são tipicamente cavidades de Fabry-Perot. O funcionamento do laser semicondutor é similar ao funcionamento do díodo. para o caso do díodo. Materiais utilizados A maioria dos laseres actuais utilizam quatro tipo de materiais. tem origem na emissão espontânea enquanto que no laser semicondutor tem origem na emissão estimulada. Os laseres baseados no operam na gama dos 635 nm . O laser díodo utiliza por sua vez corrente eléctrica através de junções p-n para injectar electrões na zona de condução e lacunas na zona de valência. Este novo tipo de junções confina a zona activa do laser numa região muito pequena. Daí Imagem de um laser díodo num chip à escala real se utilizar muito o termo laser díodo para descrever o laser semicondutor.830 nm) e como material base do laser. Modo de funcionamento Os laseres são formados por uma zona activa dentro da cavidade laser onde ocorre emissão estimulada. Três destes tipos de materiais são formados Diagrama da estrutura de um laser díodo pelos chamados semicondutores do tipo III-V. nitreto de gálio. com polarização e direcção bem definidas. (780 nm . É de referir com algum destaque que a maioria dos dispositivos electrónicos que utilizam luz. O primeiro laser visível foi construído por Nick Holonyak nos finais do mesmo ano. O método de produção mais utilizado na industria semicondutora para a produção destas junções p-n é o MBE (molecular beam epitaxy).870 nm (vermelho e infravermelho próximo). Para que isso ocorra é aplicado uma corrente na junção p-n do laser díodo.

Este material consegue operar na zona do azul e ultravioleta. Os laseres baseados no fosfeto de índio operam no infravermelho (1. Assim sendo podemos concluir que as vantagens dos laseres por emissão longitudinal são a elevada potência e velocidade de transmissão de dados em comparação com os laseres VCSEL.520 nm). ou seja. O tratamento destas duas estruturas é diferente uma vez que a cavidade ressonante no primeiro caso pode atingir as décimas do milímetro enquanto que a cavidade do segundo caso pode atingir no máximo as centenas dos nanómetros (estrutura de poços quântico). junção 'p-n'. . Uma das tecnologias mais promissoras na actualidade precisa de laseres nesta zona. No entanto os laseres VCSEL são bastante mais baratos. A divergência do feixe dos laseres de emissão longitudinal é maior do que a divergência do feixe dos laseres VCSEL. Os laseres semicondutores têm duas estruturas de emissão: emissão longitudinal e emissão vertical ('vertical cavity surface emitting laser' VCSEL). Este tipo de material é muito utilizado na transmissão em fibras ópticas a longas distâncias. Estruturas de emissão O caso mais clássico do laser díodo é o caso da homojunção. necessitam de uma potência baixa necessária para a emissão e a divergência do feixe é menor do que os laseres de emissão longitudinal.Laser díodo comprimento de onda). isto é. junção 'p-p-n'. Os três tipos de materiais discutidos são baseados nos semicondutores III-V. O nitreto de gálio deve ser o semicondutor mais importante a seguir ao silício. No entanto esta junção confina a zona activa do laser a uma região do espaço relativamente grande em comparação com a heterojunção. O Blu-ray consegue armazenar cerca de 20 gigabytes recorrendo a esta zona do espectro fazendo com que este material tenha um futuro garantido a curto e médio prazo. Na primeira a luz é emitida na direcção perpendicular à junção p-n enquanto que na segunda a luz é emitida ao longo da direcção da junção p-n. A emissão dos laseres longitudinais é feita elipticamente com consumo de potência da mesma ordem de grandeza da potência emitida (cerca de 100 mW). A emissão dos laseres VCSEL é feita circularmente com consumo de potência de cerca de 10 mW e emissão de cerca de 2 mW. isto é. numa zona p. Como foi dito o selenieto de zinco é o único semicondutor do tipo II-VI e produz luz na zona do azul e do verde (460 nm .55 59 ). A limitação da zona activa numa região mais pequena do espaço no caso da heterojunção deve-se ao facto dos portadores estarem limitados em ambos os lados da região activa pelas Diagrama de uma estrutura VCSEL barreiras da heterojunção enquanto que os portadores na homojunção podem mover-se fora da zona activa onde a recombinação radiativa ocorre. O custo da produção dos laseres VCSEL é 100 vezes menor do que o custo dos laseres de emissão longitudinal e a velocidade de transmissão de dados dos laseres de emissão longitudinal é bastante maior do que a velocidade de transmissão dos laseres VCSEL. Como o comprimento de onda é pequeno na gama destes dois últimos materiais os efeitos quânticos têm de ser tomados em conta e a teoria dos poços quânticos tem de ser considerada para tratar o dispositivo devidamente. Na heterojunção temos uma zona activa entre os lados n e p extremo.

As cavidades utilizadas para este efeitos são as cavidades de Fabry-Perot. etc. A utilização desta tecnologia está em quase toda a electrónica actual. onde n é o índice de refracção da zona activa. é o comprimento de onda pretendido para a monocromatização da onda no meio activo e m refere-se à onda propriamente dita. Em telecomunicações o laser díodo é usado para enviar sinais ópticos nas fibras ópticas. Aplicações na tecnologia O laser díodo é o tipo de laser mais comum na tecnologia actual. Pretende-se que a radiação seja emitida na direcção longitudinal. Como os semicondutores são relativamente baratos (por serem mais abundantes) em comparação com os materiais de outras tecnologias. É de referir que não é utilizado o silício como matéria prima dos laseres pelo facto da emissão espontânea e estimulada serem mais promovidas por processos de geração e recombinação directos em vez de indirectos como acontece no silício. Existem dois modos possíveis: a camada metálica dos extremos só existe por cima da zona activa. O comprimento longitudinal da cavidade (zona activa) será dado então por: . A radiação fica confinada na zona activa ocorrendo reflexões totais para certos ângulos maiores que o ângulo critico dado pela lei de snell pelo facto do índice de refracção no interior da zona activa ser maior que o índice de refracção dos lados p e n. Em 2004 este tipo de laser superou as 733 milhões de vendas em comparação com as 130 mil vendas de outros tipos de laseres. leitores de códigos de barras. É este tipo de cavidade que permite que a radiação fique confinada no meio activo de tal modo que possa estimular decaimentos electrónicos. O facto de não necessitar de grande manutenção como outros tipos de laseres como o laser gasoso (troca de gases periodicamente) faz com que tenha mais uma vantagem em relação aos outros. laseres de cirurgia. Uma característica importante nestas heterojunções reside no modo em que a corrente eléctrica passa por elas. O material mais usado para as heterojunções do lado n e p no extremo são o e para o meio activo p. A espectroscopia de absorção laser também utiliza este tipo de tecnologia. Os leitores de CDs e DVDs usam laseres díodos na zona do infravermelhos e vermelho do espectro enquanto que os leitores de HD DVD e Blu-ray utilizam-na na zona do violeta e ultravioleta. O funcionamento dos laseres com estrutura VCSEL é diferente deste último descrito por necessitar do tratamento quântico. deposição de uma camada isolante fora da zona activa e posterior deposição da camada metálica. podemos dizer que o díodo laser é o dispositivo mais competitivo no mercado electrónico. . scanners. As dimensões também colocam o laser díodo entre os laseres favoritos nos nossos dispositivos electrónicos (actualmente menores do que o milímetro). Quanto à direcção longitudinal teremos de estudar uma cavidade óptica capaz de emitir radiação numa banda do espectro Emissão longitudinal numa heterojunção muito pequena (radiação quase monocromática).Laser díodo 60 Exemplo do laser com estrutura de emissão longitudinal A corrente é estabelecida pelo contacto metálico da heterojunção. Apontadores lasers vermelhos e verdes também são fabricados com base nesta tecnologia semicondutora assim como as impressoras a laser.

12 (2004) Ligações externas • http://www.britneyspears. (a) 201. stat.repairfaq. Cambridge University press. Bergh. phys. Cambridge (2004). Joseph T. No.Laser díodo 61 Ver também • • • • Laser Diodo Semicondutor Junção p-n Bibliografia • Silfvast. ideal para que ocorra o movimento ordenado. lasers fundamentals. característica que facilita a perda de elétrons. . William T. Prentice Hall.htm Material condutor Material condutor é um elemento de baixa resistividade específica. São geralmente empregados na fabricação de fios pois dissipam pouca quantidade de energia por efeito Joule.. Blue laser diode (LD) and light emitting diode (LED) applications. sol.576-596 • Verdeyen.ac/physics/fplasers/fplasers. p.org/sam/laserdio. New Jersey (1981) • Arpad A.imposição a passagem de corrente elétrica..htm • http://www. Essa propriedade é comum nos metais e pode ser explicada pela suas eletropositividades. formando objetos de pouca resistência elétrica . Laser electronics.

Medidas eletrônicas 62 Medidas eletrônicas As unidades usuais para medidas eletrônicas. X ρ P C Corrente elétrica Carga elétrica Densidade de fluxo elétrico Diferença de Potencial Fluxo de campo elétrico [2] [1] ampere (SI base unit) coulomb A C A = W/V = C/s A·s A·s·m−2 J/C = kg·m²·s−3·A−1 kg·m³·s−3·A−1 V/m = kg·m·s−3·A−1 V/A = kg·m²·s−3·A−2 kg·m³·s−3·A−2 V·A = kg·m²·s−3 C/V = kg−1·m−2·A²·s4 V/C = kg·m²·A−2·s−4 kg−1·m−3·A²·s4 Ω−1 = kg−1·m−2·s³·A² kg−1·m−3·s³·A² A·m−1 V·s = kg·m²·s−2·A−1 Wb/m² = kg·s−2·A−1 kg−1·m−2·s²·A² Wb/A = V·s/A = kg·m²·s−2·A−2 kg·m·s−2·A−2 - coulomb por metro quadrado C/m² volt volt · metro newton por coulomb V V·m N/C Ω Ω·m W F F−1 F/m S S/m A/m Wb T A/Wb H H/m - Intensidade de campo elétrico Resistência elétrica. ΦD D V ΦE E R. elétricas e eletromagnéticas. Impedância. Y. Admitância. de acordo com o Sistema Internacional de Unidades. Susceptância Condutividade Densidade do fluxo magnético Campo magnético Densidade do fluxo magnético Relutância L μ χm Indutância Permeabilidade Susceptibilidade Magnética . Unidades Elétricas SI Símbolo Grandeza Unidades Derivadas Unidade Unidade Base I q. Reatância Ohm resistividade Potência elétrica Capacitância Elastância Ohm · metro watt farad reciprocal farad farad por metro (adimensional) siemens siemens por metro [3] ampère por metro weber [4] tesla ampere por weber henry henry por metro (adimensional) ε χe G. estão listadas no quadro abaixo. Z. B σ H ΦB B Permissividade Susceptibilidade elétrica Condutância.

mas são sutis e não são dominantes em seu comportamento. ed.html) Memristor Um memristor (do inglês "memory resistor" ou. tensão. em português.IEV) (IEV . Não existe. O memristor é considerado o quarto componente eletrônico passivo.[3] [4] [5] Esses componentes já estão sendo desenvolvidos para aplicações em memórias nanoeletrônicas e arquiteturas de computadores neuromórficos. Um memristor linear e invariante ao tempo é simplesmente um resistor convencional. 1.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-19. ed. ed. [2] Não há nome da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) para esta quantidade.às vezes. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary .IEV) (IEV -(IEV -. [3] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 61000-4-23. um memristor genérico: cada memristor pode ser desenvolvido para desempenhar uma determinada função não-linear entre a integral da tensão e a integral da corrente. indutor e capacitor. ed.Norma IEC 60050) e tem o número IEV 121-11-56.0 (2004-11).[2] Chua extrapolou a simetria conceitual que existe entre resistor. conhecida como memresistance (em português. 1.0 (2005-02). No dia 30 de abril de 2008. Essa função. 1.org/obp/electricCircuits/) • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www.0 (2005-02). [4] Este termo foi estabelecido por acordo internacionale sua definição foi publicada pela Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) nas publicações IEC 62226-1. Alguns memristores específicos provêm resistência controlável.IEC) na publicação IEC 62209-1. TEsta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . tais como baterias ou varistores também apresentam características de memristores. A densidade dessa quantidade é a Força do campo Elétrico. o memristor é não-linear e pode ter forma de grande variedade de funções de carga variáveis ao tempo.[1] A teoria do memristor foi formulada Leon Chua num artigo de 1971. é similar à uma função de resistência variável. a definição do memristor pode ser dada por variáveis fundamentais da Eletrônica.0 (2004-11) e IEC 62209-1. Outros cientistas já tinham previsto características não-lineares similares aos do memristor. assim. Usando técnicas de nanotecnologia. mas a teoria de Chua foi a primeira a criar generalização do conceito.ibiblio. construíram uma matriz de memristores num finíssimo filme de dióxido de titânio. de Intensidade de Fluxo Magnético. o capacitor e o indutor. Esta quantidade é extraoficialmente chamada. 1. Da mesma forma que para o resistor.0 (2000-10) e IEC 62226-1.IEV) Norma IEC 60050) e tem número IEV 121-11-40. Esta quantidade está definida no Vocabulário Eletrotécnico International (Electrotechnical Vocabulary . Alguns componentes eletrôncios. No entanto.Medidas eletrônicas 63 Ver também • • • • Sistema Internacional de Unidades metro ampère segundo [1] Esta expressão foi estabelecida por acordo internacional e sua definição pela Comissão Eletrotécnica Internacional (International Electrotechnical Commission . ao contrário dos outros três elementos que são lineares e invariantes ao tempo. Esta quantidade é também chamada historicamente como Indução Magnética. tais como corrente. carga elétrica e fluxo magnético. memresistância). mas não estão disponíveis comercialmente.[6] . uma equipe dos laboratórios da HP anunciaram a construção de um memristor. ed. Bibliografia • (em inglês) Lições em Circuitos Eletrônicos (http://www. e inferiu a existência do memristor como um componente fundamental na teoria dos circuitos.ibiblio. 1. resistor com memória) é um componente eletrônico passivo de dois terminais que mantém uma função não-linear entre corrente e tensão.org/obp/electricCircuits/Ref/REF_1. mas ela é comumente usada.

Se M(q(t)) é constante. como por exemplo sob corrente alternada. . Assim. então obtemos a Lei de Ohm R(t) = V(t)/ I(t). pois q(t) e M(q(t)) variam com o tempo. dado que a carga permeça invariável. uma corrente maior que zero implica numa carga q variante com o tempo. constata-se a mesma dependência linear entre V e I: não se verifica grande variação de carga no memristor. Memristor symbol. A potência característica do memristor é calculada da seguinte forma: Assim é que.Memristor 64 Teoria O memristor é formalmente definido[2] como um elemento elétrico de dois terminais no qual o fluxo magnético Φm entre seus terminais é função do total de carga elétrica q que passa pelo componente. obtemos: Essa equação mostra que a memória-resistência define uma relação linear entre corrente e tensão. Cada memristor é caracterizado por uma função que descreve a variação do fluxo magnético com a carga. enquanto que carga elétrica a integral da corrente no tempo t. Se I(t) = 0. Evidentemente. no entanto. Reescrevendo a equação. Se M(q(t)) aumenta rapidamente. Dessa forma. a equação não equivalente à lei invariante de resistência. podemos escrever a equação anterior de forma mais adequada: Disso pode-se inferir que a memória-resistência é uma resistência elétrica dependente da carga.. Pela Lei de Faraday. No caso de corrente alternada. o memrsitor parecerá um simples resistor. notamos que fluxo magnético é simplesmente a integral da tensão no tempo t. o memrsitor permanece estático se não houver corrente. temos V(t) = 0 e M(t) é constante.[7] . quando M(q(t)) varia pouco. corrente e potência tenderão à zero. Essa é a essência do efeito memória-resistência. Se M(q(t)) é não-trivial. contudo.

html). Nature 453: 42–43. 1109/ TCT. Nature 453: 80–83. Tal componente é uma junção entre a capacidade resistiva dos resistores e a memorização das memórias. . Dmitri B. 1971. ieee. visitado em 2008-04-30 [7] Knoepfel. 37. Se o circuito é composto de CEPs passivos. . doi. 1083337). com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ nature06932. newscientist. Eq. com/ news128786808.In the very special case where the memristor Φ-q curve is a straight line. "Memristor—The Missing Circuit Element" (http:/ / ieeexplore.. doi. 511: . [5] Marks. doi: 10. Heinz (1970). physorg. "The missing memristor found" (http:/ / www.1971.1038/453042a (http:/ / dx. Snider. então a corrente total é igual à soma de componentes do fluxo devido a cada dispositivo. org/ xpls/ abs_all. em termos de potencial de campo elétrico ganho ao redor de um solenóide (força eletromotriz) equivale a derivada negativa do fluxo através do solenóide: Essa noção pode ser estendida por analogia para um simples componente eletrônico passivo (vamos chamar de CEP pra facilitar). [3] Tour. nature. Ver também • • • • • • • • • • DRAM SRAM SIMM DIMM SO-DIMM SDR SDRAM DDR SDRAM DDR2 DDR3 Memória ROM • Memória cache • Memória flash .1038/nature06932 (http:/ / dx. IEEE Transactions on Circuit Theory CT-18 (5): 507–519. Leon O (September 1971). Physorg. org/ 10. Pulsed high magnetic fields. conclui-se que pode ser facilmente calculado. p. 1038/ nature06932). doi. Stewart. corrente magnética Φm tipicamente se relaciona à Lei da Indução de Faraday. org/ 10. html). Paul (2008-04-30). [1] Chua 1971. pp. doi: 10.. Duncan R. por exemplo por um amplificador operacional configurado como um integrador. com/ nature/ journal/ v453/ n7191/ full/ 453042a. [2] Chua.1083337 (http:/ / dx.com..1109/TCT. Williams. Gregory S. um solenóide de fio simples com baixa resistência terá alta articulação de corrente para um campo aplicado à medida que uma pequena corrente é "induzida" na direção oposta. . onde a voltagem.. He.80). nature.Memristor' (http:/ / www. Voltagem para dispositivos passivos são avaliadas em termos de energia "perdida" por uma unidade de carga: Observando que Φm é simplesmente igual à integral do potencial perdido entre dois pontos. com/ news/ latest/ showArticle. visitado em 2008-04-30 See also: Researchers Prove Existence of New Basic Element for Electronic Circuits -. visitado em 2008-04-30 [6] 'Missing link' memristor created (http:/ / www. New York: North-Holland. [4] Strukov. (2. . doi: 10. com/ article/ dn13812-engineers-find-missing-link-of-electronics. jsp?arnumber=1083337). Engineers find 'missing link' of electronics (http:/ / technology. Stanley R (2008). eetimes. Por exemplo. 2008-04-30. 1038/ 453042a). James M. EETimes. org/ 10. the memristor reduces to a linear time-invariant resistor.Memristor 65 Fluxo magnético em um componente eletrónico passivo Na teoria do circuito. New Scientist. html). "Electronics: The fourth element" (http:/ / www. Tao (2008). html). jhtml?articleID=207403521). 2008-04-30.

• Notícia: Inovação Tecnológica .net/noticias/ 2010-09/memristor-producao-massa. pois não existe filtro capaz de filtrar uma onda quadrada.br/info/2433-memristor.Memristor (Inovação Tecnológica) (http://www. Permite a modulação do sinal através da discretização das amplitudes do sinal modulante. • Notícia: Memristor. e modulação de código de pulso. Produção em massa (Guia do Hardware) (http://www. Para que isto ocorra é preciso preparar o trem de pulsos de modo que este produza uma amostragem do sinal de acordo com o teorema de amostragem.com. No entanto a equação é a seguinte: • f ≥ 2. Essa modulação é feita multiplicando-se o sinal modulante por um trem de pulsos da portadora.br/ noticias/noticia.Memristor • • • • GDDR Memória bolha RAM-CMOS CPU 66 Ligações externas • Memristor (Baixaki) (http://www.htm). wordpress. consiste em uma onda quadrada. Ao recuperar ou demodular o sinal modulado é obvio que se pretende obter a informação do sinal original.baixaki.fm + G Onde: f = freqüência de amostragem. fm = máxima freqüência e G = constante que produz a banda de guarda.html). Seguindo este teorema temos a garantia de que a informação do sinal será recolhida sem nenhum dano.com/2010/09/15/reram-–-a-proxima-geracao-de-memorias-e-cpu’s/). . mas não com perda de inteligibilidade. • Artigo: ReRAM . Também chamado de Teorema de Nyquist este diz que a freqüência de amostragem deve ser duas vezes a máxima freqüência do sinal modulante. Esta informação pode ser obtida com perda de qualidade. php?artigo=memristor--cientistas-comprovam-existencia-do-quarto-componente-eletronico-fundamental).com.inovacaotecnologica. Modulação por amplitude de pulso Modulação por amplitude de pulso é uma forma de controle de um pulso elétrico.guiadohardware.A próxima geração de memórias e CPUS (Brainstorm de TI) (http://brainstormdeti. O trem de pulsos é o sinal da portadora. Este tipo de modulação é de uso muito raro e o superado por outras tecnologias tais como a modulação de posição de pulso. Mas na prática é preciso uma banda de guarda.

devido a suas transições rápidas serem aplicáveis para o trigger de circuitos de lógica síncrona em intervalos de tempo precisos. as ondas quadradas contêm uma grande faixa de harmônicas. que podem ou não incluir o zero. as senóides são utilizadas como referência de tempo ao invés das ondas quadradas. Entretanto. Artefatos pulsantes em ondas quadradas não ideais podem ser demonstrados como relacionados a este fenômeno. Para evitar este problemas em circuitos muito sensíveis tais como conversores analógico-digitais de precisão. Em situações práticas as ondas quadradas possuem apenas larguras de banda finitas. Elas são utilizadas como referências de tempo em "sinais de clock (relógio)". que utiliza o fator sigma de Lanczos para auxiliar a sequência a convergir mais suavemente. Em termos musicais. Origens e usos As ondas quadradas são universalmente encontradas nos circuitos de chaveamento digitais e são naturalmente encontradas em dispositivos lógicos de dois níveis. ou efeitos de oscilação (ripple) similares aos da aproximação sigma. Isto é impossível de ser obter nos sistemas reais. Utilizando a série de Fourier pode-se escrever uma onda quadrada ideal como uma série infinita da forma Uma curiosidade da convergência da representação através da série de Fourier para a onda quadrada é o fenômeno de Gibbs. e são utilizadas como base para sons de instrumentos de sopro criados através da síntese subtrativa. . Análise da onda quadrada Em contraste com a onda dente de serra. a onda quadrada contém apenas as harmônicas inteiras ímpares. a qual contém todas as harmônicas inteiras. elas são comumente descritas como contendo um som oco. e comumente exibem efeitos de pulsação similares aos observados no fenômeno de Gibbs. O fenômeno de Gibbs pode ser evitado através do uso da aproximação sigma. visto que isto necessitaria de uma largura de banda infinita. Uma onda quadrada ideal alterna regularmente e instantaneamente entre os dois níveis. Uma onda quadrada ideal requer que o sinal mude do estado baixo para o estado alto de maneira limpa e instantânea.Onda quadrada 67 Onda quadrada Uma onda quadrada é uma forma de onda básica encontrada frequentemente nas áreas da eletrônica e do processamento de sinais. e estas podem gerar radiação eletromagnética ou pulsos de corrente que podem interferir em circuitos próximos. causando ruídos ou erros.

e se o sistema estiver com amplificação excessiva. O nível médio de uma onda quadrada também é dado pelo duty cycle. tais como 5% e 95%. Nestes casos.Onda quadrada 68 Para uma aproximação razoável do formato da onda quadrada. -1 quando a senóide for negativa. com a quinta harmônica sendo desejável. ele irá oscilar entre os níveis superiores e inferiores antes de se estabilizar. as quais são equivalentes exceto no ponto das descontinuidades: Ela pode ser definida simplesmente como o sinal de uma senóide: que será 1 quando a senóide for positiva. O tempo necessário para que o sinal passe do nivel inferior para o nível superior é chamado de rise time (tempo de subida) e o tempo necessário para o sinal retorne ao nível inferior é chamado de fall time (tempo de descida). A razão entre o período de pico e o período total da onda quadrada é chamada de duty cycle. pois eles podem exceder os limites elétricos do circuito). Estes requerimentos de largura da banda são importantes na eletrônica digital. uma onda quadrada ideal possui uma transição instantânea entre os níveis alto e baixo. tendo períodos de pico e vale iguais. Se o sistema estiver com atenuação. Ele também pode ser definido de uma forma descontínua: quando . de modo que variando os períodos de pico e vale e então calculando a média da forma de onda. ou 10% e 90%. Um onda quadrada real possui um duty cycle de 50%. Características das ondas quadradas imperfeitas Como visto anteriormente. os tempos de subida e descida são medidos entre níveis intermediários especificados. Esta é a base da modulação por largura de pulso (PWM). é possível representar qualquer valor que esteja contido entre dois limites. Ela também pode ser definida com respeito à função de passo Heaviside u(t) ou à função retangular ⊓(t): T é 2 para um duty cycle de 50%. a forma de onda pode nunca atingir os níveis de superiores e inferiores teóricos. devido às limitações físicas do sistema que gera a forma de onda. isto nunca é obtido. aonde aproximações analógicas com largura de banda finita são Animação da síntese aditiva de uma onda quadrada com um número crescente de utilizadas para gerarem formas de onda harmônicas. A partir dos tempos de subida e descida da forma de onda é possível calcular a largura de banda da mesma. (Os pulsos de transição são um fator importante neste caso. Outras definições A onda quadrada possui outras definições. semelhantes à da onda quadrada. Na prática. e 0 na descontinuidade. ao menos a harmônica fundamental e a terceira harmônica devem estar presentes.

Pode ser integrado a sistemas. triangulares e dente de serra Painel Eletrônico Painel Eletrônico é um dispositivo que exibe informações através de Leds.Onda quadrada 69 Ver também • • • • • • Função retangular Onda seno Onda triangular Onda dente de serra Forma de onda Som Formas de onda das ondas senóides. Mercado Financeiro. Controle de tráfego. quadradas. É considerado o futuro da mídia Indoor e Outdoor em comunicação visual com mensagens variáveis. passando imagens de varias empreas em pontos estrategicos aoar livre ou seje no exterior de um determinado lugar. o que abre um leque enorme de opções. podem tambem ser chamados de triedros. Ele pode ser em digital ou impresso. É muito utilizado em Hospitais (Sistema de Senhas). Controle de Atendimento e de Estoque. Geralmente é utilizado para informar o público-alvo com informações variáveis. .

Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hoe . conhecidos como parâmetros h servem para caracterização de quadripolos.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hre .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRE .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFE . podem ser vistos da seguinte forma: • • • • h11 .Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • hie .Transcondutância de Saída em Siemens [S] No caso dos transistores bipolares. estes parâmetros são representados de forma ligeiramente diferente.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOE .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRB .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFB .Ganho inverso de tensão (adimensional) h21 . mas com o mesmo significado. Temos assim: • Montagem Emissor Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIE .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Base Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIB .Ganho estático de corrente (adimensional) • HOB .Impedância de Entrada em Ohms [Ω] h12 .Parâmetros híbridos 70 Parâmetros híbridos Os parâmetros híbridos. Nesse caso. Quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2. a tensão elétrica da porta 1 (V1) e a corrente da porta 2 (I2) são dados em funções da corrente elétrica da porta 1 (I1) e da tensão da porta 2 (V2) ou vice-versa.Ganho de corrente (adimensional) h22 .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfe . analogamente. onde Que.

Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] hrc . saída e ganhos do sinal (corrente alternada ou sinais fracos).Ganho dinâmico de corrente (adimensional) hoc . Cálculo de impedância de entrada. Em alguns livros aparecem as seguintes analogias: • • • • HFE <=> βcc HFB <=> αcc Hfe <=> β Hfb <=> α .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] • Montagem Colector Comum • Parâmetros estáticos (ou de corrente contínua): • HIC .Transcondutância dinâmica de Saída em Siemens [S] 71 Alguns autores.Ganho estático de corrente (adimensional) • HOC . designam os parâmetros estáticos também como parâmetros em regime de sinais fortes e os parâmetros dinâmicos como parâmetros em regime de sinais fracos.Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) hfc .Ganho dinâmico inverso de tensão (adimensional) • hfb .Ganho dinâmico de corrente (adimensional) • hob . tem a ver com o facto de o projecto de um circuito electrónico passar por duas fases: 1. A razão destas designações alternativas.Impedância dinâmica de Entrada em Ohms [Ω] • hrb .Impedância estática de Entrada em Ohms [Ω] • HRC .Parâmetros híbridos • hib . 2.Transcondutância estática de Saída em Siemens [S] • Parâmetros dinâmicos (ou de corrente alternada): • • • • hic .Ganho estático inverso de tensão (adimensional) • HFC . Cálculo das tensões e correntes de polarização e do ponto de funcionamento em repouso (PFR) (corrente contínua ou sinais fortes).

PSD's tetra laterais fornecem leituras não lineares de posição. eles apresentam menores correntes de escuro (em inglês dark current) e possuem rápida resposta comparativamente com o PSD’s duo laterais. • PSD's de efeito lateral (lateral-effect PSD's): São fotodiodos que constituem de um único elemento planar difuso sem espaçamentos.Polarização direta 72 Polarização direta A polarização direta de um diodo. PSD's de efeito lateral Existem duas topologias de PSD's de efeito lateral: duo laterais e tetra laterais. PSD unidimensional A posição do feixe de luz incidindo a uma distância x do centro do PSD pode ser calculada através da seguinte relação O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir . Position sensitive device O termo PSD. Em PSD's duo laterais. A fotocorrente é dividida entre os dois contatos de cada camada em função da posição do feixe que ilumina o dispositivo. no entanto. Este tipo de PSD provê leitura direta da posição do feixe de luz. PSD's segmentados Um feixe de luz gera fotocorrentes em todos os segmentos iluminados. do inglês Position Sensing Device refere-se a dispositivos de sensoriamento de posição. ocorre somente quando a corrente elétrica passa pelo ânodo na sua forma positiva e após este estágio passa pelo cátodo negativo. Existem duas famílias de PSD's: • PSD's segmentados (segmented PSD's): São fotodiodos produzidos em substratos comuns e divididos em dois ou quatro segmentos separados por lacunas. sendo uma no topo (translúcida) e outra na base do dispositivo. o dispositivo é construído com uma ou duas camadas resistivas. logo a fotocorrente é divida em duas ou quatro partes (PSD's unidimensionais e PSD's de duas dimensões respectivamente). Em PSD's tetra laterais existe apenas uma única camada resistiva.

Position sensitive device 73 PSD duo lateral 2D A posição do feixe pode ser calculada através de e O modelo elétrico para este modelo de PSD é apresentado na figura a seguir .

Função potência O sinal de audiofrequência na saída de um canal de amplificador de audiofrequência é. apresentam formas características. valor de pico.com/assets/pdf/catsandguides/ psd_technical_information. por isso. é a potência elétrica transferida de um amplificador de audiofrequência para uma ou mais unidades de saída. usualmente variável.pdf) Potência de áudio Potência de áudio. agora. Expressa-se. em decorrência das variações (modulações) havidas no conteúdo previamente convertido. não tem sentido em análise energética. Pelo fato de referir-se a ondas e sinais comumente complexos em forma de onda. chamadas sonofletores ou altofalantes. mede-se naturalmente em watts. A razão desta para aquela é o rendimento energético do sistema sonofletor de conversão. Contudo. corretamente. conversoras. valor de pico-a-pico e outros. Potência de áudio é medida em unidades de potência. tipicamente variáveis no tempo. em equipamentos de áudio fabricados. em seu aspecto gráfico plano. É a medida em potência do sinal de áudio anteriormente convertido em sinal elétrico (eletrônico) e. o que. podem ser também descritas por alguns indicadores característicos: valor médio. como para a potência e a energia. contudo. tanto para a tensão e para a corrente. usa-se avaliá-la por meio de descritores de onda: valor médio. para os fins de utilização específica (audição). Também se lhe atribui um valor eficaz (ou RMS). valor de pico. No Sistema Internacional de Unidades. valor de pico-a-pico ou amplitude total . quer no de espectro de frequências. ditas formas de onda e podem ser analisadas completamente com o auxílio de transformadas de Fourier. É importante distinguir potência elétrica de aúdio (ainda presente nos circuitos eletrônicos) de potência acústica de áudio.Position sensitive device 74 Referências • Operating Principle and Features of PSD (http://sales. reconvertido ou recuperado na forma sonora. Tais funções.hamamatsu. quer no modo analítico. por funções de onda complexa (compostas de várias frequências).

75 Cálculos de potência Como a potência de uma forma de onda em CA varia com o tempo. todavia. em realidade. Não se deve esquecer que. parte da energia é convertida ("degradada") em energia térmica (calor). finalmente. há interveniência entrópica e. Esta expressão é. múltiplas. Os descritores de potência referidos (inclusive as eficiências) são importantes tanto na definição e especificação por parte de projetistas e de técnicos de audiofrequência. com efeito. de imediata utilidade para análises de energia.Potência de áudio etc. desta para energia mecânica não sonora e. pode-se adequadamente medi-la (e a potência de áudio por ela representada) por meio do valor médio — a potência média. como na escolha por parte do cliente. quando a potência p(t) é dada pela função Para uma carga puramente resistiva. Contudo. potência média. e. Isso é quantificado pela apuração do parâmetro eficiência em cada um dos estágios. já que: que permite calcular a energia envolvida num intervalo de tempo acima. dada pela fórmula:[1] Um gráfico de potência instantânea versus tempo para uma forma de onda de potência com valor de pico P0 e valor médio Pmed. Em todas essas conversões. o valor assim calculado é de uma potência média: . é um equívoco conceitual. no processo de conversão de energia elétrica na saída de um amplificador de aúdio para um dado alto falante. embora normatizado como tal. O que se chama de potência RMS na prática é. baseada nos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. precisa ser esclarecido. para energia sonora audível. concomitantes e sucessivas conversões acham-se presentes: de energia elétrica para energia eletromagnética. À potência. Um equívoco chamado Potência RMS . uma equação simplificada pode ser usada. assim. usa-se ainda associar-lhe um valor dito "potência RMS de aúdio". O valor de pico pode ser identificado com o valor PMPO. Isso. desta última. Pmed..

Também nesse caso calcula-se uma potência média. Com efeito. os termos "potência RMS" e watts RMS são erroneamente empregados para descrever valores de potência que são potências médias. pelo demonstrado. em caso de medição com osciloscópio. com fonte de alimentação de 12 V pico-a-pico. o que.[3] Se esse sinal é senoidal. não há uso justificável de "potência RMS" em cálculos energéticos. a rigor. RMS e PMPO Aparelhos de som exibem. com uma onda quadrada. o que se denomina praticamente "potência RMS" é. será algo maior. seu valor RMS é 6 V × 0. • Um exemplo de cálculo Um amplificador push-pull de eficiência 100%. como claramente o há para potência média.5 watts. é mais fácil. no uso corrente. Pode-se aferir a magnitude dessa saída por meio de valores de potência média. aplicada na carga de 8 Ω prover-lhe-á uma potência de: Pméd = (4. bem como do fator de potência (cos φ)). analisadores de espectro de frequência etc. valores de potência sonora variáveis. pode ser comprovado experimental ou empiricamente. a potência pode ser calculada a partir do valor de pico da forma de onda de tensão (que. Efetivamente. "potência média". Se esse sinal for aplicado a um altofalante de 8 Ω (ver Impedância elétrica. expressa-se a potência média em funçao dos valores RMS das formas de onda da tensão e da corrente. porém em casos especiais. em realidade. Para tanto utiliza-se a seguinte expressão reportada ao valor de pico (que é equivalente à escrita em função dos valores RMS): Essa aproximação é válida ao se considerar um altofalante como sendo uma carga puramente resistiva. alem de demonstrado matematicamente. em valor de pico instantâneo. em valor médio. logo de utilidade prática. tão-só (e corretamente) uma potência média. voltimétros. o produto de uma tensão eficaz (RMS) por uma corrente eficaz (RMS) não resulta uma potência eficaz (RMS). senão. Também se lhe podem associar valores de capacitância ditos "parasitas" (pois que não essenciais). . por exemplo.242 V)2 / 8 Ω = 2.707 = 4. pode transferir um sinal de valor de pico de 6 V. pois. este carece de significado prático. pois resulta do produto de valores RMS de corrente e de tensão.242 V(RMS). Isso varia com a forma de onda: com sinais musicais. em função da variação do que está sendo transferido e reproduzido. que é a melhor aproximação elétrica ideal para um altofalante real. Essa tensão (o sinal). Tem-se: 76 Assim. impropriamente dito RMS. um amplificador especificado como "100 watts RMS" produz em realidade precisamente 100 watts em potência média! Isso. Embora se possa calcular matematicamente um valor RMS para a potência. Usa-se também apresentá-la num valor dito "potência eficaz" ou "potência média quadrática" (RMS. produzirá uma potência de valor dado por: Ppico = (6 V)2 / 8 Ω = 4. imediato e intuitivo de apurar). amperímetros. Contudo. a potência real total pode ser menor.). Tal confusão ainda é frequente até entre especialistas na área.25 watts. por meio de medições com equipamentos adequados (osciloscópios. não é verdadeiro.[2] No caso de um tom senoidal em regime permanente (não necessariamente musical) aplicado a uma carga puramente resistiva. pelo fato de ser constituído por bobinas. Assim. apresenta necessariamente as características tanto de um resistor.Potência de áudio Ao se considerar uma carga resistivo-indutiva (RL).[4] Médio. como também de um indutor. por canal de saída de áudio. bem como da própria resistência da carga em questão. do inglês Root Mean Square). conforme já foi demonstrado em detalhes acima.

Embora um valor PMPO inegavelmente seja uma figura de mérito útil na apreciação das carcterísticas de saída por canal de áudio. expressão correta e exata para o valor RMS de 77 p(t) (potência RMS). • Curvas "potência versus tempo" Para se apreciar adequadamente a feição da potência de áudio numa dada saída. o profissional especializado em áudio (e. Um valor médio aceitável para essa razão. Na verdade — e a bem do rigor — devem-se examinar famílias de curvas características tais. será preciso recorrer à curva característica "Potência versus tempo". como é comum — conquanto equivocado e errôneo. muito menos única. se desejar. é 10. havidos em intervalos de tempo mínimos e não contínuos numa dada saída de áudio. Fabricantes de sistemas de áudio utilizam esse termo (PMPO) com especial ênfase por razões bastante óbvias: querem indicar um aparelho de potência (contínua ou firme) mais elevada. linear. também o usuário leigo) poderá extrair. acham-se razões PMPO / RMS (entenda-se corretamente PMPO / Pméd) entre 5 e 20. uma para cada frequência de uma série normatizada. é importante esclarecer que ainda não é uma medida padronizada e é muito utilizada para fins de marketing. numa certa medida. entre o valor PMPO e o valor médio (ou entre o valor PMPO e o valor RMS. incrementando maior colocação no mercado notadamente junto ao público consumidor leigo. não havendo uma relação definida. sonoras) próprias. Também poderá o fabricante apresentar curva característica para alguns sinais normalizados de gêneros musicais bem definidos. o que tem um apelo ou significado mercadológico (ou de marketing) muito expressivo. com o intuito de divulgar potências exageradamente altas. pois — e conforme expressamente afirmado — pode-se definir e calcular sobre uma função de potência periódica p(t). assim. Um comportamento assim realizado estará. de período T. usa-se também apreciar os valores intantâneos máximos (ou de pico): são os valores PMPO. impropriamente dito RMS. Seu uso não é recomendado.Potência de áudio Assim. Até porque cada equipamento tem características eletrônicas (e. preferindo-se o valor de potência médio. que mais se assemelha a um estalo. pois expressam uma potência que o aparelho pode fornecer em intervalos de tempo muito curtos. sem utilidade. consequentemente. de informações tendenciosas e escassamente significativas sob a ótica técnica. porém sem qualquer aplicação prática. o comportamento em situações de pico. Entre especialistas. Desse modo. por si só. pois. portanto. Por permitir apreciação completa das características de resposta em potência nas situações citadas. as curvas "potência versus tempo" fornecerão elementos valiosos tanto para projetos de áudio quanto para diletantismo pessoal. Com efeito. a potência PMPO não representa a capacidade do aparelho em funcionamento normal. em potência e em tempo. entre os equipamentos de tecnologia atual. contudo não representa. Além disso. Valores PMPO (Peak Music Power Output) refletem apenas valores instantâneos de potência. tal termo é conhecido com o seu real significado e. tão curto que é impossível distinguir o som reproduzido. um valor eficaz dado por: . quando não se dispõe de informação do fabricante. pelo já exposto — se apresentar). Sob o aspecto normativo. toda a "capacidade de potência" dessa saída. livre de apelos apenas mercadológicos e. Por vezes. De posse dessa informação. apresenta a conveiente utitidade despida de apelos secundários. .

A análise de Fourier de ambas as funções de onda. Física. • HAYT & KEMMERLY. aerodinamica. Alto-falantes . dita série de Fourier. ac. π]. google.Richard Vawter [2] epanorama. de potência e de energia.. Circuitos Elétricos. permite expressá-las da forma seguinte: expressão em série.Potência de áudio 78 Ondas complexas Sistemas de audiofrequência usualmente operam com sinais representados por ondas complexas de tensão. imprescindível. na qual. net/ artigos/ apostila_cx/ apostila6. respectivamente.242 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. São Paulo (SP.). 1971.t). htm • ABNT. ao serem multiplicados os vários pares. com/ search?q=(6+ V)^2+ / + 8+ ohms) [4] Google Calculator: (4. epanorama. 1974. realizada a superposição dos vários sinais componentes dos sinais complexos originais de tensão e de corrente. • EDMINISTER. Teoria e Problemas Resolvidos. todos os produtos indicados [V . Os desenvolvimentos em série acima aplicam-se a ambas as funções v(t) e i(t). para cada função ƒ(w. Ligações externas • Sobre potências e RMS x PMPO [5] – Artigo sobre potência em amplificadores [1] Average Power in an AC Circuit (http:/ / www. coleção 3 vol. (Segundo volume. SJ). um sinal complexo de audiofrequência (onda complexa de áudio) em transcepção. pois.net/Amplifier power (http:/ / www. portanto. São Paulo (SP. tensão e corrente. Considere-se. Brasil): FTD (Maristas). wwu. Firmino (Ir.Comprovação de potência elétrica admissível. Análise de Circuitos em Engenharia. net/ documents/ audio/ amplifier_power. 1988 (Em vigor). de sorte que. com/ search?q=(4.t) periódica de período 2π. a comporem a potência média total da onda complexa final. em favor da utilização correta e útil da potência média.. Sejam v(t) e i(t). 1990. de corrente. google.. os coeficientes a e b são: n n e denominados coeficientes de Fourier para ƒ(w. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda.. html) . NBR10303. Brasil): ABNT. Joseph A. permite eliminar toda a confusão conceitual causada pela introdução indevida da idéia de potência RMS. pois contempla uma forma de onda complexa genérica. Rio de Janeiro (RJ. Isso é feito de forma elegante e precisa com o auxílio do teorema da superposição e da análise de Fourier. Deixa.cos φi(RMS)] são i(RMS) i(RMS) parcelas de potência média. 242+ V)^2+ / + 8+ ohms) [5] http:/ / www. Essa demonstração esclarece e. integrável em [−π. . São Paulo (SP. as funções de onda complexa em tensão e em corrente a representá-la no seu aspecto elétrico (antes da conversão que se dá nos altofalantes). • BONATO. Brasil): McGraw-Hill do Brasil Ltda. definitiva e irretorquivelmente claro que. A análise de circuitos eletrônicos (e os equivalentes acústicos) cujos sinais sejam ondas complexas torna-se. html) [3] Google Calculator: (6 V)2 / 8 Ω (http:/ / www. pois. resultam: que pode ser reescrito na forma compacta em notação de somatório recorrente: Esse resultado é absolutamente geral. pois. edu/ ~vawter/ PhysicsNet/ Topics/ ACCircuit/ AC-AvePower.I .

Potência de áudio • SETTE. O Proteus é um software para simulação de microprocessadores. Fundamentos. História e Aplicações (http://www. Eng.com. . Homero (Prof. com/ Proteus (programa de computador) Labcenter Electronics Ltd.labcenter. O XGameStation Micro Edition foi desenvolvido usando entradas esquemática do Proteus Labcenter e ferramentas de layout de PCB.uk [1] Proteus é uma suíte que agrega o ambiente de simulação de circuitos eletrônicos ISIS e o programa para desenho de circuito impresso Ares professional. fontes?] que permite a Ligações externas • PowerCast Wireless Power [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / powercastco. captura esquemática. na en.pdf) PowerCast PowerCast é uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores norte-americanos[carece de trasmissão de eletricidade por radiofreqüência. e placa de circuito impresso (PCB design).br/powerlim.com) 79 Ver também • Audio power. homerosette.wikipedia (http://en.wikipedia.). Tipo Privately held company Fundação 1988 Indústria Electronic design automation Produtos Website Proteus Design Suite www. A Engenharia de Áudio.co.org/wiki/Audio_power) • Limitando a Potência em Drivers e Alto-Falantes (http://www. É desenvolvido pela empresa inglesa Labcenter Electronics [1].studior.

The Black Art of Video Game Console Design. Andre (December 22.com Ligações externas • Proteus Design Suite [1] Referências [1] http:/ / www.fácil de usar mas é uma ferramenta extremamente poderosa para a inserir seu projetos. labcenter. PROSPICE Mixed mode SPICE simulation . Suporte técnico direto com os autores do programa. VSM . Atmel. quando comparado com um processo de design tradicional System Features & Benefits DESIGN SUITE Labcenter E l e c t r o n i c s www. 2005).Proteus (programa de computador) 80 Design Suite O Proteus Design Suite combina captura esquemática. Beneficios do Sistema Pacote integrado com interface de usuário comum e a ajuda totalmente sensível ao contexto para fazer um processo de aprendizado rápido e fácil. como Microchip PIC. O Proteus Design Suite inclui: ISIS . co. rip-up e auto-roteamento e verificação de regra de design interativo. significa que a ajuda de peritos estará disponível quando você precisar dela. ISBN 0-672-32820-8. uk/ .para os layouts de PCB. a colocação de ponto automático e / ou roteamento pode ser obtido com a importação do esquema do ISIS. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento.Virtual System Modelling permite simular software embarcado para micro-controladores populares ao lado de seu projeto de hardware. quando comparado com um processo de desenho tradicional. e desenho de PCB para fazer um projeto completo de sistema de eletrônica. Sams. simulação SPICE de circuitos. etc.labcenter. ARES .simulador industrial padrão SPICE3F5.A ferramenta de rede muito semelhante ao Eagle. Componentes do Sistema ^ LaMothe. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares executando o seu firmware atual. Acrescente a isso a capacidade de simular micro-controladores populares e de executar o seu firmware atual. mas com a possibilidade de simular CI's programáveis. ARES PCB Layout . Protótipos virtuais com Proteus VSM reduzem o tempo e o custo de desenvolvimento de software e hardware O Proteus Design Suite combina captura esquemática. ISIS Schematic Capture . simulação SPICE do circuito e desenho de PCB para fazer um projeto de sistema eletrônico completo.sistema de PCB design de alto desempenho com posicionamento automático de componente. combinado com simulador digital de alta velocidade. e você tem um pacote que pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento.

ou breadboard em inglês) é uma placa com milhares de furos e conexões condutoras para montagem de circuitos elétricos experimentais. A grande vantagem do protoboard na montagem de circuitos eletrônicos é a facilidade de inserção de componentes. Em sua parte inferior são instalados contatos metálicos que interligam eletricamente os componentes inseridos na placa. uma vez que não necessita soldagem. tendo conexões verticais e horizontais. Na superfície de uma matriz de contato há uma base de plástico em que existem centenas de orifícios onde são encaixados os componentes. ou placa de ensaio (ou protoboard.Protoboard 81 Protoboard Uma matriz de contato. As placas variam de 800 furos até 6000 furos. Geralmente suportam correntes entre 1 A e 3 A. Circuito montado em uma protoboard Relógio binário montado em protoboards .

é um pixel defeituoso que permanece apagado em uma tela de exibição. ocasionando o irritante ponto escuro. Um pixel branco permanentemente aceso é chamado de pixel quente (hot pixel) e um de cor sólida. modificando-se a intensidade dos três sub-pixeis teremos todas as cores. A pulseira possui um resistor (1 MΩ) acoplado em série para limitar a corrente de curto circuito. protegendo o usuário caso o mesmo venha a tocar em algum componente energizado. poderão ocorrer pequenos defeitos nas telas de cristal líqüido. funciona tipo uma janela que abre e fecha em diferentes ângulos. pode acontecer que essas "janelinhas" emperrem fechadas (dead pixel) ou semi-fechada (stuck pixel). nas cores azul. Porém. geralmente. já se estiver totalmente aberta o sub-pixel estará com toda luminosidade. o processo fabril ainda está limitado e. é chamado de pixel preso (stuck pixel). É claro que todos os monitores passam por processos de teste e verificação. Um pixel é uma unidade composta. Segundo informações das indústrias fabricantes de monitores LCD. o processo se assemelha ao CRT (tubo de raios catódicos). teoricamente falando. por três sub-pixeis. no processo de fabricação de monitores LCD.Pulseira antiestática 82 Pulseira antiestática Pulseira antiestática é uma pulseira conectada a um cabo aterrado que permite que qualquer acúmulo de cargas no corpo do operador do equipamento seja desfeito com o retorno ao equilíbrio. Cada sub-pixel é independente e Uma tela em funcionamento. Os 100% livres de pixeis defeituosos são usados em áreas técnicas médica. dependendo da norma usada como . conseqüentemente. ou CCD ou em um sensor CMOS de cameras digitais. em inglês Dead Pixel. Como as três cores primárias acima citadas formam as cores visíveis. Uma pulseira antiestática com um clip crocodilo. com um pixel morto. como o verde. engenharia e custam mais caros. Píxel morto Um pixel/píxel morto. Até aí. se ela estiver totalmente fechada o sub-pixel estará apagado. eventualmente vindo a ocorrer em telas de LCD. Os com até 04 pixeis. vermelho ou o azul. Assim. claro ou com cor constantemente acesa. vermelho e verde.

assim faz com que esse pixel se "reanime" na cor ausente nele. 83 Tentando consertar o pixel morto Como na formação de uma imagem em um CRT o de LCD também é de forma parecida. filtros e casamento de impedâncias.[1] [2] Exemplos incluem modelos para transistores de sinais (tais como modelo híbrido-pi). A análise de quadripolos passivos é uma consequência dos teoremas da reciprocidade derivados pela primeira vez por Lorentz. y. um não contamina o outro e não se tem registro de dead pixel que foram surgindo com o tempo[carece de fontes?]. atrvés das cores RGB(Red. dicasparacomputador.Píxel morto padrão. também denominado por muitos autores como adaptação de impedâncias. Eles geralmente são expressos em notação matricial e eles estabelecem relações entre os seguintes parâmetros (vide Figura 1): = Tensão de entrada = Tensão de saída = Corrente de entrada = Corrente de saída . a parte isolado do circuito torna-se uma "caixa preta" com um conjunto de propriedades distintivas. e assim simplificando a análise. Os parâmetros utilizados para descrever um quadripolo são os seguintes: z. Dois terminais constituem uma porta se eles satisfazem a exigência essencial conhecida como condição de porta: a corrente que entra em uma porta deve ser a mesma que saia dela. Qualquer circuito linear de quatro terminais pode ser transformado em um dispositivo de duas portas desde que não contenham uma fonte independente se satisfaça as condições de porta. Ligações Externas Guia completo conserto pixel preso [1] Referências [1] http:/ / www. que é através de um vídeo que emite as 3 cores ao mesmo tempo. se uma tela terá 0 ou 100 pixeis defeituosos. só se verifica. T. com/ como-remover-pixels-presos-de-monitores-lcd-stuck-pixel Quadripolo Um quadripolo. uma limitação técnica. não caracterizando um defeito e sim. g. ou seja. substituindo por seus parâmetros característicos. Como os pixeis são independentes. porque segundo o Teorema da Máxima Transferência de Potência. Note que a condição de porta é satisfeita: a mesma corrente que que entra em cada porta sai pelo outro terminal daquela porta. com isso existe uma forma de tentar reviver o stuck pixel. dado que são utilizados para adaptar um circuito de baixa-impedância a um de alta-impedância e vice-versa. são comercializados normalmente. h. Esta função de adaptação de impedâncias é extremamente importante. se o acoplamento entre andares (ou estágios) distintos for feito com a impedância de saída de um andar. esta situação. permitindo-nos abstrair da sua imagem física específica. rede de duas portas ou dispositivo de duas portas é um circuito elétrico ou dispositivo com dois pares de terminais. Figura 1: Exemplo de um dispositivo de duas portas. igual à impedância de entrada do seguinte. quando da fabricação. Não há como prever. Uma vez feito isso. Um dispositivo de duas portas torna possível a isolação de um circuito inteiro ou de parte dele. Green e blue).

Note que todos os parâmetros Z possuem a dimensão de ohmss. Em altas frequências. . as variáveis potência e energia são mais úteis. Embora sejam mostrados resistores. onde O quadripolo é dito recíproco se . . . Note que todos os parâmetros Y possuem a dimensão de siemens. 84 Parâmetros de impedância (parâmetros z) Figura 2: quadripolo z-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e I2. e a abordagem baseada em correntes e tensões aqui discutidas é substituída por uma abordagem em parâmetros de espalhamento. impedâncias podem ser utilizadas em seus lugares.Quadripolo Essas variáveis são mais úteis quando o circuito opera com de baixas a moderadas frequências. frequências de microondas por exemplo. Parâmetros de admitância (parâmetros y) Figure 3: quadripolo Y-equivalente apresentando as variáveis independentes V1 e V2.

§3. Lewis.2. [2] R. Ver também • PWM A relação cíclica D é definida como a razão entre a duração do pulso ( (T) onda retangular. 172. p. New York: Wiley. Analysis and Design of Analog Integrated Circuits. Blalock. C. define-se como razão cíclica a razão entre o tempo ligado e período de um fenômeno periódico que admite apenas dois estados: ligado e desligado. S.  Fourth Edition ed. Jaeger e T. ) e o periodo .  Third Edition ed. enquanto os demais possuem dimensões recíprocas um do outro.R. [1] P. Note que os que os parâmetros h que não estão na diagonal principal são adimensionais. Boston: McGraw-Hill.Quadripolo 85 Parâmetros híbridos (parâmetros h) Figure 3: quadripolo H-equivalente apresentando as variáveis independentes I1 e V2 onde Geralmente este circuito é utilizado quando deseja-se um amplificador de corrente na saída. p. §10.J.5 §13. Hurst.H. and R. 2006. N.5 §13. Gray. Meyer. p. P. Microelectronic Circuit Design.8. 2001.G. Razão cíclica Na matemática aplicada mas sobretudo na eletrônica.

Register transfer level 86 Register transfer level Nos projetos de circuitos integrados. Ferramentas de simulação lógica podem utilizar a descrição RTL para verificar sua funcionalidade. que operam sem a necessídade de ciclos de relógio. a Região N é a região que recebe uma dopagem com excesso de elétrons. . a descrição da operação de um circuito síncrono digital recebe o nome de RTL (do inglês Register Transfer Level). Esta síntese resultante representa a descrição física do circuito. estes blocos são chamados pipelines. e está situada no Cátodo. este circuito é chamado máquina de estados. A abstração RTL é usada em linguagens de descrição de hardware como Verilog e VHDL na representação do circuito de baixo nível do qual derivam-se as conexões do hardware. sendo denomiodade como a região negativa. Veja também • Electronic design automation Região N Em um díodo semicondutor. Em um projeto RTL. o comportamento do circuito é descrito em termos do fluxo de sinais (ou transferência de dados entre os registradores presentes no hardware e as operações lógicas conduzidas com estes sinais). Se existem caminhos lógicos de um registrador para outro. A descrição RTL é usualmente convertida para a descrição de circuitos em gate-level por uma ferramenta de síntese lógica. Se existe um caminho lógico cíclico da saída de um registrador para a sua entrada (ou da saída de um conjunto de registradores para suas entradas).

o valor do ROE será em torno de 6:1. Um casamento entre a impedância da antena e a impedância da linha (cabo) é feito geralmente usando um Casador de Impedância (antenna tuner). em VHF ou frequências superiores. Em ambas as posições. Perdas de potência aumentam quando o ROE (SWR) aumenta.2:1 demonstra que uma máxima amplitude da onda estacionária é 1. Muitos radio-amadores acreditam que qualquer descasamento de impedância é um dos maiores problemas. Assumindo que o descasamento de impedância está dentro de limites operacionais do transmissor. Também é possivel definir o ROE (SWR) em termos de corrente. nem sempre é o caso. o operador do rádio deve somente se concentrar com as perdas ocorridas na linha de transmissão (cabo). se uma antena tipo dipolo é dimensionada para operar em 3. considerando uma linha de transmissão. A energia refletida de volta apresenta três problemas em transmissão de radiofrequência: As perdas de potência nas ondas transmitidas aumentam. quando esse mesmo transmissor é a conectado a essa mesma antena utilizando cerca de 90 metros de comprimento de um cabo coaxial RG-8A. No entanto. Por exemplo.Relação de ondas estacionárias 87 Relação de ondas estacionárias Em telecomunicações. quando conectada a um transmissor sintonizado em uma frequência na faixa dos 80 metros. Relação de Ondas Estacionárias (ROE em português e SWR em inglês) é a relação entre a amplitude de uma onda estacionária em um ponto de máxima e seu ponto seguinte de mínima. o transmissor irá operar com um valor baixo de ROE (SWR). Defini-se o PSWR (power standing wave ratio) como o quadrado do ROE (VSWR). Implicações Práticas do ROE (SWR) Os casos mais comuns para a medição e análise do ROE (SWR)é quando instala-se e ajusta a transmissão de radiofrequência em antenas. Por exemplo. o comprimento da antena e o diâmetro dos condutores usados para construir as antenas. a impedância da antena e a impedância característica do cabo devem realizar o que é chamado de casamento de impedâncias. uma parte da energia elétrica não é transferida para antena. As perdas na linha de transmissão (cabo) tipicamente aumentam com a frequência. o casamento deve ser mais bem realizado. .2 dB. resultando em ISWR (em inglês). no entanto esse aumento é geralmente menor que os rádios amadores podem assumir. Quando uma antena e seu cabo de alimentação não estão com as impedâncias casadas. O casador de impedância pode ser colocado entre o cabo (linha de transmissão) e a antena. A impedância da antena varia dependentemente de alguns fatores: A resposta natural da antena de acordo com a frequência aplicada.2 vezes maior que o valor do mínimo da onda estacionária. assim. A interação entre as ondas refletidas e as fornecidas pelo transmissor causa padrões de ondas estacionárias.75MHz. Quando um transmissor é conectado a uma antena por meio de cabos. por isso. que possui o mesmo valor numérico. um ROE (SWR) de valor 1. cria-se distorsões no tramissor devido a energia refletida e danos aos circuitos do transmissor podem ocorrer. Porém. suas perdas devido ao ROE serão de apenas 2. Isso garante que a máxima energia é transferida do cabo para a antena. será possivel casar os dois elementos e. A energia não transferida então é refletida em forma de uma onda de volta para o transmissor.

também usado em diversos outros campos que envolvem medidas de um sinal em meio ruidoso. isso significa que suas mensagens têm pouca qualidade. Se. As potências (ou amplitudes) tanto do sinal. menor é o efeito do ruído de fundo sobre a detecção ou medição do sinal. signal-to-noise ratio) é um conceito de engenharia elétrica. quanto do ruído devem ser medidas no mesmo ou em pontos equivalentes em um mesmo sistema. por exemplo. Quanto mais alto for a relação sinal-ruído.Relação sinal-ruído 88 Relação sinal-ruído Relação sinal-ruído ou razão sinal-ruído (frequentemente abrevida por S/N ou SNR. e dentro de uma mesma largura de banda. do inglês. Ver também • Decibel . a relação sinal-ruído compara o nível de um sinal desejado (música. definido como a razão da potência de um sinal e a potência do ruído sobrepôsto ao sinal. Definição técnica Em engenharia. a relação sinal-ruído é um termo para a razão entre as potências de um sinal contendo algum tipo de informação e o ruído de fundo: onde P é a potência média e A é o valor quadrático médio (RMS) da amplitude. por exemplo) com o nível do ruído de fundo. Definição informal A expressão "relação sinal-ruído" também é utilizada em alguns círculos para descrever a qualidade de uma conversa. a relação sinal-ruído de uma lista de discussão for baixa. Em termos menos técnicos.

simplesmente emite qualquer coisa que ele recebe como entrada. Um exemplo de algo que fortemente puxaria a tensão para 0V seria o transistor em uma saída de coletor aberto. resistores pull-up programáveis para entradas lógicas para que componentes externos mínimos fossem necessários. O dispositivo TTL 7407. de qualquer forma. desde que o fluxo de corrente exigido em uma entrada lógica seja pequeno. a saída é deixada efetivamente desconectada quando emitir um "1". I²C I²C requer resistores pull-up sem suas linhas de clock (SCL) e de dados (SDA) devido aos pinos nos chips serem do modelo de coletor aberto. Se a entrada permanecer desconectadam o resistor pull-down R1 garante que a entrada é puxada para baixo para um baixo lógico. e a velocidade reduzida de um pull-up comparada com uma fonte de corrente ativa. Semelhantemente. Resistores pull-down podem ser usados seguramente com pontes lógicas CMOS devido as entradas seresm controladas-por-tensão. Muitos microcontroladores] pretenderam. resistores pull-down são usados para armazenar a entrada em valor zero(baixo) quando nenhum outro componente estiver conduzindo a entrada. de vários milhares a um milhão de ohms. porém como um dispositivo de coletor abert. tais como dispositivos lógicos TTL de coletor aberto. a aída para 12 V quando o buffer emitir um "1". Certas famílias lógicas são suscetíveis de serem introduzidas fontes de tensão passageiras em entradas lógicas através de resistores pull-up. Algumas desvantagens dos resistores pull-up são o consumo extra de energia. Resistores pull-up podem ser dispositivos discretos montados na mesma placa de circtuito de dispositivos lógicos. O resistor pull-up R2 contudo puxa para cima. para uma função OR em lógica combinacional. são preferidos resistores pull-up em circuitos TTL. Como um método de acesso de canal. caso contrário eles variam acima de VDD. Eles são usados com menos freqüência que os resistores pull-up. Isto também consome mais corrente. Isto significa que um chip pode apenas puxar as linhas para baixo. ou para um meio simples de conduzir em um barramento lógico com multiplos dispositivos conectados a ele. de qualquer forma. um valor comum para o resistor pull-up seria de 1000-5000 Ω. puxar a linha para o terra indica um zero lógico enquanto deixando ela variar para VDD é um "1" lógico. e ativar o Relé. Entradas lógicas TTL que são deixadas desconectadas inerentemente em alto flutuante(float high). Contudo. o circuito mostrado à direita utiliza níveis lógicos de entrada de 5 V para ativar um Relé(Relay). isto permite que um nó determine se outro está transmitindo sensando que quando afirmar um 1 lógico (deixando-o variar) e sensando se a linha ainda permanece . embutir internamente.Resistores pull-up 89 Resistores pull-up Resistores pull-up são resistores usados no projeto de circuitos lógicos eletrônicos para garantir que entradas para sistemas lógicos se ajustem em níveis lógicos esperados se dispositivos externos são desconectados. possivelmente operando em tensões diferentes. assim elas requerem um resistor pull-down de valor bem menor para forçar a saída para baixo. os quais podem forçar o uso de uma fonte de tensão filtrada para os pull-ups. fornecendo energia suficiente para ligar o MOSFET. Resistores pull-up podem ser usados em saídas lógicas onde o dipositivo lógico não pode fornecer corrente. a tensão irá para 0V. Por esta razão. um buffer de coletor aberto. quando a corrente é puxada através do resistor. para aplicações de controle embarcadas. baseados na exigencia para fornecer o nível lógico de corrente requerido sobre a variação de operação completa de temperatura e tensão de alimentação. o resistor é intencionalmente fraco(alta-resistência) o suficiente que. A idéia de um resistor pull-up é que ele fracamente "puxe(pulls)" a tensão do condutor que ele está conectado para 5V (ou qualquer tensão que represente o nível lógico "alto"). valores muito mais altos de resistores podem ser usados. Em famílias lógicas bipolares que operam em 5 VDC. Para o CMOS e MOS. Em I²C. Tais saídas são usadas para conduzir em dispositivos externos. Por exemplo. Eles também podem ser usados na interface entre dois diferentes tipos de dispositivos lógicos. se qualquer outra coisa que puxe fortemente a tensão do condutor para 0V.

Esta revista era co-irmã da revista Antenna.mediante o uso de condensadores eletrolíticos. sendo que o de sistema de 4 diodos é chamado de ponte retificadora. A descrição do aparelho RITARD foi feita na revista Eletrônica Popular por seu autor. se um segundo nó puxar a linha para zero então o primeiro nó perde a arbitragem e cessa a transmissão. visto seu baixo rendimento. da senóide. como consequência temos na saída uma corrente elétrica contínua pulsante. Selenir Cunha. na edição da revista de Março de 1972. Entretanto. . É obtida ligando uma corrente alternada à entrada de um diodo. usando diodos ou válvulas eletrônicas e filtragem . A retificação pode ser de meia onda (um diodo) ou de onda completa (2 ou 4 diodos). anmbas fundadas por Gilberto Afonso Penna no Rio de Janeiro. é aproveitado. Brasil. pois apenas um dos semiciclos. tanto para recepção quanto para transmissão de um sinal radiofônico. Utiliza um diodo como principal componente. Exemplo: Retificação Retificação é o processo de conversão de corrente alternada para corrente contínua. 90 Retificador de meia onda É uma topologia pouco utilizada.Resistores pull-up em 1 lógico (nenhum outro nó está puxando a linha para o terra) então é possível que nenhum outro nó esteja transmitindo simultâneamente. Ritard Um Rotor Indicador Transistorizado para Antenas Rotativas Direcionais (Ritard) é um dispositivo eletrônico destinado ao uso em antenas direcionais para girar e indicar a direção desejada.

como outra mensagem.do inglês popcorn noise.refere-se às interferências internas do processo de comunicação. como perda de mensagem durante seu transporte ou má utilização do código. O ruído faz-se presente nos estudos de Acústica. sendo importante a relação Sinal/Ruído na comunicação. Na Teoria da informação o ruído é considerado como portador de informação.Aplica-se a qualquer corpo aquecido • Ruído flicker . por exemplo. provocadas pelo repertório dos emissores e receptores. Eletrônica. também tem o sentido de ruído. Aplica-se a válvulas e junções semicondutoras • Ruído pipoca .Aplica-se na cosmologia como evidência do Big-Bang . Ver também • Ruído branco . por exemplo de um "chiado" característico (ruído branco) ou aos "chuviscos" na recepção fraca de um sinal de televisão. De forma parecida a granulação de uma foto.do inglês shot noise. Ruído de repertório .refere-se à ruídos de causas naturais tais como Radiação cósmica de fundo. Classificação Ruído natural . Na eletrônica o ruído pode ser associado à percepção acústica. válvulas e resistores • Ruído browniano . ruídos atmosféricos.refere-se às inteferências ocorridas diretamente na produção ou interpretação da mensagem. Computação e Comunicação.refere-se às interferências externas ao processo de comunicação.Aplica-se aos ruídos cuja potência é constante em todas as faixas de frequência.Aplica-se à testagem de sistemas de áudio. • Ruído térmico . som ou poluição sonora não desejada. ruídos de interferência ou exames de IAS Ruído exógeno .Ruído 91 Ruído Comunicação No senso comum. quando evidente. Aplica-se a semicondutores • Radiação cósmica de fundo ou ruído de fundo do universo . ruídos inerentes a dispositivos passivos e ativos da eletrônica Ruído artificial . Biologia.Aplica-se a ruídos ricos em baixas frequências • Ruído rosa . Cibernética.Aplica-se a semicondutores.refere-se a ruídos de causas artificiais. Ruído endógeno .Aplica-se a ruídos que podem ser modelados por movimentos brownnianos da estatística • Ruido balístico . a palavra ruído significa barulho. ruído térmico • Ruído vermelho ou ruído marrom . como por exemplo. No processamento de sinais o ruído pode ser entendido como um sinal sem sentido (aleatório).

Johnson noise. A máxima transferência de potência acontece com adaptação de impedâncias. Para uma resistência de .[4] à temperatura ambiente o valor RMS da tensão de ruído é de 400 nV ou O ruído gerado pela resistência pode ser transferido para o restante circuito. onde kB é a constante de Boltzmann em joules por kelvin. Este é independente da corrente aplicada. .7 C) tem um ruído (rms) de onde é a largura de banda em hertz sobre a qual o ruído é medido. Johnson dos Bell Labs em 1928[2] . Por exemplo uma resistência de . também dos Bell Labs. or Nyquist noise) é o ruído gerado pela agitação térmica de cargas no interior de um conductor eléctrico em equlibrio. Ele descreveu suas descobertas para Harry Nyquist.[3] Tensão de ruído e potência O ruído térmico deve ser destinguido do ruído de disparo. é dado por a uma temperatura de (16.Ruído térmico 92 Ruído térmico Ruído Johnson–Nyquist (ruído térmico. O ruído térmico é aproximadamente branco. se calcular-mos o equivalente de Norton que corresponde simplesmente a dividir por R. que foi capaz de explicar os resultados. Neste caso a potência de ruído transferida para o circuito é dada por.[1] História Este tipo de ruído foi originalmente medido por John B. que consiste em flutuações de corrente adicionais que ocorrem quando uma corrente percorre um dispositivo electrónico. Adicionalmente o sinal é praticamente gaussiano. Este valor é muitas vezes conhecido de cor por desenhadores de circuitos. ou seja a sua densidade espectral de potência é aproximadamente constante ao longo do espectro de frequências. . a raiz do valor quadrático médio (rms) da tensão. A densidade espectral de potência da tensão ou a variancia da tensão (valor quadrático médio) por Hertz de largura de banda é dada por. quando o equivalente de Thévenin do restante circuito for igual a resistência geradora de ruído. Para uma dada largura de banda. Note que este valor é independente da resistência geradora de ruído. e R é o valor da resistência em ohms. onde P é o ruído térmico em Watts. Corrente de ruído A fonte de ruído também pode ser modelado por uma fonte de corrente em paralelo com a resistência. O ruído térmico pode ser modelado por uma fonte de tensão em série com a resistência geradora de ruído. Daqui resulta que a raiz do valor quadrático médio da fonte de corrente será dada por. T é a temperatura absoluta da resistência em kelvins.

Op Amps For Everyone (http:/ / focus. phys. others (August 2002). htm http:/ / www. aps. Ver também • Harry Nyquist • John B. 32. org/ abstract/ PR/ v32/ p110). ac. com. Phys. jp/ ~sonoda/ notes/ nyquist_random. org/ abstract/ PR/ v32/ p97). aps. h é a constante de Planck. au/ users/ ldbutler/ AmpNoise. pdf http:/ / www. com/ search?q=sqrt%284*k*295+ K*1+ kiloohm*%2810+ kHz%29%29+ in+ microvolt [5] http:/ / www4. Rev. ti. google. Ron. a densidade espectral de potência da tensão através de uma resistência R em é dada por: onde f é a frequência. kB é a constante de Boltzmann e T é a temperatura em Kelvins. 32. The other forms of noise do not. H. physics. Johnson Ligações externas • Amplifier noise in RF systems [5] • Thermal noise (undergraduate) with detailed math [6] • Johnson-Nyquist noise or thermal noise calculator — volts and dB [7] • Thoughts about Image Calibration for low dark current and Amateur CCD Cameras to increase Signal-To-Noise Ratio [8] • Derivation of the Nyquist relation using a random electric field. com/ calculator-noise. Nyquist. ca/ ~phy225h/ experiments/ thermal-noise/ Thermal-Noise. utoronto. 148 (http:/ / focus. "Thermal Agitation of Electric Charge in Conductors" (http:/ / link. Rev. 110 (1928) – the theory [4] http:/ / www. p. "Thermal noise and shot noise (see below) have Gaussian probability density functions. tpgi. Johnson. pdf) (PDF). Em geral. php http:/ / www. licha. Application Notes pp. htm [6] [7] [8] [9] http:/ / www. kobe-u. ps . "Thermal Agitation of Electricity in Conductors" (http:/ / link." [2] J. Phys. sengpielaudio. pdf#page=148). 97 (1928) – the experiment [3] H. Página visitada em 2006-12-06. de/ astro_article_ccd_bias_dark. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. ti. com/ lit/ an/ slod006b/ slod006b. Sonoda [9] Referências [1] Mancini. Texas Instruments.Ruído térmico 93 Ruído em frequências muito altas As equações apresentadas são boa aproximações nas baixas frequências. sci.

Conector óptico TOSLINK. História O software foi desenvolvido no ano de 1975 pelos pesquisadores Larry Nagle e Donald Petterson nos laboratórios de pesquisas sobre eletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação da Universidade da Califórnia. Tanto essa versão. mas utilizando a sintaxe de Fortran para descrever circuitos. como a segunda versão (criada em 1983) foram codificadas utilizando a linguagem de programação Fortran e rodados em mainframes. é parte de uma grande coleção de padrões IEC-60958 (comumente referida como AES/EBU). S/PDIF é essencialmente uma pequena modificação do padrão original AES/EBU para uso doméstico. ou Programa de Simulação com Ênfase em Circuitos Integrados) é um software de simulação de circuitos analógicos. Versões comerciais • • • • • • • • • PSpice/OrCAD SPICE OPUS HSpice (para UNIX) HSIM MicroCad Dr. para circuitos não-lineares (circuitos que possuem elementos não-lineares). capacitores. As versões mais recentes incluíram interfaces gráficas.. Algumas versões comerciais mantém compatibilidade com a versão de Berkeley. A partir da terceira versão. transistores. diodos e outros componentes elétricos e eletrônicos. resistores. As duas companhias foram as principais responsáveis pelo desenvolvimento do formato S/PDIF. trazendo pequenas diferenças no protocolo e requerendo hardware mais barato. é utilizado o método de Newton-Raphson. que segue as especificações S/PDIF. . o programa foi codificado em C. SPICE SPICE (acrônimo de Simulated Program with Integrated Circuits Emphasis. mas outras adcionaram extensões que incompatibilizou essas versões com a versão de Berkeley. O nome é um acrônimo de Sony/Philips Digital Interface Format.S/PDIF 94 S/PDIF S/PDIF é uma coleção de especificações de hardware e protocolo de baixo nível para transmissão de sinais digitais de áudio entre aparelhos e componentes estéreos. Spice T-Spice Intusoft Spice-It! . campus de Berkeley. É uma poderosa ferramenta usada para testar. Mais recentemente. Algoritmos diferentes são usados para resolver diferentes tipos de circuitos. na qual é conhecido como IEC-958 tipo 2. e antever comportamento de circuitos contendo circuitos integrados.. Por exemplo.

pipex. sourceforge. Versões Open Source ou Freeware ngspice [1] tclspice [2] LTSpice [3] Links úteis Lista de programas de simulação e projeto de circuitos eletrônicos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / ngspice. dial. terrypin. sourceforge. html . net/ http:/ / tclspice. com/ ECADList.SPICE • • • • • • • • • • • • • • • • SIMetrix (disponível para Windows e Linux) TopSPICE NG-spice MultiSIM SmartSpice TINA Spectre Eldo UltraSim MacSpice NanoSim NSPICE B2SPICE ICAP/4 TINA-TI Proteus ISIS (Labcenter Electronics) 95 O famoso programa Electronics Workbench também é baseado no SPICE. linear. net/ http:/ / www. com/ designtools/ software/ http:/ / www.

Os Chips têm sido adotados pela maior parte dos fabricantes de GPS. A arquitetura SiRFstar III é designada para ser útil em aplicações baseadas em serviços móveis (location-based services) em dispositivos wireless e palmtops. nasdaq. a parte digital do GSP3f. 2. com/ asp/ SummaryQuote. A família SiRFstarIII é compreendida do IC RF GRF3w. e do software GSW3 que é uma API compatível com o GSW2 e SiRFLoc. Veja também • GPS • Localização global Ligações externas • Site oficial da SiRF [2] Referências [1] http:/ / quotes.5G e 3G. incluindo a Sony. com/ .SiRF 96 SiRF SiRF Technology Holdings. Os chips são baseados em controladores ARM integrados com receptores de radio de baixo ruído para decodificar sinais GPS em níveis de sinal muito baixos (normalmente -160dBm). California. Como pioneira no uso comercial do GPS para aplicações de consumo. Inc. para redes assíncronas 2G. asp?symbol=SIRF& selected=SIRF [2] http:/ / www. TomTom e Magellan. Garmin. Chips SiRF também suportam SBAS para permitir posições corrigidas diferencialmente. (NASDAQ: SIRF [1]) é uma empresa que fabrica uma série de chipsets GPS e softwares para sistemas e dispositivos de navegação. sirf. a empresa foi fundada em 1995 e tem sua sede em San Jose.

ao se medir a tensão em um estágio adiante no circuito. . Entretanto. diminuindo assim o espaço ocupado dentro das cabines. por efeito da indução eletromagnética sobre os condutores do circuito. pois os side-sticks são utilizados em Airbus. que a rede elétrica da sala "contaminou" o sinal. Há muitas outras fontes de ruídos que podem afetar o sinal elétrico. inútil. somou-se ao sinal original uma variação de tensão com a freqüência de oscilação da rede (60Hz no Brasil). As aeronaves da Airbus possuem Side-Stick no lugar de manches. pois aeronaves não são brinquedos e os dispositivos de comando ficam do lado dos tripulantes (Esquerdo do piloto e direito do co-piloto). geram comandos enviados por impulsos elétricos para as partes móveis do avião (Ailerons e profundores). é considerada ruído. Por exemplo. Qualquer informação indesejada. e será percebida como um zumbido grave ao fundo da voz. por exemplo. O sinal pode ser gerado artificialmete por um circuito eletrônico (oscilador). Esta variação na tensão corresponde exatamente à freqüência de oscilação das ondas sonoras emitidas. pois são parecidos e têm o mesmo funcionamento. O microfone converte as ondas sonoras em uma tensão variável que pode ser medida entre os fios do microfone. que é o transdutor. pode-se perceber. Considera-se como sinal a informação útil para o circuito. O Side-Stick tem como característica principal a semelhança com os JoyStick (utilizado em videogames). introduzida involuntariamente no sistema. em um amplificador de som: a pessoa fala em um microfone. ou nociva. convertida em eletricidade por um transdutor. chama-se sinal elétrico a variação na diferença de potencial (ou tensão) entre estes pontos no decorrer do tempo. apenas por impulsos elétricos). como descargas atmosféricas e raios cósmicos. isto é. Contudo. porém ao invés do nome Joy (Brincar em Inglês) o nome é Side (Lado em inglês). na maioria das aplicações práticas. • Analisando a corrente que passa por um condutor. Esta interferência indesejada da rede que é o ruído. É o sinal elétrico puro. que por sua vez. Quando o circuito entrega o sinal amplificado ao alto-falante (nosso transdutor de saída). a interferência foi amplificada junto. chamamos de sinal elétrico a variação da corrente no decorrer do tempo. o sinal elétrico representa a variação de outra grandeza física no decorrer do tempo. Todos os movimentos feitos pelo side-stick.Side-stick 97 Side-stick Side Stick é o dispositivo de comando das aeronaves feitas pela Européia Airbus. tornando-as mais espaçosas e confortáveis. Sinal elétrico Definição Pode-se entender a expressão sinal elétrico de duas maneiras: • Tomando-se dois pontos carregados eletricamente. voam por um sistema chamado Fly-By-Wire (Sistema de voo sem cabos.

muito mais comum. ainda existe a representação fasorial. Representação gráfica Um sinal elétrico aleatório é estudado a partir de sua representação matemática no gráfico cartesiano. que decompõe qualquer forma de onda em um somatório hipotético de senóides. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal. Este gráfico é chamado de espectro de freqüência. de freqüências e amplitudes diversas. Para um mesmo sinal. • Na freqüência: o eixo das abcissas representa as freqüências que compõem o sinal. Os equipamentos mais usados para se medir as características do sinal são o osciloscópio e o analisador de espectro. Ver também • • • • • • • • Corrente alternada Relação sinal-ruído Oscilação Amplificador Sinal analógico Onda Amplitude Harmônicos . em que o módulo do vetor representa a amplitude e o ângulo representa a defasagem do sinal em relação a um circuito puramente resistivo. e vice-versa. • Fase: diz respeito ao ângulo inicial de oscilação de uma senóide. há duas representações possíveis: • No tempo: o eixo das abcissas representa o tempo decorrido. • Freqüência: é a repetição da oscilação por unidade de tempo. e não do sinal real. Este gráfico é chamado de forma de onda. como vista Para um sinal senoidal puro (a rede elétrica residencial. a tensão). aplicando-se a transformada de Fourier. Aparece em circuitos reativos e capacitivos. que quase sempre é imprevisível. Onda de forma senoidal (traço verde). por exemplo) na tela de um osciloscópio. pode-se conhecer o espectro de freqüência. Transformação A partir da forma de onda.Sinal elétrico 98 Características do sinal elétrico O sinal elétrico é determinado pelas seguintes características: • Amplitude: é a intensidade da grandeza medida (a corrente ou. As características do sinal são trabalhadas pelo circuito em função desta soma de senóides. e o das ordenadas representa a amplitude do sinal.

. O slew rate ajuda nos a identificar qual é a máxima frequência aplicável ao amplificador de modo a não haver distorções. Isso significa dizer que o estágio entra com a tensão de entrada diferencial e produz uma corrente elétrica de saída no segundo estágio. Slew Rate Slew Rate (velocidade de varrimento em Português) define-se como a velocidade de resposta do amplificador instrumental a uma variação de tensão na entrada. então o slew rate pode ser expresso como: onde é a corrente de saída do primeiro estágio na saturação.Sistemas de controle 99 Sistemas de controle O estudo dos Sistemas de controle PB ou Sistemas de controloPE é uma das áreas mais relevantes da engenharia elétrica. Slew rate fator limitante nos amplificadores O estágio de entrada de amplificadores de potência geralmente é um amplificador diferencial com uma característica de transcondutância. Isso significa que a tensão de entrada deve ser pequena para não causar uma saturação. A característica passa-baixas desse estágio o aproxima de um integrador. Se o segundo estágio tem um capacitor de compensação e ganho . permitindo alcançar resultados muito fortes. O segundo estágio geralmente comporta a compensação de frequência. Logo conclui-se que quanto maior for o valor deste parâmetro melhor será o amplificador instrumental. Os conceitos de controle são freqüentemente explorados em sistemas eletrônicos. A transcondutância é tipicamente muito alta. Uma área que vem desenvolvendo de forma muito expressiva os sistemas de controle é a Engenharia Mecatrônica (Engenharia de Controle e Automação). onde é a saída produzida pelo circuito em função do tempo t. Definição Slew-rate de um circuito é definido como a máxima taxa de variação da tensão de saída. este valor na teoria deveria ser infinito. o que na realidade não acontece. Na saturação a saída é constante.

pages 2458-2461.Spintrônica 100 Spintrônica Spintrônica (um neologismo para "eletrônica baseada em spin"). Vol. Wolf et al. A. Leitura adicional • Ultrafast Manipulation of Electron Spin Coherence. Gupta. e a faixa de oito bits pode representar um número entre 0 e 255. 3rd Edition. chamadas de memórias RAM Random Access Memory . • Spintronics: A Spin-Based Electronics Vision for the Future. Samarth and D. A Spintrônica também está presente nas novas memórias de computador. criação de processadores para computadores quânticos. 2001.* . Science 307. porém aumentando a capacidade de armazenamento. também conhecida como magnetoelectrônica. entre outros. A. 292. 531-533 (2005) • Search Google Scholar for highly cited articles with query: spintronics OR magnetoelectronics OR "spin based electronics" • "Electron Manipulation and Spin Current". Ver também • • • • Computador quântico Semicondutor Microprocessador Memória RAM Existe diversas aplicações. mas o ponto forte pesquisado é a utilização do "entrelaçamento" quântico que existe entre os elétrons assim sendo possível transmitir uma informação apenas com o gasto de energia de produzir o primeiro pulso ("girar" um elétron. O usuário então poderia religar o computador e continuar digitando o documento texto específico que ele estava trabalhando.Memória de acesso aleatório. D. 2003. R. Sharma. N. O uso convencional do estado eletrônico em semicondutores possui razões puramente binárias. Science 294. um registrador de dois qubits spintrônicos poderia ter oito estados possíveis ao invés de quatro. Knobel. é uma tecnologia emergente que explora a propensão quântica dos elétrons de girar (spin em inglês) assim como fazer uso do estado de suas cargas. P. mudar a orientação do seu spin). O spin por si só é manifestado como um estado de energia magnético fracamente detectável caracterizado com "spin para cima" e "spin para baixo". Bits quânticos spintrônicos (conhecidos como qubits) exploram o estado "spin para cima" e "spin para baixo" como superposições de 0 ou 1 intrinsicamente. Awschalom in Science. mas apenas um número de cada vez. J. Grinevich. Aplicações Graças à Spintrônica foi possível reduzir por exemplo o tamanho dos discos rígidos. então. a Spintrônica pode ser aplicada aos semicondutores. D. June 29. onde o estado ou fluxo do elétron representa apenas 0 ou 1. Pesquisadores acreditam que além do armazenamento de dados. Há alguns anos estão sendo estas novas memórias vem desenvolvidas sob o nome de MRAM Magnetoresistive Random Access Memory. pois a partir deste pulso toda a cadeia ligada a este elétron ira responder da mesma forma mudando a orientação do seu spin e não gastando energia a mais para isso. O propósito desta nova memória é armazenar dados que seriam perdidos caso o computador fosse desligado. 1488-1495 (2001) • How to Create a Spin Current. S.

cfm?articleID=0007A735-759A-1CDD-B4A8809EC588EEDF [2] http:/ / domino. Estima-se que 15% do consumo de energia elétrica doméstico é provocado por aparelhos que estão no modo Stand by.[1] . html Stand by Stand by é o termo usado para designar o consumo de energia elétrica em modo de espera de vários aparelhos eletrônicos como geladeiras. televisores. maquinas de lavar.Spintrônica 101 Ligações externas • Scientific American (2002) [1] (em inglês) • IBM (2003) [2] Referências [1] http:/ / www. Ligações externas O consumo de energia no modo standby (PDF) (http:/ / www. etc. research. a criação desse sistema não se preocupou com o impacto ambiental que o mesmo provoca. Apesar da facilidade que esse recurso oferece ao usuário.pdf) (em português) . com/ article. cm-seixal. pt/ ameseixal/ municipe/ utilizacaoRacionalEnergia/Documentos/Standby. DVDs.com. fornos de micro-ondas. Página visitada em 10-11-2009. computadores. 20030610_mram. com/ geografia/ standby-x-aquecimento-global. com/ comm/ pr. [1] Stand-by x Aquecimento Global (http:/ / www.brasilescola. sciam. nsf/ pages/ news. htm). dispensando a sua locomoção ao aparelho para ligá-lo. ibm. rádios. brasilescola. www. consoles de videogames.

I (frequência intermediária) para evitar a alteração da banda passante com a variação de frequência. Super-heterodino O Receptor Super-Heteródino foi criado por Edwin Howard Armstrong com o objetivo de reduzir os problemas do receptor AM-DSB padrão. está se tornando cada vez mais obsoleto com o advento do reator eletrônico. no caso o receptor de Rádio-Frequência Sintonizada.I.F. Ele. O invólucro serve como forma de segurança pois ele usa altíssima tensão para operar. O interruptor bimetálico fica aberto por no máximo dois segundos. chamada de F. nesta há soldados um capacitor e uma lâmpada de néon contendo no seu interior um interruptor bimetálico que ao aquecer curva-se abrindo o circuito elétrico. . assim como as válvulas. (português europeu) é um dispositivo eletrônico usado como ignitor para É constituido por um envólucro de plástico (ou metal). (Rádio Frequência). Isso é possível pois há uma etapa de R. O Problema maior do tipo Rádio-Frequência Sintonizada era o fato da seletividade variar ao longo da faixa. tem-se: fol = frf + F. entre o sinal da emissora e o do oscilador local.Starter 102 Starter Um starter (português brasileiro) ou arrancador lâmpadas fluorescentes. O misturador efetua o produto das duas tensões recebidas. uma pequena placa de fenolite em forma de círculo. um filtro que seleciona a frequência desejada e é variada junto a outra frequência originária do oscilador local (um gerador de rádio frequência localizado no interior do receptor). Receptor Super-heteródino Diagrama de blocos: Visão geral Os circuitos sintonizados do receptor funcionam em uma frequência fixa e pré-determinada. Ele pode queimar. é possível modificar as duas frequências simultaneamente através de um capacitor variável de dupla seção. o que requer sua substituição.

o alto-falante. 7. O objetivo do C. Somente recebe o sinal pela antena. onde o valor da frequência padronizada para AM-DSB é de 455 KHz.A. O próximo passo é a passagem por um amplificador de áudio qualquer chegando assim ao seu destino.F. 2.G.Super-heterodino fol – f0 tem de ser um valor constante para qualquer que seja a frequência do sinal obtido em R. .I.I. 4. Etapa de R. Suas funções básicas são de aumentar a seletividade do receptor.A.. Oscilador local Ele aproveita a corrente de coletor do transistor do misturador para realimentá-la por um circuito sintonizado ao emissor do mesmo transistor. Constituída por 2 Amplificadores transistorizados. Detetor Um simples detetor de envoltória.I. Misturador Oscilador Local 1º e 2º Amplificador de F. 5. Etapa de F. Misturador Basicamente o sistema é composto por um transistor que na base se conecta ao sinal R. Controle automático de ganho Um simples filtro passa-baixas que tem por objetivo recuperar o valor médio do sinal resultante da demodulação aplicando à base do 1º transistor de F. 6. e quem faz essa função é o oscilador local.f0 para tornar o seu nível adequado para o detetor. pois trabalha com o coletor sintonizado na F. e um circuito RC filtrando a portadora e fornecendo a tensão de saída com polaridade compatível para atenuação do C.I.I. possibilitando uma filtragem passa-baixas do sinal retificado pelo diodo. Detetor C. Composta por um circuito LC ajustada através do capacitor variável e o indutor exerce a função de acoplamento à antena ou em muitos casos como a própria antena. Gera então no coletor a diferença dos sinais.F. 103 Blocos 1. desprezam fol + f0 mas amplificam o sinal fol . com os coletores sintonizados em 455 KHz por circuitos LC e uma banda passante de 10 KHz. (Controle Automático de Ganho) Amplificador de Áudio Etapa de R. Pode ser configurado com 2 células RC ou por uma única célula.Existem também outros métodos de se montar um oscilador local.G.F. 3. proporcionar um alto ganho no sinal de saída do misturador e a possibilidade de controle do ganho total dado pelo amplificador de F.G. normalmente um diodo de R. Os amplificadores de F. assim obtendo a realimentação positiva levando-o a oscilar. é solucionar o problema do inconveniente causado pela não uniformidade das potências colocadas no ar pelas emissoras e também pelo espaço entre elas e o receptor.A.I. (455KHz).F. escolhido e no emissor recebe o sinal do oscilador local.F.

Etapa de R. (em fol – f0). for muito seletivo e conseguir rejeitar a frequência imagem qualquer erro de rastreio provocara uma alta atenuação no sinal recebido e se o filtro for pouco seletivo evita-se o problema com o rastreio.I. Misturador: Multiplicador gerando fol . 4. Amplificador de F. local obedecem a equação: 1/√LC .Super-heterodino 104 Amplificador de áudio Composta por um circuito amplificador de áudio qualquer. 3. Conclusão As funções dos blocos são: 1. Oscilador local: Gera fol sendo igual f0 + 455 KHz. as estações próximas aquela sintonizada podem causar interferência.F. São eles: 1. Nem sempre isso ocorre. Frequência Imagem 2. . Isto ocorre pois o filtro de RF e o osc. provocando uma sintonia simultânea de duas emissoras. Apenas para melhor audição do som. O Erro de rastreio é calculado com a seguinte fórmula: ε = fr – fol + F.F. 5.: Efeito amplificador e F.I.F. Se o filtro de entrada não atenuar o suficiente. 2. Controle automático de ganho: Manter constante o sinal na entrada do amplificador de áudio. Se o filtro de R.: Seleciona a emissora.f0 e fol + f0. constante durante toda a faixa de recepção. Objeções do receptor AM-DSB O Receptor AM-DSB tem comportamentos que fogem a sua regra e têm de ser analisados. Erro de Rastreio Frequência Imagem O misturador filtra apenas a diferença entre os dois sinais obtidos que chegam até ele.P.I. assim isso pode não ocorrer pois temos o inverso de uma raiz tentando manter constante uma soma. sendo que o resultado tem de ser 455 KHz. mas havendo o risco do efeito frequência imagem. Erro de Rastreio Há uma dificuldade de manter a relação: fol = fr + F.

quando observou que a resistência elétrica do mercúrio desaparecia quando resfriado a 4 K (-452 °F. prata e ouro não exibem o fenômeno da supercondutividade. cuja temperatura é de aproximadamente -200 ° C ou 77 K supercondutor. conseguiram supercondutividade em uma cerâmica composta de bário. Para isso também se usa hélio líquido. mas desta vez a 160 K (-113 ºC). no sentido de se conseguirem materiais que funcionem a temperaturas cada vez mais elevadas. Merecem destaque as descobertas do físico Paul Ching-Wu Chu. Esta propriedade foi descoberta em 1911 pelo físico holandês Heike Kamerlingh Onnes. os fisicos da IBM Karl. Esta última característica é denominada Efeito Meissner-Ochsenfeld. Supercondutividade (SC) é uma propriedade física. Em 1986. A supercondutividade pode ser entendida como um fenômeno quântico macroscópico. o que impede seu uso em tecnologias que procurem explorar o fenômeno. o qual desenvolveu uma cerâmica supercondutora a 92 K (-181 ºC). Essa descoberta possibilitou um grande desenvolvimento nas pesquisas mundiais de supercondutores.Supercondutividade 105 Supercondutividade . exclusão do campo magnético aplicado de seu interior. por fim. O recorde atual. ou seja. A aniquilação da fase supercondutora se dá pela ocorrência de um ou mais dos seguintes fatores: a aplicação de campo externo. e diamagnetismo perfeito. este estado pode ser descrito por uma única função de onda. -269. material caro e pouco eficiente. ou seja. Alexander Müller e Johannes Georg Berdnorz. De característica intrínseca de certos materiais. Tc. para conduzir corrente sem resistência nem perdas. a temperatura mais elevada Um ímã levitando sobre um material supercondutor refrigerado a nitrogênio em que um material se comporta como líquido. quando resfriado abaixo de certa temperatura crítica. a aplicação de correntes de transporte. Em 1993 esse mesmo cientista desenvolveu outra cerâmica supercondutora. Curiosamente acima de Tc (estado normal) os materiais supercondutores não são bons condutores. O material supercondutor exibe duas características: resistividade nula. cobre e oxigênio a 35 K (-238 ºC). quando se esfriam a temperaturas extremamente baixas. Jtr. é apresentada por um composto cerâmico de mercúrio-cobre cuja temperatura de transição é de 138 K (ou -131º C).15 °C). lantânio. funcionando também como um diamagneto perfeito abaixo de uma temperatura crítica. a elevação da temperatura na região experimental e. . Materiais como cobre.

Teorias fenomenológicas. apareceram na tentativa de explicar a supercondutividade. acima do qual o efeito supercondutor era destruído. Para H > HC1 começa a haver penetração de linhas de fluxo magnético no interior da amostra. Eles são formados por dois elétrons com spins e momentos lineares opostos. Um campo inferior HC1. com sua demonstração a partir da teoria BCS (J. Cooper e J. Leon Cooper e J. Em 1933. Essa teoria é conhecida por teoria BCS. Os supercondutores do tipo I têm densidade superficial de energia positiva e. em geral muito maior que HC1. Iniciava-se o fascinante mundo da supercondutividade. os do tipo I. acima do qual a amostra está no estado normal. mas hoje conhecem-se dois tipos de supercondutores. Para H > HC2 o material transita para o estado normal. quando analisava a resistividade de uma amostra de mercúrio. que abrangem a maior parte dos supercondutores metálicos (elementos puros e ligas). A penetração ou não de fluxo no material se dá pela configuração energética de sua superfície. atraídos pelos fônons (vibrações) da rede. O módulo da magnetização M é máximo em HC1. Walther Meißner e Robert Ochsenfeld descobriram que. Hc. Efeito Messner . que data de 1950. Schriffer).. Robert Schriffer propuseram uma teoria microscópica que assume os superelétrons como os portadores de carga do estado supercondutor. M volta a ser nula em HC2. sua resistividade caía abruptamente a zero. John Bardeen. Mais tarde. Em 1957. como a de Ginzburg e Landau. comumente chamado Efeito Meissner. então surgem correntes que blindam o material. Os supercondutores do tipo I e do tipo II têm respostas diferentes quanto à aplicação de campos magnéticos. Tipos Durante algum tempo pensou-se que todos os materiais supercondutores tivessem o mesmo comportamento. H. Bardeen.15 K. Esta situação persiste até um segundo campo crítico HC2. R. Neste estado há. . notou que abaixo de 4. por isso. acima do qual o material sofre uma transição para o estado normal. Os supercondutores do tipo I apresentam somente o estado Meissner.Supercondutividade 106 História Em 1908. Três anos depois. Kamerlingh Onnes iniciou a física de baixas temperaturas liquefazendo o hélio em seu laboratório em Leiden. ela ganhou respeito e popularidade no meio por sua simplicidade. Já os supercondutores do tipo II apresentam dois valores de campos magnéticos críticos. abrangendo todos os compostos cerâmicos e algumas ligas metálicas. regiões supercondutoras e regiões normais. L.Messner. Nesse estado não pode haver penetração de fluxo magnético. geralmente baixo. Esse efeito ficou conhecido por Efeito Meißner-Ochsenfeld.. que limita a região onde a amostra exclui todo fluxo de seu interior (efeito Meissner). Essa blindagem é suficiente até Hc. no interior da amostra. ao expor um material supercondutor a um campo magnético externo ele excluía todo fluxo de seu interior até um campo crítico. Os valores dos campos críticos dependem da temperatura. originando o chamado estado misto. pois este é o valor máximo do campo que a amostra suporta sem haver penetração de fluxo. e os do tipo II.

sensores SQUID (Superconducting Quantum Interference Device). que permitem realizar medidas magnéticas extremamente sensíveis.Aplicações da Supercondutividade .1992 . Essas bobinas podem ser usadas na construção de Maglev. A. • José Leite Lopes . shtml . R. como construção de bobinas com fios supercondutores.SP .1992 . Revised ed. com o aparecimento de regiões normais em seu interior. pois é necessário que haja uma reflexão perfeita da onda eletromagnética confinada dentro da cavidade supercondutora. H. contrariando o princípio da mínima energia. Farach. H. 107 Aplicações As aplicações são várias.RJ . J. Superconductivity. abril. o que é possível pela falta de resistência do material. aparelhos de ressonância magnética nuclear.Brasil .Brasil .Editora Edgard Blücher Ltda. Poole Jr. C. Editora Saber 1987. Academic Press (1995) • A. trens que levitam. com. br/ superarquivo/ 1987/ conteudo_110921. The Physics of Superconductors.São Paulo . Springer (1997) • Revista Saber Eletrônica nº 178 pág 20. Rose-Innes and E. Ver também • Física • Lev Davidovich Landau • Maglev Bibliografia • Adir Moyses Luiz . Creswick. Pergamon Press. Rhoderick. É interessante citar também a aplicação dos supercondutores no ramo da Física denominado Óptica Quântica. os quais seriam impraticáveis se fossem utilizados fios comuns. Introduction to Supercondutivity. por fim. como exemplo. que geram um campo magnético homogêneo na região onde o paciente é colocado e um sensor capta informações que formarão as imagens e. fios de cobre.Rio de Janeiro . a energia total do sistema é minimizada. que possibilitam gerar campos magnéticos intensos. P.Supercondutividade se regiões normais aparecessem em seu interior a energia total aumentaria. 2 (1994) • Schmidt. Ligações externas • Fios de cerâmica capazes de transmitir eletricidade sem nenhuma perda de energia (em português) [1] Referências [1] http:/ / super.Editora UFRJ/Academia Brasileira de Ciências/Editora Enca • C. As cavidades que são usadas para gerar estados quânticos (por exemplo: estados de Fock) são supercondutoras. Já o estado misto dos supercondutores do tipo II é possível pelo fato da sua densidade de energia superficial ser negativa e.Do átomo pré-socrático às partículas elementares: a estrutura quântica da matéria .

ou qualquer outro sistema eletrônico. com/ showArticle.[2] O contraste com um microcontrolador é extremamente parecido. Eetimes. abrangendo vários chips em um único pacote.org/index. RAM) para tecnologia. Página visitada em 26 de novembro de 2009. [3] TPPDI . Página visitada em 12 de agosto de 2009. de sinais mistos e muitas vezes de frequências de radio. Tecnologia SOC e o microcontrolador PSOC (ftp:/ / ftp. Página visitada em 25 de novembro de 2009. em um circuito integrado (chip).[4] [1] VLADIMIR CHVODKA JÚNIOR. A grande maioria dos sistemas que se rotulam System-on-a-chip. processador x86 compatível com a o Linux. Ver também • ASIC • Microcontrolador Ligações externas • SOCC (http://www. USJT. uma alternativa é o sistema em pacote (System in package (SiP). eetimes. em larga escala. microcontroladores possuem menos que 100K de RAM (apenas poucos KBytes). ic. br/ cg/ certificados-de-estudo/ certificado-em-projeto-de-sistemas-de-hardware-dedicados) (em português).System-on-a-chip 108 System-on-a-chip System-on-a-chip (SoC). br/ pub/ revint/ 251_42. UNICAMP. tudo em um.html) (em inglês) .ieee-socc. capazes de executarem programas como o Windows ou AMD Geode. usjt. ele pode conter funções digitais. br/ ~gustavo/ disciplinas/ tppd1/ material/ TPPDI .[1] porque é mais simples realizar o agrupamento.[3] Quando não há praticidade para construir uma determinada aplicação SoC. pdf) (em português) PUCRS. nas quais necessitam de memórias externas (flash. se refere a todos os componentes de um computador. pucrs. sistema-em-um-chip. jhtml. [2] Certificado em Projeto de Sistemas de Hardware Dedicados (http:/ / www. [4] O Grande Debate: SOC X SIP (http:/ / www. e frequentemente são sistemas de chip único.[1] Uma típica aplicação sua é na área de sistemas embarcados. Enquanto que o termo SoC é várias vezes usado para processadores mais potentes. analógicas. acredita-se que o system-on-a-chip possui um custo maior que ele.com. unicamp. inf. Página visitada em 25 de novembro de 2009. e que são usados com vários periféricos acoplados. funcionarem. em português.?articleID=159901628) (em inglês). possuem uma conotação técnica maior de que a realidade: aumentam a integração do chip para reduzir os custos de fabricação e disponibilizar sistemas mais compactos. E. em inglês).Julian Pontes Sergio Filho Valderi Leithardt. Normalmente.Multiprocessor System on a Chip (http:/ / www. pdf) (em português). desde que seja aumentada a produção. Muitos são complexos de mais para se ajustarem em apenas um chip construído com um processo otimizado para apenas uma das funções do sistema. System On Chip (SOC) ou.Artigo 6 .

o calor gerado é muito menor.TV de LCD 109 TV de LCD TV de LCD é um tipo de aparelho televisor que utiliza a tecnologia de cristal líquido (LCD) como forma de exibição de imagens. possuem a mesma luminosidade dos monitores convencionais. ou seja. isso não ocorre. haverá um ligeiro aumento na temperatura local. Às vezes. Os benefícios da tecnologia LCD incluem o menor peso e os menores gastos de energia quando comparados a outros tipos de monitores. Nos monitores de LCD.da mesma forma que monitores LCD podem ser utilizados como TV. Desnecessário dizer que essa luminosidade radioativa é prejudicial. Isso ocorre porque você interrompeu o fluxo luminoso/radioativo que estava sendo emitido. 2º Faça um teste: Desligue um monitor convencional e imediatamente após encoste o braço nele. Com os monitores LCD. Os monitores LCD trabalham com um sistema de "luz fria". Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência ALGUNS DISPOSITIVOS APLICADOS NA ELETRÔNICA DE POTÊNCIA SÍMBOLO     DISPOSITIVO     SIGNIFICADO CURVA EQUIVALENTE DIFERENÇAS EQUAÇÃO CARACTERISTICA PARA CONTRUTIVAS CORRESPONDENTE APLICAÇÕES OPERAÇÕES ENTRE COMUNS COMPONENTES COMUNS E DE POTÊNCIA BJT Comum ic = hfe ib + hoe vce Geralmente os BJT's de Potência vbe = hie ib + hre vce são maiores facilitando a dissipação do calor gerado no processo  * Chave eletrônica de controle  * Amplificador de sinais BJT ou TBJ Bipolar Junction Transistor ou Transitor Bipolar de Junção . Outros inconvenientes dos monitores convencionais devem ser apontados: 1º . até "esfriar".Se numa sala trancada permanecer um monitor convencional TV de LCD ligado por muito tempo. porém prejudicam menos a visão humana. Você sentirá os pêlos serem "puxados". as TVs de LCD também podem ser usadas como monitores de computador. até a total dissipação. Os resquícios desse fluxo permanecem na tela (de vidro) por alguns minutos.

MOSFET Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo de Semicondutor de Óxido Metálico Diodo DIODO Diodo Comum Diodos de potência são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Assim como os diodos de potência os SCR's são caracterizados por apresentar uma maior área de secção reta (para permitir maiores correntes) e maior comprimento (a fim de suportar tensões mais elevadas) Não existe -  * Circuitos limitadores ou recortadores  * Circuitos fixadores  * Circuitos multiplicadores de tensão  * Circuitos detetores  * Filtros  * Retificadores  * Chave estática  * Sistema de controle de fase  * Carregador de bateria  * Sistema de emergência de iluminação com uma única fonte  * Retificador Controlado SCR Silicon Controled Rectifier ou Retificador Controlado de Silício SCR Comum SIDAC SIlicon Diode for Alternating Current ou Diodo de Silício para Corrente Alternada TRIode for Alternating Current ou Triodo de Corrente Alternada SIDAC  * Proteção contra sobretensão  * Gerador dente-de-serra  * Disparo de TRIAC  * Controlador de potência para cargas alimentadas com corrente alternada TRIAC TRIAC Não existe - .Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 110 MOSFET Não existe  * Resistência controlada por tensão  * Circuitos de comutação de potência  * Misturadores de freqüência. com MOSFET de comporta dupla.

a confiabilidade e a segurança de produtos. realiza testes de avaliação de sistemas automatizados. empregadores e o público em geral.Tabela de dispositivos para aplicações na Eletrônica de Potência 111 GTO Não existe  * Variação da velocidade do motores  * Inversor de alta potência e tração GTO Gate Turn-Off ou Desligamento pelo Gate Tecnólogo em Mecânica de Precisão O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão visa formar o profissional que projeta. com a informática. supervisiona e mantém sistemas mecânicos de precisão. Atua no controle de qualidade da produção. monta. instala. O curso de Mecânica de Precisão faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial . posição e textura compatíveis com as especificações e normas técnicas. aliadas à consciência ambiental. educadores. avalia. com limites de tolerância dimensional. desenvolve. de forma.773/06. entidades representativas de classes. sistemas e redes de ensino. são competências desse profissional que pode atuar autonomamente. ou em empresas. utilizando técnicas que integram sistemas mecânicos e eletrônicos de elevado grau de complexidade e precisão. o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. instituições ofertantes. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecânica de Precisão é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Óptica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. controla a qualidade.

br/ [3] http:/ / catalogo. hidráulicos. montar. avaliação e laudo técnico dentro do seu campo profissional. controlar a qualidade de produtos. utilizando métodos metrológicos de precisão.Tecnólogo em Mecânica de Precisão • • • • • • Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos 112 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. Pode dedicar-se ao ensino. br/ setec [2] http:/ / www. que irão converter essas grandezas físicas em sinais elétricos. fazem parte integrante da sua formação profissional. que integram a mecânica e a eletrônica com a informática. O objetivo do curso é formar profissionais competentes. articular e colocar em ação conhecimentos. O profissional desta área está capacitado a realizar testes de avaliação de sistemas automatizados. Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Faculdade de Tecnologia de São Paulo [2] • MEC . etc. Lida com as funções dos sensores ópticos. mecânicos. utilizando técnicas mecatrônicas. pneumáticos. manter. gov.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] Referências [1] http:/ / portal. br . que por sua vez serão controlados por computadores. pneumáticos. mec. habilidades e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas na área de Mecânica de Precisão atendendo às necessidades atuais ao desenvolvimento tecnológico do país. eletrônicos. mec. Atribuições O tecnólogo em Mecânica de Precisão está habilitado a entender. Conhecimentos em eletrônica e informática. gov. hidráulicos e eletromecânicos. Trabalha com os conceitos da mecânica tradicional para entender como funcionam os atuadores mecânicos.. além da mecânica. com capacidade pessoal de mobilizar. fatecsp. desenvolver e projetar sistemas mecânicos de precisão. à pesquisa aplicada e realizar vistoria.

educadores. O curso de Mecatrônica Industrial faz parte da área de Controle e Processos Industriais juntamente com os cursos de: • • • • • • • • • • • • Tecnólogo em Automação Industrial Tecnólogo em Eletrônica industrial Tecnólogo em Eletrotécnica industrial Tecnólogo em Gestão da produção industrial Tecnólogo em Manutenção de aeronaves Tecnólogo em Manutenção industrial Tecnólogo em Mecatrônica industrial Tecnólogo em Mecânica de Precisão Tecnólogo em Processos ambientais Tecnólogo em Processos metalúrgicos Tecnólogo em Processos químicos Tecnólogo em Sistemas elétricos . o Ministério da Educação elaborou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia como um guia para referenciar estudantes. visando a compreensão de projetos. instalações.773/06. entidades representativas de classes.Tecnólogo em mecatrônica 113 Tecnólogo em mecatrônica O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica (oficialmente chamado de Mecatrônica Industrial) se propõe à formação do denominado Tecnólogo em Mecatrônica. Algumas disciplinas abordadas O Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial é realizado em módulos que geralmente abordam as seguintes componentes: • • • • • • • • • • Física Matemática Eletrônica e Eletrotécnica Robótica Comando Numérico Computadorizado Sistemas flexíveis de manufatura Desenho Mecânico Manufatura auxiliada por computador Planejamento de processos Computação Controle e Processos Industriais Com o propósito de aprimorar e fortalecer os cursos superiores de tecnologia e em cumprimento ao Decreto n° 5. instituições ofertantes. manutenção e integração desses processos. este que tem a sua formação caracterizada pela aprendizagem de técnicas para automatização e otimização dos processos industriais “discretos”. O curso faz parte da área de Controle e Processos Industriais no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. sistemas e redes de ensino. empregadores e o público em geral.

gerenciar equipes de trabalho. br/ estrutura-universitaria/ pro-reitorias/ prograd/ informacoes-academicas/ cursos/ tecnologias/ tecnologia-em-manutencao-industrial-pb-1 [3] http:/ / www. planejar e executar o retrofitting de máquinas com comando numérico computadorizado. analisar. Ele apresenta também. senai. competências para desenvolver ações empreendedoras. Analisar e inspecionar serviços técnicos em automação. Planejar. projetar. facilidade de adaptação e de relacionamento e capacidade de tomar decisões. para projetar. Dimensionar e avaliar a capacidade de sistemas automatizados industriais. implementar. Projetar e ajustar os compensadores mais utilizados no controle de processos industriais. br/ index. desenvolver e implementar projetos de sistemas mecatrônicos. além de interpretar e aplicar legislação e normas de segurança do trabalho e ambientais. edu. responsabilidade. Gerenciar processos em indústrias automatizadas. br/ [2] http:/ / www3. utfpr. php?pagina=area_cursos& curso=6 . otimizar. Projetar e implementar os processos assistidos por computador através dos sistemas supervisórios Ver também • Mecatrônica • Graduação Tecnológica • Engenharia Mecatrônica Ligações externas • Universidade Tecnológica do Paraná [1] • MEC . Avaliar.Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica [1] • Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia [3] [2] [3] [4] [1] http:/ / www3. edu. br/ mecatronica/ WebForms/ Tipo_Curso. Garantir procedimentos e métodos de controle e de avaliação de qualidade por meio de sistemas mecatrônicos. manter e supervisionar sistemas industriais. gov. utfpr. Atribuições O Tecnólogo em Mecatrônica Industrial atuará nas áreas de mecânica. o profissional em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido uma base técnico-científica traduzida pelas seguintes competências: • • • • • • • • • • Operacionalizar sistemas de manufatura baseados no uso do CNC. aspx?secao_id=17 [4] http:/ / catalogo. de forma multidisciplinar. Planejar e executar a manutenção de sistemas mecatrônicos. mec. demonstrando autonomia. informática industrial e eletroeletrônica. CLP e da robótica. CAD/CAM. sp.Tecnólogo em mecatrônica 114 Carga Horária Mínimo requirido pelo MEC [1] 2400 horas. Ao final do curso.

[1] As vantagens da aplicação de monitores de plasma em informática até meados da década de 70.[2] Funcionamento Ecrãs de plasma ionizam gases nobres contidos em minúsculas células revestidas por fósforo nas cores primárias. [3] Melhor TV LCD: Qual é a melhor? TV LCD. Uma tela 1080p com diagonal medindo 106 cm (42 polegadas) deve possuir mais de 6 milhões de células totalizando mais de 2 milhões de pixels. no mínimo 24 vezes por segundo. que agem como lâmpadas fluorescentes microscópicas. tv/ Archive/ tech_notes_004. que foi aprimorada na última década para o mercado da televisão de alta definição (HDTV). Televisores de plasma têm tela totalmente plana e estão disponíveis em tamanhos até 150 polegadas.LCD vs. a Fujitsu introduziu a primeira televisão de plasma 42 polegadas no varejo.999 à sua estréia. com. eram sua robustez e por não necessitarem de buffer de dados para atualização de imagens. br/ 2010/ 08/ qual-e-a-melhor-tv-lcd-plasma-ou-led/ ) [4] Crutchfield . Allen (http:/ / books. crutchfield. Apresentam excepcional reprodução de cores e são fabricados na proporção widescreen. 1997. 4. June 15. No. google. retrieved 2009-01-29. célula a célula. os ecrãs de plasma possuem ângulo de visão semelhante ao dos televisores de tubo e estão disponíveis em tamanhos de 32 a 150 polegadas [6] e resoluções de 852x480p até 4000x2000p.Tela de plasma 115 Tela de plasma Uma tela de plasma (português brasileiro) ou ecrã a plasma (português europeu) é um dispositivo baseado na tecnologia de painéis de plasma (PDP. São painéis finos. Esta tinha resolução de 852x480 (EDTV). htm). melhortvlcd. em parceria com a Universidade de Illinois em Urbana-Champaign por Donald Bitzer. emitindo luz ao serem ionizados pelo campo elétrico. html) . para criar a imagem. História O primeiro monitor monocromático de plasma foi desenvolvido em 1964 para os computadores PLATO (PLATO Computer System). obtendo até 68 bilhões de cores (36 bits). Plasma (http:/ / www. onde cada conjunto de 3 células emitindo luzes em cores diferentes representa um pixel. Variando-se a intensidade da corrente elétrica aplicada a cada célula. Com a queda de preço dos semicondutores (Lei de Moore os CRTs dominaram o mercado até o final dos anos 90.[3] [4] [5] Ao contrário dos ecrãs LCD que por polarização da luz possuem limitação do seu ângulo de visão. North West Tech Notes. As células em um ecrã de plasma são arranjadas em uma matriz de milhares de pontos. O funcionamento baseia-se na ionização de gases nobres (plasma) contidos em minúsculas células revestidas por fósforo. TV Plasma ou TV LED (http:/ / www.Michael Allen's 2008 E-Learning Annual By Michael W. com/ S-iQ3CNAGq6ql/ learn/ learningcenter/ home/ tv_flatpanel. Em 1997.[7] [1] Google books . Jim. varredura progressiva e custava US$ 14. Gene Slottow e o estudante Robert Wilson. O microprocessador associado ao painel envia energia elétrica individualmente a cada célula. varia-se também a intensidade da luz emitida. com/ books?id=PaFsMI_e88kC& pg=PA43& lpg=PA43& dq=PLATO+ plasma& source=bl& ots=16VvtgmNnP& sig=XnikauH2MqQATLFf9uuYopkdHsY& hl=en& ei=uus6SseeNKO7jAfQ-tmjDQ& sa=X& oi=book_result& ct=result& resnum=4) [2] Mendrala. de volume bastante reduzido em comparação aos monitores de tubo e retroprojeção com área de tela equivalente. tech-notes. Plasma Display Panel). H. "Flat Panel Plasma Display" (http:/ / www. com resoluções até 2000p.

asp) 116 TI verde Ti Verde é que a prática sustentável de produção. Emily. Fabricação Envolve desde a fabricação.. onde.2246186. as empresas que adotam os parâmetros da TI Verde só tem a ganhar: recentemente. cuidando para que eles não sejam simplesmente jogados em aterros sanitário comuns. economia do consumo de água e energia. assim que estiver encerrada sua vida útil. como forma de reduzir a emissão de resíduos tóxicos. html). em consequências das substâncias químicas contidas nos hardwares. The Independent.Tela de plasma [5] CNET Australia . Administração e Utilização da TI Verde Esta é a parte que trata de como uma empresa utiliza e gerencia seus equipamentos da área de TI. pode ser um atrativo a mais para clientes que apoiam a causa ‘verde’. se aproveitando de métodos para produzir que sejam menos nocivos a natureza. pode haver risco de contaminação do solo e da água. [7] PC Magazine (PCMag. reduzir os níveis de substâncias químicas utilizadas para a produção dos equipamentos. No mais. aparelhos eletrônicos que consumam menos enegia.and that's just the TV" (http:/ / www. como por exemplo. gerenciamento e descarte dos equipamentos eletrônicos. pcmag. bem como também podemos citar a utilização de papel reciclado. Isso abrange a compra de equipamentos que consumam menos energia. O melhor a ser feito é a reciclagem. com/ article2/ 0. .00.com) . Mais um ponto para empresas de política "verde" – além da redução de custos.Plasma vs. 8 January 2008. valorização da tranparência da gestão. cnet. com. implementação de técnicas menos nocivas ao meio-ambiente. co. Descarte Inteligente Compreende a maneira correta de se desfazer dos equipamentos. au/ plasma-vs-lcd-which-is-right-for-you-240036500. entre outras.Panasonic's 150-Inch "Life Screen" Plasma Opens CES (http:/ / www. e uma redução nos índices de impressão. htm) [6] Dugan. LCD: Which is right for you? (http:/ / www. uma reputação "sócio-ambiental" correta. o governo do estado de São Paulo adotadou critérios "verdes" para contratações públicas. ou simplesmente a doação dos equipamentos. independent. retrieved 2009-01-29. bem como economia de energia elétrica. uk/ life-style/ gadgets-and-tech/ news/ 6ft-by-150-inches--and-thats-just-the-tv-768862.2817. "6ft by 150 inches .

Cuidados na especificação trata de máxima capacidade de dissipação térmica. ele permite uma absorção durante o desligamento muito mais rápida da energia armazenada no campo magnético. os transorbs podem ser utilizados para proteção e filtragem de sinais analógicos. os transorbs não influenciam o sinal.Transorb 117 Transorb Um transorb (Transient Voltage Suppressor) é um componente eletrônico destinado a absorver picos de sobre-tensões em circuitos eletrônicos. São muito eficazes para resolver problemas de atendimento de características no tocante a compatibilidade eletromagnética : testes de burst. Funcionalmente são muito mais rápidos que capacitores supressores de ruido. Em relés permite um desligamento mais rápido. Caracterizam-se por uma elevada velocidade de resposta ocupando dimensões físicas muito pequenas. seguindo esta regra sucessivamente. Quando utilizados em substituição aos diodos roda-livre para cargas indutivas com alimentação em corrente contínua. permite esta durante um período de tempo de apenas um milisegundo. Neste caso sugere-se a instalação destes dispositivos nos bornes de entrada dos sinais de medição. Aplicáveis tanto na alimentação DC como em sinais analógicos. esta capacidade de dissipação cai a metade. Abaixo da tensão de comutação. Devido a pequena dimensões. . onde a existência de sobretensões induzidas (pelo chaveamento de elevadas cargas) trazem a instabilidade de leituras. São disponíveis em configurações bidirecionais ou unidirecionais. Esta é especificada em W/ms) Watts por milisegundo. surge ou onda amortecida. possuem a características de não adicionar capacitância ao circuito. varistores e centelhadores a gás. Na área de automação e instrumentação. em encapsulamento PTH ou SMD. No milisegundo seguinte. Por exemplo: um transorb com capacidade de 600 Watts de dissipação. Lembrar que é um componente com custo muito superior aos diodos convencionais.

Eles são comuns em circuitos de precisam como componentes de áudio ou vídeo.(em Inglês) Referências [1] http:/ / www. e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado. mun.Trimpot 118 Trimpot Um trimpot. de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. é um potenciômetro miniatura ajustável. Diferentemente de outros controles variáveis. Ligações externas • Tabela com capacidades de Trimpots [1] . mi. ca/ users/ cchaulk/ eltk1100/ resistor/ stdvalue. ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil. =Ver também • Resistor • Potenciômetro Trimmer potentiometers or "trimpots". do inglês trimmer potentiometer. os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos. htm . Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo. e normalmente fica em local que o usuário não o veja.

EUA. br/ [3] http:/ / www. em analogia ao Vale do Silício (região próspera especializada em eletrônica e informática). Valedaeletronica. através da pesquisa aplicada e a incubação de empresas com o apoio da comunidade. conhecida como "Sinhá Moreira" que visionou a possibilidade de catalisar o conhecimento transmitido na cidade através das escolas de eletrônica. História O princípio do Vale da Eletrônica surgiu Luzia Renno Moreira.com [2]. são mais de 150 empresas que geram receitas superiores a 600 milhões de dólares anuais. com. na Califórnia. Inatel [3]. Hoje. hospitalmariathereza. br/ . valedaeletronica. br/ [2] http:/ / www. com.Vale da Eletrônica 119 Vale da Eletrônica Vale da Eletrônica é como ficou conhecida a cidade mineira de Santa Rita do Sapucaí. Referências Complementando o Vale da Eletrônica. Curiosidades O Vale da Eletrônica tornou-se o maior centro tecnológico de Minas Gerais e um de seus mais valiosos APL (Arranjo Produtivo Local). Referências [1] http:/ / www. Para o interface entre médicos e engenheiros foi criado o Hospital Maria Thereza Rennó Ligações externas Hospital Maria Thereza [1]. inatel. informática e telecomunicações. surgiu em 2002 o Projeto de Engenharia Biomédica do Vale da Eletrônica que visa aplicar os conhecimentos técnicos em eletronica e em informática à produção e comercialização de equipamentos eletro-médicos tornando-os mais condizentes à realidade financeira de nossos hospitais e diminuindo a dependencia externa de produtos.

de/ matwis/ amat/ elmat_en/ kap_5/ illustr/ i5_2_4. de cerca de uma polegada (25.Wafer (eletrônica) 120 Wafer (eletrônica) Na microeletrônica.8 polegadas (300 mm) e espessura da ordem de 0. e então polidos em uma ou nas duas faces. eles são provenientes do corte de uma barra pura de um material cristalizado.5 mm. aproximadamente cada wafer gera 400 microprocessadores. Geralmente. Wafers são importante chave para a construção de dispositivos de semicondutores. difusão ou implantação de íons). Um wafer de silício cortado Ligações externas • Site com informações sobre semicondutores [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. um wafer (ou bolacha) é uma fina fatia de material semicondutor. assim como o cristal de silício. assim como circuitos integrados. html . Os wafers fazem parte do resultado final do processo de fabricação de processadores para computador: hoje em dia. Eles são feitos de tamanhos variados. na qual microcircuitos são construídos pela dopagem (por exemplo.4 mm) até 11. separação química com ácidos. e deposição de vários materiais. uni-kiel. tf. usando-se para o corte uma serra de diamante ou um fio desse mesmo material.

capacitores. . os componentes eram soldados um a um nas pontes com o uso de ferros de solda. enquanto os circuitos elétricos somente têm conexões entre componentes elétricos. Ao inserir os componentes nos furos feitos na placa isolante. Com o advento da miniaturização. veio a necessidade de uma aglomeração mais compacta entre os componentes e peças formadoras do circuito eletrônico. entre outros. rápida e perfeita. O início de seu uso foi logo após a Segunda Guerra Mundial. aumentando a probabilidade de erros. os componentes já estavam presos ao cobre de forma fixa. Inicialmente os circuitos começaram a ser aglomerados em placas de materiais isolantes com furos onde de um lado se inseriam as pernas dos componentes e na outra face eram soldados os fios das conexões. Montagem manual de um circuito Passou-se então a se utilizar um método de alta escala de produção chamado de circuito impresso. Antigamente. era imersa em estanho derretido. Esta película ficava após corroída com a fiação impressa exposta. e nestas feitas as conexões entre os diversos componentes e a respectiva fiação. Os circuitos impressos utilizam componentes como resistores. Após retirar o circuito que estava em contato com o estanho.Circuito eletrônico 121 Circuito eletrônico Os circuitos eletrônicos diferem dos circuitos elétricos por possuírem interligações entre diversos componentes eletrônicos. Esta nova plataforma de montagem era totalmente diferente dos antigos chassis e suas pontes de conexão. Este processo. exemplo de circuito eletrônico Esquema de um amplificador bem simples. Antes do processo da solda por imersão. onde numa das faces eram feitas as ligações através de um método de impressão e corrosão de uma fina película de cobre. além de demorado acabava por complicar a montagem. a montagem de circuitos eletrônicos era executada de forma artesanal e sobre um chassis. Neste chassis eram parafusadas pontes de ligações. Com o novo método. quando foi inventada a solda por imersão. os componentes eram dispostos numa placa de material isolante. transístores. suas pernas eram cortadas e a face de ligação onde estavam. soldados de acordo com um diagrama pré estabelecido.

passou a ser encarado como um componente eletrônico. ex. ex. Pode ser um led. entre outros. Ver também • Circuito analógico • Circuito digital • Circuito híbrido Ligações externas • Diferença entre circuitos eléctricos e circuitos electrónicos [1] Referências [1] http:/ / www. 122 Componentes básicos Todo circuito eletrônico é constituído de no mínimo três componentes: • Fonte de alimentação ► Fornece energia para o circuito trabalhar. um alto-falante. um potenciômetro). • Dispositivo de saída ► Realiza trabalho útil. etc. um microfone). somente circuitos muito simples funcionam sem um quarto componente: • Dispositivo de entrada ► Podem converter outra forma de energia em eletricidade. O circuito eletrônico. São os fios e cabos. deixou de ser um circuito propriamente dito.Circuito eletrônico Modernamente os circuitos eletrônicos são muito mais complexos. microprocessadores. Exemplos são os circuitos integrados. com/ 2009/ 04/ circuitos-electricos-circuitos-electronicos/ . além dos métodos normais de circuitos impressos existem outras formas muito mais avançadas de produção. e algumas vezes a carcaça metálica do equipamento. tecnologiadoglobo. • Condutores ► Interligam os componentes do circuito. que será utilizada pelo circuito (p. ou oferecer ao usuário meios de controle sobre o comportamento do circuito (p. Contudo.

Pré-amplificador é o estágio de um amplificador de áudio que recebe o sinal da fonte sonora. O amplificador integrado possui o pré-amplificador e o amplificador de potência juntos no mesmo aparelho. onde apenas uma válvula amplifica todo o sinal. equipamentos estéreo de alta fidelidade (high-fidelity ou hi-fi). Seus componentes principais são dispositivos ativos. apesar do termo atualmente se referir a amplificadores eletrônicos. Amplificadores eletrônicos O tipo de amplificador mais comum é o eletrônico. Em alta fidelidade o amplificador é um aparelho eletrônico que eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio. São muito usadas válvulas pentodo de potência como elementos de saída tais como . microcontroladores. entregando em sua saída um sinal suficientemente elevado para excitar o amplificador de potência. tais como válvulas ou transistores. comumente usado em transmissores e receptores de rádio e televisão. e guitarras e outros instrumentos musicais elétricos. microcomputadores e outros equipamentos eletrônicos digitais. digitalização de áudio e vídeo. Um amplificador valvulado geralmente funciona sob altas tensões de alimentação e baixas correntes. tais como o gravador cassete. o que torna necessário o uso de transformadores de saída para adequar as impedâncias de saída do amplificador (altas) com as baixas impedâncias dos alto falantes. e a magnitude da função de transferência é denominada de ganho[1] . mas com baixo rendimento (classe A) e com topologia Push-Pull onde pares de válvulas são conectadas ao transformador de saída de forma que cada válvula de cada par amplifique apenas um semi-ciclo (positivo ou negativo) do sinal de áudio. Amplificador Amplificador é um equipamento que utiliza uma pequena quantidade de energia para controlar uma quantidade maior. Os valvulados podem ser montados em topologia Single-End. Amplificador de potência é o estágio de um amplificador de áudio ou de RF (radio frequencia) que eleva o sinal de áudio ou de RF fornecido pelo pré-amplificador ou oscilador a um nível de tensão e impedância adequados para funcionar as caixas acústicas ou antenas transmisoras. Atualmente ainda são utilizadas em aparelhos High End e em amplificadores para instrumentos. Amplificadores valvulados No início dos anos do áudio. as válvulas faziam a atividade de dispositivos ativos. etc) e dispositivos analógicos e são utilizados em aplicações como leitura de sensores. o receptor e o toca-discos de baixo nível e corrige-o.ADC 123 ADC ADC é o acrônimo para Analog to Digital Converter (Conversor Analógico-Digital em português) e consiste num circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza analógica (normalmente tensão ou corrente elétrica) em uma grandeza digital (normalmente expressa utilizando binário). Os ADCs são muito úteis na interface entre dispositivos digitais (microprocessadores. É muitas vezes empregado para designar o conjunto pré-amplificador e amplificador de potência ou o amplificador integrado. DSPs. A relação entre a entrada e a saída de um amplificador — geralmente expressa em função da freqüência de entrada — é denominada função de transferência do amplificador. em especial a guitarra elétrica.

EL84.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada • Classe D . Usado principalmente para aplicações de RF e microondas. baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. Amplificadores operacionais (ampops) Fender mini-twin.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo) • Classe AB . as válvulas foram pouco a pouco substituídas por estes novos amplificadores.alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. linearidade e capacidade de potência de saída. transistorizado Amplificadores Operacionais são amplificadores diferenciais DC de alto desempenho: alto ganho. Podem ser construídos com transístores ou válvulas (hoje a maioria é na forma de circuito integrado). Os amplificadores operacionais podem ainda ser divididos em dois tipos: • Entrada em Tensão • Entrada em Corrente (tipo Norton) Classes de Amplificadores As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação.o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada.situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B. mas não na sua totalidade • Classe C . Os amplificadores transistorizados têm comportamento diferente dos valvulados. 124 Amplificadores transistorizados Com a invenção dos transístores. Foram criados para implementar computadores analógicos. de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada. eficiência. São muito usados em instrumentação e equipamentos eletrônicos em geral.6L6 e 6V6 entre outras. alta impedância de entrada. • Classe B . menor tamanho e custo menor.operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM. controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão. a distorção é diferente e não necessitam de transformadores de saída para casar as impedâncias dos alto-falantes. devido às vantagens de menor consumo de energia. Os amplificadores podem ser classificados em: • Classe A .Amplificador KT88. os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte • Classe F . maior durabilidade. EL34. 6550. . KT66. Hoje os amplificadores transistorizados podem ser construídos com transístores bipolares ou MOSFETs ou ainda circuitos integrados. executando operações matemáticas (donde derivam seu nome) com valores de tensões como operandos e resultados. "pulse width modulation").

Amplificador [1] Verhoeven CJM. p. O tempo gasto em cada estado é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. . Alguns são implementados através de portas lógicas NOR enquanto outros são implementados por circuitos de temporização dedicados. Figura 1.Circuito multivibrador astável Ver também • Multivibrador biestável. mas nenhum dos dois é estável. Structured electronic design: negative feedback amplifiers (http:/ / worldcat. antiquewireless.  Boston/Dordrecht: Kluwer Academic. Existem vários tipos de multivibradores astáveis. A Historical Review of Continuous Wave Radio Frequency Power Generators (http://www. Kouwenhoven MHL e Yildiz E. ISBN 1-4020-7590-1 125 Ligações externas • OTB . multivibrator monoestável. 10. org/ isbn/ 1-4020-7590-1).org/otb/blw535202. van Staveren A. O circuito portanto se comporta como um oscilador..htm) Astável Um multivibrador astável é um circuito eletrônico que tem dois estados. Monna GLE. 2003.Below 535.

multivibrator astável. Circuito Biestável Buffer (eletrônica) Um Buffer (ou buffer de tensão) é um amplificador de ganho unitário usado para isolar e conectar um estágio de alta impedância de saída a uma carga de baixa impedância de entrada. Um exemplo de circuito biestável é o flip-flop. Ele é também conhecido como acoplador/casador de impedâncias. não fornece ganho de tensão. fazendo . em que. Um buffer de tensão é usualmente chamado de seguidor de tensão. já que esse circuito faz uma cópia da tensão em sua entrada na sua saída.Biestável 126 Biestável Um multivibrador biestável é um circuito que tem dois estados estáveis. Como a fórmula do ganho na configuração não-inversora é . porém o ampop pode fornecer corrente infinitamente (dentro de suas limitações). Isso pode ocasionar ganho de . já que possui impedância de saída nula. temos e Como é um amplificador de ganho unitário. uma vez que o circuito for comutado permanecerá indefinidamente neste estado. O circuito pode ser comutado através de um sinal de entrada. Representação usual de um buffer de tensão feito com um amplificador operacional O buffer feito com amplificador operacional é essencialmente um amplificador não-inversor. Ver também • multivibrator monoestável.

Atualmente as novas camcorders gravam em formato digital. 127 Camcorder Um camcorder é um dispositivo eletrônico portátil (geralmente uma câmera digital) que grava vídeo e áudio em dispositivos de armazenamento. Para usuários que não se interessam em edição. como uma maneira simples e barata de garantir um perfeito acoplamento de impedâncias e ganho de potência estável (já que ampops têm geralmente uma boa resposta em freqüência). Formatos Amador • VHS • • • • • • • • VHS-C Video8 Hi8 MiniDV Digital8 MICROMV DVD Memória flash Profissional • • • • Betamax DV HDV Hard Disk . Por isso. buffers são usados à exaustão em circuitos eletrônicos diversos.Buffer (eletrônica) potência na carga alimentada pelo buffer. vários aparelhos gravam diretamente para DVD. O camcorder contém tanto câmera quanto gravador em uma só unidade. o que permite uma facilidade na captura e edição do vídeo.

A impedância interna indutiva inerente desse tipo de captador o torna menos linear que os demais. Dessa forma. Em compensação. fazendo o som perder o sustain. Outros captadores conseguem aumentar o sinal utilizando uma quantidade maior de voltas na bobina de cobre. e as converte em sinais elétricos. pode até mesmo ser considerada vantajosa. tipicamente de 1 megaohm ou mais. Quando as cordas vibram. que podem ser. ocorrem alterações no campo magnético gerado pelo ímã. quando próximas umas às outras. A parte externa do captador geralmente é constituida por resistências (como os potenciômetros de volume e tom) e um capacitor no conector do cabo. ou gravados. e se localiza cravado no corpo do instrumento. possuem uma capacitância própria. processados. aumenta a resistência e a impedância. Os captadores eletrônicos geralmente são feitos para trabalhar com altas impedâncias. e não deve ser negligenciada. e reduzir suas vibrações. A capacitância do cabo também é responsável por uma diferença notável no timbre. amplificados. posteriormente. é possível produzir maiores tensões elétricas. Essa ressonância consegue acentuar determinadas freqüências. Essa não-linearidade. Timbre As voltas do fio de cobre. o timbre é conservado. Com um grande número de voltas na bobina. e é gerada uma pequena tensão elétrica. então. Alguns captadores de alta tensão utilizam ímãs fortes para captar maiores variações no campo magnético. e dar ao captador um timbre próprio bem notável. perde-se boa parte da ressonância. Tensão elétrica As tensões liberadas pelos captadores variam em torno de 100 mV rms. baixos. que. conduzido pelos cabos até o equipamento de amplificação. mas com isso. O sinal criado é. próximo às cordas. porém. ou violinos). temos um Humbucker bobina de cobre. entra em ressonância com a indutância da bobina.Captador 128 Captador Captador é um dispositivo eletrônico que capta vibrações mecânicas geradas por um instrumento musical (geralmente de cordas. como guitarras. Captadores magnéticos Captadores eletromagnéticos usam o principio da indução eletromagnética. Isso. Da esquerda para a direita. e dois Single Coils. por conta do efeito indutivo. agrada algumas pessoas. esse tipo de captador só funciona com cordas metálicas. O captador é composto por um ímã envolto por uma Captadores magnéticos de uma guitarra elétrica. o que pode prejudicar as freqüências mais altas. . mas podem chegar a mais de 1 V rms em alguns casos. no entanto. cujo comportamento é análogo à vibração da corda. Como é necessário produzir uma variação no campo magnético. adicionada à capacitância do cabo. tais ímãs podem acabar atraindo demais as cordas. Essa disposição de componentes passivos forma um filtro passa-baixas de segunda ordem. Conectá-los diretamente a dispositivos com baixa impedância de entrada pode levar a corte nas freqüências altas. e por isso.

chegando até 10 V rms. Esses captadores utilizam cristais — quartzo. Eles possuem um timbre bem diferente. O captador humbucker tem um tom "gordo" e "pesado". e têm como caracteristica principal um som alto. o uso de pré-amplificadores é essencial. os piezoelétricos funcionam com altíssima impedância. Captadores piezoelétricos Muito utilizado em instrumentos de cordas não-metálicas (nylon. Dessa forma. para produzir um som mais amplo. Diferente de alguns captadores magnéticos. Humbuckers Todos os captadores magnéticos estão sujeitos a interferências eletrônicas emitidas por outros aparelhos. denominado Humbucker. titanato de bário. limpo. Fender Stratocaster com seus três captadores single coil. com polaridades invertidas. esse tipo de captador é o que apresenta maior ruído. geram tensão elétrica entre suas extremidades. usando duas bobinas há uma mudança no timbre.Captador 129 Tipos de captadores magnéticos Single Coils Os captadores single são os captadores mais simples existentes. Possuem uma aste para cada corda. ou titanato de chumbo — que. Por isso. e prejudicar bastante a qualidade do som. Violão clássico com um captador piezoelétrico. principalmente. os ruídos captados por um single são eliminados pelo outro. e com bastante brilho. muitas vezes. essas interferências podem causar muitos ruídos. são utilizados captadores piezoelétricos. Em alguns casos. Em compensação. Com suas duas bobinas. também têm a vantagem de não captarem campos magnéticos indesejáveis e produzem bem menos realimentações que microfones. quando submetidos à compressão. os Humbuckers são capazes de eliminar praticamente todos os ruídos anômalos causados pelos campos magnéticos do ambiente. São compostos por dois Single Coils. Pensando nisso. O sinal musical também é reforçado. e. a Gibson criou um novo tipo de captador. visceras). das Strato e Telecasters. utilizam-se também os captadores magneticos. se contrapondo ao tom "limpo" e "brilhante" dos captadores Single Coil. Geralmente os captadores piezoelétricos são posicinados abaixo da ponte do instrumento. nas guitarras Stratocaster. Ao invés disso. facilmente associado às Les Pauls e SGs. São utilizados. ou vibração. um ao lado do outro. uma única bobina. . e realista. pois estas não influenciam de forma satisfatoria o campo magnetico.

Captador 130 Ver também • • • • • • Palheta Encordoamento Traste Transdutor Magnetismo Eletricidade Ligações externas • Captadores [1] Referências [1] http:/ / www. com. fica no corpo da guitarra e variam de tamanho e cor. ganharam esse nome depois da invenção dos captadores ativos. captadores. Captador passivo Captadores passivos são captadores comuns de guitarra elétrica. . br Captador ativo de som Captadores ativos de som têm sua captação ativa por energia elétrica. Em seu interior ou dentro do instrumento existe uma bateria da qual fornece mais energia no magnetismo de captação fazendo com que o som seja captado de forma mais pura. É usado muito em baixos elétricos pois as frequências baixas ficam mais definidas e não se misturam com o outros sons.

além de que os circuitos digitais são baseados em circuitos analógicos. por exemplo. no Japão. pois vivemos em um mundo analógico. Circuito de Chua O circuito de Chua é um circuito eletrônico simples que apresenta o comportamento caótico clássico. através de computadores analógicos. Os circuitos analógicos são muito importantes em circuitos transdutores. que naquele tempo estava visitando a Universidade de Waseda.Circuito analógico 131 Circuito analógico Um circuito analógico é um circuito elétrico que opera com sinais analógicos. Os circuitos analógicos também são empregados para resolução de equações diferenciais. e para captarmos uma informação são utilizados circuitos analógicos. porém são sensíveis a variações muito grandes de corrente e tensão. Ele foi introduzido em 1983 por Leon Ong Chua.ao contrário do circuito digital que trabalha com sinais discretos binários (que são 0 e 1). Uma versão do circuito de Chua sem o diodo de Chua. . que foram muito utilizados nos primeiros sistemas eletrônicos de estabilização de vôo. no Concorde foram apenas utilizados circuitos analógicos. que são sinais que podem assumir infinitos valores dentro de determinados intervalos.

é um circuito eletrônico destinado a fornecer potência elétrica a outro circuito sem a necessidade de uma bateria. Estas perdas são proporcionais à diferença do voltagem esperada de 5 volts e a voltagem da bateria principal. Em um modelo rádio controlado.5A a 2A são suficientes. um CEB pode sentir a queda de tensão causada quando a bateria está com pouca carga. Historicamente a expressão foi algumas vezes utilizada para descrever dispositivos usados para alimentar equipamentos movidos a bateria. A bateria é tipicamente substituída por um ou mais capacitores grandes. Em todos os casos é uma boa idéia montar alguns capacitores grandes para proteger a saída regulada. Ele então corta a alimentação de tração do motor para fornecer "direção" ao(s) servo(s) com energia suficiente para trazer rapidamente e de modo seguro o modelo ao operador. CEBs para grandes modelos têm de fornecer corrente de 5A ou mais. de eletricidade. porém leves os quais suavizam os pulsos elétricos oscilantes vindos de um alternador. CEBs em suas formas mais simples usam um regulador de voltagem linear fixo com seu circuito padrão sugerido na folha de dados (datasheet) dos fabricantes . Para pequenos modelos 1. Alguns fabricantes extraem o CEB para tornar os receptores mais compactos como os modelistas de carros RC preferem. sem gerarem própriamente energia. provavelmente resultando na destruição do modelo. contudo alguns não o possuem. No caso de modelos rádio controlados. Neste caso um regulador de modo comutável mais complicado deveria ser usado.g ailerons) seriam mantidas para realizar um pouso de emergência. . entradas elétricas não podem ser usadas. Por exemplo. Em grandes modelos ou modelos de transporte outra possibilidade é proteger a fonte de energia com um capacitor adicional próximo dos atuadores (servos). No caso de uma aeronave. Com uma corrente de pico de 5A o CEB terá perdas de (12V-5V)*5A = 35W. como o CEB tem que lidar com perdas. CEBs também são utilizados em algumas aplicações em motocicletas e ATV para reduzir a penalidade de peso em virtude do transporte da bateria. um acumulador (NiMh) de 10 células com uma voltagem normal de 12 volts.especialmente para baterias com apenas algumas células. Como não há fonte de potência elétrica.Circuito eliminador de bateria 132 Circuito eliminador de bateria Um CEB ou circuito eliminador de bateria. bem como elas são proporcionais à corrente fornecida.normalmente a fonte de energia do receptor necessita de 5V. Alguns Receptores têm um CEB embutido. Com um regulador linear esses 35W serão convertidos calor exigindo assim um grande redutor de calor. a alimentação para a hélice seria cortada porém a operação das superfícies de controle (e. Tipos com baixa queda são preferidos . para modelos de tamanho médio um tipo 3A deve ser considerado. em inglês batery eliminator circuit (BEC). Sem esta funcionalidade. todo o controle seria perdido quando a carga da bateria fosse esgotada.

Para encontrar a corrente total. que é a mesma sobre todos os componentes. medida (medida em volts (V). Circuito paralelo É conhecido como um circuito paralelo um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em paralelo (de conexão em paralelo. ou seja. I. A tensão é a mesma através de qualquer um dos componentes que estejam conectados em paralelo. trechos com funcionamento independente (circuito paralelo) e trechos com funcionamento dependente (circuito série). podemos utilizar a Lei de Ohm em cada malha. ou coulombs por segundo). a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). Exemplo de ligação paralela utilizando resistores Como demonstração. CIRCUITO MISTO: O circuito misto possui alguns pontos de consumo ligados em série e outros em paralelo.Circuito misto 133 Circuito misto Um circuito misto é aquele que dispõe de componentes eletrônicos conectados tanto em paralelo quanto em em série. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. a corrente elétrica (medida em ampères (A). Na ligação paralela. os terminais positivos das lâmpadas são ligados ao teminal positivo da bateria. e então somar todas as correntes. Fatorando a voltagem. ou joules por coulomb). apresenta seus elementos ligados uns em série e outros em paralelo Como o circuito misto é uma composição de circuitos em série com circuitos em paralelo. ou seja. logo este apresenta num único circuito as características dos dois circuitos anteriores. (Veja Leis de Kirchhoff para uma explicação detalhada deste fenômeno). nós temos: que é o mesmo que . É uma das formas básicas de se conectar componentes eletrônicos. I. associados a uma só fonte de tensão. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são R. . consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V. e V. e os terminais negativos das lâmpadas são ligados ao negativo da bateria. que é o mesmo que associação em paralelo ou ligação em paralelo). sendo esta ligação diferente da ligação série. a tensão elétrica.

• Segundo pesquisas. o resultado você irá multiplicar e dividir com o terceiro resistor Onde R1. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. esta sempre resultará numa única resistência total. A fórmula para o cálculo da resistência equivalente (Req) de um circuito de resistores em paralelo é: Caso os valores dos resistores sejam iguais. que é uma combinação das duas formas anteriores. • A diferença de potencial (corrente elétrica necessária para vender a ddp) é a mesma em todos os resistores. ou seja. ficando claro que a condutância total será maior. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências (R) dividido pelo número de resistores utilizados: onde N é o número de resistores. em paralelo ou ainda em associação mista. Ainda. normalmente designada como resistência equivalente . a condutância total é igual a soma das condutâncias individuais de cada resistor. A fórmula para o cálculo da condutância equivalente (Geq) de um circuito de resistores em paralelo é: . no caso específico de um circuito resistivo com duas resistências de valores diferentes. logo a resistência total será menor. assim pode-se dizer que para a associação de resistores em paralelo. seria necessário uma tensão maior que a desejada pelo circuito. o inverso da resistência. será necessário calcular equivalência entre o Primeiro Resistor e o Segundo resistor.2 é o resultado entre eles multiplicado e adicionado por R3 Note que 1/R é o valor da condutância. resistores em grande quantidade a corrente sofre perda para "correr" até eles. • A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. • O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. Para dois resistores ligados em paralelo temos.Circuito paralelo 134 Notação A propriedade da ligação paralela pode ser representada nas equações por duas linhas verticais "||" (como na geometria) para simplificar as equações.e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. a equação abaixo pode ser utilizada: Caso tenha mais de 3 resistores. Qualquer que seja o tipo da associação. • O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. Circuitos paralelos com um só tipo de componente Associação de resistores Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. • A corrente elétrica se divide entre os componentes do circuito.

1 volt é máxima tensão que se pode aplicar em qualquer um deles. o mesmo 1 volt aplicado no circuito paralelo de dois resistores resultará numa potência de 2 watts. para três indutores teriamos três indutâncias mútuas ( e ) e oito equações possíveis. Se a indutância mútua entre dois indutores em paralelo é M. porém deve-se levar em conta a indutância mútua de cada indutor em todos os outros indutores e como eles são influenciados. Então.Circuito paralelo Outra propriedade do resistor equivalente é que apesar de a resistência ser menor. a potência máxima que ele poderá suportar será maior do que as potências máximas que cada resistor que o compõe pode suportar. temos então a equação: Um diagrama contendo indutores conectadores em paralelo Se os indutores estiverem situados nos campos magnéticos de outros indutores. O princípio é o mesmo para mais de dois indutores. . então o indutor equivalente é: ou A fórmula correta depende da maneira como os indutores se influenciam mutuamente. dois resistores de 1 ohm / 1 watt são conectados em paralelo. por exemplo. 135 Associação de indutores Os indutores possuem um comportamento nas associações semelhante ao dos resistores. A capacitância total de um dado conjundo de capacitores em paralelo é igual à soma de suas capacitâncias individuais. deve-se levar em conta sua indutância mútua. temos então a fórmula: Um diagramas de alguns capacitores conectados em paralelo A tensão de operação de uma associação paralela de capacitores é sempre limitada pela menor tensão existente em um componente individual da associação. resultando numa potência de 1 watt. de modo que a indutância de indutores em paralelo é igual ao inverso da soma do inversos das indutâncias individuais. Associação de capacitores Os capacitores possuem regras de associação diferentes dos outros componentes.

| c) Circuito RLC paralelo Consiste de um resistor (R). um indutor (L). | b) Circuito RC paralelo Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em paralelo. | Ver também • • • • Divisor de corrente Circuito série Leis de Kirchhoff Lei de Ohm .Circuito paralelo 136 Associação de pilhas Associa-se pilhas em paralelo para se ter uma bateria equivalente com menor resistência interna equivalente e que demore mais para ser esgotada (para diminuir o tempo entre uma reposição e outra). e um capacitor (C). É importante notar que pilhas em paralelo devem ter a mesma tensão. do mesmo modo que associar resistores em paralelo diminui a resistência total. Circuitos paralelos com mais de um tipo de componente a) Circuito RL paralelo Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em paralelo. conectados em paralelo.

vários tipos de máquinas ou processos. Podem ainda lidar com variáveis analógicas definidas por intervalos de valores de corrente ou tensão elétrica. as entradas e/ou saídas analógicas são os elementos variáveis entre valores conhecidos de tensão ou corrente. contagem e aritmética. ou seja. é um computador especializado.controloPE de diversos tipos e níveis de complexidade. ou simplesmente receptor é o termo genérico para para qualquer circuito eletrônico responsável por receber ou captar um sinal externo que passará por um conversor que o transformará em um sinal útil. é um aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programável para armazenar internamente instruções e para implementar funções específicas. que captam as radiações eletromagnéticas do ar que são posteriormente transformados em sinais sonoros. controlando. que só assumem Painel de comando contendo Controlador Lógico Programável valores dentro de um conjunto finito). Controlador lógico programável Um Controlador Lógico Programável ou Controlador Programável. Um exemplo bem comum disso.Circuito receptor 137 Circuito receptor Circuito receptor. As entradas e/ou saídas digitais são os elementos discretos. temporização. ou seja. é o circuito receptor de rádio. Controlador Lógico Programável Segundo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). conhecido também por suas siglas CLP ou CP e pela sigla de expressão inglesa PLC (Programmable Logic Controller). com processos em que as variáveis assumem valores zero ou um (ou variáveis ditas digitais. Geralmente as famílias de Controladores Lógicos Programáveis são definidas pela capacidade de processamento de um determinado numero de pontos de Entradas e/ou Saídas (E/S). baseado num microprocessador que desempenha funções de controlePB . Segundo a NEMA (National Electrical Manufacturers Association). seqüenciamento. . Controlador lógico programável Um CLP é o controlador indicado para lidar com sistemas caracterizados por eventos discretos (SEDs). por meio de módulos de entradas e saídas. tais como lógica. é um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.

• 2ª Geração: Aparecem as primeiras “Linguagens de Programação” não tão dependentes do hardware do equipamento.Schneider Eletric) e DeviceNet (Allen Bradley). por exemplo na indústria do automóvel. especificamente na Hydronic Division da General Motors. Com isto podem ser supervisionados por computadores formando sistemas de controle integrados. Redes de campo abertas como PROFIBUS-DP são de uso muito comum com CLPs permitindo aplicações complexas na indústria automobilística. computadores. Facilidade de manutenção com conceito plug-in. sendo realizada normalmente no laboratório junto com a construção do CLP. Podemos didaticamente dividir os CLP's historicamente de acordo com o sistema de programação por ele utilizado: • 1ª Geração: Os CLP's de primeira geração se caracterizam pela programação intimamente ligada ao hardware do equipamento. 7. produtoras de líquidos. Os Terminais de Programação (ou maletas. possíveis pela inclusão de um “Programa Monitor “ no CLP. Envio de dados para processamento centralizado. sob o comando do engenheiro Richard Morley e seguindo uma especificação que refletia as necessidades de muitas indústrias manufatureiras. para redução de custos. 4. 6. . para poder programar era necessário conhecer a eletrônica do projeto do CLP. gravando-se o programa em memória EPROM. o qual converte (no jargão técnico. Unitelway (Telemecanique . entre muitos outros. Preço competitivo. “compila”). A idéia inicial do CLP foi de um equipamento com as seguintes características resumidas: • • • • • • • • 1. 5. Mínimo de 4000 palavras na memória. EtherCAT (Beckhoff). de papel e celulose. siderurgica. Profibus (Siemens). compara com as instruções do programa do usuário e altera o estados das saídas. 2. materiais gasosos e outros produtos. no outro caso a aplicação se dá nas áreas relacionadas com a produção em linhas de montagem. Os protocolos mais comuns são Modbus (Modicon Schneider Eletric). 138 História O CLP foi idealizado pela necessidade de poder se alterar uma linha de montagem sem que tenha de fazer grandes modificações mecânicas e elétricas. As memórias depois de programadas eram colocadas no CLP para que o programa do usuário fosse executado. Alta confiabilidade. as instruções do programa. Assim a tarefa de programação era desenvolvida por uma equipe técnica altamente qualificada. verifica o estado das entradas. outros CLP´s e até mesmo com unidades de entradas e saídas remotas. em 1968. Facilidade de programação. como eram conhecidas) eram na verdade Programadores de Memória EPROM. No primeiro caso a aplicação se dá nas industrias do tipo contínuo. O CLP nasceu praticamente dentro da industria automobilística. toda a informação dos sensores é concentrada no controlador (CLP) que de acordo com o programa em memória define o estado dos pontos de saída conectados a atuadores. Softwares de supervisão controlam redes de Controladores Lógicos Programáveis. Cada fabricante estabelece um protocolo para fazer com seus equipamentos troquem informações entre si. 3. e outras.Controlador lógico programável Os CLP's estão muito difundidos nas áreas de controle de processos ou de automação industrial. Dimensões menores que painéis de Relês. 8. Os CLPs tem capacidade de comunicação de dados via canais seriais. Num sistema típico. Os canais de comunicação nos CLP´s permitem conectar à interface de operação (IHM). Expansão em módulos. ou seja. A linguagem utilizada era o Assembly que variava de acordo com o processador utilizado no projeto do CLP.

Sistemas Supervisórios. treinamento e ajuda por parte do software de programação. é frequente o desenvolvimento de novos recursos dos mesmos.to-Analog Converter). deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. podendo alterar. Por isso. A estrutura física também sofre alterações sendo a tendência para os Sistemas Modulares com Bastidores ou Racks. Com o auxílio dos microcomputadores a tarefa de programação passou a ser realizada nestes. Em outros casos. possibilidade de armazenamento de vários programas no micro. gerenciamento e desenvolvimento de plantas industriais mais flexíveis e normalizadas. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Redes Internas de Comunicação e etc. depois de digitalizado. de modo a proporcionar que o equipamento de um fabricante “converse” com o equipamento outro fabricante. conversores são circuitos que transformam grandezas analógicas em digitais ou vice-versa. • 4ª Geração: Com a popularização e a diminuição dos preços dos microcomputadores (normalmente clones do IBM PC). Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). é processado e. os CLP's passaram a incluir uma entrada para a comunicação serial. etc. Em muitos casos. onde um Teclado ou Programador Portátil é conectado. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). por exemplo. como.Controlador lógico programável • 3ª Geração: Os CLP's passam a ter uma Entrada de Programação. Isto é uma necessidade imposta pela prática. apagar. . há grandezas analógicas que precisam ser convertidas em digitais. a saída de tensão de um sensor de temperatura de um termômetro digital. em português conversor digital-analógico. para ser processado por um bloco funcional analógico. Mas a mais pura verdade é que ninguém se importa com essas coisas sobre eletrônica. não só CLP's. possibilidade de simulações e testes. Com o avanço da tecnologia e consolidação da aplicação dos CLPs no controle de sistemas automatizados. O sinal recebido. Na Eletrônica Digital. como Controladores de Processos. por exemplo. 139 Conversor digital-analógico Um DAC (acrónimo para a expressão em língua inglesa Digital . A grande dificuldade tem sido uma padronização por parte dos fabricantes. um sinal na forma digital. a digital. gravar o programa do usuário. fruto da chamada Globalização.. além de realizar testes (Debug) no equipamento e no programa. a operação inversa é usada. Porque isso só serve para um bando de desocupados que em vez de ficar em casa coçando o saco ficam ai pesquisando inutilidades Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. é um circuito eletrônico capaz de converter uma grandeza digital (por exemplo um código binário) em uma grandeza analógica (normalmente uma tensão ou uma corrente). As vantagens eram a utilização de várias representações das linguagens. Existem Fundações Mundiais para o estabelecimento de normas e protocolos de comunicação. na maioria das vezes. • 5ª Geração: Atualmente existe uma preocupação em padronizar protocolos de comunicação para os CLP's. proporcionando uma integração a fim de facilitar a automação.

são dispositivos eletrônicos que convertem a tensão da rede alternada senoidal. ou seja. queda de tensão. mais barato. a corrente é a principal grandeza elétrica limitante no dimensionamento. entretanto. Os conversores costumam ser dimensionados mais precisamente. centrais de comando. ambos os termos são imediatamente reconhecidos. Podem trabalhar em interfaces com computadores. como por exemplo. Inerentemente ao projeto básico de um Conversor de Frequência. sobrecarga. teremos na entrada o bloco retificador. etc. Editora Novatec. durante o dimensionamento. Os conversores de frequência costumam também atuar como dispositivos de proteção para os mais variados problemas de rede elétrica que se pode ocorrer. 2006. Conversor de frequência Os conversores de frequência. fazendo alusão ao equipamento eletrônico de potência que controla a velocidade ou torque de motores elétricos. os conversores são montados em painéis elétricos. simultaneamente. O dimensionamento pela potência do motor pode também ser feita. também conhecidos como inversores de frequência. Eles são usados em motores elétricos de indução trifásicos para substituir os rústicos sistemas de variação de velocidades mecânicos.Conversor digital-analógico 140 Quadro comparativo Bits Limite de cores Frequência Exemplos de aparelhos 10 12 12 12 12 12 12 14 14 16 16. dependendo do porte e tecnologia do dispositivo. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Na indústria entretanto. A denominação Inversor ou Conversor é bastante controversa. Black Finish. o circuito intermediário composto de um banco de capacitores eletrolíticos e circuitos de filtragem de alta frequência e finalmente o bloco inversor. Sony DVPNS9100ES NeuNeo HVD108 Sony NS-575p Referências bibliográficas • SICA. sendo que alguns fabricantes utilizam Inversor e outros Conversor. partidas e frenagens bruscas ou em . como desbalanceamento entre fases. Normalmente.384 cores 4. em uma tensão de amplitude e frequência variáveis. Importante também notar outros aspectos da aplicação.096 cores 54 MHz 54 MHz 108 MHz 150 MHz 216 MHz 297 MHz 216 MHz 108 MHz 216 MHz 149 MHz NeoDigits Helios X5000 Philips BDP9000 (Blu-ray) Toshiba HD-XE1 Samsung BD-P1200 (Blu-ray) Pioneer Elite. e conduzir. de manutenção mais simples e reposição profusa. Carlos. dentro do conversor. bem como os custosos motores de corrente contínua pelo conjunto motor assíncrono e inversor. DV79AVI Marantz DV9600. o inversor na verdade é um bloco composto de transistores IGBT. precisão de controle. em tensão contínua e finalmente convertem esta última. sendo um dispositivo utilizado em larga escala na automação industrial. pela corrente do motor. demanda de torque (constante ou quadrático). tais como polias e variadores hidráulicos. dezenas de motores.

é o controle de Torque. desenvolver máquinas que sem os mesmos. como indutores na barra DC ou indutores nas entradas do conversor. Dentre os diversos fabricantes deste produto. Posicionamento e Sincronismo de Velocidade ou Sincronismo de Posição. fazem medições precisas e estimativas dos parâmetros elétricos do motor. sendo que um deles. controlam outros parâmetros inerentes ao motor elétrico. não somente controlam a velocidade do eixo de motores elétricos trifásicos de corrente alternada. Modernas técnicas de chaveamento da forma de onda de tensão e também da frequência aplicada sobre o estator do motor elétrico. os conversores de frequência hoje são dotados de poderosas CPUs ou placas de controle microprocessadas. de modo a obter domínio total sobre o comportamento do eixo do motor elétrico. custo dos sistemas de acionamento. por serem dispositivos dotados comumente de uma ponte retificadora trifásica a diodos. temos uma vasta coleção de catálogos e normas. Quando o acionamento elétrico não exige variação da velocidade do motor. geram harmônicas. que vão desde as mais simples e menos custosas. Os Conversores de Frequência. de forma que limite-se a corrente de partida evitando assim quedas de tensão da rede de alimentação. permitem a aos projetistas. regime de trabalho. e outros aspectos particulares de cada aplicação. Cada fabricante consegue implementar sua própria estratégia de controle. Muitos conversores hoje. expandindo e flexibilizando o uso dos mesmos. Os conversores de última geração. como também. passando pelos retificadores de 12 ou 18 diodos ou pulsos. Os fabricantes de conversores de frequência disponibilizam filtros de harmônicas. Os benefícios são diversos. de modo a obter os dados necessários para o modelamento e consequente controle preciso do motor. substituírem servo motores em muitas aplicações. outros opcionais. Tais técnicas são sempre aliadas ao modelamento matemático preciso do motor elétrico. permitem o controle com excelente precisão. Através da funcionalidade que os microprocessadores trouxeram.Conversor de frequência intervalos curtos ou muito longos. como redução no custo de desenvolvimento. utilizando transformadores defasadores até chegar aos filtros ativos ou retificadores a IGBT. 141 Ver também • Soft-starter • Cicloconversor • Conversores estáticos . para diminuição ou até mesmo eliminação das harmônicas tanto de corrente quanto de tensão elétrica. custo de manutenção. permitindo em muitos casos que motores elétricos trifásicos de corrente alternada. costuma-se utilizar soft-starters. alguns já integrados ao produto. sobre o eixo do motor. que devem sempre ser consultados. trata-se de cargas não lineares. Os conversores de frequência de última geração. manipulação de vários eixos de acionamento. Uma das técnicas mais conhecidas é o PWM ou "Pulse Width Modulation". ou seja. querendo-se apenas uma partida mais suave. seriam praticamente impossíveis de serem fabricadas. antes da ponte retificadora. que possibilitam uma infindável variedade de métodos de controle. Com a capacidade inerente de variar a velocidade de motores elétricos trifásicos de Corrente Alternada. Existem várias técnicas para filtragem de harmônicas. Os conversores de frequência tem uma vasta aplicação na indústria de máquinas e processos em geral. são dotados de opcionais que permitem implementar técnicas de controle de movimento.

Os circuitos retificadores controlados. Uma aplicação clássica é aquela na qual o conversor estático. tiristor SCR. circuitos choppers. alimentação de energia para uma máquina elétrica (motor elétrico) de C. são alterado através da aplicação de sinais de controle. sem que seja preciso fazer modificação alguma na máquina elétrica. competindo comercialmente com estes.A. monofásica. IGCT. por meio de seus artifícios funcionais. por exemplo. . de micro-empresa e atividade rural. fazendo compensações em função da demanda e das condições da carga.: máquinas de aplicação residêncial. GTO.A. etc). também denominado motor de indução. Diagrama do fluxo de energia em conversores estáticos Conversores estáticos são dispositivos capazes de modificar as características da energia elétrica usada para alimentar uma determinada carga ou consumidor. onde não existe facilidade ou infra-estrutura para obtenção de uma rede C. (corrente alternada) trifásico. Os conversores estáticos do tipo mencionado acima são denominados conversores de fase e existem em contraponto aos conversores rotativos.A.Conversor estático 142 Conversor estático O termo “Conversor Estático” é usado para designar genericamente circuitos de eletrônica de potência que controlam o fluxo de potência entre uma fonte de energia elétrica e um consumidor. no qual o ciclo de trabalho. a partir da tomada de energia de uma rede elétrica de C. operando na mudança do valor da tensão elétrica e / ou da forma de onda atual da fonte de energia por meio de uma seqüência de comutações de interruptores estáticos (chaves semicondutoras tais como transistor bipolar. da potência de saída. oferecendo assim uma solução de eficiente em custo-benefício para situações em que haja essa necessidade (ex. e. que é a razão entre os tempos de condução e de bloqueio das chaves semicondutoras. provendo assim uma eficiente regulação. trifásica). tendo os conversores estáticos a vantagem de propiciar maior eficiência (menores perdas no processo de conversão de energia) e qualidade (energia limpa em termos de impacto ambiental) e ainda serem de menor custo de relativo para aquisição e implantação. eventualmente também a freqüência. fornece em sua saída. ou semicondutores de potência de tecnologia híbrida como os IGBT. circuitos inversores e conversores de fase são alguns exemplos de conversores estáticos. MCT. utilizando para isso circuitos de eletrônica de potência os quais são baseados em componentes semicondutores que operam em modo de comutação (operados como chaves). MOSFET. se comparados com conversores rotativos que sejam eqüivalentes em termos de potência elétrica.

Conversor estático 143 Disparador Schmitt Um disparador Schmitt nada mais é que um filtro de ruído de entradas digitais. . o que fará a "janela" na comparação. Para circuitos monoastaveis que precisam de um disparador. tem níveis diferentes de comparação para alternar de nivel alto para nivel baixo fazendo uma janela entre esses dois valores impedindo que pequenos ruídos façam seu circuito entender diversas passagens de nivel alto e baixo. pois impede que sejam dados diversos disparos por causa de pequenos ruidos gerados pela leitura do botão. ou seja. Pode ser implementado com AmpOP fazendo uma comparação e fazendo uma realimentação positiva. este é um circuito muito utilizado.

G) do dispositivo CMOS. Expressa-se este número em pixels. Um CCD especialmente desenvolvido para uso na obtenção de imagens no ultravioleta A capacidade de resolução ou detalhe da imagem depende do número de células fotoelétricas do CCD. equipamentos médico-hospitalares (como por exemplo os endoscópios). cada capacitor pode transferir sua carga elétrica para um outro capacitor vizinho. óptica e espectroscopia UV e técnicas de alta velocidade). Sob o controle de um circuito externo. Aplicando-se a tensão aos gates em sequência adequada tem-se a transferência das cargas ao longo da estrutura. . maior a resolução da imagem. em azul) são confinadas por barreiras de potencial criadas pela aplicação de tensões positiva às portas (gates .Dispositivo de carga acoplada 144 Dispositivo de carga acoplada CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada é um sensor para captação de imagens formado por um circuito integrado contendo uma matriz de capacitores ligados (acoplados). Atualmente as câmeras fotográficas digitais incorporam CCDs com capacidades de até 160 milhões de pixels. e na astronomia (particularmente em fotometria. Quanto maior o número de pixels. Ver também CMOS Princípio de funcionamento de um CCD: cargas elétricas (elétrons. Os CCDs são usados em fotografia digital. imagens de satélites.

Todavia. mantendo a corrente de saída constante. uma corrente de sinal alternante. Filme espesso Filme espesso é um método usado na fabricação de circuitos integrados. Conceitualmente. independentemente da carga. O espelho de corrente é usado para fornecer correntes de polarização e cargas ativas a circuitos. Estes metais e óxidos metálicos se evaporam e se depositam em uma camada de cerâmica. As tintas ou pastas podem ser condutivas. em vez de tintas ou pastas. resistores e capacitores). e as vezes é. um espelho de corrente ideal é simplesmente um amplificador de corrente ideal. resistores e capacitores) dos circuitos integrados são compostos pelo depósito de vários filmes com características e padrões distintos. produzindo o padrão necessário para que se formem os componentes passivos dos circuitos integrados (fios. este método tecnológico utiliza metais e óxidos metálicos. Tal tecnologia opera de acordo com os princípios básicos da tecnologia de filme espesso. denominada fotosilkscreen para depositar diversas camadas de tintas ou pastas especiais sobre uma camada de cerâmica. Os componentes passivos (fios. isolantes ou resistivas. Ver também • Fonte de corrente Filme delgado Filme delgado é um método na tecnologia de confecção de circuitos integrados.Espelho de corrente 145 Espelho de corrente Um espelho de corrente é um circuito projetado para copiar a corrente elétrica que passa em um dispositivo ativo por meio do controle da corrente em outro dispositivo ativo de um circuito. Esta tecnologia conhecida como filme espesso é semelhante à tecnologia estêncil. . A corrente sendo 'copiada' pode ser.

filtros plop ou passa-alta (high pass) e filtros passa-baixa (low pass). principalmente destinados a compensar a desigualdade de resposta em frequência de alguns outros circuitos de processamento de sinais ou sistema. Essas faixas de freqüência podem então serem aumentadas (boost) ou cortadas (cut) independentemente. freqüência central. como concertos. tais como as de oitavas [4] (12-Band Graphic EQ) ou um terço de uma oitava (36-Band Graphic EQ). Existem três principais tipos de equalizadores com filtros peaking: • Equalizadores paramétricos • Equalizador gráfico • Filtros de entalhe (notch) Todos os equalizadores com filtros peaking possuem três variáveis: • Frequência . e boost / cut. A frequência central ocorre no topo da curva de sino e é a frequência mais afetada pela equalização. Muitas vezes é simbolizada como fc e é medida em Hz. • Aumento (Boost) / Corte (Cut) . Um filtro de entalhe (notch) é uma EQ com um Q fixo muito alto. para enfatizar determinados instrumentos. É geralmente utilizada para melhorar a fidelidade do som. • Q – Isto é uma variante (fator de qualidade). Um equalizador paramétrico utiliza parâmetros independentes para Q. A quantidade de Boost / Cut ou gain é medido em decibéis [2].[1] Um filtro EQ tipicamente permite o usuário a ajustar um ou mais parâmetros que determine a forma global (overall) da função de transferência do filtro . mais estreita a largura de banda. considerando que um corte vai amortecê-los. Um aumento significa que as frequências serão mais altas depois de terem sido equalizadas.Todos os equalizadores construídos sobre um filtro peaking usam uma curva de sino. ou para criar sons completamente novos e diferentes. Uma Q elevada significa que apenas uma estreita faixa de frequência em torno da frequência central é afetada. Qualquer faixa de freqüências podem ser selecionadas e processadas. para eliminar ruídos indesejáveis. pois permite o controle sobre todas as três variáveis. Essa equalização é predominantemente utilizada em gravação e mixagem. A fórmula para conversão de largura de banda em oitavas para Q é: onde N é a largura de banda em oitavas. Este tipo de EQ é útil em aplicações multimidias e masterização de áudio. Esta é a forma mais poderosa de EQ. .Filtros de Equalização 146 Filtros de Equalização Um filtro de equalização (EQ). shelving. um aumento de cerca de +10 dB é necessário para a sonoridade percebida para ser duas vezes mais alto para o ouvido humano. Um Boost ou Gain de +3 dB terá o dobro da potência de som após a equalização. isso determina o quanto das freqüências selecionadas deverão estar presentes.Também chamado de ganho (gain). No entanto. que permite o equalizador funcionar sem problemas através de uma escala de frequências. Este tipo de EQ é freqüentemente utilizado para aplicações ao vivo. Equalizadores podem ser projetadas com filtros de pico (peaking). como +3 dB ou -6 dB. A freqüência e o boost / cut permanecem variáveis. que se refere à largura da curva de sino. é um filtro. enquanto que um Q baixo afeta uma ampla faixa de freqüência. normalmente ajustável. filtros de banda (band pass).[3] Um equalizador gráfico usa Q pré determinadas e faixas de freqüência que são espaçados de acordo com os intervalos musicais. Quanto maior o Q.

uma exigência para que a resistência do filtro constante da rede Zobel fosse ideal.com/ calculator-bandwidth.com/ calculator-cutoffFrequencies. Don and Carolyn. 1984. Linhas de telecomunicação Antes do uso generalizado da tecnologia digital. eliminar pops. aonde um filtro equalizador all-pass seria utilizado. S. Estes filtros também são usados em masterização de áudio. que é aplicado no resto do espectro de frequência [5]. EQ é frequentemente usado com moderação.sengpielaudio. wikipedia. Taxas de atenuação comum são 6. org/ wiki/ Espectro_sonoro http:/ / pt. Freqüências abaixo da freqüência de corte são atenuadas.htm) • Q Factor and center frequency f0 . Portanto. a uma taxa constante por oitava. Este tipo de filtro é normalmente encontrada nos controles de treble e bass de unidades de casas de áudio. fase e delay precisariam também serem equalizados. Ver também • Equalizador Ligações externas ((em inglês)) • Calculator: bandwidth per octave N to quality factor Q and back (http://www. tendo também uma combinação de impedância de qualidade. O primeiro equalizador pode ter sido desenvolvido por Sally Pero (mais tarde Sally Pero Mead) da AT & T Corp. aumentam ou diminuem a partir de uma determinada frequência até atingirem um nível pré definido. "A history of network synthesis and filter theory for circuits composed of resistors. que pode causar um problema na mistura(mixing). wikipedia. Filtros low pass funcionam de forma semelhante. Isso foi um aparelho one-port ligado através de linhas com o intuito de melhorar a velocidade do sinal dde um telégrafo. Quase todos os filtros (ambos. chamada de frequência de corte. McGraw-Hill 2001 ISBN 0071360972. http:/ / pt. Filtros high pass e low pass aumentam ou cortam as frequências acima ou abaixo de uma freqüência selecionada. maior a ocorrencia de mudança de fase. Estes filtros são utilizados para reduzir ruídos e chiados. inductors. quando se está gravando vocais.Filtros de Equalização 147 Filtros Shelving Filtros shelving. pp.htm) . wikipedia.54-56. and capacitors". ao contrário daqueles descritos acima. Aonde ela desenhou para o uso em um cabo receptor de telégrafo de submarino. org/ wiki/ Oitava http:/ / pt. p141 . p5. e remover rumble. org/ wiki/ Telefone_fixo Darlington. Quanto menor o valor de Q. exceto que apenas as freqüências abaixo do corte estão autorizados a passar. era comum a utilização de equalizadores analógicos em telefones fixos [7] utilizados para trunking.[8] [1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] Davis.151. wikipedia. 12 e 18 dB por oitava. a menos que um determinado efeito seja desejado. Havia uma necessidade de o circuito ser passivo e equilibrado. para eliminar o rumble. Circuits and Systems. org/ wiki/ Fase_%28f%C3%ADsica%29 http:/ / pt.Find cutoff frequencies (bandwidth) (http://www. então. É comum o uso de um filtro high pass (em torno de 60 a 80 Hz). org/ wiki/ Decibel Frederick Alton Everest. The master handbook of acoustics. Sound System Engineering. wikipedia. analógicos e digitais) induzem a mudança de fase [6] no sinal de saída de áudio. First Edition 1975. vol 31. Um filtro high pass permite que apenas as freqüências acima da freqüência de corte passem inalteradas. IEEE Trans. Para as linhas utilizadas para fins de transmissão de radiodifusão.sengpielaudio. http:/ / pt.

Uma fonte de alimentação é usada para transformar a energia elétrica sob a forma de corrente alternada (CA) da rede em uma energia elétrica de corrente contínua. as fontes serão capazes de detectar possíveis problemas internos de mau funcionamento ou a proximidade do fim do seu ciclo de vida. Um outro tipo de fonte de alimentação é a chamada fonte chaveada. um filtro capacitivo e/ou indutivo e um regulador de tensão. mais adequada para alimentar cargas que precisem de energia CC. a tensão alternada da rede elétrica é aumentada ou reduzida por um transformador. Fontes de alimentação de PCs Uma placa-mãe é instalada no lado direito do gabinete enquanto no formato BTX. Essa energia "chaveada" é passada por um transformador (para elevar ou reduzir a tensão) e finalmente retificada e filtrada. A desvantagem é a emissão de ruídos e radiação de alta frequência devido à alta freqüência de chaveamento. no entanto. gerando mais calor. a evoluir muito em sistemas redundantes e com detecção de falhas. onde se alimenta com tensão CA uma etapa retificadora (de alta ou baixa tensão). retificada por diodos ou ponte de diodos retificadores para que somente os ciclos positivos ou os negativos possam ser usados. ela se encontra no lado esquerdo. a outra continua a funcionar (sistema redundante). Se uma falhar. Ver também • Fonte chaveada . Também foram reorganizados para melhorar o desempenho do sistema. não são acessíveis. Estes sistemas.Fonte de alimentação 148 Fonte de alimentação Uma fonte de alimentação é um aparelho ou dispositivo eletrônico constituído por 4 blocos de componentes elétricos: um transformador de força (que aumenta ou reduz a tensão). filtra-se através de capacitores e a tensão resultante é "chaveada" ou comutada (transformada em tensão CA de alta freqüência) utilizando-se transistores de potência. Fonte de Alimentação Redundante Está-se. consequentemente. Além disso. um circuito retificador. ajustando a tensão de saída para um valor desejado e pré definido. Os chipsets e os slots foram reorganizados com o objetivo de otimizar a dissipação do calor gerado pelos dispositivos que estão usando clocks mais altos e. Além disso necessita de transformadores menores e mais leves. A regulação ocorre devido a um circuito de controle com realimentação que de acordo com a tensão de saída altera o ciclo de condução do sinal de chaveamento. a seguir estes são filtrados para reduzir o ripple (ondulação) e finalmente regulados pelo circuito regulador de tensão. Numa fonte de alimentação do tipo linear. Isso quer dizer que colocamos duas fontes de alimentação onde antes tínhamos só uma. A vantagem é que o rendimento de potência é maior e a perda por geração de calor bem menor do que nas fontes lineares.

de um resistor. Ao final. o material semicondutor é exposto a uma solução de gravação química que marca a superfície não protegida pelo material fotorresistente. a luz atravessa a fotomáscara sobre uma lâmina de material semicondutor revestida com um material fotorresistente. R. Depois. o material fotorrresistente não atingido pela luz é retirado. I. e gerando uma tensão V Fotolitografia Fotolitografia é uma técnica utilizada na confecção de circuitos integrados. . Através dessa técnica o circuito é desenhado. constituído de uma fonte de corrente. criando o molde do circuito desejado da lâmina. Um circuito elétrico simples. sua composição se modifica. fotografado e reduzido a um negativo com o tamanho final requerido. Em seguida. Ao atingir esse material. Esse negativo é conhecido por fotomáscara.Fonte de corrente 149 Fonte de corrente Uma fonte de corrente é um dispositivo elétrico ou eletrônico que emite ou absorve a corrente elétrica.

Fotomáscara 150 Fotomáscara Fotomáscara é a imagem fotográfica negativa de um molde de circuitos integrados. Ver também • Fotolitografia Integrador Um integrador é um circuito eletrônico que realiza um processo de integração (soma infinitesimal) dos sinais decorrentes da variação do sinal de entrada conforme sua variação no intervalo de tempo analisado. Um circuito que realiza a diferenciação é chamado circuito diferenciador. como mostra a figura abaixo. Integradores podem ser construídos através de diversos tipos de circuítos. onde: ou aplicando a transformada inversa de Laplace: . mas a forma mais comum é constituída de um amplificador operacional com realimentação negativa através de um capacitor. A integração é uma das operações fundamentais do cálculo. o inverso da diferenciação ou derivação.

Princípios e Aplicações. Latch Set Reset Referências Bibliográficas • SICA. 2006. o estado anterior é mantido e está a disposição para consultas. pois as duas portas direcionadoras ficarão em nível alto. 8ªedição Pearson-Prentice Hall. O modelo mais simples é formado por um par de inversores montados de forma que a entrada de um seja conectada à saída do outro. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". isso ocorre porque nesse caso a entrada D está produzindo um nível baixo em uma das entradas SET ou CLEAR do latch NAND. voltando a ser "transparente". não permitindo o balanceamento das saídas..Latch 151 Latch Latch é um circuito eletrônico digital que implementa uma célula de memória estática. Carlos. Sempre que as duas entradas forem 0 lógico. WIDMER.A versão com portas NAND. Este estado é chamado de memória. Latch com portas NAND O circuito de um FF mais simples pode ser construído a partir de duas portas NAND ou duas portas NOR. A operação de um latch D será a seguinte: • Quando o EN estiver em nível alto a saída Q irá acompanhar a entrada D. Editora Novatec. Nesse modo chamamos ele de latch "transparente". denominada de Latch D (Latch transparente) O circuito latch D é formado por duas portas NAND (NAND1 e NAND2 na figura) e um latch NAND. Quando a primeira entrada for 1 e a segunda 0. Sistemas Digitais . e não possui um detector de bordas como os flip-flops. Este tipo de circuito é conhecido como latch set/reset. a entrada ENABLE (abreviado por EN) do latch não depende das transições de um clock. assim. Assim a saída Q manterá o nível lógico anterior à mudança de EN para nível baixo. É muito comum encontrar latchs implementados com portas lógicas NAND ou NOR. ou seja. • Quando EN estiver em nível baixo a saída Q não mais acompanhará a entrada D.J. as saídas são alteradas proporcionalmente a esses valores. N. formando uma realimentação dupla. Latch D Referências • TOCCI. e não irá mudar até que EN volte para alto. Não é permitido atribuir 1 lógico às duas entradas porque esse estado causaria instabilidade no circuito. 2003 Tabela-verdade do Latch D .S. sendo que a situação inversa é verdadeira. R.

O tempo que o circuito pode ficar no estado instável normalmente é controlado pela carga ou descarga de um capacitor através de um resistor. Basicamente ele consiste de um circuito oscilador que gera o sinal de portadora (RF) e mais um circuito combinador/misturador (o modulador em si) podendo ainda haver uma etapa amplificadora.Modulador RF 152 Modulador RF Modulador de RF é um circuito eletrônico que realiza a modulação de uma portadora de rádio frequência (RF) por um sinal contendo uma informação (geralmente sinal de vídeo ou de áudio). Ver também • multivibrator biestável • multivibrator astável Circuito Monoestável. em que. . O circuito pode ser colocado no estado instável através de um sinal de entrada. Moduladores de RF podem ser em Amplitude Modulada. Frequência Modulada ou outro tipo. Monoestável Um multivibrador monoestável é um circuito que tem dois estados. O sinal de saída resultante é encaminhado a uma antena ou cabo coaxial. somente um deles é estável.

• Osciladores por freqüência sintetizada. a carga não gerer uma alteração de sua freqüência. Segundo seu funcionamento. Características Deseja-se em um oscilador RF: • Que inicie automaticamente ao conectá-lo. variações de temperatura. Em sua forma mais simples. Se possuir o dois estados citados. se denomina biestável. um multivibrador é um circuito oscilador capaz de gerar uma onda quadrada. • Que quando for de frequência variável. Os osciladores Pierce a quartzo utilizam um cristal de quartzo. Colpitts . • Que tenha pouca distorção. Um circuito integrado multivibrador muito popular é o 555. que usa um sofisticado desenho para atingir uma grande precisão e flexibilidade com muitos poucos componentes externos. chegue rapidamente à nova freqüência. Quando o oscilador Pierce usa um componente cerâmico em vez de um cristal de quarzo. Vackar. porém isso se consegue à custa da estabilidade de freqüência. • Que seja estável em freqüências frente a fenômenos como vibrações. Tipos de osciladores Os osciladores de RF podem ser de vários tipos. • Que tenha baixo ruído de fase. etc. variações de tensões de alimentação. o impulso sai de seu estado de repouso. • Que quando for de freqüência variável. Clapp. porém exatamente por esse motivo é difícil obter osciladores de freqüência variável: as mudanças de freqüência são limitadas. Se possuir um. Seiler. quatzo ou cerâmicos. Cada um tem suas vantagens e desvantagens. Usando-se redes de resistências e capacitores nessa realimentação pode-se definir os períodos de instabilidade. • Osciladores LC: Hartley.Multivibrador 153 Multivibrador Em eletrônica. • De funcionamento impulsionado: a partir de um sinal de disparo. ele é monoestável. no qual gera uma tensão oscilante a freqüências típicas de rádio-freqüência. no qual uma vez em ressonância confere ao circuito uma grande estabilidade de freqüência. astável ou de oscilação livre: gera ondas a partir da própria fonte de alimentação. Também são mais . os multivibradores podem se dividir em duas classes: • De funcionamento contínuo. varie sua freqüência de maneira repetitiva. então as mudanças de frequência são mais importantes. Ver também • Oscilador RF • Oscilador RC Oscilador RF Oscilador RF é um dispositivo eletrônico. Os mais comuns são: • Osciladores Pierce. • Que quando se conecte outro componente eletrônico à sua saída. usa dois transístores realimentados entre si.

(Phase-Locked Loop em inglês) é um sistema de realimentação em que o sinal de realimentação é usado para sincronizar a frequência instantânea do sinal de saída com a frequência instantânea do sinal de entrada. Sem embargo. Diagrama de um circuito "Ponte H" Exemplo de Funcionamento O nome ponte H é dado pela forma que assume o circuito quando montado. Finalmente. Além que. como o Hartley. e variando a capacitância ou a indutância de alguns componentes é possível obter osciladores variáveis. Estes circuitos são geralmente utilizados em robótica e estão disponíveis em circuitos prontos ou podem ser construídos por componentes. O Colpitts é muito utilizado. mosfets.Oscilador RF sensíveis à temperatura. Os osciladores de frequência sintetizada são produzidos por circuitos integrados especiais. O ciruito é construído com quatro "chaves" ( S1-S4 ) que são acionadas de forma alternada ( S1 e S4 ou S2 e S3). relés. o qual complica o desenho. o que obriga a filtrar cuidadosamente o sinal para eliminar esses harmônicos. o que limita seu uso nos projetos de radioamadores menos equipados. tem um conteúdo de harmônicos muito rico. e além dos 15 MHz são bastante instáveis. Sem embargos. Pode ser analógico ou digital. a construção mecânica é delicada. Alguns. 154 Phase-locked loop Malha de Captura de Fase. eses circuitos integrados são caros e difíceis de soldar. codificar uma frequência requer um microprocessador para controlá-lo. Ponte H Ponte H é um circuito eletrônico que permite que um micro controlador controle um motor DC. Para cada configuração das chaves o motor gira em um sentido. . o micro controlador por sí não consegue "dar" a corrente necessária para o funcionamento do motor. As chaves S1 e S2 assim como as chaves S3 e S4 nao podem ser ligadas ao mesmo Esquema de Funcionamento tempo pois podem gerar um curto circuito. estes sintetizadores de frequência incômodo ruído de fase. Os osciladores LC são mais sensíveis. Para construção da ponte H pode ser utilizado qualquer tipo de componente que simule uma chave liga-desliga como transistores. O Vackar é muito estável porém requer em sua versão original alguns componentes muitos caros ou difíceis de obter. e ainda torna possível que o motor rode tanto para um sentido quanto o outro.

155 Prescaler Prescaler é um dispositivo eletrônico que reduz uma freqüência por um fator pre-determinado. circuito ou dispositivo que efetua o registro de (ou que guarda.um dispositivo mecânico ou eletromecânico que efetua o registro e ao mesmo tempo serve como que de "cofre" para o dinheiro recebido. seria a colocação de diodos entre as "chaves". . Registrador Registrador é o mecanismo. Outro melhoramento que pode ser feito à ponte . Em microcontroladores é a parte que divide a freqüência de oscilação do clock. converte um sinal de 1 MHz em um sinal de 100kHz (gradua a freqüência por um fator de 10). Por exemplo.Ponte H Para que o circuito fique protegido. no caso de o motor parar. pois quando a corrente nao tem onde circular. é aconselhável que sejam configuradas portas lógicas com componentes 7408 e 7406 a fim de que nunca ocorram as situações de curto circuito descritas acima. registra) um dado ou um evento. Entre diferentes tipos de registradores podemos citar: • Os registradores de CPUs ou de microprocessadores. • Os registradores de centrais telefônicas. • As caixa registradoras do movimento de um estabelecimento comercial . ela volta para a fonte de alimentação economizando assim o gasto de energia de uma bateria por exemplo.

e vice-versa. a transformada é uma ferramenta matemática muito usada no estudo da resposta em frequência de um sistema. e portanto é um número complexo que possui magnitude e fase.que pode se representada por uma série de fourier. a função de transferência de uma análise senoidal de frequência é uma relação de fasores. Embora existam casos específicos em que uma rede opera somente em uma dada frequência (por exemplo numa rede de transmissão de potência).Resposta em frequência 156 Resposta em frequência Resposta em frequência é a análise do comportamento de um sistema quanto ao seu ganho numa certa faixa de frequência (ou em alguns casos. A unidade mais utilizada é dB) e uma escala logarítimica na abcissa de frequência (em Hertz (Hz) ou em velocidade angular (rad/s)). em geral estamos interessados em determinar o comportamento de uma dada rede em função de um espectro de frequências (uma soma infinita de senóides de diversas frequências . pode-se facilmente desenhar um diagrama de Bode correspondente. e por isso. velocidade angular). • Teoricamente . Nesses casos. .de posse da função de transferência (fórmula do ganho) teórica do sistema. deve-se representar a resposta em frequência do sistema por duas curvas de bode: uma representando a magnitude e outra representando a fase. por exemplo). Função de transferência Função de transferência é uma representação matemática da relação entre a saída e a entrada de um sistema (não necessariamente eletrônico). Como estamos tratando de senóides e outros pulsos variantes no tempo.Medindo-se ponto a ponto o ganho de um sistema (um amplificador. A curva de Bode consiste de um diagrama com uma escala linear de ganho na ordenada (em decibéis (dB) ou em Volt por Volt (V/V). O gráfico onde é analisada a resposta em frequência de uma rede é geralmente uma curva de Bode. Pode-se obtê-la de duas formas: • Experimentalmente . Diagrama de Bode A curva de Bode é a ferramenta visual mais usada para o estudo de uma resposta em frequência. Análise senoidal de frequência Resposta em frequência de um filtro passa-baixas em um diagrama de Bode. ou seja um vetor girante. Uma função de transferência é mais facilmente representada usando-se a transformada de Laplace. Uma função de transferência pode ser facilmente representada em um diagrama de bode.

Um sinal de entrada ruidoso no Schmitt Trigger perto de um ponto limiar poderia causar somente uma mudança no valor de saída. Schmitt nos Estados Unidos em 1934. O benefício de um disparador Schmitt sobre um circuito com somente um ponto limiar de entrada é uma estabilidade maior (imunidade ao ruído). a saída retem o valor anterior até a entrada se alterar suficientemente para mudar o estado do Trigger. Invenção O Schmitt Trigger (disparador de Schmitt) foi inventado pelo cientista Otto H. quando era apenas um estudante de graduação. A ação dos dois limiares é chamada de histerese. um Schmitt Trigger é um circuito comparador incorporado de realimentação positiva. Construção Os Schmitt Triggers são construidos tipicamente em torno de Amplificadores Operacionais. poderia fazer com que a saída ficasse comutando rapidamente.Resposta em frequência 157 Ver Também • • • • • • • • • • • • Diagrama de Bode Circuitos Ressonantes Frequência de Corte Função de Transferência Transformada de Laplace Transformada de Fourier Amplificador Decibel Fasor Volt Frequência Velocidade Angular Schmitt Trigger Em eletrônica. depois do qual teria que ultrapassar o outro limiar para causar uma nova mudança na saída. Seria descrito mais tarde em sua tese de doutorado como um disparador. Quando o nível de tensão de entrada é maior que um limiar escolhido. acima e abaixo do ruido. a saída está em nível baixo. quando a entrada se encontra entre os dois limiares . Com somente um ponto de limiar de entrada. um sinal ruidoso operando próximo a esse ponto. quando a entrada está abaixo de outro limiar. sozinha. conectados à realimentação positiva ao invés da usual realimentação negativa. a saída está em nível alto. .

e motores de elevada potência cuja aplicação não exija a variação de velocidade. liga-se um contator que substitui os módulos de tiristores. Veja também • Partida direta • Partida estrela-triângulo • Partida compensadora • soft-starter • Conversores de freqüência Teorema de Thévenin O teorema de Thévenin estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de tensão (igual à tensão do ponto em circuito aberto) em série com uma impedância (igual à impedância do circuito vista deste ponto). variando o ângulo de disparo dos mesmos e consequentemente variando a tensão eficaz aplicada ao motor. e neste caso. O Equivalente de Thévenin pode ser construído a partir de duas etapas: 1. Cálculo do Equivalente de Thévenin O cálculo do Equivalente de Thévenin baseia-se no Teorema da superposição quando o circuito a ser reduzido é separado do circuito a ser estudado e as análises de circuito aberto e em curto-circuito são aplicadas para se conseguir as relações que permitam a redução desejada. por exemplo. Costumam funcionar com a tecnologia chamada by-pass. A soft-starter controla a tensão sobre o motor através do circuito de potência . constituído por seis SCRs. como ocorre em partidas diretas. proporcionando uma "partida suave" (soft start em inglês). Determinar a tensão de circuito aberto no ponto onde se deseja reduzir o circuito.Soft-starter 158 Soft-starter Soft-Starter é um dispositivo eletrônico composto de pontes tiristorizadas (SCRs na configuração antiparalelo) acionadas por uma placa eletrônica. corrente ou potência. Determinar a resistência ou impedância de Thévenin. 2. Assim. de forma a não provocar quedas de tensão elétrica bruscas na rede de alimentação. também chamada de resistência ou impedância equivalente. . a fim de controlar a tensão de partida de motores de corrente alternada Sistema trifásico. onde se deseja. com as fontes de tensão curto-circuitadas e as fontes de corrente abertas. pode-se controlar a corrente de partida do motor. saber as grandezas elétricas como tensão. após o motor partir e receber toda a tensão da rede. Seu uso é comum em bombas centrífugas. e é muito útil para reduzirmos circuitos maiores a um circuito equivalente com apenas dois elementos a partir de um determinado ponto. Esta resistência (ou impedância) é aquela vista do ponto onde se deseja reduzir o circuito. A esta configuração chamamos de Equivalente de Thévenin em homenagem a Léon Charles Thévenin. ventiladores. evitando sobreaquecimento dos mesmos. a qual.

Etapa 1: Cálculo da Resistência de Thévenin.Teorema de Thévenin 159 Exemplo No exemplo a seguir. e a tensão de circuito aberto pode ser calculada usando a seguinte abordagem: . é possível ver um circuito de corrente contínua sendo transformado pelo teorema de Thévenin no ponto A e B. Circuito Original. Onde a resistência de Thévenin pode ser obtida pela resistência equivalente vista do ponto AB Equivalente de Thévenin. Etapa 2: Cálculo da Tensão de Circuito Aberto.

Equivalente de Norton. Decorre destes dois teoremas que uma configuração Thévenin pode ser transformada numa configuração Norton. O teorema de Norton estabelece que qualquer circuito linear visto de um ponto pode ser representado por uma fonte de corrente (igual à corrente do ponto em curto-circuito) em paralelo com uma impedância (igual à impedância do circuito vista desse ponto). e vice-versa.Teorema de Thévenin 160 Conversão do Equivalente de Thévenin no Equivalente de Norton Os teoremas de Thévenin e de Norton são dois teoremas duais aplicáveis a circuitos lineares. A esta configuração chamamos configuração Norton. ac. Ver também • • • • Teorema de Norton Teorema da superposição Transformação Y-Δ Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Thévenin [1] (em inglês) • Origens do conceito do circuito equivalente (contém demonstração do teorema de Thévenin) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. Limitações dos teoremas de Thévenin e Norton Os teoremas de Thévenin e Norton estão limitados a aplicações em circuitos lineares. be/ cours/ 1005-01/ equiv. desde que Vo = Z Is. allaboutcircuits. fpms. html [2] http:/ / tcts. pdf . com/ vol_1/ chpt_10/ 8. ou Equivalente de Norton.

fontes de corrente. com/ vol_1/ chpt_10/ 9. Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema da superposição • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema de Norton [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www.Teorema da superposição 161 Teorema da superposição O teorema da superposição para circuitos elétricos afirma que a corrente elétrica total em qualquer ramo de um circuito bilateral linear é igual a soma algébrica das correntes produzidas por cada fonte atuando separadamente no circuito. html . R. em paralelo com um único resistor. com/ vol_1/ chpt_10/ 7. I. allaboutcircuits. Referências • Electronic Devices and Circuit Theory 9th ed. e resistores. html Teorema de Norton O teorema de Norton para circuitos elétricos afirma que qualquer coleção de fontes de tensão. allaboutcircuits. por Boylestad e Nashelsky Ver também • Teorema de Thévenin • Teorema de Norton • Engenharia eléctrica Ligações externas • All About Circuits: dá a sua própria explicação sobre o teorema da superposição [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. com dois terminais é eletricamente equivalente a uma fonte de corrente ideal.

Ele é considerado um dispositivo da camada 1 (camada física). converte um tipo de sinal. ou um conector. Ver Também • Transceptor Gunnplexer . Por exemplo. São dispositivos similares os transpondedores. Rádio Em transmissões por rádio também são utilizados transceptores. tendo o termo surgido por volta da Segunda Guerra Mundial. A palavra transceptor é uma palavra-valise que resulta da fusão das palavras transmissor e receptor. Se esses componentes não forem comuns. porque só considera os bits e não as informações de endereço ou protocolos de níveis superiores.Transceptor 162 Transceptor Um transceptor é um dispositivo que combina um transmissor e um receptor utilizando componentes de circuito comuns para ambas funções num só aparelho. para conectar uma interface AUI de 15 pinos a um conector RJ45 ou para converter sinais elétricos em sinais ópticos. a comunicação que provê um transceptor só pode ser semi-duplex. esse aparelho designa-se transmissor-receptor. em redes de dados informáticas. Dado que determinados elementos do transceptor se utilizam tanto para a transmissão como para a recepção. mas não simultaneamente. Redes de dados Um transceptor. um exemplo típico é o caso do walkie-talkie e do rádio da banda do cidadão. Exemplo de um transceptor de redes de dados. os transverters e os repetidores. o que significa que pode enviar sinais entre dois terminais em ambos os sentidos. em outro.

Ligações externas • Explicação sobre a transformação Y-Δ [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. estrela-triângulo. designcabana. é uma técnica matemática usada para simplificar a análise de circuitos elétricos.Transformação Y-Δ 163 Transformação Y-Δ A transformação Y-Δ. Um circuito LC consiste de um indutor e um capacitor. ou ainda. sendo um componente chave em muitas aplicacões. medida em hertz é . filtros e misturadores de frequência. Frequência de ressonância A frequência de ressonância do circuito LC (em radianos por segundo) é A frequência equivalente. com/ knowledge/ electrical/ basics/ resistors/ Circuito LC Os circuitos LC se comportam como ressonadores eletrônicos. A corrente elétrica irá alternar entre ele a uma frequência angular de Esquema elétrico de um circuito LC . Para um modelo incorporando a resistência veja o circuito RLC. Um circuito LC é um modelo idealizado. também chamada delta-Y. teorema de Kennelly. • é a frequência angular (em radianos por segundo). onde • L é a indutância (em Henrys) • C é a capacitância (em farads). visto que ele assume que não há dissipação de energia devido à resistência elétrica. tais como osciladores.

Portando. podemos simplificar a equação diferencial: O polinomial associado é . então ou onde j é a unidade imaginária. a solução resultante se torna: As condições iniciais que satisfariam este resultado são: e . nós obtemos uma equação diferencial de segunda ordem Então definimos o parâmetro ω como segue: Com esta definição. nos sabemos que e Após rearranjar e substituir. e frequência angular Deste modo. Visto que a exponencial é complexa. então nós podemos utilizar a fórmula de Euler para obter uma . pela lei da corrente de Kirchoff. nós sabemos que a tensão através do capacitor.Circuito LC 164 Análise do circuito Pela Lei da Tensão de Kirchoff. a solução completa para a equação diferencial é e pode ser resolvida para e considerando-se as condições iniciais. Se as condições iniciais são tais que senóide real com amplitude . do indutor. a solução represente uma corrente alternada senoidal. : deve ser igual à tensão através Do mesmo modo. a corrente através do capacitor mais a corrente através do indutor devem ser iguais a zero: =0 Das relações constitutivas para os elementos do circuito.

A impedância total é então dada por: e após a substituição de e . a impedância capacitiva como e substituindo Escrevendo esta expressão sob um denominador comum temos: Note que o numerador implica que se a impedância total Z será igual a zero e em outros casos diferente de zero. Deste modo o circuito conectado em paralelo atuará como um filtro rejeita-banda. possuindo impedância zero na frequência de ressonância do circuito LC. Para um circuito ressonante série. Ver também • Frequência de ressonância • Circuito RLC • Circuito RC • Circuito RL . A impedância total é dada pela soma das impedâncias capacitiva e indutiva: Escrevendo a impedância indutiva como nós temos: . a razão L/C determina a sua seletividade. nós temos: o que simplifica a: Note que porém para todos os outros valores de a impedância é finita.Circuito LC 165 Impedância dos circuitos LC LC série Consideremos primeiro a impedância do circuito LC série. Para um circuito ressonante paralelo o inverso se aplica. Seletividade Os circuitos LC são comumente utilizados como filtros. quando maior a indutância e menor a capacitância. possuindo impedância infinida na frequência de ressonância do circuito LC. Desse modo o circuito conectado em série irá atuar como um filtro passa-banda. mais estreita é a banda passante. LC paralelo A mesma análise pode ser aplicada ao circuito LC paralelo.

com as abreviações indicando quais componentes são utilizados. sendo alimentados por uma fonte de tensão. em ambas as ligações paralela e série. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo).Circuito RC 166 Circuito RC Um circuito resistor-capacitor (circuito RC). como mostrado nos diagramas. filtro RC ou malha RC. é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. um número complexo. eles são capazes de atuar como filtros passivos. Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal(senoidal) constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma senóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). o circuito RL. Em particular. Estes circuitos. Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. temos e a avaliação de s se torna . Impedância complexa A impedância complexa ZC (em ohms) de um capacitor com capacitância C (em farads) é: A frequência angular s é. o circuito RC. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Introdução Existem três componentes básicos de circuitos analógicos: o resistor (R). entre eles. Este artigo considera o circuito RC. em geral. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. o circuito LC e o circuito RLC. o capacitor (C) e o indutor (L). Como resultado. Ele consiste de um resistor e de um capacitor.

Ganho e fase angular Os ganhos através dos dois componente são: e . vemos que a tensão sobre o capacitor é dada por: Circuito RC série e a tensao sobre o resistor é dada por: . e as fases angulares são: e . a função de transferência do resistor é Pólo e zeros Ambas as funções de transferência possuem um pólo localizado em Em adição a função de transferência do resistor possui um zero localizado na origem.Circuito RC 167 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão. Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . Funções de transferência A função de transferência para o capacitor é Similarmente.

Isto implica que a potência consumida no resistor equivale à metade da que seria consumida caso o capacitor fosse substituído por um curto-circuito e requer que o ganho do circuito seja reduzido para . o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. A faixa de frequências que o filtro passa é chamada de largura de banda. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. as altas frequências passam e as baixas frequências são rejeitadas. . se a saída é obtida através do resistor. A resposta de impulso para o capacitor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo.Circuito RC 168 . Similarmente. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. a resposta de impulso para a tensão do resistor é Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Desta forma. Isto mostra que. Com : . Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita. O ponto no qual o filtro atenua o sinal para é nomeado como frequência de corte. Nesta configuração. Corrente A corrente no circuito é a mesma em todos os lugares. se a saída é obtida através do capacitor. Entretanto. Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. visto que o circuito apresenta somente ligações série: Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. Com : . as altas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a baixas frequências passam.

Com : 169 . a tensão do capacitor está fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do resistor está 90° à sua frente. a constante logarítmica natural. Isto efetivamente transforma . . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho.e. e tensão do capacitor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do resistor fica em fase com o sinal. A fase também depende da frequência. Conforme a frequência aumenta. Assumindo uma entrada de passo (i. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do capacitor. antes de e posteriormente): e . Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima.Circuito RC Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade.

possui um comportamento semelhante à tensão através do resistor R. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . Isto significa que o capacitor possui tempo insuficiente para se carregar. e estará eventualmente totalmente carregado. considere a expressão para dada abaixo: .Circuito RC 170 Resposta de passo da tensão do resistor. C será descarregado até cerca de 37% após . . Então C irá se . As soluções são as mesmas que são obtidas através de transformação de Laplace. a tensão sobre o capacitor tende a V conforme o tempo passa.3%) após cerca de substituída por um curto-circuito. indo de leva para atingir a . Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: e . Quando a fonte de tensão é . A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante e a segunda segue facilmente.7%) após cerca de . quando estará próximo de seu valor final. Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o capacitor estará se carregando pela fonte de tensão conforme o tempo passa. Note que a corrente no circuito . e quase completamente descarregado (0. Desta forma. Estas equações mostram que um circuito RC série possui uma constante de tempo. com C totalmente carregado. formando assim um circuito aberto. Desse modo. Desta forma. Integrador Considere a saída sobre o capacitor em uma alta frequência. usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para subir (sobre C) ou descer (sobre R) até de seu valor final. . enquanto a tensão sobre o resistor tende a zero. . através da Lei de Ohm. e desta forma sua tensão é muito pequena. e quase totalmente carregado (99. Para visualizar esta condição. como é mostrado nos gráficos. a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando carregar cerca de 63% após . Dessa forma a tensão na entrada é aproximadamente igual à tensão no resistor. sendo que . a tensão através de C se reduz exponencialmente em t com tendendo a 0.

que é um integrador "através do capacitor". temos que Agora. . então .Circuito RC note que a condição de frequência descrita implica que 171 então que é apenas a lei de Ohm. quando . Isto significa que o capacitor necessita de um período de tempo para se carregar até que sua tensão esteja aproximadamente igual à da tensão da fonte. de modo que . Diferenciador Considere a saída através do resistor a uma baixa frequência. Considerando a expressão para . Operações de integração e derivação mais precisas podem ser obtidas colocando-se resistores e capacitores de maneira apropriada na entrada do sinal e na malha de realimentação (feedback) dos amplificadores operacionais. que é um diferenciador "através do resistor". Agora.

Com impedâncias complexas: Circuito RC paralelo e . ou CC). Alternativamente. sendo este o comportamendo característico do capacitor em corrente contínua. Isto mostra que a corrente do capacitor está 90° fora de fase com relação à corrente do resistor e à corrente da fonte. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. as seguintes equações diferenciais podem ser utilizadas: e . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . Para uma saída de passo (que é efetivamente um sinal de 0 Hz. o capacitor atinge a carga completa muito rapidamente e se torna o equivalente a um circuito aberto.Circuito RC 172 Circuito paralelo O circuito RC paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série. a derivada da saída é um impulso em . Desta maneira. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. Ver também • Circuito RL • Circuito LC • Circuito RLC . Como resultado.

Impedância complexa A impedância complexa ZL (em ohms) de um indutor com indutância L (em Henrys) é: A frequência angular s é. podendo estar ligados tanto em série quanto em paralelo. em geral. Em particular. eles são capazes de atuar como filtros passivos. particularmente para os valores mais elevados nas grandezas dos componentes. o circuito LC e o circuito RLC. o circuito RL. como mostrado nos diagramas. Ele consiste de um resistor e de um indutor. um número complexo. onde: • j representa a unidade imaginária: • • é a constante de decaimento exponencial (em radianos por segundo) é a frequência angular sinusoidal (em radianos por segundo). Na prática. temos e a avaliação de s se torna . o capacitor (C) e o indutor (L). Este artigo se baseia no conhecimento da representação complexa das impedâncias e no conhecimento da representação de sinais no domínio da frequência. o circuito RC. a parte real destas funções de eigen são sinusóides com decaimento exponencial: Estado sinusoidal constante O estado sinusoidal constante é um caso especial em que a tensão de entrada consiste de uma sinusóide pura (sem nenhum decaimento exponencial). é um dos mais simples filtros eletrônicos de resposta de impulso infinita analógicos. com as abreviações indicando quais componentes são utilizados.Circuito RL 173 Circuito RL Um circuito resistor-indutor (circuito RL). sendo alimentados por uma fonte de tensão. Como resultado. Estes podem ser combinados em quatro importantes circuitos. Funcões de Eigen Os valores complexos das funções eigen de qualquer sistema linear invariável no tempo (LTI) possuem a forma: Da fórmula de Euler. exibem um grande número de tipos de comportamentos que são fundamentais em grande parte da eletrônica analógica. Introdução Existem três componentes básicos destes circuitos analógicos: o resistor (R). Este artigo considera o circuito RL. filtro RL ou malha RL. Estes circuitos. entre eles. entretanto. os capacitores (e os circuitos RC) são normalmente mais utilizados que os indutores visto que eles são fabricados mais facilmente e são geralmente menores fisicamente. em ambas as ligações paralela e série.

localizado em Em adição. a função de transferência para o resistor é Pólos e zeros Ambas as funções de transferência possuem um único pólo. a função de transferência para o indutor possui um zero localizado na origem. Ganho e fase angular O ganho através dos dois componente é encontrado através das magnitude das expressções abaixo: e . a os ângulos de fase são: e . vemos que a tensão sobre o indutor é dada por: Circuito RL série e a tensão sobre o resistor é dada por: . Funções de transferência A função de transferência pada o indutor é Similarmente.Circuito RL 174 Circuito série Vendo o circuito como um divisor de tensão.

Similarmente. Ela representa a resposta de um circuito a uma tensão de entrada consistindo de um impulso ou de uma função delta. sendo dada por: . de um circuito RL descreve o comportamento do circuito após ele ter atingido os níveis de tensão contantes e ser desconectado de qualquer fonte de alimentação. Resposta de impulso A resposta de impulso para cada tensão é a transformada de Laplace inversa de função de transferência correspondente. A ZIR de um circuito RL é: . Corrente A corrente é a mesma em todos os pontos do circuito. Notação de fasor Estas expressões juntas podem ser substituídas pela expressão usual do fasor representando a saída: . a resposta de impulso para a tensão do resistor é Resposta de entrada zero (ZIR) A resposta de entrada zero. Ela é chamada de resposta de entrada zero porque não requer nenhum sinal de entrada. . também chamada de resposta natural.Circuito RL 175 . A resposta de impulso para o indutor é aonde u(t) é a função de passo Heaviside e é a constante de tempo.

Conforme a frequência aumenta. O ponto no qual o filtro atenua o sinal pela metade de sua tensão não filtrada é nomeado como frequência de corte. Com : . e tensão do resistor ver a ter um atraso de 90° com relação ao sinal e a tensão do indutor fica em fase com o sinal. se a saída é obtida através do resistor. Desta forma. as baixas frequências passam e as altas frequências são rejeitadas. Isto mostra que. o circuito se comporta como um filtro passa-baixas. Com : Então sob corrente contínua (0 Hz). a tensão do resistor está em fase com a tensão do sinal enquanto a tensão do indutor está 90° à sua frente. . Esta análise se concentra em uma consideração sobre o que acontece com estes ganhos conforme a frequência se torna muito grande ou muito pequena. Com : . apesar de este efeito ser geralmente menos considerado que as variações de ganho. as baixas frequências são atenuadas (rejeitadas) e a altas frequências passam. o circuito se comporta como um filtro passa-altas. Com : . A fase também depende da frequência. se a saída é obtida através do indutor. Resolvendo a equação acima chegamos a rad/s ou Hz que é a frequência na qual o filtro irá atenuar a tensão do sinal para sua metade. Isto requer que o ganho do circuito seja reduzido para . A faixa das frequências que o filtro permite a passagem é chamada de largura de banda. Uma análise delas irá mostrar quais frequências os circuitos permitem a passagem ou rejeita.Circuito RL 176 Considerações no domínio da frequência Estas são expressões no domínio da frequência. Entretanto. Nesta configuração.

a constante logarítmica natural.Circuito RL 177 Considerações no domínio do tempo Esta seção se baseia no conhecimento de e. é o tempo que leva para atingir por e o tempo que . usualmente representada por sendo o tempo que a tensão leva para descer (sobre L) ou subir (sobre R) até de seu valor final. como é mostrado nos gráficos. Estas equações mostram que um circuito RL série possui uma constante de tempo. Desse modo. quando estará próximo de seu valor final. enquanto a tensão sobre o resistor tende a V. Assumindo uma entrada de passo (i. Resposta de passo da tensão do resistor. O método mais direto de derivar o comportamento no domínio do tempo é utilizando-se a transformada de Laplace das expressões para e dadas acima. não existem mais mudanças de corrente e praticamente nenhuma tensão sobre o indutor. Isto efetivamente transforma . Isto é de acordo com o conceito intuitivo de que o indutor terá apenas uma tensão entre seus terminais enquanto o circuito estiver com mudanças de corrente. Desta forma. Então a tensão de .e. antes de e posteriormente): e . . . As expansões das frações parciais e a transformada de Laplace invertida levam a: Resposta de passo da tensão do indutor. Desta forma. a tensão sobre o indutor tende a 0 conforme o tempo passa. indo de leva para atingir a . a tensão A taxa de mudança é uma fracional irá atingir cerca de 63% de seu valor quando . conforme o circuito atinge seu estado fixo.

A primeira equação é resolvida utilizando-se um fator integrante. qunado a fonte de alimentação é ligado. no circuito se comporta da mesma forma que a tensão através de R. este circuito não atua como um filtro no sinal de entrada. e campos elétricos extremamente fortes seriam gerados devido à mudança brusca no campo magnético. e praticamente totalmente descarregado (0. Quando a fonte de alimentação é então substituída por um curto-circuito. . Isto mostra que o indutor atrasa a corrente do resistor (e da fonte) em 90°. possivelmente danificando os componentes ou mesmo os usuários. levando à corrente que deve ser diferenciada para que se obtenha . . e . isto poderia levar à geração de arcos elétricos. e a segunda segue facilmente. impede a corrente (e dessa forma a tensão sobre o resitor) de subir ou descer mais rápido que a constante de tempo do circuito. . a corrente atingiria seu estado operacional instantâneamente.7%) após cerca de . Isto ocorre em maior parte pelo fato de a tensão de saída ser igual à tensão de entrada . Como resultado. Circuito paralelo O circuito RL paralelo é geralmente de menor interesse que o circuito série.7%) após cerca de 178 .Circuito RL L terá caído cerca de 37% após . Como resultado. A Lei da voltagem de Kirchoff implica que a tensão sobre o resistor irá "subir" com a mesma taxa de variação. Note que a corrente. conforme a corrente que flui sobre ele tenta mudar. a tensão sobre R cai exponencialmente em função de t de a 0. a corrente não atinge instantâneamente seu valor de operação. Visto que todos os fio possuem alguma indutância e resistência. e praticamente zero (0. todos os circuitos possuem uma constante de tempo. a menos que este seja alimentado por uma fonte de corrente. Estes resultados podem ser derivados resolvendo-se as equações diferenciais que descrevem o circuito: . Se isto não ocorresse. de acordo com a Lei de Ohm. O atraso nos períodos de subida/descida neste caso é causado pela força contra-eletromotris do indutor que. R será descarregado a cerca de 37% após . As soluções são as mesmas que seriam obtidas através da transformada de Laplace. A subida leva uma série de constantes de tempo para se realizar. Com impedâncias complexas: Circuito RL paralelo e .

fee. Parâmetros fundamentais Existem dois parâmetros fundamentais que descrevem o comportamento dos circuitos RLC: a frequência de ressonância e o factor de carga. e um capacitor (C).br/curiosidades_filmes.unicamp. ver RLC (desambiguação) Um circuito RLC (também conhecido como circuito ressonante ou circuito aceitador) é um circuito elétrico consistindo de um resistor (R). existem outros parâmetros que podem ser derivados destes dois primeiros. conectados em série ou em paralelo. tem-se: onde a frequência de ressonância ωo é dada pela expressão acima. um indutor (L).Circuito RL 179 Ver também [Filmes Didáticos de Circuito]http://www. Para além disso. a frequência de ressonância fica: A ressonância ocorre quando a impedância complexa ZLC do ressonador LC se torna zero: Ambas estas impedâncias são função de uma frequência angular s complexa: Considerando estas duas expressões acima iguais e resolvendo para s.dmcsi. Frequência de ressonância A frequência natural ou de ressonância sem carga de um circuito RLC (em radianos por segundo) é: Utilizando a unidade hertz.html • Circuito RC • Circuito LC • Circuito RLC Circuito RLC Nota: Para outros significados de RLC. . O circuito RLC é chamado de circuito de segunda ordem visto que qualquer tensão ou corrente nele pode ser descrita por uma equação diferencial de segunda ordem.

isto requer uma redução na resistência R no circuito para uma quantia tão baixa quanto fisicamente possível. Parâmetros derivados Os parâmetros derivados incluem largura de banda. é calculada como a razão entre a frequência de ressonância e a largura de banda (em radianos por segundo): Ou. a largura de banda em hertz é A largura de banda é a medida do comprimento da resposta em frequência das duas frequências com metade da potência do sinal de entrada. o factor de carga é escolhido baseado na largura de banda desejada do filtro. . de igual forma. (mesmo que a resistência seja removida do circuito. Para uma maior largura de banda. ainda existe uma resistência pequena. e a sua largura de banda (em radianos por segundo) é: Alternativamente. Na prática.Circuito RLC 180 Fator de carga O fator de carga do circuito (em radianos por segundo) é: Para aplicações em circuitos osciladores. utiliza-se um menor factor de carga. é geralmente desejável que o factor de carga seja o menor possível ou. fator Q e frequência de ressonância com carga. para aplicações em filtros passa-banda. Na prática. Qualidade ou factor Q A qualidade do circuito. esta medida de largura de banda é muitas vezes chamada de "comprimento total a metade da potência". um maior factor de carga é necessário. e para uma largura de banda menor. o circuito RL torna-se uma boa aproximação do circuito LC ideal. a resposta em frequência irá cair a nas frequências de metade da potência. Neste caso. Largura de banda O circuito RLC pode ser utilizado como um filtro passa-faixa ou rejeita-faixa. Alternativamente. em hertz: Q é uma unidade adimensional. Como resultado. aumentar o factor de qualidade (Q) o máximo possível. ou factor Q (ver Equalizador). que não é realizável na prática. isto requer ajustar os valores relativos da resistência R e do indutor L no circuito. porém diferente de zero no fio e nas conexões entre os elementos do circuito que não pode ser eliminada totalmente). Visto que a potência é proporcional ao quadrado da tensão do circuito (ou corrente).

R. Configurações Todo circuito RLC consiste de dois componentes: uma fonte de alimentação e um ressonador. E. os três componentes estão todos em série com a fonte de tensão. os LC série e o LC paralelo. e C.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). Se o circuito estiver com subcarga. Como resultado. L. a fonte de Thévenin e a fonte de Norton. a solução para a corrente (I) utilizando a Lei da Tensão de Kirchoff é: Para uma tensão variável com o tempo v(t).a corrente do circuito (medida em ampéres A) R . existem quatro configurações de circuitos RLC: • • • • LC série com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC série com fonte de alimentação do tipo Norton LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Thévenin LC paralelo com fonte de alimentação do tipo Norton Análise do circuito RLC série com fonte da alimentação do tipo Thévenin Neste circuito.a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C . como resultado (approx). L . Existem dois tipos de fontes de alimentação. verifica-se que então pode-se definir a ressonância com carga como Em um circuito oscilador . Notações do circuito RLC série: v .a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Dados os parâmetros v.Circuito RLC 181 Ressonância com carga A frequência de ressonância com carga deriva da frequência de ressonância natural e do factor de carga. existem dois tipos de ressonadores.a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) i . isto se torna . Da mesma forma.

acham-se as raízes como Dependendo dos valores de α e ω0. O primeiro já foi feito. e a tensão do capacitor VC(0). Substituindo estes parâmetros na equação diferencial. De modo a resolver a equação propriamente. as condições iniciais necessárias são I(0) e I'(0). existem três casos possíveis: . visto que a corrente na total é igual à corrente no indutor. Substituíndo os parâmetros ζ e ω0. obtém-se: com as condições iniciais para a corrente do indutor.Circuito RLC Rearranjando a equação [dividindo por L e derivando ambos os termos] tem-se a seguinte equação diferencial de segunda ordem: 182 Definem-se agora dois parâmetros chave: e sendo ambos medidos em radianos por segundo. portanto A segunda é obtida aplicando a Lei da Tensão de Kirchoff novamente: Agora tem-se uma equação diferencial de segunda ordem homogênea com duas condições iniciais. obtém-se: A solução para Resposta de Entrada Zero (ZIR) Colocando a entrada (fonte de tensão) em zero. IL(0). tem-se Convertendo a forma da equação para seu polinomial característico Utilizando a fórmula quadrática.

Isto é chamado de "sobrecarga". as soluções são: Carga crítica/ Regime amortecido crítico (aperiódico limite) Circuito RLC série com Amortecimento Crítico Neste caso. As soluções são: para constantes arbitrárias A e B . Duas raízes reais negativas. as soluções da polinomial característica são dois números reais negativos idênticos. as soluções do polinomial característico são dois números reais negativos. Isto é chamado de "carga crítica".Circuito RLC Sobrecarga/Regime sobreamortecido (aperiódico) 183 Respostas do circuito RLC série com superamortecido Neste caso. As duas raízes são idênticas ( ).

pseudo-periódico) 184 Neste caso. ou fator Q. as soluções do polinomial característico são um conjugado complexo e possuem uma parte real negativa. Quanto maior a qualidade. mais tempo é necessário para que as oscilações decaiam. pode-se simplificar a solução para Existem duas aproximações que podem ser utilizadas para encontrar o ZSR: 1. Estas soluções são caracterizadas por uma resposta sinusoidal com decaimento exponencial. Isto é chamado de "subcarga" e resulta em oscilações no circuito. A transformada de Laplace 2. A Integral de convolução.Circuito RLC Subcarga/ Regime subamortecido (periódico amortecido. Solução para Resposta de Estado Zero (ZSR) Com as condições iniciais configuradas para zero e utilizando a seguinte equação: ]. O tempo necessário para que as oscilações sejam eliminadas depende da qualidade do circuito. Transformada de Laplace Primeiramente realiza-se a transformada de Laplace da equação diferencial de segunda ordem: onde V(s) é a transformada de Laplace do sinal de entrada: Então resolve-se para a admitância complexa Y(s) (em siemens): Pode-se utilizar a admitância Y(s) e a transformada de Laplace da tensão de entrada V(s) para encontrar a corrente elétrica complexa I(s): . Utilizando a fórmula de Euler [ para constantes arbitrárias C e D. As soluções consistem de duas raízes conjugadas e onde As soluções são: para constantes arbitrárias A e B.

obtêm-se 3 casos diferentes: Sobrecarga Neste caso temos duas raízes reais negativas. a sua derivada será a solução para a função delta. a solução é: . Para encontrar a solução mais facilmente começa-se resolvendo-a para a função de passo Heaviside e então utilizando o facto de que o nosso circuito é um sistema linear. para t>0: Assumindo que λ1 e λ2 são raízes de então tal como na solução para ZIR. é necessário uma solução para uma entrada básica. a função delta de Dirac. as raízes são idênticas ( ). Para fazer isto. No entanto. existe um método para encontrar uma fórmula para I(t) utilizando a convolução. a solução é: Carga crítica Nesta caso. a solução é: Subcarga Neste caso existem duas raízes complexas conjugadas ( ). A equação então será.Circuito RLC 185 Finalmente. Então Integral de convolução Uma solução separada para cada função possível para V(t) é impossível. pode-se encontrar a corrente elétrica no domínio do tempo através da transformada de Laplace inversa: Exemplo: Suponha onde u(t) é a função de passo Heaviside.

Resolvendo para I tem-se: E rearranjando. encontra-se a magnitude da corrente com uma função de ω Se os valores escolhidos fossem R = 1 ohm. Se a fonte de tensão acima produz uma forma de onda exponencial complexa com a amplitude V(s) e frequência angular . a Lei de Kirchoff para Tensão pode ser aplicada: onde I(s) é a corrente complexa através de todos os componentes. . obtém-se Admitância complexa A seguir. Pólos e Zeros Os zeros de Y(s) são os valores de s tais que e Os pólos de Y(s) são os valores de s tais que : : Note que os pólos de Y(s) são idênticos às raízes Estado sinusoidal constante Supondo e do polinómio característico.Circuito RLC 186 Domínio da frequência O circuito RLC série pode ser analisado no domínio da frequência utilizando as relações de impedância complexa. a resolução para a admitância complexa Y(s): Então. simplifica-se utilizando os parâmetros α e ωo Note que esta expressão para Y(s) é a mesma encontrada para a Resposta de Estado Zero. L = 1 henry. e V = 1 volt. obtendo a magnitude da equação acima obtém-se: A seguir. C = 1 farad. então o gráfico da magnitude da corrente I (em amperes) como uma função de ω (em radianos por segundo) seria: .

Este é conhecido como a frequência de ressonância.a capacitância do capacitor (medida em farads = F = C/V = A·s/V) Para uma configuração paralelo dos mesmos componentes. L .Circuito RLC 187 Análise do estado sinusoidal constante Note que existe um pico em este valor. . e a segunda variável corresponde ao período das oscilações ressonantes no circuito.a resistência do resistor (medida em ohms = V/A). aonde Φ é o fluxo magnético no sistema. encontra-se: .a corrente do no circuito (medida em ampères A) R . tem-se abaixo: com substituições obtém-se: A primeira variável corresponde ao fluxo magnético máximo armazenado no circuito. Resolvendo para Circuito RLC paralelo Um modo de recuperar as propriedades do circuito RLC é através do uso da não-dimensionalização. Notações do circuito RLC paralelo: V .a indutância do indutor (medida em henrys = H = V·s/A) C .a tensão da fonte de alimentação (medida em volts V) I .

ou joules por coulomb). sendo esta ligação diferente da ligação paralela. Usa a ressonância em série para transmitir o que lhe foi pedido. e V. depois o outro terminal desta lâmpada se liga à outra lâmpada e esta se liga no outro terminal da fonte. respectivamente. No circuito série. I. . Circuito ressonante série O Circuito ressonante série é um tipo de circuito elétrico. a corrente elétrica (medida em ampéres (A). Como demonstração. A nomeação descreve o método como os componentes são conectados. As grandezas que podem ser medidas neste circuito são X . Elas são conhecidas como a frequência de ressonância e o factor Q. um fio liga um terminal da bateria a um terminal de uma lâmpada. Na ligação série. a tensão elétrica.Circuito RLC 188 Similaridades e diferenças entre os circuitos em série e em paralelo As expressões para a largura de banda nas configurações em série e em paralelo são inversas. A associação em série é uma das formas básicas de se conectarem componentes elétricos ou eletrônicos. na análise de circuito. a mesma corrente tem que passar através de todos os componentes em série. Circuito série É conhecido como um circuito série um circuito composto exclusivamente por componentes elétricos ou eletrônicos conectados em série (de conexão em série. Aplicações dos circuitos ajustados Existem muitas aplicações para os circuitos ajustados. ou coulombs por segundo). Entretanto. a resistência elétrica (medida em ohms (Ω)). geralmente. (medida em volts (V). especialmente nos sistemas de rádio e comunicações. Isto é particularmente útil para determinar se uma configuração em série ou em paralelo deve ser utilizada no projecto de um circuito particular. a recíproca das duas variáveis posteriores é utilizada para caracterizar o sistema. Um amperímetro colocado entre quaisquer componentes deste circuito iria indicar a mesma corrente. que é o mesmo que associação em série ou ligação em série). Eles podem ser utilizados para selecionar uma certa faixa de frequências de um espectro total de ondas de rádio. consideremos um circuito simples consistindo de duas lâmpadas e uma bateria de 9 V.

Qualquer que seja o tipo da associação esta sempre resultará numa única resistência total a qual é também designada por resistência equivalente . que não dispomos em um componente isolado. A queda de tensão obtida na associação em série é a soma total de cada resistência. As características seguintes definem uma associação em série para resistores: • • • • • • As resistências são associados uma em seguida da outra. o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistência.. Estes nomes são diferenciados pela forma da ligação entre eles. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: b) Indutores conectados em série Indutância do indutor equivalente . O resistor de maior resistência será aquele que dissipa maior potência. são elas denominadas de série ou paralelo. a) Resistores conectados em série Resistência do resistor equivalente Os resistores são combinadas em dois tipos de associação. A potência total dissipada é igual à soma da potencia dissipada em cada resistência. O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . trocando em miúdos. (esta formula só é válida para associação de resistências em série) ou. A corrente que circula na associação em série é constante para todas as resistências. sendo percorridos pela mesma corrente. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms..e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. A resistência total obtida pela associação em série de resistências é igual à soma das resistências envolvidas. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms.Circuito série 189 Circuitos série com um só tipo de componente Geralmente um circuitos formado por um só tipo de componente é montado para obter um componente equivalente com outro valor de grandeza.

de 12 volts é formada por seis pilhas de 2 volts conectadas em série. Por essa razão. | . logo qualquer quantidade de corrente que haja em qualquer uma das pilhas conectadas em série deve ser a mesma para todas as outras também. comprometendo a capacidade do conjunto. a) Circuito RL série Consiste de um resistor (R) e de um indutor (L) conectados em série. a tensão da bateria formada por elas será a soma das tensões individuais das pilhas. Por exemplo.Circuito série 190 c) Capacitores conectados em série Capacitância do capacitor equivalente . uma bateria de carro. d) Pilhas conectadas em série Pilhas conectadas em série formam uma bateria. ou então algumas das pilhas se esgotarão mais cedo do que as outras. Tensão entre os terminais da bateria Se as pilhas forem conectadas em série. Circuitos série com mais de um tipo de componente Um circuito composto exclusivamente por componentes conectados em série é conhecido como um circuito série. cada pilha deve ter o mesmo valor de ampère-hora (pilhas novas do mesmo tipo e marca devem ter a mesma carga). A corrente é igual em todos os pontos de um circuito série.

conectados em série. a ionização elétrica da atmosfera ocorrerá. php?idSecao=8& idSubSecao=& idTexto=145 [2] http:/ / www. br/ index. • Básico de instalação elétrica [3]. joinville. mundofisico.Circuito série 191 b) Circuito RC série Consiste de um resistor (R) e de um capacitor (C) conectados em série. Um par de conexões é necessária para constituir um circuito elétrico. • Normas ABNT . htm [3] http:/ / www. Entre pontos com uma diferença de voltagem baixa. br/ conteudo. e o fluxo da corrente tenderá a acontecer ao longo do caminho de menor resistência. | Ver também • • • • Lei de Ohm Leis de Kirchhoff Divisor de tensão Circuito paralelo Conexão elétrica Uma conexão elétrica entre pontos discretos permite o fluxo de elétrons. e a diferença de voltagem entre aqueles pontos é alta o suficiente. e um capacitor (C). um indutor (L). com. Acessado em 6 de abril de 2008. se os pontos não estão conectados. o fluxo de corrente contínua pode ser controlada por uma chave. br/ miomega/ html/ normas/ nbr/ index. com. miomega. Acessado em 6 de abril de 2008.Instalações elétricas [2]. Todavia. corrente elétrica. tudosobreimoveis. udesc. asp?t=1& id=497 . Referências [1] http:/ / www. Ver também • Conector Ligações externas • Eletricidade [1] em UDESC. Acessado em 6 de abril de 2008. | c) Circuito RLC série Consiste de um resistor (R).

. ou simplesmente o divisor de tensão. dois resistores são conectados em série como no diagrama a seguir: A tensão de saída. a resistencia de carga é infinita e toda a corrente que flui através de R1 vai para R2. ou simplesmente o divisor de corrente. Note que esta regra funciona apenas caso o divisor não possua nenhuma carga. Divisor de tensão com resistores Neste circuito. é uma técnica de projeto utilizada para criar uma tensão elétrica (Vout) que seja proporcional à outra tensão (Vin). é dada pela fórmula A partir desta fórmula. Divisor de corrente com resistores Neste circuito. a regra do divisor de corrente. ou seja: Ver também • Divisor de tensão • Resistência • Resistor Divisor de tensão Em eletrônica. Se a corrente flui para uma resistência de carga (através de Vout). com uma associação paralela de resistores. é uma técnica de projeto utilizada para regular uma corrente em relação a outra. temos que Desta forma podemos obter qualquer fração entre 0 e 1 da tensão Vin. a regra do divisor de tensão. ou seja. fazendo R1 = R2. esta resistência deve ser considerada como se estivesse em paralelo com R2 para que se possa determinar a tensão em Vout.Divisor de corrente 192 Divisor de corrente Em eletrônica. mais comumente. dois resistores são conectados em paralelo: A corrente nos resistores é inversamente proporcional a resistencia daquele no qual está passando. Vout.

Este circuito é. neste caso ela é decrescente para uma frequência crescente. . indutores. Para extrair somente a razão de amplificão. A razão contém um número imaginário. um filtro passa-baixas (de primeira ordem). porém capacitores.Divisor de tensão 193 Divisor de tensão com impedância Um divisor de tensão é geralmente imaginado como composto por dois resistores. deve-se calcular a magnitude da razão. a tensão é dada por Deste modo. um divisor de tensão pode ser feito utilizando-se de um resistor e um capacitor: A impedância do resistor é igual à sua resistência: A impedância do capacitor varia de acordo com a frequência de V_{in}. Este divisor de tensão terá a seguinte razão entre as tensões: Esta razão depende da frequência. Para impedâncias gerais Z1 e Z2. e atualmente contém ambas as informações sobre a amplitude e a fase angular do filtro. de fato. Seu valor é dado por: onde: • j é a unidade imaginária • ω é a frequência em radianos por segundos. ou qualquer impedância combinada pode ser utilizada. ou apenas a reatância do capacitor ao invés da impedância.

Um exemplo de filtro passivo é o filtro capacitivo. Ver também • Filtro eletrônico . Filtros passivos são usados para atenuar freqüências indesejáveis. que consite num capacitor em paralelo com a carga para se obter uma tensão AC/DC ou de CC (corrente contínua) de baixa ondulação. A ordem de um filtro é determinada pelo número de elementos que armazenam energia. Basicamente os filtros capacitivos usados em fontes servem para diminuir a tensão de ondulação ou Ripple. i. capacitores e indutores. Filtro passivo Filtros passivos são aqueles construídos com resistores.e.. capacitores e indutores.Divisor de tensão 194 Ver também • • • • • • Circuito série Divisor de corrente Ponte de Wheatstone Potenciômetro Resistência Resistor Filtro capacitivo Filtro Capacitivo é um arranjo de circuito elétrico que tem a finalidade de reduzir variações de tensão e corrente de altas frequências.

enquanto que a codificação Manchester serve ao mesmo propósito em antigas revisões de LANs 802. Para que este esquema funcione. a 8B/10B é muito comum. É empregada principalmente em processamento de sinais. Dpt. Este processo é geralmente conhecido como recuperação de relógio (clock and data recovery ou CDR em inglês). Universidade de Aveiro / Instituto de Telecomunicações. A maior parte dos sistemas reais possuem características de entrada/saída não-lineares. Ver também • • • • • 8B/10B Codificação HDB3 Codificação Manchester Phase-locked loop Modulação EFM Ligações externas • CABRAL. mas diversos sistemas. O termo é freqüentemente utilizado para se referir exclusivamente a sistemas lineares invariantes no tempo. têm um comportamento que é tão próximo de um comportamento linear que a teoria de sistemas lineares invariantes no tempo é uma representação aceitável do comportamento de sua entrada e saída. especialmente fluxos de dados seriais de alta velocidade (tais como o fluxo bruto de dados da cabeça magnética de um acionador de disquete) são enviados sem o acompanhamento dum sinal de clock. Métodos de Recuperação de Relógio em Dispositivos de Lógica Programável [3] in Escola Superior de Tecnologia e Gestão. .Função de transferência 195 Função de transferência Função de transferência é a representação matemática da relação entre a entrada e a saída de um sistema. José. O receptor gera um clock de uma freqüência de referência aproximada e então alinha as fases para as modulações no fluxo de dados através de phase-locked loop (PLL).3. Recuperação de relógio Alguns fluxos de dados digitais. A função de transferência é normalmente empregada na análise de circuitos eletrônicos analógicos de entrada única e saída única. Electrónica e Telecomunicações. Mónica. por exemplo. algum tipo de codificação deve ser usada. Instituto Politécnico de Leiria. • FIGUEIREDO. Sistema de teste de algoritmos de recuperação de relógio em redes ATM: uso de componentes do tipo EPLD da Altera [1] in Scientific Commons [2]. quando operados dentro de parâmetros nominais. Acessado em 31 de maio de 2008. 1996. Acessado em 31 de maio de 2008. teoria da comunicação e teoria de controle. Rui L. O limite de tempo para que uma unidade de recuperação de relógio possa operar sem uma modulação é conhecido como sua especificação consecutive identical digits (CID) máxima. um fluxo de dados deve modular com freqüência suficiente para corrigir qualquer desvio no oscilador PLL. AGUIAR. Para assegurar modulações freqüentes. Linear Um circuito é linear quando se pode aplicar o princípio da superposição.

• Componentes ativos incluem semicondutores e válvulas termiônicas. isto é. como a retificação com o emprego dos diodos e a conversão da energia elétrica para a energia térmica com o uso dos resistores de potência. pt/ JETC05/ CCTE02/ papers/ finais/ jetc/ 32. ambos são componentes eletrônicos. Um transistor é um dispositivo inteiramente sólido onde internamente existe um semicondutor. scientificcommons. ipl. Pode também ser definido como componente electrónico todo dispositivo eléctrico que transmite a corrente eléctrica através ou de um condutor ou semicondutor. deetc. Assim. por definição. Vários componentes. Podem ser empregados componentes que atuam de diversas maneiras. são os componentes que fazem parte de qualquer circuito eléctrico ou electrónico (desde os mais simples aos mais complexos) e que estão interligados entre si. org/ 249749 [2] http:/ / www. scientificcommons. Componentes podem ser passivos ou ativos: • Componentes passivos na indústria elétrica são chamados de componentes elétricos. Ver também • • • • Memristor Indutor Capacitor Resistor . org/ [3] http:/ / www. Qualquer dispositivo que utilize outros meios que não o vácuo ou semicondutores para transmitir a corrente elétrica é denominado componente elétrico.Recuperação de relógio 196 Referências [1] http:/ / download. Uma válvula termoiônica é um dispositivo formado por uma ampola de vidro onde internamente é criado um vácuo. Se utiliza muito o Silicio para a fabricação desses componentes. isel. pdf Componente eletrônico Os componentes electrónicos são a estrutura de um circuito.

Anexo:Lista de circuitos integrados 197 Anexo:Lista de circuitos integrados Circuitos integrados da família TTL Código Descrição 7400 Quatro portas NAND de duas entradas Quatro portas NOR de duas entradas Seis inversoras (NOT) Quatro portas AND de duas entradas Três portas NAND de três entradas Três portas AND de três entradas Duas portas NAND de quatro entradas Duas portas AND de quatro entradas Três portas NOR de três entradas Quatro portas NOR de duas entradas Uma porta NAND de oito entradas Quatro portas OR de duas entradas Quatro portas NAND de duas entradas 7402 7404 7408 7410 7411 7420 7421 7427 7428 7430 7432 7437 Circuitos integrados da família CMOS Código Descrição 4000 4001 4002 4011 4069 4070 4071 4081 Quatro NOR de duas entradas Duas NOR de quatro entradas Quatro NAND de duas entradas Seis inversoras Quatro XOR de duas entradas Quatro OR de duas entradas Quatro AND de duas entradas .

tais como: TO-92. 300 mW e frequências até 100 MHz. pdf [2] http:/ / www. isto é. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. são de sinal contrário. A única diferença significativa. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. pdf . o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. Suporta correntes até 1 A. com um Beta de pelo menos 100. fairchildsemi. 50 V. com/ ds/ PN/ PN2222. edu/ cs141/ resources/ 2N2222. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. é um transístor NPN. O 2N2222 é complementar do 2N2907. harvard. Está disponível numa variedade de embalagens. eecs. Transístor 2N2222 com identificação de Emissor.Anexo:Lista de circuitos integrados 198 Circuitos integrados analógicos Código Descrição 555 Circuito temporizador 555 2N2222 O 2N2222. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2222 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2222 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. são semelhantes. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. é que todas as correntes e tensões de polarização. SOT-23. e SOT-223.

mas apenas a seta que indica o emissor tem direcção contrária. Base e Colector Os símbolos usados em esquemas electrónicos. O 2N2907 é complementar do 2N2222. Transístor 2N2907 com identificação de Emissor. fairchildsemi. são semelhantes.2N2907 199 2N2907 O 2N2907. com um Beta de pelo menos 100. é um transístor PNP. é que todas as correntes e tensões de polarização. tais como: TO-92. com/ us/ pdf/ microcircuits/ students/ bjt/ 2N2907-philip. Enquanto o 2N2222 é um transístor NPN. 300 mW e frequências até 100 MHz. as correntes fluem em sentidos contrários e as tensões têm a polaridade invertida. o que significa que todas as características estáticas e dinâmicas são idênticas. isto é. com/ ds/ PN/ PN2907. pdf . 50 V. pdf [2] http:/ / www. us. que é uma técnica muito utilizada no fabrico dos circuitos integrados MOSFET. e SOT-223. Está disponível numa variedade de embalagens. oup. utilizado em aplicações de baixa potência como amplificador e comutador. o 2N2907 é um PNP o que possibilita a construção de amplificadores complementares. são de sinal contrário. Suporta correntes até 1 A. Ligações Externas • Folha de Dados da Philips Semiconductor's 2N2907 (PDF) [1] • Folha de Dados da Fairchild Semiconductor's equivalente PN2907 (PDF) [2] Referências [1] http:/ / www. SOT-23. A única diferença significativa.

Apresenta-se em embalagem TO3.de válvula termiônica. o 6SN7 é geralmente encontrada apenas com encapsulamento de vidro tamanho GT. Ligações externas • Datasheet do 2N3055 (On Semiconductor) [1] • Foto do 2N3055 [2] Referências [1] http:/ / www. 60 V. 115 W e um Beta de 20 a 70. Outra aplicação típica em que é utilizado. org/ node/ 160 6SN7 6SN7 é uma válvula termiônica tríodo. Ao contrário da série 6S-. Apesar de se destinar preferencialmente em amplificação. com uma base octal de 8 pinos. szmt. O MJ2955 é o transístor complementar do 2N3055. que possuem geralmente encapsulamento metálico.2N3055 200 2N3055 O 2N3055 é um transístor NPN de uso geral para aplicações de amplificação. com/ pub/ Collateral/ 2N3055-D. O 6SN7 é basicamente dois triodos 6J5 em um único encapsulamento Fabricantes • Philips • General Electric • Electro-Harmonix Referências • The Tube Collectors Association [1] • Datasheet on the 6SN7 [2] • Datasheet on the 6CG7 [3] Válvula 6SN7 da Philips da década de 1980 . A sua principal utilização é em fontes de alimentação de baixas tensões e altas correntes. O 2N3054 é um transístor com parâmetros básicos equivalentes. também pode ser usado em aplicações de comutação. onsemi. com as características: 15 A. Utiliza-se em aplicações de alta corrente e média potência. é como amplificador de saída para as bobinas de deflexão de Tubo de raios catódicos de TVs. PDF [2] http:/ / www.

6SN7 201 Referências [1] http:/ / tubecollectors. Esse padrão não usa o termo 8P8C e cobre mais do que o conector 8P8C. Cada um tem 8 condutores. org/ [2] http:/ / www. o conector ser chamado RJ45 de computador. gda. Quando a terminação do cabo segue padrão T568-A numa ponta e T568-B na outra. Os conectores 8P8C são usados normalmente em cabo par trançado. As dimensões e formato de um 8P8C são especificados pela norma ANSI/TIA-968-A. Quando as pessoas olhavam o conector do telefone na parede só associavam o nome RJ45. quando passaram a ver conectores parecidos para os computadores passaram a chamá-los também de RJ45. 7-4. ele recebe o nome de crossover. Os conectores 8P8C substituiram muitos outros velhos padrões por causa do seu menor tamanho e pela facilidade de conectar e desconectar. mas possui também outras utilizações. RJ45 O padrão Registered jack (RJ) especifica o RJ45 como um conector físico e seus cabos. Os conectores antigos geralmente eram utilizados devido a antigos requisitos de corrente e tensão elevados. Esse cabo era comumente usado para ligar switch para outro switch. Este conector é mais conhecido por ligar cabeamentos de Ethernet. pg. como também especifica os requisitos de blindagem para trabalho em alta-freqüência. Cabeamento O padrão mais usado para assinalamento de pinos e cabos é o TIA/EIA-568-B. cabeamento estruturado) a norma internacional IEC 60603 especifica nas partes 7-1. versões que trabalham em até 100. Estes conectores são freqüentemente associados ao conector RJ45 plug and jacks. gda. 7-2. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 093/ 6/ 6CG7. O RJ45 verdadeiro usa um conector especial 8P2C. mas é obsoleto hoje. pdf [3] http:/ / www. . 250 e 600 MHz. Aproximadamente desde de 2000 é utilizado como conector universal para os cabos que compõem uma rede Ethernet. ou roteador para outro roteador. 7-5 e 7-7 não somente as mesmas dimensões. Para aplicações de comunicação de dados (LAN. Isto está tecnicamente incorreto porque no padrão de especificação RJ45 a interface mecânica e o esquema de instalação elétrica são diferentes. com os pinos 5 e 4 ligados ao TIP e RING e os pinos 8 e 9 ligados a uma resistência. pg. pdf 8P8C 8P8C é um conector modular usado em terminações de telecomunicação. O intuito era para utilização em modems de alta velocidade. mif. antes do advento do auto-MDI/MDIX. Conector 8P8C. mif. pl/ homepages/ frank/ sheets/ 082/ 6/ 6SN7. Daí.

8P8C

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Ligações externas
• RJ-45, funções dos pinos [1] (em inglês) • Dimensões de Jacks e Plugs [2] (em inglês)

Referências
[1] http:/ / pinouts. ws/ rj-45-pinout. html [2] http:/ / www. part68. org/ documents_order_disclaimer. aspx?ID=5

ASIC
Application Specific Integrated Circuit é um circuito integrado (CI) construído para executar uma tarefa específica, ou seja, customizado para um uso particular ao contrário dos CIs de uso geral. Por exemplo, um chip projetado somente para rodar um telefone celular é um ASIC. Dentre os circuitos integrados cuja aplicação seja de uso geral, podem-se citar os processadores, microcontroladores e FPGAs.

Ver também
• • • • • CPLD Dispositivo lógico programável FPGA Matriz lógica programável VHDL

Ligações externas
• XML on a chip? [1] • HardCopy [2] Altera's structured ASIC • EasyPath [3] Xilinx' EasyPath Solution and Alternative to Structured ASICs for moving FPGA technology to very High Volume production • LinearChip [4] Linearchip partners with foundries to create analog, mixed signal and custom ASICs for commercial and military applications • Hybrid ASIC [5] ChipX has Structured ASIC, Embedded Array, and standard Cell ASIC with seamless conversion between types.

Referências
[1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. ximpleware. com/ wp_SUN. pdf http:/ / www. altera. com/ products/ devices/ hardcopy/ hrd-index. html http:/ / www. xilinx. com/ EasyPath http:/ / www. linearchip. com/ http:/ / www. chipx. com/

Ampola de raios X

203

Ampola de raios X
Uma ampola de Raios-X chamada também de tubo de Coolidge, é um dispositivo eletrônico cuja função é a produção de um feixe de elétrons acelerados ,composta de um invólucro de alto vácuo, em que num extremo existe um cátodo que é aquecido por uma corrente elétrica de grande magnitude que passa por um filamento, emitindo assim o feixe eletrônico que é dirigido por bobinas defletoras e acelerado contra um anteparo (Placa ou Ânodo) por bobinas aceleradoras semelhante à um tubo de raios catódicos.

Tubo de Coolidge

Basicamente a ampola de raios-x é válvula termiônica, o cátodo, uma vez incandescente, gera um alto fluxo de elétrons, que após acelerados atingem ao ânodo ou placa. A placa da ampola tem formato oco e é confeccionada em tungstênio, ou grafite. Ao ser atingida pelo feixe eletrônico, aquece praticamente à temperatura de fusão do tungstênio, portanto, necessita ser refrigerada com um óleo especial que circula por si e é levado para um trocador de calor. O gradiente térmico ocorre pelo fato dos elétrons acelerados ganharem energia no processo de aceleração e desaceleração repentina, que no momento da frenagem, emitem parte da energia adquirida em forma de um pulso de radiação eletromagnética chamada de efeito Bremsstrahlung (radiação de freio). A energia emitida, devidas variações das colisões, gera diferentes níveis energéticos de emissão. Isto ocorre devida angulação da trajetória dos elétrons do feixe eletrônico ser diversa, e estes perdem sua energia em níveis diferentes ocasionados por choques energeticamente diferentes, ampliando assim a largura de faixa de emissão do espectro eletromagnético em comprimentos de ondas diversos, desta forma as freqüências emitidas contém em seu espectro o comprimento de onda dos raios-X que vai de 0,05 ângström até centenas de angströns.

Ver também
• Radiologia

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400

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Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400
A série 7400 se originou com os circuitos integrados TTL feitos pela Texas Instruments. Devido à popularidade destes componentes, eles foram produzidor por outros fabricantes que mantiveram a sequência da série 7400 para auxiliar na identificação de partes compatíveis. Alguns componentes com lógica TTL foram produzidos com uma faixa de temperatura estendida com especificações militares. Estas partes possuem o prefixo 54 ao invés de 74 em sua numeração.

Um SN7400N da Texas Instruments.

Os componentes TTL produzidos por fabricantes como a Signetics e Motorola podem possuir diferentes prefixos numéricos e séries de numeração completas. Alguns caracteres alfabéticos utilizados para designar uma subfamília lógica pode seguir os prefixos 54 ou 74 na numeração, como o 74LS74 para Schottky de baixa potência. Alguns componentes CMOS tais com o 74HCT74 para CMOS de alta velocidade com entradas compatíveis com o padrão TTL são funcionalmente similares à sua contraparte TTL. Nem todas as funções estão disponíveis em todas as famílias. Em alguns casos, tais como o 7478 e o 74107, o mesmo sufixo em diferentes famílias não possuem funções lógicas equivalentes.

Série 7400
Lista dos circuitos integrados utilizando transistores TTL da série 7400. • • • • • • • • • • • • • • • • 7400: Quatro portas NAND de duas entradas 7401: Quatro portas NAND de duas entrada com coletor aberto 7402: Quatro portas NOR de duas entradas 7403: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7404: Seis inversores (porta NOT) 7405: Seis inversores (porta NOT com saídas com coletor aberto 7406: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 30V com coletor aberto 7407: Seis Buffer/Driver com saídas de 30V com coletor aberto 7408: Quatro portas AND de duas entradas 7409: Quatro portas AND de duas entradas com coletor aberto 7410: Três portas NAND de três entradas 7411: Três portas AND de três entradas 7412: Três portas NAND de três entradas com coletor aberto 7413: Duas portas NAND de quatro entradas Schmitt trigger 7414: Seis inversores Schmitt trigger 7415: Três portas AND de três entradas com coletor aberto

• 7416: Seis Buffer/Driver inversores com saídas de 15V com coletor aberto • 7417: Seis Buffer/Driver com saída de 15V com coletor aberto

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7419: Seis inversores Schmitt trigger 7420: Duas portas NAND de quatro entradas 7421: Duas portas AND de quatro entradas 7422: Duas portas NAND de quatro entradas com coletor aberto 7423: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe expansíveis 7425: Duas portas NOR de quatro entradas com strobe 7426: Quatro portas NAND de duas entradas com saídas de 15V com coletor aberto 7427: Três portas NOR de três entradas 7428: Quatro portas NOR de duas entradas 7430: Uma porta NAND de oito entradas 7431: Seis elementos de atraso 7432: Quatro portas OR de duas entradas 7433: Quatro portas NOR buffer de duas entradas com coletor aberto 7436: Quatros portas NOR de duas entradas (pinagem diferente do 7402) 7437: Quatro portas NAND de duas entradas 7438: Quatro portas NAND de duas entradas com coletor aberto 7439: Quatro portas NAND buffer de duas entradas 7440: Duas portas NAND buffer de quatro entradas 7441: Driver BCD para Decodificador Decimal/válvula Nixie 7442: Decodificador BCD para Decimal 7443: Decodificador Excesso-3 para Decimal 7444: Decodificador Gray-Excesso-3 para Decimal 7445: Decodificador BCD para Decimal 7446: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 30V com coletor aberto 7447: Decodificador BCD para 7 segmentos com saídas de 15V com coletor aberto 7448: Decodificador BCD para 7 segmentos com parada 7449: Decodificador BCD para 7 segmentos com coletor aberto 7450: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas (uma porta expansível) 7451: Duas portas AND-OR-AND 2-wide de duas entradas 7452: Porta AND-OR 4-Wide de duas entradas expansível 7453: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas expansível 7454: Porta AND-OR-NOT 4-Wide de duas entradas 7455: Porta AND-OR-NOT 2-Wide de quatro entradas (a versão 74H é expansível) 7460: Dois expansores de quatro entradas 7461: Três expansores de três entradas 7462: Expansores de 3-2-2-3-entradas 7463: Seis portas de interface sensíveis a corrente 7464: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2-entradas 7465: Porta AND-OR-NOT de 4-2-3-2 entradas com coletor aberto 7470: Flip-Flop J-K com Preset e Clear com porta AND ativado por borda de subida 74H71: Flip-flop JK mestre escravo com Preset com porta AND-OR 74L71: Flip-flop RS mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7472: Flip-Flop JK mestre escravo com Preset e Clear com porta AND 7473: Dois Flip-Flops JK com Clear 7474: Dois Flip-Flops tipo D com Preset e Clear ativos por borda de subida

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• 7475: Latch biestável de 4-bits • 7476: Dois Flip-Flops JK com Preset e Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 7477: Latch biestável de 4-bits 74H78, 74L78: Dois Flip-Flops JK com Preset, Clear comum e Clock comum 74LS78A: Dois flip-flops JK com Preset, Clear comum e clock comum ativos por borda de descida 7479: Dois flip-flops D 7480: Somador completo com disparo 7481: Memória RAM de 16 bits Random Access Memory 7482: Somador completo de 2 bits 7483: Somador completo de 4 bits 7484: Memória RAM de 16 bits 7485: Comparador de magnitude de 4 bits 7486: Quatro portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas 7487: Elemento Verdadeiro/Complemento/Zero/Um de quatro bits 7488: Memória ROM de 256 bits 7489: Memória de leitura/escrita de 64 bits 7490: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas) 7491: Registrador de deslocamento de 8 bits com entrada serial, saída serial e entradas com disparo 7492: Contador divisor por 12 (seções divide por 2 e divide por 6 separadas) 7493: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas) 7494: Registrador de deslocamento de 4 bits, dois Presets assíncronos 7495: Registrador de deslocamento de 4 bits, entrada paralela, saída paralela, bidirecional 7496: Registrador de deslocamento com entrada paralela, saída paralela e Preset assíncrono 7497: Multiplicador binário síncrono de 6 bits 7498: Registrador de armazenamento/seleção de dados de 4 bits 7499: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74100: Dois latch biestáveis de 4 bits 74101: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e com disparo por porta AND-OR 74102: Flip-Flop JK ativo por borda de descida com Preset e Clear com disparo por porta AND 74103: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74104: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74105: Flip-Flop JK Mestre Escravo 74106: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset e Clear 74107: Dois Flip-Flops JK com Clear 74107A: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear 74108: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clear comum e Clock comum 74109: 8Dois Flip-Flops J-Not-K ativos por borda de subida com Preset e Clear 74110: Flip-Flop JK Mestre Escravo com disparo por porta AND com trava de dados 74111: Dois Flip-Flops JK Mestre Escravo com trava de dados 74112: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Clear e Preset 74113: Dois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset 74114: Fois Flip-Flops JK ativos por borda de descida com Preset, Clock comum e Clear 74116: Dois latches de 4 bits com Clear 74118: Seis Latches set/reset 74119: Seis Latches set/reset 74120: Dois Excitadores/Sincronizadores de pulso 74121: Multivibrador monoestável

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• 74122: Multivibrador monoestável reativável com Clear • 74123: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis com Clear

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74124: Dois osciladores controlados por tensão 74125: Quatro buffers com saídas tristate, ativos por sinal negativo 74126: Quatro buffers com saída tristate, ativos por sinal positivo 74128: Quatro portas NOR de duas entradas esxitadores de linha 74130: Quatro portas AND de duas entrada buffers com saídas de 30V com coletor aberto 74131: Quatro portas AND de duas entrada bubbers com saídas de 15V com coletor aberto 74132: Quatro portas NAND de duas entradas com Schmitt Trigger 74133: Porta NAND de treze entradas 74134: Porta NAND de doze entradas com saída tristate 74135: Quatro portas NOR/XOR de duas entradas 74136: Quatrp portas XOR (ou exclusivo) de duas entradas com coletor aberto 74137: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas com Latch de endereço 74138: Decodificador/Demultiplexador de 3 para 8 linhas 74139: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 linhas 74140: Duas portas NAND de quatro entradas com excitador de linha 74141: Decodificador/Excitador de BCD para decimal 74142: Contador de década/Latch de 4 bits/Decodificador de 4 bits para 7 segmentos/Excitador 74143: Contador de década/latch/decodificador/ exctador com corrente de 15 mA constante 74144: Contador de década/latch/decodificador/ excitador com saída de 15V com coletor aberto 74145: Decodificador BCD para decimal/Excitador 74147: Codificador de prioridade de 10 linhas para 4 linhas 74148: Codificador de prioridade de 8 linhas para 4 linhas 74150: Seletor de dados/Multiplexador de 16 linhas para 1 linha 74151: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74152: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha 74153: Dois Seletores de dados/Multiplexadores de 4 linhas para 1 linhas 74154: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas 74155: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas 74156: Dois demultiplexadores de 2 linhas para quatro linhas com coletor aberto 74157: Dois multiplexadores/seletores de dados de 2 linhas para 1 linha sem inversão de saída 74158: Dois seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com inversão de saída 74159: Demultiplexador de 4 linhas para 16 linhas com coletor aberto 74160: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear assíncrono 74161: Contador binário de 4 bits síncrono com Clear assíncrono 74162: Contador de década síncrono de 4 bits com Clear síncrono 74163: Contador binário de 4 bits com clear síncrono 74164: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com saída paralela com clear assíncrono 74165: Registrador de deslocamento em série de 8 bits com cargas paralelas e saídas complementadas 74166: Registrador de deslocamento de 8 bits 74167: Multiplicador de taxa de década síncrono 74168: Contador de década de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74169: [[Contador binário de 4 bits ascendente/descendente síncrono 74170: Banco de registradores 4 por 4 com saídas com coletor aberto 74172: Banco de registradores com portar múltiplas de 16 bits com saídas tristate 74173: Quatro flip-flops D com saídas tristate

207

• 74174: Seis flip-flops D com clear comum • 74175: Quatro flip-flops D ativos por borda com saídas complementares e clear assíncrono

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74176: Contador de década/Latch pré-ajustável 74177: Contador de década/Latch pré-ajustável 74178: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74179: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo, clear assíncrono e saídas complementares 74180: Gerador e verificador de paridade Par/Ímpar de 9 bits 74181: Unidade lógica aritmética e gerador de funções de 4 bits 74182: Gerador de carry futuro 74183: Somador completo com dois carry-save 74184: Decodificador de BCD para binário 74185: Decodificador de binário para BCD 74186: Memória ROM de 512 bits (64x8) com coletor aberto 74187: Memória ROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74188: Memória PROM de 256 bits (32x8) com coletor aberto 74189: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate inversoras 74190: Contador de década ascendente/descendente síncrono 74191: Contador binário ascendente/descendente síncrono 74192: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74193: Contador de década ascendente/descendente síncrono com clear 74194: Registrador de deslocamento de 4 bits bidirecional universal 74195: Registrador de deslocamento de 4 bits com acesso paralelo 74196: Latch/Contador de década pré-ajustável 74197: Latch/Contador binário pré-ajustável 74198: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal 74199: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional universal com entradas J-Not-K 74200: Memória RAM de 256 bits com saídas tristate 74201: Memória RAM de 256 bits (256x1) com saídas tristate 74206: Memória RAM de 256 bits com coletor aberto 74209: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com saídas tristate 74210: Oito buffers 74219: Memória RAM de 64 bits (16x4) com saídas tristate nãoinversoras 74221: Dois multivibradores monoestáveis com entradas Schmitt trigger 74224: Memória FIFO 16 por 4 síncrona com saídas tristate 74225: Memória FIFO 16x5 assíncrona 74226: Transceiver de dados de 4 bits paralelo com saídas tristate 74232: Quatro Portas NOR Schmitt trigger 74237: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com latches de endereço e saídas ativas em nível alto 74238: Decodificador/Demultiplexador de 1 para 8 com saídas ativas em nível alto 74239: Dois Decodificadores/Demultiplexadores de 2 para 4 com saídas ativas em nível alto 74240: Oito buffers com saídas tristate inversoras 74241: Oito buffers com saídas tristade não-inversoras 74242: Quatro transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74243: Quatro transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74244: Oito buffers com saídas tristate não-inversoras 74245: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74246: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas de 30V com coletor aberto

208

• 74247: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saída de 15V com coletor aberto • 74248: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com saídas pull-up internas

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74249: Decodificador de BCD para 7 segmentos/Excitador com coletor aberto 74251: Seletor de dados/Multiplexador de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate 74253: Dois seletores de dados/multiplexadores de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate 74255: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74256: Dois Latches de 4 bits endereçáveis 74257: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate não-inversoras 74258: Quatro seletores de dados/multiplexadores de 2 linhas para 1 linha com saídas tristate inversoras 74259: Latch de 8 bits endereçáveis 74260: Duas Portas NOR de 5 entradas 74261: Multiplicador binário paralelo de 2 bits por 4 bits 74265: Quatro elementos de saída complementares 74266: Quatro portas XNOR de duas entradas com coletor aberto 74270: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com coletor aberto 74271: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74273: Registrador de 8 bits com reset 74274: Multiplicador binário de 4 bits por 4 bits 74275: Slice Wallace Tree de 7 bits 74276: Quatro flip-flops J-Not-K ativos por borda com clocks separados, preset comum e clear 74278: Resgistradores de prioridade de 4 bits cascate[aveis com entradas de dados com latches 74279: Quatro latches set-reset 74280: Verificador/Gerador de paridade Par/Impar de 9 bits 74281: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74283: Somador binário completo de 4 bits 74284: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem inferior do produto) 74285: Multiplicador binário paralelo de 4 bits por 4 bits (4 bits de ordem superior do produto) 74287: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com saídas tristate 74288: Memória PROM de 256 bits (32x8) com saídas tristate 74289: Memória RAM de 64-bit (16x4) com coletor aberto 74290: Contador de década (seções divide por 2 e divide por 5 separadas 74291: Registrador de deslocamento de 4 bits universal, contador binário ascendente/descendente síncrono 74292: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74293: Contador binário de 4 bits (seções divide por 2 e divide por 8 separadas 74294: Temporizador digital/Divisor de frequência programável 74295: Registrador bidirecional de 4 bits com saídas tristate 74297: Filtro digital Phase-Locked-Loop 74298: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74299: Registadores de deslocamento/armazenamento de 8 bits bidirecionais universais com saídas tristate 74301: Memória RAM de 256 bits (256x1) com coletor aberto 74309: Memória RAM de 1024 bits (1024x1) com coletor aberto 74310: Oito buffers com entradas Schmitt trigger 74314: Memória RAM de 1024 bits 74322: Registrador de deslocamento de 8 bits com extensão de sinal e saídas tristate 74323: Registrador de deslocamento/armazenamento de 8 bits com saídas tristate 74324: Oscilador controlado por tensão (ou controlado por cristal) 74340: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate inversoras

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• 74341: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras • 74344: Oito buffers com entradas Schmitt trigger e saídas tristate não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • 74348: Codificador de prioridade de 8 linhas para 3 linhas com saídas tristate • 74350: Deslocador de 4 bit com saídas tristate • 74351: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 8 linhas para 1 linha com saídas tristate e 4 entradas de dados comuns • 74352: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas inversoras • 74353: Dois Multiplexadores/Seletores de dados de 4 linhas para 1 linha com saídas tristate • 74354: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com latch transparente e saídas tristate • 74356: Multiplexador/Seletor de dados de 8 linhas para 1 linha com registrador ativado por borda e saídas tristate • 74362: Excidador/Gerador de Clock de fase (também conhecido como TIM9904) • 74365: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74366: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74367: Seis buffers com saídas tristate não-inversoras • 74368: Seis buffers com saídas tristate inversoras • 74370: Memória ROM de 2048 bits (512x4) com saídas tristate • 74371: Memória ROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate • 74373: Oito latches transparentes com saídas tristate • 74374: Oito registradores com saídas tristate • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74375: Quatro lacthes biestáveis 74376: Quatro flip-flops J-Not-K com clock comum e clear comum 74377: Registrador de 8 bits com Clock Enable 74378: Registrador de 6 bits com Clock Enable 74379: Registrador de 4 bits com Clock Enable e saídas complementares 74380: Registrador de 8 bits multifunção 74381: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas de geração e propagação 74382: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits com saídas Ripple Carry e Overflow 74385: Quadro somadores/subtratores de 4 bits 74386: Quatro portas XOR de 2 entradas 74387: Memória PROM de 1024 bits (256x4) com coletor aberto 74390: Dois contadores de década de 4 bits 74393: Dois contadores binários de 4 bits 74395: Registrador de deslocamento de 4 bits universal com saídas tristate 74398: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento e saídas complementares 74399: Quatro multiplexadores de 2 entradas com armazenamento 74408: Árvore de paridade de 8 bits 74412: Latch de 8 bits multi-modo com buffer com saídas tristate e clear (o 74S412 é equivalente ao Intel 8212, TI TIM8212) 74423: Dois multivibradores monoestáveis reativáveis 74424: Excitador/Gerador de clock de fase (o 74LS424 é equivalente ao Intel 8224, TI TIM8224) 74425: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível baixo 74426: Quatro portas com saídas tristate e enables ativos em nível alto 74428: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S428 é equivalente ao Intel 8228, TI TIM8228) 74438: Controlador de sistema para o 8080A (o 74S438 é equivalente ao Intel 8238, TI TIM8238) 74440: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto não-inversoras 74441: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas com coletor aberto inversoras 74442: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate não-inversoras

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• 74443: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas tristate inversoras • 74444: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74448: Quatro transceivers de dados tridirecionais com saídas inversoras e não-inversoras com coletor aberto 74450: Multiplexador de 16 linhas para 1 linha com saídas complementares 74451: Dois multiplexadores de 8 linhas para 1 linhas 74452: Dois contadores de década síncronos 74453: Dois contadores binários síncronos 74453: Multiplexador de 4 linhas para 1 linhas 74454: Dois contadores de década ascendentes/descendentes síncronos com entrada preset 74455: Dois contadores binários ascendentess/descendentes síncronos com entrada preset 74456: Somador NBCD (Natural Binary Coded Decimal) 74460: Switch de transferencia de dados 74461: Contador binário de 8 bits pré-ajustável com saídas tristate 74462: Transmissor de link em fibra óptica 74463: Receptor de link em fibra óptica 74465: Oito buffers com saídas tristate 74468: Dois conversores de nível MOS para TTL 74470: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com coletor aberto 74471: Memória PROM de 2048 bits (256x8) com saídas tristate 74472: Memória PROM com coletor aberto 74473: Memória PROM com saídas tristate 74474: Memória PROM com coletor aberto 74475: Memória PROM com saídas tristate 74481: Elementos de processamento slice de 4 bits 74482: Elementos de processamento slice de 4 bits expansíveis 74484: Decodificador de BCD para binário (SN74S371 ROM programada mascarada) 74485: Decodificador de binário para BCD (SN74S371 ROM programada mascarada) 74490: Dois contadores de década 74491: Contador binário de 10 bits ascendente/descendente com preset limitado e saídas tristate 74498: Registrador de deslocamento de 8 bits bidirecional com saídas paralelas e saídas tristate 74508: Multiplicador/Divisor de 8 bits 74521: Comparador de 8 bits 74531: Oito latches transparentes com saídas tristate de 32 mA 74532: Oito registradores com saídas tristete de 32 mA 74533: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74534: Oito registradores com saídas tristate inversoras 74535: Oito latches transparentes com saídas tristate inversoras 74536: Oito registradores com saídas tristate inversoras de 32 mA 74537: Decodificador de BCD para decimal com saídas tristate 74538: Demultiplexadores de 1 linha para 8 linhas com saídas tristate 74539: Dois demultiplexadores de 1 linha para 4 linhas com saídas tristate 74540: Oito buffers com saídas tristate 74541: Oito buffers com saídas tristate 74560: Contador de década de 4 bits com saídas tristate 74561: Contador binário de 4 bits com saídas tristate 74563: Latch transparente de 8 bits do tipo D com saída tristate inversoras 74564: Registrador de 8 bits do tipo D ativado por borda com saídas tristate

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• 74568: Contador de década ascendente/descendente com saídas tristate • 74569: Contador binário ascendente/descendente com saídas tristate

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • 74573: Oito latches transparentes do tipo D com saídas trsitate 74574: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate 74575: Oito flip-flops do tipo de com clear síncrono e saídas tristate 74576: Oito flip-flops do tipo D com saídas tristate inversoras 74577: Oito flip-flops do tipo D com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74580: Oito transceivers/latches com saídas tristate inversoras 74589: Registrador de deslocamento de 8 bits com latch de entrada e saídas tristate 74590: Contador binário de 8 bits com registradores de saída e saídas tristate 74592: Contador binário de 8 bits com registradores de saída 74593: Contador binário de 8 bits com registradores de entrada e saídas tristate 74594: Registrador de deslocamento com entrada serial com latches de saída 74595: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída 74596: Registrador de deslocamento com entrada serial com registradores de saída e coletor aberto 74597: Registrador de deslocamento com saída serial com latches de entrada 74598: Registrador de deslocamento com latches de entrada 74600: Controlador de refresh de memória dinâmica. para DRAMs de 64 KB (74LS601 é equivalente ao TI TIM99601) • 74602: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos ciclo rápido e rejada (burst). modos transparende e rajada (burst). com coletor aberto (74LS607 é equivalente ao TI TIM99607) • 74608: Controlador de ciclo de memória (74LS608 é equivalente ao TI TIM99608) • 74610: Mapeador de memória com latches e saídas tristate (74LS610 é equivalente ao TI TIM99610) • 74611: Mapeador de memória com latches e coletor aberto (74LS611 é equivalente ao TI TIM99611) • 74612: Mapeador de memória com saídas tristate (74LS612 é equivalente ao TI TIM99612) • 74613: Mapeador de memória com coletor aberto (74LS613 é equivalente ao TI TIM99613) • 74620: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras • 74621: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto • 74622: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto • 74623: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras • 74624: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. livre de falhas. compensação de temperatura externa e saídas bifásicas • 74629: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e controle de faixa . para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS600 é equivalente ao TI TIM99600) 212 • 74601: Controlador de refresh de memória dinâmica. para DRAMs de 4 KB ou 16 KB (74LS602 é equivalente ao TI TIM99602) • 74603: Controlador de refresh de memória dinâmica. modos transparende e rajada (burst). controle de faixa. controle de faixa e saídas bifásicas • 74625: Dois osciladores controlados por tensão com saídas bifásicas • 74626: Dois osciladores controlados por tensão com controle de ativação e saídas bifásicas • 74627: Dois osciladores controlados por tensão • 74628: Oscilador controlado por tensão com controle de ativação. livre de falhas. para DRAMs de 64 KB (74LS603 é equivalente ao TI TIM99603) • 74604: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com saídas tristate (74LS604 é equivalente ao TI TIM99604) • 74605: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes de alta velocidade com coletor aberto (74LS605 é equivalente ao TI TIM99605) • 74606: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes. modos ciclo rápido e rejada (burst). com saídas tristate (74LS606 é equivalente ao TI TIM99606) • 74607: Oito multiplexadores de 2 entradas com lacthes.

não-inversores 74668: Contador de década de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74669: Contador binário de 4 bits síncrono ascendente/descendente 74670: Banco de registradores de 4 por 4 com saídas tristate 74671: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Multiplexador com saídas tristate 74672: Registradore de deslocamento de 4 bits bidirecional/Latch/Multiplexador com saídas tristate 74673: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada serial e saída serial com registradores de armazenamento de saída e saídas tristate 74674: Registrador de deslocamento de 16 bits com entrada paralela e saída serial com saídas tristate 74677: Comparador de endereço de 16 bits com enable 74678: Comparador de endereço de 16 bits com latch 74679: Comparador de endereço de 12 bits com latch 74680: Comparador de endereço de 12 bits com enable 74681: Acumulador binário paralelo de 4 bits 74682: Comparador de magnitude de 8 bits 74683: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74684: Comparador de magnitude de 8 bits 74685: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74686: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74687: Comparador de magnitude de 8 bits com enable 74688: Comparador de magnitude de 8 bits 74689: Comparador de magnitude de 8 bits com coletor aberto 74690: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 213 • 74691: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate • 74692: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate . inversores 74659: Oito transceivers de dados com paridade.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74630: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com saídas tristate 74631: Detector e corretor de erros (EDAC) de 16 bits com coletor aberto 74632: Detector e corretor de erros (EDAC) de 32 bits 74638: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74639: Oito transceivers de dados com saídas tristate não-inversoras 74640: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras 74641: Oito transceivers de dados com saídas não-inversoras e coletor aberto 74642: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e coletor aberto 74643: Oito transceivers de dados com saídas tristate inversoras e não-inversoras 74644: Oito transceivers de dados com saídas inversoras e não-inversoras e coletor aberto 74645: Oito transceivers de dados 74646: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate 74647: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com coletor aberto 74648: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas tristate inversoras 74649: Oito transceivers de dados/Latches/Multiplexadores com saídas inversoras e coletor aberto 74651: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristete inversoras 74652: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras 74653: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate inversores e coletor aberto 74654: Oito transceivers de dados/Registrador com saídas tristate não-inversoras e coletor aberto 74658: Oito transceivers de dados com paridade. inversores 74665: Oito transceivers de dados com paridade. não-inversores 74664: Oito transceivers de dados com paridade.

Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 74693: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74694: Contador decimal de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74695: Contador binário de 4 bits/Latch/Multiplexador com resets síncrono e assíncrono e saídas tristate 74696: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74697: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset assíncrono e saídas tristate 74698: Contador decimal de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74699: Contador binário de 4 bits/Registrador/Multiplexador com reset síncrono e saídas tristate 74716: Contador de década programável (74LS716 é equivalente ao Motorola MC4016) 74718: Contador binário programável (74LS718 é equivalente ao MC4018) 74724: Multivibrador controlado por tensão 74740: Oito buffers/excitadores de linha inversores com saídas tristate 74741: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate e polaridade de enable misturada 74744: Oito buffers/excitadores de linha não-inversores com saídas tristate 74748: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas 74783: Multiplexador de endereço síncrono (74LS783 é equivalente ao Motorola MC6883) 74790: Detector e corretor de erro (EDAC) 74795: Oito buffers com saídas tristate (74LS795 é equivalente ao 81LS95) 74796: Oito buffers com saídas tristate (74LS796 é equivalente ao 81LS96) 74797: Oito buffers com saídas tristate (74LS797 é equivalente ao 81LS97) 74798: Oito buffers com saídas tristate (74LS798 é equivalente ao 81LS98) 74804: Seis portas NAND de duas entradas excitadores 74805: Seis portas NOR de duas entradas excitadoras 74808: Seis portas AND de duas entradas excitadoras 74832: Seis portas OR de duas entradas excitadoras 74848: Codificador de prioridade de 8 para 3 linhas com saídas tristate 74873: Oito latches transparentes 74874: Oito flip-flops do tipo D 74876: Oito flip-flops do tipo D 74878: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate não-inversoras 74879: Dois flip-flops dp tipo D de 4 bits com clear síncrono e saídas tristate inversoras 74880: Oito latches transparentes com saídas inversoras 74881: Unidade Lógica Aritmética/Gerador de funções de 4 bits 74882: Gerador de carry futuro de 32 bits 742960: Detector e corretor de erro (EDAC) (74F2960 é equivalente ao AMD Am2960) 742961: Buffer de dados EDAC inversor 742962: Buffer de dados EDAC não-inversor 742968: Controlador de memória dinâmica 742969: Controlador de sincronia de memória para uso com EDAC 742970: Controlador de sincronia de memória para uso sem EDAC 744060: Contador de ripple de 14 estágios com oscilador 744538: Dois multivibradores monoestáveis de precisão (reajustáveis. redisparáveis) 214 .

. possuem um circuito electrónico que também transforma a tensão de entrada em uma tensão da qual necessitam as lâmpadas. 1979 • The TTL Data Book. Janeiro de 1974 • Logic/Memories/Interface/Analog/Microprocessor/Military Data Manual. balasto ou reator é um limitador de corrente utilizado nas lâmpadas fluorescentes e em outros dispositivos eléctricos que necessitam de limitar a intensidade da corrente eléctrica que os atravessa durante o funcionamento. funcionando como limitador da corrente. com/ logic/ docs/ generalcontent. tsp?templateId=5985& navigationId=11372& path=templatedata/ cm/ general/ data/ findadevice Balastro (electricidade) Balastro. Texas Instruments. Um problema desses reatores é o fato de eles interferirem com suas frequências de operação nos aparelhos electrónicos. é montado em série. DL121R1 Series D Third Printing. 1981 • Bipolar LSI 1982 Databook. Balastro electromagnético. Montagem típica de uma lâmpada fluorescente. O balastro. mais frequentemente em rádios. Setembro de 1981 • Schottky TTL Data. principalmente na faixa de AM.Anexo:Lista dos circuitos integrados da série 7400 215 Ligações externas • Digital Integrated Circuits. Motorola. Tipo e história Antigamente ele era constituído de um tipo especial de transformador que convertia a tensão de entrada em uma tensão de saída necessária ao acionamento da(s) lâmpada(s). 1984 • Logic: Find A Device [1]. Texas Instruments Incorporated • IC Master. Texas Instruments. são chamados de reatores electrónicos. ti. Second Edition. marcado com G no esquema. Os dois principais tipos de balastros utilizados são os electromagnéticos e os electrónicos. National Semiconductor Corporation. normalmente utilizavam um starter para dar "ignição" ao sistema. Monolithic Memories|Monolithic Memories Incorporated. Signetics Corporation. 1976 Referências [1] http:/ / focus. Texas Instruments. Second Edition. 1983 • High-Speed CMOS Logic Data Book. 1976 • The Bipolar Microcomputer Components Data Book for Design Engineers. Hoje os reatores são muito mais leves e de menor custo.

eletricidade. e em seguida retornando por efeito de indução a condição de Lâmpadas e balastros electrónicos (em baixo). e um integrador eletrônico. Desta forma. Mas também são utilizados largamente em diversos tipos de lâmpadas de descarga. Devido ao sinal ter uma amplitude relativamente baixa concomitante com a presença de ruídos elétricos sobrepostos ao sinal mensurado. Esta bobina fornece um sinal de saída em tensão. Quando a bobina de Rogowski envolve um condutor por onde passa uma determinada corrente elétrica alternada. Uma bobina de Rogowski é um toróide constituído de um enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético. onde di(t)/dt é a derivada da corrente que passa pelo condutor. a saber: um amplificador de instrumentação. como HQI. faz-se necessário o uso de dois circuitos eletrônicos para tratar o sinal convenientemente. e M é a indutância mútua entre a bobina e o condutor. para obter a imagem da corrente propriamente dita. HPS e HPI.Balastro (electricidade) 216 Reator eletromagnético Reator é um aparelho indutor com núcleo de cobre que transforma a tensão da rede na potência correta. Consistem em várias voltas de fio de cobre esmaltado em torno de um núcleo. sendo u0 a permissividade elétrica no vácuo. um reator dificulta a passagem de corrente alternada e não atua significativamente sobre a passagem de corrente contínua.S. que pode ser de material metálico (por exemplo.(di(t)/dt). n o número de espiras do toróide. que amplifica e faz uma pré-filtragem do baixo sinal fornecido pela bobina. Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère. e é de relativa baixa amplitude quando o valor da corrente elétrica é menor do que a dezena de Ampère. A tensão induzida nos terminais da bobina é a imagem da taxa de variação da corrente (como mostra a expressão anterior). transformando-o por um momento em ondas eletromagnéticas em suas bobinas internas. este deve ser tratado eletronicamente e amplificado. dada por Vo(t) = –M. sendo assim utilizado como filtro onde não se deseja os efeitos da corrente alternada.n. Como característica. A Bobina de Rogowski tem a importante propriedade de medir a corrente líquida independentemente da geometria do condutor. Produzem o efeito de reatância em um fluxo elétrico. A indutância mútua é expressa por M = u0. . S a área da seção transversal da bobina. o campo magnético produzido por esta induz na bobina uma diferença de potencial entre seus terminais. ferrite) ou de ar (ausência de material sólido no núcleo). Sua aplicação mais comum é com lâmpadas de flúor tubulares. caso se queira medir o valor da corrente propriamente dita. Bobina de Rogowski A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC) ou pulsos de corrente de alta velocidade. e na Lei da Indução de Faraday-Lenz.

o CI 555 funciona como um disparador. composto de dois temporizadores 555 combinados em um encapsulamento DIP de 14 pinos. interruptores de toque. Ainda hoje a Samsung da Coreia fabrica acima de 1 bilhão de unidades por ano (2003). chaves imunes a ruído. Suas aplicações incluem temporizadores. etc. O CI foi projetado por Hans R. Os usos incluem pisca-pisca de LED. . etc. baixo preço e boa estabilidade.CI 555 217 CI 555 O 555 é um circuito integrado (chip) utilizado em uma variedade de aplicações como temporizador ou multivibrador. O 555 tem três modos de operação: • Modo monoestável: nesta configuração. geradores de tom. relógios. geradores de pulso. que utiliza um número menor de componentes externos e tem menor consumo de energia. graças a sua simplicidade de uso. NE555 fabricado pela Signetics em invólucro DIP O temporizador 555 é um dos mais populares e versáteis circuitos integrados jamais produzidos. Os nomes comerciais eram SE555 (invólucro metálico) e NE555 (invólucro DIP). Este componente continua em pleno uso. alarmes de segurança. se o pino DIS não for conectado e se não for utilizado capacitor. É composto por 23 transistores. • Modo biestável: o CI 555 pode operar como um flip-flop. O CI 558 é um encapsulamento DIP de 16 pinos que combina quatro temporizadores 555. e foi apelidado de "The IC Time Machine"[1] ("A Máquina do Tempo num Chip"). As aplicações incluem interruptores imunes a ruído. Da mesma família de temporizadores temos ainda o CI 556. Também estão disponíveis versões de potência ultra baixa como o CI 7555. detector de pulso. etc. • Modo astável: o CI 555 opera como um oscilador. 2 diodos e 16 resistores num chip de silício em um encapsulamento duplo em linha (DIP) de 8 pinos. Camenzind em 1970 e comercializado em 1971 pela Signetics (mais tarde adquirida pela Philips). Curiosidade: o nome "555" foi adotado em alusão ao fato de que existe uma rede interna (divisor de tensão) de três resistores de 5 quilo ohms que servem de referência de tensão para os comparadores do circuito integrado.

A tensão (voltage) positiva da fonte.A sua função é descarregar o capacitor conectado a este pino. VCC Terra ou massa (ground). Aplicação Gatilho (trigger) . Descarga (discharge) . Tensão de controle (control voltage) . que deve estar entre +5 e +15V. Um intervalo de temporização pode ser interrompido pela aplicação de um pulso de reset. Durante um intervalo de tempo. ou seja.CI 555 218 Uso Diagrama esquemático do temporizador 555 Pino 1 2 3 4 5 6 7 8 Nome GND TRIG OUT RESET CV THRES DISCH V+.Um valor de tensão baixo (< 1/3 Vcc) neste pino activa o biestável interno e a saída.Permite acesso ao divisor interno de tensão (2/3 VCC). Limiar (threshold) . Um exemplo de configuração é mostrado abaixo: . Usando apenas um capacitor e um resistor. o tempo durante o qual a saída permanece em nível baixo. a saída (out) permanece em +VCC.Um valor de tensão alto (> 2/3 Vcc) neste pino desactiva o biestável interno e a saída. pode ser ajustado de acordo com a necessidade de cada aplicação. o intervalo de temporização.

etc). médico. Outros temporizadores 555 podem ter parâmetros diferenciados dependendo do uso a que se destinam (uso militar.5 até 15 V 3 até 6 mA Corrente de alimentação (VCC = +15 V) 10 até 15 mA Corrente de saída (máxima) Dissipação de potência Temperatura de Operação 200 mA 600 mW 0 até 70 °C Variantes Muitas variantes foram desenvolvidas por vários fabricantes. Parâmetro Tensão de alimentação (VCC) Corrente de alimentação (VCC = +5 V) Valor(es) 4. O 555 é também conhecido sob as seguintes siglas: .CI 555 219 Exemplo esquemático CI 555 o intervalo de tempo t é dado por: onde t é o tempo que leva para carregar o capacitor C a 63 % da tensão aplicada Especificações Estas especificações aplicam-se ao NE555.

"555 Timer Tutorial.com/ds/LM/LM555." pág. htm) • Folha de especificações (Data Sheet) da Fairchild (http://www.net/pp/portugues/PP/ne555.pdf) • Simulação em Java (http://www.falstad.globu.html) de um circuito oscilador utilizando 555 .com/circuit/e-555square. 1 Ligações externas • Aquisição de dados analógicos com o temporizador NE555 (http://www.fairchildsemi. Tony.CI 555 220 Fabricantes ECG Philips Exar Fairchild Harris Intersil Lithic Systems Maxim Motorola National ECG955M XR-555 Modelo NE555 / KA555 HA555 SE555 / NE555 LC555 ICM7555 MC1455 / MC1555 LM1455 / LM555 / LM555C / LMC555 NTE955M RM555 / RC555 CA555 / CA555C LC7555 SN52555 / SN72555 NTE Sylvania Raytheon RCA Sanyo Texas Instruments [1] VAN ROON.

uma carga fantasma (dummy antenna) é um dispositivo usado para substituir as antenas. quando a carga fantasma é conectada no lugar da antena durante as transmissões. . e assim os ajustes realizados estarão incorretos. evita-se que o transmissor cause interferência eletromagnética com outros rádios transmissores/receptores. O valor da resistência deverá ser o mesmo da impedância da antena e da linha de transmissão (geralmente. tal como uma antena ou carga fantasma. Carga fantasma Uma carga fantasma é um dispositivo para simular uma carga (elétrica). se um transmissor é ajustado sem nennhuma carga. sem características indutivas ou capacitivas.CMOS 7432 221 CMOS 7432 O circuito lógico CMOS 7432 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas OR de duas entradas cada porta. Também. CMOS 7437 O circuito lógico CMOS 7437 é um dispositivo CMOS que possui quatro portas lógicas NAND de duas entradas cada porta. ou seja. que normalmente possuem valores de 50 Ω (mais utilizado) ou 75 Ω. bem como se evitar danos ao equipamento transmissor Durante testes e ajustes. Se um transmissor é testado sem nenhum tipo de carga conectada. Uma carga fantasma deverá ser uma resistência pura. para evitar emissões indesejáveis de radiação eletromagnética. ele terá um comportamento diferente quando conectado a uma carga. durante testes e ajustes. o transmissor poder ficar danificado. geralmente para fins de testes e/ou medidas. Rádio Nos rádios transmissores (ou somente transmissor). cabo coaxial).

e os elementos elétricos ideais pelos quais eles são representados. • Elementos elétricos não existem fisicamente. componentes existem. eles sempre incluem algum grau de não-linearidade. têm menos do que propriedades ideais. Elementos e componentes Existe uma distinção entre componentes elétricos reais. e normalmente requerem uma combinação de vários elementos elétricos para aproximar as suas funções. Qualquer rede elétrica pode ser modelada decompondo-a em múltiplos. um transmissor e um receptor. Um modelo é o PHCR359 Componente elétrico Os componentes elétricos são uma subdivisão dos componentes eletrônicos. seus valores sempre têm um grau de incerteza. Componentes elétricos. Ver também Componente eletrônico . A análise de circuitos elétricos compostos de elementos é útil para a compreensão prática de muitas redes que usam componentes elétricos. interconectados elementos elétricos. que servem para perceber movimentos.O conceito de elemento elétrico é usado na análise de circuitos elétricos. • Inversamente.Chave optoeletrônica 222 Chave optoeletrônica Chave Optoeletrônica é um componente eletrônico composto por dois diodos.

Os mais conhecidos são os RCA que são geralmente utilizados para fazer a ligação entre aparelhos de TV. desde placas de rede. DVD. teclados. projetores. entre um computador e um periférico). microfones. conectores SVGA (também utilizados para conexão entre placas de vídeo de computadores e monitores. DVD Players. mouses. etc. Também existe Conector P2. existem também vários tipos diferentes de conectores. porém também pode conectar TV. e até mesmo placas de vídeo de computadores. muito utilizado em fones de ouvido e microfones. etc). caixas de som. conectores VGA (mais utilizados para conectar a placa de video de um computador à um monitor).Conector 223 Conector Um conector é um dispositivo que efetua a ligação entre uma porta de saída de um determinado equipamento e a porta de entrada de outro (por exemplo. conectores de cabos de rede de computador. Existem conectores machos (se apresentam pinos) e conectores fêmeas (se apresentarem orifícios onde se encaixam os pinos dos conectores machos). videocassetes. TV. Modelos de conectores • • • • • • • • • BNC DB DIN RCA XLR S/PDIF UHF Conector para redes 8P8C Anexo:Lista de padrões conectores de periféricos . videogames (console). Atualmente os conectores estão começando a serem substituídos graças a tecnologia wireless (interligação sem fio de equipamentos). Hoje podemos encontrar no mercado vários equipamentos com esta tecnologia. DVD.

• P2 macho Estéreo . 4. 2.Dois canais de áudio. Também conhecido como Plug P2.U. Adaptadores • Adaptador P2 macho/RCA fêmea Utilizado para conexões em aparelhos que não possuem o conector P2 fêmea. amplificando o som .Possui três canais e conseqüentemente 3 faixas pretas. Em mono é o positivo. • Adaptador P2 fêmea/RCA macho Utilizado para conexões entre fones de ouvido/caixas de som com conectores p2 macho a equipamentos que tenham saídas de áudio RCA. wikipedia. Referências [1] http:/ / en.Possui um orifício. e possui duas faixas pretas no contato. Nos E. e se caracteriza por uma pequena faixa preta no contato. Exemplo de um conector P2 macho Mono • P2 macho Complexo . Isolante. Canal Direito de áudio.A. Modelos • P2 macho Mono . Sua principal utilização é em fones de ouvido e microfones.Conector P2 224 Conector P2 O conector P2 é utilizado para contatos ou ligações aos circuitos. * P2 fêmea . utiliza-se um cabo RCA macho em ambas as pontas. 3. org/ wiki/ TRS_connector . dois de áudio e um de vídeo. e também em alguns 'headsets' de celular. GND. Configuração do conector P2: 1.Um canal de áudio. é conhecido como TRS Connector[1]. Muito utilizado nos famosos cabos A/V para computadores e câmeras digitais. Para realizar uma conexão. para a introdução dos conectores P2 macho. O adaptador é freqüentemente utilizado para conectar um computador com equipamentos de áudio. Também é utilizado para digitalizar musicas extraidas de LP`s. em Estéreo é o canal esquerdo.

principalmente. Estes eletrodos podem ser constituídos por placas metálicas. os quais fornecem meios de aplicar o campo elétrico externo através do cristal. As aplicações práticas da célula Pockels incluem. Célula Pockels Longitudinal . Esta configuração proporciona uma distribuição uniforme de campo elétrico. os moduladores eletroópticos e sensores eletroópticos.Célula pockels 225 Célula pockels Célula Pockels Uma célula Pockels é composta basicamente por um cristal eletroóptico e dois eletrodos. Quando usadas como sensor. por tintas metálicas. conforme a direção do campo elétrico esteja perpendicular ou paralela à direção de propagação do feixe óptico. A maneira com que são dispostos esses eletrodos em uma célula Pockels pode ocorrer segundo duas configurações: transversal ou longitudinal. mas ocorrem perdas ópticas severas. que algumas vezes não podem ser toleradas. Ambas as estruturas requerem a incorporação de um sistema óptico adicional e são projetadas para introduzir uma dada informação no feixe óptico que se propaga através da célula. respectivamente. Quando usada como modulador. A luz então é transmitida a um receptor para que a informação seja decodificada. no interior das quais se insere o cristal. No caso da célula Pockels longitudinal. por filmes metálicos depositados pela técnica de evaporação. ou mesmo. as características de fase da luz transmitida são medidas para determinar o campo elétrico desconhecido aplicado à célula Pockels. a informação é disponível na forma de um campo elétrico modulador e inserida na fase da luz que passa através da célula. utiliza-se um eletrodo condutor semitransparente para revestir as extremidades do cristal.

. o tiristor continua ligado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado.Célula pockels 226 Célula Pockels Transvesal DB-GTO Os tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz. Uma vez ligado.

ou DIode for Alternating Current. Este comportamento é de certa forma similar. ao comportamento de uma lâmpada de neon. O DIAC é normalmente usado para disparar TRIACs e SCRs. Como um DIAC é um gatilho bidirecional. A tensão de disparo é por volta dos 30 volts para a maioria destes dispositivos. é um gatilho bidirecional. porém mais precisamente controlado e ocorrendo em menor valor. Este comportamento é o mesmo nas duas direcções de condução de corrente. seus terminais não são marcados como anodo ou catodo mas a maioria é marcada como A1 ou MT1 e A2 ou MT2.DIAC 227 DIAC O DIAC. ou diodo que conduz corrente apenas após a tensão de disparo ser atingida. DIAC Ver também • • • • • TRIAC FET LED SCR Transistor . e pára de conduzir quando a corrente eléctrica cai abaixo de um valor característico. chamada de corrente de corte.

Tipos de divaldos. no entanto. O terminal mais próximo da barra fina é o catodo. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na figura abaixo. usado como retificador de corrente elétrica. no mesmo alinhamento que o seu símbolo. Escala em centímetros Comportamento em circuitos O diodo é um componente eléctrico que permite que a corrente atravesse-o num sentido com muito mais facilidade do que no outro. . existem outras tecnologias de diodo. É o tipo mais simples de componente eletrônico semicondutor. com correntes iguais ou menores a 1 A.Diodo semicondutor 228 Diodo semicondutor Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação.7 V(silício). O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor. Aparência real do diodo. Possui uma queda de tensão de 0.3 V(germânio) e 0.

no caso do diodo de silício.Diodo semicondutor 229 Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada. obter-se-á átomos neutralizados(com oito elétrons na camada de valência) e um elétron excedente (cristal N). dependendo da polaridade da tensão aplicada. Dopando os cristais tetravalentes com elementos pentavalentes. ou seja. Na polarização inversa acontece o seguinte. e aberta quando o diodo está inversamente polarizado). nos terminais do diodo haverá uma tensão de 10 V. Quanto maior a intensidade da dopagem.7 V. a diferença mais substancial é que quando diretamente polarizado há uma queda de tensão no diodo muito maior do que a que geralmente há em chaves mecânicas. logo a lâmpada fica apagada. A dopagem do diodo semicondutor e os cristais P e N A dopagem no diodo é feita pela introdução de elementos dentro de cristais tetravalentes. assim. Na imagem da esquerda o diodo está diretamente polarizado. utiliza-se principalmente o elemento Fósforo. não há corrente. pois suas estruturas apresentarão um número maior de portadores livres (lacunas e elétrons livres) e poucas impurezas que impedem a condução da corrente elétrica. obterá átomos com sete elétrons na camada de valência. Outro fator que influencia na condução desses materiais é a temperatura. fará com que haja uma queda de tensão de 9. E num circuito de corrente contínua é somente de abaixador de tensão. como nas duas figuras abaixo. não haverá tensão no resitor.7 V ficam no diodo. a tensão ficará toda retida no diodo. o diodo fará papel de uma chave aberta. pois 0. já que não circula corrente. 0. Quanto maior for sua temperatura.3 V na resistencia. utiliza-se principalmente o elemento Indio. maior será a condutibilidade dos cristais. Na imagem da direita o diodo está inversamente polarizado. Dopando esses cristais com elementos trivalentes. não circulará corrente eléctrica no circuito. o diodo vai permitir ou impedir corrente através da lâmpada. há corrente e a lâmpada fica acesa. já que no semiciclo negativo de uma corrente alternada o diodo fará a função de uma chave aberta. que necessitam de mais um elétron para a neutralização (cristal P). uma fonte de tensão de 10 V polarizando diretamente um diodo em série com uma resistencia. A principal função de um diodo semicondutor é transformar corrente alternada em corrente contínua pulsante. Para a formação do cristal P. Para a formação do cristal N. maior será a condutibilidade pelo fato de que a energia térmica ter a capacidade de quebrar algumas ligações covalentes da . O diodo funciona como uma chave de acionamento automático (fechada quando o diodo está directamente polarizado. normalmente feitos de silício e germânio.

além de indicar isolação quando ocorre o inverso. porém se os aparelhos de medição indicarem condução dos dois caminhos do díodo.Além da corrente. Testes com o diodo Os díodos. A polarização é direta quando o pólo positivo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal P(chamado de anodo) e o pólo negativo da fonte geradora entra em contato com o lado do cristal N(chamado de catodo). chamada de região de depleção (à qual possui uma barreira de potencial). ocasionando no bloqueio da corrente elétrica. ocorrerá uma atração das lacunas do anodo(cristal P) pela polarização negativa da fonte geradora Gráfico mostra a curva característica do comportamento do diodo em sua e uma atração dos elétrons livres do polarização direta e inversa catodo(cristal N) pela polarização positiva da fonte geradora. a voltagem inversa(quando o díodo está polarizado inversamente) também é um fator que deve ser analisado para a montagem de um circuito e que tem suas especificidades fornecidas pelo fabricante. o diodo pode danificar. operam em determinadas correntes elétricas que são especificadas em seu invólucro ou são dadas pelo fabricante em folhetos técnicos. se a tensão da fonte geradora for maior que a tensão interna do diodo. que é quase desprezível. Após dopadas. outra com falta destes (lacunas). assim como qualquer componente eletrônico. ele também está defeituoso e em aberto. pode-se verificar se ele está com defeito. . haverá uma região de equilíbrio por recombinação de cargas positivas e negativas. A polarização é indireta quando o inverso ocorre. movimentando-os e permitindo a passagem de corrente elétrica. ele está defeituoso e em curto. verifica-se que existe condução quando se coloca a ponteira positiva no ânodo e a negativa no catodo. cada face dos dois tipos de cristais (P e N)terá uma determinada característica diferente da oposta. gerando regiões de condução do cristal. que também é quase desprezível. uma com excesso de elétrons. Assim o díodo está em perfeitas condições de operação e com isso é possível a localização do catodo e do ânodo. Utilizando de um ohmimetro ou um multímetro com teste de díodo. os portadores livres se repelirão por causa da polaridade da fonte geradora e conseguirão ultrapassar a junção P-N. Pelo fato de que os diodos fabricados não são ideais(contém impurezas). Colocando-se as ponteiras de prova desses aparelhos nas extremidades do diodo(catodo e ânodo). O bloqueio de corrente elétrica no diodo (polarização inversa) não é total devido novamente pela presença de impurezas. 230 Polarização do diodo A polarização do diodo é dependente da polarização da fonte geradora. Se os aparelhos de medição indicarem isolação nos dois caminhos. Assim. tendo uma pequena corrente que é conduzida na ordem de microampéres. sem existir um fluxo de portadores livres na junção P-N. e entre ambas. chamada de corrente de fuga. Se ele for alimentado com uma corrente ou tensão inversa superior a que ele suporta. ficando em curto ou em aberto. Assim.Diodo semicondutor estrutura. a condução de corrente elétrica no diodo (polarização direta) sofre uma resistência menor que 1 ohm. acarretando no aparecimento de mais portadores livres para a condução de corrente elétrica.

CC (DC). portanto. diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência. diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. Corrente contínua. isto é circula num só sentido. Os retificadores são circuitos elétricos que convertem a tensão CA (AC) em tensão CC (DC). este é o efeito diodo semicondutor tão usado na eletrônica. Esta propriedade é utilizada em grande número de circuitos eletrônicos e nos retificadores. Tipos de diodos semicondutores Os diodos são projetados para assumir diferentes características: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência. formado a partir da junção n e p não deixa os eletrons e lacunas movimentarem-se. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo: Diodo Diodo zener Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap SCR Ver também • • • • • • • • • DIAC FET LED OLED SCR Transistor TRIAC Diodo zener Junção PN . CA vem de Corrente alternada. significa que os elétrons circulam em dois sentidos. este processo dá-se devida assimetria de cargas existente.Diodo semicondutor 231 Usos O fenômeno da condutividade em um só sentido é aproveitado como um chaveamento da corrente elétrica para a retificação de sinais senoidais. A certa altura o potencial U . pois permite que a corrente flua entre seus terminais apenas numa direção.

já que há dois fenômenos envolvidos o efeito Zener e o efeito avalanche. causando o efeito Joule. chamada de corrente de saturação. corrente elétrica enquanto a tensão aplicada aos seus terminais for inferior a aproximadamente 0.6 a 0. conforme a curva não linear de corrente versus tensão. A partir desta tensão mínima começa a condução elétrica. à temperatura ambiente.5 Volts). Tensão Zener É a tensão mínima a ser aplicada no diodo Zener. o nome mais preciso seria diodo de condução reversa. sendo considerada dentro da faixa de 0. que ocorre devido unicamente à geração de pares de elétron-lacuna na região de carga espacial. A diferença é que. Característica corrente-tensão de um diodo zener com a tensão funciona como outro diodo qualquer. Embora o nome diodo Zener tenha se popularizado comercialmente. existe uma pequena corrente inversa. Isto reduz consideravelmente a tensão de ruptura e evidencia o efeito Zener que é mais notável à tensões relativamente baixas (em torno de 5. não conduz reversa de 17 volts. a corrente inversa aumenta bruscamente (efeito de avalanche). Por esse fato. para que a corrente elétrica comece a ser conduzida. Quando está polarizado diretamente. o que provoca a aproximação da curva na região de avalanche ao eixo vertical.3 Volts no diodo de germânio.7 Volts para o diodo de silício. a sua tensão de condução não é única. Na realidade. Note a mudança de escala na tensão direta e reversa. ao atingir uma determinada tensão inversa. Fabricação O diodo Zener difere do diodo convencional pelo fato de receber uma dopagem (tipo N ou P) maior. No diodo Zener acontece a mesma coisa. e consequentemente . Funcionamento O diodo Zener pode funcionar polarizado diretamente ou inversamente. no diodo convencional. Diodo Qualquer diodo inversamente polarizado praticamente não conduz corrente desde que não ultrapasse a tensão de ruptura. que inicialmente é pequena mas que aumenta rapidamente.Diodo Zener 232 Diodo Zener Diodo Zener O diodo Zener é um tipo de diodo especialmente projetado para trabalhar sob o regime de condução reversa. acima da tensão de ruptura da junção PN. em polarização reversa.6 Volts no diodo de silício ou 0. ou seja. Símbolo do Diodo zener.

por exemplo. vem do fabricante) PZ : potência do Zener (parâmetro do diodo. 9. 12 Volts e 24 Volts. Cada diodo Zener possui uma tensão de Zener específica como. 0. O valor da corrente máxima admissível depende dessa potência e da tensão de Zener. .VZ) / IZmáx RZmáx = (VCC . Quanto ao valor da corrente máxima admissível. mantendo constante a tensão entre os seus terminais. 5. existem diodos Zener de 400 mili Watts e 1 Watt.VZ) / (IZmín + IRML) RZ (adotado) = (RZmín + RZmáx) / 2 RZmín <RZ (adotado) <RZmáx Gerador de ruído branco O diodo zener pode ser utilizado com fonte de ruído branco quando operando na sua região de ruptura. Definições • • • • • • • • • • VCC : tensão média na carga (valor da fonte de tensão) VZ : tensão no Zener (parâmetro do diodo. não sendo possível reverter o processo. por outro lado. Um dado importante na especificação do componente a ser utilizado é a potência do dispositivo.1 Volts. vem do fabricante) IZ : corrente do Zener RS : resistor limitador de corrente RL : carga RZ : resistência do Zener IMRL: corrente média na carga IZmín : corrente Mínima de Zener IZmáx : corrente Máxima de Zener Esse metódo foi utilizado considerando uma tensão constante de entrada.1 Volts. Por exemplo. 233 Aplicações do Zener Regulador de Tensão Com Zener Corrente Máxima no Zener Para que não danifique o componente PZ = VZ * IZmáx IZmáx = PZ / VZ Corrente Mínima IZmín = IZmáx . ao atingir uma tensão chamada de Zener (geralmente bem menor que a tensão de ruptura de um diodo comum[carece de fontes?]). destinada precisamente a limitar a corrente a um valor admissível. 6.3 Volts. existem vários tipos de diodos.Diodo Zener a dissipação da energia térmica acaba por destruir o dispositivo. No diodo Zener. É por isso que o diodo Zener se encontra normalmente associado com uma resistência ligada em série.15 Cálculo do Resistor limitador RZ Adiciona-se RZ para limitar a corrente no zener RZmín = (VCC . o dispositivo passa a permitir a passagem de correntes bem maiores que a de saturação inversa.

quando juntou uma placa metálica em uma de suas lâmpadas de vácuo e colocou um terminal no exterior. Diôdo vem de DI. conforme descrito pelo efeito descoberto pelo inventor. que são ligados a dois terminais na base da válvula. Os eletrodos do díodo são a placa. Quando o potencial da placa é positivo em relação ao cátodo. e o cátodo. isto é. A placa do diôdo capta os elétrons que vêm acelerados do cátodo (Efeito Édison). composto pelo cátodo quente e pela placa fria.Diodo Zener 234 Ver também • • • • • • • Diodo Diodo Schottky Diodo túnel Diodo emissor de luz Fotodiodo Varicap Transistor Díodo termiônico O Diôdo termiônico é uma válvula eletrônica formada de uma ampola de alto vácuo com dois eletrodos e quatro terminais em sua base. isto é negativo. deixar o cátodo positivo e a placa negativa. ou ânodo. Este efeito foi mais tarde utilizado para os rádio receptores e outros equipamentos eletrônicos que utilizavam diôdos em sua construção. os elétrons não saltavam. não existe corrente de elétrons entre um e outro eletrodo. os outros dois estando ligados ao filamento. quando inverso. O primeiro diôdo foi construído por Thomas Alva Díodo termiônico Edison. O diôdo termiônico é a válvula eletrônica mais simples existente. . Ao inverter a polaridade. mesmo aquecido. e ODO sufixo que significa eletrodo. os elétrons fluíam para o ânodo saltando através do espaço livre. Uma vez aquecido o cátodo. existe corrente eletrônica. prefixo que significa o algarismo dois.

fazendo então oito gravações com um só prévio apagamento. porque cada célula geralmente necessita de um transistor de leitura e outro de escrita.EEPROM 235 EEPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. eletricamente. Ao contrário de uma EPROM. As EEPROM necessitam de maior área que as memórias flash. mas só pode ser apagada e programada um número limitado de vezes. Entretando a maioria das memórias EEPROM faz o apagamento do conteúdo do endereço automaticamente antes da gravação. A memória flash é uma variação moderna da EEPROM. porém seria possível gravar o mesmo endereço de memória um bit de cada vez.000 e 1 milhão. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Uma EEPROM (de Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory) é um chip de armazenamento não-volátil usado em computadores e outros aparelhos. Esse limite é causado pela contínua deterioração interna do chip durante o processo de apagamento que requer uma tensão elétrica mais elevada. como as memórias flash. não incluindo as memórias de escrita bloco a bloco. que variam entre as 100. mas existe na indústria uma convenção para reservar o termo EEPROM para as memórias de escrita bit a bit. considera-se apagamento e gravação como uma só operação. Pode ser lida um número ilimitado de vezes. Como cada novo dado gravado no chip requer o apagamento do anterior. uma EEPROM pode ser programada e apagada várias vezes. ao passo que as células da memória flash só .

236 EPROM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • .EEPROM necessitam de um. Tecnologias mais novas como FRAM e MRAM estão aos poucos substituindo as EEPROMs em algumas aplicações.

o BeeProg da Macsym [1] ou o Epromer da USTR são exemplos desse tipo de equipamento. Isto é útil para desenvolvimentos. 27C128 27256. e a janela de apagamento era frequentemente coberta com um adesivo contendo o nome do produtor da BIOS. A pequena janela admite luz chip de silício pode ser visto. Tais microcontroladores possuem corpo em cerâmica e janela de cristal para apagamento. é necessário utilizar um equipamento conhecido como Programador. Existem EPROMs em vários tamanhos ambos físicos e de capacidade de armazenamento: Tipo de EPROM 2716. Alguns microcontroladores. é não-volátil. 27C512 27C010. significando "memória programável apagável somente de leitura") é um tipo de chip de memória de computador que mantém seus dados quando a energia é desligada. O processo de apagamento dura de 10 a 30 minutos. apagamento. 27C16 2732. A janela de apagamento tem que ser mantida coberta para evitar apagamento acidental pela luz do Sol.EPROM 237 Uma EPROM (sigla do inglês "erasable programmable read-only memory". Uma EPROM é programada por um dispositivo eletrônico que dá voltagens maiores do que os usados normalmente em circuitos elétricos. 27C32 2764. Uma EPROM programada mantém seus dados por aproximadamente dez a vinte anos e pode ser lida ilimitadas vezes. como o exemplo ao lado. usam EPROM interna para armazenar seus programas. 27C100 27C020 27C040 Tamanho bits 16 kbit 32 kbit 64 kbit 128 kbit 256 kbit 512 kbit 1Mbit 2 Mbit 4 Mbit Tamanho . A EPROM foi inventada pelo engenheiro Dov Frohman. pois o vidro comum bloqueia grande parte do UV. Antigos chips de BIOS de PC eram freqüentemente EPROMs. pois usar dispositivos programáveis apenas uma vez seria terrivelmente difícil para depurar. pois o Epoxy comumente usado em outros chips não seria apropriado para garantir a fixação da janela de cristal. O Gravador tipo Willem. Para se programar uma EPROM. O corpo de uma EPROM é feito em Cerâmica. a revisão da BIOS. Em outras palavras. 27C64 27128. Uma vez programado. Esta janela transparente é feita de cristal para permitir a passagem da luz ultravioleta. EPROMs são facilmente reconhecíveis pela janela transparente no topo do pacote. frequentemente aqueles de antes da era da memória flash.bytes Tamanho (hex) 800 1000 2000 4000 8000 10000 20000 40000 80000 Último endereço (hex) Este microcontrolador 8749 armazena seu programa em uma EPROM. uma EPROM pode ser apagada apenas por exposição a uma forte luz ultravioleta. 2KBytes 4KBytes 8KBytes 16KBytes 32KBytes 64KBytes 128KBytes 256 kbytes 512 kbyte 007FF 00FFF 01FFF 03FFF 07FFF 0FFFF 1FFFF 3FFFF 7FFFF . pela qual o Algumas EPROMS. e que admite luz ultravioleta durante o ultra-violeta durante o apagamento. e um aviso de copyright. 27C256 27512. Também é possível se recorrer a empresas epecializadas.

blocos lógicos configuráveis (CLB) e chaves de interconexão (Switch Matrix). e teve o seu lançamento no ano de 1985 como um dispositivo que poderia ser programado de acordo com as aplicações do usuário (programador). • Switch Matrix (chaves de interconexões): Trilhas utilizadas para conectar os CLBS e IOBS. uma forma de encapsulamento de circuitos integrados. com as suas funcionalidades todas definidas no ato de fabricação. O FPGA é composto basicamente por três tipos de componentes: blocos de entrada e saída (IOB). Os recursos de interconexões possuem trilhas para conectar as entradas e saídas . • CLB (Configuration Logical Blocks): Circuitos idênticos. macsymtec.. as chaves de interconexão são dispostas em formas de trilhas verticais e horizontais entre as linhas e as colunas dos blocos lógicos. Utilizando os CLBs. São basicamente buffers. br/ eletronica FPGA FPGAs não devem ser confundidos com o flip-chip pin grid array. Arquitetura Um FPGA é um dispositivo semicondutor que é largamente utilizado para o processamento de informações digitais. os quais têm as suas funcionalidades definidas exclusivamente pelos usuários e não pelos fabricantes. com. Os blocos lógicos são dispostos de forma bidimensional.EPROM NOTA: As séries de EPROMs 27x contendo um C no nome são baseados em CMOS.. que funcionarão como um pino bidirecional entrada e saída do FPGA. • IOB (Input/Output Block): São circuitos responsáveis pelo interfaceamento das saídas provenientes das saídas das combinações de CLBs. circuitos que acompanham as televisões. já vêm todos pré-programados. isto é. etc. Um FPGA da Altera com 20. Surgiu então uma categoria nova de hardwares reconfiguráveis. construído pela reunião de flip-flops (entre 2 e 4) e a utilização de lógica combinacional. O terceiro grupo é composto pelas interconexões.000 células. um usuário pode construir elementos funcionais lógicos. sem o C são NMOS 238 Veja Também • PROM • EEPROM. A grande maioria dos chips que encontramos em nosso dia-a-dia. Dentre uma grande gama de hardwares reconfiguráveis podemos destacar o Arranjo de Portas Programável em Campo FPGA (Field Programmable Gate Array). Foi criado pela Xilinx Inc. celulares. como EPROM mas eletricamente apagável • Memória flash Referências [1] http:/ / www.

O mais utilizado pelos fabricantes de FPGA como. por exemplo. a empresa Altera Corp. Os blocos lógicos formam uma matriz bidimensional. O primeiro FPGA disponível comercialmente foi desenvolvido pela empresa Xilinx Inc. Um FPGA basicamente é constituído por blocos lógicos. que determinam funções lógicas e conexões internas implementadas no FPGA entre os CLBs e os IOBs. foram criadas algumas categorias: a) Grão grande: os FPGAs dessa categoria podem possuir como grão unidades lógicas e aritméticas. por exemplo. Os canais de roteamento possuem chaves de interligação programáveis que permitem conectar os blocos lógicos de maneira conveniente. Os blocos lógicos normalmente contêm uma função lógica de duas entradas ou um multiplexador 4x1 e um flip-flop. e os canais de roteamento são estruturados de forma a realizar a interconexão necessária entre os blocos lógicos. uma alta densidade de portas lógicas. em 1983. c) Grão pequeno: os FPGAs de grão pequeno contêm um grande número de blocos lógicos simples. As células de armazenamento dos LUTs de um FPGA são voláteis. A fim de classificar os FPGAs quanto ao bloco lógico. o que permite endereçar 16 ou 32 células de armazenamento. Cada célula é capaz de armazenar um único valor lógico: zero ou um. Quando um circuito lógico é implementado em um FPGA. os blocos lógicos são programados para realizar as funções necessárias. Pinos: entradas e saídas dos blocos lógicos. da empresa Altera Corp. Consiste de um grande arranjo de células lógicas ou blocos lógicos configuráveis contidos em um único circuito integrado. Nos FPGAs disponíveis comercialmente como. Os FPGAs não possuem planos OR ou AND. Esse tipo de bloco lógico contém células de armazenamento que são utilizadas para implementar pequenas funções lógicas.. blocos de entrada e saída. pequenos microprocessadores e memórias. o que implica perda do conteúdo armazenado. No interior de cada bloco lógico do FPGA existem vários modos possíveis para implementação de funções lógicas. Conexão: ligação elétrica de um par de pinos. Segmento de trilha: segmento não interrompido por chaves programáveis. e as chaves de interconexão são organizadas como canais de roteamento horizontal e vertical entre as linhas e colunas dos blocos lógicos. O processo de escolha das interconexões é chamado de roteamento. 239 Tecnologia do FPGA O FPGA é um chip que suporta a implementação de circuitos lógicos relativamente grandes. ao mesmo tempo. Geralmente. b) Grão médio: os FPGAs de grão médio freqüentemente contêm duas ou mais LUTs e dois ou mais flip-flops. Essa arquitetura deve permitir que se obtenha um roteamento completo e. é o bloco de memória LUT (Look-Up Table). A arquitetura de roteamento de um FPGA é a forma pela qual os seus barramentos e as chaves de comutação são posicionados para permitir a interconexão entre as células lógicas. Geralmente utiliza-se uma pequena memória FLASH EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read Only Memory) cuja função é carregar automaticamente as células de armazenamento. Rede: um conjunto de pinos que estão conectados. Cada célula contém capacidade computacional para implementar funções lógicas e realizar roteamento para comunicação entre elas. 4. no caso de falta de suprimento de energia elétrica. a configuração é estabelecida por programação interna das células de memória estática.FPGA dos CLBs e IOBs para as redes apropriadas. o FPGA deve ser programado toda vez que for energizado. em função das necessidades de cada projeto. os blocos lógicos LUTs possuem geralmente quatro ou cinco entradas. toda vez que o FPGA for energizado. consistem de um grande arranjo de células configuráveis que podem ser utilizadas para a implementação de funções lógicas. 2. A maioria das arquiteturas de FPGAs implementam a lógica em LUTs de quatro entradas. Para uma melhor compreensão dessa arquitetura é necessária a definição de alguns conceitos básicos como: 1. Dessa forma. . e chaves de interconexão. Granularidade é uma característica dos FPGAs relacionada com o grão. 3.

a chave de roteamento ou comutador é um transistor de passagem ou um multiplexador controlado por uma memória estática de acesso aleatório SRAM. capacitância e tecnologia de fabricação. b) Antifuse: essa tecnologia baseia-se num dispositivo de dois terminais. 7. Bloco de conexão: permite a conectividade das entradas e saídas de um bloco lógico com os segmentos de trilhas nos canais. tais como. resistência. que no estado não programado apresenta uma alta impedância (circuito aberto). Os três tipos são: • RAM Estática: FPGA na qual suas conexões entre as portas são feitas entre blocos lógicos por meio de portas de transmissão ou multiplexadores controladas por células SRAM.FPGA 5. Tem como vantagem a possibilidade de ser rapidamente configurada. • EPROM/EEPROM: Baseada na tecnologia de criação de memórias EPROM/EEPROM. especialmente construído com dois gates flutuantes semelhantes aos usados nas memórias EPROM (Erasable Programmable Read Only Memory) e EEPROM (Electrical EPROM). A maior vantagem dessa tecnologia é a sua capacidade de programação e a retenção dos dados. . Devido à volatilidade dessas memórias. característica denominada ISP (In System Programmability). • Transistores de Passagem: Essa é uma opção mais barata que a opção de RAM estática. tamanho.Na escolha de um dispositivo reconfigurável. entre 11 e 20 Vdc. porém exige hardware externo auxiliar que deve ser montado junto com os blocos lógicos. Basicamente existem três tipos de tecnologia de programação das chaves de roteamento: a) SRAM (Static Random Access Memory): nessa tecnologia. Aplicando-se uma tensão. onde cada um terá melhor desempenho dependendo da aplicação para a qual o mesmo será utilizado. que afetam principalmente a velocidade e o tempo de propagação dos sinais. o dispositivo forma um caminho de baixa impedância entre seus terminais. os dados podem ser programados com o circuito integrado instalado na placa. e definem características como volatilidade e capacidade de reprogramação. Bloco de Comutação: utilizado para conectar dois segmentos de trilha. Além disso. Canal de roteamento: grupo de duas ou mais trilhas paralelas. entretanto é rapidamente reprogramável. 6. da mesma forma que uma memória EEPROM. Essa tecnologia ocupa muito espaço no circuito integrado. As chaves programáveis de roteamento apresentam algumas propriedades. composta por uma grande concentração de transistores que são configurados em modo de corte ou modo de condução. 240 Tipos Atualmente no mercado podemos encontrar três tipos de FPGA’s. por exemplo. os FPGAs que se utilizam dessa tecnologia precisam de uma memória externa tipo FLASH EEPROM. c) Gate flutuante: a tecnologia Gate flutuante baseia-se em transistores MOS (Metal Oxide Semiconductor). Sua principal vantagem é permitir a reprogramação sem que se precise armazenar a configuração externa. esses fatores devem ser avaliados.

• CPLDs têm um tempo de resposta melhor. muitas vezes.000. por ser composto de alguns poucos grande blocos lógicos.Novatec Editora. • FPGAs. • Edward David Moreno.Grupo de Arquiteturas Dedicadas .LCR/ICMC/USP [11] FPGA Reliability Studies. tipicamente.Laboratório de Arquiteturas Dedicadas . CPLDs são compostos por um pequeno número (algumas centenas) de grande blocos lógicos. ISBN 85-7522-088-8. Referências • César da Costa.000). são baseados em RAM..Grupo de Engenharia da Computação . Projetando Controladores Digitais com FPGA [1]. Isto significa que eles precisam ser reconfigurados (ou reprogramados) após cada corte de energia (existem FPGAs com programação persistente baseados em Flash ou EEPROM). são produzidos pelas mesmas empresas. Cesar Giacomini Penteado. • FPGAs têm recursos de roteamento especiais para implementar de maneira eficiente funções aritméticas e RAM. existem muitas diferenças entre estas tecnologias: • FPGAs contém muitos pequenos blocos lógicos com flip-flops (até da ordem de 1. CPLDs não têm. Webcast. notícia [6] MEANDER FPGA Design Framework from the Democritus University of Thrace (Greece) [7] Pesquisas em FPGA da Universidade de British Columbia [8] Pesquisas em FPGA da Universidade de Toronto [9] Pesquisas em FPGA da Northeastern University [10] Pesquisas em FPGA da Universidade de Sao Paulo . IP. • FPGAs podem ser usados em projetos grandes e complexos. Asynchronous-SOPC research. Porém. Alexandre César Rodrigues. Universidade de Navarre [3] Reconfigurable Network Group da Universidade de Washington [4] Circuits and Systems Group. enquanto CPLDs estão restritos a projetos bem menores. Em contrapartida esta característica lhe dá menos flexibilidade. Novatec Editora. CPLDs são. Eles já estão ativos ao serem ligados (desde que tenham sido programados pelo menos uma vez. ISBN 85-7522-079-9 Pesquisas em FPGA • • • • • • • • • • • • • • • Navarre AsyncArt. tipicamente. Microcontroladores e FPGAs Aplicações em Automação [2].FPGA 241 FPGAs x CPLDs Ambos são dispositivos lógico programáveis e ambos.Uma lista de univesidades e grupos de pesquisas no desenvolvimento de FPGA.). The Virginia Tech Configurable Computing Laboratory [14] Computer System Design Lab da Universidade de Kansas [15] GRECO . Forum.Centro de Engenharia Elétrica e Informática . Brigham Young University [12] FPGA Research Groups [13] .UFCG [17] .. Imperial College London [5] Central de FPGA: Vendedor. baseados em EEPROM.Centro de Informática da UFPE [16] LAD .

ac. Actel QuickLogic [20] Atmel Achronix Semiconductor [21] MathStar. br [18] http:/ / www. cin. ku. picomponentes. edu [15] http:/ / wiki. html [9] http:/ / www. htm http:/ / www. com/ [21] http:/ / www. mathstar. eecg. com [7] http:/ / proteas. html [10] http:/ / www. arl.FPGA 242 Fabricantes e especialistas em FPGA • • • • • • • • • Xilinx. ccm. htm http:/ / cas. com. html [8] http:/ / www. latticesemi. br/ ~lcr/ [12] http:/ / reliability. ic. Inc. ufpe. com. [22] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. edu/ groups/ rcl/ index. dsc. html [11] http:/ / www. edu [16] http:/ / www. PI Componentes era o principal distribuidor da Altera no Brasil. Lattice Semiconductor é o terceiro fabricante a lançar FPGAs 90 nm [19]. es/ home. emlabs. br [19] http:/ / www. br/ ~greco/ home. edu. Maior fabricante de FPGA. lad. br/ livros/ controladoresdigitais/ http:/ / www. ee. ee. ece. br/ livros/ microfpga/ http:/ / www. ufcg. com/ . com/ products/ fpga/ index. ittc. byu. Altera. gr/ index. Segundo maior fabricante de FPGA. toronto. ece. ece. com/ [22] http:/ / www. novatec. novatec. fpgaCentral. edu/ arl/ projects/ fpx/ reconfig. na2. edu/ EECG/ RESEARCH/ FPGA. neu. edu/ [13] http:/ / www. vt. ca/ ~stevew/ projects. cfm [20] http:/ / www. e lider do mercado. PI Componentes[18]. uk http:/ / www. ee. usp. com. ubc. info/ taxonomy/ term/ 36 [14] http:/ / www. icmc. achronix. quicklogic. wustl. duth. php [17] http:/ / www.

Já em lâmpadas fluorescentes. perpendicular à secção do cátodo. porém. se for um tríodo. se deve à sua proximidade ao cátodo. o filamento serve para aquecer e agitar as moléculas do gás inserido em seu interior proporcionando uma ionização e posterior emissão de luz visível através de sua ampola. a função do filamento. permitindo assim a amplificação de um sinal eletrônico. Grade de controle A grade de controle é uma parte de uma válvula eletrônica que fica entre o cátodo e o ânodo. Sua construção é de forma elíptica. pode bloquear totalmente a passagem de corrente para a placa. cuja finalidade é fazer aumentar ou diminuir o fluxo eletrônico de acordo com sua polarização. No caso de lâmpadas incandescentes. conforme sua polarização e proximidade ao cátodo.Filamento 243 Filamento A função do filamento em válvulas termoiônicas é o aquecimento do cátodo para a agitação e consequente aceleração dos elétrons em direção ao seu ânodo. . entre os eletrodos existe uma grade de controle. podendo levar o dispositivo ao corte. O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. ao centro. e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica através dela. como o próprio nome já diz. à saturação ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. A função principal da grade de controle é aumentar ou diminuir a passagem do fluxo eletrônico entre o cátodo e a placa da válvula. é emitir luz visível por consequência do calor gerado pela passagem de intensidade de corrente elétrica.

a resistência no LDR aumenta.LDR 244 LDR LDR (do inglês Light Dependent Resistor ou em português Resistor Dependente de Luz) é um tipo de resistor cuja resistência varia conforme a intensidade de radiação eletromagnética do espectro visível que incide sobre ele. Ver também • LED • Resistor . LDR. LDRs menores estão também disponíveis no mercado. aproximadamente 100 ohms. O LDR é muito frequentemente utilizado nas chamadas fotocélulas que controlam o acendimento de poste de iluminação e luzes em residências. Um multímetro pode ser usado para encontrar a resistência na escuridão ou na presença de luz intensa. Um LDR é um transdutor de entrada (sensor) que converte a (luz) em valores de resistência. como com qualquer outro componente. O NORP12 possui um diâmetro de aproximadamente 13mm. • Luz muito brilhante : resistência mínima. e quando a luz é baixa. existem tipos onde o diâmetro é de aproximadamente 5mm. o modelo NORP12 tem se tornado muito comum. geralmente acima de 1M ohms. Também é utilizado em sensores foto-elétricos assim como foto-diodos. Apenas deve-se ficar atento com aquecimento excessivo. Sua resistência diminui quando a luz é muito alta. Por muitos anos o LDR mais comum foi o ORP12. Um LDR é sensível das faixas: Infravermelho(IR). É feito de sulfeto de cádmio (CdS) ou seleneto de cádmio (CdSe). Estes são os resultados típicos para um LDR padrão: • Escuridão : resistência máxima. nenhuma precaução especial é requerida ao fazê-lo. mas nos últimos anos. Luz visível e Ultravioleta (UV) Um LDR pode ser soldado de maneira simples.

o material dopante contém átomos com um elétron a mais do que o semicondutor puro em sua faixa de valência. deixando "lacunas" (ou buracos). Em qualquer junção P-N polarizada diretamente. que até então era livre. também pode ser encontrado em tamanho maior. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. a chamada barreira de potencial. Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. Na outra área do semicondutor. também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). A Mobilidade dos Portadores é a facilidade com que cargas n e p (elétrons e buracos) atravessam a estrutura cristalina do material sem colidir com a vibração da estrutura. na redução da Mobilidade dos Portadores. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz . menor será a perda de energia. seja liberada. O material dopante de uma área do semicondutor contém átomos com um elétron a menos na banda de valência em relação ao material semicondutor. o semicondutor torna-se do tipo P. Neste caso. e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável. o número de fotões de luz emitido é suficiente para constituir fontes de luz bastante eficientes. portanto mais baixa será a resistividade. No silício e no germânio. possuem ambos os dopantes (P e N). se existem mais dopantes que levariam ao P do que do tipo N. Por exemplo. os íons desse material dopante (íons "aceitadores") removem elétrons de valência do semicondutor. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons. dentro da estrutura. Portanto. como o arsenieto de gálio (GaAs) ou o fosfeto de gálio (GaP). Os semicondutores também podem ser do tipo compensados. portanto. sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material). Quanto maior a mobilidade dos portadores. o dopante em maior concentração determinará a que tipo pertence o semicondutor. Na região de contato das áreas. mas consiste de uma banda espectral LEDs coloridos comuns relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. elétrons e lacunas se recombinam. A luz não é monocromática (como em um laser). próximo à junção. Já em outros materiais. Isso implicará. contudo. criando uma fina camada praticamente isenta de portadores de carga. A forma simplificada de uma junção P-N de um led demonstra seu processo de eletroluminescência. isto é. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência. na ligação esse elétron fica disponível sob a forma de elétron livre. formando o semicondutor do tipo N. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. onde temos apenas os íons "doadores" da região N e os íons . o semicondutor será do tipo P.Diodo emissor de luz 245 Diodo emissor de luz O diodo emissor de luz. entre outros componentes electrónicos. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. que são os elementos básicos dos diodos e transistores. Características O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). Na ligação. como em alguns modelos de semáforos.

e que são formados por três "chips". Dopando-se com fósforo. Hoje em dia. de acordo com a concentração. dependente do cristal e da impureza de dopagem com que o componente é fabricado. Existem também os leds brancos chamados RGB (mais caros). um vermelho (R de red). Se o material semicondutor for puro. Encontra-se o aspecto físico de alguns leds e o seu símbolo elétrico. Como a recombinação ocorre mais facilmente no nível de energia mais próximo da banda de condução. . 246 Funcionamento A luz emitida não é monocromática. A região compreendida entre o topo da de valência e a parte inferior da de condução é a chamada "banda proibida". consegue-se fabricar leds que emitem luz azul. sendo as bandas de valência e de condução as de maiores níveis energéticos para os elétrons ocuparem. o que permite que se obtenha um verdadeiro show de luzes utilizando apenas um led.Diodo emissor de luz "aceitadores" da região P. revestidos com uma camada de fósforo do mesmo tipo usado nas lâmpadas fluorescentes. O led que utiliza o arsenieto de gálio emite radiações infra-vermelhas. que por não apresentarem portadores de carga "isolam" as demais lacunas do material P dos outros elétrons livres do material N. que ocorre depois de vencida a barreira de potencial. Existem também os leds brancos. A cor. os elétrons só podem assumir determinados níveis de energia (níveis discretos). e devem substituí-las a médio ou longo prazo. seu alto rendimento e sua grande durabilidade. mas esses são geralmente leds emissores de cor azul. Aqui é preciso ressaltar um fato físico do semicondutor: nesses materiais. um verde (G de green) e um azul (B de blue). esses leds tornam-se ótimos substitutos para as lâmpadas comuns. pode-se escolher adequadamente as impurezas para a confecção dos LEDs. a emissão pode ser vermelha ou amarela. Com o barateamento do preço. de modo a exibirem bandas adequadas para a emissão da cor de luz desejada (comprimento de onda específico). portanto. mas a banda colorida é relativamente estreita. A possibilidade dessa recombinação ocorrer na banda proibida se deve à criação de estados eletrônicos de energia nessa área pela introdução de outras impurezas no material. com o uso de outros materiais. pode acontecer na banda de valência ou na proibida. violeta e até ultra-violeta. que absorve a luz azul e emite a luz branca. A recombinação entre elétrons e lacunas. Utilizando-se fosfeto de gálio com dopagem de nitrogênio. Uma variação dos leds RGB são leds com um microcontrolador integrado. não terá elétrons nessa banda (daí ser chamada "proibida"). a luz emitida pode ser verde ou amarela. Um elétron livre ou uma lacuna só pode atravessar a barreira de potencial mediante a aplicação de energia externa (polarização direta da junção).

sendo compatíveis com os circuitos de estado sólido. Existem .3V. Nos leds redondos. os verdes entre 2. os leds infravermelhos geralmente funcionam com menos de 1. duas codificações são comuns: identifica-se o terminal K como sendo aquele junto a um pequeno chanfro na lateral da base circular do seu invólucro ("corpo"). Assim.6 a 3. os amarelos com 1. de modo que uma inversão na polarização muda a cor da luz emitida de verde para vermelho. Nesse caso. na cidade de Poá. É interessante notar que a tensão é dependente do comprimento da onda emitida. às vezes o catodo é mais baixo do que o anodo.0V. os vermelhos com 1. Sendo polarizado.0V. alguns fabricantes marcam o terminal K com um pequeno "alargamento" do terminal junto à base do componente. a maioria dos fabricantes adota um "código" de identificação para a determinação externa dos terminais A (anodo) e K (catodo) dos leds. violeta e ultra-violeta geralmente precisam de mais de 3V. Há também leds bi-colores. Mas.0V e 3. Existem fabricantes que adotam simultaneamente as duas formas de identificação. se o invólucro for semi-transparente. e vice-versa.7V. ou então deixam esse terminal mais curto. São Paulo. A potência necessária está na faixa típica de 10 a 150 mW.000 ou mais horas. os leds operam com nível de tensão de 1. pode-se identificar o catodo (K) como sendo o terminal que contém o eletrodo interno mais largo do que o eletrodo do outro terminal (anodo). Além de mais largo.5V. Brasil. Semáforo de LED com contador regressivo. sua característica de polarização direta é semelhante à de um diodo semicondutor. com um tempo de vida útil de 100. Nos leds retangulares. Como o led é um dispositivo de junção P-N. pode acontecer do componente não trazer qualquer referência externa de identificação dos terminais. que são constituídos por duas junções de materiais diferentes em um mesmo invólucro. ou por ser o terminal mais curto dos dois. enquanto os leds azuis.7V ou 2. Os diodos emissores de luz são empregados também na construção dos displays alfa-numéricos.Diodo emissor de luz 247 Em geral.

onde Vfonte é a tensão disponível. everlight. Como o diodo.2)/0. podendo-se danificá-los com apenas 5V de tensão nesse sentido. limitando essa tensão reversa em torno de 0. Por isso. VLED = 2 V: R1 = (12 . br .A. Os LEDs não suportam tensão reversa (Vr) de valor significativo. já que além das duas cores independentes.008 = 1K2* Aproximamos os resultados para os valores comerciais mais próximos.2)/0. um valor suficientemente baixo para que sua junção não se danifique. Tipicamente. uma vez que a corrente deve ser limitada para que a junção não seja danificada. essas duas junções podem ser simultaneamente polarizadas. Pode-se adotar também uma ligação em série entre o diodo de proteção e o LED. com. quando alimentado por tensão C.015 = 680* R2 = (12 . Para fixação nesses painéis. outro para acionar a junção dopada com material para gerar a luz vermelha. Vfonte = 12 V. Geralmente.7V (tensão direta máxima do diodo).015 = 10/0. os LEDs grandes (de aproximadamente 5 mm de diâmetro. os leds são utilizados em substituição às lâmpadas de sinalização ou lâmpadas pilotos nos painéis dos instrumentos e aparelhos diversos. resultando na emissão de luz alaranjada.fica no corte.Diodo emissor de luz ainda leds bicolores com três terminais. VLED é a tensão correta para o LED em questão e ILED é a corrente que ele pode suportar com segurança. o LED costuma ser acompanhado de um diodo retificador em antiparalelo (polaridade invertida em relação ao LED). Embora normalmente seja tratado por led bicolor (vermelho+verde). Assim: Adotamos I1 = 15 mA e I2 = 8 mA. Para calcular o valor do resistor usa-se a seguinte fórmula: R = (Vfonte-VLED)/ILED. com a finalidade de conduzir os semi-ciclos nos quais ele . quando redondos) trabalham com correntes da ordem de 12 a 30 mA e os pequenos (com aproximadamente 3 mm de diâmetro) operam com a metade desse valor. sendo um para acionar a junção dopada com material para produzir luz verde. é comum o uso de suportes plásticos com rosca. o uso de um resistor limitador em série com o Led é comum nos circuitos que o utilizam.o LED . 248 Ver também • • • • LED branco Lâmpada Eletricidade Luminarias com LED [1] Referências [1] http:/ / www. cada qual gerada em uma junção. o LED não pode receber tensão diretamente entre seus terminais.008 = 10/0. O terminal comum pode corresponder à interligação dos anodos das junções (leds bicolores em anodo comum) ou dos seus catodos (leds bi-colores em catodo comum). esse tipo de led é na realidade um "tricolor". e o terceiro comum às duas junções. Assim..

Para o NMOSFET os modos são: • Região de Corte: quando Vgs < Vth onde Vgs é a tensão entre a comporta (gate) e a fonte (source) e Vth é a Tensão de threshold (limiar) de condução do dispositivo O transístor permanece desligado. Existem também modelos de Amplificador operacional baseados na tecnologia FET/MOSFET. Infelizmente muitos semicondutores com melhores propriedades elétricas do que o silício. Enquanto a corrente entre o dreno e fonte deve idealmente ser zero devido à chave estar desligada. principalmente a IBM. O transístor é ligado. Um MOSFET é composto de um canal de material semicondutor de tipo N ou de tipo P e é chamado respectivamente de NMOSFET ou PMOSFET. e não há condução entre o dreno e a fonte. dependendo das tensões aplicadas sobre seus terminais. Os chips modernos usam comportas de polissilício. mas alguns fabricantes. e o canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e fonte. não formam bons óxidos nas comportas e portanto não são adequados para os MOSFETs. onde as comportas (gates) eram de metal. A corrente do dreno para a fonte é.MOSFET 249 MOSFET O transistor MOSFET (acrônimo de Metal Oxide Semiconductor Field Effect Transistor. ele cria um condutor através do qual a corrente elétrica possa passar. O IGFET é um termo relacionado que significa Insulated-Gate Field Effect Transistor. há uma fraca corrente invertida.Vth onde Vds é a tensão entre dreno e fonte. A palavra "metal" no nome é um anacronismo vindo dos primeiros chips. de longe. e é quase sinônimo de MOSFET. como o da fonte ou do dreno. começaram a usar uma mistura de silício e germânio (SiGe) nos canais dos MOSFETs. o tipo mais comum de transístores de efeito de campo em circuitos tanto digitais quanto analógicos. O canal invertido é do mesmo tipo P ou tipo N. é. • Região de Triodo (ou região linear): quando Vgs > Vth e Vds < Vgs . Corte transversal de um MOSFET tipo N (NMOS). mas separada do canal por uma fina camada de dióxido de silício isolante. Variando-se a tensão entre a comporta e a fonte se modula a condutividade dessa camada e torna possível se controlar o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte. mas ainda são chamados de MOSFETs. o campo elétrico gerado penetra através do óxido e cria uma espécie de "canal invertido" no canal original abaixo dele. • Região de Saturação: quando Vgs > Vth e Vds > Vgs . O MOSFET opera como um resistor. assim. controlado pela tensão na comporta. O terminal de comporta é uma camada de polissilício (sílicio policristalino) colocada sobre o canal. Quando uma tensão é aplicada entre os terminais comporta (gate) e fonte (source). tais como o arsenieto de gálio. muito úteis e com grande utilização na indústria eletrônica Modos de operação do MOSFET A operação de um MOSFET pode ser dividida em três diferentes modos. embora ele possa se referir a um FET com comporta isolada por um isolante não óxido. ou transistor de efeito de campo de semicondutor de óxido metálico).Vth . Geralmente o semicondutor escolhido é o silício.

"Social Conditions for Technology Creation" [1]. 16. org/ english/ policy/ 19991006/ technology. O modo de saturação é usado em aplicações de circuitos analógicos. pdf [2] http:/ / www. 250 Em circuitos digitais.MOSFET O transístor fica ligado. By KRISID MISSO • Lessons In Electric Circuits . Como a tensão de dreno é maior do que a tensão na comporta. A criação dessa região é chamada de pinçamento (pinch-off). faqs. html . Retrieved Sep. 21ppi.INSULATED-GATE FIELD-EFFECT TRANSISTORS [2] Referências [1] http:/ / www. A corrente de dreno é agora relativamente independente da tensão de dreno (numa primeira aproximação) e é controlada somente pela tensão da comporta de tal forma que . Ver também • Lógica NMOS Ligações externas Em inglês • The 21st Century Public Policy Institute (1999). uma parte do canal é desligado. 2005. os MOSFETs são usados somente em modos de corte e de triodo. org/ docs/ electric/ Semi/ SEMI_6. e um canal que é criado permite o fluxo de corrente entre o dreno e a fonte.

amplificador operacional. com/ MSP430_JTAG http:/ / hardware-hacking.família mais antiga e baseada em dispositivos One Time Programmable • 4xx . com hardware-hacking.voltados para instrumentação portátil e dotados de controlador de LCD interno (1 a 60kb de FLASH e 128 a 10240 bytes de RAM) A CPU dos MSP430 possui um conjunto de apenas 51 instruções (27 físicas e 24 emuladas) e um total de 16 registradores de 16 bits.uma evolução da família 1xx (1 a 8kb de memória flash e 256 bytes de memória RAM) • 3xx . elektronikladen.MSP430 251 MSP430 Os MSP430 são microcontroladores RISC de 16 bits voltados para aplicações de baixo consumo de energia. DACs de 12 bits e/ou de 10 bits. DACs. com . Ligações externas • • • • TI MSP430 Homepage [1] MSP430@UBI group with MSP430 projects. São fabricados pela Texas Instruments e estão disponíveis em quatro famílias básicas: • 1xx . html http:/ / hardware-hacking. USARTs. Estas possuem funções de entrada. ti. 12 e 16 bits. com/ msp430 http:/ / www. etc. msp430. forum e blog [2] MSP430web [3] MSP430 JTAG [4] em [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. saída e uma função especial de hardware como USARTs. Estão também disponíveis diversos periféricos tais como: timers. Algumas das principais características do MSP430 é a flexibilidade no que diz respeito à sua arquitetura das portas. de/ msp430/ index. controlador de LCD. etc. ubi. Outra característica importante é a interface JTAG que permite debugar o programa passo a passo.voltados para aplicações gerais (1 a 60kb de memória flash e 128 a 10240 bytes de memória RAM) • 2xx . ADCs de 10. comparador analógico. pt http:/ / www.

para iniciar o funcionamento do componente precisamos aquecer seu catodo. ressonam e se somam até sair pela antena com grande intensidade (cerca de 900 Watts). .Magnetron 252 Magnetron Magnetron é válvula eletrônica responsável pela geração de energia nos fornos de microondas. Assim. O catodo aquecido libera os elétrons que são atraídos pela placa através de uma alta tensão (0 V na placa e 4.O magnetron nunca deve ser ligado sem estar parafusado no seu local correto. aplicando-se uma tensão de aproximadamente 3 Volts em seu filamento. IMPORTANTE . com o movimento dos elétrons as ondas são induzidas nestas cavidades. Estas cavidades por sua vez. no caso do Magnetron. Funcionamento Como toda válvula termoiônica. o que é feito. funcionam como bobinas e capacitores em paralelo. Basta lembrar que nosso corpo é formado basicamente de água (75%). pois as ondas emitidas por ele são perigosas ao corpo humano. o que forma um circuito ressonante sintonizado em 2. podendo causar queimaduras ou até câncer. OBS. Ao redor do magnetron estãos dispostos dois imãs com o objetivos de fazer com que os elétrons girem em alta velocidade em volta das pequenas cavidades da placa.000 V no catodo). Aspectos físicos de um Magnetron Vemos na imagem abaixo a estrutura física externa de um magnetron e sua estrutura interna e a "Nuvem" de eletrons rotativa.450 MHz.

. Megafone O megafone (do grego megas "grande" e fone "voz") é um aparelho em forma de cone utilizado para amplificar sons. etc. Podemos fazer dois tipos de teste com o magnetron desligado: a continuidade do filamento e o curto entre o filamento e a carcaça (defeito mais comum neste tipo de componente). Abra a tampa traseira do magnetron e verifique se o fio do filamento não escapou do terminal. Sua principal qualidade é que não necessita de um sistema de som completo com microfone ou altifalante e que é portátil. Nos filmes. O ponteiro não deve mexer. Muitas vezes. Abaixo vemos como se faz cada um dos testes na escala de X10K do multitester: Meça os dois terminais do filamento. A maioria dos megafones atuais são elétricos. Agora coloque uma ponta no filamento e a outra na carcaça. o magnetron está em curto e deve ser trocado. CONSULTE SEMPRE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO DE SUA CONFIANÇA. normalmente aparecem nas mãos de policiais ou bombeiros que necessitam comunicar-se com alguém à distância. Se o ponteiro não mexer. o filamento está aberto (defeito raro). Se o ponteiro mexer.Magnetron 253 Como testar um magnetron a frio ATENÇÃO JAMAIS TENTE TESTÁ-LO ENERGIZADO POIS PODERÁ LHE CAUSAR GRAVES QUEIMADURAS OU CÂNCER. basta ressoldá-lo. eventos esportivos. Megafone eletrônico. os megafones são utilizados em manifestações. Se isto ocorreu. com um pequeno amplificador alimentado por uma bateria. anúncios. O ponteiro deve ir até o zero.

trata-se de um chip re-escrevível que. MP3 Players. armazenamento interno de câmeras digitais e celulares. . flash drives USB (pen drives). desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba.Memória flash 254 Memória flash Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM. dispositivos como os iPods com suporte a vídeo. Exemplo de uma memória flash utilizada em um flash drive USB (ou pen drive). PDAs. ao contrário de uma memória RAM convencional. permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. Em termos leigos.[1] [2] Esta memória é comumente usada em cartões de memória. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory).

embora mais tarde os cartões tenham deixado de custar caro igual aos flash baseado em NAND. pois a sua fabricação ainda é de alto custo para as empresas. seu baixo consumo de energia. Shoji Ariizumi. sendo assim. como a BIOS ou a firmware do set-top boxes de um computador. Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos. foi inventada pelo Dr. sua alta resistência. variações extremas de temperatura. Califórnia. contando com recursos como ECC (Error Correcting Code). sua durabilidade e segurança.Fujio Masuoka enquanto trabalhava para a Toshiba em 1980.[1] [2] Também vem começando a ser chamado de disco sólido pelo grande futuro que tem pela frente.[3] 255 História A memória flash (ambos os tipos. Cartão de memória que utiliza a tecnologia flash Com tantas vantagens. já que além de ser muito mais resistente que os discos rígidos atuais.000. O que poderá ser expandida para os desktop nos próximos 5 anos. a fim de difundir as operações escritas entre os setores. O NOR baseado em flash foi a base do início da mídia removível baseada em flash. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. NOR e NAND). o compactflash veio a ser baseado nele. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um "cartão de memória" são extremamente duráveis.[3] Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão). sendo capaz de resistir a uma pressão intensa. O Dr. e até mesmo imersão em água. que permite detectar erros na transmissão de dados. apresenta menor consumo de energia elétrica. a tendência futura é que os fabricantes de computadores tendem a substituir os disco rígidos por unidades flash. a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs) e melhor resistência do que discos rígidos. Masuoka apresentou a invenção ao IEEE 1984 International Electron Devices Meeting (IEDM) realizada em San Francisco. Sua resistência é de 10. Além disso. porém fornece completamente o endereço e o barramento de dados. Masuoka. permitindo o acesso aleatório a qualquer posição da memória. Sr. De acordo com a Toshiba.[1] . A tecnologia faz uso de semicondutores (solid state). Chega a utilizar apenas 5% dos recursos normalmente empregados na alimentação de discos rígidos. pois o processo de apagamento do conteúdo da memória se assemelhava ao flash de uma câmera fotográfica. não tem peças móveis. Isso o torna um substituto adequado para o antigos chips ROM(Ready-only memory). Vantagens As maiores vantagens desse tipo de memória é sua ocupação mínima de espaço.000 de ciclos de limpeza. o nome "flash" foi sugerido por um colega do Dr. evitando problemas de causa mecânica.Memória flash Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip.000 a 1. latências e peso muito mais baixos. que são utilizados para armazenar o código do programa que raramente precisa ser atualizado. A Intel viu o enorme potencial da invenção e introduziu o primeiro chip flash comercial do tipo NOR em 1988. O flash baseado em NOR leva muito tempo para gravar e apagar.

seus chips possuem uma interface de endereços semelhante à da RAM. em vez de acessá-las de maneira individual. mas com baixa velocidade. faz acesso sequencial às células de memória e trata-as em conjunto. a NAND e a NOR. Outra limitação do flash NAND é que um bloco de dados só pode ser escrito sequencialmente. A maior parte dos dispositivos NAND saem da fábrica com alguns blocos defeituosos. isto é. Flash NOR A memória flash NOR (Not OR) permite acessar os dados da memória de maneira aleatória. A página é associada a alguns bytes (tipicamente 12-16 bytes). Atualmente são os tipos de memória mais usados em dispositivos portáteis. Mas embora esses problemas existam. Isto reduz significativamente os custos da Memória flash NAND e diminui ligeiramente a capacidade de armazenamento das partes. Alguns dos problemas nesse tipo de memória devem-se ao seu alto custo. Foi a primeira a se popularizar. Chegaram a ser empregadas na fabricação das memórias PCMCIA e CompactFlash. Número de Operações (NOPs) é o número de vezes que os setores podem ser programados. Cada bloco consiste em um determinado número de páginas.[2] Essa arquitetura foi introduzida pela Toshiba em 1989. As páginas são tipicamente 512. palmtops e firmware. que normalmente são identificados e classificados de acordo com uma determinada marcação de bloco defeituoso. que antes eram armazenados em memória ROM ou EPROM. caso todos os blocos fossem bons.[2] [4] Flash NAND Dois chips de memória flash em comparação com uma moeda A memória flash NAND (Not AND) trabalha em alta velocidade. e ao seu alto tempo de gravação nas células. Ao permitir que alguns blocos defeituosos saiam os fabricantes alcançam mais rendimentos do que seria possível. mas com a introdução do tipo NAND. 2048 ou 4096 bytes em tamanho. sendo utilizado para armazenar o BIOS das placas-mãe e também firmwares de vários dispositivos.[4] Tamanhos típicos dos blocos • • • • 32 páginas de 512 bytes para cada tamanho de um bloco de 16 kB 64 páginas de 2048 bytes para cada tamanho de um bloco de 128 kB 64 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 256 kB 128 páginas de 4096 bytes para cada tamanho de um bloco de 512 kB Embora a programação seja realizada em uma página base.[3] . em blocos de células.Memória flash 256 Flash NAND e NOR Existem dois tipos de memórias flash. ela é largamente utilizada até hoje em celulares. desapareceram deste ramo.a exclusão dos dados só pode ser executada em um bloco base. chegando ao mercado em 1988.

Memória flash 257 Principais diferenças entre NOR e NAND • • • • • As conexões das células individuais de memória são diferentes. Na prática. ainda existem algumas desvantagens que devem ser consideradas. permitindo assim a compatibilidade com câmeras. 1x é o mesmo que 150 kilobytes por segundo. Algumas técnicas estão sendo utilizadas na tentativa de combinar as vantagens das duas tecnologias. Porém. A versão 1.[3] Padronização Um grupo chamado Open Nand Flash Interface Working Group(ONFI) desenvolveu uma interface padronizada para os chips NAND flash.65 MiB por segundo (A velocidade exata depende da definição de Megabyte que o comerciante opta por utilizar). O custo da NOR é muito mais elevado. o sistema de arquivos faz uma cópia deles para um novo bloco de memória. LGA-52 e BGA-63. tornando possível a interoperabilidade entre dispositivos NAND de diferentes fornecedores. Por exemplo. Micron Technology e Sony . • um comando padrão estabelecido para ler. Os cartões de memória e drives USB flash são incorporados de controladores e devem desempenhar correção de erros. computadores. um cartão de memória 100x vai a 150 KiB x 100 = 15000 KiB por segundo = 14. o custo por gigabyte de memória flash ainda é maior do que dos discos rígidos. O tempo de acesso influencia no desempenho. remapeia os ponteiros de arquivo e depois apaga o antigo bloco quando tiver tempo. então os dispositivos flash removíveis utilizam o sistema de arquivos FAT universal. escrever e apagar dados nos chips NAND. já que ela não possui as limitações mecânicas e latência dos mesmos.0 da especificação ONFI foi liberada em Dezembro de 2006. formaram um grupo para proporcionar um padrão de software e hardware programando interfaces para subsistemas de memória não-volátil. pois os cartões de memória NAND são mais rápidos lendo do que escrevendo dados. O “X” se refere à velocidade com que uma única unidade de CD entregaria os dados. com as seguintes especificações: • interface física normalizada(pinout) para NAND flash em TSOP-48. ruído.e dos principais fabricantes de dispositivos que integram chips NAND. dispositivo ligado ao PCI Express. Dell e Microsoft. mas não tem tanta importância comparando com o disco rígido. então o uso de um ou outro sistema de arquivos flash pode não acrescentar nenhum benefício.[5] Sistema de Arquivos Flash O conceito básico dos sistemas de arquivos flash é o seguinte: quando os dados armazenados vão ser atualizados.[3] Taxas de Transferência Geralmente é anunciada somente a velocidade máxima de leitura. torna-se atraente se considerarmos velocidade. Às vezes denotado em MB/s(megabytes por segundo). incluindo Intel. ou em número de “X” como 60x. Por exemplo. ou SSD.[3] Substituto para discos rígidos Uma extensão óbvia da memória flash seria um substituto para os discos rígidos. Alguns fornecedores. A densidade de armazenamento chips é atualmente mais elevado em memórias NAND. A NOR permite acessos aleatórios.tais como a Intel. A leitura é muito mais rápida na NOR. PDAs e outros dispositivos portáteis com slots para cartões de memória. consumo de energia e confiabilidade. usando a flash como uma . enquanto a NAND permite apenas acesso sequencial à memória. comparável ao Serial Presence detection(características dos SDRAM) O grupo tem apoio dos principais fabricantes de memória NAND . 100x ou 150x. esse sistema de arquivos é utilizado em dispositivos com memória flash embutida que não possuem controladores. incluindo a flash cache. A ideia de um drive de estado sólido. • mecanismo de auto-identificação.

lógicos e aritméticos usuais de um microprocessador de uso geral. guiadohardware. pois além dos componentes EPROM e entrada/saída num mesmo chip. O seu consumo em geral é relativamente pequeno. wikipedia.[3] 258 Ver também • • • • Cartão de memória USB Flashdisk SSD A-DATA Referências [1] Especiais . com/ cartoesflash. [4] Carlos E. como memória de leitura e escrita para armazenamento de dados. portanto. php?id_secao=17& id_conteudo=483) Visitado em 6 de março de 2008.Flash memory (http:/ / en.ATA. net/ tutoriais/ memoria-flash/ ) Visitado em 6 de março de 2008. 128 bytes de RAM. [2] Emerson Alecrim . wikipedia. normalmente na casa dos miliwatts e possuem geralmente . É um microprocessador que pode ser programado para funções específicas. Com freqüências de clock de poucos MHz (Megahertz) ou talvez menos. Um outro nome para o microcontrolador. br/ site/ noticias/ materia_especial. os microcontroladores operam a uma freqüência muito baixa se comparados com os microprocessadores atuais. tais como aplicativos e arquivos executáveis do sistema operacional. SATA.Memoria flash (http:/ / es. barramentos e afins (http:/ / wnews. em contraste com outros microprocessadores de propósito geral (como os utilizados nos PCs). contendo um processador. e. org/ wiki/ Flash_memory) Visitado em 17 de junho de 2008.Cartões de memória Flash (12 de junho de 2005) (http:/ / www. uol. org/ wiki/ Memoria_flash) Visitado em 17 de junho de 2008. EEPROM para armazenamento permanente de dados. 2048 bytes de processadores. no entanto são adequados para a maioria das aplicações usuais como por exemplo controlar uma máquina de lavar roupas ou uma esteira de chão de fábrica. é controlador embutido. Memória flash (16 de março 2007) (http:/ / www. Morimoto. conversores digitais/analógicos (DAC) em alguns casos. memória e periféricos de entrada/saída. infowester. O circuito integrado de um Intel 8742. Eles são embarcados no interior de algum outro dispositivo (geralmente um produto comercializado) para que possam controlar as funções ou ações do produto. Microcontrolador Um microcontrolador (também denominado MCU) é um computador-num-chip. interfaces de entrada e saída de dados. com.Memória flash cache de alta velocidade para arquivos do disco que são muito referenciados mas pouco modificados. um microcontrolador de 8 bits que Os microcontroladores se diferenciam dos inclui uma UCP operando em 12 MHz. memória somente de leitura para armazenamento de programas. [5] Wikipedia Español . php) Visitado em 8 de março de 2008 [3] Wikipedia english . o microcontrolador integra elementos adicionais em sua estrutura interna. dispositivos periféricos como conversores analógico/digitais (ADC).

De forma diferente da programação para microprocessadores. ou um sinal que chega via uma interface de dados. O consumo destes microcontroladores em modo de espera pode chegar na casa dos nanowatts. 259 Aplicações Microcontroladores são geralmente utilizados em automação e controle de produtos e periféricos. tornando-os ideais para aplicações onde a exigência de baixo consumo de energia é um fator decisivo para o sucesso do projeto. . relógio de pulso. Por reduzir o tamanho. e se comparados à forma de utilização de microprocessadores convencionais. como sistemas de controle de motores automotivos. Os microcontroladores podem ser encontrados em praticamente todos os Um microcontrolador PIC 18F8720 em um pacote 80-pin TQFP. os microcontroladores são uma alternativa eficiente para controlar muitos processos e aplicações. Cada desperdicio será multiplicado pelo numero de equipamentos fabricados (as vezes milhões). onde se superdimensiona ao máximo tendo como limite o preço que o usuário deseja investir. dispositivos eletrônicos digitais que nos cercam: teclado do computador. aliados a facilidade de desenho de aplicações. rádio relógio. o programador ou projetista que desenvolve sistemas com microcontroladores tem que lidar com uma gama muito grande de desafios. Certamente eles foram tão ou mais importantes para a revolução dos produtos eletrônicos que os computadores. etc. É erro de projeto superdimensionar. disco rígido. forno de micro-ondas. dentro do monitor. controles remotos. máquinas de lavar. Por isso existem duas linhas de pesquisa paralelas mas opostas[carece de fontes?]: uma criando microcontroladores mais capazes. Eles permitiram a evolução de equipamentos que há anos não evoluíam. outros 20% são processadores de sinais digitais (DSPs) mais especializados. que em geral contam com um sistema operacional e um BIOS. firmware e circuitos. etc. sistemas de supervisão. telefones. para aplicações elementares (como um chaveiro que emite sons). fazendo muitas vezes todo o processo construtivo do aparelho: BIOS. Cerca de 50% dos microcontroladores vendidos são controladores "simples". máquinas de escritório e residenciais. brinquedos. que migraram de processos químico/mecânico a circuitos com microcontroladores+Sensores Digitais+Memória. juntamente com o seu baixo custo. De forma oposta aos microprocessadores. como por exemplo o acionamento de uma tecla. custo e consumo de energia. que agora com o novo controle eletrônico podem funcionar com sistema bi-combustível e poluindo menos e as máquinas fotográficas. para atender produtos de mais tecnologia como os novos celulares ou receptores de TV digital e outra para criar microcontroladores mais simples e baratos. como os motores a combustão.Microcontrolador habilidade para entrar em modo de espera (Sleep) aguardando por uma interrupção ou evento externo. Você está certamente cercado de dezenas deles agora. a escolha do microcontrolador é feita pelo projetista do equipamento.

cuja família 4xx foi vendida para a Applied Micro Circuits Corporation. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzido pela IBM. • 8-bit • 68HC05 (CPU05) • 68HC08 (CPU08) • 68HC11 (CPU11) • 16-bit • 68HC12 (CPU12) • 68HC16 (CPU16) • Freescale DSP56800 (DSPcontroller) • 32-bit • Freescale 683XX (CPU32) • MPC500 • MPC 860 (PowerQUICC) .Microcontrolador 260 Microcontroladores comuns AMCC Até Maio de 2004. cuja divisão de semicondutores foi sub-dividida para estabelecer a Freescale. estes microcontroladores eram desenvolvidos e produzidos vendidos pela Motorola. • 403 PowerPC CPU • PPC 403GCX • 405 PowerPC CPU • • • • PPC 405EP PPC 405GP/CR PPC 405GPr PPC NPe405H/L • 440 PowerPC Book-E CPU • PPC 440GP • PPC 440GX • PPC 440EP/EPx/GRx • PPC 440SP/SPe Atmel • • • • • • Atmel AT91 series (Arquitetura ARM THUMB) AT90 series – AVR (Atmel Norway design) ATMega series – AVR (Memória Flash de MegaBytes – Atmel Norway design) ATTiny series – AVR (Tamanho e Consumo Reduzido – Atmel Norway design) Atmel AT89 series Arquitetura (Intel 8051/MCS51) MARC4 Cypress MicroSystems • CY8C2xxxx (PSoC) Freescale Semiconductor Até 2004.

Antiga Philips Semiconductors • LPC2000 • LPC900 • LPC700 .Microcontrolador • MPC 8240/8250 (PowerQUICC II) • MPC 8540/8555/8560 (PowerQUICC III) 261 Fujitsu • F²MC Family (8/16 bit) • FR Family (32 bit)\ satanico atrasado (64 bit) Holtek • HT8 Intel • 8-bit • • • • 8XC42 MCS48 (8048) MCS51 (8051) 8xC251 (8251) • 16-bit • MCS96 • MXS296 • 32-bit • i960 Microchip Technology • PIC de instruções de 12 bits • PIC de instruções de 14 bits • PIC16F628 • PIC16F84 • PIC16F877 • PIC de instruções de 16 bits • PIC18F452 National Semiconductor • COP8 • CR16 NXP .

Corp. org [2] http:/ / www. scienceprog. picguide.Microcontrolador 262 NEC • 78K Parallax. • BASIC Stamp Renesas Tech. Inc. (Renesas é um empreendimento da Hitachi e Mitsubishi.) • H8 STMicroelectronics • ST 62 • ST 7 Silicon Laboratories • C8051Fxxx (Arquitetura 8051) Texas Instruments • TMS370 • MSP430 Western Design Center • 8-bit • W65C02 • 16-bit • W65816 ZiLOG • Z80 • Z86E02 Ligações externas • Base de dados do projeto do microcontrolador de PIC [1] • Microcontroller projects and information [2] Referências [1] http:/ / www. com .

Microcontrolador PIC 263 Microcontrolador PIC Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology. placas de protótipos. emuladores. Basic) que geram um código em formato hexadecimal (Intel Hex format ou linguagem de máquina) que são usados para serem gravados na memória de programa desses microcontroladores.Cyclic Redundancy Check programável Programação e desenvolvimento Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica (assembly) ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse. . depuradores. pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções).8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23. C. mais recentemente. de 32 bits. com recursos de programação por Memória flash. TQFP. Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento. Como ferramentas de desenvolvimento.Real Time Clock [3] and Calendar (Relógio de tempo real e calendário) Tecnologia Deep Sleep . acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. Para tal procedimento. CAN Controladores Ethernet Periféricos IRDA [2] Codificadores para criptografia Keeloq Watchdog timer Detetores de falha na alimentação Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos Osciladores internos RTCC . que processam dados de 8 bits. utiliza-se um gravador apropriado. etc.consumo de nano Watt CRC . encontram-se disponíveis: gravadores. etc) Periféricos internos Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo): • USARTs • Controladores de comunicação I2C. de 16 bits e. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. EEPROM e OTP. USB e Paralelo • • • • • • • • • • • • • • • Controladores PWM Controladores de LCD Controladores de motores Gerador de energia de alta potência Periféricos para LIN [1]. Funcionam com tensões de alimentação de 1. SPI. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits. SOIC. 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. DIP. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller".

Existem até 31 registradores diretos. que consiste em 2 circuitos integrados (1 PIC 16C56 de 18 pinos. combinados com execução em um ciclo (exceto para saltos. A arquitetura Harvard foi primeiramente usada no 8x300 da Signetics. indireto. não sendo mais recomendado para novos projetos de acordo com a Microchip. com 2 ciclos). Esse modelo está obsoleto. mais um acumulador W. tendo um desempenho muito bom para a sua categoria. comparado com os 144 do Z8). tem somente 33 instruções de 12 bits de largura fixa. mais instruções (58 de 16 bits).Microcontrolador PIC 264 Modelos comuns de PICs • • • • • • PIC16F84/PIC16F84A PIC16F628/PIC16F628A PIC16F877/PIC16F877A PIC18F452/PIC18F4520 PIC16F876 PIC24F/PIC24H[4] Aplicações A linha de microcontroladores PIC é comumente utilizada em: • • • • • • Eletrônicos de consumo Automação Robótica Instrumentação Eletrônica embarcada Periféricos de informática. . mais até 64k palavras de espaço de programa (2k a 8k no chip). as instruções de modo indireto gastam 2 ciclos para execução). e foi adotada pela General Instruments para uso como interface controladora de periféricos (PIC) que foi projetada para compensar o fraco barramento de I/O da sua CPU CP1600 de 16 bits. ele é o único meio de se acessar o registrador R32 ou acima). Um exemplo deste microcontrolador é uma pequena placa chamada Basic Stamp. O PIC 17x tem mais modos de endereçamento (direto. com os PICs como seu produto principal. As versões top de linha também possuem instruções de multiplicação de 8 bits sem sinal de 1 ciclo. mas este foi vencido por um projeto de memória mais simples (e mais confiável na época) da Universidade de Princeton. História As raízes dos PICs se originaram na universidade de Harvard com um projeto para o Departamento de Defesa. Ele tem pipelines marginais (2 estágios. O PIC16x é muito simples. R0 é mapeado no registrador R4 (FSR) e serve como apontador (semelhante ao ISR no F8. e R5 a R8 controlam as portas de I/O. O PIC 16x é uma variante interessante do projeto de 8 bits feita por volta de 1985 pela General Instruments com técnicas de projeto mais inovadoras do que a de outras CPUs da lista (o 1650. Ela perdeu para outras CPUs mais populares e foi posteriormente vendida para a Microchip Technology. o sucessor do 1600 mais comum). produzindo um código enxuto importante para aplicações em sistemas embarcados. Os PICs tinham um grande conjunto de registradores (de 25 a 192 registradores de 8 bits. embora R1 a R8 também tenham funções especiais . incluindo diversas instruções de salto condicional a flags para a próxima instrução (para loops e rotinas condicionais). que ainda o vende para pequenas aplicações em sistemas embarcados. 1 de busca e 1 de execução).R2 é o PC (com uma pilha implicita de 2 a 16 níveis). um interpretador Basic em 512 palavras de ROM e uma memória EEPROM serial de 256 bytes) com uma porta de I/O onde os programas do usuário podem ser armazenados (por volta de 80 linhas de comando de Basic). A divisão de microeletrônica foi depois transformada na Arizona Microchip Technology (por volta de 1985). e relativo. mais registradores (232 a 454).

o conceito de ser baseado em CMOS. a General Instruments projetou uma interface controladora de periféricos (ou PIC abreviadamente. o EPROM. que eram essencialmente semicondutores de potência. restando como negócio principal os PICs e as EEPROMs paralelas. e atualizou os blocos funcionais do projeto original com avanços modernos que estão em compasso com os processos arquitetônicos existentes e capacitados pelo baixo custo dos semicondutores. dado que era para ser portas de I/O de uma máquina de 16 bits. A Microchip não usa PIC como um acrônimo. mas não tinha uma grande capacidade de funcionalidade. embora mais lenta que a proposta de Harvard. A Microchip fez melhoramentos na arquitetura original. a General Instruments fez uma grande revisão no seu negócio e se restruturou. O pessoal desses investidores analisou profundamente a linha de produtos e fez uma limpeza na maioria deles. de Peripherical Interface Controller em inglês). A Divisão de Microeletrônica da General Instruments se tornou a General Instruments Microelectronics Inc. PIC é uma família de microcontroladores RISC fabricada pela Microchip. Ele era projetado para ser muito rápido. (subsidiária integral). O PIC original foi fabricado para ser usado com a nova CPU de 16 bits da General Instruments. Para algumas aplicações muito específicas onde as portas de I/O eram necessárias. Do controle de portas para controlador RISC Em 1965 a General Instruments criou a divisão de microeletrônica. derivada do PIC1650 originalmente desenvolvida pela divisão de microeletrônica da General Instruments. e era somente disponível em versões ROM mascaradas. a arquitetura tinha sido uma curiosidade científica desde a sua invenção pela Universidade de Harvard numa competição criada pelo departamento de Defesa que colocou Princeton contra Harvard. a arquitetura Harvard finalmente foi reconhecida. como a linha AY3 e AY5 e outros produtos. não pensava particularmente assim. incluindo a fábrica em Chandler. A General Instruments também criou um microprocessador de 16 bits chamado CP1600. contudo. por volta de 1975. Houve uma decisão de reiniciar uma nova empresa. Como parte da estratégia. Antes disso. A Divisão de Microeletrônica da General Instrumens foi responsável também por uma grande variedade de funções digitais e analógicas. no Arizona. Apesar de ser uma boa CPU. Era um microprocessador razoável. da qual 85% foi finalmente vendida para alguns investidores. A versão de 1975 foi fabricada em NMOS. chamada Arizona Microchip Technology. embora o acrônimo original para o PIC1650 era Programmable Intelligent Computer. o CP1600. mas especialmente era pobre em portas de entrada e saída.Microcontrolador PIC 265 Curiosidade Científica Na verdade a arquitetura PIC foi primeiramente integrada pela Signetics para uma empresa em San Jose usando tecnologia bipolar e usado no 8X300. com as famílias AY3-xxxx e AY5-xxxx. a família NMOS PIC165X foi reprojetada para usar um recurso em que a empresa era muito. tendo um conjunto de instruções microcodificadas pequeno. O PIC usava simples . O mercado. No final dos anos 80. one-time-programmable e assim a família PIC16C5X de memória de programa EPROM apagável tinha nascido. Com o desenvolvimento dos transistores e dos circuitos integrados. e o PIC de 8 bits foi desenvolvido em 1975 para melhorar o desempenho do sistema em geral liberando as tarefas de I/O da CPU. e sem dúvida usou esta divisão para gerar algumas das primeiras arquiteturas de memórias EPROM e EEPROM viáveis. o CP1600 tinha fraco desempenho de portas de I/O. Princeton ganhou a competição porque o tempo médio entre falhas (MTBF) da sua arquitetura de memória mais simples era muito melhor. e os PICs permaneceram projetados somente para um punhado de grandes clientes. deixando para se concentrar nas suas atividades principais. Geralmente é conhecido que PIC significa Peripherical Interface Controller. na realidade a marca é PICmicro. no começo dos anos 70. A arquitetura projetada em 1975 é substanciamente a arquitetura de hoje do PIC16C5x.

br/ novidades. foram atualizados com EPROM para produzir um controlador programável.Microcontrolador PIC microcódigos armazenados na ROM para desempenhar suas tarefas. wikipedia.) e memória de programa de 512 a 32k palavras. yu/ portuguese/ product/ books/ picbook/ 00. wikipedia. org/ wiki/ Real_Time_Clock http:/ / www. co. mikroelektronika. com . Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / en. Em 1985. e hoje uma grande variedade de PICs é disponível com vários periféricos internos (módulos de comunicação serial. UARTS. e e embora o termo não tenha sido usado na época. com [6] http:/ / www. asp?id=8& tipo=a1 [5] http:/ / www. artimar. núcleos de controle de motores. o que na época era obsoleto. pictutorials. microchip. Os PICs contudo. e os novos donos cancelaram quase tudo. ele tinha um projeto RISC que executava uma instrução por ciclo (4 ciclos de clock). org/ wiki/ Infrared_Data_Association http:/ / en. htm [7] http:/ / www. wikipedia. org/ wiki/ Local_Interconnect_Network http:/ / en. 266 Ligações externas • Microchip Technology [5] • PIC book [6] • Princípios de PIC 16x84 [7] Os novatos guiam para PIC 16x84 e eletrônica. etc. a General Instruments vendeu a divisão de microeletrônica. com.

os microfones figura 8 (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa. De facto. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX.seja no ar. gravadores.Captam o som da fonte não importando a direção em que este chegue a sua cápsula. parte dos sons emitidos na parte de trás. shows e na transmissão de rádio e televisão. • Cardióides . • Super e Hiper-Cardióides . • Bi-direcionais . Microfones são usados em muitas aplicações como telefones. História A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. que é de facto uma tensão de polarização. sem que haja microfonia. mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade figura 8. Isto é bastante útil para aumentar o ganho do som. Os microfones de gradiente de pressão apresentam um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. Directividade Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (geralmente de pior qualidade[carece de fontes?]) e microfones de gradiente de pressão (microfones com propriedades direccionais).Captam o som igualmente no eixo da cápsula (0º e 180º). chamada de phantom power. os microfones podem ser classificados quanto a directividade da seguinte forma: • Omnidirecionais . rejeitando o som que chega a 90º e a 270º. Desta forma. porém. Exemplo de microfone. mas como o microfone possui massa.Captam além dos sons emitidos na sua frente. À medida que a fonte sonora se desloca do eixo central do microfone. No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua. o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. água ou num material sólido) em um sinal elétrico. é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuviss ! Sendo assim. aparelhos auditivos.Microfone 267 Microfone Comunicação O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877. . sua captação é reduzida. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell. sons vindos de trás não são captados ou são captados com pequena intensidade.Captam com maior eficácia os sons emitidos na sua frente. Princípio de operação O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em freqüências de 20Hz a 20kHz . eram designados como microfones de velocidade.

no caso dos microfones de condensador.5% a 1000Hz . em cabos com mais de 3 metros já ocorrem perdas significativas. Ruído de fundo: Provocado pela resistência da bobina ou da fita. O efeito de proximidade resulta do desfasamento entre a velocidade das partículas e a pressão na proximidade da fonte. A pressão que resulta desta velocidade depende da impedância acústica. permite a montagem de cabos de grande comprimento (como 100m ou mais) sem perdas de sinal significativo enquanto nos mics de alta impedância com valores na ordem de 5000 ohm. uma fina camada de ar. A sensibilidade mede a voltagem que o microfone produz. no caso dos mics dinâmicos. resulta do ruído térmico das resistências e do ruído electrónico do pré-amplificador Nível máximo de pressão sonora: É o nível de pressão sonora que o microfone admite correspondente a uma distorção harmónica total de 0. a impedância torna-se resistiva e o gradiente de pressão resulta das diferenças de fase da forma de onda entre dois pontos opostos do diafragma do microfone. caracterizando a sua eficiência. A passagem de uma onda sonora por um meio fluido origina flutuações da pressão e da velocidade das partículas. Na proximidade da fonte a propagação das baixas frequências é esférica.Microfone 268 Principais diagramas direcionais de microfones Omnidireccional Bi-direcionais Cardióide Hipercardióide Shotgun Efeito de proximidade O efeito de proximidade ocorre quando se consideram microfones gradiente de pressão. Ao nos afastarmos da fonte a onda fica plana. Especificações Normalmente um fabricante de microfones fornece as seguintes especificações: Resposta em frequência Impedância: Representa de certo modo a sua resistência interna. inferior a 600 ohm. o que origina um muito maior gradiente de pressão. onde a energia da onda sonora ao expandir-se contra a pressão do ar é devolvida quando a onda sonora se contrai. Sensibilidade: É a relação entre o nível eléctrico de saída do microfone e a pressão sonora incidente. Quando um qualquer corpo vibra em contacto com o ar. como se de uma mola se tratasse. tem de ter a mesma velocidade que a superfície do corpo. sendo a radiação pouco eficiente e a impedância acústica reactiva. Na aproximação mais simples deste conceito percebe-se que nos microfones de baixa impedância.

Microfone 269 Uso Além do seu uso nos meios de comunicação remota. microfones são utilizados em diversos tipos de aparelhos. como telefones e computadores. na amplificação do som ao vivo e em gravações. Galeria de Imagens Microfone da Rádio Irlandesa RTÉ Radio. Um microfone comum de computador. Microfone da RCA modelo RCA 44 Ribbon Microphone Microfone da TVN Chile Microfone da BTV Microfone da BTV-4 Microfone da RedeTV! Microfone da TV Gazeta Microfone da TV Brasil .

Microfone 270 Microfone da CNT Microfone da Rádio Bandeirantes Microfone da Rádio Itatiaia Microfone da TV RBA Microfone da Rádio CBN Microfone da Rádio Jovem Pan Microfone da Super Rádio Tupi Montagem through-hole .

protótipos. Resistores through-hole.Montagem through-hole 271 Montagem through-hole. também denominada tecnologia through-hole ou simplesmente thru-hole. conectores de diversos tamanhos. finalmente.2 mm) maior do que o diâmetro do terminal. técnicas de montagem through-hole são geralmente reservadas para componentes mais volumosos tais como capacitores eletrolíticos. . isso porque os componentes PTH conferem resistência mecânica tornando-a mais duradoura a vida útil do produto. capacitores e diodos). inserindo parte na placa. é feito curvando-se os terminais 90 graus no mesmo sentido. Engenheiros de design frequentemente preferem a técnica through-hole à montagem de superfície quando constroem CIs em encapsulamento DIP through-hole. por meio de furos metalizados denominados de barrel. Esses componentes são geralmente chamados de componentes PTH (pin through hole). dobrando os terminais localizados na parte inferior da placa em direções opostas para melhorar a resistência mecânica das peças. refere-se a um esquema de montagem usado em componentes eletrônicos e que envolve o uso de pinos dos componentes que são inseridos em buracos abertos nas PCBs e soldados a superfícies no lado oposto. A instalação de partes through-hole discretas (isto é resistores. ou semicondutores em encapsulamentos maiores tais como o TO220 que exige um esforço maior de montagem. o que por consequência torna mais cara a fabricação da PCI. Os componentes PTH são fixados na PCI. Apesar do grande avanço tecnológico com o surgimento dos compomentes SMDs. Tendo isso em vista. inserir e soldar. os designers de placas de circuito impressos não coseguiram se desfazer dos componentes PTH. porque são mais fáceis de lidar.008” (0. soldando os terminais de modo tal que a solda atravesse ambos os lados da placa. Elas também limitam a área de roteamento disponível para trilhas em camadas imediatamente abaixo da camada superior em placas multiníveis visto que os buracos devem passar através de todas as camadas até o lado oposto. Um princípio básico para criar um through-hole numa PCB é fazer o diâmetro do orifício 0.

2006. ou seja. Otimização do processo produtivo de montagem de placas SMT [1].Montagem through-hole 272 Ver também • Circuito impresso Ligações externas • MORAES. Termístor do tipo NTC • Veja: • PTC • Termistor Gráfico experimental da resistência vs temperatura de um NTC . br/ document/ ?view=79 Negative Temperature Coefficient O NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. utilizado para controle. faj. André Luis de. a sua resistência elétrica diminui com o aumento da temperatura. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia negativamente conforme a temperatura aumenta. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. Referências [1] http:/ / bibdig. Faculdade de Jaguariúna.

O rebentamento de um fusível abre uma ligação. A programação é feita pela aplicação de pulsos de alta voltagem. enquanto que o rebentamento de um antifusível fecha uma ligação (daí o nome). permitindo que sejam adquiridos limpos (sem dados) para que possam ser programados pelo utilizador ou pela fábrica que o esteja utilizando nos seus projetos. Read-only. Estas PROM's são usadas para armazenar permanentemente os programas. na maioria até 10 MIPS (a 40MHz de clock) com alimentação entre 2 e 5. ao contrário do que acontece com a memória convencional. Esta tecnologia é conhecida como One Time Programmable (programável uma única vez) .[1] A memória pode ser programada só uma vez depois do fabrico pelo "rebentamento" dos fusíveis (usando um PROM blower). ou só de leitura. ou seja. onde é possível substituir PROMs para diferentes línguas. 1536 bytes de memória RAM e 256 bytes de memória eeprom. o PROM D23128C numa placa de ZX Spectrum que é um processo irreversível. Uma PROM típica sai da fábrica com todos os bits no estado 1. A sua velocidade de processamento também é maior.5V. O seu encapsulamento DIP consiste em 40 pinos.PIC18F452 273 PIC18F452 O PIC 18F452 é um modelo de microcontrolador PIC da família de 16 bits de núcleo de processamento. de 12 a 21 volts). memória programável só de leitura) é uma forma de memória digital onde o estado de cada bit está trancado por um fusível ou antifusível. A queima de um fusível durante a programação faz com que o seu bit passe a 0. que não são encontrados durante a operação normal (tipicamente. Esse modelo possui 32k bytes (16k instruções) de memória de programa flash. A vantagem dessa família de PICs é que eles possuem mais instruções em código de máquina (75 contra 35 da série 16F) que é otimizada para ser usada com compiladores de linguagem C e memória linear (ao contrário dos irmãos menores que possuem memória dividida em bancos de memória). PROM Uma PROM (do inglês programmable read-only memory. Atualmente muitos microcontroladores utilizam PROMs internas. apesar de ainda lidar com dados de 8 bits. a programação não pode ser alterada (pelo menos pelo utilizador final). significa que. Os principais periféricos internos são: • • • • • • 8 canais para conversão A/D a 10 bits AUSART (addressable universal synchronous assynchronous receiver transmitter) com suporte para RS485 MSSP (master synchronous serial port) para SPI e I2C PSP (parallel slave port) 4 timers (3 de 16 bits e 1 de 8 bits) 2 módulos CCP (capture compare PWM) O 18F452 é o modelo de uso geral da família 18F de microcontroladores PIC. São frequentemente encontradas em jogos de computador ou em produtos como dicionários electrónicos.

os filamentos internos dos díodos com uma sobrecarga de corrente a fim de produzir uma descontinuidade no circuito. pois. de forma a irraiá-lo para fora. • EEPROM. br. O termo "queimar" (burn out) também se pode encontrar na patente original. do dispositivo. inovacaotecnologica. vestindo aos eletrodos internos . Placa (válvula termiônica) Placa ou placa eletrônica. existe uma placa metálica. A placa é montada externamente ao catodo e eletricamente isolada. As primeiras máquinas de programação de PROMs também foram desenvolvidas pelos engenheiros da Arma sob a direcção de Chow e estiveram instaladas no laboratório da Arma em Garden City e no quartel-general do Comando Aéreo Estratégico da Força Aérea. o carbono e o tantálio. cuja função é absorver a maior quantidade possível de elétrons emitidos pelo cátodo. que procurava uma maneira mais flexível e segura de armazenar as constantes de alvo no computador digital do Atlas E/F ICBM. trabalhando na Arma Division da American Bosch Arma Corporation em Garden City. http:/ / www.PROM 274 História A PROM foi inventada em 1956 por fujitso thoshiba rigato vitucu. Os elétrons desprendidos pelo efeito edison se deslocam a partir do filamento aquecido (Cátodo)em direção à placa . Nova Iorque. visto que uma das implementações originais incluía queimar. & #32.se planeja a união de sistemas para a visão estrutural Ver também • EPROM. é nome dado ao ânodo nas válvulas eletrônicas. observar que a Placa (Plate) é o Ânodo. Díodo termiônico. A invenção foi feita a pedido da Força Aérea dos Estados Unidos. literalmente. inovacaotecnologica. não confundir com Placa de Circuito Impresso. isto é elementos que não emitem elétrons termionicamente na temperatura de funcionamento normal da válvula eletrônica.Página visitada em 2009-06-29. estes elementos são o ferro. havendo assim uma dissipação calórica por irradiação térmica. o níquel. com. br/ noticias/ noticia. [1] Antifusíveis permitirão chips programáveis (PLDs) mais baratos (http:/ / www. filamento. A patente e tecnologia associada esteve sob segredo durante os vários anos em que o Atlas E/F permaneceu como o principal míssil operacional da força de ICBMs dos Estados Unidos. com. Geralmente a placa é construída com materiais que tem o índice de emissão eletrônica bem reduzido. A razão desta nomenclatura é devido sua construção mecânica. php?artigo=010110060605). cátodo e grades. sua superfície é negra para absorver a maior quantidade possível do calor produzido pelas correntes catódica e anódica. Sendo que naquela época.

Utilizado para controle. RJ11 usa 6 pinos e 4 fios (6P4C) de plug macho e Jack (Jack é comumente chamado de plug fêmea). Eles substituíram os conectores mais vultosos. que especifica os conectores modulares pelo comprimento. menos o RJ21X que possue um conector para 25 pares. Quando a indústria de telefonia dos EUA foi aberta para aumentar a competição nos anos oitenta. as especificações foram regulamentadas por lei nos EUA. O Bell System emitiu especificações para os conectores modulares e a suas especificações elétrica como Códigos de Ordenação de Serviço Universais (USOC). através da Comissão Federal de Comunicações (FCC). mas não a instalação elétrica. TR5-1999 traz as especificações de instalação elétrica. o FCC inverteu a responsabilidade por unificar as conexões de rede de telefone para uma nova organização da indústria privada. Em janeiro de 2001.Positive Temperature Coefficient 275 Positive Temperature Coefficient O PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) é um termistor ou componente eletrônico semicondutor sensível a temperatura. RJ45. um plug de telefone) ou equipamento de rede de computadores. RJ14. ou seja. O ACTA publicou um padrão chamado TIA/EIA-SER-968. Os conectores físicos que os RJs usam dependem do tipo de modulação do conector. o Conselho Administrativo para Conecções de Terminais (ACTA). . Note que um Registered Jack como o RJ11 identifica tanto os conectores físicos como a instalação elétrica. que era na ocasião era o único padrão. a sua resistência elétrica aumenta com o aumento da temperatura. Ao invés disso a TIA-968-A incorpora um padrão chamado T1. Ver também • NTC • Termistor RJ (Conector) Um registered jack (RJ) é uma interface física padronizada — parte física do jack e o padrão de fio — para conectar equipamentos de telecomunicação (comumente. Estes padrões de interface são mundialmente usados. Possui um coeficiente de variação de resistência que varia positivamente conforme a temperatura aumenta. A versão atual daquele padrão é chamda de TIA-968-A. Tipos de conectores RJ História Registered Jack foi introduzido pela empresa Bell System nos anos setenta sob o número 1976 FCC. etc. Por exemplo. medição ou polarização de circuitos eletrônicos. O padrão de desenvolvimento para estes conectores e a fiação elétrica são chamados de RJ11.

"RJ22": 4P4C ou 4P2C. para três linhas telefônicas Nomes de plugs usados de forma incorreta "Não Oficial" Estes nomes usados com o "RJ" não necessariamente existem como tipos de conectores ACTA RJ: • "RJ9". informalmente chamado a partir das normas T568A/T568B. as tomadas são geralmente usadas com um cabo plano (uma exceção notável que é o cabo par trançado para Ethernet usando a tomada 8P8C). Este padrão para o conector de oito pinos é o definido pelo USOC. com. para parte superior do telefone. "RJ10". os próximos dois formam o segundo par. para duas linhas telefônicas (6P6C com energia no terceiro par) • RJ25C/RJ25W: 6P6C. htm . os cabos de instalação elétrica e de telefonia foram criados muito antes dos cabos de rede de computadores que normalmente são par trançado. (Veja cabo Categoria 5). accesscomms.RJ (Conector) 276 Par trançado Enquanto para os plugs macho são usados cabos flat. Foram criadas convenções para tirar o maior proveito de compatibilidade física que assegurava o uso de uma tomada maior em um plug menor. htm [2] http:/ / www. Deveria conter uma proteção para o sinal e aterrramento para cada par. com/ RJ_Jack_Glossary. • "RJ45": 8P8C. não o verdadeiro RJ45/RJ45S • "RJ50": 10P10C. arcelect. e assim por diante até os pinos exteriores de um conector de oito-pinos seria o quarto par trançado. O conceito original era que os dois pinos do meio formariam um par. Tipos mais comuns • RJ11C/RJ11W: 6P2C. Os quatro pinos internos são formados de forma identicas ao RJ14. para uma linha telefônica (6P4C com energia no segundo par) • RJ14C/RJ14W: 6P4C. Duas variações conhecidas como T568A e T568B conseguiram superar estes problemas usando pares adjacentes dos quatro pinos exteriores para o terceiro e quartos pares. incluindo Ethernet. mas o par externo era muito distante para satisfazer as exigências elétricas de protocolos de LAN de alta velocidade. para dados Ligações externas • (em inglês)RJ Glossário [1] • (em inglês)Dimensões e aplicações para Plugs macho e fêmea [2] • (em inglês)Descrições e aplicações [2] Referências [1] http:/ / www. au/ reference/ RJreference.

Resistência e dissipação Quando é usado um receptor elétrico. podemos pensar em um receptor como se fosse um gerador ligado com os polos trocados Motores eléctricos são exemplos de transformação de energia eléctrica em energia mecânica.como acontece com ventiladores. porque os dispositivos que transformam e energia elétrica totalmente em energia térmica são chamados de resistores. bombas de água e carros eléctricos. Vemos que. equação geral: U=E'+r.Receptor elétrico 277 Receptor elétrico Receptor elétrico é qualquer dispositivo que transforma energia elétrica em energia não-elétrica que não seja somente em energia térmica. contanto que esse outro tipo de energia não seja calor.if. Aqui consideramos que o traço maior represente o polo positivo. E polo negativo ao ponto por onde a corrente sai. Força-contra-eletromotriz A parte da tensão devido ao funcionamento mecânico é uma ´´U´´ou ´´ddp´´ útil e é denominada como força contra-eletromotriz.i http://efisica. no que diz respeito à corrente. Chamamos polo positivo do receptor ao ponto do receptor por onde a corrente entra nele. Representamos um receptor também por dois traços paralelos de comprimentos diferentes. (Observemos que essa nomenclatura é invertida em relação à nomenclatura usada por geradores).usp.a energia eléctrica consumida pelo aparelho é dividida em energia útil (pelo aparelho)e a outra é dissipada pela resistência dos enrolamentos e nos contatos ocasionando um aquecimento e a perda de energia.Chama-se receptor a qualquer dispositivo que transforme energia elétrica em um outro tipo qualquer de energia.br/ .

o que leva a liberação do dispositivo de trava (contido num invólucro isolante de alta resistência térmica) abrindo os contatos do relé e a consequente abertura do circuito do motor. Função Também chamado de relé de sobrecarga. conforme tabela abaixo. no caso do motor trifásico. o par bimetálico se deforma. Este aquecimento é prejudicial ao motor. a partir da laminação de dois metais de coeficientes de dilatação Imagem das hastes bimetálicas de um Relé diferentes unindo-os por meio de um enrolamento por onde passa a térmico.Relé térmico 278 Relé térmico Relé térmico é um dispositivo de proteção de sobrecarga elétrica aplicado a motores elétricos. pois a instalação em uma ou duas fases. ou mesmo de relé bimetálico. uma vez que acarreta a redução da vida útil do mesmo. por desgastar a isolação dos enrolamentos modificando sua rigidez dielétrica. O relé térmico é uma réplica do motor. Tempo de disparo a partir do estado frio . pode não ser o bastante para proteger o mesmo. pois é criado com base em um modelo térmico do mesmo. tornando possível a adaptação dos mesmos ao tempo de partida dos motores ignorando as altas correntes de partida e disparando apenas se este tempo se prolongar demasiadamente. caso seja superior ao limite de ajuste. Este dispositivo de proteção visa evitar o sobre-aquecimento dos enrolamentos do motor quando ocorre uma circulação de corrente acima da tolerada nos seus enrolamentos. corrente que vai para o motor. promovendo uma curvatura devido à diferença de dilatação entre os metais. situação passível de ocorrer em quadros de distribuição por exemplo. Sua fabricação se dá. sua função é atuar desligando o motor antes que o limite de deterioração seja atingido. Classes Os relés térmicos são divididos em classes de disparo. Como o enrolamento do relé térmico é ligado em série com a fase. caso haja aquecimento. Para evitar tal fato. Recomenda-se a instalação de um relé térmico para cada fase do motor. A temperatura ambiente também pode provocar a dilatação das lâminas bimetálicas. altera-se a conformação das lâminas bimetálicas ou utiliza-se uma lâmina bimetálica auxiliar influenciada apenas pela temperatura ambiente.

FRANCHI. Seleção e aplicação de motores elétricos.05Ir 1. edu. da C. 4.A. São Paulo acesso em: 26 maio 2010. faatesp. Editora Érica. São Paulo. L. O.. SP. C. SP. Circuitos de Motores. São Paulo. LOBOSCO. 2008. McGraw-Hill: Siemens S. 1998 – (Série brasileira de tecnologia).Relé térmico 279 Classe 1. [1] Referências bibliográficas 1.. P.5Ir 7. ed. S. Referências [1] http:/ / www.2Ir 1. 250p. 2. J. M.2Ir 10A 10 > 2h > 2h < 2h < 2h < 2min < 4min 2 ≤ t ≤ 10s 4 ≤ t ≤ 10 s 6 ≤ t ≤ 20 s 9 ≤ t ≤ 30 s 20 > 2h < 2h < 8min 30 > 2h < 2h < 12min Ver também • • • • Relé Disjuntor Termostato Sensor Ligações externas • Faculdade de Tecnologia Álvares de Azevedo. Acionamentos Elétricos. P.351. br/ publicacoes/ 07_circuitos_motores. DIAS. pdf/ .

Os relés ainda são aplicados na movimentação e proteção contra abertura de portas nos elevadores de nossos prédios. protegendo o operador das possíveis altas correntes que irão circular no segundo circuito (contatos). nas linhas de produção das peças que os compõe. A mudança de estado dos contatos de um relé ocorre apenas quando há presença de tensão na bobina que leva os contatos a movimentarem-se para a posição normal fechado (NF) ou normal abertos (NA) quando esta tensão é retirada . É normal o relé estar ligado a dois circuitos elétricos. é aplicado em máquinas de todos os tipos responsáveis pela produção de um infinito número de bens que consumimos: esta cadeia inicia-se desde a energia elétrica gerada em UHE´s . estão presentes nos processos de tratamento de água que bebemos.usina hidroelétrica . Sendo assim. um campo eletromagnético é gerado. pães. Em diversos países a nomenclatura NA e NF são encontradas como NO (Normal Open) ou NC (Normal Closed). Introdução Um simples relé eletromecânico. Quando uma corrente originada no primeiro circuito passa pela bobina. A movimentação física deste "interruptor" ocorre quando a corrente elétrica percorre as espiras da bobina do relé. com inúmeras aplicações possíveis em comutação de contatos elétricos.e que chega a nossas casas e industrias. acionando o relé e possibilitando o funcionamento do segundo circuito. Relés Industriais Miniatura terminal tipo Faston foto Reles cedida pela Comat Releco do Brasil . uma das aplicabilidades do relé é utilizar-se de baixas correntes para o comando no primeiro circuito. sendo encontrados ainda nos sistemas de acesso do Metro (nas catracas). Servindo para ligar ou desligar dispositivos. biscoitos que consumimos. criando assim um campo magnético que por sua vez atrai a alavanca responsável pela mudança do estado dos contatos. a comutação é realizada alimentando-se a bobina do mesmo. São largamente utilizados na linha de montagem de nossos carros. como o da imagem ao lado. No caso do Relé eletromecânico. O relé é um dispositivo eletromecânico ou não.Relé 280 Relé Um relé é um interruptor acionado eletricamente. nos processos de fabricação de alimentos.este princípio aplica-se para relés tudo ou nada. nas composições de trens da CPTM e metros além dos onibus movidos a eletricidade. Onde quer que estejamos tem sempre um relé trabalhando para que algo funcione para nos servir.

foi batizada de henry.estes podem variar dependendo da aplicação: Componentes de um relé eletromecanico *Terminais tipo Faston. descobriu o fenômeno eletromagnético chamado indução electromagnética ou auto-indutância e a indutância mútua. Henry tornou-se professor de Física no College of New Jersey. Porém é importante notar que quando aplicado em um ambiente industrial. Composição de um relé eletromecânico As partes que compõem um relé eletromecânico são: • eletroímã (bobina) . mas é a este último que se atribuí a honra da descoberta por ter publicado primeiro as suas conclusões. • Mola de rearme. Joseph Henry Após a sua morte. Mais tarde provou que as correntes podem ser induzidas à distância. O seu trabalho foi desenvolvido independentemente de Michael Faraday. • Conjuntos de contatos. é indicada a aplicação de relés com terminais tipo Faston em conjunto com suas bases por serem projetados para resistir a este tipo de operação e ambiente. enquanto construía eletroimãs. de 1846 até à sua morte. a unidade de indutância ou resistência indutiva no Sistema Internacional (SI). Em 1832. *Terminais para conexão em Bases (Sockets). Para aplicações industriais. IMPORTANTE: Atualmente existem diversas empresas que utilizam relés desenvolvidos para aplicação em PCI´s (eletrônica convencional) em ambientes industriais. *Terminais para conexão em PCI´s (Placas de circuito impresso).Relé 281 História do Relé A história do relé começou com os estudos de Joseph Henry cientista norte americano em 1830. Foi Professor na Academia de Albany (EUA) e o primeiro diretor do Instituto Smithsoniano. • Armadura de ferro móvel. Seus estudos acerca do relê eletromagético foram a base do telégrafo elétrico. À frente deste Instituto. embora mais uma vez. onde se exige uma facil reposição e manutenção. adaptando esta aplicação através de bases/soquetes. não tenha sido o primeiro a registrar a patente. em reconhecimento do seu trabalho. magnetizando uma agulha com a ajuda de um relâmpago a 13 quilómetros de distância. • Terminais . A Henry também é creditada a invenção do motor elétrico. estes tipos de terminais facilmente danificam-se e podem causar problemas de mal contato e diversos outros tipos de falhas nas reposições futuras. 32 anos depois. .constituído por fio de cobre em torno de um núcleo de ferro macio que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético. seja qual for sua natureza. mais tarde conhecido como Universidade de Princeton. inventado por Morse e Wheatstone. desempenhou importantíssimo papel no desenvolvimento da ciência norte-americana.

O estado de repouso pode ser normalmente fechado (NF) ou normalmente aberto (NA). A maioria dos relés são fabricados para funcionar rapidamente. a força das molas mantém os contatos em estado de repouso de modo a existir uma lacuna de ar no circuito magnético. Se o conjunto de contatos for fechado quando o relé foi desenergizado. o que garante a continuidade do circuito entre os contatos que se deslocam sobre a armadura e a pista de circuito na Placa de Circuito Impresso (PCB).normal fechado • NO . a armadura movimenta-se em direção ao núcleo. é substituída pela força da gravidade. e vice-versa. exemplificados na imagem utilizada no tópico Componentes de um Relé. . a conexão física entre contato fixo e móvel se abre e interrompe a passagem de corrente elétrica. Quando a corrente na bobina é desligada. através do terminal. uma rede de proteção de contato. o contato é atraído fisicamente. que é soldada ao PCB. a armadura é devolvida por uma força tão forte quanto a força magnética.normal aberto Em alguns casos. fazendo ou quebrando a conexão com um contato fixo. No instante em que a força magnética Processo de Produção gerada pela circulação de corrente na bobina se torna maior que a força das molas. Alternativamente. os relés podem ter mais de um contato formando um conjunto de contatos que atuam simultaneamente com a força magnética. um diodo é freqüentemente instalado na bobina. em que a força da mola. se os contatos foram abertas. Se a configuração do contato de um relé é NF (normal fechado ou NC*) o circuito está fechado enquanto o relé encontra-se desenergizado. O inverso ocorre quando a configuração do contato do relé é NA ou NO*(Normal Aberto). dependendo da função do relé. então o movimento abre os contatos e quebra a conexão. Alguns relés automotivos já incluem o diodo dentro da caixa de relé.Normal Open (inglês) . também têm um fio de ligação da armadura ao terminal. necessária para fazer o contato retornar ao estado de repouso. a bobina é desernegizada e o contato volta ao estado de repouso por força da mola. a sua posição relaxada. para dissipar a energia do campo magnético em colapso na desativação.Normal Closed (inglês) . a bobina é constituída por um fio em torno de um núcleo de ferro maciço. Em uma aplicação de alta tensão ou corrente elevada. consistindo de um capacitor e resistor em série. isto ocorre reduzir a formação de arco. Se a bobina é energizada em tensão DC (corrente contínua). isto ocorre para reduzir o ruído. o que de outra forma poderia gerar um pico de tensão perigosa para os componentes do circuito. comuns nas partidas de motores industriais. Então temos no relé uma bobina. atraída pelo campo magnético gerado. Quando a bobina recebe a corrente elétrica. Os relés. podemos saber como cada componente se comporta quando a corrente elétrica é aplicada através da bobina. Então quando energizado. a depender da função do relé no circuito. uma armadura de ferro móvel e um conjunto. Há casos também. o campo magnético resultante atrai a armadura e consequentemente movimenta o contato móvel. Quando uma corrente elétrica passa através da bobina. um núcleo de ferro que fornece um caminho de baixa relutância para o fluxo magnético.Relé 282 Princípios de Funcionamento Agora que já conhecemos acima as partes que constituem um relé. • NC . ou conjuntos. movimentando mecanicamente o contato ou contatos ligados a esta armadura. pode absorver também este pico se a bobina for projetada para ser energizada em AC (corrente alternada). Para ilustrar melhor. sai do estado de repouso e muda a condição do circuito para aberto (se for normalmente fechado) ou fechado (se for normalmente aberto). Enquanto a bobina se mantém desernegizada. Quando a circulação de corrente através da bobina cessa. Em uma aplicação de baixa tensão. de contatos presos a molas.

esse tipo de resistor não tem "perna" de metal (terminal). ora com a finalidade de transformar energia elétrica em energia térmica (efeito joule). Utilizando-se disso. a partir do material empregado. Este tipo de encapsulamento é chamado de encapsulamento axial. com o material resistivo colocado ao centro. sendo o relé fotoelétrico responsável pelo acionamento das lâmpadas ao anoitecer e desligamento ao amanhecer conforme a luz do dia. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal. A fotografia a direita mostra os resistores em uma tira geralmente usados para a pré-formatação dos terminais. sendo que o principal motivo é a falta de manutenção nos relés fotoelétricos danificados. é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. utilizando uma estrutura plástica com contatos trifásicos.ora com a finalidade de limitar a quantidade de corrente elétrica em um circuito. É comum encontrar na iluminação públicas. e um terminal de metal ligado em cada extremidade. ou então usando um ohmímetro.Relé 283 Ver também • Contator • Condição de corrida • Relé térmico Relé fotoelétrico O relé fotoelétrico é um relé destinado destinado ao acionamento de lâmpadas elétricas em sistemas em geral. Resistor Um resistor é um dispositivo elétrico muito utilizado em eletrônica. que possui como unidade ohm. O valor nominal é alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca. placas luminosas e também automóveis que tenham controle automático de acionamento dos faróis. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo. sendo estes modelos de patente industrial com acionamento através de tiristor. Um resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circular pelo dispositivo. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica. que pode ser por exemplo carbono ou silício. conforme norma brasileira. Sua larga utilização em iluminação pública é devido as lâmpadas dos postes serem geralmente de acionamento individual. porém jamais causam quedas de Grupo de resistores corrente elétrica. freqüentemente são utilizadas tecnologia de montagem superficial (Surface-mount technology). . Este aparelho é utilizado com muita frequência em sistemas de iluminação pública. Atualmente seu mecanismo é constituído por componentes eletrônicos. Alguns resistores são longos e finos. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica. através de seu material. lâmpadas acesas durante o dia. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico. ou SMT. porém há uma queda de tensão. Resistores usados em computadores e outros dispositivos são tipicamente muito menores. Neste caso são chamados de potenciômetros ou reostatos.

e corrente especificadas. Resistores maiores são capazes de dissipar mais calor por causa de sua área de superfície maior. A medição crítica de um resistor é a resistência. mas essa fórmula simples é aplicável a fios cilíndricos e à maioria dos condutores comuns. também chamados de resistores de precisão. Um resistor ideal tem uma resistência fixa ao longo de todas as frequências e amplitudes de tensão e corrente.d. é o comprimento. uma faixa vermelha marca 2% e uma faixa marrom significa 1% de tolerância.p. e inversamente proporcional à área da secção transversal. Lei de Ohm: Onde V (ou U ) é a diferença de potencial em volts.d. o material do objeto é chamado de ôhmico.241506 x 1018 elétrons por segundo. Resistores dos tipos wire-wound e sand-filled são usados quando se necessita de taxas grandes de potência. Se V e I tiverem uma relação linear—isto é. Um resistor tem uma d. Embora alguns resistores tenham as taxas de d. R é constante—ao longo de uma gama de valores. apenas uma série limitada de valores. Qualquer objeto físico. Um componente tem uma resistência de 1 ohm se uma tensão de 1 volt no componente fizer com que percorra. A resistência de um componente pode ser calculada pelas suas características físicas. através de um objeto é dada por uma simples equação. acima das quais a resistência pode mudar (drasticamente. 284 Resistência e resistividade Os resistores são utilizados como parte de um circuito eléctrico e incorporados dentro de dispositivos microelectrónicos ou semicondutores. um pedaço de plástico. mas eles seguem basicamente a mesma estrutura. Na prática. mas falham e admitem que ocorra um grande fluxo de corrente sob tensões suficientemente altas. Além disso. ou mesmo o vácuo têm uma resistência que pode ser mensurada. chamados valores preferenciais. que é determinada pelo tamanho físico. A relação entre tensão. que serve como relação de voltagem para corrente é medida em ohms. também estão disponíveis. todos os resistores reais também introduzem alguma indutância e . Isolantes (tais como ar. em alguns casos) ou o resistor pode se danificar fisicamente (queimar. Esse valor está sujeito a mudanças em altas freqüências devido ao efeito skin. O corpo humano. A maioria dos metais são materiais condutores. como 20 Watts. Materiais que possuem resistência muito alta são chamados isolantes ou dielétricos. ou outros materiais não-condutores) podem ter resistência extremamente alta (mas não infinita).Resistor Resistores de maiores potências são produzidos mais robustos para dissipar calor de maneira mais eficiente. de qualquer material é um tipo de resistor. uma unidade SI. Isso pode ser estendido a uma integral para áreas mais complexas. estão disponíveis. 1/4 watt e 1/2 watt. e R é a resistência em ohms.p. I é a corrente que circula através de um objeto em ampères. uma corrente com a intensidade de 1 ampère. As taxas mais comuns para resistores de composição de carvão e filme de metal são 1/8 watt. aproximadamente 6. por exemplo). que diminui a superfície disponível da área. pelo mesmo. a maioria deles são taxados em função de sua potência máxima. Resistores de filme de metal são mais estáveis que os de carvão quanto a mudanças de temperatura e a idade. A resistência é proporcional ao comprimento do resistor e à resistividade do material (uma propriedade do material). o componente discreto vendido como "resistor" não é um resistor perfeito como definido acima. Resistores são freqüentemente marcados com sua tolerância (a variação máxima esperada da resistência marcada). o que é equivalente à circulação de 1 coulomb de carga elétrica. e é a área da secção transversal. e opõe baixa resistência ao fluxo de corrente elétrica. uma faixa mais cinza à direita demonstra uma tolerância de 10%. diamante. Em resistores codificados com cores. A equação para determinar a resistência de uma seção do material é: Onde é a resistividade do material. Resistores com tolerância menores. Resistores padrões são vendidos com capacidades variando desde uns poucos miliohms até cerca de um gigaohm. corrente e resistência. uma faixa dourada significa 5% de tolerância. e corrente máximas de trabalho. Materiais supercondutores em temperaturas muito baixas têm resistência zero.

onde são usados para prover uma curta rajada de corrente na bobina quando o aparelho é ligado. têm uma resistência de 1000ohm) e o Níquel (Ni100). . a resistência também sobe. 285 Resistor variável O resistor variável é um resistor cujos valores podem ser ajustados por um movimento mecânico. visto que em vez de metais usam semicondutores. Ele é usado geralmente para proteção contra curtos-circuitos em extensões ou pára-raios usados nos postes de ruas. um valor muito alto em baixas voltagens (abaixo de uma voltagem específica). Metal Óxido Varistor ou M. Os metais mais usado são a platina. são um caso particular. que mudam o comportamento dinâmico do resistor da equação ideal. e outro valor baixo de resistência se submetido a altas voltagens (acima da voltagem específica do varistor). • NTC (Negative Temperature Coefficient) Também é um resistor dependente da temperatura. Potenciômetro Alguns resistores variáveis ficam dentro de blocos que devem ser abertos de modo a ajustar o valor do resistor. / Varistores É um tipo especial de resistor que tem dois valores de resistência muito diferentes. NTC são freqüentemente usados em detectores simples de temperaturas. Reostato é um resistor variável com dois terminais. Uma versão especializada de PTC é o polyswitch que age como um fusível auto-rearmável. e instrumentos de medidas. Os termistores PTC e NTC. rodando manualmente. em série com a bobina desmagnetizadora. por exemplo. a resistência do PTC aumenta. sua resistência cai. porque os metais usados têm uma coeficiente de temperatura positivo. Quando a temperatura se eleva. 1000 porque à temperatura 0 °C.O. mas com coeficiente negativo. Esse resistor variável de 5000 watts é usado para o freio dinâmico da turbina de vento de um gerador da Lakota (True North Power) É um tipo de resistor variável comum. Alguns têm um display mecânico para contar as voltas. Quando a temperatura sobe. A relação geralmente é directa. ou como "trava" em circuitos eletromotores. têm uma resistência de 100ohm. Os resistores variáveis podem ser de volta simples ou de múltiplas voltas com um elemento helicoidal.V. • PTC (Positive Temperature Coefficient) É um resistor dependente de temperatura com coeficiente de temperatura positivo. ou seja se a temperatura sobe. sendo um fixo e o outro deslizante. sendo comumente utilizado para controlar o volume em amplificadores de áudio. daí as desisgnação Pt100 e Pt1000(100 porque à temperatura 0 °C. Geralmente são utilizados com altas correntes. PTCs são freqüentemente encontrados em televisores. por isso alguns autores não os consideram resistores. Termistores Dão resistências que variam o seu valor de acordo com a temperatura a que estão submetidas.Resistor capacitância.

A sucessão de valores nominais de resistência alta se ajusta a uma progressão geométrica: onde é o valor nominal da resistência na posição e é um coeficiente relacionado com a tolerância: . de acordo com a intensidade luminosa incidida. 286 Código de cores Preto = 0 Marrom = 1 vermelho = 2 Laranja = 3 Amarelo = 4 Verde = 5 Azul = 6 Violeta = 7 Cinza = 8 Branco = 9 Dourado = +-5% tolerância Prata = +-10% Tolerância Sem cor = +-20% tolerância Especificação técnica de resistores As especificações técnicas de um resistor são: • Características fundamentais • Valor nominal da resistência [Ohm] • Potência de dissipação nominal [W] • Características secundárias • • • • • • • Tolerância [%] (indica a diferença máxima em percentagem de variação do valor da resistência) Coeficiente de temperatura Coeficiente de tensão Tensão máxima nominal [V] Tensão de ruído Diagrama de potência-temperatura Característica resistência-frequência Potência de dissipação nominal [W]* Tolerância [%] (indica a diferença máxima (+/-) entre o valor nominal e o valor real da resistência) Os três primeiros são sempre indicados. Muito usado em sensores de luminosidade ou crespusculares.Resistor LDR (Light Dependent Resistor) É uma resistência que varia. ou seja a resistência diminui com o aumento da intensidade luminosa. A relação geralmente é inversa.

4.21.18.65.69.98.24. 9.10 . 2.98.43.46.84.09. 7. 8.15. 6.05. 1.65.47.27.32.6 6. 2.58.71. 4.06. 2.05. 3.45. 2. 2. 2. 2. 5.87. 2.30. 1.90. 1.11. 8. 3.15. 6.57.67.91.62.32. 7.98.05.93.87. 1.0 3. 2.67. 2.74.56. 3. .65. 2.64. 2.21.6 3.32.78. 2.96. 5.65. 8. 1. 1.26.37. 4.34.00. 4. 1. 1. 9.72.00. 7. 2. 1. 2. 1.59. 7.05. 2.81. 1. 6. 5.49. 1.21. 5.77.87.43.81.09.25.5 8.2 1.5 1.96.49. 2.12.42.23. 7.43. 2. 1. 2. 9.65.26.62.7 3. 7.21.99. 1. 4.1 k Nome da Série E6 E12 E24 E48 E96 E192 E192 E192 6 12 24 48 96 192 192 192 Valores padrão de resistores Nas tabelas a seguir são mostrados os valores normalizados entre 1 e 10. 5. 3.88. 5.66. 7.82. 5. 3.18.36. 1. 7. 2.80.74.12.42.65. 1.5 1.9 4. 5. 6. 5.3 4. 9. 2. 1.87. 3.7 4. 4. 4. 2. 7. 6.31.94. 3.53. 4.69. 3.83.15.24.33.47.98.2 Série E12 1. 2.35.05. 4. 2. 7. 1.60. 1.01. 3. 5.23.76 Série E192 1.87.07.13.40.7 5.15.62.44. 4.35. 4. 3.49.80. 3.57.10. 1. 2.49. 5.87.Resistor 287 Tolerância [%] 20 10 5 2 1 0. 1. 2.26. 1. 5.04. 1.06.88.42.40. 3. 1.62.26.19.68. 5. 1.52. 9.08.74.53.24. 3.42.65.37.79.36. 4.73. 1. 2.87.59.87. 3. 4.48. 6. 3. 1.8 6.15.62. 5.14. 8.02. 2. 4. 5. 1. 3. 4.36. 1. 1.03.92.23.87.05. 1.52. 1.48.37.53. 1.57. 1.45.37.32.27. 1. E192 (resistores de 5 faixas) Série E48 1.19.02.7 5. 1.8 2. 1.6 6. 9. 6.02.54. 7. 4.3 3.89.25 0. 2.75.96.55. 1.32. E24 (resistores de 4 faixas) Série E6 1. 9.76.0 Série E24 1. 6.07. 3.15.30.15. 8. 1.50.00.87.50.34.40. 1.49.3 3. 1.29.5 1. 3.81. 8. 1. 2.18.54. 1.2 6. 1.92.69.00. 1.23. 1.48. 4. 1.32. 5.20. 1. 1. 4.67. 2. 4. 8. 1.43.23. 8.70.8 8. 3. 4. 2. 3. 1. 1.27.07.78.04.15. 5. 2.61.01.31.33. 6. 2.65.22. 2.37.00. 4.6 1.75. 2.25. 2.25.84.11.96. 1.64.52.68. 8. 4.49.78. 3.40. 1. 4. 3. 7. 1.01.90. 1. 2.0 2. 1.41. 3. 6. 1. 3.8 2.02. 7. 1. 4.91. 2. 4.53. 3. 2.45.48. 1. 1.90. 5. 2.49. 1.62.3 1.16. 1.91. E12. 6. 4. 8. 1.97.90. 5. 6. 1. 5. 6.61. 9. 4.20. 3. 1.99.58.1 5.34.10.01.66. 6. 3.74. 9.09. 6. 9. E96. 7. 1. 1. 2. 1.5 0. 2.56. 2. 4.40. 3.54.64. 5. 2.42.64. 2.30.1 1.76. 4.13.93. 3.11. 1.50.38.53 Série E96 1. 2.12.74. 8. 2.81.10.12. 9. 2. 2. 1.19.33.05.87. 6.1 Séries E48. 9.64.61.70. 2.10.49.66.4 2. 2.15.42. 9. 1.2 2. 2.32. 6.8 7. 2. 6.9 4. 1.87. 1.94.55.16.50.2 2. 1.09.83.7 3.87.61. 3.80. 1. 1.2 1.19.13.47.29. 1.76. 1. 4.98.22.11.16. 4. 8. 1. 1.83. 1.36. 2.87.22.82. Os outros valores padronizados podem ser obtidos multiplicando esses valores por potências de 10. 1. 1. 4. 1.21.74.97. 1. 1. 8. 2.74.76.02.69. 1.2 9. 3. 4.16. 3. 8. 7. 1.24. 8. 2. 1. 3. 3.50. 1. 6.09. 3. 1. 3.32.0 1.17.76. 5. 5. 9.77. 3. 1.56. 3.27. 1. 6. 6.28. 7.05.2 2.32.17. 1.83.37.0 1. 4.3 3.58. 5. 6. 1. Séries E6. 3.17. 5. 3. 3.26. 2. 7. 3.40.42. 7.32. 1. 8.1. 5.06. 1. 6. 8.09. 2.49.04.06. 7.

interq. com. Qualquer que seja o tipo da associação. com/ pots.com. or. estrela e triângulo. westhost. resistor fotosensível ou fotoresistor. lalena.Resistor 288 Associações entre Resistores Os resistores são combinados em quatro tipos de associação. upenn. technick. feiradeciencias.asp § WEIDY FREE GEL S2 Ligações externas • • • • • • Resistores de valores fixos e suas aplicações mais importantes nos circuitos elétricos/eletrônicos [1] Um bom guia para decifrar as cores de resistores [2] O guia dos iniciantes em potenciómetros [3] Um artigo que descreve muitos aspectos dos resistores [4] "The Original Color Coded Resistance Calculator" [5] "Standard Resistors Values" [6] Referências [1] [2] [3] [4] [5] [6] http:/ / www. a qual é normalmente designada por resistência equivalente e sua forma abreviada de escrita é Req. htm http:/ / www. As associações entre resistores podem ser dos quatro tipos: • • • • Circuito em série Circuito em paralelo Circuito em estrela Circuito em triângulo Ver também • • • • Termístores LDR. Efeito Joule ELETELE http://www. com/ audio/ electronics/ color/ http:/ / sound. paralelo. php?aiocp_dp=guide_standard_resistors_table . jp/ japan/ se-inoue/ e_resistor.br/produtos_resistores. asp http:/ / www. edu/ ese/ rca/ calcjs. html http:/ / www. Estes são diferenciados pela forma da ligação entre eles.eletele. esta sempre resultará numa única resistência total. htm http:/ / www. sendo elas denominadas de série. seas. br/ sala12/ 12_T02. net/ public/ code/ cp_dpage.

videocassetes. Pacotes Um típico pacote de ressonador cerâmico tem ou duas ou três conexões.oscilent. telefones. Desenvolvimento com microcontroladores Atmel AVR (http:/ / www. Quando a voltagem é aplicada. A espessura do substrato da cerâmica determina a frequência de ressonância do dispositivo. tais como televisores. também podem controlar os sinais de clock de diversos aparelhos. lara. copiadoras. pdf) (em inglês). Séries AWSCR. sendo feito de cerâmica de piezoeletricidade para alta estabilidade. datasheet (http:/ / www. controles remotos e brinquedos. pdf) (em inglês). Vêm em variantes com superfície de montagem ou through-hole. Departamento de Engenharia Elétrica .com/catalog/Category/ ceramic_resonator.ENE. br/ ~gaborges/ recursos/ notas/ nt. com diferentes tipos de footprints. equipamentos de comunicação. Consiste em forma de tensão de um capacitor variável que age de forma parecida com um cristal de quartzo.[3] • Além de circuitos impressos. câmeras. Universidade de Brasília. Frequentemente substituem os cristais de quartzo com o intuito de diminuir o custo e tamanho. A oscilação ocorre através de dois primeiros pinos (conexões) e o terceiro pino (se presente) é conectado ao terra. microchip.[4] • Utilizado em IF stage de receptores super-heterodinos. abracon.htm) (em inglês) . com/ store/ pdf/ zttr. que tem funções como um ressonador mecânico. [1] [2] [3] [4] Séries ZTT. Página visitada em 27 de janeiro de 2010. Datasheet PIC12F675 (http:/ / ww1. ecsxtal. datasheet (http:/ / www. Ver também • Oscilador eletrônico • Oscilador de cristal Ligações externas • Especificações técnicas de um ressonador cerâmico (http://www. pdf) (em português). unb. com/ Resonators/ N_AWSCR-MT. avr.[1] [2] Aplicações • Pode ser utilizado em algumas placas de circuito para controlar o sinal de clock. aparelhos eletrônicos automotivos. que geralmente conduz o titanato de zircônio. o modo que o piezoelétrico vibra causa um sinal oscilatório.Ressonador cerâmico 289 Ressonador cerâmico Ressonador cerâmico é um componente eletrônico que quando combinado com outros apropriados. pode produzir oscilações numa frequência específica. sintetizadores de voz. Ressonador cerâmico de 4MHZ. pdf) (em inglês). com/ downloads/ en/ DeviceDoc/ 41190c.

O S-Video trabalha na resolução de 480i ou 576i. sendo ultrapassado pelos sistemas de vídeo componente mais complexos. greyscale) e a informação modulada da crominância (C. O indesejado efeito de dot crawl é eliminado. também conhecido como Y/C é um sinal de vídeo analógico que carrega dados de vídeo com dois sinais separados (brilho e cor). O sistema S-Vídeo é considerado às vezes como um tipo de sinal de "vídeo componente". O que diferencia o S-Video de sistemas de vídeo composto "mais elevados" é que o S-Vídeo carrega a informação da cor em apenas um sinal. . Devido à separação do vídeo em componentes de brilho (Luminância) e de cor (Crominância). Isto significa que as cores têm que ser codificadas de alguma forma tal como NTSC. e elimina também o problema de crosstalk com o sinal de cor ([Crominância]). devemos utilizar não somente o sistema S-Video compatível. comparação entre Vídeo Composto (a) e S-Video (b). Isto significa que o S-Vídeo consegue transmitir muito mais informação do vídeo original. evitando assim as perdas do sinal de vídeo. Visão geral Os sinais de luminância (Y. "vídeo separado" em inglês). No vídeo composto. PAL e SECAM.S-Video 290 S-Video S-Video (abreviatura de Separate Video. porém são sincronizados. Conector padrão S-Video de 4 pinos. para a informação do Luminância. Como o sistema S-Video separa em dois o sinal de vídeo. o sinal de Luminância é filtrado por um circuito passa-baixas (low-pass filter) para previnir o efeito chamado de crosstalk entre as altas frequências da informação da Luminância e a portadora do sinal de Crominância. e assim uma reprodução muito melhor da imagem quando comparada ao vídeo composto. embora seja inferior a eles em termos de qualidade. Isto aumenta a largura de banda sinal Y/C. para a compatibilidade plena entre os dispositivos usados. que carrega o sinal inteiro em um pacote. diferentemente do vídeo composto. como o RGB. o uso do filtro passa-baixa não é mais necessário. como também o mesmo sistema de codificação de cor (NTSC. colour) são transmitidos em pares separados. Assim. PAL e SECAM).

Portanto. videocassetes e vídeo-games. é necessário um conector de audio. funções dos pinos [1] (em inglês) Referências [1] http:/ / pinouts. onde a padronização é falha. levando a um significativo impacto na preferência de escolha por um sinal RGB de alta qualidade. A maioria do conectores utilizados na Europa em placas gráficas é do tipo S-Vídeo. html . ws/ s-video-pinout. Canadá e Japão. Ver também • • • • • Conector RCA Conector RF Dot crawl Vídeo componente mini-DIN Ligações externas • S-Video. interface encontrada em TVs. tocadores de DVD (DVD players). O cabo S-Video sofre uma queda de sinal quando transmitido por uma distancia maior que 5 metros. O S-Video não transmite sinal de audio.S-Video 291 Especificações Conector Número dos pinos (olhando para o socket): Atribuição dos pinos Pino Nome 1 2 4 3 GND GND C Y Função Terra (Y) Terra (C) Cor (crominância) Intensidade (luminância) Uso O S-Video é normalmente usado nos EUA.

Quando o SCR opera como elemento retificador seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista. o SCR recebe toda a tensão da presente na entrada sobre si (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo. que é usado para controle. por três terminais. ocasionando seu desligamento. Símbolo comum de um SCR. Composto. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. Quando não está em condução.SCR 292 SCR SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier . é através do qual se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo. formam um diodo bipolar.Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas. Ver também • • • • TRIAC Tiristor Soft-starter Regulador de tensão . e o terceiro terminal. denominado gatilho. depois de disparado o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção. denominados anodo (A) e catodo (K). geralmente. dois dos quais.

por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • A Selectron era uma forma primitiva de memória de computadores digitais desenvolvida por Jan A. e hoje permanece praticamente desconhecida.Selectron 293 Selectron Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. da television technology fame. Rajchman e seu grupo na Radio Corporation of America sob a direção de Vladimir Zworykin. A equipe nunca foi capaz de produzir uma forma comercialmente viável de Selectron antes que a memória de ferrite tornou-se quase universal. .

quando em plena produção. Os dois conjuntos das malhas de fios ortogonais eram normalmente "tendenciosos" para ligeiramente positivo. uma camada de material dielétrico de armazenamento no interior de quatro segmentos de uma envoltura em cilindro de metal chamada as placas de sinal. Tinha um catodo aquecido indiretamente no meio. Os bits eram armazenados como regiões discretas de carga na superfície lisa das placas de sinalização. positivo ou negativo. formando uma grade cilíndrica e. A escrita é realizada por selecionar um bit. que estava no meio do projeto da máquina IAS e estava procurando uma nova forma de memória de alta velocidade. todos. Projeto O Selectron original de 4096 bits tinha um tubo a vácuo de 10 polegadas de comprimento por 3 polegadas de diâmetro configurado como 1024 por 4 bits. e em seguida. Com um bit selecionado. com uma produção prevista de 200 até o final do ano. um axial. o custo e a falta de disponibilidade. permitindo que a corrente flua para o dielétrico em um único local. e eles ainda não estavam disponíveis em meados de 1948. como acima. Quando a tendência na grade fosse derrubada. Para se selecionar um bit para ser lido ou escrito. a placa de sinalização.Selectron 294 Desenvolvimento O desenvolvimento do Selectron começou em 1946 sob o comando de John von Neumann do Institute for Advanced Study[1] . Enquanto eles estavam mais confiáveis e mais rápidos que o tubo de Williams. os elétrons seriam puxados para (com um potencial positivo) ou empurrado de (potencial negativo) do dielétrico. O Selectron de 256 bits foi projetado para custar cerca de US$ 500 cada. os elétrons ficariam presos no dielétrico como um ponto de eletricidade estática. A RCA respondeu com a Selectron com uma capacidade de 4096 bits. enviar um pulso de potencial. Eles descobriram que o dispositivo era muito mais difícil de construir do que o esperado. um radial. a máquina IAS foi forçada a mudar para o tubo de Williams para o armazenamento e o cliente primário para o Selectron desapareceu. com exceção dos dois fios adjacentes a cada uma das duas grades são colocados com tendencia negativa. cercado por dois conjuntos distintos de Tubo Selectron de 4096-bits fios. significavam que eles eram usados em apenas um computador: o Johnniac. de modo que os elétrons a partir do catodo poderiam fluir através da rede e atingir o dielétrico. no início dos anos 1950. finalmente. Como o desenvolvimento se arrastou. re-projetar-lo para uma menor capacidade de 256 bits. . O fluxo contínuo de elétrons permitia a carga armazenada ser continuamente regenerada pela emissão secundária de elétrons.[2] Tanto o Selectron quanto o tubo de Williams foram substituídos no mercado pelas mais compactas e de baixo custo mémorias de ferrite. A RCA continuou a trabalhar sobre o conceito.

[1] Metropolis. J. Rota. N. Howlett.(Ed. p. 1980. ISBN 0-12-491650-3 seção cruzada de um Selectron [2] Greuenberger JF (1968) The History of the JOHNNIAC (http:/ / www.). os elétrons seriam empurradas para fora do dielétrico e lidos como um breve pulso de corrente na placa de sinalização. A History of Computing in the Twentieth Century: A collection of essays (em inglês). org/ pubs/ research_memoranda/ RM5654/ ) pp 25-27 . 465-469. Gian-Carlo(Ed.). rand. significava que o dielétrico não estava mantendo nenhuma carga.Selectron 295 Tubo Selectron de 256-bits Para ler a partir do dispositivo a localizaçãod e um bit é selecionada e um pulso enviado a partir do catodo.). Se o dielétrico para este bit contém uma carga. A ausência de pulso.(Ed.  New York: Academic Press.

org/mark1/moore. Seu emprego é importante na fabricação de componentes eletrônicos tais como diodos.google.U. Portanto a condutividade dos semicondutores à temperatura ambiente é causada pela excitação de uns poucos elétrons da banda de valência para a banda de condução.school/selectron. Para um semicondutor esta energia é em torno de 1 eV (elétron-volt).com) Semicondutor Semicondutores são sólidos cristalinos de condutividade elétrica intermediária entre condutores e isolantes.google. Tão importante que este buracos são tratados como partículas normais com carga positiva.Selectron 296 Patentes • Patente E. Em 1878 e 1879 David E. e nanocircuitos usados em nanotecnologia.html) • Mostra de equipamentos antigos: Memórias (http://www-db. transístores e outros de diversos graus de complexidade tecnológica. 2494670 (http://www. A quantidade de energia necessária para tirar um elétron da banda de valência e 'liberta-lo' na banda de condução é que determina se um sólido será um condutor. Portanto atualmente o elemento semicondutor é primordial na indústria eletrônica e confecção de seus componentes. para isolantes esta energia é dezenas de vezes maior.U. Introdução De uma maneira geral. Os buracos também chamados de lacunas que eles deixaram na banda de condução também dão contribuição importante. e- . Hughes iniciou pesquisas no efeito semicondutor. 2604606 (http://www.com/patents?vid=2494670) Cylindrical 4096-bit Selectron • Patente E.A. semicondutor ou isolante.computer50.htm) • História do Selectron da RCA (http://www.15 °C) seus elétrons preenchem todos os estados disponíveis na banda de energia mais alta. Os elementos semicondutores podem ser tratados quimicamente para transmitir e controlar uma corrente elétrica. Braun descobriu o efeito semicondutor em alguns sulfetos metálicos.stanford.com/patents?vid=2604606) Planar 256-bit Selectron Ligações externas • O Selectron (http://www. o diodo. a princípio como curiosidade. portanto não existe uma quantidade mínima de energia necessária para se 'libertar' seus elétrons. História Em 1874. Nos semicondutores a condutividade não é causada apenas pelos elétrons que conseguiram pular para a banda de condução.RCASelectron. isto é a banda de valência. semicondutores são sólidos nos quais à temperatura de 0 K (zero Kelvin)ou (-273. oposta à do elétron. microprocessadores. descobriu uma maneira de emitir ondas eletromagnéticas a partir de semicondutores. Em função de suas experiências acabou por inventar o detector eletromagnético por efeito semicondutivo.edu/pub/voy/museum/pictures/display/ 2-1.A. pois foi percebido ao acaso pelo cientista. Embora Hughes não conhecesse o trabalho de James Clerk Maxwell. Nos condutores existem sempre bandas de energia semi preenchidas. Os primeiros elementos estudados foram o sulfeto de chumbo e o sulfeto de ferro. Um facto conhecido na física do estado sólido é que a condutividade elétrica é devida somente aos elétrons em bandas parcialmente cheias.

apesar de na verdade ser um plano quântico. Se agora o processo for novamente repetido. desde que esteja escuro. devido à restrição de movimento ao plano do 'recheio' e ao tamanho da fatia. quanto menor o gap. Fios quânticos Os fios quânticos são formados da mesma maneira que os poços.Semicondutor 297 Poços. As propriedades eletrônicas dos elétrons nestas estruturas podem ser construídas e os dispositivos planejados como uma projeto de engenharia. não há o gap impedindo a corrente elétrica (O que explica o porquê da temperatura alta atrapalhar a passagem de corrente). Considerando que o gap é a energia necessária para a transição da banda de valência para a banda de condução. entretanto. removendo-se um pedaço do fio de prensado-o entre novas camadas de semicondutores. e qualquer carga elétrica colocada sobre sua superfície ali permanecerá por longos períodos. ou seja. quanto maior a temperatura maior será a energia térmica dos elétrons e com isso mais elétrons serão promovidos à banda de condução. Ele define quão condutor é um material. o que permite a livre passagem de elétrons (os chamados. A estrutura obtida desta forma é chamada de poço quântico. . possuem um gap grande quando comparados aos metais. Esta diferença nos gaps permite. criar-se corredores onde é possível prender os elétrons e restringir seus movimentos. através do uso de semicondutores diferentes. aumentando assim a condutividade do material. Já os semicondutores. O termo quântico é usado para descrever estes dispositivos porque a dimensão da largura de confinamento causa uma re-discretização dos níveis de energia criando bandas de energia artificiais e controláveis em laboratório. chamada de ponto quântico. isso é. podem ser bastante diferentes do semicondutor original. Se a placa for exposta à luz. Para isto é removida um fatia muito fina do 'sanduíche' (levando o 'pão' e recheio) e prensando-a novamente entre outros semicondutores de forma a confinar o movimento dos elétrons a apenas uma direção. As propriedades destes dispositivos são ainda objeto de estudo e provavelmente estes serão os componentes da eletrônica do futuro. a carga escapará para fora da placa quase que imediatamente. Os metais possuem sobreposição de suas bandas. Isto é feito através de sanduíches de semicondutores. Cada um dos tipos conhecidos de semicondutores possui um Gap caracteristico. As propriedades destes elétrons. Uma placa de selênio puro normalmente é um bom isolante. elétrons livre). Um semicondutor também conduzirá eletricidade quando luz de cor apropriada incidir nele. Um fatia muito fina (da ordem de algunas dezenas de angstrons) é prensada entre dois 'pães' de material semicondutor com Gap de energia maior que o suficiente para pular para a banda de condução dos 'pães'. E é neste controle fino dos novos níveis de energia que reside toda a importância destes dispositivos. portanto a condução nesses materias fica condicionada à energia de excitação dos elétrons. Portanto na direção perpendicular ao 'recheio' eles ainda estão confinados à banda de valência. mais fácil de promover um elétron de uma banda para a outra e com isso aumentar a condução desse material. o que temos no final é uma pequena caixa de elétrons. fios e pontos quânticos A principal diferença entre os condutores sólidos é o chamado gap de energia. A idéia do plano foi estendida para uma verdadeira geometria quântica com retas e pontos. Isto cria uma fio quântico.

Sua unidade. i = corrente que atravessa o solenóide. expresso em metro. µ= permeabilidade magnética do meio. no SI é N = número de espiras. O campo magnético dentro de um solenóide é aproximadamente a dois uniforme e vale: onde: B = intensidade do vetor campo magnético em um ponto.Semicondutor 298 Ver também • • • • • • Condutor Diodo Isolante LED Transistor Junção PN Solenoide Solenoide é a denominação para um condutor enrolado em forma de espiras. (no vácuo) Ver também • Corda magnética . l = comprimento do solenóide. Sua unidade é o Tesla (T).

A. Contudo. não importando a natureza da carga. Este tipo de ligação resulta em uma chave electrónica bidirecional que pode conduzir a corrente elétrica nos dois sentidos. O TRIAC de baixa potência é utilizado em várias aplicações como controles de potência para lâmpadas dimmers. como o valor da tensão final da metade do ciclo de uma corrente alternada. Isto torna o TRIAC um conveniente dispositivo de controle para circuitos de corrente alternada ou C. como motores elétricos. ou Triode for Alternating Current é um componente eletrônico equivalente a dois retificadores controlados de silício (SCR/tiristores) ligados em antiparalelo e com o terminal de disparo gate ligados juntos. Para circuitos de maior potência. Um TRIAC pode ser disparado tanto por uma corrente positiva quanto negativa aplicada no terminal de disparo (gate). o que permite controlar a percentagem do ciclo que estará alimentando a carga (também chamado de controle de fase). que permite acionar grandes potências com circuitos acionados por correntes da ordem de miliampere. Uma vez disparado. controles de velocidade para ventiladores entre outros. Ver também • • • • • • • DIAC FET LED SCR Transistor IGBT PUT . O TRIAC faz parte da família de tiristores. no final de cada semi-ciclo de alimentação elétrica. quando usado com cargas indutivas.TRIAC 299 TRIAC Um TRIAC. aplicando um pulso em um ponto pré-determinado do ciclo de corrente alternada. o que garante que cada SCR estará controlando um semi-ciclo independente. o dispositivo continua a conduzir até que a corrente elétrica caia abaixo do valor de corte. é necessário que se assegure que o TRIAC seja desligado corretamente. podemos utilizar dois SCRs ligados em antiparalelo. Também podemos controlar o início da condução do dispositivo.

porque possui terminais mais curtos ou nem mesmo os possui.Tecnologia de montagem superficial 300 Tecnologia de montagem superficial Tecnologia de montagem superficial (ou SMT. podendo ser contatos chatos. Na indústria. net/ q/ n1/ soldar/ soldar_d. novaeletronica. dimopel. Um componente SMT é geralmente menor do que seu equivalente through-hole. nos quais os componentes são posicionados através de terminais enfiados em buracos da placa de circuito (permitindo o aproveitamento de somente uma face da mesma). Os terminais também variam de formato. ou Surface Mounted Components) são montados diretamente sobre a superfície da placa de circuito impresso (PCB). permitindo o aproveitamento de ambas as faces. do nome em inglês) é um método de montagem de circuitos eletrônicos nos quais os componentes (SMC. htm . htm [2] http:/ / www. br/ Dicas/ Dica02. Ver também • Montagem through-hole • Placa de circuito impresso Ligações externas • HULTAZO. SMT .Conheça esta tecnologia [1] • Tecnologia SMD [2] Referências [1] http:/ / www. matrizes de bolas de solda (BGAs) ou terminadores no corpo do componente. Dispositivos eletrônicos produzidos desta forma são denominados dispositivos de montagem superficial ou SMDs. com. Daniel Roberto Garcia. Componentes de montagem superficial numa placa de circuito impresso de flash drive. tem substituído em ampla escala o método de montagem through-hole.

foi inicialmente estudada com a descoberta do efeito Édison. em eletrônica trata dos fenômenos relacionados com a emissão de elétrons devida ao calor. A termiônica. limitando a corrente eléctrica quando determinada temperatura é ultrapassada. o seu valor de resistência pode diminuir ou aumentar em maior ou menor grau em uma determinada faixa de temperatura. Assim alguns podem servir de protecção contra sobreaquecimento. pois podemos com o termístor obter uma variação de uma grandeza eléctrica função da temperatura a que este se encontra. Existem basicamente dois tipos de termístores: • NTC (do inglês Negative Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é negativo: a resistência diminui com o aumento da temperatura. Conforme a curva característica do termístor. que. é a medição de temperatura (em motores por exemplo).Termiônica 301 Termiônica Termiônica é um termo derivado do inglês thermionics. Termístor Termístor (ou termistor) são semicondutores sensíveis à temperatura. no sentido eletrônico. Termístor do tipo NTC . Outra aplicação corrente. no caso a nível industrial. • PTC (do inglês Positive Temperature Coefficient) termístores cujo coeficiente de variação de resistência com a temperatura é positivo: a resistência aumenta com o aumento da temperatura.

Como exemplo de tiristores. muitas vezes os termos tiristor e SCR são confundidos. mesmo na ausência do sinal no terminal de porta. geralmente em torno dos 30V. tendo em comum uma estrutura de no mínimo quatro camadas semicondutoras numa seqüência P-N-P-N (três junções semicondutoras). chamada comumente de Tensão de Ruptura. e quando utilizados em corrente contínua comportam-se como chaves. . O SCR é apenas um tipo de tiristor. Ao invés de usar um sinal de permanência continua na porta (como nos TBJs e MOSFETs) como sinal de controle. Os tiristores permitem por meio da adequada ativação do terminal de controle. A principal vantagem dos tiristores é o controle de grande quantidade de energia. o sinal de controle é um pulso de corrente. os tiristores são comutados ao ligamento pela aplicação de um pulso ao terminal de porta. Essa característica faz com que esses dispositivos sejam utilizados tanto no controle eletrônico de potência quanto na conversão de energia. A invenção do tiristor no fim dos anos 50 do século passado foi responsável por um grande surto de evolução tecnológica da eletrônica de potência. o tiristor SCR permanecerá por tempo indefinido neste estado enquanto o dispositivo estiver diretamente polarizado e a corrente de anodo se mantiver acima de um patamar mínimo. se a tensão entre seus dois terminais for mantida abaixo de uma tensão. também da classe dos tiristores e de junção PNN. também pelo terminal de controle. Símbolo esquemático de um tiristor No caso do tiristor SCR este se assemelha a um diodo pelo fato da corrente poder fluir pelo dispositivo em um único sentido. que normalmente pode ser de curta duração. o SCR comporta-se como um diodo normal. uma vez iniciada se mantém. que operam em regime de chaveamento. sendo que alguns tiristores (mas não todos) permitem também o chaveamento do estado de condução para estado de bloqueio. podemos citar o SCR e o TRIAC. até que a corrente que o atravessa caia abaixo de um determinado valor. Já os Diacs são dispositivos semicondutores de avalanche bidirecional. o chaveamento do estado de bloqueio para estado de condução. o Diac passa a conduzir corrente elétrica. Os SCR's são empregados em corrente alternada como retificadores controlados. Se esta tensão. apresentando um comportamento funcional biestável. em osciladores de relaxação. Os SCRs (Silicon Controlled Rectifier) são dispositivos semicondutores cuja condição de sentido direto é comandável através da aplicação de um pulso de corrente ao terminal de Porta (ou gate em inglês). A condução. Uma vez comutado para o estado de ligado. for ultrapassada. Os TRIAC's são dispositivos semicondutores comumente utilizados em comutação de corrente alternada. tiristores DB-GTO usam um pulso de tensão e os LASCRs um pulso de luz aplicado diretamente a junção do dispositivo por meio de fibra ótica. mas devido ao seu disseminado uso na indústria. entrando pelo terminal de anodo e saindo pelo terminal de catodo. que se estendeu pelos anos 60 e propiciou no anos 70 o início da implantação da eletrônica de potência em escala industrial. Os Diacs são geralmente utilizados como auxiliares de disparo em Triacs. Para os SCRs. Em sentido inverso. com uma brusca queda da impedância do mesmo. Possuem a propriedade de apresentarem muito alta impedância. em inglês Holding Current (IH). o qual denominamos de Corrente de Manutenção de Condução. ou gate em inglês).Tiristor 302 Tiristor O nome Tiristor engloba uma família de dispositivos semicondutores multicamadas. No entanto difere de um diodo porque mesmo quando o dispositivo está diretamente polarizado ele não consegue entrar em condução enquanto não ocorrer a ativação do seu terminal de controle (terminal denominado porta.

um dispositivo bidirectional contendo dois tiristores Veja também • Torre de tiristores Tomada Telebrás A Tomada Telebrás é o antigo padrão brasileiro para conexões telefônicas com plugue e soquete. . três dos quais estão no mesmo sentido e o quarto rotacionado em 90 graus para impossibilitar a inserção incorreta do plugue. Para as instalações antigas há adaptadores RJ-11/Telebrás. com 4cm x 4cm. com quatro pinos chatos.Tiristor 303 Tipos de tiristores • SCR • DB-GTO • TRIAC. Ele utiliza um grande plugue. A maior parte das novas instalações telefônicas utilizam o plugue RJ-11 em vez do padrão Telebrás. Uma plugue para tomada Telebrás com dois pinos de metal e dois pinos de plástico.

no qual o enrolamento secundário possui uma conexão elétrica com o enrolamento do primário. Transformador Um transformador é um dispositivo destinado a transmitir energia elétrica ou potência elétrica de um circuito a outro. já que essas correntes contribuem para o surgimento de perdas por aquecimento devido ao efeito Joule. correntes e ou de modificar os valores das Impedância elétrica de um circuito elétrico. reduz-se as perdas por efeito Joule nos condutores. de forma a elevar o valor da tensão e consequentemente reduzir o valor da corrente. Há uma variedade de transformadores com diferentes tipos de circuito. é comum se denominá-los como enrolamento primário e secundário. O transformador consiste de duas ou mais bobinas ou enrolamentos e um "caminho". Transformador Transformador trifásico Geralmente o núcleo de aço dos transformadores é laminado para reduzir a indução de correntes parasitas ou de corrente de Foucault no próprio núcleo. ou uma rede elétrica por meio da qual a energia elétrica pode passar de um ou mais sistemas de transmissão. O transformador é constituído de um núcleo de material ferromagnético. mas todos operam sobre o mesmo princípio de indução eletromagnética. Este procedimento é utilizado pois ao se reduzir os valores das correntes. Existe também um tipo de transformador denominado Autotransformador. a fim de produzir um caminho de baixa relutância para o fluxo gerado. Trata-se de um dispositivo de corrente alternada que opera baseado nos princípios eletromagnéticos da Lei de Faraday e da Lei de Lenz. Em geral se utiliza aço-silício com o intuito de se aumentar a resistividade e diminuir ainda mais essas correntes parasitas. Um exemplo de um transdutor elétrico são os transformadores de força ou de rede elétrica cuja entrada é composta por dois terminais e a saída também. . como aço. que "acopla" essas bobinas. ou circuito magnético. Transformadores de potência são destinados primariamente à transformação da tensão e das correntes operando com altos valores de potência. existem transformadores de três enrolamentos sendo que o terceiro é chamado de terciário. No caso dos transformadores de dois enrolamentos. transformando tensões.Transdutor elétrico 304 Transdutor elétrico Um transdutor elétrico pode ser considerado como um dispositivo elétrico. para um ou mais sistemas de transmissão simultaneamente.

alguns com núcleo ferromagnético. todas concatenam. ou “abraçam”. Convencionando-se de tensão e para como a espira acoplada à DDP do circuito (primário) tem-se: para um elevador de tensão um abaixador . são em geral de baixa potência. Os pontos mostram o início de cada enrolamento. o mesmo em ambas as bobinas. escrevem-se como: → ∞. um transformador ideal. Transformador em vazio Considerando. sendo o fluxo total. O símbolo mostra qual o enrolamento é maior (mais espiras) mas não necessariamente a relação entre eles. as f. e . 305 Simbologia Alguns símbolos comumente utilizados em diagramas elétricos e eletrônicos Transformador com um enrolamentos e núcleo de ferro. Transformador ideal Um transformador ideal é aquele em que o acoplamento entre suas bobinas é perfeito.e. e ainda aqueles com núcleo de ferrite. Transformador com três enrolamentos.Transformador Transformadores também podem ser utilizados para o casamento de impedâncias. admite-se que o transformador não possui perdas de qualquer natureza. seja nos enrolamentos. que protege contra acoplamento eletrostático entre os enrolamentos. Transformador abaixador (step-down) ou elevador (step-up). Transformador com blindagem eletrostática. Além disso. infinita. ditos transformadores com núcleo de ar. o que vale dizer que não há dispersão de fluxo. induzidas nessas bobinas (adotando a convenção e Dividindo-se por chega-se à relação de tensões entre primário e secundário: sendo a denominada relação de espiras ou relação de transformação.m. seja no núcleo. outros sem núcleo. e o circuito magnético é fechado.’s. no caso ideal. já que se desprezam . Isso implica assumir a hipótese de que a permeabilidade magnética do núcleo ferromagnético é alta ou. que consiste em modificar o valor da impedância vista pelo lado primário do transformador. Esta é a primeira propriedade do transformador que é a de transferir ou refletir as tensões de um lado para outro segundo uma constante a. Há outros tipos de transformadores. ou seja. os fluxos dispersos e o núcleo tem receptor). o mesmo fluxo.

pdf . asp http:/ / www.Transformador 306 Ver também • • • • • • • Autotransformador Transformador de corrente Capacitor Indutor Indutância Eletromagnetismo Lei da indução de Faraday Ligações externas • • • • Noções básicas sobre transformadores [1] Modelo de transformador 1 [2] Modelo de transformador 2 [3] Transformador desmontável para fins didáticos [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. feiradeciencias. O Ganho total do Darlington é produto do ganho dos transistores individuais. berkeley. br/ sala13/ 13_24. A tensão base-emissor também é maior. unicrom. br/ sala13/ 13_25. asp Transistor Darlington Na eletrônica. Esta configuração serve para que o dispositivo seja capaz de proporcionar um grande ganho de corrente (hFE ou parâmetro β do transistor) e.2V. requer menos espaço do que o dos transistores normais na mesma configuração. asp http:/ / www. mas não a ideia de por um número arbitrário de transistores. com/ tut_darlington. br/ sala13/ 13_42. consiste da soma das tensões base-emissor. com. com. e para transistores de silício é superior a 1. feiradeciencias. feiradeciencias. asp http:/ / www. eecs. feiradeciencias. apresenta uma maior defasagem em altas frequências. Um dispositivo típico tem um ganho de corrente de 1000 ou superior. edu/ ~hodges/ DarlingtonCircuit. A configuração (originalmente realizada com dois transistores separados) foi inventada pelo engenheiro Sidney Darlington do Bell Labs. br/ sala14/ 14_T01. Comparado a um transistor comum. com. A ideia de por dois ou três transistores em um mesmo chip foi patentada por ele. Ligações externas • O transistor Darlington [1] (em espanhol) • Circuito Darlington [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. o transistor Darlington é um dispositivo semicondutor que combina dois transístores bipolares no mesmo encapsulamento (as vezes chamado par Darlington). com. asp [2] http:/ / andros. o que originaria o conceito moderno de circuitos integrados. por estar todo integrado. por isso pode tornar-se facilmente instável.

br/ grad/ 01_1/ igtb/ Pagina_IGBT.[1] Corte em seção de um MOSFET tipo-n Ligações externas • Transistor datasheet [2] • O IGBT (Insulated Gate Bipolar Transistor) [3] Referências [1] Patentes (http:/ / www. Por sua vez. O FET pode ser dividido em duas categorias: JFETS e MOSFETS. Transistor de Efeito de Campo. • MOSFET tipo Depleção. com/ electricity/ inventions/ fet. patent-invent. htm . htm [3] http:/ / www. enquanto o nome MOSFET designa o transistor Metal Óxido Semicondutor. em chaves (operando fora da area linear) ou em controle de corrente sobre uma carga. funciona através do efeito de um campo elétrico na junção. que. História Os FETs foram inventados por Julius Edgar Lilienfeld em 1926 e por Oskar Heil em 1934. Este tipo de transitor tem muitas aplicações na área de amplificadores (operando na area linear). yahoo. como o próprio nome diz. FET de alta-potência canal-N Os termos depleção e intensificação definem o seu modo básico de operação. com. electro. os MOSFETS se dividem em duas categorias: • MOSFET tipo Intensificação. Em 1960 John Atalla desenvolveu o MOSFET baseado nas teorias de William Shockley sobre o efeito de campo.Transistor de efeito de campo 307 Transistor de efeito de campo FET é o acrônimo em inglês de Field Effect Transistor. html) [2] http:/ / geocities. gta. ufrj. br/ componenteseletronicos/ index.

isto é. portanto. também designados parâmetros de transcondutância. e que valeu o Prémio Nobel. Os transístores de efeito de campo (TEC) ou Field Effect Transistor (FET) em inglês. Tríodo Tríodos ou triodo. a grade é construída com fios em forma de grade para facilitar a passagem de corrente anódica. perpendicular à secção do cátodo. e funcionavam com tensões da ordem das centenas de volts. ao centro. por menor que seja a variação de tensão na grade. . Até hoje. depende da tensão aplicada à placa e da temperatura do cátodo. o modelo que melhor representa o seu funcionamento utiliza os denominados parâmetros h. corrente entre o cátodo e o ânodo ou placa. O transístor de junção bipolar foi o primeiro tipo de transistor a ser produzido. Função da grade de controle A função principal da grade ou grelha de controle é controlar a passagem de um fluxo de elétrons.Transistor de junção bipolar 308 Transistor de junção bipolar O transístor (ou transístor) de junção bipolar. Construção O triodo mecanicamente é um diodo termiônico com um elemento a mais. também designados parâmetros híbridos. Os TJBs são considerados quadripolos (sendo um ds seus terminais comum aos circuito de entrada e de saída) e dado as suas características de amplificação. conhecido como válvula eletrônica de três elementos inventado em 1908 por Lee de Forest. tinham muito baixo rendimento. produzirá uma variação muito grande na corrente de placa. permanece como o único prémio Nobel a ser atribuído a um dispositivo de engenharia. Os primeiros transístores foram produzidos com Germânio e passado algum tempo começou a ser utilizado o Silício. a dependência de tensão é entre grade-cátodo. amplificação. como o próprio nome já diz. Corrente anódica A corrente anódica num diodo.positiva (lacunas) e negativa (electrões). utilizam os parâmetros g. TJB. porém conforme sua polarização e proximidade do cátodo pode bloquear totalmente a passagem de corrente entre cátodo e placa. em inglês). (bipolar junction transistor. uma grade de controle. Recebe este nome porque o processo de condução é realizado por dois tipos de carga . acrescentada entre o cátodo e o ânodo cuja função principal é controlar a corrente da placa (ânodo). aos seus inventores. devido sua facilidade de polarização e durabilidade. no caso do triodo. é o dispositivo utilizado para a amplificação de sinais entre outras. é o tipo de transístor mais comum. O objectivo dos inventores. Válvula termiônica (Triodo). A construção da grade é de forma elíptica. foi substituir as válvulas termoiónicas que consumiam muita energia. BJT. isto é.

e é o ecrã usado em muitos monitores de PC e Televisores (cinescópios de deflexão eletromagnética) e Osciloscópios (cinescópios de deflexão eletrostática). nunca tente mexer nos mesmos a menos que tenha conhecimentos técnicos para tal.Tríodo 309 Controle O controle efetivo que exerce a grade sobre a corrente de placa. A primeira televisão era de madeira. Foi inventado por Karl Ferdinand Braun. que em português significa "tubo de raios catódicos". usado em televisões e monitores coloridos. Tubo de raios catódicos CRT é um acrónimo para a expressão inglesa cathode ray tube. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletrostática de um osciloscópio típico. o físico J. Face interna da tela. Placas defletoras horizontais e verticais 2. Estas tensões podem continuar acumuladas durante vários dias mesmo após o aparelho ter sido desligado da corrente eléctrica. Bobina de centralização do feixe 5. também conhecido como Cinescópio. Em 1950 a televisão se popularizou e em 2008 os CRT's já perdiam força porque no mercado continuavam se popularizando cada vez mais os LCD's e Telas de Plasma. 1: Canhões de elétrons e lentes eletrônicas de focalização 2: Bobinas defletoras (deflexão eletromagnética) 3: Anodo de alta tensão 4: Máscara de sombra 5: Detalhe da matriz de pontos coloridos RGB (vermelho. um cone metálico interno (Inercone) e uma bobina de deflexão. ou a correntes intermediárias entre estas duas situações. em 1897. 1. quando foi inventada a televisão. Thomson verificou a existência do elétron. Canhão de elétrons 3. pois as paredes de vidro do CRT formam um capacitor. Feixe de elétrons 4. Por isso. se deve à sua proximidade ao cátodo e à sua disposição em uma região de grande concentração de carga negativa. podendo levar o dispositivo ao corte. Aviso: Os CRTs de televisores trabalham com tensões muito altas.000 a 40. Processo de Fabricação Os principais elementos de um cinescópio são um painel de vidro (tela). Foi em um tubo de raios catódicos que. revestida de fósforo . um cone de vidro.000 Volts dependendo do seu tamanho. Diagrama em corte de um tubo de raios catódicos de deflexão eletromagnética. uma máscara de sombra. J. e à saturação. azul) História Os CRT's surgiram em 1924. um canhão eletrônico. na ordem dos 10. verde.

o vácuo é formado no interior do bulbo. linhas de grafite são colocadas entre as linhas de fósforos antes do processo Fowcoating em um processo similar chamado de processo Matrix. para proteger o tubo contra possíveis riscos de implosão. através de reações químicas. são fundidos no esmalte em alta temperatura. Neste momento o bulbo se torna um tubo. Na seqüência as outras duas cores (azul e vermelho) seguem no mesmo processo. o fósforo adere à tela como resultado de uma reação fotossensível. Nas áreas que foi exposta. Esta chapa é fixada em um anel metálico para dar rigidez o que é fixado a tela por molas. Miligramas ou mesmo gramas desses metais e terras raras podem ser encontrados nos catodos e nas grades de difusão ou máscaras. este alumínio conduz os elétrons e também reflete a luz emitida para trás (efeito espelho). A partir do forno o cone e a combinação tela/máscara. tal como paládio. para que se combine com possíveis átomos residuais de gases. o qual em seguida é fechado. incluindo o cone metálico que serve de blindagem magnética. Esta operação é chamada “matching”. Após várias medições e operações de acabamento. Processamento de Cone Em paralelo ao Processamento de Telas. O primeiro passo é um pré-tratamento da superfície seguido do recobrimento com uma suspensão de fósforo verde. uma bobina defletora é “casada” ao pescoço do cinescópio até o cone. Os raios de luz são emitidos de tal forma que as linhas de fósforo estejam no mesmo ponto que o feixe de elétrons colidirá. Um “getter” (elemento químico com alta capacidade de combinação com gases não inertes). seu resfriamento e conseqüente contração. Processamento de telas ou Flowcoating A camada fotossensível (camada de fósforo) é aplicada na parte interna da tela usando um processo fotoquímico. Matching No Processo de Matching. Processamento de Tubos O canhão eletrônico é inserido e selado no pescoço do cone. a defletora é ajustada para garantir uma distribuição uniforme e equalizada. lavada e passa por um processo de enegrecimento. formada por uma chapa de aço com cerca de 150 micros de espessura e com cerca de 350 mil furos é conformada em uma fôrma convexa em prensas. A defletora é então fixada na sua posição definitiva. Para os tubos que utilizam a tecnologia do matrix. platina e eventualmente ouro. por toda a tela. verde e azul. dependendo do modelo e fabricante podem possuir metais nobres e até valiosos. dos feixes eletrônicos vermelho. a parte interna do cone de vidro foi recoberta com uma camada de material condutivo. a máscara é inserida na tela e o conjunto é exposto a uma luz UV que reage na parte exposta pelos furos da máscara. algumas delas inclusive com pequeno potencial radioativo. A parte externa do cone do cinescópio é recoberta por uma camada condutiva e uma cinta metálica é colocada na borda do painel através de um processo que envolve o aquecimento da cinta. .Tubo de raios catódicos 310 Processamento de Máscara A máscara de sombra. é evaporado por meio de aquecimento com alta freqüência. Então a máscara é removida da tela e a área não exposta à luz é lavada. Descarte e Reciclagem Alguns cinescópios. a sua aplicação à borda do painel. Toda a região da tela é coberta posteriormente com uma camada de alumínio. além de terras raras. Depois de seca. montado em uma fase anterior do processo. Uma pasta de esmalte é aplicada à borda do cone que após o forno se funde com a tela.

dispositivos mais simples tecnologicamente mas submetidos a grande calor durante a operação. devem providenciar os meios para que a sociedade descarte esses aparelhos entre outros. apesar de não ser absolutamente certo isso .Tubo de raios catódicos Dependendo de estudos de viabilidade. podem conter maior quantidade desses componentes. Seria irresponsável dizer às pessoas que simplesmente os atirem ao lixo. (vide referências) conter diminutas quantidades de material radioativo pesado. . TROYER G. não se sabe exatamente se possuem ou não radioatividade inerente suficiente para causar danos. 311 Da Responsabilidade do Descarte e Reciclagem Assim. determinados conectores e soquetes utilizados em placas de circuito impresso. contatos de relés e etc. mas também é irresponsável dizer que leigos poderiam cuidar desse assunto – mesmo descartando-os em Ecopontos como os muitos mantidos pela prefeitura em grandes cidades de São Paulo. Apesar de encontrarem-se diversas dessas válvulas eletrônicas com informações relativas ao uso de terras raras radioativas nos catodos. porém nos recicladores o contato constante com esses materiais poderá ser mais um fator para que não sejam reciclados em ambientes não controlados. Surveys were made of recently manufactured television sets with similar results. ainda hoje no Brasil e em outros países. GRAY E. the use of naturally occurring . possivelmente cumulativas. Lembrando que. A. . para evitar graves contaminações. L. Existe um excelente estudo sobre o tema de descarte de cinescópios de televisores e monitores de computadores cujo sumário segue abaixo para quem desejar aprofundar-se no tema: Título: Radioactivity in cathode ray tubes Autoria: KIRNER Nancy P. JONES R. tal como o tório. tal como “camisas de lampião”. Similar surveys of computer monitors that were never in Contamination Areas confirmed that radioactivity was incorporated into the monitor. costumava ser utilizado nos catodos de alguns cinescópios. a extração desses metais pode compensar o custo de tratamento do descarte e da reciclagem. Existem ainda alguns tubos de altíssima luminosidade que podem. Já os televisores mais antigos. são banhadas em material radioativo para permitir às cerdas das mesmas atingirem altas temperaturas sem romperem-se facilmente .por estar entre os segredos de fabricação-. Aparelhos antigos. porém em diminutas quantidades. tornando o negócio de reciclagem no mínimo desaconselhável para leigos e no pior caso exigindo inclusive disposição especial em áreas especialmente preparadas para recebê-los. 100% of the computer monitors surveyed had levels of radioactivity that were significantly above background. para evitar transtornos a população. . contém com certeza algumas delas com catodos compostos com terras raras.o mesmo principio de tratamento por tório. The radioactivity was primarily on the front face of the cathode ray tube and was not amenable to decontamination. Resumo While surveying used computer equipment out of a zone posted as a Contamination Area. O que torna o assunto da reciclagem de componentes eletrônicos e válvulas termiônicas algo um tanto delicado e que exigiria sempre a presença de um técnico especializado para avaliar o impacto ao meio ambiente e para realizar o descarte seguro desses componentes. como já ocorre com os chips recobertos por filmes de ouro e entre outros. as empresas que os fabricaram e na ausência destas os governos e os órgãos relacionados as comissões de meio ambiente e nucleares. aqueles com válvulas termiônicas. Maiores detalhes sobre cada cinescópio ou válvula podem ser obtidos nos manuais dos fabricantes de tubos de raios catódicos e pela web afora. W. utilizado no endurecimento e aumento de resistência ao calor dos componentes do canhão eletrônico. . Since most surveys of cathode ray tubes in the literature were made while the units were energized and indicated low-energy x-rays. no meio ambiente. Gamma spectroscopy indicates that the radioactivity is due to naturally occurring radioactive materials. Hot spots were found also along the edges and seals of the cathode ray tube.

0030 312 VHSIC Um VHSIC é um tipo de circuito digital. Válvula de potência ainda fabricada. Hagerstown. ETATS-UNIS (1999) (Revue) Localização: INIST-CNRS. Válvula termiônica Válvula termiônica ou válvula eletrônica é um dispositivo eletrônico formado por um invólucro de vidro de alto vácuo chamada ampola contendo vários elementos metálicos.Tubo de raios catódicos radioactive materials in the manufacture of cathode ray tubes has not been widely recognized. Os termos VLSI (Very-Large-Scale Integration) e ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) são mais usados. MD. [Note(s): s20-s24] Editora/Publisher: Lippincott Williams and Wilkins. Título da publicação: "Operational radiation safety" Idioma: Inglês Fonte: 2004. 35400011931012. Cote INIST : 9288 S. and a method for releasing existing computer equipment having naturally occurring radioactive materials. A sigla deriva do nome em inglês. nofev. Very-High-Speed Integrated Circuit (circuito integrado de velocidade muito alta). . O termo foi cunhado pelo departamento de defesa estadunidense durante um projeto que levou ao desenvolvimento da linguagem VHDL. This paper presents the results of these surveys. the results of gamma spectroscopy.

Diôdos Diôdos termiônicos. Funcionamento O funcionamento do diodo termiônico é bem simples. o filamento. que consiste num invólucro metálico que veste ao cátodo e filamento. que. aumenta ou diminui o fluxo eletrônico do cátodo ao ânodo. acelerando desta forma os elétrons em direção ao ânodo. a grade de controle. A esta nuvem se dá o nome de nuvem eletrônica. Diôdo Termiônico. a intensidade de corrente será sempre a mesma. além de outras grades que podem formar as válvulas tríodos. cuja função é o aquecimento do cátodo para a emissão de elétrons. O diôdo é formado mecanicamente de um filamento. que é uma carga espacial negativa que rechaçará constantemente os elétrons para o cátodo e para trás à medida que são emitidos. Princípio do efeito Edison Qualquer que seja a polaridade na placa. Válvula termiônica para uso geral amplamente utilizada na década de sessenta. cuja função é aquecer ao cátodo. . ou ânodo. sempre haverá Efeito Édison. etc. sendo o polo positivo à placa e o polo negativo ao cátodo. emissor de elétrons. inicialmente construídos por Thomas Alva Edison antes da invenção da lâmpada incandescente. a este fenômeno se deu o nome de Efeito Édison. Válvula tríodo utilizada em 1906. ou placa. dependendo de sua polarização. a placa. não importando a oscilação da tensão. pêntodos. o cátodo. ao ligarmos uma bateria e um miliamperímetro em série. Este fenômeno é tão efetivo que nenhum dos elétrons atinge a placa. são válvulas eletrônicas de construção mais simplificada. qualquer que seja a tensão elétrica aplicada. diagrama simplificado. começará fluir uma corrente elétrica constante entre cátodo e placa (ânodo). para a placa estando negativa. pois os elétrons saltam para o espaço que rodeia ao cátodo formando uma nuvem em grande agitação. este sendo aquecido a determinada temperatura e a partir de uma certa tensão elétrica aplicada ao sistema. receptor de elétrons.Válvula termiônica 313 Constituição interna Os elementos metálicos internos são.

há uma infinidade de artesãos que os constroem sob encomenta e mesmo músicos com algum tino para eletrônica se arriscam a montar seus próprios 'amps'. possuem um grande e pesado transformador casador de impedância na saída. mas a partir da segunda metade da década de 90 vemos um renascimento no interesse por esses aparelhos. especialmente a guitarra elétrica. que possuem um som mais aveludado e macio. portanto o fluxo de corrente será baixo. mesmo com altas taxas de distorção. A placa ou ânodo deste tipo de dispositivo é fabricada com grafite ou metais sinterizados. estando a temperatura de cátodo constante. que também são conhecidos como high end. cujo núcleo de liga de ferro-silício acaba por tornar mais suaves os sons de alta frequência devido às perdas de potência devidas ao ciclo de histerese. Os amplificadores valvulados. Algumas válvulas de alta potência possuem em suas composições ligas que contém alguns tipos de materiais cerâmicos e metálicos. os elétrons de carga espacial são atraídos. todos os grandes fabricantes de amplificadores para guitarra elétrica têm modelos valvulados.Válvula termiônica 314 Polarização Ao polarizarmos tensão positiva à placa. Este tipo de válvula termiônica é utilizada em amplificadores de radiofreqüência e em transmissores de menos de um kilowatt até muitos kilowatt. como bisturís eletrônicos e equipamentos de diatermia para tratamento fisioterápico. Além da utilização em emissoras de radiodifusão e televisão algumas espécies de válvulas de potência ainda fabricadas são utilizadas em equipamentos de eletromedicina. Nunca se deixou de se empregar válvulas para uso em amplificadores para guitarras. Válvulas de potência Atualmente ainda são fabricadas válvulas de potência para radiofrequência. guardando semelhanças amplificadores do tipo MOSFET baseados em transístores. será atraído maior número de elétrons para a placa e quase não haverá retorno ao cátodo. tida como melhor que os transistorizados. Isto se deve para suportar altas temperaturas e altas dissipações térmicas. Haverá um momento neste aumento de tensão em que o diodo atingirá o ponto de saturação. contudo. O fascínio pelos valvulados sempre existiu. Esses aparelhos possuem uma excelente qualidade de reprodução sonora. um dos motivos para que o som valvulado pareça mais agradável nos ouvidos de audiófilos talvez possa ser explicado pelos princípios do som valvulado que consiste em um amplificador de tensão elétrica (o som transistorizado é um amplificador de corrente elétrica) e pelo fato da própria natureza da presença do transformador de casamento de impedância. Esses audiófilos frequentemente consideram o "som do transistor" como bastante artificial e áspero para a maioria das aplicações em intrumentos musicais. Uso de válvulas em amplificadores e modificadores para instrumentos musicais Desde a criação dos amplificadores transistorizados até os dias atuais existe um conjunto de audiófilos que consideram o som de amplificadores valvulados como superiores em qualidade sonora. O diodo termiônico só deixa passar a corrente elétrica num sentido. Uso de válvulas em alta fidelidade Atualmente se empregam válvulas para uso em aparelhos de som de alta fidelidade. Aumentando a tensão de placa. Estas válvulas são de construção moderna e aliam alta potência à robustez mecânica. Atualmente. onde todos os elétrons serão absorvidos. funcionando como retificador. A distorção harmônica introduzida por circuitos valvulados é de ordem quadrática. .

radioantigo. geocities. com/ site/ diyrbt6/ [14] http:/ / dailymotion. ampwares. htm [3] http:/ / www. electronica-pt. com. it/ video/ x3wrzo_fabrication-dune-lampe-triode . tubeamps.Comunidade de construtores amadores de amps a válvula (com projetos fáceis) [11] (em inglês) Como trabalham as válvulas [12] (em inglês) Amplficador valvulado para guitarra [13] (em inglês) Fabricação manual de uma válvula (Flash Video) [14] (em italiano) Referências [1] http:/ / www.Válvula termiônica 315 Ligações externas • • • • • • • • • • • • • • Válvulas termoiônicas I . htm [9] http:/ / www. vacuumtubes. com. com/ guitamp. alice. br/ invent~1. br/ site/ index. drtube. ax84. mspc. net/ How_Vacuum_Tubes_Work.Princípios básicos [1] (em português) Lendas e Crenças sobre o timbre vintage [2] (em português) A Válvula e seus inventores [3] (em português) Válvulas Eletrônicas [4] (em português) Amperesautomation [5] (em português) Electronica-pt [6] (em português) Relação de Válvulas e suas características [7] (em inglês) Datasheets de válvulas termiônicas [8] (em inglês) The Fender Amp Field Guide . htm [4] http:/ / www. php/ content/ view/ 175/ [7] http:/ / www. html [6] http:/ / www. valvulaseletronicas. google. com/ index. com/ vacuum_tube_py5aal/ index.Esquemas de amps valvulados para guitarra [10] (em inglês) AX84 . com. hpg. br/ valvulas. eng. com. tubedata. amperesautomation. com/ [12] http:/ / www.Esquemáticos de amplificadores valvulados Fender [9] (em inglês) Guitar Tube . shtml [2] http:/ / www. htm [13] http:/ / sites. info/ [8] http:/ / www. htm [5] http:/ / www. htm [11] http:/ / www. com/ ffg/ [10] http:/ / www. ig. br/ eletrn/ vterm_110. br/ lendas.

desconectando o circuito da fonte de alimentação. por exemplo. por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". tal como em filtros de linha. Os varicaps . sua resistência diminui. desvia uma sobretensão/ sobrecorrente do equipamento para a terra. Varistor Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função da tensão aplicada nos seus terminais. O VDR quando sujeito a uma tensão elevada comporta-se como um curto circuito. Quando reversamente polarizados. desarme. a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta.Varicap 316 Varicap Varicap. é um tipo de diodo que possui uma capacitância variável que é função da tensão à qual ele é submetido. Uma metal óxido varistor 385 volt . são construídos de forma a se utilizar desse efeito para conseguir uma capacitância controlada assim tendo uma capacitancia controlada pela tensão. impedindo que surtos de pequena duração cheguem ao circuito.os diodos apresentam em sua junção uma capacitância que é devida à presença de portadores de carga separados por uma camada isolante(formada pela recombinação dos Símbolo do Varicap portadores) ao submetermos este diodo a uma determinada tensão variamos a separação destes portares que funcionam assim como um capacitor de placas variáveis. quando existe uma descarga atmosférica ou industrial. Assim eles montados em paralelo ao circuito que se deseja proteger. acarretando mudança de capacitância internamente nestes diodos. Isto é. e no caso de picos de tensão de maior duração. protegendo o equipamento a jusante. Assim. diodo varicap. a alta corrente que circula pelo dispositivo faz com que o dispositivo de proteção (disjuntor ou fusível). Aparelhos de televisão possuem um seletor de canais automático que contém "diodos varicap's" com a função de sintonizar as freqüências dos canais recebidos em conseqüencia da variação de tensão em seus catodos (polarização reversa). Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos .

Um típico sistema com essas propriedades é 97%ZnO-1%Sb2O3-0. fizeram varístores cerâmicos multicomponentes com propriedades muito melhores que aquelas obtidas para sistemas binários. para utilização em altas tensões. Varistor de alta tensão Modelo A relação tensão-corrente de um varistor pode ser dada aproximadamente pela seguinte equação empírica: Curva da tensão vs. Em 1971. É exatamente esse o objetivo das pesquisas que estão sendo realizadas no CMDMC-LIEC. Mashkovich descobriram que o sistema binário ZnO-TiO2 possuía propriedades não ôhmicas. Dessa relação.Varistor 317 Histórico A primeira publicação sobre materiais varistores data de 1957. sendo essas porcentagens molares.S. S. maior será a sua sensibilidade a variação de tensão. A não linearidade nas características corrente-tensão para esse sistema foi de a=50. quando Kh.Ti)O2 e TiO2 para utilização em baixas tensões. a base de (Sn. uma ampla variedade de composições são utilizadas para a obtenção de varistores. que visam otimizar as propriedades dos varistores a base de SnO2. . I é a corrente que circula pelo componente. também mostraram que esses sistemas poderiam ser utilizados como varístores. Outros estudos em sistemas binários ZnO-Bi2O3 e ZnO-Al2O3 realizados por M. Atualmente.5%Cr2O3. mas varistores de dióxido de estanho (SnO2) e dióxido de titânio (TiO2) possuem um grande potencial tecnológico que ainda não foi utilizado. corrente de um varistor obtida experimentalmente. Os varistores comercialmente mais usados ainda são a base de óxido de zinco (ZnO).5%CoO-0. nota-se que quanto maior o valor de . onde V é a tensão aplicada nos terminais do varistor. para que esses dispositivos possam em um futuro bem próximo substituir os varistores a base de ZnO. D. Ivamov e colaboradores (1963) respectivamente. Matsuoka e colaboradores. Valee e M. C (resistência não-ôhmica) e (coeficiente de não-linearidade) são constantes características do componente. Kosman e colaboradores (1961) e S.5%MnO-0.

Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. tais como surtos na rede de alimentação. Isso resulta em queima do componente. é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). ou seja. os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente. Observações e cuidados na aplicação dos varistores Algumas pessoas acreditam que somente a presença dos varistores (MOV-). são utilizados fusíveis de proteção. podendo existir a possibilidade de início de fogo. Infelizmente os filtros de linha nacionais (brasileiros). mas em compensação usam varistores de pequeno tamanho. Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável.Varistor 318 Aplicações Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha. o varistor queima. Infelizmente. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade. por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo. 99% deles. já é suficiente para uma completa proteção contra os infortúnios do fornecimento de energia elétrica. dentro dos seus dispositivos de proteção contra surtos. que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede. . ou seja. um Varistor e outros tipos de supressores não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas durante um tempo acima do permitido. Mas bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que sentem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia que passa pelo mesmo. O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica. não possuem proteção térmica. normalmente medido em J joules. evitando que o filtro cause algum incêndio. A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica. os quais suportam maior nivel de energia passando por ele. já que o varistor tem um limite na transformação de energia elétrica em energia térmica (Efeito joule). Uma vez excedido esse limite. Filtros importados possuem tanto proteção térmica como varistores grandes.

transmissão e distribuição de energia elétrica. confiabilidade e continuidade no fornecimento. de modo que para atender os anseios desse ascendente mercado faz-se necessário um aumento nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novas técnicas. .Rede Básica Brasileira Os consumidores. Energia Elétrica O grande aumento de demanda por energia elétrica nas últimas décadas e o crescente número de interligações entre os sistemas elétricos existentes tornaram a operação e o controle destes uma tarefa extremamente complexa. O que exige técnicas e estudos cada vez mais precisos e refinados para construir. que resultaram em flexibilização e regulamentação dessas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). eles estão expostos a condições adversas e imprevisíveis que podem levar a situações de falha ou má operação. manter e operar esta máquina. vem crescendo a exigência para que as concessionárias busquem cada vez mais melhorar seus padrões de qualidade. indústrias e equipamentos eletro-eletrônicos também estão ficando cada dia mais exigentes e sensíveis. Qualidade. Sistemas Elétricos de Potência Hoje em dia os sistemas elétricos de potência representam as maiores e mais complexas máquinas já construídas pelo homem. Além disso.Sistemas elétricos de potência 319 Sistemas elétricos de potência Sistemas elétricos de potência (SEP) são grandes sistemas de energia que englobam a geração. Confiabilidade e Continuidade A partir da privatização das concessionárias de energia elétrica. órgão regulador do governo brasileiro. Sistema Elétrico de Potência . estudos e tecnologias visando melhorar o fornecimento de energia e suprir todas as expectativas.

Sistemas elétricos de potência

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Eficiência
Para atingir um ponto de eficiência, onde se consiga economizar nos investimentos, cada vez mais se têm buscado operar e expandir o sistema utilizando critérios de custos. Para a operação, o menor custo no presente é gerar toda a energia através de fontes hidráulicas, largamente mais baratas. Entretanto, essa operação para o longo prazo é custosa, pois pode levar ao deplecionamento dos reservatórios das usinas que os tenham e ocasionar racionamentos futuros. Assim, para a operação, o menor custo é um meio-termo onde gera-se parte nas hidroelétricas e parte em usinas térmicas, de forma a deixar uma sempre certa reserva de energia hidráulica para o futuro. Para o planejamento da transmissão, o menor custo ocorre quando é mínima a totalização dos custos dos investimentos necessários para atender o critério n-1 com os custos das perdas térmicas da rede elétrica. Para transmitir todo este montante de energia com a menor perda possível, faz-se o uso de elevadas tensões elétricas, até 765.000 volts, no Brasil. O uso de tensões elevadas pode ser explicado pela Lei de Ohm, onde temos que ao elevar a tensão elétrica V, para uma mesma resistência R, teremos uma menor corrente elétrica I. Como as perdas térmicas são dadas pela Perda Joule, que afrima que a perda é proporcional ao quadrado da corrente, conclui-se que reduzindo a corrente elétrica e aumentando a tensão obtemos uma significante redução nas perdas. No Brasil, mais de 96% do sistema de transmissão está ligado ao chamado Sistema Interligado Nacional, ficando de fora apenas partes isoladas da região norte. Dessa forma, é errado dizer que a energia elétrica consumida em São Paulo, por exemplo, vem da Usina Hidrelétrica de Itaipu; a energia pode ter sido produzida em qualquer parte do país, já que os sistema é interligado, tanto eletricamente quanto no que diz respeito aos contratos de compra e venda de energia. Assim, se fará necessário toda uma cadeia de geração, elevação de tensão, subestações, transmissão, redução de tensão e distribuição da energia elétrica. O que envolve uma enorme quantidade de equipamentos, como: • • • • • • • • Transformadores; Disjuntores; Pára-Raios; Chaves Seccionadoras; Relés; Isoladores; Estruturas de suporte e sustentação; Entre muitos outros.

Logo, os sistemas elétricos de potência são essenciais para garantir o melhor índice de eficiência na geração e consumo da energia elétrica, assim como garantir os padrões de qualidade, confiabilidade e continuidade.

Estudos
Os estudos desenvolvidos para os sistemas elétricos de potência envolvem muitas técnicas e análises, onde podemos destacar: • • • • • Análise de sistemas elétricos; Fluxo de potência; Qualidade da energia elétrica; Confiabilidade de sistemas; Estabilidade eletromecânica;

• Transitórios eletromagnéticos; • Geração de energia elétrica;

Sistemas elétricos de potência • • • • • • • • • • • • • • • Transmissão de energia elétrica; Distribuição de energia elétrica; Fontes renováveis de energia; Curto-circuito; Proteção; Transformadores; Máquinas: Motores, Geradores e Turbinas; Subestações; Coordenação de isolamento; Estimação de estados do sistema; Planejamento e expansão; Operação e manutenção; Geração distribuída e cogeração; Smart-grids e multi-microgrids; Entre diversos outros.

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Todos estes estudos fazem parte de um bom curso de engenharia elétrica com ênfase em eletrotécnica ou ênfase em sistemas elétricos de potência.

Ver também
• • • • • • • Engenharia Elétrica Engenharia eletrotécnica Aneel ONS Eletrobrás Ministério de Minas e Energia Pequena Central Hidrelétrica

Ligações externas
• ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica [1] • ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico [2] • EPE - Empresa de Pesquisa Energética [3]

Referências
[1] http:/ / www. aneel. gov. br/ [2] http:/ / www. ons. org. br/ [3] http:/ / www. epe. gov. br/

Engenharia eletrotécnica

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Engenharia eletrotécnica
A engenharia eletrotécnica ou eletrotecnia é o ramo da engenharia elétrica que estuda a produção, o processamento, a distribuição e o armazenamento de energia elétrica. Em Portugal, todos os engenheiros de eletricidade são, genericamente, designados "engenheiros eletrotécnicos", independentemente da sua especialização ser a eletrotecnia propriamente dita ou outros ramos da engenharia elétrica (eletrónica, computadores, telecomunicações, etc.) A eletrotecnia estuda o uso de circuitos que formam componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivo principal de gerar, transmitir, distribuir e armazenar energia elétrica.

Linhas de transmissão de energia elétrica

Então, as usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e solar - que geram energia -, as linhas de transmissão - que transmitem energia -, os transformadores, retificadores e inversores - que processam energia -, as baterias - que armazenam energia - e as instalações elétricas estão todos dentro da área de interesse da engenharia eletrotécnica. Por outro lado, no Brasil a eletrotécnica é uma divisão da engenharia elétrica e pode ainda ser dividida em três especializações principais: sistemas de energia, sistemas de potência e sistemas elétricos industriais. Em energia é estudada toda a forma de geração de energia elétrica, conversão e utilização, englobando as energias renováveis, tradicionais, mercados de energia, entre outros estudos. Já em sistemas de potência é estudada a energia elétrica desde as diversas formas de geração, transformação, transmissão, distribuição, proteção e seus estudos pertinentes. Nesta área os estudos concentram-se nas muito altas, altas e médias tensões. Por fim, em sistemas elétricos industriais aborda-se a aplicação final da energia elétrica, tanto na parte residencial, comercial, como também a industrial, principalmente esta última, com estudos de instalações elétricas, motores e diversas outras aplicações e estudos principalmente em baixa tensão.

Ver também
• • • • Engenharia Engenharia elétrica Sistemas elétricos de potência Pequena Central Hidrelétrica

Eletrotécnica

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Eletrotécnica
1. REDIRECIONAMENTO engenharia eletrotécnica

Condutor elétrico
Em termos diretos, entende-se por condutor eléctrico (corpo condutor) aquele que, estando carregado por uma determinada carga eléctrica, tem essa carga distribuída por toda a sua extensão. Metais são bons exemplos de corpos condutores. Em seus átomos, os Elétrons da região externa da eletrosfera mantêm uma ligação muito fraca com o núcleo. Assim sendo, em uma barra de metal, os Elétrons das camadas mais afastadas dos núcleos de seus átomos circulam livremente de um átomo para outro. Alguns átomos, especialmente aqueles que compõem os metais, possuem facilidade de perder um elétron da última órbita eletrônica. Esta é a explicação, da denominação dada aos seus elétrons: elétrons livres. Estes elétrons livres se desagarram das últimas órbitas eletrônicas e ficam transitando de átomo para átomo, sem direção definida. Os átomos que perdem elétrons os readiquirem com facilidade dos átomos vizinhos, para voltar a perdê-los depois. Devido à facilidade de fornecer elétrons livres, os metais são usados para fios de cabos e aparelhos elétricos.

Dínamo
Dínamo é um aparelho que gera corrente contínua convertendo energia mecânica em elétrica, através de indução eletromagnética. É constituído por um ímã e uma bobina. A energia mecânica (de um rio, por exemplo) faz girar um eixo ao qual se encontra o ímã, fazendo alternar os polos norte e sul na bobina e por indução geram uma energia elétrica. O contrário, ou seja, a bobina no eixo, também é possível. As polaridades são invertidas a cada 180 graus de rotação para que o dínamo gere uma corrente contínua, ao contrário dos alternadores, que transformam energia de movimento em energia elétrica alternada, ou seja, que possuem pausas, mas estas pausas são tão rapidas que nada se percebe.

Dínamo do francês Hippolyte Pixii (1836).

Dínamo do italiano Antonio Pacinotti (1860).

Dínamo do belga Zénobe Gramme (1871).

Eletrotecnia

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Eletrotecnia
1. REDIRECIONAMENTO Engenharia eletrotécnica

Engenharia eletromecânica
Eletromecânica é um ramo especialmente técnico, que foi criado a partir da necessidade de criar um profissional com especializações nas areas elétrica e em mecânica.

História
O conceito de eletromecânica surgiu na década de 1960 e chegou ao Brasil em meados da década de 1970, através do primeiro curso técnico em eletromecânica criado no Colégio Técnico da Rede Ferroviária Federal RFFSA. A princípio o curso destinava a formar profissionais aptos a efetuarem manutenção tanto na parte elétrica, quanto na parte mecânica das locomotivas da RFFSA. Após isso foram lançados diversos cursos técnicos em eletromecânica pelo país em escolas profissionalizantes das redes pública e privada. A ídeia principal era formar técnicos com formação em elétrotécnica e conhecimentos relevantes sobre mecânica industrial, este foi a base curricular do curso de eletromecânica até o final dos anos 1980. A partir dos anos 1990 o curso de eletromecânica foi perdendo força dentre os outros cursos técnicos. Com a evolução da eletrônica e o surgimento das modernas técnicas de automação, o curso de eletromecânica foi ficando para trás. O conceito de automação industrial foi rapidamente absorvido pelos cursos de eletrônica e informática, e com o advento dos cursos em mecatrônica e automação industrial, o conceito de eletromecânica ficou obsoleto. Ainda hoje existem diversos cursos de eletromecânica no Brasil em nivel técnico e superior. O curiculo foi alterado e o conceito não é mais o mesmo da década de 1980, atualmente o curso trabalha mais o lado da integração de sistemas eletromecânicos e manutenção industrial. No final da década de 1990 surgiu o curso de Tecnólogo em eletromecânica, que forma profissionais de nível superior para atuar na área. O Profissional O Técnico em Eletromecânica é um profissional de nível médio de categoria especializada,com objetivo de gerenciar projetos eletro-mecanicos gerando relatorios qualitativos para os setores eletricos e mecânicos, reduzindo assim o tempo de projeto, e possiveis desentendimento por parte dos dois setores . A habilitação técnica nesta área visa atender e sustentar tecnicamente o desenvolvimento dos diversos segmentos da nossa sociedade. Mas hoje em dia, é um curso ótimo para quem gosta de cálculos e de física!

Extensão telefônica

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Extensão telefônica
Extensão telefônica (ou Extensão telefónica) é uma prolongação de um cabo Registered Jack (Jack registrado) utilizado para conectar dois ou mais aparelhos em uma mesma linha.

Gerador
Gerador é um dispositivo utilizado para a conversão da energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. • Tipos de geradores que convertem energia mecânica em elétrica: • Gerador Síncrono • Gerador de indução ou Gerador Assíncrono • Gerador de Corrente contínua Motores elétricos desempenham a função inversa, ou seja, convertem energia elétrica em energia mecânica e construtivamente são semelhantes aos geradores, pois se baseiam no mesmo princípio de conversão. • Tipos de motores elétricos que convertem energia elétrica em energia mecânica: • Motor Síncrono • Motor de indução ou Motor Assíncrono • Motor de corrente contínua • Tipo de gerador que converte energia química em elétrica • Geradores de célula à combustível ou célula de combustível • Pilhas • Tipo de gerador que converte diretamente a energia luminosa do Sol em elétrica • Geradores fotovoltáicos O tipo mais comum de gerador elétrico, o dínamo (gerador de corrente contínua) de uma bicicleta, depende da indução eletromagnética para converter energia mecânica em energia elétrica, a lei básica de indução eletromagnética é baseada na Lei de Faraday de indução combinada com a Lei de Ampère que são matematicamente expressas pela 3º e 4º equações de Maxwell respectivamente. O dínamo funciona convertendo a energia mecânica contida na rotação do eixo do mesmo que faz com que a intensidade de um campo magnético produzido por um Ímã permanente que atravessa um conjunto de enrolamentos varie no tempo, o que pela Lei da indução de Faraday leva a indução de tensões nos terminais dos mesmos A energia mecânica (muitas vezes proveniente de uma turbina hidráulica, à gás ou a vapor) é utilizada para fazer girar o rotor, o qual induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos que ao serem conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas pelos enrolamentos e pela carga. No caso de um gerador que fornece uma corrente contínua, um interruptor mecânico ou anel comutador alterna o sentido da corrente de forma que a mesma permaneça unidirecional independente do sentido da posição da força eletromotriz induzida pelo campo. Os grandes geradores das usinas geradoras de energia elétrica fornecem corrente alternada e utilizam turbinas hidráulicas e Geradores Síncronos.
Turbina Francis da Voith (azul) acoplada a gerador Westinghouse de 117,6 kW (vermelho).

Gerador

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Há muitos outros tipos de geradores elétricos. Geradores eletrostáticos como a máquina de Wimshurst, e em uma escala maior, os geradores de van de Graaff, são principalmente utilizados em trabalhos especializados que exigem tensões muito altas, mas com uma baixa corrente e potências não muito elevadas. Isso se deve pelo fato de nesses tipos de gerador, a densidade volumétrica de energia não é pequena, ou seja, para que se tenha uma grande quantidade de energia sendo convertida é necessário um grande volume por parte da estrutura do gerador. O mesmo não ocorre nos geradores que operam baseados em princípios eletromagnéticos pois os mesmos permitem uma concentração volumétrica de energia bem maior.
A imagem mostra o topo de um Gerador Síncrono de usina hidrelétrica sob manutenção.

Um dos exemplos de aplicação é no fornecimento de energia para os aceleradores de partículas.

Ver também
• • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Gerador de Van de Graaff Turbina hidráulica Transformador Carga elétrica

Ligações externas
• Estudo visual de máquinas elétricas [1]

Referências
[1] http:/ / www. pea. usp. br/ ~epellini/

Máquina de corrente contínua

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Máquina de corrente contínua
Máquina de corrente contínua é uma máquina capaz de converter energia mecânica em energia elétrica (gerador) ou energia elétrica em mecânica (motor). A energia elétrica utilizada hoje em dia na distribuição e transporte da mesma é a corrente alternada, porém os motores de corrente contínua têm tradicionalmente grandes aplicações nas indústrias sendo que, são eles que permitem variação de velocidade como de uma esteira ou de um comboio por exemplo. Atualmente componentes eletrónicos de tensão alternada já são capazes de controlar a velocidade do motor assíncrono facilmente e pelo seu menor custo e recursos de aplicação estão substituindo os motores de corrente contínua na maior parte das aplicações.

Pequeno motor elétrico (demonstração)

Partes constituintes da máquina de corrente contínua
Rotor (armadura) Parte girante, montada sobre o eixo da máquina, construído de um material ferromagnético envolto em um enrolamento chamado de enrolamento de armadura e o anel comutador. Este enrolamento suporta uma alta corrente em comparação ao enrolamento de campo e é o circuito responsável por transportar a energia proveniente da fonte de energia. Anel Comutador Responsável por realizar a inversão adequada do sentido das correntes que circulam no enrolamento de armadura, constituído de um anel de material condutor, segmentado por um material isolante de forma a fechar o circuito entre cada uma das bobinas do enrolamento de armadura e as escovas no momento adequado. O anel é montado junto ao eixo da máquina e gira junto com a mesma. O movimento de rotação do eixo produz a comutação entre os circuitos dos enrolamentos. Estator (Campo ou excitação) Parte estática da máquina, montada em volta do rotor, de forma que o mesmo possa girar internamente. Também é constituído de material ferromagnético, envolto em um enrolamento de baixa potência chamado de enrolamento de campo que tem a função apenas de produzir um campo magnético fixo para interagir com o campo da armadura. Em algumas máquinas comercializadas no mercado é possível encontrar enrolamentos de compensação que tem como função compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura e enrolamentos de comutação que tem como função diminuir o faíscamento no anel comutador. Escovas Peças de carvão responsáveis por conduzir a energia para o circuito do rotor.

Máquina de corrente contínua

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Princípio de Funcionamento
Operando como gerador de corrente contínua
Quando se trata de um gerador, a energia mecânica é suprida pela aplicação de um torque e da rotação do eixo da máquina, uma fonte de energia mecânica pode ser ,por exemplo, uma turbina hidráulica, uma turbina eólica, etc. A fonte de energia mecânica tem o papel de produzir o movimento relativo entre os condutores elétricos dos enrolamentos de armadura e o campo magnético produzido pelo enrolamento de campo e desse modo, provocar uma variação temporal da intensidade do mesmo, e assim pela lei de Faraday induzir uma tensão entre os terminais do condutor. Desta forma, a energia mecânica fornecida ao eixo, é armazenada no campo magnético da máquina para ser transmitida para alimentar alguma carga conectada à máquina.

Operando como Motor de corrente contínua
No caso de motores, o funcionamento é inverso: energia elétrica é fornecida aos condutores do enrolamento da armadura pela aplicação de uma tensão elétrica em seus terminais pelo anel comutador(coletor), fazendo com que se circule uma corrente elétrica nesse enrolamento que produz um campo magnético no enrolamento da armadura. Como o corpo do estator é constituído de materiais ferromagnéticos, ao aplicarmos tensão nos terminais do enrolamento de campo da máquina temos uma intensificação do campos magnéticos no mesmo e, portanto, a produção de pólos magnéticos (Norte e Sul) espalhados por toda a extensão do estator. Pela atuação do anel comutador que tem como função alternar o sentido de circulação da corrente no enrolamento da armadura, quando aplicamos uma tensão no comutador, com a máquina parada, a tensão é transferida ao enrolamento da armadura fazendo com que se circule uma corrente pelo mesmo o que produz um campo magnético e outros pares de pólos no enrolamento da armadura. A orientação desse campo, ou seja, a posição do pólo norte e sul permanece fixa, simultaneamente temos uma tensão elétrica aplicada no enrolamento de campo no estator, assim, ao termos a interação entre os campos magnéticos da armadura no rotor e do campo no estator, os mesmos tentarão se alinhar, ou seja, o pólo norte de um dos campos tentará se aproximar do pólo sul do outro. Como o eixo da máquina pode girar, caso os campos da armadura e do estator não estejam alinhados, surgirá um binário de forças que produzirá um torque no eixo, fazendo o mesmo girar. Ao girar, o eixo gira o anel comutador que é montado sobre o eixo, e ao girar o anel comutador muda o sentido de aplicação da tensão, o que faz com que a corrente circule no sentido contrário, mudando o sentido do campo magnético produzido. Assim, ao girar o anel comutador muda a posição dos pólos magnéticos norte e sul do campo da armadura e como o campo produzido pelo enrolamento de campo no estator fica fixo, temos novamente a produção do binário de forças que mantém a mudança dos pólos e conseqüentemente o movimento do eixo da máquina.

Classificação das máquinas de corrente contínua segundo a maneira como se alimenta a máquina
Excitação independente ou separada Nesta configuração o circuito de excitação da máquina é alimentada por uma fonte adicional independente ou separada da fonte de corrente contínua que alimenta a armadura. Em geral o enrolamento de campo que produz a excitação é constituído de condutores que não suportam grandes correntes, pois a excitação em geral utiliza correntes baixas para produzir o campo magnético em comparação com as correntes que circulam no enrolamento de armadura. Excitação série

Máquina de corrente contínua O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em série com o circuito de armadura, sendo assim necessário apenas uma fonte para alimentar o circuito de campo e da armadura. Como neste caso a corrente que circula no enrolamento de campo que produz a excitação é a mesma corrente que circula no enrolamento da armadura, é necessário um enrolamento próprio para o circuito de excitação, capaz de suportar correntes relativamente altas da armadura. Excitação shunt ou em derivação O circuito do enrolamento de campo que produz a excitação está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura. Nesta configuração, é necessário apenas uma fonte de corrente contínua para alimentar o circuito de armadura e de campo, pois ambos os circuito estão em paralelo. Como o enrolamento de campo está em paralelo ou em derivação com o circuito de armadura, é possível utilizar o mesmo tipo de condutor do caso de excitação independente. Excitação Composta Com dois enrolamentos de excitação, um em série e outro em derivação, podendo existir o esquema de ligação longo ou curto e composto aditivo ou subtrativo. Neste esquema de ligação utiliza-se uma combinação da excitação série e shunt, de forma a aproveitar os benefícios de ambas as ligações. Em muitas aplicações o enrolamento série é utilizado para compensar o efeito desmagnetizante da reação de armadura.

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Ver também
• • • • • • • Motor C.C. sem escovas Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono

que tem como função apenas produzir um campo magnético para "excitar" a máquina de forma que seja possível a indução de tensões nos terminais dos enrolamentos do estator. O nome Síncrono se deve ao fato de esta máquina operar com uma velocidade de rotação constante sincronizada com a frequência da tensão eléctrica alternada aplicada aos terminais da mesma. Comparemos. montada em volta do rotor de forma que o mesmo possa girar no seu interior. um gerador de grande porte no qual circulam 18kV e 6556A no estator contra 350V e 1464A no rotor. esta máquina é capaz de converter energia mecânica em eléctrica quando operada como gerador e energia eléctrica em mecânica quando operada como motor.Máquina síncrona 330 Máquina síncrona Uma máquina síncrona é uma máquina elétrica cuja rotação é proporcional à frequência da rede à qual está conectado. além disso o rotor pode conter dois ou mais enrolamentos. Os Geradores Síncronos são utilizados na grande maioria das Centrais Hidroeléctricas e Termoeléctricas. que tem como função produzir um campo magnético constante assim como no caso do gerador de corrente contínua para interagir com o campo produzido pelo enrolamento do estator. . também constituído de um material ferromagnético envolto num conjunto de enrolamentos distribuídos ao longo da sua circunferência. ou seja. A tensão aplicada nesse enrolamento é contínua e a intensidade da corrente suportada por esse enrolamento é muito menor que o enrolamento do estator. entre o campo girante e o rotor é chamado de máquina síncrona (sincronismo entre campo do estator e rotor). Os enrolamentos do estator são alimentados por um sistema de tensões alternadas trifásicas. devido ao movimento igual de rotação. Estator (armadura) Parte fixa da máquina. Pelo estator circula toda a energia eléctrica gerada. Partes constituintes do Gerador Síncrono Rotor (campo) Parte girante da máquina. sempre em número par e todos conectados em série sendo que cada enrolamento será responsável pela produção de um dos pólos do eletroiman. constituído por um material ferromagnético envolto num enrolamento designado como enrolamento de campo. sendo que tanto a tensão quanto a corrente elétrica que circulam são bastante elevadas em relação ao campo(rotor). Gerador Síncrono Um dos tipos mais importantes de máquinas elétricas rotativas é o Gerador Síncrono. por exemplo.

a excitação do campo irá controlar a tensão elétrica gerada. a energia elétrica é fornecida à máquina pela aplicação de tensões alternadas trifásicas aos terminais dos enrolamentos do estator. Quando o gerador está a funcionar de forma isolada de um sistema elétrico (ou seja. Devido a esse movimento relativo entre o campo magnético dos pólos do rotor. Além disso. além disso os enrolamentos de campo do rotor são alimentados por uma fonte de tensão contínua. a velocidade angular do motor Síncrono estará sincronizada com a frequência da tensão alternada aplicada aos enrolamentos do estator. logo. Uma vez estando o gerador ligado à rede elétrica. esses campos magnéticos variantes no tempo também irão circular pelo estator. surgirá no rotor um binário de forças que gerarão um torque de forma que o rotor gire e mantenha os campos do enrolamento de campo do rotor e o campo girante do estator alinhados. a tensão aos seus terminais é ditada pela frequência de rotação e pelo número de polos: a frequência da tensão trifásica gerada depende directamente da velocidade da máquina. é necessário que o enrolamento de campo localizado no rotor da máquina seja alimentado por uma fonte de tensão contínua de forma que ao girar o campo magnético gerado pelos pólos do rotor tenham um movimento relativo aos condutores dos enrolamentos do estator. quando um dos pólos do campo magnético gerado pelo enrolamento de campo do rotor interagir com o campo girante resultante do estator. o rotor girará seguindo o sentido e velocidade do campo girante do estator. A corrente eléctrica utilizada para alimentar o campo (enrolamento do rotor) é denominada corrente de excitação. a energia mecânica é fornecida à máquina pela aplicação de um torque e pela rotação do eixo/veio da mesma. a fonte de energia mecânica pode ser. de forma que o campo magnético resultante irá rodar em torno da circunferência do estator com velocidade angular proporcional à frequência da tensão alternada aplicada nos enrolamentos. Devido à distribuição e disposição espacial do conjunto de enrolamentos do estator. Assim. tentará alinhar-se com o pólo de sinal oposto. está como uma ilha de potência). . e assim teremos pela lei de Faraday uma indução de tensões aos terminais dos enrolamentos do estator. Como as tensões aplicadas aos enrolamentos do estator são alternadas e trifásicas. a gás ou a vapor. devido a disposição espacial dos enrolamentos no estator. essa corrente produzirá campos magnéticos também alternados que variam no tempo. uma turbina hidráulica. circulará nos mesmos uma corrente alternada de mesma frequência que a tensão. Quando o gerador está conectado a um sistema/rede elétrica que possui diversos geradores interligados. Para que a máquina síncrona seja capaz de efectivamente converter a energia mecânica aplicada no seu eixo/veio.Máquina síncrona 331 Princípio de funcionamento Operação como Gerador Síncrono Ao operar como gerador. a intensidade do campo magnético que atravessa os enrolamentos do estator irá variar no tempo. Com o surgimento do torque. por exemplo. Operação como Motor Síncrono Ao operar como Motor síncrono. e como o pólo do campo girante do estator está a girar. a excitação do campo irá controlar a potência activa gerada. as tensões induzidas aos seus terminais serão alternadas sinusóidais trifásicas.

A carreira de oficial eletrotécnico só existe em alguns países e. Nos países de Língua Inglesa. nem existe formação específica para a desempenhar. oficial radioeletrônico (português brasileiro) ou oficial radioeletrónico (português europeu) é um oficial da secção de máquinas/seção de máquinas da marinha mercante. numa escola de formação náutica especializada. as funções inerentes a estes são desempenhadas pelos oficiais de máquinas. Alguns oficiais eletrotécnicos provêm da antiga carreira de oficial radiotécnico. cujos diplomados ficam habilitados a desempenhar a função de oficial radioeletrónico. atuando sob a direção e supervisão do chefe de máquinas. . pelos sistemas eletrónicos de navegação e por outros sistemas elétricos existentes a bordo de um navio. normalmente. Formação e carreira O acesso à carreira de oficial eletrotécnico implica uma formação em engenharia eletrotécnica. mesmo nos países onde existe. Funções Um oficial eletrotécnico é responsável pela manutenção dos equipamentos de produção e de distribuição de energia. No entanto. a Escola Náutica Infante D. No Brasil. responsável pela manutenção dos sistemas elétricos de um navio. normalmente um deles desempenha a função de chefe do serviço de eletrotecnia. só existem destes oficiais a bordo dos navios maiores. Nas marinhas mercantes onde a carreira não existe ou nos navios onde não embarcam oficiais eletrotécnicos. Os oficiais eletrotécnicos fazem parte da secção de máquinas dos navios. Nalguns navios. Existindo mais de um oficial eletrotécnico a bordo.Máquina síncrona 332 Ver também • • • • • • • Motor elétrico Motor de corrente alternada Sistema trifásico Equações de Maxwell Transformador Gerador de indução ou Gerador Assíncrono Gerador de Corrente contínua Oficial eletrotécnico Um oficial eletrotécnico. esta profissão não é uma das carreiras regulamentadas da Marinha Mercante Portuguesa. Em Portugal. este oficial é vulgarmente conhecido por "ETO" (sigla de electro-technical officer). a carreira de oficial eletrotécnico não existe. também pode ser designado "engenheiro eletrónico/eletrônico" ou "eletricista". normalmente. Henrique ministra o Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. pelos sistemas eletrónicos de controlo automático. diretamente subordinado ao chefe de máquinas.

org/ careers/ electro_officer.Oficial eletrotécnico 333 Referências • Curso Superior de Engenharia de Sistemas Eletrónicos Marítimos. Uma forte corrente circula entre o coletor e a fonte de alimentação. php Oscilador Hartley Oscilador Hartley é um tipo de oscilador LC. ligando à tomada central. pela bobina L1. em que a freqüência do sinal produzido é determinada por uma bobina e um capacitor. Ocean Opportunities [2] • Electro technical officer. Na figura. observando-se que a bobina possui uma tomada. temos a configuração básica deste oscilador. careersatsea. com/ studying/ electrotechnical/ electrotechnical. Henrique [1] • Electro-technical. ou seja. Careers at Sea [3] Ver também • • • • Secção de máquinas/seção de máquinas Engenharia eletrotécnica Oficial de máquinas Oficial radiotécnico Referências [1] http:/ / www. Funcionamento O resistor Rb. oceanopportunities. asp [3] http:/ / www. "joga" parte de um sinal obtida na saída para a entrada do circuito. O resultado é que esta corrente em L1 induz na outra metade da mesma bobina uma corrente que é aplicada novamente à base do transistor através do capacitor C1. faz a polarização da base do transistor e o capacitor C1 faz a realimentação. o resistor polariza a base do transistor próxima da saturação. O fucionamento deste oscilador é o seguite: quando ligamos o circuito. enautica. pt/ [2] http:/ / www. havendo então sua condução. ou seja. Escola Náutica Infante D. .

saída de gases de caldeiras. Ver também • silencioso hospitalar • silencioso industrial • silencioso para caldeira Silencioso em aplicação em grupo gerador Ligações externas • Fabricante de Silenciosos para Motos [1] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Veículos [2] (em português) • Fabricante de Silenciosos para Maquinas [3] (em português) Referências [1] http:/ / www. wiest. Na verdade. br/ [3] http:/ / www. roncar. gerador de energia. Os combustíveis mais comumente empregados em usinas termelétricas são o carvão e o petróleo. produzindo vapor com temperatura elevada e alta pressão. br/ [2] http:/ / www. Queimados. motores estacionários. com. onde é necessario a atenuação de ruído. com. aquecem a água contida em grandes caldeiras. br/ .Parque térmico 334 Parque térmico O parque térmico é constituído de usinas termelétricas (movimentadas pelo vapor produzido através da queima de combustível). Silencioso Silencioso é um termo geralmente aplicada a uma estrutura de exaustão. utilizado em diversos tipos de equipamentos veículos automotores. popularmente conhecida como escapamentos. inescap. com. dois terços das usinas geradoras existentes no mundo no início da década de 70 eram acionadas a vapor.

onde este não permite que as fagulhas e fuligem provenientes do motor não saiam pela tubulação de escape.motor. br/ port/ prod-hospitalar. Os silenciosos podem ou não são providos de dispositivo corta-fagulha. os principais acabamentos são. fabricados no Brasil com atenuação média de 35 db(A). Ver também • silenciosos • geradores • flanges Ligações externas • Dados de um Silencioso Hospitalar [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. galvanizado ou bruto. inescap. onde necessita de redução de ruído. com. podendo ou não conter revestimento interno em lã de vidro. pintado. Silencioso em aplicação em grupo gerador geralmente para facilitar a manutenção do mesmo são fixados nas tubulações flanges parafusadas. Os parâmetros métricos da instalação se baseiam especificamente na potência do gerador . este equipamento não altera a sua eficiência. htm . fabricado principalmente em materiais como Aço Carbono e Aço Inox.Silencioso hospitalar 335 Silencioso hospitalar Os silenciosos hospitalares são aplicados em grupo gerador de energia.

Efetivamente. Atenuadores geralmente são dispositivos eletricamente passivos. Enquanto um amplificador proporciona ganho. Atenuadores de potência de guitarras são usados como carga de dissipação de potência. enquanto permitem que uma pequena saída possa ser usada para medições ou mesmo. Apresentam certa semelhança com Termoelétricas devido usarem combustiveis não-renováveis. atenuadores ou adaptadores são usados para diminuir a amplitude do sinal (em valores conhecidos) para permitir medições. A divisão da amplitude da forma de onda entre as diferentes resistências da rede pode ser ajustável de forma discreta (alterando os valores dos resistores da rede) ou continuamente (ajustavéis usando potenciômetros). e melhorar o casamento de impedâncias.mas não utilizam o mesmo processo de geração de energia.são muito comuns na região amazônica.propriedade da Celpa. Atenuador Um atenuador é um dispositivo eletrônico que reduz a amplitude ou a potência de um sinal.Usina dieselétrica 336 Usina dieselétrica As Usinas Dieselétricas são unidades de geração de energia elétrica por meio de motores a diesel estácionários. Para freqüências mais elevadas. .também chamadas de U. Na medição de sinais.E. dissipar potência.sendo apenas por combustão. sem distorcer sensivelmente a sua forma de onda. outros propósitos. embora os dois trabalhem utilizando métodos diferentes. ou para proteger o dispositivo de medição de níveis de sinais que possam danificá-lo. um atenuador provê perda ou ganho inferior a 1. Um atenuador é o oposto de um amplificador. Atenuadores também são usados para 'casar' impedâncias.eletricidade). Usina Diselétrica de Novo Progresso.D.São em geral utilizadas em regiões onde não há interligação com alguma linha de transmissão. por apresentar um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). são utilizados redes de resistências precisas para obteção de casamentos de impedâncias e assim obter um baixo ROE (Relação de Ondas Estacionárias). Atenuadores fixos são utilizados para baixar a tensão.Diesel elétrica .originando o nome (Dies . construídos a partir de simples redes divisoras de tensão utilizando resistências.

Porém utiliza-se a técnica de controle remoto em diversos meios como. Philips. Adventura. TV/VCR. Alleron. Olympus. JBL. Toshiba Fujitsu. LG (Goldstar). Ward. Scott. canal rápido de 0 a 9. Gemini. Jerrold. Tandy. Archer. MTC. Universal. RCA. Craig. Samsung. TMK. Proton. mute. . Victor. Regal. Marantz. Funai. Multitech. Carver. canal anterior. Portland. Sanyo. NSC. Timer. Signature. sat. Curtis Mathes. como em controladores de volume em rádios AM e estabilizadores de amplitude em osciladores eletrônicos. Gradiente. VCR. Contec. Runco. vcr. NTC. Tatung. Movie Time. Kloss Novabeam. JCB. Radio Shack. Colour Voice. Quasar. E suas funções são. Citizen. Controlo remoto Controlo remoto. Capehart. Gibralter. Orion. Mitsubishi. telecomando ou ainda comando à distância é um aparelho utilizado para realizar uma operação remota a uma máquina. Matsushita. Nikko. Shogun. Comtronics. Audiovox. Electrobrand. Electrohome. GE. canal + e -. gravação. pois ele pode ser usado também em oficinas técnicas como muitos técnicos em eletrônica já adotaram. Hamlin. Cableview. Magnavox. Memorex. ABC. Sylvania. Jasco. Aiwa. Technics. Realistic. Hallmark. MGA. e alguns receptores via satélite. Simpson. Symphonic. Infinity. Emerson. Pilot. Sears. Davidson. play. Magnin. Teac. Garrard. OAK. Admiral. Contec/Cony. Sci. Futuretec. stop entre outros. Menu. General Instrument. Zenith.Controle automático de ganho 337 Controle automático de ganho O controle automático de ganho é uma técnica da eletrônica analógica e consiste em um laço de realimentação que atua sobre o ganho de um amplificador de forma manter a amplitude de saída do sinal dentro de uma faixa de valores ou. dvd. Crown. Atlanta. JC Penney. cable. TV a cabo. Majestic. Philco. Harvard. Algumas marcas que o controle funciona rca. Liga/Desliga. retrocesso. Motorola. Sansui. KTV. Panasonic. tv. HI-Q. NKS. O termo é mais utilizadado para referir o controle remoto de uma televisão. NAD. Mont. Celebrity. KLH. Aiko. AOC. Os aparelhos que podem ser controlados por este controles são. Fisher. Vector Research. O primeiro controle remoto para controlar uma televisão foi desenvolvido pela Zenith Radio Corporation no início da década de 1950 Controle Remoto Universal Este controle tem algumas funções muito interessantes e especiais que poderá facilitar muito seu dia a dia com o uso domestico ou até mesmo profissional. Totevision. Beaumark. Bell & Howell. enter. Optonica. Goldstar. avanço. Logik. Yamaha. em um valor constante pré-determinado. Daewoo. ainda. Broksonic. • • • • • • • Aeromodelismo Ar condicionado Automodelismo Automodelismo elétrico Nautimodelismo Portões elétrico Vídeo games Controle remoto de uma televisão. Sony. Onwa. Pulsar. volume + e +. Hitachi. Candle. Megatron. Konka. Midland. JVC. Harley. Envision. ProScan. Kenwood. LXI. Tocom. Viking. pause. Jensen. Belcor. Daytron. TV. JCL. DVD. Soundesign. GC Electronics. MEI. Wards. Akai. Optimus. Estes circuitos são utilizados em diversas áreas de aplicação. Sharp. Teknika. (controle remoto (português brasileiro) ou controlo remoto (português europeu) ). Pioneer.

pois os controles remotos até então só possuíam a opção de “canal para cima” e “canal para baixo” o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. Utilidade Vídeo game Consoles de videogames não tinha utilizado controles sem fios até recentemente. mantendo o transmissor infravermelho apontando para o console. que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. Um estudo recente diz que em uma casa de Um controle remoto moderno. da empresa Nintendo. . Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. E isso criou um problema muito grande. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos.Controlo remoto 338 O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. principalmente devido à dificuldade em jogar o jogo. o classe média existem pelo menos quatro controles remotos. Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos. Com essa facilidade da fabricação. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. Hoje em dia é impensável viver sem controles remotos sejam eles de TV ou qualquer outro aparelho eletrônico. demonstrando assim Apple Remote. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes. O primeiro controlador sem fios oficial foi feito para o console Nintendo Gamecube. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. a atual geração de vídeogames tem sido destacada pelos seus controladores sem fios. que acabaram se tornando padrão entre todos. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje. Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras.

toca-fitas.rádio. ou. Algumas subcategorias deste tipo de produtos são por exemplo os telefones. é necessário que o aparelho decodifique as músicas de pelo menos dois tipos mídia . calculadoras. Com a evolução eles ficaram mais potentes e com mais funções por exemplo o uso de pendriver Aparelhos que só decodificam um tipo de mídia são identificados pela mídia que usam . Modernamente foram substituídos pelos chamados workstations. equipamento de áudio. Mas os aparelhos mais modernos possuem muitos outros recursos. os servidores. Ver também • Produtos castanhos Microsystem Microsystem é o nome comercial de um aparelho eletro-eletrônico que reproduz áudio. gravadores de vídeo e relógios digitais. sistemas de médio alcance. CD player. que as reproduza em alto-falantes ou caixas de som próprios. que prestam serviços a outros sistemas computacionais.Electrónica de consumo 339 Electrónica de consumo Electrónica de consumo. Para ser considerado um microsystem. Minicomputador O minicomputador é um sistema computacional intermediário aos grandes mainframes (por exemplo o ENIAC) e os microcomputadores. etc. A electrónica de consumo encontra aplicações no entretenimento. como gravação ou cópia de mídias. em suas versões mais recentes. televisores. comunicação e na productividade no escritório. designa o equipamento electrónico para uso pessoal (em contraste com o uso industrial).por exemplo. A empresa pioneira na tecnologia dos minicomputadores foi a DEC (Digital Equipment Corporation). ondas de rádio + fita magnética -. e integração com o computador. ou "consummer electronics". . vendida em 1998 para a Compaq. e que seja portátil (por isso o prefixo "micro"). ou computadores pessoais.

shtml . a TV Uni-BH divide com a Puc TV e a TV UFMG o Canal Universitário de Belo Horizonte. disponível a todos os assinantes de TV a cabo da cidade. Curtagora (cinema). com. Holofote (cultura). TV Uni-BH No ar desde 1998. Conhecimento (debates). pelo canal 46 UHF. às 19h. uol. O número do canal é 7 e é afiliada da Rede Record. br/ portal/ ultimas_noticias/ 2010/ 07/ 30/ imprensa37209. que são remunerados por meio de bolsa parcial de estudos na instituição. Bastidores (variedades). Toda a programação é produzida por alunos de jornalismo do Uni-BH.[1] [1] http:/ / portalimprensa. TV dos Trabalhadores A TV dos Trabalhadores será uma emissora de televisão brasileira na Grande São Paulo. que vai entrar no ar em 13 de agosto. Atualmente conta com sete programas em sua grade: Expressão (entrevistas). Saúde (Saúde e Bem Estar). Transmite assuntos da região e do Maranhão.TV Nova Esperança 340 TV Nova Esperança A TV Nova Esperança é um canal transmitido localmente em Bacabal e também manda para região do Vale do Mearim. InterAção (esportes).

O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som. No Brasil. Um ano antes o governo dos Estados Unidos aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS. Minas Gerais. a CBS abandonou sua proposta em favor da nova. Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão com transistores. na cidade de Juiz de Fora. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935. na rede norte-americana NBC. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho . que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948. mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco. Televisão dos anos 50.o televisor . A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso com ecrã plano. inaugurado em 11 de maio de 1928. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird e Philo Taylor Farnsworth em 1927.distante e do latim visione . Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady. posteriormente. imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. . A televisão em cores surgiu em 1954.Televisão 341 Televisão Comunicação Televisão (do grego tele . Um modelo de televisão de 1958.que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . o que tornou possível a televisão eletrónica. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlântico em 1962. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres. e. Nova Iorque. mas estava disponível apenas em 22 salas públicas.visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível). História Em 1923 Vladimir Zworykin registra a patente do tubo iconoscópico para câmaras de televisão. Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal.

5 cm de espessura e telas que variam de 3. Novas tecnologias estão aparecendo. da LG .Televisão 342 Tipos de televisores A televisão em sua forma original e até hoje mais popular. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente. sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater.Conversor digital integrado na TV. Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. • Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas.) Modelo TV ECCO da Lumines. da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque. é uma extensão do rádio. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD. pois a ideia é ter um sistema portátil completo). músicas e fotos sem precisar de DVD Player. • Touch Interface.Televisores com entrada USB para filmes.) . • Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo. (Normalmente LCD ou plasma.5 polegadas e sintonizador de TV Digital. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção.5 a 65 polegadas. com tela de 3. da Philips .) • Bravia Engine. • USB In. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7. • Invisible Screen. da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada. • DTV BuiltIn. da SONY (Imagens mais realistas. da Samsung . Tendo início na década de 1920. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT). rádio. Neste sentido. envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF).) • Full HD 1080p (1920 x 1080 pixeis em imagens progressivas).) • Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição. principalmente em movimento. a televisão moderna se divide em três tendências distintas: • Aparelhos de televisões somente. LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida.Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas. algumas delas são: • LED TV. que são captadas por um receptor (o televisor). Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. a mais alta resolução disponível em TVs.

estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV. ISDB usando sinal digital • Sistemas de transmissão do som • NICAM.variações do Humorístico) Infantis Musicais . Televisores funcionando dentro de um ônibus municipal de Belo Horizonte. MTS • Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico.Televisão de Alta Definição (HDTV) -.Web TV -. PAL2. SECAM usando sinal analógico • DVB. as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00. • Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -. PAL. • TV a cabo • Há tanto o sistema analógico quanto o digital. a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria. Fora do horário nobre. ATSC. da CNN e da BBC que são vistas por diversos países. Gêneros televisivos • • • • • • • • • • • • • • • • • Programas de conversa (talk-shows) Telejornal Programas seriados Telenovelas Esportes Debates Documentários Desenhos animados Filmes Adulto Reality-shows Televendas Policiais Religiosos Humorísticos (inclui Pagadinhas/Videocassetadas . PAL-M.Pay-per-view -. Há muitas notícias. desporto (esportes). A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência.programação sob encomenda.Televisão 343 Teledifusão Há vários tipos de sistemas de teledifusão: • Televisão terrestre • NTSC. Nos Estados Unidos.

São Leopoldo. Francisco Rui: O fenómeno televisivo. 1996. com/ . museudatv. 2003 . Francisco Rui: Salazar. Presença. br/ [2] http:/ / www. Perennial 1978 Ver também • • • • • • • • • • • • • Televisão por assinatura Televisão aberta Assis Chateubriand SCART HDTV LCD CRT . Erik: Tube of Plenty: The Evolution of American Television. tvfixe. Unisinos.Tubo de Raios Catódicos TV a laser Animação Programas de televisão Anexo:Lista de fabricantes de televisores Emissoras de televisão Televisão por país • Televisão no Brasil • Televisão em Portugal Ligações externas • Museu da TV [1] • TV Online [2] Referências [1] http:/ / www. CÁDIMA. Pierre: Sobre a televisão. Caetano e a televisão portuguesa. 1995 .Televisão 344 Bibliografia • • • • • • • CÁDIMA. Oxford University Press 1992 BOURDIEU. Guy: A sociedade do espetáculo MANDER. Jerry: Four Arguments for the Elimination of Television. BARNOUW. Lisboa. KILPP. com. Círculo de Leitores. Lisboa. Suzana: Ethicidades televisivas. Jorge Zahar 1997 DEBORD.

podendo também. Outra aplicação é a assinatura de transação. e as transforma em som. . e possuem suporte para vários algoritmos de criptografia como o RSA. Como objeto de consumo de massas. que suportam também a função PKI (Public Key Infrastructure) ou Tokens Criptográficos. tendo sido substituído por outras mídias mais versáteis. tendo sido adaptado para comunicar-se com os PCs mais antigos. que geram e armazenam as chaves privadas e os certificados digitais. Um circuito eletrônico amplifica o sinal obtido e o aplica sobre um ou dois alto-falantes. que gera senhas a cada click do botão. Com a miniaturização e o barateamento. utilizados como um fator de segurança adicional em transações financeiras realizadas em canais remotos/Internet . Já existem dispositivos onde essa função tem a entrada de dados com captura óptica. o toca-fitas é considerado obsoleto. gera uma senha que serve somente para essa determinada transação . a cada 36 segundos). DES e 3DES. tais como Desafio/Resposta. o token. ou ainda baseado em evento (event based). nos sistemas de fita magnética. geralmente sem conexão física com o computador. onde é posta em contato com uma cabeça magnética. geralmente. mais duráveis e mais eficientes. com base nesses dados. Esses dispositivos são. chamadados de Tokens Híbridos. ser conectado à uma porta USB. Existe também a variante para smart cards e Celulares. Contudo. O toca-fitas foi desenvolvido com o intuito de processar informações analógicas. que capta as variações do campo magnético que fôra previamente impresso sobre a fita. o mesmo princípio ainda é bastante aplicado para backup de grande volume de dados. sendo essa senha válida até o momento da sua utilização. A fita magnética é inserida no compartimento apropriado. onde o usuário lê um desafio numérico gerado num site ou aplicação. e foi incorporado ao walkman. O modelo OTP (One Time Password). mas seu uso logo se estendeu ao mundo digital. o toca-fitas tornou-se um acessório comum em veículos automotores.Toca-fitas 345 Toca-fitas Toca-fitas (português brasileiro) ou Leitor de cassetes (português europeu) é o aparelho eletro-eletrônico que decodifica as informações armazenadas em fitas magnéticas. pode ser baseado em tempo (time based) gera senhas dinâmicas a cada fração de tempo previamente determinada (ex.essa função tem a finalidade de verificar a veracidade do site ou aplicação. onde o usuário digita os dados da transação (ex. que completam a transformação da informação em som. digita esse desafio no token e obtem uma resposta que deve ser digitada na página da internet ou aplicação . Existem variações de Tokens OTP. Ver também • Videocassete • Walkman • Microsystem • Cópia de segurança (Backup) Token (chave eletrônica) Token é um dispositivo eletrônico gerador de senhas. que são capazes de realizar as mesmas tarefas do token. Token OTP RSA Existem outras funções do Token OTP. dados de uma conta corrente e valor de uma transação de transferência de valores entre contas). em algumas versões.conhecidos como segundo fator de autenticação.essa função tem a finalidade de proteção contra ataques do tipo [man-in-the-middle]. não dependendo de tempo.

com. Funcionamento Uma trava elétrica consiste basicamente de um sistema eletro-mecânico agregado à porta e acionado eletronicamente por um dispositivo de controle remoto. ela trava e destrava o carro. como destravar o porta-malas. a carga da bateria determina o alcance do controle. hsw. com. Nos automóveis. uol. 346 Trava elétrica Trava elétrica (no Brasil) ou Fecho Centralizado (em Portugal) é um dispositivo que permite trancar ou destrancar uma porta a distância. Também hoje em dia é possível outras operações pelo controle remoto. As travas podem ser acopladas ao alarme do carro. htm . Ligações externas • Como funciona a trava elétrica dos carros? [1] • Como funcionam as travas elétricas [2] Referências [1] http:/ / mundoestranho. ou mesmo abrí-lo dependendo do modelo do automóvel. shtml [2] http:/ / carros. ela dispõe de um motor pequeno que movimentam várias engrenagens em seu interior assim. um dispositivo que identifica os códigos numéricos e os transforma em pulsos elétricos que abrem e fecham as portas. Normalmente ele tem um led que avisa quando é efetuada alguma operação. tornando mais prático ainda a armação do alarme e travamento do carro por um único só comando. br/ tecnologia/ pergunta_292518. as travas elétricas recebem um código do controle remoto que pode ter combinações infinitas de números que são captadas por uma centralina. Um controle remoto em forma de chaveiro. sem auxílio da chaves. através de programas espiões como os trojans. br/ travas-eletricas. O controle dispõe geralmente de uma bateria 12V que o alimenta. as portas são automaticamente travadas ou destravadas. eleva o nível de segurança e privacidade em caso de roubo de senhas. Instalação A instalação em automóveis deve ser feita com muito cuidado e por profissionais para não danificar a originalidade do veículo. Embora ainda raros. pode-se também usar travas elétricas em outros locais. como portas e portões residenciais. abril. Ao pressionar um botão da chave do veículo.Token (chave eletrônica) Esse tipo de dispositivo.

O 8912 foi de longe a versão mais popular. rebatizado de KC89C72. no caso de substituir um chip AY-3-8910. (em inglês)-ST SOUND. • YM2149: possuía a mesma pinagem do AY-3-8910. o pino 26 podia dividir o clock principal. Se deixado conectado.AY-3-8910 347 AY-3-8910 O AY-3-8910 é um circuito integrado gerador de sons que foi amplamente usado nos anos 80 em microcomputadores (MSX. Encapsulamentos menores reduziam o custo e economizavam espaço na placa-mãe. Hearing the AY-3-8910 chip [5] (em inglês)-AY-3-8910. de 8 bits. As portas estavam disponíveis nesta versão de 40 pinos. arquivo de música AY [6] (em inglês)-Some VHDL implementations of Arcade Machines in FPGA [7] (em inglês)-Documentação dos Amstrad CPC [8] incluindo AY Datasheets (em inglês)-The AY Riders. O AY-3-8910 Versões do chip O CI 8910 foi vendido em três encapsulamentos diferentes: • AY-3-8910: tinha duas portas paralelas de E/S de uso geral. • AY-3-8913: o mesmo chip num encapsulamento de 24 pinos. A pequena redução na pinagem feita em relação ao 8912 tornou esta versão menos interessante. Ligações externas • • • • • • • • • • • (em inglês)-AY-3-8910/AY-3-8912/AY-3-8913 Datasheet [1] (em inglês)-AY-3-8910/12/13 e YM2149 Programmable Sound Generator Datasheet [2] (em inglês)-AY-3-8914. Este circuito integrado foi fabricado pela empresa General Instruments (GI). Atualmente existe uma versão VHDL deste integrado. • AY-3-8912: o mesmo chip num encapsulamento de 28 pinos. AY-3-8912 e YM2149 Homepage (emulador do chip AY para Win32. com a porta paralela B desconectada. com a pequena diferença de que caso fosse arrancado. A e B. CCE MC-1000) e equipamentos de diversão eletrônica como video-games e pinballs. o clock principal não era dividido. com ambas as portas paralelas desconectadas. AY-3-8916 e AY-3-8917 [3] (em inglês)-AY Music e Audio [4] no Open Directory Project. usado em máquinas caça-níqueis. grupo que compôs músicas com o chip AY [9] (em inglês)-Descrição e código-fonte do encoder Viterbi que cria amostras de som com o AY [10] (em inglês)-Amostra de música num Philips VG-8020 demonstrando uma codificação Viterbi efetuada com o AY [11] .

semicondutor metal-óxido complementar. decodificadores. Devido a tais características. com/ index. A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. são alimentados por uma pequena bateria de lítio. circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras. org/ modules. com/ psgenc/ royksopp. co. em seu nome. php?op=modload& name=Downloads& file=index& req=visit& lid=736& dl=1 [11] http:/ / www. Ver também • Lógica NMOS . relógios digitais. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado. ionpool. de tal modo que um deles "complementa" o outro. php/ PSG [4] http:/ / dmoz. flip-flops. o MOSFET canal N e o MOSFET canal P. i. e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para este propósito. kylesblog. htm [3] http:/ / intelliwiki. é um tipo de sensor de imagem usado comumente em câmeras digitais feito na mesma tecnologia. uk/ parts/ ay3891x. Um sensor CMOS. levando ao uso equivocado do nome. e que tem sido utilizado como um alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD. com/ [8] http:/ / andercheran. html [6] http:/ / bulba. comparativamente com outras tecnologias como a TTL. es/ ~amstrad/ docs. microcontroladores. É um tipo de tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados onde se incluem elementos de lógica digital (portas lógicas. onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador. contadores. etc. msx.. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração. atarimagazines. htm [7] http:/ / www. net/ arcade/ gottlieb/ technical/ datasheets/ AY_3_8913_datasheet. org/ Computers/ Multimedia/ Music_and_Audio/ Audio_Formats/ AY/ [5] http:/ / www. pdf [2] http:/ / www. cz/ [10] http:/ / www. speccy. mp3 CMOS CMOS (pronuncia-se "Cê-Mós") é uma sigla para complementary metal-oxide-semiconductor. aiind.AY-3-8910 348 Referências [1] http:/ / www. net/ main_e. além do relógio e calendário. howell1964. No jargão dos computadores. freeserve.e. e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias. html [9] http:/ / ay-riders. microprocessadores. etc. bluemsx. vem do fato de que esta tecnologia utiliza os dois tipos de transistores MOSFET. O "complementary". memórias RAM. com/ v4n7/ stsound. upv. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS. untergrund. é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória. fpgaarcade.). em particular.

html [2] http:/ / pessoal. pdf [3] http:/ / www. pt/ jetc05/ JETC99/ pdf/ art_27. Ligações externas • (em inglês)-Como a Lógica Programável Funciona [1] • Estudo de FPGAs Schütz. de registro e E/S. as quais implementam as funções lógicas combinacionais. netrino. ipl. deetc. br/ fernando/ tcc.CPLD 349 CPLD Um CPLD (acrônimo de Complex Programmable Logic Device ou "Dispositivo Lógico Complexo Programável") é um dispositivo lógico programável com complexidade entre aquela de uma PAL e de uma FPGA. com 2500 portas. com/ Articles/ ProgrammableLogic/ index. isel. e arquitetura com característica de ambas. O bloco de construção de um CPLD é a macrocélula. pb. pdf . [2] Um CPLD Altera da série MAX 7000. por Fernando • Lógica Programável [3] por Hernâni Mergulhão. Referências [1] http:/ / www. cefetpr.

Representação de instruções [1].Ciclo de instrução 350 Ciclo de instrução Um ciclo de instrução (também chamado de ciclo de busca e execução ou ciclo busca-execução) é o período de tempo no qual um computador lê e processa uma instrução em linguagem de máquina da sua memória ou a seqüência de ações que a UCP realiza para executar cada instrução em código de máquina num programa. etc. Referências [1] http:/ / wwwusers. de saída. or lógico ou qualquer outra função que possa ser implementada num circuito combinacional. puc-rio. html Circuito aritmético Circuito aritmético é um tipo de circuitos combinacionais que executa operações de subtração. e Carry In. O ciclo de instrução Cada UCP de computador pode ter vários ciclos diferentes. São chamadas de ULA (unidade lógica aritmética) ou ALU do inglês. Quando somamos dois números binário começamos pela coluna menos significativa(que representa unidade entre centena. inclusive no "Vai-Um" (Carry Out. A expressão "ciclo de busca e execução" também é muito usada. dezena. and lógico. Visitado em 22 de janeiro de 2007. Ligações externas • MANO. PUC-Rio. Lê-se "UM" "ZERO" Meio Somador . rdc. baseados em diferentes conjuntos de instruções. de entrada). adição. Rui. br/ rmano/ ri2cinst. multiplicação.). Circuito Somador Adição Binária A adição binária(0 1) é igual à decimal (0 1 2 3 4 5 6 7 8 9). divisão. Deste ciclo emergem todas as funções do computador que são familiares para o usuário final. pois descreve em essência o modo como um computador funciona: a instrução deve ser buscada na memória principal e depois executada pela UCP.

Somador Completo Bloco Meio Somador O Somador completo ao contrário do Meio somador possui Carry In. Ele é utilizado para somar números de pelo menos 2 casas. Bloco Somador Completo Meio Subtrator O circuito subtrator é o circuito que executa a subtração binária. Isso é possível Cascateando um Meio-Somador com Somadores Completos. Circuito Subtrator Subtração Binária Na subtração procede-se da mesma maneira que na subtração decimal. É utilizado para subtrações de apenas dois bits ou inícios de cascateamento de circuitos subtratores completos. porém este tipo de circuito não possui o Carry In (apesar de ter Carry Out). . porém o "Vai-Um" é colocado no algarismo de baixo. de entrada.Circuito aritmético 351 Como começamos pela coluna menos significativa ele não tem o Carry In. Para isso usamos o Circuito Meio Somador.

potencialmente. pois serviam para simbolizar a contagem com os dedos.baixo . Entre os circuitos digitais estáticos podemos citar as portas lógicas: estas tem seus nomes do inglês: Porta AND (em português. significando dedo. Origem do nome A palavra digital deriva de dígito. a porta Not (não) e a porta Coincidência (NXOR = não OU exclusivo). etc. A introdução da tecnologia digital na radiodifusão é vista. ou.alto -. Os computadores. qualquer que seja o tipo de dados. com portas lógicas podemos criar Unidades lógico-aritméticas (ULA. a Porta XOR ("OU exclusivo"). são alguns exemplos de aparelhos que baseiam a totalidade.usado comumente como temporizador. "A TV digital pode quebrar todos paradigmas existentes na . ou parte. Por causa dessa característica. ou Disparador Schmitt (Schmitt Trigger) e o Multivibrador Astável usado comumente como divisor de frequência. é um sistema de base dez.e high . Ou seja. Digital não é sinônimo de eletrônico: por exemplo. Hoje em dia. Entre os circuítos digitais dinâmicos podemos citar os multivibradores: o Multivibrador Biestável. como. por especialistas como uma verdadeira revolução. "E"). os dedos foram os instrumentos mais simples e eficientes para contar pequenos valores. que é simbolizado por uma sequência finita de zeros e uns. porém. a Porta OR ("OU"). Leitores de DVD. Normalmente com os dedos só é possível contar valores inteiros. Muitos outros sistemas de numeração usam a base decimal. entre dois valores considerados aceitáveis existe uma quantidade finita de valores aceitáveis. o Relógio binario em placas de ensaio Multivibrador Monoestável. pois são dez os dedos das duas mãos dos seres humanos. do seu funcionamento em circuitos digitais. Podemos dividir os circuitos digitais em duas categorias básicas: os estáticos e os dinâmicos. o mais usado atualmente. Encadeando-se flip-flops constituem-se os contadores binários. Alison Schaida Desde que a humanidade desenvolveu o processo de contagem. comumente chamado Flip-flop. a palavra digital também é usada para se referir a qualquer objeto que trabalha com valores discretos. telemóveis. a Porta NOR ("não OU" ou "OU invertido"). a Porta NAND ("não E" ou "E invertido"). não se consegue desvincular a palavra "digital" do sistema informático e de tecnologias ligadas à computação. Esta representação é conseguida usando dois níveis discretos de Tensão elétrica. respectivamente). "transmissão digital". A partir destes circuitos são construídos praticamente todos os outros.Circuito digital 352 Circuito digital Circuitos digitais são circuitos eletrônicos que baseiam o seu funcionamento na lógica binária. o computador eletrônico pode ser chamado de digital porque trabalha com o sistema binário. Estes dois níveis são frequentemente representados por L e H (do inglês low . em inglês ALU). em que toda a informação é guardada e processada sob a forma de zero (0) e um (1). que irá criar um novo meio de comunicação. por exemplo. que por sua vez procede do latim digitus. O sistema de numeração indo-arábico.

Universidade Federal de Pelotas Referências [1] http:/ / www.inf.html [1] .br/ine5365/mixtcomb. 353 Lista de portas • • • • • • • E (AND) OU (OR) NÃO (NOT) NE (NAND) NOU (NOR) XOR XNOR Ver também • Sinal Digital • Processamento digital de sinais • Porta lógica • Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais Circuitos combinacionais é um circuito digital em que em um dado instante de tempo a saída depende única e exclusivamente das combinações da variaveis de entrada.ufpel. seu fluxograma é composto de situação.edu. Ver também • http://www. html [2] http:/ / minerva.Universidade Federal de Santa Catarina • http://minerva.pdf [2] . edu. br/ ine5365/ mixtcomb. ufsc.ufsc.Circuito digital comunicação". diz Gustavo Gindre. tabela da verdade expressão lógica e circuito. ufpel. coordenador geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (Indecs) e integrante do Coletivo Intervozes. pdf .br/~guntzel/isd/isd3. br/ ~guntzel/ isd/ isd3. inf.

é necessário a instalação de um resistor externo ("pull-up") entre a saída (coletor do transitor interno) e o VCC para que o circuito funcione. O emissor do transistor. puc-rio. Para funcionar nessa configuração. essa aparente Esquema simplificado de coletor aberto de um circuito integrado (CI) com resistor "pull-up". então essa configuração é chamada de "dreno aberto" e funciona de forma semelhante. por exemplo. com. Todavia. O emissor do transistor é conectado internamente ao pino terra (GND). rdc. Lógica Temporizada [3] em PUC-Rio. 21 de maio de 1998. desvantagem significa também que pode-se prescindir da tensão de +5V do VCC. [1] [2] . php?TermID=1078 [2] http:/ / www. Rui. Se a saída do circuito integrado utiliza tecnologia MOSFET. podendo também utilizar +12V. O coletor aberto é um dos muitos padrões de entrada/saída digitais em uso hoje em dia. Acessado em 14 de junho de 2008. br/ rmano/ comp0clk. html Coletor aberto Coletor aberto é um tipo de saída em muitos CIs. uma DDR SDRAM). o sinal de saída é aplicado à base de um transistor NPN interno. netpedia. é conectado internamente ao pino terra (GND). por sua vez. normalmente usando um duty cycle de 50%. ao invés de transistores NPN. e gerando uma onda quadrada. cujo coletor é exteriorizado (aberto) no pino do IC. • MANO. br/ MostraTermo. Acessado em 30 de julho Cristal e CI gerador de freqüência (clock) numa placa-mãe de computador. netpedia. o clock é um sinal usado para coordenar as ações de dois ou mais circuitos eletrônicos. na queda ou em ambos os momentos do sinal de clock (por exemplo. Em vez do circuito integrado emitir um sinal da saída específico de tensão ou corrente. Referências [1] http:/ / www. Ligações externas • Clock na NetPédia de 2007.Clock 354 Clock Em eletrônica e especialmente em circuitos digitais síncronos. . Circuitos que usam o sinal de clock para sincronização podem se tornar ativos no ápice. com. br/ [3] http:/ / wwwusers. Um sinal de clock oscila entre os estados alto e baixo.

Coletor aberto 355 Ver também • Dreno aberto Ligações externas • Características de Componentes Digitais [1] em UNICAMP. É utilizado para criar seqüências. dca. a entrada de clock para todos os flip-flops não é comum. pdf Contador assíncrono O contador assíncrono é um circuito digital que varia o estado de acordo com o sinal de entrada. Para ele contar de 0 até 9 precisamos jogar um clear quando o número for 10. br/ courses/ EA078/ 1s2004/ arquivos/ turma_ab/ cap2. Visitado em 25 de novembro de 2007. geradores de freqüência e conversão de analógico para digital. Neste tipo de circuito. fee. No código BCD 8421 é necessário ir de 0000 até 1001. O clock é colocado no primeiro flip-flop e depois a saída do primeiro é ligada na entrada clock do segundo. Ver também • Circuito digital . Referências [1] http:/ / www. Contador de década O contador de década precisa contar de 0 até 9. unicamp.

medição de frequência e tempo. de zero a nove (10 algarismos). São basicamente divididos em duas categorias: contadores assíncronos e síncronos. Q*3=1 e Q*1=1 a porta NAND só vai ter entradas 1. A saída "Q" de maior frequência é a saída menos significativa LSB (Less Significative Bit) e a saída "Q" de menor frequência é a saída mais significativa MSB (Most Significative Bit). Para que o contador conte somente de 0 a 9. Q4=1. Os principais tipos de contadores assíncronos são: • • • • • Contadores de Pulso Contadores de Década Contador Seqüencial de O a N Contadores Assíncronos Decrescentes Contadores Assíncronos Up-Down (crescente/decrescente) Contadores de pulso A principal característica de um contador de pulso é apresentar nas saídas.Contadores binários 356 Contadores binários Contadores binários são circuitos digitais que variam os seus estados. e resultará uma saída 0. a frequência dos pulsos na saída é igual a metade da frequência de entrada no bloco. utilizamos o contador de pulso. É um circuito divisor de frequência. . Q2=1. isso significa seguir uma seqüência do código BCD 8421 de 0000 a 1001. no 10º pulso. geração de palavras. Para construir esse circuito. ligamos as saídas "Q" dos flip-flops 4 e 2 e as saídas "Q*" (Q barra) dos flip-flops 3 e 1. enquanto para os demais blocos. em uma porta NAND. São utilizados principalmente para contagens. sairá uma frequência de 24 Hz que alimentará o próximo bloco e assim pôr diante. a saída do bloco anterior é que vai servir como clock. os quais possuem as entradas J e K iguais e sempre em nível alto (1). em números binários. o pulso de clock é aplicado apenas no primeiro bloco flip-flop. se no bloco entrar uma frequência de 48 Hz. Para que isso aconteça. divisão de frequências. Contadores de década É o circuito que efetua a contagem. Seu circuito básico apresenta um grupo de quatro blocos flip-flop JK mestre-escravo. já que para a combinação descrita. Contadores assíncronos Nesse tipo de contador. ou seja. ou seja. deve-se jogar um nível zero na entrada clear assim que surgir o caso (1010). Esse contador contará uma seqüência de 0 a 15. sob o comando de um clock. o código BCD 8421 em sequência. de acordo com uma sequência pré-determinada. interligando as entradas clear dos flip-flops. ativando os clears dos flip-flops. A saída dos blocos será se dará pelas saídas "Q".

Contadores binários 357 Contador seqüencial de O a N Neste contador. e teremos que ligar todas as saídas Q na porta NAND para o nível zero ativar o clear do flip-flops. tendo quatro blocos podemos contar no máximo de 0 a 15. sendo que esse será observado por um tempo mais curto. Contadores assíncronos decrescentes Como o próprio nome sugere. Funciona com o mesmo princípio do contador de década. Uma delas é ligando as saídas Q* (Q barra) no clock do próximo bloco e usando a saída Q para observar a contagem ou ligando a saída Q no clock do próximo bloco e usando a saída Q* (Q barra) para observar a contagem. tendo três blocos podemos contar no máximo de 0 a 7. Existem duas possibilidades para isso acontecer. Por exemplo. . esse contador irá contar de 15 até 0. a contagem será feita até 7. porém o nível zero a ser jogado no clear mudará. pois 7 em binário é 111. Tendo dois blocos podemos contar no máximo de 0 a 3. resultando em um tempo menor de observação para o número 7. a quantidade de blocos flip-flop depende da quantidade de bits do limite de contagem. se tivermos 3 flip-flops. e assim por diante.

Neste circuito temos um multiplex entre os blocos. que está ligado a um barramento de controle. que irá determinar se a contagem será crescente (o nível do barramento for 1) ou decrescente (nível do barramento for 0).Contadores binários 358 Contadores de pulso crescente/decrescente São também conhecidos como contadores UP/DOWN. .

O contador síncrono é o mais completo contador. dependendo do sinal de entrada. quanto mais bits conter o sinal de entrada(digital). deve-se efetuar uma conversão para essa última forma. deve-se então estudar o comportamento das entradas J e K dos vários flip-flops. "Sistemas Automáticos com Microcontroladores 8031/8051". Obs: Um sinal pode assumir infinitos valores de pico a pico. para ser processado por um bloco funcional analógico. Por isso.Neal S. melhor será o sinal convertido(analógico) pois haverá maior precisão. 2006. ele tem condições de gerar qualquer tipo de seqüência binária. Tal conversão é efetuada por um Conversor Analógico-Digital ("A/D converter" ou ADC). na maioria das vezes. Para que haja mudanças de estado. Carlos. capturar 1024 pontos do sinal).Contadores binários 359 Contadores síncronos Nesses contadores o clock entra em todos os flip-flops simultaneamente. depois de digitalizado. O sinal recebido. Por exemplo. o valor binário gerado será 511 ou 512.Ronald J. a digital. por exemplo. ou seja. . Para processar sinais analógicos usando circuitos digitais. será utilizado para atuar sobre o circuito analógico que gerou o sinal original ou até mesmo sobre outro circuito. Para isso. é processado e. preparado para um sinal de entrada analógica de tensão variável de 0V a 5V pode gerar números binários de 0 (0000000000) a 1023 (1111111111) (ou seja. deve ser previamente convertido (ou reconvertido) para a forma analógica equivalente. Se o sinal de entrada do suposto conversor A/D estiver em 2. Referências Bibliográficas SICA. é um gerador de palavras e consequentemente de códigos binários. por um microcontrolador ou por um microcomputador. Fontes • Sistemas Digitais . Editora Novatec. um conversor A/D de 10 bits. Estudo comparativo Sinais gerados por circuitos analógicos são muitas vezes processados por circuitos digitais. um sinal na forma digital. Um sistema que aceita uma palavra digital como entrada e traduz ou converte o valor recebido para uma voltagem ou corrente analógicas proporcionais à entrada é chamado de Conversor digital-analógico ("D/A converter" ou DAC). deve-se escrever a tabela verdade das entradas J e K dos flip-flops para que esses assumam os estados seguintes. Widmer Conversor analógico-digital Conversor A/D O conversor analógico-digital (frequentemente abreviado por conversor A/D) é um dispositivo eletrônico capaz de gerar uma representação digital de uma grandeza analógica. para que se tenha nas saídas as sequências desejadas. Neste caso. Tocci .5V.

obtendo assim. . teoricamente. por exemplo DDR SDRAM SRAM Próximas • T-RAM • Z-RAM • TTRAM Históricas • • • Delay line memory tubo Selectron tubo de Williams Memórias não voláteis • ROM • • • • PROM EPROM EEPROM • • Memória flash Próximas • FRAM • MRAM • CBRAM • PRAM • SONOS • RRAM • Racetrack memory • NRAM • Millipede Históricas • • • • • Memoria de tambor Memória de ferrite Plated wire memory Memória bolha Twistor memory • DDR SDRAM ou double-data-rate synchronous dynamic random access memory (memória de acesso aleatório dinâmica síncrona de dupla taxa de transferência ) é um tipo de circuito Memória DDR 1GB 400 MHz PC3200 de 184 pinos integrado de memória utilizado em computadores. derivada das muito conhecidas SDRAM e combinada com a técnica DDR.DDR SDRAM 360 DDR SDRAM Tipos de memória de computador Memórias voláteis • • • DRAM. que consiste em transferir dois dados por pulso de clock. o dobro de desempenho em relação a técnica tradicional de transferência de dados quando operando sob a mesma freqüência de clock.

o chamado overclock. o barramento de dados das memórias DDR em single channel é 64 bits). um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. porém não existe garantia de estabilidade. uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock. Nesse caso. pois o novo módulo acaba sendo subutilizado. Por exemplo. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de: [frequência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos] Assim. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade. com uma frequência de barramento de 100 MHz. por exemplo. teoricamente. Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez. Além da frequência. entre 16-20 %.600 MB/s (uma vez que.5 suportam melhor os overclocks. A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados. CL3. por exemplo. detalhes sobre a frequência. com . Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect). presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR. realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. Geralmente módulos CL2 e CL2. Desta maneira. Com isso. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória. Essas especificações indicam a frequência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado. CAS latency e outras especificações. responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo. tempos de acesso. A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2. o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. Há também a possibilidade de aumentar a frequência do clock para operar em taxas um pouco mais altas. variando de acordo com o aplicativo usado. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo. o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz. na prática.DDR SDRAM 361 A Era DDR A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória. surgiram os módulos CL2. nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266.5 pulsos estaria. além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões. As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM. essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória. já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes. podemos considerar também a taxa de latência CAS.5 que indicam um meio termo. O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. ou seja. que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente. Porém. apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente. já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na frequência. contudo. Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe. uma DDR-400 opera numa frequência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. porém você pode usar o módulo a uma frequência mais baixa. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a frequência do barramento externo. com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos. a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 1. ou seja. identificada por CL2. Os modelos são especificados de acordo com a frequência a qual o módulo opera. usar a frequência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes.

5 ns 6. facilitando a configuração. que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. transferindo 64 bits. e outra externa. Sendo ela Dual-Channel. transferem 128 bits. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores.200 MB/s. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo. Assim. ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits. a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes. que pode ser localizado facilmente no módulo. Porém. foi criado para os processadores duas freqüências. ou 16 bytes por vez. para acessar dispositivos externos. usada internamente para executar as instruções. realiza duas transferências por ciclo. 133 MHz clock real.400 MB/s. ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias.200 MHz clock anunciado.266 MHz clock anunciado. PC2700 ou DDR333 . Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia as mesmas freqüências de processadores.DDR SDRAM apenas 128 ou 256 bytes. 100 MHz clock real. tem taxa de transferência máxima de 3.400 MHz clock anunciado. Através dele. pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup. ou 8 bytes por vez. para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados. 362 Modelos alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 . Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. As frequências de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas. a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo. levando em conta que as QDR . 166 MHz clock real. que opera a um clock real de 200 MHz.67 ns 6 ns 5 ns [1] Clock real 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Dados por segundo 200 Milhões 266 Milhões 300 Milhões 333 Milhões 400 Milhões Nome do módulo PC-1600 PC-2100 PC-2400 PC-2700 PC-3200 Taxa de transferência 1600 MB/s 2100 MB/s 2400 MB/s 2700 MB/s 3200 MB/s Dual-Channel Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. principalmente a memória. 200 MHz clock real.333 MHz clock anunciado. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz. É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II. Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz. Mesmo assim. uma DDR-400. Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. PC2100 ou DDR266 . Essas memórias. DDR SDRAM DIMM tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). Porém. as memórias continuam com 400 MHz. uma interna. Nome padrão DDR-200 DDR-266 DDR-300 DDR-333 DDR-400 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz 150 MHz 166 MHz 200 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. PC3200 ou DDR400 . Dependendo da marca. os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6.

porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas. enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas.jedec.org/) • Microsoft Windows Memory Diagnostic (http://oca.asp) • JEDEC: Joint Electron Device Engineering Council (http://www.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito. 363 Frequência de memórias As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência. Capacidade As memórias do tipo DDR tem capacidade máxima de até 1 Gigabyte. códigos e. de preferência.tomshardware.com/mainboard/ 00q4/001030/) • Comparison of DDR RAM and RDRAM from Crucial (http://www. Obs.asp) . RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM. [1] 10 ns = 1/(100 MHz) Ver também • • • • DDR-II. a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória. possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo. por exemplo.com/library/ddr_vs_rdram.crucial.microsoft. sendo que mais é conseguido quando a placa mãe possua mais slot's e usar mais memórias de 1 GB. uma evolução ao padrão DDR DDR3 SDRAM SDR SDRAM Memória RAM Ligações externas • Tom's Hardware Guide: DDR-SDRAM Has Finally Arrived (http://www6.DDR SDRAM apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível. o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente. Tanto que memórias DDR 400.com/en/windiag.

Dual In-line Memory Module significa que os módulos fazem contatos pelos seus dois lados. e seus chips possuem clock real de 100Mhz.. Clocks (frequência) O clock real dos novos chips é a metade do clock real dos seus módulos. Visão Geral Formato e alimentação dos módulos Padrão DDR2 Número de vias 240 Tensão de alimentação 1. O número 2 simboliza o conjunto de melhorias do novo padrão.. Comentários DDR2 SO-DIMM 200 DDR SDR 184 168 Nota-se que o novo padrão não é compatível com o antigo DDR. quanto em posição dos chanfros e alimentação elétrica. que são formados por uma matriz de capacitores que precisam ser recarregados constamente.3V padrão para notebooks.DDR2 SDRAM 364 DDR2 SDRAM A DDR2 SDRAM ou DDR2 é uma evolução ao antigo padrão DDR SDRAM. o que faz aumentar o desempenho em comparação com a antiga tecnologia EDO em 25%. tanto em pinagem. Porém tanto memórias quanto chips possuem clock efetivo (nominal) de 400Mhz. O termo sincronia é utilizado para indicar que a memória e processador possuem clocks coincidentes. em contraste aos antigos módulos SIMM (Single In-line Memory Module).8V 2. conforme homologação da JEDEC. O termo dinâmica é uma referência à estrutura dos chips. Syncronous Dynamic Random Acess Memory significa que a memória possui acesso aleatório síncrono e dinâmico. Exemplificando: uma memória DDR2 400 possui clock real 200Mhz. diminuir o consumo elétrico e o aquecimento. DRAM DDR2 512MB Nome DDR2 SDRAM é o acrónimo de Double Data Rate 2 Syncronous Dynamic Random Acess Memory. Double Data Rate significa que o tráfego é de dois dados por pulso de clock. A nova tecnologia veio com a promessa de aumentar o desempenho. Veja tabela abaixo: .8V 1. aumentar a densidade e minimizar a interferência eletromagnética (ruído).5V 3. São esperados módulos de até 4GB de memória.

A subdivisão de chips é muito importante para a utilização de uma técnica chamada Bank Interleave.DDR2 SDRAM 365 Nome padrão DDR2-400 DDR2-533 Clock dos chips 100 MHz 133 MHz Ciclo de tempo 10 ns 7. minimizando assim a possibilidade de acesso a um banco que esteja em processo de recarga. as novas memórias XDR da Rambus prometem muita performance. um problema muito difícil de ser contornado. .1 ns 650 MHz 1300 Milhões 10400 MB/s Várias confusões se devem à leitura de notícias antigas e especulações anteriores ao seu lançamento. Porém os módulos continuam sendo DDR. em geral. hoje é possível construir memórias cada vez mais rápidas. Mecanismo de busca A DDR2 possui um pre-fetch de 4 bits. Encapsulament DDR2 usam o encapsulamento FBGA (Fine pitch Ball Grid Array). durante o processo de recarga a memória não pode ser acessada. os outros bancos são recarregados (as outras frações dos chips). o dobro da DDR clássica. nas quais a terminação resistiva se localizava na placa mãe. Ao utilizarmos esta técnica quando acessamos um banco (uma fração de chips). TSOP (Thin Small-Outline Package). Uma DDR e uma DDR2 possuem taxa de transmissão máxima e teórica de 3. derivado do BGA (Ball Grid Array). diferente do antigo padrão que possuía apenas 2 ou 4.75 ns 400 MHz 533 MHz 800 Milhões 1066 Milhões 6400 MB/s 8533 MB/s DDR2-1300 325 MHz 3. Por conta desta dicotomia entre clock dos chips e dos módulos. Como usamos memórias dinâmicas que precisam ser recarregadas constantemente.[1] Apesar disso. On-Die-Termination ( ODT . como o ODT. devendo somar a esta vantagem outros fatores. a DDR2 é apontada como o novo padrão para as futuras memórias RAM. sendo um dos principais argumentos de especialistas para aguardar a transição rápida para as DDR3.Terminação resistiva ) Ao contrário das DDR's clássicas. que não devem ser confundidos com outras definições de banco de memória). Esta é uma das características que permitem um desempenho maior desse modelo.2Gbps. enquanto as DDR's utilizam. o que fica bastante claro quando percebemos que as taxas de trasmissão máxima teórica se mantêm. nas DDR2 o ODT está presente no próprio módulo. por conservar o custo benefício das antigas memórias DDR. Contudo. Agora são 4 ou 8 bancos. os ciclos adicionais de clock trazem em contrapartida latências maiores. e ao fato de os chips enviarem aos buffers de saída da memória 4 dados à metade do clock real dos módulos. Bancos de memória Os novos chips possuem mais subdivisões internas (banks. Apesar dos benefícios.5 ns Clock real 200 MHz 266 MHz Dados por segundos 400 Milhões 533 Milhões Nome do módulo PC2-3200 PC2-4200 PC2-4300 PC2-5300 PC2-5400 PC2-6400 PC2-8500 PC2-8600 PC2-10400 Taxa de transferência 3200 MB/s 4266 MB/s DDR2-667 166 MHz 6 ns 333 MHz 667 Milhões 5333 MB/s DDR2-800 DDR2-1066 200 MHz 266 MHz 5 ns 3.. diminuindo assim a interferência eletromagnética.

. • Em 1979. A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). como por exemplo os órgão de tubos. Este tinha um ADC/DAC "on-chip".. infowester. permitindo a implementação de filtros digitais. Estes filtros são muito usados em telecomunicações. as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT). AMI lançou o S2811.DDR2 SDRAM 366 Ver também • • • • • • • DDR SDRAM DDR3 SDRAM SDRAM MHz Latência memória RAM XDR Referências [1] Memória DDR2 (http:/ / www. por exemplo. por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas. mas não tinha um multiplicador e também não fez sucesso no mercado. por exemplo. História Intel e AMI No final dos anos 1970 a Intel e a AMI apresentaram dispositivos para processar sinais. vídeo. O S2811 também não obteve successo no mercado. por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF. que sintetizam os sons de diversos instrumentos. MFC. o piano e o violão. dentro de um automóvel. php) Visitado em 14 de junho de 2008. Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados. isto é. Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente. Este foi projetado para ser um microprocessador periférico. etc). quer em tempo real quer em off-line. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído". com/ memddr2. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. incorporado ao mesmo chip do processador de sinais interno. com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. DSP DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio. etc. porém não obtiveram muito exito comercial: • Em 1978 a Intel lançou o 2920 como sendo um "analog signal processor" ("processador de sinais analógicos"). e tinha que ser iniciado pelo processador principal.

Para tanto existem instruções de repetição que precedem as instruções acima. no entanto pode ser usado em qualquer outra aplicação que requeira o processamento em tempo real. o TMS32010 apresentado em 1983. como controle e automação de dispositivos.. provou ser um grande successo e a TI é agora a líder do mercado de DSPs de uso geral. Ambos foram inspirados na pesquisa das telecomunicações (PSTN).DSP 367 Bell Labs • Em 1979 os laboratórios Bell (Bell Labs) apresentaram o primeiro chip para processar digitalmente sinais. Hoje em dia os quatro fabricantes mais importantes são a Texas Instruments. . por ser desnecessária a instrução de retorno (branch) para se permanecer no laço (loop). desde que um compilador adequado seja utilizado em conjunto. Motorola Outro grande projeto bem-sucedido foi o do Motorola 56000. tornando possível a execução destas usando-se muitas vezes apenas um ciclo de memória. Aplicações As aplicações mais usuais em que se empregam DSP são o processamento de áudio e vídeo. não sendo mais líder no mercado. Os DSPs têm arquitetura Harvard e alguns podem operar com números de ponto flutuante. Pode-se também utilizar as ferramentas como Matlab/Simulink e LabView para a criação de diagramas de blocos e criação de projetos em DSP. multiplicação e transferência de memória consecutivos. Atualmente largamente utilizando-se o DSP EP2S60. Texas Instruments O primeiro DSP produzido pela Texas Instruments (TI). a Motorola e a Altera Devices. O desenvolvimento da ferramenta RTDX (Real Time Data Exchange) foi uma grande inovação da TI para a aplicação em tempo real de DSPs. Programação Um DSP pode ser programado tanto em assembly como em outras linguagens de baixo nível. o microprocessador Mac 4. a Analog Devices. AT&T e NEC Em 1980 os primeiros DSPs completos e funcionando de per si—o NEC µPD7720 e o AT&T DSP1—foram apresentados na IEEE International Solid-State Circuits Conference. Cada família de DSP tem sua própria linguagem de montagem e suas próprias ferramentas de desenvolvimento fornecidas pelo fabricante. mas esta não obteve sucesso com os dispositivos que se seguiram. Arquitetura Os DSPs são projetados levando-se em consideração que as operações mais habituais do processamento digital são as de adição. Altera Devices Grande fabricante de DSPs.

DSP 368 Fabricantes • Analog Devices • Texas Instruments • • • • • • • • • • • • • TMS320C2x (Descontinuado) TMS320C24x TMS320C28x TMS320C3x (Descontinuado) TMS320C33 TMS320C4x (Descontinuado) TMS320C5000 (Descontinuado) TMS320C54x TMS320C55x TMS320C62x TMS320C64x TMS320DM64x TMS320C67x • Motorola • 56000 • • • • • • • • • Hewlet Packard Cirrus Creative Forte Media Philips Yamaha Airelog Device ATT SGS-Thomson Ver também • • • • • • • • • • Processamento de sinal Filtro digital FPGA DSP Matlab Harry Nyquist Fourier Filtro FIR IIR DSP .Processador Digital de Sinal [1] .

Exemplo: Um decodificador 2 para 4 . Tal saída é denominada "saída ativa em baixo". Em eletrônica digital. A decodificação é necessária em aplicações como multiplexação de dados. suas saídas assumem um único código de saída "desabilitado". O circuito decodificador do exemplo seria uma porta AND pois a saída de uma porta AND é "alta" (1) apenas quando todas as entradas são "altas". Um decodificador um pouco mais complexo seria o decodificador binário do tipo n para 2n. Se em vez de uma porta AND. As entradas devem estar habilitadas para o funcionamento do decodificador. que converte as entradas codificadas em saídas codificadas. que foi codificada. onde os códigos de entrada e saída são diferentes. br/ ~rastuto Decodificador Um decodificador é um dispositivo que faz o inverso do codificador. O mesmo método utilizado para codificar é geralmente apenas revertido para fazer a decodificação. assim a informação original. um decodificador pode ter a forma de um circuito lógico de múltiplas entradas e múltiplas saídas. pode ser recuperada.DSP 369 Referências [1] http:/ / www. display de 7 segmentos e decodificação de endereços de memória. Por exemplo. uma porta NAND fosse conectada. a saída seria "baixa" (0) apenas quando todas as entradas fossem "altas". desfazendo a codificação. em decodificadores BCD n para 2n. caso contrário. Tal saída é denominada como "saída ativa em alto". cbpf.

Quando os endereços para um dispositivo em particular aparecem no barramento de endereços. 24 ) linhas de seleção de saída. Este decodificador de endereços possui quatro endereços de entrada e 16 (isto é. Vários membros da série 7400 de CIs são decodificadores de endereços.Decodificador de endereços 370 Decodificador de endereços Em eletrônica digital. pode ser incorporado em cada dispositivo em um barramento de endereços. Um decodificador de endereços também é denominada de "demultiplexador" ou "demux. Eles estão representados em todas as famílias de circuitos integrados e em todas as bibliotecas-padrão FPGA e ASIC. netpedia. Referências [1] http:/ / www. O TTL 74154 acima mencionado pode ser chamado de "demux 4-para-16". Decodificadores de endereços são blocos de construção fundamentais para sistemas que usem barramentos. Acessado em 5 de maio de 2008." embora estes termos sejam mais genéricos e possam referir-se a outros dispositivos além de decodificadores de endereços. Um decodificador de endereços separado de dispositivo único Um demux 2-para-4 linhas. um decodificador de endereços com N bits de endereços de entrada pode servir a até 2N dispositivos separados. br/ MostraTermo. ou um decodificador de endereço único pode servir múltiplos dispositivos. Um exemplo é o TTL 74154. php?TermID=102 . No último caso. com. um decodificador de endereços (ou descodificador. Ligações externas • Decodificador de endereços [1] em Netpédia [2]. o decodificador de endereços confirma a linha de seleção para aquele dispositivo. São discutidos em textos introdutórios em design de lógica digital. em Portugal) é um circuito que possui dois ou mais bits de um barramento de endereços como entradas e que possui um ou mais dispositivos de seleção de linhas como saída.

demultiplexer. Por exemplo de dados nos sinais múltiplos originais. :D A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único Ver também • Decodificador de endereços • Multiplexador Display de sete segmentos Um display de sete segmentos. pense em um cinema. demux ou demultiplex é um dispositivo que executa a operação inversa do multiplexador. ou seja. Um LED com ponto decimal. na verdade o cinema não é um Multiplex e sim um Demultiplex. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único Multiplexador e Demultiplex.Demultiplexador 371 Demultiplexador Um demultiplexador. Displays de sete segmentos são comumente usados em eletrônica como forma de exibir uma informação numérica sobre as operações internas de um dispositivo. . Você pode aprender a diferença entre terminal de dados. Assim se torna fácil de você aprender a diferença. isto é. é um tipo de display (mostrador) barato usado como alternativa a displays de matriz de pontos mais complexos e dispendiosos. componente típico de um display de sete segmentos. distribui informações de uma única entrada para uma das diversas saídas. Quando você chega la existe várias salas para você assistir seu filme.

Em acréscimo. onde o ponto decimal opcional DP (um "oitavo segmento") é usado para a exibição de números não-inteiros. Eles podem ser combinados para produzir representações simplificadas de algarismos arábicos. 0. A animação à esquerda passa pelos glifos comuns dos dez numerais e seis "letras-dígito" em hexadecimal (A–F). Também existem displays de quatorze segmentos e de dezesseis segmentos (para exibição plena de caracteres alfanuméricos. Os segmentos de um display de sete segmentos são definidos pelas letras de A a G. estes têm sido substituídos em sua maioria por displays de matriz de pontos. o sétimo segmento bissecta o retângulo horizontalmente.Display de sete segmentos 372 Conceito e estrutura visual Um display de sete segmentos. o que melhora a legibilidade. Freqüentemente. os quais podem ser ligados ou desligados individualmente. . é composto de sete elementos. os sete segmentos são dispostos de forma oblíqua ou itálica. Os segmentos individuais de um display de sete segmentos. Dentre os números. conforme indicado à direita. 6. A variação entre letras maiúsculas e minúsculas para A–F é feita para que cada letra tenha uma forma única e inequívoca. 7 e 9 podem ser representados por dois ou mais glifos em displays de sete segmentos. Os sete segmentos são dispostos num retângulo com dois segmentos verticais em cada lado e um segmento horizontal em cima e em baixo. como seu nome indica. todavia. Simulação de um display LED de sete segmentos exibindo os 16 dígitos hex.

filamentos incandescentes e outros. Um tipo antigo de display de sete segmentos com luz incandescente.edutecbauru. dnatechindia.Display de sete segmentos 373 Implementações Displays de sete segmentos podem usar LCD. Para totens de preços em postos de combustível e outros painéis de grande porte.com/index.br/cursopic/aula17. a RCA passou a vender um dispositivo denominado Numitron que usava filamentos incandescentes dispostos num display de sete segmentos.htm).ee.uol. .php/Tutorials/ 8051-Tutorial/7-Seg-Interfacing. A partir da década de 1970. • Como funcionam os relógios digitais (http://eletronicos. decodesystems. html) Ligações externas • (em inglês). tais como descarga de gás de catodos frios. da década de 1950 até os anos 1970 era a válvula nixie de catodo frio. Uma alternativa para o display de sete segmentos. Acessado em 18 de março de 2008.pucrs. • Controlando um display de sete segmentos (http://www.com.br/~terroso/ html/7_segmentos.hsw.br/relogios-digitais2.html) em PUC-RS. matrizes de LEDs e outras técnicas de controle ou geração de luz. Acessado em 18 de março de 2008. (http://www.com. Acessado em 18 de março de 2008. vácuo fluorescente.html) • 7 segmentos (http://www. segmentos refletores de luz eletromagneticamente acionáveis ainda são comumente utilizados. com/ numitron.[1] [1] Numitron Readout (http:/ / www.Interfaceando um Display de Sete Segmentos a um Microcontrolador.htm).

Teoricamente irão existir funções boleanas possiveis destes m sinais. No entanto. as memórias ROM foram utilizadas para várias funções lógicas combinatórias arbitrárias com um certo numero de entradas. este deve ser programado. Por si só não podem ser utilizadas para lógica sequencial. mas a estrutura da ROM permite apenas n destas funções nos pinos de saída. Em 1973.PLD) é um componente electrónico utilizado para construir circuitos digitais. Um registo TTL externo foi utilizado para projectos sequenciais tais como máquinas de estados. Este componente. EPROMs comuns. por exemplo 2716. A Texas criou o termo Programmable Logic Array (PLA) para este dispositivo. Ao contrário de uma porta lógica. Esta utilização algumas vezes é chamada de "PAL dos pobres". mas o custo de fazer a máscara de metal limitou seu uso. as ROM contêm palavras de n-Bits cada. A vantagem em usar ROMs desta forma é que qualquer função concebível com m entradas pode aparecer em qualquer uma das n saídas. cada qual gerando um função das m entradas. EPROMs(PROM apagável)e as EEPROMs (PROM apagável eléctricamente) podem ser programadas utilizando um programador PROM comum sem requisitos especializados de Hardware e Software. Foi mais popular que o da Texas. tornando o dispositivo lógico disponivel para aplicações mais abrangentes. É impossível discutir a tecnologia PLD sem mencionar algumas das empresas envolvidas no seu desenvolvimento.Dispositivo lógico programável 374 Dispositivo lógico programável Um dispositivo lógico programável (Programmable logic device . continuam a ser utilizadas algumas vezes desta forma como passatempo de técnicos de circuitos electrónicos. não é o fim deste artigo listar todos os fabricantes de PLD's. Inclusão ou omissão de uma companhia em particular neste artigo poderia ser mal interpretada. (A Intersil na realizade adiantou-se à Signetics mas o baixo aproveitamento arruinou seu dispositivo). a National Semiconductor introduziu um dispositivo PLA programável por máscara (DM7575) com 14 entradas e 8 saídas sem registradores de memória. o 82S100. Primórdios da lógica programável Em 1970. • Consomem mais energia e devido a pequena fracção utilizada da sua capacidade levam uma ineficiência do espaço em uso. um PLD tem uma função indefinida quando do seu fabrico. Usando a ROM como um PLD Antes das PLD's serem inventadas. O TMS2000 tinha até 17 entradas e 18 saídas com 8 flip-flops JK como memória. Consideramos uma ROM com m de entradas (Linhas de endereço) e n de saídas (Linhas de Dados). Este dispositivo experimental era melhor em relação ao ROM da IBM por permitir lógica . Agora imagine que as entradas são ligadas não a um endereço M-Bits mas sim a M-sinais lógicos independentes. que tem uma função fixa. Quando usadas como memória. porque não contém flip-flops. a General Electric (GE) estava desenvolvendo um dispositivo lógico programável baseado na nova tecnologia PROM . o TMS2000 era programado alterando-se a camada de metal durante a fabricação. a Texas Instruments desenvolveu um circuito integrado programável por máscara baseado na memória associativa da IBM. No entanto há algumas desvantagens: • Normalmente são mais lentas que os circuitos lógicos dedicados. A ROM torna-se equivalente a n de circuitos lógicos independentes. • Não dão uma cobertura segura para transmissões lógicas assíncronas. Também as PROMs (Rom programavel). Este dispositivo foi significativo porque era a base para o array lógico programável em campo (field programmable logic array) produzido pela Signetics em 1975. Antes de se utilizar um PLD num circuito. Em 1971.

GALs (generic array logic) Uma invasão das PAL foi a GAL inventada pela Lattice semiconductor em 1985. A Intel tinha acabado de introduzir a PROM apagável por ultravioleta com gate flutuante e os pesquisadores da GE incorporaram esta tecnologia. menores e mais baratos. Após a MMI ter êxito com a PALs de 20 pinos. Em 1974 a GE fez um acordo com a Monolithic Memories para desenvolver um dispositivo lógico programável por máscara incorporando as inovações da GE. quando alguns erros logicos podem ser corridos pela reprogramação. precedento a EPLD da Altera por mais de uma década. Após comprar MMI EM 1987. 375 PAL . O software de design PALSM converte equações booleanas de engenharia em padrões fusiveis necessários para programar o componente. Por exemplo. a Lattice Semicondutor chama-lhe "programação in-system". mas este método torna-se inconveniente para dispositivos com centenas de pinos. Estavam disponiveis em encapsulamento DIP de 20 pinos 300mil enquanto que as FPLA vinham em encapsulamentos de 28 pinos 600mil. A arquitetura era mais simples que o FPLA Signetics porque omitia a matriz programável OR. a AMD consolidou a operação com Vantis.Dispositivo lógico programável multiníveis. As GAL programadas e reprogramadas usando um programador PAL ou usando uma técnica de um circuito enbuntido em algums chips. Texas Instruments e AMD. Este componente tem as mesmas propriedades lógicas das PAL mas podem ser apagadas e reprogramadas. Os CPLDs podem substituir milhares ou até centenas de milhares portas lógicas.(Matriz lógica programável) A MMI introduziu um dispositivo em 1978. O CPLD contém um circuito que descodifica os dados e configura-o para realizar a função lógica específica. O MMI5760 foi finalizado em 1976 e podia implementar circuitos multiníveis ou sequenciais de mais de 100 portas lógicas. Para circuitos lógicos maiores pode-se usar Complex PLD ou CPLDs. O manual da PAL desmestifica o processo de construção. a AMD introduziu a PAL de 24 pinos 22V10 com funcionalidades adicionais. Um componente similantes PEEL(programmable electrically erasable logic) foi produzido pela ICT(International CMOS Technology) CPLDs As PALs e GALs estão disponiveis somente em tamanhos pequenos. Algumas CPLDs são programadas usando o programador PAL. O dispositivo foi chamado 'Programmable Associative Logic Array' or PALA. No entanto este sistema proprietário começa a abrir caminho para uma normalização através da Joint Test Action Group (JTAG). A GE obteve muitas das primeiras patentes em dispositivos lógicos programáveis. equivalentes a algumas centenas de portas lógicas. e depois ligar um cabo de série de dados ao PC. tudo num circuito integrado. Os componentes PAL rapidamente foram produzidos por National Semiconductors. A GAL é muito útil no estágio de prototipagem de um projecto. Cada fabricante tem um nome proprietário para este sistema de programação. . e este negócio foi comprado por Lattice Semiconductor em 1989. O dispositivo da GE foi o primeiro PLD regravável. Isto tornava os componentes mais rápidos. O segundo método de programação é soldar o componente à sua placa de circuito impresso. Este contém o equivalente a muitas PALs ligadas por interconexão programadas. O dispositivo era apoiado por ambiente de projeto da GE onde as equações booleanas eram convertidas em padrões para a máscara do dispositivo. Este componente nunca chegou a ser comercializado.

Isto Inclui: • • • • Anti-fusiveis Silicio SRAM Calulas EPROM. A configuração é normalmente guardada numa configuração PROM EEPROM são programaveis embutidamente (tipicamente por JTAG). Isto é feito por um programador PAL expondo o chip a fortes doses de raios ultravioletas por um dispositivo chamado apagador EPROM. Uma célula EPROM é um transistor MOS (semicondutor de óxido metálico) que pode ser comutada por uma carga eléctrica permanente aplicada no seu eletrodo 'gate'. As PLDs vendidas actualmente contêm um microprocessador com uma função fixa. sem se preocupar como funciona o microprocessador. O termo "campo programavel" pode ser estranho para alguns. Estes componentes permitem ao projetista concentrar-se em novas funcionalidades do seu projeto. onde vivem os clientes. e tem que ser recarregada no componente quando lhe é aplicada energia eléctrica ou diferentes funcionalidades são requeridas. Outros tipos de PLDs Atualmente há muito interesse nos sistemas reconfiguráveis. FPGA's são normalmente programadas depois de terem sido soldadas a placa de circuito. e provavelmente requererá o desenvolvimento de novas ferramentas de software. O 82s105 também tinha funções flip-flop. Estas conecções são criadas aplicando uma tensão electrícas ao longo da area de silicio modificada. a memória das CPLD'S eram eléctricamente programavel e apagaveis e não volateis. Em 2005. Muitos dos métodos para armazenar dados no circuito integrado foram adpatados para serem usados em PLDs. Como a PLD guarda a configuração Um PLD é uma combinação de dispositivos logicos e de memoria. (chamada core) envolvida por lógica programavel. Os primeiros exemplos de FPGA's foram a matriz 82s100 e a sequela 82s105 produzido pela Signetics nos finais de 1970.Isto torna-se útil para memória PLD. O FPGA usa uma rede de portas lógicas. Projectar sistemas autoconfiguráveis exige uma aprendizagem por parte dos engenheiros de novos métodos. mas cujo a programação é feita pelo cliente e não pelo fabricante. Uma menória FLASH é não-volátil. O 82s100 foi uma matriz de termos AND. Nos FPGA's grandes a configuração é volatil.Dispositivo lógico programável 376 FPGA (field programmable gate array) Enqunto as PAL's se foram desenvolvendo para GAL's e CPLD's. EEPROM Memória Flash Anti-fusiveis Silicio são elementos de armazenamento na PAL o 1º tipo de PLD. ou pode depender da experiencia ou preferencia pessoal do engenheiro. retendo a informação mesmo que a energia eléctrica seja desligada. semelhante a uma matriz gate ordinário. Cada vez que arrancam. SRAM ou Static RAM é um tipo de memória volátil ou seja o seu conteudo perde-se quando se desliga a energia electríca. Pelo fato de serem muito pequenas não justificam a configuração interna das células SRAM. de forma semelhante aos CPLD's maiores. Pode ser apagada e reprogamada sempre que quisermos. PLDs baseadas em SRAM tem que ser promgradas cada vez que a energia é ligada isto normalmente é feito por outra parte do circuito. Há circuitos microprocessadores que contêm algumas funções predefinidas e outras e outras funções que podem ser alteradas pelo código que corre no processador. uma linha de desenvolvimento separado ocorreu.dentro do chip. as células EPROM são mais caras . mas "campo" é apenas um termo da engenharia utilizada para indicar o mundo de fora da fabrica. São Chamados anti-fusiveis porque trabalham de forma contrária aos fusiveis normais que começam a funcionar até serem quebrados pela corrente elétríca. A memoria é usada para guardar o padrão que é dado ao chip durante a programação. FPGA's e CPLD's oferecem boas escolhas para tarefas particulares. Este tipo de componente é baseado na tecnologia gate array (porta matriz) e é chamado de field programmable gate array (FPGA). Algumas vezes a decisão é mais económica do que técnica.

enquanto outras referem-se ao número de transferências por segundo. As SDRAM DDR popularizaram a técnica de referir-se a largura de banda do barramento em megabytes por segundo. Estes são análogos aos computadores de Software. Sendo mais limitado o ABEL é ainda usado por razões históricas. PALASM e ABEL são muito usados para componentes pouco complexos enquanto verilog e VHDL são linguagens populares para PLDs mais complexos. Deve ser notado que as SDRAM DDR somente usam sinalização de taxa de transferência dobrada nas linhas de dados. especiais. Esta técnica tem sido usada para os FSBs de microprocessadores Ultra-3 SCSI. Uma alternativa para duplicar ou quadruplicar a taxa de transferência é fazer uma conexão self-clocking. Double data rate Em computação. Algumas pessoas falam sobre a freqüência básica do clock. mas para novos projetos. Características Módulo de DDR SDRAM DIMM. double data rate" ou "1000 MT/s". duplicando a taxa de transmissão de dados. limitações de integridade de sinal restringem a freqüência do clock. mesmo de baixa complexidade. DDR SDRAM e barramento HyperTransport nos processadores da micro arquitetura AMD64. Um uso cuidadoso geralmente fala sobre "500 MHz. uma vez por transferência. a VHDL é mais popular. o produto da taxa de transferência e da largura do barramento em bytes. um barramento de computador operando com double data rate (em em português: taxa de transferência dobrada) transfere dados na subida e na descida do sinal de clock. Cada estado do clock é denominado como uma "pulsação". O modo mais simples de projetar um circuito eletrônico sincronizado é fazê-lo realizar uma transferência por ciclo completo (ascensão e queda) dum sinal de clock. todavia. Isto. normalmente conhecido por "ficheiro JEDEC". embora não existam sinais de ciclo com taxas superiores a 500 MHz. As SDRAM DDR que opere com um clock de 100 MHz é denominada DDR-200 (pela sua taxa de transferência de dados de 200 MT/s). chamados compiladores lógicos. pelo seu ápice (teórico) de largura de banda de 1600 MB/s. com duas pulsações (uma upbeat e outra downbeat) por ciclo. o qual muda. . as linguaguens utilizadas como código fonte para compiladores lógicos. 377 Linguagens de programação Muitos dispositivos programáveis PAL.foram criados programas de computador. Sinais de endereçamento e controle ainda são enviados para a DRAM ao ritmo de um por ciclo de clock. Para assistir na criação desde ficheiros. barramento AGP. exige que o sinal de clock funcione com o dobro da frequência dos sinais de dados. Ao usar ambos os estados (alto-baixo) do clock. mas pessoas geralmente irão se referir casualmente a "barramento de 1000 MHz". Esta tática foi escolhida pela InfiniBand e PCI Express.Dispositivo lógico programável devido ao seu invólucro cerámica com uma janela de quartzo. são chamados linguagens de descrição de hardware ou HDLs. no máximo. os sinais de dados operam na mesma freqüência-limite.aceitam na entrada um formato de ficheiro comum. e uma DIMM de 64 bits (8 bytes) de largura opera na freqüência denominada PC-1600. Descrever a freqüência de um barramento de taxa dobrada pode ser confuso. Ao operar em alta velocidade.

babylon. • DA-RIN. pdf . com.Double data rate 378 Ver também • DDR SDRAM. br/ rha20040802. Ver também • Coletor aberto Ligações externas • Famílias lógicas [1] por F. bpiropo. pucrs. Acessado em 15 de junho de 2008. bpiropo. ee. com/ definition/ DDR_(Double_Data_Rate)/ Portuguese http:/ / www.C. DDR2 SDRAM e DDR3 SDRAM. htm http:/ / www. com/ http:/ / www. Piropo. br/ Dreno aberto Dreno aberto é um dos muitos tipos de padrões de entrada/saída usados em projetos digitais. que usam sinalização DDR. babylon.com [4]. 2 de agosto de 2004. Acessado em 14 de junho de 2008. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. Ligações externas • DDR [1] em Babylon [2]. com. Referências [1] http:/ / www. B. de Castro. br/ ~decastro/ pdf/ ED_C4. Visitado em 21 de dezembro de 2007. Misturando memórias [3] in bpiropo.C.

Veja também • TDM Filtro digital Um filtro digital é um filtro que processa sinais digitais. onde está programado o filtro digital. Utilizando um conversor analógico-digital (ADC). digitaliza-se o sinal a filtrar. Por exemplo: • A durabilidade dos componentes electrónicos que constituem um filtro analógico é muito menor que a durabilidade do equipamento de aquisição e processamento de sinal que constitui o filtro digital. Ver também • • • • Filtro Comb DSP microprocessador Filtro Eletrônico . em seguida este é processado por algum tipo de processador. • O SNR (a relação sinal-ruído. é um tipo de multiplexação que permite transmitir simultaneamente vários sinais. signal-to-noise ratio em inglês. onde cada sinal (canal de comunicação). • Consegue-se facilmente implementar filtros de ordem elevada. possui uma banda espectral própria e bem definida. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). coloca-se um conversor digital-analógico (DAC). Vantagens Os filtros digitais têm muitas vantagens comparativamente aos analógicos.FDM 379 FDM Multiplexação por divisão de freqüência (MDF).FDM. ou do inglês Frequency Division Multiplexing . que é a relação entre a potência do sinal e a potência do ruído) dos filtros digitais é muito maior. Para se obter de novo um sinal analógico já filtrado.

Ele foi inicialmente chamado de circuito de disparo Eccles-Jordan. Para o flip-flop assumir um destes estados é necessário que haja uma combinação das variáveis e do pulso de controle (Clock). Alguns flip-flops também incluem um sinal da entrada clear. T é a entrada de toggle e Q é informação de saída armazenada. o flip-flop S-R ("set-reset"). multivibrador astável. apesar de muitos flip-flops comerciais proverem adicionalmente o complemento do sinal de saída. em termos dos sinais de entrada e/ou da saída atual. e pela tabela verdade: . Jordan (Radio Review Dez 1919 páginas 143 em diante). Seu comportamento é descrito pela seguinte equação característica: O símbolo do flip-flop T. W. . um ou dois sinais de entrada. Quatro tipos de flip-flops possuem aplicações comuns em sistemas de clock sequencial: estes são chamados o flip-flop T ("toggle").Flip-flop 380 Flip-flop Em eletrônica e circuitos digitais. então. que prevê a "próxima" (após o próximo pulso de clock) saída. mudará ou não de estado. Se a entrada T foi baixa. A pulsação ou mudança no sinal do clock faz com que o flip-flop mude ou retenha seu sinal de saída. um sinal de clock. o flip-flop mantém o valor anterior da saída.O comportamento de um flip-flop é descrito por sua equação característica. o flip-flop permanecerá neste estado até a chegada de um novo pulso de clock e. entrada para as variáveis e uma entrada de controle (Clock). Tipos de flip-flops Flip-flop T (Troca) Se a entrada T estiver em estado alto "5 volts". onde > é a entrada de clock. De forma geral podemos representar o flip-flop como um bloco onde temos 2 saídas: Q e Q' (Q linha). . Um flip-flop tipicamente inclui zero. que limpa a saída atual. Este dispositivo possui basicamente dois estados de saída. O nome flip-flop posterior descreve o som que é produzido em um alto-falante conectado a uma saída de um amplificador durante o processo de chaveamento do circuito. A saída Q será a principal do bloco. O primeiro flip-flop eletrônico foi inventado em 1919 por William Eccles e F. o flip-flop T ("toggle") muda o estado da saída sempre que a entrada de clock sofrer uma modificação. Após este pulso. o flip-flop ou multivibrador biestável é um circuito digital pulsado capaz de servir como uma memória de um bit. eles também necessitam de conexões de alimentação. baseado nos valores dos sinais de entrada e na equação carecterística do flip-flop. Como os flip-flops são implementados na forma de circuitos integrados. de acordo com as variáveis de entrada. o flip-flop J-K e o flip-flop D ("delay"). e um sinal de saída. Ver também: multivibrador monoestável.

nenhum comportamento particular é garantido. respectivamente. muda sua saída para o nível lógico 0.Flip-flop 381 T Q Q* 0 0 0 0 1 1 1 0 1 1 1 0 Q* → Estado seguinte do Q Flip-flop S-R Sincrono Um flip-flop S-R Sincrono depende da habilitação de suas entradas por um sinal de clock para que essas possam alterar o estado do mesmo. Se. O flip-flop desativa (reset. Essas duas formas de operação podem ser denominadas como modo clocked e modo triggered. entretanto. ambas as entradas estiverem em 1 quando o clock estiver habilitado. ou retém se este já estiver em 1) se a entrada S ("set") estiver em 1 e a entrada R ("reset") estiver em 0 quando o clock for mudado. Se ambas as entradas estiverem em 0 quando o clock for mudado. muda sua saída para o nível lógico 1. O flip-flop "set/reset" ativa (set. Este sinal pode operar de duas formas: mantendo as entradas ativas durante todo o período do pulso ou apenas no instante da mudança de estado do sinal de clock. a saída não se modifica. ou a mantém se esta já estiver em 0) se a entrada R ("reset") estiver em 1 e a entrada S Diagrama de tempos de um flip-flop SR ("set") estiver em 0 quando o clock estiver habilitado. Isto é comumente escrito na forma de uma "tabela verdade" Q Q* S R 0 0 0 1 1 0 1 1 0 X 1 0 0 1 X 0 Q* → Estado seguinte do Q Exemplo com a tabela verdade mostrando o estado anterior: Estrutura de um Flip-Flop S-R .

K = 0 é um comando para ativar (set) a saída do flip-flop.Flip-flop 382 S R Qant Qfim Qfim* DESCRICAO 0 0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 1 1 0 1 1 0 0 1 1 Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = Qant Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 0 Fixa Qfim = 1 Fixa Qfim = 1 Não Permitido Não Permitido Legenda: S (Set). Qfim* (Qfim Linha) Flip-flop J-K O flip-flop J-K aprimora o funcionamento do flip-flop R-S interpretando a condição S = R = 1 como um comando de inversão. e sua tabela verdade é: . a combinação J = 0. K = 1 é um comando para desativar (reset) a saída do flip-flop. onde > é a entrada de clock. Qfim (Estado em que a saída deve assumir "estado futuro" após a aplicação das entradas). R (Reset). Qant (Estado anterior da saída Q). Fazendo J = K o flip-flop J-K se torna um flip-flop T(Toggle). Q é a saída de dados armazenada e Q' é o complemento de Q. trocando o sinal de saída pelo seu complemento. a combinação J = 1. Especificamente. e a combinação J = K = 1 é um comando para inverter o flip-flop. J e K são as entradas de dados. A equação característica do flip-flop J-K é: Diagrama de tempos do flip-flop J-K O símbolo do flip-flop J-K.

também é utilizado como analogia a "set-reset". Flip-flop D (Data) O flip-flop D ("data" ou dado. em 1958. visto que a informação é colocada na saída um ciclo depois de ela ter chegado na entrada. A sua tabela verdade é: .Flip-flop 383 Operação do Flip Flop JK Tabela Verdade J K Qpróx [] Comentário mantém (hold) reseta seta alterna (Toogle) 0 0 Qanterior 0 1 1 0 0 1 1 1 Qanterior Q* → Estado seguinte do Q O flip-flop J-K recebeu este nome em homenagem a Jack Kilby. Este flip-flop pode ser interpretado como uma linha de atraso primitiva ou um hold de ordem zero. D é a entrada de dados e Q é a saída de dados. "Jump-kill". Independentemente do valor atual da saída. pelo qual ele recebeu o prêmio Nobel em Física no ano 2000. onde > é a entrada de clock. A equação característica do flip-flop D é: O símbolo esquemático de um flip-flop D. ele irá assumir o valor 1 se D = 1 quando o clock for mudado ou o valor 0 se D = 0 quando o clock for mudado. pois armazena o bit de entrada) possui uma entrada. o homem que inventou o circuito integrado. que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado.

a metaestabilidade nos flip-flops pode ser evitada garantindo-se que as entradas de dados e controle sejam mantidas constantes para períodos especificados antes e após o pulso de clock. Este utiliza uma lógica mais complexa para garantir que as saídas do contador mudem todas a um mesmo período previsível. e são tipicamente entre alguns nanosegundos e algumas centenas de picosegundos nos dispositivos modernos. Em muitos casos. em sistema binário. O flip-flop "T" é útil para contagens. A segunda. Existem duas soluções para este problema. O resultado é que a saída pode se comportar imprevisivelmente. Os flip-flop com clock estão predispotos a um problema chamado de metaestabilidade. Estes tempos são especificados na documentação (data sheet) do dispositivos. onde n é o número de flip-flops utilizados no circuito. não é sempre possível atingir os critérios de setup e hold. Temporização e metaestabilidade Um flip-flop em combinação com um Schmitt Trigger pode ser utilizado para a implementação de um arbitro em circuitos assíncronos. até um limite máximo de 2n-1. Os registradores podem ser utilizados para armazenar dados nos computadores. o valor de um contador. levando muito tempo mais que o seu normal para se estabilizar no seu estado correto. A saída final do circuito. O flip-flop lembra o estado anterior de máquina. Pela família TTL o flip-flop D é representado pelo 4013. este períodos são chamados de tempo de setup (tsu) e tempo de hold (th) respectivamente. Um uso é a construção de máquinas de estado finito a partir da lógica eletrônica.Flip-flop 384 D Q Q* 0 X 0 1 X 1 Q* → Estado seguinte do Q == Usos == D O flip-flop pode ser utilizado para armazenar um bit. Divisão de frequência: uma "corrente" de flip-flops "T" utilizados da maneira descrita acima irá funcionar de modo a dividir a frequência da entrada por 2n na saída do último flip-flop. a saída de um flip-flip pode ser ligada à entrada clock de um segundo flip-flop e assim por diante. A unidade de controle do computador envia o sinal de clock no momento certo para poder capturar estes dados. um caractere ASCII em uma memória de um computador ou qualquer outra parte de uma informação. aonde n é o número de flip-flops utilizados entre a entrada e a saída. considerada com o conjunto de todas as saídas dos flip-flops individuais. Neste caso. é utilizar um tipo diferente de contador chamado de contador síncrono. Infelizmente. isto pode levar a uma corrupção dos dados ou travamento. do número de ciclos da primeira entrada de clock. que ocorre quando um dado ou uma entrada de controle está mudando no momento do pulso de clock. A informação armazenada em um conjunto de flip-flops pode representar o estado de um seqüenciador. fora do controle do projetista. mais utilizada. ou mesmo oscilando uma série de vezes antes de se estabilizar. ou um digito binário de informação. A primeira é retirar uma amostra da saída apenas quando a mesma for válida. é uma contagem. pois o flip-flop pode estar conectado a um sinal em tempo real que pode mudar a qualquer momento.Gerando por exemplo a queima de um equipamento dentro de um sistema de um computador. e a lógica digital utiliza este estado para calcular o próximo estado. Um flip-flop "D" pode representar um dígito de um número binário. Um dos problemas com este tipo de contador (chamado de contador de ripple ou contador de pulsos) é que a saída é brevemente inválida conforme ocorre a mudança de pulso através da lógica. o melhor que se . Sinais repetidos à entrada de clock farão com que o flip-flop mude seu estado a cada transição de nível alto-para-baixo da entrada de clock. se sua entrada T for "1".

caso contrário o segundo flip-flop não irá receber os dados confiavelmente. htm http:/ / hyperphysics. eelab. gsu. que é o tempo que o flip-flop leva para mudar a sua saída após o sinal de clock. e todos os dispositivos compartilham um clock comum. A relação entre tCO e tH é normalmente garantida se ambos os flip-flops são do mesmo tipo. edu/ hbase/ electronic/ flipflop. edu. Quando se conectam flip-flop em uma corrente. Isto ocorre porque a metaestabilidade é mais que uma consequência do projeto do circuito. Ligações externas • • • • Summary of flip-flop types [1] (em inglês) Another summary of flip-flop types [2] (em inglês) Explanation of How Flip Flops Work with Logic Gate Diagrams [3] (em inglês) Eletrônica digital II [4] (em português) Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. porém mesmo estes não podem eliminar o problema completamente. tPLH). html#c1 http:/ / computer. eng. asp . 385 Circuitos integrados de Flip-Flops Podem ser encontrados circuitos integrados (CIs) com um ou dois flip-flop na mesma pastilha. Existem flip-flop com metaestabilidade reduzida. o flip-flop é forçado a escolher qual dos eventos ocorrerá primeiro. a probabilidade de um evento metaestável pode ser reduzida a um valor desprezível. Com este método. mspc. existe sempre a possibilidade de que os eventos da entrada estejam tão próximos que ele não possa detectar qual ocorreu primeiro. Entretanto devido às altas velocidades de processamento. de modo que a saída de um alimenta a entrada de dados do outro. os quais trabalham reduzindo os tempos de setup e hold o máximo possível. howstuffworks. Quando as transições no clock e nos dados estão em um intervalo de tempo próximo. Outro valor importante para um flip-flop é o atraso de clock-a-saída (clock-to-output delay. Como exemplo temos o 7473 com um Flip-Flop J-K Master-Slave Dual. é importante se assegurar que o tCO do primeiro flip-flop é maior que o tempo de hold (hold time. na série 7400. br/ eledig/ eledig2.Flip-flop pode fazer e reduzir a probabilidade de erro a um certo nível. tPHL) é algumas vezes diferente do tempo de uma transição de baixo-para-alto (low-to-high transition. usyd. phy-astr. com/ boolean3. dependendo da fidelidade requerida do circuito. tH) do segundo flip-flop. O tempo de uma transição de alto-para-baixo (high-to-low transition. Desta forma é logicamente impossível construir um flip-flop totalmente livre de metaestabilidade. au/ digital_tutorial/ part3/ fl-types. htm http:/ / www. mas nunca a zero. o símbolo comum é tCO) ou atraso de propagação (tP). Uma técnica para reduzir a metaestabilidade é conectar-se dois ou mais flip-flops em uma corrente.

A origem do termo é alemã. Os MOSFETs n-tipos são arrumados numa rede "pull-down" (PDN) entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação negativa. que significa "escorregadio". Quando A e B são altos. criando uma corrente entre a alimentação negativa e a saída. Transistores nMOS têm três modos de operação: corte. o que implica a inclusão dos sistemas naturais também. Lógica NMOS A lógica nMOS (nFET Metal Oxide Silicon) usa transistores de efeito de campo de metal óxido-semicondutor MOSFET n-tipo para implementar portas lógicas e outros circuitos digitais. Funções lógicas em NMOS Como exemplo. forçando a saída a ser baixa (0 lógico = falso). Sua ocorrência leva o programa. O circuito é desenhado de tal forma que se a saída desejada for baixa. ambos os transistores são condutivos. se a entrada A ou B forem altas (1 lógico = verdade). panes em dispositivos de saída e de entrada. embora seja aplicável também na área de cibernética. o respectivo transistor MOS age como uma resistência muito baixa entre a saída e a alimentação negativa. tríodo e saturação (também denominado ativo). criando uma corrente de resistência igualmente baixa para o terra. enquanto um resistor é colocado entre a saída da porta lógica e a voltagem de alimentação positiva. satisfazendo assim a tabela-verdade da porta NOR: . numa porta NOR em lógica nMOS. A única hipótese em que a saída é alta. então o PDN será ativo. sistemas de informação e eletrônica. a partir da palavra glitschig.Glitch 386 Glitch Glitch é o termo usado para indicar uma falha curta num sistema. usado em máquinas de caça-níqueis. o que ocorre somente quando A e B são baixos. é a versão asiática do circuito integrado AY-3-8910. Ver também • • • • • BSOD defeito de software HTTP 404 Red Screen of Death Tilt KC89C72 O KC89C72. sistema ou equipamento a apresentar disfunções de rotina de programação. é quando ambos os transistores estão desligados. O termo é relativo a área de computação.

os transistores oferecem baixa resistência. possui várias limitações também. Mas a resistência entre a saída e o conduto de alimentação positiva é muito grande. tais como microprocessadores. os níveis assimétricos da lógica de entrada tornam os circuitos nMOS suscetíveis ao ruído. circuitos nMOS são lentos para passar de baixo para alto. Ademais. htm#_Toc9344904 . Ao passar de alto para baixo. Também. e a carga capacitiva na saída é drenada muito rapidamente. Isto leva à dissipação de energia estática mesmo quando o circuito está ocioso. pt/ cse/ / Folhas/ Logica/ Logica. toda vez em que a saída é baixa. iscte. durante os anos 1980. assim o circuito inteiro pode ser feito com nMOSFETs). isto é. de modo que a transição de baixo para alto é demorada. Estas desvantagens são o motivo da lógica nMOS ter sido suplantada pela CMOS em circuitos digitais de baixa potência e alta velocidade. Usando um resistor de baixo valor irá acelerar o processo mas também aumenta a dissipação de energia estática. Ver também • CMOS Ligações externas • Apontamentos sobre Lógica Digital [1] Referências [1] http:/ / cadeiras.Lógica NMOS 387 A B A NOR B 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 0 0 Problemas da lógica nMOS Embora a lógica nMOS seja fácil de desenhar e fabricar (um MOSFET pode ser feito para operar como um resistor. O pior problema é que a corrente contínua flui através de uma porta lógica nMOS quando a PDN está ativa.

Magnetoresistive Random Access Memory 388 Magnetoresistive Random Access Memory Magnetoresistive Random Access Memory (MRAM. com [2] http:/ / www. PAL MMI 16R6 em DIP de 20 pinos . será a sucessora da eventual DDR. Estas memórias ainda estão em fase de teste e possbilitariam que por exemplo: Você iniciasse seu computador sem ter que esperar pelo boot. memórias magnetorresistivas de acesso aleatório) são um tipo de memórias de computador não-voláteis (NVRAM) que têm sido desenvolvidas desde a década de 1990. External links • MRAM technology information. mram-memory. resources and news [1] (eng) • MRAM infos and news [2] (ger) Referências [1] http:/ / www. mram-info. Inc. Ele ligaria exatamente do modo que parou e sem ter de esperar por toda a inicialização. eu Matriz lógica programável A expressão Programmable Array Logic (PAL) é usada para descrever uma família de dispositivos lógicos programáveis semicondutores usada para implementar funções lógicas em circuitos elétricos. Talvez em mais uns 10 ou 15 anos. criada pela Monolithic Memories. em português. (MMI) em meados de 1978. Mas ainda há problemas quanto a dados que se corrompem muito facilmente. Dispositivos PAL consistiam de um pequeno núcleo PROM e lógicas de saída adicionais usadas para implementar determinadas funções lógicas com poucos componentes.

Se o clock interno é de 100 MHz. São mais comumente usados para medir o número de transferências por segundo (GT/s ou MT/s).Megatransfer 389 Megatransfer Megatransfer (MT) e Gigatransfer (GT) são termos usados em tecnologia de computadores. ou transferências percebidas de "fora" dum sistema ou componente. e que se referem a taxa de transferência de dados (ou operações). Megatransfer é associado mais frequentemente à interface SCSI. net/ dictionary/ Storage/ en/ megatransfer. por contraste com a frequência interna do clock do sistema. sunshack. 1 GT/s significa 109 ou um bilhão de transferências por segundo. Um exemplo é um barramento que funciona em taxa de transferência dobrada. enquanto 1 MT/s é 106 ou um milhão de transferências por segundo. As unidades referem-se a quantidade "efetiva" de transferências. então a taxa efetiva é de 200 MT/s. onde os dados são transferidos tanto na borda de subida quanto na borda de descida do sinal de clock. central/ data/ syshbk/ collections/ intinfodoc/ 28144. htm [2] http:/ / www. enquanto Gigatransfer é geralmente associado com PCI Express e HyperTransport. Ligações externas • Megatransfer (definição) [1] (em inglês) • SCSI Frequently Asked Questions (FAQ) List (SCSI Fast) [2] (em inglês) Referências [1] http:/ / www. 1/ infoserver. html . org/ data/ sh/ 2. porque existem 100 milhões de borda de subida e 100 milhões de borda de descida por segundo num sinal de clock com frequência de 100 MHz. knowledgetransfer.

realizando transmissão e recepção. um multiplexer é um tipo espacial de comutador que conecta um sinal seleccionado de um conjunto de entradas a uma única saída. É comum combinar um multiplexer e um demultiplexer num único equipamento e fazer referência a todo o equipamento como um "multiplexer".Multiplexador 390 Multiplexador Um multiplexador. Em eletrônica. A sua equação booleana é: a qual pode ser expressa como a seguinte tabela verdade: . Por exemplo. Em alguns casos. ele pode não existir fisicamente. os veículos executarão curvas para que todos passem em fila pela ponte. No projecto de um circuito analógico. o multiplexer combina um conjunto de sinais eléctricos num único sinal elétrico. Isto permite que múltiplos fluxos de dados sejam transportados de um local para outro através de uma única ligação física. e apesar de um demultiplexer existir logicamente. um multiplexer de duas entradas é uma simples conexão de portas lógicas cuja saída S é tanto a entrada A ou a entrada B dependendo do valor de uma entrada C que selecciona a entrada. Ao atingir o fim da ponte eles separaram-se em rotas distintas rumo a seus destinos. consideremos o comportamento de viajantes que atravessam uma ponte com largura pequena. São utilizados em situações onde o custo de implementação de canais separados para cada fonte de dados é A função básica de um multiplexador é combinar múltiplas entradas num único maior que o custo e a inconveniência de terminal de dados. para atravessarem. Existem diferentes tipos de multiplexers para circuitos analógicos e digitais. Um exemplo prático é o criação da telemetria para realizar a transmissão entre o sistema de computação/instrumentação de um satélite ou nave espacial e um sistema na Terra. de onde os dados serão convertidos directamente para pacotes de IP. Em processamento de sinais digitais. Ambas as partes do equipamento são necessárias em ambas as partes de uma ligação de transmissão pois a maioria dos sistemas efectua transmissões bidireccionais. multiplexer. o multiplexer é um dispositivo que possui múltiplos fluxos de dados na entrada e somente um fluxo de dados na saída. o multiplexer obtém fluxos de dados distintos e combina-os num único fluxo de dados com uma taxa de transferência mais elevada. multiplexação/demultiplexação. Multiplexers digitais No projecto de circuitos digitais. Na porção receptora da ligação de dados é comum ser necessário um demultiplexer ou demux para dividir o fluxo de dados com uma taxa de transferência elevada nos seus respectivos fluxos de dados com taxas de transferências menores. No lado da recepção um demultiplexador divide o fluxo único utilizar as funções de de dados nos sinais múltiplos originais. Ele envia um sinal de activo aos terminais de saída baseado nos valores de uma ou mais "entradas de selecção" e numa entrada escolhida. Numa analogia física. o sistema de recepção pode possuir mais funcionalidades que um simples demultiplexer. mux ou multiplex é um dispositivo que codifica as informações de duas ou mais fontes de dados num único canal. o que reduz os custos. Isto seria típico onde um multiplexer serve um grande número de usuários de uma rede IP e então alimenta um router que imediatamente analisa o conteúdo de todo o fluxo de dados no seu processador de roteamento e então efectua a demultiplexação na memória.

Se S4 e S1 são verdadeiros. portas AND e uma porta OR. S1 é muitas vezes chamado entrada "mais significativa". S2. As entradas de dados são numeradas de X0 até X7. Ver também • Decodificador de endereços • Demultiplexador . a saída será igual ao valor da entrada X5. por exemplo. Por exemplo. e o outro montado a partir de buffers tristate e portas AND (a portas AND atuam como o descodificador no segundo caso) 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 Multiplexers maiores também são comuns. Esta ordem é uma convenção para igualar a ordem padrão de uma tabela da verdade. e as entradas de selecção são numeradas como S4. uma montada a partir de um descodificador. A entrada mais à esquerda é a mais significativa do multiplexer. com saídas menos significativas à sua direita. Existem outros pontos fortes de se usar um multiplexador que se refere ao custo benefício do equipamento projetado. um multiplexer de 8 entradas possui oito entradas de dados e três entradas de selecção. e S2 é falso. e S1.Multiplexador 391 As figuras acima mostram esquemas eléctricos de multiplexers de 4 para 1 linhas.

. . Assíncrona: os intervalos de tempo são divididos de acordo com a demanda dos terminais. Uma transição indica uma mudança de estado e é descrita por uma condição que precisa ser realizada para que a transição ocorra. Através do uso das tabelas podemos representar uma de máquina finita de estados que contenha informações completas sobre as ações. • Ação de saída: executa a ação quando sai do estado. no estudo da computação e das linguagens. Diversas tabelas de transição de estados são usadas. Máquinas de estados finitos podem ser representadas por meio de um diagrama de estados (ou diagrama de transição de estados).. Estado C . .. até o momento presente. Um estado armazena informações sobre o passado.. ele reflete as mudanças desde a entrada num estado... transições e ações.. e sua subdivisão de slots. Estado atual / Condição Condição X Condição Y Condição Z Estado A Estado B Estado C . . e as unidades de informação possuem um cabeçalho com endereços de origem e destino. . . Uma ação é a descrição de uma atividade que deve ser realizada num determinado momento... • Ação de transição: executa a ação quando ocorre uma determinada transição. composto por estados. A separação das fatias de tempo são conseguidas com espaços de tempo uma das outras. isto é.. Elas são largamente utilizadas na modelagem de comportamento de aplicativos... e a linha de alta velocidade possui apenas um único sinal em um determinado instante. TDM se divide em síncrona ou assíncrona: Síncrona: os intervalos de tempo são divididos em tamanhos iguais que são chamados de frames. com isso procura eliminar o desperdício de capacidade que ocorre no modo síncrono. |+ Caption | Tabela de transição de estados As máquinas de estados finitos foram originalmente definidas na Teoria de Autômatos e depois retomadas na Teoria da Computação.. projeto de hardware de sistemas digitais. • Ação da entrada (da input): executa a ação dependendo do estado presente ou das condições da entrada.. no início do sistema. o multiplexador examina as linhas de baixa velocidade em uma ordem pré-definida.Multiplexação por divisão do tempo (TDM) 392 Multiplexação por divisão do tempo (TDM) Na Multiplexação por tempo dividido o tempo é dividido entre os terminais. Máquina de estados finitos Uma máquina de estados finitos ou Autômato Finito é uma modelagem de um comportamento. Existem diversos tipos de ação: • Ação de entrada (no estado): executa a ação quando entra no estado... engenharia de software. Cada terminal para transmitir dados espera seu slot dentro de cada frame. ..

"Fechada". Existem duas input actions(I:): “inicie o motor para fechar a porta se o comando_fechar chegar” e “inicie o motor na direção oposta para abrir a porta se o comando_abrir chegar”.e. para cada estado há exatamente uma transição para cada entrada possível. Ações não são utilizadas. Na prática modelos mistos são muito utilizados. No autômato determinístico. para outras máquinas de estado) a situação: "porta está aberta" ou "porta está fechada". Por exemplo uma MEF de Mealy implementando o mesmo comportamento visto no exemplo de Moore (o comportamento depende no modelo de execução implementado na MEF e irá funcionar e. A MEF com apenas um estado é chamada de MEF combinatória e utiliza apenas input actions.g. i. Consideremos por exemplo uma MEF de Moore de uma porta de elevador com 4 estados "Aberta". a saída depende da entrada e do estado. Este conceito é útil quando várias MEF devem trabalhar juntas. Dois tipos são apresentados aqui: Máquina de Moore A MEF utiliza apenas ações de entrada. Eles são utilizados para aplicações de controle. Transdutores Transdutores geram uma saída baseada em uma entrada e/ou um estado utilizando ações. a ação de entrada no estado "Fechando" liga o motor na outra direção. i. . a saída depende somente do estado. para uma MEF virtual mas não para uma MEF de eventos dirigidos). Máquina de Mealy A MEF utiliza apenas input actions. podem ser encontrados na nota técnica externa "Modelo de Moore ou Mealy?" [1](documento em inglês) Uma distinção adicional está entre autômato determinístico (DFA) e não-determinístico (NDFA.g. Os estados "Aberta" e "Fechada" não desempenham nenhuma ação. A vantagem do modelo de Moore é a simplificação do comportamento.e. GNFA). fechando a porta.Máquina de estados finitos 393 Classificação Existem dois grupos: Aceitadores/Reconhecedores e Transdutores. pode haver nenhuma ou mais de uma transição de um determinado estado para uma entrada possível. "Fechando". Como regra a entrada são símbolos. Aceitadores e reconhecedores Eles aceitam/reconhecem sua entrada e usam estados para sinalizar o resultado para o mundo externo. A máquina de estados reconhece dois comandos: "comando_abrir" e "comando_fechar" que disparam a alteração de estado. A ação de entrada (E:) no estado "Abrindo" liga o motor que abre a porta. No autômato não determinístico. "Abrindo". O uso de uma MEF de Mealy normalmente leva a uma redução no número de estados. incluindo um exemplo executável. Eles sinalizam para o mundo externo (e. e onde é conveniente considerar uma parte puramente combinatória como uma forma de MEF para se adequar às ferramentas de projeto. Mais detalhes sobre as diferenças e usos dos modelos de Moore e Mealy.

S é um conjunto finito de estados não vazio. F é o conjunto de estados finais. ω>. F>. Se a função de saída depende somente do estado (ω: S → Γ ) essa definição corresponde ao modelo de Moore. s0. δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. um elemento de S. s0 é o estado inicial. Teoria de Autômatos: Linguagem formal e gramática formal Hierarquia Chomsky Gramática Linguagem Recursivamente enumerável Recursiva Reconhecedor Tipo-0 -Tipo-1 Tipo-2 Tipo-3 Irrestrita -- Máquina de Turing Máquina de Turing que sempre para Autômato linearmente limitado Autômato com pilha Autômato finito Sensível ao contexto Sensível ao contexto Livre de contexto Regular Livre de contexto Regular . Γ é o alfabeto de saída (um conjunto de símbolos finitos não vazio). onde: • • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio). δ. Uma máquina de estados finitos tipo transdutor é um sêxtuplo <Σ. Modelo matemático Dependendo do tipo podem haver várias definições. S é um conjunto finito de estados não vazio. δ. Uma máquina de estados finitos tipo aceitador é um quíntuplo <Σ. • ω é a função de saída.Máquina de estados finitos 394 Lógica da MEF O próximo estado e a saída de uma MEF são uma função da entrada e do atual estado. um elemento de S. S. s0. S. • δ é a função de transição de estados: δ: S x Σ → S. Γ. s0 é o estado inicial. Se a função de saída é uma função do estado e do alfabeto de entrada (ω: S x Σ → Γ )essa definição corresponde ao modelo de Mealy. um (possivelmente vazio) subconjunto de S. onde: • • • • Σ é o alfabeto de entrada (um conjunto de símbolos finitos não vazio).

Synthesis of Finite State Machines: Functional Optimization. McGraw-Hill. Languages and Computation. 1979. • Kohavi.. Switching and Finite Automata Theory. Boston 1997. Kluwer Academic Publishers. Englewood Cliffs.. McGraw-Hill. um tipo de máquina de estados Referências • Timothy Kam. • Gill. D. eventhelix. nist. Kluwer. com/ RealtimeMantra/ HierarchicalStateMachine. com/ active/ content/ en/ technology/ technical_notes. J. C. Mais especificamente. 1962. 6 O diagrama de circuito para um contador TTL de 4bits. • Hopcroft. ISBN 0-7923-8609-4 Ligações externas • Description from the Free On-Line Dictionary of Computing [2] • NIST Dictionary of Algorithms and Data Structures entry [3] • Hierarchical State Machines [4] Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www. portas lógicas e flip-flops ou relays. Um controlador lógico programável. Este problema pode ser resolvido utilizando um coloring algorithm. 1999. doc.. Introduction to Automata Theory. Z. Fig. Ullman.Máquina de estados finitos 395 Optimização Optimizar uma MEF consiste em encontrar a máquina com o menor número de estados que desempenhe a mesma função. A. gov/ dads/ HTML/ finiteStateMachine.E. Kluwer Academic Publishers. html http:/ / www.. "Introduction to Discrete Event Systems". Long. J.. um bloco de lógica combinacional que determina o estado de transição e um segundo bloco de lógica combinacional que determina a saída da MEF. J. Theory of Finite Automata with an Introduction to Formal Languages. uk/ foldoc/ foldoc.D. • Cassandras.. 1978. uma MEF pode ser construída utilizando um dispositivo lógico programável. Introduction to the Theory of Finite-state Machines. 1989. Synthesis of Finite State Machines: Logic Optimization.. Addison -Wesley. ISBN 0-7923-9892-0 • Carroll. stateworks. a implementação de hardware requer um registrador para armazenar o estado das variáveis. ic. cgi?query=finite+ state+ machine http:/ / www. S. php#tn10 http:/ / foldoc. Implementação Aplicações de Hardware Em um circuito digital. ac. Lafortune. htm . . Boston 1997. Prentice Hall. ISBN 0-7923-9842-4 • Tiziano Villa.

cefet-al. é usada para realizar a operação de subtração e adição binárias (vide Circuitos aritméticos) no circuito somador ou subtrator. quando A=0 e B=1 ou A=1 e B=0. apenas quando suas entradas diferirem. Todavia esta porta possui símbolo próprio e é considerada uma porta lógica independente nos projetos (esta porta é um circuito combinacional). AND e OR. professor de Eletrônica Digital I no CEFET-AL de Maceió. podendo ser montada por portas NOT. A porta Lógica OU-exclusivo de duas entradas apresenta saída com nível lógico 1. ou seja. exclusive-OR.One Time Programmable 396 One Time Programmable OTP é a sigla para One Time Programmable e caracteriza os dispositivos dotados de memória do tipo PROM capazes de serem programados apenas uma vez. EX-OR (como preferir). Porta Lógica Ou-Exclusivo A porta lógica Ou-Exclusivo. Fontes Apostila do prof. br . Simbologia do OU-EXCLUSIVO Esta função lógica deriva das demais. Ver Também • • • • • • Porta OR Porta NOT Porta AND Circuitos aritméticos Centro Federal de Educação Tecnológica [1] Referências [1] http:/ / www. Luis Hermano. veja a tabela da verdade logo abaixo.

eliminação. ou ainda ≠) é uma operação sobre dois ou mais valores lógicos.NAND . na notação matemática: . conhecido geralmente por XOR ou por EOR (também XOU ou EOU). . que produz um valor verdadeiro apenas se a quantidade de operadores verdadeiros for ímpar. escritas com operadores lógicos. Definição A disjunção exclusiva (escrito como .NOT . é uma operação lógica em dois operandos que resulta em um valor lógico verdadeiro se e somente se exactamente um dos operandos tem um valor verdadeiro.XOR . e introdução As seguintes equivalencias podem ser deduzidas. Tabela de Verdade A tabela de verdade para p XOR q de duas entradas é a seguinte: Tabela verdade da função XOR Entradas A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 Símbolo Saída S 0 1 1 0 Outras portas AND . tipicamente os valores de duas proposições.Porta XOR 397 Porta XOR Ou exclusivo chamada também disjunção exclusiva.OR .XNOR Ou exclusivo p F F V V q F V F V F V V F Equivalências.NOR .

Por exemplo. como segue: A disjunção exclusiva também pode ser expressa da seguinte maneira: pode ser expressa em termos da conjunção . como apontado pela Barrett e Stenner em um artigo de 1971 "O Mito do 'Ou' exlusivo" (Mind. como segue: A função primária de um dos. Nada classificadamente pensado como de uma disjunção tem essa propriedade. A disjunção exclusiva . mas não ambos. O XOR também equivale a negação do bicondicional lógico. É tão óbvio que ela pode razoavelmente entender como se o garçom dela tivesse lhe negado a possibilidade de tomar ambos café e chá. 80 (317). nenhum autor produziu um exemplo de uma sentença na língua inglesa que parece ser falsa porque ambas de suas entradas são verdadeiras. Como é mostrado abaixo: As vezes também é útil escrever p XOR q da seguinte maneira: Esta equivalência pode ser estabelecida aplicando a Lei de De Morgan duas vezes na quarta linha da prova acima. na qual é óbvio que ambas disjunções não podem ser verdadeiras. as vezes é discutido que em muitas linguagens naturais. Certamente em muitas circunstâncias. Primeiro. é enfatizar a indiferença de duas ou mais coisas ou cursos. 'Ou exclusivo' na linguagem natural O Oxford English Dictionary explica "um dos dois. uma sentença como a desse exemplo deveria ser entendida como a proibição da possibilidade de alguém aceitar as duas opiniões. se uma mulher soube que o amigo dela está ou na lanchonete ou na quadra de tenis. 116-121). Por exemplo. mas não ambos. Se nós sabemos tudo sobre uma disjunção e ela é verdadeira.. Mesmo assim. A disjunção exclusiva de um par de proposições (p. Mas se o garçom dela lhe diz que ela pode pedir café ou chá. Mas a função secundária é enfatizar a exclusividade mútua = um dos dois. Mas parece que ainda que nenhuma palavra em alguma linguagem natural que possa juntar-se a uma lista de duas ou mais opções tem essa propriedade geral. Segundo. Mas não é óbvio que isso se deve a natureza da palavra "ou" ao invés de fatos particulares sobre o mundo. não podemos ter certeza de qual das proposições são verdadeiras. ela não pode validamente inferir que ele está na quadra de tenis. a palavra "ou" tem um sentido "exclusivo". ela pode validamente inferir que ela pode tomar chá. q). discute-se que a intenção normal de uma declaração como "Você pode tomar café ou chá" é para estipular que exatamente uma das condicões pode ser verdadeira.ou".. etc. Certamente há muitas sentenças como "A lâmpada está apagada ou desligada".Porta XOR o Valor do XOR é verdadeiro quando o números de 1's é ímpar. o "ou" exclusivo n-ário é verdadeiro se e somente se este tenha um número ímpar de entradas verdadeiras. deve significar que p é verdadeiro ou que q é verdadeiro. existe uma boa razão para supor que esse tipo de sentença não é disjuntiva. e da negação 398 Esta representação do XOR pode ser útil para a construção de um circuito ou uma rede. . Há ainda duas boas razões gerais para supor que palavra nenhuma em qualquer linguagem natural poderia adequadamente ser representada pelo exclusivo binário "ou" da lógica formal. da disjunção . Seguindo esta intuição de senso comum sobre "ou". porque ela possui um único operador de negação e um pequeno número de operadores OR e AND . inclusive inglês.

ou ainda se todos os bits possuírem "0" como valor lógico. se dois ou mais bits possuírem "1" como valor lógico. Vide o exemplo: Ou exclusivo na ciência da computação Operação Bitwise Bitwise XOR é simplesmente uma operação XOR "bit a bit" sobre dois valores binários que indica "1".Porta XOR 399 Propriedades Esta seção usa os seguintes símbolos: As seguintes equações seguem dos axiomas lógicos: Associatividade e Comutatividade A "Ou Exclusivo" (XOR) goza das propriedades da associatividade e comutatividade. se e somente se um dos bits possuír valor lógico "1". um somador pode ser implementado usando uma porta XOR para somar os números. ex: 1 0 0 1 xor 1 1 1 1 equivale a 0 1 1 0 • dizer se existe um número ímpar de bits 1s é verdadeiro se um número ímpar de variáveis são verdadeiras). Na ciência da computação. e uma série de AND's. e "0". • ele é um circuito negador. a disjunção exclusiva tem vários usos. OR's e Not's para os carry's ("vai um") de saída. Em circuitos lógicos. tais quais: • dizer quando dois bits são diferentes. .

O XOR também é usado para misturar funções na criptografia. ao invés de carregar e armazenar o valor zero. Abaixo temos um exemplo de um Circuito Integrado XOR. os dados sejam reconstituídos aplicando XOR ao dado armazenado no disco de backup. O XOR também tem sua utilidade na segurança da informação armazenada em discos rígidos. NOR e NOT. é mais eficiente armazenar um zero em um registrador realizando a operação XOR com ele mesmo. O algoritmo Xor Swap usa a lógica do conectivo XOR a fim de trocar os valores numéricos de 2 variáveis. teremos A. sendo que esta mesma lógica pode ser expressa através dos circuitos NAND. como por exemplo no One-time Pad. A técnica RAID 3-6 usa o conceito lógico do operador XOR para em caso de falha em um dos discos.Porta XOR Em algumas arquiteturas de computadores. Descrição do hardware As portas XOR são portas lógicas básicas que são reconhecidas na TTL e nos circuitos integrados CMOS. Existem Circuitos Integrados que utilizam a lógica do XOR. Diagrama de pinos de um circuito integrado CMOS 4070 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Entrada A1 Entrada B1 Saída Q1 Saída Q2 Entrada B2 Entrada A2 VSS Entrada A3 Entrada B3 Saída Q3 Saída Q4 Entrada B4 Entrada A4 VDD Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos . de duas entradas. como vemos a seguir: 400 E é baseado na reversibilidade da operação XOR que a técnica recupera os dados armazenados no disco de backup. pois se aplicarmos e reaplicarmos o XOR no resultado com o mesmo B. Pode-se dizer que o XOR realiza uma operação reversível.

por causa das situações que os sinais deste tipo de circuito podem apresentar: presença de sinal. todos os problemas eram resolvidos por sistemas analógicos. ou "0". As situações "Verdadeira" e "Falsa" são estudadas na Lógica Matemática ou Lógica de Boole. São geralmente usadas em circuitos eletrônicos. sistemas lineares. praticamente introduzindo na área tecnológica o campo da eletrônica digital. Porta NAND: esquema do circuito integrado e hardware No início da era da eletrônica. o matemático britânico George Boole (1815 1864).Porta lógica 401 Porta lógica Portas lógicas ou circuitos lógicos. Esse ramo da eletrônica emprega em seus sistemas um pequeno grupo de circuitos básicos padronizados conhecidos como Portas Lógicas. o engenheiro americano Claude Elwood Shannon utilizou as teorias da álgebra de Boole para a solução de problemas de circuitos de telefonia com relés. ou "1". O comportamento das portas lógicas é conhecido pela tabela verdade que apresenta os estados lógicos das entradas e das saídas. são dispositivos que operam um ou mais sinais lógicos de entrada para produzir uma e somente uma saída. História Em 1854. tendo publicado um trabalho denominado Symbolic Analysis of Relay and Switching. Tipos Tipo Símbolo (Norma ANSI) Símbolo (Norma IEC) Função booleana Tabela verdade AND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A AND B 0 0 0 1 . Apenas em 1938. apresentou um sistema matemático de análise lógica conhecido como álgebra de Boole. isto é. e ausência de sinal. dependente da função implementada no circuito. através da obra intitulada An Investigation of the Laws of Thought (Uma Investigação Sobre as Leis do Pensamento). origem do nome destas portas.

Porta lógica 402 OR ENTRADA SAÍDA A B A OR B 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 NOT ENTRADA SAÍDA A 0 1 NOT A 1 0 NAND ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NAND B 1 1 1 0 NOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A NOR B 1 0 0 0 XOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 SAÍDA A XOR B 0 1 1 0 .

o 'Data Out'. . A cada avanço. As entradas e saídas seriais de um registrador podem ser conectadas juntas. de modo a formar um registrador de deslocamento circular. Existem outra configurações possuindo ambas as entradas serial e paralela e outra com saídas serial paralela.Porta lógica 403 XNOR ENTRADA A 0 0 1 1 B 0 1 0 1 OUTPUT A XNOR B 1 0 0 1 Ver também • Flip-flop • Multiplexador • Circuitos aritméticos Registrador de deslocamento Em eletrônica digital um registrador de deslocamento é um conjunto de registradores configurados em um arranjo linear de tal forma que a informação é deslocada pelo circuito conforme o mesmo é ativado. e é deslocado para a direita em um estágio cada vez que o 'Data Advance' é colocado em nível alto. é deslocado e então perdido. O bit na extrema direita. O conjunto de dados é inserido em 'Data In'. os quais permitem que se varie a direção do deslocamento da informação. incluindo as configurações entrada serial. o bit da extrema esquerda. Entrada serial. saída serial Leitura destrutiva Este é o tipo mais simples de registrador de deslocamento. Poderiam também ser desenvolvidos registradores de deslocamento multi-dimensionais. é deslocado para a saída do primeiro flip-flop. saída paralela (SIPO) e entrada paralela. saída serial (PISO). o 'Data In'. os quais podem realizar processamentos mais complexos. Tipos de Registradores de deslocamento Os registradores de deslocamento podem possuir uma combinação de entradas e saídas seriais e paralelas. Existem também registradores de deslocamento bi-direcionais.

os dados ao mesmo tempo em que saem são colocados de volta na entrada do registrador. A coluna da esquerda corresponde ao pino de saída localizado na extrema esquerda da figura.Registrador de deslocamento 404 0 0 0 0 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 0 1 1 0 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 Os dados são armazenados em cada flip-flop. qualquer dado deslocado na extrema direita se torna a próxima entrada na esquerda.0. Além disso. na saída 'Q'. visto que os dados são perdidos ao serem deslocados do bit à exterma direita. Quando este está em nível alto (write) então o registrador de deslocamento se comporta normalmente. Quando o controle R/W é colocado em nível baixo. Esta configuração realiza uma leitura destrutiva. quando o controle R/W é colocado em nível baixo (read). e os dados podem ser perdidos no fim do resgistrador. fornecendo um pulso ao 'Data Advance' a cada dado. porém quando a entrada R/W está em nível alto. Nesta animação. porém atrasado em quatro ciclos do 'Data Advance'. Outro pino de entrada é adicionado. Este arranjo é o equivalente em hardware de uma fila. avançando a entrada de dados em uma posição para cada ciclo de clock. Deste modo. sendo desta forma um registrador de deslocamento de 4 bits.0. sendo assim mantido no sistema. sendo isto chamado de cloking ou strobing) no registrador. Conforme o 'Data In' insere os dados 1. os quatro últimos bits de saída são mostrados na extrema direita. .1. de modo que todos os espaços para deslocamento estejam vazios.1. Para exemplificar o padrão do deslocamento. Leitura não-destrutiva A leitura não-destrutiva pode ser obtida utilizando-se a configuração mostrada abaixo.0. enquanto o controle R/W estiver em nível baixo. Conforme pode-se observar. de modo que existem quatro "espaços" para armazenamento disponíveis nestas configuração.0 (nesta ordem. obtemos o resultado mostrado na tabela ao lado. e assim por diante. os dados são deslocados para fora e então perdidos. Deste modo a saída completa do registrador é 00001101 (desconsiderando o passo final). Entretanto. obteríamos exatamente o mesmo dado da entrada. o controle de Leitura/Escrita. nenhum dado pode ser perdido do sistema.0. todo o registrador poderia ser zerado a qualquer momento colocando-se todos os pinos de reset (R) em nível alto. se continuassemos a inserir dados. consideremos que o registrador possua o dado 0000.

quando então os registradores recebem um pulso de clock. a saída de dados. e os novos dados são inseridos. conforme descrito na sessão acima. lidos em ordem. o controle de Escrita/Deslocamento deve estar em nível baixo. uma interface na qual cinco registradores de deslocamento 74164 formam a parte central do circuito. Isto é considerado de grande utilidade. conterá os bits desta palavra. Saída paralela Esta configuração permite a conversão do formato serial para o paralelo. mas as interfaces seriais possuem uma construção mais simples. ou deslocados para fora e substituídos. Para escrever os dados no registrador. caso uma palavra de dados tenham sido escritos de forma paralela e em seguida deslocados. pois muitos circuitos trabalham com grupos de bits em paralelo. até estar pronto para receber novas informações. Saída serial Esta configuração recebe os dados através das entradas D1 a D4 no formato paralelo. o controle deve ser colocado em nível alto e os registradores devem receber um pulso de clock. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados como circuitos de atraso simples. Uma vez que os dados entraram. conforme pode ser visto (aqui [1]). desta forma o circuito atua como um registrador de deslocamento SISO. Usos Um dos usos mais comuns dos registradores de delocamento é a conversão entre interfaces seriais e paralelas. Ao contrário dos multivibradores monoestáveis. Eles requerem um clock externo e a precisão da oscilação é limitada pela granularidade deste clock. . Entrada paralela. retendo as informações antigas como entrada em outra parte do sistema. Entretanto. Entrada paralela. Q. Os registradores de deslocamento também podem ser utilizados com extensores de pulso. Ele pode ser Registrador de deslocamento PISO de 4 bits utilizado como uma espécie de "histórico". Um conjunto de registradores de deslocamento pode ser conectado em paralelo para uma implementação em hardware de uma pilha. Como exemplo temos o Ronja Twister.Registrador de deslocamento 405 Entrada serial. eles podem ser lidos todos simultaneamente. Saída paralela Este tipo de registrador de deslocamento recebe os dados das entradas paralelas (D0-D3) e o desloca para as saídas correspondentes (Q0-Q3) quando os registradores recebem um pulso de clock. a temporização não depende dos valores dos componentes. Os dados entram de forma serial. com o terminal D1 atuando como entrada de dados. Para deslocar os dados.

com/ vol_4/ chpt_12/ index. twibright. era um recurso muito escasso nos antigos sistemas informáticos (bem como nos primeiros microcomputadores. Ligações externas • Shift Registers [2] em AllAboutCircuits. tipicamente para fazer operações de vetores\matrizes. sendo que ambas as alternativas levavam a desvantagens bastante significativas na flexibilidade e manutenção de programas. . com/ schematics/ twister. Desenvolvimento No geral. sem qualquer forma de endereçamento indireto. arquiteturas que permitem que mais de um registrador seja usado desta forma.Registrador de deslocamento 406 História Um dos primeiros registradores de deslocamento conhecidos foi o Colossus. por volta de 1960. décadas atrás). o MOS Technology 6502 fez bom uso de tais registradores. cujo clone aperfeiçoado. uma máquina para quebra de códigos desenvolvida nos anos 40. Nos primeiros computadores. bem como em desperdício de memória. Entre os primeiros minicomputadores com registradores de índice estão o AN/USQ-17. de 1955 a 1964). a série de mainframes IBM 700/7000. para todas as posições de endereçamento). allaboutcircuits. naturalmente possuem um código de operação para especificar qual registrador deve ser usado. que é parte da própria instrução) é acrescentada ao conteúdo de um registro para formar o endereço do operando ou dado real. aliás. registradores de índice tornaram-se parte padrão dos computadores durante a segunda geração tecnológica (grosso modo. Uso Registradores de índice são usados para um tipo especial de endereçamento indireto onde uma constante imediata (isto é. Registradores de índices foram usados pela primeira vez no computador britânico Manchester Mark I em 1949. Por exemplo. png [2] http:/ / www. O primeiro microprocessador com registrador de índice parece ter sido o Motorola 6800. Ele era um dispositivo de cinco estágios construído a partir de válvulas. ou pelo uso de técnicas "sujas" de código auto-modificante. operações com matrizes tinham de ser realizadas ou por código repetido linearmente para cada elemento da matriz (isto é. e computadores em tempo real da Scientific Data Systems. html Registrador de índice Um registrador de índice numa UCP de computador é um registrador usado para modificar operandos de endereçamento durante a execução de um programa.com Ver também • Registrador de deslocamento com realimentação linear • Máquina de estados com registrador de deslocamento Referências [1] http:/ / ronja. A última.

C. Acessado em 23 de fevereiro de 2008.Computador a Papel [2] em USP. um sinal self-clocking (ou "auto-sincronizado") é aquele que pode ser decodificado sem a necessidade de um sinal de clock separado ou outra fonte de sincronização. dcc. br/ iolanda/ hic/ hicger. usp. História da Computação [1] em "Boa Aula". Iolanda B. os sinais de clock ocorrem nos pontos de transição. HDLC Modulação EFM Modified Frequency Modulation Sinais PDH Anisócrono • Código Morse • Comunicação serial assíncrona A maioria destes códigos pode ser vista como um tipo de codificação Run Length Limited. dcc. html http:/ / www. ime. • SETZER. Roberto. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / www.Registrador de índice 407 Ligações externas • CORTELAZZO. Isto é feito geralmente incluindo sincronização embutida dentro do sinal e adicionando-se restrições na codificação da carga de dados de forma tal que falsas sincronizações possam ser facilmente detectáveis. ufla. ufla. com. pdf http:/ / www. Valdemar W. html http:/ / www. Os restritores em "corridas" de zeros e "corridas" de uns asseguram que as transições ocorrerão com freqüência suficiente para manter o receptor sincronizado. br/ Self-clocking Em telecomunicações e eletrônica. • WILLRICH. boaaula. A maioria dos códigos de linha são projetados para serem auto-sincronizados. br/ ~monserrat/ icc/ Introducao_arq_computador. br/ ~vwsetzer/ comp-papel. Acessado em 23 de fevereiro de 2008. Exemplos de self-clocking Isócrono • • • • • • • 4B5B 8b/10b Codificação Manchester. Introdução à Arquitetura de Computadores [3] em DCC-UFLA [4]. .

pt/ ~andre/ documentos/ sincronismo. onde cada sinal (canal de comunicação). Referências [1] [2] [3] [4] http:/ / forum. permite transmitir simultaneamente vários sinais. Sincronização [3] in ISEP [4]. Acessado em 31 de maio de 2008. br/ http:/ / www. • MOREIRA. TDM-mux Do inglês Time Division Multiplexing .Self-clocking 408 Ligações externas • Self-clocking [1] in Netpédia [2]. br/ MostraTermo. php?TermID=5980 http:/ / forum. ipp. com. pt/ Sensor tátil Sensores táteis são aqueles que reagem ao serem tocados! Como por exemplo um botão que aciona uma máquina. possui um tempo próprio e definido de uso da banda para transmissão. dei.TDM este tipo de multiplexação. isep. Veja também • FDM • rede de transmissão . um botão de liga e desliga. html http:/ / www. netpedia. André. ipp. netpedia. dentro do mesmo espaço físico (meio de transmissão). Acessado em 31 de maio de 2008. com.

a fórmula ¬((A∧B)→C) tem o seguinte conjuntos de subfórmulas: { ¬((A∧B)→C) . se uma fórmula contém 2 termos. e vice-versa. de maneira que se "A" é verdade então "~A" é falsa. A . de Wittgenstein. As tabelas-verdade derivam do trabalho de Gottlob Frege. três casos de apenas dois termos serem verdadeiros (V V F . utilizava as mesmas para classificar funções veritativas em uma série. Charles Peirce e outros da década de 1880. Por exemplo. dois casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F . A∧B . B . Se a fórmula contiver 3 termos. Assim. Tabelas das Principais Operações do Cálculo Proposicional Negação A ~A V F F V A negação da proposição "A" é a proposição "~A". à difusão do uso de tabelas-verdade. F V) e um caso no qual ambos termos são falsos (F F). três casos de apenas um dos termos ser verdadeiro (V F F .Tabela verdade 409 Tabela verdade Tabela-verdade. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 8: um caso de todos termos serem verdadeiros (V V V). sendo n o número de valores que o sistema permite (sempre 2 no caso do Cálculo Proposicional Clássico) e t o número de termos que a fórmula contém. então. Como construir uma tabela de verdade Uma tabela de verdade consiste em: 1º) Uma linha em que estão contidos todas as subfórmulas de uma fórmula. F V V). O número destas linhas é l = nt . C} 2º) l linhas em que estão todos possíveis valores que os termos podem receber e os valores cujas as fórmulas moleculares tem dados os valores destes termos. F V F . tabela de verdade ou tabela veritativa é um tipo de tabela matemática usada em Lógica para determinar se uma fórmula é válida ou se um sequente é correto. o número de linhas que expressam a permutações entre estes será 4: um caso de ambos termos serem verdadeiros (V V). Conjunção (E) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são verdadeiros . e tomaram a forma atual em 1922 através dos trabalhos de Emil Post e Ludwig Wittgenstein. (A∧B)→C . A publicação do Tractatus Logico-Philosophicus. F F V) e um caso no qual todos termos são falsos (F F F). A vasta influência de seu trabalho levou. V F V .

Então) [Implicação] A conjunção é falsa se. e somente se. e somente se ambos os operandos forem falsos A B AvB V V V F F V F F V V V F Condicional (Se. o primeiro operando é verdadeiro e o segundo operando é falso A B A→B V V V F F V F F V F V V Bicondicional (Se e somente se) [Equivalência] A conjunção é verdadeira se. apenas um dos operandos for verdadeiro .Tabela verdade 410 A B A^B V V V F F V F F V F F F Disjunção (OU) A disjunção é falsa se.. e somente se. ambos operandos forem falsos ou ambos verdadeiros A B A↔B V V V F F V F F V F F V Disjunção Exclusiva (Ou... e somente se.. ou XOR) A conjunção é verdadeira se.

Em caso positivo. é inválido. o argumento é válido. Em caso negativo. Alguns argumentos válidos • Modus ponens A B A→B V V V F F V F F V F V V • Modus tollens A B ¬A ¬B A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V • Silogismo Hipotético .Tabela verdade 411 A B A∨B V V V F F V F F F V V F Adaga de Quine (NOR) A conjunção é verdadeira se e somente se os operandos são falsos A B A∨B A↓B V V V F F V F F V V V F F F F V Como usar tabelas para verificar a validade de argumentos Verifique se a conclusão nunca é falsa quando as premissas são verdadeiros.

(B→A) A B A→B B→A V V V F F V F F V F V V V V F V Como usar tabelas para verificar a equivalência de fórmulas (A∧B) ≡ ¬(B→¬A) ≡ ¬(¬A∨¬B) ≡ (¬A↓¬B) . (A→B) B. então B. A B A→B V V V F F V F F V F V V • Comutação dos Condicionais A implica B. B implica A. A. (A→B) Logo. Logo.Tabela verdade 412 A B C A→B B→C A→C V V V V V F V F V V F F F V V F V F F F V F F F V V F F V V V V V F V V V F V V V F V F V V V V Algumas falácias • Afirmação do conseqüente Se A.

Tabela verdade 413 A B ¬A ¬B A∧B B→¬A ¬(B→¬A) (¬A↓¬B) V V V F F V F F F F V V F V F V V F F F F V V V V F F F V F F F (A→B) ≡ ¬(¬A∧B) ≡ (¬A∨B) ≡ ¬(¬A↓B) A B ¬A ¬B A→B A∧¬B ¬(¬A∧B) ¬A∨B V V V F F V F F F F V V F V F V V F V V F V F F V F V V V F V V (A∨B) ≡ ¬(¬A∧¬B) ≡ (¬A→B) ≡ ¬(A↓B) A B ¬A ¬B A∨B ¬A∧¬B ¬(¬A∧¬B) ¬A→B V V V F F V F F F F V V F V F V V V V F F F F V V V V F V V V F Ligações externas • Monte qualquer tabela-verdade automaticamente [1] Ver também • • • • Lógica NOR NAND XOR Referências [1] http:/ / www. br/ view/ tabela-verdade. com. php . calculadoraonline.

Tristate

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Tristate
Em eletrônica digital, portas lógicas com saídas tri-state ou 3-state permitem a geração de valores de 0, 1 ou Z. Uma saída Z pode ser considerada como uma saída desconectada do resto do circuito, pois se apresenta em um estado de alta impedância. A intenção deste estado é permitir diversos circuitos a compartilharem da mesma linha ou barramento de dados, sem afetar umas as outras. Tri-state é uma marca registrada da National Semiconductors, mas é freqüentemente usada para descrever dispositivos produzidos por qualquer fabricante.
Entrada Saída A 0 1 0 1 B 0 0 1 1 C Z Z 0 1

Usos da lógica tri-state
Saídas tri-state são implementadas em diversas famílias de circuitos integrados digitais, tais como a série 7400 de Um buffer tri-state pode ser entendido como uma chave. Se B está ligado, a chave é portas TTL. Saídas Tri-state podem ser fechada. se B está desligado, a chave é aberta. encontradas em portas lógicas individuais, ou em circuitos integrando múltiplas saídas na forma de um buffer para barramento. Dispositivos de lógica tri-state são geralmente usados para acomodar múltiplas linhas em barramentos de dados ou endereços. Se diversas saídas tri-state são conectadas eletronicamente, somente a saída ativa pode apresentar valores 1 ou 0, devendo o restante das linhas permanecer em estado de alta impedância. Caso duas ou mais linhas saiam de seu estado tri-state simultaneamente, há um conflito de saídas no barramento, podendo gerar desde um simples erro no barramento até a danificação de uma das saídas. Para evitar isto, deve-se aplicar um controle de acesso ao barramento. Buffers tri-state podem ser usados para implementar multiplexadores eficientes especialmente naqueles com um grande número de entradas.

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Ver também
• Buffer • Microcontrolador • Barramento

Ligações Externas
Como funciona o buffer tri-state? [1]

Referências
[1] http:/ / www2. eletronica. org/ hack-s-dicas/ como-funciona-o-buffer-tri-state

VHDL
VHDL ou "VHSIC Hardware Description Language" (Linguagem de descrição de hardware VHSIC "Very High Speed Integrated Circuits") é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em FPGAs e ASICs.

História
A VHDL foi originalmente desenvolvida sob o comando do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DARPA), em meados da década de 1980, para documentar o comportamento de ASICs que compunham os equipamentos vendidos às Forças Armadas americanas. Isto quer dizer que a linguagem VHDL foi desenvolvida para substituir os complexos manuais que descreviam o funcionamento dos ASICs. Até aquele momento, a única metodologia largamente utilizada no projeto de circuitos era a criação através de diagramas esquemáticos. O problema com esta metodologia é o fato de que desenho tem menor portabilidade, são mais complexos para compreensão e são extremamente dependentes da ferramenta utilizada para produzi-los. Uma vez que o projeto VHSIC era de alta prioridade militar e havia dezenas de fornecedores envolvidos, o DoD estava preocupado principalmente com as questões de portabilidade, documentação e compreensibilidade dos projetos. Cada um destes fornecedores atuava desenvolvendo partes dos projetos ou mesmo fornecendo componentes que viriam a se encaixar em outros sistemas maiores. Desta forma o DoD optou por buscar desenvolver uma linguagem que servisse como base para troca de informações sobre estes componentes e projetos. Uma linguagem que, independente do formato original do circuito, pudesse servir como uma descrição e documentação eficientes do circuito, possibilitando os mais diferentes fornecedores e participantes a entender o funcionamento das outras partes, padronizando a comunicação. O desenvolvimento da VHDL serviu inicialmente aos propósitos de documentação do projeto VHSIC. Entretanto, nesta época buscava-se uma linguagem que facilitasse o projeto de um circuito; ou seja, a partir de uma descrição textual, um algoritmo, desenvolver o circuito, sem necessidade de especificar explicitamente as ligações entre componentes. A VHDL presta-se adequadamente a tais propósitos, podendo ser utilizada para as tarefas de documentação, descrição, síntese, simulação, teste, verificação formal e ainda compilação de software, em alguns casos. Após o sucesso inicial do uso da VHDL, a sua definição foi posta em domínio público, o que levou a ser padronizada pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers) em 1987. O fato de ser padronizada e de domínio público ampliou ainda mais a sua utilização, novas alterações foram propostas, como é natural num processo de aprimoramento e a linguagem sofreu uma revisão e um novo padrão mais atualizado foi lançado em 1993. Pequenas alterações foram feitas em 2000 e 2002. Em setembro de 2008 voi aprovado pelo REVCOM a mais recente versão,

VHDL IEEE 1076-2008. Existe também ramificações desse padrão, a saber: • • • • • • • • IEEE 1076.1 VHDL analógica e de sinal misto IEEE 1076.1.1 VHDL-AMS pacotes padrão (stdpkgs) IEEE 1076.2 VHDL pacotes matemáticos (math) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado (vhdlsynth) IEEE 1076.3 VHDL pacotes sintetizado - Ponto flutuante (fphdl) IEEE 1076.4 VHDL bibliotecas para ASIC: vital) IEEE 1076.6 VHDL síntese de interoperabilidade IEEE 1164 VHDL pacote com multi valores lógicos (std_logic_1164)

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Sintaxe
A linguagem VHDL não é case-sensitive e tem uma sintaxe similar as linguagens Pascal e da linguagem ADA.

Estrutura
Comentários São iniciados com dois traços "--" e terminam no final da linha. Entity É a parte principal do projeto, é a interface do Sistema que descreve as entradas e saídas. Composta de duas partes: parameters e connections. Parameters refere-se aos parâmetros, exemplo largura de barramento, são declarados como generics. Connections por sua vez, refere-se como ocorre a transferência de informações, são declarados como ports. O nome de uma entity deve identificar o sistema, podendo usar letras e números, porem deve iniciar por uma letra. Exemplo de entity: entity ORGATE is … end ORGATE; Architecture É o corpo do sistema, onde são feitas as atribuições, operações, comparações, etc… Declarado como architecture nome of entidade is. Poder existir várias architecture na mesma entity. Exemplo de architecture: architecture RTL of ANDGATE is begin … end RTL;

VHDL Process Diretiva usada quando se quer fazer uma lista de operações a serem executadas. Implementada dentro de architecture. Possui forma estruturada. Exemplo de process: atrib : process begin A ⇐ X; B ⇐ Y; end process atrib;

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Package
Usado quando precisa-se usar um comando que não existe nas bibliotecas padrão. Deve ser definido antes do inicio da entity. Para usar a package é necessário usar duas declarações: library use. O package mais conhecido é o STD_LOGIC_1164 da IEEE por conter a maioria dos comandos adicionais usados na linguagem. Exemplo de package: library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all;

Sinal
Transmite os dados internamente ou externamente ao sistema sendo que os sinais externos são definidos em entity e usam a diretiva ports, já os sinais internos são definidos em architecture e usam a diretiva signal. Os sinais podem ser uma linha (bit) ou um barramento (bit_vector). No caso do bit_vector a ordem é de suma importância, sendo que o primeiro sinal é o mais significativo e o último o menos significativo. Estes dois tipos de sinais são nativos da linguaguem VHDL, no entanto pode-se adicionar mais tipos, usando bibliotecas apropriadas. Com isso, teremos tipos como: 'U' (Não inicializado), 'X' (Força 0 ou 1), '0' (Força 0), '1' (Força 1), 'Z' (Alta Impedância), 'W' (0 ou 1 fraco), '-' (Não interessa). Em ports tem que especificar a direção do sinal: entrada(in), saída (out) ou bidirecional (inout). Em signal não precisa especificar a direção devido ao fato do sinal ser interno. Sendo assim, o exemplo a seguir define um port com dois vetores, sendo um vetor X (o bit10 é o sinal mais significativo e o bit0 o menos significativo) e um vetor Y(sendo o bit0 o sinal mais significativo e o bit5 o menos significativo). port ( X : out bit_vector (10 downto 0); Y : inout bit_vector (0 to 5)); Já nesse exemplo definimos a e b como signal e ambos sendo bit. signal a, b : bit;

VHDL

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Constantes
Servem para aumentar a legibilidade do código e facilitar a sua modificação. CONSTANT <nome_da_constante> : <tipo> := <valor>; Exemplo: CONSTANT PI : REAL := 3.14; CONSTANT WIDTH : INTEGER := 8;

Variaveis
Usadas apenas em processos e subprogramas (funções e procedimentos), as variáveis usualmente não estão disponíveis para múltiplos componentes e processos. Todas as atribuições de variáveis tem efeito imediato. VARIABLE <nome_variavel> : <tipo> [:= <valor>]; Exemplo: VARIABLE opcode : BIT_VECTOR (3 DOWNTO 0) := "0000"; VARIABLE freq : INTEGER;

Operadores e Expressões
Operadores Lógicos Os operadores and, or, nand, nor, xor e xnor exigem dois operando, já o operador not exige apenas um operando. Deslocamento Restrito a vetores. Exige dois operando, um sendo o array e o outro um integer, que é o número de posições a serem deslocadas. As operações podem ser: shift left logical (deslocamento lógico a esquerda); shift right logical (deslocamento lógico a direita); shift left arithmetic (deslocamento aritmético a esquerda); shift right arithmetic (deslocamento aritmético a direita); rotate left logical (rotacionamento lógico a esquerda); rotate right logical (rotacionamento lógico a direita). Operadores Aritméticos + → soma ou identidade; - → subtração ou negação; * → multiplicação; / → divisão; mod → módulo; rem → resto da divisão; abs → valor absoluto; ** → exponenciação.

VHDL Atribuição e Comparações ⇐ → atribuição; = → igual; /= → diferente; < → menor; ⇐ → menor ou igual; > → maior; >= → maior ou igual; After e Wait After tem a finalidade de ativar o estado indicado depois de determinado tempo. Exemplo de after: x ⇐ '1' after 3s, '0' after 5s, '1' after 7s, '0' after 8s; O resultado graficamente seria:

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Já wait 'segura' o processo por determinado tempo. Exemplo de wait: x ⇐ '0'; wait for 2s; x ⇐ '1'; wait for 3s; x ⇐ '0'; wait for 1s; O resultado graficamente seria:

VHDL Constantes Generic Declarado na entity para definir uma constante. Composto pelo nome da constante seguido de dois pontos, tipo de constante e valor da constante precedido de :=. Seu âmbito é global. Exemplo de generic: generic (SIZE : integer := 5; Constant Tem a mesma função que o comando generic porem constant é declarado na architecture. Seu âmbito é local. Exemplo de constant: constant SIZE : integer := 5;

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Controles Condicionais
Existe cinco comandos condicionais: if then, if then else, case, for loop, next. If Then Será executado o que estiver dentro do bloco se a condição for verdadeira. Exemplo de if then: cmp : process begin if A /= B then C ⇐ B; end if; end process cmp; If Then Else Se a condição for verdadeira será executado o que estiver dentro de then, caso contrário será executado o que estiver dentro de else. Exemplo de if then else: cmp : process begin if A = B then C ⇐ 0; else C ⇐ 1; end if; end process cmp;

VHDL Case Quando o teste de condição de uma variável poder assumir vários opções, é recomendado o uso do case. Exemplo de case: converte : process begin case Bin is when "0000" ⇒ Dec when "0001" ⇒ Dec when "0010" ⇒ Dec when "0011" ⇒ Dec when others ⇒ Dec end case; end process converte; For Loop Enquanto o contador estiver dentro da faixa especificada o loop é executado. Exemplo de for loop: conta : process begin for i in 5 downto 0 loop Num ⇐ Num + 1; end loop; end process conta; Next Quando se quer pular determinados comandos e ir diretamente para outro usa-se o comando next. Exemplo de next: soma : process begin aux : for i in 3 downto 0 loop Num ⇐ Num + X; if Num = 10 then Num ⇐ 0; next alfa; end if end loop aux; end process soma;

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⇐ 0; ⇐ 1; ⇐ 2; ⇐ 3; ⇐ -1;

Test Bench
Testa o projeto (no Test Bench, o projeto é chamado de design ou Unit Under Test) através de sinais ou estímulos, monitorando suas respostas e com isso ter uma analise melhor do design. O Test Bench consiste em: um soquete para o UUT, um gerador de sinais e ferramentas para monitoras suas respostas que por exemplo pode dizer se o circuito está ou não funcionando correntamente e sob quais aspectos estão ocorrendo os problemas. O design não geram circuitos, servindo apenas para a simulação.

VHDL

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Exemplo de Código VHDL
Código de uma porta lógica E. -- importa std_logic da IEEE library library IEEE; use IEEE.std_logic_1164.all; -- Declara uma entidade entity ANDGATE is port ( IN1 : in std_logic; IN2 : in std_logic; OUT1: out std_logic); end ANDGATE; architecture RTL of ANDGATE is begin OUT1 ⇐ IN1 and IN2; end RTL;

O Uso da VHDL em Projetos de Circuitos
A VHDL, bem como outras linguagens seguem um fluxo de projeto bem definido, composto de sete etapas[carece de fontes?] , como apresenta a Figura 1: Especificação de Requisitos, Modelamento, Síntese de Alto Nível, Mapeamento Tecnológico, Implementação e ou Fabricação, Testes e Simulação. O tempo e o custo de cada etapa dentro de um projeto é bastante variável, dependendo da tecnologia utilizada para implementar o sistema.

Figura 1 Ciclo de vida de um projeto Durante a etapa de Especificação de Requisitos, o projetista e o usuário (em muitos casos podem ser a mesma pessoa), fazem um estudo e levantam todos os requisitos e características do sistema e definem o seu funcionamento. Características tais como atraso máximo permitido para as saídas, freqüência máxima de operação, consumo de potência, custo, temperatura de operação, tensão de alimentação são relacionadas a fim de buscar projetar um

VHDL circuito que atenda a estes requisitos, que podem ser desejáveis ou necessários. Não é necessário especificar todas estas características, isso sempre dependerá de cada projeto. Esta fase é de extrema importância porque uma vez compreendido corretamente o funcionamento do sistema, evita-se a ocorrência de erros futuros. A cada unidade de tempo avançada no ciclo de projeto, maior o custo de correção de um erro e maior a dificuldade em encontrá-lo. Ou seja, além do prejuízo ser maior, maior também a probabilidade de que o erro passe despercebido e seja incluído na produção do sistema. Na etapa de modelamento é que o projeto propriamente dito é iniciado. Baseado nas especificações da etapa inicial, o projetista irá escrever os modelos que representam o circuito. É de fundamental importância que o projetista tenha já um prévio conhecimento das ferramentas de software que utilizará no projeto e da tecnologia que irá utilizar, a fim de conduzir o modelamento a fim de obter os melhores resultados futuramente. Outras características importantes a serem incluídas nos modelos são: sempre que possível, de maneira a não afetar o desempenho e a portabilidade, escrever modelos que sigam o padrão estabelecido na linguagem, e não as extensões oferecidas pelos desenvolvedores das ferramentas de síntese; seguir um padrão de escrita de código uniforme para todos os modelos do projeto; documentar adequadamente os modelos, incluindo nome do autor, datas de manutenção, e comentários e explicações relevantes. A Síntese de Alto Nível está para o hardware assim como a compilação está para o software. Na síntese, o modelo descrito será convertido para estruturas de dados representando as conexões, blocos, componentes e portas lógicas. Esta etapa é automática e dependente da ferramenta de software utilizada. Em geral, certos cuidados podem ser tomados durante o modelamento a fim de direcionar o algoritmo da síntese para que obtenha os melhores resultados para o circuito. Durante a síntese são pré-avaliados os requisitos do sistema a fim de indicar se o circuitos irá atendê-los adequadamente. Após a síntese ainda não está definido o circuito a ser implementado, a especificação intermediária que é resultante é ainda bastante genérica e pode ser direcionada para uma de muitas possibilidades de tecnologias de implementação. Somente após o Mapeamento Tecnológico é que o circuito já está definido dentro da tecnologia em que será implementado. Fazendo uma analogia com o software, essa etapa corresponderia à geração de código executável que ocorre ao final da compilação de um código fonte. Só é possível entender essa etapa adequadamente conhecendo-se as diferentes tecnologias disponíveis no mercado, como full custom, gate array, FPGAs, entre outros. O projetista pouco consegue influir no mapeamento, especificando apenas os parâmetros de otimização desejados. A etapa de implementação/fabricação não há muito que ser explicada, nesse momento são criados os primeiros protótipos, avaliadas as condições finais, detalhes de produção entre outros detalhes de implementação final. Em seguida à fabricação, os circuitos são testados para que possam ser entregues ao usuário com garantia de isenção de falhas. A Simulação é uma etapa auxiliar, mas de grande relevância no ciclo de vida do projeto. Simular consiste em avaliar o comportamento do circuito e validar o modelo produzido até aquele momento. Durante a simulação, são apresentados amostras de entradas possíveis ao modelo do circuito, e os valores das saídas, memórias e nós internos do circuito são analisados a fim de comparar com o esperado na especificação. A Simulação gera uma realimentação para os processos de modelamento, síntese e mapeamento, evitando a propagação de erros para etapas posteriores. Muitos dos problemas encontrados na simulação não estão necessariamente ligados a erros no projeto, mas ao não preenchimento dos requisitos necessários, principalmente no que se refere aos tempos do circuito (atraso, setup/hold, freqüência de operação). Na simulação, um recurso muito interessante a ser utilizado são os test benches já comentados anteriormente.

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Para um determinado material. determinada pela quantidade de energia elétrica que pode ser armazenada em si por uma determinada tensão e pela quantidade de corrente alternada que o atravessa numa determinada freqüência.‎ . dcc. que é a área do triângulo formado no gráfico cartesiano VxQ: ou . br/ ~gabriel/ circlog/ vhdl. A capacitância verifica-se sempre que dois condutores estejam separados por um material isolante. a sua capacitância depende somente de suas dimensões.VHDL 424 Ver também VHDL (inglês) [1] Introdução ao VHDL pelo Prof. wikipedia. É possível calcular a energia potencial elétrica do corpo eletrizado. pdf Capacitância Conceito A capacitância ou capacidade é a grandeza elétrica de um capacitor. ufrj. Gabriel P. pode-se definir a expressão da capacitância com: Gráfico da capacitância. que é o valor que deixará passar uma corrente de 1 ampere quando a tensão estiver variando na razão de 1 volt por segundo. Quanto maior for o material. onde q é a quantidade de carga. Silva do DCC-IM/UFRJ [2] Referências [1] http:/ / en. maior capacitância ele terá. Assim. dado em Volts. org/ wiki/ VHDL [2] http:/ / www. Sua unidade é dada em farad (símbolo F). dada em Coulomb e U é o potencial eletroestático.

+ Qn = C1..Vep Para esferas (X e Y) de mesmo raio: Ver também • Lei de Coulomb • Campo elétrico • Potencial elétrico .. + Qn = Veq...m²/s² Potencial de Equivalência ou Equivalente (Veq) Eletrização por contato gera um potencial de equivalência entre os corpos A capacitancia de cada corpo não é alterada após a eletrização Equilibrio Eletrostático: ΣQ = ΣQa Onde: ΣQ: Soma das cargas antes da eletrização ΣQa: Soma das cargas após a eletrização Q1 + Q2 + Q3 + . + Qna Q1 + Q2 + Q3 + . + Qn = Q1a + Q2a + Q3a + .Veq + C3. Onde: r = raio da esfera k = constante eletrostática ou de Coulomb N....ΣC Carga após o contato (Qa): Qa = C.Veq Q1 + Q2 + Q3 + .Veq + C2...Capacitância 425 Condutores Esféricos Para condutores esféricos: .. + Cn) ΣQ = Veq.(C1 + C2 + C3 + . + Cn.Veq + ...

Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência). Portanto temos que: a) No primeiro caso. 1 segundo.5 segundos para que esse evento ocorra. [1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943. Alternativamente. oscilações. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). . Exemplos Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo na volta".25 s =1 s. 4 × 0. Assim sendo. Unidades de medida mais usadas -Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. tempo decorrido para uma oscilação.25 s= 1 s). fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0. Suponha que leve 0.Frequência 426 Frequência Frequência[1] é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos. Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo. em um segundo ele ocorrerá 4 vezes. será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". Daí. Com isso. Daí. temos que : . temos que: f = 4 Hz T = 0. 2 × 0. Esse tempo é o seu período (T). Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0. . -Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto. Consequentemente.5 s e no segundo de 0. ou seja. podemos medir o Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência.25 s Portanto. ou seja. ou 2 Hz (2 × 0. O que varia é o período do evento.25 s = 1 s. etc) em um determinado intervalo de tempo.25 segundos. que no primeiro caso foi de 0.25 s. Desse modo. 4 × 0. 2 × 0. temos que: F = 2 Hz T = 0.5 s = 1 s.5 s =1 s). sua frequência é de 2 vezes por segundo. b) No segundo caso. norma ortográfica válida no Brasil até 31 de dezembro de 2012.5 s =1 s. a frequência é o inverso do período. ou seja. Nesse caso. ou seja. podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes.5 s Portanto. temos que : . Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich Hertz. voltas. . para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo.

campo este que cria um fluxo que as atravessa. No caso. E = Força eletromotriz . ele tende a manter o fluxo de campo magnético. ou seja. ele gera uma força eletromotriz no sentido contrário à variação de corrente à qual ele está submetido. L = (Auto)-indutância.Frequência 427 Ver também • • • • • • • • • Frequência angular Onda Comprimento de onda Amplitude Frequência de corte Espectro de frequência Espectro electromagnético Nota musical Pitch Frequêncimetro Frequêncimetro.quando percorrido por uma corrente elétrica produz um campo magnético. Indutância Indutância Em um circuito constituído de uma ou mais bobinas perfeitas . onde = taxa de variação da corrente com o tempo. Autoindutância é a propriedade de um condutor de gerar uma força eletromotriz sobre ele próprio quando submetido a uma corrente elétrica variável.(resistência interna igual a zero) . Instrumento usado para medir frequência. A capacidade de uma bobina em criar o fluxo com determinada corrente que a percorre é denominada Indutância (símbolo L) medida em "henry" cujo símbolo é H. normalmente dada com unidade de medida: Hz ou seja o hertz.

podem ser citadas a reatância mecânica e reatância acústica. É dada em Ohms que constitui juntamente com a resistência elétrica a grandeza impedância. π é aproximadamente 3.Reatância 428 Reatância Reatância ou reagência elétrica é a resistência oferecida à passagem de corrente alternada por um indutor ou capacitor num circuito. . A medida recíproca da reatância é a susceptância. X é a reatância em ohms A Reatância é indicada pelo símbolo X. sendo: X<0 A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: (ou ) onde C é a capacitância dada em Faradays. A relação entre impedância. f é a frequência dada em Hertz. R é a resistência em ohms.14159. X>0 A reatância é indutiva (XL) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em Henrys. X=0 A impedância é igual à resistência óhmmica e o circuito é dito como puramente resistivo De maneira similar às reatâncias elétricas. resistência e reatância é dada por: Onde: Z é a impedância em ohms. π é aproximadamente 3.14159. f é a frequência dada em Hertz.

É medida em ohms e é igual à recíproca do produto de 2 π pela frequência em hertz e pela capacitância em farads. π é aproximadamente 3. f é a frequência dada em Hertz. Em circuitos de tensão contínua um capacitor apresenta resistência considerada infinita. A reatância é capacitiva (XC) e o seu valor em ohms é dado por: Onde C é a capacitância dada em Farads. O valor nunca será exato. com semiciclos de 50%. Quando X > 0 a reatância é ( ) e o seu valor em ohms é dado por: onde L é a Indutância dada em henrys.Reatância capacitiva 429 Reatância capacitiva A reatância capacitiva só existe em circuitos de tensão alternada. Porém. circuito eletrônico ou bobina. de um circuito elétrico ou circuito eletrônico. Todo capacitor em circuito de tensão alternada atua como um resistor (não que esta seja sua função no circuito. e a mesma tensão de pico para os dois lados da senoide em relação ao referencial (geralmente 0 V).14159. f é a freqüência dada em Hertz. Sua resistência será dada em função da frequência do circuito e o valor do capacitor dado em farads. designada pelo símbolo e igual à indutância em henrys multiplicada por 2 π vezes a freqüência em Hertz. porém seu comportamento apresenta resistência). É medida em ohms. A reatância capacitiva é o tipo de reatância devida à capacitância de um capacitor. já que π é um número irracional. não afetando o circuito. a diferença entre o valor obtido e o real é desprezível. onde X < 0. Vale lembrar que o cálculo descrito abaixo só é válido para tensão alternada com onda senoidal. Reatância indutiva A reatância indutiva é devida à indutância de um circuito elétrico. .

Para medir essa resistência. chamado efeito Joule. os cientistas definiram uma grandeza que denominaram resistividade elétrica. (está formula só é valida para associação de resistências em série) trocando em miúdos o valor da resistência equivalente é a soma dos valores da resistencia.. Esse fenômeno. isto é. é medida em ohms. a energia cinética média de oscilação de todos os átomos aumenta. Num ferro de passar roupa. Fatores que influenciam na resistividade de um material: • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto maior for seu comprimento. portanto o valor da resistência total é de 120 Ohms. Seu cálculo é dado pela Lei de Ohm. Em decorrência desses choques dos elétrons contra os átomos do retículo cristalino. os elétrons encontram uma certa dificuldade para se Grupo de resistores. se aquece. deve-se aos choques dos elétrons contra os átomos do condutor. • A resistividade de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção transversal. não variando seu valor nas extremidades dos resistores. um número muito elevado de elétrons livres passa a se deslocar nesse condutor. • A resistividade de um condutor depende do material de que ele é feito. quanto mais fino for o condutor. num secador de cabelos ou numa estufa elétrica. segundo o Sistema Internacional de Unidades (SI).Resistência elétrica 430 Resistência elétrica Resistência elétrica é a capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica pelo mesmo. O efeito Joule é a transformação de energia elétrica em energia térmica. Quando uma corrente elétrica é estabelecida em um condutor metálico. ao ser percorrido por uma corrente elétrica. T Associação de resistores em série O resistor equivalente é calculado pela fórmula Rt= R1 + R2 + . quando existe uma diferença de potencial aplicada. isto é. • A resistividade de um condutor depende da temperatura na qual ele se encontra. utilizando a formula teremos Rt= 100 + 20 Caso haja mais de dois resistores em série basta acrescentar os demais na fórmula e através de uma simples soma obtemos o valor da resistência equivalente: Vale a pena lembrar que a corrente elétrica (I) permanece a mesma em todo o circuito. Portanto. Nesse movimento.. Isso se manifesta como um aumento da temperatura do condutor. Efeito joule Um condutor metálico. deslocar. existe uma resistência à passagem da corrente no condutor. o calor é produzido pela corrente que atravessa um fio metálico. . e. Num circuito onde tenhamos duas resistências sendo R1 com valor de 100 Ohms e R2 com valor de 20 Ohms. os elétrons colidem entre si e também contra os átomos que constituem o metal.

as companhias de eletricidade usam medidores calibrados em kWh. durante um certo período. instalado pela companhia de eletricidade (procure observar o medidor de sua residência).e sua forma abreviada de escrita é Req ou Rt. Qualquer que seja o tipo da associação. Em praticamente todos os países do mundo. Sabe-se que: energia = potência x tempo. A Resistência Equivalente com dois resistores de valores diferentes pode ser definido da seguinte forma: Para mais de dois resistores associados em paralelo deve-se aplicar a seguite equação: Medida da energia elétrica Na entrada de eletricidade de uma residência. que é uma combinação das duas formas anteriores. Essa energia poderia ser medida em joules (unidade do SI). em paralelo ou ainda em associação mista. O valor registrado no medidor equivale à soma das energias utilizadas.Resistência elétrica 431 Associação de resistores em paralelo Os resistores podem ser combinados basicamente em três tipos de associações: em série. pelos diversos aparelhos instalados na casa. a resistência equivalente é igual ao valor de uma das resistências dividido pelo número de resistores utilizados onde N = Número de resistores. A corrente total que circula na associação é a somatória da corrente de cada resistor. existe um medidor. A corrente elétrica se distribui entre os componentes do circuito. Características fundamentais de uma associação em paralelo de resistores: • • • • • • Há mais de um caminho para a corrente elétrica. quanto maior for a potência de um aparelho eletrodoméstico e quanto maior for o tempo que ele permanecer ligado. entretanto. em outras palavras. maior será a quantidade de energia elétrica que ele utilizará. O funcionamento de cada resistor é independente dos demais. normalmente designada como resistência equivalente . O objetivo desse aparelho é medir a quantidade de energia elétrica usada na residência durante um certo tempo (normalmente 30 dias). esta sempre resultará numa única resistência total. A fórmula para o calculo de qualquer circuito paralelo com qualquer quantia de resistores e qualquer valor é a que se segue abaixo: Caso os valores dos resistores sejam iguais. Portanto. O resistor de menor resistência será aquele que dissipa maior potência. A diferença de potencial (tensão elétrica) é a mesma em todos os resistores. .

alguns projetos de simplesmente usam licenças de software livre (SL) existentes. outras novas licenças foram propostas e esquematizadas para suportarem hardwares específicos. Semiconductor intellectual property core . um video-game livre . é o código da linguagem de descrição de hardware que normalmente se divide.IP cores) ou Núcleos IP. o compartilhamento dos esquemas lógicos de forma aberta também se espalhou. Ao invés de compartilhar as esquemáticas. Estes módulos. o termo foi primeiramente empregado para refletir o lançamento irrestrito de informação sobre o projeto de hardware. estrutura de produtos e dados de layout de uma placa de circuito impresso. com/ productos/ ohmimetros/ Hardware livre Hardware livre é um hardware projetado e oferecido da mesma maneira que um software de código livre. Licenças Ao invés de criar uma nova licença. são chamados de núcleos semicondutores de propriedade intelectual (Em inglês. Segue abaixo uma lista de organizações e grupos que possuem uma licença padrão para todas ou a maioria de suas criações: Uzebox. quando distribuídos. Normalmente. tal como um diagrama. como a GPL. com 24 potenciômetros analógicos.[2] Além dessas. as organizações tendem a agruparem-se em torno de uma licença compartilhada para todos os seus projetos. Nelas. Suas Aurora 224: um DJ mixer de 2 canais de fonte descrições popularmente são usadas para configurar um aberta.[1] Com o crescimento dos dispositivos lógicos reprogramáveis.Resistência elétrica 432 Ver também • Resistividade • Condutância Ligações externas • Óhmetros .Medida de resistencia [1] (em castelhano) Referências [1] http:/ / www. LGPL ou a BSD. muitos dos princípios fundamentais do software livre foram "importados". muitas são consideradas o equivalente do hardware de licenças de programas. amperis. 3 barras lineares e 8 botões LED system-on-a-chip ou através de FPGA ou diretamente via ASIC.

tais como o Open Source Hardware Central Bank. para que o hardware livre fosse tão acessível quanto o software livre. revista pelos ícones da comunidade de SL. Bruce Perens e Eric Steven Raymond. Enquanto que as licenças do tipo de direitos autorais podem controlar a distribuição dos documentos de projeto e o código fonte.org Criador TAPR Open Hardware Esboçada por John Ackermann. mais normalmente conhecida como Gratis versus libre. várias delas são fundamentalmente diferentes. Através disso. é que os resultados do hardware são tangíveis. Esta distinção é mencionada explicitamente na introdução da TAPR Open Hardware License. tanto em nível de custo quanto a nível de utilização técnica. uma licença de patente pode controlar o uso e a fabricação dos dispositivos físicos construídos a partir de sua documentação. a partir de distintas áreas da informática e eletrônica. Também foram levantados tópicos a respeito de maneiras de colaborar em seu desenvolvimento.[12] Uma das maiores diferenças entre os dois tipos de desenvolvimento. .[9] Desenvolvimento Extensivas discussões foram feitas. não uma cerveja grátis"[13] [14] . além [8] License de ter sido discutida por centenas de pessoas em comunidade aberta Apesar de suas semelhanças. alguns membros das comunidades propõem modelos para atender essas necessidades.[15] Dado a isto. administrador da Opencollector. naturalmente. Embora ele enfrente dificuldades em relação a reduzir os riscos financeiros para projetos de desenvolvedores individuais.[10] [11] . criaram a frase "Liberdade de expressão. existem iniciativas para desenvolver comunidades sustentáveis e acessíveis para a maioria dos usuários. LGPL e [7] própria Próprias Hardware Design Public License Graham Seaman. assim como ferramentas como o KiCAD para criar esquemáticas mais acessíveis para os usuários. pois. distinguindo a diferença entre custo zero e a facilidade para usar e modificar uma informação. onde há custos para o protótipo e fabricação. físico e lógico. para mantê-lo sustentável.Hardware livre 433 Desenvolvedores Opencores FreeCores LGPL GPL Modelos [3] [4] Open Hardware Foundation Copyleft[5] Balloon Project Open Graphics Project Própria [6] MIT. elas precisam quase tanto de patentes quanto aos sistemas em copyright.

techcrunch. [12] Halfbakery: Iniciativa Hardware livre (http:/ / www. shtml) (em português). Página visitada em 25 de novembro de 2008. pdf) (em inglês). [3] FAQ da Opencores (http:/ / opencores. [4] FreeCores Página principal da FreeCores (http:/ / www. com. [16] http:/ / belogic. Página visitada em 25 de novembro de 2008. [13] Lawrence Lessig. tapr.Hardware livre 434 Sistemas informáticos • PC532 . 4#2. gnu. Ligações externas • Uzebox [16] (em inglês) • Bug Labs [17] (em inglês) • Fotos do primeiro hardware livre de Bug Labs [18] (em inglês) [1] Maurício Grego (9 de março de 2009). org/ hardlicense/ licenses. [15] Modelos de negócios para esquemas de hardware livre (http:/ / pages. Página visitada em 25 de novembro de 2008. tapr. 4) (em inglês). org/ licence. opengraphics. "Free. o que é? Por onde começar.computador portátil destinado a países emergentes. html?pg=6). com/ 2007/ 11/ 01/ first-pics-of-bug-labs-open-source-hardware/ . Wired. worldchanging. html) (em inglês). nyu. opencollector. edu/ ~gmp216/ papers/ bmfosh-1. org/ TAPR_Open_Hardware_License_v1. 09/ posts. [8] Discussão da criação da licença TAPR (http:/ / technocrat. • ECB AT91 . 0. Página visitada em 28 de novembro de 2009. lançado em 1990. freecores. com/ archive/ 2007/ 04/ open_source_hardware_what. html) (em inglês). Página visitada em 25 de novembro de 2008. cgi/ section/ 2/ 2. com/ idea/ Open_20Source_20Hardware_20Initiative) (em inglês). [10] Escrevendo o software livre (http:/ / www.. br/ professional/ tendencias/ hardware-livre-leve-e-solto. html) (em inglês). [11] MAKE: Blog: Hardware livre. net/ d/ 2007/ 2/ 5/ 14355) (em inglês). [7] Nós também estamos pegando a licença da FPGA? (http:/ / wiki. org/ Whyfree/ ) (em inglês). (http:/ / blog. [2] "Zona licencial" da OpenCollector (http:/ / opencollector. linuxfund. Página visitada em 27 de novembro de 2009. php?page=FrequentlyAskedQuestions) (em inglês). Página visitada em 28 de novembro de 2009. GNU. TAPR (http:/ / www.Computador de placa única baseado no processador Atmel AT91RM9200 ARM9 (180 MHz). wired. html [18] http:/ / www. Info Exame online. com/ uzebox/ [17] http:/ / www. as in Beer" (http:/ / www. org/ projects/ ogd1/ ) (em inglês). com/ wired/ archive/ 14. halfbakery. abril. html) (em inglês). 0.. [6] Licença Balloon Board (http:/ / balloonboard. • ECB ATmega32/644 . html). Página visitada em 26 de novembro de 2009. org/ philosophy/ free-sw. [5] Página principal da Open Hardware Foundation (http:/ / www. org/ tiki-index. [14] A Definição do Software Livre (http:/ / www. org/ faq. org/ ohl. org/ wiki/ Main_Page) (em inglês). html) (em inglês). [9] TAPR Open Hardware License (http:/ / www.um computador pessoal baseado no NS32532 microprocessor. O Hardware em "código aberto" (http:/ / info. com/ archives/ 009340.Computador de placa única baseado no Atmel ATmega32/644 (20 MHz) com capacidade webserver e um consumo de energia um pouco menor que 100mA • Simputer . makezine.

de Casey Reas e Ben Fry.Arduino 435 Arduino Arduino Arduino Duemilanove (Revisão 2009b) Desenvolvedor • Massimo Banzi. com baixo custo. A mais popular é a Processing. Tom Igoe. por vezes traduzida ao português como Arduíno. Uma típica placa Arduino é composta por um controlador. flexíveis e fáceis de se usar por artistas e amadores. para interligar-se ao hospedeiro. podendo ser escrita em várias linguagens.[3] O objetivo do projeto é criar ferramentas que são acessíveis. Gianluca Martino e David Mellis. algumas linhas de E/S digital e analógica. que é usado para programá-la e interagi-la em tempo real. Principalmente para aqueles que não teriam alcance aos controladores mais sofisticados e de ferramentas mais complicadas. A interface do hospedeiro é simples. C/C++ 2005 0018 (29 de janeiro de 2010) Java Multiplataforma Ambiente de desenvolvimento integrado • Software em LGPL ou GPL • Hardware em Creative Commons Ativo http:/ / www. com suporte de entrada/saída embutido e uma linguagem de programação padrão. David Cuartielles. ou ainda para ser conectado a um computador hospedeiro. • Comunidade Código aberto. porém é comum combinar um ou mais Arduinos deste modo.[2] na qual tem origem em Wiring.[4] Pode ser usado para o desenvolvimento de independentes objetos interativos. e é essencialmente C/C++. além de uma interface serial ou USB. arduino. • Baseado no Processing. projetada com um microcontrolador de placa única. Gênero Licença Estado do desenvolvimento Website Portal das Tecnologias de informação Arduino. mas outras que podem comunicar-se com a . Ela em si não possui qualquer recurso de rede. usando extensões apropriadas chamadas de shield.[1] é um computador físico baseado numa simples plataforma de hardware livre. cc/ en/ (em inglês) Plataforma Lançado em Versão estável Escrito em Sistema Op.

[10] [11] além da marca de mais de 50.[9] 436 História O projeto iniciou-se na cidade de Ivrea. Seu sucesso foi sinalizado com o recebimento de uma menção honrosa na categoria Comunidades Digitais em 2006. muitos projetos paralelos se inspiram em cópias modificadas com placas de expansões. bluetooth ou outros métodos. Itália.[14] A grande maioria de placas inclui um regulador linear de 5 volts e um oscilador de cristal de 16 MHz (podendo haver variantes com um ressonador cerâmico). ATmega168. o componente também é pré-programado com um bootloader que simplifica o carregamento de programas para o chip de memória flash embutido.[15] [16] FTDI acoplado num Arduino NG . cabo adaptador USB. conhecidos como shields. existem alguns métodos diferentes para realizar a transmissão dos dados.Arduino conexão serial são: Max/MSP. Nestes casos. em 2005.[2] Considerando esta característica. comparado com outros aparelhos que usualmente necessitam de um chip programador externo. Apesar do sistema poder ser montado pelo próprio usuário. ele monta todas as placas sobre uma programação de conexão serial RS-232. permitindo o CPU ser interligado a outros módulos expansivos. por ter uma forma específica de restrições de fator. e acabam recebendo seus próprios nomes. como por placas programáveis via USB. pela Prix Ars Electronica. com componentes complementares para facilitar a programação e incorporação para outros circuitos. os mantenedores possuem um serviço de venda do produto pré-montado. Os Arduinos originais utilizam a série de chips megaAVR. embora alguns esquemas como o LilyPad usam até 8 Mhz e dispensam um regulador de tensão embutido. através deles próprios e também por distribuidores oficiais com pontos de venda mundiais. Suas placas serial contém um simples circuito inversor para converter entre os sinais dos níveis RS-232 e TTL.[12] [13] Atualmente. seu hardware é feito através de um microcontrolador Atmel AVR. Algumas variantes. mas a maneira que é implementado no hardware varia em cada versão. adicionadas através de um chip adaptador USB-para-Serial como o FTDI FT232. Um importante aspecto é a maneira padrão que os conectores são expostos.[7] ActionScript[8] e Java. ATmega328 e a ATmega1280. quando seu software é utilizado.[6] SuperCollider. Atualmente.[13] Plataforma Hardware Sua placa consiste em um microcontrolador Atmel AVR de 8 bits. Além de ser microcontrolador. usam um módulo.[5] Pure Data. utilizando assim a programação padrão AVR ISP. são usados com ferramentas microcontroladoras ao invés do Arduino IDE.[14] Arduino conectado a uma protoboard Conceitualmente. sendo que este não é um requerimento formal e pode ser estendido se tanto ele quanto a ferramenta alternativa suportarem a linguagem Arduino e forem aceitas por seu projeto. especialmente os ATmega8. com o intuito de interagir em projetos escolares de forma a ter um orçamento menor que outros sistemas de prototipagem disponíveis naquela época. porém muitos outros processadores foram utilizados por clones deles. como o Arduino Mini e o não oficial Boarduino.000 placas vendidas até outubro de 2008.

[14] 437 Software O Arduino IDE é uma aplicação multiplataforma escrita em Java na qual é derivada dos projetos Processing e Wiring. o usuário escreve um programa exemplo como este:[20] # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. milissegundos). parênteses correspondentes e identação automática. por exemplo. .25 centímetros). disponibiliza 14 pinos digitais. } // habilita o pino 13 para saída // liga o LED. Boarduino e placas compatíveis com estas.1 polegadas (ou 0. na qual pode ser usada para inicializar configuração. Isto permite criar com facilidade muitas operações de entrada e saída. fornecem conectores machos na parte de baixo da placa.[17] O modelo Nano. o primeiro programa que é executado tem a simples função de piscar um LED. além de 6 entradas analógicas. para serem plugados em protoboards. Inclui um editor de código com recursos de realce de sintaxe. delay (1000). Com isso não há a necessidade de editar Makefiles ou rodar programas em ambientes de linha de comando.[4] [19] Tendo uma biblioteca chamada "Wiring". tendo que definir apenas duas funções no pedido para fazer um programa funcional:[14] • setup() – Inserida no inicio. que foi substituída pela Duemilanove.Arduino A maioria dos pinos de E/S dos microcontroladores são para uso de outros circuitos. HIGH). digitalWrite (LED_PIN. 6 das quais podem produzir sinais MLP. delay (1000). Habitualmente. No ambiente de desenvolvimento. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. A versão Diecimila. e Tela do Arduino IDE mostrando um simples programa exemplo • loop() – Chamada para repetir um bloco de comandos ou esperar até que seja desligada. através de conectores fêmeas de 0. LOW). // espera 1 segundo. Estes estão disponíveis em cima da placa. ele possui a capacidade de programar em C/C++. sendo capaz de compilar e carregar programas para a placa com um único clique. // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. OUTPUT).[18] [14] É esquematizado para introduzir a programação a artistas e a pessoas não familiarizadas com o desenvolvimento de software. digital (OUTPUT).

O Arduino IDE usa o Conjunto de ferramentas GNU e o AVR Libc para compilar os programas. return 0. para depois. uma cópia do código é escrita para um arquivo temporário com um cabeçalho extra incluído no topo.Arduino O código acima não seria visto pelo compilador como um programa válido. então quando o usuário tentar carregá-lo para a placa. } "WProgram. . digital (OUTPUT). OUTPUT)..[21] 438 // habilita o pino 13 para saída // liga o LED.h" # define LED_PIN 13 void setup () { pinMode (LED_PIN. delay (1000). HIGH). // espera 1 segundo (1000 // desliga o LED. com o avrdude. } int main(void) { init(). LOW). milissegundos). // espera 1 segundo. delay (1000).) loop(). setup().h" é um recurso para referenciar a biblioteca Wiring. definida em sua própria biblioteca. digitalWrite (LED_PIN. enviar os programas para a placa. sendo as duas últimas configuradas pelo usuário. } void loop () { digitalWrite (LED_PIN. e a função main() apenas faz três chamadas distintas: init(). e uma simples função principal como mostrada abaixo: # include "WProgram. setup() e loop(). for (.

Modelo Serial Arduino [14] [14] Descrição e tipo de conexão ao hospedeiro Serial DB9 para programação USB para programação Versão em miniatura do Arduino utilizando montagem superficial Versão menor que o Arduino Mini. com Atmega168 (Atmega328 para a versão alternação automática mais nova) Montagem superficial ATmega1280 para E/S adicionais e memória . É energizado via USB/DC. Até hoje foram dispositivo:[24] produzidas comercialmente 11 versões do Diecimila. utilizando montagem superficial USB para programação [28] USB para programação interface bluetooth para comunicação Interface USB ATmega8 ATmega8 ATmega168 Controlador Arduino Extreme Arduino Mini Arduino Nano [14] [25] ATmega168/328 LilyPad Arduino [6] [26] [27] ATmega168 Arduino NG ATmega8 ATmega168 ATmega168 Atmega168 em um pacote DIL28 (foto) Arduino NG plus Arduino BT [6] [14] [29] Arduino Diecimila Arduino Duemilanove [30][14] Arduino Mega [31][14] Duemilanove significa "2009" em italiano. porém a estadunidense SparkFun Electronics [23] também possui algumas marcas comerciais sob a mesma licença.Arduino 439 Hardware oficial O Arduino original é fabricado pela companhia italiana Smart Projects [22] . energizado por USB e conectado por montagem superficial Projeto minimalista para aplicações portáteis.

[37] [21] Devido a isso. desde manipulação de motores até sistemas de rede sem fio. Clones O documento de política oficial enfatiza que o projeto é aberto para a incorporação de trabalhos paralelos no produto original. um grupo de usuários criou um projeto alternativo. chamado de Freeduino [38]. através de uma conexão alimentada por pinos-conectores. e é livre para ser usado para qualquer fim. sendo que o nome não possui nenhum uso de direito autoral. os desenvolvedores vem expressando um desejo de que o nome "Arduino" (ou derivados dele) seja exclusivo para o produto oficial.Arduino 440 Licenças de Hardware e Software Os projetos e esquemas de hardwares são distribuídos sob a licença Creative Commons Attribution Share-Alike 2. sendo que disponibilizam várias funções específicas. Um shield de prototipagem. e apesar de o hardware e software serem projetados sob licenças copyleft.[40] . e estão disponíveis em sua página oficial. baseado na versão Diecimila. possuem a terminação duino como forma de se referenciar ao dispositivo da qual derivaram. e não seja usado para trabalhos de terceiros sem autorização.[19] Acessórios O Arduino e clones fazem uso de shields (escudos. nas quais são placas de circuito impresso normalmente fixados no topo do aparelho. em inglês).[32] Por exemplo: • O Arduino Ethernet Shield [33] • O XBee Shield [34] • Liquidware TouchShield [35] • Shields Extensores • Liquidware InputShield [36] Nota: as especificações são dadas em língua inglesa.[39] Alguns produtos compatíveis não oficiais que obtiveram êxito em lançamentos. Estes são expansões para ele. Arquivos de layout e produção para algumas versões também estão hospedadas.5.[24] A código fonte para o IDE e a biblioteca de funções da placa são disponibilizadas sob a licença GPLv2 e hospedadas pelo projeto Google Code. montado num Arduino.

Superfície montada. clone do Arduino Modelo Freeduino SB [41] Fabricado e vendido como mini-kit pela Solarbotics Ltd. 4K de RAM e 32 pinos gerais de E/S. incluindo serem capazes de aceitarem placas derivadas do mesmo. Elas possuem diferentes conectores para energia e E/S. Disponibiliza 64k de flash. um hackerspace em Viena. tais como uma série de pinos do lado de baixa da placa para facilitar o uso com protoboards. ou para conexões mais específicas. Wiseduino [54] Clones com bootloaders compatíveis As placas a seguir são compatíveis com o software do Arduino mas não aceitam shields. Projetada para ter uma aparência esbelta e tem 10 LEDs que podem ser controlados [48] usando uma instrução "oculta" . O Hardware e firmware são código aberto.Arduino 441 Modelos Clone As placas a seguir são quase ou totalmente compatíveis tanto com o hardware quanto com o software do Arduino. incluindo um relógio de tempo real (RTC) DS1307. [52] metaboard [49] Seeeduino eJackino [51] [53] Pacote da CQ no Japão. com bateria reserva. é desenvolvida pela Liquidware. fabricado e vendido em pacote ou em partes pela Fundamental Logic. Metalab. Derivada da Diecimila. Projetada para ter pouca complexidade e baixo preço. parecido com o do Arduino. fabricada e vendida como um pacote pela NKC Electronics. [44] Utiliza ATMega645 ao invés de um ATMega168. Placa microcontroladora. O hardware e firmware são código aberto. há uma "estação Akihabara" de seda. Na parte de trás. podendo utilizar placa universais como os shields. Descrição [42][43] [44] [44] Freeduino [45] MaxSerial Freeduino [46] Through-Hole Illuminato [47] Placa com porta padrão serial DB9. É desenvolvida pela [50] Metalab. local onde se desenvolve o Metaboard. . Similar ao Seeeduino. um chip EEPROM [55] 24LC256 e um conector para adaptadores XBee.

Entradas adicionais para energia e comunicação serial também estão disponíveis. É desenvolvido com o intuito de ser utilizado pelo Projeto RepRap Placa reforçada com I²C. eles são incompatíveis com o programa original. podem trabalhar com outras IDEs. ATmega644P um pino 40 DIP. Olhar Digital (21 de março de 2010). Fabricada pela Coridium Sistema desenvolvido para ARM 32-bit. programável em BASIC ou C. porém com memória adicional. 4K de RAM. 32 pinos de E/S gerais. uol. com. php?id_conteudo=10981& / ARDUINO+ ROBOTICA+ PARA+ INICIANTES) (em português). cc/ en/ Main/ Policy) (em inglês). Possui o mesmo ATmega644P chip controlador do Sanguino. produzida e vendida como um pacote pela Fundamental Logic ATmega/168/328 Sanguino [61] Clone de fonte livre do Arduino. Modelo ARMmitePRO [69] Cortino [70] [71] Descrição Placa baseada em ARM. Todas as suas conexões são distribuídas para que os sensores e NC servos possam facilmente serem anexados. [65] Compacto (35 mm x 70 mm). com suporte USB nativo e programável pelo programa oficial mais um IDE construída em Python Pinguino [1] Arduino: Robótica para iniciantes (http:/ / olhardigital. cc/ ). Projeto Arduino. cc/ en/ Hacking/ BuildProcess) (em inglês). "Tradução do nome Arduino pela matéria porém mantida no título da mesma. que pode ser inserida em um soquete padrão de 600mil e 28 pinos. para aplicações RSSF Placa que inclui Zigbee radio (XBee). por causa de terem os requerimentos para funcionar os shields. entretanto. Capacidade de USB e 6 LEDs embutidos Um clone inexpansivo da Diecimila feito para prototipagem.L. Possui 64K de flash. e rede sem fio capaz de alcançar até 120 metros de distância. Podendo ser energizado via USB. Projetado para baixo custo em aplicações RSSF Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e quatro canais DAC. próprio para prototipagem. sendo que a maioria dos clones de Arduino precisam de um shield para obter esta função ATmega168V/328P Wireless Widget ZB1 [66] ATmega168 NB1A [67] ATmega328 NB2A [68] Inclui uma bateria reserva para relógio de tempo real e dois canais DAC. br/ central_de_videos/ video_wide. arduino. Sendo assim. Baixa voltagem. produzida pela Adafruit Compacto e não expansivo.Arduino 442 Modelo Oak Micros om328p [56] Descrição Arduino Duemilanove compactado até um dispositivo que seja capaz de ser prototificada (36mm x 18mm).C. L. Página visitada em 2 de abril de 2010. linhas de E/S e um segundo UART Placas sem ATmega As seguintes placas aceitam placas extensoras para Arduino mas não utilizam os microcontroladores da ATmega . similar a um pen drive NC LEDuino [62] Stickduino Roboduino [63] [64] ATmega168 Projetado para robótica. Feito pela Modern Device Chip Controlador ATmega328p Boarduino [57] ATmega328P ATmega168/328P [58] Bare Bones Board (BBB) (BBB) e Really Bare Bones [59] Board (RBBB) iDuino [60] Placa USB para prototipagem. bateria de energia igual ao do Arduino. . Produzida utilizando montagem superficial vendida pronta pela Siliconrailway. com um microprocessador Cortex M3 Placa baseada num microcontrolador PIC. Desenvolvida pela Curious Inventor." [2] O que faz uma Placa Arduino ser um Arduino? (http:/ / arduino. [3] Processo de construção do Arduino (http:/ / arduino. Projeto Arduino (http:/ / www. adaptador de parede ou uma fonte de bateria externa. Projetado para ser tanto portátil quanto a baixo custo. decodificador DCC e uma interface CAN-bus. Placa não expansiva.

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org/projects) (em inglês) 445 Dingoo Dingoo A320 Fabricante Tipo Geração Mídia CPU Shenzhen Dingoo Digital Co.R. [2] . e está localizado no Distrito de Futian. Start e Select. Em Julho de 2010. 4 botões de ação. vídeo e jogos. Videogame portátil 7ª geração Cartões Micro SD Processador de 400 MHz (Injenic) L. o 'Dingoo A320' passou a ser produzido no Brasil pela Ceder Eletrônica da Amazônia Ltda. licenciada da marca Dynacom [1]. sob autorização exclusiva da Shenzhen Dingoo Digital. Apresenta um sistema nativo de rádio e gravação de voz.Arduino • Projeto Makezine (http://www.. rosa. pela Frutzing (http://fritzing. Shenzhen. anunciada para lançamento futuro. Uma terceira cor.com/arduino/artut. Shenzhen Dingoo Digital tem foco em jogos e produtos digitais. Ltd.com/blog/archive/2007/09/intro_to_the_arduino_week.makezine. Está disponível em duas cores.htm) (em inglês) • Exemplos de componentes.. Direcional Controladores Dingoo A320 O 'Dingoo A320' é um Portátil que suporta a reprodução de música.html) (em inglês) • Artigos e tutoriais pelo guia Sheep Dog (http://sheepdogguides. branco e preto.

FLAC.5 m Peso 110g Tela de 2. 320x240 resolução.botões Start & Select . MP4. APE. AVI. approx. MPEG • Tocador de Músicas MP3. 7 hours run time • Player de Vídeos RM. 16M cores • Bateria 3. 4 ação.0 • Tela 2. Entrada para fone & TV-out com cabo incluso • Entrada/Saída(I/O) USB 2. ASF.7V 1700 mAH (6.8 do Dingoo A320 Funções Jogos Original São Vários Games em Chines e inglês dentre eles: • 7 Days salvation • Ultimate Drift Dingoo A320 versão Black • • • • • Dream Drift Dingoo Snake Amiba's Candy Hell Striker Decollation Warrior . 3GP. • Saídas Autofalantes Estereos.8" LCD.51 m x 56.Dingoo 446 Hardware Especificações • CPU Ingenic JZ4732 @ 400 MHz (MIPS architecture) • RAM 32MB • Memória Interna 4GB • Memória Adicional MiniSD/SDHC (MicroSD/SDHC Adaptador) • Entradas D-Pad. MOV.29WH) Li-Ion. RA • • • • • Rádio Digital FM Tuner Gravação Suporta gravações digitais (em MP3 e WMA) e gravações do rádio FM Software Suporte Free SDK Available Dimensões 1256. WMA. FLV.5 m x 500. Microfone. 2 superiores.

Pac-man . Em Progresso) Jogos de Arcade • • • • • Centipede e Millipede MAME Final Burn Alpha Mikie (Arcade da Konami) Pac-man e Ms.Dingoo 447 Homebrews • Rubido • MineSweeper • AstroLander Emuladores Oficiais • • • • • • • GBA NES NeoGeo SNES CPS1 CPS2 Sega Mega Drive/Genesis Desenvolvidos pela comunidade externa Consoles e Computadores • • • • • • • • • • • • • Game Boy e Game Boy Color MSX AMIGA Sinclair ZX Spectrum Atari 2600 Neo Geo Pocket PC Engine Sega Master System e Sega Game Gear WonderSwan e WonderSwan Color (em progresso) Magnavox Odyssey 2 ColecoVision Commodore 64 PlayStation (Psx4All portado funcionando no Dingux.

MPEG1. O usuário pode guardar até 40 canais. WMV7.0 MHz ~ 108. RM. suporte manual / automática varredura de canal . mp4v. ASF. MPEG2 • Resolução do LCD: 320*240 Tocador de Audio • Audio em formatos: MP3. WMV8. auto-navega. MJPG. WMV. XViD. WMA. DiVX5. DIV3.0 MHz. MP42. FLV. APE. GIF. BMP. MPEG. AVI.Dingoo 448 Player de Vídeos • Formatos de Vídeo: RMVB. . Ajuste de fonte . e pode ser aberta enquanto a música está a tocar. FLAC. < • Leitura de Arquivos PDF através do Dingux Rádio • Rádio FM • Ampla faixa de canal 76. PNG e outros formatos de arquivo Leitor de Texto • Suporta TXT formato de arquivo • Apoio para Leitura em Inglês • Outras funções incluem Marcação. WMV3. Gravação de áudio • Suporta gravações digitais e gravações do rádio FM • A gravação de voz e suporta formatos MP3/WAV.1. MOV • Codecs de Video : WMV1. MP4. WAV.pode-se manter a tocar enquanto usa-se outra aplicação. AC3 • Canais: Estéreo • Função Equalizador Visualizador de Imagens • Suporta JPG. WMV9. rádio FM .

Open Liero. herege. Um instalador do dual boot chamado Dingux foi lançado em 24 junho. PSX4ALL Nofrendo para o Dingoo. • Envio USB 2. hexen. Assim como versões de Emuladores: ScummVM. Duke3d ). Também foram portadas algumas plataformas como: DoomGoo (plataforma Doom Open Source). Dodgin 'Diamonds 1 e 2. diferente de sua versão inicial que nescessitava de partições ext3/ext2 como em instalações convencionais do Linux. bico Tyrian. Isto permite a dupla arrancada. vídeos. Snes9x. Super Transball 2. Reminisecence. Biniax 2. Gnuboy. como reprodutores de Mp3. Além de outros aplicativos. fotografias. Firmware Firmware Oficiais Firmware V1. Gnurobbo. OPENBOR e um port de uma máqina virtual de Java. entre outros. leitores de ''Ebooks''.0 Interface de Apoio Win2000/XP/VISTA/SEVEN/MAC/LINUX/UNIX Sistemas Operacionais Navegador • Permite-lhe encontrar facilmente arquivos em seu dingoo (jogos. sem necessidade de ligação com um PC. Entusiastas tem executado com muito êxito versões de jogos para linux Dingux Rodando e criações Jogos Próprios: Doom (Doom.10 (Adicionado Suporte a multilinguagem) Firmware V1.02 Firmware V1.01 Firmware V1. Sdlroids.Dingoo 449 Outros • Suporta SWF Formato (somente Flash 6) • U-disk de proteção contra vírus: Software antivírus proteção.20 (Correção do bug dos botões Y/B SNES) Linux Dingux Versão alpha do Dingux. Defendguin. Linux portado para o Dingoo A320 O linux foi gerado e liberado por Booboo no Google Code em 18 de maio de 2009. SMS Plus. calculadoras.03 Firmware V1. Blockrage . gravações de voz. um simples afinador de violão. Atualmente o Dingux pode ser instalado no cartão MiniSD formatado em uma partição FAT32. . PicoDrive. pelo firmware original ou Linux. Waternet. para manter o sistema no seu melhor desempenho. música. editores de texto. MAME. Rise of the Triads.

badcoffee.com/) (em português) Guia de Instalação do Dingux (http://projetoloucomotion.com/en_index.info/2009/ 08/23/analise-dingoo-digital-a320/)]))] • Descrição do Dingoo A320 pelo Guanabara Info(([[Língua portuguesa|em português (http://www.html) (em português) Review do Dingoo A320 por Rigues(([[Língua portuguesa|em português (http://rigues. info/2009/09/voce-ja-ouviu-falar-do-dingoo/)]))] • Leitor de PDF lançado para o DIngux (http://boards.Dingoo 450 Ver também • Dingoo Linux • Gemei X760+ • WIZ [1] http:/ / www. dynacom.dingoo888. uol.PC WORLD (http:/ / pcworld.Games . br [2] Dynacom anuncia lançamento nacional do portáril Dingoo .dingoobr.org/dingoonity-news/ pdf-viewer-for-dingoo-released/?PHPSESSID=5e7eebe53c946bb56899397d80e45dc4) GP2X GP2X é um console portátil código aberto baseado em Linux que combina funções como Videogame e Media Player é fabricado e vendido pela GPH (GamePark Holdings) da Coréia do Sul.6te. br/ games/ 2010/ 07/ 21/ dynacom-anuncia-lancamento-nacional-do-portatil-dingoo/ ) Ligações externas • • • • Site Oficial (http://www. com. GP2X . com.net/windux.dingoonity.guanabara.asp) (em inglês) Dingoo Brasil (http://www.

5G não EDGE) Chip de Localização Global AGPS Unpowered USB 1. org/ [3] http:/ / eris. html) [2] http:/ / www. Ti GPRS (2. globo.[1] Ligações externas • Página oficial do projeto [2] • wiki do projecto [3] [1] G1: Robô ajuda pesquisadores a entender melhor o ser humano (http:/ / g1.1 Ligação audio 2.0 EDR. it/ wiki/ Main_Page OpenMoko Neo1973 Smartphone Fabricante Conectividade FIC • • • • • • GSM Bluetooth 2.00-ROBO+ AJUDA+ PESQUISADORES+ A+ ENTENDER+ MELHOR+ O+ SER+ HUMANO. liralab. num projeto envolvendo diversas universidades da Europa e cujo objetivo é entender como funciona a consciência humana.iCub 451 iCub Os iCub são pequenos robôs humanóides desenvolvidos pela RobotCub Consortium. robotcub.. com/ Noticias/ Tecnologia/ 0.5-mm Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Armazenamento February 2007 • • microSD [1] Wolfson WM8753 Codec OpenMoko (baseado em Linux) N/D • • ecrã tactil 2 botões físicos Bateria de 1200-mAh (carregada via USB) Samsung s3c2410 SoC @ 266 MHz • • 128 MB SDRAM 64 MB NAND Flash .MUL1294904-6174.

a versão de desenvolvimento estará disponível em 11 de Março de 2007. html .OpenMoko 452 Ecrã Dimensões 2.14 Userland • • • • X. com/ products/ WM8753/ [2] A equipa OpenMoko.6. o Neo1973 será disponibilizada pela FIC. — '' Ligações externas • OpenMoko [3] • Wiki com descrição detalhada do hardware [4] • Análise LinuxDevices.5 (mm) OpenMoko é um projecto para a criação de uma plataforma smartphone/GSM aberta. Dr. Software Núcleo Linux 2.openmoko. html) [3] http:/ / www. openmoko. devemos dizer-vos porque escolhemos o nome "Neo1973".17. linuxdevices.Org Server 7.6." "Neo" significa novo. Marty Cooper (o inventor do telefone móvel) fez a sua primeira chamada de sempre em 1973. mais uma vez. lists. Esta plataforma funciona sobre Linux e usa o sistema de gestão de pacotes ipkg.com [5] Referências [1] http:/ / www. org/ gowiki/ OpenMoko [5] http:/ / www.7 × 62 × 18. o mundo das comunicações. Este será o novo 1973. org/ pipermail/ community/ 2007-January/ 001586. com/ [4] http:/ / www. Neste momento.org (http:/ / lists. Nós acreditamos que um telefone móvel de código aberto (open source) pode revolucionar. seguindo a filosofia FLOSS.8? VGA (480×640) Ecrã TFT 120.1 Gestor de janelas Matchbox GTK+ 2. 20 de Janeiro de 2007. pelo preço de US$350. wolfsonmicro.10 Gestor de dados pessoais Evolution Hardware Neo1973 A primeira versão do hardware OpenMoko. O lançamento ao público em geral irá ocorrer em 11 de Setembro de 2007. openmoko. com/ news/ NS2986976174. linuxtogo.[2] O Neo deve o seu nome ao ano em que surgiu o primeiro telefone móvel.

certamente. ser útil como um PC de mesa. + 4dBm) . CPU Gráficos Controladores Conectividade Wifi integrado tipo 802. + 4dBm) Pandora é um console portátil desenvolvido pela equipe OpenPandora. NEON & TRADE SIMD coprocessador PowerVR SGX 530 a 110 MHz com OpenGL ES 2. acessar a internet usando o Firefox e rodar jogos em 3D como Quake 3. Um pouco menor que um netbook. trabalhando a 600MHz (oficial) Memória RAM de 256MB DDR-333 SDRAM Memória de Armazenamento de 512MB NAND FLASH Processador de audio e video IVA2+ com a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Microprocessador ARM® Cortex™-A8. Especificações Técnicas Mais detalhes sobre o produto: • • • • • • • • Processador montado sobre a plataforma Texas Instruments OMAP3530. núcleo superscalar PowerVR SGX530 (110MHz oficial) com OpenGL ES 2.0.11b/g (saída até 18dBm) Bluetooth 2. 256MB DDR-333 SDRAM 600 MHz OMAP3530 ARM Cortex-A8 (32 Bit) e 430 MHz TMS320C64x+ DSP Core. IVA2+ processador de audio e vídeo usando a tecnologia TI's DaVinci™ (430MHz C64x DSP) Teclado QWERTY de 43 botões com teclado numérico e dois controladores analógicos.0 + EDR (3Mbps) (Classe 2. e um pouco maior que um Nintendo DS. o console caberá em seu bolso.0. oferecer uma mistura entre PC e console de videogame.11b/G(+ 18dBm) e Bluetooth 2. compilador de hardware 3D Wifi integrado 802. USB armazenamento externo. este tem por finalidade. Ångström. Ele é rápido o suficiente para emular outros sistemas.Pandora (console) 453 Pandora (console) Pandora Fabricante Tipo Geração Unidades vendidas Mídia OpenPandora Videogame portátil/UMPC/PDA 7ª geração Nenhuma (Iniciou em 30/9/2009 às 19:20 -3GMT) Duplo slot SDHC para até 64GB de armazenamento. Baseado na distribuição linux. 512 MB internos NAND.0 integrado + EDR (3Mbps) (Classe 2.

Contraste: 450:1) • Duplo controle com botões analógicos • Gamepad • Duplo slot para cartão SDHC (até 64GB de armazenamento) • Saída para fones de ouvido (headphones) com 150mW/channel em 16 ohms.5mm • Peso: 335g (com bateria de 4000mAh) 454 Ligações externas Página oficial [1] Fórum Oficial [2] Página para compra do console e acessórios [3] Página de aplicativos para o Pandora [4] Blog Oficial [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. openpandora. php http:/ / www. formato 4. php?option=com_content& view=category& layout=blog& id=2& Itemid=2& lang=en .4x27. com/ pandoraprivate.x) • Dimensões: 140x83. Mouse.0 OTG (1. org/ http:/ / www. Teclado. open-pandora. org/ http:/ / boards.5/12/480Mbps) para carregar o dispositivo • Porta USB 2.0 HOST (480Mbps) para inserção de dispositivos tais como memórias USB. html http:/ / apps. 99dB SNR (até 24 bit/48KHz) • Saída para TV (S-Video) • Microfone interno e conector para headset • Teclado tipo QWERTY com 43 butões e keypad numérico • Porta USB 2. open-pandora. GPS • Botão tipo Liga e segura para "ação rápida" em aplicações e mídia • Roda em sistema operacional Linux (2. 16.3" widescreen. gbax.7 milhões de cores (Brilho: 300 cd/m2. org/ index. org/ index.6. openpandora. Modem 3G.Pandora (console) • Resolução de 800x480 LTPS LCD com tela de toque (touch-screen).

Referências [1] http:/ / reprap. Isto. aumentando exponencialmente em número. • Blog oficial [2] (em inglês). Página visitada em 11 de abril de 2010. Um prototificador rápido é uma impressora 3D capaz de fabricar artefatos tridimensionais. o tornaria uma poderosa tecnologia disruptiva. em teoria. É esta característica que o distingue do similar projeto Fab@Home. Devido ao potencial de reprodução da máquina. sem a necessidade de uma infraestrutura industrial. Também estimam que o projeto eventualmente acabe por evoluir. entendido como uma habilidade para reproduzir os componentes necessários para construir uma versão de si mesmo. Os autores têm a autorreplicação. com/ .0 (Darwin) Ligações externas • Página oficial [1] (em inglês). org/ wiki/ Main_Page [2] http:/ / reprap. permitindo que criem (ou façam o download da internet) modelos de produtos complexos e artigos. com base em um modelo computacional. RepRap versão 2. blogspot. os criadores visam a possibilidade de distribuições baratas de unidades de RepRap as pessoas e comunidades.Projeto RepRap 455 Projeto RepRap O Projeto RepRap é uma iniciativa com a intenção de se criar uma máquina auto-replicadora na qual pode ser usada para prototipagem e fabricação rápidas. como o principal objetivo do projeto.0 (Mendel) RepRap versão 1.

Alguns passos para o lado e o feixe se torna invisível. Pessoas sem experiência prévia em montar dispositivos eletrônicos reportaram na lista de e-mails que o dispositivo funcionou na primeira tentativa. checagens detalhadas pós-solda.9 km dobrando ou triplicando o tubo transmissor.são empregadas de forma a minimizar os erros em partes críticas do projeto e ajudar a acelerar o trabalho.RONJA 456 RONJA RONJA (do inglês Reasonable Optical Near Joint Access) é um dispositivo de óptica em espaço livre originário da República Tcheca. Montagem por leigos As instruções de montagem são escritas tendo um montador leigo em mente. Dois cabos coaxiais. são usados para conectar essa instalação externa a um tradutor de protocolos instalado perto de um computador ou switch. Três parafusos pré-montados com blocos de borracha pinque facilitam o ajuste fino da direção da cabeça óptica com uma razão de rolagem de 1:300. O autor chama esse nível de liberdade de "Tecnologia Controlada pelo Usuário". Ronja é um projeto afiliado à Twibright Labs. O dispositivo consiste de tubos receptor e transmissor (cabeça óptica) montados em um suporte firme e ajustável. Um único LED de alto brilho com uma lente de lupa barata cria um estreito feixe brilhante que é capaz de transmitir vídeo com qualidade de DVD em tempo real atravessando a vizinhança. permitindo que os usuários da rede usufruam de todas as suas atividades como se estivessem conectados diretamente por meio de uma rede Ethernet full duplex convencional de 10Mbit/s — jogando em rede. Ele transmite dados sem fios usando feixes de luz. com instruções que podem ser repassadas diretamente à fábrica. O Ronja pode ser usado para substituir um segmento de LAN. esquemas diretores e esquemáticos são publicados sob a licença GNU FDL. O parafuso do lado direito é parte de um mecanismo de ajuste grosso que permite apontar a cabeça óptica em virtualmente qualquer direção.4 km. O alcance da configuração básica é de 1. Somente ferramentas de software livre são usadas no desenvolvimento. Placas de circuito impresso podem ser obtidas prontamente para fabricação. transmitindo áudio e vídeo em tempo real ou compartilhando arquivos. Diversas técnicas padrões de furação. conectando à Internet. Foram registradas em torno de 141 instalações por todo o mundo em uma galeria. . semelhantes aos utilizados com antenas de TV. O alcance pode ser estendido para 1. Operações básicas como furação e solda são explicadas. As instruções de montagem. procedimentos de teste .

• Ronja 10M Metropolis: Alcance de 1. ainda. problemas podem ocorrer em condições que envolvam intensa neblina. entretanto. luz visível vermelha. abordagem impede. • Ronja Inferno: Alcance de 1.25 km. O Ronja. usa um projeto sem realimentação. 5 pF do PIN e 2 pF do MOSFET do cascode). chuva. Tecnologia Estágio pré-amplificador O método geralmente utilizado em pré-amplificadores para óptica em espaço livre é empregar um amplificador de transimpedância. Desta forma. em conjunto com a capacitância total de entrada (ao redor de 7 pF. Conectado também com um cabo RJ45. inferindo a partir daí o alcance possível. Figura artificialmente melhorada de forma a ilustrar a situação na qual um enlace Ronja pára de funcionar devido a uma neblina intensa. neve or fumaça. que permite realizar medidas físicas do ganho obtido com diferentes combinações de lentes e LEDs. • O dispositivo não pode ser montado em topologia em estrela.4 km. onde o PIN possui uma alta resistência elétrica de trabalho (100 kiloohms) que. que o foto-diodo utilizado possa ser selecionado dentre uma série de diodos PIN de baixo custo com capacitâncias variadas. apresentando um laço de realimentação. luz vermelha.RONJA 457 Modelos • Ronja Tetrapolis: Alcance de 1. Se o feixe for interrompido de qualquer forma. faz com que o dispositivo opere como um filtro formado pela resistência de trabalho e pela . o projeto se torna mais complexo. Esses amplificadores são dispositivos muito sensíveis de banda larga e alta velocidade. pois uma compensação especial da capacitância Mapa mostrando a distribuição das 153 instalações registradas do RONJA em 1 de [1] do diodo PIN deve ser realizada. Esta Outubro de 2007. é essencial a presença de clara visibilidade entre o transmissor e o receptor. o enlace pára de funcionar. Limitações • Por definição. Conectado com um cabo RJ45 em uma placa de rede or switch.4 km. Tipicamente. Baseado em dados encontrados no sítio oficial do RONJA . luz invisível infravermelha. Conecta-se a uma interface AUI. • Ronja Benchpress: Dispositivo auxiliar para desenvolvedores.

Ele possui uma largura de banda de 9 MHz. um resistor é colocado em série com o LED como sensor de corrente. A operação em um circuito usual controlado por corrente levaria a uma considerável corrupção de sinal e redução de alcance. A decisão de organizar o projeto dessa forma foi inspirada no sucesso do software livre. ao passo que sistemas modulados em Manchester a 10 Mbit/s necessitam de uma largura de banda de aproximadamente 16 MHz. O mal dimensionamento desse banco faria as bordas iniciais e finais do sinal óptico crescerem excessivamente. o Ronja se tornou o primeiro dispositivo de óptica em espaço livre de 10 Mbit/s do mundo com projeto e código livres. Portanto o 74AC04 é operado como um comutador de potência CMOS estruturado completamente em modo analógico. Como a tensão necessária para manter a corrente nominal média do LED (100mA) varia com a temperatura e outras características do componente. O sinal é então imediatamente amplificado para evitar o perigo da contaminação por ruído. e é efetivamente um transceptor óptico de Ethernet sem as partes de controle óptico. porque a carga e descarga do LED é realizada por curto-circuito. • Para a correta operação. Um laço de realimentação mede a tensão nesse resistor e mantém a mesma em um nível pré-definido variando a tensão de alimentação das portas 74AC04. o que faz com que a saída óptica do sinal seja rápida o suficiente para equipará-lo ao LED de luz vermelha HPWT-BD00-F4000. investimento de tempo na resolução de problemas de compatibilidade entre aplicações proprietárias. Ele é parte do projeto do Ronja. Exemplo de ferramentas utilizadas no desenvolvimento: . a Twibright Labs desenvolveu uma técnica especial de controle que consiste em controlar o LED diretamente com a saída de portas 74AC04 em paralelo sem nenhuma limitação de corrente. e então uma compensação do declive de 6 dB/oct é realizada pelo elemento derivador dos pinos de programação de um amplificador de vídeo NE592. e os arquivos de código fonte são disponibilizados segundos os termos da licença GPL. basicamente por descarga de curto-circuito. com declive de 6 dB/oct. Se o diodo PIN fosse equipado com um resistor de trabalho de 3 kΩ para operar em modo de banda plana. de forma a não afetar a componente AC do sinal. Isso permite estender a velocidade do LED ao máximo. Uma forma de sinal bastante plana é obtida. o Twister2. Este fato não acarretou nenhum efeito sobre o alcance medido.[3] Organização Todo o conjunto de ferramentas utilizadas é estritamente formado por ferramentas livres. a junção do LED é bombardeada e limpada de portadores o mais rápido possível. Isso permite que qualquer pessoa participe do desenvolvimento. é crucial a presença de um banco de capacitores cerâmicos de bloqueio por baixo do vetor de comutação 74AC04.RONJA capacitância total de entrada. Ronja Twister O Ronja Twister é uma interface eletrônica para enlaces por óptica em espaço livre baseado em contadores e deslocadores de registros.[2] O desenho original foi aprimorado com uma nova versão. ou custo de negociação de licenças de propriedade intelectual. o alcance seria reduzido em torno de 30% devido ao ruído térmico do resistor de 3 kΩ. Estes custos geralmente incluem licenças de software. entretanto mantendo-se a mesma lógica do circuito. 458 Controlador Nebulus de LED infravermelho O LED infravermelho HSDL4220 originalmente não é adequado para operação à taxa de transferência de 10 Mbit/s. Entretanto. Desta forma. No Natal de 2001. comece a produzir o dispositivo ou invista na tecnologia sem custos iniciais. Os efeitos colaterais dessa técnica são: • O LED ultrapassa o início de impulsos mais longos (5 MHz/1 MHz) para aproximadamente o dobro de brilho.

sourceforge. net/ [6] http:/ / ronja. seul. php/ GettingRonjaTogether [8] http:/ / www. ncsu.asp?doc_id=18416) Unstrung: Da Doo Ron RONJA • (http://www. com/ index. cz/ clanky/ ronja-reloaded/ [9] http:/ / www.com [6] — Ronja Homepage Gallery of Registered Installations [1] Where to buy Ronja wiki webpage [7] Article about RONJA at Root. edu/ seniordesign/ projects_new. • (http://klfree.com/etel/blog/2007/02/ronja_at_10_mbps_the_next_stag.com/2005/06/13/ronja-optical-data-link/) Hack a Day: Ronja • (http://hansmi. php?id=463 [10] http:/ / charon.com/document. the next stage in wireless mesh networking? • (http://www. hkfree. com/ twister/ ) [3] Ronja Twister2 (http:/ / ronja. com/ installations. twibright.unstrung.archive.Promotion of ronja in community networks in UK 2004 [10] Referências [1] http:/ / ronja. com/ twister2/ ) [4] http:/ / geda. twibright.twibright.oreillynet. twibright.org/details/Ronja_WSFII_London) Ronja talk at WSFII London 2005 (archive. php [2] Ronja Twister (http:/ / ronja.php?cisloclanku=2004102401) A report about link deployment (Czech language) .hackaday. org [5] http:/ / pcb. root. twibright.cz [8] List of registered installations [1] RONJA Adaptation for Underwater [9] British council project . ece.RONJA • • • • • gEDA gschem (construção de esquemáticos) [4] QCad BRL-CAD O programa PCB [5] Sodipodi para gráficos vetoriais 459 Ligações externas • • • • • • • ronja. org/ ronja/ • (http://www.html) O'Reilly Emerging Telephony: Ronja at 10 Mbps.ch/articles/ronja) A user testimonial.net/view. com [7] http:/ / wiki. twibright.org) • (http://www.

4 do IEEE. 6 entradas analógicas. Segurança Segundo os Sun Labs já estão disponíveis implementações altamente otimizadas dos algoritmos RSA e ECC (Criptografia de Curvas Elípticas). sensor de temperatura. com antena integrada. O Sun SPOT usa uma pequena máquina virtual do tipo JME chamada Squawk. pois Java é conhecido por sua característica de independência de dispositivo. sem usar um sistema operacional. Bateria • bateria recarregável de lítio-ion de 3. sensor de luz. O dispostivo como rádio o padrão 802. Ele é do tipo mote. inclusive o ZigBee. do inglês Sun Small Programmable Object Technology. é um elemento de rede de sensores sem fio (RSSF). Rede Os motes Sun SPOT se comunicam por rádio usando o padrão IEEE 802. inteiramente montado. que roda diretamente no processador. sobre a qual em geral se implementa o ZigBee. Diferente de outros sistemas de mote disponíveis.4 (sobre a qual usualmente se implementa o ZigBee). • interface USB. Placa de Sensor • • • • • • • medidor de aceleração (ou accelerometer) de 3 eixos. • interface de rádio IEEE 802.4 GHz. e 4 pinos de saída de alta corrente. Software O uso que o dispositivo faz de controladores de dispostivo (ou device drivers) em Java é impressionante. • modo de inatividade (ou sleep) profundo a 48 uA. Processamento • Núcleo ARM modelo 920T de 32 bits. Hardware O dispositivo completo.4.Sun SPOT 460 Sun SPOT Sun SPOT. ainda conhecida por J2ME. • gerenciamento automático de bateria provido pelo software. incluindo a abordagem de estação base para a rede de sensores. . desenvolvido pela Sun Microsystems. a 180 MHz. 2 sensores de movimento (ou momentary switches). 2G/6G.15. podem ser construídos.15. que podem ser usados nestes pequenos dispositivos embarcados (ou embutidos). 5 pinos para I/O de propósito geral. Sobre esse padrão vários protocolos. com 512 K de RAM e 4 M de memória flash. 8 LEDs tri-colores. cabe em uma palma de mão normal. ou seja: um dispositivo de comunicação eletrônico projetado para ser do tamanho de uma partícula de poeira. o Sun SPOT se baseia na máquina virtual Java JME. a 2. ou Java Micro Edition.6 V e 750 mAh.15.

O software é compatível com Windows XP. alavs. o NetBeans). com/ davidgs/ http:/ / www. ou mesmo de algum demo útil nesse sentido. com/ Rob_Tow/ Sun-SPOTS-Sensor-Networks. Até o momento da escrita deste artigo não se sabia da disponibilidade de qualquer pilha compatível com ZigBee. Mac OS X 10.Sun SPOT 461 Ferramentas de desenvolvimento As IDEs padrão para Java (como por exemplo. ainda em produção limitada. Simmons sobre o Sun SPOT [4] Projeto Cientifico do UNIPE utilizando Sun SPOT chamado MOVER [5] Referências [1] [2] [3] [4] [5] http:/ / www. e um cabo USB. sunspotworld. html http:/ / blogs. uma estação base Sun SPOT.4 e com as distribuições mais comuns do Linux. depois de meses de atraso de manufatura. com/ http:/ / tauzero. Este kit introdutório inclui: • • • • duas placas demo de sensores Sun SPOT. O gerenciamento e a implantação (ou deployment) dos aplicativos é feito pelo SPOTWorld. podem ser usadas para criar aplicativos para o Sun SPOT. as ferramentas de desenvolvimento de softeware. para Sun SPOT foi distribuído em 2 de abril de 2007. sunspot. Ligações externas • • • • • Site Oficial [1] Grupo de balões controlados por Sun SPOT [2] Página de Rob Tow sobre o Sun SPOT [3] Blog de David G. sun. br/ . com/ http:/ / www. com. Disponibilidade O primeiro lote de kit de desenvolvimento.

Ligações externas • Sun UltraSPARC T2 é Open Source [1] (em português) Referências [1] http:/ / olhardigital.UltraSPARC T2 462 UltraSPARC T2 O UltraSPARC T2 é um microprocessador desenvolvido pela Sun e que possui suas especificações da micro-arquitetura publicas sob uma licença livre. com. . uol. Consiste em um projeto educacional para a criação de um laptop barato com o objetivo de difundir o conhecimento e novas tecnologias a todas as crianças do mundo. br/ digitalnews1. ou ainda Laptop das crianças. anteriormente conhecido pelos codinomes Laptop de 100 dólares e 2B1.8W LCD (TFT) com diagonal de 7″ (18 cm) e 200 dpi Tamanho alongado para permitir aprendizado de escrita O XO (The Children's Machine).11 mesh (interno) 1° trimestre de 2007 1 GB de Memória flash / 256 MB DRAM Red Hat Linux Fedora Core USB (opcional) Teclado / Touchpad / 3 portas USB Bateria elétrica / Manivela (acionamento manual) / Bateria de automóvel 12V / Tomada de parede 110/220V AMD Geode LX-700@0. php?NoticiaID=3065 XO XO / The Childen's Machine Subnotebook (Netbook) Fabricante Conectividade Disponibilidade Mídia Sistema Operativo Câmara Dispositivos de entrada Fonte de Energia CPU Ecrã Dispositivo Tactil One Laptop Per Child (OLPC) Quanta Computers Rede sem fio 802. é um projeto de inclusão digital desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

XO Iniciativa anunciada por Nicholas Negroponte.00. quatro teclas direcionais mais Enter • Touchpad: Dual capacitivo/resistivo. Essa é uma tecnologia que promete revolucionar a educação. monofônico. montagem 'key-switch' selada de membrana de borracha • Imagens de Layouts . caixa resistente à poeira e umidade Eletrônica embarcada: • CPU/fabricante e modelo: AMD Geode LX-700@0. Português. Espanhol. stereo. codec de audio AC97-compatível.2mm de curso. entre eles o Brasil. 1.4 mm × 114. que já demostraram interesse no projeto. 3DNow! • • • • • Chipset: AMD CS5536 South Bridge Memória: 256MB DRAM Data rate: Dual – DDR333 – 166 Mhz Firmware: 1024KB SPI-interface flash ROM. LinuxBIOS open-source BIOS Armazenamento: 1024 MiB SLC NAND flash Display: • Interface: Cristal líquido. dual-mode TFT • Área visível: 152. Periféricos integrados: • Teclado: 70+ teclas. tendo como alvo os países em desenvolvimento. suporta modo de escrita XO • Áudio: Analog Devices AD1888. Características físicas • 242mm × 228mm × 30mm • menos de 1.3 mm • Resolução: 1200 (H) × 900 (V).US International. modo refletivo monocromático (1200 x 900) • Display em cores: resolução-padrão. que habilita o deswizzling e o anti-aliasing no modo em cores. compatível com a norma 802. MMX.5kg • laptop conversível com display pivotante e reversível.11b/g. modo transmissivo em cores (800 x 600) • Chip especial DCON. 19cm(7. quincunx-sampled. Nigeriano.[1] 463 Especificações técnicas Em 13 de maio 2007. duas antenas coaxiais ajustáveis . 200 dpi • Display mono: Alta resolução. com microfone interno e usando o Analog Devices SSM2211 para amplificação de áudio • Sem-fio: Marvell Libertas 88W8388+88W8015. ao mesmo tempo que habilita o display a permanecer ativo com o processador suspenso.8W • CPU/velocidade do clock: 433 Mhz • Compatibilidade: X86/X87-compatível. com dois alto-falantes internos. presidente de OLPC. diponibilizando computadores a um custo de U$100. Sua fabricação ficará a cargo da empresa taiwanesa Quanta Computers – maior fabricante global de laptops – e deverá começar no segundo trimestre de 2007. Francês • Teclas de Cursor: conjunto de cinco teclas.[2] As características apresentadas estão sujeitas a alterações.5") diagonal. Arábico. Thai.

taxa de varredura de 0. como se fosse uma pasta ou bolsa. 6V montadas em série Caixa rígida fechada.1 psia) (em funcionamento). valores exatos ainda não estabelecidos. • Umidade: Semelhante ao item temperatura.7 a 4. O XO pode ser usado como um livro.5g zero-pico. fechado/aberto • Câmara de vídeo: resolução de 640x480. entrada para cartão MMC/SD (até 16GB) • Consumo máximo: 1000 mA (total) 464 O XO pode ser carregado facilmente. Open Firmware é usado como o bootloader. Wi-Fi. 2ms. bateria. pode trabalhar em -40 a 39 V • Saída de linha: tomada stereo padrão (3 pinos) chaveada de 3.4 psia) (desligado).7 a 10. 10Hz a 500Hz.5mm • Microfone: tomada mono padrão(2 pinos) chaveada de 3.000 ciclos carga-descarga BIOS/loader: • LinuxBIOS. -15m a 12.048m (14. meia-onda (em funcionamento) 200g.3mm é a espessura típica na maioria dos sistemas). 10Hz to 500Hz. • Variação de altitude: -15m a 3.8 W-hora Tipo: NiMH Proteção do invólucro: Invólucro integrado com identificação • Sensor térmico integrado • Limitador de corrente polifusível integrado • Vida útil: pelo menos 2. Quando fechada. modo de entrada selecionável por sensor • Expansão: 3 conectores Type-A USB-2. • Vibração aleatória: 0. EUA) e RoHS (Restriction of Hazardous Substances.192m (14.0.5 oct/min (desligado) • Paredes plásticas de 2mm (1. meia-onda (desligado) Imagem lateral do XO.25 oct/min (em funcionamento). . taxa de varredura de 0. 1. UE). de maneira que as crianças não precisam se preocupar com chuva ou poeira. a unidade deve ser suficientemente vedada. removível pelo usuário Capacidade: 22. Bateria: • • • • • Tipo: 5 pilhas.XO • Indicadores de estado: energia. 30 fps Conectores externos: • Alimentação: entrada DC de 2 pinos. em uso 10 a 20 V. 2ms.75g zero-pico.5mm. • Choque 125g. Especificações ambientais: • Temperatura: algo entre as exigências típicas de laptop e especificações Mil.. Exigências regulatórias: • As exigências usuais americanas e européias de IEM/CEM serão atingidas • Tanto o laptop quanto todos os acessórios fornecidos pela OLPC estarão completamente de acordo com as diretivas UL (Underwriters Laboratories Inc.

Brasil (250. viabilizando a distribuição gratuita para pessoas em todo mundo que não tenham acesso à internet. Nigéria (1. • Uma Análise do projeto [17] (em português). Uruguai (100.000).000)[3] e Peru (40. "Discover the PC"). Conjunto de artigos sobre o laptop (entre outros assuntos) de uma perspectiva pedagógica e social. está a patrocinar a distribuição de computadores Magalhães às crianças do 1º ciclo do ensino básico. 465 Produção A produção em massa está prevista para outono 2007. chamado de Personal Internet Communicator (ou PIC).XO O projeto do equipamento vem do designer industrial suíço Yves Béhar.net[7] resolveram concorrer com a OLPC com o computador iT.[6] • Outras empresas como a Asiatotal.000). O cancelamento de sua produção foi anunciado em 13 de novembro de 2006.000). [5] "Classmate PC" voltado à construção de um computador portátil (com custo estimado em 400 dólares americanos) vendidos aos governos de países sub-desenvolvidos para distribuição àqueles que não tem acesso à tecnologia. comentários e discussão sobre o 2B1. • Outro projeto semelhante foi criado pela VIA Technologies sob o nome de "pc-1 Initiative"[8] . O XO é dobravel e flexivel. que tem 14 teclas patrocinadas (no teclado). "Eduwise" ou ainda.000.000). • A AMD começou a produzir em 2004[9] [10] um computador simplificado voltado a um público de menor poder aquisitivo. chamado de "Descubra o PC" (em inglês. O presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva com XO. Líbia (1. . Projetos semelhantes • A Intel anunciou um projeto semelhante. Seguintes países se comprometeram: Argentina (500. Ruanda. em colaboração com a Intel.[11] • O governo Português. Ver também • Inclusão digital • David Cavallo • Marcelo Tosatti Ligações externas • Página oficial do projeto [12] • Página oficial do projeto [13] em inglês • Perguntas freqüentes [14] (FAQ) do projeto • Wiki [15] do projeto • OLPC News [16] (em inglês) – blog não-oficial com notícias.000)[4] .200.

via. Dan (23 de outubro de 2006) Laptop de US$ 100 entra em produção no 2º trimestre de 2007 (http:/ / idgnow. [8] VIA pc-1 Initiative: Enabling the Next 1 Billion (http:/ / www. com. laptop. implicações sociais e a questão da mobilidade em educação são discutidos. software. uol. [6] Programa Intel World Ahead (http:/ / www. 8537540135/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. org/ faq. 2006-10-11. uol. com/ 2100-1040_22-5422893. br/ educacao_tecnologia . Guilherme (11 de outubro de 2006) USP recebe primeiro protótipo do notebook educacional ClassMate PC (http:/ / idgnow. dicas-l. intel. acessado em 1° de março de 2006. tw/ en/ initiatives/ empowered/ ) acessado em 29 de setembro de 2006 [9] Spooner. [12] http:/ / laptop. [3] Olpcnews (http:/ / www. [2] OLPC wiki Especificações de hardware (http:/ / wiki. com. 2006-10-23. org/ go/ Home [16] http:/ / www. 466 OLPC-Laptop XOXO Referências [1] Nystedt. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 11/ 13/ idgnoticia. html [13] http:/ / laptop. For FREE (http:/ / asiatotal. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [4] Olpcnews (http:/ / www. engadget. com/ portugues/ intel/ worldahead/ index. 6240467947/ IDGNoticia_view) acessado em 13-nov-2006. org/ index. com. John (22 de outubro de 2004) AMD offering blueprint for $185 PC (http:/ / news. pedagogia. zdnet.XO Hardware. [11] IDG Now! (13 de novembro de 2006) AMD oficializa fim da produção de computador de baixo custo (http:/ / idgnow. Ryan (25 de outubro de 2004) AMD's Personal Internet Communicator brings the Internet to the people (http:/ / www. laptop. net). com/ countries/ uruguay/ olpc_uruguay_buying_xo_laptops. html) "ZDNet" (em inglês) acessado em 13-nov-2006. org/ go/ Hardware_specification) acessado em 13 de maio de 2007. laptop. pt_BR. pt_BR. html [15] http:/ / wiki. olpcnews. com/ [17] http:/ / www. com/ countries/ peru/ olpc_peru_xo_laptop_purchase. 5163581111/ IDGNoticia_view) "IDG Now!" — acessado em 24 de outubro de 2006. htm?iid=worldahead_ov_portuguese) acessado em 28 de setembro de 2006 [7] Conecting the World. com. olpcnews. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 23/ idgnoticia. 2006-11-13. br/ computacao_pessoal/ 2006/ 10/ 11/ idgnoticia. [10] Block. uol. html) acessado em 21 de outubro de 2007 [5] Felitti. olpcnews. org/ [14] http:/ / www. com. com/ 2004/ 10/ 25/ amds-personal-internet-communicator-brings-the-internet-to-the/ ) "Engadget" (em inglês) acessado em 13-nov-2006.

Amperímetro 467 Amperímetro O amperímetro é um instrumento utilizado para fazer a medida da intensidade no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. pode possuir várias escalas que permitem seu ajuste para medidas com a máxima precisão possível. A resistência interna do galvanômetro RG. ao se fazer uma medida de corrente. Como isso é impossível. A medida de corrente é feita intercalando-se o amperímetro em série com o circuito no qual deseja-se medi-la. Em geral. IGM. Temos que: E temos que: O valor da resistência interna do amperímetro é um dos fatores importantes que está relacionado ao erro de medida do instrumento. deve-se ligar o instrumento com o pólo positivo no ponto de entrada da corrente convencional. Por isso. do galvanômetro. Como a corrente elétrica passa através dos condutores e dispositivos ligados a eles. Portanto. formando um divisor de corrente com o galvanômetro em paralelo com uma resistência denominada shunt (desvio) RS. A unidade usada é o Ampère. para que a deflexão do ponteiro seja para a direita. . Por isso. para aferir a corrente que passa por alguma região de algum circuito. o amperímetro ideal é aquele que possui resistência interna nula. introduz-se um erro devido à modificação causada no circuito pela resistência interna do amperímetro. A tolerância da resistência shunt é outro fator que está relacionado ao erro de medida do instrumento. Amperímetros podem medir correntes contínuas ou alternadas. A corrente atravesando o fio a ser medido Mola de retono do ponteiro O amperímetro analógico nada mais é do que um galvanômetro adaptado para medir correntes de fundo de escala maiores que a sua corrente de fundo de escala. Sendo ainda: • • • • A corrente de fundo de escala do amlperímetro IA. os instrumentos de medidas são construídos com resistores de precisão. com tolerâncias de 1%. A sobrecorrente IS. deve-se colocar o amperímetro em série com esta. A resistência interna do amperímetro RIA. Dependendo da qualidade do aparelho. para as medições serem precisas. Na medição de corrente contínua. é esperado que o amperímetro tenha uma resistência muito pequena comparada às do circuito. é necessário desviar a sobrecorrente. sendo necessário abrir o circuito no local da medida.

seinstrumentos.. Basicamente vários canais de monitoramento são conectados a um circuito real e o resultado é apresentado em uma tela de vídeo ou graficamente em papel através de uma impressora. com.. Existem analisadores para a faixa de áudio e para sinais de rádio frequência. html Analisador de espectro O Analisador de espectro é um instrumento eletrônico utilizado para se conhecer as componentes harmônicas de sinais elétricos. . br/ voltimetros. contadores. Tais componentes podem ser de frequências e amplitudes diferentes. Dessa forma se pode analisar o comportamento e a temporização de portas lógicas. Referências [1] http:/ / www.Amperímetro 468 Artigos relacionados • • • • • Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Multímetro Diferentes marcas e modelos • S&E Instrumentos [1] S&E Instrumentos. registradores. Analisador lógico Um analisador lógico é um instrumento eletrônico usado para se visualizar no tempo os estados lógicos de vários pontos de um circuito eletrônico digital. Amperímetros digitais . espalhadas no espectro de frequências.Acesse o site para conhecer mais sobre amperímetros. Muitos analisadores de espectro são digitais e a partir da amostragem digital dos sinais empregam algoritmos de FFT e DFT para decompor o sinal nas sua componentes espectrais. processadores e demais componentes digitais de um circuito.

Capacímetro 469 Capacímetro Capacímetro é o instrumento utilizado em eletrônica para medir a capacitância. que mede o valor do fator de potência. a sua unidade é adimensional. que pode abaixar bruscamente com a existência de maquinários indutivos. envolve a medição de tensão e corrente elétrica atraves da carga (semelhante ao wattímetro). devido o cuidado com o valor de F.P . htm Cosfímetro O cosfímetro é um instrumento de medida elétrica analógico ou digital. como motores elétricos por exemplo. O método para medição do fator de potência atraves de um cosfímetro. O aparelho e amplamente utilizado em indústrias. Ligações externas • Capacímetro [1] (em português) Referências [1] http:/ / www. Cosfímetro analógico Ver também • • • • Circuito elétrico Fator de potência Corrente Alternada Potência Elétrica . net/ capacimetro. Por se tratar de expressar o valor de fator de potência. burgoseletronica. como o cosseno de algum ângulo (geralmente expresso como ângulo φ ou ângulo de defasagem). de um circuito alimentado por corrente alternada por exemplo. A medição pode ser feita em capacitores comuns e eletrolíticos.

ou sobre um filme fotográfico. por uma segunda bobina e. 2005. constituída por partículas relativamente grosseiras. Depois de revelados. por uma terceira que projeta estes elétrons sobre uma tela fluorescente .Eletromicrografia 470 Eletromicrografia Eletromicrografia ou micrografia eletrônica é uma imagem obtida pela fotografia da imagem da tela de um microscópio eletrônico de varredura. por uma lente magnética (bobina) que os dirige em feixe uniforme na direção do objeto. então. 8ª Edição. Por isso. A formação da imagem no microscópio eletrônico Os elétrons deste microscópio são liberados graças ao aquecimento de Uma eletromicrografia de um ácaro. José. logo após. [2] id. emite pouca luz em relação aos elétrons que recebem e fornece imagem menos contrastada do que a obtida nas ampliações fotográficas. mais do que diretamente no microscópio eletrônico. A tela fluorescente em que a imagem se forma é uma placa revestida por ZnS (Sulfeto de Zinco). elas registram a imagem fornecida pelo aparelho. os estudos de microscopia eletrônica são feitos principalmente nas ampliações em papel fotográfico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Biologia Celular e Molecular. ISBN 85-277-1045-5. as observações mais cuidadosas são efetuadas nas micrografias obtidas pela retirada da tela do trajeto dos elétrons. Os elétrons desviados por estruras elétron-densas não contribuem para formar a eletromicrografia.[2] A tela fluorescente. A barra branca tem 30 µm. ou pela incidência de elétrons em um filme fotográfico no microscópio eletrônico de transmissão. Passam. um filamento de tungstênio e são acelerados graças a uma diferença de potencial. Luis Carlos Uchôa & CARNEIRO. os filmes são ampliados de 2 a 4 vezes e as micrografias podem ser examinadas à vontade.[1] A Qualidade da imagem Na prática. . os quais incidirão sobre um filme fotográfico.onde formam uma imagem visível . ao passo que as estruturas elétron-lúcidas o fazem. Como as emulsões fotográficas são sensíveis aos elétrons.[2] [1] JUNQUEIRA. substância que emite luz ao ser excitada por elétrons.

mas não consegue corrigir a diferença. Quando um carro é adaptado para utilizar GNV (Gás Natural Veicular)como combustível através de um sistema de GNV aspirado (kits GNV até 4ºgeração) . provocando consequente acendimento da luz de aviso de defeito da injeção eletrônica no painel do veículo.Quando maior for a quantidade de oxigênio detectada. mas os bicos injetores estão desligados pelo emulador de bicos e esta alteração não tem nehum reflexo na mistura ar/GNV. ao mesmo tempo gera. um sinal elétrico que tenta imitar o funcionamento da sonda lambda para a centralina. bem como agregados a outras funções exigidas nas conversões a GNV como o emulador de sonda. e passa a ter leituras inadequadas da sonda lâmbda.a centralina ou ECU (eletronic control unit) do veículo tentará compensar a mistura incorreta alterando os tempos de injeção de combustível líquido (gasolina ou álcool). pelo sinal inadequado emitido pela sonda. normalmente para que a central eletrônica não interprete como uma falha no sistema a alteração no sinal emitido pela sonda. mais rica é a mistura (possui mais combustível). a central eletrônica não tem mais controle sobre o combustível quando o veículo está rodando com GNV.Emulador de bicos 471 Emulador de bicos O emulador de bicos injetores ou também simulador de bicos injetores é um dispositivo eletrônico utilizado nos carros com motor de combustão interna convertidos para GNV (gás natural veicular). que é aspirado pelo motor e não mais injetado de forma controlada pela centralina. Além disso. Estes dispositivos visam desconectar os bicos injetores (ver Injecção eletrónica para referências) da centralina electrónica ou UCE (do inglês ECU . como se o motor estivesse funcionando com o combustível na proporção ideal e sob controle da centralina. Depois da conversão. o que faz com que haja um desajuste na mistura ar/combustível quando a chave seletora é comutada para voltar a usar o combustível líquido. Os modelos mais simples são dispositivos eletromecânicos (relês associados a resistores). O simulador ou emulador de sonda lâmbda é um dispositivo eletrônico que desconecta a sonda lambda da centralina e. existindo também modelos sofisticados dotados de inteligência (microcontroladores) com opções configuráveis de tempo para desconexão e reconexão. ela ajuda à centralina a manter a mistura próxima da estequiometria. A principal delas é a relação ideal da mistura de combustível e ar. Como consequência. quando o veículo está utilizando o GNV. . pois isto causaria a geração de um código de defeito e o acendimento da luz de anomalia no painel do veículo. de tal maneira que a mesma não interprete a desconexão das bobinas dos bicos injetores como um defeito no sistema de injeção eletrônica. ao mesmo tempo em que também drena uma pequena corrente das sáidas da ECU (centralina) para os bicos. pois não tem controle sobre a quantidade de combustível (GNV). uma série de alterações ocorrem durante a queima. a falta de oscilação do sinal da sonda (normalmente entre 0 volt e 1 volt) provoca a detecção de falha na sonda lambda e geração de um código de defeito. mais pobre (menos combustível) está a mistura e quanto menor for a quantidade de oxigênio.Eletronic Control Unit)de modo que estes não injetem combustível líquido (álcool ou gasolina) enquanto o motorista mantiver a chave de seleção de combustível na posição "GNV". Ver também • Injeção eletrônica • Mobmix Emulador de sonda A sonda lambda é um sensor eletrônico que detecta a presença de oxigênio nos gases de escapamento do motor com a finalidade de informar à centralina electrónica se a mistura de combustível e ar está com excesso de combustível(mistura rica) ou falta de combustível (mistura pobre). Na prática. buscando também reduzir o desajuste no sistema que seria provocado num sistema sem emulador de sonda.

net/ frequencimetro_pic. Ligações externas • Diagrama de Frequencímetro [1] com PIC • Diagrama de Frequencímetro Digital [2] Referências [1] http:/ / www. São muito utilizados em laboratórios de eletrônica e medição em campo. nanossegundos). O método mais conhecido é o sistema de pressão positiva de GNV ou 5º geração (conhecido popularmente como "Kit GNV injetado". Estes se compõem de barras de ferro doce. kHz. facens. Uma outra maneira. que vibram em determinadas frequências de ressonância e são instalados em painéis de equipamentos elétricos. as alterações na mistura feitas pelo veículo também se refletem na mistura que está sendo de fato admitida na câmara de combustão no motor. htm [2] http:/ / www. Desta maneira. milissegundos. li. A unidade de medida utilizada é o hertz (símbolo Hz). Este sistema é uitilizado no Siena Tetrafuel da Fiat (ver Veículo flex para mais detalhes). Este sistema poderá ser conectado nas mesmas saídas da centralina para os bicos. de modo a permitir que a centralina faça a correção da mistura. 472 Ver também • Injeção eletrônica Frequencímetro O Frequencímetro (Br. Um frequêncimetro possui um mostrador digital que pode ser em cristal líquido ou de LEDs. informando a frequência medida em Hz. que utiliza válvulas injetoras de GNV. usados para medir a baixa frequência da rede elétrica.Emulador de sonda Uma outra forma mais moderna e eficiente de se manter o sistema em condições ideais sem a utilização de emulador de sonda é passar parte ou todo o controle da mistura ar/combustível para a centralina do veículo. br/ ~f98335/ projeto17. radioamadores. e um regulador de pressão positiva de GNV (pressão manométrica positiva) que estabelece na entrada das válvulas injetoras uma pressão de GNV da ordem de 2 a 3 Bar (unidade). ou pode também ter uma centralina independente para o GNV. freqüencímetro ou freqüenciômetro) é um instrumento eletrônico utilizado para medição da frequência de um sinal periódico. conforme a escala utilizada. Muitos frequencímetros podem medir também o período do sinal medido (em segundos. sendo uma para cada cilindro do motor. Os frequencímetros eletrônicos digitais fazem uso de uma base de tempo precisa (um cristal de quartzo) e circuitos contadores digitais para realizar a medição da frequência. html . de modo que as leituras da sonda lambda e demais sensores do veículo se reflitam em variações na proporção da mistura ar/combustível. existem os eletromecânicos. MHz e GHz. mesmo utilizando o sistema convencional de GNV é instalando um módulo comercialmente chamado de Mobmix que faz com que parte da mistura ar/combustível seja de combustível líquido e controlada pelo veículo. Além dos frequencímetros digitais. e uma chave seletora direciona as saídas para os bicos de combustível líquido ou de gás natural. mantendo as regulagens e a performance do veículo. microssegundos.

e outras. Os multímetros com galvanômetro são chamados de multímetros analógicos. que em sua época foi um dos primeiros cientistas a estudar a relação entre magnetismo e electricidade. ohmímetro ou voltímetro. O multímetro. O galvanómetro de ferro móvel é pouco usado. Como o movimento do ponteiro é proporcional à corrente elétrica que percorre a bobina. movendo um ponteiro. ou a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos. e instalada entre os pólos de um ímã fixo. O galvanómetro mais comum é o tipo conhecido como bobina móvel: uma bobina de fio muito fino é montada em um eixo móvel.Fio transportando a corrente a ser medida . sobre uma escala graduada. se forma um campo magnético que interage com o campo do íman. ligado a uma chave selectora. Através de circuitos apropriados. o valor da corrente é indicado na escala graduada. Ver também • Circuito elétrico • Voltímetro • Multímetro . para optarmos pelo seu funcionamento como amperímetro. e capaz de girar conforme o campo magnético produzido pela bobina. tensão alternada. e funcionar tanto com corrente contínua como com corrente alternada. uma bateria e vários resistores internos. Galvanômetro de bobina móvel . e a bobina gira. por ser menos sensível que o de bobina móvel. a bobina é fixa. o galvanômetro pode ler outras grandezas eléctricas. em oposição aos multímetros digitais.Mola de retorno Outro tipo de galvanómetro é o de ferro móvel: neste. mais robusto. como tensão contínua. Quando circula corrente eléctrica pela bobina. O galvanómetro foi criado pelo físico e químico inglês Michael Faraday. potência. consiste basicamente de um galvanómetro. resistência. o principal instrumento de teste e reparo de circuitos electrónicos. que possuem um mostrador de cristal líquido.Galvanômetro 473 Galvanômetro O galvanómetro é um instrumento que pode medir corrente eléctrica|correntes eléctricas de baixa intensidade. mas possui as vantagens de ser mais barato. envolvendo uma pequena peça de ferro ligada ao ponteiro. ou agulha.

funções seno. Normalmente ele possui um frequencímetro acoplado e diversos botões de ajuste e seleção. RF pulsátil e controle automático de tempo e temperatura. com o qual se pode verificar as suas formas de onda.funções quadrado. Operando com potência de até 50 watts. Um gerador de funções deve poder gerar sinais senoidais. todos com diversas frequências e amplitudes. triangulares. triângulo. sweep) NE566 (National . Projetado com as mais recentes tecnologias de design e eletrônica. possui recursos de medição de impedância. triângulo.funções seno. Gerador de funções Um gerador de funções é um aparelho eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos de formas de onda. estimulação motora e sensitiva. Cordotomia e ainda procedimentos de cirurgia funcional como: Talamotomia. Drez. Cingulotomia entre outros. Com sistema de comando e controle totalmente digital proporciona maior precisão e segurança nos diversos tipos de controles. sweep) MAX038 (Maxim . filtros e amplificadores. quadrado. lesão térmica por RF contínua.Gerador de RF 474 Gerador de RF Um gerador de rádiofrequência é um aparelho eletrônico usado para gerar sinais elétricos de alta frequência (de dezenas de kHz a centenas de MHz). quadrados. quadrado. sweep) XR2206 (Exar . A tecnologia utilizada no projeto do circuito de potência permite obter alta eficiência de operação resultando em um equipamento compacto e leve proporcionando melhor portabilidade. dente-de-serra. quadrado. triângulo) . com sweep (frequência variável). São muito utilizados em laboratórios de eletrônica como fonte de sinal para teste de diversos aparelhos e equipamentos eletrônicos. o Radiofrequency Generator System BMS-50N é um equipamento especialmente desenhado para que o cirurgião possa realizar os diversos procedimentos para tratamento da dor tais como: Rizotomia de Faceta. Rizotomia Trigeminal. Ablação Intradiscal. Palidotomia. Alguns circuitos integrados que podem ser usados na montagem de geradores de função: • • • • ICL8038 (Intersil . Seu funcionamento é baseado em circuitos eletrônicos osciladores. A possibilidade de uso de placas de retorno auto-adesivas reduz ainda mais o risco de queimaduras possibilitando também maior segurança e eficiência no funcionamento.funções seno. Seu uso é muito ligado à utilização do osciloscópio. além de conectores para saída do sinal. ajustes e leituras. triângulo. frequências (de alguns Hz a dezenas de MHz) e amplitude (tensão) diversas.

• Muitos elétrons perdem energia em uma sequência de colisões inelásticas. • Pode ocorrer difração dos elétrons com específica orientação em relação ao feixe primário. filtros. Também são usados para simular corrente alternada. fenômeno que se torna mais significativo quanto maior a massa atômica.Gerador de áudio 475 Gerador de áudio Um gerador de áudio é um instrumento eletrônico utilizado para gerar sinais elétricos períodicos (geralmente senoidais) na faixa de frequências de áudio (1Hz a 20kHz ou mais).XPS e espectroscopia de elétron Auger. Seu funcionamento é baseado num circuito eletrônico oscilador que pode gerar um sinal senoidal ou quadrado. que está relacionada com a amostra em questão. São muito usados em testes de aparelhos e equipamentos de áudio (mixers. Este é o elétron transmitido. inorgânicas e biológicas. Estes são chamados elétrons secundários. Esta é a base das análises da espectroscopia de fotoelétrons excitados por raios X . com frequência e amplitude variável e ajustável por dials. mas por diversas técnicas analíticas.000001A (1microAmper). ou digital onde amplificadores realçam a queda de tensão em um resistor "shunt". possibilitando a obtenção de informações cristalográficas. fornece informações de resolução atômica que são utilizadas não apenas pela microscopia eletrônica. De qualquer forma.1 e 1nm. etc) como fonte de sinal. • Os elétrons podem colidir com átomos da amostra e serem refletidos. • A emissão de fótons de energia variando do ultravioleta ao infravermelho denomina-se catodoluminescência e é resultado de recombinações eletrônicas. já que. amplificadores. Pode ser analógico. a microscopia eletrônica baseia-se na interação de elétrons incidentes sobre a matéria. Microamperímetro Microamperímetro é um instrumento que permite medir correntes elétricas da ordem de 0. • A interação do elétron com a matéria permite o estudo da perda de energia do feixe primário. No caso de amostras cristalinas. variando entre 0. trabalham com frequências. Muitos são os efeitos desta interação e o comprimento de onda do elétron. então este sinal é convertido para digital e mostrado em um display LCD. • Raios-X e elétrons Auger são formados quando o átomo ionizado perde energia. . cristalografia e composição química da amostra. onde se faz uso de um galvanômetro. Tais interações fornecem dados sobre a morfologia. • O elétron pode passar pela amostra sem sofrer perda de energia. Artigos relacionados • • • • • Amperímetro Osciloscópio Voltímetro Corrente elétrica Circuito Microscopia Eletrônica Microscopia eletrônica é uma importante técnica para determinar tamanho e forma de estruturas cristalinas e amorfas. também pode revelar a composição das partículas.

Microscopia Eletrônica A microscopia eletrônica de transmissão (TEM) emprega os feixes transmitidos e difratados. Cada mancha de no figura de difração representa um ponto no espaço recíproco que. Ao conectar o canhão de elétrons a uma fonte de alta voltagem. por exemplo. • Lentes projetivas: propiciam ampliação da imagem. A imagem da amostra refere-se ao plano (hkl) no espaço real. alterando-se a intensidade das lentes intermediárias. A fonte de emissão é um filamento de tungstênio ou um cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). corresponde a um plano real (hkl). deformação plástica durante a confecção da lâmina ou danos na sua estrutura devido à incidência do feixe de elétrons. • Lentes intermediárias: permite a alternância entre os modos imagem ou difração. ao passo que amostras biológicas. inclinação. além da fina espessura da lâmina da amostra. que são as formas de visualização da amostra. mais instáveis. As imagens são de campo claro. esta deve estar polida de ambos os lados. para amostras cristalinas. A resolução do equipamento chega a 3 Å. • Sistema de vácuo: Alto vácuo é requerido para que o feixe primário de elétron não interaja com quaisquer partículas diferentes da amostra presentes na coluna. no caminho do feixe de elétrons. a tensão de aceleração usual é 100 kV. requerem que o feixe primário seja de 60 a 80 kV.0037 nm. equivalente a 0. Para o preparo da amostra. em forma de lâmina. • Lentes objetivas: Estas lentes geram a primeira imagem intermediária e sua qualidade determina a resolução da imagem final. Formação da imagem ou da figura de difração A lente objetiva forma a figura de difração no plano focal inferior com elétrons difratados pela amostra e os combina para gerar a primeira imagem intermediária. As condições de operação do TEM são criteriosas para que o feixe primário de elétrons de fato seja transmitido e favoreça boa resolução da imagem ou da figura de difração. rotação e orientação nos eixos x. É ajustado quanto à altura. O alto vácuo necessário está na ordem de 10-5 a 10-6 mbar e é obtido por um sistema de bomba rotatória que realiza o pré-vácuo. Neste ponto opta-se pela imagem ou figura de difração. z. por sua vez. y. A tensão de aceleração deve variar entre 50 e 1000 kV. 476 Microscopia eletrônica de transmissão As interações pertinentes à microscopia eletrônica de transmissão geram imagens ou figuras de difração e estes modos são facilmente intercambiáveis. campo escuro ou de alta resolução e cada modo fornece informações diferenciadas da amostra. • Sistema de observação da amostra: Imagens e figuras de difração são observados em telas fluorescentes ou em câmeras de alta resolução. É necessário que o vácuo seja da ordem de 10-6 mbar. conectada a uma bomba difusora ou turbo-molecular. • Plano de amostra: Posiciona a amostra. feixe de elétrons será gerado por emissão termoiônica ou emissão de campo de elétrons. A amostra não deve sofrer alteração como. . Assim. ao passo que a microscopia eletrônica de varredura (SEM) detecta os elétrons secundários e os elétrons refletidos em função da posição do feixe primário. O equipamento tem o formato de uma alta coluna e seus componentes são descritos a seguir: • Fonte de iluminação: O canhão de elétrons gera o feixe primário que é acelerado para adquirir a energia necessária. A espessura da lâmina da amostra deve estar compreendida entre 500 e 5000 Å. • Lentes condensadoras: Um conjunto de diferentes lentes eletromagnéticas e aberturas permitem a análise de um feixe paralelo empregado em TEM ou a análise de um feixe convergente utilizado na microscopia de transmissão e varredura (STEM). como moléculas gasosas.

fornecendo importantes informações. Na imagem de campo escuro. a abertura objetiva é inserida para selecionar um ou mais feixes que formarão a imagem final. obedecendo à lei de Bragg. Definição da imagem: contraste A imagem é nítida graças ao efeito de contraste ocasionado por diferentes regiões de massa-densidade da amostra e também pela difração dos elétrons. onde λ é comprimento de onda incidente. está irá definir a região a partir da qual a difração será obtida. A imagem é formada pela interferência dos feixes difratados com o feixe direto. S1 é o sinal de fundo e S2 é maior que S1. Os feixes difratados têm forte interação com a amostra. ao passo que amostras cristalinas simples geram um conjunto de pontos dependentes da estrutura da amostra e da orientação da lâmina. Cada modo de imagem fornece informações complementares sobre a amostra. No entanto. podendo haver sobreposição das linhas e áreas de interesse. As regiões correspondentes a estes feixes surgem escuras na imagem. A imagem final pode ser de campo claro ou campo escuro. Por outro lado. Difração de elétrons Difração de elétrons é o fenômeno de espalhamento em que os elétrons são elasticamente espalhados pelos átomos da amostra. como defeitos na estrutura e tamanho de partículas. as regiões cujos feixes refratados não foram coletados vão aparecer escuras na imagem. não difratados. d é a distância entre os feixes difratados e θ é o ângulo de espalhamento. Amostras amorfas ou policristalinas geram uma série de franjas. áreas espessas com átomos leves podem gerar o mesmo grau de espalhamento que uma amostra fina composta por átomos pesados. onde S2 é o sinal da amostra. regiões cristalinas de uma amostra espalham os elétrons de acordo com a lei da difração de Bragg: nλ = 2dsenθ. daí o nome campo claro. Áreas mais espessas e áreas ricas em átomos mais pesados espalham mais fortemente o feixe primário. uma abertura é acionada no plano focal inferior da lente objetiva que permite a passagem apenas dos feixes diretos. Por outro lado. Neste modo. a abertura do plano focal inferior é mais larga para permitir a passagem de feixes diretos e difratados. o feixe direto é bloqueado pela abertura do plano focal inferior enquanto que um ou mais feixes difratados passam pela lente objetiva e aparecem claros na imagem. Se a abertura para difração de elétrons (SAED – selected area electron diffraction) for acionada. Esta figura de difração fornece dados quanto à simetria do cristal. No modo campo claro. de acordo com o feixe de elétrons selecionado. O contraste mínimo requerido para visualização da imagem é de 5%.Microscopia Eletrônica No modo imagem. Em ambos os casos. o contraste é favorecido porque os feixes fortemente espalhados são bloqueados pela abertura objetiva e não contribuem para a formação da imagem. Contraste pode ser definido como: (S2-S1)/S2. Formação de imagem na microscopia eletrônica de transmissão A imagem formada é uma projeção bidimensional da amostra. enquanto que regiões com nenhuma amostra no caminho do feixe aparecem mais claras na imagem. ocasionando o contraste de fases. Microscopia eletrônica de varredura de alta resolução A microscopia de alta resolução é útil para o estudo da estrutura atômica da amostra. 477 .

10-6 Torr. Além disso. Felizmente. • Área de interação a amostra com o feixe: A partir da interação diferentes sinais são gerados e processados. identifica fases por meio de análises químicas qualitativas. O vácuo deve ser de 10-5 . hoje existem no mercado microscópios de baixo vácuo. Os componentes do microscópio eletrônico de varredura são apresentados a seguir: • Fonte: O canhão de elétrons gera o feixe que percorre a coluna. específicos para estas amostras. as dimensões devem se obedecidas para caber na câmara de amostra. Por exemplo. Seu princípio de funcionamento é o efeito termoiônico de emissão de elétrons. inicialmente de 10 . possibilitando a realização de análises químicas durante a observação. A fonte mais utilizada é o filamento de tungstênio. No entanto. Quanto às condições de operação. • Conjunto de lentes condensadoras e objetivas: As lentes controlam o diâmetro do feixe e o direciona até a amostra. Interações do feixe de elétrons com a amostra .50 nm. enquanto que os elétrons retroespalhados fornecem imagens características de variação de composição. Este feixe é então reduzido em seu diâmetro pelas lentes eletromagnéticas condensadoras e objetivas com a finalidade de produzir um feixe de elétrons focado com pequeno diâmetro em determinada região da amostra. • Sistema de alto vácuo: O vácuo impede que os elétrons interajam com partículas gasosas e comprometam a análise. • Conjunto de aberturas: As aberturas são orifícios de escala micrométrica que alteram as propriedades dos elétrons quando da passagem do feixe. para fontes termoiônicas. As lentes objetivas. A amostra deve ser sólida e seu preparo pode ser mínimo dependendo do tipo de material. Assim como na microscopia eletrônica de transmissão. por sua vez. os sinais de maior interesse para formação da imagem são os elétrons secundários e os retroespalhados. A técnica tornou-se mais poderosa com o acoplamento de detectores de energia dispersiva de raios-X. é reduzida a 1 nm . y. altura) e orientação (inclinação e rotação). a amostra deve se estável ao alto vácuo.1µm ao atingir a amostra. O canhão de elétrons é usado para a produção do feixe de elétrons com energia e quantidade suficiente para ser captado pelos detectores. como rochas impregnadas com hidrocarbonetos não devem ser analisadas em equipamentos convencionais. são responsáveis por direcionar o feixe na amostra. O foco é obtido alterando-se a altura da amostra e o ajuste fino é realizado somente com as lentes objetivas.Microscopia Eletrônica 478 Microscopia eletrônica de varredura A técnica SEM é rotineiramente utilizada para gerar imagens de alta resolução das formas dos objetos e para mostrar variações espaciais na composição química. Os elétrons secundários fornecem imagem de topografia de superfície da amostra e são responsáveis pelas imagens de alta resolução. As principais fontes são o filamento de tungstênio e o cristal de hexaboreto de lantânio (LaB6). A amostra deve ter até 10 cm na horizontal e no máximo 40 mm na vertical. Formação da imagem na microscopia eletrônica de varredura As lentes condensadoras têm a função de reduzir a dimensão do feixe de elétrons. Amostras que degasam a baixas pressões. No processo de interação do feixe eletrônico com a matéria. a tensão de aceleração deve estar compreendida entre 200 V a 30 kV. O ajuste grosso é executado ajustando-se a distância entre a saída da lente objetiva e a amostra. A ampliação da imagem é de 20 a 30.000 vezes e a resolução situa-se entre 2 e 5 nm. • Mecanismos de controle da posição da amostra quanto à posição (x. a dimensão do feixe. além de reduzir a dimensão do feixe. z.

Para muitos elementos δ vale aproximadamente 0. um equipamento de alta resolução não proporcionará as imagens com a qualidade desejada se não houver contraste. O primeiro deles. por definição. O aumento do número atômico favorece o espalhamento elástico do feixe de elétrons e diminui a interação em volume. gerando os elétrons secundários tipo III. Sistema de detecção por espectroscopia de energia dispersiva de raios-X 479 . As dimensões da interação em volume aumentam com a voltagem de aceleração. A combinação dos efeitos dos espalhamentos elásticos e inelásticos pode ser ilustrada pela distribuição do feixe de elétrons através da sua interação em volume com a amostra. porém sem perda significativa de energia.Microscopia Eletrônica Como anteriormente citado. Regiões da amostra com átomos de maior número atômico emitem mais sinais de retroespalhamento e aparecem mais claras na imagem. um raio-X característico será produzido. A figura J também ilustra a relação de δ com o número atômico. porém.05) e ouro (δ=2. Se este feixe elasticamente espalhado for refletido para fora da amostra. O coeficiente de elétron secundário (δ) é a razão entre o número de elétrons secundários e o número de elétrons incidentes na amostra. Já o contraste devido à topografia permite a visualização da forma. formato e textura dos objetos e é dependente dos coefici